Ministério da Educação
Secretaria de Educação Média e Tecnológica
Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul
Relatório
de
Gestão
2003
Rio do Sul, Dezembro de 2003.
ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE RIO DO SUL
RELATÓRIO DE GESTÃO 2003
1 – GESTÃO OPERACIONAL/FINALÍSTICA
Natureza e Finalidade
A Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC, criada pela Lei nº 8.670 de
30 de junho de 1993 e transformada em autarquia pela Lei n. º 8.731, de 16 de
novembro de 1993, vinculada ao Ministério da Educação e do Desporto, nos
termos do artigo 2º, anexo I ao decreto n. º 2.147 de 14 fevereiro de 1997, através
da Secretaria de Educação Média e Tecnológica tem por finalidades:
I
Oferecer educação tecnológica com vistas à formação, à qualificação,
requalificação e reprofissionalização de jovens e trabalhadores em geral nos
moldes do decreto 2208, de 17 de abril de 1997, para os diversos setores da
economia, especialmente nos de agropecuária e agroindústria;
II
Realizar pesquisas tecnológicas e desenvolver novos processos,
produtos e serviços, em articulação com setores produtivos, especialmente, os da
agricultura e agroindústria e a sociedade em geral;
III
Desenvolver estratégias de educação continuada.
O oferecimento do ensino superior na Escola Agrotécnica Federal de Rio do
Sul - SC estará condicionado aos procedimentos estabelecidos pela Lei n. º 9394
de 20 de dezembro de 1996 e aos atos de regulamentação.
A Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC é dotada de autonomia
administrativa, financeira, patrimonial, didática e disciplinar, compatíveis com a
sua personalidade jurídica e de acordo com seus atos constitutivos.
O ensino ministrado na Escola, além dos objetivos propostos, observará os
ideais e fins da educação previstos na Constituição Federal e na Legislação que
fixa as Diretrizes e Bases da Educação Nacional e suas regulamentações.
Objetivos
A Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC tem como objetivos:
I
Desenvolver educação profissional nos níveis básico, técnico e
tecnológico, capacitando profissionais para o mundo do trabalho, investindo no
fortalecimento da cidadania;
II
Colaborar com o desenvolvimento agropecuário, agro-industrial e de
serviços da região, através de ações articuladas com o setor produtivo e a
sociedade em geral;
III
Incentivar e operacionalizar mecanismos de pesquisa e extensão;
IV Desenvolver metodologias próprias visando à efetiva articulação da
educação, produção e pesquisa;
V
Oportunizar outras formas de ensino na forma da legislação vigente;
VI Zelar pelas legislações e normas vigentes e pelo cumprimento da
proposta pedagógica adotada pela Escola;
VII Garantir uma avaliação institucional dinâmica e constante com a
2
participação dos diversos segmentos envolvidos.
Origem institucional
A Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC foi criada pela Lei 8670 de
30 de junho de 1993 e transformada em autarquia pela Lei 8731 de 16 de
novembro de 1993. Está vinculada à Secretaria de Educação Média e
Tecnológica - SEMTEC do Ministério da Educação - MEC, sediada em Brasília DF e compõe o Sistema Nacional de Educação Tecnológica, criado pela Lei 8.948
de 08 de dezembro de 1994.
1º Pela Portaria Ministerial n. º 1006 de 06 de julho de 1994 foi nomeado o
1º Diretor Geral para dar inicio ao processo de implantação administrativa e
pedagógica.
2º A Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC foi inaugurada pelo
Ministério de Estado da Educação em 17 de dezembro de 1994 e iniciou suas
atividades letivas em 05 de junho de 1995.
3º A regularidade de estudos do curso Técnico Agrícola com Habilitação
em Agropecuária foi declarada pela Portaria n. º 18 de 13 de abril de 1998, do
Secretário de Educação Média e Tecnológica - SEMTEC.
4º Pela Portaria n. º 047 de 13 de janeiro de 1997, foi autorizada a
funcionar a Unidade de Ensino Descentralizada de Dois Vizinhos - PR - UNED,
vinculada à Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC.
Estrutura Organizacional
A estrutura organizacional da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC
compreende:
1 Órgão Executivo:
1.1 Direção Geral
2 Órgão de Assistência Direta ou Imediata ao Diretor Geral:
2.1 Gabinete
3 Órgão Seccional
3.1 Departamento de Administração e Planejamento
3.1.1 Coordenação Geral de Administração e Finanças
3.1.2 Coordenação Geral de Recursos Humanos
4 Órgão Vinculado
4.1 Procuradoria Jurídica
5 Órgão Específico Singular
5.1 Departamento de Desenvolvimento Educacional
5.1.1 Coordenação Geral de Ensino
5.1.2 Coordenação Geral de Produção e Pesquisa
5.1.3 Coordenação Geral de Assistência ao Educando
6 Órgãos Colegiados
6.1 Conselho Diretor
6.2 Conselho Técnico Profissional
3
Estrutura regimental da unidade:
A Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC obedece a seguinte
estrutura regimental:
− Constituição Federal;
− Lei n. º 8112/90 e suas alterações - Regime Jurídico Único;
− Lei 8670 de 30/06/93 - Criação da Escola;
− Lei 8731de 16/11/93 - Autarquização;
− Decreto 2548 de 15/04/98 - Regimento Interno das Escolas Agrotécnicas
Federais;
− Portaria MEC 1025 de 10/09/98 - Regulamento Interno da Escola;
− E demais normas que regem as Autarquias Públicas Federais.
Nossa missão institucional
A missão Institucional da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC
consiste em:
Capacitar - através da formação, qualificação e requalificação profissional
por meio de conteúdos programáticos planejados - estudantes, trabalhadores,
produtores rurais e egressos, desenvolvendo ensino, pesquisa e extensão com
vistas ao exercício da cidadania e à integração de sua clientela a força de
trabalho; e, produzir bens e serviços que promovam, o seu desenvolvimento
institucional e o da comunidade.
Valores institucionais
1- ALUNO - Razão maior da Escola;
2- CIDADÃO (CONTRIBUINTE) - Papel de servidor público;
3- QUALIDADE NO AMBIENTE DE TRABALHO - Responsabilidade de
todos e de cada um;
4- ESCOLA - Fazer cada dia a melhor Escola possível;
5- FAMÍLIA - Estrutura base da sociedade;
6- COMUNIDADE - Exercício da cidadania;
7- OUTROS VALORES UNIVERSAIS - Amizade, Solidariedade,
Fraternidade, Honestidade, Moralidade,...
Princípios de direito administrativo
Princípio da Legalidade: Todas as atividades da Administração Pública são
vinculadas aos mandamentos da lei.
Todo Servidor Público deve seguir corretamente as leis, sob pena de
invalidade do ato de responsabilidade de seu autor. O princípio da legalidade não
incide semente à Administração Pública, mas também às demais atividades do
Estado.
Princípio da Impessoalidade: Em todas as atividades da Administração Pública,
o servidor deve atender a todos os cidadãos, sem qualquer discriminação. Prestar
serviços igualmente a todos.
Princípio da Moralidade: Além do Serviço Público obedecer às leis, deve-se
obedecer também à moral. Ser Legal e Moral é seguir as Leis e ser Honesto,
procurar fazer o melhor e mais útil para o interesse Público.
4
Princípio da Publicidade: Todo o ato praticado pela Administração Pública deve
ser divulgado, publicado em um órgão oficial. O jornal Diário Oficial da União é o
veículo utilizado para a comunicação da Administração Pública Federal.
Princípio da Finalidade: A prática da Administração Pública está voltada
exclusivamente ao interesse público.
Princípio da Continuidade: As atividades da Administração Pública são
contínuas, ininterruptas, porque não param os anseios da coletividade.
Princípio da Indisponibilidade: Os bens, serviços e interesses não estão à livre
disposição da Administração Pública e do Administrador que os representa. Cabelhes tão somente guardá-los e aprimorá-los para a finalidade a que estão
vinculados.
Princípio da Eficiência: A administração (seus servidores) deve agir com
eficiência e prontidão.
Vista aérea da
Escola Agrotécnica
Federal de Rio do Sul
Vista aérea da
Escola Agrotécnica
Federal de Rio do Sul
5
Fluxograma Organizacional
Coordenação de
Acompanhamento ao Educando
Setor de Alimentação e Nutrição
Coordenação de Supervisão Pedagógica
Seção de Registros Escolares
Setor de Esporte, Lazer
Setor de Orientação Educacional
Seção de Cursos Técnicos Especiais
Setor de Atividades Artísticas e Culturais
Casa Familiar Rural
Vigilância
Setor de
Agroindústria
Setor de Zootecnia
Setor de Agricultura
Seção de Cooperativa Escola
Coordenação Geral de
Ensino
Seção de Pesquisa e Extensão
Coordenação Geral
de Assistência ao
Educando
Setor de Florestas
UEP de Agricultura I
UEP de Agricultura II
UEP de Agricultura III
UEP de Zootecnia I
UEP de Zootecnia II
UEP de Zootecnia III
UEP de Mudas e Jardins
UEP de Mecanização Agrícola
UEP de Construções
UEP de Turismo Rural
UEP de Gestão Ambiental
Coordenação de Ensino
Coordenação de Administração e
Planejamento
Estágios
Acompanhamento de Egressos
Eventos
Coordenação
Geral de Produção
e Pesquisa
Departamento de
Desenvolvimento
Educacional
Direção Geral
Unidade de Ensino
Descentralizada de
Dois Vizinhos (PR)
Departamento de
Administração e
Planejamento
Coordenação de
Acompanhamento ao Educando
Coordenação de Educação e
Produção
Coordenação de Execução
Orçamentária e Financeira
Coordenação
Especial de
Relações
Empresariais
Chefia de Gabinete
Procuradoria
Federal
Seção de Processamento de Dados
Comunicação Social
Coordenação
Geral de Recursos
Humanos
Coordenação Geral
de Administração e
Finanças
Telefonia
Coordenação de Serviços de Apoio
Seção de Cadastro e Pagamento
Seção de Execução Orçamentária e
Financeira
Setor de Capacitação e Desenvolvimento
de Recursos Humanos
Setor de Almoxarifado
Setor de Patrimônio
Setor de Compras e Licitações
Gestão de Qualidade
Contabilidade
Transporte
Tesouraria
SICAF
6
ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE RIO DO SUL
Equipe Diretiva
Nome do Servidor
Função Diretiva
1 Cláudio
Diretor Geral
Adalberto Koller
Habilitação de 2º grau / 3º grau e/ou Pós-Graduação
Licenciado em Ciências Agrícolas, Especialização em
Planejamento energético ambiental, Mestre em
Agroecossistemas
de Licenciatura Plena em Ciências, com habilitação em
Biologia e Especialização em Biologia.
2 Walter
Soares Diretor
Fernandes
Desenvolvimento
Educacional
3 Marco
Antônio Diretor de Administração Bacharel em Administração, Bacharel em Direito,
Imhof
e Planejamento
Especialização em Gestão Estratégica de Recursos
Humanos
4 Claudinei Zunino Coord. Geral de Ensino Licenciatura em Letras com habilitação em Português
e Literatura de Língua Portuguesa e Especialização
em Língua Portuguesa –Redação
5 Oscar
Emílio Coord.
Geral
de Engenheiro Agrônomo, Mestre em Zootecnia
Ludtke
Produção e Pesquisa
Harthmann
6 Eurico da P. P. Coord.
Geral
de Tecnólogo em Cooperativismo, Especialização em
Neto
Assistência
ao Gestão Estratégica de Recursos Humanos
Educando
7 Kátia Margareth Coord.
Geral
de Bacharel
em
Administração
de
Empresas,
Anami Segundo Recursos Humanos
Especialização em Administração de Recursos
Humanos
8 Emília
Cristina Coord.
Geral
de Bacharel em Administração de Empresas
Schlemper
Administração
e
Finanças
VINCULAÇÃO PROGRAMÁTICA DA EAFRS
DEMONSTRATIVO DAS METAS ANUAIS
No ano de 2003, a escola esteve inserida no PPA (Plano Plurianual) do
Governo Federal executando os seguintes Programas/Ações:
Especificação da Funcional Programatica (Programa de Trabalho) Metas físicas Metas físicas Acrescimo
previstas
realizadas /Redução
12.363.0044.2992.0042 – Funcionamento da educação
profissional
12.363.0044.2994.0042 – Assistencia ao educando da
educação profissional
12.363.0044.5135.0042 – Modernização e recuperação
da infra-estrutura física de instituições federais de
educação profissional *
12.306.0791.2012.0042 – Auxilio alimentação aos
servidores e empregados
12.331.0791.2011.0042 – auxilio transporte aos
servidores e empregados
12.365.0791.2010.0042 – assitencia pre escolar aos
dependentes dos servidores e empregados
09.272.0089.0181.0042 – pagamento de aposentadorias
e pensoes – servidores civis
09.301.0791.2004.0042
–
assistencia
medica
e
odontologica aos servidores, empregados e seus
dependentes
%
1.289
1.299
10
0,01%
1.288
1.299
09
0,01%
165
576
411
249%
100
100
0
0%
70
41
29
-41%
41
30
11
-26%
03
04
1
3%
71
76
5
7%
* sala da telefonista – central telefonica (12,03 m2); sala dos professores –
computadores (46,44 m2), abrigo de máquinas - bomba distribuidor de esterco
(517,55m2).
7
Podemos observar que a Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul obteve
exito na execução dos programas/ações estabelecidas no PPA 2000-2003,
principalmente no tocante aos programas finalísticos da unidade, contribuindo
para o desenvolvimento desta importante região de Santa Catarina.
INDICADORES RELEVANTES
A Escola Agrotécnica Federal tem como público alvo a Comunidade do Alto
Vale do Itajaí, oferecendo aos filhos de agricultores, ensino público e gratuito de
qualidade. A Escola é vista na comunidade como um centro de referência, é
através dela que os futuros profissionais buscam seus conhecimentos e tem
contato com novas tecnologias do campo, o que acaba trazendo desenvolvimento
a agropecuária da região e por conseguinte do Brasil.
É na agricultura que o País está colhendo os melhores resultados quebrando
continuamente recordes de produção e exportação, apresentando os melhores
resultados de crescimento de PIB.
Neste sentido a EAFRS sempre se primou em ofertar cursos que
apresentam uma demanda na região, começando com a oferta do Curso de
Agropecuária em 1995, já em 1998 implanta o curso de Floresta e no ano de 2003
iniciamos a nova tendencia mundial que é a produção de alimentos com o mínimo
de agressão à natureza, iniciando as aulas do curso de agroecologia.
Segue abaixo a evolução das matriculas de alunos na função finalística da
EAFRS, e o planejamento do ano de 2003:
MATRICULA ESCOLAR E EVASÃO DESDE O INÍCIO DAS ATIVIDADES
LETIVAS NA EAFRS
1
1995
Matrícula Inicial 120
Evasão 07
Matrícula Final 113
1996
Matrícula Final/95 113
Matrícula Inicial 157
Evasão 46
Matrícula Final 224
1997
Matrícula Final/96 224
Matrícula Inicial 160
Evasão 53
Matrícula Final 331
1999
Matrícula Final/98 353
Matrícula Inicial 170
Evasão 78
Matrícula Final 445
Formandos 93
Matrícula Final 352
2003
Matrícula Final/02 349
Matrícula Inicial 180
Evasão 80
Matrícula Final 449
Formandos 59
Matrícula Final 390
2000
Matrícula Final/99 352
Matrícula Inicial 172
Evasão 85
Matrícula Final 439
Formandos 91
Matrícula Final 348
2001
Matrícula Final/00 348
Matrícula Inicial 142
Evasão 50
Matrícula Final 440
Formandos 122
Matrícula Final 318
1998
Matrícula Final/97 331
Matrícula Inicial 187
Evasão 76
Matrícula Final 442
Formandos 89
Matrícula Final 353
2002
Matrícula Final/01 318
Matrícula Inicial 173
Evasão 50
Matrícula Final 441
Formandos 92
Matrícula Final 349
EAFRS/CASA FAMILIAR RURAL
1996
Matrícula Inicial 13
Evasão 00
Matrícula Final 13
1997
Matrícula Final/96 13
Matrícula Inicial 00
Evasão 02
Matrícula Final 11
1998
Matrícula Final/97 11
Matrícula Inicial 14
Evasão 05
Matrícula Final 20
1999
Matrícula Final/98 20
Matrícula Inicial 21
Evasão 10
Matrícula Final 31
Formandos 10
8
2000
Matrícula Final/99 21
Matrícula Inicial 20
Evasão 10
Matrícula Final 31
Formandos 04
Matrícula Final 27
2
2001
Matrícula Final/00 149
Matrícula Inicial 178
Evasão 22
Matrícula Final 305
Formandos 133
Matrícula Final 172
4
2002/PARCIAL
Matrícula Final/01 23
Matrícula Inicial 05
Evasão 07
Matrícula Final 21
Formandos 00
Matrícula Final 21
Matrícula Final 21
2003
Matrícula Final/02 21
Matrícula Inicial 14
Evasão 02
Matrícula Final 33
Formandos 07
Matrícula Final 26
EAFRS/UNED
1997
Matrícula Inicial 87
Evasão 13
Matrícula Final 74
3
2001
Matrícula Final/00 27
Matrícula Inicial 15
Evasão 07
Matrícula Final 35
Formandos 12
Matrícula Final 23
1998
Matrícula Final/97
Matrícula Inicial
Evasão
Matrícula Final
74
00
00
74
1999
Matrícula Final/98 74
Matrícula Inicial 104
Evasão 30
Matrícula Final 148
2002
Matrícula Final/01 172
Matrícula Inicial 191
Evasão 23
Matrícula Final 340
Formandos 142
Matrícula Final 198
2003
Matrícula Final/02 198
Matrícula Inicial 180
Evasão
Matrícula Final
Formandos
Matrícula Final
2000
Matrícula Final/99 148
Matrícula Inicial 174
Evasão 30
Matrícula Final 292
Formandos 143
Matrícula Final 149
EAFRS - AGROPECUÁRIA
1995
Matrícula Inicial 120
Evasão 07
Matrícula Final 113
1996
Matrícula Final/95 113
Matrícula Inicial 157
Evasão 46
Matrícula Final 224
1997
Matrícula Final/96 224
Matrícula Inicial 160
Evasão 53
Matrícula Final 331
1999
Matrícula Final/98 322
Matrícula Inicial 131
Evasão 70
Matrícula Final 383
Formandos 93
Matrícula Final 290
2003
Matrícula Final/02 267
Matrícula Inicial 108
Evasão 52
Matrícula Final 323
Formandos 47
Matrícula Final 276
2000
Matrícula Final/99 290
Matrícula Inicial 148
Evasão 78
Matrícula Final 360
Formandos 91
Matrícula Final 269
2001
Matrícula Final/00 269
Matrícula Inicial 106
Evasão 42
Matrícula Final 333
Formandos 102
Matrícula Final 231
1998
Matrícula Final/97 331
Matrícula Inicial 150
Evasão 70
Matrícula Final 411
Formandos 89
Matrícula Final 322
2002
Matrícula Final/01 231
Matrícula Inicial 136
Evasão 32
Matrícula Final 335
Formandos 68
Matrícula Final 267
EAFRS - FLORESTA
1998
Matrícula Inicial 37
Evasão 06
Matrícula Final 31
2002
1999
Matrícula Final/98
Matrícula Inicial
Evasão
Matrícula Final
31
39
08
62
2000
Matrícula Final/99 62
Matrícula Inicial 24
Evasão 07
Matrícula Final 79
2001
Matrícula Final/00 79
Matrícula Inicial 36
Evasão 08
Matrícula Final 107
Formandos 20
Matrícula Final 87
2003
9
Matrícula Final/01 87
Matrícula Inicial 37
Evasão 11
Matrícula Final 113
Formandos 19
Matrícula Final 94
5
Matrícula Final/02 94
Matrícula Inicial 36
Evasão 19
Matrícula Final 111
Formandos 12
Matrícula Final 99
EAFRS - AGROECOLOGIA
2003
Matrícula Final/01
Matrícula Inicial
Evasão
Matrícula Final
Formandos
Matrícula Final
00
36
09
27
00
27
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
O Estágio Curricular Supervisionado é o primeiro passo para o exercício
profissional. É a vivëncia do conhecimento assimilado na teoria e na prática.
Representa a fase de transição entre o mundo da escola e o mundo do trabalho,
orientando o futuro profissional para a compreensão crítica da importância do
trabalho na vida do cidadão, fornecendo subsídio valioso para o pleno exercício
da profissão.
Para a obtenção do grau de Técnico de Nível Médio, o Estágio Curricular
Supervisionado é obrigatório e propicia a complementação da aprendizagem,
constituindo-se em instrumento de integração, de aperfeiçoamento TécnicoCientífico-Cultural e de relacionamento humano.
O Estágio Curricular Supervisionado é regido por regulamentação serão
dirimidos pelo Diretor Geral da Escola, ouvida a CEREM e DDE, que em grau de
recurso, colocará em apreciação ao Conselho de Professores.
As Empresas, ao aceitarem como estagiários os alunos finalistas dos Cursos
de Técnico Agrícola com Habilitação em Agropecuária e Técnico Florestal,
demonstram a confiança que colocam na formação oferecida neste
estabelecimento de ensino.
No ano de 2003, 76 alunos concluíram o Ensino Médio neste educandário,
estando aptos para a realização do Estágio Curricular Supervisionado, sendo que
56 alunos optaram por realiza-lo e 07 alunos comunicaram que o farão em outra
oportunidade.
No ano de 2002, 23 alunos do Curso Técnico Agrícola com Habilitação em
Agropecuária Pós-Médio, estavam aptos para a realização do Estágio Curricular
Supervisionado, sendo que 08 optaram por realiza-lo em outra oportunidade.Dos
15 alunos que estão estagiando 04 concluíram seus estágios e formaram-se em
dezembro e os demais deverão concluir seus estágios em 2004.
ÁREAS DE ATIVIDADES DOS ESTAGIÁRIOS
Projetos Agropecuários Familiares
Empresas de Assistëncia Técnica e Prestação de Serviços
Empresas de Insumos (Comércio)
Indústria de Beneficiamento
Pesquisa
Educação
Fazendas Granjas.
02
10
07
24
03
00
10
10
76
TOTAL
ESPECIFICAÇÃO DE EMPRESAS PARA ESTÁGIO
Òrgãos Governamentais
02
05
03
08
38
76
Cooperativas
Prefeitura
Propriedades Particulares
Empresas Ltda – S.A
TOTAL
LOCALIZAÇÃO DO ESTÁGIO
No Estado
66
09
01
76
Em outros
Exterior
TOTAL
PLANEJAMENTO ANUAL 2003
Objetivos
Adequação de um alojamento para atender o curso de agroecologia
Adquirir um veículo utilitário via convenio MEC/SEMTEC
Aquisição de acervo bibliográfico da EAFRS, via Convenio MEC/SEMTEC
Aquisição de bovinos para engorda e abate
Aquisição de equipamentos para a agroindústria via convênio MEC/SEMTEC
Aquisição de novos aparelhos telefônicos
Aquisição de novos computadores e impressora para a sala de professores
Aquisição de novos computadores para sala de professores
Aquisição de novos implementos agrícolas para a fazenda
Aquisição de um gerador de vapor para a agroindústria via Convenio
MEC/SEMTEC
Aquisição de uma bomba sugadora a vácuo de dejetos líquidos
Aquisição de uma central digital de telefonia
Aquisição de veículo Oficial via convênio MEC/SEMTEC
Calçamento e reforma do prédio destinado a implantação do laboratório de
sementes
Cobertura do almoxarifado
Conclusão do centro de eventos da EAFRS via convênio MEC/SEMTEC
Contratação de um regente de Banda da EAFRS.
Equipamentação do auditório
Implantação da Auditoria Interna
Implantação da rede novell para o Atendimento ao Educando e a Casa
Familiar Rural
Implantação de vigilancia eletronica (cameras de vídeo) na biblioteca - via
Convenio MEC/SEMTEC
Implantar o curso de agroecologia em concomitância com o Ensino Médio
Manter o convênio com o CIEE para oferta de estagiários (até 4 vagas) para
estudantes de outras instituições locais;
Manter o convênio com o SINASEFE (R$ 20.000,00) para assistência médica
aos servidores (Fonte 250);
Manter o Curso de florestas em concomitância com o Ensino Médio;
Manter o Curso de Técnico Agrícola com Habilitação em Agropecuária em
concomitância com o Ensino Médio;
Manter o Curso Pós-Médio com Habilitação em Agropecuária;
Manter o funcionamento da pedagogia de alternância para filhos de
agricultores através de convênio com a Casa Familiar Rural;
Executado
Não
Executado
x
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
x
X
X
X
X
X
X
11
Manter os serviços de terceirização para possibilitar o atendimento às
necessidades operacionais da Escola;
melhoramentos do acesso a Internet
Melhorar as condições de moradia estudantil masculina através de reformas
hidráulicas e elétricas, colocação de novas fechaduras e conserto de
roupeiros;
Melhoria no acesso da Escola à cidade de Rio do Sul, juntamente com a
Prefeitura Municipal;
Melhorias na rede elétrica que abastece a agroindústria, via Convenio
MEC/SEMTEC
Oportunizar sem prejuízo da instituição a liberação parcial ou integral de
servidores para cursos de aperfeiçoamento, capacitação, mestrado e
doutorado;
Pintura externa dos alojamentos
Propiciar seguro a toda a frota de veículos
Proporcionar viagens de estudo, participação de feiras, encontro e festivais
aos alunos da Escola;
Realização da Feira de Matemática e conhecimentos tecnológicos com o
envolvimento da comunidade interna e externa;
Realizar Café Colonial
Realizar palestras e treinamento para os docentes quanto ao processo de
seleção de alunos.
Recuperar os aterros internos que sofreram erosão com as chuvas de
novembro, através de convenio MEC/SEMTEC.
Reforma de placas indicativas internas da EAFRS
Reforma geral das cercas existentes na fazenda da EAFRS
Reforma geral dos prédios da eafrs – pintura telhado
Substituição gradativa dos móveis
Transferir a Unidade de Ensino Descentralizada de Dois Vizinhos - PR, para o
CEFET PR, visando economia de recursos e racionalização de açoes do
Governo Federal.
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
x
X
X
X
Obs: a maior parte do planejamento não foi executado por falta de recursos
orçamentários.
12
2 – GESTÃO ORÇAMENTÁRIA – METAS FISCAIS
No ano de 2003, sob o comando de uma nova Gestão do Governo Federal,
esta IFE procurou sempre se balizar nas ações determinadas pela SEMTEC
(Secretaria de Ensino Médio e Tecnológico) do Ministério da Educação,
acolhendo integralmente as novas diretrizes da Secretaria bem como todas as
demais ações do Governo Federal, neste sentido listamos os principais pontos
positivos e negativos ocorridos no ano de 2003.
PRINCIPAIS DIFICULDADES NO ANO 2003.
Orçamento de Custeio reduzido ano a ano proporcionalmente aos custos de
manutenção;
Acrescimo elevado nos índices inflacionários relativos ao segundo semestre
de 2002 e início de 2003.
Orçamento reduzido para investimentos;
Elevado dispêndio aos serviços terceirizados, devido a falta de contratação
de servidores efetivos.
Impossibilidade de oferecer treinamento a grande parte dos servidores, em
virtude de escassez de recursos.
Demora no repasse financeiro e orçamentário por parte dos órgãos
responsáveis, o que causa atraso de pagamento de faturas;
Acesso à Escola não pavimentado, o que dificulta oferecer cursos noturnos e
ou aumento de vagas nos atuais cursos;
Falta de pessoal na área de saúde, (médico, psicólogo, enfermeiro e
nutricionista).
Corte de despesas relacionadas a diárias e passagens através do Decreto
4.691/03, limitando o treinamento de servidores e a participação da EAFRS em
eventos importantes;
A falta de pessoal capacitado que não exerça outras atividades de execução
e/ou controle, impedindo a instalação da Auditoria Interna.
A edição do Decreto 4900/03 que determinou o prazo final para emissão de
empenhos até 12 de dezembro de 2003, prejudicando algumas açoes por parte
da Escola, e inclusive impossibilitando o recebimento de mais projetos por parte
da SEMTEC/MEC.
A falta de Procurador Lotado na EAFRS, o que demora na obtenção de
Pareceres, resultando em lentidão nas atividades, ou as vezes até inviabilizando
ações.
PRINCIPAIS FATORES POSITIVOS NO ANO DE 2003
A concessão de R$ 144.397,95 em convênios por parte da SEMTEC,
proporcionando um atendimento a projetos importantes.
O início das aulas do novo curso de Agroecologia da EAFRS, atendendo
uma tendência mundial da produção de alimentos sem uso de agrotóxicos e com
o mínimo de agressão a natureza.
A eleição do Diretor Geral através de consulta à comunidade de maneira
clara e pacífica, proporcionando um ambiente harmonico à EAFRS.
13
Autorização por parte do Ministério do planejamento para a realização de
concurso para 03 professores efetivos e 05 técnicos administrativos.
Transferencia da UNED de Dois Vizinhos PR ao CEFET do PR, viabilizando
um melhor controle administrativo e pedagógico por parte do Governo Federal,
visto que a UNED ficava a 550 km da EAFRS, e Agora fica a 30 km de Pato
Branco PR, sendo possível um melhor atendimento àquela Unidade.
A concessão de R$ 134.289,00 por parte da Fundação Vitae para
construção de um Laboratório de Sementes na EAFRS.
MEDIDAS DE ECONOMIA E RACIONALIZAÇÃO DE GASTOS
Retirada de Lâmpadas em excesso, e retirada de portas dos banheiros dos
alojamentos, o que reduziu sensivelmente o consumo de energia.
Aquisição de uma central telefonica digital, possibilitando um controle efetivo
das ligações telefônicas.
Controle racional de viagens técnicas e de caráter oficial, principalmente
para atender o Decreto 4691/03.
Busca de convênios com empresas privadas e governamentais.
Aumento da produção própria, evitando aquisições que podem ser
produzidas na EAFRS.
Diminuição do Plantel animal, diminuindo o consumo de rações e derivados.
Principais economias geradas em razão da racionalização de gastos
Despesa
Alimentos para animais
Energia elétrica
Comunicação em geral
Telecomunicações
Vigilancia
Passagens
Diárias
2002 R$
2003 R$
Economia Em %
59.688,75
66.500,05
32.381,51
26.797,42
101.891,60
13.475,69
31.975,37
57.134,20
45.439,72
22.001,18
24.953,27
95.299,72
11.436,78
25.752,42
5%
31%
32%
7%
7%
15%
20%
Fonte: SIAFI
CONSUMO ENERGIA ELÉTRICA
ANO
2001
2002
2003
%½
% 02/03
VALORES EM KWh
JAN
FEV
MAR
ABR
MAI
JUN
JUL
33600 33600 48800 47200 49600 45600 42400
25600 28800 36800 44000 44000 46400 52800
14.400 14.400 20.000 21.600 22.400 23.200 24800
-23,8
-14,3
-24,6
-6,8
-11,3
1,8
24,5
-43,8
-50,0
-45,7
-50,9
-49,1
-50,0 -53,0
AGO
47200
44000
20800
-6,8
-52,7
SET
39200
34400
22400
-12,2
-34,9
OUT
44000
24000
22400
-45,5
-6,7
NOV
44000
19200
18400
-56,4
-4,2
DEZ TOTAL
39200 514400
19200 419200
19200 244000
-51,0
-18,5
0,0
-41,8
Fonte: Notas Fiscais CELESC
14
GRAFICO
2002/2003
COMPARATIVO
CONSUMO
DE
ENERGIA
ELÉTRICA
60000
50000
40000
2001
30000
2002
2003
20000
10000
0
JAN
FEV
MAR
ABR
MAI
JUN
JUL
AGO
SET
OUT
NOV
DEZ
Principais aumentos de custos enfrentados
Despesa
Combustíveis
Gas engarrafado
Generos alimentícios
Material de expediente
Material de processamento de dados
Insumos agropecuários
Limpeza e conservação
2002 R$
2003 R$
Acrescimo em %
25.103,34
12.216,51
61.807,02
8.738,02
16.305,99
10.074,58
195.087,13
45.618,83
22.217,70
86.525,19
12.413,85
21.891,57
15.534,89
221.934,43
81%
81%
39%
42%
34%
54%
13%
Fonte: SIAFI
Obs: os maiores aumentos se deram em decorrencia do acréscimo
inflacionário do 2º semestre de 2002 e início de 2003, principamente nos preços
controlados pelo Governo.
Evolução de arrecadação da receita de produção própria (fonte 250)
Receita
Receita Patrimonial
Receita agropecuária
Receita de serviços
Produção própria consumo interno
Total
2002
5.218,82
82.119,11
161.639,45
364.156,13
615.135,51
2003
4.945,01
99.512,29
180.959,00
420.455,25
705.871,55
Incremento %
-6%
21%
12 %
15 %
14,75%
Fonte: SIAFI
15
3 – GESTÃO FINANCEIRA
O orçamento autorizado da EAFRS no ano de 2003, principalmente no
tocante ao custeio e investimentos, obteve um incremento de 10 % em relação a
2002. este pequeno incremento não foi suficiente para absorver os indíces
inflacionários relativos ao segundo semestre de 2002 e primeiro semestre de
2003. Devemos considerar este período como ponto de impacto, porque os limites
orçamentários são determinados às unidades sempre no mês de julho do ano
anterior ao orçamento.
Analisando um dos índices mais utilizados: IGPM da Fundação Getúlio
Vargas, obtem-se uma inflação acumulada no período de Julho de 2002 a julho
de 2003 na ordem de 28.23%, descontando-se os 10% de incremento no período,
verificamos que perdemos em poder aquisitivo orçamentário cerca de 18 %, o que
implica em corte de despesas que afetam o atingimento das metas previstas no
PPA.
Necessário se faz observar que desde do ano de 1998, esta Instituição
acumula perdas significativas no orçamento de custeio, visto que os acrescimos
na matriz orçamentária não acompanham a inflação do período.
Apesar do problema explanado, esta IFE conseguiu terminar o ano com
todas as obrigações financeiras cobertas pelo orçamento 2003, o que não
prejudicará o ano de 2004, cumprindo integralmente a Lei de Responsabilidade
Fiscal.
Segue abaixo a execução orçamentária do período:
EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA 2003.
Conta
Nomenclatura
3390.30.00 - Material de Consumo
1/3
Combustíveis e Lubrificantes
4
Gás engarrafado
6
Alimento para os Animais
7
Gêneros alimentícios
8 e 12
Material zoot/animais pesquisa
9/10/11
Materiais farmacológico/químico/odontologico
14/15
Material festividade/esportivo
16
Material de expediente
17
Material processamento dados
19/21
Material acondicionamento e embalagem
22
Material de limpeza
23
Uniformes
24
Material man. Bens imóveis
25
Material man. Bens móveis
26
Material elétrico eletrônico
27/28
Material proteção segurança/manobra
29
Material áudio, vídeo e foto.
30
Material para comunicações
31
Sementes, mudas e insumos.
35/36
Mat.Laboratorial/hospitalar
39
Material man. Veículos
41
Material utilização gráfica
Executado 2002 Executado 2003
350.015,09
25.103,34
12.216,51
59.688,75
61.807,02
2.652,10
5.800,00
472,27
8.738,02
16.305,99
4.375,11
9.084,84
588,37
27.468,29
20.592,98
4.330,93
2.353,01
1.229,99
0,00
10.074,58
58,89
11.336,48
992,50
413.376,35
45.618,83
22.217,70
57.134,20
86.525,19
3.275,53
8.480,04
800,27
12.413,85
21.891,57
4.088,03
13.680,19
1.663,20
28.129,90
21.930,91
5.128,79
3.969,02
1.163,50
4.095,00
15.534,89
342,66
19.785,80
874,30
16
42/43
Ferramentas/reabilitação
50
Bandeiras
92
Restos a pagar
99
Outros materiais de consumo
3390.36.00 - Serviços Terceiros Pessoa Física
21
Manutençao de bens móveis
22
Manutenção de bens imóveis
25
Serviços de limpeza e conservação
30
Serviços médicos e odontológicos
35
Serviços de apoio administrativo tecnico e oper.
38
Confecção de uniformes
3390.37.00 – Locaçào de Mào de Obra
01
Serviços de apoio admin. Terceirização
02
Limpeza e conservação
98
Restos a pagar
3390.39.00 - Serviços Terceiros Pessoa Jurídica
01
Assinatura de periódicos
5/10/14
Serviços téc. Profissionais/locação
11
Locação de softwares
12
Locação de máquinas e equipamentos
16
Manutenção de bens imóveis
17/ e 20
Manutenção de máquinas/equipam.
19
Manutenção de veículos
21/22/23/41 Exposição/cong./festiv.Cons.vias/alimentação
43
Energia elétrica
47
Comunicação em geral
48
Serviços de treinamento
50
Serviços médicos hospitalares
51
Analises/assistencia social
57
Processamento de dados
58
Telecomunicações
59
Áudio vídeo e foto
62/63
Serviços gráficos/prod. Ind.
65
Apoio ao ensino
66
Serviços judiciários
69
Seguros
68/73/74/75/71 Fretes pedágios e transp./embalagens/conservaçao
77
Vigilância
78
Limpeza e conservação
81/83
Serviços bancários/cópias
94
Softwares
98
Restos a pagar
99
Outras despesas
3390.33.00 – Passagens
01
Passagens e despesas de locomoção
08
Pedágios
98
Restos a pagar
3390.14.00 - Diária Pessoal Civil
14
Diária pessoal civil
3390.18.00 – Auxilio Financeiro A Estudantes
01
Bolsas de estudo no País
98
Restos a Pagar
4590.52.00 – Equipamentos e material permanente
06
Aparelhos e equipamentos de comunicação
12
Aparelhos e utensílios domésticos
18
Coleçoes e material bibliográfico
33
Equipamentos de audio video e foto
698,46
0,00
64.046,66
0,00
6.335,00
0,00
5.810,00
0,00
0,00
0,00
525,00
195.097,13
161.707,13
30.475,00
2.915,00
362.618,57
5.274,87
788,40
4.935,00
1.560,00
7.458,32
5.214,77
4.058,42
476,65
66.500,05
32.381,51
60,00
20.000,00
587,53
4.015,00
26.797,42
1.311,10
1.831,70
46.275,68
136,93
5.477,10
571,72
101.891,60
0,00
2.471,85
0,00
22.454,87
88,08
14.613,14
13.475,69
121,10
1.016,35
31.975,37
31.975,37
19.562,04
19.562,04
0,00
9.985,95
0,00
0,00
0,00
9.985,95
2.455,97
455,00
31.370,61
351,40
16.665,09
186,00
8.460,00
2.112,00
1.075,89
4.831,20
0,00
221.934,43
28.666,88
193.267,55
0,00
342.928,89
4.614,00
1.351,60
6.816,25
0,00
4.261,08
16.041,94
3.969,55
194,41
45.439,72
22.001,18
58,00
20.007,70
710,13
3.795,00
24.953,27
477,65
3.779,98
34.442,39
124,96
3.888,54
487,65
95.299,72
624,00
1.078,23
2.350,00
45.789,69
372,25
11.452,68
11.436,78
0,00
15,90
25.752,42
25.752,42
18.188,48
15.939,44
2.249,04
69.228,47
8.304,86
525,44
34,90
3.664,70
17
35
Equipamentos de processamento de dados
40
Máquinas e equipamentos agrícolas
42
Mobiliário em geral
98
Restos a pagar
Benefícios a Servidores
3390.08.00 - auxílio creche
3390.46.00 - auxilio alimentação
3390.47.00 – contribuição pis/pasep
3390.49.00 - auxílio transporte
339092 – Despesas de Exercícios Anteriores
339092-39 serviços terceiros pessoa jurídica
Recursos Repassados a Uned - Dois Vizinhos
total de recursos repassado
Empenhos a liquidar não inscritos em RP
Empenhos a liquidar – UNED dois vizinhos
Total de Custeio e Capital
Despesas com pessoal e encargo sociais
Total Orçamento Executado
0,00
4.220,00
0,00
5.460,00
0,00
5.540,03
0,00
41.478,54
157.293,05 162.652,81
27.920,70
25.099,45
92.682,74 101.140,50
2.456,84
2.851,86
34.232,77
33.561,00
926,58
1.358,71
926,58
1.358,71
416.410,52 444.368,47
416.410,52 444.368,47
0,00
-22.619,50
0,00
-22.619,50
1.564.832,44 1.705.287,30
3.251.063,25 3.187.850,70
4.815.895,69 4.893.138,00
Fonte SIAFI
Obs: na execução considera-se os recursos de convênios
COMPARATIVO ORÇAMENTÁRIO X NUMERO DE ALUNOS
Orçamento total executado por numero de alunos
Orçamento Executado
Número De Alunos
Media Anual
Média Mensal
4.893.138,00
1.299
3.766,84
313,90
Gastos com alimentação por aluno da EAFRS – somente Rio do Sul
(considerando os que utilizam o refeitório, bem como os alimentos produzidos e
adquiridos).
Orçamento Executado
Numero De Alunos
Media Anual
Média Mensal
418.770,34
380
1.102,00
91,00
Obs: (aquisições: R$ 86.525,19 – produção própria: R$ 332.245,15)
Numero de alunos EAFRS/UNED
Ensino Técnico Rio do Sul
Ensino Médio Rio do Sul
Estágio (técnico) Rio do Sul
Ensino Técnico Dois Vizinhos
Estágio (técnico) Dois Vizinhos
Casa Familiar Rural de Rio do Sul
Total geral de Alunos (Obs: Matricula Inicial de alunos)
413
415
104
180
164
23
1.299
Fonte: Secretaria Escolar
PROVISÃO CONCEDIDA A UNED DOIS VIZINHOS
Qdd
339014
339030
339033
339037
339039
339093
339030
339039
339030
449052
Classificação
Diárias
Material Consumo
Passagens
Terceirização
Serviços terceiros PJ
Ajuda de Custo
Material de consumo
Serviços terceiros PJ
Restaurante
Equipamentos
Fonte
0112
0112
0112
0112
0112
0112
0250
0250
0250
0250
Valor R$
4.988,04
19.933,24
1.607,18
204.895,04
69.977,50
5.312,31
71.737,23
9.416,42
35.565,55
5.457,00
18
449052 Equipamentos – convenio SEMTEC
339030 Material de consumo – convenio SEMTEC
Total
0112
0112
7.934,85
7.544,11
444.368,47
Fonte: SIAFI
COMPARATIVO ORÇAMENTÁRIO
Orçamento Autorizado
Orçamento
1998
1999
2000
2001
Autorizado
Pessoal e enc. 1.563.521,00 1.875.952,002.320.012,002.701.060,00
Sociais
Custeio
1.133.028,00 1.477.762,001.322.540,001.762.984,66
Benefícios
Investimentos
Total
149.615,00 132.627,00 127.305,00 148.213,34
188.899,00 71.204,00 140.000,00 26.875,00
3.037.061,00 3.557.545,003.909.857,004.639.133,00
2002
2003
3.259.642,00 3.187.850,70
1.299.263,00 1.401.893,17
165.231,00
165.483,83
10.000,00
34.600,00
4.734.136,00 4.885.296,00
Fonte: SIAFI
5.000.000,00
4.500.000,00
4.000.000,00
3.500.000,00
3.000.000,00
Pessoal e enc. Sociais
Custeio
2.500.000,00
Benefícios
Investimentos
2.000.000,00
Total
1.500.000,00
1.000.000,00
500.000,00
0,00
1998
1999
2000
2001
2002
2003
Orçamento Executado
Orçamento Executado
1998
1999
2000
2001
2002
2003
Pessoal/E. Sociais
1.563.521,001.873.450,532.320.012,002.696.553,053.251.063,253.187.850,70
Custeio
Benefícios
Investimentos
1.030.135,031.393.800,48 997.028,681.702.210,931.281.186,961.473.406,02
142.594,70 130.376,56 127.630.,93 148.213,34 157.293,05 162.652,81
175.001,62 62.174,38 43.766,89 26.874,30
9.985,95 69.228,47
2.911.252,353.459.801,953.488.438,504.573.851,624.699.529,214.893.138,00
Fonte: SIAFI
Obs: OS valores das tabelas acima consideram recursos de convênios.
19
3.500.000,00
3.000.000,00
2.500.000,00
2.000.000,00
Pessoal/E. Sociais
Custeio
Benefícios
1.500.000,00
Investimentos
1.000.000,00
500.000,00
0,00
1998
1999
2000
2001
2002
2003
RECEITAS PRÓPRIAS – 2003
Receita
Previsão
Receita patrimonial
Receita agropecuária
Receita de serviços
Produção própria consumo interno
Total
Execução
4.602,00
98.849,00
180.959,00
420.455,25
4.945,01
99.512,29
180.959,00
420.455,25
705.871,55
Fonte: SIAFI
450.000,00
400.000,00
350.000,00
300.000,00
Receita patrimonial
250.000,00
Receita agropecuária
Receita de serviços
200.000,00
Produção própria consumo interno
150.000,00
100.000,00
50.000,00
0,00
Previsão
Execução
Evolução da receita própria no período compreendido entre 1998 a 2003 na
Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul.
Classificação
Receita patrimonial
Receita agropecuária
Receita de serviços
Produção
própria
consumo interno
Total
1998
1999
2000
2001
2002
2003
4.908,80 5.667,72 3.984,41 5.722,44 5.218,82
4.945,01
25.747,36 33.250,30 62.428,73 88.495,57 82.119,11 99.512,29
159.683,88 105.438,39 111288,42 143.327,64 161.639,45 180.959,00
256.657,74 306.953,23 368.833,17 352.863,58 364.156,13 420.455,25
446.997,78 451.309,64 548.534,73 592.410,23 613.133,51 705.871,55
Fonte: SIAFI
20
450.000,00
400.000,00
350.000,00
300.000,00
Receita patrimonial
250.000,00
Receita agropecuária
Receita de serviços
200.000,00
Produção própria consumo interno
150.000,00
100.000,00
50.000,00
0,00
1998
1999
2000
2001
2002
2003
21
4 – GESTÃO PATRIMONIAL
Os maiores problemas ligados à gestão patrimonial, dizem respeito a
deterioração pela ação do tempo, principalmente nos prédios, devido ao clima
onde se localiza a EAFRS, estamos com graves problemas de telhados,
ocasionado pela ação do vento, a pintura e estrutura ocasionados pelo clima
excessivamente úmido que acaba agravando o processo de deterioração natural
da Escola.
Quanto aos bens móveis, estes pelo uso contínuo, tendem a apresentar um
grande desgaste, principalmente nos veículos e maquinas, o que fez com que
esta IFE apresentasse um elevado gasto com manutençào destes itens.
O processo de racionalização do uso de equipamentos e máquinas
contribuem para amenizar o problema, porém durante os próximos anos a EAFRS
deverá priorizar a reforma dos prédios e substituição de máquinas, equipamentos
e veículos, sempre de acordo com o previsto no orçamento.
INFRA – ESTRUTURA
Área terra
Área construída
276 Hectares
2
12.807,92 m
Ambientes
Sala dos Professores
Sala de Estudos e Pesquisas Docentes
Coordenação Geral de Ensino
Coordenação Geral de Produção e Pesquisa
Coordenação Geral de Assistência ao Educando
Setor de Orientação Educacional
Biblioteca Acervo
Biblioteca Atendimento
Sala Telefonista
Hall de Entrada e Corredores de acesso
Protocolo e Fotocópias
Departamento de Desenvolvimento Educacional
Sala de Reuniões
Gabinete
Sala do Diretor
WC Sala do Diretor
Arquivo Permanente
Seção de registros Escolares
Coordenação Geral de Recursos Humanos
Departamento de Administração e Planejamento
Seção de Processamento de Dados
Seção de Execução Orçamentária e Financeira
Coordenação Geral de Administração e Finanças
Depósito de Administração e Faxina
WC Masculino Professores
WC Feminino Professoras
WC Masculino Servidores
WC Feminino Servidores
Coordenação de serviços de Apoio
46,44
14,41
15,41
15,41
15,41
20,36
42,26
82,18
12,03
175,37
15,41
15,41
29,24
15,41
16,85
4,08
9,69
21,13
32,28
21,13
21,13
21,13
21,13
2,25
5,32
5,32
8,22
6,13
21,13
22
Sala de Aula = 6 Unidades
Laboratório de Biologia
Laboratório de Física
Laboratório de Química
Laboratório de Desenho e Topografia
Sala de Apoio a cada Laboratório = 4 unidades
Corredores e Áreas de Acessos
WC Alunos
WC Alunas
Refeitório
Lavanderia e Cooperativa
Almoxarifado
Abrigo de Máquinas e Veículos
Carpintaria
Padaria
Alojamentos = 15 unidades
Vestiário para Educação Física
Residência do Diretor
Residência de Professores = 06 unidades
Residência de Funcionários = 06 unidades
Ambulatório
Uep's de Zootecnia = 03 unidades
UEP's de Agricultura = 03 unidades
Depósito de Gás
Portaria
Galpão de Recria
Galpão de Postura
Galpão de Corte = 06 unidades
Abatedouro
Suinocultura
Fábrica de ração
Paiol
Estábulo
Abrigo de viaturas
Abrigo de Implementos Agrícolas
Abrigo de madeirames da marcenaria
CTG - Centro de lazer dos alunos
Agroindústria
Sala de Ordenha
Estábulo
329,94
54,60
54,99
54,99
82,68
52,40
110,00
8,48
8,48
928,55
558,08
274,40
517,55
191,47
57,60
2.707,50
33,00
157,20
892,80
583,20
59,25
396,01
265,74
5,67
10,40
261,00
159,26
1.305,00
87,00
660,00
121,18
131,14
100,22
170,50
110,00
121,00
336,00
109,82
111,64
189,43
Fonte: CSA
Controle de deslocamento de veículos oficiais - 2002
Km rodados no ano
Consumo de combustível
Km rodado por litro
Combustível
Manutenção/Conservação
Reparos
Total (R$)
Média por Km rodado
Agrale
Blazer
Chevette
5.955,00 17.002,30 5.700,00
1.149,20 1.472,49
794,10
5,18
11,55
7,18
1.063,24 2.486,72 1.314,42
783,80
627,00
0,00
402,10 1.189,25
0,00
2.249,14 4.302,97 1.314,42
0,378
0,253
0,231
Marajó
Ônibus Parati CL Parati GL Sprinter
8.422,00 20.627,00 21.414,30 15.050,00 16.332,00
1.233,90 5.305,78 1.953,78 1.606,27 2.287,64
6,83
3,89
10,96
9,37
7,14
2.047,78 4.796,69 3.232,14 2.653,88 2.089,10
429,30 5.500,59 3.945,16
0,00 2.174,76
0,00 1.666,02
0,00 1.525,70 1.355,93
2.477,08 11.963,30 7.177,30 5.607,82 5.619,79
0,294
0,580
0,335
0,373
0,344
Fonte: CSA
23
RELATÓRIOS DE VIAGENS
VEÍCULO: AGRALE 7500 TD PLACAS LYR – 9160
Data
saída
17/01
27/02
26/03
08/05
11/05
06/06
24/07
08/08
26/08
29/08
22/09
15/10
21/10
20/11
Data
Retorno
17/01
27/02
26/03
08/05
11/05
06/06
27/07
08/04
26/08
29/08
22/09
20/10
21/10
20/11
Objetivo
Beneficiamento de feijão para limpeza
Transporte de cinza queimada
Transporte de cinza queimada
Transporte de Animais Expocentro
Transporte de Animais Expocentro
Benefiamento de feijão para limpeza
Transporte de animais para Exposição
Transporte de cinza queimada
Transporte de reprodutor p/ coleta de semem
Transporte de reprodutor p/ coleta de semem
Transporte de milho FUNAI
Transporte de animais EXPOLAGES
Transporte de poedeiras
Transporte de ramas de aipim/materiais
Cidade
Laurentino
Pouso Redondo
Pouso Redondo
Curitibanos
Curitibanos
Laurentino
Itajaí
Pouso Redondo
Indaial
Indaial
J. Boiteux
Lages
Ituporanga
Agrolândia
Fonte: CSA
VEÍCULO: BLAZER DLX PLACAS LYJ - 3941
Data
saída
29/01
31/01
11/02
06/03
12/03
19/03
16/04
19/04
26/04
10/05
22/05
30/05
17/06
25/06
07/07
09/07
22/07
27/07
01/08
14/08
21/08
25/08
04/09
02/10
08/10
13/10
18/10
30/10
17/11
02/12
08/12
10/12
16/12
Data
Retorno
29/01
31/01
11/02
06/03
12/03
19/03
16/04
19/04
26/04
10/05
26/05
30/05
17/06
25/06
07/07
09/07
22/07
22/07
01/08
14/08
23/08
25/08
04/09
02/10
08/10
13/10
18/10
30/10
17/11
02/12
08/12
10/12
16/12
Objetivo
Participar TECNOESTE
Participar reunião ATASC/SINTAGRI
Participar palestra
Participar reunião Cons. Diretor EAF S.Rosa Sul
Participar audiência minist. púb. federal
Acompanhar aluno
Reunião
Reunião Aldeia Palmeirinha
Formatura Proj. Terra Solidária
Participar Expocentro
Format. Terra Solidária e UNED
Acompanhar aluno Evalmir Horstmann
Acompanhar aluna Viviane Costa
Participar reunião CEFET
Participar reunião Cons. Diretor
Participar Palestra PM II
Participar reunião CTA Continental
Participar reunião Desp. Cidadão
Participar XXIII ECA
Participar reunião Conselho Diretor
Participar reunião UNED
Acompanhar presidente APP
Processo de Trans. UNED p/ CEFET/PR
Participar reunião CEFET/SC
Participar reunião UFSC
Participar reunião Conselho Diretor
Participar Desperta Cidadão
Participar reunião agência desenv. regional
Participar reunião UNED
Transporte de F. Mandioca – Natal das Alianças
Teste de Seleção
Participar reunião Cons. Diretor
Participar reunião Uned
Cidade
Concórdia
Camboriú
Curitiba
S. Rosa Sul
Blumenau
Mirim Doce
Blumenau
J. Boiteux
Porto Vitória
Curitibanos
Curitiba
Ibirama
J. Boiteux
Florianópolis
S. Rosa Sul
Ituporanga
Ituporanga
Ituporanga
Ituporanga
S. Rosa Sul
Dois Vizinhos
Petrolândia
Dois Vizinhos
Florianópolis
Florianópolis
S. Rosa Sul
Ituporanga
Blumenau
Dois Vizinhos
Agronômica
Taió
S. Rosa Sul
Dois Vizinhos
24
23/12
23/12
Participar reunião CEFET/SC
Florianópolis
Fonte: CSA
VEÍCULO: ÔNIBUS MB O 400 PLACAS LXA - 7696
Data
Saída
30/06
01/07
02/06
18/06
12/06
11/06
04/06
03/06
05/06
19/02
25/02
06/03
11/03
13/03
12/03
20/03
28/03
31/03
31/03
24/04
22/04
15/04
29/04
07/05
16/05
14/05
19/05
22/05
21/05
21/05
28/05
28/06
10/12
09/12
11/12
02/12
24/11
26/11
27/11
25/11
24/11
21/11
12/11
17/10
28/10
28/10
29/10
30/10
17/10
19/10
Data
Retorno
30/06
01/07
02/06
18/06
12/06
11/06
04/06
03/06
05/06
19/02
26/02
06/03
11/03
13/03
12/03
20/03
28/03
31/03
31/03
24/04
22/04
15/04
29/04
07/05
16/05
14/05
19/05
22/05
21/05
21/05
28/05
29/06
10/12
099/12
11/12
02/12
03/12
24/11
26/11
27/11
25/11
24/11
21/11
12/11
17/10
28/10
28/10
29/10
02/11
17/10
19/10
Objetivo
Viagem Técnica Cultivo Protegido de Hortaliças
Viagem Técnica Cultivo Protegido de Hortaliças
Viagem Técnica Abatedouro e Queijaria
Viagem Técnica Floresta Nacional
Viagem Técnica Estação Exp. Epagri
Viagem Técnica Cidade das Abelhas
Viagem Técnica Floricultura
Viagem Técnica Floricultura
Viagem Técnica Klabim Celucat
Viagem Técnica Tecnologias Integradas Pioneer
Viagem Técnica Expoagro Afubra
Viagem Técnica Empresa Confloresta
Viagem Técnica Prop. Aluno Rodrigues Marian
Viagem Técnica Show Rural Coopercampos
Viagem Técnica Show Rural Coopercampos
Viagem Técnica Col. Agríc. São José do Cerrito
Viagem Técnica Arroz Ecológico
Viagem Técnica Prop. Agrícola
Viagem Técnica Prop. Agrícola
Viagem Técnica Cidade das Abelhas
Viagem Técnica Cultura do Pínus
Viagem Técnica Mercaflor e Chácara das Orquídeas
Viagem Técnica Lixão Municipal
Viagem Técnica Estação Experimental Epagri
Viagem Técnica Cidade das Abelhas
Viagem Técnica Cravil
Viagem Técnica Cultura do Pínus
Viagem Técnica Apremavi
Viagem Técnica prop. De Afonso Kompel
Viagem Técnica Cultura do Fuma
Viagem Técnica Proj. Estrada Bonita
Conduzir alunos Apres. Artística
Viagem Técnica Estação Exp. Epagri
Viagem propedêutica Museu Contestado
Viagem Técnica Viv. Mudar
Viagem Técnica Pomifrai e Est. Exp. Epagri
Viagem Técnica Cultura do Arroz Irrigado
Viagem Técnica Seminário Sanidade Animal
Viagem Técnica prop. De Afonso Kompel
Viagem Propedêutica Museu do Contestado
Viagem Técnica Cooperserra e Vila Francioni
Viagem Técnica Depósito de Lixo Tóxico
Viagem Técnica Cetrag
Viagem Técnica G. de Postura Dionísio Schmidt
Transp. de servidores e materiais P. Desp. Cidadão
Viagem Técnica Meridional Tabacos
Viagem Técnica Criação de Suínos
Viagem Técnica Enc. Agricultura Familiar
Conduzir alunos CTG Encontro CTG’s
Transp. de servidores e materiais Desperta Cidadão
Conduzir alunos Apres. Artíst. Oktoberfest
Cidade
Rio do Sul
Rio do Sul
P. Redondo
Ibirama
Ituporanga
Florianópolis
José Boiteux
José Boiteux
Otacílio Costa
Ituporanga
Rio Pardo
Campo Alegre
Imbuia
Campos Novos
Campos Novos
São J. Cerrito
Rio do Oeste
Imbuia
Imbuia
Florianópolis
Otac. Costa
Joinville
Rio do Sul
São Joaquim
Florianópolis
P. Redondo
Otacílio Costa
Atalanta
Ituporanga
Agronômica
Joinville
Concórdia
Ituporanga
Curitibanos
Agrolândia
Videira/Tangará
Agronômica
Rio do Sul
Ituporanga
Curitibanos
São Joaquim
Aurora
Agronômica
Ituporanga
Ituporanga
Agronômica
Agrolândia
Imbuia
Alegrete
Ituporanga
Blumenau
25
25/09
29/09
01/09
02/10
02/10
23/09
10/09
20/09
08/09
04/09
02/09
27/08
31/08
11/08
13/08
12/08
25/07
11/07
06/07
09/07
25/09
29/09
01/09
02/10
02/10
24/09
13/09
21/09
08/09
05/09
03/09
27/08
01/09
11/08
13/08
12/08
27/07
11/07
06/07
09/07
Conduzir alunos Fest. De Danças Folclóricas
Viagem Técnica Mudas e Plasticultura Hortaliças
Viagem Técnica prop. Francisco Neckel
Viagem Técnica Encontro Regional Ed. Ambiental
Conduzir alunos G. Alemão Kegelfest
Viagem Técnica Feira Agropecuária
Viagem Técnica Congresso Florestal
Conduzir Banda Marcial p/ Apresentação Artística
Viagem Técnica Apremavi
Viagem Técnica Expointer
Viagem Técnica Expointer
Viagem Técnica Klabim Celucat
Viagem Técnica Ceasa e Colégio Agrícola Camboriú
Viagem Técnica Fazenda Maria Clara
Viagem Técnica Plantas Medicinais
Viagem Técnica Fazenda Maria Clara
Conduzir alunos Festival Folc. Nova Petrópolis
Viagem Técnica Simpósio Florestal Estadual
Conduzir alunos Ap. Artíst. CTG
Viagem Técnica Palestra sobre Agrotóxicos
Gaspar
Rio do Sul
Agrolãndia
Taió
Rio do Sul
Água Doce
Nova Prata
Timbó
Atalanta
Esteio
Esteio
Otacílio Costa
Camboriú
Imbuia
Rodeio
Imbuia
Nova Petrópolis
Blumenau
S. Cristóvão Sul
Ituporanga
Fonte: CSA
VEÍCULO: PARATI GL 1.8 PLACAS MCL - 1910
Data
saída
09/05
13/05
19/05
22/05
11/06
01/07
10/10
13/11
14/11
08/12
Data
Retorno
09/05
13/05
19/05
22/05
11/06
01/07
10/10
13/11
14/11
08/12
Objetivo
Conduzir Kátia Fronza p/ acompanhamento a aluno
Reunião Agroecologia
Transporte de Data Show
Conduzir palestrante Célio Hoegem
Conduzir presidente da APP
Transportar palestrante
Acompanhar tesoureiro p/ reunião c/ pres. Da APP
Divulgação do Teste de seleção
Divulgação do Teste de Seleção
Teste de Seleção
Cidade
Mirim Doce
Rio do Oeste
Blumenau
Ituporanga
Petrolândia
B. do Trombudo
Petrolândia
Pouso Redondo
Santa Terezinha
T. Central
Fonte: CSA
VEÍCULO: PARATI CL 1.6 PLACAS LWX - 1102
Data
saída
08/01
11/02
13/02
08/03
13/03
14/03
05/04
12/04
16/04
23/04
25/04
26/04
30/04
09/06
12/06
13/06
26/06
Data
Retorno
08/01
11/02
13/02
08/03
13/03
14/03
05/04
12/04
16/04
23/04
25/04
26/04
30/04
09/06
12/06
13/06
26/06
Objetivo
Conduzir servidor perícia médica
Conduzir servidor perícia médica
Conduzir servidor visita ao aluno Maico Borguesan
Conduzir servidor na prop Rodrigues Mariam
Entrega do relatório de gestão DFC
Conduzir presidente APP
Conduzir servidor Enc. Regional Trab. Rurais
Conduzir servidor Form. Proj. Terra Solidária
Conduzir servidor Estação Experimental Epagri
Conduzir servidor reunião IV Jeasc
Conduzir servidor p/ visita à prop. rurais
Conduzir servidor Fórum Catarinense Floricultura
Conduzir servidor p/ buscar blocos de anotações
Conduzir servidor p/ divulgação da FETEC
Conduzir servidor p/ divulgação da FETEC
Conduzir servidor p/ divulgação da FETEC
Conduzir servidor p/ aquis. de mudas de pêssegos
Cidade
Blumenau
B. Camboriú
Mirin Doce
Imbuia
Florianópolis
Ibirama
Lages
P. Getúlio
Itajaí
Água Doce
Atalanta
Joinville
Taió
Atalanta
Vidal Ramos
Ibirama
Rio do Oeste
26
10/07
17/07
24/07
26/07
31/07
04/08
14/08
15/08
18/08
26/08
28/08
02/09
11/09
17/09
27/09
15/10
16/10
16/10
16/10
17/10
20/10
10/11
11/11
12/11
17/11
25/11
08/12
09/12
10/07
17/07
24/07
26/07
31/07
04/08
14/08
15/08
18/08
26/08
28/08
02/09
11/09
17/09
27/09
15/10
16/10
16/10
16/10
17/10
20/10
10/11
11/11
12/11
17/11
25/11
08/12
09/12
Conduzir servidor p/ divulgação FETEC
Conduzir servidor p/ conserto de alto falante
Participar de Exposição Agropec. – Festa do Colono
Participar de Exposição Agropec. – Festa do Colono
Reuniãi Viveiro Mudar
Conduzir servidor reunião Epagri
Conduzir servidores p/ reunião Jogos EAF’s
Conduzir servidor p/ reunião Plantas Medicinais
Conduzir servidor p/ cont. lanches FETEC
Conduzir servidor p/acompanhamento à estágio
Conduzir servidor terceirizado p/ Coleta de Sêmen
Conduzir servidores p/ reunião Desperta Cidadão
Conduzir servidores p/ reunião Desp. Cidadão
Conduzir servidores p/ elab. De prova do Conea
Conduzir servidor p/ Olimpíada Reg. de Matemática
Conduzir servidores para EXPOLAGES
Transporte de caixas para ovos
Transporte de ordenhadeira p/ EXPOLAGES
Conduzir servidor p/ avaliação feira de matemática
Conduzir servidor Darcy à EXPOLAGES
Conduzir motorista caminhão à EXPOLAGES
Conduzir servidores p/ Divulgação Teste de Seleção
Conduzir servidores p/ Divulgação Teste de Seleção
Conduzir servidores p/ Divulgação Teste de Seleção
Conduzir servidores p/ divulgação Teste de Seleção
Acompanhar processos Proc. Federal
Conduzir servidores p/ Teste de Seleção
Cond. servidor p/ Fund. Cooperativa P. Medicinais
P. Nereu
Taió
Itajaí
Itajaí
Agrolândia
Rio do Oeste
Água Doce
Florianópolis
Lontras
P. Nereu
Indaial
Ituporanga
Ituporanga
Camboriú
Blumenau
Lages
Pouso Redondo
Lages
Blumenau
Lages
Lages
Atalanta
Ituporanga
Pres. Nereu
Ibirama
S. Bento do Sul
Ibirama
Florianópolis
Fonte: CSA
VEÍCULO: SPRINTER PLACAS MCF - 2480
Data
saída
14/02
25/02
14/03
16/03
04/04
06/04
10/04
22/04
28/04
07/05
08/05
09/05
23/05
05/06
14/06
21/06
03/07
09/07
15/07
30/07
05/08
13/08
16/08
17/08
Data
Retorno
14/02
26/02
14/03
16/03
04/04
06/04
10/04
25/04
28/04
07/05
08/05
09/05
23/05
05/06
15/07
21/06
03/07
09/07
15/07
30/07
05/08
13/08
16/08
17/08
Objetivo
Participar HABITACON 2003
Viagem Técnica EXPOAGRO
Apresentação artística CTG
Apresentação artística CTG
Apresentação artística CTG
Apresentação artística CTG
Viagem Técnica COPERNA – Frango Orgânico
Viagem Técnica Sem. Sul Brás. Casas Fam. Rurais
Viagem Técnica Sem. Tecnologia Agronegócios
Viagem Técnica Cooperserra e Vila Francioni
Viagem Técnica prop. Jorge Teixeira
Acompanhar servidores EXPOCENTRO
Cond. Serv. Seminário acesso ao ensino sup. e prof.
Cond. Alunos treinamento olimpíada de matemática
Acompanhar CTG p/ apresentação artística
Viagem Técnica prop. Ivanor Finardi
Conduzir Copefar Encontro de Dirigentes de Coop.
Conduzir serv. Prog. Resgate Milho Crioulo
Conduzir servidor p/ reunião c/ pres. APP
Transporte de Plantas Medicinais
Transporte de mudas de cebola
Viagem Técnica Prop. Antônio Gabiroba
Acompanhar CTG em Apresentação Artística
Acompanhar CTG em Apresentação Artística
Cidade
Florianópolis
Rio Pardo
P. Getúlio
P. Getúlio
Taió
Taió
Rio do Oeste
Maravilha
São Joaquim
São Joaquim
Aurora
Curitibanos
Florianópolis
Florianópolis
Salete
Agronômica
S. Rosa do Sul
Tangará
Petrolândia
Florianópolis
Ituporanga
Ituporanga
Timbó
Timbó
27
25/08
05/09
09/09
10/09
14/09
15/09
22/09
01/10
03/10
07/10
13/10
15/10
15/10
18/10
19/10
20/10
25/10
04/11
05/11
10/11
15/11
20/11
21/11
25/11
29/11
01/12
02/12
05/12
08/12
16/12
18/12
25/08
05/09
09/09
10/09
14/09
15/09
22/09
01/10
05/10
07/10
14/10
15/10
16/10
18/10
19/10
20/10
25/10
04/11
06/11
10/11
15/11
20/11
21/11
25/11
29/11
01/12
02/12
05/12
08/12
16/12
18/12
Transporte de mudas de cebola
Acompanhar servidores na Feira do Livro
Cond serv. para acomp. Ao aluno Marcos Borguesan
Acompanhar alunos ao Viveiro Mudar
Acompanhar apres. Artística do CTG
Transporte de mudas de goiaba
Acompanhar alunos feira de matemática
Viagem Técnica Psicultura Irmãos Klaumann
Conduzir alunos da COPEFAR ao EJACC
Transporte de mudas de Missioneira Gigante
Conduzir Comissão eleitoral e cand. A Diretor Geral
Acompanhar prof Viveiro Mudar
Conduzir comissão eleitoral p/ escolha Diretor Geral
Acompanhar servidores na Festa do Queijo
Acompanhar alunos CTG p/ apresentação artística
Acompanhamento ao aluno Maicon Borguesam
Acompanhar servidores e alunos ao JEASC
Transporte de Materiais Feira de Matemática
Acompanhar alunos Feira de Matemática
Divulgação do Teste de Seleção
Acompanhar servidores Jogos dos Téc. Agrícolas
Viagem Técnica CFR
Trancamento de Matriculo do aluno Fabrício Henzem
Viagem Técnica Vila Francioni e Cooperserra
Apresentação artística CTG
Viagem Técnica Curso de Inseminação Artificial
Viagem Técnica Est. Epagri e Pomifrai
Viagem Técnica Curso de Inseminação Artificial
Conduzir diretor geral p/ reunião CEFET
Conduzir alunos apresentação teatro
Substituição de nota fiscal
Ituporanga
Florianópolis
Mirim Doce
Agrolândia
Agrolândia
Rio do Oeste
Taió
Aurora
Palmitos
Ituporanga
Dois Vizinhos
Agrolândia
Dois Vizinhos
Laurentino
Petrolândia
Mirim Doce
Água Doce
Joinville
Joinville
Ibirama
Camboriú
Rio do Oeste
Petrolândia
São Joaquim
Agrolândia
Camboriú
Videira
Camboriú
Florianópolis
Ituporanga
T. Central
Fonte: CSA
ESCOLA FAZENDA
A Coordenação Geral de Produção e Pesquisa - CGPP, de acordo com o
Regimento da Escola, compete criar mecanismos de articulação permanente
entre Ensino Produção e Pesquisa, planejando, orientando, acompanhando,
controlando e avaliando projetos e programas pedagógicos-produtivos, garantindo
a efetiva implantação dos currículos dos diversos níveis e modalidades da
Educação Profissional.
Para desenvolver os trabalhos de sua competência a Coordenação Geral de
Produção e Pesquisa esta organizada em vários setores e Unidades de Educação
e Produção – UEP's, que são laboratórios de Ensino Profissionalizante, com a
finalidade de operacionalizar o processo de Educação com a Produção e
Pesquisa nas diversas áreas específicas.
Os projetos das UEP's são classificados segundo dois critérios:
I. Projetos pela Importância Econômica Regional:
a) Principais (econômicos / âncoras);
b) Secundários (didáticos);
c) Potenciais (experimentais).
28
II. Projetos Didático - Pedagógicos:
a) Econômicos;
b) Didáticos;
c) Melhoramento.
As atribuições e competências dos Responsáveis pelas Unidades de
Educação e Produção - UEP's ligados a Coordenação Geral de Produção e
Pesquisa são:
I. Elaborar, executar, acompanhar e avaliar os projetos educativos e de
produção, com a participação dos alunos servidores da unidade, em todas as
suas etapas, observando:
a) Necessidades de ensino, atendimento ao refeitório, outros projetos e
comercialização;
b) Princípios técnicos, didáticos, pedagógicos, econômicos;
c) Projetos adaptados a região;
d) Implementação de tecnologias alternativas;
II. Coordenar as atividades da Unidade Educativa de Produção,
responsabilizando-se pela manutenção, guarda e reparo dos equipamentos,
utensílios, materiais e instalações físicas;
III. Elaborar o planejamento de atividades anual, mensal e semanal dos
projetos desenvolvidos na unidade,
IV. Efetuar o controle de entrada de insumos e saída de produção através de
Nota de Requisição e Nota de Produção
V. Fazer mensalmente a contabilidade dos projetos em desenvolvimento na
UEP, discriminando as receitas e despesas, organizando um arquivo na UEP
através de fichas de controle técnico-financeiro e de material, para
acompanhamento, pelos alunos e coordenação geral dos projetos;
VI. Orientar, acompanhar e avaliar o desempenho dos alunos nos projetos
desenvolvidos na UEP, quanto ao processo ensino-aprendizagem.
EXPERIÊNCIAS COMUNITÁRIAS EXITOSAS
A Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul, através da Coordenação Geral
de Produção e Pesquisa, realizou projeto de extensão rural na comunidade da
Serra Canoas, no município de Rio do Sul. Foram visitadas 18 propriedades com
a participação das 3 turmas da terceira série dos cursos de Agropecuária e
Floresta, com a orientação de 8 professores. Durante o projeto foram realizadas
aulas de preparação para o trabalho de extensão. Os agricultores foram visitados
várias vezes, sendo realizadas atividades de avaliação da propriedade, com a
preparação de croqui da área, aplicação de questionário visando fazer o
diagnóstico da situação atual e levantar informações para elaboração de uma
proposta de trabalho. Foram realizados dias de campo na Escola e palestras
sobre diversos assuntos de interesse dos agricultores.
Juntamente com o projeto de extensão rural foram realizadas atividades de
assistência técnica através de convênio com a Secretaria de Agricultura do
Município de Rio do Sul, visando à realização de serviços de mecanização
agrícola, ajudando os pequenos agricultores da Serra Canoas e fortalecendo a
relação entre a Comunidade e a Escola.
Na área de produção de alimentos, a Coordenação produz excedentes que
são doados para instituições do município, como o Hospital Regional do Alto Vale
29
do Itajaí, Hospital Samária, Lar de Meninas, Asilo de Idosos e outras
Organizações.
Existe o trabalho de resgate de recursos genéticos “crioulos” de milho e
feijão, com a realização de pesquisas, seminários, palestras e distribuição de
sementes. Foram realizadas visitas em diversas propriedades de agricultores
familiares, com a participação de alunos e professores.
A Escola participou do “Desperta Cidadão”, evento organizado pela
Universidade do Alto Vale do Itajaí e com a participação de várias Instituições, e
que tem como objetivo a prestação de serviços para a comunidade.
A EAFRS participou de vários eventos municipais e regionais, que visam
divulgar as atividades desenvolvidas pela Escola, com o envolvimento de toda a
comunidade escolar, citados a seguir:
Semana do Meio Ambiente organizada pelo SESC;
Campanha Anti-tabagismo organizada pela Secretaria Municipal de Saúde;
Festa do colono organizada pela Secretaria Municipal de Agricultura;
Seminários, encontros e reuniões nas áreas de agropecuária, floresta e
agroecologia.
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS:
Durante o ano de 2003 os professores da Escola, com o apoio do Diretor
Geral, desenvolveram o projeto de implantação do curso superior em Zootecnia.
O projeto foi apresentado ao Reitor da Universidade Federal de Santa Catarina,
com a participação de lideranças políticas e econômicas de Rio do Sul e do Alto
Vale do Itajaí, pois é uma carência da região, e a Escola já possui a infra-estrutura
básica para a implantação do curso, além de ter também professores
capacitados, laboratórios de pesquisa e área disponível para o trabalho de campo
no setor agropecuário.
A Escola foi contemplada com a aprovação do projeto de implantação do
Laboratório de Sementes, com o apoio da Organização VITAE. As instalações
foram adaptadas com a participação da Cooperativa CRAVIL e os equipamentos
estão sendo adquiridos através dos recursos da VITAE.
No ano de 2003, iniciaram as atividades do Curso Técnico Agrícola com
Habilitação em Agroecologia. A Coordenação participou ativamente da
implantação do Curso e destaca-se as seguintes ações:
Implantação da área para desenvolvimento de projetos agroecológicos;
Adaptação do prédio do alojamento 15 para instalação de 2 salas de aula, e
estrutura de 2 escritórios para os professores e monitores do curso;
Construção de um galpão para guardar ferramentas e outros materias;
Produção de composto orgânico para implantação dos projetos de produção
vegetal;
Viagens técnicas para: Projeto Agroecológico da Escola de São José do
Cerrito, Propriedades Agroecológicas em Ituporanga, Rio do Sul e Rodeio;
Realização do primeiro encontro de entidades que trabalham com
agroecologia no Alto Vale do Itajaí, em parceria com a EPAGRI, CEMEAR e Casa
Familiar Rural.
Realização de curso de Agroecologia durante a Primeira Semana de
Estudos da Escola, com a participação dos pesquisadores da Estação
Experimental de Ituporanga – EPAGRI.
30
Os relatórios apresentados a seguir foram elaborados pelos professores
responsáveis pelas UEP’s, com os resultados do ano de 2003.
AGRICULTURA I
Recursos humanos
Professor responsável pela parte didático-pedagógica e produção do setor;
Servidor terceirizado que auxilia nas atividades de produção onde requer
uma maior mão de obra, assim, controlando e executando as atividades
indispensáveis para o bom andamento do setor.
Alunos da 2a série B, PM I e 1ª série A, que através das aulas teóricopráticas auxiliam na execução das atividades de rotina e nos plantões de finais de
semanas e feriados.
Parcerias e projetos efetuados.
Durante o exercício de 2003 foram realizados contatos com empresas de
produção de sementes no sentido de desenvolver atividades de pesquisa no
âmbito institucional, como a EMBRAPA-Hortaliças que para o exercício de 2004
possibilitará um melhor intercâmbio de informações técnicas para o nosso
educando e produtores da região do Alto Vale do Itajaí.
Foram desenvolvidos em caráter experimental dois trabalhos de Iniciação
Científica com o enfoque de produção voltado aos Sistemas de Produção
Orgânico e Agroecológico:
- avaliação do cultivo de repolho (brasssica oleracea var. capitata) e alface
(lactuca sativa) em diferentes compostos orgânicos.
- avaliação do cultivo de tomate (lycopersicon esculentum), em ambiente
protegido, utilizando insumos agroecológicos.
Durante o segundo semestre de 2003 foram encaminhados dois projetos de
Iniciação Científica para o Edital 007/2003 CHAMADA PARA PROGRAMA DE
BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA JUNIOR da Fundação de Ciência e
Tecnologia (FUNCITEC) e obtivemos o êxito de contemplar os dois projetos
intitulados:
- Avaliação do cultivo de repolho e alface em diferentes compostos
orgânicos.
- A importância da produção de hortaliças no sistema de produção
agroecológico em escolas do município de Rio do Sul.
O projeto que caracteriza a produção de hortaliças no sistema de produção
Agroecológico em escolas do município de Rio do Sul, deve ser desenvolvido via
convênio institucional.
RESULTADOS DA PRODUÇÃO NA UEP DE AGRI I
PROJETO- HORTICULTURA - ÁREA- 1.8 há
CATEGORIA- ENSINO E PRODUÇÃO
ÁREA DE PRODUÇÃO - Cultivo espécies de ciclo curto < 60 dias (0,8 ha)
- Cultivo espécies ciclo médio 60 -120 dias (0,5 ha)
- Área com plantas de cobertura (0,5 ha)
31
TABELA 1 – Finalidade da produção de hortaliças produzidas na UEP de
Agricultura I.
Finalidade
Valores em Reais (R$)
Disponibilizado para consumo no refeitório da EAFRS
Disponibilizado para doação à entidades beneficentes
Comercializado pela COPEFAR na feira Municipal de Rio do Sul e na sede
da COPEFAR
Total
8.105,05
707,50
192,15
9.004,70
RESULTADOS TÉCNICOS E ECONÔMICOS
Resultados Técnicos – A produtividade da maioria das culturas
alcançada. No entanto, a produtividade total teve uma relativa queda no final
segundo trimestre de 2003 devido às condições climáticas adversas no início
ano, que prejudicaram o cronograma de semeadura em função da dificuldade
preparo das áreas.
foi
do
do
do
TABELA 2 – Despesas da UEP de Agricultura I.
Fluxos
Valores em Reais (R$)
Despesas internas
Despesas externas
Despesas totais
Receitas internas totais
Receitas externas totais
Receitas totais
3.099,40
90,00
3.189,40
8.105,05
899,65
9.004,70
O resultado anual receita menos despesas resultou em R$ 5.815,30 (cinco
mil oitocentos e quinze reais e trinta centavos). É interessante ressaltar que o
ambiente de produção de hortaliças encontra-se em processo de transição entre o
sistema de produção convencional para o sistema de produção orgânico.
AGRICULTURA II
Recursos humanos
Professor responsável pela parte didática pedagógica e produção do setor;
Auxiliar de agropecuária.
Alunos das 2a série A e C, 1 a série B e Pós-médio que através das aulas
praticas ajudam na execução de atividade de rotina e nos plantões de finais de
semanas e feriados.
Monitores de agricultura II
Infra-estrutura
A unidade possui as seguintes instalações em conjunto com a Unidade de
Agricultura III: uma sala de aula, dois banheiros, uma sala de professor e dois
depósitos de equipamentos.
A unidade, também possui, áreas de lavouras destinadas para a produção
de produtos agrícolas e a realização das atividades práticas com os alunos.
Parcerias e projetos de pesquisa
1 – AFUBRA – Rio do Sul - SC
Viagem de estudos na EXPOAGRO realizada em Santa Cruz do Sul.
Competição de híbridos de milho safra 2002/2003
Palestras técnicas durante a primeira semana de estudos da EAFRS.
32
2 – EMPRESA MAX – Carazinho - SC
Palestras técnicas durante a primeira semana de estudos da EAFRS.
Empréstimo de uma plantadeira para plantio direto.
Plantio direto na palha da cultura do milho
3 – EMPRESA PIONEER – Santa Cruz do Sul – SC
Viagem de estudos na unidade de sementes de Santa Rosa
Viagem de estudos durante a Expodireto de Não-me-toque.
Palestras técnicas durante a primeira semana de estudos da EAFRS.
Avaliação de híbridos de milho safra 2003/2004
Competição de híbridos de milho safra 2003/2004
4 – UFSC – Florianópolis – SC
Avaliação de cultivares de feijão tratadas com substratos orgânicos.
5 – UNIVERSAL TABACOS – Agronomica – SC
Palestras técnicas durante a primeira semana de estudos da EAFRS.
Visita aos produtores de fumo de Agronomica.
6 – CRAVIL – Rio do Sul – SC
Visitas técnicas nas Unidades de Rio do Sul e Pouso Redondo, visando
conhecer as instalações das Unidades de recebimento, armazenagem e
beneficiamento de grãos.
Oportunidades de melhoria da UEP de Agricultura II:
Construir um galpão estaleiro para armazenamento de produtos e insumos
agrícolas, próximo da unidade de ensino AGRI II, visando diminuir as perdas de
produtos pós-colheita, melhorar o controle de insumos, melhor aproveitamento do
tempo de serviço e melhorar as atividades de ensino.
Melhorar as condições de acesso da sala de aula, pois é muito difícil manter
uma sala de aula limpa com as condições de clima da nossa região e o tipo de
terra da estrada, colocando em risco os próprios alunos.
Construir uma sala específica para o trabalho do técnico agrícola do setor e
para os monitores desenvolverem os planos e projetos do setor.
Adquirir equipamentos para montar uma estrutura mínima de um laboratório
de fitossanidade, viabilizando para os alunos do curso técnico agrícola os
conhecimentos necessários para desempenhar as competências profissionais na
área de controle de pragas, doenças e plantas daninhas.
Viabilizar um computador para o setor para facilitar o controle dos projetos e
viabilizar a realização de trabalhos de pesquisa. Atualmente, a distância entre o
setor de agricultura e o prédio central e os problemas que os aparelhos utilizados
apresentam, dificultando a realização dos trabalhos.
Adquirir uma moto para facilitar o acompanhamento dos projetos que são
muito distantes.
Instalar uma estação meteorológica.
Análise do solo e correção com aplicação de calcário em todas as lavouras
da agricultura 2.
33
Saídas e entradas da UEP de Agricultura 2 durante o ano de 2003.
MESES
JANEIRO
FEVEREIRO
MARÇO
ABRIL
MAIO
JUNHO
JULHO
AGOSTO
SETEMBRO
OUTUBRO
NOVEMBRO
DEZEMBRO
TOTAL
SAÍDAS R$
ENTRADAS R$
1.166,70
1.607,30
1.336,51
1.796,91
1.689,27
313,13
1.465,87
703,45
678,10
6.030,32
2.234,85
3.469,87
22.492,28
0,00
7.162,00
0,00
9.382,00
200,00
4.940,09
900,00
220,00
0,00
0,00
0,00
120,00
22.924,09
RESULTADO FINAL 2002: R$ 19.538,00 – R$ 15.438,75 = R$ 4.099,25
RESULTADO FINAL 2003: R$ 22.924,09 – R$ 22.492,28 = R$ 431,81
Os resultado final do ano de 2003 foi inferior ao do ano anterior, devido ao
baixo rendimento das culturas. As lavouras de milho sofreram com do déficit
hídrico durante o florescimento. A cultura da cebola apresentou problemas de
apodrecimento causado por bactérias, doença que causou danos e perdas de
aproximadamente 40% em toda a Região do Alto Vale do Itajaí. O solo das
lavouras apresentam problemas de acidez e alumínio tóxico.
AGRICULTURA III
NECTARINA:
Em 2003 foram colhidos 216 kg, porém a safra de nectarina do corrente ano
esta em fase de maturação e a colheita das demais variedades esta prevista para
o mês de janeiro de 2004.
MAÇÃ
A pequena produção obtida da safra 2002/2003 foi consumida pelos alunos
diretamente no pomar e foi estimada em 20 kg, pois o pomar tem fim didático.
CITROS: laranja, tangerina e bergamota.
Previsão de colheita foi 7.500 kg de citros A colheita da safra de laranja e
bergamota em 2003, foi razoavelmente pequena porque os pomares estão
somente com três anos de implantação e, portanto iniciando a fase produtiva,
mesmo assim, foram colhidos 3.406 kg de laranjas que foram encaminhados para
o consumo dos alunos no economato e venda de pequena quantidade na
COPEFAR e doação de aproximadamente 50 kg no dia do desperta cidadão
promovido pela UNIDAVI.
Aproximadamente 1.100kg da laranja foram consumidos pelos alunos e
funcionários diretamente dos pomares, esta estimativa foi baseada no
levantamento feito dos fruto de cada pé, na fase que antecedeu a maturação,
para termos a produção aproximada dos pomares de citros para fins de relatório,
visto que, é impossível impedir aos alunos terem acesso as frutas nos pomares
após os horários de aula e nos finais de semana.
34
TANGERINA
A produção encaminhada para o consumo no economato totalizou 1.076 kg,
no entanto, aproximadamente 750 kg, também foram consumidos diretamente
dos pomares pelos alunos, conforme histórico do item anterior com a laranja.
PÊSSEGO
Até o final de novembro de 2003, somente foram computados os pêssegos
colhidos no sistema orgânico, conduzidos sem o emprego de agroquímicos, mas
seguindo os princípios agroecológicos, através do emprego de tratamentos
alternativos. As variedade que fizeram parte do experimento foram uma linha
inteira da variedade Flor da King e uma da variedade Granada, com mais cinco
linhas inteiras de outras variedades que serviram como bordadura deste
experimento. A produção colhida e aproveitável totalizou somente 911 kg que
foram enviados para o consumo dos alunos no economato.
Apesar dos tratamentos de inverno com calda sulfocálcica e bordaleza e
posteriormente com o emprego de outros produtos alternativos, houveram sérios
problemas de ataque de doenças e pragas.
A estimativa de produção aproveitável poderia ser no mínimo 100 kg por pé,
se os tratamentos tivessem surtido o efeito esperado, porém, o ataque intenso na
fase crítica que é a floração do pessegueiro pela doença podridão parda, causou
perdas muito grandes na quantidade de flores e frutos viáveis nos pés para
permitir uma safra normal, bem como, posteriormente durante a fase de
desenvolvimento dos frutos e principalmente na fase de maturação. Os frutos que
vingaram posteriormente foram severamente atacados pela larvada da mosca das
frutas, depreciando muito a produção final, e consequentemente ajudando mais
nas perdas que quase foram totais em algumas variedades que serviram como
bordadura do experimento.
CAQUI
A produção de caqui foi de 345 kg e o destino da produção foi o consumo
dos alunos no refeitório e mais 13 kg vendidos na COPEFAR. Esta cultura tem
potencial de expansão por ser rústica e não necessitar de tantos tratamentos
fitossanitários.
FIGO
Foram produzidos na safra anterior 110 kg que serviram para o consumo in
natura e confecção de doces consumidos no refeitório. A área de plantio desta
cultura foi aumentada neste ano, pois tem potencial e tínhamos disponibilidade de
mudas no viveiro próprio.
MEL
A produção de mel destinada ao consumo dos alunos foi de 205,5kg e foram
comercializados na COPEFAR 23.73kg. A produção a mais (40 Kg) foi
permutada com a COPEFAR para repor gastos com a aquisição de madeira, que
permitiram a construção de 15 melgueiras (sobre caixas) para poder equipar os
apiários da EAFRS em 2003. A produção de mais 23 kg foi destinada para a
confecção de cestas que compuseram a cesta distribuída e doadas aos
palestrantes que contribuíram gratuitamente nas palestras e seminários durante a
semana de estudos especiais da EAFRS em 2003.
35
AMEIXA
A produção encaminhada no refeitório para o consumo dos alunos foi de 282
kg e10 kg comercializados.
OUTROS
O setor de AGRI III produziu mudas de figo, amora, laranjas e kiwi num total
de 53 mudas que foram comercializadas via COPEFAR, no entanto, houveram
doações de 30 mudas durante a realização do Desperta Cidadão na UNIDAVI em
que a EAFRS se fez presente com standes e material de divulgação.
O setor produziu ainda mudas de pessegueiro, figo, goiaba, e maracujá que
foram utilizadas para plantios novos ou mesmo replantios nos pomares da
EAFRS.
Saídas e entradas da UEP de Agricultura III durante o ano de 2003.
MESES
JANEIRO
FEVEREIRO
MARÇO
ABRIL
MAIO
JUNHO
JULHO
AGOSTO
SETEMBRO
OUTUBRO
NOVEMBRO
DEZEMBRO
TOTAL
SAÍDAS R$
177,60
584,40
616,20
332,00
749,80
487,40
66,00
1.557,04
580,36
839,65
377,63
614,60
6.982,68
ENTRADAS R$
270,00
0,00
739,65
0,00
514,70
571,00
856,50
231,75
0,00
10,00
915,25
398,80
4.507,65
RESULTADO FINAL 2003: R$ 4.507,65 – R$ 6.982,68 = R$ - 2.475,03
MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA
Recursos humanos e estrutura física disponível
A UEP de Mecanização Agrícola dispõe dos seguintes recursos humanos:
um funcionário efetivo que é Coordenador, um Professor substituto que ministra
aulas do setor e três operadores terceirizados de máquinas agrícolas.
Com relação à estrutura física a UEP dispõe de bloco composto de uma sala
para o Coordenador, uma sala ambiente para ministrar aulas e um espaço físico
para abrigo de máquinas.
MELHORIAS EFETUADAS
Ao longo do exercício de 2003 várias melhorias foram realizadas, dentro
elas:
Conserto de duas roçadeiras tratorizadas;
Melhorias do distribuidor de esterco líquido;
Construção de uma bancada para ampliação da oficina;
Reforma de uma batedeira de grãos;
Melhorias e concertos gerais dos tratores e microtratores, relacionados a sua
manutenção, zelando pelo bom funcionamento das máquinas;
36
PARCERIAS
Realizou-se convênio entre a Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul EAFRS e a Secretaria de Agricultura da Prefeitura Municipal de Rio do Sul – SC,
tendo como objetivo básico a Extensão Rural. Neste convênio, a EAFRS prestou
serviços com seus tratores agrícolas para os produtores rurais residentes no
município de Rio do Sul e estabelecidos nas localidades de Serra Canoas,
Pinheiral, e Bairro Canta Galo.
No período de janeiro a dezembro de 2003 foram realizadas 28,43 horas
para o preparo de solo, pulverização de defensivos, e plantio.
RESULTADOS ECONOMICOS DO SETOR DE MECANIZAÇÃO
1 ) TRATOR MASSEY FERGUSSON:
Mës
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Total anual
Despesas
549.70
422.05
614.10
623.38
3987.93
203.06
231.46
2301.66
583.62
543.31
368.53
112.34
10541.14
Receitas
Resultado final
1258.50
1419.00
1228.50
840.00
1160.00
1096.50
897.50
584.25
612.50
1435.00
770.00
692.50
11.974.25
708.80
996.95
614.40
216.62
2827.93
893.44
666.04
1717.41
28.88
891.69
401.47
570.16
1443.11
2 ) MICROTRATORES (TOBATTAS)
Mës
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Total anual
Despesas
Receitas
114.50
44.85
73.60
110.60
72.42
88.04
82.36
1428.20
117.86
1020.00
84.94
54.80
3292.17
Resultado final
243.00
324.00
540.00
1248.00
954.00
840.00
890.00
728.00
755.00
616.40
725.00
300.00
8163.40
128.50
279.15
466.40
1137.40
881.58
751.96
807.64
700.20
637.14
403.60
640.06
245.20
4871.23
3 ) TRATOR VALMET
Mës
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Despesas
308.77
332.35
332.35
329.72
2444.76
85.38
156.20
1631.58
278.32
785.30
Receitas
Resultado final
465.00
875.60
1088.10
1820.00
1546.40
954.40
581.00
827.00
641.60
882.00
156.23
543.25
755.75
1490.28
898.36
869.02
424.80
804.58
363.28
96.70
37
Novembro
Dezembro
Total anual
343.87
176.73
7205.36
1347.58
633.50
11565.51
1003.71
456.77
4360.15
4) ROÇADEIRAS E TOTAL DO GERAL.
Mës
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Total anual
Despesas
226.00
157.80
205.40
61.75
29.12
93.30
97.09
437.15
303.45
864.47
885.90
2531.29
5892.72
Receitas
Resultado final
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
226.00
157.80
205.40
61.75
29.12
93.30
97.09
437.15
303.45
864.47
885.90
2531.29
- 5892.72
O setor de mecanização agrícola findou o ano com o resultado positivo de
R$ 4781.77, grande parte deste valor relacionado ao trator valmet, e aos
microtratores.
Como citado anteriormente o setor de mecanização passa por dificuldades
em função da idade das maquinas. Podemos dizer então que se os valores de
depreciação e conservação tivessem sido contabilizadas no período em que as
máquinas eram novas, os valores requeridos por hora de serviço poderiam ser
menores.
O resultado do geral é negativo em função de não serem computados as
receitas obtidas com as roçadas da escola. Os custos deste estão em função do
combustível, e dos consertos das roçadeiras com motor 4 tempos, e também
referente à reforma de alguns implementos.
ZOOTECNIA I
Recursos humanos e estrutura física disponível.
O setor dispõe atualmente dos seguintes recursos:
Recursos Humanos: Uma professora, também responsável pelo setor, um
agente agropecuário terceirizado e os alunos do curso de agropecuária das
primeiras, segundas e terceiras séries.
Estrutura Física: Sala do professor, sala ambiente, depósito, dormitório para
alunos monitores e cinco galpões.
Resultados técnicos produtivos.
A maior parte da produção foi consumida pelo economato, sendo e
excedente comercializada através da Cooperativa Escolar.
1 – Projeto de Avicultura de Corte:
13.479,5 kg de frango vivo para abate (7.954 cabeças);
33,360 kg de frango vivo para comercialização externa.
2 – Projeto de Avicultura de Postura:
7.688 dúzias de ovos destinados à comercialização interna e externa;
381 poedeiras descartadas;
500 kg de esterco.
38
3 – Projeto de Cunicultura:
593 kg coelho vivo para abate (132 cabeças);
25 coelhos vivos destinados à comercialização externa.
Resultados técnicos e econômicos.
1 – Projeto de Avicultura de Corte:
Total de gastos com aquisição de pintos de um dia: R$ 2.940,00;
Total de gastos com ração: R$ 18.220,70;
Total de gastos com material de higiene, medicamentos, gás, limpeza,
conservação e transporte: R$ 2.271,00;
Total de receita com abate de frangos: R$ 22.987,41;
Total de receita com venda de frango vivo e cama de aviário: R$ 69,80.
2 – Projeto de Avicultura de Postura:
Total de gastos com ração: R$ 8.215,20;
Total de gastos com material de higiene, medicamentos, gás, limpeza,
conservação e transporte: R$ 1.611,15;
Total de gastos com frangas de reposição: R$ 605,00;
Total de receita com a venda da produção de ovos: R$ 11.378,72;
Total de receita com a venda de esterco e poedeiras descartadas: R$
617,80.
3 – Projeto de Cunicultura:
Total de gastos com ração: R$ 878,50;
Total de gastos com material de higiene, medicamentos, gás, limpeza,
conservação e transporte:
R$ 14,56;
Total de receita com coelhos vivos para abate/kg: R$ 1.030,27;
Total de receita venda de coelhos vivos para reprodução e/ou engorda: R$
215,00.
Melhorias efetuadas
Conclusão da construção das cercas e reforma do galpão utilizado para
produção de carne e ovos agroecológicos.
Implantação de um projeto destinado à criação de frangos de corte no pasto
(regime semiconfinado) e em gaiolões móveis (regime confinado).
Aproveitamento de uma área de aproximadamente 200 m2, para produção
de hortaliças e forragens destinadas à alimentação de coelhos e galinhas.
Utilização de um classificador de ovos manual, através de doação feita pelo
Sr. Dionísio Schmidt.
Viagens, cursos e palestras.
Participação no programa da televisão Bela Aliança, destinado ao produtor
rural, expondo o projeto “Criação de Frangos de Corte no Pasto”, estruturado na
escola.
Viagem técnica a propriedade de Sr. Dionísio Schmidt, produtor de ovos
comerciais, com a turma 1º “A”.
Participação do curso “Produção de Frangos e Ovos Caipiras”, ministrado
por um instrutor do SENAR, durante a Semana Agropecuária, na escola.
39
Visita técnica aos produtores de frango orgânico, na cidade de Rio D’Oeste.
Realização do “Curso de Cunicultura Básica”, ministrado em conjunto com o
setor de informática da escola, para os alunos do Pós Médio, turma 2003.
Objetivos atingidos e pontos fortes do setor.
O principal objetivo do setor que é possibilitar ao educando desenvolver
suas habilidades e potenciais, foi plenamente atingido. Como ponto forte citamos
as atividades práticas desenvolvidas pelos alunos, que servem como
complementação à teoria desenvolvida em aula, possibilitando a aplicação de
técnicas e conceitos vistos.
Em relação à produção do setor, foram atingidos os objetivos propostos no
início do ano, uma vez que as necessidades do economato, referente a carne de
frango e ovos, foram supridas ocorrendo inclusive venda do excedente da
produção.
Citando a produção de ovos, mencionamos a continuidade da criação de
poedeiras em ambiente enriquecido, onde obtivemos uma melhora na quantidade
e qualidade de ovos produzidos. As aves utilizadas neste projeto eram poedeiras
em final de vida produtiva, alojadas em gaiolas, que foram transferidas para o
piso, onde receberam forragens e restos de horta para complementar sua dieta,
visando diminuir o custo com a ração, tendo a companhia de galos, com o
objetivo de proporcionar melhores condições de bem estar. A produção foi
comercializada com um valor diferenciado.
Com o intuito de acompanhar as mudanças ocorridas nos parâmetros da
produção agropecuária, deu-se início a criação de aves no pasto com um
experimento que visava comparar os sistemas de pastejo contínuo e rotativo. Este
trabalho foi desenvolvido pela professora Karla Picoli, responsável pelo setor, com
o auxílio de dois bolsistas e do agente agropecuário Sr. Anésio, bem como os
alunos que ali realizaram suas atividade práticas.
O projeto faz parte do programa de mestrado da Universidade Federal de
Santa Catarina, da qual a referida professora participa como mestranda e foi
custeado com recursos particulares e auxílio de patrocinadores. A Escola
disponibilizou a mão de obra para instalação e manutenção do projeto e parte da
ração consumida pelas aves, sendo que a produção resultante foi revertida ao
setor de zootecnia I.
Dentro desta perspectiva, desenvolveu-se também a criação de frangos de
corte no pasto, em gaiolões móveis, buscando mais uma alternativa para este
novo modelo produtivo alicerçado em técnicas e manejos que possam contribuir
para o equilíbrio do agroecossistema, e possibilitem o bem estar animal em todas
as fases da criação, que aparece como um fator de grande importância sobre o
produto final. Estas atividades visam também, preparar o setor de Zootecnia I
para receber os alunos do curso de Agroecologia, que a partir do próximo ano
iniciam suas práticas nesta unidade produtiva, uma vez que freqüentaram as
aulas de avicultura orgânica.
Oportunidades de melhoria do setor.
Buscar, junto aos órgãos competentes, o SIM, para que o setor tenha
possibilidade de comercializar sua produção de ovos nos mercados da cidade de
Rio do Sul. Está vinculado a reforma da sala de limpeza e classificação dos ovos
e a construção de uma ante-sala.
40
Dar ênfase à produção de ovos orgânicos, buscando atender um novo nicho
de mercado, para posteriormente trabalhar com a certificação dos produtos.
Trocar as cortinas do coelhário e adquiri novos reprodutores, para dar
continuidade ao projeto de cunicultura, uma vez que os atuais necessitam ser
descartados em função da idade e do problema de consangüinidade.
Comentários.
Neste ano foram desenvolvidos projetos com a finalidade de inserir o aluno
nas novas propostas e modelos de produção sustentável, buscando a integração
racional da criação animal, promovendo a inter-relação solo-planta-animal.
Buscou-se o patrocínio de empresas da região, bem como o aprimoramento
da responsável pelo setor, com o intuito de dar andamento ao projeto de frangos
no pasto, possibilitando a exploração econômica da atividade e o ensinoaprendizado dos alunos.
Não podemos deixar de mencionar as dificuldades enfrentadas no decorrer
deste ano. Em diversas situações houve morosidade para solucionar pequenos
problemas, má conservação de máquinas e equipamentos com fundos limitados
para o conserto destes.
No entanto salientamos que, sempre que possível, nos foi fornecido auxílio,
pelos mais diversos setores da escola, que possibilitaram a realização de diversas
atividades, com fins produtivos e de pesquisa, que enriqueceram nosso trabalho.
RELATÓRIO REFERENTE AO 1º LOTE DE FRANGOS DE CORTE 2003
ÍNDICES ZOOTÉCNICOS
Data do alojamento: 20/01/03
Data do abate: 06/03/ 11/03/03
Idade média do abate: 49 dias
Total de aves alojadas: 2075
Total de aves abatidas: 1996
Mortalidade: 3,81%
Viabilidade: 96,19%
Peso vivo total lote: 4.357 kg
Peso médio lote: 2,182 kg
Peso total lote abatido: 3.511,285 kg
Peso médio lote abatido: 1,760 kg
Rendimento carcaça: 80,58%
Total de ração consumida: 10.400 kg
Conversão alimentar: 2,38 : 1
IEP (Índice de Eficiência Produtiva): 180 pontos
Origem dos pintainhos: Incubatório Gallus – Pouso Redondo
Marca dos pintos: Cobb
Custo total de produção: R$ 6.701,22
Custo produção/kg peso vivo: R$ 1,54
Receita Bruta: R$ 6.535,55
Receita Líquida: R$ 165,67 (negativo)
RELATÓRIO REFERENTE AO 2º LOTE DE FRANGOS DE CORTE 2003
ÍNDICES ZOOTÉCNICOS
Data do alojamento: 04/06/03
41
Data do abate: 10/07 a 15/07/03
Idade média do abate: 40 dias
Total de aves alojadas: 2173
Total de aves abatidas: 1988
Mortalidade: 4,47%
Viabilidade: 95,53%
Peso vivo total lote: 4.099 kg
Peso médio lote: 2,062 kg
Peso total lote abatido: 3.186,030 kg
Peso médio lote abatido: 1,602 kg
Rendimento carcaça: 77,72%
Total de ração consumida: 7.750 kg
Conversão alimentar: 1,89: 1
IEP (Índice de Eficiência Produtiva): 260 pontos
Origem dos pintainhos: Incubatório Gallus – Pouso Redondo
Marca dos pintos: Cobb
Custo total de produção: R$ 5.773,00
Custo produção/kg peso vivo: R$ 1,41
Receita Bruta: R$ 5.943,55
Receita Líquida: R$ 170,55
RELATÓRIO REFERENTE AO 3º LOTE DE FRANGOS DE CORTE 2003
ÍNDICES ZOOTÉCNICOS
Data do alojamento: 29/08/03
Data do abate: 08/10 a 15/10/03
Idade média do abate: 45 dias
Total de aves alojadas: 2100
Total de aves abatidas: 1982
Mortalidade: 5,62%
Viabilidade: 94,38%
Peso vivo total lote: 5.023,5 kg
Peso médio lote: 2,534 kg
Peso total lote abatido: 4.079,655 kg
Peso médio lote abatido: 2,061 kg
Rendimento carcaça: 81,21%
Total de ração consumida: 10.700 kg
Conversão alimentar: 2,13: 1
IEP (Índice de Eficiência Produtiva): 249 pontos
Origem dos pintainhos: Incubatório Gallus – Pouso Redondo
Marca dos pintos: Cobb
Custo total de produção: R$ 7.834,60
Custo produção/kg peso vivo: R$ 1,56
Receita Bruta: R$ 8.037,60
Receita Líquida: R$ 203,00
42
COMENTÁRIOS GERAIS DOS LOTES DE FRANGO DE CORTE CRIADOS NO
ANO DE 2003
Os lotes criados no galpão 02, sistema automático, apresentaram resultados
zootécnicos econômicos dentro das expectativas, considerando a realidade da
escola.
Visando um melhor desempenho do lote e diminuição da taxa de
mortalidade trabalhou-se com o pinteiro tipo estufa para o recebimento das aves e
alojamento nos primeiros 14 dias de vida. Este manejo diminuiu os índices de
mortalidade na fase inicial, no entanto, não assegurou a viabilidade do lote, que
foi abaixo do esperado. No primeiro lote, as aves sofreram com a elevação da
temperatura, já no segundo lote foi o frio que gerou retardamento no crescimento,
pois tivemos noites em que a temperatura ficou abaixo de zero.
Os lotes tiveram crescimento bastante desuniforme (o que nos levou
inclusive a separar alguns animais para abate posterior), fato que se justifica pelo
fluxo de pessoas no interior do galpão, uma vez que a finalidade é didática além
de atender as necessidades do economato. Os índices zootécnicos expressam de
forma mais apropriada esta realidade, já que todo manejo realizado na granja é
feito pelos alunos com auxílio de um funcionário.
O alto custo da ração e o aumento do preço do gás, que foi utilizado em
grande quantidade no segundo e terceiro lotes repercutiram de forma negativa no
que diz respeito aos índices econômicos, gerando uma receita líquida abaixo do
esperado. Como demoramos para terminar o abate das aves, no primeiro e
terceiro lote em função de alguns problemas de ordem técnica, as aves
consumiram mais ração acarretando aumento no custo de produção.
Salientamos que mais uma vez a criação dos três lotes cumpriu seus fins
didáticos, servindo inclusive de alerta aos alunos e atendendo seus objetivos de
produção.
ZOOTECNIA II
Recursos Humanos E Estrutura Física Disponível
O setor de zootecnia II da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC
dispõe atualmente dos seguintes recursos:
Recursos humanos:
Coordenadora Professora
Funcionário
Estrutura Física:
Uma granja de suínos com capacidade para 32 matrizes com sistema de
criação de ciclo completo.
Uma sala ambiente, sala professor com banheiro, uma suíte para os
monitores.
Uma área de 2 ha com um aprisco para os ovinos.
MELHORIAS EFETUADAS
Na granja de suínos houve a manutenção das instalações, tais como
portões,
Divisórias e pisos das celas de maternidade e de creche.
43
PARCERIAS
A granja de suínos tem parceria com o Frigorífico Riosulense-Pamplona, ou
seja, trabalhamos com reprodutores oriundos de sua granja multiplicadora, e
comercializamos com o Frigorífico o excedente de nossa produção.
A EAFRS tem contrato de parceria com a Universidade Federal de Santa
Catarina – UFSC, no qual os ovinos (13 cabeças) da escola estão fazendo parte
de um experimento desenvolvidos por alunos de mestrado da UFSC, na
localidade da Serra do Tabuã, em Rio do Sul.
RESULTADOS DE PRODUÇÃO
A produção do setor de zootecnia II (suínos) destina-se a suprir as
necessidades da agroindústria da EAFRS e o excedente é comercializado com a
Copefar e o Frigorífico Riosulense-Pamplona.
Produção da granja de suínos:
Agroindústria - 06 leitões + 178 terminados + 11 fêmeas de descarte = total
de 195 suínos
Copefar - 06 leitões + 04 terminados = total de 10 suínos
Pamplona - 02 fêmeas de descarte + 148 terminados + 39 leitões = total de
189 suínos
Obs: foi feito permuta de 1 suíno 89 kg de PV no valor de R$ 142,40 por
moirões.
Total comercializado: 395 suínos.
Agroindústria – 18442 Kg de PV, equivalente a RII 31520,53
Copefar - 539,28 Kg de PV, equivalente a RII 881,10
pamplona – 14399 Kg de PV, equivalente a RII 24885,39
Total comercializado – 33380,28 Kg de PV, equivalente a RII 57287,02
Produção da ovinocultura
Copefar – 02 cordeiros com 106 Kg de PV, equivalente a RII 265,00
RESULTADOS TÉCNICOS DA GRANJA DE SUÍNOS DA EAFRS.
PRODUTOR: Esc. Agrotec. Federal de Rio do Sul
PERÍODO: 01/01/2003 a 30/11/2003
RESULTADOS
Reprodutores
Números de Machos Presentes
Números de Fêmeas Presentes
Relação Macho/Fêmea
Números de Machos Introduzidos no Plantel
Números de Fêmeas Introduzidas no Plantel
Números de Reprodutores mortos
Números de Reprodutores do Plantel Descartados
1.92
19.00
1/10
1.00
8.00
1.00
14.00
Reposição
Números de Leitoas Compradas
Números de Leitoas Mortas
Números de Machos Comprados
·4.00
0.00
1.00
44
Números de Machos Mortos
0.00
Maternidade
Números de Partos no Período
Números de Leitões Nasc. Vivos no Período
Números de Leitões Nasc. Mortos no Período
Números de Leitões Nasc. Mumif. No Período
Idade dos Leitões ao Desmame
Peso Médio dos Leitões ao Desmame
Números de Leitões Desmamados no Período
Números de Leitões Mortos do Nascto./Desmama
Porcentagem de Leitões Nascidos Mortos
Porcentagem de Leitões Nascidos Mumificados
Porcentagem de Leitões Mortos do Nasc. a Desmama
37.00
400.00
40.00
10.00
32.00
6.80
314.00
86.00
10.00
01.00
21.50
Creche
Números de Leitões Comercializados
Peso Médio dos Leitões Comercializados
Preço por Kg dos Leitões Comercializados
Perdas dos Leitões na Creche
Porcentagem de Perdas de Leitões na Creche
51
22.00
2.93
05.00
1.59
Crescimento – Terminação
Números de Suínos Mortos do Crescto. ao Abate
06.00
Porcentagem de Leitões Mortos do Crescto. ao Abate
1.94
Números de Suínos Comercializados como Terminados 330.00
Números de Suínos Comercializados como Reprodutores 0.00
Peso Total dos Suínos Vendidos
33380.28
Peso Médio dos Suínos Vendidos
84.70
Preço por Kg de Terminado Vendido
1.71
Preço por Kg Reprodutor Vendido
0.00
Resultados de Rebanho
Número Total de Suínos Produzidos (Cab.)
Suínos Produzidos por Fêmea Presente (Kg)
Consumo Total de Alimentos (Kg)
Conversão Alimentar
Números de Partos Porca/Ano
Números de Leitões Nascidos Vivos por Porca/Ano
Números de leitões Desmamados por porca/Ano
Leitões Nascidos Vivos por Parto no Período
Leitões Desmamados por Parto no Período
Porcentagem de Reposição de Fêmeas
Mortalidade Total (%)
303.00
1756
103.000
3.30
1.95
21.05
18.00
10.81
8.48
42.00
24
Projeto de Ovinocultura
Animais no experimento
45
SUGESTÕES PARA MÉDIO E LONGO PRAZO
Estudo com o grupo de servidores do CGPP e direção da EAFRS para
redirecionar a criação de suínos no que se refere ao custos de produção bem
como o funcionamento da agroindústria, sendo que, somente a partir daí
poderemos direcionar o sistema de produção de suínos.
Buscar soluções junto á órgãos especializados para melhor manejo e
tratamento de dejetos.
Implantar projeto de produção de reprodutores ovinos.
Piquetes com pastagens cultivadas para os ovinos.
ZOOTECNIA III
Recursos Humanos
A UEP de Zoo III conta com três funcionários.
Técnicos em Agropecuária = 02
Agente Agropecuário=1
T.A.
a) Eqüinos - Atividades geral principal de manejo do rebanho eqüino e de
assistência do bovino de corte e leite; inseminações artificiais e partos.
b) Gado de leite - Trabalhando diretamente na UEP com controle leiteiro,
custos e manejo do rebanho, a partir da 2º quinzena de outubro/2002
inseminações.
A.A.
a) Todas áreas - Desenvolve atividades gerais de construção e manutenção
(cercas e estruturas de alvenaria e madeira), manejo do gado de corte e leite (a
última sendo a principal).
ESTRUTURA FÍSICA
A UEP de ZOO III é composta de:
01 UEP com sala ambiente, sala do professor, dormitório para monitores e
dois banheiros;
01 sala de ordenha com um conjunto de ordenha mecânica 2x4 em linha alta
de vácuo e resfriador (500 l) em sala individual;
01 estábulo com canzis metálicos para 20 animais;
01 esterqueira (capacidade aproximada de 50 m3 );
Centro de manejo (instalado tronco veterinário, balança 1500 kg , ducha
veterinária) com conjunto de quatro mangueiras , carregador e pista de laço .
Piquetes- a) gado de leite área aproximada de 12 ha (vacas e vacas secas)
formada de piquetes com pastagens perenes e cultivadas(anuais hibernais e
estivais) e campo nativo melhorado; b)gado de leite –(novilhas) área aproximada
5,5 ha formada de piquetes com pastagens perenes e cultivadas(anuais hibernais
e estivais) e campo nativo melhorado com mangueira de 60m2; c)gado de corte fazenda EAFRS , benfeitorias 240m -cerca nova (6 fios), área de utilização de
aproximadamente 25 há com, mangueira com 120 m2 com tronco, d) eqüinos galpão de 240m2 situado no perímetro da ZOO I, que abriga 13 baias, sala de
ração, dormitório para monitores e banheiro, piquete com pastagem natural de 6
ha.
46
Tabela 01. CONTROLE DO PLANTEL DA ZOO III em DEZ/2003.
GADO DE LEITE (HOLANDÊS preto-branco + JERSEY + vacas SIMENTAL)
H/S
Vacas
Vacas em lactação
Novilhas
Bezerras
Bezerros inteiros
Bezerros castrados
Touro
Novilhos Castrados
Total
HOLANDÊS
04
04
10
09
02
03
04
02
05
35
JERSEY
03
01
J/H
SIMENTAL
03
03
03
02
01
01
01
01
01
01
02
08
01
11
05
= 63
(2002=53)
GADO DE CORTE (SIMENTAL)
Vacas
Touro
Novilhas
Bezerras
Bezerros inteiros
Novilhos inteiros
Total
06
01
04
00
01
01
13
(2002=13)
GADO DE CORTE GERAL (ENGORDA E CRIA)
Vacas
Bezerras
Bezerros
Novilhos
Novilhas
Total
11
02
05
09
04
31
(2002=27)
EQÜINOS (TRAÇÃO E MONTARIA)
Machos castrados de tração
Fêmeas
Potro(a)
Total
03
01
01
05
(2002=07)
MELHORIAS EFETUADAS/AQUISIÇÕES.
Foram feitas cercas para subdivisão e formação de piquetes para bezerros
na área do gado de leite, bem como a troca de cano para condução de água
(200m) em queda livre. Roçadas e adubações orgânica e química também foram
implementadas em áreas de pastagens anuais, contudo, nas áreas de campo
nativo melhorado, somente roçadas e sobre-semeadura foram realizadas. Uma
nova área de pastagem exótica de 0,5 há permanente, foi plantada em 2003,
executando-se o controle das invasoras com roçadas mecânicas manuais.
Na fazenda da EAFRS na área pertencente ao gado de corte foi feita
novamente manutenção das divisórias, com reposição de palanques.
Produção de forragem conservada , silagem de milho, para complementação
alimentar de volumoso no cocho e para manutenção dos animais no período de
escassez das espécies nativas, foi realizada em janeiro e fevereiro (56 e 60 t,
47
respectivamente) na sede do setor de Zootecnia III .Além de um silo torta de
girassol - 8 t (maio) e de outro de milho crioulo na fazenda 12 t (maio).
VIAGENS/CURSOS,
PALESTRAS
(REALIZAÇÃO,
PROMOÇÃO
E
PARTICIPAÇÃO) E COORDENAÇÕES.
Atividade: Professor da Disciplina de Zootecnia III e Projeto de Extensão
Turmas: 1º semestre (3 A, 3C e PM II), 2º Semestre (2 B) e 2º Semestre (2
A, 2 B, 2C e 2 F)
Atividade: Coordenação do Setor de Pesquisa e Extensão (1º e 2º Semestre)
Atividade: Coordenação do Projeto de Extensão Rural (2º Semestre)
Nome do Evento: Expocentro
Entidade Promotora: Sindicato Rural de Curitibanos, Secretária de
Agricultura de Santa Catarina.
Local: Curitibanos-SC
08 -09/Abril/2003
Nome do Evento: 23º Exposição do Colono- Itajaí/SC
Entidade Promotora: Sindicato Rural de Itajaí-SC, Secretária de Agricultura
de Santa Catarina.
Local: Itajaí-SC
24-26/Agosto/2003
Viagem Técnica: Viagem Técnica –Elaboração do Exame do Ensino Técnico
Agrícola do Estado de Santa Catarina
Entidade Promotora: CONEA e ATASC
Local: Camboríu – Colégio Agrícola de Camboríu - CAC
17/Setembro/2003
Nome do Evento: Expolages
Entidade Promotora: Sindicato Rural de Lages, Secretária de Agricultura de
Santa Catarina.
Local: Lages-SC
15-17/Outubro/2003
Nome do Conclave: II Curso de Formação de Jurados da Raça Simental e
Simbrasil
Entidade Promotora: Associação Brasileira de Criadores da Raça Simental e
Simbrasil e Sindicato Rural de Itapetininga-SP.
Local: Sindicato Rural de Itapetininga-SP
21-25/Outubro/ 2003
Nome do Conclave: Seminário Regional sobre a Cadeia Produtiva do Leite
no Vale do Itajaí
Entidade Promotora: Epagri.
Local: Cetrag- Agronômica-SC
12-14/Novembro/ 2003
48
Nome do Conclave: Seminário Pfizer de Atualização em Reprodução de
Gado de Corte
Entidade Promotora: Sindicato Rural de Lages e Pfizer do Brasil.
Local: Sindicato Rural de Lages - Lages-SC
15/Novembro/ 2003
Viagem Técnica: Viagem Técnica –Correção do Exame do Ensino Técnico
Agrícola do Estado de Santa Catarina
Entidade Promotora: CONEA e ATASC
Local: Camboríu – Colégio Agrícola de Camboríu - CAC
19/Novembro/2003
OBJETIVOS ATINGIDOS E PONTOS FORTES DA UEP/SETOR (ensino e
produção)
Ensino:
Ressaltamos o aprendizado teórico didático alcançado pela maioria dos
alunos que desempenharam atividades no setor. Contudo, existe a necessidade
de promover uma compreensão mais adequada do sentido de educação e ensino,
isto deve ser implementado através de continuas mobilizações e proposições de
novos projetos. A possibilidade do desempenho de atividade diária do gado de
leite, manejos gerais contribuíram para a formação do aluno. A estrutura da
disciplina tendo como parte inicial a produção leiteira (manejo da ordenha
mecânica, fisiologia da produção do leite) propiciou um melhor andamento das
tarefas (Ordenha mecânica) da UEP e manejo com as vacas lactantes. Porém, o
arranjo do horário prático em função da grade curricular em atividade, dificulta em
parte as atividades técnicas-práticas conduzidas no setor, principalmente a
vespertina. Visto não existir por parte dos alunos (grupo de trabalho) a atividade
prática em todos os turnos e semanas consecutivas, como exemplo desta
situação pode citar o processo de ensilagem e a rotina de ordenha. Os alunos que
cursaram o módulo no primeiro semestre, dentre outras atividades, participaram
diretamente das etapas finais do processo de ensilagem (produção de volumoso
conservado). Respectivamente, colheita de material e confecção do silo
(compactação, fechamento e vedação e cobertura).Sendo isto fator que favoreceu
no desenvolvimento da relação (custo x benefício x mão-de-obra x alimentação) e
na obtenção da habilidade proposta. Entretanto, os discentes do módulo no
segundo semestre não tiveram participação no processo, o que acarreta
dificuldades no aprendizado prático e teórico, visto ao final da competência alguns
alunos demonstrarem deficiência em algumas habilidades. Além disto, citamos a
necessidade de deslocamento de alunos de outros setores para execução da
rotina de ordenha no período da tarde no segundo semestre. O que gerou em
alguns momentos atrasos nas atividades.
O índice de aprovação direta do primeiro semestre de 2003 elevou-se em
3% em relação ao segundo semestre de 2002. Não houve aumento significativo
no número de alunos para exame de banca, mantendo-se em 11 alunos.
Contudo, houve um aumento de 18% no índice de reprovação geral.
Produção:
A meta de 10% de aumento na produção total de leite produzido, proposta
anualmente para as turmas, foi alcançada. Visto que, houve um aumento de 19,1
49
% em relação ao mesmo período (jan-dez/2002) de 66 501,6 litros contra 82
288,0 para 2003 (tabela 01-anexo).
A taxa de natalidade obtido em 2001 para o gado de leite ficou em 95%,
contudo, houve uma diminuição do intervalo de parto do rebanho de leite de
390d/2002 para 385d/2003.
O atendimento e assistência aos partos normais e distócicos possibilitou um
desempenho razoável do rebanho de leite, visto ter ocorrido à perda de dois
neonatos.
O rebanho de cria –Simental teve um aumento no índice de natalidade,
chegando a100%, as cruzas atingiram no índice de 85% de natalidade, contra os
90 % obtidos em 2002, a aptidão materna se confirmou com o bom
desenvolvimento dos terneiros criados ao pé.
O apoio na manutenção da Fazenda da EAFRS implementado no ano de
2001 ficou em alguns momentos abaixo do esperado, contudo, o rebanho teve
evolução de 13% (tab. 01). Houve uma condução razoável dos animais, porém se
faz necessário um melhor planejamento e direcionamento da gestão e atribuições
de responsabilidades e tarefas para a fazenda.
Exposições:
A participação de animais da raça Simental em Exposições Agropecuárias
Estaduais (Curitibanos, Itajaí, Lages) em 2003 foi exitosa, tanto na premiação
como divulgação da Instituiçào. Visto os animais do setor (vacas adultas)
sagrarem-se campeãs e reservado de campeão em todas as etapas. Sendo que
animal “Zoroasta da Canoas” obteve dois campeonatos e um reservado de
campeão e a fêmea “Zinha da Canoas” , um campeonato e dois reservados de
campeão.
OPORTUNIDADES DE MELHORIA DA UEP/SETOR.
Acreditamos que o bom desenvolvimento do setor passa por um contínuo
planejamento e equacionamento das atividades a serem implementadas,
necessitando dos componentes envolvimento e uma compreensão de seus reais
papéis no processo didático e produtivo (direção-CGPP-DDE-alunos-técnicosagentes-professor). Porém, as dificuldades observadas na obtenção de recursos
financeiros e melhor operacionalidade das atividades práticas, tem se refletido no
melhor desempenho de equipamentos e manutenção da estrutura física. Isto
mostra a necessidade de um melhor equacionamento e trabalho com outros
setores, e a busca de alternativas para aumento de entradas. Sendo que a
comercialização (de anos agrícolas anteriores) externa de reprodutores e fêmeas
excedentes, neste ano teve entradas (03 machos/simental). O que nos ratifica e
corrobora a idéia de alternativa para retorno mais imediato, visto que as
produções próprias de leite e gado para engorda continuam a atender em parte a
demanda da Instituição. A geração de lucros com animais reprodutores (Cabanha
e/ou criação diferenciada de reprodutores a pasto e suplementados) deve
continuar A obtenção do registro (tramites) de todos animais (holandeses e
jerseys) é merecedor de maior impulso pela gestão Institucional.
Sugestões:
INFRA-ESTRUTURA
Relocação da estrutura do gado de leite
50
Construção de sala de ordenha
Construção da estrutura para estábulo e free-stall
2) Implementação do projeto de leite a pasto;
3) Colocação de Saibro-Ibirama acesso a sala de ordenha;
4) Colocação de cerâmica e azulejos -sala de ordenha e resfriador;
5) Construção de cercas - EAFRS e Fazenda;
6) Colocação de água quente sala de ordenha e resfriador;;
7) Melhoria de piquetes e pastagens (introdução de espécies, adubação,
limpeza)
8)Ampliação da rede elétrica e hidráulica para contemplar relocação da UEP
DIDÁTICO PEDAGÓGICA E HUMANAS
1) Seleção de alunos do curso pós-médio diferenciada;
2) Melhor utilização do pessoal (treinamento e interesse);
3) Preparação de aulas (atualização de conteúdos , materiais de apoio aúdio
visual, bibliografias de apoio).
ÏNDICES PRODUTIVOS DO SETOR
Os valores da produção total do rebanho de leite e corte referente aos
diferentes destinos (tab. 02), estão abaixo identificados.
GADO DE LEITE
Produção Anual do rebanho leiteiro
TOTAL= 83.501,6
litros - Fechamento em 31/12/2002
Produção comercializada:
Agroindústria= 18.542 litros
x
(27.926 litros-2002)
Terneiros-ZOO3=10.436 litros
x
(6.920 litros-2002)
Cozinha/pad.= 25.395 litros
x
(23.737 litros-2002)
Terceiros=17.837 litros
x
(7.186 litros-2002)
TOTAL= 82.288 litros – Fechamento em 31/12/2002 (Tabela 02)
Produção de carne/gado de leite/descarte
Peso Vivo= 1372 kg (04 animais)
GADO DE CORTE
Produção de carne
Carcaça fria=239 kg (01 animal)
Produção de carne/
Peso vivo=2765 kg (07 animais)
RESULTADOS GERAIS
Os resultados gerais de saídas e entradas global (FLUXO DE CAIXAcontrole da movimentação financeira) e por área de atuação da UEP (gado de
leite, corte e eqüinos) estão em folhas anexo - tabela 03.
Analisando o FLUXO DE CAIXA geral de janeiro a dezembro, se nota um
valor positivo de R$ 7 188,11 entre entradas e saídas totais dos projetos
desenvolvidos (gado de leite= R$ 982,89, gado de corte= R$ 8410,19 e equinos=
R$ -2204,97).Este resultante do total de entradas de R$ 47 239,71 contra R$ 40
051,67 de saídas, deste valor 57,69% são referentes a alimentação dos animais,
o item com maior peso (tabela 03-anexo). Portanto, cabe ressaltar que os valores
51
obtidos para o projeto de gado de leite (R$ 982,89), embutem o consumo interno
de leite fluído “ïn natura” pela Instituição, não levando em conta o consumo de
animais jovens, (43 937 litros - agroindústria, e cozinha/padaria) que
representaram uma entrada de R$ 18 385,12, preço médio de R$ 0,418/litro.
Porém, caso a Instituição necessitasse adquirir este montante de leite, teria um
desembolso ao preço médio de R$ 0,90/litro de R$ 39 543,30. Esta entrada
reverteria numa diferença de + R$ 21 158,18, o que representaria um saldo
positivo de FLUXO DE CAIXA de R$ 28 346,29 para os projetos do setor, em
especial o do gado de leite que ficaria em R$ 22 141,07.
Da mesma forma, o custo do ensino/aprendizado com as aulas práticas
(manejo com animais – em todas instâncias) sugere uma entrada não
contabilizada no montante total.
ANEXOS
Tabela 02. Relação de Produção de 2003 da UEP de Zootecnia III – Bovinos de Leite e Corte
In Total Valor Valor
Ex Un Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Produção Un.R$ Tot. R$
Descrição
239
239
3,8908,200
Carcaça Limpa
2273 691 623
550
4137 2,209101,40
Boi Vivo kg
225
225 2,00 450,00
Boi Vivo kg
TOTAL/ kg
4601
Reprodutores/Cabeças
02
01
03
2080,00
5569 1366
6935 0,402774,00
Leite In Natura Venda 3º
4076
4076 0,381548,88
Leite In Natura Venda 3
5411
5411 0,372002,07
Leite In Natura Venda 3
1365
1365 0,41 559,35
Leite In Natura Venda 3
580
2155
2085 3165 2080
10065 0,424227,30
Leite In Natura Venda 3
30
30 0,50 15,00
Leite In Natura Venda/C
1545 1180
1471
4196 0,401678,00
Leite In Natura AgroInd
635
530
1165 0,45 524,25
Leite In Natura AgroInd
555
2635417241091710
13181 0,425536,02
Leite In Natura AgroInd
525 1820 2575
2351
7271 0,402908,40
Leite In Natura Cozinha
2475
2168
2515 1570
4085 0,451838,25
Leite In Natura Cozinha
2230
2178313232452890
13675 0,425743,50
Leite In Natura Cozinha
18
16
34 0,40 13,60
Leite In Natura Padaria
78 93 54
225 0,42 94,50
Leite In Natura Padaria
72 36
108 0,45 48,60
Leite In Natura Padaria
1000 840 1000
800
3640 0,401456,00
Leite In Natura Terneiros
1240
260 72
1572 0,45 707,40
Leite In Natura Terneiros
480
1116124812601150
5254 0,422206,68
Leite In Natura Terneiros
TOTAL / LITROS
82 288
TABELA 03.
CGPP
2003
Zootec03
SAIDAS DE CAIXA (despesas)
GRUPO
SUB GRUPO
Insumos
RAÇÃO
MEDICAMENTOS
SEMENTES
FERTILIZANTES
AGROTÓXICOS
DGA
Desp. gerais e administrativas
Materiais
Manutenção e conservação
Fretes e transp.
Desp. com transp. diversos
Investimentos
Máquinas e equipamentos
Construções
Serviços
Operacionais
mecänicos
Ferramentas
Aquis. Animais
Diversos
TOTAL DE SAIDAS
TOTAL DE DESPESAS INTERNAS
TOTAL DE DESPESAS EXTERNAS
PROJETOS
TOTALANUAL
Bov leite Bov corte Equinos
4
Valor R$ Valor R$ Valor R$ Valor R$ Valor R$ Valor %
20425,12
4135,30
290,50
533,02
0,00
1170,77
5,59
1080,98
791,33
0,00
680,00
2274,10
47,00
0,00
6575,61
36800,62
1346,67
0,00
563,05
297,53
0,00
116,82
0,00
0,00
6,56
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
62,05
1046,01
0,00
0,00
2116,00
40,08
0,00
0,00
0,00
16,84
24,80
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
7,25
2204,97
0,00
0,00
0,00 23104,17
0,00 4472,91
0,00
290,50
0,00
649,84
0,00
0,00
0,00 1187,61
0,00
36,95
0,00 1080,98
0,00
791,33
0,00
0,00
0,00
680,00
0,00 2274,10
0,00
47,00
0,00
0,00
0,00 6644,91
0,00 40051,60
0,00 1346,67
0,00
0,00
57,69
11,17
0,73
1,62
0,00
2,97
0,09
2,70
1,98
0,00
1,70
5,68
0,12
0,00
16,59
100,00
3,36
0,00
52
ENTRADAS DE CAIXA (receitas)
GRUPO
SUB GRUPO
Venda de animais
Para abate
Para reprodução
carcaças
Produtos in natura
Produtos agrícolas
Produtos pecuários
Prod. Industrializ.
Sub produtos
Outras receitas
TOTAL DE ENTRADAS
TOTAL DE RECEITAS INTERNAS
TOTAL DE RECEITAS EXTERNAS
RESULTADO ANUAL
Valor R$
2973,40
0,00
0,00
0,00
34810,11
0,00
0,00
0,00
37783,51
0,00
0,00
982,89
Valor R$
7376,20
2080,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
9456,20
0,00
0,00
8410,19
Valor R$
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
-2204,97
Valor R$
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Valor R$
10349,60
2080,00
0,00
0,00
34810,11
0,00
0,00
0,00
47239,71
0,00
0,00
7188,11
Valor %
21,91
4,40
0,00
0,00
73,69
0,00
0,00
0,00
100,00
0,00
0,00
17,95
FABRICA DE RAÇÃO
RECURSOS HUMANOS E ESTRUTURAS FÍSICAS DISPONÍVEL
O setor da Fábrica de Rações da Escola Agrotécnica Federal de Rio de Sul
– SC dispõe atualmente (ano de 2003) dos seguintes recursos:
RECURSOS HUMANOS:
Um técnico em Agropecuária
ESTRUTURA FÍSICA:
Um micro silo graneleiro (1000 sacos);
Um secador de cereais tipo leito fixo ( 75 sacos);
Uma rosca transportadora de cereais;
Um misturador para ração;
RESULTADO DE PRODUÇÃO COMERCIALIZADO/CONSUMIDO NA EAFRS
ZOO I
Ração Postura I 2.100kg R$ 1.016,00
Ração Postura II 13.500 kg R$ 6.519,00
Calcário de Concha 60 Kg R$ 9,40
Ração Frango de Corte Inicial 7.000 Kg R$ 4.810,00
Ração Frango de Corte Crescimento 14.150 Kg R$ 7.807,50
Ração Frango de Corte Final 10.200 Kg R$ 4.934,50
Milho Moído 1.550 Kg R$ 564,00
ZOO II
Ração Suíno Gestação 12.000 Kg R$ 4.985,00
Ração Suíno Lactação 13.000 Kg R$ 6.570,00
Ração Suíno Inicial 19.500 Kg R$ 11.160,00
Ração Suíno Crescimento 21.500 Kg R$ 9.960,00
Ração Suíno Terminação 31.500 Kg R$ 12.040,00
ZOO III
Ração Vaca 16% 4.100 Kg R$ 1.671,00
Ração Vaca 18% 6.000 Kg R$ 2.390,00
Ração Vaca 22% 7.900 Kg R$ 3.860,50
Ração de Boi 1.098 Kg R$ 504,54
Ração de Terneiro 900 Kg R$ 420,00
Ração Eqüina 3.600 Kg R$ 2.060,00
53
Milho Moído 15.500 Kg R$ 5.520,00
Sal Comum 1610 Kg R$ 627,04
INSUMOS RECEBIDOS:
Milho: 1.712 sacos.
Farelo de Soja: 873 sacos.
Farelo de Trigo: 410 sacos.
Sal: 65 sacos.
Premix C: 560,00
Premix T: 800,00
Premix L: 960,00
Premix R: 1140,00
Núcleo de Postura: 45 sacos.
Núcleo Frango de Corte Inicial: 13 sacos.
Núcleo Frango de Corte Crescimento: 32 sacos.
Núcleo Frango de Corte Final: 16 sacos.
Calcário de Concha: 25 sacos.
Açúcar: 83 pacotes.
ESTOQUE DE INSUMOS (KG)
INSUMOS
Milho
Farelo de Soja
Farelo de Trigo
Sal
Fosbovi
Bovigold
Premix C
Premix T
Premix L
Premix R
Núcleo de Postura
Núcleo Frango de Corte Inicial
Núcleo Frango de Corte Crescimento
Núcleo Frango de Corte Final
Calcário de Concha
Açúcar
Bicálcio
Núcleo Franga Crescimento
INICIAL
1893
-1.876,8
-2438
1.157,5
Zero
Zero
303
209,5
235
120
300
60
Zero
Zero
1492
-34
Zero
Zero
FINAL
-133.995
2.701,7
-1879
61,5
Zero
Zero
123
114,5
85
120
36
20
Zero
Zero
1420
-49
Zero
Zero
OBS (*- Refere – se a insumos já gastos e que serão requisitados nos
meses seguintes).
AGROINDÚSTRIA
RECURSOS HUMANOS E ESTRUTURA FÍSICA DISPONÍVEL.
O setor de Agroindústria da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul – SC
dispõe atualmente (dezembro 2003) dos seguintes recursos:
Recursos humanos:
01 – Chefe do Setor – (Médico Veterinário responsável técnico).
02 – Auxiliares
Estrutura Física:
01 Abatedouro – misto (bovino, suíno, aves);
01 Unidade de Laticínios.
54
MELHORIAS EFETUADAS (Infra-estrutura, Equipamentos).
Igualmente ao relatado no final do exercício anterior, não ocorreram muitos
avanços de melhorias estruturais em 2003, a partir do término das obras de
ampliação do Abatedouro terminadas em agosto/2000, uma vez que não se
conseguiu implementar a aquisição dos equipamentos básicos para o
funcionamento legalizado do setor de abates, tais como: trilhamento, caldeira,
currais de animais, mesas e equipamentos de abate/processamento, etc.
No entanto, algumas melhoras na dinâmica de processamento e alguns
equipamentos foram reparados e/ou implementados, tais como:
Instalação do sistema de gás canalizado do laticínio. Neste sistema a sala
de processamento ficou ganhou mais segurança aos operadores, contemplandose também uma solicitação da vigilância sanitária que era cobrada desde 2000.
Foram instaladas garrafas P – 45, que veio racionalizar o trabalho desta unidade;
Término da construção do tacho de derretimento de banha no abatedouro.
Foi construído o acabamento da alimentação a lenha do tacho Abertura do forno),
melhorando o aspecto do local;
Reforma em uma das portas do fosso do defumador. Colocação de uma
nova porta, mais reforçada que foi danificada por arrombamentos;
Reforma no Motor do Lava-jato. Reforma elétrica e mecânica no lava-jato do
abatedouro;
Foi mantido a costumeira observância, quanto ao uso de técnicas de higiene
na manipulação dos produtos processados, exigindo sempre dos funcionários e
alunos que passam pelo setor o uso da indumentária apropriada. Nesse sentido,
também adotou um sistema de entrega dos produtos, especialmente os cárneos,
em caixas de isopor, protegidas por caixas de madeira. Esta medida veio evitar
possíveis contaminações, como também melhorou o controle dos produtos
expedidos, tanto ao economato, quanto ao destinados a comercialização junto a
Copefar.
No final do exercício foi liberada a licitação para a aquisição do sistema de
produção de vapor e água quente para o setor. A construção dessa caldeira virá
atender tanto o laticínio, quanto o batedouro, gerando economia e enquadramento
técnico exigidos por lei.
PARCERIAS E PROJETOS EFETUADOS.
No período de janeiro a outubro de 2003, o setor não firmou nenhuma
parceria, assim como não contigenciou nenhum projeto. Apenas cumpriu com o
atendimento do economato e muito precariamente a demanda da Copefar.
VIAGENS, CURSOS E PALESTRAS EFETUADAS E OUTROS EVENTOS.
1) Participação de duas visitas técnicas. Uma com a turma PM 2 (julho) e
outra com as turmas 3A e 3B (dezembro) ao Abatedouro Frigorífico Verdi em
Pouso Redondo-SC;
2) Participação das 3as Series do Curso Técnico Agrícola – Habilitação
Agropecuária, Pós-Médio 1 em Agropecuária, na Edição 2003 da EXPOINTER
(Exposição Internacional de Animais, Máquinas e Tecnologia Agropecuária), em
Esteio-RS;
55
RESULTADOS DE PRODUÇÃO (Quantidade, Valor em Reais, em separado a
EAFRS / Copefar).
A produção e serviços do setor de Agroindústria foram consumidos em sua
maioria pelo economato, sendo parte excedente comercializada pela Escola,
através da Cooperativa Escolar.
Na primeira parte deste item, somente os valores quantitativos do
processado/produzido. Na seqüência desse item apresentaremos os resultados
técnicos e econômicos.
Projeto de Processamento de Carnes:
Coelhos Abatidos: 182 cabeças
→Total de Kg Peso Vivo recebido/abatido: 357,668 Kg de PV
→Total de carnes processada: 219,185 kg
→ Derivados processados: Coelho em pedaços: 219,185 kg
* Estoque Aproximado em 31/12/03: 15,000 Kg
Bovinos Abatidos: 16 cabeças
→Total de Kg de Carcaças Limpas dos Abatidos: 2.228,800 Kg
→Total de Kg de Carne na forma de Carcaça Adquirida de Fora (comprada):
3.209,000 Kg
→Total de Carne Processada (animais da EAFRS e comprada de fora):
5.437,800 Kg
→ Derivados processados: Bife Batido: 657,295 kg
Carne Moída: 1.247,500 kg
Costela: 634,735 kg
Carne em pedaços (picadinho): 495,320 kg
Retalhos: 21,715 kg
Miúdos (coração, rim, fígado): 50,175 kg
Chuleta (file simples): 999,295 kg
Sebo Descartado: 125,500 kg
Ossos Descartados: 356,265 kg
* Estoque aproximado em 31/12/03: 850,000 Kg
Suínos Abatidos: 202 cabeças
→Total de Kg de Peso Vivo recebido/abatido: 22.600,900 Kg de PV
→Total de carne processada (cortes e derivados): 13.819,939 kg
→Derivados processados:
Torresmos: 118,055 kg
Banha: 391,400 kg
Toucinho com Couro: 1.716,991 kg
Toucinho com Couro Defumado: 8,295 kg
Salame Colonial: 942,994 kg
Morcela Branca: 26,975 kg
Defumados (bacon, costela, lombo, couro, etc.): 348,485 kg
Cortes em Geral (Bisteca, Lombo, Pernil, etc): 8.621,538 Kg
Lingüiça Frescal: 196,685 kg
Miúdos em Geral (coração, fígado, rim): 447,521 Kg
Outros (Cabeça, Sebo ‘unto’): 975,000 Kg.
* Estoque aproximado em 31/12/03: 25,000 Kg
56
Ovinos Abatidos: 03 cabeças
→Total de Kg de Peso Vivo recebido/abatido: 106,000 Kg de PV
→Total de Kg de Carcaça Limpa/abatido: 53,885 Kg
→Total de carnes ovina processada (cortes – pernil, costela, paleta): 53,885
kg
Peixe Eviscerado (carpas e tilápias): 5 unidades
→Total de Kg de Peso Vivo recebido/abatido: 7,500 Kg de PV
→Total de Kg de Carcaça Limpa/eviscerada: 4,960 Kg
→Total de carnes de peixe processada (peixe em pedaços): 4.960 kg
Aves Abatidas: 6.289 cabeças
→Total de Kg de Peso Vivo recebido/abatido: 14.453,635 Kg de PV
→Total de Kg de Carcaça Limpa/abatido: 11.534,540 Kg
→Total de carnes de Aves processada: 9.645,271 kg
→Derivados processados (cortes): Peito inteiro 2.667,145 kg
Coxa 1.542,550 kg
Sobre Coxa 1.307,300 kg
Asa (Tulipa e ponta da asa) 497,575 kg
Filé de Peito: 42,000 Kg
Coxinha da Asa (Drumet): 600,205 kg
Carcaça (Dorso e Pescoço): 2.191,388 kg
Miúdos (Coração, Fígado, Moela e Pés): 797,108 Kg
* Estoque aproximado em 31/12/03: 1.880,000 Kg
Projeto de Processamento de Vegetais: Sem produção no exercício
Projeto de Laticínios:
Total de leite recebido/processado: 18.085,000 litros
Total de produtos derivados processados: 2.534,815 kg
→ Derivados processados: Queijo Minas Frescal: 145,400 kg
Queijo Colonial (Minas Meia Cura): 1.011,150 Kg
Queijo Azedo “Queijinho” (coagulação natural): 131,500 kg
Doce de leite: 1.220,865 Kg
Nata: 25,900 Kg
* RESULTADOS TÉCNICOS E ECONÔMICOS.
Serão apresentados em separados, por projetos – carnes, laticínios e
vegetais -, assim como dos resultados obtidos dos produtos comercializados
propriamente, através da Copefar, gerando receita a EAFRS.
Projeto de Processamento de Carnes:
Total gasto com aquisição de matéria-prima (carne) e animais para abate:
R$ 86.744,68
Total de gastos com insumos e manutenção de equipamentos: R$ 4.059,01
c) Total de receita com processamento de produtos para o economato: R$
92.444,25
Totalizando em Kg de Carnes ao Economato: 23.669,262 Kg (23,6
toneladas)
57
Especificado por Tipo de Carne: Carne Suína: 10.366,161 Kg ⇒ R$
40.453,22
Carne de Frango: 9.188,221 Kg ⇒ R$ 26.708,38
Carne de Coelho: 219,185 Kg ⇒ R$ 1.664,60
Carne Bovina: 4.009,885 Kg ⇒ R$ 23.588,29
Pescado próprio: 4,960 kg ⇒ R$ 29,76
d) Total receita de produtos e serviços vendidos pela Copefar/EAFRS: R$
6.445,71
Totalizando em Kg de Carnes Vendida: 4.628,708 Kg (4,6 toneladas)
Especificado por Tipo de Carne: Carne Suína: 3.453,778 Kg ⇒ R$ 4.043,68
Carne de Frango: 1.064,745 Kg ⇒ R$ 1.883,27
Carne Ovina: 53,885 Kg ⇒ R$ 323,31
Carne Bovina: 56,300 kg ⇒ R$ 85,45
Taxas de abates: R$ 110,00
e) Total de Receita do Projeto (Economato + vendas externas): R$
98.889,96
f) Total de Despesas (matéria-prima + gastos com insumos/manutenção): R$
90.803,69
f) Lucro Líquido do Projeto de Carnes: R$ 8.086,27
2. Projeto de Laticínios:
Total de gastos com aquisição de Matéria-prima (leite): R$ 6.444,93
Total de gastos com insumos e manutenção de equipamentos: R$ 1.776,08
Total de receitas com processamento de produtos para o economato: R$
8.656,35
Total em kg de derivados lácteos ao Economato: 2.331,201 kg
d) Total de receita com processamento de produtos vendidos pela Copefar:
R$ 952,96
Total em kg de derivados lácteos vendidos pela Copefar: 203,614
e) Total de Receita do Projeto (Economato + vendas externas): R$ 9.609,31
f)Total de Despesas (matéria-prima + gastos com insumos/manutenção): R$
8.221,01
g) Lucro Líquido do Projeto de Laticínios: R$ 1.388,30
*Resumo dos resultados técnico de todos os projetos:
Total de gastos com aquisição de matéria-prima (carne, leite, frutas e
legumes e animais para o abate): R$ 93.189,61
Total de Gastos com Insumos e manutenção de equipamentos: R$ 5.835,09
Receita Total dos Projetos (Economato e Venda): R$ 100.499,27
d) Receita Liquida Total dos Projetos: 1.474,57
e) Total de Receita dos Projetos Exclusivamente das Vendas (Geraram
Receita Real à Instituição): R$ 7.408,67
VII- SUGESTÕES PARA MÉDIO E LONGO PRAZO.
a)Equipamentos do abatedouro, já em projeto orçado desde 2000 e enviado
ao Departamento de Administração e Planejamento;
b)Término da melhoria do Sistema de efluentes;
c)Construção de Currais de Matança, no abatedouro, dentro das
determinações legais (distanciamento da Sala de Matança, sistema de banhos,
etc.);
d)Calçamento dos arredores do abatedouro;
58
e)Melhoria da Sala de Cura de queijos do Laticínio (Sistema de controle
térmico e umidade);
f) Parceria de recolhimento de leite pela Escola na Serra Canoas, para ser
processado na usina, agregando valor ao produto e contribuindo com a
diminuição de produto sem inspeção, caso o laticínio venha consolidar a
autorização do Serviço de Inspeção Oficial;
g)Treinamento do Pessoal da UEP (Cursos de Manipulação de Carnes,
Laticínios, Conservas & Doces, Técnicas de Higiene, Segurança e Manutenção
dos Equipamentos, etc...);
h)Trabalho de incentivo aos Servidores para com a necessidade da
Produção com Qualidade (Motivação Pessoal), que deve ser uma busca de toda a
Instituição, com a Iniciativa da Direção.
UEP DE FLORESTAS
Recursos Humanos
O curso dispõe de três professores de nível superior, Engenheiros
Florestais.
Infra-Estrutura
O curso possui uma sala de aula, dois banheiros e duas salas (gabinete) de
professores. Viveiro florestal de aproximadamente 1,0 hectare com galpão semiaberto, esta estrutura está organizada para produção de 150.000 mudas florestais
e 20.000 mudas ornamentais.
Apresenta ainda, áreas de reflorestamento com espécie florestais diversas,
no intuito de produção florestal e de preservação, sendo um laboratório para aulas
práticas.
No ano de 2003 foi concretizada a ocupação do Laboratório de Colheita
Florestal, realizando-se aulas e atividades praticas. Neste período o mesmo foi
equipado parcialmente com o funcionamento das disciplinas de colheita florestal,
dendrometria e inventário florestal, dendrologia, tecnologia e industrialização da
madeira e proteção florestal.
Setor de Colheita Florestal
Criado no segundo semestre de 2001 o Setor de Colheita Florestal com o
objetivo de intensificar as atividades práticas desenvolvidas pelos alunos da
floresta. Continuaram em 2003.
Monitorias
Criado no segundo semestre de 2001 monitorias para os alunos do Curso
Técnico Florestal nos diferentes setores onde os mesmos desenvolvem atividades
práticas. O objetivo é oportunizar maiores habilidades no domínio do
conhecimento técnico. Continuaram em 2003.
Projetos Criados em 2001 e Ampliados em 2003
PROJETO MUDAS DE GRANDE PORTE para arborização de rodovias, urbana e
para jardinagem e paisagismo. Neste continuamos o desenvolvimento das plantas
por intermédio de podas, tutoramento, adubações e tratos culturais.
59
PROJETO REPOSIÇÃO SILENCIOSA para recuperação da vegetação original ao
longo da EAFRS.
PROJETO ADENSAMENTO para melhorar a oferta de produtos de origem
florestal de uma floresta sem degradá-la. Com palmito em área de cedro-rosa.
PARCERIAS
Mantemos parceria com o Viveiro Mudar Agrolândia-SC, de propriedade do
engenheiro florestal Gilberto Ferretti, que inclui produção de mudas, visitas
técnicas, estágio supervisionado e implantação floresta.
O curso está na iminência de efetivar convênio com a Associação dos
Silvicultores do Alto Vale do Itajaí – ASSILVI, com objetivo de implantar uma área
de produção de sementes florestais de Pinus e Eucaliptus para abastecer no
futuro a região de sementes destas duas espécies. O mesmo deverá ser assinado
em março-abril de 2004.
VISITAS TÉCNICAS E DE ESTUDO
Ao longo do ano letivo foram realizadas as seguintes viagens:
Viagens de Estudo
VIVEIRO MUDAR - Agrolândia com a turma do 1º F;
GERDAU FLORESTAL, fazenda ouro verde, BR 470 com a turma 2º F;
APREMAVI - Atalanta com as turmas 1º e 3º F;
RIO D'OESTE - produção de mudas ornamentais com a turma do 2º F;
FLONA de Ibirama, unidade de conservação, 3º F;
PARQUE MUNICIPAL DE ATALANTA, unidade de conservação, 3º F;
OTACÍLIO COSTA, estradas florestais e serrarias 2º F;
KLABIN, Correia Pinto , tecnologia da madeira;
SIMPÓSIO FLORESTAL, Blumenau, sementes florestais 2º e 3º F;
CONGRESSO FLORESTAL, Nova Prata 3º F;
COMFLORESTA - Campo Alegre SC, Colheita florestal 3º F;
ENCONTRO REGIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL, Taió 2º F
REALIZAÇÃO, PARTICIPAÇÃO CURSOS, PALESTRAS, EXPOSIÇÕES E
LAUDO TÉCNICO.
SEMANA ARTE VIDA VERDE realizado em parceria com EAFRS curso
Técnico Florestal, SESC, AFUBRA, IBAMA, PMRS, Fundação Cultural, EPAGRI,
POLÍCIA AMBIENTAL, com montagem de stand no SESC, referente a
comemoração da SEMANA DO MEIO AMBIENTE.
FLONA IBIRAMA participação no Conselho Técnico Consultivo.
PALESTRAS ministradas nas empresas DIMON TABACOS e UNIVERSAL
LEAF TABACOS em Rio do Sul sobre meio ambiente.
FLORICULTURA, participação no Encontro de Floricultura do Extremo Oeste
Catarinense.
FLORICULTURA, Congresso sobre Floricultura em Joinville.
EXTENSÃO RURAL, palestra sobre Extensão Rural na comunidade águas
negras, Ituporanga.
ENCONTRO, encontro sobre a Tutela das Margens do Rio Itajaí em Rio do
Sul.
60
PALESTRA, participação em palestra sobre Controle do Borrachudo,
promovido pela EMBRAPA.
PALESTRAS, Ética Ambiental e Transporte Florestal, ambas na 1ª Semana
de Estudos Especiais.
CURSO, participação em curso de Gestão Ambiental na UNC – Canoinhas/
FUNCITEC.
Projetos Aprovados
Aprovamos na FUNCITEC, dois projetos de pesquisa assim denominados:
Desenvolvimento da Palmeira Real da Austrália em Viveiro e Desenvolvimento da
Canjerama Sob Diferentes doses de Urina de Vaca. Os projetos se estenderam
pelo ano de 2004.
CONSTRUÇÕES REALIZADAS
Foi melhorada a estrutura do Laboratório de Colheita Florestal, onde se fez
substituição da parede da frente.
RESULTADOS DE PRODUÇÃO
Relaciona-se abaixo a produção do viveiro florestal e implantação de
florestas.
Viveiro Florestal
Mudas de rápido crescimento
600 mudas de Pinus taeda
700 mudas de eucaliptus
Total de 1.300, mudas em embalagens tubete plástico e laminados.
Mudas nativas
Foram produzidas espécies florestais nativas e exóticas num total de 18.000
mudas em embalagens saco plástico e garrafas PET de refrigerante.
Total de mudas produzidas no viveiro florestal
19.300mudas
Mudas Zootecnia I
R$ 1,20
Perdas de viveiro
1.280 mudas foram jogadas fora por estarem fora dos padrões de controle
de qualidade do viveiro florestal da EAFRS.
Previsão de receitas
Entrada na escola
Venda de lenha
Cozinha
Secador de milho
Terceiros
Previsão de receitas
Madeira roliça
Madeira galpão agroecologia
Madeira Gestão Ambiental
Previsão de receitas
Serviços de motosserra
Serviços para agroecologia (R$ 5,00/hora)
Serviços para Mecanização (R$ 5,00/hora)
R$ 1.031,20
R$ 292,50
R$ 60,00
R$ 67,50
R$ 420,00
R$ 260,00
R$ 85,00
R$ 345,00
R$ 75,00
R$ 75,00
61
Previsão de receita
R$ 150,00
Total geral da previsão das receitas
Total R$ 1.946,20
IMPLANTAÇÃO,
REPLANTIO,
MANUTENÇÕES
E
REFORMA
DE
FLORESTAS.
REPLANTIO do Palmito no PROJETO DE ENRIQUECIMENTO em
povoamento de cedro-rosa 350 mudas
REPLANTIO de nativas diversas no PROJETO REPOSIÇÃO SILENCIOSA,
130 mudas;
REPLANTIO de mudas de erva-mate PROJETO erva-mate com cinamomo
250 mudas;
MANUTENÇÃO de todos os projetos existentes por intermédio de roçada
manual, capina e roçada mecânica;
Total de mudas plantadas e replantadas 730
No ano de 2003 optamos por apenas fazer manutenção nos povoamentos
existentes, em virtude da grande área que temos plantada.
Doações de Mudas
Doação em fevereiro 05 mudas;
Doação em março 35 mudas;
Doação em abril 100 mudas
Doação em Maio 567 mudas
Doação em junho 590 mudas
Doação em julho 110 mudas
Doação em agosto 300 mudas
Doação em setembro 37 mudas
Doação em outubro 250 mudas
Doação em novembro 305 mudas
Total de mudas doadas 2.299, estas foram para alunos, servidores,
escolas, prefeituras, feiras e outros
OBJETIVOS ATINGIDOS E PONTOS FORTES DO CURSO TÉCNICO
FLORESTAL
FORMAR A TERCEIRA TURMA DE TÉCNICOS FLORESTAIS;
Oportunidade de participar em viagens técnicas, visitas, seminários,
cursos...;
Implantação parcial do viveiro florestal;
Alcançar os itens 1 e 2 deste;
Interesse e participação dos alunos aos assuntos relativos ao Curso Técnico
Florestal;
Busca constante na melhoria da qualidade de ensino do Curso Técnico
Florestal;
Participação direta do Curso Técnico Florestal na comunidade onde está
inserido;
Criação das monitorias nos diversos setores do Curso Técnico Florestal;
Organizar EVENTOS como palestras, simpósios, feiras e outros com a
comunidade do Alto Vale;
DOAÇÃO de mudas florestais
62
Contratação de 01 professor Engenheiro Florestal para o quadro
permanente do Curso Técnico Florestal em 2003.
OPORTUNIDADES DE MELHORIA
Ocupação da coordenação do curso Técnico Florestal;
Qualificação do pessoal de apoio do Curso Técnico Florestal por meio de
outros cursos;
Aumentar as parcerias e convênios com outras instituições públicas e
privadas;
Áreas de terra para implantação florestal;
Contratação de um professor e um Técnico Florestal para desenvolver
atividades de ensino e produção;
Equipar o Curso com sala de aula, sala ambiente, equipamentos áudio
visuais, melhorar o acervo bibliográfico e fitas de vídeo e DVD, com isso dará
condições de acomodar as três turmas de floresta;
Sistema de irrigação, casa de vegetação, telado, materiais de consumo
melhorando e aumentando a produção de mudas no viveiro florestal;
Equipar e aparelhar as demais disciplinas do Curso técnico Florestal, como
por exemplo: equipamento de proteção individual, aparelhos de mensuração
florestal entre outros;
Transferência do viveiro de mudas ornamentais com a infraestrutura
necessária para área ao lado do laboratório de colheita, pois reúne os quesitos
necessários para a sua implantação;
PLANTAS BIOATIVAS
O setor de plantas medicinais foi implantando na escola em 1998 com
objetivo de resgatar espécies de plantas com propriedades medicinais. Sendo
que as mudas foram adquiridas através de doações, junto a agricultores e órgãos
de pesquisa.
A razão da escola desenvolver pesquisa na área de plantas bioativas e
devido a flora brasileira ser riquíssima em espécies com princípios ativos prontos,
esperando apenas serem testados, a custos incomensuravelmente menores. A
flora equatorial, atlântica e o cerrado constituem-se autênticos celeiros de
espécies bioativas, porém mesmo na vegetação de restinga, bosques, subbosques, campos nativos e áreas ruderais são encontradas inúmeras espécies
descritas com propriedades terapêuticas. De todas as plantas pesquisadas para o
tratamento do câncer, 90% delas são de origem brasileira. Além de possuir o
maior banco de germoplasma da Terra, o Brasil detém ainda características
peculiares que o habilitam a qualidade de franco consumidor de plantas bioativas.
Grande parte do conhecimento fitoterápico nacional deve-se ao legado das
inúmeras tribos indígenas brasileiras, da colonização européia e dos escravos
africanos. Alia-se a isso a vexatória conjuntura sócio-econômica da maioria dos
brasileiros e a falência do sistema oficial de saúde pública.
O valor da comercialização anual de plantas bioativas gira em torno de 14,5
bilhões de dólares, sendo que os maiores importadores são a Alemanha, E.U.A. e
o Japão. Só com a comercialização de publicações os E.U.A. faturam anualmente
33 milhões de dólares por ano.
63
Para o cultivo de plantas bioativas deve-se manter o meio ambiente
equilibrado, preservado o solo, sua microflora e fauna, sem agressão ao demais
sistemas ambientais existentes no local.
Na horta medicinal da escola encontra-se aproximadamente 100 espécies
de plantas medicinais, sendo que estas espécies estão sendo distribuídas
gratuitamente para as escolas, cooperativas, produtores rurais.
No momento a escola faz parte da câmera setorial de plantas medicinais, o
objetivo da participação na câmera é para colaborar na viabilizar a pesquisa e
produção da plantas medicinais no estado.
A produção de plantas bioativas segue os padrões legais e ambientais,
proporcione assim a permanência dos produtores em atividades onde os impactos
ambientais são reduzidos.
Considerando a atividade como de alta importância econômica e
condicionando a tendência de crescimento deste segmento industrial a uma visão
de desenvolvimento local sustentável, se torna fundamental que a produção de
matéria-prima ocorra no estado, pois contribuirá para a geração de emprego e
renda no meio rural e urbano. A prática exige controle da extração e ampliação
dos cultivos, de modo a promover a preservação do ambiente, manter a soberania
do povo sobre seu patrimônio natural e garantir segurança aos consumidores.
PRINCÍPIOS DO SETOR DE PLANTAS MEDICINAIS
1. A produção de plantas medicinais deve contribuir para a construção do
aprendizado de forma a ser viável;
2. O uso e a preservação de recursos naturais de modo sustentável e a
manutenção do patrimônio genético nacional, são fatores fundamentais para a
garantia da soberania, defesa da vida e ruptura da dependência tecnológica;
3. Resgatar o conhecimento tradicional/popular sobre plantas medicinais,
sua manipulação e usos protegendo e respeitados os recursos ambientais;
4. A construção do conhecimento e a pesquisa sobre plantas medicinais
deve estabelecer uma relação dialética entre o saber científico e o
tradicional/popular.
5. Os princípios da agroecologia devem orientar a produção de plantas
medicinais.
DIRETRIZES
1. Integração de diferentes setores da escola, para realização das ações
relativas às plantas bioativas de modo a garantir a interdisciplinaridade, exemplo
os trabalhos na fetec;
2. Praticamente o ano de 2003 foi feito a recuperação do horto através do
resgate das espécies medicinais junto as comunidade ou instituições que
trabalham na area. Propagar as mesmas para plantio no horto da escola bem
como para doações.
OBJETIVO GERAL
Resgatar, valorizar, ampliar e qualificar a utilização de plantas medicinais
como elemento estratégico para, preservação/conservação do ambiente,
qualidade de vida e desenvolvimento sustentável dentro da escola e
conseqüentemente na região.
64
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1. Implantar as plantas medicinais na escola, garantindo acesso e
disponibilizar aos alunos;
1.1. Inserção de chá como prática terapêutica no CGE;
1.2. Orientar os alunos na produção;
1.3. Estabelecimento de parcerias com os municípios e outras organizações
para ampliação e qualificação dos trabalhos com plantas bioativas;
1.4 Disponibilizar mudas de plantas bioativas para os alunos bem como para
toda a sociedade, mantendo assim um bancos de plantas nas propriedades.
2. Desenvolver pesquisa sobre plantas medicinais na escola, priorizando as espécies nativas.
2.1. Desenvolver projetos de pesquisa que objetivem a preservação /
conservação da biodiversidade local e regional.
2.2. Fazer pesquisa e estudos, visando assegurar a eficácia e segurança
dos chás a serem disponibilizados na escola.
2.3. Captação e alocação de recursos que financiem e fortaleçam a pesquisa
científica com plantas medicinais em todas as fases da cadeia produtiva.
2.4.Buscar, apoio para implementação de pesquisa em plantas medicinais
nos Centros de Pesquisa do Estado.
2.5. Buscar mecanismos de integração entre universidades, órgãos de
pesquisa da rede pública e empresas para fortalecer a pesquisa e o
desenvolvimento das atividades relativas às plantas medicinais na escola.
3. Qualificar os alunos, colocando a atividade em patamar sustentável e
favorecendo a reconversão produtiva no meio rural.
3.1. Realização de estudos sobre a cadeia produtiva das plantas medicinais.
3.2. Buscar recursos financeiro e técnico para projetos relacionados à
produção agroecológica e beneficiamento de plantas medicinais.
3.3. Participar de cursos de capacitação na área de plantas medicinais.
3.4. Qualificação e intensificação em todo processo de coleta, transporte,
beneficiamento e comercialização de plantas medicinais, enfatizando o caráter
educativo e ético.
3.5. Sensibilização da sociedade para a importância da preservação dos
recursos vegetais.
3.6. Realização de ações integradas que visem a geração de trabalho e
renda no meio rural.
3.7. Produção das plantas medicinais dentro dos padrões da legislação,
orientando assim a produção, extração, registro, uso, industrialização, transporte
e comercialização de plantas medicinais de forma correta.
4. Criar mecanismos e instrumentos de proteção, resgate e valorização da
cultura tradicional e popular sobre as plantas medicinais na saúde humana,
animal e vegetal.
4.1. Participar na construção de propostas alternativas e democráticas sobre
plantas medicinais, como forma de valorizar, socializar e potencializar a
criatividade dos alunos.
5. Introduzir espécies novas no horto da escola.
5.2. Elaboração de projetos que busquem a participação e socialização de
conhecimentos/experiências entre a escola e demais instituições.
65
PLANO OPERACIONAL
Recuperação o horto da escola, limpando, plantando, identificando as
plantas.
Produção de plantas medicinais.
Disponibilizou mudas de plantas para comunidade.
Cadastramento das plantas medicinais nativas dentro da escola.
Buscar parcerias intersetorial com os diversos órgãos do governo do Estado
às experiências populares e comunitárias na área de plantas medicinais.
Estabelecimento de parcerias com organizações populares e comunitárias
que atuam com plantas medicinais.
Produção dentro dos padrões da legislação sobre plantas medicinais.
Seguir a produção de plantas medicinais contidas no Código Sanitário de
Santa Catarina em fase de revisão.
Disponibilizar informações sobre plantas medicinais nos bancos de dados da
escola.
Inclusão de informações relativas à produção de plantas medicinais.
Inclusão dos dados sobre plantas medicinais, aromáticas e condimentares
nos murais da escola.
Produção de materiais informativos e didáticos sobre Plantas Medicinais.
Formação e capacitação sobre Plantas Medicinais.
Realização de curso de atualização profissional em produção de plantas
medicinais na área técnicos em Ciências.
Inclusão das plantas medicinais nas atividades de formação do Plano de
Desenvolvimento Local Sustentável.
Propor e desenvolver cursos na área de identificação botânica,
conhecimentos em agroecologia, educação popular em saúde e políticas de
promoção da saúde.
Elaboração de materiais informativos e educativos sobre plantas medicinais
para os diversos setores da escola envolvidos.
Realização de intercâmbios e trocas de experiências na área ambiental com
entidades profissionais, escolas, universidades, institutos de pesquisa e entidades
populares.
Inclusão da temática planta medicina nas práticas educacionais.
Sensibilização para a questão das plantas medicinais, através da pesquisa.
Construção de proposta de trabalho com plantas medicinais com outras
instituições da área.
Elaboração de proposta para inclusão do tema plantas medicinais nas
atividades de ensino, pesquisa e extensão da Escola Agrotécnicas Federal de Rio
do Sul.
Pesquisar e resgatar os conhecimentos das plantas medicinais.
Implementação de pesquisas científicas sobre plantas medicinais na escola.
Formulação e articulação de projetos cooperativos para pesquisa e produção
de plantas medicinais.
Realização de pesquisa agronômica sobre plantas medicinais.
Cadastramento de banco de dados sobre plantas medicinais nativas.
Orientação para a produção de plantas medicinais e as formas de
beneficiamento, através das aulas praticas.
66
ESPÉCIES DA HORTA MEDICINAL
MIL-FOLHAS Achillea millefolium L.
MARCELA-DO-CAMPO Achyrocline satureioides [DC.] Lam.
AVENCA Adiantum capillus-veneris L.
MENTRASTO Ageratum conyzoides L. Ssp. conyzoides.
BABOSA-DE-SOCOTRA Aloe arborescens Mill. ou Aloe succotrina Lam.
ABOSA-DE-BOTICA Aloe vera L. ou Aloe barbadensis Mill. var. vulgaris.
ERVA-SANTA Aloysia gratissima (Gill. et Hook) Troncoso.
CIDRÃO Aloysia triphylla [L' Hérit] Britt.
COLÔNIA Alpinia zerumbet (Pers.) B.L. Burtt & R.M. Sm.
PENICILINA Alternanthera brasiliana (L.) Kuntze var. brasiliana.
AMBRÓSIA Ambrosia tenuifolia L.
BARDANA Arctium lappa L. var. major.
CIPÓ-MIL-HOMENS Aristolachia triangularis Cham. et Schl.
CARAJURÚ Arrabidea chica (H. e B.) Verlot.
LOSNA Artemisia absinthium L.
CANFRINHO Artemisia camphorata L.
CARQUEJA Baccharis trimera Less.
PATA-DE-VACA Bauhinia forficata Link.
PICÃO-PRETO Bidens pilosa L.
URUCUM Bixa orellana L.
BUXO Buxus sempervirens L.
CALÊNDULA Calendula officinalis L.
GUAÇATONGA Casearia sylvestris Swartz. var. sylvestris.
SENE Cássia angustifolia Vahl.
FEDEGOSO Cassia occidentalis L.
TAJUJÁ Cayaponia tayuia M
ERVA-DE-SANTA-MARIA Chenopodium ambrosioides L. var. ambrosioides.
CANELA-CHEIROSA Cinnamomum zeylanicum Blume e Cynamomum cassia Blume.
INSULINA Cissus sicyoides L.
LÁGRIMA-DE-NOSSA-SENHORA Coix lacryma-jobi L.
BOLDÃO Coleus grandis Benth. ou Plectranthus grandis.
BALIERA Cordia verbenaceae DC.
COENTRO Coriandrum sativum L.
MASTRUÇO Coronopus didymus L. Smith
SETE-SANGRIAS Cuphea cartaginensis Jacq. Macbr.
AÇAFRÃO-DA-ÍNDIA Curcuma longa L.
ZEDOÁRIA Curcuma zedoaria [Berg] Roscoe ou C. aeruginosa RoxB.
CAPIM-LIMÃO Cymbopogon citratus [DC.] Stapf.)
CITRONELA Cymbopogon nardus Rendl.
ALCACHOFRA Cynara scolymus L.
TIRIRICA Cyperus rotundus L.
PEGA-PEGA Desmodium canum (Gml.) Schinz et Thell.
CANA-DE-MACACO Dichorysandra thyrsiflora Mik.
CHAPÉU-DE-COURO Echinodorus grandiflorus (Cham. e Schlech.) Mitcheli.
ERVA-DE-COLÉGIO Elephantopus mollis H.B.K.
BUVA Erigeron bonariensis L.
AVELOZ Euphorbia tirucalli L.
FUNCHO Foeniculum vulgare [Mill.] Gaertner.
LÍRIO-DO-BREJO Hedychium coronarianum Koenig.
CAMOMILA-RAULIVEIRA Helenium alternifolium Spreng et Cabrera.
MELHORAL Justicia pectoralis Jacq. var. stenophylla Leonar.
SAIÃO Kalanchoe gastonis-bonieri Ha. et Pe.
FORTUNA Kalanchoe pinnata [Lam.] Pers.
BÁLSAMO-ALEMÃO Kalanchoe tubiflora R. Hamet.
ALFAZEMA Lavandula officinalis L.
67
PIXIRICA Leandra purpurascens Cogn.
CORDÃO-DE-FRADE Leonotis nepetaefolia (L.) W.T. Aiton
RUBIM Leonurus sibiricus L.
SÁLVIA-DO-RIO-GRANDE Lippia Alba [Mill.] N.E. Brown. Ex Britt. e Wils.
BUCHA NOME CIENTÍFICO Luffa cylindrica (L.) Roem.
MALVA-DE-BOTICA Malva silvestris L.
ESPINHEIRA-SANTA Maytenus ilicifolia Mart.
CINAMOMO Melia azedarach L.
ERVA-CIDREIRA Melissa officinalis L.
HORTELÃ-VIQUE Mentha arvensis L.
HORTELÃ-CAMPESTRE Mentha campestris
POEJO-DA-HORTA Mentha pulegium L.
HORTELÃ-BRANCA Mentha rotundifolia L. ou Mentha suaveolens.
HORTELÃ-VERDE Mentha spicata L.
HORTELÃ-SILVESTRE Mentha sylvestris L.
HORTELÃ-COMUM Mentha x villosa Huds.
GUACO Mikania glomerata Sprengel.
SENSITIVA Mimosa pudica L.
AGRIÃO-DO-BREJO Nasturtium siifolium R.Br.
ALFAVACA-ANISADA Ocimum basilicum var. anisatum L.
ALFAVACA-CHINESA Ocimum gratissimum L.
FIGO-DA-ÍNDIA Opuntia ficus-indica Mill.
MANJERONA, Origanum majorana L.
ORA-PRO-NOBIS-GRANDE Peireskia grandiflora Haw.
MALVA-CHEIROSA Pelargonium graveolens Art.
GUINÉ Petiveria alliacea L.
FÁFIA Pfaffia glomerata (Spreng) Pedersen.
QUEBRA-PEDRAS Phyllanthus niruri L. ssp. latryrroides (H. B. K.) G. L. Webster.
QUEBRA-PEDRAS Phyllanthus tenellus Roxb.
ELIXIR-PAREGÓRICO Piper calosum Ruiz e Pav.
TANCHAGEM-MAIOR Plantago major L.
ERVA-DE-BICHO Polygonum hydropiper Michaux.
YACON Polymnia sonchifolia Poep. Endl.
CARVALHO-EUROPEU Quercus alba L.
ALECRIM Rosmarinus officinalis L.
AMORA-PRETA Rubus spp.
ARRUDA Ruta graveolens L.
SÁLVIA Salvia officinalis L.
SABUGUEIRO Sambucus nigra L.
BÁLSAMO-BRANCO Sedum dendroideum Moc. e Sessé.
CINERÁRIA Senecio cineraria DC.
CARDO-DE-SANTA-MARIA Silybum marianum (L.) Gaertn
SALSAPARRILHA Smilax spp. (Smilax campestris Griseb)
MARIA-PRETA Solanum americanum Mill.
JAMBUAÇÚ Spilanthes acmella (L.) Murr. var. typica
PELO DE GATO Stachys lanata L.
GERVÃO-ROXO Stachytarpheta jamaicensis [L.] Vahl.
CONFREI Symphytum officinalis L.
IPÊ-ROXO Tabebuia avellanedae Lorenz ex Grisebach.
ARTEMÍSIA-ROMANA Tanacetum parthenium L. Schulz-Bip.
CATINGA-DE-MULATA Tanacetum vulgare L.
DENTE-DE-LEÃO Taraxacum officinale Weber.
INCENSO Tetradenia riparia (Hochst.) N.E.Br.
SERPILHO Thymus serpyllum L.
TOMILHO Thymus vulgaris
MARGARIDÃO-AMARELO Tithonia diversifolia A. Gray.
GRANDIÚVA Trema micrantha (L.) Blume.
68
CAPUCHINHA Tropaeolum majus L.
URTIGA Urera baccifera [L.] Gaudich.
VALERIANA Valeriana officinalis L.
FEL-DE-ÍNDIO Vernonia condensata Baker.
VIOLETA-AFRICANA Viola odorata L.
ARNICA-DO-MATO Wedelia paludosa DC.
GENGIBRE Zingiber officinale [Willd.] Roscoe
CAMOMILA Camomila matricaria
GESTÃO AMBIENTAL
RECURSOS HUMANOS E ESTRUTURA FÍSICA DISPONÍVEL
A UEP de Gestão Ambiental da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul SC dispõe atualmente (dezembro de2003) dos seguintes recursos:
Recursos humanos:
Coordenador Geral - Professor
Auxiliar
Estrutura Física:
Um galpão de madeira com área de 100 m2
Área de aproximada de 300 m2 de compostagem
Minhocário de alvenaria de 12 m2
Um incinerador
Uma estação de tratamento de esgoto com uma fossa séptica de 180 m3 de
capacidade e um filtro de zona de raízes com aproximadamente 700 m3 de área.
RESULTADOS DE PRODUÇÃO
Setor de vermicompostagem e compostagem
Produção de 3000 kg da adubo da independência
Setor de triagem de resíduos sólidos
Material
Papel/papelão
Plástico
Vidros
Alumínio
Lata de Ferro/Sucata
Cobre descascado
Quantidade (Kg)
225,00
245,00
435,00
48,00
0,00
0,00
Melhorias efetuadas
Construção da cobertura do incinerador;
Parcerias e projetos efetuados e/ou iniciados em 2001
A UEP de Gestão está vinculado ao Curso Técnico Agricola com Habilitação
em Agroecologia, fornecendo os compostos orgânicos para a produção orgânica
no Setor de Agroecologia. Participa informalmente de outros projetos através do
fornecimento de composto, como no caso do projeto Horta do Presídio,
fornecendo composto orgânico para a produção olerícola no mesmo, projeto de
de produção de mudas no setor de jardinagem, produção agroecológica de frutas
e horta da escola.
69
Viagens, cursos, palestras efetuadas e outros eventos.
Palestra “Os Desafios da Agroecologia na Transição Paradigmática” para
alunos da Escola e alunos visitantes de outros centros de ensino, ao todo, 8
palestras em integração com o CEREM/EAFRS
Curso de Gestão Ambiental junto a Universidade do Contestado, com carga
horária de 100 hs aula.
Objetivos atingidos e pontos fortes da UEP
Os principais objetivos em 2004 foram:
A manutenção e ampliação na produção de composto orgânico;
A continuidade na reciclagem do lixo coletado na Escola;
Manutenção das trilhas ecológicas
Oportunidades de melhorias no setor
As principais necessidades para que ocorram melhorias no setor são:
Melhoria no caminho de acesso a UEP;
Maior segurança e melhores condições de trabalho no setor;
Capacitação do funcionário com cursos na área de atuação;
Maior comprometimento da Escola na questão da separação do lixo.
AGROECOLOGIA
Resumo dos trabalhos sobre o Curso Técnico em Agroecologia do Primeiro
Encontro de Entidades que trabalham com Agroecologia no Alto Vale do Itajaí:
Perfil do Técnico em Agroecologia:
Técnico tem de ser agente multiplicador na sua comunidade;
Deve atender as necessidades da comunidade onde o técnico tem suas
raízes;
Valorizar suas raízes (comunidade);
Trabalhar a ética, o conhecimento, e a sabedoria;
Atuar junto ás escolas divulgando a idéia da agroecologia;
Mobilizar a comunidade através de reuniões;
Adotar agroecologia como estilo de vida;
Dizer sim á vida;
Que não seja um técnico de insumos químicos;
Priorizar a produção de tudo o que se pode produzir na propriedade;
Que seja “vertente” e não um “poço”;
Que saiba que não é dono do saber.
Estratégias a serem aplicadas:
Estágio curricular efetuado durante do curso;
Que o estágio seja feito junto a um produtor agroecológico, ou que esteja
trabalhando com Agroecologia (produção orgânica, biodinâmica e etc.), e/ou
ainda junto a entidades tais como Cemear, por exemplo;
Estágio em mais de uma instituição;
Pegar uma propriedade e implantar para dar exemplo;
Apoio da instituição;
Integração total, professores e suas matérias;
Acertar a posição das disciplinas em relação ás práticas;
Estudar a produção integrada agrosilvopastoril;
70
Estágios e visitas em agricultores agroecológicos e convencionais, que
queiram passar para o sistema orgânico;
Muitas aulas práticas;
Estudar o calendário biodinâmico;
Turismo rural, fruticultura, olericultura e sementes.
Participação na campanha anti-tabagismo no
calçadão em Rio do Sul.
Participação
no
Seminário
trangênicos em Rio do Sul.
sobre
Plantio direto de milho com plantadeira em
parceria com as empresas Max e Pionner.
Laboratório do Curso de Agroecologia
Viagem técnca em parceria com a empresa
Meridional de Tabacos. Cultura de fumo.
71
Desperta cidadão realizado em Ituporanga.
Viagem técnica na Cooperativa CRAVIL –
recepção dos grãos.
Projeto de pesquisa com cultivares crioulos de
feijão.
Projeto de extensão rural – Dia de Campo na
escola.
Desperta cidadão realizado em Rio do Sul.
Atividade prática: transplante de cebola.
Pomar de Pêssego orgânico.
Aula prática: identificação de adubos verdes.
72
5 – GESTÃO DE PESSOAS
Equipe Docente
N.º Nome do Servidor
Graduação
Pós – Graduação
1 Ademar J. Gauer Licenciado em Ciências e Especialização em Educação Matemática,
Matemática
Mestrado em Educação.
2 Adilso A Carniel Tecnólogo
em Especialização em Administração Rural.
**
Administração
Rural
e
Esquema I.
3 Alceu Kaspary
Licenciado em História e Especialização
em
História
Econômica.
Filosofia
Mestrado em História
4 Alfredo
de Licenciado em Ciências Especialização em Administração escolar.
Gouvea *
Agrícolas
Mestrado em Agronomia.
5 Álvaro V. Caçola Bacharel em engenharia Especialização em Políticas
florestal com Esquema I
Agropecuárias no Mercosul
6 Ampelio
Graduado em Administração Especialista em Adm. Rural
Parzianello **
rural
7 Andressa Z. H. Engenheiro Agrônomo
Bonfada **
8 Ângela R. Poleto Licenciado em Educação Especialização em Esporte escolar, Mestrado
Física
em Ciências do movimento humano.
9 Arilde F. Alves
Bacharel
em
Medicina Especialização em Metodologia do Ensino
Veterinária e licenciado em
Zootecnia
10Carlos
N.
O. Bacharel em Engenharia Mestre em zootecnia
Estivalet Júnior* Agronômica
11Celso
E.
P. Bacharel em Engenharia Mestrado em Educação.
Ramos*
Agronômica
12César
Ap. Engenheiro Agrônomo
Especialização em Biotecnologia
Bagattini**
13Claudia
Licenciada em Geografia
Especialização em Planejamento energético
Cambruzzi
ambiental municipal
14Claudinei Zunino Licenciado em Letras
Especialização em Redação
15Claudio A. Koller Licenciado em Ciências Especialização em Planejamento energético
Agrícolas
ambiental e mestrado em Agroecossistemas.
16Claudio Keske
Bacharel em Engenharia Especialização em Fruticultura comercial
Agronômica com Esquema I
17Daiani Betiolo ** Graduada
Engenheira agronômica
18Darcy Bitencourt Bacharel em Engenharia Mestre em Zootecnia
Junior
Agronômica
19Dirce
M.
de Licenciada em Ciências
Especialização em Informática Aplicada à
Freitas
Educação; Orientação Educacional e Toxicologia
Animal, mestrado em Ciências e Tecnologia dos
alimentos.
20Elena S.A. S. Graduada em Engenharia Mestrado e Doutorado em Zootecnia
Baade **
agronômica
21Erickson
S. Licenciatura em Matemática
Nogueira**
22Erwin
H.Ressel Engenheiro Florestal
Mestrado em Engenharia Florstal.
Filho **
23Evandro
Engenheiro Agrônomo
Mestrado em Ciências Agrárias
M.Brandelero **
73
24Fabiana
Alves Graduada em Letras
Gouvêa **
25Fátima P. Zago Licenciada em Ciências, Especialização em Ensino de Matemática
de Oliveira
com
habilitação
em
Matemática
26Flares Tadeu de Licenciado em Letras
Especialização em Língua Portuguesa
Liz*
27Franciele
de Graduada em Agronomia
Abreu **
28Genuino Negri
Licenciatura em Ciências Especializações:
Metodologia
Ensino,
Agrícolas e Biológicas.
Informática Educativa, Administração Rural,
Mestrado em Engenharia Ambiental
29Gilmar Paulinho Técnico em Agropecuária Especialização em Administração Rural e
Trichês
Esquema II
Mestrado em Desenvolvimento Regional.
30Hernan Vielmo* Bacharel em Engenharia Mestre em zootecnia
agronômica e Zootecnia
31Ildefonso Antônio Licenciado em Disciplinas Especialização em Contabilidade
Rossi*
Específicas para o Ensino
do 2º grau
32Irineu Marchi
Licenciado em Química
Especialização em Metodologia do Ensino
33Jaime
A
de Bacharel
em
Medicina Mestre em zootecnia
Oliveira*
veterinária
34Jair Seixas*
Licenciado em disciplinas de Especialização em Administração escolar.
formação especial para o Mestrado em Agronomia
ensino do 2º grau
35João José Stupp Licenciado em Ciências Especialização em Educação
Agrícolas
36Jorge
Henrique Graduado em engenharia Especialização em análise ambiental para
Rupp**
agronômica
gerenciamento de recursos naturais
37José H. Ramos ** Licenciado em Educação Mestrado em Educação Física.
Física
38Karla Paola Picoli Técnico em Agropecuária Especialização em Desenvolvimento Regional
Esquema II
Sustentável e Estratégico
39Luciana Gonzáles Médica Veterinaria
Mestre em Zootecnia
Seus Perondi **
40Luis
AMartins Bacharel em Engenharia Mestre em Agronomia
Medeiros
Agronômica com Esquema I
41Luiz
Carlos Tecnólogo
em Especialização em qualidade total
Boaretto **
Administração rural
42Maicon
Graduado em agronomia
Fontanive**
43Márcia C. Nicola Engenheiro Agrônomo
Mestre em agronomia
**
44Maria Medianeira Graduada em engenharia Mestrado em Engenharia florestal
Possebon
florestal
45Marilise Schmitz Licenciada em Letras
Braibante
46Nério José Zago Técnico-Agrícola
Pós-Graduado
em
Ciências
Contábeis;
Contabilidade
com Especialização em Administração Rural e
Esquema II
mestrado em Agroecossistemas.
47Neudi
Artêmio Licenciado em Ciências Especializações:
Informática
Educativa,
Schoulten*
Agrárias
Defensivos Agrícolas Produção de Ruminantes.
Mestrado em Ciências e Doutorado em
Zootecnia.
48Oscar
Emilio Bacharel em Engenharia Mestre em Agricultura – Plantas Forrageiras
Ludtke
Agronômica
Harthmann
74
49Paulo
Antonio Licenciado em Ciências Especialização em Metodologia do Ensino e
Silveira de Souza agrícolas e Biológicas
Mestrado em Agroecossistemas.
50Robinson Jardel Engenheiro Agrônomo
Mestre em Agronomia
P. de Oliveira **
51Rony da Silva
Licenciatura em disciplinas Especialização em metodologia do ensino e
para o ensino de 2º grau
Mestrado em Extensão Rural.
52Rudimar Antonio Licenciado em Educação Especialização em Metodologia do ensino
Camargo Drey
Artística
53Sebastião Galvão Nível Médio (2º grau)
de Lima
54Sérgio
Miguel Bacharel em Engenharia Mestre em agricultura
Mazaro*
agronômica
55Silvana
Cony Bacharel em Zootecnia
Mestre em Zootecnia
Quinteiro
56Sirlei de Fátima Ciências Contábeis com Pós-Graduação em Metodologia do Ensino.
Albino
Esquema I
Mestrado em Ciências da Computação.
57Terezinha
Graduada em Engenharia Especialista em produção e tecnologia de
Schmitz **
agronômica
sementes
58Vera Lucia Freitas Licenciada em Filosofia/ Pós-Graduação em Metodologia do Ensino
Paniz
Técnica em Processamento Mestrado em Ciências da Computação.
de Dados
59Volney Zunino
Licenciado em Educação Especialização em Psicomotricidade
Física
60Walter
Soares Licenciado em Biologia
Especialização em Biologia
Fernandes
Obs.: (* ) - Professores efetivos UNED – Dois Vizinhos – PR
(**) - Professores Substitutos UNED e Rio do Sul – SC
Há professores substitutos que não mais se encontravam contratados em
dezembro de 2003, porém fizeram parte do quadro de docentes do exercício de
2003.
Técnicos Adminsitrativos
Nº
Nome do Servidor
1 Adelar Benetti
2 Alceu Luiz Rosa
3 Alexandre Maria
4 Anita Kuhnen Alexandre
5 Anselmo Elias Dalsenter
6 Anito Mezzomo
7 Carmelino Mazzi
8 Clovis Cristiano Brignoli
9 Daniela Koster da Silva
10 Dilmo Rodrigues
11 Edemir José de Oliveira
12 Elenita Maria Marchi Alves
13 Eliane A. de A. Dockhorn
14 Emilia Cristina Schlemper
15 Eurico da P. Pittaluga Neto
16 Fabio Bet
17 Giovana Bluning Pinto
18 Helmuth dos Santos
19 Irene S. Duarte Alexandre
20 Isaias Avi
21 Jader Samarone Lopez
22 Jailson Sulmar Ferreira
23 Judite Feliponi
24 Jurema Rosa
Cargo – emprego
Assistente em administração
Eletricista
Motorista
Cozinheira
Auxiliar Administrativo
Técnico em Agropecuária
Auxiliar de Agropecuária
Programador
Lavadeira
Carpinteiro
Auxiliar de Limpeza
Auxiliar de Limpeza
Operador de Máquina Copiadora
Telefonista
Tecnólogo em Cooperativismo
Odontólogo
Auxiliar de Cozinha
Servente de Obras
Contadora
Auxiliar de Agropecuária
Assistente de Aluno
Padeiro
Cozinheira
Assistente de Alunos
1ºgrau 2ºgrau 3ºgrau Pós-graduação
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
E
X
E
X
X
X
X
X
X
X
75
25 Kátia M. Anami Segundo
26 Katia Regina K. Fronza
27 Laudelino Nichellati
28 Marcio Rampelotti
29 Marco Antonio Imhof
30 Maria Fontanive
31 Maria Silveira
32 Marisa Etel Maas
33 Mauricio Machado
34 Mylene Hafemann
35 Nadia Machado
36 Nilton Segundo
37 Onilde Brugnerotto
38 Oscar Álvaro dos Santos
39 Osmar Gutjahr
40 Osvaldo Bluning
41 Rosangela D.G. Schneider
42 Sergio Luiz Kreusch
43 Silvia Pereira de Melo
44 Vânia Maria Bastos
45 Warlem Xavier Matoso
Assistente em Administração
Técnica em assuntos educacionais
Técnico em Agropecuária
Técnico em Agropecuária
Administrador
Cozinheira
4ºSérie
Lavadeira
Técnico em Secretaria
Auxiliar em Eletricidade
Telefonista
Assistente de Administração
Assistente em Administração
Técnico em Agropecuária
Auxiliar de Agropecuária
4ºSérie
Auxiliar de Encanador
X
Tratorista
4ºSérie
Cozinheira
Operador de Maquina Agrícola
Bibliotecária
Assistente Jurídico
Motorista
X
X
X
X
X
E
M
X
E
X
X
X
M
X
X
X
M
E
X
X
X
X
X
DISTRIBUIÇÃO DE SERVIDORES POR ÁREA
1 Diretor Geral
2 Gabinete
3 Departamento de Administração e Planejamento
3.1 Direção do DAP
3.2 Coordenação Geral de Administração e Finanças
3.3 Coordenação Geral de Recursos Humanos
4 Departamento de Desenvolvimento Educacional
4.1 Direção do DDE
4.2 Coordenação Geral de Ensino
4.3 Coordenação Geral de Assistência ao Educando
4.4 Coordenação Geral de Produção e Pesquisa
5 Inativos
6 Pensionista
7 Estagiários (EAFRS e UNED)
87 Professores Substitutos (EAFRS e UNED)
9 Terceirizados (EAFRS e UNED)
10 UNED Dois Vizinhos - PR - (Efetivos)
11 Casa Familiar Rural de Rio do Sul
12 Servidor cedido Ministério do Trabalho (motorista)
13 Servidor AGU (Procurador Federal)
14 Servidor em licença sem vencimento (Contador)
Total de Servidores
Docentes
Servidores
Efetivos
EAFRS
UNED
Total
30
10
40
01
03
15
01
11
03
51
01
18
09
23
03
01
06
15
51
12
02
01
01
01
163
DEMONSTRATIVO DE SERVIDORES POR CARGO/FUNÇÃO E UNIDADE
Técnicos
Docentes
Lotação
Casa
Administ. TerceirizadosInativosPensionista
EstagiáriosTotal
Temporários
Provisória Familiar
Efetivos
08
07
15
43
02
45
33
18
51
03
03
01
01
-
02
02
03
03
06
123
40
163
76
Evolucao de servidores
Ano
Nº servidores
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
41
81
110
161
163
170
164
164
163
180
160
140
120
100
80
60
40
20
0
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
Condições de Remuneração dos servidores
Despesa salarial média por servidores efetivos, pensionistas e inativos
(inclue salários e encargos sociais).
Orçamento Executado
Numero de Servidores
Media Anual
Média Mensal
2.792.423,00
89
31.375,53
2.614.62
Despesa média com benefícios a servidores (incluem ativos e professores
substitutos).
Orçamento Executado
Numero de Servidores
Media Anual
Média Mensal
165.483,83
100
1.654,83
137,90
Despesa média com professores substitutos (incluem salários e encargos
sociais)
Orçamento Executado
Numero de Professores
Media Anual
Média Mensal
232.774,92
15
15.518,32
1.293,19
COMPARATIVO NUMERO DE FUNCIONÁRIOS X NUMERO DE ALUNOS
(EAFRS e UNED)
Proporção numero de alunos por total de funcionários (efetivos, contratados,
CFR, estagiários e terceirizados).
Numero de alunos
Numero de servidores
Numero de alunos por servidores
1.299
159
08
Proporção numero de alunos por total de professores (efetivos e substitutos)
Numero de alunos
Numero de professores
Numero de alunos por Professor
1.299
55
23
77
Proporção numero de alunos por total de técnicos administrativos (incluem
ativos, terceirizados, estagiários e CFR).
Número de alunos
Numero de servidores
Numero de alunos por Técnicos Administrativos
1.299
104
12
Ações de Valorização do Servidor
Destaca-se a oportunidade que a Escola oferece aos servidores de nível
auxiliar, de retomarem seus estudos para a conclusão do 1º e 2º graus, através
de parceria com a Casa Familiar Rural/CEJA – Centro de educação de Jovens e
Adultos;
Oportunidades dos servidores técnico-administrativos e docentes de
cursarem Pós-Graduação em nível de especialização, mestrado e doutorado.
Liberação integral ou parcial para capacitação.
Oportunidades dos servidores técnico-administrativos e docentes de
realizarem cursos de curta duração, utilizando a licença capacitação prevista no
artigo 87 da lei 8.112/90, tais como: Cursos de Internet, Informática, línguas, área
afim do servidor.
No ano de 2003, foram oportunizados os seguintes treinamentos/visitas
CAPACITAÇÃO
Feira de habitação e construção- HABICON
Feira de agricultura familiar
TECNOESTE
Dia de campo
1º Encontro Regional de jovens trabalhadores rurais
VII FÓRUM Catarinense Floricultura
V Congresso Internacional Zootecnia e XII Congresso Nacional
Seminário Nacional de Educação profissional
EXPOCENTRO
Ciência Tecnologia e Informação
II Simpósio Florestal Estadual
IV Reunião Técnica Catarinense de milho e feijão
II Simpósio Florestal
IV Encontro Nacional de fruticultura de clima temperado
XXIII Encontro Catarinense de Apicultores
IX Congresso Florestal Estadual do RS
X Seminário Regional de Piscicultura
Treinamento SIASG
VIII Encontro Regional Sul da CNDP – Comissão Naciol de
Dirigentes de Pessoal
Curso Gestão de Pessoas
LOCAL SERVIDORES
Florianópolis
04
Porto Alegre
01
Concórdia
04
C. Novos
01
Lages
01
Joinville
02
Uberaba
01
Brasília
01
Curitibanos
01
Lages
01
Blumenau
01
Lages
01
Blumenau
01
Fraiburgo
01
Ituporanga
01
Nova Prata
01
Ibiraba
01
Curitiba
01
Tramandaí
01
PERÍODO
14/02/03
23 a 25/01/03
29/01/03
12/03/03
05/04/03
26/04/03
10 a 14/05/03
15 a 18/05/03
09/05/03
03 a 05/07/03
10 e 11/07/03
22 a 24/07/03
11/07/03
29 a 31/07/03
01/08/03
10 a 13/09/03
12/09/03
24 a 28/11/03
26 a 28/05/03
São Paulo
01
TECNOESTE
Palestra Secretário SEMTEC
EXPOCENTRO 2003
XXI Encontro Regional Sul CPPTAs
Seminário Tecnologia da informação e agronegócio
Feira de livro de rua
Seminário Financiamento Ensino Superior e Profissional
II Jornada Catarinense de Educação matemática
XXII Reunião anual da SBPH
I FEACC – Feira estudantil agrária e científica do Centro de
Educação Profissional de Água Doce
I FORUM de auditores das EAFRS da Região Sul
Ciclo de palestras/ MEC
VIII Simpósio de controle biológico
XIX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo
Concórdia
Curitiba
Curitibanos
Florianópolis
S.Joaquim
Florianópolis
Florianópolis
Concórdia
Curitiba
Água Doce
01
03
01
01
01
03
02
01
01
01
10 a 14/11/03, 24 a 28/11/03 e
08 a 12/12/03
29/01/03
11/02/03
10/05/03
09 a 13/06/03
28/04/03
15/05/03
23/05/03
29 e 30/05/03
21 a 25/07/03
23 e 24/09/03
Concórdia
Curitiba
São Pedro
Rib. Preto
01
01
01
01
06 a 09/05/03
10 a 12/02/03
21 a 27/07/03
12 a 19/07
78
CONTROLE MENSAL DE PAGAMENTO DE DIÁRIAS
Nome
Adelar Benetti
Ademar Jacob Gauer
Alceu Kaspari
Alexandre Maria
Evento/participação
Destino
Serviços de Comissão de Sindicância colher depoimentos
Dois Vizinhos
Desenvolvimento dos trabalhos da Comissão Eelitoral instituida Dois Vizinhos
pela portaria 206/03
Total
II Jornada Catarinense de Educação Matemática
Concórdia
Participar do I FEACC - Feira Estudantil Agrária e Científica do Agua Doce
CEDUP (Centro de Educ. Profissional de Agua Doce)
Acompanhar alunos a feira catarinense de matemática
Joinville
Aplicar exame de seleção
Ituporanga
Total
Participar da XXIII Reunião anual da SBPH
Curitiba
Total
Conduzir Servidor para Pericia Médica
Bal. Camboriu
Participar da Feira de Habitação e Construção - HABICON
Florianópolis
Viagem Técnica Expoagro Afubra
Rio Pardo
Viagem Técnica Tecnologias Integradas Pioner Afubra
Ituporanga
Viagem Técnica a Empresa COMFLORESTA
Campo Alegre
Show Rural Copercampos
Campos Novos
Show Rural Copercampos
Campos Novos
Viagem Técnica Propriedade Aluno Rodrigues Marian
Imbuia
Conduzir Presidente da APP
Ibirama
Viagem Técnica Col Agricola São José do Cerrito
São J. Cerrito
Viagem Técnica Propriedade agricola
Imbuia
!º Encontro Regional de Jovens Trabalhadores Rurais
Lages
Viagem Técnica Mercaflor/ C'hacara das orquídias/Ag.Ilha
Joinville
Viagem Técnica Mercaflor/ C'hacara das orquídias/Ag.Ilha
Joinville
Conduzir Alunos p/ 2o. Acamparancho
Imbuia
Conduzir Alunos p/ 2o. Acamparancho
Imbuia
Transportar DataShow para Concerto
Blumenau
Conduzir Servidores reunião IV JASC
Agua Doce
Conduzir Alunos Viagem Técnica Pinus BR 470
Otacílio Costa
Viagem Técnica cidade Das Abelhas
Florianópolis
Conduzir Alunos Forum Catarinense Floricultura
Joinville
Conduzir Servidores Visita Técnica Prop. Rurais
Atalanta
Expocentro 2003 - Transporte de Animais
Curitibanos
Expocentro 2003 - Transporte de Animais
Curitibanos
Conduzir alunos Estação Experimental Cooperserra
São Joaquim
Conduzir alunos vista cidade das abelahas
Florianópolis
Transportar DataShow
Blumenau
Conduzir alunos Propriedade Afonso Kompel
Ituporanga
Conduzir alunos APREMAVI
Atalanta
Conduzir Agricultores e alunos projeto estrada bonita
Joinville
Conduzir Alunos Viagem Técnica
José Boiteux
Conduzir Alunos Viagem Técnica
José Boiteux
Conduzir Alunos Treinamento Olimpiada de Matemática
Florianópolis
Conduzir alunos cidade das abelahas e pesq pag agrolandia
Florianópolis
Conduzir alunos estação Experimental EPAGRI
Ituporanga
Conduzir alunos grupo alemão festival em Concórdia SC
Concórdia
Conduzir alunos a Floresta Nacional em Ibirama
Ibirama
Conduzir Alunos ao encontro de dirigentes Cooperativas
Santa Rosa Sul
Conduzir servidores ao Programa de resgate de milho Criolo
Tangará
Conduzir alunos ao II Simpósio Florestal Estadual
Blumenau
Conduzir servidor Sebastião para tratar assuntos presidente APP Petrolândia
Conduzir Grupo Alemão p XXXI Festival de Nova Petrópolis
Nova Petrópolis
Buscar mudas de plantas medicinais doadas pela colônia
Florianópolis
agrícola de Florianópolis
Buscar mudas de cebolas
Ituporanga
Conduzir Alunmos viagem Técnica Fazenda Maria Clara
Imbuia
Conduzir Alunmos viagem Técnica Fazenda Maria Clara
Imbuia
Conduzir Alunos Viagem Técnica Plantas Medicinais
Rodeio
Conduzir Servidores para reunião jogos preparatórios das
Água Doce
Escolas Agricolas
Reunião Camara Setorial de Plantas Medicinais
Florianópolis
Buscar mudas de cebolas
Ituporanga
Viagem técnica Klabin celucat+Reflorestamento pinus
Otacílio Costa
Conduzir servidores para auxiliar na coleta de semen do touro da Indaial
EAFRS
Viagem técnica Exposição Internacional de Esteio
Esteio
Pago
82,29
78,66
160,95
95,82
95,82
246,81
29,52
467,97
562,56
562,56
25,01
45,06
78,66
25,01
25,01
25,01
25,01
25,01
25,01
25,01
25,01
28,64
39,33
39,33
25,01
28,64
39,55
25,01
25,01
45,05
42,96
25,01
28,64
25,01
25,01
45,06
39,33
25,01
25,01
39,33
25,01
25,01
138,79
45,04
25,01
85,92
25,01
135,94
25,01
39,33
25,01
139,57
45,06
25,01
25,01
25,01
25,01
25,01
45,06
25,01
25,01
25,01
78,66
79
Alfredo de Gouvea
Andressa Zardin E Bonfada
Angela R. Poleto
Anita Kuhnen Alexandre
Anito Mezzomo
Anselmo Elias Dalsenter
Aride Franco Alves
Viagem técnica Exposição Internacional de Esteio
Esteio
78,66
Viagem Técnica Ceasa
Florianópolis
142,44
conduzir Alunos p/ Viagem Tecnica a APREMAVI
Atalanta
25,01
conduzir Alunos p/ Congresso Florestal
Nova Prata
189,59
Conduzir Professor Darcy Bitencout Jr. para elaborar prova do Camboriu
25,01
CONEA
Conduzir alunos apresentação artistica banda marcial em timbo Timbó
85,92
SC
Conduzir alunos para a feira agropecuária e de matemática
Agua Doce
78,66
Conduzir alunos grupo alemão fpara festiva de danças folcloricas Gaspar
78,66
Conduzir alunos da Copefar ao encontro jovens agricultores
Palmitos
139,57
cooperativistas catarinenses
Buscar mudas de missioneira gigante EPAGRI
Ituporanga
25,01
Conduzir Comissão eleitoral e Candidatos a Diretor Geral, para Dois Vizinhos
78,66
a UNED
Conduzir Comissão eleitoral e Candidatos a Diretor Geral, para Dois Vizinhos
78,66
a UNED
Transporte de materiais e servidores para o desperta cidadão
Ituporanga
25,01
Conduzir alunos grupo alemão para Apresentação na
Blumenau
42,96
Oktoberfest
Conduzir servidores para o desperta cidadão
Ituporanga
28,64
Conduzir servidroes e alunos aos jogos escolares
Água Doce
139,57
Conduzir alunos para o encontro de agricultura familiar
Imbuia
25,01
Conduzir alunos para encontro cultural e tradicionalista Região Alegrete
193,22
Sul
Transporte de materiais para a XIX Feira de matematica
Joinville
38,12
Acompanhar alunos para a XIX Feira de matematica
Joinville
119,20
Acompanhar professores divulgação teste de seleção
Ibirama
23,80
Acompanhar professores divulgação teste de seleção
Ituporanga
23,80
Viagem técnica granja de postura Dionisio Schimidt
Ituporanga
23,80
Conduzir alunos viagem de estudos Vila Fracioni e Cooperserra São Joaquim
23,80
Acompanhar alunos viagem técnica propriedade de afonso Kopel Ituporanga
23,80
Conduzir professores para divulgação exame de seleção
Ibirama
23,80
Conduzir alunos viagem técnica museu do contestado
Curitibanos
23,80
Acompanhar alunos visita técnica POMIFRAI + E. Exp. Videira Videira
23,80
Conduzir Diretor Geral para Reunião CEFET
Florianópolis
43,85
Conduzir alunos para viagem técnica ao museu do contestado Curitibanos
23,80
Conduzir alunos para viagem técnica estação experimental da
Ituporanga
23,80
EPAGRI
Conduzir servidor Oscar Hartmann para reunião do CONEA
Campos Novos
23,80
Conduzir Diretor p/ assinatura contrato concurso público
Florianópolis
43,84
Total
4.055,32
Palestra na EAF Rio do Sul SC
Rio do Sul
30,73
Palestra na EAF Rio do Sul SC
Rio do Sul
30,73
Total
61,46
Participar do TECNOESTE
Concórdia
30,73
Total
30,73
Reunião preparatória para os IV JEASC
Água Doce
30,73
Organização dos IV Jogos de Escolas Agrícolas de SC
Água Doce
30,73
Participação nos IV jogos entre Escolas Agricolas de SC
Água Doce
167,20
Divulgação Exame de seleção
Atalanta
29,52
Aplicar exame de seleção
Ibirama
29,52
Total
287,70
Levar aluna Viviane B. Costa p/ sua casa p/ problemas Disc.
José Boiteux
25,01
Total
25,01
Participar do TECNOESTE
Concórdia
25,01
Ituporanga
25,01
Participar do XXIII encontro catarinense de apicultores.
Atualização e definição de parcerias para a Escola
Ituporanga
57,28
Participar do XXIII encontro catarinense de apicultores.
Atualização e definição de parcerias para a Escola Complementação Diária 166
Acompanhar grupo de alunos viagem de estudos
São Joaquim
23,80
Viagem de estudo disciplinas floricultura e agricultura
Videira
23,80
Total
154,90
Desenvolvimento dos trabalhos da Comissão Eelitoral instituida Dois Vizinhos
76,98
pela portaria 206/03
Desenvolvimento dos trabalhos da Comissão Eelitoral instituida Dois Vizinhos
76,98
pela portaria 206/03
Total
153,96
Serviços de Comissão de Sindicância colher depoimentos
Dois Vizinhos
99,45
Acompanhar Alunos das turmas 3º A, 3ª B e PM à EXPOINTER Esteio
95,82
80
Cesar Aparecido Bagattini
Claudia Cambruzzi
Claudinei Zunino
Claudio Adalberto Koller
Daniela K da Silva
Darcy Bitencourt Junior
Dilmo Rodrigues
Edemir José de Oliveira
Elena S. A. Baade
Emilia Cristina Schlemper
Erickson Slomp Nogueira
Erwin Hugo Ressel Filho
Eurico Palma Pittaluga Neto
Acompanhar Alunos das turmas 3º A, 3ª B e PM I à
Esteio
EXPOINTER
Total
Viagem de Estudo Cidade das Abelhas e Piscicultor
Florianópolis
Viagem Técnica cidade das abelhas
Florianópolis
Visita CEPEA - Florianópolis e piscicultor em agrolandia
Florianópolis
Viagem técnica parasubsidiar os conteúdos desenvolvidos em
Florianópolis
sala de aula: comercialização de produtos hortifrutigranjeitros,
apicultura, plantas medicinais e piscicultura.
Participar do X seminário regional de piscicultura
Ibirama
Divulgação Exame de seleção
Ibirama
Aplicar exame de seleção
Ituporanga
Total
I FORUM de Auditores das EAFs da Região Sul
Concórdia
Total
Aplicar exame de seleção
Ibirama
Total
Audiencia com Procuradora Federal
São B. do Sul
Tomar Posse Diretor Geral
Brasília
Total
Visitar 2º Feira de Livro de Rua
Florianópolis
Total
Expocentro 2003
Curitibanos
Expocentro 2003
Curitibanos
Expocentro 2003
Curitibanos
Participar do seminário nacional de Educação Profissional
Brasília
Mostra de gado simental participação e divulgação da Escola e Itajai
fomento da raça
Mostra de gado simental participação e divulgação da Escola e Itajai
fomento da raça
Serviços de Comissão de Sindicância colher depoimentos
Dois Vizinhos
Reunião na Universidade Federal SC
Florianópolis
Participação de animais da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Lages
Sul SC (bovinos) na Expolages
Reunião do CONEA
Camboriu
Acompanhar julgamento de animais na expolages
Lages
CONEA - Comissão de Avaliação por Competencia - Corrigir
Camboriu
provas
Total
Acompanhar Alunos Grupo de danças Alemãs no 31º festival de Nova Petrópolis
folclore de Nova Petrópolis
Apresentação do grupo alemão na Oktoberfest
Blumenau
Acompanhar alunos para encontro cultural e tradicionalista
Alegrete
Região Sul
Total
Divulgação da FETEC
Atalanta
Divulgação da FETEC
Sta. Terezinha
Divulgação da FETEC
Ibirama
Divulgação da FETEC
Ituporanga
Total
Divulgação Exame de seleção
Ituporanga
Aplicar exame de seleção
Ituporanga
Total
Treinamento SIASG
Curitiba
Total
Discussão 4º Treinamento Olimpiada de Matemática
Florianópolis
Classificação e participação da 2º fase da Olimpiada Regional de Blumenau
Matemática
Acompanhar alunos a feira catarinense de matemática
Joinville
Total
Viagem Técnica
Campo Alegre
Visita Técnica APREMAVI
Atalanta
Viagem Técnica
Correia Pinto
Participar do II Simpósio Florestal Estadual
Blumenau
Participação no IX Congresso florestal Estadual do RS
Nova Prata
Total
Particiap e acompanhar alunos COPEFAR em Sombrio
Sombrio
Organização dos IV Jogos de Escolas Agrícolas de SC
Água Doce
Participar do II encontro de bandas e Fanfarras da cidade de
Timbó
Timbó SC
Água Doce
Participação nos IV jogos entre Escolas Agricolas de SC
95,82
291,09
54,78
54,78
54,78
54,79
30,73
29,52
29,52
308,91
215,05
215,05
36,40
36,40
29,52
410,88
440,40
45,06
45,06
30,73
30,73
34,36
501,04
30,73
34,36
99,45
54,79
30,73
30,73
30,73
29,52
937,91
139,57
42,96
193,22
375,75
25,01
25,01
25,01
25,01
100,04
29,52
29,52
59,04
606,70
606,70
166,15
51,54
143,72
361,41
30,73
30,73
30,73
147,36
229,63
469,18
198,91
37,61
123,71
202,55
81
Evandro M. Bradelero
Fabiana Alves Gouveia
Gilmar Paulinho Triches
Helmuth dos Santos
Isaias Avi
Jader Samarone Lopes
Jair Seixas
João José Stupp
José Henrique Ramo
Juarez Valdinei Ferreira
Jurema Rosa
Kátia M A Segundo
Kátia Regina Koerich Fronza
Márcia C Nicola
Total
Participar do TECNOESTE
Total
Aplicar exame de seleção
Total
Seminário Finaciamento Ensino Superior e profissional
Divulgação Exame de seleção
Total
Participar da Feira de Habitação e Construção - HABICON
Acompanhar Visita Técnica Propriedade de Aluno
Total
Estágio técnico em agroecologia junto ao CEDUP
Concórdia
Ibirama
Florianópolis
Santa
Terezinha
Florianópolis
Imbuia
São José do
Cerrito
562,76
30,73
30,73
29,52
29,52
54,78
29,52
84,30
45,06
25,01
70,06
133,52
Total
133,52
Acompanhar Alunos em Viagem
Imbuia
25,01
Acompanhar Alunos em Viagem
Imbuia
28,64
Acompanhar Alunos Visita projeto estrada bonita
Joinville
39,33
Levar aluna Viviane B. Costa p/ sua casa p/ problemas Disc.
José Boiteux
25,01
Acompanhar alunos grupo alemão festival em Concórdia SC
Concórdia
85,92
Total
203,91
Participar dos trabalhos da Comissão Eleitoral
Rio do Sul
223,72
Desenvolvimento dos trabalhos da Comissão Eelitoral instituida Rio do Sul
160,60
pela portaria 206/03
Total
384,32
Participar do TECNOESTE
Concórdia
37,61
Participar de Palestra co Secretário da SEMTEC
Curitiba
66,47
Tratar de Assuntos relacionados com a trasf. UNED
Brasília
361,59
Acompanhar Diretor Reunião CD da EAF Sombrio
Santa Rosa Sul 116,45
Audiencia com Procuradora Federal
Blumenau
58,23
Assuntos Administrativos/Audiencia com ministro MEC
Brasília
588,87
Expocentro 2003
Curitibanos
41,23
Reunião CONDAF e Audiencia com Ministro
Goiânia
534,78
Formatura de Alunos projeto Terra Solidária
Curitiba
343,21
Formatura de Alunos na UNED
Dois Vizinhos
82,47
Complemento da Diária 097/2003 - retorno 26/5
Dois Vizinhos
78,84
Participar da Reunião do CONEA
Florianópolis
66,46
Participar de reunião Conselho Diretor da EAF Sombrio sC
Santa Rosa Sul 116,44
Participar de reunião Conselho Diretor da EAF Sombrio sC
Sombrio
116,45
Formatura do curso de agroecologia
Dois Vizinhos
198,92
Assinatura da portaria de transferência de Gestão da UNED/DV Brasília
435,83
para a CEFET/PR
Acompanhamento Administrativo da UNED DV/PR
Dois Vizinhos
198,92
Reunião dos conselhos com o ministro da Educação e Secretário Brasília
588,87
da SEMTEC
Reunião dos diretores das Instituiçòes para tratar de concurso
Florianópolis
66,47
público
Reunião na Universidade Federal SC
Florianópolis
66,47
Reunião Conselho Diretor EAF Sombrio SC
Santa Rosa Sul 116,45
Palestra agência de desenvolvimento
Blumenau
58,23
Reunião do CONDAF
Brasília
735,88
Tratar do concurso público com instituições federais de SC
Florianópolis
65,26
Reunião ordinária Conselho Diretor
Santa Rosa Sul 114,03
Assuntos administrativos na UNED
Dois Vizinhos
165,24
Assinatura contrato concurso público
Florianópolis
65,25
Total
5.484,88
Participação nos IV jogos entre Escolas Agricolas de SC
Água Doce
168,17
Total
168,17
Palestra na EAF Rio do Sul SC
Rio do Sul
25,01
Palestra na EAF Rio do Sul SC
Rio do Sul
25,01
Total
50,02
Conduzir Servidor para Pericia Médica
Camboriu
25,01
Total
25,01
Instalação dos trabalhos da comissão instituida pela portaria
Dois Vizinhos
346,92
SEMTEC 192 de 22/10/2003
Total
346,92
XXI Encontro Regional Sul de CPPTAs
Florianópolis
505,14
Total
505,14
Participar do TECNOESTE
Concórdia
30,73
Viagem de Estudo
Joinville
47,91
Viagem de Estudo
Joinville
47,91
82
Marcio Rampelotti
Marco Antonio Imhof
Maria Medianeira Possebon
Marilise S. Braibante
Mauricio Machado
Nério José Zago
Neudi Artemio Schoultem
Nilton Segundo
Onilde Brugnerotto
Oscar Alvaro dos Santos
Oscar Emilio L. Harthmann
Osvaldo Bluning
VII Forum Catarinense Floricultura
Viagem Técnica
Viagem Técnica
Total
Participar da Feira de Habitação e Construção - HABICON
Participar da Home Art - Feira de arquitetura, decoração e
moveis
Total
Participar de Palestra co Secretário da SEMTEC
Audiencia com Procuradora Federal
Entregar prestação de Contas 2002 na GRCI SC
Instalação dos trabalhos da comissão instituida pela portaria
SEMTEC 192 de 22/10/2003
Audiencia com Procuradora Federal
Total
VII Forum Catarinense Floricultura
II Simpósio Florestal
Total
Seminário Finaciamento Ensino Superior e profissional
Total
Participar da Feira de Habitação e Construção - HABICON
Total
Viagem Técnica Expoagro Afubra
Participar do 8. Dia de campo na copercampos
Viagem Técnica Propriedade agricola
IV Encontro nacional de fruticultura de clima temperado
Viagem de estudo fruticultura e agricultura
Viagem de estudo disciplinas floricultura e agricultura
Aplicar exame de seleção
Total
Palestra na EAF Rio do Sul SC
Palestra na EAF Rio do Sul SC
Total
Participar do VIII encontro Regional de RH
Total
Buscar mudas de plantas medicinais
Total
Participar da Feira de Habitação e Construção - HABICON
Total
Participar do IVReunião Técnica Catarinense de milho e feijão
Reunião na Universidade Federal SC
Aplicar exame de seleção
Total
Participar de Palestra Política Educacional da SEMTEC
Viagem Técnica Expoagro Afubra
Acompanhar Diretor Reunião CD da EAF Sombrio
Conduzir Servidora Maria Fontanive na JFSC
Acompanhar CTG apresentações Artisticas
Acompanhar CTG apresentações Artisticas
Formatura dos Alunos Terra Solidária
Acompanhar Alunos Viagem técnica Estação EPAGRI
Acompanhar Alunos Seminário Sul Bras. CFR
Formatura dos Alunos Terra Solidária
Seminário Tecnologia da Informação e Agronegócios
Expocentro 2003
Conduzir alunos Estação Experimental Cooperserra
Acompanhar Servidores Seminário Finaciamento Ensino Su
Viagem Técnica Cultura de Pinus
Buscar palestrante Célio Hoegen
Divulgação da FETEC
Acompanhar Alunos Viagem Técnica
Divulgação da FETEC
Divulgação da FETEC
Divulgação da FETEC
Acompanhar CTG em apresentação artisitca
Palestra Sobre Agrotóxicos
Conduzir animais para a 10º feira do colono em Itajai
Buscar animais na 10º feira do colono em Itajai e levar touro
simental para coleta de semem em Indaial
Joinville
José Boiteux
José Boiteux
Florianópolis
Florianópolis
51,54
30,73
30,73
239,55
45,06
43,85
Curitiba
Blumenau
Florianópolis
Dois Vizinhos
88,91
66,47
58,23
66,47
346,92
São B. do Sul
36,40
574,49
Joinville
51,54
Blumenau
47,91
99,45
Florianópolis
54,78
54,78
Florianópolis
45,06
45,06
Rio Pardo
95,82
Campos Novos
30,73
Imbuia
30,73
Fraiburgo
160,91
São Joaquim
29,54
Videira
29,52
Ituporanga
29,52
406,77
Rio do Sul
30,73
Rio do Sul
30,73
61,46
Tramandaí
195,29
195,29
Florianópolis
45,06
45,06
Florianópolis
45,06
45,06
Lages
189,09
Florianópolis
66,47
Ibirama
36,40
291,95
Curitiba
142,44
Rio Pardo
78,66
Santa Rosa Sul
78,66
Blumenau
39,33
Pres. Getulio
25,01
Pres. Getulio
28,64
Pres. Getulio
25,01
Itajai
25,01
Maravilha
185,96
Porto Vitória
85,92
São Joaquim
25,01
Curitibanos
25,01
São Joaquim
25,01
Florianópolis
45,05
Otacílio Costa
25,01
Ituporanga
25,01
Otacílio Costa
25,01
Otacílio Costa
25,01
Atalanta
25,01
Vidal Ramos
25,01
Ibirama
25,01
São C. do Sul
28,64
Ituporanga
25,01
Itajai
25,01
Itajai
85,92
83
Robinson J.P de Oliveira
Rony da Silva
Rosangela Garzo Schneider
Rudimar A C Drey
Sebastião Galvão de Lima
Sergio Luiz Kreusch
Silvana Cony Quinteiro
Vera L. Freitas Paniz
Volney Zunino
Walter Soares Fernandes
Acompanhar Alunos Viagem Técnica Propriedade Rural de
Antônio Gabiroba
Acompanhar apresentação artística do CTG
Acompanhar apresentação artística do CTG - Buscar
Transporte de touro para coleta de semen
Buscar Touro após coleta de semen
Acompanhar servidores exposição de livros no Schoping Beira
Mar Norte
Acompanhar Servidores Reinião Projeto Disperta Cidadadão
Acompanhar alunos e buscar doação de mudas florestais
Transporte de milho para a funai
Acompanhar professor e alunos na olipianda de matematica
Acompanhar servidores em reunião Floresta Nacional
Acompanhar tesoureiro em reunião com presidente da APP
Transporte de animais para a EXPOLAGES
Transporte de ordenhadeira para expolages
Acompanhar Professor Darcy na Expolages
Transporte de Poedeiras
Transporte de animais expolages (retorno)
Acompanhar alunos para jogos escolares das escolas agricolas
de SC
Levar documentos para tranc. Matricula aluno Fabrício Henzen
Transporte de poedeiras
Acompanhar alunos viagem de estudos Vila Fracioni e
Cooperserra
Acompanhar alunos curso de inseminação artificial
Acompanhar alunos visita técnica POMIFRAI + E. Exp. Videira
Acompanhar alunos curso de inseminação artificial
Acompanhar servidores para aplicação do Teste de Seleção
Acompanhar Servidor e alunos na Fundação da Cooperativa de
plantas medicinais
Total
Participar da Feira de Agricultura Familiar
Viagem Técnica Col Agricola São José do Cerrito
!º Encontro Regional de Jovens Trabalhadores Rurais
Formatura dos Alunos Terra Solidária
Formatura dos Alunos Terra Solidária
Visita ao horto de plantas medicinais da irmã Eva Michalach
Divulgação Exame de seleção
Total
Viagem de Estudos Fruticultura de Clima Temperado
Representar Direção formatura EAF Sombrio SC
Participar evento coência/Tecnologia e Informação
Formatura do curso de agroecologia
Viagem técnica parasubsidiar os conteúdos desenvolvidos em
sala de aula: comercialização de produtos hortifrutigranjeitros,
apicultura, plantas medicinais e piscicultura.
Desenvolvimento dos trabalhos da Comissão Eelitoral instituida
pela portaria 206/03
Desenvolvimento dos trabalhos da Comissão Eelitoral instituida
pela portaria 206/03
Total
Visitar 2º Feira de Livro de Rua
Total
Deslocamento até Navegantes
Total
Visitar 2º Feira de Livro de Rua
Total
Acompanhar alunos da Copefar ao encontro jovens agricultores
cooperativistas catarinenses
Acompanhar professores divulgação teste de seleção
Divulgação do teste de seleção
Total
V Congresso Inter. Zootecnia, XIII Congresso Nac. Zoo.
Total
Seminário Tecnologia da Informação e Agronegócios
Total
Reunião preparatória para os IV JEASC
Total
Participar de Palestra co Secretário da SEMTEC
Audiencia com Procuradora Federal
Ituporanga
25,01
Timbó
Timbó
Indaial
Indaial
Florianópolis
28,64
28,64
25,01
25,01
45,06
Ituporanga
Otacílio Costa
José Boiteux
Blumenau
Ibirama
Petrolândia
Lages
Lages
Lages
Ituporanga
Lages
Água Doce
25,01
25,01
25,01
42,96
25,01
25,01
25,01
25,01
25,01
25,01
25,01
85,92
Petrolândia
Ituporanga
São Joaquim
23,80
23,80
23,80
Camboriu
Videira
Camboriu
Ibirama
Florianópolis
23,80
23,80
23,80
23,80
43,85
São Joaquim
Sombrio
Lages
Dois Vizinhos
Florianópolis
1.941,17
298,37
30,73
34,36
34,36
34,36
30,73
29,52
492,43
30,73
34,36
164,54
164,54
54,79
Dois Vizinhos
95,82
Dois Vizinhos
95,82
Porto Alegre
São J. Cerrito
Lages
Pres. Getulio
Porto Vitória
Rodeio
Ibirama
Florianópolis
Navegantes
Florianópolis
Palmitos
Atalanta
Sta. Terezinha
Uberaba
São Joaquim
Água Doce
Curitiba
Blumenau
640,61
45,06
45,06
30,73
30,73
54,78
54,78
134,13
23,80
23,80
181,73
507,94
507,94
30,73
30,73
30,73
30,73
66,47
58,23
84
Assuntos Administrativos/Audiencia com ministro MEC
Reunião Projeto Terra Solidária
Seminário Ensino Médio
Total
Brasília
Florianópolis
Brasília
Total Global
585,12
66,46
585,68
1.361,96
25.752,42
Fonte: CGAF
TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA
A EAFRS sofre desde sua criação com o desmantelamento do aparelho
Estatal, após 08 anos de funcionamento até o presente momento, esta IFE não
pode completar seu quadro de pessoal, prejudicando em muito as atividades da
mesma.
Para tentar amenizar o problema, a saída é a terceirização de mão de obra
através de empresas especializadas. Em um orçamento total de custeio na ordem
de 1.401.623, a EAFRS e a UNED aplicaram 556.571,58, ou seja, 40% do custeio
somente para terceirização.
Além do gasto que poderia estar sendo aplicado na area fim da Escola,
ainda encontramos profissionais contratados com pouca qualificação, com
remunerção baixa, o que desmotiva, sem um acompanhamento direto das
empresas terceirizadas, entre outros, que acaba implicando num alto índice de
rotatividade, prejudicando o andamento normal dos setores.
Segue abaixo o comparativo do custo da terceirização:
Despesa média por serviços
estagiários e Casa Familiar Rural)
terceirizados
(vigilancia,
conservação,
Orçamento Executado
Número de Funcionários
Média anual
Média mensal
556.571,58
59
9.433,41
786,11
SINDICÂNCIAS/PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR –PAD
Nº do Processo
Motivo
Conclusão
23000.081207/2003-23 Sindicância Laboratório de Informática e CEREM - computador (Portaria Arquivado. (transformado
104/03 de 30/05/030
em PAD).
23000.081223/2003-16 PAD – Jailson Sulmar Ferreira – Roubo de alimentos. (Portaria 116/03 de Em andamento
10/06/2003)
23000.081508/2003-57 Sindicância desaparecimento processso 23000.081207/2003-23
Em andamento
23000.081442/2003-03 Laboratório de Informática e CEREM – computador (Portaria 198/03 de Em andamento
22/09/03 e 242/03 de 04/12/03.)
23000.081455/2003-74 Sindicância Roubo televisão UEP Floresta. (Portaria 231/03 de 07/11/03) Em andamento
23000.081319/2003-84 Sindicância Convênio bovinos de leite – UNED. (Portaria 123/03 de Em andamento
16/06/03 e 183/03 de 11/09/03)
23000.076376/2002-61 PAD Licença saúde paralelamente com curso de doutorado servidor Jair Em andamento
Seixas. (Portaria 186/03 de 11/09/03)
23000.081350/2003-15 Sindicância desaparecimento balança semi-analítica do laboratório de Concluído
química. (Portaria 157/03 de 01/08/03).
85
6 – GESTÃO DE SUPRIMENTO DE BENS E SERVIÇOS
Procuramos no ano de 2003 evitar repetições desnecessárias de licitações
por motivos de falta de fornecedores cadastrados, por esse motivo optamos por
um maior número de licitações Tomada de Preço, por dar ampla concorrência e
evitar que não se possa adquirir um Material/serviço necessário.
Otimizamos os gastos com suprimento de fundos, evitando ao máximo a
aquisição de materiais que podem se dar por processo normal de compras.
No tocante a obras, não houve nenhuma obra no ano de 2003, todas as
compras foram efetuadas para dar andamento normal a Escola. No final do ano
de 2003, foram efetudas licitações para aquisição de equipamentos e/ou serviços
que serão concluidos no ano de 2004.
Licitações efetuadas no ano de 2003
Modalidade e número
Convite 01/2003
Convite 02/2003
Convite 03/2003
Convite 04/2003
Tomada de Preço 01/2003
Tomada de Preço 02/2003
Tomada de preço 03/2003
Tomada de preço 04/2003
Tomada de preço 05/2003
Tomada de Preço 06/2003
Tomada de Preço 07/2003
Tomada de Preço 08/2003
Tomada de Preço 09/2003
Tomada de Preço 10/2003
Tomada de Preço 11/2003
Tomada de Preço 12/2003
Total
Objeto
valor
Generos Alimentícios
94.434,45
Material de expediente
12.615,62
Material de limpeza
11.986,70
Combustíveis
40.950,00
Generos alimentícios
94.434,45
Alimento para animais
33.212,00
Medicamentos e insumos agropecuários
4.301,75
Sementes equipamentos de proteçào, ferramentas e 21.480,50
insumos agropecuários.
Serviço de limpeza e conservação
204.461,76
Alimento para animais
24.613,00
Seguro de veículos
10.369,42
Acervo bibliográfico
18.203,33
Gerador de vapor
25.990,00
Melhorias na rede elétrica
4.266,28
Material de manutenção de bens imóveis
10.324,88
Terraplanagem drenagem e pavimentaçào
28.897,50
640.541,64
Fonte: CGAF
Execução do orçamento por modalidade de licitação
Modalidade
Convite
Tomada de preço
Dispensa de licitação
Licitação inexigivel
Suprimento de fundos
Pregão
Total
Valor
%
102.367,64
561.482,63
313.867,92
30.802,08
15.662,89
39.112,99
1.063.296,15
9,63
52,81
29,51
2,90
1,47
3,68
100
Fonte SIAFI
Obs: não está incluido os recursos não passíveis de licitação (pessoal,
benefícios, aposentadoria etc) no valor de R$ 3.408.092,88.
CONVENIOS 2003
Convenio bolsa CAPES – Mestrado - EAFRS/SEMTEC
Convenio execução custeio 2003 EAFRS/SEMTEC
18.188,48
20.397,06
86
Convenio para implantação do laboratório de sementes (calçamento, reforma prédio) 40.581,56
EAFRS/SEMTEC
Convenio Consolidação da Agroindústria da EAFRS (Caldeira, e reforma fiação elétrica 32.878,01
externa de Alta e Baixa Tensão. EAFRS/SEMTEC
Convenio para aquisição de acervo bibliográfico e equipamentos de proteçào e 21.470,50
segurança EAFRS/SEMTEC
Convenio execução do custeio 2003 UNED DV – EAFRS- – UNED DV /SEMTEC
7.941.17
Convenio ampliação do acervo da bilbioteca da UNED DV
2.941,17
TOTAL DE CONVENIOS 2003
144.397,95
Fonte: SIAFI
Outros convenios
Entidade
objeto
Fundação Vitae
Laboratório de sementes
Valor
134.289,00
Fonte: CGPP
87
7 – PROCESSOS DE CONTROLE
No exercício de 2002, a Auditoria da Secretaria Federal de Controle Interno
da CGU, recomendou /determinou que segue
UG:153238
Documento
recomendação
Implementada
(sim/não)
GU/SFCI Realização de gastos não tipificados, material permanente e outros passíveis de
sim
subordinar-se ao processo normal de aquisição
GU/SFCI Regularização dos imóveis da UNED Dois Vizinhos
Não
Relatório
116503
Relatório
116503
Relatório GU/SFCI Estruturar uma Unidade de Auditoria Interna
Não
116503
Relatório GU/SFCI Atestar as notas fiscais nos processos de pagamentos
Sim
116503
Relatório GU/SFCI Apurar responsabilidades pelos itens não localizados no inventário e colocação de Parcialmente
116503
plaquetas
Relatório GU/SFCI Levar em consideração os apontamentos do setor contábil
Sim
116503
Diligência
TCU Contratação temporária Professor substituto Adilso Augustinho Carniel –
Sim
Acórdão 1265/2003 disponibilizar ficha de Desligamento SISAC
2ª
Camara-at
26/2003
Diligência CGU nº Contratação temporária professor susbtituto: Evandro M. Brandelero, Nelson A Zarth,
Sim
206/2003
Robinson J.P. de Oliveira, Erickson S. Nogueira, Andressa Z. Bonfada, Sergio L.C. de
Souza, Emerson Cechin, Glauco H. Lindner, Gilmar E. Martinello, Juliana Fronza,
Moacir G. Tavares, Gilmar A Nava, Helomar C. A Barbosa, César Ap. Bagattini e
Márcia C. Nicola – Anexar comprovante de habilitação conforme edital
Diligencia CGU nº Contratação temporária professor substituto José Henrique Ramos – autorizaçào
Sim
427/2003
para contratação, alterações ficha SISAC
Diligência CGU nº Aposentadoria Dirce Maciel de Freitas – alteração mapa tempo de serviço e ficha
Sim
311/03
SISAC
Diligência CGU nº Admissões: Arilde Franco Alves, Claudia Cambruzzi e Gilmar Paulinho Triches –
Sim
27/03
nomeções no período de proibições – ano Eleitoral
Diligência TCU nº Aposentadoria Claudio Innig – mapa tempo de serviço com discriminação de funções
Sim
1906/2003
de confiança exercida pelo servidor
Fonte: DAP e CGRH
Rio do Sul, 31 de dezembro de 2003.
________________________
Claudio Adalberto Koller
Diretor Geral
88
Download

Relatório de Gestão 2003