Ministério da Educação Secretaria de Educação Média e Tecnológica Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul Relatório de Gestão 2003 Rio do Sul, Dezembro de 2003. ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE RIO DO SUL RELATÓRIO DE GESTÃO 2003 1 – GESTÃO OPERACIONAL/FINALÍSTICA Natureza e Finalidade A Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC, criada pela Lei nº 8.670 de 30 de junho de 1993 e transformada em autarquia pela Lei n. º 8.731, de 16 de novembro de 1993, vinculada ao Ministério da Educação e do Desporto, nos termos do artigo 2º, anexo I ao decreto n. º 2.147 de 14 fevereiro de 1997, através da Secretaria de Educação Média e Tecnológica tem por finalidades: I Oferecer educação tecnológica com vistas à formação, à qualificação, requalificação e reprofissionalização de jovens e trabalhadores em geral nos moldes do decreto 2208, de 17 de abril de 1997, para os diversos setores da economia, especialmente nos de agropecuária e agroindústria; II Realizar pesquisas tecnológicas e desenvolver novos processos, produtos e serviços, em articulação com setores produtivos, especialmente, os da agricultura e agroindústria e a sociedade em geral; III Desenvolver estratégias de educação continuada. O oferecimento do ensino superior na Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC estará condicionado aos procedimentos estabelecidos pela Lei n. º 9394 de 20 de dezembro de 1996 e aos atos de regulamentação. A Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC é dotada de autonomia administrativa, financeira, patrimonial, didática e disciplinar, compatíveis com a sua personalidade jurídica e de acordo com seus atos constitutivos. O ensino ministrado na Escola, além dos objetivos propostos, observará os ideais e fins da educação previstos na Constituição Federal e na Legislação que fixa as Diretrizes e Bases da Educação Nacional e suas regulamentações. Objetivos A Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC tem como objetivos: I Desenvolver educação profissional nos níveis básico, técnico e tecnológico, capacitando profissionais para o mundo do trabalho, investindo no fortalecimento da cidadania; II Colaborar com o desenvolvimento agropecuário, agro-industrial e de serviços da região, através de ações articuladas com o setor produtivo e a sociedade em geral; III Incentivar e operacionalizar mecanismos de pesquisa e extensão; IV Desenvolver metodologias próprias visando à efetiva articulação da educação, produção e pesquisa; V Oportunizar outras formas de ensino na forma da legislação vigente; VI Zelar pelas legislações e normas vigentes e pelo cumprimento da proposta pedagógica adotada pela Escola; VII Garantir uma avaliação institucional dinâmica e constante com a 2 participação dos diversos segmentos envolvidos. Origem institucional A Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC foi criada pela Lei 8670 de 30 de junho de 1993 e transformada em autarquia pela Lei 8731 de 16 de novembro de 1993. Está vinculada à Secretaria de Educação Média e Tecnológica - SEMTEC do Ministério da Educação - MEC, sediada em Brasília DF e compõe o Sistema Nacional de Educação Tecnológica, criado pela Lei 8.948 de 08 de dezembro de 1994. 1º Pela Portaria Ministerial n. º 1006 de 06 de julho de 1994 foi nomeado o 1º Diretor Geral para dar inicio ao processo de implantação administrativa e pedagógica. 2º A Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC foi inaugurada pelo Ministério de Estado da Educação em 17 de dezembro de 1994 e iniciou suas atividades letivas em 05 de junho de 1995. 3º A regularidade de estudos do curso Técnico Agrícola com Habilitação em Agropecuária foi declarada pela Portaria n. º 18 de 13 de abril de 1998, do Secretário de Educação Média e Tecnológica - SEMTEC. 4º Pela Portaria n. º 047 de 13 de janeiro de 1997, foi autorizada a funcionar a Unidade de Ensino Descentralizada de Dois Vizinhos - PR - UNED, vinculada à Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC. Estrutura Organizacional A estrutura organizacional da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC compreende: 1 Órgão Executivo: 1.1 Direção Geral 2 Órgão de Assistência Direta ou Imediata ao Diretor Geral: 2.1 Gabinete 3 Órgão Seccional 3.1 Departamento de Administração e Planejamento 3.1.1 Coordenação Geral de Administração e Finanças 3.1.2 Coordenação Geral de Recursos Humanos 4 Órgão Vinculado 4.1 Procuradoria Jurídica 5 Órgão Específico Singular 5.1 Departamento de Desenvolvimento Educacional 5.1.1 Coordenação Geral de Ensino 5.1.2 Coordenação Geral de Produção e Pesquisa 5.1.3 Coordenação Geral de Assistência ao Educando 6 Órgãos Colegiados 6.1 Conselho Diretor 6.2 Conselho Técnico Profissional 3 Estrutura regimental da unidade: A Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC obedece a seguinte estrutura regimental: − Constituição Federal; − Lei n. º 8112/90 e suas alterações - Regime Jurídico Único; − Lei 8670 de 30/06/93 - Criação da Escola; − Lei 8731de 16/11/93 - Autarquização; − Decreto 2548 de 15/04/98 - Regimento Interno das Escolas Agrotécnicas Federais; − Portaria MEC 1025 de 10/09/98 - Regulamento Interno da Escola; − E demais normas que regem as Autarquias Públicas Federais. Nossa missão institucional A missão Institucional da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC consiste em: Capacitar - através da formação, qualificação e requalificação profissional por meio de conteúdos programáticos planejados - estudantes, trabalhadores, produtores rurais e egressos, desenvolvendo ensino, pesquisa e extensão com vistas ao exercício da cidadania e à integração de sua clientela a força de trabalho; e, produzir bens e serviços que promovam, o seu desenvolvimento institucional e o da comunidade. Valores institucionais 1- ALUNO - Razão maior da Escola; 2- CIDADÃO (CONTRIBUINTE) - Papel de servidor público; 3- QUALIDADE NO AMBIENTE DE TRABALHO - Responsabilidade de todos e de cada um; 4- ESCOLA - Fazer cada dia a melhor Escola possível; 5- FAMÍLIA - Estrutura base da sociedade; 6- COMUNIDADE - Exercício da cidadania; 7- OUTROS VALORES UNIVERSAIS - Amizade, Solidariedade, Fraternidade, Honestidade, Moralidade,... Princípios de direito administrativo Princípio da Legalidade: Todas as atividades da Administração Pública são vinculadas aos mandamentos da lei. Todo Servidor Público deve seguir corretamente as leis, sob pena de invalidade do ato de responsabilidade de seu autor. O princípio da legalidade não incide semente à Administração Pública, mas também às demais atividades do Estado. Princípio da Impessoalidade: Em todas as atividades da Administração Pública, o servidor deve atender a todos os cidadãos, sem qualquer discriminação. Prestar serviços igualmente a todos. Princípio da Moralidade: Além do Serviço Público obedecer às leis, deve-se obedecer também à moral. Ser Legal e Moral é seguir as Leis e ser Honesto, procurar fazer o melhor e mais útil para o interesse Público. 4 Princípio da Publicidade: Todo o ato praticado pela Administração Pública deve ser divulgado, publicado em um órgão oficial. O jornal Diário Oficial da União é o veículo utilizado para a comunicação da Administração Pública Federal. Princípio da Finalidade: A prática da Administração Pública está voltada exclusivamente ao interesse público. Princípio da Continuidade: As atividades da Administração Pública são contínuas, ininterruptas, porque não param os anseios da coletividade. Princípio da Indisponibilidade: Os bens, serviços e interesses não estão à livre disposição da Administração Pública e do Administrador que os representa. Cabelhes tão somente guardá-los e aprimorá-los para a finalidade a que estão vinculados. Princípio da Eficiência: A administração (seus servidores) deve agir com eficiência e prontidão. Vista aérea da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul Vista aérea da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul 5 Fluxograma Organizacional Coordenação de Acompanhamento ao Educando Setor de Alimentação e Nutrição Coordenação de Supervisão Pedagógica Seção de Registros Escolares Setor de Esporte, Lazer Setor de Orientação Educacional Seção de Cursos Técnicos Especiais Setor de Atividades Artísticas e Culturais Casa Familiar Rural Vigilância Setor de Agroindústria Setor de Zootecnia Setor de Agricultura Seção de Cooperativa Escola Coordenação Geral de Ensino Seção de Pesquisa e Extensão Coordenação Geral de Assistência ao Educando Setor de Florestas UEP de Agricultura I UEP de Agricultura II UEP de Agricultura III UEP de Zootecnia I UEP de Zootecnia II UEP de Zootecnia III UEP de Mudas e Jardins UEP de Mecanização Agrícola UEP de Construções UEP de Turismo Rural UEP de Gestão Ambiental Coordenação de Ensino Coordenação de Administração e Planejamento Estágios Acompanhamento de Egressos Eventos Coordenação Geral de Produção e Pesquisa Departamento de Desenvolvimento Educacional Direção Geral Unidade de Ensino Descentralizada de Dois Vizinhos (PR) Departamento de Administração e Planejamento Coordenação de Acompanhamento ao Educando Coordenação de Educação e Produção Coordenação de Execução Orçamentária e Financeira Coordenação Especial de Relações Empresariais Chefia de Gabinete Procuradoria Federal Seção de Processamento de Dados Comunicação Social Coordenação Geral de Recursos Humanos Coordenação Geral de Administração e Finanças Telefonia Coordenação de Serviços de Apoio Seção de Cadastro e Pagamento Seção de Execução Orçamentária e Financeira Setor de Capacitação e Desenvolvimento de Recursos Humanos Setor de Almoxarifado Setor de Patrimônio Setor de Compras e Licitações Gestão de Qualidade Contabilidade Transporte Tesouraria SICAF 6 ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE RIO DO SUL Equipe Diretiva Nome do Servidor Função Diretiva 1 Cláudio Diretor Geral Adalberto Koller Habilitação de 2º grau / 3º grau e/ou Pós-Graduação Licenciado em Ciências Agrícolas, Especialização em Planejamento energético ambiental, Mestre em Agroecossistemas de Licenciatura Plena em Ciências, com habilitação em Biologia e Especialização em Biologia. 2 Walter Soares Diretor Fernandes Desenvolvimento Educacional 3 Marco Antônio Diretor de Administração Bacharel em Administração, Bacharel em Direito, Imhof e Planejamento Especialização em Gestão Estratégica de Recursos Humanos 4 Claudinei Zunino Coord. Geral de Ensino Licenciatura em Letras com habilitação em Português e Literatura de Língua Portuguesa e Especialização em Língua Portuguesa –Redação 5 Oscar Emílio Coord. Geral de Engenheiro Agrônomo, Mestre em Zootecnia Ludtke Produção e Pesquisa Harthmann 6 Eurico da P. P. Coord. Geral de Tecnólogo em Cooperativismo, Especialização em Neto Assistência ao Gestão Estratégica de Recursos Humanos Educando 7 Kátia Margareth Coord. Geral de Bacharel em Administração de Empresas, Anami Segundo Recursos Humanos Especialização em Administração de Recursos Humanos 8 Emília Cristina Coord. Geral de Bacharel em Administração de Empresas Schlemper Administração e Finanças VINCULAÇÃO PROGRAMÁTICA DA EAFRS DEMONSTRATIVO DAS METAS ANUAIS No ano de 2003, a escola esteve inserida no PPA (Plano Plurianual) do Governo Federal executando os seguintes Programas/Ações: Especificação da Funcional Programatica (Programa de Trabalho) Metas físicas Metas físicas Acrescimo previstas realizadas /Redução 12.363.0044.2992.0042 – Funcionamento da educação profissional 12.363.0044.2994.0042 – Assistencia ao educando da educação profissional 12.363.0044.5135.0042 – Modernização e recuperação da infra-estrutura física de instituições federais de educação profissional * 12.306.0791.2012.0042 – Auxilio alimentação aos servidores e empregados 12.331.0791.2011.0042 – auxilio transporte aos servidores e empregados 12.365.0791.2010.0042 – assitencia pre escolar aos dependentes dos servidores e empregados 09.272.0089.0181.0042 – pagamento de aposentadorias e pensoes – servidores civis 09.301.0791.2004.0042 – assistencia medica e odontologica aos servidores, empregados e seus dependentes % 1.289 1.299 10 0,01% 1.288 1.299 09 0,01% 165 576 411 249% 100 100 0 0% 70 41 29 -41% 41 30 11 -26% 03 04 1 3% 71 76 5 7% * sala da telefonista – central telefonica (12,03 m2); sala dos professores – computadores (46,44 m2), abrigo de máquinas - bomba distribuidor de esterco (517,55m2). 7 Podemos observar que a Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul obteve exito na execução dos programas/ações estabelecidas no PPA 2000-2003, principalmente no tocante aos programas finalísticos da unidade, contribuindo para o desenvolvimento desta importante região de Santa Catarina. INDICADORES RELEVANTES A Escola Agrotécnica Federal tem como público alvo a Comunidade do Alto Vale do Itajaí, oferecendo aos filhos de agricultores, ensino público e gratuito de qualidade. A Escola é vista na comunidade como um centro de referência, é através dela que os futuros profissionais buscam seus conhecimentos e tem contato com novas tecnologias do campo, o que acaba trazendo desenvolvimento a agropecuária da região e por conseguinte do Brasil. É na agricultura que o País está colhendo os melhores resultados quebrando continuamente recordes de produção e exportação, apresentando os melhores resultados de crescimento de PIB. Neste sentido a EAFRS sempre se primou em ofertar cursos que apresentam uma demanda na região, começando com a oferta do Curso de Agropecuária em 1995, já em 1998 implanta o curso de Floresta e no ano de 2003 iniciamos a nova tendencia mundial que é a produção de alimentos com o mínimo de agressão à natureza, iniciando as aulas do curso de agroecologia. Segue abaixo a evolução das matriculas de alunos na função finalística da EAFRS, e o planejamento do ano de 2003: MATRICULA ESCOLAR E EVASÃO DESDE O INÍCIO DAS ATIVIDADES LETIVAS NA EAFRS 1 1995 Matrícula Inicial 120 Evasão 07 Matrícula Final 113 1996 Matrícula Final/95 113 Matrícula Inicial 157 Evasão 46 Matrícula Final 224 1997 Matrícula Final/96 224 Matrícula Inicial 160 Evasão 53 Matrícula Final 331 1999 Matrícula Final/98 353 Matrícula Inicial 170 Evasão 78 Matrícula Final 445 Formandos 93 Matrícula Final 352 2003 Matrícula Final/02 349 Matrícula Inicial 180 Evasão 80 Matrícula Final 449 Formandos 59 Matrícula Final 390 2000 Matrícula Final/99 352 Matrícula Inicial 172 Evasão 85 Matrícula Final 439 Formandos 91 Matrícula Final 348 2001 Matrícula Final/00 348 Matrícula Inicial 142 Evasão 50 Matrícula Final 440 Formandos 122 Matrícula Final 318 1998 Matrícula Final/97 331 Matrícula Inicial 187 Evasão 76 Matrícula Final 442 Formandos 89 Matrícula Final 353 2002 Matrícula Final/01 318 Matrícula Inicial 173 Evasão 50 Matrícula Final 441 Formandos 92 Matrícula Final 349 EAFRS/CASA FAMILIAR RURAL 1996 Matrícula Inicial 13 Evasão 00 Matrícula Final 13 1997 Matrícula Final/96 13 Matrícula Inicial 00 Evasão 02 Matrícula Final 11 1998 Matrícula Final/97 11 Matrícula Inicial 14 Evasão 05 Matrícula Final 20 1999 Matrícula Final/98 20 Matrícula Inicial 21 Evasão 10 Matrícula Final 31 Formandos 10 8 2000 Matrícula Final/99 21 Matrícula Inicial 20 Evasão 10 Matrícula Final 31 Formandos 04 Matrícula Final 27 2 2001 Matrícula Final/00 149 Matrícula Inicial 178 Evasão 22 Matrícula Final 305 Formandos 133 Matrícula Final 172 4 2002/PARCIAL Matrícula Final/01 23 Matrícula Inicial 05 Evasão 07 Matrícula Final 21 Formandos 00 Matrícula Final 21 Matrícula Final 21 2003 Matrícula Final/02 21 Matrícula Inicial 14 Evasão 02 Matrícula Final 33 Formandos 07 Matrícula Final 26 EAFRS/UNED 1997 Matrícula Inicial 87 Evasão 13 Matrícula Final 74 3 2001 Matrícula Final/00 27 Matrícula Inicial 15 Evasão 07 Matrícula Final 35 Formandos 12 Matrícula Final 23 1998 Matrícula Final/97 Matrícula Inicial Evasão Matrícula Final 74 00 00 74 1999 Matrícula Final/98 74 Matrícula Inicial 104 Evasão 30 Matrícula Final 148 2002 Matrícula Final/01 172 Matrícula Inicial 191 Evasão 23 Matrícula Final 340 Formandos 142 Matrícula Final 198 2003 Matrícula Final/02 198 Matrícula Inicial 180 Evasão Matrícula Final Formandos Matrícula Final 2000 Matrícula Final/99 148 Matrícula Inicial 174 Evasão 30 Matrícula Final 292 Formandos 143 Matrícula Final 149 EAFRS - AGROPECUÁRIA 1995 Matrícula Inicial 120 Evasão 07 Matrícula Final 113 1996 Matrícula Final/95 113 Matrícula Inicial 157 Evasão 46 Matrícula Final 224 1997 Matrícula Final/96 224 Matrícula Inicial 160 Evasão 53 Matrícula Final 331 1999 Matrícula Final/98 322 Matrícula Inicial 131 Evasão 70 Matrícula Final 383 Formandos 93 Matrícula Final 290 2003 Matrícula Final/02 267 Matrícula Inicial 108 Evasão 52 Matrícula Final 323 Formandos 47 Matrícula Final 276 2000 Matrícula Final/99 290 Matrícula Inicial 148 Evasão 78 Matrícula Final 360 Formandos 91 Matrícula Final 269 2001 Matrícula Final/00 269 Matrícula Inicial 106 Evasão 42 Matrícula Final 333 Formandos 102 Matrícula Final 231 1998 Matrícula Final/97 331 Matrícula Inicial 150 Evasão 70 Matrícula Final 411 Formandos 89 Matrícula Final 322 2002 Matrícula Final/01 231 Matrícula Inicial 136 Evasão 32 Matrícula Final 335 Formandos 68 Matrícula Final 267 EAFRS - FLORESTA 1998 Matrícula Inicial 37 Evasão 06 Matrícula Final 31 2002 1999 Matrícula Final/98 Matrícula Inicial Evasão Matrícula Final 31 39 08 62 2000 Matrícula Final/99 62 Matrícula Inicial 24 Evasão 07 Matrícula Final 79 2001 Matrícula Final/00 79 Matrícula Inicial 36 Evasão 08 Matrícula Final 107 Formandos 20 Matrícula Final 87 2003 9 Matrícula Final/01 87 Matrícula Inicial 37 Evasão 11 Matrícula Final 113 Formandos 19 Matrícula Final 94 5 Matrícula Final/02 94 Matrícula Inicial 36 Evasão 19 Matrícula Final 111 Formandos 12 Matrícula Final 99 EAFRS - AGROECOLOGIA 2003 Matrícula Final/01 Matrícula Inicial Evasão Matrícula Final Formandos Matrícula Final 00 36 09 27 00 27 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO O Estágio Curricular Supervisionado é o primeiro passo para o exercício profissional. É a vivëncia do conhecimento assimilado na teoria e na prática. Representa a fase de transição entre o mundo da escola e o mundo do trabalho, orientando o futuro profissional para a compreensão crítica da importância do trabalho na vida do cidadão, fornecendo subsídio valioso para o pleno exercício da profissão. Para a obtenção do grau de Técnico de Nível Médio, o Estágio Curricular Supervisionado é obrigatório e propicia a complementação da aprendizagem, constituindo-se em instrumento de integração, de aperfeiçoamento TécnicoCientífico-Cultural e de relacionamento humano. O Estágio Curricular Supervisionado é regido por regulamentação serão dirimidos pelo Diretor Geral da Escola, ouvida a CEREM e DDE, que em grau de recurso, colocará em apreciação ao Conselho de Professores. As Empresas, ao aceitarem como estagiários os alunos finalistas dos Cursos de Técnico Agrícola com Habilitação em Agropecuária e Técnico Florestal, demonstram a confiança que colocam na formação oferecida neste estabelecimento de ensino. No ano de 2003, 76 alunos concluíram o Ensino Médio neste educandário, estando aptos para a realização do Estágio Curricular Supervisionado, sendo que 56 alunos optaram por realiza-lo e 07 alunos comunicaram que o farão em outra oportunidade. No ano de 2002, 23 alunos do Curso Técnico Agrícola com Habilitação em Agropecuária Pós-Médio, estavam aptos para a realização do Estágio Curricular Supervisionado, sendo que 08 optaram por realiza-lo em outra oportunidade.Dos 15 alunos que estão estagiando 04 concluíram seus estágios e formaram-se em dezembro e os demais deverão concluir seus estágios em 2004. ÁREAS DE ATIVIDADES DOS ESTAGIÁRIOS Projetos Agropecuários Familiares Empresas de Assistëncia Técnica e Prestação de Serviços Empresas de Insumos (Comércio) Indústria de Beneficiamento Pesquisa Educação Fazendas Granjas. 02 10 07 24 03 00 10 10 76 TOTAL ESPECIFICAÇÃO DE EMPRESAS PARA ESTÁGIO Òrgãos Governamentais 02 05 03 08 38 76 Cooperativas Prefeitura Propriedades Particulares Empresas Ltda – S.A TOTAL LOCALIZAÇÃO DO ESTÁGIO No Estado 66 09 01 76 Em outros Exterior TOTAL PLANEJAMENTO ANUAL 2003 Objetivos Adequação de um alojamento para atender o curso de agroecologia Adquirir um veículo utilitário via convenio MEC/SEMTEC Aquisição de acervo bibliográfico da EAFRS, via Convenio MEC/SEMTEC Aquisição de bovinos para engorda e abate Aquisição de equipamentos para a agroindústria via convênio MEC/SEMTEC Aquisição de novos aparelhos telefônicos Aquisição de novos computadores e impressora para a sala de professores Aquisição de novos computadores para sala de professores Aquisição de novos implementos agrícolas para a fazenda Aquisição de um gerador de vapor para a agroindústria via Convenio MEC/SEMTEC Aquisição de uma bomba sugadora a vácuo de dejetos líquidos Aquisição de uma central digital de telefonia Aquisição de veículo Oficial via convênio MEC/SEMTEC Calçamento e reforma do prédio destinado a implantação do laboratório de sementes Cobertura do almoxarifado Conclusão do centro de eventos da EAFRS via convênio MEC/SEMTEC Contratação de um regente de Banda da EAFRS. Equipamentação do auditório Implantação da Auditoria Interna Implantação da rede novell para o Atendimento ao Educando e a Casa Familiar Rural Implantação de vigilancia eletronica (cameras de vídeo) na biblioteca - via Convenio MEC/SEMTEC Implantar o curso de agroecologia em concomitância com o Ensino Médio Manter o convênio com o CIEE para oferta de estagiários (até 4 vagas) para estudantes de outras instituições locais; Manter o convênio com o SINASEFE (R$ 20.000,00) para assistência médica aos servidores (Fonte 250); Manter o Curso de florestas em concomitância com o Ensino Médio; Manter o Curso de Técnico Agrícola com Habilitação em Agropecuária em concomitância com o Ensino Médio; Manter o Curso Pós-Médio com Habilitação em Agropecuária; Manter o funcionamento da pedagogia de alternância para filhos de agricultores através de convênio com a Casa Familiar Rural; Executado Não Executado x X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X x X X X X X X 11 Manter os serviços de terceirização para possibilitar o atendimento às necessidades operacionais da Escola; melhoramentos do acesso a Internet Melhorar as condições de moradia estudantil masculina através de reformas hidráulicas e elétricas, colocação de novas fechaduras e conserto de roupeiros; Melhoria no acesso da Escola à cidade de Rio do Sul, juntamente com a Prefeitura Municipal; Melhorias na rede elétrica que abastece a agroindústria, via Convenio MEC/SEMTEC Oportunizar sem prejuízo da instituição a liberação parcial ou integral de servidores para cursos de aperfeiçoamento, capacitação, mestrado e doutorado; Pintura externa dos alojamentos Propiciar seguro a toda a frota de veículos Proporcionar viagens de estudo, participação de feiras, encontro e festivais aos alunos da Escola; Realização da Feira de Matemática e conhecimentos tecnológicos com o envolvimento da comunidade interna e externa; Realizar Café Colonial Realizar palestras e treinamento para os docentes quanto ao processo de seleção de alunos. Recuperar os aterros internos que sofreram erosão com as chuvas de novembro, através de convenio MEC/SEMTEC. Reforma de placas indicativas internas da EAFRS Reforma geral das cercas existentes na fazenda da EAFRS Reforma geral dos prédios da eafrs – pintura telhado Substituição gradativa dos móveis Transferir a Unidade de Ensino Descentralizada de Dois Vizinhos - PR, para o CEFET PR, visando economia de recursos e racionalização de açoes do Governo Federal. X X X X X X X X X X X X X X x X X X Obs: a maior parte do planejamento não foi executado por falta de recursos orçamentários. 12 2 – GESTÃO ORÇAMENTÁRIA – METAS FISCAIS No ano de 2003, sob o comando de uma nova Gestão do Governo Federal, esta IFE procurou sempre se balizar nas ações determinadas pela SEMTEC (Secretaria de Ensino Médio e Tecnológico) do Ministério da Educação, acolhendo integralmente as novas diretrizes da Secretaria bem como todas as demais ações do Governo Federal, neste sentido listamos os principais pontos positivos e negativos ocorridos no ano de 2003. PRINCIPAIS DIFICULDADES NO ANO 2003. Orçamento de Custeio reduzido ano a ano proporcionalmente aos custos de manutenção; Acrescimo elevado nos índices inflacionários relativos ao segundo semestre de 2002 e início de 2003. Orçamento reduzido para investimentos; Elevado dispêndio aos serviços terceirizados, devido a falta de contratação de servidores efetivos. Impossibilidade de oferecer treinamento a grande parte dos servidores, em virtude de escassez de recursos. Demora no repasse financeiro e orçamentário por parte dos órgãos responsáveis, o que causa atraso de pagamento de faturas; Acesso à Escola não pavimentado, o que dificulta oferecer cursos noturnos e ou aumento de vagas nos atuais cursos; Falta de pessoal na área de saúde, (médico, psicólogo, enfermeiro e nutricionista). Corte de despesas relacionadas a diárias e passagens através do Decreto 4.691/03, limitando o treinamento de servidores e a participação da EAFRS em eventos importantes; A falta de pessoal capacitado que não exerça outras atividades de execução e/ou controle, impedindo a instalação da Auditoria Interna. A edição do Decreto 4900/03 que determinou o prazo final para emissão de empenhos até 12 de dezembro de 2003, prejudicando algumas açoes por parte da Escola, e inclusive impossibilitando o recebimento de mais projetos por parte da SEMTEC/MEC. A falta de Procurador Lotado na EAFRS, o que demora na obtenção de Pareceres, resultando em lentidão nas atividades, ou as vezes até inviabilizando ações. PRINCIPAIS FATORES POSITIVOS NO ANO DE 2003 A concessão de R$ 144.397,95 em convênios por parte da SEMTEC, proporcionando um atendimento a projetos importantes. O início das aulas do novo curso de Agroecologia da EAFRS, atendendo uma tendência mundial da produção de alimentos sem uso de agrotóxicos e com o mínimo de agressão a natureza. A eleição do Diretor Geral através de consulta à comunidade de maneira clara e pacífica, proporcionando um ambiente harmonico à EAFRS. 13 Autorização por parte do Ministério do planejamento para a realização de concurso para 03 professores efetivos e 05 técnicos administrativos. Transferencia da UNED de Dois Vizinhos PR ao CEFET do PR, viabilizando um melhor controle administrativo e pedagógico por parte do Governo Federal, visto que a UNED ficava a 550 km da EAFRS, e Agora fica a 30 km de Pato Branco PR, sendo possível um melhor atendimento àquela Unidade. A concessão de R$ 134.289,00 por parte da Fundação Vitae para construção de um Laboratório de Sementes na EAFRS. MEDIDAS DE ECONOMIA E RACIONALIZAÇÃO DE GASTOS Retirada de Lâmpadas em excesso, e retirada de portas dos banheiros dos alojamentos, o que reduziu sensivelmente o consumo de energia. Aquisição de uma central telefonica digital, possibilitando um controle efetivo das ligações telefônicas. Controle racional de viagens técnicas e de caráter oficial, principalmente para atender o Decreto 4691/03. Busca de convênios com empresas privadas e governamentais. Aumento da produção própria, evitando aquisições que podem ser produzidas na EAFRS. Diminuição do Plantel animal, diminuindo o consumo de rações e derivados. Principais economias geradas em razão da racionalização de gastos Despesa Alimentos para animais Energia elétrica Comunicação em geral Telecomunicações Vigilancia Passagens Diárias 2002 R$ 2003 R$ Economia Em % 59.688,75 66.500,05 32.381,51 26.797,42 101.891,60 13.475,69 31.975,37 57.134,20 45.439,72 22.001,18 24.953,27 95.299,72 11.436,78 25.752,42 5% 31% 32% 7% 7% 15% 20% Fonte: SIAFI CONSUMO ENERGIA ELÉTRICA ANO 2001 2002 2003 %½ % 02/03 VALORES EM KWh JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL 33600 33600 48800 47200 49600 45600 42400 25600 28800 36800 44000 44000 46400 52800 14.400 14.400 20.000 21.600 22.400 23.200 24800 -23,8 -14,3 -24,6 -6,8 -11,3 1,8 24,5 -43,8 -50,0 -45,7 -50,9 -49,1 -50,0 -53,0 AGO 47200 44000 20800 -6,8 -52,7 SET 39200 34400 22400 -12,2 -34,9 OUT 44000 24000 22400 -45,5 -6,7 NOV 44000 19200 18400 -56,4 -4,2 DEZ TOTAL 39200 514400 19200 419200 19200 244000 -51,0 -18,5 0,0 -41,8 Fonte: Notas Fiscais CELESC 14 GRAFICO 2002/2003 COMPARATIVO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA 60000 50000 40000 2001 30000 2002 2003 20000 10000 0 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ Principais aumentos de custos enfrentados Despesa Combustíveis Gas engarrafado Generos alimentícios Material de expediente Material de processamento de dados Insumos agropecuários Limpeza e conservação 2002 R$ 2003 R$ Acrescimo em % 25.103,34 12.216,51 61.807,02 8.738,02 16.305,99 10.074,58 195.087,13 45.618,83 22.217,70 86.525,19 12.413,85 21.891,57 15.534,89 221.934,43 81% 81% 39% 42% 34% 54% 13% Fonte: SIAFI Obs: os maiores aumentos se deram em decorrencia do acréscimo inflacionário do 2º semestre de 2002 e início de 2003, principamente nos preços controlados pelo Governo. Evolução de arrecadação da receita de produção própria (fonte 250) Receita Receita Patrimonial Receita agropecuária Receita de serviços Produção própria consumo interno Total 2002 5.218,82 82.119,11 161.639,45 364.156,13 615.135,51 2003 4.945,01 99.512,29 180.959,00 420.455,25 705.871,55 Incremento % -6% 21% 12 % 15 % 14,75% Fonte: SIAFI 15 3 – GESTÃO FINANCEIRA O orçamento autorizado da EAFRS no ano de 2003, principalmente no tocante ao custeio e investimentos, obteve um incremento de 10 % em relação a 2002. este pequeno incremento não foi suficiente para absorver os indíces inflacionários relativos ao segundo semestre de 2002 e primeiro semestre de 2003. Devemos considerar este período como ponto de impacto, porque os limites orçamentários são determinados às unidades sempre no mês de julho do ano anterior ao orçamento. Analisando um dos índices mais utilizados: IGPM da Fundação Getúlio Vargas, obtem-se uma inflação acumulada no período de Julho de 2002 a julho de 2003 na ordem de 28.23%, descontando-se os 10% de incremento no período, verificamos que perdemos em poder aquisitivo orçamentário cerca de 18 %, o que implica em corte de despesas que afetam o atingimento das metas previstas no PPA. Necessário se faz observar que desde do ano de 1998, esta Instituição acumula perdas significativas no orçamento de custeio, visto que os acrescimos na matriz orçamentária não acompanham a inflação do período. Apesar do problema explanado, esta IFE conseguiu terminar o ano com todas as obrigações financeiras cobertas pelo orçamento 2003, o que não prejudicará o ano de 2004, cumprindo integralmente a Lei de Responsabilidade Fiscal. Segue abaixo a execução orçamentária do período: EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA 2003. Conta Nomenclatura 3390.30.00 - Material de Consumo 1/3 Combustíveis e Lubrificantes 4 Gás engarrafado 6 Alimento para os Animais 7 Gêneros alimentícios 8 e 12 Material zoot/animais pesquisa 9/10/11 Materiais farmacológico/químico/odontologico 14/15 Material festividade/esportivo 16 Material de expediente 17 Material processamento dados 19/21 Material acondicionamento e embalagem 22 Material de limpeza 23 Uniformes 24 Material man. Bens imóveis 25 Material man. Bens móveis 26 Material elétrico eletrônico 27/28 Material proteção segurança/manobra 29 Material áudio, vídeo e foto. 30 Material para comunicações 31 Sementes, mudas e insumos. 35/36 Mat.Laboratorial/hospitalar 39 Material man. Veículos 41 Material utilização gráfica Executado 2002 Executado 2003 350.015,09 25.103,34 12.216,51 59.688,75 61.807,02 2.652,10 5.800,00 472,27 8.738,02 16.305,99 4.375,11 9.084,84 588,37 27.468,29 20.592,98 4.330,93 2.353,01 1.229,99 0,00 10.074,58 58,89 11.336,48 992,50 413.376,35 45.618,83 22.217,70 57.134,20 86.525,19 3.275,53 8.480,04 800,27 12.413,85 21.891,57 4.088,03 13.680,19 1.663,20 28.129,90 21.930,91 5.128,79 3.969,02 1.163,50 4.095,00 15.534,89 342,66 19.785,80 874,30 16 42/43 Ferramentas/reabilitação 50 Bandeiras 92 Restos a pagar 99 Outros materiais de consumo 3390.36.00 - Serviços Terceiros Pessoa Física 21 Manutençao de bens móveis 22 Manutenção de bens imóveis 25 Serviços de limpeza e conservação 30 Serviços médicos e odontológicos 35 Serviços de apoio administrativo tecnico e oper. 38 Confecção de uniformes 3390.37.00 – Locaçào de Mào de Obra 01 Serviços de apoio admin. Terceirização 02 Limpeza e conservação 98 Restos a pagar 3390.39.00 - Serviços Terceiros Pessoa Jurídica 01 Assinatura de periódicos 5/10/14 Serviços téc. Profissionais/locação 11 Locação de softwares 12 Locação de máquinas e equipamentos 16 Manutenção de bens imóveis 17/ e 20 Manutenção de máquinas/equipam. 19 Manutenção de veículos 21/22/23/41 Exposição/cong./festiv.Cons.vias/alimentação 43 Energia elétrica 47 Comunicação em geral 48 Serviços de treinamento 50 Serviços médicos hospitalares 51 Analises/assistencia social 57 Processamento de dados 58 Telecomunicações 59 Áudio vídeo e foto 62/63 Serviços gráficos/prod. Ind. 65 Apoio ao ensino 66 Serviços judiciários 69 Seguros 68/73/74/75/71 Fretes pedágios e transp./embalagens/conservaçao 77 Vigilância 78 Limpeza e conservação 81/83 Serviços bancários/cópias 94 Softwares 98 Restos a pagar 99 Outras despesas 3390.33.00 – Passagens 01 Passagens e despesas de locomoção 08 Pedágios 98 Restos a pagar 3390.14.00 - Diária Pessoal Civil 14 Diária pessoal civil 3390.18.00 – Auxilio Financeiro A Estudantes 01 Bolsas de estudo no País 98 Restos a Pagar 4590.52.00 – Equipamentos e material permanente 06 Aparelhos e equipamentos de comunicação 12 Aparelhos e utensílios domésticos 18 Coleçoes e material bibliográfico 33 Equipamentos de audio video e foto 698,46 0,00 64.046,66 0,00 6.335,00 0,00 5.810,00 0,00 0,00 0,00 525,00 195.097,13 161.707,13 30.475,00 2.915,00 362.618,57 5.274,87 788,40 4.935,00 1.560,00 7.458,32 5.214,77 4.058,42 476,65 66.500,05 32.381,51 60,00 20.000,00 587,53 4.015,00 26.797,42 1.311,10 1.831,70 46.275,68 136,93 5.477,10 571,72 101.891,60 0,00 2.471,85 0,00 22.454,87 88,08 14.613,14 13.475,69 121,10 1.016,35 31.975,37 31.975,37 19.562,04 19.562,04 0,00 9.985,95 0,00 0,00 0,00 9.985,95 2.455,97 455,00 31.370,61 351,40 16.665,09 186,00 8.460,00 2.112,00 1.075,89 4.831,20 0,00 221.934,43 28.666,88 193.267,55 0,00 342.928,89 4.614,00 1.351,60 6.816,25 0,00 4.261,08 16.041,94 3.969,55 194,41 45.439,72 22.001,18 58,00 20.007,70 710,13 3.795,00 24.953,27 477,65 3.779,98 34.442,39 124,96 3.888,54 487,65 95.299,72 624,00 1.078,23 2.350,00 45.789,69 372,25 11.452,68 11.436,78 0,00 15,90 25.752,42 25.752,42 18.188,48 15.939,44 2.249,04 69.228,47 8.304,86 525,44 34,90 3.664,70 17 35 Equipamentos de processamento de dados 40 Máquinas e equipamentos agrícolas 42 Mobiliário em geral 98 Restos a pagar Benefícios a Servidores 3390.08.00 - auxílio creche 3390.46.00 - auxilio alimentação 3390.47.00 – contribuição pis/pasep 3390.49.00 - auxílio transporte 339092 – Despesas de Exercícios Anteriores 339092-39 serviços terceiros pessoa jurídica Recursos Repassados a Uned - Dois Vizinhos total de recursos repassado Empenhos a liquidar não inscritos em RP Empenhos a liquidar – UNED dois vizinhos Total de Custeio e Capital Despesas com pessoal e encargo sociais Total Orçamento Executado 0,00 4.220,00 0,00 5.460,00 0,00 5.540,03 0,00 41.478,54 157.293,05 162.652,81 27.920,70 25.099,45 92.682,74 101.140,50 2.456,84 2.851,86 34.232,77 33.561,00 926,58 1.358,71 926,58 1.358,71 416.410,52 444.368,47 416.410,52 444.368,47 0,00 -22.619,50 0,00 -22.619,50 1.564.832,44 1.705.287,30 3.251.063,25 3.187.850,70 4.815.895,69 4.893.138,00 Fonte SIAFI Obs: na execução considera-se os recursos de convênios COMPARATIVO ORÇAMENTÁRIO X NUMERO DE ALUNOS Orçamento total executado por numero de alunos Orçamento Executado Número De Alunos Media Anual Média Mensal 4.893.138,00 1.299 3.766,84 313,90 Gastos com alimentação por aluno da EAFRS – somente Rio do Sul (considerando os que utilizam o refeitório, bem como os alimentos produzidos e adquiridos). Orçamento Executado Numero De Alunos Media Anual Média Mensal 418.770,34 380 1.102,00 91,00 Obs: (aquisições: R$ 86.525,19 – produção própria: R$ 332.245,15) Numero de alunos EAFRS/UNED Ensino Técnico Rio do Sul Ensino Médio Rio do Sul Estágio (técnico) Rio do Sul Ensino Técnico Dois Vizinhos Estágio (técnico) Dois Vizinhos Casa Familiar Rural de Rio do Sul Total geral de Alunos (Obs: Matricula Inicial de alunos) 413 415 104 180 164 23 1.299 Fonte: Secretaria Escolar PROVISÃO CONCEDIDA A UNED DOIS VIZINHOS Qdd 339014 339030 339033 339037 339039 339093 339030 339039 339030 449052 Classificação Diárias Material Consumo Passagens Terceirização Serviços terceiros PJ Ajuda de Custo Material de consumo Serviços terceiros PJ Restaurante Equipamentos Fonte 0112 0112 0112 0112 0112 0112 0250 0250 0250 0250 Valor R$ 4.988,04 19.933,24 1.607,18 204.895,04 69.977,50 5.312,31 71.737,23 9.416,42 35.565,55 5.457,00 18 449052 Equipamentos – convenio SEMTEC 339030 Material de consumo – convenio SEMTEC Total 0112 0112 7.934,85 7.544,11 444.368,47 Fonte: SIAFI COMPARATIVO ORÇAMENTÁRIO Orçamento Autorizado Orçamento 1998 1999 2000 2001 Autorizado Pessoal e enc. 1.563.521,00 1.875.952,002.320.012,002.701.060,00 Sociais Custeio 1.133.028,00 1.477.762,001.322.540,001.762.984,66 Benefícios Investimentos Total 149.615,00 132.627,00 127.305,00 148.213,34 188.899,00 71.204,00 140.000,00 26.875,00 3.037.061,00 3.557.545,003.909.857,004.639.133,00 2002 2003 3.259.642,00 3.187.850,70 1.299.263,00 1.401.893,17 165.231,00 165.483,83 10.000,00 34.600,00 4.734.136,00 4.885.296,00 Fonte: SIAFI 5.000.000,00 4.500.000,00 4.000.000,00 3.500.000,00 3.000.000,00 Pessoal e enc. Sociais Custeio 2.500.000,00 Benefícios Investimentos 2.000.000,00 Total 1.500.000,00 1.000.000,00 500.000,00 0,00 1998 1999 2000 2001 2002 2003 Orçamento Executado Orçamento Executado 1998 1999 2000 2001 2002 2003 Pessoal/E. Sociais 1.563.521,001.873.450,532.320.012,002.696.553,053.251.063,253.187.850,70 Custeio Benefícios Investimentos 1.030.135,031.393.800,48 997.028,681.702.210,931.281.186,961.473.406,02 142.594,70 130.376,56 127.630.,93 148.213,34 157.293,05 162.652,81 175.001,62 62.174,38 43.766,89 26.874,30 9.985,95 69.228,47 2.911.252,353.459.801,953.488.438,504.573.851,624.699.529,214.893.138,00 Fonte: SIAFI Obs: OS valores das tabelas acima consideram recursos de convênios. 19 3.500.000,00 3.000.000,00 2.500.000,00 2.000.000,00 Pessoal/E. Sociais Custeio Benefícios 1.500.000,00 Investimentos 1.000.000,00 500.000,00 0,00 1998 1999 2000 2001 2002 2003 RECEITAS PRÓPRIAS – 2003 Receita Previsão Receita patrimonial Receita agropecuária Receita de serviços Produção própria consumo interno Total Execução 4.602,00 98.849,00 180.959,00 420.455,25 4.945,01 99.512,29 180.959,00 420.455,25 705.871,55 Fonte: SIAFI 450.000,00 400.000,00 350.000,00 300.000,00 Receita patrimonial 250.000,00 Receita agropecuária Receita de serviços 200.000,00 Produção própria consumo interno 150.000,00 100.000,00 50.000,00 0,00 Previsão Execução Evolução da receita própria no período compreendido entre 1998 a 2003 na Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul. Classificação Receita patrimonial Receita agropecuária Receita de serviços Produção própria consumo interno Total 1998 1999 2000 2001 2002 2003 4.908,80 5.667,72 3.984,41 5.722,44 5.218,82 4.945,01 25.747,36 33.250,30 62.428,73 88.495,57 82.119,11 99.512,29 159.683,88 105.438,39 111288,42 143.327,64 161.639,45 180.959,00 256.657,74 306.953,23 368.833,17 352.863,58 364.156,13 420.455,25 446.997,78 451.309,64 548.534,73 592.410,23 613.133,51 705.871,55 Fonte: SIAFI 20 450.000,00 400.000,00 350.000,00 300.000,00 Receita patrimonial 250.000,00 Receita agropecuária Receita de serviços 200.000,00 Produção própria consumo interno 150.000,00 100.000,00 50.000,00 0,00 1998 1999 2000 2001 2002 2003 21 4 – GESTÃO PATRIMONIAL Os maiores problemas ligados à gestão patrimonial, dizem respeito a deterioração pela ação do tempo, principalmente nos prédios, devido ao clima onde se localiza a EAFRS, estamos com graves problemas de telhados, ocasionado pela ação do vento, a pintura e estrutura ocasionados pelo clima excessivamente úmido que acaba agravando o processo de deterioração natural da Escola. Quanto aos bens móveis, estes pelo uso contínuo, tendem a apresentar um grande desgaste, principalmente nos veículos e maquinas, o que fez com que esta IFE apresentasse um elevado gasto com manutençào destes itens. O processo de racionalização do uso de equipamentos e máquinas contribuem para amenizar o problema, porém durante os próximos anos a EAFRS deverá priorizar a reforma dos prédios e substituição de máquinas, equipamentos e veículos, sempre de acordo com o previsto no orçamento. INFRA – ESTRUTURA Área terra Área construída 276 Hectares 2 12.807,92 m Ambientes Sala dos Professores Sala de Estudos e Pesquisas Docentes Coordenação Geral de Ensino Coordenação Geral de Produção e Pesquisa Coordenação Geral de Assistência ao Educando Setor de Orientação Educacional Biblioteca Acervo Biblioteca Atendimento Sala Telefonista Hall de Entrada e Corredores de acesso Protocolo e Fotocópias Departamento de Desenvolvimento Educacional Sala de Reuniões Gabinete Sala do Diretor WC Sala do Diretor Arquivo Permanente Seção de registros Escolares Coordenação Geral de Recursos Humanos Departamento de Administração e Planejamento Seção de Processamento de Dados Seção de Execução Orçamentária e Financeira Coordenação Geral de Administração e Finanças Depósito de Administração e Faxina WC Masculino Professores WC Feminino Professoras WC Masculino Servidores WC Feminino Servidores Coordenação de serviços de Apoio 46,44 14,41 15,41 15,41 15,41 20,36 42,26 82,18 12,03 175,37 15,41 15,41 29,24 15,41 16,85 4,08 9,69 21,13 32,28 21,13 21,13 21,13 21,13 2,25 5,32 5,32 8,22 6,13 21,13 22 Sala de Aula = 6 Unidades Laboratório de Biologia Laboratório de Física Laboratório de Química Laboratório de Desenho e Topografia Sala de Apoio a cada Laboratório = 4 unidades Corredores e Áreas de Acessos WC Alunos WC Alunas Refeitório Lavanderia e Cooperativa Almoxarifado Abrigo de Máquinas e Veículos Carpintaria Padaria Alojamentos = 15 unidades Vestiário para Educação Física Residência do Diretor Residência de Professores = 06 unidades Residência de Funcionários = 06 unidades Ambulatório Uep's de Zootecnia = 03 unidades UEP's de Agricultura = 03 unidades Depósito de Gás Portaria Galpão de Recria Galpão de Postura Galpão de Corte = 06 unidades Abatedouro Suinocultura Fábrica de ração Paiol Estábulo Abrigo de viaturas Abrigo de Implementos Agrícolas Abrigo de madeirames da marcenaria CTG - Centro de lazer dos alunos Agroindústria Sala de Ordenha Estábulo 329,94 54,60 54,99 54,99 82,68 52,40 110,00 8,48 8,48 928,55 558,08 274,40 517,55 191,47 57,60 2.707,50 33,00 157,20 892,80 583,20 59,25 396,01 265,74 5,67 10,40 261,00 159,26 1.305,00 87,00 660,00 121,18 131,14 100,22 170,50 110,00 121,00 336,00 109,82 111,64 189,43 Fonte: CSA Controle de deslocamento de veículos oficiais - 2002 Km rodados no ano Consumo de combustível Km rodado por litro Combustível Manutenção/Conservação Reparos Total (R$) Média por Km rodado Agrale Blazer Chevette 5.955,00 17.002,30 5.700,00 1.149,20 1.472,49 794,10 5,18 11,55 7,18 1.063,24 2.486,72 1.314,42 783,80 627,00 0,00 402,10 1.189,25 0,00 2.249,14 4.302,97 1.314,42 0,378 0,253 0,231 Marajó Ônibus Parati CL Parati GL Sprinter 8.422,00 20.627,00 21.414,30 15.050,00 16.332,00 1.233,90 5.305,78 1.953,78 1.606,27 2.287,64 6,83 3,89 10,96 9,37 7,14 2.047,78 4.796,69 3.232,14 2.653,88 2.089,10 429,30 5.500,59 3.945,16 0,00 2.174,76 0,00 1.666,02 0,00 1.525,70 1.355,93 2.477,08 11.963,30 7.177,30 5.607,82 5.619,79 0,294 0,580 0,335 0,373 0,344 Fonte: CSA 23 RELATÓRIOS DE VIAGENS VEÍCULO: AGRALE 7500 TD PLACAS LYR – 9160 Data saída 17/01 27/02 26/03 08/05 11/05 06/06 24/07 08/08 26/08 29/08 22/09 15/10 21/10 20/11 Data Retorno 17/01 27/02 26/03 08/05 11/05 06/06 27/07 08/04 26/08 29/08 22/09 20/10 21/10 20/11 Objetivo Beneficiamento de feijão para limpeza Transporte de cinza queimada Transporte de cinza queimada Transporte de Animais Expocentro Transporte de Animais Expocentro Benefiamento de feijão para limpeza Transporte de animais para Exposição Transporte de cinza queimada Transporte de reprodutor p/ coleta de semem Transporte de reprodutor p/ coleta de semem Transporte de milho FUNAI Transporte de animais EXPOLAGES Transporte de poedeiras Transporte de ramas de aipim/materiais Cidade Laurentino Pouso Redondo Pouso Redondo Curitibanos Curitibanos Laurentino Itajaí Pouso Redondo Indaial Indaial J. Boiteux Lages Ituporanga Agrolândia Fonte: CSA VEÍCULO: BLAZER DLX PLACAS LYJ - 3941 Data saída 29/01 31/01 11/02 06/03 12/03 19/03 16/04 19/04 26/04 10/05 22/05 30/05 17/06 25/06 07/07 09/07 22/07 27/07 01/08 14/08 21/08 25/08 04/09 02/10 08/10 13/10 18/10 30/10 17/11 02/12 08/12 10/12 16/12 Data Retorno 29/01 31/01 11/02 06/03 12/03 19/03 16/04 19/04 26/04 10/05 26/05 30/05 17/06 25/06 07/07 09/07 22/07 22/07 01/08 14/08 23/08 25/08 04/09 02/10 08/10 13/10 18/10 30/10 17/11 02/12 08/12 10/12 16/12 Objetivo Participar TECNOESTE Participar reunião ATASC/SINTAGRI Participar palestra Participar reunião Cons. Diretor EAF S.Rosa Sul Participar audiência minist. púb. federal Acompanhar aluno Reunião Reunião Aldeia Palmeirinha Formatura Proj. Terra Solidária Participar Expocentro Format. Terra Solidária e UNED Acompanhar aluno Evalmir Horstmann Acompanhar aluna Viviane Costa Participar reunião CEFET Participar reunião Cons. Diretor Participar Palestra PM II Participar reunião CTA Continental Participar reunião Desp. Cidadão Participar XXIII ECA Participar reunião Conselho Diretor Participar reunião UNED Acompanhar presidente APP Processo de Trans. UNED p/ CEFET/PR Participar reunião CEFET/SC Participar reunião UFSC Participar reunião Conselho Diretor Participar Desperta Cidadão Participar reunião agência desenv. regional Participar reunião UNED Transporte de F. Mandioca – Natal das Alianças Teste de Seleção Participar reunião Cons. Diretor Participar reunião Uned Cidade Concórdia Camboriú Curitiba S. Rosa Sul Blumenau Mirim Doce Blumenau J. Boiteux Porto Vitória Curitibanos Curitiba Ibirama J. Boiteux Florianópolis S. Rosa Sul Ituporanga Ituporanga Ituporanga Ituporanga S. Rosa Sul Dois Vizinhos Petrolândia Dois Vizinhos Florianópolis Florianópolis S. Rosa Sul Ituporanga Blumenau Dois Vizinhos Agronômica Taió S. Rosa Sul Dois Vizinhos 24 23/12 23/12 Participar reunião CEFET/SC Florianópolis Fonte: CSA VEÍCULO: ÔNIBUS MB O 400 PLACAS LXA - 7696 Data Saída 30/06 01/07 02/06 18/06 12/06 11/06 04/06 03/06 05/06 19/02 25/02 06/03 11/03 13/03 12/03 20/03 28/03 31/03 31/03 24/04 22/04 15/04 29/04 07/05 16/05 14/05 19/05 22/05 21/05 21/05 28/05 28/06 10/12 09/12 11/12 02/12 24/11 26/11 27/11 25/11 24/11 21/11 12/11 17/10 28/10 28/10 29/10 30/10 17/10 19/10 Data Retorno 30/06 01/07 02/06 18/06 12/06 11/06 04/06 03/06 05/06 19/02 26/02 06/03 11/03 13/03 12/03 20/03 28/03 31/03 31/03 24/04 22/04 15/04 29/04 07/05 16/05 14/05 19/05 22/05 21/05 21/05 28/05 29/06 10/12 099/12 11/12 02/12 03/12 24/11 26/11 27/11 25/11 24/11 21/11 12/11 17/10 28/10 28/10 29/10 02/11 17/10 19/10 Objetivo Viagem Técnica Cultivo Protegido de Hortaliças Viagem Técnica Cultivo Protegido de Hortaliças Viagem Técnica Abatedouro e Queijaria Viagem Técnica Floresta Nacional Viagem Técnica Estação Exp. Epagri Viagem Técnica Cidade das Abelhas Viagem Técnica Floricultura Viagem Técnica Floricultura Viagem Técnica Klabim Celucat Viagem Técnica Tecnologias Integradas Pioneer Viagem Técnica Expoagro Afubra Viagem Técnica Empresa Confloresta Viagem Técnica Prop. Aluno Rodrigues Marian Viagem Técnica Show Rural Coopercampos Viagem Técnica Show Rural Coopercampos Viagem Técnica Col. Agríc. São José do Cerrito Viagem Técnica Arroz Ecológico Viagem Técnica Prop. Agrícola Viagem Técnica Prop. Agrícola Viagem Técnica Cidade das Abelhas Viagem Técnica Cultura do Pínus Viagem Técnica Mercaflor e Chácara das Orquídeas Viagem Técnica Lixão Municipal Viagem Técnica Estação Experimental Epagri Viagem Técnica Cidade das Abelhas Viagem Técnica Cravil Viagem Técnica Cultura do Pínus Viagem Técnica Apremavi Viagem Técnica prop. De Afonso Kompel Viagem Técnica Cultura do Fuma Viagem Técnica Proj. Estrada Bonita Conduzir alunos Apres. Artística Viagem Técnica Estação Exp. Epagri Viagem propedêutica Museu Contestado Viagem Técnica Viv. Mudar Viagem Técnica Pomifrai e Est. Exp. Epagri Viagem Técnica Cultura do Arroz Irrigado Viagem Técnica Seminário Sanidade Animal Viagem Técnica prop. De Afonso Kompel Viagem Propedêutica Museu do Contestado Viagem Técnica Cooperserra e Vila Francioni Viagem Técnica Depósito de Lixo Tóxico Viagem Técnica Cetrag Viagem Técnica G. de Postura Dionísio Schmidt Transp. de servidores e materiais P. Desp. Cidadão Viagem Técnica Meridional Tabacos Viagem Técnica Criação de Suínos Viagem Técnica Enc. Agricultura Familiar Conduzir alunos CTG Encontro CTG’s Transp. de servidores e materiais Desperta Cidadão Conduzir alunos Apres. Artíst. Oktoberfest Cidade Rio do Sul Rio do Sul P. Redondo Ibirama Ituporanga Florianópolis José Boiteux José Boiteux Otacílio Costa Ituporanga Rio Pardo Campo Alegre Imbuia Campos Novos Campos Novos São J. Cerrito Rio do Oeste Imbuia Imbuia Florianópolis Otac. Costa Joinville Rio do Sul São Joaquim Florianópolis P. Redondo Otacílio Costa Atalanta Ituporanga Agronômica Joinville Concórdia Ituporanga Curitibanos Agrolândia Videira/Tangará Agronômica Rio do Sul Ituporanga Curitibanos São Joaquim Aurora Agronômica Ituporanga Ituporanga Agronômica Agrolândia Imbuia Alegrete Ituporanga Blumenau 25 25/09 29/09 01/09 02/10 02/10 23/09 10/09 20/09 08/09 04/09 02/09 27/08 31/08 11/08 13/08 12/08 25/07 11/07 06/07 09/07 25/09 29/09 01/09 02/10 02/10 24/09 13/09 21/09 08/09 05/09 03/09 27/08 01/09 11/08 13/08 12/08 27/07 11/07 06/07 09/07 Conduzir alunos Fest. De Danças Folclóricas Viagem Técnica Mudas e Plasticultura Hortaliças Viagem Técnica prop. Francisco Neckel Viagem Técnica Encontro Regional Ed. Ambiental Conduzir alunos G. Alemão Kegelfest Viagem Técnica Feira Agropecuária Viagem Técnica Congresso Florestal Conduzir Banda Marcial p/ Apresentação Artística Viagem Técnica Apremavi Viagem Técnica Expointer Viagem Técnica Expointer Viagem Técnica Klabim Celucat Viagem Técnica Ceasa e Colégio Agrícola Camboriú Viagem Técnica Fazenda Maria Clara Viagem Técnica Plantas Medicinais Viagem Técnica Fazenda Maria Clara Conduzir alunos Festival Folc. Nova Petrópolis Viagem Técnica Simpósio Florestal Estadual Conduzir alunos Ap. Artíst. CTG Viagem Técnica Palestra sobre Agrotóxicos Gaspar Rio do Sul Agrolãndia Taió Rio do Sul Água Doce Nova Prata Timbó Atalanta Esteio Esteio Otacílio Costa Camboriú Imbuia Rodeio Imbuia Nova Petrópolis Blumenau S. Cristóvão Sul Ituporanga Fonte: CSA VEÍCULO: PARATI GL 1.8 PLACAS MCL - 1910 Data saída 09/05 13/05 19/05 22/05 11/06 01/07 10/10 13/11 14/11 08/12 Data Retorno 09/05 13/05 19/05 22/05 11/06 01/07 10/10 13/11 14/11 08/12 Objetivo Conduzir Kátia Fronza p/ acompanhamento a aluno Reunião Agroecologia Transporte de Data Show Conduzir palestrante Célio Hoegem Conduzir presidente da APP Transportar palestrante Acompanhar tesoureiro p/ reunião c/ pres. Da APP Divulgação do Teste de seleção Divulgação do Teste de Seleção Teste de Seleção Cidade Mirim Doce Rio do Oeste Blumenau Ituporanga Petrolândia B. do Trombudo Petrolândia Pouso Redondo Santa Terezinha T. Central Fonte: CSA VEÍCULO: PARATI CL 1.6 PLACAS LWX - 1102 Data saída 08/01 11/02 13/02 08/03 13/03 14/03 05/04 12/04 16/04 23/04 25/04 26/04 30/04 09/06 12/06 13/06 26/06 Data Retorno 08/01 11/02 13/02 08/03 13/03 14/03 05/04 12/04 16/04 23/04 25/04 26/04 30/04 09/06 12/06 13/06 26/06 Objetivo Conduzir servidor perícia médica Conduzir servidor perícia médica Conduzir servidor visita ao aluno Maico Borguesan Conduzir servidor na prop Rodrigues Mariam Entrega do relatório de gestão DFC Conduzir presidente APP Conduzir servidor Enc. Regional Trab. Rurais Conduzir servidor Form. Proj. Terra Solidária Conduzir servidor Estação Experimental Epagri Conduzir servidor reunião IV Jeasc Conduzir servidor p/ visita à prop. rurais Conduzir servidor Fórum Catarinense Floricultura Conduzir servidor p/ buscar blocos de anotações Conduzir servidor p/ divulgação da FETEC Conduzir servidor p/ divulgação da FETEC Conduzir servidor p/ divulgação da FETEC Conduzir servidor p/ aquis. de mudas de pêssegos Cidade Blumenau B. Camboriú Mirin Doce Imbuia Florianópolis Ibirama Lages P. Getúlio Itajaí Água Doce Atalanta Joinville Taió Atalanta Vidal Ramos Ibirama Rio do Oeste 26 10/07 17/07 24/07 26/07 31/07 04/08 14/08 15/08 18/08 26/08 28/08 02/09 11/09 17/09 27/09 15/10 16/10 16/10 16/10 17/10 20/10 10/11 11/11 12/11 17/11 25/11 08/12 09/12 10/07 17/07 24/07 26/07 31/07 04/08 14/08 15/08 18/08 26/08 28/08 02/09 11/09 17/09 27/09 15/10 16/10 16/10 16/10 17/10 20/10 10/11 11/11 12/11 17/11 25/11 08/12 09/12 Conduzir servidor p/ divulgação FETEC Conduzir servidor p/ conserto de alto falante Participar de Exposição Agropec. – Festa do Colono Participar de Exposição Agropec. – Festa do Colono Reuniãi Viveiro Mudar Conduzir servidor reunião Epagri Conduzir servidores p/ reunião Jogos EAF’s Conduzir servidor p/ reunião Plantas Medicinais Conduzir servidor p/ cont. lanches FETEC Conduzir servidor p/acompanhamento à estágio Conduzir servidor terceirizado p/ Coleta de Sêmen Conduzir servidores p/ reunião Desperta Cidadão Conduzir servidores p/ reunião Desp. Cidadão Conduzir servidores p/ elab. De prova do Conea Conduzir servidor p/ Olimpíada Reg. de Matemática Conduzir servidores para EXPOLAGES Transporte de caixas para ovos Transporte de ordenhadeira p/ EXPOLAGES Conduzir servidor p/ avaliação feira de matemática Conduzir servidor Darcy à EXPOLAGES Conduzir motorista caminhão à EXPOLAGES Conduzir servidores p/ Divulgação Teste de Seleção Conduzir servidores p/ Divulgação Teste de Seleção Conduzir servidores p/ Divulgação Teste de Seleção Conduzir servidores p/ divulgação Teste de Seleção Acompanhar processos Proc. Federal Conduzir servidores p/ Teste de Seleção Cond. servidor p/ Fund. Cooperativa P. Medicinais P. Nereu Taió Itajaí Itajaí Agrolândia Rio do Oeste Água Doce Florianópolis Lontras P. Nereu Indaial Ituporanga Ituporanga Camboriú Blumenau Lages Pouso Redondo Lages Blumenau Lages Lages Atalanta Ituporanga Pres. Nereu Ibirama S. Bento do Sul Ibirama Florianópolis Fonte: CSA VEÍCULO: SPRINTER PLACAS MCF - 2480 Data saída 14/02 25/02 14/03 16/03 04/04 06/04 10/04 22/04 28/04 07/05 08/05 09/05 23/05 05/06 14/06 21/06 03/07 09/07 15/07 30/07 05/08 13/08 16/08 17/08 Data Retorno 14/02 26/02 14/03 16/03 04/04 06/04 10/04 25/04 28/04 07/05 08/05 09/05 23/05 05/06 15/07 21/06 03/07 09/07 15/07 30/07 05/08 13/08 16/08 17/08 Objetivo Participar HABITACON 2003 Viagem Técnica EXPOAGRO Apresentação artística CTG Apresentação artística CTG Apresentação artística CTG Apresentação artística CTG Viagem Técnica COPERNA – Frango Orgânico Viagem Técnica Sem. Sul Brás. Casas Fam. Rurais Viagem Técnica Sem. Tecnologia Agronegócios Viagem Técnica Cooperserra e Vila Francioni Viagem Técnica prop. Jorge Teixeira Acompanhar servidores EXPOCENTRO Cond. Serv. Seminário acesso ao ensino sup. e prof. Cond. Alunos treinamento olimpíada de matemática Acompanhar CTG p/ apresentação artística Viagem Técnica prop. Ivanor Finardi Conduzir Copefar Encontro de Dirigentes de Coop. Conduzir serv. Prog. Resgate Milho Crioulo Conduzir servidor p/ reunião c/ pres. APP Transporte de Plantas Medicinais Transporte de mudas de cebola Viagem Técnica Prop. Antônio Gabiroba Acompanhar CTG em Apresentação Artística Acompanhar CTG em Apresentação Artística Cidade Florianópolis Rio Pardo P. Getúlio P. Getúlio Taió Taió Rio do Oeste Maravilha São Joaquim São Joaquim Aurora Curitibanos Florianópolis Florianópolis Salete Agronômica S. Rosa do Sul Tangará Petrolândia Florianópolis Ituporanga Ituporanga Timbó Timbó 27 25/08 05/09 09/09 10/09 14/09 15/09 22/09 01/10 03/10 07/10 13/10 15/10 15/10 18/10 19/10 20/10 25/10 04/11 05/11 10/11 15/11 20/11 21/11 25/11 29/11 01/12 02/12 05/12 08/12 16/12 18/12 25/08 05/09 09/09 10/09 14/09 15/09 22/09 01/10 05/10 07/10 14/10 15/10 16/10 18/10 19/10 20/10 25/10 04/11 06/11 10/11 15/11 20/11 21/11 25/11 29/11 01/12 02/12 05/12 08/12 16/12 18/12 Transporte de mudas de cebola Acompanhar servidores na Feira do Livro Cond serv. para acomp. Ao aluno Marcos Borguesan Acompanhar alunos ao Viveiro Mudar Acompanhar apres. Artística do CTG Transporte de mudas de goiaba Acompanhar alunos feira de matemática Viagem Técnica Psicultura Irmãos Klaumann Conduzir alunos da COPEFAR ao EJACC Transporte de mudas de Missioneira Gigante Conduzir Comissão eleitoral e cand. A Diretor Geral Acompanhar prof Viveiro Mudar Conduzir comissão eleitoral p/ escolha Diretor Geral Acompanhar servidores na Festa do Queijo Acompanhar alunos CTG p/ apresentação artística Acompanhamento ao aluno Maicon Borguesam Acompanhar servidores e alunos ao JEASC Transporte de Materiais Feira de Matemática Acompanhar alunos Feira de Matemática Divulgação do Teste de Seleção Acompanhar servidores Jogos dos Téc. Agrícolas Viagem Técnica CFR Trancamento de Matriculo do aluno Fabrício Henzem Viagem Técnica Vila Francioni e Cooperserra Apresentação artística CTG Viagem Técnica Curso de Inseminação Artificial Viagem Técnica Est. Epagri e Pomifrai Viagem Técnica Curso de Inseminação Artificial Conduzir diretor geral p/ reunião CEFET Conduzir alunos apresentação teatro Substituição de nota fiscal Ituporanga Florianópolis Mirim Doce Agrolândia Agrolândia Rio do Oeste Taió Aurora Palmitos Ituporanga Dois Vizinhos Agrolândia Dois Vizinhos Laurentino Petrolândia Mirim Doce Água Doce Joinville Joinville Ibirama Camboriú Rio do Oeste Petrolândia São Joaquim Agrolândia Camboriú Videira Camboriú Florianópolis Ituporanga T. Central Fonte: CSA ESCOLA FAZENDA A Coordenação Geral de Produção e Pesquisa - CGPP, de acordo com o Regimento da Escola, compete criar mecanismos de articulação permanente entre Ensino Produção e Pesquisa, planejando, orientando, acompanhando, controlando e avaliando projetos e programas pedagógicos-produtivos, garantindo a efetiva implantação dos currículos dos diversos níveis e modalidades da Educação Profissional. Para desenvolver os trabalhos de sua competência a Coordenação Geral de Produção e Pesquisa esta organizada em vários setores e Unidades de Educação e Produção – UEP's, que são laboratórios de Ensino Profissionalizante, com a finalidade de operacionalizar o processo de Educação com a Produção e Pesquisa nas diversas áreas específicas. Os projetos das UEP's são classificados segundo dois critérios: I. Projetos pela Importância Econômica Regional: a) Principais (econômicos / âncoras); b) Secundários (didáticos); c) Potenciais (experimentais). 28 II. Projetos Didático - Pedagógicos: a) Econômicos; b) Didáticos; c) Melhoramento. As atribuições e competências dos Responsáveis pelas Unidades de Educação e Produção - UEP's ligados a Coordenação Geral de Produção e Pesquisa são: I. Elaborar, executar, acompanhar e avaliar os projetos educativos e de produção, com a participação dos alunos servidores da unidade, em todas as suas etapas, observando: a) Necessidades de ensino, atendimento ao refeitório, outros projetos e comercialização; b) Princípios técnicos, didáticos, pedagógicos, econômicos; c) Projetos adaptados a região; d) Implementação de tecnologias alternativas; II. Coordenar as atividades da Unidade Educativa de Produção, responsabilizando-se pela manutenção, guarda e reparo dos equipamentos, utensílios, materiais e instalações físicas; III. Elaborar o planejamento de atividades anual, mensal e semanal dos projetos desenvolvidos na unidade, IV. Efetuar o controle de entrada de insumos e saída de produção através de Nota de Requisição e Nota de Produção V. Fazer mensalmente a contabilidade dos projetos em desenvolvimento na UEP, discriminando as receitas e despesas, organizando um arquivo na UEP através de fichas de controle técnico-financeiro e de material, para acompanhamento, pelos alunos e coordenação geral dos projetos; VI. Orientar, acompanhar e avaliar o desempenho dos alunos nos projetos desenvolvidos na UEP, quanto ao processo ensino-aprendizagem. EXPERIÊNCIAS COMUNITÁRIAS EXITOSAS A Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul, através da Coordenação Geral de Produção e Pesquisa, realizou projeto de extensão rural na comunidade da Serra Canoas, no município de Rio do Sul. Foram visitadas 18 propriedades com a participação das 3 turmas da terceira série dos cursos de Agropecuária e Floresta, com a orientação de 8 professores. Durante o projeto foram realizadas aulas de preparação para o trabalho de extensão. Os agricultores foram visitados várias vezes, sendo realizadas atividades de avaliação da propriedade, com a preparação de croqui da área, aplicação de questionário visando fazer o diagnóstico da situação atual e levantar informações para elaboração de uma proposta de trabalho. Foram realizados dias de campo na Escola e palestras sobre diversos assuntos de interesse dos agricultores. Juntamente com o projeto de extensão rural foram realizadas atividades de assistência técnica através de convênio com a Secretaria de Agricultura do Município de Rio do Sul, visando à realização de serviços de mecanização agrícola, ajudando os pequenos agricultores da Serra Canoas e fortalecendo a relação entre a Comunidade e a Escola. Na área de produção de alimentos, a Coordenação produz excedentes que são doados para instituições do município, como o Hospital Regional do Alto Vale 29 do Itajaí, Hospital Samária, Lar de Meninas, Asilo de Idosos e outras Organizações. Existe o trabalho de resgate de recursos genéticos “crioulos” de milho e feijão, com a realização de pesquisas, seminários, palestras e distribuição de sementes. Foram realizadas visitas em diversas propriedades de agricultores familiares, com a participação de alunos e professores. A Escola participou do “Desperta Cidadão”, evento organizado pela Universidade do Alto Vale do Itajaí e com a participação de várias Instituições, e que tem como objetivo a prestação de serviços para a comunidade. A EAFRS participou de vários eventos municipais e regionais, que visam divulgar as atividades desenvolvidas pela Escola, com o envolvimento de toda a comunidade escolar, citados a seguir: Semana do Meio Ambiente organizada pelo SESC; Campanha Anti-tabagismo organizada pela Secretaria Municipal de Saúde; Festa do colono organizada pela Secretaria Municipal de Agricultura; Seminários, encontros e reuniões nas áreas de agropecuária, floresta e agroecologia. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS: Durante o ano de 2003 os professores da Escola, com o apoio do Diretor Geral, desenvolveram o projeto de implantação do curso superior em Zootecnia. O projeto foi apresentado ao Reitor da Universidade Federal de Santa Catarina, com a participação de lideranças políticas e econômicas de Rio do Sul e do Alto Vale do Itajaí, pois é uma carência da região, e a Escola já possui a infra-estrutura básica para a implantação do curso, além de ter também professores capacitados, laboratórios de pesquisa e área disponível para o trabalho de campo no setor agropecuário. A Escola foi contemplada com a aprovação do projeto de implantação do Laboratório de Sementes, com o apoio da Organização VITAE. As instalações foram adaptadas com a participação da Cooperativa CRAVIL e os equipamentos estão sendo adquiridos através dos recursos da VITAE. No ano de 2003, iniciaram as atividades do Curso Técnico Agrícola com Habilitação em Agroecologia. A Coordenação participou ativamente da implantação do Curso e destaca-se as seguintes ações: Implantação da área para desenvolvimento de projetos agroecológicos; Adaptação do prédio do alojamento 15 para instalação de 2 salas de aula, e estrutura de 2 escritórios para os professores e monitores do curso; Construção de um galpão para guardar ferramentas e outros materias; Produção de composto orgânico para implantação dos projetos de produção vegetal; Viagens técnicas para: Projeto Agroecológico da Escola de São José do Cerrito, Propriedades Agroecológicas em Ituporanga, Rio do Sul e Rodeio; Realização do primeiro encontro de entidades que trabalham com agroecologia no Alto Vale do Itajaí, em parceria com a EPAGRI, CEMEAR e Casa Familiar Rural. Realização de curso de Agroecologia durante a Primeira Semana de Estudos da Escola, com a participação dos pesquisadores da Estação Experimental de Ituporanga – EPAGRI. 30 Os relatórios apresentados a seguir foram elaborados pelos professores responsáveis pelas UEP’s, com os resultados do ano de 2003. AGRICULTURA I Recursos humanos Professor responsável pela parte didático-pedagógica e produção do setor; Servidor terceirizado que auxilia nas atividades de produção onde requer uma maior mão de obra, assim, controlando e executando as atividades indispensáveis para o bom andamento do setor. Alunos da 2a série B, PM I e 1ª série A, que através das aulas teóricopráticas auxiliam na execução das atividades de rotina e nos plantões de finais de semanas e feriados. Parcerias e projetos efetuados. Durante o exercício de 2003 foram realizados contatos com empresas de produção de sementes no sentido de desenvolver atividades de pesquisa no âmbito institucional, como a EMBRAPA-Hortaliças que para o exercício de 2004 possibilitará um melhor intercâmbio de informações técnicas para o nosso educando e produtores da região do Alto Vale do Itajaí. Foram desenvolvidos em caráter experimental dois trabalhos de Iniciação Científica com o enfoque de produção voltado aos Sistemas de Produção Orgânico e Agroecológico: - avaliação do cultivo de repolho (brasssica oleracea var. capitata) e alface (lactuca sativa) em diferentes compostos orgânicos. - avaliação do cultivo de tomate (lycopersicon esculentum), em ambiente protegido, utilizando insumos agroecológicos. Durante o segundo semestre de 2003 foram encaminhados dois projetos de Iniciação Científica para o Edital 007/2003 CHAMADA PARA PROGRAMA DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA JUNIOR da Fundação de Ciência e Tecnologia (FUNCITEC) e obtivemos o êxito de contemplar os dois projetos intitulados: - Avaliação do cultivo de repolho e alface em diferentes compostos orgânicos. - A importância da produção de hortaliças no sistema de produção agroecológico em escolas do município de Rio do Sul. O projeto que caracteriza a produção de hortaliças no sistema de produção Agroecológico em escolas do município de Rio do Sul, deve ser desenvolvido via convênio institucional. RESULTADOS DA PRODUÇÃO NA UEP DE AGRI I PROJETO- HORTICULTURA - ÁREA- 1.8 há CATEGORIA- ENSINO E PRODUÇÃO ÁREA DE PRODUÇÃO - Cultivo espécies de ciclo curto < 60 dias (0,8 ha) - Cultivo espécies ciclo médio 60 -120 dias (0,5 ha) - Área com plantas de cobertura (0,5 ha) 31 TABELA 1 – Finalidade da produção de hortaliças produzidas na UEP de Agricultura I. Finalidade Valores em Reais (R$) Disponibilizado para consumo no refeitório da EAFRS Disponibilizado para doação à entidades beneficentes Comercializado pela COPEFAR na feira Municipal de Rio do Sul e na sede da COPEFAR Total 8.105,05 707,50 192,15 9.004,70 RESULTADOS TÉCNICOS E ECONÔMICOS Resultados Técnicos – A produtividade da maioria das culturas alcançada. No entanto, a produtividade total teve uma relativa queda no final segundo trimestre de 2003 devido às condições climáticas adversas no início ano, que prejudicaram o cronograma de semeadura em função da dificuldade preparo das áreas. foi do do do TABELA 2 – Despesas da UEP de Agricultura I. Fluxos Valores em Reais (R$) Despesas internas Despesas externas Despesas totais Receitas internas totais Receitas externas totais Receitas totais 3.099,40 90,00 3.189,40 8.105,05 899,65 9.004,70 O resultado anual receita menos despesas resultou em R$ 5.815,30 (cinco mil oitocentos e quinze reais e trinta centavos). É interessante ressaltar que o ambiente de produção de hortaliças encontra-se em processo de transição entre o sistema de produção convencional para o sistema de produção orgânico. AGRICULTURA II Recursos humanos Professor responsável pela parte didática pedagógica e produção do setor; Auxiliar de agropecuária. Alunos das 2a série A e C, 1 a série B e Pós-médio que através das aulas praticas ajudam na execução de atividade de rotina e nos plantões de finais de semanas e feriados. Monitores de agricultura II Infra-estrutura A unidade possui as seguintes instalações em conjunto com a Unidade de Agricultura III: uma sala de aula, dois banheiros, uma sala de professor e dois depósitos de equipamentos. A unidade, também possui, áreas de lavouras destinadas para a produção de produtos agrícolas e a realização das atividades práticas com os alunos. Parcerias e projetos de pesquisa 1 – AFUBRA – Rio do Sul - SC Viagem de estudos na EXPOAGRO realizada em Santa Cruz do Sul. Competição de híbridos de milho safra 2002/2003 Palestras técnicas durante a primeira semana de estudos da EAFRS. 32 2 – EMPRESA MAX – Carazinho - SC Palestras técnicas durante a primeira semana de estudos da EAFRS. Empréstimo de uma plantadeira para plantio direto. Plantio direto na palha da cultura do milho 3 – EMPRESA PIONEER – Santa Cruz do Sul – SC Viagem de estudos na unidade de sementes de Santa Rosa Viagem de estudos durante a Expodireto de Não-me-toque. Palestras técnicas durante a primeira semana de estudos da EAFRS. Avaliação de híbridos de milho safra 2003/2004 Competição de híbridos de milho safra 2003/2004 4 – UFSC – Florianópolis – SC Avaliação de cultivares de feijão tratadas com substratos orgânicos. 5 – UNIVERSAL TABACOS – Agronomica – SC Palestras técnicas durante a primeira semana de estudos da EAFRS. Visita aos produtores de fumo de Agronomica. 6 – CRAVIL – Rio do Sul – SC Visitas técnicas nas Unidades de Rio do Sul e Pouso Redondo, visando conhecer as instalações das Unidades de recebimento, armazenagem e beneficiamento de grãos. Oportunidades de melhoria da UEP de Agricultura II: Construir um galpão estaleiro para armazenamento de produtos e insumos agrícolas, próximo da unidade de ensino AGRI II, visando diminuir as perdas de produtos pós-colheita, melhorar o controle de insumos, melhor aproveitamento do tempo de serviço e melhorar as atividades de ensino. Melhorar as condições de acesso da sala de aula, pois é muito difícil manter uma sala de aula limpa com as condições de clima da nossa região e o tipo de terra da estrada, colocando em risco os próprios alunos. Construir uma sala específica para o trabalho do técnico agrícola do setor e para os monitores desenvolverem os planos e projetos do setor. Adquirir equipamentos para montar uma estrutura mínima de um laboratório de fitossanidade, viabilizando para os alunos do curso técnico agrícola os conhecimentos necessários para desempenhar as competências profissionais na área de controle de pragas, doenças e plantas daninhas. Viabilizar um computador para o setor para facilitar o controle dos projetos e viabilizar a realização de trabalhos de pesquisa. Atualmente, a distância entre o setor de agricultura e o prédio central e os problemas que os aparelhos utilizados apresentam, dificultando a realização dos trabalhos. Adquirir uma moto para facilitar o acompanhamento dos projetos que são muito distantes. Instalar uma estação meteorológica. Análise do solo e correção com aplicação de calcário em todas as lavouras da agricultura 2. 33 Saídas e entradas da UEP de Agricultura 2 durante o ano de 2003. MESES JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO TOTAL SAÍDAS R$ ENTRADAS R$ 1.166,70 1.607,30 1.336,51 1.796,91 1.689,27 313,13 1.465,87 703,45 678,10 6.030,32 2.234,85 3.469,87 22.492,28 0,00 7.162,00 0,00 9.382,00 200,00 4.940,09 900,00 220,00 0,00 0,00 0,00 120,00 22.924,09 RESULTADO FINAL 2002: R$ 19.538,00 – R$ 15.438,75 = R$ 4.099,25 RESULTADO FINAL 2003: R$ 22.924,09 – R$ 22.492,28 = R$ 431,81 Os resultado final do ano de 2003 foi inferior ao do ano anterior, devido ao baixo rendimento das culturas. As lavouras de milho sofreram com do déficit hídrico durante o florescimento. A cultura da cebola apresentou problemas de apodrecimento causado por bactérias, doença que causou danos e perdas de aproximadamente 40% em toda a Região do Alto Vale do Itajaí. O solo das lavouras apresentam problemas de acidez e alumínio tóxico. AGRICULTURA III NECTARINA: Em 2003 foram colhidos 216 kg, porém a safra de nectarina do corrente ano esta em fase de maturação e a colheita das demais variedades esta prevista para o mês de janeiro de 2004. MAÇÃ A pequena produção obtida da safra 2002/2003 foi consumida pelos alunos diretamente no pomar e foi estimada em 20 kg, pois o pomar tem fim didático. CITROS: laranja, tangerina e bergamota. Previsão de colheita foi 7.500 kg de citros A colheita da safra de laranja e bergamota em 2003, foi razoavelmente pequena porque os pomares estão somente com três anos de implantação e, portanto iniciando a fase produtiva, mesmo assim, foram colhidos 3.406 kg de laranjas que foram encaminhados para o consumo dos alunos no economato e venda de pequena quantidade na COPEFAR e doação de aproximadamente 50 kg no dia do desperta cidadão promovido pela UNIDAVI. Aproximadamente 1.100kg da laranja foram consumidos pelos alunos e funcionários diretamente dos pomares, esta estimativa foi baseada no levantamento feito dos fruto de cada pé, na fase que antecedeu a maturação, para termos a produção aproximada dos pomares de citros para fins de relatório, visto que, é impossível impedir aos alunos terem acesso as frutas nos pomares após os horários de aula e nos finais de semana. 34 TANGERINA A produção encaminhada para o consumo no economato totalizou 1.076 kg, no entanto, aproximadamente 750 kg, também foram consumidos diretamente dos pomares pelos alunos, conforme histórico do item anterior com a laranja. PÊSSEGO Até o final de novembro de 2003, somente foram computados os pêssegos colhidos no sistema orgânico, conduzidos sem o emprego de agroquímicos, mas seguindo os princípios agroecológicos, através do emprego de tratamentos alternativos. As variedade que fizeram parte do experimento foram uma linha inteira da variedade Flor da King e uma da variedade Granada, com mais cinco linhas inteiras de outras variedades que serviram como bordadura deste experimento. A produção colhida e aproveitável totalizou somente 911 kg que foram enviados para o consumo dos alunos no economato. Apesar dos tratamentos de inverno com calda sulfocálcica e bordaleza e posteriormente com o emprego de outros produtos alternativos, houveram sérios problemas de ataque de doenças e pragas. A estimativa de produção aproveitável poderia ser no mínimo 100 kg por pé, se os tratamentos tivessem surtido o efeito esperado, porém, o ataque intenso na fase crítica que é a floração do pessegueiro pela doença podridão parda, causou perdas muito grandes na quantidade de flores e frutos viáveis nos pés para permitir uma safra normal, bem como, posteriormente durante a fase de desenvolvimento dos frutos e principalmente na fase de maturação. Os frutos que vingaram posteriormente foram severamente atacados pela larvada da mosca das frutas, depreciando muito a produção final, e consequentemente ajudando mais nas perdas que quase foram totais em algumas variedades que serviram como bordadura do experimento. CAQUI A produção de caqui foi de 345 kg e o destino da produção foi o consumo dos alunos no refeitório e mais 13 kg vendidos na COPEFAR. Esta cultura tem potencial de expansão por ser rústica e não necessitar de tantos tratamentos fitossanitários. FIGO Foram produzidos na safra anterior 110 kg que serviram para o consumo in natura e confecção de doces consumidos no refeitório. A área de plantio desta cultura foi aumentada neste ano, pois tem potencial e tínhamos disponibilidade de mudas no viveiro próprio. MEL A produção de mel destinada ao consumo dos alunos foi de 205,5kg e foram comercializados na COPEFAR 23.73kg. A produção a mais (40 Kg) foi permutada com a COPEFAR para repor gastos com a aquisição de madeira, que permitiram a construção de 15 melgueiras (sobre caixas) para poder equipar os apiários da EAFRS em 2003. A produção de mais 23 kg foi destinada para a confecção de cestas que compuseram a cesta distribuída e doadas aos palestrantes que contribuíram gratuitamente nas palestras e seminários durante a semana de estudos especiais da EAFRS em 2003. 35 AMEIXA A produção encaminhada no refeitório para o consumo dos alunos foi de 282 kg e10 kg comercializados. OUTROS O setor de AGRI III produziu mudas de figo, amora, laranjas e kiwi num total de 53 mudas que foram comercializadas via COPEFAR, no entanto, houveram doações de 30 mudas durante a realização do Desperta Cidadão na UNIDAVI em que a EAFRS se fez presente com standes e material de divulgação. O setor produziu ainda mudas de pessegueiro, figo, goiaba, e maracujá que foram utilizadas para plantios novos ou mesmo replantios nos pomares da EAFRS. Saídas e entradas da UEP de Agricultura III durante o ano de 2003. MESES JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO TOTAL SAÍDAS R$ 177,60 584,40 616,20 332,00 749,80 487,40 66,00 1.557,04 580,36 839,65 377,63 614,60 6.982,68 ENTRADAS R$ 270,00 0,00 739,65 0,00 514,70 571,00 856,50 231,75 0,00 10,00 915,25 398,80 4.507,65 RESULTADO FINAL 2003: R$ 4.507,65 – R$ 6.982,68 = R$ - 2.475,03 MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA Recursos humanos e estrutura física disponível A UEP de Mecanização Agrícola dispõe dos seguintes recursos humanos: um funcionário efetivo que é Coordenador, um Professor substituto que ministra aulas do setor e três operadores terceirizados de máquinas agrícolas. Com relação à estrutura física a UEP dispõe de bloco composto de uma sala para o Coordenador, uma sala ambiente para ministrar aulas e um espaço físico para abrigo de máquinas. MELHORIAS EFETUADAS Ao longo do exercício de 2003 várias melhorias foram realizadas, dentro elas: Conserto de duas roçadeiras tratorizadas; Melhorias do distribuidor de esterco líquido; Construção de uma bancada para ampliação da oficina; Reforma de uma batedeira de grãos; Melhorias e concertos gerais dos tratores e microtratores, relacionados a sua manutenção, zelando pelo bom funcionamento das máquinas; 36 PARCERIAS Realizou-se convênio entre a Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul EAFRS e a Secretaria de Agricultura da Prefeitura Municipal de Rio do Sul – SC, tendo como objetivo básico a Extensão Rural. Neste convênio, a EAFRS prestou serviços com seus tratores agrícolas para os produtores rurais residentes no município de Rio do Sul e estabelecidos nas localidades de Serra Canoas, Pinheiral, e Bairro Canta Galo. No período de janeiro a dezembro de 2003 foram realizadas 28,43 horas para o preparo de solo, pulverização de defensivos, e plantio. RESULTADOS ECONOMICOS DO SETOR DE MECANIZAÇÃO 1 ) TRATOR MASSEY FERGUSSON: Mës Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Total anual Despesas 549.70 422.05 614.10 623.38 3987.93 203.06 231.46 2301.66 583.62 543.31 368.53 112.34 10541.14 Receitas Resultado final 1258.50 1419.00 1228.50 840.00 1160.00 1096.50 897.50 584.25 612.50 1435.00 770.00 692.50 11.974.25 708.80 996.95 614.40 216.62 2827.93 893.44 666.04 1717.41 28.88 891.69 401.47 570.16 1443.11 2 ) MICROTRATORES (TOBATTAS) Mës Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Total anual Despesas Receitas 114.50 44.85 73.60 110.60 72.42 88.04 82.36 1428.20 117.86 1020.00 84.94 54.80 3292.17 Resultado final 243.00 324.00 540.00 1248.00 954.00 840.00 890.00 728.00 755.00 616.40 725.00 300.00 8163.40 128.50 279.15 466.40 1137.40 881.58 751.96 807.64 700.20 637.14 403.60 640.06 245.20 4871.23 3 ) TRATOR VALMET Mës Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Despesas 308.77 332.35 332.35 329.72 2444.76 85.38 156.20 1631.58 278.32 785.30 Receitas Resultado final 465.00 875.60 1088.10 1820.00 1546.40 954.40 581.00 827.00 641.60 882.00 156.23 543.25 755.75 1490.28 898.36 869.02 424.80 804.58 363.28 96.70 37 Novembro Dezembro Total anual 343.87 176.73 7205.36 1347.58 633.50 11565.51 1003.71 456.77 4360.15 4) ROÇADEIRAS E TOTAL DO GERAL. Mës Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Total anual Despesas 226.00 157.80 205.40 61.75 29.12 93.30 97.09 437.15 303.45 864.47 885.90 2531.29 5892.72 Receitas Resultado final 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 226.00 157.80 205.40 61.75 29.12 93.30 97.09 437.15 303.45 864.47 885.90 2531.29 - 5892.72 O setor de mecanização agrícola findou o ano com o resultado positivo de R$ 4781.77, grande parte deste valor relacionado ao trator valmet, e aos microtratores. Como citado anteriormente o setor de mecanização passa por dificuldades em função da idade das maquinas. Podemos dizer então que se os valores de depreciação e conservação tivessem sido contabilizadas no período em que as máquinas eram novas, os valores requeridos por hora de serviço poderiam ser menores. O resultado do geral é negativo em função de não serem computados as receitas obtidas com as roçadas da escola. Os custos deste estão em função do combustível, e dos consertos das roçadeiras com motor 4 tempos, e também referente à reforma de alguns implementos. ZOOTECNIA I Recursos humanos e estrutura física disponível. O setor dispõe atualmente dos seguintes recursos: Recursos Humanos: Uma professora, também responsável pelo setor, um agente agropecuário terceirizado e os alunos do curso de agropecuária das primeiras, segundas e terceiras séries. Estrutura Física: Sala do professor, sala ambiente, depósito, dormitório para alunos monitores e cinco galpões. Resultados técnicos produtivos. A maior parte da produção foi consumida pelo economato, sendo e excedente comercializada através da Cooperativa Escolar. 1 – Projeto de Avicultura de Corte: 13.479,5 kg de frango vivo para abate (7.954 cabeças); 33,360 kg de frango vivo para comercialização externa. 2 – Projeto de Avicultura de Postura: 7.688 dúzias de ovos destinados à comercialização interna e externa; 381 poedeiras descartadas; 500 kg de esterco. 38 3 – Projeto de Cunicultura: 593 kg coelho vivo para abate (132 cabeças); 25 coelhos vivos destinados à comercialização externa. Resultados técnicos e econômicos. 1 – Projeto de Avicultura de Corte: Total de gastos com aquisição de pintos de um dia: R$ 2.940,00; Total de gastos com ração: R$ 18.220,70; Total de gastos com material de higiene, medicamentos, gás, limpeza, conservação e transporte: R$ 2.271,00; Total de receita com abate de frangos: R$ 22.987,41; Total de receita com venda de frango vivo e cama de aviário: R$ 69,80. 2 – Projeto de Avicultura de Postura: Total de gastos com ração: R$ 8.215,20; Total de gastos com material de higiene, medicamentos, gás, limpeza, conservação e transporte: R$ 1.611,15; Total de gastos com frangas de reposição: R$ 605,00; Total de receita com a venda da produção de ovos: R$ 11.378,72; Total de receita com a venda de esterco e poedeiras descartadas: R$ 617,80. 3 – Projeto de Cunicultura: Total de gastos com ração: R$ 878,50; Total de gastos com material de higiene, medicamentos, gás, limpeza, conservação e transporte: R$ 14,56; Total de receita com coelhos vivos para abate/kg: R$ 1.030,27; Total de receita venda de coelhos vivos para reprodução e/ou engorda: R$ 215,00. Melhorias efetuadas Conclusão da construção das cercas e reforma do galpão utilizado para produção de carne e ovos agroecológicos. Implantação de um projeto destinado à criação de frangos de corte no pasto (regime semiconfinado) e em gaiolões móveis (regime confinado). Aproveitamento de uma área de aproximadamente 200 m2, para produção de hortaliças e forragens destinadas à alimentação de coelhos e galinhas. Utilização de um classificador de ovos manual, através de doação feita pelo Sr. Dionísio Schmidt. Viagens, cursos e palestras. Participação no programa da televisão Bela Aliança, destinado ao produtor rural, expondo o projeto “Criação de Frangos de Corte no Pasto”, estruturado na escola. Viagem técnica a propriedade de Sr. Dionísio Schmidt, produtor de ovos comerciais, com a turma 1º “A”. Participação do curso “Produção de Frangos e Ovos Caipiras”, ministrado por um instrutor do SENAR, durante a Semana Agropecuária, na escola. 39 Visita técnica aos produtores de frango orgânico, na cidade de Rio D’Oeste. Realização do “Curso de Cunicultura Básica”, ministrado em conjunto com o setor de informática da escola, para os alunos do Pós Médio, turma 2003. Objetivos atingidos e pontos fortes do setor. O principal objetivo do setor que é possibilitar ao educando desenvolver suas habilidades e potenciais, foi plenamente atingido. Como ponto forte citamos as atividades práticas desenvolvidas pelos alunos, que servem como complementação à teoria desenvolvida em aula, possibilitando a aplicação de técnicas e conceitos vistos. Em relação à produção do setor, foram atingidos os objetivos propostos no início do ano, uma vez que as necessidades do economato, referente a carne de frango e ovos, foram supridas ocorrendo inclusive venda do excedente da produção. Citando a produção de ovos, mencionamos a continuidade da criação de poedeiras em ambiente enriquecido, onde obtivemos uma melhora na quantidade e qualidade de ovos produzidos. As aves utilizadas neste projeto eram poedeiras em final de vida produtiva, alojadas em gaiolas, que foram transferidas para o piso, onde receberam forragens e restos de horta para complementar sua dieta, visando diminuir o custo com a ração, tendo a companhia de galos, com o objetivo de proporcionar melhores condições de bem estar. A produção foi comercializada com um valor diferenciado. Com o intuito de acompanhar as mudanças ocorridas nos parâmetros da produção agropecuária, deu-se início a criação de aves no pasto com um experimento que visava comparar os sistemas de pastejo contínuo e rotativo. Este trabalho foi desenvolvido pela professora Karla Picoli, responsável pelo setor, com o auxílio de dois bolsistas e do agente agropecuário Sr. Anésio, bem como os alunos que ali realizaram suas atividade práticas. O projeto faz parte do programa de mestrado da Universidade Federal de Santa Catarina, da qual a referida professora participa como mestranda e foi custeado com recursos particulares e auxílio de patrocinadores. A Escola disponibilizou a mão de obra para instalação e manutenção do projeto e parte da ração consumida pelas aves, sendo que a produção resultante foi revertida ao setor de zootecnia I. Dentro desta perspectiva, desenvolveu-se também a criação de frangos de corte no pasto, em gaiolões móveis, buscando mais uma alternativa para este novo modelo produtivo alicerçado em técnicas e manejos que possam contribuir para o equilíbrio do agroecossistema, e possibilitem o bem estar animal em todas as fases da criação, que aparece como um fator de grande importância sobre o produto final. Estas atividades visam também, preparar o setor de Zootecnia I para receber os alunos do curso de Agroecologia, que a partir do próximo ano iniciam suas práticas nesta unidade produtiva, uma vez que freqüentaram as aulas de avicultura orgânica. Oportunidades de melhoria do setor. Buscar, junto aos órgãos competentes, o SIM, para que o setor tenha possibilidade de comercializar sua produção de ovos nos mercados da cidade de Rio do Sul. Está vinculado a reforma da sala de limpeza e classificação dos ovos e a construção de uma ante-sala. 40 Dar ênfase à produção de ovos orgânicos, buscando atender um novo nicho de mercado, para posteriormente trabalhar com a certificação dos produtos. Trocar as cortinas do coelhário e adquiri novos reprodutores, para dar continuidade ao projeto de cunicultura, uma vez que os atuais necessitam ser descartados em função da idade e do problema de consangüinidade. Comentários. Neste ano foram desenvolvidos projetos com a finalidade de inserir o aluno nas novas propostas e modelos de produção sustentável, buscando a integração racional da criação animal, promovendo a inter-relação solo-planta-animal. Buscou-se o patrocínio de empresas da região, bem como o aprimoramento da responsável pelo setor, com o intuito de dar andamento ao projeto de frangos no pasto, possibilitando a exploração econômica da atividade e o ensinoaprendizado dos alunos. Não podemos deixar de mencionar as dificuldades enfrentadas no decorrer deste ano. Em diversas situações houve morosidade para solucionar pequenos problemas, má conservação de máquinas e equipamentos com fundos limitados para o conserto destes. No entanto salientamos que, sempre que possível, nos foi fornecido auxílio, pelos mais diversos setores da escola, que possibilitaram a realização de diversas atividades, com fins produtivos e de pesquisa, que enriqueceram nosso trabalho. RELATÓRIO REFERENTE AO 1º LOTE DE FRANGOS DE CORTE 2003 ÍNDICES ZOOTÉCNICOS Data do alojamento: 20/01/03 Data do abate: 06/03/ 11/03/03 Idade média do abate: 49 dias Total de aves alojadas: 2075 Total de aves abatidas: 1996 Mortalidade: 3,81% Viabilidade: 96,19% Peso vivo total lote: 4.357 kg Peso médio lote: 2,182 kg Peso total lote abatido: 3.511,285 kg Peso médio lote abatido: 1,760 kg Rendimento carcaça: 80,58% Total de ração consumida: 10.400 kg Conversão alimentar: 2,38 : 1 IEP (Índice de Eficiência Produtiva): 180 pontos Origem dos pintainhos: Incubatório Gallus – Pouso Redondo Marca dos pintos: Cobb Custo total de produção: R$ 6.701,22 Custo produção/kg peso vivo: R$ 1,54 Receita Bruta: R$ 6.535,55 Receita Líquida: R$ 165,67 (negativo) RELATÓRIO REFERENTE AO 2º LOTE DE FRANGOS DE CORTE 2003 ÍNDICES ZOOTÉCNICOS Data do alojamento: 04/06/03 41 Data do abate: 10/07 a 15/07/03 Idade média do abate: 40 dias Total de aves alojadas: 2173 Total de aves abatidas: 1988 Mortalidade: 4,47% Viabilidade: 95,53% Peso vivo total lote: 4.099 kg Peso médio lote: 2,062 kg Peso total lote abatido: 3.186,030 kg Peso médio lote abatido: 1,602 kg Rendimento carcaça: 77,72% Total de ração consumida: 7.750 kg Conversão alimentar: 1,89: 1 IEP (Índice de Eficiência Produtiva): 260 pontos Origem dos pintainhos: Incubatório Gallus – Pouso Redondo Marca dos pintos: Cobb Custo total de produção: R$ 5.773,00 Custo produção/kg peso vivo: R$ 1,41 Receita Bruta: R$ 5.943,55 Receita Líquida: R$ 170,55 RELATÓRIO REFERENTE AO 3º LOTE DE FRANGOS DE CORTE 2003 ÍNDICES ZOOTÉCNICOS Data do alojamento: 29/08/03 Data do abate: 08/10 a 15/10/03 Idade média do abate: 45 dias Total de aves alojadas: 2100 Total de aves abatidas: 1982 Mortalidade: 5,62% Viabilidade: 94,38% Peso vivo total lote: 5.023,5 kg Peso médio lote: 2,534 kg Peso total lote abatido: 4.079,655 kg Peso médio lote abatido: 2,061 kg Rendimento carcaça: 81,21% Total de ração consumida: 10.700 kg Conversão alimentar: 2,13: 1 IEP (Índice de Eficiência Produtiva): 249 pontos Origem dos pintainhos: Incubatório Gallus – Pouso Redondo Marca dos pintos: Cobb Custo total de produção: R$ 7.834,60 Custo produção/kg peso vivo: R$ 1,56 Receita Bruta: R$ 8.037,60 Receita Líquida: R$ 203,00 42 COMENTÁRIOS GERAIS DOS LOTES DE FRANGO DE CORTE CRIADOS NO ANO DE 2003 Os lotes criados no galpão 02, sistema automático, apresentaram resultados zootécnicos econômicos dentro das expectativas, considerando a realidade da escola. Visando um melhor desempenho do lote e diminuição da taxa de mortalidade trabalhou-se com o pinteiro tipo estufa para o recebimento das aves e alojamento nos primeiros 14 dias de vida. Este manejo diminuiu os índices de mortalidade na fase inicial, no entanto, não assegurou a viabilidade do lote, que foi abaixo do esperado. No primeiro lote, as aves sofreram com a elevação da temperatura, já no segundo lote foi o frio que gerou retardamento no crescimento, pois tivemos noites em que a temperatura ficou abaixo de zero. Os lotes tiveram crescimento bastante desuniforme (o que nos levou inclusive a separar alguns animais para abate posterior), fato que se justifica pelo fluxo de pessoas no interior do galpão, uma vez que a finalidade é didática além de atender as necessidades do economato. Os índices zootécnicos expressam de forma mais apropriada esta realidade, já que todo manejo realizado na granja é feito pelos alunos com auxílio de um funcionário. O alto custo da ração e o aumento do preço do gás, que foi utilizado em grande quantidade no segundo e terceiro lotes repercutiram de forma negativa no que diz respeito aos índices econômicos, gerando uma receita líquida abaixo do esperado. Como demoramos para terminar o abate das aves, no primeiro e terceiro lote em função de alguns problemas de ordem técnica, as aves consumiram mais ração acarretando aumento no custo de produção. Salientamos que mais uma vez a criação dos três lotes cumpriu seus fins didáticos, servindo inclusive de alerta aos alunos e atendendo seus objetivos de produção. ZOOTECNIA II Recursos Humanos E Estrutura Física Disponível O setor de zootecnia II da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC dispõe atualmente dos seguintes recursos: Recursos humanos: Coordenadora Professora Funcionário Estrutura Física: Uma granja de suínos com capacidade para 32 matrizes com sistema de criação de ciclo completo. Uma sala ambiente, sala professor com banheiro, uma suíte para os monitores. Uma área de 2 ha com um aprisco para os ovinos. MELHORIAS EFETUADAS Na granja de suínos houve a manutenção das instalações, tais como portões, Divisórias e pisos das celas de maternidade e de creche. 43 PARCERIAS A granja de suínos tem parceria com o Frigorífico Riosulense-Pamplona, ou seja, trabalhamos com reprodutores oriundos de sua granja multiplicadora, e comercializamos com o Frigorífico o excedente de nossa produção. A EAFRS tem contrato de parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC, no qual os ovinos (13 cabeças) da escola estão fazendo parte de um experimento desenvolvidos por alunos de mestrado da UFSC, na localidade da Serra do Tabuã, em Rio do Sul. RESULTADOS DE PRODUÇÃO A produção do setor de zootecnia II (suínos) destina-se a suprir as necessidades da agroindústria da EAFRS e o excedente é comercializado com a Copefar e o Frigorífico Riosulense-Pamplona. Produção da granja de suínos: Agroindústria - 06 leitões + 178 terminados + 11 fêmeas de descarte = total de 195 suínos Copefar - 06 leitões + 04 terminados = total de 10 suínos Pamplona - 02 fêmeas de descarte + 148 terminados + 39 leitões = total de 189 suínos Obs: foi feito permuta de 1 suíno 89 kg de PV no valor de R$ 142,40 por moirões. Total comercializado: 395 suínos. Agroindústria – 18442 Kg de PV, equivalente a RII 31520,53 Copefar - 539,28 Kg de PV, equivalente a RII 881,10 pamplona – 14399 Kg de PV, equivalente a RII 24885,39 Total comercializado – 33380,28 Kg de PV, equivalente a RII 57287,02 Produção da ovinocultura Copefar – 02 cordeiros com 106 Kg de PV, equivalente a RII 265,00 RESULTADOS TÉCNICOS DA GRANJA DE SUÍNOS DA EAFRS. PRODUTOR: Esc. Agrotec. Federal de Rio do Sul PERÍODO: 01/01/2003 a 30/11/2003 RESULTADOS Reprodutores Números de Machos Presentes Números de Fêmeas Presentes Relação Macho/Fêmea Números de Machos Introduzidos no Plantel Números de Fêmeas Introduzidas no Plantel Números de Reprodutores mortos Números de Reprodutores do Plantel Descartados 1.92 19.00 1/10 1.00 8.00 1.00 14.00 Reposição Números de Leitoas Compradas Números de Leitoas Mortas Números de Machos Comprados ·4.00 0.00 1.00 44 Números de Machos Mortos 0.00 Maternidade Números de Partos no Período Números de Leitões Nasc. Vivos no Período Números de Leitões Nasc. Mortos no Período Números de Leitões Nasc. Mumif. No Período Idade dos Leitões ao Desmame Peso Médio dos Leitões ao Desmame Números de Leitões Desmamados no Período Números de Leitões Mortos do Nascto./Desmama Porcentagem de Leitões Nascidos Mortos Porcentagem de Leitões Nascidos Mumificados Porcentagem de Leitões Mortos do Nasc. a Desmama 37.00 400.00 40.00 10.00 32.00 6.80 314.00 86.00 10.00 01.00 21.50 Creche Números de Leitões Comercializados Peso Médio dos Leitões Comercializados Preço por Kg dos Leitões Comercializados Perdas dos Leitões na Creche Porcentagem de Perdas de Leitões na Creche 51 22.00 2.93 05.00 1.59 Crescimento – Terminação Números de Suínos Mortos do Crescto. ao Abate 06.00 Porcentagem de Leitões Mortos do Crescto. ao Abate 1.94 Números de Suínos Comercializados como Terminados 330.00 Números de Suínos Comercializados como Reprodutores 0.00 Peso Total dos Suínos Vendidos 33380.28 Peso Médio dos Suínos Vendidos 84.70 Preço por Kg de Terminado Vendido 1.71 Preço por Kg Reprodutor Vendido 0.00 Resultados de Rebanho Número Total de Suínos Produzidos (Cab.) Suínos Produzidos por Fêmea Presente (Kg) Consumo Total de Alimentos (Kg) Conversão Alimentar Números de Partos Porca/Ano Números de Leitões Nascidos Vivos por Porca/Ano Números de leitões Desmamados por porca/Ano Leitões Nascidos Vivos por Parto no Período Leitões Desmamados por Parto no Período Porcentagem de Reposição de Fêmeas Mortalidade Total (%) 303.00 1756 103.000 3.30 1.95 21.05 18.00 10.81 8.48 42.00 24 Projeto de Ovinocultura Animais no experimento 45 SUGESTÕES PARA MÉDIO E LONGO PRAZO Estudo com o grupo de servidores do CGPP e direção da EAFRS para redirecionar a criação de suínos no que se refere ao custos de produção bem como o funcionamento da agroindústria, sendo que, somente a partir daí poderemos direcionar o sistema de produção de suínos. Buscar soluções junto á órgãos especializados para melhor manejo e tratamento de dejetos. Implantar projeto de produção de reprodutores ovinos. Piquetes com pastagens cultivadas para os ovinos. ZOOTECNIA III Recursos Humanos A UEP de Zoo III conta com três funcionários. Técnicos em Agropecuária = 02 Agente Agropecuário=1 T.A. a) Eqüinos - Atividades geral principal de manejo do rebanho eqüino e de assistência do bovino de corte e leite; inseminações artificiais e partos. b) Gado de leite - Trabalhando diretamente na UEP com controle leiteiro, custos e manejo do rebanho, a partir da 2º quinzena de outubro/2002 inseminações. A.A. a) Todas áreas - Desenvolve atividades gerais de construção e manutenção (cercas e estruturas de alvenaria e madeira), manejo do gado de corte e leite (a última sendo a principal). ESTRUTURA FÍSICA A UEP de ZOO III é composta de: 01 UEP com sala ambiente, sala do professor, dormitório para monitores e dois banheiros; 01 sala de ordenha com um conjunto de ordenha mecânica 2x4 em linha alta de vácuo e resfriador (500 l) em sala individual; 01 estábulo com canzis metálicos para 20 animais; 01 esterqueira (capacidade aproximada de 50 m3 ); Centro de manejo (instalado tronco veterinário, balança 1500 kg , ducha veterinária) com conjunto de quatro mangueiras , carregador e pista de laço . Piquetes- a) gado de leite área aproximada de 12 ha (vacas e vacas secas) formada de piquetes com pastagens perenes e cultivadas(anuais hibernais e estivais) e campo nativo melhorado; b)gado de leite –(novilhas) área aproximada 5,5 ha formada de piquetes com pastagens perenes e cultivadas(anuais hibernais e estivais) e campo nativo melhorado com mangueira de 60m2; c)gado de corte fazenda EAFRS , benfeitorias 240m -cerca nova (6 fios), área de utilização de aproximadamente 25 há com, mangueira com 120 m2 com tronco, d) eqüinos galpão de 240m2 situado no perímetro da ZOO I, que abriga 13 baias, sala de ração, dormitório para monitores e banheiro, piquete com pastagem natural de 6 ha. 46 Tabela 01. CONTROLE DO PLANTEL DA ZOO III em DEZ/2003. GADO DE LEITE (HOLANDÊS preto-branco + JERSEY + vacas SIMENTAL) H/S Vacas Vacas em lactação Novilhas Bezerras Bezerros inteiros Bezerros castrados Touro Novilhos Castrados Total HOLANDÊS 04 04 10 09 02 03 04 02 05 35 JERSEY 03 01 J/H SIMENTAL 03 03 03 02 01 01 01 01 01 01 02 08 01 11 05 = 63 (2002=53) GADO DE CORTE (SIMENTAL) Vacas Touro Novilhas Bezerras Bezerros inteiros Novilhos inteiros Total 06 01 04 00 01 01 13 (2002=13) GADO DE CORTE GERAL (ENGORDA E CRIA) Vacas Bezerras Bezerros Novilhos Novilhas Total 11 02 05 09 04 31 (2002=27) EQÜINOS (TRAÇÃO E MONTARIA) Machos castrados de tração Fêmeas Potro(a) Total 03 01 01 05 (2002=07) MELHORIAS EFETUADAS/AQUISIÇÕES. Foram feitas cercas para subdivisão e formação de piquetes para bezerros na área do gado de leite, bem como a troca de cano para condução de água (200m) em queda livre. Roçadas e adubações orgânica e química também foram implementadas em áreas de pastagens anuais, contudo, nas áreas de campo nativo melhorado, somente roçadas e sobre-semeadura foram realizadas. Uma nova área de pastagem exótica de 0,5 há permanente, foi plantada em 2003, executando-se o controle das invasoras com roçadas mecânicas manuais. Na fazenda da EAFRS na área pertencente ao gado de corte foi feita novamente manutenção das divisórias, com reposição de palanques. Produção de forragem conservada , silagem de milho, para complementação alimentar de volumoso no cocho e para manutenção dos animais no período de escassez das espécies nativas, foi realizada em janeiro e fevereiro (56 e 60 t, 47 respectivamente) na sede do setor de Zootecnia III .Além de um silo torta de girassol - 8 t (maio) e de outro de milho crioulo na fazenda 12 t (maio). VIAGENS/CURSOS, PALESTRAS (REALIZAÇÃO, PROMOÇÃO E PARTICIPAÇÃO) E COORDENAÇÕES. Atividade: Professor da Disciplina de Zootecnia III e Projeto de Extensão Turmas: 1º semestre (3 A, 3C e PM II), 2º Semestre (2 B) e 2º Semestre (2 A, 2 B, 2C e 2 F) Atividade: Coordenação do Setor de Pesquisa e Extensão (1º e 2º Semestre) Atividade: Coordenação do Projeto de Extensão Rural (2º Semestre) Nome do Evento: Expocentro Entidade Promotora: Sindicato Rural de Curitibanos, Secretária de Agricultura de Santa Catarina. Local: Curitibanos-SC 08 -09/Abril/2003 Nome do Evento: 23º Exposição do Colono- Itajaí/SC Entidade Promotora: Sindicato Rural de Itajaí-SC, Secretária de Agricultura de Santa Catarina. Local: Itajaí-SC 24-26/Agosto/2003 Viagem Técnica: Viagem Técnica –Elaboração do Exame do Ensino Técnico Agrícola do Estado de Santa Catarina Entidade Promotora: CONEA e ATASC Local: Camboríu – Colégio Agrícola de Camboríu - CAC 17/Setembro/2003 Nome do Evento: Expolages Entidade Promotora: Sindicato Rural de Lages, Secretária de Agricultura de Santa Catarina. Local: Lages-SC 15-17/Outubro/2003 Nome do Conclave: II Curso de Formação de Jurados da Raça Simental e Simbrasil Entidade Promotora: Associação Brasileira de Criadores da Raça Simental e Simbrasil e Sindicato Rural de Itapetininga-SP. Local: Sindicato Rural de Itapetininga-SP 21-25/Outubro/ 2003 Nome do Conclave: Seminário Regional sobre a Cadeia Produtiva do Leite no Vale do Itajaí Entidade Promotora: Epagri. Local: Cetrag- Agronômica-SC 12-14/Novembro/ 2003 48 Nome do Conclave: Seminário Pfizer de Atualização em Reprodução de Gado de Corte Entidade Promotora: Sindicato Rural de Lages e Pfizer do Brasil. Local: Sindicato Rural de Lages - Lages-SC 15/Novembro/ 2003 Viagem Técnica: Viagem Técnica –Correção do Exame do Ensino Técnico Agrícola do Estado de Santa Catarina Entidade Promotora: CONEA e ATASC Local: Camboríu – Colégio Agrícola de Camboríu - CAC 19/Novembro/2003 OBJETIVOS ATINGIDOS E PONTOS FORTES DA UEP/SETOR (ensino e produção) Ensino: Ressaltamos o aprendizado teórico didático alcançado pela maioria dos alunos que desempenharam atividades no setor. Contudo, existe a necessidade de promover uma compreensão mais adequada do sentido de educação e ensino, isto deve ser implementado através de continuas mobilizações e proposições de novos projetos. A possibilidade do desempenho de atividade diária do gado de leite, manejos gerais contribuíram para a formação do aluno. A estrutura da disciplina tendo como parte inicial a produção leiteira (manejo da ordenha mecânica, fisiologia da produção do leite) propiciou um melhor andamento das tarefas (Ordenha mecânica) da UEP e manejo com as vacas lactantes. Porém, o arranjo do horário prático em função da grade curricular em atividade, dificulta em parte as atividades técnicas-práticas conduzidas no setor, principalmente a vespertina. Visto não existir por parte dos alunos (grupo de trabalho) a atividade prática em todos os turnos e semanas consecutivas, como exemplo desta situação pode citar o processo de ensilagem e a rotina de ordenha. Os alunos que cursaram o módulo no primeiro semestre, dentre outras atividades, participaram diretamente das etapas finais do processo de ensilagem (produção de volumoso conservado). Respectivamente, colheita de material e confecção do silo (compactação, fechamento e vedação e cobertura).Sendo isto fator que favoreceu no desenvolvimento da relação (custo x benefício x mão-de-obra x alimentação) e na obtenção da habilidade proposta. Entretanto, os discentes do módulo no segundo semestre não tiveram participação no processo, o que acarreta dificuldades no aprendizado prático e teórico, visto ao final da competência alguns alunos demonstrarem deficiência em algumas habilidades. Além disto, citamos a necessidade de deslocamento de alunos de outros setores para execução da rotina de ordenha no período da tarde no segundo semestre. O que gerou em alguns momentos atrasos nas atividades. O índice de aprovação direta do primeiro semestre de 2003 elevou-se em 3% em relação ao segundo semestre de 2002. Não houve aumento significativo no número de alunos para exame de banca, mantendo-se em 11 alunos. Contudo, houve um aumento de 18% no índice de reprovação geral. Produção: A meta de 10% de aumento na produção total de leite produzido, proposta anualmente para as turmas, foi alcançada. Visto que, houve um aumento de 19,1 49 % em relação ao mesmo período (jan-dez/2002) de 66 501,6 litros contra 82 288,0 para 2003 (tabela 01-anexo). A taxa de natalidade obtido em 2001 para o gado de leite ficou em 95%, contudo, houve uma diminuição do intervalo de parto do rebanho de leite de 390d/2002 para 385d/2003. O atendimento e assistência aos partos normais e distócicos possibilitou um desempenho razoável do rebanho de leite, visto ter ocorrido à perda de dois neonatos. O rebanho de cria –Simental teve um aumento no índice de natalidade, chegando a100%, as cruzas atingiram no índice de 85% de natalidade, contra os 90 % obtidos em 2002, a aptidão materna se confirmou com o bom desenvolvimento dos terneiros criados ao pé. O apoio na manutenção da Fazenda da EAFRS implementado no ano de 2001 ficou em alguns momentos abaixo do esperado, contudo, o rebanho teve evolução de 13% (tab. 01). Houve uma condução razoável dos animais, porém se faz necessário um melhor planejamento e direcionamento da gestão e atribuições de responsabilidades e tarefas para a fazenda. Exposições: A participação de animais da raça Simental em Exposições Agropecuárias Estaduais (Curitibanos, Itajaí, Lages) em 2003 foi exitosa, tanto na premiação como divulgação da Instituiçào. Visto os animais do setor (vacas adultas) sagrarem-se campeãs e reservado de campeão em todas as etapas. Sendo que animal “Zoroasta da Canoas” obteve dois campeonatos e um reservado de campeão e a fêmea “Zinha da Canoas” , um campeonato e dois reservados de campeão. OPORTUNIDADES DE MELHORIA DA UEP/SETOR. Acreditamos que o bom desenvolvimento do setor passa por um contínuo planejamento e equacionamento das atividades a serem implementadas, necessitando dos componentes envolvimento e uma compreensão de seus reais papéis no processo didático e produtivo (direção-CGPP-DDE-alunos-técnicosagentes-professor). Porém, as dificuldades observadas na obtenção de recursos financeiros e melhor operacionalidade das atividades práticas, tem se refletido no melhor desempenho de equipamentos e manutenção da estrutura física. Isto mostra a necessidade de um melhor equacionamento e trabalho com outros setores, e a busca de alternativas para aumento de entradas. Sendo que a comercialização (de anos agrícolas anteriores) externa de reprodutores e fêmeas excedentes, neste ano teve entradas (03 machos/simental). O que nos ratifica e corrobora a idéia de alternativa para retorno mais imediato, visto que as produções próprias de leite e gado para engorda continuam a atender em parte a demanda da Instituição. A geração de lucros com animais reprodutores (Cabanha e/ou criação diferenciada de reprodutores a pasto e suplementados) deve continuar A obtenção do registro (tramites) de todos animais (holandeses e jerseys) é merecedor de maior impulso pela gestão Institucional. Sugestões: INFRA-ESTRUTURA Relocação da estrutura do gado de leite 50 Construção de sala de ordenha Construção da estrutura para estábulo e free-stall 2) Implementação do projeto de leite a pasto; 3) Colocação de Saibro-Ibirama acesso a sala de ordenha; 4) Colocação de cerâmica e azulejos -sala de ordenha e resfriador; 5) Construção de cercas - EAFRS e Fazenda; 6) Colocação de água quente sala de ordenha e resfriador;; 7) Melhoria de piquetes e pastagens (introdução de espécies, adubação, limpeza) 8)Ampliação da rede elétrica e hidráulica para contemplar relocação da UEP DIDÁTICO PEDAGÓGICA E HUMANAS 1) Seleção de alunos do curso pós-médio diferenciada; 2) Melhor utilização do pessoal (treinamento e interesse); 3) Preparação de aulas (atualização de conteúdos , materiais de apoio aúdio visual, bibliografias de apoio). ÏNDICES PRODUTIVOS DO SETOR Os valores da produção total do rebanho de leite e corte referente aos diferentes destinos (tab. 02), estão abaixo identificados. GADO DE LEITE Produção Anual do rebanho leiteiro TOTAL= 83.501,6 litros - Fechamento em 31/12/2002 Produção comercializada: Agroindústria= 18.542 litros x (27.926 litros-2002) Terneiros-ZOO3=10.436 litros x (6.920 litros-2002) Cozinha/pad.= 25.395 litros x (23.737 litros-2002) Terceiros=17.837 litros x (7.186 litros-2002) TOTAL= 82.288 litros – Fechamento em 31/12/2002 (Tabela 02) Produção de carne/gado de leite/descarte Peso Vivo= 1372 kg (04 animais) GADO DE CORTE Produção de carne Carcaça fria=239 kg (01 animal) Produção de carne/ Peso vivo=2765 kg (07 animais) RESULTADOS GERAIS Os resultados gerais de saídas e entradas global (FLUXO DE CAIXAcontrole da movimentação financeira) e por área de atuação da UEP (gado de leite, corte e eqüinos) estão em folhas anexo - tabela 03. Analisando o FLUXO DE CAIXA geral de janeiro a dezembro, se nota um valor positivo de R$ 7 188,11 entre entradas e saídas totais dos projetos desenvolvidos (gado de leite= R$ 982,89, gado de corte= R$ 8410,19 e equinos= R$ -2204,97).Este resultante do total de entradas de R$ 47 239,71 contra R$ 40 051,67 de saídas, deste valor 57,69% são referentes a alimentação dos animais, o item com maior peso (tabela 03-anexo). Portanto, cabe ressaltar que os valores 51 obtidos para o projeto de gado de leite (R$ 982,89), embutem o consumo interno de leite fluído “ïn natura” pela Instituição, não levando em conta o consumo de animais jovens, (43 937 litros - agroindústria, e cozinha/padaria) que representaram uma entrada de R$ 18 385,12, preço médio de R$ 0,418/litro. Porém, caso a Instituição necessitasse adquirir este montante de leite, teria um desembolso ao preço médio de R$ 0,90/litro de R$ 39 543,30. Esta entrada reverteria numa diferença de + R$ 21 158,18, o que representaria um saldo positivo de FLUXO DE CAIXA de R$ 28 346,29 para os projetos do setor, em especial o do gado de leite que ficaria em R$ 22 141,07. Da mesma forma, o custo do ensino/aprendizado com as aulas práticas (manejo com animais – em todas instâncias) sugere uma entrada não contabilizada no montante total. ANEXOS Tabela 02. Relação de Produção de 2003 da UEP de Zootecnia III – Bovinos de Leite e Corte In Total Valor Valor Ex Un Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Produção Un.R$ Tot. R$ Descrição 239 239 3,8908,200 Carcaça Limpa 2273 691 623 550 4137 2,209101,40 Boi Vivo kg 225 225 2,00 450,00 Boi Vivo kg TOTAL/ kg 4601 Reprodutores/Cabeças 02 01 03 2080,00 5569 1366 6935 0,402774,00 Leite In Natura Venda 3º 4076 4076 0,381548,88 Leite In Natura Venda 3 5411 5411 0,372002,07 Leite In Natura Venda 3 1365 1365 0,41 559,35 Leite In Natura Venda 3 580 2155 2085 3165 2080 10065 0,424227,30 Leite In Natura Venda 3 30 30 0,50 15,00 Leite In Natura Venda/C 1545 1180 1471 4196 0,401678,00 Leite In Natura AgroInd 635 530 1165 0,45 524,25 Leite In Natura AgroInd 555 2635417241091710 13181 0,425536,02 Leite In Natura AgroInd 525 1820 2575 2351 7271 0,402908,40 Leite In Natura Cozinha 2475 2168 2515 1570 4085 0,451838,25 Leite In Natura Cozinha 2230 2178313232452890 13675 0,425743,50 Leite In Natura Cozinha 18 16 34 0,40 13,60 Leite In Natura Padaria 78 93 54 225 0,42 94,50 Leite In Natura Padaria 72 36 108 0,45 48,60 Leite In Natura Padaria 1000 840 1000 800 3640 0,401456,00 Leite In Natura Terneiros 1240 260 72 1572 0,45 707,40 Leite In Natura Terneiros 480 1116124812601150 5254 0,422206,68 Leite In Natura Terneiros TOTAL / LITROS 82 288 TABELA 03. CGPP 2003 Zootec03 SAIDAS DE CAIXA (despesas) GRUPO SUB GRUPO Insumos RAÇÃO MEDICAMENTOS SEMENTES FERTILIZANTES AGROTÓXICOS DGA Desp. gerais e administrativas Materiais Manutenção e conservação Fretes e transp. Desp. com transp. diversos Investimentos Máquinas e equipamentos Construções Serviços Operacionais mecänicos Ferramentas Aquis. Animais Diversos TOTAL DE SAIDAS TOTAL DE DESPESAS INTERNAS TOTAL DE DESPESAS EXTERNAS PROJETOS TOTALANUAL Bov leite Bov corte Equinos 4 Valor R$ Valor R$ Valor R$ Valor R$ Valor R$ Valor % 20425,12 4135,30 290,50 533,02 0,00 1170,77 5,59 1080,98 791,33 0,00 680,00 2274,10 47,00 0,00 6575,61 36800,62 1346,67 0,00 563,05 297,53 0,00 116,82 0,00 0,00 6,56 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 62,05 1046,01 0,00 0,00 2116,00 40,08 0,00 0,00 0,00 16,84 24,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 7,25 2204,97 0,00 0,00 0,00 23104,17 0,00 4472,91 0,00 290,50 0,00 649,84 0,00 0,00 0,00 1187,61 0,00 36,95 0,00 1080,98 0,00 791,33 0,00 0,00 0,00 680,00 0,00 2274,10 0,00 47,00 0,00 0,00 0,00 6644,91 0,00 40051,60 0,00 1346,67 0,00 0,00 57,69 11,17 0,73 1,62 0,00 2,97 0,09 2,70 1,98 0,00 1,70 5,68 0,12 0,00 16,59 100,00 3,36 0,00 52 ENTRADAS DE CAIXA (receitas) GRUPO SUB GRUPO Venda de animais Para abate Para reprodução carcaças Produtos in natura Produtos agrícolas Produtos pecuários Prod. Industrializ. Sub produtos Outras receitas TOTAL DE ENTRADAS TOTAL DE RECEITAS INTERNAS TOTAL DE RECEITAS EXTERNAS RESULTADO ANUAL Valor R$ 2973,40 0,00 0,00 0,00 34810,11 0,00 0,00 0,00 37783,51 0,00 0,00 982,89 Valor R$ 7376,20 2080,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 9456,20 0,00 0,00 8410,19 Valor R$ 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 -2204,97 Valor R$ 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Valor R$ 10349,60 2080,00 0,00 0,00 34810,11 0,00 0,00 0,00 47239,71 0,00 0,00 7188,11 Valor % 21,91 4,40 0,00 0,00 73,69 0,00 0,00 0,00 100,00 0,00 0,00 17,95 FABRICA DE RAÇÃO RECURSOS HUMANOS E ESTRUTURAS FÍSICAS DISPONÍVEL O setor da Fábrica de Rações da Escola Agrotécnica Federal de Rio de Sul – SC dispõe atualmente (ano de 2003) dos seguintes recursos: RECURSOS HUMANOS: Um técnico em Agropecuária ESTRUTURA FÍSICA: Um micro silo graneleiro (1000 sacos); Um secador de cereais tipo leito fixo ( 75 sacos); Uma rosca transportadora de cereais; Um misturador para ração; RESULTADO DE PRODUÇÃO COMERCIALIZADO/CONSUMIDO NA EAFRS ZOO I Ração Postura I 2.100kg R$ 1.016,00 Ração Postura II 13.500 kg R$ 6.519,00 Calcário de Concha 60 Kg R$ 9,40 Ração Frango de Corte Inicial 7.000 Kg R$ 4.810,00 Ração Frango de Corte Crescimento 14.150 Kg R$ 7.807,50 Ração Frango de Corte Final 10.200 Kg R$ 4.934,50 Milho Moído 1.550 Kg R$ 564,00 ZOO II Ração Suíno Gestação 12.000 Kg R$ 4.985,00 Ração Suíno Lactação 13.000 Kg R$ 6.570,00 Ração Suíno Inicial 19.500 Kg R$ 11.160,00 Ração Suíno Crescimento 21.500 Kg R$ 9.960,00 Ração Suíno Terminação 31.500 Kg R$ 12.040,00 ZOO III Ração Vaca 16% 4.100 Kg R$ 1.671,00 Ração Vaca 18% 6.000 Kg R$ 2.390,00 Ração Vaca 22% 7.900 Kg R$ 3.860,50 Ração de Boi 1.098 Kg R$ 504,54 Ração de Terneiro 900 Kg R$ 420,00 Ração Eqüina 3.600 Kg R$ 2.060,00 53 Milho Moído 15.500 Kg R$ 5.520,00 Sal Comum 1610 Kg R$ 627,04 INSUMOS RECEBIDOS: Milho: 1.712 sacos. Farelo de Soja: 873 sacos. Farelo de Trigo: 410 sacos. Sal: 65 sacos. Premix C: 560,00 Premix T: 800,00 Premix L: 960,00 Premix R: 1140,00 Núcleo de Postura: 45 sacos. Núcleo Frango de Corte Inicial: 13 sacos. Núcleo Frango de Corte Crescimento: 32 sacos. Núcleo Frango de Corte Final: 16 sacos. Calcário de Concha: 25 sacos. Açúcar: 83 pacotes. ESTOQUE DE INSUMOS (KG) INSUMOS Milho Farelo de Soja Farelo de Trigo Sal Fosbovi Bovigold Premix C Premix T Premix L Premix R Núcleo de Postura Núcleo Frango de Corte Inicial Núcleo Frango de Corte Crescimento Núcleo Frango de Corte Final Calcário de Concha Açúcar Bicálcio Núcleo Franga Crescimento INICIAL 1893 -1.876,8 -2438 1.157,5 Zero Zero 303 209,5 235 120 300 60 Zero Zero 1492 -34 Zero Zero FINAL -133.995 2.701,7 -1879 61,5 Zero Zero 123 114,5 85 120 36 20 Zero Zero 1420 -49 Zero Zero OBS (*- Refere – se a insumos já gastos e que serão requisitados nos meses seguintes). AGROINDÚSTRIA RECURSOS HUMANOS E ESTRUTURA FÍSICA DISPONÍVEL. O setor de Agroindústria da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul – SC dispõe atualmente (dezembro 2003) dos seguintes recursos: Recursos humanos: 01 – Chefe do Setor – (Médico Veterinário responsável técnico). 02 – Auxiliares Estrutura Física: 01 Abatedouro – misto (bovino, suíno, aves); 01 Unidade de Laticínios. 54 MELHORIAS EFETUADAS (Infra-estrutura, Equipamentos). Igualmente ao relatado no final do exercício anterior, não ocorreram muitos avanços de melhorias estruturais em 2003, a partir do término das obras de ampliação do Abatedouro terminadas em agosto/2000, uma vez que não se conseguiu implementar a aquisição dos equipamentos básicos para o funcionamento legalizado do setor de abates, tais como: trilhamento, caldeira, currais de animais, mesas e equipamentos de abate/processamento, etc. No entanto, algumas melhoras na dinâmica de processamento e alguns equipamentos foram reparados e/ou implementados, tais como: Instalação do sistema de gás canalizado do laticínio. Neste sistema a sala de processamento ficou ganhou mais segurança aos operadores, contemplandose também uma solicitação da vigilância sanitária que era cobrada desde 2000. Foram instaladas garrafas P – 45, que veio racionalizar o trabalho desta unidade; Término da construção do tacho de derretimento de banha no abatedouro. Foi construído o acabamento da alimentação a lenha do tacho Abertura do forno), melhorando o aspecto do local; Reforma em uma das portas do fosso do defumador. Colocação de uma nova porta, mais reforçada que foi danificada por arrombamentos; Reforma no Motor do Lava-jato. Reforma elétrica e mecânica no lava-jato do abatedouro; Foi mantido a costumeira observância, quanto ao uso de técnicas de higiene na manipulação dos produtos processados, exigindo sempre dos funcionários e alunos que passam pelo setor o uso da indumentária apropriada. Nesse sentido, também adotou um sistema de entrega dos produtos, especialmente os cárneos, em caixas de isopor, protegidas por caixas de madeira. Esta medida veio evitar possíveis contaminações, como também melhorou o controle dos produtos expedidos, tanto ao economato, quanto ao destinados a comercialização junto a Copefar. No final do exercício foi liberada a licitação para a aquisição do sistema de produção de vapor e água quente para o setor. A construção dessa caldeira virá atender tanto o laticínio, quanto o batedouro, gerando economia e enquadramento técnico exigidos por lei. PARCERIAS E PROJETOS EFETUADOS. No período de janeiro a outubro de 2003, o setor não firmou nenhuma parceria, assim como não contigenciou nenhum projeto. Apenas cumpriu com o atendimento do economato e muito precariamente a demanda da Copefar. VIAGENS, CURSOS E PALESTRAS EFETUADAS E OUTROS EVENTOS. 1) Participação de duas visitas técnicas. Uma com a turma PM 2 (julho) e outra com as turmas 3A e 3B (dezembro) ao Abatedouro Frigorífico Verdi em Pouso Redondo-SC; 2) Participação das 3as Series do Curso Técnico Agrícola – Habilitação Agropecuária, Pós-Médio 1 em Agropecuária, na Edição 2003 da EXPOINTER (Exposição Internacional de Animais, Máquinas e Tecnologia Agropecuária), em Esteio-RS; 55 RESULTADOS DE PRODUÇÃO (Quantidade, Valor em Reais, em separado a EAFRS / Copefar). A produção e serviços do setor de Agroindústria foram consumidos em sua maioria pelo economato, sendo parte excedente comercializada pela Escola, através da Cooperativa Escolar. Na primeira parte deste item, somente os valores quantitativos do processado/produzido. Na seqüência desse item apresentaremos os resultados técnicos e econômicos. Projeto de Processamento de Carnes: Coelhos Abatidos: 182 cabeças →Total de Kg Peso Vivo recebido/abatido: 357,668 Kg de PV →Total de carnes processada: 219,185 kg → Derivados processados: Coelho em pedaços: 219,185 kg * Estoque Aproximado em 31/12/03: 15,000 Kg Bovinos Abatidos: 16 cabeças →Total de Kg de Carcaças Limpas dos Abatidos: 2.228,800 Kg →Total de Kg de Carne na forma de Carcaça Adquirida de Fora (comprada): 3.209,000 Kg →Total de Carne Processada (animais da EAFRS e comprada de fora): 5.437,800 Kg → Derivados processados: Bife Batido: 657,295 kg Carne Moída: 1.247,500 kg Costela: 634,735 kg Carne em pedaços (picadinho): 495,320 kg Retalhos: 21,715 kg Miúdos (coração, rim, fígado): 50,175 kg Chuleta (file simples): 999,295 kg Sebo Descartado: 125,500 kg Ossos Descartados: 356,265 kg * Estoque aproximado em 31/12/03: 850,000 Kg Suínos Abatidos: 202 cabeças →Total de Kg de Peso Vivo recebido/abatido: 22.600,900 Kg de PV →Total de carne processada (cortes e derivados): 13.819,939 kg →Derivados processados: Torresmos: 118,055 kg Banha: 391,400 kg Toucinho com Couro: 1.716,991 kg Toucinho com Couro Defumado: 8,295 kg Salame Colonial: 942,994 kg Morcela Branca: 26,975 kg Defumados (bacon, costela, lombo, couro, etc.): 348,485 kg Cortes em Geral (Bisteca, Lombo, Pernil, etc): 8.621,538 Kg Lingüiça Frescal: 196,685 kg Miúdos em Geral (coração, fígado, rim): 447,521 Kg Outros (Cabeça, Sebo ‘unto’): 975,000 Kg. * Estoque aproximado em 31/12/03: 25,000 Kg 56 Ovinos Abatidos: 03 cabeças →Total de Kg de Peso Vivo recebido/abatido: 106,000 Kg de PV →Total de Kg de Carcaça Limpa/abatido: 53,885 Kg →Total de carnes ovina processada (cortes – pernil, costela, paleta): 53,885 kg Peixe Eviscerado (carpas e tilápias): 5 unidades →Total de Kg de Peso Vivo recebido/abatido: 7,500 Kg de PV →Total de Kg de Carcaça Limpa/eviscerada: 4,960 Kg →Total de carnes de peixe processada (peixe em pedaços): 4.960 kg Aves Abatidas: 6.289 cabeças →Total de Kg de Peso Vivo recebido/abatido: 14.453,635 Kg de PV →Total de Kg de Carcaça Limpa/abatido: 11.534,540 Kg →Total de carnes de Aves processada: 9.645,271 kg →Derivados processados (cortes): Peito inteiro 2.667,145 kg Coxa 1.542,550 kg Sobre Coxa 1.307,300 kg Asa (Tulipa e ponta da asa) 497,575 kg Filé de Peito: 42,000 Kg Coxinha da Asa (Drumet): 600,205 kg Carcaça (Dorso e Pescoço): 2.191,388 kg Miúdos (Coração, Fígado, Moela e Pés): 797,108 Kg * Estoque aproximado em 31/12/03: 1.880,000 Kg Projeto de Processamento de Vegetais: Sem produção no exercício Projeto de Laticínios: Total de leite recebido/processado: 18.085,000 litros Total de produtos derivados processados: 2.534,815 kg → Derivados processados: Queijo Minas Frescal: 145,400 kg Queijo Colonial (Minas Meia Cura): 1.011,150 Kg Queijo Azedo “Queijinho” (coagulação natural): 131,500 kg Doce de leite: 1.220,865 Kg Nata: 25,900 Kg * RESULTADOS TÉCNICOS E ECONÔMICOS. Serão apresentados em separados, por projetos – carnes, laticínios e vegetais -, assim como dos resultados obtidos dos produtos comercializados propriamente, através da Copefar, gerando receita a EAFRS. Projeto de Processamento de Carnes: Total gasto com aquisição de matéria-prima (carne) e animais para abate: R$ 86.744,68 Total de gastos com insumos e manutenção de equipamentos: R$ 4.059,01 c) Total de receita com processamento de produtos para o economato: R$ 92.444,25 Totalizando em Kg de Carnes ao Economato: 23.669,262 Kg (23,6 toneladas) 57 Especificado por Tipo de Carne: Carne Suína: 10.366,161 Kg ⇒ R$ 40.453,22 Carne de Frango: 9.188,221 Kg ⇒ R$ 26.708,38 Carne de Coelho: 219,185 Kg ⇒ R$ 1.664,60 Carne Bovina: 4.009,885 Kg ⇒ R$ 23.588,29 Pescado próprio: 4,960 kg ⇒ R$ 29,76 d) Total receita de produtos e serviços vendidos pela Copefar/EAFRS: R$ 6.445,71 Totalizando em Kg de Carnes Vendida: 4.628,708 Kg (4,6 toneladas) Especificado por Tipo de Carne: Carne Suína: 3.453,778 Kg ⇒ R$ 4.043,68 Carne de Frango: 1.064,745 Kg ⇒ R$ 1.883,27 Carne Ovina: 53,885 Kg ⇒ R$ 323,31 Carne Bovina: 56,300 kg ⇒ R$ 85,45 Taxas de abates: R$ 110,00 e) Total de Receita do Projeto (Economato + vendas externas): R$ 98.889,96 f) Total de Despesas (matéria-prima + gastos com insumos/manutenção): R$ 90.803,69 f) Lucro Líquido do Projeto de Carnes: R$ 8.086,27 2. Projeto de Laticínios: Total de gastos com aquisição de Matéria-prima (leite): R$ 6.444,93 Total de gastos com insumos e manutenção de equipamentos: R$ 1.776,08 Total de receitas com processamento de produtos para o economato: R$ 8.656,35 Total em kg de derivados lácteos ao Economato: 2.331,201 kg d) Total de receita com processamento de produtos vendidos pela Copefar: R$ 952,96 Total em kg de derivados lácteos vendidos pela Copefar: 203,614 e) Total de Receita do Projeto (Economato + vendas externas): R$ 9.609,31 f)Total de Despesas (matéria-prima + gastos com insumos/manutenção): R$ 8.221,01 g) Lucro Líquido do Projeto de Laticínios: R$ 1.388,30 *Resumo dos resultados técnico de todos os projetos: Total de gastos com aquisição de matéria-prima (carne, leite, frutas e legumes e animais para o abate): R$ 93.189,61 Total de Gastos com Insumos e manutenção de equipamentos: R$ 5.835,09 Receita Total dos Projetos (Economato e Venda): R$ 100.499,27 d) Receita Liquida Total dos Projetos: 1.474,57 e) Total de Receita dos Projetos Exclusivamente das Vendas (Geraram Receita Real à Instituição): R$ 7.408,67 VII- SUGESTÕES PARA MÉDIO E LONGO PRAZO. a)Equipamentos do abatedouro, já em projeto orçado desde 2000 e enviado ao Departamento de Administração e Planejamento; b)Término da melhoria do Sistema de efluentes; c)Construção de Currais de Matança, no abatedouro, dentro das determinações legais (distanciamento da Sala de Matança, sistema de banhos, etc.); d)Calçamento dos arredores do abatedouro; 58 e)Melhoria da Sala de Cura de queijos do Laticínio (Sistema de controle térmico e umidade); f) Parceria de recolhimento de leite pela Escola na Serra Canoas, para ser processado na usina, agregando valor ao produto e contribuindo com a diminuição de produto sem inspeção, caso o laticínio venha consolidar a autorização do Serviço de Inspeção Oficial; g)Treinamento do Pessoal da UEP (Cursos de Manipulação de Carnes, Laticínios, Conservas & Doces, Técnicas de Higiene, Segurança e Manutenção dos Equipamentos, etc...); h)Trabalho de incentivo aos Servidores para com a necessidade da Produção com Qualidade (Motivação Pessoal), que deve ser uma busca de toda a Instituição, com a Iniciativa da Direção. UEP DE FLORESTAS Recursos Humanos O curso dispõe de três professores de nível superior, Engenheiros Florestais. Infra-Estrutura O curso possui uma sala de aula, dois banheiros e duas salas (gabinete) de professores. Viveiro florestal de aproximadamente 1,0 hectare com galpão semiaberto, esta estrutura está organizada para produção de 150.000 mudas florestais e 20.000 mudas ornamentais. Apresenta ainda, áreas de reflorestamento com espécie florestais diversas, no intuito de produção florestal e de preservação, sendo um laboratório para aulas práticas. No ano de 2003 foi concretizada a ocupação do Laboratório de Colheita Florestal, realizando-se aulas e atividades praticas. Neste período o mesmo foi equipado parcialmente com o funcionamento das disciplinas de colheita florestal, dendrometria e inventário florestal, dendrologia, tecnologia e industrialização da madeira e proteção florestal. Setor de Colheita Florestal Criado no segundo semestre de 2001 o Setor de Colheita Florestal com o objetivo de intensificar as atividades práticas desenvolvidas pelos alunos da floresta. Continuaram em 2003. Monitorias Criado no segundo semestre de 2001 monitorias para os alunos do Curso Técnico Florestal nos diferentes setores onde os mesmos desenvolvem atividades práticas. O objetivo é oportunizar maiores habilidades no domínio do conhecimento técnico. Continuaram em 2003. Projetos Criados em 2001 e Ampliados em 2003 PROJETO MUDAS DE GRANDE PORTE para arborização de rodovias, urbana e para jardinagem e paisagismo. Neste continuamos o desenvolvimento das plantas por intermédio de podas, tutoramento, adubações e tratos culturais. 59 PROJETO REPOSIÇÃO SILENCIOSA para recuperação da vegetação original ao longo da EAFRS. PROJETO ADENSAMENTO para melhorar a oferta de produtos de origem florestal de uma floresta sem degradá-la. Com palmito em área de cedro-rosa. PARCERIAS Mantemos parceria com o Viveiro Mudar Agrolândia-SC, de propriedade do engenheiro florestal Gilberto Ferretti, que inclui produção de mudas, visitas técnicas, estágio supervisionado e implantação floresta. O curso está na iminência de efetivar convênio com a Associação dos Silvicultores do Alto Vale do Itajaí – ASSILVI, com objetivo de implantar uma área de produção de sementes florestais de Pinus e Eucaliptus para abastecer no futuro a região de sementes destas duas espécies. O mesmo deverá ser assinado em março-abril de 2004. VISITAS TÉCNICAS E DE ESTUDO Ao longo do ano letivo foram realizadas as seguintes viagens: Viagens de Estudo VIVEIRO MUDAR - Agrolândia com a turma do 1º F; GERDAU FLORESTAL, fazenda ouro verde, BR 470 com a turma 2º F; APREMAVI - Atalanta com as turmas 1º e 3º F; RIO D'OESTE - produção de mudas ornamentais com a turma do 2º F; FLONA de Ibirama, unidade de conservação, 3º F; PARQUE MUNICIPAL DE ATALANTA, unidade de conservação, 3º F; OTACÍLIO COSTA, estradas florestais e serrarias 2º F; KLABIN, Correia Pinto , tecnologia da madeira; SIMPÓSIO FLORESTAL, Blumenau, sementes florestais 2º e 3º F; CONGRESSO FLORESTAL, Nova Prata 3º F; COMFLORESTA - Campo Alegre SC, Colheita florestal 3º F; ENCONTRO REGIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL, Taió 2º F REALIZAÇÃO, PARTICIPAÇÃO CURSOS, PALESTRAS, EXPOSIÇÕES E LAUDO TÉCNICO. SEMANA ARTE VIDA VERDE realizado em parceria com EAFRS curso Técnico Florestal, SESC, AFUBRA, IBAMA, PMRS, Fundação Cultural, EPAGRI, POLÍCIA AMBIENTAL, com montagem de stand no SESC, referente a comemoração da SEMANA DO MEIO AMBIENTE. FLONA IBIRAMA participação no Conselho Técnico Consultivo. PALESTRAS ministradas nas empresas DIMON TABACOS e UNIVERSAL LEAF TABACOS em Rio do Sul sobre meio ambiente. FLORICULTURA, participação no Encontro de Floricultura do Extremo Oeste Catarinense. FLORICULTURA, Congresso sobre Floricultura em Joinville. EXTENSÃO RURAL, palestra sobre Extensão Rural na comunidade águas negras, Ituporanga. ENCONTRO, encontro sobre a Tutela das Margens do Rio Itajaí em Rio do Sul. 60 PALESTRA, participação em palestra sobre Controle do Borrachudo, promovido pela EMBRAPA. PALESTRAS, Ética Ambiental e Transporte Florestal, ambas na 1ª Semana de Estudos Especiais. CURSO, participação em curso de Gestão Ambiental na UNC – Canoinhas/ FUNCITEC. Projetos Aprovados Aprovamos na FUNCITEC, dois projetos de pesquisa assim denominados: Desenvolvimento da Palmeira Real da Austrália em Viveiro e Desenvolvimento da Canjerama Sob Diferentes doses de Urina de Vaca. Os projetos se estenderam pelo ano de 2004. CONSTRUÇÕES REALIZADAS Foi melhorada a estrutura do Laboratório de Colheita Florestal, onde se fez substituição da parede da frente. RESULTADOS DE PRODUÇÃO Relaciona-se abaixo a produção do viveiro florestal e implantação de florestas. Viveiro Florestal Mudas de rápido crescimento 600 mudas de Pinus taeda 700 mudas de eucaliptus Total de 1.300, mudas em embalagens tubete plástico e laminados. Mudas nativas Foram produzidas espécies florestais nativas e exóticas num total de 18.000 mudas em embalagens saco plástico e garrafas PET de refrigerante. Total de mudas produzidas no viveiro florestal 19.300mudas Mudas Zootecnia I R$ 1,20 Perdas de viveiro 1.280 mudas foram jogadas fora por estarem fora dos padrões de controle de qualidade do viveiro florestal da EAFRS. Previsão de receitas Entrada na escola Venda de lenha Cozinha Secador de milho Terceiros Previsão de receitas Madeira roliça Madeira galpão agroecologia Madeira Gestão Ambiental Previsão de receitas Serviços de motosserra Serviços para agroecologia (R$ 5,00/hora) Serviços para Mecanização (R$ 5,00/hora) R$ 1.031,20 R$ 292,50 R$ 60,00 R$ 67,50 R$ 420,00 R$ 260,00 R$ 85,00 R$ 345,00 R$ 75,00 R$ 75,00 61 Previsão de receita R$ 150,00 Total geral da previsão das receitas Total R$ 1.946,20 IMPLANTAÇÃO, REPLANTIO, MANUTENÇÕES E REFORMA DE FLORESTAS. REPLANTIO do Palmito no PROJETO DE ENRIQUECIMENTO em povoamento de cedro-rosa 350 mudas REPLANTIO de nativas diversas no PROJETO REPOSIÇÃO SILENCIOSA, 130 mudas; REPLANTIO de mudas de erva-mate PROJETO erva-mate com cinamomo 250 mudas; MANUTENÇÃO de todos os projetos existentes por intermédio de roçada manual, capina e roçada mecânica; Total de mudas plantadas e replantadas 730 No ano de 2003 optamos por apenas fazer manutenção nos povoamentos existentes, em virtude da grande área que temos plantada. Doações de Mudas Doação em fevereiro 05 mudas; Doação em março 35 mudas; Doação em abril 100 mudas Doação em Maio 567 mudas Doação em junho 590 mudas Doação em julho 110 mudas Doação em agosto 300 mudas Doação em setembro 37 mudas Doação em outubro 250 mudas Doação em novembro 305 mudas Total de mudas doadas 2.299, estas foram para alunos, servidores, escolas, prefeituras, feiras e outros OBJETIVOS ATINGIDOS E PONTOS FORTES DO CURSO TÉCNICO FLORESTAL FORMAR A TERCEIRA TURMA DE TÉCNICOS FLORESTAIS; Oportunidade de participar em viagens técnicas, visitas, seminários, cursos...; Implantação parcial do viveiro florestal; Alcançar os itens 1 e 2 deste; Interesse e participação dos alunos aos assuntos relativos ao Curso Técnico Florestal; Busca constante na melhoria da qualidade de ensino do Curso Técnico Florestal; Participação direta do Curso Técnico Florestal na comunidade onde está inserido; Criação das monitorias nos diversos setores do Curso Técnico Florestal; Organizar EVENTOS como palestras, simpósios, feiras e outros com a comunidade do Alto Vale; DOAÇÃO de mudas florestais 62 Contratação de 01 professor Engenheiro Florestal para o quadro permanente do Curso Técnico Florestal em 2003. OPORTUNIDADES DE MELHORIA Ocupação da coordenação do curso Técnico Florestal; Qualificação do pessoal de apoio do Curso Técnico Florestal por meio de outros cursos; Aumentar as parcerias e convênios com outras instituições públicas e privadas; Áreas de terra para implantação florestal; Contratação de um professor e um Técnico Florestal para desenvolver atividades de ensino e produção; Equipar o Curso com sala de aula, sala ambiente, equipamentos áudio visuais, melhorar o acervo bibliográfico e fitas de vídeo e DVD, com isso dará condições de acomodar as três turmas de floresta; Sistema de irrigação, casa de vegetação, telado, materiais de consumo melhorando e aumentando a produção de mudas no viveiro florestal; Equipar e aparelhar as demais disciplinas do Curso técnico Florestal, como por exemplo: equipamento de proteção individual, aparelhos de mensuração florestal entre outros; Transferência do viveiro de mudas ornamentais com a infraestrutura necessária para área ao lado do laboratório de colheita, pois reúne os quesitos necessários para a sua implantação; PLANTAS BIOATIVAS O setor de plantas medicinais foi implantando na escola em 1998 com objetivo de resgatar espécies de plantas com propriedades medicinais. Sendo que as mudas foram adquiridas através de doações, junto a agricultores e órgãos de pesquisa. A razão da escola desenvolver pesquisa na área de plantas bioativas e devido a flora brasileira ser riquíssima em espécies com princípios ativos prontos, esperando apenas serem testados, a custos incomensuravelmente menores. A flora equatorial, atlântica e o cerrado constituem-se autênticos celeiros de espécies bioativas, porém mesmo na vegetação de restinga, bosques, subbosques, campos nativos e áreas ruderais são encontradas inúmeras espécies descritas com propriedades terapêuticas. De todas as plantas pesquisadas para o tratamento do câncer, 90% delas são de origem brasileira. Além de possuir o maior banco de germoplasma da Terra, o Brasil detém ainda características peculiares que o habilitam a qualidade de franco consumidor de plantas bioativas. Grande parte do conhecimento fitoterápico nacional deve-se ao legado das inúmeras tribos indígenas brasileiras, da colonização européia e dos escravos africanos. Alia-se a isso a vexatória conjuntura sócio-econômica da maioria dos brasileiros e a falência do sistema oficial de saúde pública. O valor da comercialização anual de plantas bioativas gira em torno de 14,5 bilhões de dólares, sendo que os maiores importadores são a Alemanha, E.U.A. e o Japão. Só com a comercialização de publicações os E.U.A. faturam anualmente 33 milhões de dólares por ano. 63 Para o cultivo de plantas bioativas deve-se manter o meio ambiente equilibrado, preservado o solo, sua microflora e fauna, sem agressão ao demais sistemas ambientais existentes no local. Na horta medicinal da escola encontra-se aproximadamente 100 espécies de plantas medicinais, sendo que estas espécies estão sendo distribuídas gratuitamente para as escolas, cooperativas, produtores rurais. No momento a escola faz parte da câmera setorial de plantas medicinais, o objetivo da participação na câmera é para colaborar na viabilizar a pesquisa e produção da plantas medicinais no estado. A produção de plantas bioativas segue os padrões legais e ambientais, proporcione assim a permanência dos produtores em atividades onde os impactos ambientais são reduzidos. Considerando a atividade como de alta importância econômica e condicionando a tendência de crescimento deste segmento industrial a uma visão de desenvolvimento local sustentável, se torna fundamental que a produção de matéria-prima ocorra no estado, pois contribuirá para a geração de emprego e renda no meio rural e urbano. A prática exige controle da extração e ampliação dos cultivos, de modo a promover a preservação do ambiente, manter a soberania do povo sobre seu patrimônio natural e garantir segurança aos consumidores. PRINCÍPIOS DO SETOR DE PLANTAS MEDICINAIS 1. A produção de plantas medicinais deve contribuir para a construção do aprendizado de forma a ser viável; 2. O uso e a preservação de recursos naturais de modo sustentável e a manutenção do patrimônio genético nacional, são fatores fundamentais para a garantia da soberania, defesa da vida e ruptura da dependência tecnológica; 3. Resgatar o conhecimento tradicional/popular sobre plantas medicinais, sua manipulação e usos protegendo e respeitados os recursos ambientais; 4. A construção do conhecimento e a pesquisa sobre plantas medicinais deve estabelecer uma relação dialética entre o saber científico e o tradicional/popular. 5. Os princípios da agroecologia devem orientar a produção de plantas medicinais. DIRETRIZES 1. Integração de diferentes setores da escola, para realização das ações relativas às plantas bioativas de modo a garantir a interdisciplinaridade, exemplo os trabalhos na fetec; 2. Praticamente o ano de 2003 foi feito a recuperação do horto através do resgate das espécies medicinais junto as comunidade ou instituições que trabalham na area. Propagar as mesmas para plantio no horto da escola bem como para doações. OBJETIVO GERAL Resgatar, valorizar, ampliar e qualificar a utilização de plantas medicinais como elemento estratégico para, preservação/conservação do ambiente, qualidade de vida e desenvolvimento sustentável dentro da escola e conseqüentemente na região. 64 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Implantar as plantas medicinais na escola, garantindo acesso e disponibilizar aos alunos; 1.1. Inserção de chá como prática terapêutica no CGE; 1.2. Orientar os alunos na produção; 1.3. Estabelecimento de parcerias com os municípios e outras organizações para ampliação e qualificação dos trabalhos com plantas bioativas; 1.4 Disponibilizar mudas de plantas bioativas para os alunos bem como para toda a sociedade, mantendo assim um bancos de plantas nas propriedades. 2. Desenvolver pesquisa sobre plantas medicinais na escola, priorizando as espécies nativas. 2.1. Desenvolver projetos de pesquisa que objetivem a preservação / conservação da biodiversidade local e regional. 2.2. Fazer pesquisa e estudos, visando assegurar a eficácia e segurança dos chás a serem disponibilizados na escola. 2.3. Captação e alocação de recursos que financiem e fortaleçam a pesquisa científica com plantas medicinais em todas as fases da cadeia produtiva. 2.4.Buscar, apoio para implementação de pesquisa em plantas medicinais nos Centros de Pesquisa do Estado. 2.5. Buscar mecanismos de integração entre universidades, órgãos de pesquisa da rede pública e empresas para fortalecer a pesquisa e o desenvolvimento das atividades relativas às plantas medicinais na escola. 3. Qualificar os alunos, colocando a atividade em patamar sustentável e favorecendo a reconversão produtiva no meio rural. 3.1. Realização de estudos sobre a cadeia produtiva das plantas medicinais. 3.2. Buscar recursos financeiro e técnico para projetos relacionados à produção agroecológica e beneficiamento de plantas medicinais. 3.3. Participar de cursos de capacitação na área de plantas medicinais. 3.4. Qualificação e intensificação em todo processo de coleta, transporte, beneficiamento e comercialização de plantas medicinais, enfatizando o caráter educativo e ético. 3.5. Sensibilização da sociedade para a importância da preservação dos recursos vegetais. 3.6. Realização de ações integradas que visem a geração de trabalho e renda no meio rural. 3.7. Produção das plantas medicinais dentro dos padrões da legislação, orientando assim a produção, extração, registro, uso, industrialização, transporte e comercialização de plantas medicinais de forma correta. 4. Criar mecanismos e instrumentos de proteção, resgate e valorização da cultura tradicional e popular sobre as plantas medicinais na saúde humana, animal e vegetal. 4.1. Participar na construção de propostas alternativas e democráticas sobre plantas medicinais, como forma de valorizar, socializar e potencializar a criatividade dos alunos. 5. Introduzir espécies novas no horto da escola. 5.2. Elaboração de projetos que busquem a participação e socialização de conhecimentos/experiências entre a escola e demais instituições. 65 PLANO OPERACIONAL Recuperação o horto da escola, limpando, plantando, identificando as plantas. Produção de plantas medicinais. Disponibilizou mudas de plantas para comunidade. Cadastramento das plantas medicinais nativas dentro da escola. Buscar parcerias intersetorial com os diversos órgãos do governo do Estado às experiências populares e comunitárias na área de plantas medicinais. Estabelecimento de parcerias com organizações populares e comunitárias que atuam com plantas medicinais. Produção dentro dos padrões da legislação sobre plantas medicinais. Seguir a produção de plantas medicinais contidas no Código Sanitário de Santa Catarina em fase de revisão. Disponibilizar informações sobre plantas medicinais nos bancos de dados da escola. Inclusão de informações relativas à produção de plantas medicinais. Inclusão dos dados sobre plantas medicinais, aromáticas e condimentares nos murais da escola. Produção de materiais informativos e didáticos sobre Plantas Medicinais. Formação e capacitação sobre Plantas Medicinais. Realização de curso de atualização profissional em produção de plantas medicinais na área técnicos em Ciências. Inclusão das plantas medicinais nas atividades de formação do Plano de Desenvolvimento Local Sustentável. Propor e desenvolver cursos na área de identificação botânica, conhecimentos em agroecologia, educação popular em saúde e políticas de promoção da saúde. Elaboração de materiais informativos e educativos sobre plantas medicinais para os diversos setores da escola envolvidos. Realização de intercâmbios e trocas de experiências na área ambiental com entidades profissionais, escolas, universidades, institutos de pesquisa e entidades populares. Inclusão da temática planta medicina nas práticas educacionais. Sensibilização para a questão das plantas medicinais, através da pesquisa. Construção de proposta de trabalho com plantas medicinais com outras instituições da área. Elaboração de proposta para inclusão do tema plantas medicinais nas atividades de ensino, pesquisa e extensão da Escola Agrotécnicas Federal de Rio do Sul. Pesquisar e resgatar os conhecimentos das plantas medicinais. Implementação de pesquisas científicas sobre plantas medicinais na escola. Formulação e articulação de projetos cooperativos para pesquisa e produção de plantas medicinais. Realização de pesquisa agronômica sobre plantas medicinais. Cadastramento de banco de dados sobre plantas medicinais nativas. Orientação para a produção de plantas medicinais e as formas de beneficiamento, através das aulas praticas. 66 ESPÉCIES DA HORTA MEDICINAL MIL-FOLHAS Achillea millefolium L. MARCELA-DO-CAMPO Achyrocline satureioides [DC.] Lam. AVENCA Adiantum capillus-veneris L. MENTRASTO Ageratum conyzoides L. Ssp. conyzoides. BABOSA-DE-SOCOTRA Aloe arborescens Mill. ou Aloe succotrina Lam. ABOSA-DE-BOTICA Aloe vera L. ou Aloe barbadensis Mill. var. vulgaris. ERVA-SANTA Aloysia gratissima (Gill. et Hook) Troncoso. CIDRÃO Aloysia triphylla [L' Hérit] Britt. COLÔNIA Alpinia zerumbet (Pers.) B.L. Burtt & R.M. Sm. PENICILINA Alternanthera brasiliana (L.) Kuntze var. brasiliana. AMBRÓSIA Ambrosia tenuifolia L. BARDANA Arctium lappa L. var. major. CIPÓ-MIL-HOMENS Aristolachia triangularis Cham. et Schl. CARAJURÚ Arrabidea chica (H. e B.) Verlot. LOSNA Artemisia absinthium L. CANFRINHO Artemisia camphorata L. CARQUEJA Baccharis trimera Less. PATA-DE-VACA Bauhinia forficata Link. PICÃO-PRETO Bidens pilosa L. URUCUM Bixa orellana L. BUXO Buxus sempervirens L. CALÊNDULA Calendula officinalis L. GUAÇATONGA Casearia sylvestris Swartz. var. sylvestris. SENE Cássia angustifolia Vahl. FEDEGOSO Cassia occidentalis L. TAJUJÁ Cayaponia tayuia M ERVA-DE-SANTA-MARIA Chenopodium ambrosioides L. var. ambrosioides. CANELA-CHEIROSA Cinnamomum zeylanicum Blume e Cynamomum cassia Blume. INSULINA Cissus sicyoides L. LÁGRIMA-DE-NOSSA-SENHORA Coix lacryma-jobi L. BOLDÃO Coleus grandis Benth. ou Plectranthus grandis. BALIERA Cordia verbenaceae DC. COENTRO Coriandrum sativum L. MASTRUÇO Coronopus didymus L. Smith SETE-SANGRIAS Cuphea cartaginensis Jacq. Macbr. AÇAFRÃO-DA-ÍNDIA Curcuma longa L. ZEDOÁRIA Curcuma zedoaria [Berg] Roscoe ou C. aeruginosa RoxB. CAPIM-LIMÃO Cymbopogon citratus [DC.] Stapf.) CITRONELA Cymbopogon nardus Rendl. ALCACHOFRA Cynara scolymus L. TIRIRICA Cyperus rotundus L. PEGA-PEGA Desmodium canum (Gml.) Schinz et Thell. CANA-DE-MACACO Dichorysandra thyrsiflora Mik. CHAPÉU-DE-COURO Echinodorus grandiflorus (Cham. e Schlech.) Mitcheli. ERVA-DE-COLÉGIO Elephantopus mollis H.B.K. BUVA Erigeron bonariensis L. AVELOZ Euphorbia tirucalli L. FUNCHO Foeniculum vulgare [Mill.] Gaertner. LÍRIO-DO-BREJO Hedychium coronarianum Koenig. CAMOMILA-RAULIVEIRA Helenium alternifolium Spreng et Cabrera. MELHORAL Justicia pectoralis Jacq. var. stenophylla Leonar. SAIÃO Kalanchoe gastonis-bonieri Ha. et Pe. FORTUNA Kalanchoe pinnata [Lam.] Pers. BÁLSAMO-ALEMÃO Kalanchoe tubiflora R. Hamet. ALFAZEMA Lavandula officinalis L. 67 PIXIRICA Leandra purpurascens Cogn. CORDÃO-DE-FRADE Leonotis nepetaefolia (L.) W.T. Aiton RUBIM Leonurus sibiricus L. SÁLVIA-DO-RIO-GRANDE Lippia Alba [Mill.] N.E. Brown. Ex Britt. e Wils. BUCHA NOME CIENTÍFICO Luffa cylindrica (L.) Roem. MALVA-DE-BOTICA Malva silvestris L. ESPINHEIRA-SANTA Maytenus ilicifolia Mart. CINAMOMO Melia azedarach L. ERVA-CIDREIRA Melissa officinalis L. HORTELÃ-VIQUE Mentha arvensis L. HORTELÃ-CAMPESTRE Mentha campestris POEJO-DA-HORTA Mentha pulegium L. HORTELÃ-BRANCA Mentha rotundifolia L. ou Mentha suaveolens. HORTELÃ-VERDE Mentha spicata L. HORTELÃ-SILVESTRE Mentha sylvestris L. HORTELÃ-COMUM Mentha x villosa Huds. GUACO Mikania glomerata Sprengel. SENSITIVA Mimosa pudica L. AGRIÃO-DO-BREJO Nasturtium siifolium R.Br. ALFAVACA-ANISADA Ocimum basilicum var. anisatum L. ALFAVACA-CHINESA Ocimum gratissimum L. FIGO-DA-ÍNDIA Opuntia ficus-indica Mill. MANJERONA, Origanum majorana L. ORA-PRO-NOBIS-GRANDE Peireskia grandiflora Haw. MALVA-CHEIROSA Pelargonium graveolens Art. GUINÉ Petiveria alliacea L. FÁFIA Pfaffia glomerata (Spreng) Pedersen. QUEBRA-PEDRAS Phyllanthus niruri L. ssp. latryrroides (H. B. K.) G. L. Webster. QUEBRA-PEDRAS Phyllanthus tenellus Roxb. ELIXIR-PAREGÓRICO Piper calosum Ruiz e Pav. TANCHAGEM-MAIOR Plantago major L. ERVA-DE-BICHO Polygonum hydropiper Michaux. YACON Polymnia sonchifolia Poep. Endl. CARVALHO-EUROPEU Quercus alba L. ALECRIM Rosmarinus officinalis L. AMORA-PRETA Rubus spp. ARRUDA Ruta graveolens L. SÁLVIA Salvia officinalis L. SABUGUEIRO Sambucus nigra L. BÁLSAMO-BRANCO Sedum dendroideum Moc. e Sessé. CINERÁRIA Senecio cineraria DC. CARDO-DE-SANTA-MARIA Silybum marianum (L.) Gaertn SALSAPARRILHA Smilax spp. (Smilax campestris Griseb) MARIA-PRETA Solanum americanum Mill. JAMBUAÇÚ Spilanthes acmella (L.) Murr. var. typica PELO DE GATO Stachys lanata L. GERVÃO-ROXO Stachytarpheta jamaicensis [L.] Vahl. CONFREI Symphytum officinalis L. IPÊ-ROXO Tabebuia avellanedae Lorenz ex Grisebach. ARTEMÍSIA-ROMANA Tanacetum parthenium L. Schulz-Bip. CATINGA-DE-MULATA Tanacetum vulgare L. DENTE-DE-LEÃO Taraxacum officinale Weber. INCENSO Tetradenia riparia (Hochst.) N.E.Br. SERPILHO Thymus serpyllum L. TOMILHO Thymus vulgaris MARGARIDÃO-AMARELO Tithonia diversifolia A. Gray. GRANDIÚVA Trema micrantha (L.) Blume. 68 CAPUCHINHA Tropaeolum majus L. URTIGA Urera baccifera [L.] Gaudich. VALERIANA Valeriana officinalis L. FEL-DE-ÍNDIO Vernonia condensata Baker. VIOLETA-AFRICANA Viola odorata L. ARNICA-DO-MATO Wedelia paludosa DC. GENGIBRE Zingiber officinale [Willd.] Roscoe CAMOMILA Camomila matricaria GESTÃO AMBIENTAL RECURSOS HUMANOS E ESTRUTURA FÍSICA DISPONÍVEL A UEP de Gestão Ambiental da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul SC dispõe atualmente (dezembro de2003) dos seguintes recursos: Recursos humanos: Coordenador Geral - Professor Auxiliar Estrutura Física: Um galpão de madeira com área de 100 m2 Área de aproximada de 300 m2 de compostagem Minhocário de alvenaria de 12 m2 Um incinerador Uma estação de tratamento de esgoto com uma fossa séptica de 180 m3 de capacidade e um filtro de zona de raízes com aproximadamente 700 m3 de área. RESULTADOS DE PRODUÇÃO Setor de vermicompostagem e compostagem Produção de 3000 kg da adubo da independência Setor de triagem de resíduos sólidos Material Papel/papelão Plástico Vidros Alumínio Lata de Ferro/Sucata Cobre descascado Quantidade (Kg) 225,00 245,00 435,00 48,00 0,00 0,00 Melhorias efetuadas Construção da cobertura do incinerador; Parcerias e projetos efetuados e/ou iniciados em 2001 A UEP de Gestão está vinculado ao Curso Técnico Agricola com Habilitação em Agroecologia, fornecendo os compostos orgânicos para a produção orgânica no Setor de Agroecologia. Participa informalmente de outros projetos através do fornecimento de composto, como no caso do projeto Horta do Presídio, fornecendo composto orgânico para a produção olerícola no mesmo, projeto de de produção de mudas no setor de jardinagem, produção agroecológica de frutas e horta da escola. 69 Viagens, cursos, palestras efetuadas e outros eventos. Palestra “Os Desafios da Agroecologia na Transição Paradigmática” para alunos da Escola e alunos visitantes de outros centros de ensino, ao todo, 8 palestras em integração com o CEREM/EAFRS Curso de Gestão Ambiental junto a Universidade do Contestado, com carga horária de 100 hs aula. Objetivos atingidos e pontos fortes da UEP Os principais objetivos em 2004 foram: A manutenção e ampliação na produção de composto orgânico; A continuidade na reciclagem do lixo coletado na Escola; Manutenção das trilhas ecológicas Oportunidades de melhorias no setor As principais necessidades para que ocorram melhorias no setor são: Melhoria no caminho de acesso a UEP; Maior segurança e melhores condições de trabalho no setor; Capacitação do funcionário com cursos na área de atuação; Maior comprometimento da Escola na questão da separação do lixo. AGROECOLOGIA Resumo dos trabalhos sobre o Curso Técnico em Agroecologia do Primeiro Encontro de Entidades que trabalham com Agroecologia no Alto Vale do Itajaí: Perfil do Técnico em Agroecologia: Técnico tem de ser agente multiplicador na sua comunidade; Deve atender as necessidades da comunidade onde o técnico tem suas raízes; Valorizar suas raízes (comunidade); Trabalhar a ética, o conhecimento, e a sabedoria; Atuar junto ás escolas divulgando a idéia da agroecologia; Mobilizar a comunidade através de reuniões; Adotar agroecologia como estilo de vida; Dizer sim á vida; Que não seja um técnico de insumos químicos; Priorizar a produção de tudo o que se pode produzir na propriedade; Que seja “vertente” e não um “poço”; Que saiba que não é dono do saber. Estratégias a serem aplicadas: Estágio curricular efetuado durante do curso; Que o estágio seja feito junto a um produtor agroecológico, ou que esteja trabalhando com Agroecologia (produção orgânica, biodinâmica e etc.), e/ou ainda junto a entidades tais como Cemear, por exemplo; Estágio em mais de uma instituição; Pegar uma propriedade e implantar para dar exemplo; Apoio da instituição; Integração total, professores e suas matérias; Acertar a posição das disciplinas em relação ás práticas; Estudar a produção integrada agrosilvopastoril; 70 Estágios e visitas em agricultores agroecológicos e convencionais, que queiram passar para o sistema orgânico; Muitas aulas práticas; Estudar o calendário biodinâmico; Turismo rural, fruticultura, olericultura e sementes. Participação na campanha anti-tabagismo no calçadão em Rio do Sul. Participação no Seminário trangênicos em Rio do Sul. sobre Plantio direto de milho com plantadeira em parceria com as empresas Max e Pionner. Laboratório do Curso de Agroecologia Viagem técnca em parceria com a empresa Meridional de Tabacos. Cultura de fumo. 71 Desperta cidadão realizado em Ituporanga. Viagem técnica na Cooperativa CRAVIL – recepção dos grãos. Projeto de pesquisa com cultivares crioulos de feijão. Projeto de extensão rural – Dia de Campo na escola. Desperta cidadão realizado em Rio do Sul. Atividade prática: transplante de cebola. Pomar de Pêssego orgânico. Aula prática: identificação de adubos verdes. 72 5 – GESTÃO DE PESSOAS Equipe Docente N.º Nome do Servidor Graduação Pós – Graduação 1 Ademar J. Gauer Licenciado em Ciências e Especialização em Educação Matemática, Matemática Mestrado em Educação. 2 Adilso A Carniel Tecnólogo em Especialização em Administração Rural. ** Administração Rural e Esquema I. 3 Alceu Kaspary Licenciado em História e Especialização em História Econômica. Filosofia Mestrado em História 4 Alfredo de Licenciado em Ciências Especialização em Administração escolar. Gouvea * Agrícolas Mestrado em Agronomia. 5 Álvaro V. Caçola Bacharel em engenharia Especialização em Políticas florestal com Esquema I Agropecuárias no Mercosul 6 Ampelio Graduado em Administração Especialista em Adm. Rural Parzianello ** rural 7 Andressa Z. H. Engenheiro Agrônomo Bonfada ** 8 Ângela R. Poleto Licenciado em Educação Especialização em Esporte escolar, Mestrado Física em Ciências do movimento humano. 9 Arilde F. Alves Bacharel em Medicina Especialização em Metodologia do Ensino Veterinária e licenciado em Zootecnia 10Carlos N. O. Bacharel em Engenharia Mestre em zootecnia Estivalet Júnior* Agronômica 11Celso E. P. Bacharel em Engenharia Mestrado em Educação. Ramos* Agronômica 12César Ap. Engenheiro Agrônomo Especialização em Biotecnologia Bagattini** 13Claudia Licenciada em Geografia Especialização em Planejamento energético Cambruzzi ambiental municipal 14Claudinei Zunino Licenciado em Letras Especialização em Redação 15Claudio A. Koller Licenciado em Ciências Especialização em Planejamento energético Agrícolas ambiental e mestrado em Agroecossistemas. 16Claudio Keske Bacharel em Engenharia Especialização em Fruticultura comercial Agronômica com Esquema I 17Daiani Betiolo ** Graduada Engenheira agronômica 18Darcy Bitencourt Bacharel em Engenharia Mestre em Zootecnia Junior Agronômica 19Dirce M. de Licenciada em Ciências Especialização em Informática Aplicada à Freitas Educação; Orientação Educacional e Toxicologia Animal, mestrado em Ciências e Tecnologia dos alimentos. 20Elena S.A. S. Graduada em Engenharia Mestrado e Doutorado em Zootecnia Baade ** agronômica 21Erickson S. Licenciatura em Matemática Nogueira** 22Erwin H.Ressel Engenheiro Florestal Mestrado em Engenharia Florstal. Filho ** 23Evandro Engenheiro Agrônomo Mestrado em Ciências Agrárias M.Brandelero ** 73 24Fabiana Alves Graduada em Letras Gouvêa ** 25Fátima P. Zago Licenciada em Ciências, Especialização em Ensino de Matemática de Oliveira com habilitação em Matemática 26Flares Tadeu de Licenciado em Letras Especialização em Língua Portuguesa Liz* 27Franciele de Graduada em Agronomia Abreu ** 28Genuino Negri Licenciatura em Ciências Especializações: Metodologia Ensino, Agrícolas e Biológicas. Informática Educativa, Administração Rural, Mestrado em Engenharia Ambiental 29Gilmar Paulinho Técnico em Agropecuária Especialização em Administração Rural e Trichês Esquema II Mestrado em Desenvolvimento Regional. 30Hernan Vielmo* Bacharel em Engenharia Mestre em zootecnia agronômica e Zootecnia 31Ildefonso Antônio Licenciado em Disciplinas Especialização em Contabilidade Rossi* Específicas para o Ensino do 2º grau 32Irineu Marchi Licenciado em Química Especialização em Metodologia do Ensino 33Jaime A de Bacharel em Medicina Mestre em zootecnia Oliveira* veterinária 34Jair Seixas* Licenciado em disciplinas de Especialização em Administração escolar. formação especial para o Mestrado em Agronomia ensino do 2º grau 35João José Stupp Licenciado em Ciências Especialização em Educação Agrícolas 36Jorge Henrique Graduado em engenharia Especialização em análise ambiental para Rupp** agronômica gerenciamento de recursos naturais 37José H. Ramos ** Licenciado em Educação Mestrado em Educação Física. Física 38Karla Paola Picoli Técnico em Agropecuária Especialização em Desenvolvimento Regional Esquema II Sustentável e Estratégico 39Luciana Gonzáles Médica Veterinaria Mestre em Zootecnia Seus Perondi ** 40Luis AMartins Bacharel em Engenharia Mestre em Agronomia Medeiros Agronômica com Esquema I 41Luiz Carlos Tecnólogo em Especialização em qualidade total Boaretto ** Administração rural 42Maicon Graduado em agronomia Fontanive** 43Márcia C. Nicola Engenheiro Agrônomo Mestre em agronomia ** 44Maria Medianeira Graduada em engenharia Mestrado em Engenharia florestal Possebon florestal 45Marilise Schmitz Licenciada em Letras Braibante 46Nério José Zago Técnico-Agrícola Pós-Graduado em Ciências Contábeis; Contabilidade com Especialização em Administração Rural e Esquema II mestrado em Agroecossistemas. 47Neudi Artêmio Licenciado em Ciências Especializações: Informática Educativa, Schoulten* Agrárias Defensivos Agrícolas Produção de Ruminantes. Mestrado em Ciências e Doutorado em Zootecnia. 48Oscar Emilio Bacharel em Engenharia Mestre em Agricultura – Plantas Forrageiras Ludtke Agronômica Harthmann 74 49Paulo Antonio Licenciado em Ciências Especialização em Metodologia do Ensino e Silveira de Souza agrícolas e Biológicas Mestrado em Agroecossistemas. 50Robinson Jardel Engenheiro Agrônomo Mestre em Agronomia P. de Oliveira ** 51Rony da Silva Licenciatura em disciplinas Especialização em metodologia do ensino e para o ensino de 2º grau Mestrado em Extensão Rural. 52Rudimar Antonio Licenciado em Educação Especialização em Metodologia do ensino Camargo Drey Artística 53Sebastião Galvão Nível Médio (2º grau) de Lima 54Sérgio Miguel Bacharel em Engenharia Mestre em agricultura Mazaro* agronômica 55Silvana Cony Bacharel em Zootecnia Mestre em Zootecnia Quinteiro 56Sirlei de Fátima Ciências Contábeis com Pós-Graduação em Metodologia do Ensino. Albino Esquema I Mestrado em Ciências da Computação. 57Terezinha Graduada em Engenharia Especialista em produção e tecnologia de Schmitz ** agronômica sementes 58Vera Lucia Freitas Licenciada em Filosofia/ Pós-Graduação em Metodologia do Ensino Paniz Técnica em Processamento Mestrado em Ciências da Computação. de Dados 59Volney Zunino Licenciado em Educação Especialização em Psicomotricidade Física 60Walter Soares Licenciado em Biologia Especialização em Biologia Fernandes Obs.: (* ) - Professores efetivos UNED – Dois Vizinhos – PR (**) - Professores Substitutos UNED e Rio do Sul – SC Há professores substitutos que não mais se encontravam contratados em dezembro de 2003, porém fizeram parte do quadro de docentes do exercício de 2003. Técnicos Adminsitrativos Nº Nome do Servidor 1 Adelar Benetti 2 Alceu Luiz Rosa 3 Alexandre Maria 4 Anita Kuhnen Alexandre 5 Anselmo Elias Dalsenter 6 Anito Mezzomo 7 Carmelino Mazzi 8 Clovis Cristiano Brignoli 9 Daniela Koster da Silva 10 Dilmo Rodrigues 11 Edemir José de Oliveira 12 Elenita Maria Marchi Alves 13 Eliane A. de A. Dockhorn 14 Emilia Cristina Schlemper 15 Eurico da P. Pittaluga Neto 16 Fabio Bet 17 Giovana Bluning Pinto 18 Helmuth dos Santos 19 Irene S. Duarte Alexandre 20 Isaias Avi 21 Jader Samarone Lopez 22 Jailson Sulmar Ferreira 23 Judite Feliponi 24 Jurema Rosa Cargo – emprego Assistente em administração Eletricista Motorista Cozinheira Auxiliar Administrativo Técnico em Agropecuária Auxiliar de Agropecuária Programador Lavadeira Carpinteiro Auxiliar de Limpeza Auxiliar de Limpeza Operador de Máquina Copiadora Telefonista Tecnólogo em Cooperativismo Odontólogo Auxiliar de Cozinha Servente de Obras Contadora Auxiliar de Agropecuária Assistente de Aluno Padeiro Cozinheira Assistente de Alunos 1ºgrau 2ºgrau 3ºgrau Pós-graduação X X X X X X X X X X X X X X X X E X E X X X X X X X 75 25 Kátia M. Anami Segundo 26 Katia Regina K. Fronza 27 Laudelino Nichellati 28 Marcio Rampelotti 29 Marco Antonio Imhof 30 Maria Fontanive 31 Maria Silveira 32 Marisa Etel Maas 33 Mauricio Machado 34 Mylene Hafemann 35 Nadia Machado 36 Nilton Segundo 37 Onilde Brugnerotto 38 Oscar Álvaro dos Santos 39 Osmar Gutjahr 40 Osvaldo Bluning 41 Rosangela D.G. Schneider 42 Sergio Luiz Kreusch 43 Silvia Pereira de Melo 44 Vânia Maria Bastos 45 Warlem Xavier Matoso Assistente em Administração Técnica em assuntos educacionais Técnico em Agropecuária Técnico em Agropecuária Administrador Cozinheira 4ºSérie Lavadeira Técnico em Secretaria Auxiliar em Eletricidade Telefonista Assistente de Administração Assistente em Administração Técnico em Agropecuária Auxiliar de Agropecuária 4ºSérie Auxiliar de Encanador X Tratorista 4ºSérie Cozinheira Operador de Maquina Agrícola Bibliotecária Assistente Jurídico Motorista X X X X X E M X E X X X M X X X M E X X X X X DISTRIBUIÇÃO DE SERVIDORES POR ÁREA 1 Diretor Geral 2 Gabinete 3 Departamento de Administração e Planejamento 3.1 Direção do DAP 3.2 Coordenação Geral de Administração e Finanças 3.3 Coordenação Geral de Recursos Humanos 4 Departamento de Desenvolvimento Educacional 4.1 Direção do DDE 4.2 Coordenação Geral de Ensino 4.3 Coordenação Geral de Assistência ao Educando 4.4 Coordenação Geral de Produção e Pesquisa 5 Inativos 6 Pensionista 7 Estagiários (EAFRS e UNED) 87 Professores Substitutos (EAFRS e UNED) 9 Terceirizados (EAFRS e UNED) 10 UNED Dois Vizinhos - PR - (Efetivos) 11 Casa Familiar Rural de Rio do Sul 12 Servidor cedido Ministério do Trabalho (motorista) 13 Servidor AGU (Procurador Federal) 14 Servidor em licença sem vencimento (Contador) Total de Servidores Docentes Servidores Efetivos EAFRS UNED Total 30 10 40 01 03 15 01 11 03 51 01 18 09 23 03 01 06 15 51 12 02 01 01 01 163 DEMONSTRATIVO DE SERVIDORES POR CARGO/FUNÇÃO E UNIDADE Técnicos Docentes Lotação Casa Administ. TerceirizadosInativosPensionista EstagiáriosTotal Temporários Provisória Familiar Efetivos 08 07 15 43 02 45 33 18 51 03 03 01 01 - 02 02 03 03 06 123 40 163 76 Evolucao de servidores Ano Nº servidores 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 41 81 110 161 163 170 164 164 163 180 160 140 120 100 80 60 40 20 0 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 Condições de Remuneração dos servidores Despesa salarial média por servidores efetivos, pensionistas e inativos (inclue salários e encargos sociais). Orçamento Executado Numero de Servidores Media Anual Média Mensal 2.792.423,00 89 31.375,53 2.614.62 Despesa média com benefícios a servidores (incluem ativos e professores substitutos). Orçamento Executado Numero de Servidores Media Anual Média Mensal 165.483,83 100 1.654,83 137,90 Despesa média com professores substitutos (incluem salários e encargos sociais) Orçamento Executado Numero de Professores Media Anual Média Mensal 232.774,92 15 15.518,32 1.293,19 COMPARATIVO NUMERO DE FUNCIONÁRIOS X NUMERO DE ALUNOS (EAFRS e UNED) Proporção numero de alunos por total de funcionários (efetivos, contratados, CFR, estagiários e terceirizados). Numero de alunos Numero de servidores Numero de alunos por servidores 1.299 159 08 Proporção numero de alunos por total de professores (efetivos e substitutos) Numero de alunos Numero de professores Numero de alunos por Professor 1.299 55 23 77 Proporção numero de alunos por total de técnicos administrativos (incluem ativos, terceirizados, estagiários e CFR). Número de alunos Numero de servidores Numero de alunos por Técnicos Administrativos 1.299 104 12 Ações de Valorização do Servidor Destaca-se a oportunidade que a Escola oferece aos servidores de nível auxiliar, de retomarem seus estudos para a conclusão do 1º e 2º graus, através de parceria com a Casa Familiar Rural/CEJA – Centro de educação de Jovens e Adultos; Oportunidades dos servidores técnico-administrativos e docentes de cursarem Pós-Graduação em nível de especialização, mestrado e doutorado. Liberação integral ou parcial para capacitação. Oportunidades dos servidores técnico-administrativos e docentes de realizarem cursos de curta duração, utilizando a licença capacitação prevista no artigo 87 da lei 8.112/90, tais como: Cursos de Internet, Informática, línguas, área afim do servidor. No ano de 2003, foram oportunizados os seguintes treinamentos/visitas CAPACITAÇÃO Feira de habitação e construção- HABICON Feira de agricultura familiar TECNOESTE Dia de campo 1º Encontro Regional de jovens trabalhadores rurais VII FÓRUM Catarinense Floricultura V Congresso Internacional Zootecnia e XII Congresso Nacional Seminário Nacional de Educação profissional EXPOCENTRO Ciência Tecnologia e Informação II Simpósio Florestal Estadual IV Reunião Técnica Catarinense de milho e feijão II Simpósio Florestal IV Encontro Nacional de fruticultura de clima temperado XXIII Encontro Catarinense de Apicultores IX Congresso Florestal Estadual do RS X Seminário Regional de Piscicultura Treinamento SIASG VIII Encontro Regional Sul da CNDP – Comissão Naciol de Dirigentes de Pessoal Curso Gestão de Pessoas LOCAL SERVIDORES Florianópolis 04 Porto Alegre 01 Concórdia 04 C. Novos 01 Lages 01 Joinville 02 Uberaba 01 Brasília 01 Curitibanos 01 Lages 01 Blumenau 01 Lages 01 Blumenau 01 Fraiburgo 01 Ituporanga 01 Nova Prata 01 Ibiraba 01 Curitiba 01 Tramandaí 01 PERÍODO 14/02/03 23 a 25/01/03 29/01/03 12/03/03 05/04/03 26/04/03 10 a 14/05/03 15 a 18/05/03 09/05/03 03 a 05/07/03 10 e 11/07/03 22 a 24/07/03 11/07/03 29 a 31/07/03 01/08/03 10 a 13/09/03 12/09/03 24 a 28/11/03 26 a 28/05/03 São Paulo 01 TECNOESTE Palestra Secretário SEMTEC EXPOCENTRO 2003 XXI Encontro Regional Sul CPPTAs Seminário Tecnologia da informação e agronegócio Feira de livro de rua Seminário Financiamento Ensino Superior e Profissional II Jornada Catarinense de Educação matemática XXII Reunião anual da SBPH I FEACC – Feira estudantil agrária e científica do Centro de Educação Profissional de Água Doce I FORUM de auditores das EAFRS da Região Sul Ciclo de palestras/ MEC VIII Simpósio de controle biológico XIX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo Concórdia Curitiba Curitibanos Florianópolis S.Joaquim Florianópolis Florianópolis Concórdia Curitiba Água Doce 01 03 01 01 01 03 02 01 01 01 10 a 14/11/03, 24 a 28/11/03 e 08 a 12/12/03 29/01/03 11/02/03 10/05/03 09 a 13/06/03 28/04/03 15/05/03 23/05/03 29 e 30/05/03 21 a 25/07/03 23 e 24/09/03 Concórdia Curitiba São Pedro Rib. Preto 01 01 01 01 06 a 09/05/03 10 a 12/02/03 21 a 27/07/03 12 a 19/07 78 CONTROLE MENSAL DE PAGAMENTO DE DIÁRIAS Nome Adelar Benetti Ademar Jacob Gauer Alceu Kaspari Alexandre Maria Evento/participação Destino Serviços de Comissão de Sindicância colher depoimentos Dois Vizinhos Desenvolvimento dos trabalhos da Comissão Eelitoral instituida Dois Vizinhos pela portaria 206/03 Total II Jornada Catarinense de Educação Matemática Concórdia Participar do I FEACC - Feira Estudantil Agrária e Científica do Agua Doce CEDUP (Centro de Educ. Profissional de Agua Doce) Acompanhar alunos a feira catarinense de matemática Joinville Aplicar exame de seleção Ituporanga Total Participar da XXIII Reunião anual da SBPH Curitiba Total Conduzir Servidor para Pericia Médica Bal. Camboriu Participar da Feira de Habitação e Construção - HABICON Florianópolis Viagem Técnica Expoagro Afubra Rio Pardo Viagem Técnica Tecnologias Integradas Pioner Afubra Ituporanga Viagem Técnica a Empresa COMFLORESTA Campo Alegre Show Rural Copercampos Campos Novos Show Rural Copercampos Campos Novos Viagem Técnica Propriedade Aluno Rodrigues Marian Imbuia Conduzir Presidente da APP Ibirama Viagem Técnica Col Agricola São José do Cerrito São J. Cerrito Viagem Técnica Propriedade agricola Imbuia !º Encontro Regional de Jovens Trabalhadores Rurais Lages Viagem Técnica Mercaflor/ C'hacara das orquídias/Ag.Ilha Joinville Viagem Técnica Mercaflor/ C'hacara das orquídias/Ag.Ilha Joinville Conduzir Alunos p/ 2o. Acamparancho Imbuia Conduzir Alunos p/ 2o. Acamparancho Imbuia Transportar DataShow para Concerto Blumenau Conduzir Servidores reunião IV JASC Agua Doce Conduzir Alunos Viagem Técnica Pinus BR 470 Otacílio Costa Viagem Técnica cidade Das Abelhas Florianópolis Conduzir Alunos Forum Catarinense Floricultura Joinville Conduzir Servidores Visita Técnica Prop. Rurais Atalanta Expocentro 2003 - Transporte de Animais Curitibanos Expocentro 2003 - Transporte de Animais Curitibanos Conduzir alunos Estação Experimental Cooperserra São Joaquim Conduzir alunos vista cidade das abelahas Florianópolis Transportar DataShow Blumenau Conduzir alunos Propriedade Afonso Kompel Ituporanga Conduzir alunos APREMAVI Atalanta Conduzir Agricultores e alunos projeto estrada bonita Joinville Conduzir Alunos Viagem Técnica José Boiteux Conduzir Alunos Viagem Técnica José Boiteux Conduzir Alunos Treinamento Olimpiada de Matemática Florianópolis Conduzir alunos cidade das abelahas e pesq pag agrolandia Florianópolis Conduzir alunos estação Experimental EPAGRI Ituporanga Conduzir alunos grupo alemão festival em Concórdia SC Concórdia Conduzir alunos a Floresta Nacional em Ibirama Ibirama Conduzir Alunos ao encontro de dirigentes Cooperativas Santa Rosa Sul Conduzir servidores ao Programa de resgate de milho Criolo Tangará Conduzir alunos ao II Simpósio Florestal Estadual Blumenau Conduzir servidor Sebastião para tratar assuntos presidente APP Petrolândia Conduzir Grupo Alemão p XXXI Festival de Nova Petrópolis Nova Petrópolis Buscar mudas de plantas medicinais doadas pela colônia Florianópolis agrícola de Florianópolis Buscar mudas de cebolas Ituporanga Conduzir Alunmos viagem Técnica Fazenda Maria Clara Imbuia Conduzir Alunmos viagem Técnica Fazenda Maria Clara Imbuia Conduzir Alunos Viagem Técnica Plantas Medicinais Rodeio Conduzir Servidores para reunião jogos preparatórios das Água Doce Escolas Agricolas Reunião Camara Setorial de Plantas Medicinais Florianópolis Buscar mudas de cebolas Ituporanga Viagem técnica Klabin celucat+Reflorestamento pinus Otacílio Costa Conduzir servidores para auxiliar na coleta de semen do touro da Indaial EAFRS Viagem técnica Exposição Internacional de Esteio Esteio Pago 82,29 78,66 160,95 95,82 95,82 246,81 29,52 467,97 562,56 562,56 25,01 45,06 78,66 25,01 25,01 25,01 25,01 25,01 25,01 25,01 25,01 28,64 39,33 39,33 25,01 28,64 39,55 25,01 25,01 45,05 42,96 25,01 28,64 25,01 25,01 45,06 39,33 25,01 25,01 39,33 25,01 25,01 138,79 45,04 25,01 85,92 25,01 135,94 25,01 39,33 25,01 139,57 45,06 25,01 25,01 25,01 25,01 25,01 45,06 25,01 25,01 25,01 78,66 79 Alfredo de Gouvea Andressa Zardin E Bonfada Angela R. Poleto Anita Kuhnen Alexandre Anito Mezzomo Anselmo Elias Dalsenter Aride Franco Alves Viagem técnica Exposição Internacional de Esteio Esteio 78,66 Viagem Técnica Ceasa Florianópolis 142,44 conduzir Alunos p/ Viagem Tecnica a APREMAVI Atalanta 25,01 conduzir Alunos p/ Congresso Florestal Nova Prata 189,59 Conduzir Professor Darcy Bitencout Jr. para elaborar prova do Camboriu 25,01 CONEA Conduzir alunos apresentação artistica banda marcial em timbo Timbó 85,92 SC Conduzir alunos para a feira agropecuária e de matemática Agua Doce 78,66 Conduzir alunos grupo alemão fpara festiva de danças folcloricas Gaspar 78,66 Conduzir alunos da Copefar ao encontro jovens agricultores Palmitos 139,57 cooperativistas catarinenses Buscar mudas de missioneira gigante EPAGRI Ituporanga 25,01 Conduzir Comissão eleitoral e Candidatos a Diretor Geral, para Dois Vizinhos 78,66 a UNED Conduzir Comissão eleitoral e Candidatos a Diretor Geral, para Dois Vizinhos 78,66 a UNED Transporte de materiais e servidores para o desperta cidadão Ituporanga 25,01 Conduzir alunos grupo alemão para Apresentação na Blumenau 42,96 Oktoberfest Conduzir servidores para o desperta cidadão Ituporanga 28,64 Conduzir servidroes e alunos aos jogos escolares Água Doce 139,57 Conduzir alunos para o encontro de agricultura familiar Imbuia 25,01 Conduzir alunos para encontro cultural e tradicionalista Região Alegrete 193,22 Sul Transporte de materiais para a XIX Feira de matematica Joinville 38,12 Acompanhar alunos para a XIX Feira de matematica Joinville 119,20 Acompanhar professores divulgação teste de seleção Ibirama 23,80 Acompanhar professores divulgação teste de seleção Ituporanga 23,80 Viagem técnica granja de postura Dionisio Schimidt Ituporanga 23,80 Conduzir alunos viagem de estudos Vila Fracioni e Cooperserra São Joaquim 23,80 Acompanhar alunos viagem técnica propriedade de afonso Kopel Ituporanga 23,80 Conduzir professores para divulgação exame de seleção Ibirama 23,80 Conduzir alunos viagem técnica museu do contestado Curitibanos 23,80 Acompanhar alunos visita técnica POMIFRAI + E. Exp. Videira Videira 23,80 Conduzir Diretor Geral para Reunião CEFET Florianópolis 43,85 Conduzir alunos para viagem técnica ao museu do contestado Curitibanos 23,80 Conduzir alunos para viagem técnica estação experimental da Ituporanga 23,80 EPAGRI Conduzir servidor Oscar Hartmann para reunião do CONEA Campos Novos 23,80 Conduzir Diretor p/ assinatura contrato concurso público Florianópolis 43,84 Total 4.055,32 Palestra na EAF Rio do Sul SC Rio do Sul 30,73 Palestra na EAF Rio do Sul SC Rio do Sul 30,73 Total 61,46 Participar do TECNOESTE Concórdia 30,73 Total 30,73 Reunião preparatória para os IV JEASC Água Doce 30,73 Organização dos IV Jogos de Escolas Agrícolas de SC Água Doce 30,73 Participação nos IV jogos entre Escolas Agricolas de SC Água Doce 167,20 Divulgação Exame de seleção Atalanta 29,52 Aplicar exame de seleção Ibirama 29,52 Total 287,70 Levar aluna Viviane B. Costa p/ sua casa p/ problemas Disc. José Boiteux 25,01 Total 25,01 Participar do TECNOESTE Concórdia 25,01 Ituporanga 25,01 Participar do XXIII encontro catarinense de apicultores. Atualização e definição de parcerias para a Escola Ituporanga 57,28 Participar do XXIII encontro catarinense de apicultores. Atualização e definição de parcerias para a Escola Complementação Diária 166 Acompanhar grupo de alunos viagem de estudos São Joaquim 23,80 Viagem de estudo disciplinas floricultura e agricultura Videira 23,80 Total 154,90 Desenvolvimento dos trabalhos da Comissão Eelitoral instituida Dois Vizinhos 76,98 pela portaria 206/03 Desenvolvimento dos trabalhos da Comissão Eelitoral instituida Dois Vizinhos 76,98 pela portaria 206/03 Total 153,96 Serviços de Comissão de Sindicância colher depoimentos Dois Vizinhos 99,45 Acompanhar Alunos das turmas 3º A, 3ª B e PM à EXPOINTER Esteio 95,82 80 Cesar Aparecido Bagattini Claudia Cambruzzi Claudinei Zunino Claudio Adalberto Koller Daniela K da Silva Darcy Bitencourt Junior Dilmo Rodrigues Edemir José de Oliveira Elena S. A. Baade Emilia Cristina Schlemper Erickson Slomp Nogueira Erwin Hugo Ressel Filho Eurico Palma Pittaluga Neto Acompanhar Alunos das turmas 3º A, 3ª B e PM I à Esteio EXPOINTER Total Viagem de Estudo Cidade das Abelhas e Piscicultor Florianópolis Viagem Técnica cidade das abelhas Florianópolis Visita CEPEA - Florianópolis e piscicultor em agrolandia Florianópolis Viagem técnica parasubsidiar os conteúdos desenvolvidos em Florianópolis sala de aula: comercialização de produtos hortifrutigranjeitros, apicultura, plantas medicinais e piscicultura. Participar do X seminário regional de piscicultura Ibirama Divulgação Exame de seleção Ibirama Aplicar exame de seleção Ituporanga Total I FORUM de Auditores das EAFs da Região Sul Concórdia Total Aplicar exame de seleção Ibirama Total Audiencia com Procuradora Federal São B. do Sul Tomar Posse Diretor Geral Brasília Total Visitar 2º Feira de Livro de Rua Florianópolis Total Expocentro 2003 Curitibanos Expocentro 2003 Curitibanos Expocentro 2003 Curitibanos Participar do seminário nacional de Educação Profissional Brasília Mostra de gado simental participação e divulgação da Escola e Itajai fomento da raça Mostra de gado simental participação e divulgação da Escola e Itajai fomento da raça Serviços de Comissão de Sindicância colher depoimentos Dois Vizinhos Reunião na Universidade Federal SC Florianópolis Participação de animais da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Lages Sul SC (bovinos) na Expolages Reunião do CONEA Camboriu Acompanhar julgamento de animais na expolages Lages CONEA - Comissão de Avaliação por Competencia - Corrigir Camboriu provas Total Acompanhar Alunos Grupo de danças Alemãs no 31º festival de Nova Petrópolis folclore de Nova Petrópolis Apresentação do grupo alemão na Oktoberfest Blumenau Acompanhar alunos para encontro cultural e tradicionalista Alegrete Região Sul Total Divulgação da FETEC Atalanta Divulgação da FETEC Sta. Terezinha Divulgação da FETEC Ibirama Divulgação da FETEC Ituporanga Total Divulgação Exame de seleção Ituporanga Aplicar exame de seleção Ituporanga Total Treinamento SIASG Curitiba Total Discussão 4º Treinamento Olimpiada de Matemática Florianópolis Classificação e participação da 2º fase da Olimpiada Regional de Blumenau Matemática Acompanhar alunos a feira catarinense de matemática Joinville Total Viagem Técnica Campo Alegre Visita Técnica APREMAVI Atalanta Viagem Técnica Correia Pinto Participar do II Simpósio Florestal Estadual Blumenau Participação no IX Congresso florestal Estadual do RS Nova Prata Total Particiap e acompanhar alunos COPEFAR em Sombrio Sombrio Organização dos IV Jogos de Escolas Agrícolas de SC Água Doce Participar do II encontro de bandas e Fanfarras da cidade de Timbó Timbó SC Água Doce Participação nos IV jogos entre Escolas Agricolas de SC 95,82 291,09 54,78 54,78 54,78 54,79 30,73 29,52 29,52 308,91 215,05 215,05 36,40 36,40 29,52 410,88 440,40 45,06 45,06 30,73 30,73 34,36 501,04 30,73 34,36 99,45 54,79 30,73 30,73 30,73 29,52 937,91 139,57 42,96 193,22 375,75 25,01 25,01 25,01 25,01 100,04 29,52 29,52 59,04 606,70 606,70 166,15 51,54 143,72 361,41 30,73 30,73 30,73 147,36 229,63 469,18 198,91 37,61 123,71 202,55 81 Evandro M. Bradelero Fabiana Alves Gouveia Gilmar Paulinho Triches Helmuth dos Santos Isaias Avi Jader Samarone Lopes Jair Seixas João José Stupp José Henrique Ramo Juarez Valdinei Ferreira Jurema Rosa Kátia M A Segundo Kátia Regina Koerich Fronza Márcia C Nicola Total Participar do TECNOESTE Total Aplicar exame de seleção Total Seminário Finaciamento Ensino Superior e profissional Divulgação Exame de seleção Total Participar da Feira de Habitação e Construção - HABICON Acompanhar Visita Técnica Propriedade de Aluno Total Estágio técnico em agroecologia junto ao CEDUP Concórdia Ibirama Florianópolis Santa Terezinha Florianópolis Imbuia São José do Cerrito 562,76 30,73 30,73 29,52 29,52 54,78 29,52 84,30 45,06 25,01 70,06 133,52 Total 133,52 Acompanhar Alunos em Viagem Imbuia 25,01 Acompanhar Alunos em Viagem Imbuia 28,64 Acompanhar Alunos Visita projeto estrada bonita Joinville 39,33 Levar aluna Viviane B. Costa p/ sua casa p/ problemas Disc. José Boiteux 25,01 Acompanhar alunos grupo alemão festival em Concórdia SC Concórdia 85,92 Total 203,91 Participar dos trabalhos da Comissão Eleitoral Rio do Sul 223,72 Desenvolvimento dos trabalhos da Comissão Eelitoral instituida Rio do Sul 160,60 pela portaria 206/03 Total 384,32 Participar do TECNOESTE Concórdia 37,61 Participar de Palestra co Secretário da SEMTEC Curitiba 66,47 Tratar de Assuntos relacionados com a trasf. UNED Brasília 361,59 Acompanhar Diretor Reunião CD da EAF Sombrio Santa Rosa Sul 116,45 Audiencia com Procuradora Federal Blumenau 58,23 Assuntos Administrativos/Audiencia com ministro MEC Brasília 588,87 Expocentro 2003 Curitibanos 41,23 Reunião CONDAF e Audiencia com Ministro Goiânia 534,78 Formatura de Alunos projeto Terra Solidária Curitiba 343,21 Formatura de Alunos na UNED Dois Vizinhos 82,47 Complemento da Diária 097/2003 - retorno 26/5 Dois Vizinhos 78,84 Participar da Reunião do CONEA Florianópolis 66,46 Participar de reunião Conselho Diretor da EAF Sombrio sC Santa Rosa Sul 116,44 Participar de reunião Conselho Diretor da EAF Sombrio sC Sombrio 116,45 Formatura do curso de agroecologia Dois Vizinhos 198,92 Assinatura da portaria de transferência de Gestão da UNED/DV Brasília 435,83 para a CEFET/PR Acompanhamento Administrativo da UNED DV/PR Dois Vizinhos 198,92 Reunião dos conselhos com o ministro da Educação e Secretário Brasília 588,87 da SEMTEC Reunião dos diretores das Instituiçòes para tratar de concurso Florianópolis 66,47 público Reunião na Universidade Federal SC Florianópolis 66,47 Reunião Conselho Diretor EAF Sombrio SC Santa Rosa Sul 116,45 Palestra agência de desenvolvimento Blumenau 58,23 Reunião do CONDAF Brasília 735,88 Tratar do concurso público com instituições federais de SC Florianópolis 65,26 Reunião ordinária Conselho Diretor Santa Rosa Sul 114,03 Assuntos administrativos na UNED Dois Vizinhos 165,24 Assinatura contrato concurso público Florianópolis 65,25 Total 5.484,88 Participação nos IV jogos entre Escolas Agricolas de SC Água Doce 168,17 Total 168,17 Palestra na EAF Rio do Sul SC Rio do Sul 25,01 Palestra na EAF Rio do Sul SC Rio do Sul 25,01 Total 50,02 Conduzir Servidor para Pericia Médica Camboriu 25,01 Total 25,01 Instalação dos trabalhos da comissão instituida pela portaria Dois Vizinhos 346,92 SEMTEC 192 de 22/10/2003 Total 346,92 XXI Encontro Regional Sul de CPPTAs Florianópolis 505,14 Total 505,14 Participar do TECNOESTE Concórdia 30,73 Viagem de Estudo Joinville 47,91 Viagem de Estudo Joinville 47,91 82 Marcio Rampelotti Marco Antonio Imhof Maria Medianeira Possebon Marilise S. Braibante Mauricio Machado Nério José Zago Neudi Artemio Schoultem Nilton Segundo Onilde Brugnerotto Oscar Alvaro dos Santos Oscar Emilio L. Harthmann Osvaldo Bluning VII Forum Catarinense Floricultura Viagem Técnica Viagem Técnica Total Participar da Feira de Habitação e Construção - HABICON Participar da Home Art - Feira de arquitetura, decoração e moveis Total Participar de Palestra co Secretário da SEMTEC Audiencia com Procuradora Federal Entregar prestação de Contas 2002 na GRCI SC Instalação dos trabalhos da comissão instituida pela portaria SEMTEC 192 de 22/10/2003 Audiencia com Procuradora Federal Total VII Forum Catarinense Floricultura II Simpósio Florestal Total Seminário Finaciamento Ensino Superior e profissional Total Participar da Feira de Habitação e Construção - HABICON Total Viagem Técnica Expoagro Afubra Participar do 8. Dia de campo na copercampos Viagem Técnica Propriedade agricola IV Encontro nacional de fruticultura de clima temperado Viagem de estudo fruticultura e agricultura Viagem de estudo disciplinas floricultura e agricultura Aplicar exame de seleção Total Palestra na EAF Rio do Sul SC Palestra na EAF Rio do Sul SC Total Participar do VIII encontro Regional de RH Total Buscar mudas de plantas medicinais Total Participar da Feira de Habitação e Construção - HABICON Total Participar do IVReunião Técnica Catarinense de milho e feijão Reunião na Universidade Federal SC Aplicar exame de seleção Total Participar de Palestra Política Educacional da SEMTEC Viagem Técnica Expoagro Afubra Acompanhar Diretor Reunião CD da EAF Sombrio Conduzir Servidora Maria Fontanive na JFSC Acompanhar CTG apresentações Artisticas Acompanhar CTG apresentações Artisticas Formatura dos Alunos Terra Solidária Acompanhar Alunos Viagem técnica Estação EPAGRI Acompanhar Alunos Seminário Sul Bras. CFR Formatura dos Alunos Terra Solidária Seminário Tecnologia da Informação e Agronegócios Expocentro 2003 Conduzir alunos Estação Experimental Cooperserra Acompanhar Servidores Seminário Finaciamento Ensino Su Viagem Técnica Cultura de Pinus Buscar palestrante Célio Hoegen Divulgação da FETEC Acompanhar Alunos Viagem Técnica Divulgação da FETEC Divulgação da FETEC Divulgação da FETEC Acompanhar CTG em apresentação artisitca Palestra Sobre Agrotóxicos Conduzir animais para a 10º feira do colono em Itajai Buscar animais na 10º feira do colono em Itajai e levar touro simental para coleta de semem em Indaial Joinville José Boiteux José Boiteux Florianópolis Florianópolis 51,54 30,73 30,73 239,55 45,06 43,85 Curitiba Blumenau Florianópolis Dois Vizinhos 88,91 66,47 58,23 66,47 346,92 São B. do Sul 36,40 574,49 Joinville 51,54 Blumenau 47,91 99,45 Florianópolis 54,78 54,78 Florianópolis 45,06 45,06 Rio Pardo 95,82 Campos Novos 30,73 Imbuia 30,73 Fraiburgo 160,91 São Joaquim 29,54 Videira 29,52 Ituporanga 29,52 406,77 Rio do Sul 30,73 Rio do Sul 30,73 61,46 Tramandaí 195,29 195,29 Florianópolis 45,06 45,06 Florianópolis 45,06 45,06 Lages 189,09 Florianópolis 66,47 Ibirama 36,40 291,95 Curitiba 142,44 Rio Pardo 78,66 Santa Rosa Sul 78,66 Blumenau 39,33 Pres. Getulio 25,01 Pres. Getulio 28,64 Pres. Getulio 25,01 Itajai 25,01 Maravilha 185,96 Porto Vitória 85,92 São Joaquim 25,01 Curitibanos 25,01 São Joaquim 25,01 Florianópolis 45,05 Otacílio Costa 25,01 Ituporanga 25,01 Otacílio Costa 25,01 Otacílio Costa 25,01 Atalanta 25,01 Vidal Ramos 25,01 Ibirama 25,01 São C. do Sul 28,64 Ituporanga 25,01 Itajai 25,01 Itajai 85,92 83 Robinson J.P de Oliveira Rony da Silva Rosangela Garzo Schneider Rudimar A C Drey Sebastião Galvão de Lima Sergio Luiz Kreusch Silvana Cony Quinteiro Vera L. Freitas Paniz Volney Zunino Walter Soares Fernandes Acompanhar Alunos Viagem Técnica Propriedade Rural de Antônio Gabiroba Acompanhar apresentação artística do CTG Acompanhar apresentação artística do CTG - Buscar Transporte de touro para coleta de semen Buscar Touro após coleta de semen Acompanhar servidores exposição de livros no Schoping Beira Mar Norte Acompanhar Servidores Reinião Projeto Disperta Cidadadão Acompanhar alunos e buscar doação de mudas florestais Transporte de milho para a funai Acompanhar professor e alunos na olipianda de matematica Acompanhar servidores em reunião Floresta Nacional Acompanhar tesoureiro em reunião com presidente da APP Transporte de animais para a EXPOLAGES Transporte de ordenhadeira para expolages Acompanhar Professor Darcy na Expolages Transporte de Poedeiras Transporte de animais expolages (retorno) Acompanhar alunos para jogos escolares das escolas agricolas de SC Levar documentos para tranc. Matricula aluno Fabrício Henzen Transporte de poedeiras Acompanhar alunos viagem de estudos Vila Fracioni e Cooperserra Acompanhar alunos curso de inseminação artificial Acompanhar alunos visita técnica POMIFRAI + E. Exp. Videira Acompanhar alunos curso de inseminação artificial Acompanhar servidores para aplicação do Teste de Seleção Acompanhar Servidor e alunos na Fundação da Cooperativa de plantas medicinais Total Participar da Feira de Agricultura Familiar Viagem Técnica Col Agricola São José do Cerrito !º Encontro Regional de Jovens Trabalhadores Rurais Formatura dos Alunos Terra Solidária Formatura dos Alunos Terra Solidária Visita ao horto de plantas medicinais da irmã Eva Michalach Divulgação Exame de seleção Total Viagem de Estudos Fruticultura de Clima Temperado Representar Direção formatura EAF Sombrio SC Participar evento coência/Tecnologia e Informação Formatura do curso de agroecologia Viagem técnica parasubsidiar os conteúdos desenvolvidos em sala de aula: comercialização de produtos hortifrutigranjeitros, apicultura, plantas medicinais e piscicultura. Desenvolvimento dos trabalhos da Comissão Eelitoral instituida pela portaria 206/03 Desenvolvimento dos trabalhos da Comissão Eelitoral instituida pela portaria 206/03 Total Visitar 2º Feira de Livro de Rua Total Deslocamento até Navegantes Total Visitar 2º Feira de Livro de Rua Total Acompanhar alunos da Copefar ao encontro jovens agricultores cooperativistas catarinenses Acompanhar professores divulgação teste de seleção Divulgação do teste de seleção Total V Congresso Inter. Zootecnia, XIII Congresso Nac. Zoo. Total Seminário Tecnologia da Informação e Agronegócios Total Reunião preparatória para os IV JEASC Total Participar de Palestra co Secretário da SEMTEC Audiencia com Procuradora Federal Ituporanga 25,01 Timbó Timbó Indaial Indaial Florianópolis 28,64 28,64 25,01 25,01 45,06 Ituporanga Otacílio Costa José Boiteux Blumenau Ibirama Petrolândia Lages Lages Lages Ituporanga Lages Água Doce 25,01 25,01 25,01 42,96 25,01 25,01 25,01 25,01 25,01 25,01 25,01 85,92 Petrolândia Ituporanga São Joaquim 23,80 23,80 23,80 Camboriu Videira Camboriu Ibirama Florianópolis 23,80 23,80 23,80 23,80 43,85 São Joaquim Sombrio Lages Dois Vizinhos Florianópolis 1.941,17 298,37 30,73 34,36 34,36 34,36 30,73 29,52 492,43 30,73 34,36 164,54 164,54 54,79 Dois Vizinhos 95,82 Dois Vizinhos 95,82 Porto Alegre São J. Cerrito Lages Pres. Getulio Porto Vitória Rodeio Ibirama Florianópolis Navegantes Florianópolis Palmitos Atalanta Sta. Terezinha Uberaba São Joaquim Água Doce Curitiba Blumenau 640,61 45,06 45,06 30,73 30,73 54,78 54,78 134,13 23,80 23,80 181,73 507,94 507,94 30,73 30,73 30,73 30,73 66,47 58,23 84 Assuntos Administrativos/Audiencia com ministro MEC Reunião Projeto Terra Solidária Seminário Ensino Médio Total Brasília Florianópolis Brasília Total Global 585,12 66,46 585,68 1.361,96 25.752,42 Fonte: CGAF TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA A EAFRS sofre desde sua criação com o desmantelamento do aparelho Estatal, após 08 anos de funcionamento até o presente momento, esta IFE não pode completar seu quadro de pessoal, prejudicando em muito as atividades da mesma. Para tentar amenizar o problema, a saída é a terceirização de mão de obra através de empresas especializadas. Em um orçamento total de custeio na ordem de 1.401.623, a EAFRS e a UNED aplicaram 556.571,58, ou seja, 40% do custeio somente para terceirização. Além do gasto que poderia estar sendo aplicado na area fim da Escola, ainda encontramos profissionais contratados com pouca qualificação, com remunerção baixa, o que desmotiva, sem um acompanhamento direto das empresas terceirizadas, entre outros, que acaba implicando num alto índice de rotatividade, prejudicando o andamento normal dos setores. Segue abaixo o comparativo do custo da terceirização: Despesa média por serviços estagiários e Casa Familiar Rural) terceirizados (vigilancia, conservação, Orçamento Executado Número de Funcionários Média anual Média mensal 556.571,58 59 9.433,41 786,11 SINDICÂNCIAS/PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR –PAD Nº do Processo Motivo Conclusão 23000.081207/2003-23 Sindicância Laboratório de Informática e CEREM - computador (Portaria Arquivado. (transformado 104/03 de 30/05/030 em PAD). 23000.081223/2003-16 PAD – Jailson Sulmar Ferreira – Roubo de alimentos. (Portaria 116/03 de Em andamento 10/06/2003) 23000.081508/2003-57 Sindicância desaparecimento processso 23000.081207/2003-23 Em andamento 23000.081442/2003-03 Laboratório de Informática e CEREM – computador (Portaria 198/03 de Em andamento 22/09/03 e 242/03 de 04/12/03.) 23000.081455/2003-74 Sindicância Roubo televisão UEP Floresta. (Portaria 231/03 de 07/11/03) Em andamento 23000.081319/2003-84 Sindicância Convênio bovinos de leite – UNED. (Portaria 123/03 de Em andamento 16/06/03 e 183/03 de 11/09/03) 23000.076376/2002-61 PAD Licença saúde paralelamente com curso de doutorado servidor Jair Em andamento Seixas. (Portaria 186/03 de 11/09/03) 23000.081350/2003-15 Sindicância desaparecimento balança semi-analítica do laboratório de Concluído química. (Portaria 157/03 de 01/08/03). 85 6 – GESTÃO DE SUPRIMENTO DE BENS E SERVIÇOS Procuramos no ano de 2003 evitar repetições desnecessárias de licitações por motivos de falta de fornecedores cadastrados, por esse motivo optamos por um maior número de licitações Tomada de Preço, por dar ampla concorrência e evitar que não se possa adquirir um Material/serviço necessário. Otimizamos os gastos com suprimento de fundos, evitando ao máximo a aquisição de materiais que podem se dar por processo normal de compras. No tocante a obras, não houve nenhuma obra no ano de 2003, todas as compras foram efetuadas para dar andamento normal a Escola. No final do ano de 2003, foram efetudas licitações para aquisição de equipamentos e/ou serviços que serão concluidos no ano de 2004. Licitações efetuadas no ano de 2003 Modalidade e número Convite 01/2003 Convite 02/2003 Convite 03/2003 Convite 04/2003 Tomada de Preço 01/2003 Tomada de Preço 02/2003 Tomada de preço 03/2003 Tomada de preço 04/2003 Tomada de preço 05/2003 Tomada de Preço 06/2003 Tomada de Preço 07/2003 Tomada de Preço 08/2003 Tomada de Preço 09/2003 Tomada de Preço 10/2003 Tomada de Preço 11/2003 Tomada de Preço 12/2003 Total Objeto valor Generos Alimentícios 94.434,45 Material de expediente 12.615,62 Material de limpeza 11.986,70 Combustíveis 40.950,00 Generos alimentícios 94.434,45 Alimento para animais 33.212,00 Medicamentos e insumos agropecuários 4.301,75 Sementes equipamentos de proteçào, ferramentas e 21.480,50 insumos agropecuários. Serviço de limpeza e conservação 204.461,76 Alimento para animais 24.613,00 Seguro de veículos 10.369,42 Acervo bibliográfico 18.203,33 Gerador de vapor 25.990,00 Melhorias na rede elétrica 4.266,28 Material de manutenção de bens imóveis 10.324,88 Terraplanagem drenagem e pavimentaçào 28.897,50 640.541,64 Fonte: CGAF Execução do orçamento por modalidade de licitação Modalidade Convite Tomada de preço Dispensa de licitação Licitação inexigivel Suprimento de fundos Pregão Total Valor % 102.367,64 561.482,63 313.867,92 30.802,08 15.662,89 39.112,99 1.063.296,15 9,63 52,81 29,51 2,90 1,47 3,68 100 Fonte SIAFI Obs: não está incluido os recursos não passíveis de licitação (pessoal, benefícios, aposentadoria etc) no valor de R$ 3.408.092,88. CONVENIOS 2003 Convenio bolsa CAPES – Mestrado - EAFRS/SEMTEC Convenio execução custeio 2003 EAFRS/SEMTEC 18.188,48 20.397,06 86 Convenio para implantação do laboratório de sementes (calçamento, reforma prédio) 40.581,56 EAFRS/SEMTEC Convenio Consolidação da Agroindústria da EAFRS (Caldeira, e reforma fiação elétrica 32.878,01 externa de Alta e Baixa Tensão. EAFRS/SEMTEC Convenio para aquisição de acervo bibliográfico e equipamentos de proteçào e 21.470,50 segurança EAFRS/SEMTEC Convenio execução do custeio 2003 UNED DV – EAFRS- – UNED DV /SEMTEC 7.941.17 Convenio ampliação do acervo da bilbioteca da UNED DV 2.941,17 TOTAL DE CONVENIOS 2003 144.397,95 Fonte: SIAFI Outros convenios Entidade objeto Fundação Vitae Laboratório de sementes Valor 134.289,00 Fonte: CGPP 87 7 – PROCESSOS DE CONTROLE No exercício de 2002, a Auditoria da Secretaria Federal de Controle Interno da CGU, recomendou /determinou que segue UG:153238 Documento recomendação Implementada (sim/não) GU/SFCI Realização de gastos não tipificados, material permanente e outros passíveis de sim subordinar-se ao processo normal de aquisição GU/SFCI Regularização dos imóveis da UNED Dois Vizinhos Não Relatório 116503 Relatório 116503 Relatório GU/SFCI Estruturar uma Unidade de Auditoria Interna Não 116503 Relatório GU/SFCI Atestar as notas fiscais nos processos de pagamentos Sim 116503 Relatório GU/SFCI Apurar responsabilidades pelos itens não localizados no inventário e colocação de Parcialmente 116503 plaquetas Relatório GU/SFCI Levar em consideração os apontamentos do setor contábil Sim 116503 Diligência TCU Contratação temporária Professor substituto Adilso Augustinho Carniel – Sim Acórdão 1265/2003 disponibilizar ficha de Desligamento SISAC 2ª Camara-at 26/2003 Diligência CGU nº Contratação temporária professor susbtituto: Evandro M. Brandelero, Nelson A Zarth, Sim 206/2003 Robinson J.P. de Oliveira, Erickson S. Nogueira, Andressa Z. Bonfada, Sergio L.C. de Souza, Emerson Cechin, Glauco H. Lindner, Gilmar E. Martinello, Juliana Fronza, Moacir G. Tavares, Gilmar A Nava, Helomar C. A Barbosa, César Ap. Bagattini e Márcia C. Nicola – Anexar comprovante de habilitação conforme edital Diligencia CGU nº Contratação temporária professor substituto José Henrique Ramos – autorizaçào Sim 427/2003 para contratação, alterações ficha SISAC Diligência CGU nº Aposentadoria Dirce Maciel de Freitas – alteração mapa tempo de serviço e ficha Sim 311/03 SISAC Diligência CGU nº Admissões: Arilde Franco Alves, Claudia Cambruzzi e Gilmar Paulinho Triches – Sim 27/03 nomeções no período de proibições – ano Eleitoral Diligência TCU nº Aposentadoria Claudio Innig – mapa tempo de serviço com discriminação de funções Sim 1906/2003 de confiança exercida pelo servidor Fonte: DAP e CGRH Rio do Sul, 31 de dezembro de 2003. ________________________ Claudio Adalberto Koller Diretor Geral 88