Educação
do
Ser Integral
"CONJUNTOS
DE EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM"
VOLUME 4
Sugestões
Manual de apoio
MA-07
SUMÁRIO GERAL
Observações preliminares ........................................................................................................................5
A Reunião: tipo, objetivos e ordenação das atividades .............................................................................7
Legenda e numeração do C.E.A. .............................................................................................................. 9
Unidade: A Sociedade ...........................................................................................................................11
Tema: A Família: Célula Social ...................................................................................................................... 13
Objetivo: Reconhecer a família como célula básica da sociedade, para amparo material e moral de seus
membros.
• C.E.A.II-01-01 .................................................................................................................................... 15
• C.E.A.II-01-21 .................................................................................................................................... 17
• C.E.A.II-01-22 .................................................................................................................................... 21
• C. E. A.II-01-41 .................................................................................................................................. 25
• C.E.A.II-01-42 .................................................................................................................................... 27
Tema: Laços Espirituais da Família ................................................................................................................ 29
Objetivo: Reconhecer que a família não se forma ao acaso, mas por compromissos, necessidades e
afinidades dos seus integrantes.
• C.E.A.II-02-01 .................................................................................................................................... 31
• C.E.A.II-02-21 ................................................................................................................................... 3 5
• C.E.A.II-02-22 .................................................................................................................................... 37
• C. E. A.II-02-41 ................................................................................................................................. 3 9
• C. E. A.II-02-42 .................................................................................................................................. 41
Tema: Amor à Família ..................................................................................................................................... 43
Objetivo: Identificar o amor como sentimento ideal para que a família cumpra a sua missão de
aprimoramento espiritual dos seus membros.
• C.E.A.II-03-01 ................................................................................................................................... 45
• C.E.A.II-03-02 ................................................................................................................................... 51
• C.E.A.II-03-21 .................................................................................................................................... 53
• C.E.A.II-03-22 .................................................................................................................................... 55
• C.E.A.II-03-41 .................................................................................................................................... 59
• C.E.A.II-03.42 .................................................................................................................................... 61
Tema: Convivência Familiar ...................................................................................................................63
Objetivo: Identificar os sentimentos e atitudes que favoreçam uma convivência familiar harmoniosa e feliz.
• C.E.A.II-04-01 ................................................................................................................................... 65
• C.E.A.II-04-02 ................................................................................................................................... 69
• C.E.A.II-04-21 .................................................................................................................................... 73
• C.E.A.II-04-22 .................................................................................................................................... 77
• C.E.A.II-04-41 .................................................................................................................................... 79
• C. E. A.II-04-42 .................................................................................................................................. 81
Tema: Proteção Espiritual ......................................................................................................................83
Objetivo: Reconhecer que todos os lares contam com protetores espirituais, cuja atuação se efetivará
conforme o ambiente espiritual da família.
• C.E.A.II-05-01 ................................................................................................................................... 85
• C.E.A.II-05-21 .................................................................................................................................... 87
• C.E.A.II-05-22 .................................................................................................................................... 89
• C.E.A.II-05-41 .................................................................................................................................... 91
• C.E.A.II-05-42 .................................................................................................................................... 93
Tema: Sexualidade e Compromissos Afetivos .............................................................................................. 95
Objetivo: Reconhecer que a união sexual gera compromissos morais, subordinados à Lei de Causa e Efeito.
• C.E.A.II-06-01 ................................................................................................................................... 97
• C.E.A.II-06-21 .................................................................................................................................. 101
• C.E.A.II-06-22 .................................................................................................................................. 103
• C.E. A.II-06-41 ................................................................................................................................ 10 5
Tema: Planejamento Familiar .......................................................................................................................................107
Objetivo: Reconhecer as responsabilidades dos pais para com a educação material e espiritual da prole,
que deve ser planejada de acordo com aquelas possibilidades.
•
C.E.A.II-07-01 ....................................................................................................................... 109
•
•
C.E.A.II-07-21 ....................................................................................................................... 114
C.E.A.II-07-22 ....................................................................................................................... 116
UNIDADE: SOCIEDADE
"Da mesma forma como Deus fez os grãos de areia para viverem unidos na
mesma praia, os grãos de trigo para se abraçarem na mesma espiga e os
bagos de uva no mesmo cacho, assim ele fez os homens para viverem unidos
na família, depois na cidade, na pátria e, finalmente, na humanidade. É a
condição essencial da civilização.
Léon Denis ("Conversando com Léon Denis" - CELD)
A FAMÍLIA: CÉLULA SOCIAL
"...a família constitui a célula experimental, no qual se forjam valores elevados e se
preparam os indivíduos para uma convivência salutar no organismo universal,
onde todos nos encontramos fixados."
Benedita Fernandes ("S.O.S. Família")
"De todos os institutos sociais existentes na Terra, a família é o mais importante,
do ponto de vista dos alicerces morais que regem a vida."
Emmanuel ("Vida e Sexo")
"A família(...) tornou-se a célula matér do organismo social onde se desenvolvem
os sentimentos, a inteligência, e o espírito desperta para as realizações superiores
da vida. Por isso, toda vez que a família se desestrutura, a sociedade cambaleia, a
cultura degenera, a civilização se corrompe..."
Joanna de Ângelis ("S.O.S. Família")
"Os pais são os ourives da beleza interior"
Emmanuel ("Trilha de Luz")
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
OBJETIVO: Reconhecer
A FAMÍLIA: CÉLULA SOCIAL
∇ C.E.A. II-01-01
a família como célula básica da sociedade, para amparo material e moral de seus
membros.
1.
2.
ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões
HARMONIZAÇÃO INICIAL
3.
ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
no MA-03 e MA-05
3.1- Dividir o grupo em dois ou mais subgrupos. Dar para cada participante um palito de fósforo usado,
explicando que o subgrupo deve formar sobre uma folha de papel, a silhueta de urna casa.
3.2- Um dos participantes dará início ao trabalho, passando a vez a outro e assim, sucessivamente, até
completar a casa.
3.3- No decorrer do trabalho cada subgrupo deverá trocar idéias sobre o tipo de casa a ser construída.
Lembrar que este é um trabalho de construção participativa, por isso a opinião de todos é valiosa.
3.4- Após a montagem definitiva sugerir que colem os palitos na folha de papel.
4-
ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Após o término do trabalho, perguntar:
– Para construir estas casas, cada um fez uma pequena parte. E para construir um lar, é
necessário semelhante colaboração?
4.2- Apresentar, com o apoio de duas pessoas da equipe, de forma dramatizada:
VOVÔ SECUNDINO
4.3- Perguntar ao grupo:
– O que vocês acham que o avô Secundino deve ter falado para o Alfredo? (Pedir que
finalizem o caso, incluindo situações para reconciliar o casal).
4.4- Concluir que:
Lar e casa não são a mesma coisa. Casa é o local onde moramos. Lar é a integração da família, para que ela
desempenhe sua função de célula de amparo material e espiritual de seus membros. Sem a boa vontade de
cada um, não haverá integração da família.
Todos os membros da família são responsáveis pelo ambiente familiar, feliz ou não, harmonioso ou não.
Na Terra as famílias não são perfeitas; mas, se estiverem dentro do ideal cristão, encontrarão
disposição para vencer as lutas do dia a dia com espírito de união e fraternidade.
O Evangelho de Jesus foi iniciado na Manjedoura e no lar humilde de José e Maria, em Nazaré,
antes de espalhar-se pelo mundo. Tudo começa no lar.
5-
ATIVIDADE CRIATIVA
Reunir um grupo de participantes voluntários . Utilizar chapéus diferentes para caracterizar os personagens de uma
família: chapéu para o avô, chapéu para a mãe, outro para o pai, boné para o filho, boné feminino para a filha.
Com a família formada pedir que dramatizem situações do cotidiano, geralmente conflitivas. Designar um dos
assistentes para interferir com argumentos conciliatórios.
Sugestões:
1- O pai reúne a família após o jantar e comunica que perdeu o emprego que já tinha há cinco anos.
2- A mãe reúne a família e avisa que a avó paterna ficará alguns meses residindo com eles até que a casa dela
esteja pronta.
3- O filho mais velho reúne a família, avisa que está gostando de uma moça, vai casar em breve e não poderá
ajudar mais os pais idosos.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
6.1- Após o relaxamento habitual pedir que visualizem Jesus caminhando ao lado dos discípulos, dando
início a formação da família cristã da qual todos nós fazemos parte. Sentir que também pertencem a
ela.
6.2- Meditar:
"Com Jesus, enfrentarei com serenidade e fé tudo que acontecer."
7- AUTO-AVALIAÇÃO
VOVÔ SECUNDINO
Alfredo e seu avô Secundino eram grandes amigos. Certo dia Alfredo procurou seu avô para conversarem.
– Vovô, a casa está quase pronta. Temos poucos cômodos: quarto, cozinha e banheiro. Mas o que existe
foi feito de acordo com que Maria Isabel e eu combinamos. Com muito trabalho e a ajuda de Deus aos
poucos faremos o resto.
– Alfredo, não só a casa deve ser de comum acordo mas também o lar deve ser feito de um entendimento
das pessoas que lá vivem e não só de apenas um. E tudo o que vocês fizerem passará para seus filhos. –
acrescentou o avô.
– Ah, vovô! Como são boas as nossas conversas. Maria Isabel e eu temos tantos sonhos!...
– Sonhos! Isso me faz lembrar dos meus tempos de mocidade, quando eu quis me casar com sua avó.
Como vocês, também construímos uma casa modesta e eu mesmo entalhei na madeira aquela frase
importante: Família. – célula de amor, que está na frente de nossa casa.
– Por que célula de amor?
– Porque célula é uma coisa muito pequena. Mas ela se multiplica dando origem a todas essas coisas
bonitas que vemos na vida. Eu e sua avó procuramos passar isso para o seu pai e nossa pequena família.
Seu pai cresceu, casou, teve filhos passou tudo isso para você também.
Algum tempo depois:
Alfredo e o avô Secundino sentam-se novamente na varanda da casa para mais uma conversa. –
Vovô, preciso de sua ajuda. Maria Isabel e eu não conseguimos mais nos entender.
As dificuldades são muitas. Discutimos por tudo e por nada. Semana passada, por exemplo, foi nosso
aniversário de casamento. Eu estava de plantão no t rabalho e nem me lembrei. Quando cheguei em casa
Maria Isabel estava com os olhos inchados de tanto chorar. Tentei explicar, mas eu esqueci mesmo e ela
chorou mais ainda. Agora não fala mais comigo. Não sei o que faço.
– E, Alfredo, não basta construir uma casa. Para ser um lar é preciso muito mais do que tijolo e
cimento. É preciso...
TEMA BÁSICO:
UNIDADE:
A SOCIEDADE
A FAMÍLIA: CÉLULA SOCIAL
OBJETIVO: Reconhecer
C . E . A . II-01-21
a família como célula básica da sociedade, para amparo material e moral de seus
membros.
1. ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões no MA-03 e MA-05
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Mostrar um vegetal (reália). Pedir que falem sobre as partes da planta. Perguntar:
– Se a planta não tivesse raiz poderia fixar-se à Terra? E se não tivesse o caule, poderia sustentar
as folhas? Se não formasse as flores, poderia dar.frutos?
Dizer que assim como cada parte da planta é importante para sua vida, cada pessoa de uma família
também é muito importante para ela.
4- ATIIDADE REFLEXIVA
4.1- Dizer que vamos contar uma história muito bonita, em várias reuniões, tal corno uma novela. Hoje
contaremos o primeiro capítulo.
4.2- Narrar: o CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. 1
4.3- Dialogar a partir das seguintes perguntas:
–
–
–
–
–
–
Por que aquelas famílias construíram o Condomínio Vila Verde?
Qual a razão deles gostarem tanto de morar no condomínio?
Para que os funcionários do Zoológico cuidavam tão bem da zebrinha?
Na volta do passeio que parecia acontecer de estranho?
Que aconteceria a uma família humana se ela não cuidasse dos seus filhos?
Se as famílias não cumprirem o dever de cuidar bem das suas crianças e dos seus idosos
poderemos ter uma sociedade feliz? Por quê?
4.4- Concluir que:
Para vivermos em harmonia e paz é preciso boa vontade para a compreensão mútua. E o melhor
lugar para fazermos este exercício é na família.
A melhor escola na Terra é a família que vive em paz e harmonia, sabendo compartilhar direitos e
deveres, formando o bom caráter e os bons sentimentos dos filhos.
A escola é muito importante para a instrução e o lar equilibrado para formar o homem de bem.
O lar e a escola se completam.
Os homens, por terem sentimento e razão, precisam dar o melhor para a sua família. O apóstolo
Paulo, na carta a Timóteo disse (anexo 1):
"Mas se alguém não tem cuidado dos seus e principalmente
dos da sua família, negou a fé e é pior do que o infiel."
Paulo (Timóteo 1)
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Com dobraduras, recorte e colagem pedir que as crianças preparem um mural que represente o
Condomínio Vila Verde.
5.2- A montagem será feita na reunião seguinte.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
6.1- Pedir que cada um visualize sua casa... uma luz suave e muito bela vem do alto e ilumina sua casa...
você sente paz e harmonia em todo o ambiente... você também distribui essa luz pelo seu coração.
6.2- Meditar:
Ofereço paz e harmonia para o meu lar.
7 – AUTO-AVALIAÇÃO
CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. I
Certo dia, um grupo de amigos, de uma comunidade que se tornou muito violenta, resolveu morar em outro
lugar onde todos pudessem viver em harmonia. Reuniram-se e tomaram importante decisão: comprar um
terreno grande, bem distante dali. As casas seriam construídas em mutirões nos finais de semana. Planejaram
tudo, cada detalhe. E assim fizeram. Não foi nada fácil!
Era um lugar lindo! Bem próximo, uni riacho trazia água bem clarinha do alto da serra. À volta, montanhas
cobertas de verde davam ao lugar tamanha beleza, que surgiu o nome: Condomínio Vila Verde. Não seria
um condomínio rico. As casas seriam simples e bem cuidadas, feitas "no capricho", conforme dizia "Seu"
Machado, o mestre de obras de "mão cheia" que coordenava todo o trabalho de construção. Era o morador
da casa 1, casado com D. Leonor, pai de Cissa e Jorginho.
Fig. 1- Aos poucos as casas foram surgindo. Ao todo eram oito, quatro de cada lado. Uma pequena cerca
separava cada quintal. À frente delas urna pracinha. Na entrada urna placa de madeira que dizia: "Condomínio
Vila Verde".
Durante a semana os pais e algumas mães saem para o trabalho e as crianças para a escola. Aos domingos as
famílias costumam fazer brincadeiras onde todas as crianças participam, passeios na natureza ou mutirão
para cuidar da horta comunitária.
Mas, aquele domingo seria muito especial. Tia Vilma, da casa 5, combinou um passeio ao Zoológico.
Pedrinho foi logo dizendo:
– Gosto dos macacos. Eles moram todos na Ilha dos Macacos. Eles são tão engraçados!
– É Pedrinho. Os macacos são brincalhões. – disse tia Vilma. E vivem juntos porque os animais também
formam suas famílias. É muito bom viver numa família. As famílias humanas, quando convivem com amizade,
formam uma comunidade feliz.
– Como aqui, não é tia Vilma? – disse a Cissa.
– É. Aqui cada um mora com sua família, mas, pela nossa união, formamos uma comunidade feliz. A
sociedade será melhor e mais feliz quando todos entenderem a importância de um lar feliz.
Fig. 2- No domingo, o pessoal foi chegando e reunindo-se na pracinha do Condomínio.
Verinha, que mora na casa 4, chegou com uma novidade.
– Tia Vilma, essa noite Mileide, a gata lá de casa, teve seis gatinhos.
– Parabéns, Verinha. Você viu a ninhada nascer? – perguntou tia Vilma, interessada.
– Vi sim, tia Vilma. A Mileide é bem mansinha e essa é a segunda ninhada. Quando chegou a hora, ela
escolheu o seu cantinho preferido, deitou-se bem devagar e logo depois os gatinhos foram nascendo um a
um.
– E ela cuidou bem deles, Verinha? – perguntou tia Vilma.
– A Mileide lambia cada filhote e depois pegava na boca, um de cada vez, para mostrar para minha mãe.
– Viu só, Verinha? A sua gata está dando um bom exemplo sobre a importância da família.
Todos ouviram atentos a conversa até que chegou o ônibus. "Seu" Nicolau, que mora na casa 8 é o motorista. Todos embarcaram, com calma, mas bem alegres.
Chegando ao Zoológico visitaram muitos animais. Viram as cobras, os jacarés e lagartos, até que um fato
chamou a atenção de todos.
Fig. 3- As crianças viram uma zebrinha sendo tratada pelos enfermeiros.
– O que aconteceu com ela? – perguntou Pedrinho ao Dr. Leopoldo, o veterinário.
– A mãe da zebrinha morreu. Mas, logo, logo, o filhote estará bem e brincando. Aqui no Zoológico
cuidamos para que os animais tenham boa alimentação, bastante espaço, jaulas limpas, bons tratadores, o
melhor para que cresçam sadios. Mas se os filhotes vivessem no seu ambiente natural poderiam sobreviver só
com os cuidados e proteção das suas famílias. E isso é verdade para todas as aves e mamíferos. Para os
seres humanos a família ainda é mais indispensável.
– Obrigado, Dr. Leopoldo. – disse tia Vilma. Sabemos que aqui no Zoológico os animais são tratados
com muito carinho e dedicação.
Foi um dia realmente muito especial. As crianças gostaram muito e os adultos também.
Fig. 4- Mas, Pedrinho percebeu que alguma coisa estava acontecendo. Por que os adultos conversavam tão
baixo? Eles guardavam algum segredo?
“Mas se alguém não tem
cuidado dos seus e
principalmente dos da sua
família, negou a sua fé e é
pior do que o infiel.”
Paulo (Timóteo I)
TEMA BÁSICO:
UNIDADE:
A SOCIEDADE
OBJETIVO: Reconhecer
C.E.A. II-01-22
A FAMÍLIA: CÉLULA SOCIAL
a família como célula básica da sociedade, para amparo material e moral de seus
membros.
1. ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões no MA-03 e MA-05
2.
HARMONIZAÇÃO INICIAL
3.
ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Chamar à parte três crianças e combinar que dramatizem a seguinte situação:
Mariozinho chegou da escola com o irmão e teve uma surpresa. Sua mãe disse que estava fazendo
greve. Não tinha feito comida, nem lavado a roupa dos meninos e nem arrumado a casa. Ainda mais,
disse que sua greve seria de três dias. Somente depois iria sentar para conversar.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Pedir que comentem esta situação imaginária, detalhando suas conseqüências. Lembrar que todos os
membros de uma família tem deveres uns para com outros: mãe e pai para com os. filhos e estes
para com seus pais.
4.2- Mostrar o anexo 1 e pedir que leiam e comentem um dos ensinamentos deixados por Moisés, no
Decálogo:
Honrai a vosso pai e a vossa mãe.
Anexo 1
4.3- Narrar: CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. II
4.4- Dialogar a partir das seguintes perguntas:
— Qual era o segredo que Pedrinho tanto queria descobrir?
— Por que as crianças do Orfanato estavam tristes?
— Que deve ter pensado e sentido Didi ao ser acolhido num lar que parecia ser feliz?
— Como Pedrinha estava s e sentido?
— Você receberia em sua casa, com carinho, unia criança que não é seu irmão ou irmã
de verdade?
— A felicidade do lar depende só dos adultos?
— Por que é tão importante contribuir para que a família se entenda e busque a paz?
4.5- Concluir que:
Receber uma criança num lar é um ato de amor porque, para atender as suas necessidades
materiais e afetivas, serão necessários renúncia, paciência, gastos etc.
Se quem acolhe dispõe de poucos recursos, o mérito é maior ainda, pois dará do que lhe faz
falta
Quem é acolhido num lar deve sempre expressar respeito e gratidão.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Completar a atividade da reunião anterior: a montagem do mural representando o Condomínio Vila
Verde.
5.2- Pedir que imaginem e comentem como deve ser a vida nesse Condomínio, onde as pessoas trabalham, estudam e convivem bem.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
6.1- Pedir que fiquem de pé, abraçados lado a lado, fechando uma roda. Caminhar lentamente ao som de
uma música suave, fechando a roda o máximo possível.
6.2- Meditar:
7- Auto-avaliação
Somos também uma grande família.
CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. II
Fig. 1- Na volta do passeio, Pedrinho, muito esperto, reuniu a turma na pracinha e perguntou: –
Quem viu os adultos cochichando?
– Eu vi, eu vi. – responderam quase ao mesmo tempo.
— Ótimo! respondeu Pedrinho. Agora, quero saber qual é o segredo?
– Que segredo? – perguntou Verinha.
— Quem cochicha guarda um segredo. Mas qual?
– Eu quero ser o chefe dos detetives para descobrir o segredo. – disse Valtinho.
Nesse instante o "Seu" Machado, da casa 1, vendo o alvoroço da garotada, entendeu tudo e disse:
– Vocês querem saber o segredo? Esse passeio nos fez ver algo muito importante. O Zoológico cuida
muito bem dos animais, principalmente quando perderam sua família, como foi o caso da zebrinha. Por isso
mesmo não sai da nossa cabeça a visita na semana passada ao Orfanato. Pensamos muito no futuro daquelas
crianças.
– Ah! Era esse o segredo, "Seu" Machado? – falou Pedrinho. Agora entendi.
– Aquelas carinhas estavam tão tristes! – disse tia Vilma.
– Estavam tristes porque ouviram dizer que o Orfanato vai fechar. – falou "Seu" Machado. –
E vai mesmo? – perguntou Pedrinho.
– Vai sim. – falou Tia Vilma. E não convém deixá-las separadas. Elas precisam de uma família. Se os
animais precisam de uma família, as crianças precisam muito mais! As famílias se formam na Terra, sob a
proteção de Deus, com a função de amparar seus membros. Estes, bem educados, constroem um mundo
melhor.
– Lá em casa tem lugar. – falou Pedrinho. E a mamãe é muito carinhosa.
No dia seguinte, segunda-feira, algumas pessoas do Condomínio Vila Verde foram novamente ao Orfanato.
Fig. 2- Lá chegando, encontraram alguns meninos de fisionomia triste, olhando o grupo que se aproximava
sorridente.
– O que acontece com eles? – perguntou Pedrinho, bem baixinho, para a Tia Vilma.
– Eles recebem cuidados daqueles que aqui trabalham. –respondeu Tia Vilma. Mas sentem falta do afeto de
uma família.
– É verdade. – respondeu Verinha. Mileide, a gata lá de casa, cuida tão bem de seus gatinhos!... Os
animais não pensam, mas já nascem sabendo cuidar de seus filhotes.
Nesse instante a bondosa D. Nazaré, responsável pelo Orfanato, aproximou-se do grupo.
Os adultos entraram para conversar e D. Nazaré foi logo dizendo:
– Nosso orfanato tem enfrentado tantas dificuldades que vamos fechar e as crianças serão separadas.
Uma delas chegou doente, amedrontada por ter sido separada do irmão. Aqui foram reunidos, mas Pinduca,
que tem apenas três aninhos, continua quase sem comer e com dificuldade de falar. Mas tudo isso é a falta que
sente da família. A mãe deles morreu e o pai não sabemos quem é. Será que vocês não podem ficar com
essas crianças?
D. Rita, mãe de Pedrinho, falou:
– Eu gostaria de ficar com duas crianças...
Fig. 3- De repente, Pedrinho pediu licença e, entrando pela sala abraçado a um garoto de olhar muito vivo,
disse:
–Mamãe, esse é o Didi. Ele pode ficar comigo lá em casa? Ele quer levar o Pinduca, irmão dele. Pode,
mãe? – insistia o Pedrinho.
– Pode sim, meu filho.
– Oba! Obrigado, mamãe! – respondeu Pedrinho dando um forte abraço na sua mãezinha.
A reunião continuou e combinaram que os outros pais que estavam trabalhando também levariam algumas
crianças para passarem algum tempo no Condomínio Vila Verde. D. Nazaré conseguiria como Juizado essa
autorização.
D. Nazaré sentia-se feliz. Afinal, os lares de amor para os seus pequenos estavam chegando!...
E, assim todos saíram contentes. Mas, especialmente feliz estava Pedrinho que, ao lado de Didi, sentia ter
encontrado um verdadeiro irmão. Por que razão Pedrinho sentia tanto carinho por aquela criança?
Honrai a vosso pai
e a vossa mãe
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
OBJETIVO:
1.
A FAMÍLIA: CÉLULA SOCIAL
☺ C.E. A. 1I-01-41
Reconhecer a família como célula básica da sociedade, para amparo material e moral de seus
membros.
ATIVIDADE DINÂMICA:
sugestões no MA-03 e MA-05
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Montar um jogo da memória utilizando as figuras do anexo 1. Dividir a turma em grupos. Cada um destes
receberá as figuras em duplicata. Realizar o jogo e, em seguida, as crianças agrupam as famílias dos
animais.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Pedir que as crianças citem outras famílias de animais e estimulá-las a falar sobre seus hábitos.
4.2- Apresentar, com expressão gestual, a música Em Família, do CD/ LFC - Histórias Cantadas, de
autoria de Sonia da Palma.
Em Família
Quem é que toma conta do gatinho?
Quem é que toma conta do cãozinho?
Quem é que toma conta do pintinho?
Quem é que cuida do cavalinho? O
gato e a gatinha.
O cão e a cadela.
O galo e a galinha.
O cavalo e a égua.
São algumas das famílias que existem.
Eu tenho a minha, você também. Os
bichinhos e os homens.
Vivendo em harmonia.
E tudo isso começa na família.
4.3- Perguntar:
— Os animais, logo que nascem, podem sobreviver sem os cuidados da mamãe?
— E com os bebês, também é assim?
4.4- Narrar: TIÃOZINHO
4.5- Conduzir a reflexão sobre o tema a partir de perguntas, tais como:
— É importante para Tiãozinho ter uma família? E para você?
— A família precisa de uma casa para morar?
— Quem trabalha na família de Tiãozinho?
— Quem cuida da casa e da família?
— O que aconteceria com um neném se não tivesse a família para cuidar dele?
S- ATIVIDADE CRIATIVA
Confeccionar orelhas de animais ou máscaras. Dividir a turma em pequenos grupos, que representarão
famílias de animais. Pedir que um grupo, de cada vez, crie e dramatize uma situação de vida deles.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
Da forma habitual. Imaginar que está abraçando a mamãe ou outra pessoa da família, dizendo:
Obrigado pela minha família.
7 AUTO-AVALIAÇÃO
TIÃOZINHO
Fig. 1- Esta é a casa de Tiãozinho. E uma casa simples e pequena. Nela mora uma família feliz: papai,
mamãe, quatro filhos e a vovó Natália.
Este é Tiãozinho. Um menino esperto que gosta muito de ver livros de histórias com gravuras grandes e
coloridas. Ele quer ir para a escola e aprender a ler todos os livros.
Tiãozinho está sentado na frente de sua casa esperando a mamãe chegar do trabalho.
Lá vem a mamãe. Que alegria! Tiãozinho corre ao seu encontro.
Mamãe também vai ao encontro do filho.
Fig. 2- Os dois se abraçam com muito amor... Que momento feliz!
Fig. 3- Enquanto mamãe prepara o jantar, Tiãozinho conversa alegre com ela, querendo sua atenção,
mas quando o neném chora na sua caminha, mamãe e Tiãozinho correm para ver o que ele precisa.
Fig. 4- Todos os sábados papai e mamãe chegam mais cedo do trabalho. Eles vão juntos ao mercado
fazer compras.
Fig. 5- Quando voltam, eles cuidam da casa, para que ela fique sempre limpa e bem arrumada.
Fig. 6- Domingo, amanheceu um lindo dia de sol.
Papai e mamãe resolveram fazer um passeio com toda a família. Somente vovó não quis ir. Disse que ia
ficar muito cansada e preferiu ficar na casa da titia.
Mamãe preparou sanduíches de pão com ovo para todos.
O neném ganhou uma gostosa mamadeira de mingau de
aveia. Foi um dia muito alegre!
Papai e mamãe tudo fazem para a família ser feliz!
Como eles amam os seus filhinhos! Como Tiãozinho ama papai e mamãe!
Vocês gostaram de Tiãozinho?
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
OBJETIVO: Reconhecer
A FAMÍLIA: CÉLULA SOCIAL
☺ C.E.A. II-01-42
a família como célula básica da sociedade, para amparo material e moral de seus
membros.
1. ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões no MA-03 e MA-05
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Espalhar no flanelógrafo as peças do quebra-cabeça (anexo 1). Pedir que cada criança coloque uma
peça. As demais observam e ajudam se necessário até descobrirem o personagem da história que será
contada a seguir.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Dialogar com as crianças:
– Vocês conhecem esse bichinho?
– O que sabem sobre ele? Como nasce?
4.2- Narrar: A HISTÓRIA DE TAGA
4.3- Avaliar a compreensão da história através das perguntas:
– Qual era a maior vontade de Taga?
– O que o sábio macaco Maique falou para Taga?
– O que Taga viu quando passeava pela areia da praia?
– O que fez Taga ao ver as tartaruguinhas tão sozinhas?
– Será que Taga está feliz agora?
4.4- Ressaltar, ao final, a importância da família, que oferece carinho e proteção.
4.5- Cantar a música "Em Família", aprendida na reunião anterior.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Oferecer a cada criança uma porção de massa para modelagem, preparada com antecedência (duas
xícaras de farinha de trigo, uma xícara de sal, pó para refresco ou anilina e água).
5.2- Pedir que as crianças modelem a família de Taga.
5.3- Deixar que brinquem com as peças modeladas estimulando as crianças, individualmente ou em grupo, a criarem situações sobre a família das tartaruguinhas.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
6.1- Formar um círculo com as crianças. Pedir que dêem as mãos e depois fechem os olhinhos.
Visualizar uma praia de águas bem calmas, com um ventinho suave... Nesse local está sua família.
Todos estão felizes.
6.2- Meditar:
É bom estar coma minha família.
7- AUTO-AVALIAÇÃO
A HISTÓRIA DE TAGA
Fig. 1- Era uma vez uma tartaruga chamada Taga.
Ela morava na Reserva Ambiental da Mata Verde com outros amiguinhos.
Taga era bem tratada pelos funcionários da Reserva, mas não era feliz.
A cegonha vivia com sua família. A cotia também. Macacos, araras azuis, onças pintadas, todos tinham
família. Menos Taga.
Fig. 2- - Por que todo mundo tem família e eu não? – disse toda chorosa para Maique, o macaco prego, o
mais sábio da Reserva.
– Porque as tartarugas põem seus ovos na areia da praia e voltam para o mar. – respondeu Maique.
– E elas não voltam para buscar seus filhotes, Maique?
– Não, Taga. As tartarugas entregam seus filhotes para a Natureza, que cuida de tudo como se
fosse mãe.
– Ah! Mas a Mamãe Natureza não faz carinho, não dá beijinho... E eu posso fazer tudo isso, mas não
tenho filhinhos, amigo Macaco. Eu quero ter uma família.
– Espere mais um pouco, Taga. Não tenha pressa. A natureza é sábia. Confie em Deus. – disse o
amigo despedindo-se de Taga.
Fig. 3- Os dias se passaram. Um dia Taga passeava pela areia da praia quando viu que a areia sozinha dava
uns pulinhos. Taga levou um susto.
– Ué, que coisa estranha é essa?!
Taga, assustada, queria fugir mas ela era uma tartaruga... Até sair do lugar... era muito lenta!
Ficou parada olhando para cá e para lá. Quando viu, estava no meio de uma confusão de areia. "A
areia está viva?! Que coisa estranha!" pensou Taga, muito assustada.
De repente, uma coisinha verde se mexeu bem à sua frente. Parecia uma perninha. E depois, ao lado surgiu
outra... e mais outra... até que Taga viu muitos olhinhos bem abertos e curiosos.
– Ugh! – engoliu em seco.
Fig. 4- A cena era linda! Taga via muitas tartaruguinhas nascendo à sua volta.
Tinham acabado de sair dos ovos!
Até que um coro de vozes, bem fininhas, disse um sonoro... –MAMÃÃÃAE! ! !
Taga não saiu do lugar, de tão feliz!
– O macaco é sábio mesmo! – pensou Taga.
– Finalmente sou mãe de dez tartaruguinhas bem espertas.
Foi assim que Taga tomou-se a primeira tartaruga da Reserva da Mata Verde a ter uma família.
Agora ela tem um problema: escolher dez nomes para seus filhinhos!
Vocês querem ajudá-la? (Pedir que as crianças escolham os nomes dos filhinhos de Taga).
Taga cuida muito bem dos seus dez filhinhos.
Taga está muito feliz. Agora tem uma família! E toda manhã, quando sai para seu passeio, não está mais
sozinha.
– Quem passeia com Taga?! (Pedir que as crianças lembrem os nomes)
LAÇOS ESPIRITUAIS DA FAMÍLIA
"Os amores no santuário doméstico são raízes inextirpáveis no coração."
Autores diversos ("Dicionário da Alma" )
"Na teia das reencarnações, os títulos afetivos modificam-se constantemente."
Emmanuel ("Pão Nosso")
... "os parentes-enigmas, em verdade, são credores que deixaste a distância,
reincorporados agora na faixa de teus dias, a fim de que solvas o compromisso da
tua alma e aprendas quanto dói complicar os destinos alheios."
Emmanuel ("Seara dos Médiuns" )
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
LAÇOS ESPIRITUAIS DA FAMÍLIA
∇ C.E.A. II-02-01
OBJETIVO: Reconhecer
que a família não se forma ao acaso, mas por compromissos, necessidades e
afinidades dos seus integrantes.
1.
2.
ATIVIDADE DINÂMICA: ver
HARMONIZAÇÃO INICIAL
item 3
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA (poderá
substituir a atividade dinâmica)
3.1- Preparar com antecedência, corações de cores e tamanhos diferentes, recortados em duas partes,
de diversas formas.
3.2- Distribuir uma metade para cada participante. Explicar que, em silêncio, busquem a outra parte do
coração que receberam. Ao encontrar a outra parte que se encaixa, apresentar-se e buscar aspectos,
em comum ou não, com o dono da outra parte do coração (cor favorita, atividade que mais gosta de
fazer etc).
3.3- Solicitar, em seguida, que os participantes formem novos grupos, por cor ou tamanho dos corações,
buscando, ainda, coisas em comum, ou não, nesse novo grupo.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Perguntar aos participantes:
– Os grupos foram formados ao acaso ou por algum critério?
– Nos grupos que se formaram foram encontradas afinidades? Houve também diferenças?
– Essas diferenças impediriam a amizade entre vocês?
4.2- Apresentar o seguinte pensamento:
Aqui na Terra, não nos achamos ligados com alguém, por laços de
família, sem alguma razão.
Anexo 1
4.3- Explorar a compreensão do grupo com relação à frase, de modo a formar os seguintes conceitos: O As
famílias são programadas de acordo com as necessidades evolutivas.
Deus nos coloca na vida em família para que, na posição de pais ou filhos, possamos nos ajudar.
Encontramos familiares pelos quais sentimos afinidade; outras vezes não, para podermos
desenvolver o amor e a compreensão.
4.4- Narrar o seguinte caso verídico:
Há alguns anos atrás, nasceram em uma família de uma pequena cidade do
oeste americano gêmeas siamesas. No caso delas, os seus corpos não
podiam ser separados.
Elas têm dois corações, dois estômagos, colunas vertebrais distintas, mas
têm em comum um aparelho circulatório, como também todos órgãos, abaixo
da cintura.
Inicialmente seus pais sofreram um choque, porque não sabiam lidar com a
situação. Porém, alguns dias depois, ao irem vê-ias no hospital, ficaram
presos por um sentimento de amor muito profundo. Os familiares
assumiram, então, o compromisso de colaborar na criação das meninas.
Apesar de todas as dificuldades, esses laços de afeto transformaram a vida
de todos.
As meninas estão crescendo felizes. São bem humoradas e têm uma grande
amizade uma pela outra. Brincam com o irmão mais novo, freqüentam a
escola e dão-se bem com os colegas.
Quando perguntam às gêmeas se gostariam de ser separadas, elas reagem
de pronto: - Não queremos ser separadas!
4.5- Perguntar:
— Foi por acaso que as gêmeas nasceram naquela família?
— Como os pais reagiram quando viram as meninas? E depois?
— Como é a relação entre os membros da família?
— Apesar das muitas dificuldades que passam, as gêmeas têm alegria de viver?
— A alegria é importante na família? Por quê?
4.6- Concluir:
Nascemos em uma família com uma justa razão, embora não a conheçamos. Mas Deus sabe.
Os laços de amor e amizade auxiliam a família a superar as dificuldades que surjam na vida.
A alegria de viver, mesmo nas dificuldades, torna a convivência mais fácil e expressa fidelidade
à Vontade Divina.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Refletir em torno da letra e ensinar a música: "O Sorriso da Vida", do CD/ LFC "Histórias Cantadas"
de Sonia da Palma.
Toda criança é da vida o sorriso
É a prova que Deus
(Refrão)
Confia e nos diz:
"Cuide deste filho meu".
Tão pequenina semente
A se desenvolver
Não fala o que sente
Mas logo vai aprender.
E no seu futuro contará
Histórias que viveu
Compete a nós bem cooperar
P'ra formar este arquivo seu.
(Refrão)
5.2- Solicitar que o grupo cante a música e crie uma expressão corporal adequada.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
6.1- Após o relaxamento, visualizar um lugar agradável, onde você está com a sua família. Todos estão em
paz conversando... se abraçando... você sente alegria de estar ali com os seus familiares.
6.2- Meditar:
Vivo um momento de paz com minha família.
7 AUTO-AVALIAÇÃO
Aqui na Terra, não nos
achamos ligados com
alguém, por laços de
família, sem alguma razão.
TEMA BÁSICO:
UNIDADE:
LAÇOS ESPIRITUAIS DA FAMÍLIA
A SOCIEDADE
C.E.A. II-02-21
OBJETIVO: Reconhecer
que a família não se forma ao acaso; mas por compromissos, necessidades e
afinidades dos seus integrantes.
2.
1.
ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões
HARMONIZAÇÃO INICIAL
3.
ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
no MA-03 e MA-05
3.1- Apresentar ao grupo uma corda ou barbante grosso, com vários nós bem apertados e pedir que
tentem desatá-los em apenas 1 minuto. Depois perguntar ao grupo:
— Desfazer esses nós é uma tarefa fácil?
3.2- Mostrar um laço bem bonito e perguntar:
— Será que foi fácil aprender dar este laço?
- 3.3- Dizer que, na vida, encontramos outros tipos de nós e de laços, como vão ver na história que vai
ser contada.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Narrar a história: C O N D O M Í N I O
VILA VERDE - CAP. III
4.2- Avaliar a compreensão do grupo, através das perguntas:
- No sonho, a avó de Pedrinho explicou que Didi e Pinduca são conhecidos da família de
muito tempo. O que ela quis dizer com isso?
- Por que nascemos em uma determinada família?
- O que são "nós" em nosso lar?
- O que são "laços" de amor em nosso lar?
4.3- Ouvir as opiniões e concluir:
Muitas vezes "embaraçamos" a nossa vida em família e ela fica igual a esse nó (mostrar a corda
com o nó ). Alguns desfazem depressa, outros levam mais tempo.
Precisamos também aprender a dar laços de amor (mostrar o laço da atividade anterior) para
unir e harmonizar a família através da amizade, da cooperação etc.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Distribuir lápis de cor e folhas de papel. Pedir que dobrem ao meio a folha.
5.2- Solicitar que os participantes desenhem, em uma das metades da folha, uma cena que represente um
"nó" na família. Depois, pedir que na outra metade da folha, desenhem uma cena mostrando que o
"nó" foi desfeito, existindo agora um "laço" de amor.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
6.1- Relaxamento na forma habitual. Pedir que cada um visualize sua família em paz.
6.2- Meditar:
Desejo muito amor para o meu lar.
7- AUTO-AVALIAÇÃO
CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. III
Fig. 1- Aquela noite tinha sido diferente na vida de Pedrinho. Uma senhora de olhar muito bondoso apareceu-lhe em sonho. Lembrava-se bem. Era um local florido, com árvores mais bonitas que as de Vila Verde.
Segurando as suas mãos a senhora disse com carinho:
– Meu nome é Sebastiana, eu sou sua avó, que você não chegou a conhecer. Fiquei muito feliz por sua
mãe ter ficado com os meninos Didi e Pinduca. Essas crianças são conhecidas de vocês de muito tempo!
– Como de muito tempo, se nós rios conhecemos na semana passada?
– Vocês já se conhecem de muitas vidas. Agora foi um novo reencontro. – explicou a senhora.
– E nós fomos amigos? – perguntou, no sonho, Pedrinho.
– Por que você acha que ficou tão contente desde o primeiro momento em que viu Didi?
– Mas o mesmo não aconteceu quando eu olhei para o Pinduca! – falou Pedrinho.
– O tempo fará com que você compreenda melhor.
E dizendo essas últimas palavras a senhora desapareceu.
Pedrinho acordou pensativo...
Fig. 2- Pela manhã, conversou com sua mãe sobre o sonho.
– Meu filho, a morte não desfaz os laços daqueles que se amam. A sua avó realmente procurou você
para dar um recado para nós. – esclareceu, sorrindo, D. Rita.
– Ela disse que o Didi é um antigo amigo... Puxa! Ele bem que podia ter nascido na nossa família! Eu gosto
tanto dele!
– Pedrinho, ninguém nasce em uma família sem um bom motivo. Didi e Pinduca certamente necessitavam
nascer junto àquela mãezinha, naquele lar, compreendeu? – explicou D. Rita.
– Acho que sim... mas por que a gente nasce em uma família?
– Para aprender a fazer "laços" de amor.
– Laços de amor? E o que é isso? – perguntou, curioso, Pedrinho.
– Você se lembra de quando aprendeu a dar laços?
– Não dá para esquecer! disse, rindo, Pedrinho. No início eu dava cada "nó" difícil de tirar!.. E logo no
meu sapato! Mas depois, tentei... tentei... e aprendi!
– Na família, meu filho, acontece o mesmo. Temos de aprender a tirar os "nós" da preguiça, da inveja, da
mágoa e colocar no lugar os "laços" da cooperação, do carinho, da amizade.
Fig. 3- - Estou lembrando o dia em que eu fiquei doente e você cuidou de mim... isso foi um laço de amor!
Ou quando você faz a nossa comida com carinho... outro laço bonito! – respondeu Pedrinho. Nisso
Verinha apareceu na janela e disse sorrindo:
– Bom dia! Pedrinho, eu ganhei uma maçã e como sei que você gosta muito dessa fruta, eu vim trazê-la
para você. Agora eu preciso ir atrás da minha gata, a Mileide. Engraçado... o Jorginho me disse que viu a
danadinha no seu quintal. Acho que ele se enganou!
– Obrigado, Verinha! Este gesto de amizade é outro laço de amor, não é, mãe?
– Isso mesmo! Você compreendeu. Agora, antes de sair para as suas tarefas , vá ver se o Pinduca
acordou. Ele não dormiu direito por causa da tosse; ainda está muito fraquinho... Mas com o remédio que o
médico receitou e o nosso amor, ele ficará bom!
Fig. 4- Pedrinho foi ao quarto onde Pinduca dormia e, ao abrir a porta, teve urna enorme surpresa:
Pinduca não estava lá! Ele tinha desaparecido!...
TEMA BÁSICO:
UNIDADE:
LAÇOS ESPIRITUAIS DA FAMÍLIA
A SOCIEDADE
C.E.A. II-02-22
Reconhecer que a família não se forma ao acaso; mas por compromissos, necessidades e
afinidades dos seus integrantes.
OBJETIVO:
2.
1.
ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões
HARMONIZAÇÃO INICIAL
3.
ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
no MA-03 e MA-05
3.1- Distribuir, entre os participantes, uma das seguintes formas geométricas, recortadas em papel ou
cartolina: círculo, triângulo ou quadrado, todas marcadas com um (x).
3.2- Apresentar ao grupo três desenhos (anexo 1). Solicitar que escolham apenas um deles e o copiem
na forma geométrica recebida, no lado em que não tiver a marca do (x).
♥ 3.3- Pedir aos participantes que formem as seguintes "famílias": das formas geométricas; dos desenhos; da
marca (x).
Obs.: Deverão ser formadas três "famílias" nas formas geométricas (círculo, triângulo e quadrado),
a "família dos desenhos" obedecerá a escolha dos participantes, e a "família da marca(x)"
será composta por todos.
3.4- Perguntar ao grupo:
– Como foram formadas as famílias"?
– Quantas 'famílias" formamos para formas geométricas?
– Quantas `famílias" formamos pela escolha do desenho?
– Quantas 'famílias" formamos pela marca (x)?
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Ouvir o grupo e acrescentar:
• Somos filhos de Deus e, por isso, irmãos. Formamos uma única família espiritual (tal como na
família do "x" na atividade anterior).
• Nascemos em uma família por determinação superior, atendendo a uma razão justa, embora nem
sempre a que gostaríamos de escolher (tal como na família das formas geométricas).
• No lar podemos sentir afinidade por pessoas muito parecidas com nosso jeito de ser (tal como as
famílias formadas pelos desenhos).
4.2- Narrar: CODOMÍNIO VILA VERDE - CAP. IV.
4.3- Explorar a história através de perguntas, como por exemplo:
–
–
–
–
–
–
O que o Pedrinho estava fazendo na casa da avó Dita?
Por que ele estava envergonhado? Ele tinha razão para isso?
O que é sentir afinidade?
Pedrinho sente mais afinidade por Didi ou por Pinduca?
Na sua família com quem vocês têm mais afinidade?
Por que, às vezes, pessoas de sentimentos tão diferentes nascem numa mesma família?
4.4- Concluir que:
É natural nos sentirmos melhor com os familiares com quem temos afinidade.
Devemos respeitar e ajudar a todos, mesmo àqueles com quem não sentimos afinidade.
Nascemos numa família para que nos ajudemos material e espiritualmente.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Propor a confecção de um porta-retrato para ser dado a uma pessoa, da família ou não, com que o
participante sinta afinidade.
a- Distribuir retângulos de papelão vazados no meio para serem enfeitados com sucata (papel
de presente, retalhos, miçangas, sementes, palitos, etc.)
b- Desenhar ou recortar de revistas uma gravura bonita para servir de “retrato”.
c- Unir a moldura e o “retrato”, fechando o porta-retrato com papelão ou cartolina.
d- Prender um suporte no porta-retrato.
6. H A R M O N I Z A Ç Ã O F IN A L / P R E C E
6.1- Após relaxamento visualizar o encontro com uma pessoa da família que você goste muito. Você está
em um local muito bonito. Pode ser um campo florido... uma praia... uma montanha. Dizer para essa
pessoa.
Eu gosto muito de você.
7. AUTO-AVALIAÇÃO
CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. IV
Fig. 1- Dona Benedita, a avó Dita, como era conhecida em Vila Verde, estava cuidando da horta.
quando foi interrompida pelo neto Zequinha:
— Avó Dita! O Pedrinho está aqui procurando o Pinduca; ele
sumiu! — Quando foi isso? — perguntou.
— Agora de manhã... e por minha culpa! — respondeu Pedrinho, quase chorando. Eu esqueci o
portão do quintal aberto e ele saiu!
— Zequinha, vá ajudar a procurar o Pinduca e deixe o Pedrinho aqui comigo, ele está muito nervoso.
Depois que Zequinha saiu, avó Dita disse:
— Pedrinho, não fique assim...
— E que eu estou com muita vergonha!
— Por que, Pedrinho?
— Porque eu gosto mais de estar com o Didi do que com o Pinduca. Será que ele percebeu isso e
sumiu de casa?
— Claro que não! Ele sumiu porque você não fechou o portão do quintal, mas você não vai
mais esquecer, não é verdade?
Pedrinho concordou e avó Dita continuou a falar:
— Além disso, é natural que você sinta mais afinidade com o Didi do que com o Pinduca.
— Afini... o quê?
— Quando gostamos de estar ao lado de alguém, fazer as mesmas coisas, dizemos que temos
afinidade com alguém.
— Como assim? — perguntou Pedrinho.
Fig. 2- - Em minha família, por exemplo, eu gosto de todos, mas sinto mais afinidade com a Neuza, a
minha filha mais velha. — explicou avó Dita. Somos as duas muito quietas, gostamos das mesmas
coisas, somos parecidas demais! Já o Tico, o meu filho mais novo, tem um jeito de ser só dele, muita
gente nem acredita que ele é o meu filho! Mas não nasceu meu filho por acaso...
Apesar das nossas diferenças temos o compromisso de nos ajudar, assim como ocorre com você.
Didi e Pinduca. — concluiu avó Dita, sorrindo.
Quando Pedrinho ia fazer uma pergunta, escutou-se um barulho! A gata Mileide passou correndo
entre os dois.
— Nossa, o que é isso? O que a Mileide está fazendo aqui? Porque será que ela está fugindo?
perguntou, Pedrinho, assustado.
— Não sei, mas vamos ver! respondeu avó Dita. O barulho veio da cozinha.
Fig. 3- Os dois foram até o local. Quando abriram a porta, viram o vaso das flores quebrado e,
olhando para eles... o Pinduca!
Passada a surpresa, Pedrinho e avó Dita aproximaram-se do menino que, apontando para a porta,
disse: — Gatinho!
Fig. 4- Avó Dita, pegando Pinduca no colo, disse com carinho:
— Você quer a Mileide, não é meu querido? Mas ela não mora aqui
não... Pedrinho, que estava muito feliz, disse:
— O Didi me contou que o Pinduca gostava muito de um gato lá do Orfanato. Ele deve ter ido
atrás da Mileide.
E olhando para os cacos espalhados no chão, comentou:
— Avó Dita, Mileide quebrou o seu vaso!...
UNIDADE:
A SOCIEDADE
TEMA BÁSICO:
LAÇOS ESPIRITUAIS DA FAMÍLIA
☺ C.E.A. I I -0 2 -4 1
Reconhecer que a família não se forma ao acaso, mas por compromissos, necessidades e
afinidades dos seus integrantes.
1. ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões no MA-03 e MA-05
OBJETIVO:
2.
HARMONIZAÇÃO INICIAL
3.
ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Apresentar a figura 1 e perguntar:
- O que vocês estão observando nesta gravura?
4-
ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Ouvir as crianças e conduzir a seguinte reflexão:
- Um passarinho pode voar? E um cãozinho pode voar?
- O cãozinho pode, então, pertencer à família do passarinho? Por quê?
4.2- Narrar:
O CÃOZINHO BILU.
4.3- Avaliar a compreensão através de perguntas, tais como:
5-
Qual era a maior vontade de Bilu?
Qual foi o conselho que o jabuti deu a ele?
Por que a mãe de Bilu falou que a família das pessoas era mais especial?
Depois da conversa com a mãe, Bilu ainda queria ser da família dos passarinhos?
ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Distribuir papel e lápis de cor aos participantes. Solicitar que as crianças desenhem a sua família.
5.2- Organizar um mural com os desenhos. Criar com o grupo uma frase bonita para o mural.
6-
HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
6.1- Pedir que, de olhos fechados, imaginem a família passeando feliz em um lugar agradável.
Você dá a mão para alguém de quem goste muito da sua família.
6.2- Meditar:
Eu estou feliz.
7-
AUTO-AVALIAÇÃO
O CÃOZINHO BILU
Bilu é o nome de uni dos cães de Paul inho. Ele era o menorzinho dos irmãos.
"Toda tarde ele gostava de brincar no jardim.
Fig. 1- Um dia, ele viu um lindo pássaro que voava fazendo piruetas no ar!
Bilu pensou: "Eu quero ser como um passarinho para poder voar... voar... bem alto!"
E movimentou as patinhas como se fossem as asas de um passarinho e.. não aconteceu nada!
Fig. 2- O jabuti, que estava alí bem perto, vendo isso, falou bem man-sa-men-te:
— Você não pode ser passarinho. Você não tem asas para voar, não tem bico, nem penas!
Não sabe nem fazer piu... piu... Você nasceu na família dos cachorrinhos e não na família dos passarinhos!
Mas o Bilu não desistiu! Começou a catar gravetinhos e folhas secas para construir um ninho igual ao dos
pássaros. "Quem sabe a mamãe-pássaro me confunde com um dos seus filhos e me ensina a voar?" -- pensou
Bilu.
Fig. 3- A mãe do Bilu, avisada pelo jabuti da idéia do filho, foi ao seu encontro.
— Meu filho, você não pode fazer parte da família dos passarinhos! Você não seria feliz!...
— Por que não, mamãe? Eu posso aprender a voar.
— Bilu, quando o filhotinho quebra o ovo e nasce, é muito fraquinho e precisa do calor da mãezinha e do
ninho. A mamãe pássaro conhece as necessidades do seu filhote, protege-o e cuida da sua alimentação,
dando para ele...
— Leite! — interrompeu Bilu lambendo os beiços.
— Não! Ele come bichinhos e minhoquinhas! — concluiu a mãe de Bilu.
— Minhoquinhas?! Argh! — disse Bilu, fazendo urna cara de nojo.
— Mas para o passarinho esta é uma refeição deliciosa! Você está vendo, meu filho? Todos nós somos
colocados nas famílias de que necessitamos.
— Isso acontece em todas as famílias, mamãe? — perguntou Bilu.
— Sim. Mas a família das pessoas é ainda mais especial.
— Especial, por quê?
— forque as pessoas devem se amar e ajudar umas às outras por toda a vida! Esse amor continua mesmo
depois que os filhos crescem. Os filhos são presentinhos de Deus aos pais, que devem fazer com que eles
sejam bons meninos e meninas.
Fig. 4- Bilu e sua mãe ouviram uma bonita música que vinha do jardim. Foram até lá.
Era Paulinho e seu pai que cantavam. (CD/ LFC "Histórias Cantadas", de Sonia da Palma)
Dueto
Filho
- Minha jóia preciosa
Pai
- Meu tesouro neste mundo
Filho
- És pra mim o mais formoso
Pai
- És meu amor mais profundo.
Filho
- Meu anjo de Deus na Terra
Pai
- Meu presentinho de Deus.
Filho
- Meu paizinho tão querido
Pai
- Meu filho que Deus me deu.
Pai e filho - A vida é bonita
Porque comigo estás
O amor que nos une
Se eternizará.
Bilu, você ainda quer fazer parte da família dos passarinhos? — perguntou a mamãe.
— Não, mamãe! Agora eu sei que todo mundo está na família certa. — disse Bilu.
UNIDADE:
A SOCIEDADE
OBJETIVO:
1.
TEMA BÁSICO:
LAÇOS ESPIRITUAIS DA FAMÍLIA
☺ C . E . A . II-02-42
Reconhecer que a família não se forma ao acaso; mas por compromissos, necessidades e
afinidades dos seus integrantes.
ATIVIDADE DINÂMICA:
sugestões no MA-03 e MA-05
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Ensinar a seguinte quadrinha para as crianças:
Quando nasce um bebezinho,
Chora, chora sem parar.
Com o carinho do irmãozinho,
Bem quietinho vai ficar.
4-
ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Levar um boneco para representar um bebê e perguntar:
— Vocês têm (ou já tiveram) um bebê na família?
— O que a família deve fazer para que o bebê se sinta feliz? (deixar as crianças
manusearem o boneco, caso queiram).
4.2- Narrar: O IRMÃOZINIIO CHEGOU!
4.3- Avaliar a compreensão da história, através de perguntas, tais como:
— Por que a Nina estava feliz?
— O que ela falou ao conhecer o irmão?
— O que o pai de Nina explicou?
— E depois, ela mudou de idéia?
— Como Nina e seus pais podem ajudar o Dedé?
4.4- Ouvir as crianças e concluir:
Nascemos em um lar porque precisamos aprender coisas importantes com as pessoas que nele
vivem.
Também temos de ajudá-las com bondade e compreensão.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Dividir a turma em grupos que representarão famílias. Cada participante deverá desempenhar um
papel (pai, mãe, filhos, avô, avó etc)
5.2- Pedir que as famílias se preparem para receber e cuidar bem de um bebê (representado pelo boneco).
5.3- Ouvir cada família sobre corno se organizaram. Será, então, entregue a ela o bebê, para ser cuidado.
Observação: O educador intervirá apenas se necessário.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
6.1- Pedir que, de olhos fechados pensem em uma pessoa da família de quem gostem muito...
Imaginar que estão falando para ela:
Gosto muito de você!
7-
AUTO-AVALIAÇÃO
O IRMÃOZINHO CHEGOU!
Nina estava muito feliz naquele dia.
Finalmente ia conhecer o irmãozinho que tinha acabado de nascer. Foi urna grande espera!
Depois de dar um beijo gostoso na mamãe Adelaide, ela foi com o papai Nilson até o berçário.
Todos os bebês da maternidade ficavam lá depois que nasciam.
Fig.l- -Nossa! Como são bonitos! — exclamou.
Nina estava observando os bebês, quando viu um pequeno, que dormia calmamente no seu bercinho.
—
Papai, olhe só aquele pequenininho! Ele é o meu irmãozinho? — perguntou Nina.
Fig.2- - Não, filhinha. É aquele ali. — respondeu seu Ademar apontando um bebê com uma carinha muito
vermelha e que chorava alto.
—
Este é vermelho e chorão, papai! Não podemos trocar por aquele outro?
— Nina, não podemos trocar o seu irmão por outro bebê. Ele ficaria muito triste, depois de estar
nove meses na barriga da mamãe, ouvindo todos nós dizermos que gostamos dele! — explicou o pai. —
E ele entendia, papai?
—
Claro que sim! Ele sentia todo o nosso amor. Deus mandou o seu irmão para a nossa
família e não para outra, porque sabia que nós podemos ajudá-lo. Você aceita ajudá-lo, minha filha? Nina
olhou para seu irmão, tão pequeno. Nem sabia falar ainda! Quanta coisa para aprender!
—
Aceito! E qual vai ser o nome dele papai?
—
Adenilson.
—
É um nome tão grande e ele é tão pequeno! Vou chamar o meu irmão de Dedé! — disse
Nina.
Fig.3- E pouco tempo depois, no quarto da mamãe, Nina segurava Dedé no colo, sentindo um carinho
muito especial por ele.
AMOR À FAMÍLIA
" O amor é o meio de cooperarmos na felicidade daqueles a quem nos devotamos."
Emmanuel ("Ave, Cristo!")
"A vida, a todos solicita vitórias.
Somente aqueles que se conscientizam das próprias responsabilidades e se resolvem por
atendê-las atingem o êxito da paz com superação de si mesmos."
Marco Prisco ("Momentos de Renovação" )
Só uma vez nosso filho terá três anos e quererá sentar no nosso colo; Só uma
vez nosso filho terá cinco anos e quererá brincar conosco;
Só uma vez nosso filho terá dez anos e quererá estar conosco, em nosso trabalho,
Só urna vez nosso filho será adolescente e quererá a nossa compreensão;
Só uma vez nosso filho estará na Universidade e quererá trocar idéias conosco. E se
perdermos essas oportunidades, estaremos perdendo nosso filho.
Joanna de Ângelis ("Convites da Vida")
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
AMOR À FAMÍLIA
∇ C.E.A. II-03-01
OBJETIVO: Identificar
o amor como sentimento ideal para que a família cumpra a sua missão de aprimora-mento
espiritual dos seus membros.
(*) CEA elaborado para os grupos de adultos e idosos.
1.
2.
ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões
HARMONIZAÇÃO INICIAL
3.
ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
no MA-03 e MA-05
3.1- Colocar no flanelógrafo as flanelogravuras a (filho muito magro) e b (filho muito gordo). Perguntar:
- Se tivessem dois filhos bem diferentes, tais como estes das figuras, eles deveriam receber o mesmo
tipo de alimentação?
3.2- Ouvir as justificativas dos participantes.
4- ATIVIDADE REFLEXIM
4.1- A partir das respostas, levar o grupo a refletir sobre os seguintes conceitos:
Assim como os filhos podem ter necessidades diferentes para o corpo, o mesmo pode acontecer em
relação à alma: uns são mais sensíveis que outros, ou mais indolentes, ou mais agressivos, ou com
mais tendência a vícios etc.
As diferenças no corpo são facilmente visíveis; as da alma exigem atenção e sensibilidade dos pais para
serem percebidas e cuidadas de modo individualizado, a fim de atenderem a necessidade espiritual de
cada um.
4.2- Perguntar:
– Os pais têm direito de surrar, castigar severamente, gritar e xingar os filhos?
– Por que muitos pais assim procedem? Para educar ou porque perdem a paciência?
– Essa forma de agir educa verdadeiramente os filhos? Por quê?
– Permitir tudo, aceitar tudo, é um bom caminho para educar? Por quê?
4.3- Ouvir as respostas, demonstrando compreensão pelas dificuldades humanas, mas reforçando as
seguintes idéias e exemplificando com fatos do cotidiano:
A função da família é cuidar e amparar física, psicológica e moralmente os seus membros.
A surra, gritarias e castigos severos prejudicam física, emocional e intelectualmente; xingamentos
ofendem, baixam a auto-estima, criam pessoas infelizes.
Muitos pais agem erradamente e fazem sofrer porque perdem a paciência. E assim não educam e ainda
podem criar traumas profundos.
Quem ama não faz sofrer; procura ajudar com calma.
As crianças e jovens têm características próprias da idade e de sua inexperiência. Cabe ao
adulto, consciente da sua responsabilidade familiar, sempre a atitude mais equilibrada.
Por maiores sejam as dificuldades, devemos cultivar a gratidão a Deus pela oportunidade de
ajudar o grupo familiar a crescer.
A correção das deficiências da alma não é fácil nem rápida; há necessidade de esclarecimento,
firmeza e, principalmente, paciência e amor, para não gerar resistência e revolta. Aconselhou-nos o
apóstolo Paulo (anexo 1):
"E vós, pais, não provoqueis a ira a vosso filho, mas criai-os na doutrina e
admoestação do Senhor.”
Paulo (Efésios, 6: 4)
Anexo 1
4.4- Após o comentário do anexo 1, apresentar e ler o anexo 2, pedindo que o grupo comente o seguinte
conceito, aplicando-o a situações do cotidiano.
Educar é amar. Mas amar não é sempre agradar, e sim fazer o melhor para o
outro.
Anexo 2
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Dividir o grupo em subgrupos de cinco pessoas. Pedir que cada um crie uma situação-problema de vida
em família.
5.2- Após alguns minutos cada grupo apresenta a situação criada e pede a outro grupo para propor uma
solução, que deve estar de acordo com os conceitos abordados.
5.3- As soluções propostas são submetidas à apreciação do grupão.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
6.1- Relaxamento da forma habitual. Visualizar uma luz que vem de cima, penetra pelo alto da cabeça... essa luz
nos torna mais amorosos... e agora irradiamos luz pelo coração.
6.2- Meditar:
Limpo meu coração de todas as sombras.
Deixo fluir o amor de Deus por mim.
7- AUTO-AVALIAÇÃO
“E vós, pais, não
provoqueis a ira a vosso
filho, mas cirai-os na
doutrina e admoestação
do Senhor.”
Paulo (Efeésios, 6:4)
Educar é amar. Mas
amar não é sempre
agradar, e sim fazer
o melhor para o
outro.
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
AMOR À FAMÍLIA
∇ C.E.A. II-03-02 (*)
OBJETIVO: Identificar
o amor como sentimento ideal para que a família cumpra a sua missão de aprimoramento
espiritual dos seus membros.
(*)
CEA elaborado para o grupo de jovens.
1. ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões no MA-03 e MA-05
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Mostrar a fig. 1 e perguntar:
– O que está acontecendo nesta cena?
– Em que época da história do Brasil parece acontecer esta cena?
Obs.: Poder-se-á trazer outras gravuras referentes à época da escravidão no Brasil.
4. ATIVIDADE
REFLEXIVA
4.1- Explicar que na época da escravidão no Brasil homens, mulheres e crianças eram vendidos como
mercadoria e, com isso, muitas famílias foram separadas. Entretanto, um escravo poderia ser liberta-do
através de um documento chamado carta de alforria. Algumas leis existiram para auxiliar os escravos, até
o dia em que a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, que libertou definitivamente os escravos do Brasil em
13 de maio de 1888.
4.2- Narrar: o TRIUNFO DO AMOR
4.3- Verificar a compreensão do tema através de perguntas, tais como:
–
–
–
–
–
O que tornava mais fácil a dura vida da família de Teodoro?
Por que Teodoro desistiu de fugir, mesmo sabendo que ia ser vendido?
De quem se lembrava Teodoro quando ajudava os escravos idosos?
Por que Teodoro foi escolhido para cuidar do Seu Almeida?
O que foi mais importante que a liberdade para Teodoro?
4.4- Concluir que:
Por maiores que sejam as dificuldades enfrentadas pela família, através do amor entre os seus
membros serão atravessadas com maior facilidade.
Devemos cultivar o respeito e a gratidão pelos pais, demonstrando-o sempre através das nossas
atitudes.
5.- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Separar os participantes em subgrupos.
5.2- Solicitar que cada subgrupo indique duas situações que demonstrem amor filial.
5.3- Elas serão avaliadas pelos demais participantes.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
6.1- Relaxamento na forma habitual. Pedir que visualizem familiares queridos em um local agradável,
envolvendo-os amorosamente em bela luz.
6.2- Meditar:
Ofereço luz e amor para minha família.
7 – AUTO-AVALIAÇÃO
O TRIUNFO DO AMOR
Fig. 1- Há muito tempo atrás, em uma época em que ainda existia a escravidão no Brasil, uma família vivia a
triste condição de escravos em uma fazenda do interior. Sebastiana e Joaquim tinham um filho chamado
Teodoro. A família procurava estar junta, sempre que possível e, acima de tudo, um forte amor os unia, o que
ajudava a suportar a dura vida que levavam. Além das suas tarefas, o rapaz procurava ajudar os pais, pois os
trabalhos eram muito pesados.
Um dia, o capataz da fazenda chamou-o e disse que ele foi vendido e ia embora. Teodoro pensou em fugir.
Mas... e seus pais?... O que seria deles caso decidisse fugir? O capataz se vingaria neles? A vida já era tão
difícil para eles! Teodoro decidiu ficar e enfrentar o seu destino.
Fig. 2- Teodoro despediu-se dos pais, ouvindo suas palavras sábias: "O sinhô pode ser dono do seu corpo,
mas não manda no seu coração e pelo amor nunca vamos nos separar".
Fig. 3- Teodoro foi para a fazenda de "Seu" Almeida. Trabalhava na plantação de café e ainda encontrava
tempo para ajudar os escravos mais velhos. Era como se tivesse, de certa forma, ajudando os pais, tão
longe! Logo o seu jeito manso e a bondade espontânea atraíram a simpatia do capataz.
Um dia, correu, de boca em boca, urna notícia terrível! "Seu" Almeida, o senhor de todas aquelas terras,
tinha adoecido. Feridas, que exalavam mau cheiro, cobriam-lhe todo o corpo. A febre alta consumia-lhe toda a
energia. O médico indicou compressas que deveriam ser mudadas noite e dia. Mas, quem faria isso? Foi
então que o capataz lembrou-se de Teodoro... O jovem escravo apresentou-se humilde ao novo serviço.
Fig. 4- Cuidou do "Seu" Almeida sem descanso, como se fosse o seu pai. Pediu a Deus pela sua recuperação.
Quando o "sinhô" melhorou, porque o agradava, cantava canções no dialeto nagô, dos seus ancestrais da
distante África.
Através da dedicação de Teodoro, "Seu" Almeida recuperou-se completamente. Quando soube da história
daquele rapaz, imediatamente mandou chamá-lo.
– Foi a sua dedicação, Teodoro, que me salvou. Devo-lhe a vida. Vou dar-lhe a liberdade!
– O senhor não me deve nada. Sou seu escravo. Mas se eu pudesse escolher algo, eu trocaria a minha
liberdade pela alegria de estar novamente com meus pais. Se eu pudesse...
Fig. 5- Algum tempo depois, Teodoro foi chamado novamente na presença do seu senhor. Ao entrar na sala
teve uma surpresa: junto ao "Seu" Almeida, estavam Sebastiana e Joaquim que, sorrindo, deram a Teodoro a
notícia que toda família estava finalmente livre!
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
AMOR À FAMÍLIA
∇ C.E.A. II-03-21
Identificar o amor como sentimento ideal para que a família cumpra a sua missão de aprimoramento espiritual dos seus membros.
OBJETIVO:
1.
2.
ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões
HARMONIZAÇÃO INICIAL
3.
ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
no MA-03 e MA-05
Perguntar: – Um jogador de futebol poderia desenvolver as habilidades de um goleiro, por
exemplo, se treinasse sozinho?
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Ouvir as respostas do grupo. Levá-lo a refletir como só podemos desenvolver certas habilidades
quando em conjunto com outras pessoas. O mesmo acontece com certas qualidades como, por
exemplo, a compreensão e o perdão. Se vivêssemos sós, como exercitá-las?
4.2- Identificar a família como o primeiro lugar que Deus nos concedeu para desenvolvermos as
qualidades que precisamos adquirir. Por convivermos com pessoas diferentes, às vezes até
desagradáveis, temos oportunidade de aprender a tolerância, a gentileza etc. Dizer que isso acontece
em todas as famílias da Terra, até nas do Condomínio Vila Verde.
4.3- Narrar: CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP V
4.4- Explorar a narrativa através do diálogo a partir de questões, como:
– O que Pinduca ouviu dos colegas de Pedrinho poderia prejudicá-lo? Por quê ?
– Pedrinho agiu bem pedindo que os colegas respeitassem o menino?
– Por que disse à mãe que não ia sair com Pinduca para evitar problemas? Estava
certo?
– O que Pedrinho achava de sua família? Ele sentia gratidão?
– Devemos ter respeito e gratidão aos pais mesmo quando eles não são bons pais?
– O que vocês acham que está transformando o Pinduca em um menino feliz?
4.5- Concluir com os seguintes conceitos, usando linguagem e exemplos acessíveis ao grupo:
O que vivemos dizendo a uma criança que ela é, vai formar o conceito sobre si mesma,
influenciando sua auto-estima. É importante não chamar a criança de "burra", "infeliz" etc.
A paciência, a boa vontade e o amor entre os integrantes do lar são necessários para acalmar os
angustiados.
Nascemos na família de que necessitamos para nos tornarmos melhores. Não há injustiças.
Portanto, ainda que nossos pais e irmãos tenham problemas, devemos-lhes respeito e gratidão.
A paciência e o amor dão segurança afetiva, fazendo desabrochar a felicidade, tal como uma flor
que desabrocha em boa terra.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Distribuir para cada participante uma folha de papel de revista, dobrada em sanfona, com o traçado
de um boneco, feito em pilot escuro, conforme o modelo abaixo. Pedir que os participantes recortem
pelo traçado, abram o papel, colando o recorte numa folha.
5.2- Abaixo da colagem cada um escreverá urna frase sobre a família.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
6. 1- Fazer o relaxamento na forma habitual. Pedir que cada um pense na sua família, envolvendo-a com
um sentimento de paz e carinho.
6.2- Meditar:
Aceito minha família como é e ofereço-lhe paz.
7. HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. V
Fig. 1- Depois de uma semana de chuva, o dia amanhecera ensolarado, com céu todo azul.
D. Rita, a mãe de Pedrinho, achou que Pinduca precisava daquele sol.
Pinduca era um menino de três anos, franzino, com uma barriguinha volumosa e uma cabeça bastante grande
em relação ao corpo. Alimentava-se mal, pouco sorria e pouco falava. Por certo, guardava as conseqüências da
vida de muitas carências materiais e afetivas por que tinha passado.
D. Rita desdobrava-se para lhe dar alguns cuidados. Naquele dia ensolarado o menino deveria ir ao Posto
Médico tomar vacinas e ao mesmo tempo beneficiar-se do contato com a natureza.
D. Rita pediu que Pedrinho, logo depois do café, levasse o pequeno ao Posto Médico, não muito distante
dali.
Fig. 2- Logo que chegaram ao local, Pedrinho encontrou três colegas que também acompanhavam os irmãos. Os meninos, com arde zombaria, perguntaram:
− Onde você arrumou um irmão tão feio e cabeçudo?
- Ele não fala nada? Tem língua? Ou só barriga?
Pedrinho olhou-os firmemente e falou:
− Pinduca fala pouco mas entende tudo. Essas brincadeiras de mau gosto vão magoá-lo.
Os meninos calaram-se, mas um deles cochichou no ouvido de Pedrinho:
− Mas que ele é feio e cabeçudo, você não pode negar!
E, apesar do cochicho, todos ouviram e riram-se a valer. Menos o Pedrinho que ficou vermelho.
Logo que Pinduca tomou a vacina, Pedrinho trouxe-o de volta para casa. E foi dizendo para a mãe:
− -Acho melhor eu não sair com Pinduca. Vou acabar me aborrecendo!...
E contou à mãe o que tinha acontecido.
Fig. 3- D. Rita percebeu a revolta do filho. Sentou-se frente a ele e, acariciando suas mãos, falou:
− Pedrinho, em toda parte encontraremos sempre os que não entendem nossos sentimentos e intenções. O problema é deles; não ê o nosso, que é cumprir os nossos deveres com boa vontade e alegria. Não
podemos nos contagiar pela provocação dos outros...
Ouvindo a voz meiga da mãe. Pedrinho foi acalmando-se. Refletiu como era tèliz em viver num lar equilibrado, que o ajudava a melhorar seus sentimentos. E pensou que a felicidade daquele lar também poderia ajudar
o Pinduca. Que importava ele ser feio, magrinho, cabeçudo? O importante é que ele se sentisse querido, para
ser feliz!...
Chamando Pinduca, apanhou alguns brinquedos e foi para o jardim brincar com seu novo irmão. No começo, o pequenino parecia não ouvir o que Pedrinho falava mas aos poucos voltou sua atenção para os brinquedos. Segurava-os, repetia os movimentos, observava os sons e...
Fig. 4- Pela primeira vez Pinduca deu uma grande e alegre risada! Pedrinho continuou a estimular o pequeno
a brincar. Observou que, a partir daí, ele ria, ria a valer!...
Fig. 5- Nessa hora, Didi. - o irmão de Pinduca. - e outros meninos chegavam da escola. Todos pararam,
admirados.
- Este é outro Pinduca! - diziam.
Pedrinho sentiu-se vitorioso: tinha conseguido fazer Pinduca feliz!
Estavam começando as primeiras colheitas da paciência e do amor na família.
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
AMOR À FAMÍLIA
C.E.A. II-03-2
OBJETIVO: Identificar o amor como sentimento ideal para que a família cumpra a sua missão de aprimora-mento
espiritual dos seus membros.
1. ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões no MA-03 e MA-05
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
3.1- Solicitar dois voluntários para a dramatização da seguinte situação (se preferir, usar apenas expressão
gestual):
Dois amigos se encontram e um deles não pode andar, nem falar..: O outro dispõe-se a
cuidar dele o melhor que pode . Nas horas certas prepara sua comida... e dá-lhe de comer...
de beber água... leva-o para tomar sol... cuida de sua higiene... carrega seus objetos... acorda
a noite para dar-lhe remédio... ensina-o a andar.
Um dia, quando esse amigo já consegue falar... andar,.. correr... fazer tudo o que precisa...,
por uma bobagem se aborrece com o outro que o ajudou tantos anos, discute, ofende-o... e
sai batendo a porta
3.2- Ao final, agradecer a contribuição dos voluntários da representação.
4. ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Pedir ao grupo que reflita e expresse suas idéias:
— O que acham da atitude do amigo que foi ajudado?
— Como deve ter se sentido o outro que tanto ajudou?
— O trabalho dos pais, principalmente da mãe, não se parece com o do bom amigo?
— Não há filhos que agem como o amigo ingrato?
— Como devem se sentir os pais nessa situação?
— Será que muitos filhos trazem sofrimento aos pais porque nunca pararam para pensar
no quanto suas vidas custaram de sacrifício para eles?
4.2- Dizer que sempre podemos repensar nossas atitudes, para melhorá-las, como aconteceu na história que
vai ser contada.
4.3- Narrar a história:
CONDOMINIO VILA VERDE - CAP. VI
4.4- Apresentar a música "Meu Lar" (CD/ LFC "Histórias Cantadas", de Sonia da Palma)
4.5- Explorar a história, levando o grupo a refletir e expressar-se a partir de questões como:
- Por que Rafael estava sentado no jardim, tão aborrecido?
- Isto acontece com freqüência nas famílias?
- A economia necessária, naquela ocasião, era por um motivo justo ou não?
- Se aplicarmos o que Jesus nos aconselhou de `fazer ao outro o que queremos
que nos façam", qual decisão será certa?
- No caso que Jorginho contou, em que momentos ficou evidente o amor na
família?
- Rafael mudou sua opinião?
- Vocês gostaram da música? Vamos aprendê-la?
4.6- Apresentar a letra, escrita numa folha dupla, lendo-a e analisando-a com a colaboração do
grupo. Depois cantar acompanhando o CD.
Meu lar
I
Existe um lugar onde eu gosto de estar
Se eu lá não estou
Pra lá eu gosto de voltar
Lá tenho amigos que me dão orientação
É o lar, a escola bendita,
Onde encontro amor e proteção.
II
Meu lar, meu pouso seguro.
De onde eu vejo sem muros
E não há nada
Com que eu possa comparar.
O lar é onde a família está.
III
Meu lar, meu pouso seguro,
De onde eu vejo a vida sem muros
E não há nada
Com que eu possa comparar
Meu lar, meu pouso amigo.
Meu recanto querido
É onde minha família está.
5-
ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Recortar previamente, de preferência em material emborrachado de cores diferentes, figuras que
representem os membros de três gerações de uma família: filhos, pais e avós (pode-se incluir
figuras de tios, primos etc).
5.2- Dividir a turma em subgrupos de 4 ou 5, oferecendo um conjunto desses familiares. Pedir que cada
grupo crie uma história de amor à família acontecida numa situação de dificuldades
(desemprego, grande desilusão, doença grave...), criando um quadro com as figuras recebidas e
prendendo-as no papel com rolinho de durex (usando-as todas ou apenas algumas).
5.3- Desenhar o cenário da história com hidrocor ou fazendo recorte e colagem com figuras de revista.
5.4- Cada subgrupo apresentará o quadro e a história criada, que serão avaliados pelo grupo.
6-
HARMONIZAÇÃO FINAL
6.1- Fazer o relaxamento na forma habitual. Visualizar a própria casa banhada por uma bela luz que vem
do alto.
6.2- Meditar:
A Luz Divina traz paz ao meu lar e ao meu coração.
7-
AUTO-AVALIAÇÃO
CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. VI
No Condomínio Vila Verde, enquanto na casa de Pedrinho tudo corria bem com grandes progressos para
Pinduca, na casa número 6, Rafael, filho mais velho do "Seu" Agenor, estava sentado no jardim com jeito de
muito aborrecido.
Fig. 1- Jorginho, da casa 1, que passava por ali, percebeu o estado de Rafael e aproximou-se. Talvez pudesse
ajudá-lo. Sentou-se a seu lado e puxou conversa com o seu jeitinho muito especial. O rapaz abriu o coração:
- Não acho direito toda a família passar necessidade para poder cuidar de uma criança do orfanato. Afinal,
eu e minha irmã é que somos os filhos. Temos nossos direitos!...
- E qual a necessidade que você está passando? - perguntou Jorginho.
− Ora, o frio já chegou. E veja como o meu casaco está "surrado"! E também fora da moda.
− Apenas isso? - perguntou Jorginho.
- Apenas isso? E o dinheiro do cinema? Agora só unia vez por mês!... Economias forçadas para comprar
remédios para o Nerinho!... Por que meus pais não escolheram um menino mais forte, que desse menos
trabalho e menos despesa?
− Por certo porque Nerinho era mais necessitado. E poucas pessoas querem uma criança assim, Rafael... O
diálogo prosseguiu, mas Rafael parecia não mudar o seu ponto de vista, resultado do egoísmo que dominava
seu coração. Jorginho teve então, a idéia de contar-lhe um fato que diziam ser verdadeiro.
− Numa região do Sul do Brasil, uma família passava por momentos difíceis por ocasião de um inverno
rigoroso. O chefe da família adoecera e estava internado num hospital. A esposa desdobrava-se entre os
cuidados com a casa, os três filhos e a visita diária ao esposo. As filhas, de nove e treze anos, colaboravam nos
serviços da casa, estudavam e nas horas de folga faziam saquinhos de papel de presente para uma loja.
Ganhavam muito pouco mas - diziam - garantiam o pão da manhã. O filho mais velho, com dezenove anos,
fazia biscates como mecânico e praticamente sustentava a família, uma vez que seu pai estava sem receber
salário. Aquele inverno estava sendo dos mais rigorosos, com temperatura abaixo de zero grau. Os cobertores
eram insuficientes e a casa simples de madeira estava excessivamente úmida e fria. Numa das visitas, o pai.
preocupado com a situação, propôs que a esposa e os filhos se mudassem temporariamente para a casa de
parentes que moravam em condições melhores, em outro Estado. Para não sobrecarregar os familiares cada
um iria para urna casa. E ele se arranjaria como pudesse no hospital. A reação de todos foi imediata:
– Nunca o deixaríamos doente e sozinho!
– Pobre ou rica, a casa é para reunir o lar.
– O lar é onde a família está.
A decisão estava tornada. O pai, pensando tio bem estar da família, tentou ainda um argumento:
– Sem cobertores adequados, vocês ficarão doentes e não poderão ajudar-me.
Foi quando o filho mais velho teve urna lembrança salvadora. Contou-a. Todos aprovaram a idéia.
Naquela mesma tarde, a família começou a recolher jornais usados e garrafas plásticas grandes de refrigerante.
Durante dois dias, estas foram cuidadosamente cortadas e unidas fortemente urras às outras, a fim de que
servissem de base para altear os estrados dos colchões em que dormiam, uma vez que as camas já tinham sido
destruídas pelo cupim e pela umidade.
Fig. 2 - À noite José, o filho mais velho, começou a aquecer os jornais com o ferro de passar, na temperatura
adequada, e foi colocando-os entre as cobertas velhas da mãe e das irmãs. Só, então, José deitou-se. Naquela
noite, todos dormiram confortavelmente e despertaram com melhor disposição.
Pela manhã José explicou que tinha aprendido a aquecer-se daquela forma rios acampamentos, quando
prestou serviço militar. A família abraçou-se emocionada e agradecida pelo amor do pai e também daquele
irmão que sempre pensava no melhor para todos se sentirem amparados e felizes.
Ao acabar de contar esse fato, Rafael ficou silencioso e pensativo. Jorginho discretamente despediu-se do
amigo, certo de que tinha ajudado o companheiro a refletir melhor sobre a vida em família.
Fig. 3- De fato, Rafael deve ter refletido melhor. À noite, quando as crianças e os jovens se reuniram na
praça da Comunidade, para surpresa de todos, Rafael cantou uma linda canção sobre a vida em família. Vocês
querem conhecer a canção?
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
OBJETIVO:
1.
☺ C.E.A. II-03-41
AMOR À FAMÍLIA
Identificar o amor como sentimento ideal para que a família cumpra a sua missão de
aprimoramento espiritual dos seus membros.
ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões
no MA-03 e MA-05
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Apresentar o anexo 1 e pedir que identifiquem o animal. Explicar que todos os filhotes nascem pequeninos e
completam o seu desenvolvimento numa bolsa que a mamãe-canguru possui. E ela guarda muito bem os
filhotes até que eles possam viver fora da bolsa.
4. ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Dizer às crianças que cada animal sabe cuidar da sua cria; e não foi preciso que ninguém lhe
ensinasse. Com as pessoas é um pouco diferente: precisam aprender a cuidar dos filhos e esforçar-se
para viverem com amor na família.
4.2- Narrar a história: LÚCIA E SEUS IRMÃOS, utilizando flanelogravuras.
4.3- Dialogar com o grupo a partir de perguntas, como:
− Vocês acham que esta família é feliz? Por quê?
− Sem amor, uma família pode viver feliz?
− Lúcia poderá ser uma boa professora? Por quê?
− Vocês também têm paciência com seus irmãozinhos?
4.4- Ensinar parte da música que Lúcia e Ricardo cantam para a mamãe quando lhe oferecem flores.
(CD/ LFC "Histórias Cantadas", de Sonia da Palma).
Flores para a mamãe
Mariquinha toda faceira
Entrou no jardim assim,
Colheu muitas flores:
Rosas, cravos e jasmins.
II
III
Flores, flores, para a mamãe,
Flores, flores, para enfeitar.
A mamãe tão querida
Vamos homenagear.
O Juquinha correu logo atrás
Ajudando a menininha:
"Vai colhendo que eu carrego,
minha querida irmãzinha."
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Cada criança recortará uma flor, colocando-a numa haste (canudinho plástico). 5.2Todos se sentam em rodinha. Colocar uma caixa com areia no centro da roda.
5.3- Cada criança que for chamada, colocará sua flor na caixa (que representa o jardim), dizendo o que
deseja para sua família (alegria, paz, saúde, carinho etc). O educador colará na flor uma etiqueta
redonda (representando o miolo) com o nome do que está sendo oferecido à família.
5.4- Ao final, grupar as flores (da alegria, da paz etc), fazendo breve comentário sobre a importância
dessas atitudes para a família ser feliz.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL
6.1- Relaxamento na forma habitual.
6.2- Pedir que cada criança visualize uma luz bonita no seu coração, na cor que desejar. Dizer que é a luz do
amor. Cada criança enviará um raiozinho dessa luz para alguém de sua família, pensando:
Mando meu amor para....
7- AUTO-AVALIAÇÃO
LÚCIA E SEUS IRMÃOS
Quando D. Linda sai bem cedinho para o trabalho, sua filha Lúcia(flanelogravura 1) fica tomando conta de
seus dois irmãozinhos (flanelogravuras 1a e 1b).
Lúcia só tem doze anos, mas é uma menina meiga, paciente, estudiosa e uma boa filha.
Sua mamãe acha que ela, quando crescer, será também uma boa professora. Sabem por quê? O
irmão caçula de Lúcia – o Joãozinho – tem um ano e já começou a andar.
Ele quer mexer em tudo, segurar coisas perigosas como faca e tesoura.
Lúcia, pacientemente, coloca-o no colo (retirar flanelogravuras 1, 1a e 1b e colocar a n° 2) e explica
porque ele não pode mexer, falando dos perigos.
O neném olha para ela com atenção e parece que j á está entendendo.
Sempre que ele obedece, Lúcia beija-o (substituir flanelogravura 2 pela 3) sorrindo e ele compreende que
está certo o que fez.
Ricardo, o outro irmão de Lúcia, já tem seis anos.
Lúcia ensina Ricardo a cuidar de Veludo (flanelogravura 4), o seu cachorro peludo, dando alimento e água
fresca todos os dias.
Ricardo também não esquece de dar banho em Veludo uma vez por semana.
Lúcia ensina ao irmão que não deve beijar o cachorrinho e que é preciso lavar as mãos (flanelogravura5)
sempre que cuidar dele. Também quando mexer na terra, tratando das plantinhas, para evitar as doenças
causadas por micróbios e por vermes que podem estar na terra.
Lúcia não grita nem bate em seus irmãos.
E eles obedecem à irmã, crescendo sadios e felizes.
Quando mamãe chega (substituir flanelogravuras anteriores pela n° 6) todos correm para abraçá-la.
Às vezes mamãe chega triste ou muito cansada. Lúcia e Ricardo já compreendem e procuram ajudá-la ainda
mais.
E até colhem flores no jardim e oferecem à mamãe cantando uma música muito bonita.
Vocês querem aprendê-la?
Antes, vamos conversar sobre a nossa história?
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
AMOR À FAMÍLIA
☺ C.E.A. II-03-42
Identificar o amor como sentimento ideal para que a família cumpra a sua missão de aprimora-mento
espiritual dos seus membros.
1. ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões no MA-03 e MA-05
OBJETIVO:
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Apresentar o anexo 1. Dizer que as duas mudas foram plantadas no mesmo dia, com a mesma terra e tinham
sido retiradas de um mesmo pé. Elas foram dadas de presente a duas meninas. Mas uma delas tinha amor às
plantas; a outra, não. Perguntar se são capazes de adivinhar qual delas pertence à menina que tem amor às
plantas.
4. ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Pedir à criança que respondeu ser a planta mais bonita que explique como "adivinhou".
Ouvir, dialogar com o grupo, ressaltando que quem ama cuida, trata bem, tem atenção e carinho.
Tanto faz ser em relação a uma planta ou a um animalzinho ou a uma pessoa.
4.2- Narrar a história: um GESTO DE AMOR
4.3- Dialogar com o grupo a partir das seguintes perguntas:
– Por que todos gostavam da aniversariante?
– O que Lúcia e Ricardo combinaram na hora em que o bolo foi servido?
– Foi fácil para Ricardo cumprir o que prometeu?
– Que aconteceu com o pedaço do bolo de Ricardo?
– O que os irmãos fizeram para que a mãe e o irmão também comessem o bolo?
– Vocês acham que existe amor nessa família? Por quê?
4.4- Concluir ressaltando a importância dos pequenos gestos de amor na família.
4.5- Colocar o CD/ LFC "Histórias Cantadas", de Sonia da Palma, para que o grupo continue a aprender a cantar
a música "Flores para mamãe" (letra no CEA II-03-41)
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- As crianças dispõem-se em roda. No centro colocar o "jardim" (caixa de areia) com as flores feitas pelas
crianças na reunião anterior.
5.2- Criar movimentação e expressão corporal adequadas à música ensinada. Todos participam da roda cantada.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL
6.1- Ainda em roda, todos se sentam, procedendo ao relaxamento na forma habitual.
6.2- Pedir que cada um pense numa flor que gostaria de oferecer à mamãe (ou a outra pessoa da família): uma
rosa, um cravo, uma margarida (citar flores conhecidas na localidade)... Pensar firme na flor escolhida e
sentir seu perfume... Imaginar que está dando a flor com um abraço muito amoroso.
6.3- Meditar:
E bom amar!
7-
AUTO-AVALIAÇÃO
UM GESTO DE AMOR
Fig. 1- Lúcia e Ricardo vestiram a roupa mais bonita que tinham e já estavam prontos para o aniversário de
quinze anos da amiga Malu.
Fig. 2- Despediram-se da mamãe, que precisou de ficar em casa para cuidar do filhinho caçula.
Fig. 3- A festa de Malu foi simples, mas muito bonita. Todos estavam alegres e Malu procurou dar atenção às
pessoas de todas as idades. Os convidados elogiavam:
– Como Malu é gentil!
– É uma jovem muito educada!
Fig. 4- Na hora em que o bolo foi servido, Lúcia e Ricardo ganharam duas fatias cada um. O bolo estava
delicioso! Combinaram que cada um comeria só uma fatia e guardariam as outras duas para mamãe e Joãozinho
comerem no café da manhã.
Lúcia e Ricardo despediram-se e cada um foi levando o seu pratinho com o pedaço do bolo. Em
certa hora, Ricardo falou:
– Hum! Que bolo gostoso! Acho que mamãe não vai ficar aborrecida se eu comer só mais um pedaço...
– Que é isso, Ricardo? – falou Lúcia. Não foi o que combinamos!...
Fig. 5- De repente surge o Barte, um bonito cachorro com quem o menino costumava brincar e, abanando a
cauda com alegria, deu um pulo derrubando o pedaço de bolo de Ricardo.
– E, agora? – falou o menino, aborrecido.
Enquanto isso Barte lambia os beiços e continuava a pular, sem compreender o que tinha feito.
– Não faz mal. Dividirei o meu pedaço, que é maior, com a mamãe e Joãozinho. Nós já provamos o bolo.
Fig. 6- No dia seguinte, Lúcia preparou o café da manhã. A surpresa para mamãe e Jorginho: uma metade da
fatia de bolo para cada um. Mas não havia nenhum pedaço para Lúcia e Ricardo.
Ricardo contou a brincadeira de Barte.
E D. Linda abraçou com muito carinho aqueles filhos que revelavam sempre tanto amor à família.
CONVIVÊNCIA FAMILIAR
"Todos somos chamados à edificação do progresso com o dever de melhorar-nos,
colaborando na melhoria dos que nos cercam."
Emmanuel ("Livro da Esperança")
"... é de essencial relevância a lição dos exemplos, a par da assistência constante de
que necessitam os caracteres em formação..."
Joanna de Ângelis ("S.O.S. Família")
"A serenidade não é jardim para os seus dias dourados. É suprimento de paz para as
decepções do seu caminho."
André Luiz ("Agenda Cristã")
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
OBJETIVO:
1.
CONVIVÊNCIA FAMILIAR
∇ C.E.A. II-04-01
Identificar os sentimentos e atitudes que favoreçam uma convivência familiar harmoniosa e feliz.
2.
ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões
HARMONIZAÇÃO INICIAL
3.
ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
no MA-03 e MA-05
Duas pessoas dramatizam a seguinte situação:
Um casal faz um lanche. Num prato está um pão torrado meio queimado. O marido
reclama exaltado:
— De novo você deixou queimar o pão! Você não faz nada que preste!
A esposa desculpa-se humilde:
— E... aconteceu... Eu estava com atenção no pão mas o neném acordou naquela hora e
estava chorando muito... fui ver e aí... queimou o pão.
— Quando eu quiser pão torrado, vou comer fora! Tchau! (sai aborrecido).
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Dialogar com o grupo a partir de questões como:
—
Situações parecidas como esta acontecem nos lares?
—
O que deve ter sentido essa esposa?
—
O que faltou a esse marido?
—
Por que a convivência na vida familiar não é fácil?
4.2- Narrar: A FÁBULA DOS PORCOS-ESPINHOS
4.3- Estimular o grupo aos comentários, perguntando:
— Essa fábula lembra-nos as dificuldades da convivência? Como?
— E também apresenta as soluções? Como?
4.4- Ouvir as opiniões, evitando com habilidade que descambe para críticas aos casos pessoais. Ao final,
resumir as opiniões, enfatizando os seguintes conceitos:
A vida em família tem por objetivo o apoio recíproco, material e moral. Na convivência as
dificuldades de cada um podem machucar e ferir como verdadeiros espinhos.
Para não serem feridos muitos se afastam fisicamente, abandonam o lar. Outros se afastam
afetivamente, tomando-se indiferentes, ou vivendo em mutismo, guardando mágoas. Em
ambos os casos, cria-se perturbação no lar, enfrenta-se novos problemas e não se alcança a
felicidade desejada.
A solução é a apresentada na fábula: aproximação e ajuda recíproca com o calor da boa
vontade, mas guardando a distância conveniente do respeito.
É indispensável a compreensão do outro, dos seus medos, cansaços, decepções e até do que
está "escondido" no íntimo.
Por exemplo, uma pessoa demonstra raiva, mas seu sentimento verdadeiro pode ser medo ou
culpa. O amor compreensivo "capta" essas situações e tenta ajudar a lidar com elas.
4.5- Voltar ao caso da atividade introdutória, dramatizando-o novamente, porém com as atitudes corretas
de compreensão e respeito mútuo.
4.6- Ressaltar, ao final:
O bem-estar emocional que resulta de qualquer situação quando há respeito e compreensão,
em contraste com a mágoa e o mal-estar quando não há tais sentimentos.
Respeitar é nunca dizer o que não gostaria de ouvir; é aprender a colocar-se no lugar do
outro. O desrespeito quase sempre não é o que se fala, mas como se fala.
Se o respeito é importante entre os adultos, muito mais é para a criança, que se assemelha a
urna ave implume, que necessita não só do ninho, mas da segurança do afeto e da
compreensão dos pais. Os espinhos da impaciência dos adultos costumam ferir profundamente
a alma frágil da criança. Se ela vai crescendo, não em um ninho acolhedor, mas em um
verdadeiro campo de batalha, com brigas constantes, vai-se sentir dominada pelo medo ou
pela revolta (dependendo do temperamento), criando uma imagem infeliz da vida e distúrbios de
saúde física e mental.
Urna má convivência familiar é semelhante a uma doença. Quando crônica, a cura definitiva é
mais demorada, mas o primeiro remédio é a nossa disposição de mudar (não de mudar o
outro).
Quando se persevera nessa disposição, o exemplo vai provocando transformações positivas.
A fidelidade aos deveres da vida familiar é também respeito.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Distribuir previamente um pedaço de barbante (30cm) e dois clips para cada participante.
5.2- Dizer que irá fazer duas perguntas. Cada um irá refletir sinceramente sobre elas. Ninguém dará a
resposta em voz alta; usará apenas os clips para marcar no barbante um tamanho que represente a
resposta sincera à segunda pergunta:
— Tenho dado a meus familiares todo respeito e compreensão que deveria?
— Qual o tamanho da minha disposição em melhorar a convivência familiar
com mais respeito e mais compreensão?
5.3- Efetuadas as marcações, explicar que essa atividade é apenas uma forma de cada um avaliar-se e
perceber o que precisa ser melhorado. Algumas pessoas podem necessitar de ajuda de um
especialista, o que deve ser feito para que possa sentir-se mais seguro e feliz.
Observação: Embora com poucos elementos criativos, esta atividade propicia urna nova forma de
avaliação e expressão de sentimentos.
6- HARMONIZ AÇÃO F INAL /P RECE
6.1- Fazer o relaxamento da forma habitual. Conduzir a seguinte visualização:
Comece a imaginar uma criança pequena, indo ao seu encontro com os bracinhos abertos... ela quer
uma única coisa de você: amor!... Abra seus braços e receba a criança... abrace-a com ternura...
diga-lhe que a ama muito... que se importa com ela... que não há mal em que ela cometa erros porque
está aprendendo... prometa que você sempre a amará e apoiará.
Agora, em lugar dessa criança, tente visualizar o seu filho... (ou outro familiar, em grupo de jovens)
justamente aquele que você considera mais necessitado de paciência e amor... abrace-o com
ternura... demoradamente... sinta-se feliz em sua presença... expresse seus bons sentimentos.
Sugerir a quem não conseguir realizar o segundo momento da visualização que a repita diariamente
aproveitando momentos calmos.
6.2- Meditar:
Sinto-me mais feliz quando compreendo e respeito o outro.
7- AUT O-AV AL IAÇÃO
FÁBULA
Fig. 1- Quando grande parte da Terra estava coberta de gelo muitos animais não resistiram ao frio
intenso e morreram por não se adaptarem ao clima. Foi, então, que uma grande manada de porcosespinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, juntar-se mais e mais.
Mais próximos, cada qual podia sentir o calor do corpo do outro. E assim, juntos, bem unidos,
agasalhavam-se mutuamente. Assim aquecidos, conseguiram enfrentar por mais tempo aquele
inverno terrível. Vida ingrata. porém... os espinhos de cada uni começaram a incomodar, a ferir os
companheiros mais próximos, justamente aqueles que ofereciam mais calor, aquele calor vital,
questão de vida ou morte.
Fig. 2- Feridos, magoados, sofridos e decepcionados, começaram a afastar-se. Por não suportarem
mais os espinhos dos seus semelhantes, eles se dispersaram.
Novos problemas: afastados, separados, começaram a morrer congelados.
Fig. 3- Os que sobreviveram ao frio, voltaram a se aproximar, pouco a pouco. Com jeito e
precauções. unidos novamente, mas cada qual conservando unia distância do outro. Distância
suficiente para conviver sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos.
Assim agindo, apesar do frio e dos problemas, conseguiram sobreviver.
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
OBJETIVO:
1.
CONVIVÊNCIA FAMILIAR
C.E.A. II-04-02
Identificar os sentimentos e atitudes que favoreçam uma convivência familiar harmoniosa e feliz.
A T I VI DA DE DINÂMICA:
sugestões no MA-03 e MA-05
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Apresentar o seguinte diálogo dramatizado:
Cena: Pai sentado lendo o jornal. Filho aproxima-se. Filho: – Pai, ontem eu fiz um gol
no colégio!
Minutos depois:
Filho: – Pai, o professor disse que eu jogo bem.
Depois do jogo a galera veio me abraçar. Até o Marcão, da 4a série, disse que eu
jogo legal. Eu fiquei tão feliz!
Pai: – Chega de falar que eu quero ler o jornal!
Filho: -- Pai! Você gosta de mim?
(Pai murmura afirmativamente sem olhar para o menino e continua lendo o jornal).
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Perguntar:
– O que vocês observaram nesse diálogo? O que faltou? – Se convivência
quer dizer "viver bem", por que é tão difícil viver bem?
4.2- Dialogar com o grupo sobre as seguintes questões:
O diálogo afetivo forma o ambiente familiar muito bom. A vida em família precisa ser alimentada
com o carinho, a afeição e o respeito entre pais e filhos.
Demonstrar alegria espontaneamente, cultivar o "bate-papo" familiar, dá segurança aos filhos, que
se sentem valorizados e torna o lar um local agradável, uma bênção de Deus. O A convivência
amiga com a vizinhança também é um hábito que devemos cultivar.
4.3- Narrar: MISSÃO DE PAZ
4.4- Conduzir a reflexão com perguntas como:
– Que resposta vocês dariam à pergunta do cacique?
– Como os jovens poderiam reparar os erros cometidos?
– Como evitar situações semelhantes a essa?
4.5- Concluir que:
O A harmonia do lar depende da conduta de todos os integrantes.
O Há paz e felicidade quando cada um procura cumprir bem seus deveres.
O Para a boa convivência familiar devemos estar atentos à advertência de Jesus (anexo 1):
"Por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão e não vês a trave
que está no teu olho?"
Jesus (Mateus 6:.3)
Anexo 1
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Colocar à disposição do grupo materiais, tais como: massa de modelar, sucata, cola, tesoura, revistas,
lápis de cor etc.
5.2- Fazer o sorteio do Amigo Oculto (ou Secreto). Explicar que cada um terá a missão de confeccionar
uma mensagem de paz, decorando-a com o material que desejar, para oferecer ao amigo.
6-
HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
6.1- Proceder ao relaxamento da forma habitual, imaginando estar com os pais ou outros familiares num
lugar muito agradável. Todos convivem bem, em atitudes de paz e gentileza.
6.2- Meditar:
Ofereço também minha paz.
7- AUTO-AVALIAÇÃO
MISSÃO DE PAZ
Fig. 1- O cacique Carauê deu uma importante missão a três de seus filhos, jovens guerreiros da tribo.
Eles deveriam levar três presentes ao chefe da tribo vizinha, como uma oferta de paz.
O primeiro deveria conduzir um cesto de palha, cuidadosamente trançado pelas jovens índias, contendo
vários potes de farinha de mandioca da melhor qualidade.
O segundo levaria um colar de lindas conchas e penas coloridas.
O terceiro conduziria um vaso de cerâmica pintado com urucum.
Os jovens deveriam atravessar a floresta e um riacho para chegarem ao seu destino.
No caminho, porém, o mais jovem, que carregava a farinha, reclamou do peso de sua oferta. Por que ele
deveria fazer o trabalho mais pesado? Pediu ajuda aos irmãos que alegaram estarem com as mãos ocupadas.
Inconformado, quis trocar o seu presente. Poderia naquele momento carregar o colar. Por que não?
Fig. 2- Pensando nisso puxou-o das mãos de seu irmão. Não avaliando, porém, a força de seu gesto, viu
quando o delicado colar arrebentou fazendo com que se perdessem as conchas e penas. Nesse mesmo
instante o jovem guerreiro deixa cair o cesto que carregava.
A deliciosa farinha espalhou-se pela lama.
Os três continuaram o seu percurso levando apenas uma das ofertas, carregada pelo mais velho, que dizia ser o
melhor dos filhos do grande chefe Carauê. Ao se aproximarem do rio os dois sem os presentes atravessaram
sem maiores preocupações.
Fig. 3- O terceiro caminhava em silêncio quando os outros dois iniciaram uma discussão, preocupados com a
sua chegada ao destino de mãos vazias. Quem levaria o único presente? Começaram a discutir e o resultado
foi desastroso. O vaso caiu no chão partindo-se em muitos pedaços.
Desapontados, os três retornaram à aldeia. Na presença do cacique os jovens, envergonhados, perceberam o
resultado infeliz da missão que lhes foi confiada.
Fig. 4- E Carauê com suas palavras sábias falou:
– Os três tinham uma só missão. Cada um recebeu uma tarefa; mas se intrometeu na do outro,
descuidando-se da sua. A missão de paz não foi cumprida. O que vão dizer agora ao povo da aldeia?
“Por que reparas tu no
argueiro que está no olho
do teu irmão e não vês a
trave que está no teu
olho?”
Jesus (Mateus, 6:3)
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
OBJETIVO:
1.
CONVIVÊNCIA FAMILIAR
C . E. A . II-04-21
Identificar os sentimentos e atitudes que favoreçam uma convivência familiar harmoniosa e feliz.
2.
ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões
HARMONIZAÇÃO INICIAL
3.
ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
no MA-03 e MA-05
3.1- Confeccionar previamente um grande quebra-cabeça (ou utilizar bloquinhos de madeira com um
número suficiente de peças para dar a cada criança uma peça).
3.2- Cada criança terá uma limitação: na locomoção, nos movimentos com os braços, na visão. Por
exemplo, venda nos olhos, mãos amarradas para trás, pulsos amarrados na frente do corpo, um
braço imobilizado, pernas amarradas na altura dos joelhos ou na altura dos tornozelos.
3.3- Ao som de uma música suave as crianças se deslocarão, ordeiramente, para a realização da atividade.
O educador deverá observar o comportamento das crianças: se houve cooperação,
companheirismo, isto é, se a convivência foi de solidariedade.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Dialogar com o grupo estimulando-os a responder as seguintes questões:
- Qual a dificuldade que vocês sentiram para realizarem a tarefa
- Todos demonstraram cooperação e companheirismo?
- Gostamos quando somos ajudados?
- E o outro que oferece ajuda, como se sente?
- Fica mais fácil vencer uma dificuldade quando existe boa vontade e cooperação?
- É importante agir assim na vida familiar? Por quê?
- O que acontece quando a família não age assim?
4.2- Narrar: CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. VII
4.3- Avaliar a compreensão da narrativa.
4.4- Propor a seguinte atividade:
a- Preparar previamente tirinhas de papel com ações, para que identifiquem se elas contribuirão ou
não para uma convivência familiar feliz, justificando. As tirinhas serão colocadas numa caixa.
b- Formar duas filas de crianças, de pé, à frente de suas cadeiras, voltadas umas para as outras,
formando duplas.
c- Uma criança inicia o jogo sorteando uma tirinha. Após ler, responderá a questão, justificando-a.
Se sua resposta estiver correta dará um passo à frente. A criança que estiver em frente será a
próxima a responder. A dupla pode ajudar-se mutuamente e quando acertar pode sentar-se.
d- Caso o educador perceba alguma dúvida em qualquer resposta, deve esclarecê-la ao final da
atividade para não interromper o jogo.
Sugestões:
-
Se eu tiver um carro, não vou dar carona para parentes com quem não simpatizo.
Bato no meu irmão quando ele implica comigo. Só assim ele vai aprender.
Enquanto mamãe cozinha, distraio meu irmãozinho que chora muito.
Quebrei, de propósito, a janela da vizinha que ofendeu minha mãe. Ela merecia.
Embora não goste, arrumo minha cama todos os dias.
Não gosto quando minha irmã abraça a mamãe porque sinto ciúmes.
Quando meu irmão não quer brincar comigo, ligo o rádio bem alto.
Meus irmãos deixam as roupas fora do lugar porque dizem que não têm tempo para guardá-las.
Tenho de gritar para que todos me ouçam. É o jeito de darem-me atenção.
Sou gentil com meus pais mesmo quando sou repreendido.
Disfarço tão bem que minha mãe não descobre quando estou mentindo.
Vou comer um doce escondido para meu irmão não ver. Eu não sou bobo...
Quando meu pai me chama na oficina para ajudá-lo, resolvo estudar logo.
-
Dou comida para o cachorro enquanto meu irmão está trabalhando.
Quando minha mãe está doente, procuro não sair para brincar.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
Dividir o grupo em quatro subgrupos. Cada um deles se encarregará da representação de uma das
seguintes cenas:
a- D. Maria ouve um grito de raiva do filho mais velho e leva um susto. Fica pálida e sente falta de ar.
b- A filha vai atendê-la, esquece a comida no fogo e a comida se queima. A cozinha fica cheia de
fumaça.
c- O marido chega do trabalho cansado e com fome. Percebe a situação e corre a ajudá-las. Logo a casa
está em paz, apesar do prejuízo do jantar queimado.
d- Os quatro sentam-se e oram pela tranqüilidade do lar. O filho reconhece que, apesar de orar sempre,
ele não contribuiu para a paz do lar.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL
Relaxamento da forma habitual. Visualizar Jesus entrando na sua casa... A suave presença do Mestre traz
a paz ao ambiente... Todos sorriem e O abraçam... Você diz:
Amigo Jesus, ampare sempre nosso lar.
7- AUTO-AVALIAÇÃO
CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. VII
Fig. 1- Cissa, que mora na casa I do Condomínio, é uma menina alegre e muito gulosa. E por isso, se mete
em cada situação!... D. Leonor conversa muito com a filha e já lhe disse algumas vezes:
— Minha filha, cuidado com a gula. Nós não vivemos só para comer. Aqui em casa você não é a
única. Precisa aprender a dividir. Você não gosta quando seu irmão reparte com você alguma coisa? Cissa
ouvia tudo em silêncio, concordava, mas depois parece que... vapt... vupt!... uma vassoura passava na sua
cabeça, varria as idéias e ela esquecia tudo.
Fig. 2- Certo dia, Tia Vilma e D. Leonor resolveram fazer balas para venderem na cantina da escola. O
dinheiro ganho ajudaria D. Leonor a comprar livros para seu filho Jorginho. As duas passaram o dia todo
trabalhando. Ao final do dia, Tia Vihna comentou:
— A sua cozinha parece uma fábrica de balas, D. Leonor.
— É verdade. Como estão bonitos os saquinhos! As crianças vão adorar a novidade. — respondeu D.
Leonor.
— Humm! ! ! E as balas estão deliciosas! — disse tia Vilma se despedindo da amiga.
Mais tarde, D. Leonor separou um saco de balas para Cissa e outro para o Jorginho. Arrumou a cozinha e foi
descansar.
Fig. 3- À noite, enquanto todos dormiam, Cissa foi à cozinha, apanhou os dois saquinhos e levou para o
quarto. Chupou todas as balas e nem pensou no irmão! E ainda jogou os papéis melados embaixo da
cama. Depois adormeceu.
No dia seguinte, D. Leonor viu uma fila de formigas saindo do quarto de Cissa. Procurou os saquinhos de
bala e não os encontrou. Adivinhou tudo.
— Cissa, você mexeu nas balas! — falou D. Leonor, com voz firme.
"Como ela descobriu?" pensou Cissa. E começou a gaguejar: – Bem... eu...?!
— Cissa, venha no quarto ver o que está acontecendo...
Muito desconfiada, Cissa entrou no quarto e ficou parada. Mas, sem perceber, as formigas começaram a
subir pelos seus pés e mordê-los.
— Ai, ai, mamãe! As formigas estão me mordendo!
A mãe apanhou um pano de prato para espantar as formigas das pernas da Cissa.
Fig. 4- Ouvindo os gritos da irmã, Jorginho correu para ajudá-la. Pegou Cissa no colo. As formigas também
o atacaram. Correu para o banheiro. Abriu o chuveiro e os dois tornaram um banho frio, muito frio! Cissa
desesperada chorava e gritava mais alto ainda: — Ai, ui, ai, ui!
"Seu" Nicolau bateu na porta, preocupado:
— D. Leonor, o que está acontecendo?
Logo que entrou "Seu" Nicolau entendeu que Cissa tinha aprontado mais uma. Chamou-a e contou-lhe a
seguinte história:
— Era uma vez uma família que morava num lugar muito distante e tinha sido muito rica. O velho pai, antes
de falecer, enterrou sua fortuna num lugar secreto e deu a cada filho um pedaço do mapa do tesouro que, se
encontrado, a todos tornaria ricos.
Depois de uma pequena pausa, "Seu" Nilocau continuou:
Fig. 5- Depois do pai morto, nenhum dos irmãos queria mostrar ao outro o seu pedaço do mapa. Cada um
queria tornar-se o único dono do tesouro. Com isto, todos viveram cheios de necessidades e jamais conseguiram usufruir do tesouro escondido.
— Mas, eu não achei mapa de tesouro! — falou Cissa.
— Todos temos muitos "tesouros" que Deus nos confiou. Quem quer tudo para si, sem repartir com o
outro, nunca alcança a verdadeira felicidade, porque age como os irmãos que esconderam o mapa do tesouro.
Nenhum conseguiu ser feliz! — explicou "Seu" Nicolau.
Cissa ouviu e entendeu a mensagem do tesouro.
Vocês também entenderam?
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
OBJETIVO: Identificar
CONVIVÊNCIA FAMILIAR
C . E . A . II-04-22
os sentimentos e atitudes que favoreçam uma convivência familiar harmoniosa e feliz.
1.
ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões
2.
HARMONIZAÇÃO INICIAL
3.
ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
no MA-03 e MA-05
3.1- Apresentar o seguinte relato:
Os seres humanos não são os únicos animais que começam a cuidar das necessidades dos
filhos antes mesmo deles nascerem. O esquilo-vermelho vive no Canadá, um país muito
frio.
Para os filhotes terem chance de sobreviver, sua mãe precisa juntar comida suficiente para
todo o período de inverno pois eles não conseguirão obtê-la. A fêmea, muito antes da cria
nascer, já começa a formar um estoque bem grande de alimento, que seus filhotes só usarão
aos cinco meses. Na ocasião, todos compartilham igualmente aquela provisão durante
todo o período de inverno.
3.2- Dialogar com o grupo sobre este exemplo de boa "convivência" familiar dada pelos animais.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Pedir exemplos de boa convivência, na relação de filhos com os pais, de avós com seus netos e etc.
4.2- Narrar: CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP VIII
4.3- Dialogar sobre o assunto a partir de perguntas, como, por exemplo:
– Qual foi a reação de Jonas quando Didi fez os dois gols
– Qual a atitude de Pedrinho quando começou a discussão?
– O que poderia ter acontecido se a discussão continuasse?
– Por que Didi achou que a família que o acolheu era diferente?
– O que vocês acharam da atitude dos meninos socorrendo Jonas?
– Isso mudou alguma coisa em Jonas?
– O que devemos fazer para termos uma boa convivência familiar?
– O que não devemos fazer?
4.4- Concluir que:
A compreensão e o perdão no lar ou fora do lar trazem muitos benefícios.
Manter no lar um ambiente de paz deve ser um objetivo de nossa vida.
Nas experiências diárias num lar equilibrado estaremos lado a lado, dividindo sorrisos e lágrimas,
mas cultivando a fé e a certeza que Jesus está ao nosso lado.
5
- ATIVIDADE CRIATIVA
Os participantes sentam-se em duas filas de frente uns para os outros. O primeiro de um lado começa uma
frase que será completada pelo último do outro grupo. A próxima frase será iniciada
por quem estiver ao lado deste e completada pelo segundo da outra fila e assim por diante. As frases
deverão estar dentro do tema, sendo iniciadas pelo educador.
6
- HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
6.1- Fazer o relaxamento. Fechar os olhos e visualizar Jesus e seus pais: Maria e José. Pensar na sua
convivência feliz... harmoniosa... cheia de amor e cooperação
6.2- Meditar:
Como é bom viver em harmonia!
7- AUTO-AVALIAÇÃO
CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. VIII
Fig. 1- Didi e Pedrinho adoravam jogar bola. Na saída da escola os dois passavam pelo campinho de
futebol e ficavam olhando a bola rolar, com aquela vontade de jogar! Mas a turma da bola... nem "dava
bola"...
–
Queria tanto ter uma bola profissional! – disse Didi para Pedrinho, sem tirar o olho do
jogo. Um dia, aquilo que tanto queriam, aconteceu. Jonas, o dono da bola, perguntou aos dois:
–
Vocês aí, querem jogar? Eu dou dez minutos de chance. – disse Jonas.
Na mesma hora os dois entraram no jogo substituindo dois meninos no time adversário ao de Jonas. Porém,
cinco minutos depois, Didi já tinha feito dois gols, o que deixou Jonas tão furioso que começou a gritar: –
Chega! Acabou o jogo! – e retirou a bola de campo.
– Acabou? Já? reclamou Didi. Agora que estava começando?! Você disse que...
Fig. 2- A discussão estava esquentando, Didi foi ficando vermelho de raiva, mas Pedrinho conseguiu convencêlo a voltar para casa. Estava emburrado, mas seguiu com o Pedrinho.
D. Rita, ao vê-1os com aquelas caras tão estranhas, perguntou carinhosamente:
– O que está acontecendo?
Os dois se olharam e não responderam. Ficaram ali sentados, um tempão, calados, até que...
– Puxa, mãe! Quando saímos da escola... – desembuchou o Pedrinho, que contou tudo. O Didi continuava
mudo, ouvindo quieto e aos poucos foi-se acalmando, ouvindo aquela conversa entre mãe e filho com tanto
respeito e ternura. De repente ouviu-se um tumulto.
— Socorro, D. Rita! — gritavam lá fora alguns garotos.
– O que houve? – perguntou a mãe de Pedrinho.
– O Jonas caiu no buraco. Acho que quebrou a perna. Ele está gritando de dor. – falou o menino. D.
Rita, que é enfermeira, pegou sua maleta de primeiros socorros e saiu chamando Didi e Pedrinho. Ela
imobilizou a perna do Jonas com talas.
Fig. 3 - Depois Pedrinho e Didi fizeram uma cadeirinha com os braços e o levaram para o hospital mais
próximo.
Algum tempo depois, com a perna engessada e sem ares de valente, Jonas disse para o Didi:
– Você é muito bom no futebol! Desculpe-me pelo que aconteceu.
E olhando para D. Rita falou:
− - Obrigado por tudo, D. Rita.
Os três sorriram e, prometendo visitá-lo, voltaram para casa.
Fig. 4 - Lá chegando, sentaram-se no sofá e comentaram os acontecimentos do dia.
– D. Rita, como é bom a gente poder conversar sobre o que sente. – disse Didi. Era o que eu costumava
fazer com a mamãe.
– Podemos sentar sempre para urna conversa. – falou D. Rita segurando a mão de Didi. –
Vocês têm um tipo diferente de família – disse Didi.
–
Diferente, como? – perguntou Pedrinho.
–
Ora, vocês não guardam raiva... Ajudaram o Jonas que foi tão "metido"... Receberam meu irmãozinho
e eu na sua casa... Vocês nunca brigam...
–
Ora, Didi, na vida aprendemos muitas coisas boas mas, se a gente não as coloca em prática, de que
adianta? – falou D. Rita.
– No Culto Cristão no Lar, estudamos o Evangelho de Jesus, aprendemos com seu exemplo, e oramos
pelos necessitados. Também buscamos conviver com alegria e respeito e assim somos felizes - explicou
Pedrinho.
Nesse instante, olhando pela janela, falou D. Rita:
–
Ih! Está começando a chover. Vou recolher a roupa lavada.
– Nós vamos ajudá-la. – disseram os meninos, bem animados, seguindo D. Rita até o quintal.
Didi estava se sentindo muito feliz na companhia de pessoas tão bondosas. Essa convivência familiar estava
dando novo ânimo ao menino do Orfanato, que também se preocupava muito com o irmão Pinduca, ainda
tão pequeno e frágil.
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
OBJETIVO: Identificar
CONVIVÊNCIA FAMILIAR
☺ C.E.A. II-04-41
os sentimentos e atitudes que favoreçam uma convivência familiar harmoniosa e feliz.
1.
ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões
2.
HARMONIZAÇÃO INICIAL
3.
ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
no MA-03 e MA-05
Contar o seguinte fato:
Uma cachorrinha e uma gatinha foram criadas juntas e com muito carinho. Quando cresceram tiveram filhotes no mesmo tempo, mas a gata morreu logo depois. A cadela, então,
amamentou a sua própria cria e mais os filhotes da gata, cuidando deles, tal como se fossem
seus (anexo 1).
4-
ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Perguntar às crianças:
— Uma cadela costuma criar gatinhos?
— Por que isso aconteceu, nesse caso?
— Se a cachorrinha e a gatinha não tivessem crescido juntas e amigas, o que teria
acontecido?
Explicar que na vida em família, as pessoas, mesmo diferentes umas das outras, também precisam
conviver bem, ajudando-se, para serem felizes.
4.2- Narrar: OS CARTÕES VERDES
4.3- Propor que, por alguns minutos, também brinquem com cartões verdes e vermelhos: Colar em cada
metade de uma folha grande a figura de uma criança. Depois apresentar uma situação e pedir a
alguém do grupo que diga se a ação merece cartão verde ou vermelho, prendendo-o junto ao
personagem (do cartaz) a quem foi imaginariamente atribuída a ação. Pedir que digam o porquê da
ação ser certa ou errada.
Exemplos:
• A mãe de João pediu para ele guardar o uniforme. O menino respondeu: "Não vou guardar, não!"
• Maria pediu emprestado a boneca mais bonita da irmã. Brincou muito com ela e quando a mãe
chamou para tomar banho, deixou a boneca no quintal.
• O avô de João chegou em sua casa e abraçou-o perguntando: "Como vai, João?". O menino
respondeu: "Vou bem, obrigado. E o senhor, vovô?".
• Maria estava sentada no ônibus. Entrou uma idosa e não tinha lugar para ela. Maria ofereceu-lhe o
lugar.
• João e sua mãe estavam esperando o elevador. Quando chegou no andar em que estavam, João
abriu a porta e disse: "Entre, por favor, mamãe."
• Maria e seu irmão estavam jogando boliche com alguns colegas. O irmão de Maria não conseguia
acertar. Um dos colegas gritou: "Você é burro!". Maria chegou perto e disse: "Você não é burro
porque não derrubou o boliche. Você só precisa treinar bastante, que vai conseguir".
5-
ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Oferecer meia folha de papel ofício para cada criança, pedindo que o, decorem com flores ou outro
motivo. Ensinar depois a dobradura da casa:
5.2- Colocar o nome da criança na sua dobradura. Colá-las verticalmente numa folha grande.
5.3- Pedir que cada um diga uma frase bonita sobre o seu lar. O educador a escreverá ao lado da
dobradura da criança.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
Proceder ao relaxamento. Pedir que visualizem uma casa igual a que fizeram... Na frente da casa surgiu
uma linda flor... Observem bem essa flor... Sintam o seu perfume... Pensem em alguém a quem queiram
oferecer esta flor:
Ofereço esta flor para....
7- AUTO-AVALIAÇÃO
OS CARTÕES VERDES
Fig. 1-Armandinho era um menino de três anos muito esperto e simpático. Pele morena, olhos•pretos e
grandes como duas jabuticabas, rostinho bem redondo.
Mas, talvez por ser muito mimado, queria que todos fizessem as suas vontades.
– Quero a pipoca da Daniela...
− Quero o sorvete da Aninha...
– Quero... quero... quero...
Fig. 2- Por mais que a mamãe explicasse, Armandinho abria uma grande boca e batia o pé...
Fig. 3- As irmãs maiores também estavam trazendo alguns problemas.
Aninha vestia as roupas da Daniela sem pedir e acabava em briga...
Fig. 4-Daniela saía para conversar com as amigas sem arrumar seu quarto, nem acabar os exercícios da
escola...
E a mamãe estava ficando cansada e triste.
O papai entrou de férias do trabalho e resolveu ajudar a família.
Fig. 5- Acordou bem cedo, chamou os filhos e mostrou vários cartões verdes e vermelhos.
Avisou que cada vez que os filhos tivessem atitudes de respeito e ajuda à família ganhariam um cartão verde.
Mas, se fizessem coisas erradas, ganhariam um cartão vermelho.
A cada dez verdes, ganhariam um prêmio: um sorvete ou um saco de pipoca.
No final do primeiro dia, quando o papai mostrou os cartões, foi uma tristeza!
Muitos cartões vermelhos e muito poucos verdes.
Os meninos ficaram surpresos. Nem tinham percebido as coisas erradas que fizeram. Mas o papai explicou o
motivo de cada cartão.
Depois de alguns dias, os meninos estavam prestando mais atenção ao que faziam.
Fig. 6- E cada um foi ganhando cartões verdes. Depois sorvetes e sacos de pipoca...
Até o Armandinho, que era muito esperto.
A mamãe voltou a ficar bem disposta e alegre...
Papai abraçava os filhinhos e também parecia bem feliz...
(COLABORAÇÃO DE CLÉO ALBUQUERQUE DE MELO)
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
OBJETivo: Identificar
1.
CONVIVÊNCIA FAMILIAR
☺ C.E.A. II-04-42
os sentimentos e atitudes que favoreçam uma convivência familiar harmoniosa e feliz.
ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões
no MA-03 e MA-05
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
3.1- Colocar no chão, à vista das crianças, durante a rodinha, algumas moedas (aproximadamente um
real). Chamar algumas crianças e perguntar:
– O que vocês fariam se tivessem este dinheiro?
3.2- Ouvir as crianças, aceitando suas respostas, apenas levando-as a refletir caso revelem ações
insensatas.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Propor a seguinte situação:
– Vocês têm este dinheiro e resolvem comprar um sorvete, mas a mamãe diz que o açúcar
acabou e ela não tem dinheiro. O que vocês fariam?
4.2- A partir do exemplo acima, explicar que o dinheiro deve ser usado, primeiro, para o que é
necessário, o mais útil para a família. Dar exemplos da vida da criança. Aproveitar para relembrar a
importância dos cuidados com a roupa, com os calçados etc, para evitar despesas desnecessárias.
4.3-Narrar: A CASA NOVA, utilizando flanelogravura.
4.4- Verificar a compreensão da história através de perguntas, como:
– Por que mamãe disse para Lucas que não podia gastar dinheiro?
– O chocolate custava menos que o sorvetão. Mas por que a mamãe não comprou?
– Lucas arrependeu-se de ter desobedecido a mãe? Por quê?
– O que curou Lucas da dor na barriga?
– Qual foi a surpresa?
– Quem construiu a casa?
– A quem a família agradeceu?
4.5- Concluir que:
A desobediência traz sempre conseqüências desagradáveis.
Quando todos colaboram a família vive mais feliz.
S- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Dizer:
D.Coruja mora na árvore de uma fazenda. Seus olhos grandes brilham e vêem no
escuro. Ela vê tudo o que os animais fazem. D. Coruja fica muito contente quando vê
os bichinhos fazerem coisas boas. Vocês querem saber o que viu desta vez?
5.2- Colocar o CD/LFC "Histórias Cantadas" de Sonia da Palma, para que as crianças, ouvindo a
música "Dona Galinha", identifiquem o que D. Coruja viu.
Dona Galinha
Dona Galinha, seu Galo e os Pintinhos
Vão recolhendo minhocas no caminho.
Até que um Pintinho do grupo se afastou: –
Vem cá, meu Pintinho! a mamãe falou. Fica
perto da mamãe e do papai.
– Tá bom, mamãe, Pintinho não, não foge mais.
– Fica perto da mamãe e do papai.
– Tá bom, mamãe, Pintinho não, não foge mais.
5.3- Conversar sobre a história musicada e pedir que as crianças façam um desenho sobre ela.
6-
HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
6.1- Fazer o relaxamento. Pedir que visualizem um ninho. Dentro dele está uma família de passarinhos
cantando alegremente.
Vejo uma família feliz.
6.2- Meditar:
7-AUTO-AVALIAÇÃO
A CASA NOVA
Lucas estava sentado na frente de sua casa (flanelogravura 1) quando passou uma menina tomando um
sorvetão que parecia muito gostoso (flanelogravura 2)
Lucas entrou em casa (substituir flanelogravura 1 pela flanelogravura 3) e perguntou à mamãe (flanelagravura 4):
-- Mamãe, compra para mim um sorvetão?
– Não, meu filho, porque o sorvetão é caro e não podemos gastar dinheiro.
Lucas, aborrecido, fez nova pergunta:
– Compra para mim um chocolate?
– Também não, meu filho. O médico não explicou que você ainda não pode comer chocolate?
Lucas saiu aborrecido (retirar as flanelogravuras 3 e 4).
- É sempre assim: "não pode", "é caro"... Até nos domingos ninguém mais passeia! – resmungou o
menino.
De repente ele lembrou-se que tinha umas moedinhas no cofre. Abriu-o, pegou o dinheiro e correu até a
padaria para comprar um chocolate. "Será que o dinheiro vai dar para comprar? O chocolate custa menos
que o sorvete". – pensava.
– Que bom! Deu para comprar.
E ali mesmo. na padaria, comeu todo o chocolate (flanelogravura 5).
O dia seguinte amanheceu lindo! Bom para brincar! Mas.... Lucas estava enjoado e com dor na barriga
(substituir flanelogravura 5 pela flanelogravura 6). Nem conseguiu tomar o café. "O chocolate fez mal
para mim. -- pensou. Bem que o médico avisou"...
Lucas contou sua desobediência à mamãe. Ela ficou triste com o filho. Preparou um remédio meio amargo e
deu a Lucas dizendo:
– Logo hoje que preparamos urna surpresa para você! Mas não poderá sair de casa...
Lucas estava arrependido. "Por que tinha desobedecido a mamãe? Que adiantou comer o chocolate? Agora
estava doente... E qual seria a surpresa da mamãe?". – pensava Lucas, quase chorando.
O remédio amargo fez bem ao menino. Na hora do almoço não sentia mais dor e pôde comer. Vendo que o
filho tinha melhorado, bem mais tarde, o pai de Lucas chamou-o:
– Vamos sair. Você vai conhecer a surpresa!
Qual foi? O que seria uma boa surpresa para vocês? (ouvir as crianças).
Foi a casa nova, onde a família vai morar!
Era uma casa verde com janelas, portas brancas e urna varandinha (flanelogravura 7).
Simples, mas construída com carinho pelo papai, ajudado pela mamãe, nos finais de semana.
Na árvore grande do quintal foi pendurado um balanço para Lucas (flanelogravura 8). Ao
lado, um banco feito com um tronco de árvore (flanelogravura 9).
Todos estavam muito felizes e ali mesmo agradeceram a Deus pela nova casa.
PROTEÇÃO ESPIRITUAL
"Antes da reencarnação, Espíritos generosos endossaram as súplicas da alma
arrependida(..) Esse irmãos e educadores passam a ser testemunhas permanentes
do tutelado, enquanto perdura a nova tarefa e lhe falam sem palavras, nos
refolhos da consciência."
Emmanuel ("Pão Nosso")
"... na maioria das ocasiões, o socorro inicial do Céu nos vem ao caminho co-
mum, através de angústias e desenganos. Aguarda porém, confiante, a passagem
dos dias. O tempo é o nosso explicador silencioso e te revelará ao coração a
bondade infinita do Pai que nos restaura a saúde da alma, por intermédio do
espinho da desilusão ou do amargoso elixir do sofrimento."
Emmanuel ("Pão Nosso")
"A proteção da Espera Superior é inegável para todos nós que ainda nos
movimentamos na sombra. Ai de nós, todavia, se não procurarmos as bênçãos da
luz!...
André Luiz ("Agenda Cristã")
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
PROTEÇÃO ESPIRITUAL
C.E.A. II-05-01
OBJETIVO: Reconhecer
que todos os lares contam com protetores espirituais, cuja atuação se efetivará conforme o ambiente espiritual da família.
2.
ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões
HARMONIZAÇÃO INICIAL
3.
ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
1.
no MA-03 e MA-05
Apresentar ao grupo o anexo 1 e perguntar:
- Vocês já viram uma situação como esta?
– O que se pode fazer para impedir que as moscas pousem no alimento?
4-
ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Dialogar com o grupo sobre as seguintes idéias:
• Procuramos proteger com cuidado o alimento dos insetos e impurezas. Há outras coisas,
também importantes, que necessitam de proteção, como por exemplo, o lar.
• É fácil proteger-nos das coisas que vemos. Mas é difícil proteger-nos do que não vemos. Ex: a
ação de um micróbio.
• Os lares recebem também influências de seres invisíveis, bondosos ou não, que são atraídos,
conforme a convivência que exista entre os membros da família.
• Se há ódio, brigas ou vícios no ambiente familiar, atraímos seres com estes sentimentos e
atitudes. Há, também, os bondosos, que se aproximam atraídos pelos laços de amor, pelos
nossos bons sentimentos e boa vontade.
4.2- Narrar: A PROTEÇÃO INVISíVEL
4.3- Perguntar:
–
–
–
–
Que ensinamento de Jesus D. Matilde relembrava sempre antes de ler o Evangelho
Qual foi a atitude tomada por Seu Bento quando caiu e se machucou?
Seu Bento teve a ajuda solicitada na oração
O médico desviou-se do caminho habitual naquele dia. Foi apenas coincidência?
4.4- Concluir:
O Contamos com a proteção de Deus, através dos amigos espirituais que atuam em Seu nome. O
Devemos buscar o apoio da oração e das boas atitudes para cooperar na proteção do lar.
5-
ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Perguntar:
– Qual sentimento está faltando nos lares e que seria muito importante para melhorar a
convivência familiar?
Observação: O coordenador deverá anotar no quadro ou folha de papel grande as
respostas dadas.
5.2- Solicitar que os grupos apresentem uma situação do cotidiano onde exista um conflito causado pela
falta desse sentimento. Cada grupo deverá buscar uma ou mais soluções.
6-
HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
6.1- Após o relaxamento habitual, visualizar que está com a sua família.
É noite e olham para as estrelas muito brilhantes. Oram comovidos, diante da beleza da Criação...
Todos sentem a presença de Deus...
6.2- Meditar:
Deus protege a minha família.
7-
AUTO-AVALIAÇÃO
A PROTEÇÃO INVISÍVEL
"Seu" Bento e D. Matilde moravam em um pequenino sítio em companhia do cachorro Blau.
Fig. 1- Todos os dias, pela manhã, o casal se reunia na modesta sala onde liam o Evangelho e oravam. O
cachorro estava sempre junto e parecia até entender a importância daquele momento.
Ficava quietinho junto aos donos. E D. Matilde, antes de iniciar a leitura do Evangelho, relembrava as palavras de Jesus: "— Quando uma ou duas pessoas se reunirem em meu nome, eu lá estarei entre elas..."
— Está vendo, Blau? Jesus está conosco todos os dias através dos amigos espirituais. — dizia "Seu"
Bento olhando para o cão que, então, abanava a cauda.
Fig. 2 - Um dia, D. Matilde precisou fazer compras na cidade e "Seu" Bento ficou sozinho com o cão. Ia
saindo distraído, quando não viu uma raiz que estava meio oculta no chão e caiu. Ao tentar levantar-se, sentiu
uma forte dor na perna esquerda e continuou caído no chão.
— Meu Deus, me ajude! — pediu em oração sincera.
"Seu" Bento procurou manter a calma. De repente, sentiu algo gelado tocando-lhe a mão: era o focinho do
Blau...
— Blau! Como é bom ter você comigo, velho amigo!
Fig. 3- O cão deitou-se ao lado de seu dono, ali permanecendo para protegê-lo. De vez em quando ele se
levantava, indo até a porteira, para logo depois retornar e ficar junto de "Seu" Bento.
Algum tempo depois, Blau levantou as orelhas, como se tivesse escutado algo. Deu um salto, correu em
direção à porteira e pôs-se a latir muito.
"Seu" Bento viu uma pessoa aproximando-se da porteira. Era a sua grande oportunidade!
— Socorro! Preciso de ajuda! — gritou.
Fig. 4- O homem entrou rápido, alertado pelo pedido de socorro.
Era um senhor muito distinto, o Dr. Álvaro, médico da região, que estava indo para casa depois de atender
um paciente.
— Você não imagina a sorte que teve! — disse ele. Eu nunca venho por este caminho, mas no último
mo-mento senti vontade de mudar de direção. Foi então que ouvi o seu cachorro, que não parava de latir e
parecia muito aflito. Percebi que havia algo errado.
Orou, agradecendo a Deus a ajuda recebida e, também, por ter um cão tão fiel quanto o Blau.
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
PROTEÇÃO ESPIRITUAL
C. E. A. II-05-21
OBJETIVO: Reconhecer
que todos os lares contam com protetores espirituais, cuja atuação se efetivará
conforme o ambiente espiritual da família.
1.
ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões
2.
HARMONIZAÇÃO INICIAL
3.
ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
no MA-03 e MA-05
Travar o seguinte diálogo com os participantes:
- A limpeza é importante?
- O que acontece quando não limpamos a nossa casa?
- Que bichos são atraídos pelo lixo?
- Como vocês se sentem em um local limpo?
- Manter a nossa casa limpa é tarefa de quem?
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Refletir com os participantes sobre as seguintes questões:
• E importante limpar a nossa casa para não atrair ratos, baratas e moscas que causam doenças e
prejudicam a nossa vida. Da mesma forma, temos de ter o cuidado com outros tipos de sujeira
(raiva, ciúmes etc), que não vemos, mas que podem causar muito mal em nosso lar.
• Quando mantemos limpa a casa do nosso coração com boas atitudes (cooperação, prece,
amizade etc), atraímos a proteção de Deus, através de "amigos bondosos, invisíveis" em nosso
lar.
4.2- Narrar: CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. IX
4.3- Fazer perguntas em tomo da história, tais como:
- O que vocês acharam da atitude de Jonas?
- Por que o Juquinha estava triste?
- Qual foi a atitude de Pedrinho ao ouvir o problema de Juquinha?
- O que é o Culto Cristão no Lar?
- Como se sentiu Juquinha após freqüentar o Culto Cristão no Lar?
- Por que Juquinha tinha medo do Tonhão?
- Para vocês, Juquinha contou com a proteção espiritual? Por quê?
4.4- Concluir que:
Todos os lares contam com a proteção divina, cuja atuação se efetivará conforme o ambiente
espiritual da família.
O Culto Cristão no Lar é o momento em que junto à nossa família estudamos os ensinamentos de
Jesus para nos tornarmos melhores, cooperando para a paz e proteção espiritual do lar.
5-
ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Separar os participante em cinco grupos.
5.2- Distribuir papel pardo, tesoura, cola e revista para os grupos, pedindo que pesquisem ações que
favoreçam a proteção espiritual no lar.
5.3- Solicitar que os grupos formem, com os seus trabalhos, um único painel.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
6.1- Pedir aos participantes para fechar os olhos, relaxar e respirar calmamente. Em seguida, visualizar
todos os seus familiares envolvidos por uma luz azul, que vai representar a proteção de Deus.
6.2- Meditar:
Deus protege a minha família.
CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. IX
Fig. 1- Aquela manhã prometia muitas surpresas... A primeira delas foi a visita de Jonas, com gesso e tudo,
a Pedrinho e Didi. Ele veio trazido pelo irmão mais velho.
− Eu vim agradecer, mais uma vez, por tudo o que vocês fizeram por mim, ontem. - disse Jonas.
− Nem pense nisso! -respondeu Pedrinho.
− Como está a sua perna? - perguntou Didi.
E os meninos conversaram toda a manhã.
Fig. 2- Bem mais tarde, depois que Jonas tinha partido, Juquinha, morador do Bairro Maravilha, próximo à
Vila Verde, procurou Pedrinho e Didi. Ele era um dos meninos que na véspera, chamou D. Rita para ajudar o
Jonas.
− Vocês foram muito "legais", ontem, com o Jonas. Todos acharam que vocês jogam muito bem! Se um
de vocês quiser tomar o meu lugar no time...
− Por quê? - interrompeu Didi.
- Nós vamos mudar do Bairro Maravilha. O meu pai perdeu o emprego. Ele é pedreiro e como não está
conseguindo trabalho, vai tentar a sorte em outro lugar.
− Nossa! O meu pai também perdeu o emprego uma vez. Mas ele falava que era importante confiar em
Deus. - disse Pedrinho.
− Lá em casa não está acontecendo assim. O meu pai está nervoso, brigando com todo mundo. A minha
mãe não está conseguindo dormir e o meu irmãozinho vive chorando! Ele é pequeno, mas está sentindo o
clima e eu não sei mais o que fazer...
Pedrinho olhou para o rosto triste de Juquinha e pensou: "Que problemão tem o Juquinha; como poderei
ajudá-lo, meu Deus?"
Foi então que, enquanto dirigia a Deus este apelo, pareceu ouvir uma voz interior que disse: "Seja um bom
amigo para o Juquinha. Convide-o a participar do Culto Cristão no Lar. Todos contam com a proteção
espiritual, em nome de Deus."
Assim, Pedrinho fez o convite a Juquinha, conforme a intuição e, ante a estranheza do amigo, foi logo
explicando:
− O Culto Cristão no Lar é o momento em que a família se reúne para ler e comentar as lições de Jesus.
Nós também fazemos a prece em família e isso sempre nos ajudou muito!
Fig. 3- Juquinha aceitou e participou da reunião na casa de Pedrinho. Depois, comentou:
− Gostei muito deste momento de prece na sua casa Pedrinho. Eu nunca me senti tão bem!
− Volte outras vezes! - convidou D. Vilma.
Foi assim que Juquinha começou a participar do Culto Cristão, no lar de Pedrinho. Sentia-se mais calmo. A
mãe, vendo-o assim, tão bem, ao saber do que se tratava, passou a participar também.
Um dia, ao se dirigir à escola, um colega de Juquinha deu-lhe uma notícia que ele considerou terrível:
− O Tonhão está procurando você!
− O Tonhão!? - falou Juquinha lembrando-se do menino forte que metia medo em todo mundo e que era
muito brigão! - Mas isso tinha de acontecer logo agora que eu comecei a participar do Culto Cristão no Lar? E
agora?!
Fig. 4- Ia pensativo para casa e, ao dobrar a esquina, esbarrou com o Tonhão! Muito assustado, olhou para
aquele meninão, que foi falando:
− Juquinha! Eu estava justamente procurando você! ! E agora que eu encontrei...
Juquinha pensou: "Ele vai me bater!" Ele esperou... esperou... e nada! Abriu os olhos e o Tonhão falou:
− Estamos precisando de um pedreiro lá em casa para um serviço muito grande.
Será que o seu pai está com tempo para fazer o trabalho? Deve durar uns seis meses e talvez o meu pai tenha
outros serviços depois...
Juquinha, aliviado, olhou para o alto e sorriu...
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
PROTEÇÃO ESPIRITUAL
C.E.A. II-05-22
OBJETIVO: Reconhecer
que todos os lares contam com protetores espirituais, cuja atuação se efetivará conforme o ambiente espiritual da família.
1.
ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões
2.
HARMONIZAÇÃO INICIAL
3.
ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
no MA-03 e MA-05
3.1- Previamente, superpor e colar pelas bordas, nos anexos 1 e 2, as janelas do anexo 3 (fechadas, mas
prontas para abrir).
3.2- Apresentar ao grupo os anexos 1 e 2 com as janelas fechadas e perguntar:
– As famílias que moram nestas duas casas estão protegidas da chuva?
3.3- Mostrar, a seguir, o interior das casas (pedir que um participante abra as janelas) e perguntar:
– O que está acontecendo dentro das casas?
– Como estão os moradores?
– Em qual destas duas casas vocês gostariam de morar? Por quê?
– O que é necessário fazer para parar de chover dentro da casa? (mostrar o anexo 2).
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Ouvir a opinião de todos e, através do diálogo, conduzi-los à seguinte reflexão:
– Assim como o nosso lar necessita de uma proteção (um telhado perfeito) contra o tempo é
importante também proteger a família contra outras "tempestades" que entram dentro da nossa
casa, mesmo em um dia bonito de sol. São elas:
• a "tempestade" da irritação.
• a "tempestade" do mau-humor.
• a "tempestade" da preguiça.
a "tempestade" das brigas.
4.2- Perguntar:
– Qual a proteção que podemos usar contra essas "tempestades"?
4.3- Ouvir os participantes e concluir:
É necessário proteger o nosso lar através da prece, da confiança em Deus e das boas atitudes
(tratar bem os irmãos, a mãe e o pai; ajudar nas tarefas de casa etc).
4.4- Narrar: CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. X, usando o recurso do teatro de vara. (Se preferir usar
fantoches ou representação ao vivo).
4.5- Avaliar a compreensão da história:
– Por que Zequinha estava aborrecido?
– Que "tempestade" estava caindo dentro da casa?
– Como Zequinha poderia buscar a proteção contra aquela "tempestade"?
– Foi bom Zequinha não ter ido jogar futebol? Por quê?
– O que é estar protegido pelo "telhado de Deus"?
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Solicitar que os participantes construam a sua casa, através de dobraduras, conforme as especificações
abaixo:
a- Recortar um quadrado de 10 ou 15 cm em papel de revista.
b- Dobrar conforme o modelo.
5.2- Pedir que colem a casa em uma folha de papel. Ao lado façam um desenho que expresse de
forma
6- HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
6.1- Fazer o relaxamento da forma habitual. Visualizar uma luz envolvendo o próprio lar e todos que nele
estão. Esta luz é a proteção de Deus...
6.2- Meditar:
Deus protege o meu lar.
7- AUTO-AVALIAÇÃO
CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. X
NARRADOR
Os meninos da Vila Verde tinham marcado um importante jogo de
futebol para aquele sábado. Mas... o dia amanheceu com muita chuva. As árvores do
Condomínio iam e vinham levadas pelo vento. Zequinha observava a chuva da varanda de sua
casa, muito chateado:
AVÓ DITA
Essa não! Por que isso tinha que acontecer?! !
O que você está reclamando aí, menino?
ZEQUINHA
O tempo, avó Dita, o tempo! Deus esqueceu que hoje é sábado?
AVÓ DITA
Tanto não esqueceu, que está mandando esta chuva, para que tenhamos
água para beber; para nadar no riacho; para manter as árvores bonitas, que
dão para nós sombra e frutos.
ZEQUINHA
ZEQUINHA
Mas tinha de cair essa tempestade logo no dia da decisão do campeonato
de futebol de Vila Verde? Todos nós combinamos nos encontrar no "campinho"
AVÓ DITA
Então é por causa de um jogo que está tendo este temporal aqui dentro?
ZEQUINHA
Não está chovendo aqui dentro, avó Dita!
AVÓ DITA
Está sim. E na sua cabeça
Onde? Não estou sentindo nada!
ZEQUINHA
AVÓ DITA
Por que está procurando fora da cabeça e não dentro dela. Você está
tendo uma tempestade de raiva!
ZEQUINHA
E isso é tão ruim assim?
Claro que é! Assim como são ruins as tempestades da preguiça e das
brigas, porque, diferente das chuvas da natureza, elas permanecem
dentro do nosso lar, mesmo que um sol bonito esteja lá fora. E agora
me responda: Você quer ficar com uma tempestade na sua cabeça?
Não, avó Dita!
AVÓ DITA
ZEQUINHA
AVÓ DITA
Então, meu neto, busque logo a proteção do "telhado de Deus". E aceite
com paciência o que não pode ser mudado. Não deixe que outra
"tempestade" pegue você.
ZEQUINHA
Está bem... mas não é tão fácil assim!
Fica fácil, se você não esquecer da paciência e da confiança em Deus.
Acredite! (entra Neuza, mãe de Zequinha).
AVÓ DITA
NEUZA
Que bom que você está em casa, Zequinha! Um ônibus perdeu o freio e
foi na direção do "campinho", onde vocês jogam futebol. Não havia
nenhuma criança lá, por causa da chuva forte. (Zequinha fica inquieto).
NEUZA
Que isso é meu filho? Você não está se sentindo bem?
É vergonha, mãe, por ter reclamado da chuva!... E também por ter
esquecido de como é bom estar protegido pelo “telhado de Deus!”
ZEQUINHA
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
PROTEÇÃO ESPIRITUAL
☺
C . E . A . II-05-41
OBJETIVO: Reconhecer
que todos os lares contam com protetores espirituais, cuja atuação se efetivará
conforme o ambiente espiritual da família.
1.
2.
ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões
HARMONIZAÇÃO INICIAL
3.
ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
no MA-03 e MA-05
3.1- Apresentar (flanelogravura A) e perguntar:
– O que poderá acontecer se esta criança continuar andando
descalça?
– O que ela deve fazer para proteger os pés?
3.2- Ouvir as respostas e, em seguida, sobrepor o sapato (flanelogravura B) no pé descalço. Dizer
que os sapatos servem como proteção para os pés; com eles, evitamos ferimentos e algumas
doenças adquiridas pelos pés em contato com o chão.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Dialogar sobre coisas que podemos utilizar para a nossa proteção como, por exemplo:
• O casaco para proteger do frio;
• O guarda-chuva como proteção para a chuva.
4.2- Explicar que irão conhecer um outro tipo de proteção muito importante, na história que será
contada.
4.3-Dramatizar: A
PROT E Ç Ã O DE DE U S,
usando flanelogravuras.
4.4- Dialogar a partir da dramatização:
– Quem protege a Nina quando ela está sozinha?
– Como Deus cuida de nós?
– Como podemos falar com Deus?
– Nós podemos ajudar Deus a proteger nossa família? Como?
4.5- Concluir que nós devemos ter o cuidado de evitar perigos. Assim estamos colaborando para
receber a proteção de Deus (Dar exemplos do cotidiano da criança).
S ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Separar as crianças em três grupos.
5.2- Pedir que, através de expressão corporal, cada grupo demonstre uma das seguintes ações:
– A proteção de um animal para com o seu filhote.
– A proteção de um irmão mais velho para um irmão mais novo.
– A proteção de um "amigo invisível"
6- HARMONIZAÇÃO FINAL
6.1- Pedir que de olhos fechados imaginem sua casa. Uma luz azul está dentro dela.
Essa luz é do amigo invisível que Deus manda para proteger o lar.
6.2- Meditar:
Deus protege o meu lar.
7- AUTO-AVALIAÇÃO
A PROTEÇÃO DE DEUS
NARRADOR:
NINA:
D. ADELAIDE:
NARRADOR:
NINA:
D. ADELAIDE:
NINA:
D. ADELAIDE:
NINA:
D. ADELAIDE:
NINA:
D. ADELAIDE:
NINA:
D. ADELAIDE:
NARRADOR:
NINA:
D. ADELAIDE:
NINA:
NARRADOR:
PATINHO:
D. ADELAIDE:
NINA:
D. ADELAIDE:
NINA:
Era uma linda manhã de domingo. D. Adelaide e Nina estavam conversando na pracinha
(flanei. 1 e 2).
– Mamãe! Olhe só quantos patos! (flanelogravuras 3 e 4).
– Estou vendo! E acho que pertencem a uma mesma família.
Os patinhos foram na direção da mãezinha (flanelogravura 5) que estava de asas abertas para
recebê-los (aproximar os patinhos).
– Por que eles estão querendo ficar debaixo das asas da mamãe pata?
– Eles estão procurando proteção.
– Os patinhos têm a mamãe pata. Eu e o meu irmão temos você e o papai para nos
protegerem!
– Isso mesmo! (um dos patinhos se afasta da família).
– O patinho está indo para longe da mãe. Vai ficar sem a proteção dela.
–Neste lugar não há perigo porque muitos protegem o patinho: as crianças, o jardineiro, o
guarda da pracinha...
– E eu, só tenho você e papai para me protegerem?
–Nina, você tem a proteção de Deus! Ele é nosso Pai. Todos os dias não conversamos com
Ele na prece que fazemos em casa?
– É mesmo! E como Deus cuida de nós?
– Ele manda amigos bondosos que nos protegem. Nós não podemos ver, mas eles nos
ajudam de muitas formas.
Novamente o patinho chamou a atenção de Nina. Ela viu o momento em que o pequenino
abocanhou um pedacinho de pão caído no chão (prender um pedacinho de pão no bico do
patinho).
– Mamãe, acho que Deus esqueceu de me proteger semana passada quando a minha
barriguinha doeu!
– Deus esqueceu de você ou você é que não deveria comer todos aqueles doces?
– É mesmo! (envergonhada).
O patinho se afastava mais. De repente, caiu em um buraco. O patinho não conseguia sair!
– Quá! Quá! Quá! (grita desesperado o patinho).
(Nina aproxima-se e, com muito cuidado, tira o patinho do buraco, colocando-o junto à
família. Os outros patinhos ficam em volta do irmãozinho).
– Você agora foi a protetora desse patinho.
– Quando cuido do meu irmão, também estou ajudando Deus na proteção da família?
– Isso mesmo! A prece e o amor são importantes no lar. Agora veja: D. Pata está voltando
para o ninho com os patinhos (movimentar as flanelogravuras). Acho que está na nossa
hora também. Vamos para casa?
– Sim, mamãe! Hoje aprendi muito sobre a proteção de Deus. E vocês, também? (pergunta
à platéia)
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
OBJETIVO:
1.
PROTEÇÃO ESPIRITUAL
☺ C.E.A.
II-05-42
Reconhecer que todos os lares contam com protetores espirituais, cuja atuação se efetivará
conforme o ambiente espiritual da família.
ATIVIDADE DINÂMICA:
sugestões no MA-03 e MA-05
2.
HARMONIZAÇÃO INICIAL
3.
ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Apresentar a figura da criança sendo vacinada (anexo 1) e perguntar:
– O que está acontecendo com esta criança
– Como a criança da gravura, vocês também já tomaram alguma vacina?
– Por que a vacina é importante?
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Conduzir a seguinte reflexão:
A vacina protege as pessoas de doenças, algumas delas, muito sérias. A casa onde mora a nossa
família também pode ficar doente e, por isso, necessita de uma vacina muito especial, como veremos
na história a seguir.
4.2- Narrar: A
CASA DE TIJOLOS VERMELHOS,
usando flanelogravuras.
4.3- Avaliar através de perguntas, a compreensão da história:
– O que estava acontecendo com as casas da vizinhança?
– Como viviam as famílias das casas que ficaram doentes?
– Como vivia a família da Casa de Tijolos Vermelhos?
– As casas grandes descobriram como apareciam os monstrinhos?
– Qual vacina a família deve tomar para proteger-se dos terríveis monstrinhos?
– Por que a Casa de Tijolos Vermelhos soube que não ficaria doente?
4.4- Ouvir as crianças e concluir:
A prece, o bom comportamento, os bons hábitos e atitudes gentis protegem o nosso lar. O
Deus protege o lar através de anjos bons, que são amigos invisíveis.
5
- ATIVIDADE CRIATIVA:
5.1- Distribuir lápis, papel e tesoura. Oferecer alguns modelos de casinha, em cartolina, para que cada
criança desenhe e decore, como desejar, a sua casa (ver técnicas desenho no MA-02).
5.2- Pedir às crianças que escolham um nome para a sua casa e digam como fazem para se defenderem
dos "monstrinhos".
6
- HARMONIZAÇÃO FINAL
6.1- Pedir que, de olhos fechados, imaginem-se realizando ações de amor: dando um beijo na vovó...
abraçando um irmão... ajudando a mamãe em casa...
6.2- Meditar:
Deus protege o meu lar .
7- AUTO-AVALIAÇÃO
A CASA DE TIJOLOS VERMELHOS
Era uma vez uma pequena Casa de Tijolos Vermelhos (flanelogravura 1).
Ela ficava em um terreno com muitas árvores e flores (flanelogravura 2).
As casas vizinhas, ao contrário, eram muito grandes, muito grandes, mesmo! (flanelogravura 3).
Mas a Casa de Tijolos Vermelhos não se importava com isso.
Era pequenina e simples mas limpa e cuidada com carinho pela D. Maria.
Se precisasse de conserto, o "Seu" João pegava o martelo e os pregos.
Pronto! Ela ficava como nova.
Um dia, as Casas Grandes (flanelogravura 4) conversavam:
— Você já soube? Mais uma casa está doente!
— Não diga!? Mais uma? E qual foi?
— Aquela de janelas amarelas, que fica do outro lado da rua.
— Aquela grande?!! Com tanta coisa bonita dentro? Como é que foi ficar doente?...
—Não sei! Parece que a doença foi causada por terríveis monstrinhos!
— Monstrinhos?! — falou assustada a outra casa. Precisamos descobrir de onde eles vêm!!!
— Eu acho que vêm dos pensamentos... ou das palavras...
— Das palavras?!... por que você diz isso?
— Dizem por aí que as casas adoecem depois que as pessoas brigam feio! Devem ser as palavras
que elas falam... ou os seus pensamentos de raiva...
— As pessoas então criam monstrinhos
invisíveis? — Isso! E aí vêm as doenças.
A Casa de Tijolos Vermelhos ouviu toda a conversa e ficou pensativa!
Nesse momento "Seu" João, D. Maria e o filho Toninho chegaram em casa.
Todos se abraçavam com carinho e conversavam felizes.
Mais tarde, a família se reuniu na varanda ao lado da casa (retirar flanelogravura 1 e colocar a
flanelogravura 5).
"Seu" João abriu um livro que contava histórias sobre Jesus.
Depois, o Toninho fez uma oração muito bonita:
— Jesus, meu grande amigo,
Obrigado, de coração,
Porque no nosso lar
Vivemos com proteção.
O amor de Deus deu de graça
Um anjo bom, guardião, Que
protege esta família
Com muita paz e união!
A Casa de Tijolos Vermelhos deu um grande suspiro. Ela estava aliviada e feliz.
A sua família era unida e orava a Jesus com amor. Ali não havia brigas feias. A
família era protegida por Amigos Invisíveis!
Então, não existiam os "monstrinhos" dos maus pensamentos.
A casa recebia sempre a vacina do amor.
E a Casa de Tijolos Vermelhos continuou corada e forte por muito tempo.
SEXUALIDADE E COMPROMISSOS
AFETIVOS
"Vede prudentemente como andais"
Paulo (Efésios, 5:15)
"O familiar que te ama e desprezas, permitindo-lhe a ruína, é débito que contrais
na economia da tua reencarnação."
Joanna de Ângelis ("Luz da Esperança")
"..." cultiva o lar, atende a família, faze-te co-criador na Obra de Nosso Pai,
coopera com os que transitam em dores e edifica na mentalidade geral o conceito
segundo o qual o sexo é para a vida e não a vida para o sexo.
Joanna de Ângelis ("Após a Tempestade")
UNIDADE:
A SOCIEDADE
TEMA BÁSICO:
SEXUALIDADE E COMPROMISSOS AFETIVOS
C.E.A. II-06-01
OBJETIVO: Reconhecer
que a união sexual gera compromissos morais, subordinados à Lei de Causa e Efeito.
1. ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões no MA-03 e MA-05
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA:
3.1- Apresentar o anexo 1 com a frase de Antoine de Saint-Exupéry
"Tu te tornas responsável por aquilo que cativas"
3.2- Usando a técnica da Explosão de Idéias, perguntar: "O que é cativar?"
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Pedir ao grupo que, a partir de fatos conhecidos na experiência da vida, analise as conseqüências
emocionais e sociais de promessas e compromissos de afeição, abandonados por leviandade, sem
motivo justo. (Essa análise deve ser feita com sensibilidade, mas evitando-se descrição de casos
pessoais, que podem trazer lembranças perturbadoras, prejudicando o clima emocional da pessoa e da
reunião).
4.2- Dizer que o grande objetivo da vida é o aprendizado do amor e do perdão (este é uma forma de
amor). Quando agimos contra a Lei Divina do Amor, criamos sofrimento para os outros mas,
principalmente, para nós mesmos. Não é suficiente nos arrependermos dos erros que cometemos;
será preciso repará-los e as suas conseqüências. Se não o fazemos nessa existência, teremos de
fazer em outra existência, às vezes à custa de muita dor. É a Justiça Divina que estabelece:
A cada um segundo as suas obras.
4.3- Narrar: REDENÇÃO PATERNA
4.4- Estimular a reflexão sobre a narrativa, através de perguntas como:
— Para que serve o período do namoro?
— Quais as possíveis conseqüências da união sexual nesse período?
— Qual foi a falta grave do rapaz: acabar o namoro ou a deslealdade e a
irresponsabilidade da sua conduta?
— O que contribuiu para o desenvolvimento da tuberculose na jovem?
— Por que Rosa renasceu num corpo doente?
— Quem acusava o rapaz da infelicidade que tinha causado à namorada? Por quê?
— Por que o ex-namorado de Rosa foi escolhido para ser o seu pai?
4.5- A partir da contribuição do grupo apresentar os seguintes conceitos:
O namoro é o período de conhecimento de qualidades e defeitos de duas pessoas de sexos
diferentes, que se sentem atraídas reciprocamente. Quando os namorados observam que não há
afinidade entre eles, o namoro pode ser acabado sem maiores conseqüências. Assim, deve-se evitar,
nesse período, comportamentos que possam trazer prejuízos, sejam de ordem emocional e/ ou
social.
Muitos jovens tornam-se mães e pais muito cedo por causa da liberdade sexual, assumindo o
compromisso da maternidade e paternidade para os quais não estão preparados, prejudicando-se e à
criança, que é um ser frágil necessitado de cuidados permanentes.
Toda convivência humana deve ser de lealdade, respeito e responsabilidade. Caso contrário,
responderemos, diante da Lei Divina, pelas conseqüências dos nossos atos.
Quando cultivamos tristezas e mágoas, sem o sincero perdão e esquecimento das ofensas, vamos
diminuindo as defesas do organismo, o que facilita a instalação de doenças como a tuberculose.
A consciência é a presença de Deus em nós. Ela, mais cedo ou mais tarde, nos acusará dos nossos
erros, trazendo-nos sofrimento, que só acabará com a reparação do erro.
Através da reencarnação, Deus nos aproxima daqueles a quem, por maldade ou leviandade,
contribuímos para sua queda moral, a fim de ajudar a reabilitá-los e nos redimirmos. Por isso Jesus
aconselhou-nos: "Reconciliai-vos o mais depressa possível com o vosso adversário, enquanto estais
com ele a caminho..." (Mateus, 5:25)
5- ATIVIDADE CRIATIVA
Solicitar que pesquisem em jornais um caso que tenha relação com o assunto estudado e tragam-no na
reunião seguinte.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL
6.1- Relaxamento, da forma habitual. Sentir que o coração é um foco de luz e amor.
6.2- Meditar:
Amar é também ser responsável.
7- AUTO-AVALIAÇÃO
REDENÇÃO PATERNA
Há muitos anos atrás, uma jovem chamada Rosa ouvia encantada as promessas de amor de seu namorado. A
moça se envolvia afetivamente, depositando no jovem toda sua confiança e felicidade. O rapaz, embora
sincero inicialmente, era leviano e inconstante em seus sentimentos. Aproveitando-se da inexperiência de sua
namorada, passou a ter com ela vida sexual.
A consciência da jovem alertava-a sobre sua precipitação. Entretanto, de vontade frágil, não reagia à sua
voz interior. Em pouco tempo percebeu que o rapaz já não lhe dedicava ternura como anteriormente,
afastando-se, às vezes, durante semanas.
Era época de festas do aniversário da cidade e um grande baile estava programado. Todos preparavam-se,
inclusive Rosa e o namorado. No dia do baile, contudo, ele não apareceu. Embora triste, Rosa foi ao baile
acompanhada de alguns parentes.
Fig. 1- Grande foi sua decepção ao ver o seu namorado totalmente envolvido com uma jovem de outra
cidade. Indiferente ao compromisso afetivo assumido anteriormente, o rapaz manteve-se afastado, ignorando
a presença de Rosa.
Profundamente magoada, a jovem retornou ao lar e desde então passou a remoer intimamente as dores de
sua desilusão. Dentro de algum tempo, sua saúde ficou abalada. Surgiu-lhe tosse persistente e o diagnóstico
médico não tardou: estava tuberculosa.
Naquela época, não havia os tratamentos atuais, que curam a curto prazo. A tristeza a que se entregou
favoreceu o rápido desenvolvimento da doença.
Apavorada, num gesto de desespero, a moça tirou a própria vida com um tiro na cabeça.
O irresponsável rapaz viveu por muitos anos até que, um dia, a morte obrigou-o a deixar o corpo e...
No mundo espiritual, cheio de angústia, sentiu imensa culpa. Nem por um momento esquecia sua atitude em
relação à jovem que abandonara. A consciência acusava-o como se fosse um assassino.
– "Não a matei; ela, sim, é quem se matou". – gritava ele como a defender-se da voz da consciência.
– "Sim, ela é culpada; mas parte de seus sofrimentos foram conseqüências de sua leviandade e traição". –
dizia-lhe a voz interior.
Durante alguns anos, a angústia e o remorso atormentaram aquele Espírito até que...
*
Renasceu novamente.
Recomeçou sua vida na Terra, em outra cidade, em outra família. Cresceu, estudou, casou.
Fig. 2- Nasceu a primeira filha, uma bonita menina, mas muito doente, que exigiu de seu pai cuidados,
dedicação e muito amor por toda a vida.
Era a jovem de outros tempos que voltava num corpo doente, expiando seu gesto desesperado e oferecendo
ao leviano jovem do passado a oportunidade de redimir-se em novo compromisso afetivo: deste vez no
papel de pai.
“Tu te tornas responsável
por aquilo que cativas”.
UNIDADE:
A SOCIEDADE
TEMA BÁSICO:
SEXUALIDADE E COMPROMISSOS AFETIVOS
C . E . A . II-06-21
Reconhecer que a união sexual gera compromissos morais, subordinados à Lei de Causa e
Efeito.
OBJETIVO:
1. ATIVIDADE DINÂMICA: sugestão apresentada na narrativa.
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Perguntar ao grupo que coisas são necessárias para se criar um bebê. O grupo poderá falar ou desenhar
no quadro. Provavelmente serão citadas necessidades materiais mas, em seguida, devemos lembrar as
afetivas (amor dos pais, paciência, atenção maior durante as doenças...). Registrar tudo que for falado
pelo grupo.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Dialogar com o grupo a partir das seguintes questões:
– Será que todos os bebês têm tudo isso que foi falado?
– Será que as faltas materiais ou afetivas trazem algum sofrimento para a criança?
– Ter filhos, isto é, gerar filhos, é um ato de responsabilidade?
– Deve-se gerar filhos quando não se tem condições de oferecer-lhes o necessário?
4.2- Narrar: CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. XI
4.3- Explorar a história de acordo com o objetivo acima e aprofundando as questões de acordo com
as possibilidades e características do grupo:
– O que os pais de Rubens queriam dizer quando aconselhavam o filho: "Há tempo para
namorar e há tempo para casar..." Eles tinham razão?
– Rubens e Aurelúcia quando namorados, agiram com responsabilidade? Por quê? –
Em que momento a ausência do pai deve ter trazido mais sofrimento para Bibinho?
– Vocês acham que o encontro do pai com o filho aconteceu por acaso?
– O Rubens parece que será um bom pai daqui por diante? Por quê?
– Bibinho deve guardar mágoa do pai ou deve procurar amá-lo?
4.4- A partir das colocações do grupo, concluir que:
Os relacionamentos dos primeiros anos da adolescência são para conhecimento e amizade,
devendo-se evitar firmar compromissos afetivos.
Conduta responsável é avaliar todas as possíveis conseqüências dos nossos atos, antes de
realizá-los, agindo de acordo com a razão.
Em qualquer ocasião, o sexo sem compromisso (mesmo o chamado "sexo seguro") pode
provocar gravidez, doenças graves (Aids e outras) e também lesões emocionais quando cria
sentimentos que são desprezados pelo outro.
Quando não cumprimos nossos deveres na família, seja na posição de pais ou de filhos,
ficamos em dívida com as leis de Deus.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Distribuir meia folha de papel oficio para cada participante e pedir que escrevam um bilhete, ou uma
frase, ou façam um desenho para Bibinho, que seja uma mensagem para o momento que ele está
vivendo, nesse encontro com o pai.
5.2- Feita a mensagem, cada um fará com o seu papel uma dobradura de modo a fazer uma gaivota.
Todos em círculo, jogarão a sua gaivota (ou aviãozinho) para o centro da roda. No final, cada
participante apanha uma gaivota e lê a mensagem que está nela escrita. O grupo julga se é ou não
uma boa mensagem para Bibinho.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL
6.1- Relaxamento, de preferência deitados, ainda em círculo. Visualizar que está deitado numa grama
macia... algumas nuvens viajam pelo céu azul... você ouve o barulho das águas de uma cachoeira...
sente um perfume de rosas.... Você sente um grande bem-estar.... Pense agora nos seus familiares...
6.2- Meditar:
Envolvo tersa paz todos os fl etts familitti+
7- AUTO-AVALIAÇÃO
CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. XI
Era mais um domingo de sol e a criançada do Condomínio Vila Verde estava bem alvoroçada aguardando a
visita do Tio Rubens, irmão de D. Rosa, da casa 7.
O Tio Rubens era um jovem professor que freqüentemente promovia brincadeiras alegres para a criançada.
Mas depois que os pequenos novos moradores chegaram, era a primeira vez que ia ao Condomínio. Ao
chegar lá, já encontrou todos na pracinha aguardando-o ansiosamente.
Fig. 1- Tio Rubens abraçou todas as crianças e logo depois, com seu apito de comando, organizou os grupos
e as brincadeiras. Uma delas consistia em acertar um aro numa haste de madeira, mas só depois de dizer um
nome de pessoa começado pela letra inicial indicada pelo tio Rubens. (Sugerimos desenvolver essa
brincadeira no momento da atividade dinâmica).
Fig. 2- Chegou a vez de Bibinho, o moreninho de olhos verdes que D. Rosa levou para sua casa. Deveria
dizer um nome de pessoa começado com a letra A e, em seguida jogar o aro. O menino gritou bem alto:
Aurelúciaaa... Ao ouvir aquele nome, Tio Rubens empalideceu e sua fisionomia tornou-se triste, em
contraste com a alegria de Bibinho, que tinha acertado o alvo.
As brincadeiras chegaram ao final e as crianças foram para suas casas prepararem-se para almoço.
Fig. 3- Já na casa da irmã, Tio Rubens chamou Bibinho para o jardim e perguntou-lhe:
– Você falou um nome bem diferente. Você conhece alguém com esse nome?
– Era o nome de minha mãe. – respondeu Bibinho.
– E... como é o nome de seu pai? – perguntou curioso o jovem.
– Eu não o conheci, mas sei que o meu nome é em homenagem a ele.
– Seu nome? Como é o seu nome?
– Me chamam de Bibinho, mas o meu nome é Rubens. Rubens Lúcio da Silva.
O suor escorria pelo rosto do jovem. Parecia ansioso quando pediu ao menino que contasse a sua vida. O
pequeno, muito conversador, falou:
– Minha mãe contava que ela e meu pai eram muito apaixonados mas, alguns meses antes de eu nascer, meu
pai foi estudar em lugar distante, prometendo que voltaria tão logo eu nascesse. Ele não cumpriu a palavra.
Ela, sozinha, teve de procurar emprego em uma cidade grande. Eu ficava numa creche e à tardinha minha
mãe me buscava. À noite, enquanto ela cuidava de mim ou da casa, conversava muito comigo. Às vezes
contava que meu pai era um rapaz bonito e bondoso... e não entendia porque nos tinha abandonado... Então
ela chorava e eu sofria muito... Uma tarde de chuva, quando ia buscar-me na creche, ao atravessar a rua,
minha mãe foi atropelada e morreu. Como eu não tinha outros parentes, fui mandado para o Orfanato, com
quatro anos de idade.
Os olhos de Bibinho encheram-se de lágrimas. Mas continuou:
– Apesar de lá nunca ter sido maltratado, senti muito a falta de minha mãe! Sofri muito... e mais porque
nunca conheci meu pai...
Bibinho parou de falar, surpreso com Tio Rubens, que chorava muito. A custo ele conseguiu falar:
– Bibinho, a Misericórdia de Deus é tão grande, que me vai permitir corrigir um erro grave de minha vida.
Não tenho mais dúvidas!... Você é meu filho!... E eu sou seu pai!
E abraçou comovidamente o filho que, surpreso, nada entendeu. Depois, voltou a falar:
– Vou contar-lhe tudo. Eu e sua mãe éramos quase adolescentes quando namoramos. Meus pais me
alertavam quanto à responsabilidade da minha conduta no namoro. Já estava aprovado na Faculdade, em
outro Estado, e não poderia assumir compromisso de família naquela ocasião.
E eles diziam: "Há tempo para namorar; há tempo para casar; cada fase tem sua forma de viver e, quando se
atrapalham, é problema na certa". Meus pais não deixavam de orientar-me mas, mesmo assim, agi de modo
irresponsável, trazendo tanto sofrimento para sua mãe e para você... e, também para a minha consciência
durante esses anos. Mas, de uns anos para cá, tenho orado muito pedindo a Deus que pudesse reparar o meu
erro e Ele nos permitiu esse encontro.
Bibinho e tio Rubens abraçaram-se muito emocionados. Talvez nunca tivessem vivido um momento tão feliz!
Fig. 4- Dona Rosa, que nada sabia, veio chamá-los para o almoço, ainda enxugando a mão no avental
quando viu aquela cena tão comovente. Parou e....
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
OBJETIVO: Reconhecer
SEXUALIDADE E COMPROMISSOS AFETIVOS
C . E . A . II-06-22
que a união sexual gera compromissos morais, subordinados à Lei de Causa e
Efeito.
1. ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões no MA-03 e MA-05
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
3.1- Propor ao grupo o compromisso de, em 10 minutos, fazer em conjunto um desenho simples
como, por exemplo, um cubo, uma cara de gato, um colar de contas etc. Explicar que todos
participarão acrescentando, na sua vez, uma linha ao desenho, mas aceitando um desafio como:
desenhar com a mão esquerda, desenhar de lado, desenhar com o lápis preso entre dois dedos etc
(o nível de dificuldades dependerá do grupo).
3.2- Todos sentam-se em círculo e tiram de uma caixa o papel com o seu "desafio", que será lido pela
criança ou pelo educador.
3.3- O educador traça a primeira linha do desenho combinado e passa o papel para quem estiver ao seu
lado e assim até o foral, quando o desenho será mostrado para todos.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- A partir da conduta do grupo durante a atividade, levá-lo a refletir, estimulando o diálogo:
- O compromisso de fazer o desenho foi cumprido?
- Houve dificuldades? Elas foram superadas?
- Que emoções surgiram nas dificuldades?
- E ao final da tarefa?
- Pensem na própria vida: vocês têm compromissos? Quais?
- É fácil cumpri-los? É importante? Para quem é importante?
- Que qualidades são necessárias para cumprir esses compromissos?
- Quais são as conseqüências quando não desenvolvemos essas qualidades?
4.2- Concluir que podemos criar muito sofrimento quando não cumprimos nossos compromissos.
4.3- Narrar: CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. XII
4.4- Dialogar com o grupo a partir de perguntas, como:
- Será que Rubens teve apenas um sonho ou foi um verdadeiro encontro?
- Por que Aurelúcia disse que não estava na sepultura?
- Quem tem maior responsabilidade: o pai ou a mãe que abandona um filho?
- O aborto é um crime? Por quê?
- A consciência grava tudo o que fazemos de bem ou de mal? Qual a conseqüência
disso?
4.5- Concluir que:
Enquanto dormimos nosso "eu" espiritual pode encontrar-se, em alguns casos, com os que já
partiram da Terra, principalmente quando há laços de amor.
Tanto o homem quanto a mulher respondem igualmente diante de Deus pelos seus compromissos
afetivos.
O aborto é sempre um crime diante de Deus porque é um assassinato covarde de uma vida que
não pode defender-se.
Sempre que não vivemos de acordo com as leis Divinas, marcamos a consciência com esses erros
e criamos sofrimentos para nós.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
Oferecer papel, lápis, hidrocor e giz de cera. Pedir que cada um faça um desenho que represente o
momento mais bonito e importante da história. No final todos apresentam o desenho e quem desejar
justificará porque o achou mais importante.
6-
HARMONIZAÇÃO FINAL
6.1- O grupo senta-se em circulo. Proceder ao relaxamento. Visualizar uma luz prateada irradiando do
coração, como se fosse um leque, e alcançando a todos.
6.2- Meditar:
O amor de Deus flui pelo meu coração.
7- AUTO-AVALIAÇÃO
CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. XII
Fig. 1- Dona Rosa parou vendo o irmão e Bibinho abraçarem-se com tanta emoção e esperou... Tio
Rubens compreendeu que precisava explicar-se. E contou toda a conversa que acabaram de ter. Dona Rosa
também emocionou-se. E abraçados e felizes foram almoçar.
No resto do dia, pai e filho conversaram como velhos amigos. À noite Tio Rubens regressou para sua casa
prometendo que voltaria no dia seguinte, à tarde, depois de sair da escola em que trabalhava. E disse que
pretendia ir com Bibinho até a cidade onde estava sepultada Aurelúcia. Queria visitar sua sepultura, levar-lhe
flores como prova de que ela não estava esquecida. Todos despediram-se e Rubens regressou a sua casa,
num bairro um pouco distante. Naquela noite Rubens custou a dormir. Eram muitas as emoções vividas
naquele dia. Até que adormeceu e sonhou com Aurelúcia, de pé, ao lado de uma sepultura rasa.
Fig. 2- Ela estava luminosa e tão linda quanto em vida. E falava:
– Por que vais me buscar onde não estou? Neste cemitério só existem alguns ossos daquele corpo que me
serviu na Terra para progredir um pouco mais. Sem que percebas, freqüentemente estou a teu lado. Vejo teus
pensamentos e o que sentes. Supliquei a Jesus para que nosso filho te reencontrasse e Ele atendeu-me. E
agora poderás dar-lhe todos os cuidados de que precisa, educando-o com amor. A tarefa será tua, mas
estarei ajudando-o se Deus permitir.
E dizendo isso desapareceu. Rubens acordou sentindo grande felicidade. À tarde, dirigiu-se à casa da irmã,
mas não mais tinha o propósito de ir ao cemitério. Agora tinha a certeza que Aurelúcia conhecia seus
sentimentos e estaria próxima a ele, se Deus permitisse.
Fig. 3- Bibinho, em casa de D. Rosa, depois do almoço, conversava com a tia.
–
Lá no Orfanato muitos meninos não conhecem o pai, mas todos conhecem a mãe. É porque as mães
têm mais responsabilidade com os filhos?
D. Rosa achou interessante a pergunta do menino e respondeu:
– Carregar um filho no próprio corpo nove meses, vê-lo nascer, amamentá-lo e cuidar dele, desperta um
sentimento muito forte na mãe. O recém-nascido depende totalmente desses cuidados. Entretanto, diante de
Deus, a responsabilidade com os filhos é igual, tanto para o pai, quanto para a mãe. O dever moral de assistir
e educar é o mesmo.
– Mas existe mãe que abandona os filhos, não é, Tia Rosa?
– Existe sim, Bibinho. Eu mesma criei um menino que foi abandonado pela mãe, uma moça nova e imatura.
Quando ficou grávida tentou abortar, mas não conseguiu. Nasceu depois um bebê doente. A mãe, assustada
com o trabalho que teria e não disposta a renunciar à vida de diversões e falsas alegrias, um dia deixou o bebê
comigo dizendo que ia ao mercado e voltaria em poucos minutos. Nunca mais voltou! Poucos meses depois,
soube que ela tinha morrido. Cuidei do bebê doentinho até o dia em que também morreu, aos dois anos de
idade. Apesar do trabalho que me dava, senti saudades dele. Fiquei com a consciência tranqüila porque fiz
tudo o que podia. Mas imagino o sofrimento terrível dessa mãe, na vida espiritual, por ter abandonado um
filhinho, ainda mais tão necessitado. A consciência cobra sempre a quem foge do dever...
Nessa hora, Rubens tocou a campainha da porta... Bibinho foi ao seu encontro.
Fig. 4- O jovem professor entrou e sentou-se ao lado do filho e da irmã, contando o sonho daquela noite.
Comunicou sua decisão de não ir ao cemitério, mas de aproveitar o dia para planejar as providências para o
futuro. Por longo tempo conversaram. O que teriam planejado?
UNIDADE:
A SOCIEDADE
OBJETIVO:
TEMA BÁSICO:
SEXUALIDADE E COMPROMISSOS AFETIVOS
☺
☺
C . E . A . II-06-41
C . E . A . II-06-42
Reconhecer que a união sexual gera compromissos morais, subordinados à Lei de Causa e
Efeito.
1.
ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
no MA-03 e MA-05
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Colocar no flanelógrafo as flanelogravuras: a, b e c (anexo 1). Dizer que os ursinhos são cuidados pelos
pais durante algum tempo. Quando ficarem ursos-jovens e aprenderem a procurar alimento e abrigo, os
pais deixam os filhos e vão para lugares distantes (movimentar flanelogravura a) formar nova família e,
provavelmente, nunca mais verão aqueles primeiros filhos.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Explicar que os ursos e a maioria dos animais deixam para sempre os filhos quando eles crescem. A
família então acaba. Instigar as crianças a pensarem se o mesmo acontece com as pessoas, se a
mamãe deixa de ter preocupação com os filhos quando crescem e até depois que casam. Se estes
também se preocupam com os pais e cuidam deles quando envelhecem.
4.2- Narrar: COMPROMISSO Do AMOR, usando flanelogravuras.
4.3- Explorar a história, de acordo com o objetivo, através de perguntas, como:
– Quando Lino, já rapaz, voltou para visitar Iang, o que tinha mudado na família da casa
amarela?
– Por que Lino ficou encantado com Iang e resolveu casar-se com ela?
– Que poderia acontecer se Lino não trouxesse as crianças gêmeas para a sua casa?
– Lino mostrou que ama Iang? Por quê?
5-
6-
a reunião seguinte para o desenvolvimento desta atividade. Relembrar
a história da reunião anterior e propor que as crianças a dramatizem. Possibilitar o uso de roupas e
objetos adequados às cenas. No caso de crianças menores, o educador poderá fazer o papel de narrador.
Com crianças mais velhas, combinar as cenas a serem dramatizadas (de acordo com o grupo, pode-se
falar sobre os hábitos da família chinesa) e deixar que as crianças criem livremente.
ATIVIDADE CRIATIVA: Destinar
HARMONIZAÇÃO FINAL
6.1- Relaxamento e visualização de uma rosa branca linda, igual a do jardim de Iang. Admirar a beleza da
flor... sentir seu perfume...
Dizer: "Você vai colher essa rosa... O que vai fazer com ela?... Pense... Faça isso pelo pensamento..."
6.2- Ao abrir os olhos, ouvir as crianças sobre o que fizeram com a rosa.
7- AUTO-AVALIAÇÃO
COMPROMISSO DO AMOR
A rua das Flores tem uma casa amarela (flanelogravura 1) e ao lado uma casa azul (flanelogravura 2). Na
casa azul morava um menino bem esperto chamado Lino (colocar flanelogravura 3 junto à casa). Na
casa amarela morava com sua mãe viúva uma menina chinesinha (flanelogravura 4) chamada Iang.
Lino e Iang brincavam juntos e cresceram amigos.
Quando Lino já era um rapazinho (substituir flanelogravura 3 pela flanelogravura 5) despediu-se de
Iang, que já era uma mocinha (substituir flanelogravura 4 pela flanelogravura 6).
A família de Lino estava mudando para um lugar muito distante.
Alguns anos depois Lino veio visitar sua amiga.
A vida na casa amarela estava diferente.
A mãe de Iang tinha casado novamente e teve um casal de gêmeos (flanelogravura 7).
Lino observou como Iang cuidava bem dos irmãozinhos e era atenciosa com a mãe e o padrasto.
Iang também cuidava com carinho de lindas rosas brancas.
Lino ficou encantado com a delicadeza de Iang! E começaram a namorar, depois eles ficaram noivos e
casaram.
Foram morar numa casa rosa (flanelogravura 8) na cidade distante onde Lino trabalhava.
Iang também plantou vários pés de roseira no jardim, que deram lindas rosas brancas.
Um dia Iang recebeu uma carta comunicando que sua mãe e o padrasto morreram num desastre.
Iang ficou triste e preocupada. Quem ia cuidar dos irmãos? Lino também ficou preocupado. O
que ele poderia fazer? (deixar as crianças sugerirem as soluções).
Lino pegou um avião (flanelogravura 9) e foi à cidade onde moravam os gêmeos.
Com as duas crianças e suas malas, Lino pegou o avião de volta para sua casa. (flanelogravura 10 e 11).
Agora ele é o novo pai e Iang a nova mãe das criancinhas.
O casal trabalha muito, mas todos vivem felizes.
Iang agradece a Deus pelo bom marido e pelos irmãozinhos que são como filhos.
Lino diz que quem ama tem que cuidar. É o compromisso do amor!
PLANEJAMENTO FAMILIAR
"Que pensar dos usos que têm por efeito deter a reprodução tendo em vista
satisfazer a sensualidade?
– Isto prova a predominância do corpo sobre a alma e quanto o homem está
materializado."
"O Livro dos Espíritos" questão 694
"Antes de aderires ao entusiasmo reinante para a limitação da prole, reparte
com outro cônjuge as tuas preocupações, discute o problema à luz da
reencarnação. Evita enganjar-te na moda, só porque as opiniões gerais são
favoráveis à medida."
Joanna de Ângelis ("Leis Morais da Vida")
"
Conserva os códigos morais insculpidos no espírito e organiza tua família,
confiante, entregando-te a Deus e porfiando no Bem, porquanto em última análise, d 'Ele tudo procede como atento Pai de todos nós. "
Joanna de Ângelis ("Após a Tempestade")
UNIDADE:
TEMA BÁSICO:
A SOCIEDADE
PLANEJAMENTO FAMILIAR
C . E . A . II-07-01
OBJETIVO: Reconhecer
as responsabilidades dos pais para com a educação material e espiritual da prole,
que deve ser planejada de acordo com aquelas possibilidades. Obs.: O tema acima visa
atender apenas a esta faixa etária.
1. ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões no MA-03 e MA-05
2.
HARMONIZAÇÃO INICIAL
3.
ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
3.1- Lançar ao grupo as seguintes perguntas:
– O que achariam de uma pessoa que chegasse silenciosa e matasse outra pelas costas?
– O que achariam de uma pessoa que assassinasse uma criancinha indefesa?
3.2- Após cada pergunta, ouvir as respostas.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Dizer que diariamente muitas criancinhas são covardemente assassinadas, mesmo antes de
nascer. Isso porque muitas pessoas pensam que, no início da gestação, o bebê nada percebe ou
sente. Pelas pesquisas que já foram feitas, hoje temos a certeza do contrário:
• A vida começa no momento da concepção.
No primeiro mês da gestação já se inicia a formação da cabeça, do cérebro, olhos, da coluna
vertebral, dos braços e pernas, dos pulmões e outros órgãos. No final do primeiro mês o coração
já está funcionando.
No final do segundo mês o bebê pode sentir cócegas e os dedos já têm suas impressões digitais.
Aos três meses está todo formado; só falta crescer.
• O feto já sente medo e apego à vida. Isto está documentado num filme "O Grito
Silencioso", apresentado por um famoso médico americano, ex-abortista que, por meio de uma
ecografia, filmou as reações de um feto ao ser abortado.
O feto de três meses estava totalmente tranqüilo com movimentos calmos.
Quando o médico introduz no útero o primeiro instrumento (para fazer o
aborto), o feto se agita, seu coração acelera e tenta mudar de lugar.
Quando o médico introduz o instrumento de aspiração, mesmo antes de tocar
o feto, este pressente algo de terrível, porque vai mudando
desesperadamente de lugar, como que fugindo.
Quando o instrumento está quase a tocá-lo, encolhe todo o corpinho e abre
totalmente a boca, como a gritar por socorro, embora ainda sem voz.
Demonstra lutar para não morrer.
• O feto é capaz de perceber e guardar na sua memória, não só o que acontece no útero
da mãe, mas também as emoções que ela sente e os fatos que acontecem no ambiente.
Um pesquisador americano relata que um cliente, sob hipnose, lembrava-se
de um fato ocorrido no início da sua gestação: O pai queria que sua mãe o
abortasse. O pai dizia o motivo: estava juntando dinheiro para comprar um
bom carro. Lembrava-se também, que os pais tiveram uma discussão amarga.
Embora nunca tivessem falado sobre o fato, os pais o confirmaram quando
lhes foi perguntado. Essa rejeição paterna parece ter sido a causa da sensação
de insegurança que aquele homem sentia, até quando adulto.
Fonte: Ferguson, Marilyn.- "Pragmágica" (Ed. Record).
Muitos fatos, como, este trazidos da memória inconsciente, por hipnose ou outro meio de
regressão, são relatados em várias publicações de pesquisa científica.
4.2- Concluir que:
O espírito liga-se ao corpo desde o momento da concepção.
A mãe deve lembrar-se sempre: o que ela conversa e sente está sendo percebido e arquivado
na memória desse ser cujo corpo está em formação. Se a mãe é agitada ou angustiada, pode
prejudicar o bebê em formação. A agressividade no lar também o ameaça.
Mesmo que o aborto seja permitido na lei de alguns países, é um crime diante da Lei Divina.
Ninguém nasce por acaso num lar mais feliz ou menos feliz. Tudo está ligado pela lei de causa e
efeito e pela sintonia vibratória. Cada um nasce no lar que necessita.
4.3- Perguntar:
– Será que se as mães soubessem essas verdades sobre a vida do feto, elas provocariam
aborto?
– Muitas mães que abortam alegam ter imensas dificuldades. Se elas realmente existem,
o que devem fazer para evitar o aborto?
4.4- Ouvir as respostas, dialogando com equilíbrio para que o grupo compreenda que:
O planejamento familiar é importante porque deveremos ter os filhos que possamos manter,
ainda que com toda simplicidade e educar para que sejam homens de bem. E o que se chama
paternidade responsável.
O método de controle da natalidade depende de cada caso e deve ser orientado por médico.
Os filhos que nos chegaram são compromissos de que devemos desencumbir-nos, ainda que à
custa de sacrifícios pessoais, sem revoltas. Devemos amá-los e ampará-los, qualquer que seja sua
condição física ou espiritual.
Cada pai ou cada mãe deve reabastecer suas energias através da oração e da irrestrita confiança
em Deus.
"O homem pode e deve programar a família que deseja e lhe convém ter: número de filhos,
período propício para a maternidade; nunca, porém se eximirá aos imperiosos resgates a que faz jus,
tendo em vista seu próprio passado." (1)
4.5- Concluir como ensino de Jesus:
"Olhai as aves do céu, que não semeiam nem ceifam e Deus as sustenta.
Não valeis mais que as aves?"
(Mateus, 6:26)
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Pedir que sejam apresentados os casos pesquisados (solicitados na reunião anterior).
5.2- Pedir que o grupo identifique causas e soluções, de acordo com os conceitos estudados.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL
Propor que, após o relaxamento, cada um visualize a figura de Jesus como se Ele estivesse no ambiente.
Senti-lo... Dirigir-lhe uma prece de agradecimento, rogando proteção para toda as famílias da
humanidade.
7- AUTO-AVALIAÇÃO
7.1- Dizer que nessa reunião o grupo está encerrando seus estudos sobre a família. Solicitar que cada
um fale sobre:
• o que aprendeu e considerou mais importante nos estudos sobre a família;
• se houve alguma mudança no seu sentimento.
7.2- Após a reunião, o coordenador anotará os resultados para documentação e posterior avaliação em
reunião da equipe.
7.3- As UPIs devem enviar a Sede/LFC relatório sucinto de avaliação dos resultados obtidos na subunidade Família.
(1) FRANCO, D. P, Após a Tempestade, ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis. Salvador. BA. LEAL
(Mateus, 6:26)
“Olhai as aves do céu,
que não semeiam nem
ceifam e Deus as
sustenta. Não valeis mais
que as aves?”
UNIDADE:
A SOCIEDADE
TEMA BÁSICO:
PLANEJAMENTO FAMILIAR
C . E . A . II-07-21
OBJETIVO: Reconhecer
as responsabilidades dos pais para com a educação material e espiritual da prole, que
deve ser planejada de acordo com aquelas possibilidades.
1. ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
no MA-03 e MA-05
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
3.1- Dizer que um jovem está planejando um passeio ao Jardim Zoológico saindo às 8 horas da manhã. Ele
vai sozinho, de ônibus e retornará por volta de 15 horas. O tempo está frio, mas sem chuva.
3.2- Dividir os participantes em três grupos. Pedir que cada um destes planeje e registre (com frases ou
desenhos) todas as ações e providências desde o despertar até a chegada ao Zoológico. Pedir que
considerem o tempo, o alimento, a roupa, etc. Lembrar que o planejamento deve ser em conjunto.
3.3- Os grupos apresentam seus trabalhos, verificando-se a coerência das ações.
4 - ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Com base na atividade anterior, conduzir a reflexão, através das seguintes perguntas:
– O que é planejar?
– O que poderia acontecer se o jovem não tivesse planejado as providências para esse
passeio?
4.2- Concluir dizendo que planejar significa pensar antes de agir. Quando fazemos isso, tornamos a
vida melhor, principalmente a vida em família, onde Deus reúne os seus filhos, com grandes
responsabilidades entre si.
4.2- Narrar: CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. XIII
4.4- Dialogar a partir de perguntas, como, por exemplo:
– O que modificou a rotina dos habitantes de Vila Verde?
– Por que o Pedrinho não conseguiu dormir?
– Os pais de Pedrinho fizeram planos para o casamento: onde iam morar e quantos filhos
iam ter. Para vocês, isto é importante? Por quê?
– O que é para vocês, a educação material dos filhos? E a espiritual?
– O que vocês acham que está acontecendo na casa de D.Rosa?
5- A T I V I D A D E CRIATIVA
Oferecer a cada participante uma porção de argila. Propor que cada um modele e pinte a casa onde
gostaria de morar, no futuro, quando formar sua família.
6- HARMOMZAÇÃO FINAL/PRECE
6.1- Relaxamento da forma habitual. Feche os olhos e imagine flores de luz em volta de todos os presentes...
Escolha uma flor luminosa que expresse o seu amor... Depois, pense em alguém de sua família a quem
queira presentear com essa flor. Visualize o lugar onde vocês dois se encontram... e dê a flor de luz para
essa pessoa.
6.2- Meditar:
Onde existe amor, existe paz.
7-
AUTO-AVALIAÇÃO
CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. XIII
Naquela noite, a rotina dos habitantes de Vila Verde foi modificada. Todos jantaram mais cedo e as crianças
foram para a cama antes do horário habitual, porque os moradores adultos de Vila Verde se encontrariam às
nove horas da noite para uma reunião na casa de D. Rosa.
O que estaria acontecendo afinal?
Fig. 1- Pedrinho, curioso, não conseguia dormir. Sentou-se na cama.
—
Didi... Didi... você está dormindo? — disse tomando cuidado para não acordar o Pinduca que dormia
profundamente.
—
Estou... — respondeu Didi, sonolento.
—
Não está não, porque você está falando comigo! Acorde Didi, é importante!
—
Está bem... está bem... o que aconteceu?
—
Eu ainda não sei... mas você reparou como todo mundo estava esquisito hoje? — perguntou
Pedrinho.
—
Todo mundo, quem? — indagou Didi.
—
Os adultos, ora! Eles têm algum segredo! A minha mãe e a tia Vilma estavam conversando hoje. Eu
nunca vi a tia Vilma tão alegre... ria à toa! Isto tudo é muito estranho!
—
Estranho, ela estar feliz? — perguntou Didi.
—
Não. Elas terem parado de falar assim que eu cheguei. Isso sem contar aquela conversa esquisita dos
nossos pais na hora do jantar . — acrescentou Pedrinho pensativo.
—
Eu não achei nada estranho. Eles lembraram a época em que decidiram se casar, os planos que
fizeram, onde iam morar, quantos filhos iam ter e...
— É isso! — interrompeu Pedrinho. Quantos filhos meus pais disseram que queriam ter?
—
Hum... acho que ela falou três.
—
Exatamente! E quantos filhos eles tiveram? — tomou a perguntar Pedrinho.
—
Um! Só você! Continuo não entendendo. — disse Didi.
—
Didi... eu acho que a minha mãe está esperando neném...
— Eu só não entendi porque tem de haver uma reunião por causa disso. Quando a minha mãe estava
esperando o Pinduca eu não me lembro de ter havido nenhuma reunião secreta com os vizinhos... — falou
Didi.
—
É, tem razão... — Mas eu continuo achando tudo muito esquisito. Amanhã eu vou falar com Bibinho,
para ver se ele descobriu alguma coisa e...
Pedrinho não conclui o que dizia porque ouviu conversas na sala. Seus pais já tinham retomado da reunião.
Imediatamente os dois meninos deitaram-se e ficaram bem quietos. E como o silêncio era muito grande,
ouviram a conversa do casal.
Fig. 2 - Devemos planejar com cuidado, porque na família reúnem-se os filhos de Deus para realizar
determinadas tarefas! — disse D. Rita.
—
Sim, e não podemos nos descuidar da educação material e espiritual. Nós, pais e mães, temos essa
responsabilidade. — falou "Seu" Otávio, o pai de Pedrinho.
—
Refleti muito quando o "Seu" Machado disse que Deus tem muitas maneiras de nos mandar os
filhos... Realmente eles não precisam nascer de nós. — concluiu D. Rita.
—
Como será que o Bibinho vai reagir? Aliás, não sei nem como o pobrezinho conseguiu dormir com
tamanha confusão na casa de D. Rosa! — disse "Seu" Otávio.
Pedrinho escutou a conversa dos pais e pensou cada vez mais curioso: "O que estará acontecendo na casa de
D. Rosa?"
UNIDADE:
A SOCIEDADE
TEMA BÁSICA:
PLANEJAMENTO FAMILIAR
C.E.A. I I -07-22
OBJETIVO: Reconhecer as responsabilidade dos pais para com a educação material e espiritual da prole, que deve
ser planejada de acordo com aquelas possibilidades.
1.
ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões no MA-03
HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
e MA-05
2.
3.1- Tirar fotocópias do anexo 1 em quantidade correspondente à metade do grupo e levar os desenhos já
recortados (se houver necessidade de economizar o tempo)
3.2- Pedir que os participantes formem duplas, distribuindo para cada uma, um conjunto de desenhos do
anexo 1, meia folha tamanho oficio e cola.
3.3- Solicitar que cada dupla planeje a melhor forma de distribuir todos os móveis na folha de papel, como
quem distribui móveis num quarto, deixando lugar para a passagem das pessoas.
O importante é que planejem, observando os espaços e tamanhos pois não poderão ficar
"movimentando" os móveis.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Após a conclusão da atividade, perguntar:
– Foi fácil distribuir os móveis pelo espaço?
– Os móveis podiam ser arrumados de qualquer jeito?
– O que aconteceria se cada dupla não fizesse um planejamento para a disposição dos
móveis?
4.2- Concluir dizendo que o planejamento existe para organizar e facilitar a nossa vida (como vimos
através da atividade). Se planejar é importante para as pequenas coisas, toma-se mais importante
ainda com as coisas mais sérias da vida como, por exemplo, a família. É o que veremos na história de
hoje.
4.3- Levar o grupo a refletir sobre o tema através de perguntas como:
– Quais são as coisas materiais indispensáveis, básicas, para que os filhos cresçam
bem?
– O amor pelos filhos também é importantes para eles?
– E o amor dos filhos pelos pais?
4.4- Concluir que planejar uma família é analisar as condições de poder oferecer, não só as coisas
materiais indispensáveis, que mantêm a vida, mas também sentimentos como a paciência, a
dedicação, a ternura e outros, que constituem o amor.
4.5- Narrar: CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. XIV
5-
ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Dividir o grupo em subgrupos de cinco participantes. Propor que cada um destes faça o desenho da festa
do Vila Verde em uma folha de papel 40 kg. Ao final todos apresentam seus trabalhos, que serão
fixados num painel.
5.2- O educador pedirá a cada participante que expresse sua opinião sobre a novela "O Condomínio Vila
Verde". Registrar as impressões do grupo em folha grande. Como é a culminância dos temas relativos à
família, sugerimos que também seja feita uma confraternização especial com lanche e música depois da
harmonização final.
6-
HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
Todos em círculo, de mãos dadas, em silêncio, visualizam uma luz dourada que desce do alto e se espalha
sobre todos. O coordenador faz uma pequena prece, suplicando bênçãos para o grupo, que constitui uma
família espiritual e para os lares de todos os participantes.
7 –AUTO-AVALIAÇÃO
CONDOMÍNIO VILA VERDE - CAP. XIV
Fig. 1- Realmente, a movimentação em casa de D. Rosa estava incomum. Na manhã do dia seguinte, D.Vilma
continuava a entrar e sair com freqüência, levando pratos e talheres.
Bibinho estava também agitado. Muito alegre, ia de casa em casa chamando as crianças:
–
Às 10 horas vamos todos para junto da mangueira, lá atrás. Tenho novidades!
Fig. 2 - Na hora combinada lá estavam. Conversaram muito até ouvirem os pais chamando-os. Na hora do
almoço as crianças souberam que todos os moradores do Condomínio iam reunir-se na pracinha. Mas só
saberiam o assunto durante a reunião. Todos entreolharam-se, escondendo risinhos. À tarde todos os bancos da
pracinha estavam lotados.
Fig. 3 - "Seu" Otávio levantou-se e falou:
– Quando as famílias do Vila Verde convidaram as crianças do Orfanato para ficarem conosco, nOssa
intenção era acolhê-los durante os dois meses da reforma do prédio. Entretanto, todos conquistaram nossos
corações. São bondosos, obedientes, ótimos colaboradores e convivem bem com nossos filhos. Na reunião de
ontem à noite, nós todos decidimos que iremos amanhã ao Juiz para pedir a guarda definitiva das crianças. Isto
quer dizer que vocês ficarão definitivamente morando conosco!
– Nós já sabíamos. – falou Cissa. – O Bibinho ouviu toda a conversa e nos contou.
Todos olharam para Bibinho, que corou de vergonha por ter revelado o segredo.
Fig. 4 - Didi pediu licença para falar em nome das crianças.
–
Hoje pela manhã, logo que Bibinho nos deu essa notícia, resolvemos preparar também uma surpresa
para aqueles que decidiram ser nossos pais. Nenhum deles é rico, mas nenhum se assustou por aumentar a
família com mais uma ou duas bocas para comer.
Fig. 5- Todos riram. Pedrinho pegou um fantoche de palhacinho e começou uma representação. (Pedir que os
participantes dêem respostas ao palhaço).
–
Alô, crianças! Vocês estão felizes?
–
E vocês, pais? Estão felizes?
–
Vocês não têm medo de ter em casa mais boquinhas gulosas para comer?
–
Por que umas famílias ficaram com mais um filho e outras com mais dois?
–
Porque cada família deve planejar os filhos que possa criar e educar... Já vou indo. Um dia nos veremos
novamente. Desejo a todos muito amor! (desaparece).
A voz forte do "Seu" Otávio gritou: – Parece que hoje só se fala de amor!...
Uma vozinha conhecida também gritou: – Isso é verdade!
Era Bibinho. E com um sorriso maroto: – Eu também tenho um segredo para contar!...
Agora foram as crianças que ficaram surpresas.
– Conte logo! – falou Cissa, sempre curiosa
–
Acho que ganhei mais do que todos. Ganhei uma tia querida, a tia Rosa; o meu pai, Rubens e uma
professora e mãe: tia Vilma. Este é o meu segredo: ela e meu pai vão casar-se!
– Oh! – exclamaram todos batendo palmas.
–
E pretendemos ainda dar alguns irmãos e irmãs para Bibinho! – falou tio Rubens.
Fig. 6- - Cantarei uma música para homenagear à minha nova mãe. – falou Bibinho já de pé.
O quanto eu gosto de você.
(CD/LFC "Histórias Cantadas)
Todas as flores que eu puder lhe dar
Todos os beijos que eu puder beijar
Não vão dizer, não vão,
O quanto eu gosto de você
Beijos, presentes e mil carinhos
Nada poderá mostrar
Porque o que eu sinto
É aqui que está
Tia Vilma, comovida, correu para abraçar Bibinho, muito feliz. E fez um agradável convite:
–
Hoje temos muitas coisas para comemorar. E convido a grande família do Vila Verde para um lanche
especial oferecido por minha futura cunhada.
As crianças e adultos vibraram de alegria. E dali todos se dirigiram para a casa de D. Rosa.
Fig. 7 - Enquanto isso, outros amigos que estavam presentes, embora invisíveis aos olhos das pessoas, também
estavam felizes. Eram Aurelúcia, a mãe de Bibinho e D. Sebastiana, a avó de Pedrinho. Elas muito tinham
trabalhado no mundo espiritual para que começasse essa nova etapa na vida daquelas famílias. Mas essa já é uma
outra história. Fim
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Educação do Ser Integral