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Relatório e Contas 2008
[2]
Aos nossos Accionistas,
No cumprimento das obrigações legais e designadamente do disposto no Artº. 508-A do Código das Sociedades
Comerciais, submetemos a V. Excias. o relatório consolidado de gestão, o balanço consolidado, as demonstrações
consolidadas de resultados por naturezas e dos fluxos de caixa e os anexos do exercício de 2008.
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Enquadramento Macroeconómico
conom'a nternaciona
O ano de 2008 foi marcado pela transferência dos efeitos da crise financeira Internacional para a economia real,
provocando uma forte desaceleração da actividade económica a nível global, o que, por sua vez, contribuiu para a
persistência e o agravamento da turbulência nos mercados financeiros internacionais.
A actividade económica Mundial tem sido assim sujeita nos últimos anos a perturbações significativas, de destacar:
a evolução dos preços do petróleo e dos bens alimentares, a correcção em baixa nos mercados de habitação em
algumas economias avançadas e principalmente a crise financeira iniciada em meados de 2007.
Em 2008, os mercados financeiros internacionais denotaram uma elevada volatilidade, reflectindo as tensões que
sofreram, assim como a deterioração da actividade económica. O período de maior tensão nos mercados financeiros
ocorreu, de uma forma mais profunda, a partir de meados de Setembro, com a intensificação dos problemas de
solvência de diversas instituições financeiras Norte-Americanas e Europeias.
Neste quadro os mercados de crédito deixaram de funcionar.
Os mercados accionistas registaram, em 2008, quedas muito significativas, com os principais índices accionistas nas
economias avançadas a reflectirem percas de 30-40 por cento relativamente ao ano de 2007.
A turbulência nos mercados accionistas e de dívida privada, as condições de financiamento mais apertadas enfrentadas
pelos bancos e as perspectivas de um enfraquecimento da actividade têm vindo a contribuir para uma deterioração
das condições de financiamento das empresas.
Esta evolução, em simultâneo com a previsão de desaceleração da actividade e, no caso das famílias, com a correcção
em baixa nos mercados de habitação em algumas economias, bem como a perspectiva de forte aumento do desemprego
está a contribuir para uma quebra acentuada do consumo privado e do comércio internacional, provocando uma baixa
significativa na produção industrial no último trimestre na maioria dos Países, o que impeliu as Economias dos Países
desenvolvidos para a recessão.
As autoridades monetárias apressaram-se a reduzir as taxas de juro de referência, mais fortemente nos USA do que
na Europa, mas, com o não funcionamento do mercado monetário, foi necessário injectar quantidades astronómicas
de liquidez no sistema, quer lançando mão de planos de estímulo económico quer intervindo nos mercados de dívida.
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Economia Portuguesa
A economia Portuguesa entrou em recessão no verão de 2008, com o crescimento do PIB a ser residual em termos
anualizados.
Desta forma, interrompeu-se a trajectória de recuperação moderada e gradual da actividade económica registada nos
dois anos anteriores.
A desaceleração da economia Portuguesa em 2008 reflecte um abrandamento quer da procura interna quer das
exportações. A taxa de desemprego continua em níveis historicamente elevados, sendo que a criação de emprego
ao longo do primeiro semestre de 2008 centrou-se em contratos com termo, que têm associado um maior grau de
incerteza quanto à sua sustentabilidade futura. Estes desenvolvimentos, aliados à deterioração das expectativas dos
consumidores face à evolução do desemprego no futuro próximo, condicionaram as despesas de consumo das famílias.
Contudo, a evolução do consumo privado registou, ao longo de 2008, apenas uma desaceleração marginal, denotando
uma grande resistência ao abrandamento, tendo em conta o elevado nível de endividamento das famílias portuguesas.
As estimativas mais recentes apontam para uma redução do investimento de 0,8 por cento em 2008 (após um
crescimento de 3,2 por cento em 2007). A quebra do investimento em 2008 está associada quer ao aumento acentuado
dos custos de financiamento, quer à redução da actividade económica Mundial.
Por outro lado, estima-se que o investimento imobiliário e público tenham registado uma forte baixa.
A evolução das exportações de bens e serviços contribuiu significativamente para o forte abrandamento da actividade
económica em 2008.
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Economia Espanhola
Num quadro de deterioração da actividade económica iniciado no 2° semestre de 2007, confirmou-se a entrada da
economia Espanhola em recessão. Ao longo do ano foi visível uma crescente degradação da actividade, em especial
durante o segundo semestre, altura em que a crise financeira internacional se agudizou. A degradação do mercado
de trabalho, o aumento das restrições na concessão de crédito por parte das instituições financeiras e a continuação
da diminuição do efeito riqueza, proveniente da valorização do mercado imobiliário, ao longo dos últimos anos,
condicionaram decisivamente a evolução do consumo das famílias espanholas, um dos maiores motores de crescimento
da economia na ultima década. O investimento terá tido, igualmente, uma evolução recessiva, fundamentalmente
por via do forte recuo da actividade da construção.
As despesas das famílias mantiveram-se fortemente influenciadas por uma evolução muito desfavorável do mercado
de trabalho, com a taxa de desemprego a subir de 8,6% para 13,9% da população activa.
O consumo público continuou em expansão(+ 1,2%), espelhando os fortes incentivos que as autoridades governamentais
têm vindo a realizar para reanimar a economia.
O investimento registou igualmente um mau desempenho, ao recuar 9,3% em termos homólogos, sendo penalizado
em simultâneo pelas componentes de bens de equipamento (-9,7%) e de construção (-10,9%).
Na vertente externa, quer as exportações (-7,9%), quer as importações (-13,2%) mostraram um comportamento
condizente com as alterações das condições associadas à procura interna e ao enquadramento económico internacional.
O actual período recessivo influenciou a evolução dos preços, tendo a taxa de inflação caído a pique, após ter evoluído
muito acima da linha dos seus parceiros comerciais.
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Economia Angolana
A economia Angolana continua a ser das mais din~micas do mundo. O PIB cresceu significativamente, continuando
a actividade petrolífera a ser o motor do seu crescimento.
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Introdução
O ano de 2008 foi bastante duro para o Grupo. Efectivamente, estando exposto essencialmente a duas economias
que denotam serem das mais atingidas pela crise internacional, necessariamente que a nossa performance teria de
ser afectada. Apesar disso foi possível limitar os efeitos negativos da conjuntura económica e dar alguns passos no
processo de reorganização, tendo-se concluído a construção da nova fábrica em Espanha e procedido aos principais
passos para a integração das empresas Lacose Sotinco e NITIN.
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Relatório e Contas 2008
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Mercados
Mercado Global
A conjuntura internacional, caracterizada pela forte redução de actividade económica, aliada ao fecho dos mercados
de crédito bem como à hecatombe dos mercados de acções, determinou uma paragem no processo de consolidação
no sector.
Contudo, a indústria de tintas é um negócio maduro, pelo que a redução de actividade que se perspectiva para 2009
e provavelmente 201 O poderá impulsionar um movimento de alianças e fusões, para o qual temos que nos preparar
de forma a sermos um interveniente activo no processo.
Neste quadro a estratégia que definimos e anunciámos no ano passado, torna-se ainda mais premente de implementar,
estando sustentada nos seguintes drivers:
•
Simplificar as operações
•
Garantir automatizações
•
Simplificar estrutura de produtos e serviços
•
Liderar a inovação, garantindo maior peso dos produtos e serviços de maior valor acrescentado no portofólio
•
Garantir sólida capacidade financeira
Mercado Natural
As vendas consolidadas do Grupo cifraram-se em M• 216,9, o que representa um decréscimo de 2,3% relativamente
ao ano anterior.
As nossas estimativas apontam para um quebra do mercado Ibérico de cerca de 12,5%, com Portugal a evidenciar
uma redução de 5% e Espanha a baixar acima de 20%.
A contribuição de Portugal para o consolidado releva uma quebra marginal 0,8%, espelhando a resiliência do nosso
modelo de negócio relativamente ao mercado.
O contributo de Espanha não foi tão positivo para aquela performance, caindo 12,5%, mesmo assim abaixo da
evolução negativa perspectivada para o mercado.
Neste contexto, voltámos a reforçar a nossa posição no mercado Ibérico.
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Relatório e Contas 2008
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A actividade de trading, cresceu a dois dígitos(+ 12,3%), contribuindo a componente de tintas para indústria (+ 1O,7%),
com os outros mercados a denotar crescimentos significativos.
O contributo da componente de Tintas CIN Angola foi bastante significativo (+29,4%).
Em termos globais as tintas decorativas evoluíram negativamente (-4,8%) apesar do bom desempenho de Angola, e
do trading. Em Portugal registou-se uma quebra de 4, 1% e em Espanha de 14,2%.
A repintura decaiu 8,8%, reflectindo o crescimento da componente de Angola (+28,8%) e Moçambique que não
compensou a quebra em Portugal (-19,8%) e no segmento de trading (-17 ,3%).
Na anticorrosão o desempenho foi negativo (-8, 1%), em Portugal crescemos (+6,2%), beneficiando da entrada em
novos segmentos que têm vindo a aceitar de forma crescente a panóplia de soluções que disponibilizamos. Em Espanha
caímos (-14,2%).
A indústria teve um crescimento de 12,4%, decorrente do bom desempenho em Portugal (+9%), onde continuamos
a alargar o âmbito da nossa intervenção e em Espanha (+62,7%) que cada vez mais será um mercado estratégico para
nós.
O segmento dos acessórios e outros evoluíram positivamente (10,6%).
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Os Segmentos
Nota Prévia
De acordo com o disposto na IAS 14 que define a informação em termos de segmentos, o Grupo, além da presença
em vários mercados geograficamente diferenciados, que se definiu como segmentos principais, tem a sua estrutura
comercial e de gestão sustentada em duas grandes áreas: tintas não-industriais e tintas para a indústria, definidas
como segmentos secundários. No entanto, ao longo dos anos, e no caso especifico destes últimos, tem-se vindo a
apresentar o desempenho na base agregada de famílias de produtos, independentemente de quem os vende. Mantevese este princípio no relatório de gestão, podendo a informação agregada segundo a directiva ser avaliada na nota
33 do anexo às contas.
Em Portugal, as tintas decorativas relevam uma quebra de 4, 1 %, o que reflecte uma performance marginalmente
acima do mercado (-5%), apesar do desempenho da revenda ter sido fortemente afectado pela falta de estímulo do
consumo privado.
A repintura automóvel decresceu 19,8%, o que continua a reflectir as características evidenciadas pelo mercado nos
últimos anos decorrente da renovação do parque automóvel, melhores vias de comunicação e legislação rodoviária.
A indústria cresceu 9%, reflectindo a intensificação da segmentação do mercado.
O segmento de anticorrosão cresceu 6,2%, assente na consolidação do processo de aprofundamento da segmentação
do mercado.
Os acessórios e outros cresceram 11,3%, essencialmente pela integração da empresa Martolar que tem uma componente
de materiais de construção no portofólio do negócio.
Em Espanha regredimos 14,2 % no segmento de tintas decorativas, evidenciando um desempenho melhor que o
mercado, mas reflectindo o abrandamento da actividade da construção.
O sector da anticorrosão releva uma quebra de 14,2%, decorrente da perca de um cliente que descontinuou a sua
actividade em Espanha.
O negócio de indústria continuou a desenvolver-se. Ultrapassámos o montante de 3M€, e continuamos optimistas
quanto às perspectivas bastante sólidas de aprofundar o ritmo de crescimento no futuro.
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Relatório e Contas 2008
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Novos caminhos para novos desafios
O forte abrandamento económico que se seguiu à implosão dos mercados de crédito tem atingido fortemente o tecido
empresarial em todo mundo.
A economia Mundial está em forte recessão, evidenciado níveis de votalidade e incerteza pouco comuns.
Neste quadro a atenção dada ao dia a dia é primordial e a melhoria deste esforço de gestão será crucial para a
sobrevivência das empresas.
Gerir operações menos rentáveis, mas estratégicas apesar da imposição de apertar o cinto; apoiar clientes estratégicos
que atravessem crises de confiança; estar atento a possíveis crises que assolem fornecedores importantes e gerir
processos integradores decorrentes de fusões e aquisições, induzem a aplicação de alguns princípios que começámos
a perseguir durante a 2ª parte do ano 2008 e que continuaremos a aprofundar em 2009.
A)
Avaliação dos custos que suportam a cadeia de valor
Assim começámos a fazer de uma forma exaustiva o levantamento de todos os custos da cadeia de valor. Custos
operacionais, activos e investimentos começaram a ser avaliados de forma a garantir que a redução de custos não
crie impactos na libertação de cash flow de forma sustentada, ou seja, devemos ser críticos de forma a reter as
competências básicas que suportem a criação de valor na fase pós crise.
B)
Retenção e reforço de clientes
Uma regra básica é reter os clientes que contribuam mais para margem e procurar novos. Em períodos de incerteza
há o risco de alguns deles sentirem que devem manter-se expectantes e reduzam o seu empenho de intervenção no
mercado. Para contrariar esses efeitos torna-se necessário a manutenção de níveis adequados de investimentos em
Marketing; Vendas e Distribuição.
Nesse sentido, reforçámos o nosso investimento em Marketing e iremos manter o nível em 2009; criámos estruturas
de apoio a clientes e iremos aprofundar esta vertente; continuamos a abrir pontos de venda com uma filosofia de
serviço integrado.
A crise global que se desenvolveu em 2008 mostrou a interdependência em que vivemos, pelo que a capacidade de
anteciparmos as estratégias definidas pelos nossos concorrentes é crucial.
Criar e potenciar recursos e competências que sejam únicas e inimitáveis é ainda mais premente, de forma a conquistar
quota de mercado aos competidores mais débeis e ser o suporte da expansão para os mercados externos.
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Toda a nossa estratégia foi e será focalizada neste quadro que sustentou a consolidação do nosso posicionamento
no mercado Ibérico, limitando os efeitos das fortes quebras verificadas a partir do 3° trimestre.
C)
Gestão do crescimento
As crises são propícias aos grandes negócios, mas integrar equipas desmoralizadas de empresas cujos balanços não
sejam minimamente saudáveis será um desafio que pretendemos evitar.
Assim iremos manter-nos activos, enquanto instrumento consolidador do mercado, avançando sempre que vislumbremos,
de forma clara, valor para o Grupo, mas bastante prudentes quanto a possíveis negócios de ocasião.
Foi esta focalização e disciplina que determinou o termos abdicado em 2008 de algumas operações de consolidação
no mercado Espanhol, o que veio a revelar-se uma decisão acertada, atendendo à situação actual dos alvos.
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Visão Financeira
Nota:
As contas de 2008 não são directamente comparáveis com o período homólogo do ano de 2007, dado o universo
de empresas consolidadas ser distinto nos dois anos em análise. Contudo, o efeito da entrada das novas empresas
no perímetro da consolidação é substancialmente marginal.
As vendas consolidadas do Grupo cifraram-se em 216,9M€, o que representa um decréscimo de 2,3% relativamente
ao ano anterior.
A margem bruta de 52,9%, releva uma melhoria de 0,5% relativamente ao ano de 2007, beneficiando do mix dos
produtos vendidos e evolução do preço das matérias-primas, essencialmente na parte final do ano.
O excedente bruto de exploração de 24,5M€, releva uma quebra de 19%, espelhando a perca de margem bruta em
valor, decorrente de menores vendas bem como a assumpção de custos não recorrentes derivados da necessidade
de manter duas fábricas em funcionamento em Espanha durante a fase de transição da antiga fabrica para a nova e
da cobertura não espectável de percas actuariais do fundo de pensões.
Como habitualmente, cobrimos de forma bastante conservadora o risco do negócio. Por outro lado, investiu-se de
forma a garantir e melhorar a capacidade de intervenção no mercado.
Deste modo, o resultado operacional de 16,6M€, releva uma redução 5M€ (-23,2%), reflectindo a evolução atrás
referenciada bem como o reforço da cobertura do risco do negócio decorrente da conjuntura económica.
A evolução em alta das taxas de juro, durante grande parte do ano, assim como o aumento do endividamento por
força de financiarmos a construção da nova fábrica, potenciou o aumento dos custos financeiros, se bem que as
coberturas de risco de taxa que tínhamos negociado amortecessem o efeito. Por outro lado, aproveitando a liquidez
disponível, fomos bastante activos do lado das aplicações onde obtivemos remuneração bastante interessante, o que
ajudou também a amortecer os encargos financeiros suportados.
Apesar da performance operacional ser relativamente inferior à do ano de 2007, o resultado líquido evoluiu muito
favoravelmente, reflectindo o aproveitamento dos benefícios fiscais ao investimento e à investigação e desenvolvimento.
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Assim, o resultado líquido de 15,4M€ representa uma ligeira quebra de (-6,3%) relativamente ao ano anterior.
No exercício de 2008 houve uma forte redução dos fluxos referentes às actividades operacionais do Grupo, que
ascenderam a cerca de 5,5M€ em 2008, contra 22,9M€ em 2007, e que resultou de vários factores conjugados. Por
um lado, a redução da actividade já descrita impôs uma diminuição dos recebimentos de clientes, aliada a um aumento
dos pagamentos a fornecedores, decorrente do reforço de stocks e do aumento dos custos operacionais. Adicionalmente.
houve um incremento relevante no pagamento de imposto sobre o rendimento, resultante da actividade em Espanha.
Relativamente às actividades de investimento, despendemos 27,7M€. Em Espanha destacamos o investimento que
ascendeu a 20, 7M€, concentrado essencialmente na nova fábrica da Barnices Valentine em Barcelona. Em Portugal,
investimos 6,8M€ com destaque para o novo laboratório do Grupo, para a expansão da rede comercial de lojas, bem
como diversos investimentos na área de operações essencialmente direccionados para a vertente ambiental e eficiência
produtiva.
Ao nível das actividades de financiamento registou-se o aumento dos juros e custos financeiros decorrentes do aumento
do endividamento e das taxas subjacentes. O pagamento de dividendos ascendeu a 7,5M€.
O total do activo de 293M€ mantém-se ao nível do ano passado tal como a rubrica activo não corrente, reflectindo
o investimento na nova fábrica em Espanha e a transferência de 24, 7M€ para activos correntes, relativos ao pagamento
da última prestação da venda do terreno em Espanha. Os activos correntes também continuam ao mesmo nível,
essencialmente, decorrente do menor volume de disponibilidades (-30M€), utilizado para financiar a construção da
nova fábrica da Barnices Valentine e investimento adicional em fundo de maneio, essencialmente das existências que
cresceram em valor (+7,7M€), de forma a garantir que a transferência da fábrica em Espanha se fizesse sem problemas
de serviço, bem como a cobertura das dificuldades de aprovisionamento em Angola decorrente do crescimento de
vendas e situação portuária. Em contraponto com a transferência de 24,7M€ atrás referenciada.
O passivo corrente cresceu 42,4M€. De referir o aumento da componente de empréstimos bancários, na ordem dos
49,5M€. Esta evolução foi meramente pontual e decorre de aproveitarmos linhas de crédito de curto prazo que tinham
spread mais baixos que as linhas de médio prazo bem como algumas destas linhas passarem a ter maturidades de
curto prazo. As outras dividas a terceiros caíram (+8,5M€), resultante do menor volume de impostos e fornecedores
de imobilizado a pagar.
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O passivo não corrente de 58,2M€, decresceu 48,5M€ em relação a 2007, devido à transferência do endividamento
para maturidades curtas (-53M€), sem prejuízo de mantermos linhas de crédito a longo prazo disponíveis, e da redução
de outros passivos ligados ao negócio de alienação dos terrenos da antiga fábrica de Barcelona. Deste modo, o total
do passivo ascendeu a 198, 7M€, reflectindo um abaixamento de 6, 1M€ relativamente ao ano passado, pelo que os
capitais próprios, de 94,5M€, aumentaram 6,8M€, relevando fundamentalmente a distribuição de um dividendo de
7,5M€, o resultado líquido de 15,4M€.
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Mercado monetário
Nos mercados de dívida privada das economias avançadas, os diferenciais das taxas de rendibilidade face às de dívida
pública, que já tinham evidenciado um acréscimo significativo na segunda metade de 2007, aumentaram ainda mais
acentuadamente em 2008 e, em especial, a partir de Setembro.
Para esta evolução terá contribuído um aumento muito pronunciado das probabilidades de falência das empresas,
como é evidenciado pelo aumento dos credit default swaps spreads.
Uma das características mais marcantes da actual crise financeira internacional diz respeito às perturbações no normal
funcionamento do mercado monetário interbancário. No contexto do aumento do risco de contra parte, os bancos
têm vindo a enfrentar condições de liquidez mais apertadas neste mercado, o que contribuiu para uma deterioração
das condições de financiamento das empresas.
Neste quadro, o Grupo tentou gerir o seu envolvimento financeiro de uma forma dinâmica garantindo por um lado
liquidez - mantendo linhas de crédito a longo prazo disponíveis, utilizando as linhas de curto prazo com melhor custo
e intervindo activamente no lado das aplicações, aproveitando o "mismatching" entre oferta e procura. Por outro
lado, manteve coberto o risco de taxa juro com modelos que se revelaram adequados, de forma que o seu custo de
endividamento se manteve dentro de parâmetros bastante razoáveis.
Desta forma o custo do endividamento do Grupo cifrou-se em 4,79% o que representa um spread de 0,24%, após
cobertura de risco de taxa e efeito das aplicações financeiras.
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Relatório e Contas 2008
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d
Perspectivas
A expansão económica dos últimos anos assentou no crescimento desmesurado do crédito, aproveitando as baixas
taxas de juro vigentes.
Isto permitiu que os consumidores se endividassem para comprar bens e imobiliário, que se valorizou rapidamente,
principalmente nos EUA, Inglaterra, Espanha, Irlanda. Este quadro de juros baixos pressionou os investidores a assumir
maiores riscos para comprar activos: acções e imobiliário - com fortes valorizações que serviram como garantia para
obter ainda mais crédito, provocando uma Bolha do Imobiliário e de outros activos.
Entre 2000 e 2007 o crédito cresceu 2,4% ao ano contra 0,9% entre 1997 e 2000.
Com as economias a crescer de forma robusta - o crescimento da Economia Mundial andou ao redor dos 5% - 6%
nos últimos anos - as matérias primas, e com relevo o petróleo, cresceram fortemente criando pressões inflacionistas,
obrigando os bancos centrais a aumentar as taxas de juro de referência.
Como as famílias e as empresas estavam bastante endividadas entraram em incumprimento ou tiveram que vender
os activos que tinham dado como garantia, pressionando a quebra abrupta do valor desses activos.
Os mercados de crédito deixaram de funcionar normalmente devido à falta de confiança generalizada das contrapartes.
Entre 2007 e 2008 o crédito às empresas e particulares caiu, só nos USA 1,4 triliões de dólares, ou seja, 65%. Isto
obrigou os Governos a nacionalizarem parcialmente a banca e a apoiar selectivamente algumas indústrias (ex.: indústria
automóvel). Por outro lado, assiste-se a uma quebra significativa nos preços das matérias-primas e nas taxas de câmbio
de algumas moedas.
No entanto, todas estas medidas não evitaram a recessão, existindo uma incerteza sobre o tempo que vai durar esta
desaceleração económica. É neste quadro que nos movemos.
No entanto, hoje é claro que o papel do governo vai mudar, assente na expansão da sua intervenção na economia,
quer pelo forte empenho em investir em infra-estruturas quer pelas garantias ao refinanciamento e intervenção directa
no capital dos bancos e auxílios a indústrias chave.
Deste modo, podemos esperar aumentos das taxas de imposto para financiar estes movimentos, senão teremos fortes
déficits orçamentais. Em contrapartida, os bancos deverão refazer a sua base de capital, pelo que os rácios de cobertura
de capital na banca serão mais elevados, vai verificar-se uma forte desalavancagem no financiamento da actividade
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Relatório e Contas 2008
[18]
empresarial, logo a fase do crédito barato acabará e haverá escassez, tendo como consequência a redução do consumo
das famílias.
Por isso, é expectável as empresas encontrarem investidores menos tolerantes na avaliação do risco, pelo que a incerteza
é de tal forma elevada que muitas companhias não irão sobreviver.
Modelos de negócio assentes em:
•
Alargamento do volume das necessidades de fundo de maneio;
•
Ciclos de produção longos ou inflexíveis;
•
Investimentos de longo prazo
serão os mais atingidos e mais difíceis de financiar.
Torna-se necessário fazer uma reflexão sobre o posicionamento do Grupo neste enquadramento. Assim, se bem que
o contributo de Espanha seja decepcionante, estamos melhor que a concorrência. No entanto, contamos que Espanha
vá sair da crise mais facilmente e como a nossa quota é relativamente baixa temos condições para conquistar peso
no mercado. Para tal, é fundamental reforçar o conhecimento da nossa posição competitiva relativa e, aproveitando
a nova fábrica, flexibilizar o ciclo produtivo. Desta forma sairemos da crise numa posição mais forte.
Por outro lado, temos alguma dependência de Angola que induz um risco elevado se mantivermos o seu peso relativo
na estrutura do negócio.
Quanto a Portugal, se bem que continua a contribuir de forma robusta, o quadro macroeconómico indicia, mesmo
na fase de recuperação, crescimentos marginais do PIB. Os custos de agência em Portugal continuarão muito elevados
pelo que o futuro passa por optimizar a operação.
Assim, torna-se claro que devemos procurar outros mercados que garantam a sustentação do crescimento do EBITDA.
Para isso é preciso investir, mas, como referimos, os investidores estão mais avessos ao risco, exigindo uma maior
remuneração do capital e os mercados de crédito estão fechados. Assim, somente as empresas que libertem cash terão
melhores condições para sobreviver.
Deste modo, a nossa atenção estará focalizada na libertação de cash flow imediato.
Em termos operacionais, vamos trabalhar num cenário base de crescimento das vendas em volume suportados em
dois pilares: agressividade nas vendas e comunicação agressiva.
Vamos reavaliar os custos operativos, o que passa pela elaboração de orçamentos na base zero e não suportados em
indicadores como taxa de inflação, de forma a adequar a estrutura, sem pôr em causa a manutenção de competências
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Relatório e Contas 2008
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necessárias para responder à retoma económica.
Quanto aos investimentos, serão mantidos os em curso e congelados os restantes. Se bem que avançaremos com os
necessários que nos proporcionem um pay-back rápido e que sejam imprescindíveis ao desenvolvimento da nossa
actividade.
Por seu turno, a conjuntura é propícia para renegociar preços de matérias-primas e serviços, aproveitando a redução
da actividade dos fornecedores.
Continuaremos com politicas de contenção de investimento em fundo de maneio (stocks, clientes e fornecedores),
mas iremos apoiar moderadamente alguns clientes. Isto não quer dizer que seremos intermediários financeiros,
essencialmente queremos escolher quem apoiamos.
Na nossa visão teremos que estar preparados para 1 a 2 anos duros e ter a estrutura organizacional preparada para
sair da crise reforçados.
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Relatório e Contas 2008
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Descrição da política de distrbuição de dividendos
O Grupo tem definido o princípio de distribuir entre 35 - 50% do resultado líquido do consolidado, de forma a garantir
recursos estáveis para as necessidades de financiamento do crescimento do Grupo.
No entanto considera-se ser prudente, de momento, não proceder à distribuição de dividendo de forma a proteger
o cash, para garantirmos meios necessários para o desenvolvimento do negócio, nomeadamente diversificando fontes
de receita. Oportunamente, defendendo da evolução da situação económica, poderá esta posição ser revista.
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Relatório e Contas 2008
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d
Órgãos de Administração
1)
Composição do Conselho de Administração
O Conselho de Administração é actualmente composto por cinco membros, três dos quais representantes do accionista
e dois Administradores independentes. Os administradores executivos têm uma responsabilidade directa nas operações
de negócio, enquanto que os não-executivos tem a responsabilidade de fazer uma avaliação independente e objectiva
das decisões do Conselho.
2)
Política de Remuneração dos Membros do Conselho
A remuneração do Conselho assenta em 3 pilares:
a)
Uma remuneração fixa mensal;
b)
Um incentivo anual baseado num esquema de avaliação assente em objectivos definidos;
c)
Incentivos de longo prazo estabelecidos de acordo com as melhores práticas do mercado.
que são estabelecidos pela Comissão de Remunerações constituída pelos Presidentes da Mesa da Assembleia Geral,
do Conselho Fiscal e do Conselho de Administração.
A remuneração auferida pelos membros do Conselho de Administração nas empresas do Grupo foi de 736.400 Euros,
sendo 485.400 Euros de remuneração fixa e 251.000 Euros de remuneração variável.
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[22]
Relatório e Contas 2008
[23]
d
Agradecimentos
Aos nossos Clientes, razão principal da nossa existência, uma palavra de apreço pela confiança que nos têm manifestado
e pela colaboração prestada no desenvolvimento dos nossos produtos.
Aos nossos Colaboradores, agradecemos o empenho, a colaboração, a competência demonstrada e a forma entusiástica
como têm respondido ao esforço de crescimento e transformação da empresa.
As Instituições de Crédito e aos nossos fornecedores, o nosso reconhecimento pela forma como nos têm apoiado.
Ao Conselho Fiscal e aos nossos Auditores, os nossos agradecimentos pelo conselho sempre disponível e competente.
Maia, 26 de Março de 2009
O Conselho de Administração
JOÃO MANUEL FIALHO MARTINS SERRENHO
Presidente
MARIA FRANCISCA FIALHO MARTINS SERRENHO BULHOSA
Vogal
MARIA JOÃO FILAHO MARTINS SERRENHO SANTOS LIMA
Vogal
ÂNGELO BARBEDO CÉSAR MACHADO
Vogal
MANUEL FERNANDO DE MACEDO ALVES MONTEIRO
Vogal
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Relatório e Contas 2008
d
CIN - CORPORACÃO INDUSTRIAL DO NORTE. S.A.
BALANCOS CONSOLIDADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E 2007
(Montantes expressos em Euros)
ACTIVO
Notas
ACTIVOS NÃO CORRENTES:
Diferenças de consolidação
Imobilizações incorpóreas
Imobilizações corpóreas
Propriedades de investimento
Investimentos disponíveis para venda
Instrumentos financeiros derivados
Activos por impostos diferidos
Outros activos não correntes
Total de activos não correntes
ACTIVOS CORRENTES:
Existências
Clientes
Outras dívidas de terceiros
Outros activos correntes
Caixa e equivalentes a caixa
6.575.739
6.491.766
93.109.644
9.814.054
2.822.796
100.395
13.256.619
616.072
132.787.085
6.575.739
6.181.282
75.161.724
8.066.740
4.946.298
626.173
7.219.639
25.158.526
133.936.121
13
14
15
16
17
43.971.061
54.126.887
6.066.526
26.826.936
29.534.772
160.526.182
36.200.822
56.039.150
5.555.887
1.913.655
59.113.949
158.823.463
293.313.267
292.759.584
25.000.000
5.000.000
2.758.445
(270.459)
73.790
585.939
45.963.114
15.399.080
94.509.909
25.000.000
5.000.000
2.758.445
(780.752)
460.238
706.437
38.035.253
16.523.780
87.703.401
Total do activo
Interesses minoritários
18
20
Total do capital próprio
PASSIVO:
PASSIVO NÃO CORRENTE:
Empréstimos bancários
Outros passivos não correntes
Passivos por impostos diferidos
Total de passivos não correntes
PASSIVO CORRENTE:
Empréstimos bancários
Fornecedores
Outras dívidas a terceiros
Outros passivos correntes
Responsabilidades com pensões
Provisões
Total de passivos correntes
Total do passivo e capital próprio
IAS/IFRS
31-12-2007
7
8
6
9
10
21
11
12
Total de activos correntes
CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO
CAPITAL PRÓPRIO:
Capital social
Reserva legal
Reservas de reavaliação
Reservas de conversão
Reservas de cobertura
Reservas de justo valor
Outras reservas
Resultado consolidado líquido do exercício
IAS/IFRS
31-12-2008
42.159
19
94.509.909
87.745.560
21
22
11
49.251.406
182.214
8.810.384
58.244.004
93.322.719
4.459.815
9.054.386
106.836.920
21
24
25
26
23
27
76.323.681
23.794.430
19.332.427
10.821.265
947.387
9.340.164
140.559.354
26.703.469
28.504.791
24.377.794
8.748.045
307.190
9.535.815
98.177.104
293.313.267
292.759.584
O Anexo faz parte integrante do balanço em 31 de Dezembro de 2008.
A TtCNICA DE CONTAS Nº 63002
O CONSELHO DE ADMINISTRACÃO
João Manuel Fialho Martins Serrenho
Paula Macedo
Presidente
Maria Francisca Fialho Martins Serrenho Bulhosa
Vogal
Maria João Serrenho dos Santos Lima
Vogal
Ângelo Barbedo César Machado
Vogal
Manuel Fernando de Macedo Alves Monteiro
Vogal
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[26]
Relatório e Contas 2008
CIN - CORPORACÃO INDUSTRIAL DO NORTE. S.A.
DEMONSTRACÕES CONSOLIDADAS DOS RESULTADOS POR NATUREZAS
PARA OS EXERCICIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E 2007
(Montantes expressos em Euros)
IAS/IFRS
31-12-2008
IAS/IFRS
31-12-2007
28
28
216.667 .665
325.440
2.017.850
219.010.955
221.738.991
296.892
2.033.115
224.068.998
13
13
114.520.333
(12.406.578)
41.416.915
47.311.349
6.403. 197
1.426.050
3.678.465
202.349.731
106.329.445
(656.538)
39.442.477
46.016.297
6.583.913
1.926.992
2.770.602
202.413.188
16.661.224
21.655.810
(6.222.827)
1.546.309
(4.252.460)
2.801.045
11.984.706
20.204.395
3.414.374
(3.769.617)
15.399.080
16.434.778
15.399.080
16.523.780
(89.002)
16.434.778
Notas
Proveitos operacionais:
Vendas
Prestações de serviços
Outros proveitos operacionais
Total de proveitos operacionais
Custos operacionais:
Custo das vendas
Variação da produção
Fornecimentos e serviços externos
Custos com o pessoal
Amortizações e depreciações
Provisões e perdas por imparidade
Outros custos operacionais
Total de custos operacionais
6e8
27
Resultados operacionais
Custos financeiros
Proveitos financeiros
29
29
Resultados antes de impostos
Impostos sobre o rendimento
Resultado líquido consolidado do exercício
Atribuível:
ao Grupo
a interesses minoritários
30
15.399.080
Resultados por acção:
Básico
Diluído
0,616
0,616
0,657
0,657
O Anexo faz parte integrante da demonstração para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2008.
A T~CNICA DE CONTAS Nº 63002
Paula Macedo
O CONSELHO DE ADMINISTRACÃO
João Manuel Fialho Martins Serrenho
Presidente
Maria Francisca Fialho Martins Serrenho Bulhosa
Vogal
Maria João Serrenho dos Santos Lima
Vogal
Ângelo Barbedo César Machado
Vogal
Manuel Fernando de Macedo Alves Monteiro
Vogal
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DEMONSIRACÕES CONSOLIDADAS DAS ALIERAÇÕES ~o CAPITAL eRÓP&!O
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PARA OS EXERCÍOOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E 2007
(Montantes expressos em Euros)
Reservas
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Acções
próprias
capital
social
Saldos em 1 de Janeiro de 2007
25.000.000
Aplicação do resultado consolidado de 2006:
Dividendos distribuídos
Transferência para Outras reservas
Movimentos em acções próprias:
Aquisição
Alienação
Variação nas reservas de conversão cambial
Menos valias com alienação de acções próprias
Variação nas reservas de cobertura
Variação nas reservas de justo valor
Alteração de perimetro
Resultado líquido consolidado do exercício
Outros
-
Reservas
de
reavaliação
Reservas
legais
Reservas de
conversão
cambial
Reservas de
cobertura
Reservas de
justo valor
(2.802.859)
5.000.000
2.758.445
(219.861)
652.120
-
-
-
-
-
(191.882)
-
706.437
-
(1.426.839)
4.229.698
Outras
reservas
Total
de
reservas
41.318.338
49.509.042
-
(60.000.000) (60.000.000)
56.849.253
56.849.253
-
(159.226)
37.606
-
Interesses
minoritários
(159.226)
(191.882)
706.437
37.606
-
(10.719)
(10.719)
Resultado
líquido
(89.002)
Total
56.849.253
Oo
128.555.436
(60.000.000)
(56.849.253)
16.523.780
(1.426.839)
4.229.698
(560.891)
(159.226)
(191.882)
706.437
37.606
16.434.778
-
120.442
Saldos em 31 de Dezembro de 2007
25.000.000
-
5.000.000
2.758.445
(780.752)
460.238
706.437
38.035.252
46.179.620
42.159
16.523.780
87.745.560
Saldos em 1 de Janeiro de 2008
25.000.000
-
5.000.000
2.758.445
(780.752)
460.238
706.437
38.035.252
46.179.620
42.159
16.523.780
87.745.560
-
-
-
-
510.293
-
(386.448)
-
(120.498)
-
-
-
(7 .500.000)
(9.023.780)
-
-
(7 .500.000)
9.023.780
510.293
(386.448)
(120.498)
15.399.080
510.293
(386.448)
(120.498)
15.399.080
(1.095.918)
(1.095.918)
(42.159)
-
(1.138.078)
5.000.000
2.758.445
(270.459)
73.790
585.939
45.963.114
54.110.829
-
15.399.080
94.509.909
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Aplicação do resultado consolidado de 2007:
Dividendos distribuídos
Transferência para Outras reservas
Variação nas reservas de conversão cambial
Variação nas reservas de cobertura
Variação nas reservas de justo valor
Resultado líquido consolidado do exercício
~
Outros
Saldos em 31 de Dezembro de 2008
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25.000.000
9.023.780
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Q CQNSELHQ DE ADMINISIRACÃO
A TÉCNICA DE CONTAS Nº 63002
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O Anexo faz parte integrante desta demonstração para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2008.
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Paula Macedo
João Manuel Fialho Martins Senrenho
Maria Francisca Fialho Martins Serrenho Bulhosa
Vogal
o
Maria João Serrenho dos Santos Lima
Vogal
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Ângelo Barbedo César Machado
Vogal
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Manuel Fernando de Macedo Alves Monteiro
Vogal
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[28]
Relatório e Contas 2008
CIN - CORPORACÃO INDUSTRIAL DO NORTE S.A.
DEMONSTRACÕES CONSOLIDADAS DOS FLUXOS DE CAIXA
PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E 2007
(Montantes expressos em Euros)
ACTIVIDADES OPERACIONAIS:
Recebimentos de clientes
Pagamentos a fornecedores
Pagamentos ao pessoal
Fluxos gerados pelas operações
Pagamentos do imposto sobre o rendimento
Outros recebimentos/(pagamentos) relativos à actividade operacional
Fluxos das actividades operacionais (1)
IAS/IFRS
31-12-2008
IAS/IFRS
31-12-2007
247.143.915
(174.253.451)
(29.589.184)
43.301.280
(30.827.603)
5 499 077
250.763.703
(161.895.617)
(27.772.771)
61.095.315
(3.300.992)
(34.845.181)
22 949 ]42
259.488
7.750
173
267.411
20.336.388
26.321.994
3.207
46.661.589
(148.230)
(27. 755.232)
(107.069)
(28.010.531)
(27 743 ]20)
(3.793.020)
(27.391.274)
(5.627 .500)
(36.811.794)
9 849 795
97.880.001
99.351.466
377.475.237
935.160
65.832
2.734.250
2.549.358
1.645
383.761.482
(93.053.295)
(323.269.084)
(6.280.139)
(7.500.000)
(106.833.434)
(7 481 969)
(4.420.132)
(85.833)
(60.000.000)
(387. 775.049)
(4 013 568)
(29. 726.012)
59.113.950
120.162
26.671
29 534 771
28.785.369
30.214.129
137.634
(23.183)
:2~] ];3 ~~~
ACTIVIDAPES PE INVESTIMENTO·
Recebimentos provenientes de:
Investimentos financeiros
Imobilizações corpóreas
Imobilizações incorpóreas
Pagamentos respeitantes a:
Investimentos financeiros
Imobilizações corpóreas
Imobilizações incorpóreas
Fluxos das actividades de investimento (2)
ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO:
Recebimentos provenientes de:
Empréstimos obtidos
Empréstimos concedidos
Dividendos
Venda de acções próprias
Juros e proveitos similares
Aumento de Capital
Pagamentos respeitantes a:
Empréstimos obtidos
Empréstimos concedidos
Juros e custos similares
Aquisição de acções próprias
Dividendos
Fluxos das actividades de financiamento (3)
Variação de caixa e seus equivalentes (4) = (1) + (2) + (3)
Caixa e seus equivalentes no início do período
Variações de perímetro
Variação cambial em caixa e seus equivalentes no início do período
Caixa e seus equivalentes no fim do período
43.670
1.427.795
O Anexo faz parte integrante da demonstração para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2008.
A TÉCNICA DE CONTAS Nº 63002
Paula Macedo
O CONSELHO DE ADMINISTRACÃO
João Manuel Fialho Martins Serrenho
Presidente
Maria Francisca Fialho Martins Serrenho Bulhosa
Vogal
Maria João Serrenho dos Santos Lima
Vogal
Ângelo Barbedo César Machado
Vogal
Manuel Fernando de Macedo Alves Monteiro
Vogal
CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A •Estrada Nacional 13 (Km6) • Apartado 1008 • 4471 - 909 MAIA• PORTUGAL
Tel.: 229 405 000 •Fax: 229 485 661 •e-mail: [email protected] • www.cin.pt
Capital Social: 25.000.000 Euros • C. R. C. da Maia I NIPC: 500 076 936 • NIB: 003300000002348137305
Relatório e Contas 2008
[29]
d
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
NO" A N RODU "ÓRIA
A CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A. ("CIN" ou "Empresa"), com sede na Maia, e empresas do Grupo ("Grupo
CIN "), têm como actividade principal a produção e comercialização de tintas, vernizes e produtos afins.
O Grupo desenvolve a sua actividade em Portugal, detendo subsidiárias a operar em Espanha, França, Holanda,
Luxemburgo, Angola e Moçambique.
As acções da CIN estiveram cotadas na Euronext Lisboa desde 1988 e até 8 de Março de 2007, data em que a Comissão
do Mercado de Valores Mobiliários deliberou favoravelmente a perda da qualidade de sociedade aberta da CIN. Esta
deliberação ocorreu na sequência das deliberações da Assembleia Geral Extraordinária da Empresa realizada em 12
de Fevereiro de 2007, em que o accionista SF - Sociedade de Controlo, SGPS, S.A. se comprometeu, nos termos e
condições impostos pelos números 3 e 4 do disposto no Artigo 27º do Código dos Valores Mobiliários, a adquirir a
totalidade do capital social da CIN a um valor de 6,75 Euros por cada acção. Em 31 de Dezembro de 2008, a SF Sociedade de Controlo, SGPS, S.A. detém a totalidade do capital social da CIN.
As demonstrações financeiras anexas são apresentadas em Euros (com arredondamento às unidades) dado que esta
é a divisa utilizada preferencialmente no ambiente económico em que o Grupo opera.
As operações estrangeiras são incluídas nas demonstrações financeiras de acordo com a política descrita no ponto
1.2.d).
1 PR NC PA s PO f CAS CON AB rs CAS
As principais políticas contabilísticas adaptadas na preparação das demonstrações financeiras consolidadas
anexas são as seguintes:
1 1 BAS S D APR
·s
N AÇÃO
As demonstrações financeiras anexas respeitam às demonstrações financeiras consolidadas do Grupo CIN e foram
preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro ("IFRS" - anteriormente denominadas
Normas Internacionais de Contabilidade - "IAS") emitidas pelo lnternational Accounting Standards Board ("IASB") e
Interpretações emitidas pelo lnternational Financial Reporting lnterpretation Comitee ("IFRIC") ou pelo anterior Standing
lnterpretation Comitee ("SIC"), tal como adaptadas na União Europeia, em vigor para os exercícios económicos
iniciados em 1 de Janeiro de 2008.
As demonstrações financeiras consolidadas anexas foram preparadas no pressuposto da continuidade das operações
e tomando por base o princípio do custo histórico e, no caso de alguns instrumentos financeiros ao justo valor, a partir
dos livros e registos contabilísticos das empresas incluídas na consolidação (Nota 3).
CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A •Estrada Nacional 13 (Km6) • Apartado 1008 • 4471 - 909 MAIA• PORTUGAL
Tel.: 229 405 000 •Fax: 229 485 661 •e-mail: [email protected] • www.cin.pt
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Relatório e Contas 2008
[30]
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Em 2007 foi aprovada ("endorsed") pela União Europeia, a IFRS 8 - Operating Segments, a qual é efectiva para
exercícios económicos iniciados após 1 de Janeiro de 2009. Durante o exercício findo em 31 de Dezembro de 2008
e até à data de aprovação destas demonstrações financeiras, foram aprovadas ("endorsed") pela União Europeia as
seguintes normas contabilísticas e interpretações:
Data de
Eficácia
Com aplicação obrigatória no exercício de 2008
IAS 39/IFRS 7 - Reclassificação de activos financeiros (Alterações)
IFRIC 13 - Programas de fidelização de clientes
IFRIC 14 - IAS 19 O Limite sobre um activo de benefícios definidos, requisitos de
financiamento mínimo e respectiva interacção
01-07-08
01-07-08
01-01-08
Com aplicação obrigatória após 2008
IFRS 8 - Segmentos operacionais
IFRS 2 - Pagamentos baseados em acções (Alterações)
IAS 1 - Apresentação das demonstrações financeiras (Revista)
IAS 23 - Custos de empréstimos obtidos (Alterações)
IAS 32/IAS 1 - Instrumentos Financeiros com uma Opção Put e Obrigações
Decorrentes de uma Liquidação (Alterações)
Melhoramentos das Normas Internacionais de Relato Financeiro (2007)
IFRS 1/IAS 27 - Custo de um investimento numa subsidiária, entidade
conjuntamente controlada ou associada
01-01-09
01-01-09
01-01-09
01-01-09
01-01-09
01-01-09
01-01-09
A 29 de Março de 2007, com efeitos obrigatórios a 1 de Janeiro de 2009 mas com uma adopção antecipada permitida,
o IASB emitiu uma revisão à IAS 23 - "Custos de empréstimos obtidos", a qual, face à anterior versão, eliminou a
possibilidade de reconhecimento imediato na demonstração de resultados do exercício dos custos de empréstimos
associados a activos que exigem um período de tempo substancial até estarem disponíveis para uso ou venda. A CIN
não aderiu à adopção antecipada da revisão desta norma, não se estimando que a sua aplicação a partir de 1 de
Janeiro de 2009 produza qualquer impacto relevante nas demonstrações financeiras do Grupo.
A 13 de Outubro de 2008, e como consequência da instabilidade verificada nos mercados financeiros internacionais,
foram introduzidas alterações ao normativo de relato financeiro (IAS 39 e IFRS 7), já devidamente endossadas pela
União Europeia, as quais se traduziram, principalmente, na possibilidade de transferência de activos financeiros para
outras categorias. Tais alterações produziram efeitos imediatos permitindo a possibilidade de aplicação retroactiva a
partir de 1 de Julho de 2008, desde que tais reclassificações fossem relevadas até 1 de Novembro de 2008. Estas
alterações não tiveram impacto nas demonstrações financeiras consolidadas do Grupo, pelo que a opção nelas permitida
não foi aplicada.
A entrada em vigor da IFRIC 14 e IFRIC 13, em 2008, não teve impactos significativos nas
demonstrações financeiras anexas.
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Relatório e Contas 2008
d
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
As seguintes normas contabilísticas e interpretações foram já emitidas a esta data embora não se encontrem ainda
aprovadas ("endorsed") pela União Europeia:
Data de
Eficácia
01-07-09
Alteração ao IFRS 3 - Concentrações empresariais
01-07-09
Alteração ao IFRS 1 - Adopção pela primeira vez dos IFRS
01-07-09
IAS 27 - Demonstrações financeiras consolidadas e individuais (Alterações)
01-07-09
IAS 39 - Itens elegíveis de cobertura (Alterações)
01-07-09
IAS 39 - Reclassificações de activos financeiros (Alterações)
01-01-09
IFRS 7 - Incrementas qualitativos às divulgações relativas aos Instrumentos Financeiros
(Alterações)
01-01-09
IFRIC 12 - Contratos relativos a serviços de concessão
01-01-09
IFRIC 15 - Contratos relativos a construção imobiliária
01-10-08
IFRIC 16 - Cobertura de investimento líquido em operações com no exterior
01-07-09
IFRIC 17 - Distribuição aos accionistas de activos não monetários
01-07-09
IFRIC 18 - Transferência de activos de clientes
Não se estima que da futura adopção das normas acima, as quais não se encontram ainda aprovadas ("endorsed")
pela União Europeia, decorram impactos significativos para as demonstrações financeiras consolidadas anexas.
Na preparação das demonstrações financeiras anexas foram utilizadas estimativas que afectam as quantias reportadas
de activos e passivos, assim como as quantias reportadas de proveitos e custos durante o período de reporte. Contudo,
todas as estimativas e assumpções efectuadas pelo Conselho de Administração foram baseadas no melhor conhecimento
existente, à data de aprovação das demonstrações financeiras, dos eventos e transacções em curso.
As políticas contabilísticas e os critérios de mensuração adaptados pelo Grupo a 31 de Dezembro de 2008 são
comparáveis com os utilizados na preparação das demonstrações financeiras em de Dezembro de 2007.
1.2. PRINCÍPIOS DE CONSOLIDAÇÃO
São os seguintes os métodos de consolidação adaptados pelo Grupo:
As participações financeiras em empresas nas quais o Grupo detenha, directa ou indirectamente, mais de
50% dos direitos de voto em Assembleia-Geral de Accionistas e detenha o poder de controlar as suas políticas
financeiras e operacionais (definição de controlo utilizada pelo Grupo), foram incluídas nas demonstrações
financeiras consolidadas anexas pelo método de consolidação integral. O capital próprio e o resultado líquido
destas empresas correspondente à participação de terceiros nas mesmas, são apresentados separadamente
no balanço consolidado e na demonstração dos resultados consolidada, na rubrica "Interesses minoritários".
As empresas do Grupo incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas encontram-se detalhadas na
Nota 3.
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Relatório e Contas 2008
[32]
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE. S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Quando os prejuízos atribuíveis aos accionistas minoritários excedem o interesse minoritário no capital próprio
da filial, o Grupo absorve esse excesso e quaisquer prejuízos adicionais, excepto quando os accionistas
minoritários tenham a obrigação e sejam capazes de cobrir esses prejuízos. Se a filial subsequentemente
reportar lucros, o Grupo apropria todos os lucros até que a parte minoritária dos prejuízos absorvidos pelo
Grupo tenha sido recuperada.
Na aquisição de empresas é seguido o método da compra. Os activos e passivos de cada filial são identificados
ao seu justo valor na data de aquisição. Qualquer excesso do custo de aquisição face ao justo valor dos activos
e passivos líquidos adquiridos é reconhecido como diferença de consolidação (Nota 1.2.c)). Caso o diferencial
entre o custo de aquisição e o justo valor dos activos e passivos líquidos adquiridos seja negativo, o mesmo
é reconhecido como proveito do exercício após reconfirmação do justo valor atribuído. Os interesses de
accionistas minoritários são apresentados pela respectiva proporção do justo valor dos activos e passivos
identificados.
Os resultados das filiais adquiridas ou vendidas durante o exercício estão incluídos na demonstração dos
resultados desde a data da sua aquisição ou até à data da sua venda.
Sempre que necessário, são efectuados ajustamentos às demonstrações financeiras das filiais para adequar
as suas políticas contabilísticas com as usadas pelo Grupo. As transacções, os saldos e os dividendos distribuídos
entre empresas do Grupo são eliminados no processo de consolidação.
Nas situações em que o Grupo detenha, em subst~ncia, o controlo de outras entidades criadas com um fim
específico, ainda que não possua participações de capital directamente nessas entidades, as mesmas são
consolidadas pelo método de consolidação integral.
Os investimentos financeiros em empresas associadas (empresas onde o Grupo exerce uma influência significativa
mas não detém o controlo das mesmas através da participação nas decisões financeiras e operacionais das
Empresas - geralmente investimentos representando entre 20% a 50% do capital de uma empresa) são
registados pelo método da equivalência patrimonial.
De acordo com o método da equivalência patrimonial, as participações financeiras são registadas pelo seu
custo de aquisição ajustado pelo valor correspondente à participação do Grupo nas variações dos capitais
próprios (incluindo o resultado líquido) das associadas por contrapartida de ganhos ou perdas do exercício e
pelos dividendos recebidos.
As diferenças entre o custo de aquisição e o justo valor dos activos e passivos identificáveis da associada na
data de aquisição, se positivas, são reconhecidas como diferenças de consolidação e mantidas no valor da
rubrica "Investimentos em empresas associadas" (Nota
1.2.c)). Se essas diferenças forem negativas são registadas como um proveito do exercício na rubrica "Resultados
relativos a empresas associadas".
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Relatório e Contas 2008
[33]
d
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
É feita uma avaliação dos investimentos em associadas quando existem indícios de que o activo possa estar
em imparidade, sendo registadas como custo as perdas por imparidade que se confirmem. Quando as perdas
por imparidade reconhecidas em exercícios anteriores deixam de existir, são objecto de reversão.
Quando a proporção do Grupo nos prejuízos acumulados da associada excede o valor pelo qual o investimento
financeiro se encontra registado, o investimento é reportado por valor nulo enquanto o capital próprio da
associada não for positivo, excepto quando o Grupo tenha assumido compromissos para com a associada,
sendo nesses casos registada uma provisão para fazer face a essas obrigações.
Os ganhos não realizados em transacções com associadas são eliminados proporcionalmente ao interesse do
Grupo na associada por contrapartida do investimento financeiro nessa mesma associada. As perdas não
realizadas são similarmente eliminadas, mas somente até ao ponto em que a perda não evidencie que o activo
transferido esteja em situação de imparidade.
Em 31 de Dezembro de 2008, o Grupo não detém investimentos financeiros em empresas associadas.
As diferenças entre o custo de aquisição dos investimentos em empresas do Grupo e o justo valor dos activos
e passivos identificáveis (incluindo os passivos contingentes) dessas empresas à data da sua aquisição, quando
positivas, são registadas na rubrica "Diferenças de consolidação" (Nota 7), e quando negativas, são registadas
como proveitos directamente na demonstração dos resultados.
As diferenças entre o custo de aquisição dos investimentos em empresas associadas e o montante atribuído
ao justo valor dos activos e passivos identificáveis dessas empresas à data da sua aquisição, quando positivas,
são registadas na própria rubrica de "Investimentos em empresas associadas", e quando negativas, são
registadas como proveitos directamente na demonstração dos resultados.
Anualmente, o Grupo procede à realização de testes de imparidade formais às diferenças de consolidação
existentes à data de encerramento das contas (Nota 1.2 p)). Sempre que o montante pelo qual se encontra
registada a diferença de consolidação seja superior à sua quantia recuperável, é reconhecida uma perda de
imparidade, registada na demonstração dos resultados na rubrica "Provisões e perdas por imparidade". A
quantia recuperável é a mais alta do preço de venda líquido e do valor de uso. O preço de venda líquido é o
montante que se obteria com a alienação do activo numa transacção ao alcance das partes envolvidas,
deduzido dos custos directamente atribuíveis à alienação. O valor de uso é o valor presente dos fluxos de caixa
futuros estimados que se espera que surjam do uso continuado do activo e da respectiva alienação no final
da sua vida útil. A quantia recuperável é estimada para cada activo, individualmente ou, no caso de não ser
possível, para a unidade geradora de caixa à qual o activo pertence.
As perdas por imparidade relativas a diferenças de consolidação não podem ser revertidas.
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[34]
Relatório e Contas 2008
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Os activos e passivos das demonstrações financeiras de entidades estrangeiras são convertidos para Euros
utilizando as taxas de câmbio em vigor à data do balanço, e os custose os proveitos bem como os fluxos de
caixa são convertidos para Euros utilizando a taxa de câmbio média verificada no exercício. A diferença cambial
gerada após 1 de Janeiro de 2004 é registada no capital próprio na rubrica "Reservas de conversão". As
diferenças cambiais acumuladas geradas até 1 de Janeiro de 2004 (data de transição para IFRS) foram anuladas
por contrapartida da rubrica do capital próprio "Outras reservas".
As diferenças entre o custo de aquisição dos investimentos em empresas do Grupo sedeadas no estrangeiro,
e o justo valor dos activos e passivos identificáveis dessas empresas à data da sua aquisição, encontram-se
registadas na moeda funcional dessas empresas, sendo convertidas para a moeda do Grupo (Euro) à taxa de
câmbio em vigor na data de balanço. As diferenças cambiais geradas nessa conversão são registadas na rubrica
de capital próprio "Reservas de conversão cambial".
Sempre que uma entidade estrangeira é alienada, a diferença cambial acumulada é reconhecida na demonstração
dos resultados como um ganho ou perda na alienação.
As cotações utilizadas para conversão para Euros das contas das filiais estrangeiras (Tintas CIN de Angola,
S.A.R.L. e Tintas CIN Moçambique, S.A.R.L.) foram as seguintes:
31 de Dezembro de 2008
31 de Dezembro de 2007
Final do
Dólar americano (USD)
1 3 PRINCIPA S CR
R OS VA OR M
Média do
exercício
Média do exercício
Final do exercício exercício
1,4097
1,4713
1,4721
1,3797
R COS
Os principais critérios valorimétricos usados pelo Grupo CIN na preparação das suas demonstrações financeiras
consolidadas são os seguintes:
As imobilizações corpóreas adquiridas até 1 de Janeiro de 2004 (data de transição para IAS/IFRS), encontramse registadas ao seu "deemed cost", o qual corresponde ao custo de aquisição, ou custo de aquisição reavaliado
de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal (e nos países das respectivas
subsidiárias do Grupo) até àquela data, deduzido das amortizações acumuladas e de perdas por imparidade
acumuladas.
As imobilizações corpóreas adquiridas após aquela data encontram-se registadas ao custo de aquisição,
deduzido das amortizações acumuladas e de perdas por imparidade acumuladas.
As perdas de imparidade detectadas no valor de realização do imobilizado corpóreo, são registadas no ano
em que se estimam, por contrapartida da rubrica "Amortizações e depreciações" da demonstração dos
resultados.
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Relatório e Contas 2008
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d
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
As amortizações são calculadas, após os bens estarem em condições de utilização, pelo método das quotas
constantes em conformidade com o período de vida útil estimado para cada Grupo de bens.
As taxas de amortização utilizadas correspondem aos seguintes períodos de vida útil estimada:
Anos
Edifícios e outras construções
20 - 50
7 - 17
Equipamento básico
3-5
Equipamento de transporte
4 - 14
Ferramentas e utensílios
3 - 14
Equipamento administrativo
5 - 11
Outras imobilizações corpóreas
As despesas correntes com reparação e manutenção de imobilizado são consideradas como custo no exercício
em que ocorrem. As beneficiações de montante significativo que aumentam o período estimado de utilização
dos respectivos bens, são capitalizadas e amortizadas de acordo com a vida útil remanescente dos correspondentes
bens.
As imobilizações em curso representam imobilizado ainda em fase de construção/desenvolvimento, encontrandose registadas ao custo de aquisição. Estas imobilizações são transferidas para imobilizado corpóreo e amortizadas
a partir do momento em que os activos subjacentes se encontrem disponíveis para uso e nas condições
necessárias para operar de acordo com o pretendido pela gestão.
As mais ou menos valias resultantes da venda ou abate de imobilizado corpóreo são determinadas como a
diferença entre o preço de venda e o valor líquido contabilístico na data de alienação/abate, sendo registadas
na demonstração dos resultados como "Outros proveitos operacionais" ou "Outros custos operacionais".
As imobilizações incorpóreas encontram-se registadas ao custo de aquisição, deduzido das amortizações
acumuladas e das perdas por imparidade acumuladas. As imobilizações incorpóreas só são reconhecidas se
for provável que delas advenham benefícios económicos futuros para o Grupo, se o mesmo possuir o poder
de controlar as mesmas e se possa medir razoavelmente o seu valor.
As despesas de investigação com novos conhecimentos técnicos são reconhecidas na demonstração dos
resultados quando incorridas.
As despesas de desenvolvimento para as quais o Grupo demonstre capacidade para completar o seu
desenvolvimento e iniciar a sua comercialização e/ou uso e para as quais seja provável que o activo criado
venha a gerar benefícios económicos futuros são capitalizadas. As despesas de desenvolvimento que não
cumpram estes critérios são registadas como custo do exercício em que são incorridas.
As imobilizações incorpóreas que compreendem, essencialmente custos incorridos com o desenvolvimento
de projectos, despesas com propriedade industrial e outros direitos e software, são amortizadas pelo método
das quotas constantes durante um período de três a cinco anos.
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ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Os trespasses não são objecto de amortização, sendo os mesmos sujeitos a testes anuais de imparidade.
No caso de marcas em que a vida útil é indefinida, não são calculadas amortizações, sendo o seu valor objecto
de testes de imparidade numa base anual.
As amortizações do exercício das imobilizações incorpóreas são registadas na demonstração dos resultados
na rubrica "Amortizações e depreciações".
As propriedades de investimento, que correspondem a activos imobiliários detidos para obtenção de rendimento
através do seu arrendamento ou para valorização, e não para uso na produção ou fornecimento de bens e
serviços ou para fins administrativos, são registadas ao custo de aquisição. O Grupo procede à divulgação
do justo valor das propriedades de investimento (Nota 9).
d)ln
os
i) Investimentos
O Grupo classifica os investimentos financeiros nas seguintes categorias: 'Investimentos registados
ao justo valor através de resultados', 'Empréstimos e contas a receber','lnvestimentos detidos até ao
vencimento' e 'Investimentos disponíveis para venda'. A classificação depende da intenção subjacente
à aquisição do investimento.
Investimentos registados ao justo valor através de resultados
Esta categoria divide-se em duas subcategorias: 'activos financeiros detidos para negociação' e
'investimentos registados ao justo valor através de resultados'. Um activo financeiro é classificado
nesta categoria se for adquirido com o propósito de ser vendido no curto prazo ou se a adopção da
valorização através deste método elimine ou reduza significativamente um desfasamento contabilístico.
Os instrumentos derivados são também classificados como detidos para negociação, excepto se
estiverem afectos a operações de cobertura. Os activos desta categoria são classificados como activos
correntes no caso de serem detidos para negociação ou se for expectável que se realizem num período
inferior a 12 meses da data do balanço.
Em 31 de Dezembro de 2008, o Grupo CIN não detinha instrumentos financeiros inseridos nas
categorias "activos financeiros detidos para negociação" e "instrumentos registados ao justo valor
através de resultados".
Investimentos detidos até ao vencimento
Esta categoria inclui os activos financeiros, não derivados, com reembolsos fixos ou variáveis, que
possuem uma maturidade fixada e relativamente aos quais é intenção do Conselho de Administração
a manutenção dos mesmos até à data do seu vencimento.
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EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Estes investimentos são classificados como Activos não correntes, excepto se o seu vencimento for
inferior a 12 meses da data do balanço.
Investimentos disponíveis para venda
Incluem-se aqui os activos financeiros, não derivados, que são designados como disponíveis para
venda ou aqueles que não se enquadrem nas categorias anteriores.
Esta categoria é incluída nos activos não correntes, excepto se o Conselho de
Administração tiver a intenção de alienar o investimento num período inferior a 12
meses da data do balanço.
Em 31 de Dezembro de 2008, o Grupo CIN detinha investimentos classificados nesta categoria que
correspondem a acções de uma entidade cotada na Bolsa de Valores de Milão, Itália (Nota 1O).
Todas as compras e vendas de investimentos financeiros são reconhecidas à data da transacção, isto é, na
data em que o Grupo assume todos os riscos e obrigações inerentes à compra ou venda do activo. Os
investimentos são todos inicialmente reconhecidos ao justo valor mais custos de transacção, sendo a única
excepção os 'investimentos registados ao justo valor através de resultados'. Neste último caso, os investimentos
são inicialmente reconhecidos ao justo valor e os custos de transacção são reconhecidos na demonstração
dos resultados.
Os investimentos são desreconhecidos quando o direito de receber fluxos financeiros tiver expirado ou tiver
sido transferido e, consequentemente, tenham sido transferidos todos os riscos e benefícios associados.
Os 'investimentos disponíveis para venda' e os 'investimentos registados ao justo valor através de resultados'
são posteriormente mantidos ao justo valor por referência ao seu valor de mercado à data de balanço, sem
qualquer dedução relativa a custos de transacção que possam vir a ocorrer até à sua venda.
Os 'Investimentos detidos até à maturidade' são registados ao custo amortizado através do método da taxa
de juro efectiva.
Os ganhos e perdas, realizados ou não, provenientes de uma alteração no justo valor dos 'Investimentos
registados ao justo valor através de resultados' são registados na demonstração dos resultados do exercício.
Os ganhos e perdas, realizados ou não, provenientes de uma alteração no justo valor dos investimentos não
monetários classificados como disponíveis para venda, são reconhecidos no capital próprio, na rubrica "Reservas
de justo valor" até ao investimento ser vendido, recebido ou de qualquer forma alienado, ou até
que o justo valor do investimento se situe abaixo do seu custo de aquisição e que tal corresponda a uma perda
por imparidade, momento em que a perda acumulada é registada na demonstração dos resultados.
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(Montantes expressos em Euros)
O justo valor dos investimentos financeiros detidos para venda é baseado nos preços correntes de mercado.
Se o mercado em que os investimentos estão inseridos não for um mercado activo/ líquido (investimentos
não cotados), o Grupo regista ao custo de aquisição, tendo em consideração a existência ou não de perdas
por imparidade. t convicção do Conselho de Administração do Grupo que o justo valor destes investimentos
não difere significativamente do seu custo de aquisição. O justo valor dos investimentos cotados é calculado
com base na cotação de fecho do mercado bolsista onde os mesmos são transaccionados, à data do balanço.
O Grupo efectua avaliações à data de cada balanço sempre que exista evidência objectiva de que um activo
financeiro possa estar em imparidade. No caso de instrumentos de capital classificados como disponíveis para
venda, uma queda significativa ou prolongada do seu justo valor para níveis inferiores ao seu custo é indicativo
de que o activo se encontra em situação de imparidade. Se existir alguma evidência de imparidade para
'Investimentos disponíveis para venda', as perdas acumuladas - calculadas pela diferença entre o custo de
aquisição e o justo valor deduzido de qualquer perda de imparidade anteriormente reconhecida na
demonstração dos resultados - são retiradas do capital próprio e reconhecidas na demonstração dos resultados.
Todas as compras e vendas destes investimentos são reconhecidas à data da assinatura dos respectivos
contratos de compra e venda, independentemente da data da sua liquidação financeira.
ii) Dívidas de terceiros
As dívidas de terceiros que não vençam juros são registadas pelo seu valor nominal deduzido de
eventuais perdas por imparidade para que as mesmas reflictam o seu valor presente realizável líquido.
Estes montantes não são descontados por não se considerar material o efeito da sua actualização
financeira.
iii) Empréstimos
Os empréstimos são registados no passivo pelo seu valor nominal deduzido dos custos de transacção
que sejam directamente atribuíveis à emissão desses passivos. Os encargos financeiros são calculados
de acordo com a taxa de juro efectiva e contabilizados na demonstração dos resultados do exercício
de acordo com o princípio da especialização.
iv) Dívidas a terceiros
As dívidas a terceiros que não vencem juros são registadas pelo seu valor nominal.
v) Instrumentos derivados e contabilidade de cobertura
O Grupo utiliza derivados na gestão dos seus riscos financeiros unicamente como forma de garantir
a cobertura desses riscos, não sendo utilizados instrumentos derivados com o objectivo de negociação
(especulação).
Os instrumentos derivados ("cash-flow hedges") utilizados pelo Grupo respeitam a "swaps" de taxa
de juro para cobertura do risco de variação de taxa de juro em empréstimos obtidos.
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(Montantes expressos em Euros)
Os critérios utilizados pelo Grupo para classificar os instrumentos derivados como instrumentos de
cobertura de fluxos de caixa são os seguintes:
- Espera-se que a cobertura seja altamente eficaz ao conseguir a compensação de alterações nos
fluxos de caixa atribuíveis ao risco coberto;
- A eficácia da cobertura pode ser fiavelmente mensurada;
- Existe adequada documentação sobre a transacção a ser coberta no início da cobertura;
- A transacção objecto de cobertura é altamente provável.
Os instrumentos de cobertura de taxa de juro são inicialmente registados pelo seu custo, caso exista
algum, e subsequentemente reavaliados ao seu justo valor. As alterações de justo valor destes
instrumentos são reconhecidas em capitais próprios na rubrica "Reservas de cobertura", sendo
transferidos para resultados no mesmo período em que o instrumento objecto de cobertura afecta
resultados.
A contabilização de cobertura de instrumentos derivados é descontinuada quando o instrumento se
vence ou é vendido. Nas situações em que o instrumento derivado deixe de ser qualificado como
instrumento de cobertura, as diferenças de justo valor acumuladas e diferidas em capital próprio na
rubrica "Reservas de cobertura" são transferidas para resultados do exercício.
vi) Caixa e equivalentes a caixa
Os montantes incluídos na rubrica "Caixa e seus equivalentes" correspondem aos valores de caixa,
depósitos bancários, depósitos a prazo e outras aplicações de tesouraria, vencíveis a menos de três
meses, e que possam ser imediatamente mobilizáveis com risco insignificante de alteração de valor.
Os contratos de locação são classificados como (i) locações financeiras se através deles forem transferidos
substancialmente todos os riscos e vantagens inerentes à posse do activo sob locação e como (ii) locações
operacionais se através deles não forem transferidos substancialmente todos os riscos e vantagens inerentes
à posse do activo sob locação.
A classificação das locações em financeiras ou operacionais é feita em função da substância e não da forma
do contrato.
Os activos imobilizados adquiridos mediante contratos de locação financeira bem como as correspondentes
responsabilidades são contabilizados pelo método financeiro. De acordo com este método, o custo do activo
é registado no imobilizado corpóreo, a correspondente responsabilidade é registada no passivo, os juros são
incluídos no valor das rendas e a amortização do activo, calculada conforme descrito na Nota 1.3 a), são
registados como custos financeiros e amortização do exercício respectivamente, na demonstração dos
resultados do exercício a que respeitam.
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Nas locações consideradas como operacionais, as rendas devidas são reconhecidas como custo na demonstração
dos resultados do exercício a que respeitam (Nota 32).
As mercadorias e as matérias-primas, subsidiárias e de consumo encontram-se registadas ao custo de aquisição,
o qual é inferior ao respectivo valor de mercado, utilizando-se o custo médio como método de custeio.
Os produtos acabados e intermédios encontram-se valorizados ao custo de produção (inclui o custo de
matérias-primas incorporadas, mão-de-obra directa e os gastos gerais de fabrico), o qual é inferior ao respectivo
valor de mercado.
As perdas de imparidade acumuladas para depreciação de existências reflectem a diferença entre o custo de
aquisição ou produção e o valor realizável líquido das existências.
As provisões são reconhecidas quando, e somente quando, o Grupo tem uma obrigação presente (legal ou
construtiva) resultante dum evento passado, seja provável que, para a resolução dessa obrigação, ocorra uma
saída de recursos e o montante da obrigação possa ser razoavelmente estimado. As provisões são revistas
na data de cada balanço e são ajustadas de modo a reflectir a melhor estimativa do seu justo valor a essa
data (Nota 27). As provisões para custos de reestruturação são reconhecidas pelo Grupo sempre que exista
um plano formal e detalhado de reestruturação e que o mesmo tenha sido comunicado às partes envolvidas.
Os subsídios governamentais são reconhecidos de acordo com o seu justo valor quando existe uma garantia
razoável que irão ser recebidos e que a Empresa irá cumprir com as condições exigidas para a sua concessão.
Os subsídios e comparticipações recebidas a fundo perdido, para financiamento de imobilizações corpóreas,
são registados, apenas quando existe uma garantia razoável de recebimento, nas rubricas "Outros passivos
não correntes" e "Outros passivos correntes", sendo reconhecidos na demonstração dos resultados
proporcionalmente às amortizações das imobilizações corpóreas subsidiadas.
Os subsídios relacionados com custos incorridos são registados como proveito na medida em que exista uma
garantia razoável que vão ser recebidos, que a Empresa já tenha incorrido nos custos subsidiados e que cumpra
com as condições exigidas para sua concessão.
Conforme mencionado na Nota 23, o Grupo assumiu através da Empresa-mãe e de algumas filiais compromissos
de conceder aos seus empregados prestações pecuniárias a título de complementos de pensões de reforma,
os quais configuram um plano de benefícios definidos, tendo sido constituídos para o efeito fundos de pensões
autónomos ou seguros.
A fim de estimar as suas responsabilidades pelo pagamento das referidas prestações, o Grupo segue o
procedimento de obter anualmente cálculos actuariais dessas responsabilidades, determinadas de acordo com
o "Projected Unit Credit Method".
Em conformidade com a IAS 19 - "Benefícios dos empregados" os custos com responsabilidades passadas
são imediatamente reconhecidos nas situações em que os benefícios se encontram a ser pagos, caso contrário
são reconhecidos em quotas constantes durante o período médio estimado até à data de início de pagamento
dos benefícios.
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(Montantes expressos em Euros)
As responsabilidades por pensões reconhecidas à data de balanço representam o valor presente dos benefícios
futuros ajustado de ganhos ou perdas actuariais e/ou de responsabilidades por serviços passados não
reconhecidas, reduzido do justo valor dos activos líquidos do fundo de pensões.
As receitas e despesas são registadas de acordo com o princípio da especialização dos exercícios, pelo qual
estas são reconhecidas à medida em que são geradas, independentemente do momento em que são recebidas
ou pagas. As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e as correspondentes receitas e despesas
geradas são registadas nas rubricas de acréscimos e diferimentos incluídas nas rubricas "Outros activos
correntes" e "Outros passivos correntes".
Os custos e proveitos cujo valor real não seja conhecido são estimados com base na melhor avaliação dos
Conselhos de Administração das empresas do Grupo.
Os proveitos decorrentes de vendas são reconhecidos na demonstração consolidada dos resultados quando
os riscos e vantagens significativos inerentes à posse dos activos são transferidos para o comprador e o
montante dos proveitos possa ser razoavelmente quantificado. As vendas são reconhecidas líquidas de impostos
e descontos.
O imposto sobre o rendimento do exercício é calculado com base nos resultados tributáveis das empresas
incluídas na consolidação de acordo com as regras fiscais em vigor no local da sede de cada empresa do
Grupo e considera a tributação diferida.
O imposto corrente sobre o rendimento é calculado com base nos resultados tributáveis das empresas incluídas
na consolidação.
Os impostos diferidos são calculados com base no método da responsabilidade de balanço e reflectem as
diferenças temporárias entre o montante dos activos e passivos para efeitos de reporte contabilístico e os
respectivos montantes para efeitos de tributação. Os impostos diferidos activos e passivos são calculados e
anualmente avaliados às taxas de tributação em vigor ou anunciadas para estarem em vigor à data expectável
de reversão das diferenças temporárias.
Os impostos diferidos activos são reconhecidos unicamente quando existem expectativas razoáveis de lucros
fiscais futuros suficientes para a sua utilização, ou nas situações em que existam diferenças temporárias
tributáveis que compensem as diferenças temporárias dedutíveis no período da sua reversão. No final de cada
exercício é efectuada uma revisão desses impostos diferidos, sendo os mesmos reduzidos sempre que deixe
de ser provável a sua utilização futura.
Os impostos diferidos são registados como custo ou proveito do exercício, excepto se resultarem de itens
registados directamente em capital próprio, situação em que o imposto diferido é também registado na mesma
rubrica.
Os impostos sobre o rendimento do exercício são calculados com base no Regime Especial de Tributação dos
Grupos de Sociedades ("RETGS"), o qual inclui a maior parte das empresas do Grupo CIN com sede em
Portugal, e reflectidos nas demonstrações financeiras consolidadas do Grupo CIN em 31 de Dezembro de
cada ano. As empresas do Grupo CIN sedeadas em Espanha: Amida lnversiones, S.L., Barnices Valentine, S.A.,
Pinturas Cin Canárias, S.A.,
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As responsabilidades por pensões reconhecidas à data de balanço representam o valor presente dos benefícios
futuros ajustado de ganhos ou perdas actuariais e/ou de responsabilidades por serviços passados não
reconhecidas, reduzido do justo valor dos activos líquidos do fundo de pensões.
As receitas e despesas são registadas de acordo com o princípio da especialização dos exercícios, pelo qual
estas são reconhecidas à medida em que são geradas, independentemente do momento em que são recebidas
ou pagas. As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e as correspondentes receitas e despesas
geradas são registadas nas rubricas de acréscimos e diferimentos incluídas nas rubricas "Outros activos
correntes" e "Outros passivos correntes".
Os custos e proveitos cujo valor real não seja conhecido são estimados com base na melhor avaliação dos
Conselhos de Administração das empresas do Grupo.
Os proveitos decorrentes de vendas são reconhecidos na demonstração consolidada dos resultados quando
os riscos e vantagens significativos inerentes à posse dos activos são transferidos para o comprador e o
montante dos proveitos possa ser razoavelmente quantificado. As vendas são reconhecidas líquidas de impostos
e descontos.
O imposto sobre o rendimento do exercício é calculado com base nos resultados tributáveis das empresas
incluídas na consolidação de acordo com as regras fiscais em vigor no local da sede de cada empresa do
Grupo e considera a tributação diferida.
O imposto corrente sobre o rendimento é calculado com base nos resultados tributáveis das empresas incluídas
na consolidação.
Os impostos diferidos são calculados com base no método da responsabilidade de balanço e reflectem as
diferenças temporárias entre o montante dos activos e passivos para efeitos de reporte contabilístico e os
respectivos montantes para efeitos de tributação. Os impostos diferidos activos e passivos são calculados e
anualmente avaliados às taxas de tributação em vigor ou anunciadas para estarem em vigor à data expectável
de reversão das diferenças temporárias.
Os impostos diferidos activos são reconhecidos unicamente quando existem expectativas razoáveis de lucros
fiscais futuros suficientes para a sua utilização, ou nas situações em que existam diferenças temporárias
tributáveis que compensem as diferenças temporárias dedutíveis no período da sua reversão. No final de cada
exercício é efectuada uma revisão desses impostos diferidos, sendo os mesmos reduzidos sempre que deixe
de ser provável a sua utilização futura.
Os impostos diferidos são registados como custo ou proveito do exercício, excepto se resultarem de itens
registados directamente em capital próprio, situação em que o imposto diferido é também registado na mesma
rubrica.
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{Montantes expressos em Euros)
Os impostos sobre o rendimento do exercício são calculados com base no Regime Especial de Tributação dos
Grupos de Sociedades ("RETGS"), o qual inclui a maior parte das empresas do Grupo CIN com sede em
Portugal, e reflectidos nas demonstrações financeiras consolidadas do Grupo CIN em 31 de Dezembro de
cada ano. As empresas do Grupo CIN sedeadas em Espanha: Amida lnversiones, S.L., Barnices Valentine, S.A.,
Pinturas Cin Canárias, S.A., Aerminium Coating, S.L.U., Cin lnmuebles, S.L. e Proitesa, S.A., são igualmente
tributadas pelo respectivo lucro consolidado fiscal, em conformidade com a legislação espanhola.
Adicionalmente, as restantes empresas do Grupo CIN são tributadas em base individual e em conformidade
com a legislação aplicável.
Os activos realizáveis e os passivos exigíveis a mais de um ano da data de balanço são classificados,
respectivamente, como activos e passivos não correntes, sendo igualmente incluídos nestas rubricas os activos
e os passivos por impostos diferidos.
A legislação comercial Portuguesa estabelece que pelo menos 5% do resultado líquido anual tem de ser
destinado ao reforço da reserva legal até que esta represente pelo menos 20% do capital. Esta reserva não
é distribuível, a não ser em caso de liquidação da Empresa, mas pode ser utilizada para absorver prejuízos,
depois de esgotadas todas as outras reservas, e para incorporação no capital.
Todos os activos e passivos expressos em moeda estrangeira são convertidos para Euros utilizando as taxas
de câmbio vigentes na data dos balanços.
As diferenças de câmbio, favoráveis e desfavoráveis, originadas pelas diferenças entre as taxas de câmbio em
vigor na data das transacções e as vigentes na data das cobranças, pagamentos ou à data do balanço, são
registadas como proveitos e custos na demonstração consolidada dos resultados do exercício.
É efectuada uma avaliação de imparidade dos activos do Grupo à data de cada balanço e sempre que seja
identificado um evento ou alteração nas circunstâncias que indique que o montante pelo qual um activo se
encontra registado possa não ser recuperável. Sempre que o montante pelo qual um activo se encontra
registado é superior à sua quantia recuperável (definida como a mais alta do preço de venda líquido e do valor
de uso, ou como o preço de venda líquido para activos detidos para alienação) é reconhecida uma perda de
imparidade, registada na demonstração dos resultados na rubrica "Provisões e perdas por imparidade". O
preço de venda líquido é o montante que se obteria com a alienação do activo numa transacção entre entidades
independentes e conhecedoras, deduzido dos custos directamente atribuíveis à alienação. O valor de uso é
o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados que são esperados que surjam do uso continuado do
activo e da sua alienação no final da vida útil. A quantia recuperável é estimada para cada activo, individualmente
ou, no caso de não ser possível, para a unidade geradora de fluxos de caixa à qual o activo pertence.
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ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
A reversão de perdas por imparidade reconhecidas em períodos anteriores é registada quando se conclui que
as perdas por imparidade reconhecidas já não existem ou diminuíram.
Esta análise é efectuada sempre que existam indícios que a perda por imparidade anteriormente reconhecida
tenha revertido. A reversão das perdas por imparidade é reconhecida na demonstração dos resultados na
rubrica "Outros proveitos operacionais".
Contudo, a reversão da perda por imparidade é efectuada até ao limite da quantia que estaria reconhecida
(líquida de amortização ou depreciação) caso a perda de imparidade não se tivesse registado em exercícios
anteriores.
Evidência de existência de imparidade nas contas a receber surge quando:
- a contraparte apresenta dificuldades financeiras significativas;
- se verificam atrasos significativos nos pagamentos principais por parte da contraparte;
e
- se torna provável que o devedor vá entrar em liquidação ou em reestruturação financeira.
Para o valor das Diferenças de consolidação, a quantia recuperável é determinada com base nos últimos planos
de negócio devidamente aprovados pelo Conselho de Administração do Grupo. Para as dívidas a receber, o
Grupo utiliza informação histórica e informação do seu departamento jurídico, que lhe permitem efectuar
uma estimativa dos montantes em imparidade. No caso das Existências, as imparidades são calculadas com
base nos valores de mercado e em diversos indicadores de rotação de existências.
Os encargos financeiros relacionados com empréstimos obtidos Guros, prémios, custos acessórios e juros de
locações financeiras) são reconhecidos como custo na demonstração dos resultados do exercício em que são
incorridos, de acordo com o princípio da especialização dos exercícios.
Os passivos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras consolidadas do Grupo, sendo
os mesmos divulgados no Anexo, a menos que a possibilidade de uma saída de fundos afectando benefícios
económicos futuros seja remota, caso em que não são objecto de divulgação.
Os activos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras consolidadas do Grupo, mas
divulgados no Anexo quando é provável a existência de um benefício económico futuro.
Na preparação das demonstrações financeiras consolidadas, o Conselho de Administração do Grupo baseou- se no melhor conhecimento e na experiência de eventos passados e/ou correntes considerando determinados
pressupostos relativos a eventos futuros.
As estimativas contabilísticas mais significativas reflectidas nas demonstrações financeiras consolidadas dos
exercícios findos em 31 de Dezembro de 2008 e 2007 incluem:
a) Vidas úteis dos activos tangíveis e intangíveis;
b) Testes de imparidade realizados às diferenças de consolidação;
c) Registo de ajustamentos aos valores do activo (contas a receber e existências) e provisões;
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d
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ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
d) Apuramento do justo valor dos instrumentos financeiros derivados;
e) Apuramento das responsabilidades com complementos de reforma.
As estimativas foram determinadas com base na melhor informação disponível à data da preparação das
demonstrações financeiras consolidadas e com base no melhor conhecimento e na experiência de eventos
passados e/ou correntes. No entanto, poderão ocorrer situações em períodos subsequentes que, não sendo
previsíveis à data, não foram considerados nessas estimativas. As alterações a essas estimativas, que ocorram
posteriormente à data das demonstrações financeiras consolidadas, serão corrigidas em resultados de forma
prospectiva, conforme disposto pelo IAS 8.
As principais estimativas e os pressupostos relativos a eventos futuros incluídos na preparação das demonstrações
financeiras consolidadas, são descritos nas correspondentes notas anexas.
No desenvolvimento da sua actividade, o Grupo encontra-se exposto a uma variedade de riscos: risco de
mercado (incluindo risco de taxa de câmbio, risco de taxa de juro e risco de preço), risco de crédito e risco
de liquidez. O programa de gestão de risco global do Grupo, subjacente a uma perspectiva de continuidade
das operações no longo prazo, é focado na imprevisibilidade dos mercados financeiros e procura minimizar
os efeitos adversos que daí advêm para o seu desempenho financeiro.
A gestão de risco do Grupo é controlada pelo departamento financeiro da CIN, de acordo com políticas
aprovadas pelo Conselho de Administração. Nesse sentido, o Conselho de Administração tem definido os
principais princípios de gestão de risco globais e bem assim políticas específicas para algumas áreas, como
sejam a cobertura de risco de taxa de juro, risco de crédito e risco de liquidez.
i) Risco de taxa de câmbio
Na sua actividade operacional, o Grupo realiza transacções expressas em outras moedas que não o
Euro, estando assim exposto ao risco de taxa de câmbio. Por política do Grupo, é eleita uma moeda
funcional por cada participada (Dólar dos Estados Unidos da América relativamente às subsidiárias
Tintas Cin de Angola, SARL e Tintas Cin (Moçambique), SARL), correspondendo à moeda do seu
ambiente económico principal e aquela que melhor representa a composição dos seus cash-flows.
Assim, este risco de taxa de câmbio resulta essencialmente de transacções comerciais, decorrentes
da compra e venda de produtos e serviços em moeda diferente da moeda funcional de cada negócio.
A política de gestão de risco de taxa de câmbio de transacção do Grupo procura minimizar ou
eliminar esse risco, contribuindo para uma menor sensibilidade dos resultados do Grupo a flutuações
cambiais.
O montante de activos e passivos (em Euros) do Grupo registados em moeda diferente do Euro (USD)
pode ser resumido como segue:
Tintas CIN de Angola
Activos
Passivos
31.12.2008
16.340.682
( 3.074.753)
13.265.929
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31.12.2007
13.071.298
( 5.004.181 )
8.067.117
[46]
Relatório e Contas 2008
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ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Tintas CIN (Moçambique)
Activos
Passivos
31.12.2008
2.138.748
( 132.256)
( 2.006.492)
31.12.2007
2.277.298
( 214.704)
2.062.594
O Conselho de Administração do Grupo entende que eventuais alterações da taxa de câmbio não
terão um efeito significativo sobre as demonstrações financeiras consolidadas.
O risco de tradução ou conversão de demonstrações financeiras de entidades estrangeiras também
chamado de risco contabilístico, traduz o potencial de alteração da situação líquida da Empresa-mãe
por força da necessidade de "traduzir" as demonstrações financeiras das participadas no exterior.
A política de gestão do risco de câmbio de tradução do Grupo vai no sentido da apreciação casuística
da oportunidade de cobertura deste risco, tendo nomeadamente em consideração as circunstâncias
específicas das moedas e países em equação e as estruturas de capital dessas participadas (em 31
de Dezembro de 2008, esta situação é apenas aplicável àssubsidiárias Tintas Cin de Angola, SARL e
Tintas Cin (Moçambique), SARL, cujas demonstrações financeiras são "traduzidas" de Dólares dos
Estados Unidos da América para Euros).
Conforme mencionado na Nota 1.2 d), os activos e passivos das demonstrações financeiras de
entidades estrangeiras são convertidos para Euros utilizando as taxas de câmbio existentes à data do
balanço e os custos e proveitos dessas demonstrações financeiras são convertidos para Euros utilizando
a taxa de câmbio média do exercício. A diferença cambial resultante é registada no capital próprio
na rubrica "Reservas de conversão".
ii) Risco de preço
O risco de preço está essencialmente ligado às matérias-primas como o zinco, as resinas e o dióxido
de titânio.
Existe um acompanhamento permanente da evolução do preço destas matérias-primas e das
perspectivas da sua evolução futura, sendo o risco gerido em função destas expectativas.
Relativamente ao zinco, a gestão do risco é efectuada, quando oportuno, pela cobertura através do
mercado de futuros. Em 31 de Dezembro de 2008 não existem posições em aberto relativas a estes
instrumentos.
Para as resinas e para o dióxido de titânio são celebrados contratos com os fornecedores que garantem
os preços por um período alargado, normalmente um ano.
Variações anormais dos preços destas matérias-primas poderão ser reflectidas nos preços de venda.
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ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
iii) Risco de crédito
A exposição do Grupo ao risco de crédito está maioritariamente associada às contas a receber
decorrentes da sua actividade operacional. O risco de crédito refere-se ao risco da contraparte incumprir
com as suas obrigações contratuais, resultando uma perda para o Grupo.
O risco de crédito decorrente da actividade operacional está essencialmente relacionado com dívidas
de vendas realizadas e serviços prestados a clientes. A gestão deste risco tem por objectivo garantir
a efectiva cobrança dos créditos nos prazos estabelecidos sem afectar o equilíbrio financeiro do
Grupo.
Este risco é monitorizado numa base regular de negócio, sendo que o objectivo da gestão é (a) limitar
o crédito concedido a clientes, considerando o prazo médio de recebimento de cada cliente, (b)
monitorar a evolução do nível de crédito concedido, e (c) efectuar análises de imparidade aos valores
a receber numa base regular.
O Grupo não apresenta risco de crédito significativo com algum cliente em particular, ou com algum
grupo de clientes com características semelhantes, na medida em que as contas a receber estão
repartidas por um amplo leque de clientes, diferentes segmentos de negócio e diferentes áreas
geográficas. O Grupo obtém garantias de crédito, sempre que a situação financeira de um cliente
assim o recomende. Para os clientes em que o risco de crédito o justifique, essas garantias consubstanciam-se em seguros de crédito e garantias bancárias.
Os ajustamentos para contas a receber são calculados tomando em consideração (a) o perfil de risco
do cliente, (b) o prazo médio de recebimento, e (c) a condição financeira do cliente. Os movimentos
destes ajustamentos para os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2008 e 2007 encontra-se
divulgados na Nota 27.
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, o Grupo considera que não existe a necessidade de perdas
de imparidade adicionais para além dos montantes registados naquelas datas e evidenciados, de uma
forma resumida, na Nota 27.
Os montantes relativos aos activos financeiros apresentados nas demonstrações financeiras consolidadas
anexas, os quais se encontram líquidos de perdas de imparidade acumuladas, representam a máxima
exposição do Grupo ao risco de crédito.
iv) Risco de liquidez
O risco de liquidez é definido como sendo o risco de falta de capacidade para liquidar ou cumprir
as obrigações no prazo estipulado e a um preço razoável. A existência de liquidez implica que sejam
definidos parâmetros de gestão dessa liquidez que permitam maximizar o retorno obtido e minimizar
os custos de oportunidade associados à detenção dessa liquidez de forma segura e eficiente.
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ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
A gestão do risco de liquidez do Grupo CIN tem por objectivo:
- Liquidez - garantir o acesso permanente e de forma eficiente a fundos suficientes para fazer face
aos pagamentos correntes nas respectivas datas de vencimento;
- Segurança - minimizar a probabilidade de incumprimento no reembolso de qualquer aplicação de
fundos; e
- Eficiência financeira - garantir a minimização do custo de oportunidade de detenção de liquidez
excedentária no curto prazo.
O Grupo tem como política compatibilizar os prazos de vencimento de activos e passivos, gerindo
as respectivas maturidades de forma equilibrada. Olhando para o balanço do Grupo sob o prisma
da liquidez e da exigibilidade, verifica-se que em final de 2007 e 2008, os "capitais permanentes"
são de dimensão superior aos activos não correntes, denotando bem a preocupação do Grupo na
prossecução de uma gestão financeira equilibrada. Na gestão da sua exposição ao risco de liquidez
o Grupo assegura a contratação de instrumentos e facilidades de crédito de diversas naturezas e em
montantes adequados à especificidade das necessidades de cada negócio e participada, garantindo
níveis confortáveis de folga de liquidez. Também por política, essas facilidades são contratadas sem
envolver concessão de garantias.
v) Risco de taxa de juro
O risco de taxa de juro é essencialmente resultante de endividamento indexado a taxas variáveis.
O endividamento do Grupo encontra-se sobretudo indexado a taxas de juro variáveis, expondo o
custo da dívida a um risco de volatilidade. O impacto dessa volatilidade nos resultados e no capital
próprio do Grupo não é significativo em virtude do relativo baixo nível de endividamento e da possível
correlação entre o nível de taxas de juro de mercado e o crescimento económico, com este a ter
efeitos positivos nos resultados operacionais do Grupo, por essa via parcialmente compensando os
custos financeiros acrescidos ("natural hedge").
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, o Grupo apresenta um endividamento líquido de 96.040.315
Euros e 60.912.239 Euros, respectivamente, divididos entre empréstimos correntes e não correntes
(Nota 21) e caixa e equivalentes de caixa (Nota 17) contratados junto de diversas instituições.
As receitas e "cash-flows" do Grupo são minimamente influenciadas pela variação de taxas de juro,
na medida em que as disponibilidades da Empresa e bem assim os eventuais financiamentos concedidos
a outras empresas do Grupo, se encontram dependentes unicamente da evolução das taxas de juro
em Euro, as quais têm, historicamente, uma volatilidade baixa.
Em financiamentos de longo prazo e como forma de cobrir a eventual variação de taxa de juro de
longo prazo, o Grupo contrata, sempre que apropriado, instrumentos financeiros derivados de
cobertura de "cash-flows" ("swaps" de taxa de juro).
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EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
A análise de sensibilidade abaixo foi calculada com base na exposição às taxas de juro para os
instrumentos financeiros (derivados e não derivados) existentes à data dobalanço. Para os passivos
com taxa variável, foram considerados os seguintes pressupostos:
- O montante do passivo em dívida à data de balanço manteve-se durante todo o ano em análise, e
as datas para refixação de preços ocorrem no início do exercício;
- As alterações nas taxas de juro do mercado afectam o montante do juro a receber ou a pagar, dos
instrumentos com taxa variável;
- As alterações nas taxas de juro do mercado só influenciam o montante do juro a receber ou a pagar
dos instrumentos financeiros com taxa fixa, se os mesmos forem registados pelo seu justo valor;
-As alterações nas taxas de juro do mercado afectam o justo valor dos derivados de cobertura e todos
os derivados de cobertura de taxa de juro são eficientes;
- O justo valor dos instrumentos financeiros derivados ("swaps") ou de outro activo e passivo financeiro
é estimado descontando para o momento presente os fluxos de caixa futuros às taxas de juro de
mercado existentes no final de cada ano, e assumindo uma variação paralela nas curvas das "yields".
As análises de sensibilidade pressupõem a manipulação de uma variável mantendo todas as outras
constantes. Na realidade, este pressuposto dificilmente se verifica, e as alterações em alguns dos
pressupostos poderão estar relacionadas.
Se as taxas de juro tivessem sido 0,75 pontos percentuais superiores/inferiores, e todas as outras
variáveis permanecessem constantes, pressuposto que dificilmente ocorrerá dada a correlação com
outras variáveis, o impacto no resultado líquido e nas outras reservas do Grupo teria sido o seguinte:
Resultado Líquido (1)
Capitais Próprios (2)
2008
-0,75 b.p.
677.000
-113.000
+ 0,75 b.p.
-675.000
127.000
2007
-0,75 b.p.
+305.000
-250.000
+ 0,75 b.p.
-555.000
+15.000
(1) devido essencialmente à exposição do Grupo às taxas de juro nos seus empréstimos de taxa variável;
(2) devido essencialmente às alterações de justo valor dos derivados de cobertura.
Na opinião do Conselho de Administração, esta análise de sensibilidade não é representativa do risco
inerente à taxa de juro, sendo que a exposição do final de cada exercício poderá não coincidir com
a verificada ao longo do mesmo, dado que esta não reflecte os pagamentos efectuados.
Em cada exercício são identificados todos os segmentos de negócio e segmentos geográficos aplicáveis
ao Grupo.
A informação relativa ao rédito ao nível dos segmentos de negócio identificados é incluída na Nota 33.
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Relatório e Contas 2008
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Os eventos ocorridos após a data do balanço que proporcionem informação adicional sobre condições
que existiam à data do balanço ("adjusting events") são reflectidos nas demonstrações financeiras
consolidadas. Os eventos após a data do balanço que proporcionem informação sobre condições que
ocorram após a data do balanço ("non adjusting events"), se materiais, são divulgados no Anexo às
demonstrações financeiras consolidadas (Nota 40).
2 A
RAÇÕ S D PO
CAS
CORR CÇÕ S D
RROS
Durante o exercício de 2008 não ocorreram alterações de políticas contabilísticas nem erros
materiais relativos a exercícios anteriores.
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Relatório e Contas 2008
d
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
3 MPR SAS
A S NC UÍDAS NA CONSO DAÇÃO
As empresas filiais incluídas na consolidação pelo método de consolidação integral, suas sedes sociais e proporção
do capital detido em 31 de Dezembro de 2008, são como segue:
Denominação social
Sede
Directa
Percentagem do capital detido
lndirecta
Efectiva
Com sede em Portugal:
CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A. ("Empresa mãe")
Lacose-Sotinco, Tintas e Vernizes, Sociedade Unipessoal, Lda.
Maia
("Lacose-Sotinco")
Nitin - Nova Indústria de Tintas, S.A. ("Nitin")
Maia
100%
Lisboa
Machico
100%
Maia
Maia
100%
Maia
Maia
Maia
100%
100%
Maia
100%
Nictrading - Comércio Internacional, Lda. ("Nictrading")
Terraços do Souto - Sociedade Imobiliária, S.A. ("Terraços do Souto")
Cin - Tintas para Repintura Automóvel, S.A. ("Cin Repintura")
Cin Indústria, S.A. ("Cin Indústria")
Atossa Imobiliária, Sociedade Unipessoal, Lda. (" Atossa")
Sotinco Refinish, S.A. ("Refinish")
Martolar - Materiais de Construção, Lda. ("Martolar") c1>
100%
100%
100%
100%
100%
100%
100%
100%
100%
100%
100%
100%
Com sede em outros países:
Barnices Valentine, S.A. ("Barnices Valentine")
Barcelona
(Espanha)
100%
100%
Pinturas Cin Canarias, S.A. ("Pinturas Cin Canarias")
Tenerife
(Espanha)
100%
100%
Productos lndustriales de Tenerife, S.A. ("Proitesa")
Tenerife
(Espanha)
100%
100%
Amida lnversiones, S.L. ("Amida lnversiones")
Barcelona
(Espanha)
100%
100%
Cin Internacional B.V. ("Cin BV")
Amesterdão
(Holanda)
100%
Tintas Cinde Angola, SARL ("Cin Angola")
Benguela
(Angola)
4%
Tintas Cin (Moçambique), SARL ("Cin Moçambique")
Maputo
(Moçambique)
Cin lnmuebles, S.L. ("Cin lnmuebles")
Barcelona
(Espanha)
Coatings RE, S.A. ("Coatings RE")
Luxemburgo
Vita lnvestments, S.A. ("Vita lnvestments")
Artilin, S.A. ("Artilin")
Aerminium Coating, S.L.U. ("Aerminium")
100%
96%
100%
100%
100%
100%
100%
100%
100%
Luxemburgo
Agen
(França)
Barcelona
100%
100%
100%
100%
(Espanha)
100%
100%
c1> Empresa adquirida em 2007 e consolidada a partir de 1 de Janeiro de 2008 (Nota 5).
Estas empresas foram incluídas na consolidação pelo método de consolidação integral, conforme estabelecido pelo
IAS 27 - "Demonstrações financeiras consolidadas e individuais" (controlo da subsidiária através da maioria dos direitos
de voto, ou de outro mecanismo, sendo titular do capital da empresa - Nota 1.2 a)).
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ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
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(Montantes expressos em Euros)
4 MPR SAS
A S XC Uf DAS DA CONSO DAÇÃO
As empresas filiais excluídas da consolidação, suas sedes sociais e proporção do capital detido em 31 de Dezembro
de 2008, são como segue:
Percentagem do capital detido
Valor de
Denominação social
Sede
balanço
Directa
lndirecta
Efectiva
Detidas por CIN:
Tintas CIN Guiné, Lda. ("CIN Guiné")
Bissau
51%
51%
Tintas CIN Macau, Lda. ("Cin Macau")
Macau
90%
90%
Os investimentos financeiros nas empresas do Grupo - CIN Guiné e CIN Macau encontram-se registados ao custo de
aquisição, sendo registada uma perda por imparidade para reduzir os mesmos ao valor estimado líquido de realização
em face das restrições motivadas pelos países onde se localizam, ou pelos efeitos não relevantes associados à sua
inactividade. O Conselho de Administração da CIN entende que a não consolidação destas filiais não produz um efeito
relevante nas demonstrações financeiras consolidadas anexas.
5 A
RAÇÕ S OCORRIDAS NO P RÍM RO D CONSO DAÇÃO
As alterações ocorridas no perímetro de consolidação no exercício findo em 31 de Dezembro de 2008, foram as
seguintes:
Percentagem do capital detido
Denominação social
Sede
Directa
lndirecta
Efectiva
100%
100%
Aquisição adicional de capital
Artilin, S.A. ("Artilin")
França
Inclusão no perímetro
Martolar- Materiais de Construção, S.A. ("Martolar")
Maia
100%
100%
Em 1 de Janeiro de 2007, em virtude de aquisições adicionais de capital ocorridas nesse exercício e que conferiram à
CIN a maioria dos direitos de voto, a subsidiária Artilin passou a ser consolidada pelo método de consolidação integral.
Durante o exercício de 2008, o Grupo procedeu a uma operação de redução de capital daquela subsidiária, com
posterior aumento de capital, passando a conferir ao Grupo a totalidade do capital daquela subsidiária. O efeito
daquelas operações nas demonstrações financeiras consolidadas anexas não é relevante.
A subsidiária Martolar foi adquirida no exercício de 2007 e foi incluída pela primeira vez no perímetro de consolidação
do Grupo CIN a partir de 1 de Janeiro de 2008, tendo o exercício de imputação de justo valor relativamente aquela
subsidiária sido apurado com base nas suas demonstrações financeiras em 31 de Dezembro de 2007.
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Relatório e Contas 2008
[53]
d
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
A inclusão da Martolar teve o seguinte impacto na variação do perímetro das demonstrações financeiras consolidadas
no exercício de 2008:
Valor contabilístico
Activos líquidos adquiridos:
Imobilizações corpóreas
Imobilizações incorpóreas
Investimentos
Existências
Clientes e outras dívidas de terceiros
caixa e equivalentes a caixa
Outros activos 7.739 - 7.739
Provisões para riscos e encargos
Empréstimos obtidos
Fornecedores e outros credores
Outros passivos
Ajustamentos de
justo valor
Justo
valor
520.829
520.829
499
666.134
1.242.968
120.162
499
666.134
1.242.968
120.162
(32.000)
(575.000)
(1.036.473)
(298.545)
616.313
(32.000)
(575.000)
(1.036.473)
(298.545)
616.313
1.065.086
1.681.399
Diferenças de consolidação
Preço de aquisição
Fluxo de caixa líquido decorrente da aquisição
Pagamentos efectuados
caixa e equivalentes a caixa adquiridos
1.681.399
(120.162)
1.561.237
De acordo com a decisão do Conselho de Administração da Empresa, a diferença de consolidação aquando da
aquisição daquela subsidiária, no montante de 1.065.086 Euros, foi desreconhecida do Balanço consolidado anexo
por contrapartida da uma redução da rubrica de capital próprio "Outras reservas".
A contribuição da Martolar para o resultado líquido consolidado foi positiva, tendo ascendido a 7.273 Euros e
correspondendo ao resultado obtido no período de 1 de Janeiro de 2008 a 31 de Dezembro de 2008.
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Relatório e Contas 2008
[54]
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
6 MOB 7.AÇÕ S CORPÓR AS
Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, o movimento ocorrido no valor bruto das imobilizações
corpóreas, bem como nas respectivas amortizações e perdas por imparidade acumuladas, foi o seguinte:
Exerdcio de 2008
Terrenos e
recursos naturais
Edifícios e outras
constru~ões
Equipamento
básico
Equipamento
de trans~orte
Ferramentas e
utensílios
Equipamento
administrativo
Outras
imobilizações
cor126reas
lmobilizaçõ es
em curso
Total
346.275
22.374.354
161.611.298
16.603.656
24.831.063
( 10.285.334)
Activo bruto:
Saldo inicial
Variações do
perfmetro de
consolidaçao
Adições
Alienações e
21.258.744
49.812.783
48.686.685
2.666.750
3.627.354
12.838.353
90.980
473.058
159.903
203.614
12.492
46.875
1.747.313
926.004
(2.231.097)
4.647.284
(4.029.175)
313.530
(395.097)
198.696
(853.221)
394.580
(2.776.744)
986.922
abates
(1.127.974)
22.344.217
12.059.176
159.265
145.190
37.618
21.969.063
71.324.965
61.523.873
2.948.062
3.130.511
10.540.682
346.275
Saldo inicial
Variações do
28.403.464
41.373.789
2.200.523
2.910.341
11.243.852
317.604
perfmetro de
71.319
147.392
193.930
7.149
46.304
2.791.919
2.351.269
247.377
269.302
569.797
(978.585)
(1.510.470)
(413.728)
(3.920.571)
(381.775)
(62.465)
(807.397)
( 156.020)
(2.740.042)
Transferências
Saldo final
(34.805.211)
4.172.799
(1.187.718)
175.956.230
Amortizações e perdas de
lmparidade acumuladas
86.449.573
466.094
consolidação
Amortizações
do exercido
Perdas de
imparidade
Alienações e
abates
Transferências
Saldo final
Valor liquid o
21. 969.06 3
204.918
610.866
40.334
28.982.566
42.342 .399
40.149.016
21.374.857
2.300.389
647.674
(216852)
2.100.078
1.030.433
25.454
6.255.117
(1.610.798)
(9.360.255)
11.845
(4.257)
646.855
8.975.736
1.564.946
338.801
7.474
4.172.799
82.846.586
93.109.644
Outras
imobilizações
coreóreas
Imobilizações
em curso
Total
346.275
6.896.475
142.940.426
100
20.754.973
(5.277.193)
1.069.422
27.814.968
(2.748.045)
(7.465.473)
22.374.354
161.611.298
Exercício de 2007
Terrenos e
recursos
naturais
Ediffcios e outras
constru~ões
Equipamento
básico
Equipamento
de transeorte
Ferramentas e
utensflios
Equipamento
administrativo
Ac.tivo bruto:
Saldo inicial
Variações do perímetro
de consolidação
Adig)es
Alienações e abates
Transferências
Saldo final
26.613.359
43.420.519
47.687.613
2.501.768
3.503.037
11.971.380
1.572.358
(105.709)
(6.821.262)
360.177
3.228.126
(1.247 .123)
4.051.083
525.952
793.636
(766.855)
446.339
73.136
353.684
(261.838)
1.875
158.310
(90.792)
54.924
108.182
953.880
(275.727)
80.638
21.258.744
49.812.783
48.686.685
2.666.750
3.627.354
12.838.353
346.275
26.355.961
39.360.193
2.146.553
2.721.899
10.768.659
311.583
81.664.848
135.965
372.450
67.495
1.875
74.679
2.439.947
2.361.319
217.505
245.795
705.355
21.196
5.991.117
(107.744)
(407.447)
(13.218)
(75.239)
(658.152)
13.218
(242)
(230.788)
(19.946)
(39.282)
(61.782)
(243.059)
(15.175)
(280.128)
(1.578.728)
28.403.464
21.409.319
41.373.789
7.312.896
2.200.523
466.227
2.910.341
717.013
11.243.852
1.594.501
317.604
28.671
Amortizações e perdas de
lmparidade acumuladas
Saldo inicial
Variações do perímetro
de consolidação
Amortizações do
exercício
Perdas de
imparidade
Alienações e abates
Transferências
Saldo final
Valor líquido
21.258.744
652.464
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22.374.354
86.449.573
75.161.724
[55]
Relatório e Contas 2008
d
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, as "Imobilizações em curso" tinham a seguinte composição:
31.12.2008
Nova fábrica em Montcada y Reixach (Barnices Valentine)
Integração das fábricas de tintas em pó (CIN)
Ampliação das instalações no Algarve (CIN)
Novos laboratórios (CIN + Terraços do Souto)
Instalação de chaminé central de extracção (CIN)
Construção de rotunda de acesso (CIN)
Outros
2.571.899
425.555
242.641
932.704
4.172.799
31.12.2007
20.353.364
994.015
246.786
212.843
567.346
22.374.354
No final do exercício de 2008, a Barnices Valentine transladou a sua actividade para a nova fábrica, igualmente
localizada no município de Montcada y Reixach. Os investimentos efectuados até à data da conclusão da construção,
que se encontravam a ser registados na rubrica "Imobilizações em curso", por um montante acumulado que ascendeu
a, aproximadamente, 31.654.000 Euros, foram transferidos para imobilizado firme, com o seguinte detalhe:
Terrenos e recursos naturais
Edifícios e outras construções
Equipamento básico
Ferramentas e utensílios
Equipamento administrativo
Outras imobilizações corpóreas
614.000
17.677.000
13.091.000
158.000
19.000
95.000
31.654.000
Em 12 de Junho de 2006 a subsidiária Barnices Valentine procedeu à alienação a uma terceira entidade dos terrenos
onde anteriormente se encontrava localizada a sua fábrica de Barcelona (Montcada y Reixach) pelo montante global
de 74.160.000 Euros, tendo em virtude de tal transacção desreconhecido das suas imobilizações corpóreas os terrenos
e edifícios correspondentes aos mesmos. O montante pendente de cobrança referente àquela alienação (24.720.000
Euros) encontra-se registado na rubrica do balanço consolidado "Outros activos correntes" (Nota 16), estando a
cobrança do mesmo garantida por aval bancário prestado pelo comprador.
Na escritura de venda, a Barnices Valentine obrigou-se a proceder ao desmantelamento e remoção das edificações,
bem como à descontaminação dos terrenos alienados, para a qual constituiu uma provisão de 6.900.000 Euros, tendo
igualmente constituído um aval bancário pelo montante de 5.000.000 Euros a favor do comprador, como garantia
do cumprimento da dita obrigação (cuja data limite é 12 de Junho de 2009). Em 31 de Dezembro de 2008, o saldo
daquela provisão ascende a 5.717.534 Euros (Nota 27).
De acordo com os termos contratuais, a Barnices Valentine gozou de um direito de permanência a título gratuito nas
anteriores instalações, pelo tempo necessário à finalização da construção e acondicionamento das suas futuras
instalações (igualmente localizadas em Barcelona), com uma data limite de 12 de Junho de 2009.
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Relatório e Contas 2008
[56]
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Em 18 de Julho de 2006, a Junta de Gobierno dei Ayuntamiento de Montcada Y Reixach aprovou definitivamente o
"Proyecto de Reparcelación en el ámbito dei Plan Parcial Urbanístico dei Sector Discontinuo Can Milans-Can Cuiás
Nord" desse municipio. De acordo com o referido Plano de Reparcelamento, a Barnices Valentine permutou com o
município as parcelas de terreno de sua propriedade denominadas "Can Cuyás", e que se encontravam registados
pelo montante de, aproximadamente, 2.100.000 Euros, por uma parcela de terreno para fins industriais pertencentes
ao mesmo município denominada "Can Milans", na qual foram edificadas as novas instalações industriais. De acordo
com o IAS 16 - "Activos Fixos", o terreno recebido no ambito da permuta acima referida foi registado ao seu justo
valor, de acordo com avaliação efectuada por entidade especializada.
Para efeitos do acima referido Plano de Reparcelamento, a Barnices Valentine assumiu igualmente o compromisso de
suportar os custos de urbanização do terreno recebido ("Can Milans"), quantificados em, aproximadamente, 4.528.000
Euros, tendo constituído uma provisão naquele montante, reflectida na rubrica "Outros passivos correntes", cujo saldo
em 31 de Dezembro de 2008 ascende a 2.313.228 Euros (Nota 26).
Parte das transferências registadas na rubrica "Equipamento básico" correspondem à transferência de sistemas
tintométricos da rubrica "Mercadorias" para imobilizações corpóreas, em virtude destes equipamentos se encontrarem
ao serviço das lojas e delegações do Grupo (Nota 13).
Adicionalmente, as transferências ocorridas no exercício de 2008 na rubrica "Terrenos e recursos naturais" correspondem
à afectação de alguns imóveis detidos pelo Grupo CIN e que não estão directamente afectos à sua actividade operacional,
tendo os mesmos sido classificados como "Propriedades de investimento" (Nota 9).
7 D
R .NÇAS D CONSO DAÇÃO
Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, o movimento ocorrido nas diferenças de consolidação,
foi o seguinte:
Valor bruto:
Saldo inicial
Aquisições
Saldo final
Perdas de imparidade acumuladas:
Saldo inicial/final
Valor líquido
31.12.2008
31.12.2007
6.575.739
6.575.739
6.468.107
107.632
6.575.739
6.575.739
6.575.739
O Grupo CIN, de acordo com a política prevista na IFRS 3, suspendeu a amortização das "Diferenças de consolidação"
a partir de 1 de Janeiro de 2004. Adicionalmente, o Grupo efectua análises formais de imparidade reportadas à data
de apresentação das contas anuais.
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Relatório e Contas 2008
[57]
d
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, o valor líquido contabilístico das "Diferenças de consolidação" tinha a seguinte
composição:
Valor líguido contabilístico
Empresa I Negócio
Nitin
Fundo de comércio "La Llar dei Pintor"
Pinturas Cin Canárias
Nictrading
lbercoat
Jorges & Mineiro
Data de
aquisição
2000
2000
2001
2004
2005
2005
31.12.2008
680.705
930.119
1.755.208
336.217
1.812.978
1.060.512
6.575.739
31.12.2007
680.705
930.119
1.755.208
336.217
1.812.978
1.060.512
6.575.739
Apesar da subsidiária Jorges & Mineiro ter sido fusionada na CIN - Corporação Indústrial do Norte, S.A. com referência
a 1 de Janeiro de 2008, o Grupo CIN mantém a capacidade de efectuar análises de imparidade em relação às unidades
geradoras de caixa associadas àquela subsidiária.
8 MOB
ZAÇÕ S NCORPÓR AS
Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, o movimento ocorrido no valor bruto das imobilizações
incorpóreas, bem como nas respectivas amortizações e perdas de imparidade acumuladas, foi o seguinte:
Exercfcio de 2008
Despesas
de
instalação
Despesas de
desenvolvimento
Propriedade
industrial e
outros
direitos
Trespasses
Adiantamentos
Total
Activo bruto:
Saldo inicial
Variações do perímetro
de consolidação
Adições
Alienações e
abates
Transferências
Saldo final
187.831
4.444.800
4.790.543
2.301.221
11.724.395
577
10.220
(151.280)
1.496
1.430
(114.627)
364.270
(214)
107.069
(12.020)
2.073
482.988
(276.133)
47.348
4.333.099
(57.119)
5.097.479
296
2.396.566
(58.831)
11.874.492
178.680
4.406.045
893.330
65.060
5.543.115
136.382
1.164
(10.718)
148.077
(274.684)
(34.334)
995.378
4.102.101
28
55.534
2.341 .032
(35.876)
5.382.724
6.491.766
Amortizações e perdas de
lmparidade acumuladas
Saldo inicial
Variações do perímetro
de consolidação
Amortizações do
exercfcio
Alienações e
abates
Transferências
Saldo final
Valor líquido
576
1.496
7.218
(149.321)
3.313
(116.195)
37.153
10.194
4.294.659
38.439
2.072
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Relatório e Contas 2008
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Exerdcio de 2007
Despesas
de
instalação
Despesas de
desenvolvimento
Propriedade
industrial e
outros
direitos
Trespasses
Adiantamentos
Total
Activo bruto:
Saldo inicial
Variações do perfmetro
de consolidação
Adições
Alienações e
abates
Transferências
Saldo final
239.931
4.408.118
4.680.834
192.008
86.078
11.314
(149.492)
36.682
3
103.706
187.831
4.444.800
6.000
4.790.543
2.301.221
11.724.395
238.264
3.919.326
797.003
36.425
4.991.018
6.000
9.526.891
122.763
2.225.020
(150.279)
2.110.000
(787)
(6.000)
Amortizações e perdas de
lmparidade acumuladas
Saldo inicial
Variações do perímetro
de consolidação
Amortizações do
exercfcio
Alienações e
abates
Transferências
Saldo final
Valor lfquido
78.924
28.574
3
11.192
(149.700)
465.579
123.758
1.266
(65)
592.795
(149.765)
1.566
4.406.045
38.755
(27.434)
893.330
3.897.213
27.434
65.060
2.236.161
1.566
5.543.115
6.181.282
178.680
9.151
107.501
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, o detalhe dos valores brutos das rubricas "Despesas de desenvolvimento" e
"Propriedade industrial e outros direitos" era como segue:
Despesas de desenvolvimento:
Estudos e projectos - Implementação de "ERP"
Outros estudos e projectos
Propriedade industrial e outros direitos:
Marca " Decocenter"
Propriedade industrial
Aplicações informáticas
Outros direitos e licenciamentos
31.12.2008
31.12.2007
4.121.285
211.814
4.333.099
4.121.285
323.515
4.444.800
3.502.200
677.140
657.998
260.141
5.097.479
3.500.000
677.140
410.282
203.102
4.790.544
Em 20 de Dezembro de 2006, o Grupo CIN adquiriu a marca "Decocenter", explorada actualmente pela subsidiária
Barnices Valentine, pelo montante de 3.500.000 Euros, tendo aquela aquisição sido suportada por uma avaliação de
um perito independente. Esta marca foi classificada como um activo intangível com vida útil indefinida, pelo que não
se encontra a ser amortizada, sendo anualmente efectuado um teste formal de imparidade.
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[59]
d
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Do aumento verificado no exercício de 2007 na rubrica "Trespasses", inclui o montante de 2.000.000 Euros
correspondente ao contrato de trespasse celebrado entre a CIN e a Tintas Robbialac, S.A. em 19 de Novembro de
2007, mediante o qual a CIN adquiriu o negócio daquela entidade denominado "Segmento de Indústria", de que
fazem parte:
• os activos imateriais (patentes, marcas, ... ) afectos ao negócio;
• as formulações e procedimentos necessários para a produção dos produtos inerentes ao negócio;
• os direitos e obrigações resultantes das relações comerciais com clientes e fornecedores; e
• os trabalhadores afectos àquele negócio, até um máximo de cinco.
Durante o exercício de 2008, a CIN efectuou o pagamento adicional no montante de 107 .069 Euros, pelo que, em
31 de Dezembro de 2008 o valor total do Trespasse ascende a 2.107 .069 Euros.
Aquele contrato inclui ainda um "acordo de não concorrência" por parte do vendedor por um período de cinco anos.
O Grupo não procede à amortização daquele trespasse, efectuando, numa base anual, testes formais de imparidade.
O teste formal de imparidade assume como unidade geradora de caixa o rédito associado ao segmento de produtos
adquiridos no âmbito daquele contrato.
9 PROPR DAD S D NV S M N O
Em 31 de Dezembro de 2008, a rubrica "Propriedades de investimento" corresponde a activos imobiliários detidos
pelo Grupo CIN, essencialmente localizados nas Guardeiras, Maia, os quais são detidos para valorização. Estes activos
encontram-se registados ao respectivo custo de aquisição.
Adicionalmente, o justo valor daqueles activos imobiliários é similar ao seu custo de aquisição.
Em 31 de Dezembro de 2008 estas rubricas registaram o seguinte movimento:
31.12.2008
Propriedades de investimento:
Saldo em 1 de Janeiro de 2008
8.066.740
Transferências (Nota 6)
1.747.314
Saldo em 31 de Dezembro de 2008
9.814.054
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ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
10 NV S M N OS D SPON'V S PARA V NDA
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007 esta rubrica incluía investimentos financeiros classificados como disponíveis para
venda e registou o seguinte movimento:
Exercício de 2008
Valor bruto
Investimentos disponíveis para venda:
Saldo em 1 de Janeiro de 2008
Variação de perímetro
Diminuições
Aumentos
Saldo em 31 de Dezembro de 2008
5.107.965
(1.849.99
6)
(340.078)
15.706
2.934.096
Perdas por
imparidade (Nota 27)
Valor líquido
(161.667)
4.946.298
68.572
(18.205)
(111.030)
(1.849.996)
(271.506)
(2.499)
2.822.796
Exercício de 2007
Valor bruto
Investimentos disponíveis para venda:
Saldo em 1 de Janeiro de 2007
Variação de perímetro
Desreconhecimento
Aumentos
4.656.603
Saldo em 31 de Dezembro de 2007
5.107.965
653.916
(151.483)
(51.071)
Perdas por
imparidade (Nota 27)
Valor líquido
(141.062)
(71.676)
512.854
(223.159)
51.071
4.656.603
(161.667)
4.946.298
A variação de perímetro ocorrida no exercício de 2008 deveu-se à consolidação da subsidiária Martelar (Nota 5).
Em 31 de Dezembro de 2008, o justo valor das acções correspondentes a 2,515% do capital social da sociedade
italiana cotada na Bolsa de Valores de Milão - Boero Bartolomeo, S.p.A. - ascende a, aproximadamente, 2.591.377
Euros, com base na respectiva cotação no final do exercício. Relativamente a este investimento, o Grupo procedeu
ao reconhecimento do correspondente imposto diferido passivo no montante de 246.715 Euros (Nota 11).
Os restantes investimentos acima referidos representam, fundamentalmente, investimentos de reduzida dimensão
em empresas não cotadas, sendo que o Conselho de Administração entende que o valor líquido pelo qual se encontram
contabilizados se aproxima do seu justo valor.
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ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
11
MPOS OS
MPOS OS D
R DOS
O detalhe dos montantes e natureza dos activos e passivos por impostos diferidos registados nasdemonstrações
financeiras consolidadas anexas em 31 de Dezembro de 2008, podem ser resumidos como segue:
Activos por impostos diferidos:
Amortizações não aceites fiscalmente
Anulação de intangíveis e imobilizações corpóreas não
capitalizáveis (efeitos líquidos de amortizações)
Provisões e ajustamentos não aceites fiscalmente
Fundo de pensões (relativo a acréscimo de custo)
Reserva de fusão
Alienação do terreno da Barnices Valentine
Prejuízos fiscais reportáveis (Espanha)
Saldos
Efeito em
Efeito em
Saldos
iniciais
resultados
capitais próprios
finais
165.180
(17.065)
182.245
344.785
1.526.756
81.405
37.602
226.038
(169.652)
307.183
1.300.718
251.058
2.326.747
2.370.257
232.802
432.767
(2.707.323)
2.093.944
1.937.490
(4.148.648)
4.148.648
328.009
13.256.619
Reinvestimento de mais valias associadas à alienação de
imobilizações (Barnices Valentine)
Outros
404.510
7.219.639
76.501
(6.036.978)
1.473.944
949.678
105.583
2.707.323
Passivos por impostos diferidos:
Anulação de provisões
Justo valor da permuta do terreno da Barnices Valentine
Justo valor de investimentos disponíveis para venda (Nota1 O)
1.579.527
949.678
(56.043)
(139.331)
Avaliação de instrumentos derivados de cobertura
Amortização de reavaliações não aceites fiscalmente
302.759
165.936
45.589
Reinvestimento de mais valias
Fundo de pensões (relativo a custo diferido)
39.367
47.903
(2.851)
31.576
45.051
Alienação do terreno da Barnices Valentine
5.763.181
266.030
(136.301)
5.763.181
129.730
9.054.386
(48.629)
Outros
(7.269)
(7.791)
(195.374)
246.715
26.605
38.320
8.810.384
Relativamente à "Reserva de fusão", resultante da fusão levada a cabo em exercícios anteriores de antigas filiais
espanholas na subsidiária Barnices Valentine (e que foi objecto de anulação em exercícios anteriores, no exercício de
consolidação), a mesma encontra-se a ser amortizada, para efeitos fiscais, num prazo de 20 anos.
Os activos e passivos por impostos diferidos correspondentes ao efeito da alienação em 2008 do terreno da subsidiária
Barnices Valentine resultam das seguintes situações:
(i) no caso dos activos por impostos diferidos(" Alienação do terreno da Barnices Valentine"), do
efeito das provisões criadas e não aceites fiscalmente para fazer face aos encargos decorrentes do
desmantelamento e descontaminação dos terrenos (Nota 27), para deterioração do equipamento
transferido da antiga fábrica para a nova e do efeito da correcção monetária dos terrenos alienados;
(ii) no caso dos activos por impostos diferidos ("Reinvestimento de mais valias associadas à alienação
de imobilizações (Barnices Valentine)"), do efeito do crédito fiscal a que a subsidiária Barnices Valentine
tem direito pelo reinvestimento de uma parte do valor de realização da antiga fábrica;
(iii) no caso dos passivos por impostos diferidos, da tributação da mais valia fiscal apurada, em função
do recebimento diferido de uma parcela do valor de realização (Nota 16), o qual ocorrerá em Junho
de 2009.
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Relatório e Contas 2008
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE. S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
De acordo com a legislação em vigor, as declarações fiscais da CIN e das empresas do Grupo estão sujeitas a revisão
e correcção por parte das autoridades fiscais durante um período de quatro anos (dez anos para a segurança social
até 2000, inclusive, e cinco anos a partir de 2001 ), excepto quando tenham havido prejuízos fiscais, tenham sido
concedidos benefícios fiscais, ou estejam em curso inspecções, reclamações ou impugnações, casos estes em que,
dependendo das circunstâncias, os prazos são alargados ou suspensos. Deste modo, as declarações fiscais das Empresas
do Grupo desde 2005 poderão vir ainda a ser sujeitas a revisão.
O Conselho de Administração da CIN entende que as eventuais correcções resultantes de revisões/inspecções por
parte das autoridades fiscais àquelas declarações de impostos não terão um efeito significativo nas demonstrações
financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2008.
Nos termos da legislação em vigor em Portugal e Espanha, os prejuízos fiscais são reportáveis durante um período
de seis anos e quinze anos, respectivamente, após a sua ocorrência, e susceptíveis de dedução a lucros fiscais gerados
durante esse período. Em França a utilização futura dos prejuízos fiscais, no âmbito descrito anteriormente, não tem
limite temporal.
Em 31 de Dezembro de 2008, as seguintes empresas do Grupo tinham créditos fiscais reportáveis como segue (com
base nas respectivas declarações de rendimentos já entregues):
Ano
2008
Ano
2004
2008
Barnices Valentine
Valor
Prazo para
compensar
8.467.773
8.467.773
2023
Cin lnmuebles
Valor
Prazo para
compensar
2.080
57.244
59.324
2019
2023
Proitesa
Prazo para
compensar
Ano
Valor
2004
2005
2006
2008
143.761
1.583.106
887.467
495.840
3.110.174
2019
2020
2021
2023
Ano
1999
Cin Canárias
Valor
Prazo para
compensar
337.303
337.303
Aerminium
Ano
Valor
Artilin
Ano
2008
2006
2007
2008
3.554
3.554
2014
Valor
183.310
402.880
707.519
1.293.709
Apenas os prejuízos fiscais reportáveis gerados pelas subsidiárias sedeadas em Espanha no exercício de 2008 foram
considerados para efeitos de cálculo e registo de impostos diferidos activos.
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, as taxas de imposto utilizadas para apuramento dos activos e passivos por
impostos diferidos foram as seguintes:
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Relatório e Contas 2008
d
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ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Taxa de imposto utilizada
País origem da filial:
Portugal
Espanha
Luxemburgo
Angola
Moçambique
França
31.12.2008
31.12.2007
26,5%
30,0%
29,63%
35,0%
32,0%
33,3%
26,5%
30,0%
29,63%
35,0%
32,0%
33,3%
Nos termos do artigo 81 ºdo Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas, as empresas portuguesas
encontram-se adicionalmente sujeitas a tributação autónoma sobre um conjunto de encargos às taxas previstas no
artigo mencionado.
Benefícios e Isenções Fiscais
(i) Portugal
A CIN reflectiu no exercício de 2003 o benefício fiscal consagrado no Decreto-Lei nº 23/2004, de 23
de Janeiro, resultando desse benefício uma poupança de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas
Colectivas no montante de, aproximadamente, 556.000 Euros. Aquele montante foi registado por
contrapartida de uma diminuição do saldo da rubrica "Impostos sobre o rendimento do exercício"
na demonstração dos resultados do exercício findo em 31 de Dezembro de 2003.
Visando o cumprimento do previsto no artº 9º do supra mencionado Decreto-Lei, o Conselho de
Administração da CIN procedeu à constituição de uma reserva especial no montante correspondente
à dedução acima mencionada (incluída na rubrica do capital próprio "Outras reservas"). Esta reserva
especial não poderá ser utilizada para distribuição aos accionistas antes do fim do quinto exercício
posterior ao da sua constituição. Em 31 de Dezembro de 2008, o valor da reserva especial ascende
a 396.532 Euros e está incluída na rubrica do capital próprio "Outras reservas".
(ii) Espanha - Canárias
De acordo com o disposto na legislação espanhola, nomeadamente na "Ley 19/1994, de 6 de Julho
- Modificación dei Régimen Económico y Fiscal de Canarias", foi criado um benefício fiscal para as
empresas produtoras de bens nas Canárias que ascende a 50% da tributação correspondente às
actividades beneficiárias. A Cin Canárias aderiu a este benefício fiscal no ano de 2005. Adicionalmente,
visando o cumprimento daquela legislação, a subsidiária Pinturas Cin Canárias, S.A. procedeu à
constituição de uma reserva especial entre o ano em que aquela empresa aderiu ao benefício fiscal
e 31 de Dezembro de 2007, no montante acumulado de 3.096.371 Euros, a qual está incluída na
rubrica do capital próprio "Outras reservas". Para beneficiar do regime previsto naquele diploma,
aquela subsidiária efectuou os investimentos em activos corpóreos necessários pela referida legislação
dentro dos prazos previstos.
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Relatório e Contas 2008
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
(iii) Angola
O projecto de investimento levado a cabo pela Cin Angola visando a construção de uma nova unidade
produtiva na província de Benguela (Angola), mereceu aprovação por parte da ANIP - Agência
Nacional para o Investimento Privado da República de Angola. Na sequência da referida aprovação,
foram atribuídos os seguintes incentivos fiscais e aduaneiros aos investimentos realizados e a realizar,
em conformidade com a Lei nº 17/03, de 25 de Julho:
· Isenção de pagamento de direitos aduaneiros por um período de três anos;
· Isenção de pagamento do Imposto Industrial por um período de oito anos;
· Isenção de pagamento do Imposto sobre Aplicação de Capitais por um período de cinco anos.
12 OU ROS ACT VOS NÃO CORR .N
.S
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007 esta rubrica tinha a seguinte composição:
31.12.2008
Alienação dos terrenos da Barnices Valentine
Outros
612.072
612.072
31.12.2007
24.720.000
438.526
25.158.526
O montante relativo à alienação dos terrenos da Barnices Valentine existente em 31 de Dezembro de 2007, correspondia
à parcela remanescente da conta a receber que será liquidada em 12 de Junho de 2009, e como tal, passou a ser
apresentado na rubrica "Outros activos correntes" em 31 de Dezembro de 2008 (Nota 16). Adicionalmente, a cobrança
daquele montante está garantida por aval prestado pela entidade compradora.
13
x s·
ANC.AS
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007 esta rubrica tinha a seguinte composição:
Matérias-primas, subsidiárias e de consumo
Mercadorias
Produtos acabados e intermédios
Perdas de imparidade acumuladas em existências (Nota 27)
31.12.2008
10.463.480
2.886.734
33.296.004
46.646.217
( 2.675.156 )
43.971.061
31.12.2007
11.016.035
10.845.088
16.891.022
38.752.145
(2.551.323)
36.200.822
O custo das existências vendidas e consumidas nos exercícios findos em 31 de Dezembro 2008 e 2007 foi apurado
como segue:
Existências iniciais:
Matérias-primas, subsidiárias e de consumo
Mercadorias
Variação de perímetro
Compras
Regularização de existências
Existências finais:
Matérias-primas, subsidiárias e de consumo
Mercadorias
31.12.2008
31.12.2007
11.016.035
10.845.088
717.505
110.797.924
( 5.506.005)
9.803.926
8.640.286
972.069
109.515.195
( 740.908)
( 10.463.480)
( 2.886.734)
114.520.333
(11.016.035)
( 10.845.088)
106.329.445
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d
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Parte da regularização de existências - Mercadorias - corresponde à transferência de equipamento corpóreo - sistemas
tintométricos, em virtude de os mesmos se encontrarem ao serviço das delegações do Grupo (Nota 6).
A variação da produção nos exercícios findos em 31 de Dezembro 2008 e 2007 foi apurada como segue:
Existências finais
Regularização de existências
Variação de perímetro
Existências iniciais
31.12.2008
33.296.004
( 3.998.404)
( 16.891.022)
12.406.578
31.12.2007
16.891.022
1.704.455
( 117.354)
( 17.821.586)
656.538
Adicionalmente, as rubricas de regularizações de existências (Mercadorias e Produtos acabados) incluem um montante
de 5.034.185 Euros relativo a uma reclassificação efectuada entre as referidas rubricas.
14 C N S
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007 esta rubrica tinha a seguinte composição:
Clientes, conta corrente
Clientes, letras a receber
Clientes de cobrança duvidosa
Perdas de imparidade acumuladas em clientes (Nota 27)
31.12.2008
49.130.263
7.489.914
14.131.612
70.751.789
( 16.624.902)
54.126.887
31.12.2007
51.049.317
7.381.766
12.813.944
71.245.027
( 15.205.877)
56.039.150
A exposição do Grupo ao risco de crédito é atribuível antes de mais às contas a receber da sua actividade operacional.
Os montantes apresentados no balanço encontram-se líquidos das perdas acumuladas de imparidade para cobranças
duvidosas que foram estimadas pelo Grupo, de acordo com a sua experiência e com base na sua avaliação da conjuntura
e envolventes económicas. O Conselho de Administração entende que os valores contabilísticos das contas a receber
se aproximam do seu justo valor. O Grupo não tem uma concentração significativa de riscos de crédito, dado que o
risco se encontra diluído por um vasto conjunto de clientes.
De acordo com a informação constante no balanço do Grupo, a antiguidade dos saldos a receber de clientes é a
seguinte:
Não vencido
Vencido mas não provisionado:
0-30 dias
30-90 dias
Mais de 90 dias
Vencido e provisionado
0-90 dias
90-180 dias
180-360 dias
Mais de 360 dias
31.12.2008
36.079.312
31.12.2007
37.188.228
10.407.768
6.392.071
1.247.735
10.890.763
4.882.862
3.077.297
592.768
1.000.985
2.691.942
12.339.207
70.751.789
168.211
464.645
1.101.160
13.471.862
71.245.027
CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A •Estrada Nacional 13 (Km6) • Apartado 1008 • 4471 - 909 MAIA• PORTUGAL
Tel.: 229 405 000 •Fax: 229 485 661 •e-mail: [email protected] • www.cin.pt
Capital Social: 25.000.000 Euros • C. R. C. da Maia I NIPC: 500 076 936 • NIB: 003300000002348137305
Relatório e Contas 2008
[66]
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
15 ou RAS D'v DAS D
RC ROS
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, esta rubrica tinha a seguinte composição:
31.12.2008
31.12.2007
Estado e outros entes públicos
3.232.262
3.021.143
Depósitos e cauções prestadas
162.724
839.653
Saldos devedores de fornecedores
620.977
372.695
Pessoal
248.505
283.465
Adiantamentos a fornecedores e fornecedores de imobilizado
254.652
41.972
Outros devedores
1.984.809
1.820.538
Perdas de imparidade acumuladas (Nota 27)
( 437.403)
( 823.579)
6.066.526
5.555.887
31.12.2008
31.12.2007
16. OU ROS ACT VOS CORR :N
:s
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, esta rubrica tinha a seguinte composição:
Alienação dos terrenos da Barnices Valentine (Notas 6 e 12)
24.720.000
Bónus a receber de fornecedores
1.210.866
1.020.307
Outros
896.070
893.348
26.826.936
1.913.655
17 CA XA
:QU VA :N· ·5 A CA1XA
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, o detalhe de caixa e seus equivalentes era como segue:
31.12.2008
31.12.2007
Numerário
119.075
37.455
Depósitos bancários imediatamente mobilizáveis
5.428.591
15.415.541
Aplicações de tesouraria
23.944.803
43.597.965
Equivalentes a caixa
42.303
62.988
29.534.772
59.113.949
Caixa e equivalentes a caixa:
As aplicações de tesouraria respeitam a depósitos a prazo constituídos por várias das empresas incluídas na consolidação,
vencíveis a menos de três meses da data da sua constituição e que vencem juros a taxas normais de mercado.
A Empresa e as suas participadas têm disponíveis linhas de crédito no montante de 84.217 .000 Euros que poderão
ser utilizadas para futuras actividades operacionais e para satisfazer compromissos financeiros, não havendo qualquer
restrição à utilização dessa facilidade.
Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, os pagamentos relativos a investimentos financeiros
foram os seguintes:
31.12.2008
31.12.2007
Aquisição de 100% do capital da sociedade Martelar Materiais de Construção, S.A.
1.849.996
Aquisição de acções da Boero Bartolomeo (Nota 1O)
1.587.456
Aquisição de participação adicional na Artilin
221.400
Exercício da opção de compra dos 40% adicionais da Jorges & Mineiro
Outros
107.628
148.230
26.540
148.230
3.793.020
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Relatório e Contas 2008
d
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, os recebimentos relativos a alienações de investimentos
financeiros foram os seguintes:
31.12.2008
Alienação da aplicação financeira registada a justo valor por resultados
Outros
259.488
259.488
31.12.2007
20.336.388
20.336.388
18 CAP A SOCIA
Em 31 de Dezembro de 2008, o capital social da CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A., totalmente subscrito e
realizado, é composto por 25.000.000 acções ao portador, com o valor nominal de 1 Euro cada.
Em 31 de Dezembro de 2008, a SF - Sociedade de Controlo, S.A. (SGPS) detém 100% do capital da Empresa (Nota
introdutória).
19. CAPITAL PRÓPRIO
De acordo com a deliberação da Assembleia-Geral Extraordinária de Accionistas realizada em 20 de Maio de 2008, a
CIN distribuiu dividendos ao accionista único no montante de 7.500.00 Euros, a que correspondeu um dividendo de
0,3 Euros por acção.
De acordo com a legislação comercial em vigor, pelo menos 5% do resultado líquido anual, se positivo, tem de ser
destinado ao reforço da reserva legal, até que esta represente 20% do capital da Empresa. Esta reserva não é distribuível,
a não ser em caso de liquidação da Empresa, mas pode ser utilizada para absorver prejuízos depois de esgotadas as
outras reservas, ou incorporada no capital.
As reservas de reavaliação não podem ser distribuídas aos accionistas, excepto se se encontrarem totalmente amortizadas
ou se os respectivos bens objecto de reavaliação tenham sido alienados.
As reservas de conversão reflectem as variações cambiais ocorridas na transposição das demonstrações financeiras
de filiais em moeda diferente do Euro e não são passíveis de serem distribuídas ou utilizadas para absorver prejuízos.
As reservas de justo valor reflectem as variações de justo valor dos instrumentos financeiros disponíveis para venda e
não são passíveis de serem distribuídas ou utilizadas para absorver prejuízos.
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Relatório e Contas 2008
[68]
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Nos termos da legislação portuguesa, o montante de reservas distribuíveis é determinado de acordo com as demonstrações
financeiras individuais da CIN, apresentadas de acordo com o Plano Oficial de Contabilidade (POC).
:lO N 'R ·ss s M NOR ÁR os
A variação ocorrida no exercício findo em 31 de Dezembro de 2008 na rubrica "Interesses minoritários" resulta da
aquisição do capital remanescente da subsidiária Artilin, S.A. (Nota 5).
21. DÍVIDAS A INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO
Em 31 de Dezembro de 2008, o detalhe dos empréstimos bancários (excluindo programas de papel comercial) era
como segue:
Empresa
Barnices Valentine
CIN
CIN Canárias
Proitesa
Artilin
Cin Internacional BV
Martolar
Tintas CIN Angola
Limite
62.929.109
24.548.798
2.346.000
194.447
454.317
3.500.000
75.000
3.203.991
97.251.662
31.12.2008
Montante
utilizado
Corrente
55.566.322
55.566.322
19.040.719
19.040.719
264.458
264.458
4.447
4.447
453.266
178.627
274.639
75.000
1.785.249
77.189.461
591.142
865.781
75.000
1.194.108
76.323.681
Não corrente
Taxa de
juro
Mercado
Mercado
Mercado
Mercado
Mercado
Mercado
Mercado
Mercado
Período da
amortização
Semestral
As dívidas a instituições de crédito classificadas como não correntes das subsidiárias estrangeiras incluem os seguintes
financiamentos:
(i) financiamento de 2.500.000 USD contratado pela subsidiária CIN Angola destinado à construção
da nova unidade produtiva em Benguela. Este financiamento será amortizado em 6 prestações
semestrais de capital, com dois anos de carência, sendo os juros pagos mensalmente, no prazo de
cinco anos.
Os restantes financiamentos obtidos de instituições de crédito acima referidos, venciam juros a taxas de mercado.
Em 31 de Dezembro de 2008, o passivo não corrente dos empréstimos bancários acima referidos tinham o seguinte
plano de reembolso e pagamento de juros previsto:
Taxa de juro
efectiva
média
2009
Amortização
Juros
5,33%
46.145
46.145
2010
702.847
35.800
738.647
2011
87.933
2.256
90.189
2012
75.000
938
75.938
Total
865.781
85.140
950.920
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Relatório e Contas 2008
[69]
d
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Em 31 de Dezembro de 2008, os outros empréstimos bancários correspondem a Programas de Papel Comercial
e o seu detalhe era como segue:
31.12.08
Emissão
Montante total do
programa
CIN - Corporação
Industrial do Norte, S.A
Contrato (7.500.000 Euros)
36' Emissão
37ª Emissão
Contrato (15.000.000
Sem
em1ssoes
Contrato (10.000.000
105' Emissão
Contrato (50.000.000
51' Emissão
Contrato (25.000.000
12' Emissão
21' Emissão
22' Emissão
Valor Nominal da
emissão
7.500.000
7.500.000
3.750.000
1.650.000
15.000.000
n.a.
10.000.000
Corrente
Não corrente
Juros
Vencimento
Taxa de juro
3.750.000
1.650.000
2.237
984
07-Jan-09
07-Jan-09
Mercado
Mercado
n.a.
n.a.
n.a.
Mercado
5.500.000
5.500.000
2.959
05-Jan-09
Mercado
50.000.000
10.000.000
10.000.000
6.840
05-Jan-09
Mercado
25.000.000
25.000.000
25.000.000
11.500.000
5.000.000
8.500.000
11.500.000
5.000.000
8.500.000
515.082
3.077
5.190
23-Nov-09
06-Jan-09
07-Jan-09
Mercado
Mercado
Mercado
5.000.000
2.500.000
2.500.000
1.356
06-Jan-09
Mercado
112.500.000
48.400.000
48.400.000
537.733
Euros)
n.a.
Euros)
Euros)
Euros)
CIN Industria, S.A.
Contrato (5.000.000 Euros)
106ª Emissão
Valor contabilístico do papel comercial Ouros deduzidos "à cabeça")
48.385.623
Os saldos das emissões de Papel Comercial estão subjacentes aos seguintes contratos de Programas de emissão do
Papel Comercial:
Montante total
Data
Empresa
do programa
de início
CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A.
15.000.000
Março de 2004
Março de 2009
CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A.
10.000.000
Agosto de 2005
Janeiro de 201 O
Validade
CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A.
50.000.000
Dezembro de 2007
Dezembro de 2012
CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A.
25.000.000
Setembro de 2008
Setembro de 2013
CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A.
7.500.000
Junho de 2005
Junho de 201 O
CIN Industria, S.A.
5.000.000
Novembro de 2007
Janeiro de 201 O
De acordo com as condições dos contratos dos Programas de Papel Comercial, as emissões podem ser efectuadas até
um ano, até ao limite contratado, tendo as instituições financeiras assumido a garantia de colocação integral de cada
emissão a efectuar no âmbito dos contratos.
É intenção do Conselho de Administração da CIN utilizar os Programas acima referidos num período superior a doze
meses.
Em 31 de Dezembro de 2008, os programas de papel comercial classificados como não correntes tinham o seguinte
plano de reembolso e pagamento de juros previsto:
Taxa de juro
efectiva média
Amortização
Juros
3,69%
2009
1.786.928
1.786.928
2010
2011
13.400.000
1.382.191
1.299.700
14.782.191 1.299.700
2012
10.000.000
1.271.804
11.271.804
2013 e seguintes
25.000.000
606.150
25.606.150
Total
48.400.000
6.346.773
54.746.773
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Relatório e Contas 2008
[70]
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Os instrumentos financeiros de cobertura utilizados pelo Grupo CIN existentes em 31 de Dezembro de 2008 dizem
respeito a "swaps" de taxa de juro ("cash-flow hedges").
Estes instrumentos de cobertura de taxa de juro encontram-se avaliados pelo seu justo valor, à data de balanço,
determinado por avaliações efectuadas pelo Grupo. A determinação do justo valor destes instrumentos financeiros
teve por base a actualização para a data do balanço dos "cash-flows" futuros resultantes da diferença entre a taxa
de juro fixa contratada com a entidade bancária com a qual o instrumento derivado foi contratado e a taxa de juro
indexante contratada com a entidade que concedeu o financiamento.
Os princípios de cobertura de risco utilizados pelo Grupo na contratação destes instrumentos financeiros de cobertura,
são os seguintes:
- "Matching" entre fluxos de caixa pagos e recebidos, i.e., existe uma coincidência aproximada entre as datas de fluxos
de juros pagos nos financiamentos contratados com o banco e as datas de vencimento dos instrumentos derivados;
- "Matching" entre indexantes: o indexante de referência no instrumento financeiro de cobertura e no financiamento
ao qual o derivado está subjacente são coincidentes.
Num cenário de subida ou descida extrema de taxas de juro, o custo máximo do financiamento está perfeitamente
limitado e calculado.
As contrapartes dos instrumentos de cobertura estão limitadas a instituições de crédito de elevada qualidade creditícia,
sendo política do Grupo privilegiar a contratação destes instrumentos com entidades bancárias que formam parte das
suas operações de financiamento.
Em 31 de Dezembro de 2008, o justo valor dos derivados de taxa de juro, no montante de 100.395 Euros, encontra-se registado no Balanço consolidado anexo na rubrica do activo não corrente "Instrumentos financeiros derivados",
por contrapartida da rubrica do capital próprio "Reservas de cobertura" e da rubrica do passivo "Passivos por impostos
diferidos". O valor do nocional subjacente a este instrumento de cobertura ascende a 25.000.000 Euros.
O justo valor dos instrumentos financeiros acima referidos foram registados por contrapartida da rubrica de capitais
próprios "Reservas de justo valor", em virtude de o Conselho de Administração entender que aqueles instrumentos
financeiros derivados cumprem os requisitos da contabilidade de cobertura.
O apuramento do justo valor dos derivados contratados pelo Grupo (swaps de taxa de juro) foi efectuado internamente
pelo Grupo. O modelo de avaliação destes derivados utilizado pelo Grupo baseia-se no método dos Cash Flows
descontados, isto é, utilizando as Par Rates de Swaps, cotadas no mercado interbancário, e disponíveis na páginas
da Bloomberg, para os prazos relevantes, sendo calculadas as respectivas taxas forwards e factores de desconto, que
servem para descontar os cash flows, quer os cash flows fixos, quer os cash flows variáveis. O somatório dos dois cash
flows apura o Valor Actualizado Líquido dos cash flows futuros, ou seja, o justo valor dos derivados.
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Relatório e Contas 2008
[71]
d
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
22 OU ROS PASS VOS NÃO CORR N
S
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007 esta rubrica do passivo tinha a seguinte composição:
Compromissos assumidos no âmbito da permuta de terrenos realizada pela
Barnices Valentine
Consultoria/intermediaçâo na venda dos terrenos da Barnices Valentine
Outros
31.12.2008
31.12.2007
182.214
182.214
3.683.706
589.269
186.840
4.459.815
23. RESPONSABILIDADES COM PENSÕES
O Fundo de Pensões CIN, constituído por escritura de 31 de Dezembro de 1987 e administrado pela "SGF - Sociedade
Gestora de Fundos de Pensões, S.A. ", destina-se a garantir aos trabalhadores que se reformem a partir daquela data,
por invalidez ou por velhice, o direito a um complemento de reforma, pago mensalmente, cujo valor tem por base o
vencimento ilíquido à data de reforma e é igual ao produto dos anos de serviço por 0,5% no máximo de 12,5%
daquele vencimento.
De acordo com o relatório actuarial realizado pela sociedade gestora do Fundo, o valor actual das responsabilidades
por serviços passados com os colaboradores no activo e com os reformados em 31 de Dezembro de 2008 e 2007,
era como segue:
Activos
Reformados
2008
4.877.943
1.709.902
2007
4.494.287
1.692.841
--------
---------
6.587.845
=======
6.187.128
=======
Aquelas responsabilidades foram determinadas em 31 de Dezembro de 2008 e 2007 com base no método de cálculo
"Projected Unit Credit", tendo sido utilizada a tábua de mortalidade TV 88/90 e de invalidez SR (tábua de Suisse Re),
bem como foram assumidos como pressupostos, taxas de crescimento salarial de 3%, taxas de rendimento do fundo
de 5,5%, taxa zero de crescimento das pensões em pagamento, taxa de juro técnica de 4,5% e tabela de "turnover"
estimada a partir da realidade verificada na Empresa.
O movimento das responsabilidades por serviços passados entre 1 de Janeiro de 2008 e 31 de Dezembro de 2008
pode ser resumido como segue:
Responsabilidades por serviços passados em 1 de Janeiro de 2008
Custo dos serviços correntes
Custo dos juros
Perdas (ganhos) actuariais
Complementos de reforma pagos
6.187.128
231.780
321.340
38.417
( 190.820)
Responsabilidades por serviços passados em 31 de Dezembro de 2008
6.587.845
CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A •Estrada Nacional 13 (Km6) • Apartado 1008 • 4471 - 909 MAIA• PORTUGAL
Tel.: 229 405 000 •Fax: 229 485 661 •e-mail: [email protected] • www.cin.pt
Capital Social: 25.000.000 Euros • C. R. C. da Maia I NIPC: 500 076 936 • NIB: 003300000002348137305
[72]
Relatório e Contas 2008
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
O movimento da situação patrimonial do fundo durante o exercício de 2008 foi como segue:
Saldo em 1 de Janeiro de 2008
Contribuições em 2008
Rendimento do fundo, líquido
Complementos de reforma pagos
5.879.937
750.000
( 798.659)
( 190.820)
Saldo estimado em 31 de Dezembro de 2008
5.640.458
Em conformidade com a Directriz Contabilística nº 19/97, a Empresa mantém registado na rubrica "Acréscimos de
custos" o montante necessário para a cobertura das responsabilidades por serviços passados não cobertos pela situação
patrimonial do Fundo, em conformidade com o estudo actuarial reportado a 31 de Dezembro de 2008, ascendendo
o saldo desta rubrica em 31 de Dezembro de 2008 a 947.387 Euros (Nota 52), o qual foi objecto de aumento no
exercício de 2008 no montante de 1.377.588 Euros, conforme detalhe abaixo:
Custo dos serviços correntes
Custo dos juros
Rendimento do fundo, líquido
Outras variações
Perdas (ganhos) actuariais
Custo dos serviços passados ("Custos diferidos")
231.780
321.340
798.659
( 23.367)
38.417
10.759
1.377.588
Em consequência, o movimento ocorrido durante o exercício findo em 31 de Dezembro de 2008 na rubrica do passivo
"Acréscimos de custos" relativo a benefícios de reforma não cobertos pelo património do Fundo de Pensões, foi como
segue:
Saldo em 31 de Dezembro de 2007
Custos com pessoal
Contribuições para o Fundo de Pensões realizadas em 2008
Outras variações
Custos diferidos em 2008
Saldo em 31 de Dezembro de 2008 (Nota 52)
307.190
1.377.588
( 750.000)
23.367
( 10.759)
947.387
Em conformidade com a Directriz Contabilística nº 19/97, a Empresa diferiu os ganhos ou perdas actuariais relacionados
com alterações nos critérios actuariais no período estimado de permanência dos empregados no activo, que actualmente
ascende a 22 anos. Deste modo, o custo dos serviços passados apurado no exercício de 2003, que compreende
essencialmente os efeitos associados a alterações no universo dos trabalhadores incluídos no Fundo de Pensões,
foi registado na rubrica "Custos diferidos" (Nota 52). O movimento ocorrido durante o exercício findo em 31 de
Dezembro de 2008 na rubrica "Custos diferidos" relativo a benefícios de reforma foi como segue:
Saldo em 31 de Dezembro de 2007
Amortização de custo de serviços passados em 2008
Saldo em 31 de Dezembro de 2008 (Nota 52)
180.766
( 10.759)
170.007
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Relatório e Contas 2008
d
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
As responsabilidades por pensões da Barnices Valentine, resultam de um convénio colectivo contratado com os seus
trabalhadores, segundo o qual os trabalhadores com antiguidade anterior a 1 de Janeiro de 1982, que a partir dos
60 anos de idade terminem o seu contrato de trabalho receberão uma indemnização ("Prémio por Jubilacion").
A Barnices Valentine constituiu, em exercícios anteriores, um seguro com uma entidade externa, destinado a cobrir
as responsabilidades decorrentes daquele convénio. Em 31 de Dezembro de 2008, a totalidade das responsabilidades
determinadas com base em estudo actuarial realizado encontram-se integralmente cobertas pelo seguro constituído.
O estudo actuarial realizado assumiu como pressupostos tábua de mortalidade PERM/F-2000P, e uma taxa de juro
técnica de 4,2 %.
24
ORN C DOR S
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007 esta rubrica respeitava a valores a pagar resultantes de aquisições decorrentes
do curso normal das actividades do Grupo, tendo a seguinte composição:
Fornecedores, conta - corrente
Fornecedores, facturas em recepção e conferência
Outros
31.12.2008
23.301.501
492.021
907
23.794.429
31.12.2007
27.841.922
661.963
907
28.504.791
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, os valores a pagar a fornecedores têm um vencimento inferior a 4 meses.
25
ou
RAS DfV DAS A
RC ROS
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, esta rubrica tinha a seguinte composição:
Estado e outros entes públicos:
Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas
Imposto sobre o Valor Acrescentado
Contribuições para a Segurança Social
Retenção de Impostos sobre o Rendimento
Outros
Pessoal
Saldos credores de clientes
Fornecedores de imobilizado
Outros
31.12.2008
31.12.2007
3.977.406
1.023.145
948.281
577.422
629.145
7.155.399
266.698
1.382.468
7.155.022
3.372.840
19.332.427
8.489.022
1.358.935
881.692
599.982
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11.329.631
293.379
1.661.024
6.361.683
4.732.077
24.377.794
[74]
Relatório e Contas 2008
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
26 OU ROS PASS VOS CORR N
S
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, esta rubrica tinha a seguinte composição:
Custos a pagar:
Remunerações a liquidar
Rappel a conceder
Prémios a pagar aos colaboradores
Seguros a liquidar
Encargos financeiros a liquidar
Publicidade e propaganda
Compromissos assumidos no âmbito da permuta de terrenos
realizada pela Barnices Valentine (Nota 6)
Outros
Proveitos diferidos:
Subsídios ao investimento
Outros proveitos diferidos
27 PROV SÕ .S
31.12.2008
31.12.2007
4.489.650
381.051
674.833
372.076
108.845
143.305
4.782.191
420.135
1.341.983
112.208
63.11 o
568.113
2.313.228
2.048.727
10.531.715
1.316.911
8.604.651
283.210
6.340
289.550
10.821.265
40.272
103.122
143.394
8.748.045
P RDAS POR MPAR DAD ACUMULADAS
O movimento ocorrido nas provisões e perdas de imparidade acumuladas durante os exercíciosfindos em 31 de
Dezembro de 2008 e 2007 foi o seguinte:
2008
Rubricas
Saldo
inicial
Perdas por imparidade acumuladas em
contas a receber (Notas 14 e 15)
16.029.456
Perdas de imparid ade acumuladas em
existências (Nota 13)
Variações no
perfmet ro de
consolidação
Aumentos
Diminuições
Transferências
Saldo
final
2.257.513
( 1.889.977}
17.062.305
2.551.323
354.121
(230.287}
2.675.156
Perdas de imparidade acumuladas em
investimentos disponíveis para venda
(Nota 10)
161.666
18.205
( 68.572)
111.030
Perdas de imparidade acumuladas em
imobilizações corpóreas (Nota 6)
1.610.798
Provisões
9.535.815
665.316
(1.244.881)
32.000
2.708.403
(365.917)
(2.935.994)
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9.340.164
[75]
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ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
2007
Rubricas
Saldo
inicial
Variações no
perfmetro de
consolidação
Aumentos
Transferências
Diminuições
Saldo
final
Perdas por imparidade acumuladas
em contas a receber
15.571.498
( 102.508)
1.833.936
( 1.273.470)
16.029.456
Perdas de imparidade acumuladas
em existências
2.363.717
70.371
687.428
( 570.194)
2.551.323
141.061
71.676
( 51.071)
161.666
( 280.128)
1.610.798
( 1.973.562)
9.535.815
Perdas de imparidade acumuladas em
investimentos disponíveis para venda
Perdas de imparidade acumuladas em
imobilizações corpóreas
1.890.926
Provisões
9.691.966
92.228
1.725.183
As "Perdas por imparidade acumuladas" encontram-se registadas no balanço consolidado anexo a deduzir ao valor
do correspondente activo.
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, o detalhe da rubrica do passivo "Provisões" pode ser resumido como segue:
Provisão para desmantelamento e descontaminação de terrenos
(Nota 6)
Processos judiciais em curso
Gratificações a atribuir aos colaboradores
Provisões Proitesa
Provisão associada a produtos descontinuados
Outras provisões
31.12.2008
31.12.2007
5.717.534
6.347.715
840.600
1.230.000
442.796
1.397.665
475.858
650.000
1.099.107
9.340.164
674.704
9.535.815
A provisão acima referida no montante de 5.717.534 Euros corresponde à estimativa do Conselho de Administração
para os encargos a incorrer pela subsidiária Barnices Valentine, relacionados com o desmantelamento e descontaminação
dos terrenos alienados (Nota 6).
Adicionalmente, o reforço da provisão para "Gratificações a atribuir aos colaboradores" no montante de 1.397.665
Euros foi registada por contrapartida da rubrica da demonstração dos resultados "Custos com pessoal".
28 V .NDAS
PR .S AÇÕ S D S .RV ÇOS POR M .RCADOS G .OGRÁ COS
O detalhe das vendas e prestações de serviços por mercados geográficos nos exercícios findos em 31 de Dezembro
de 2008 e 2007, foi como segue:
Mercado interno
Mercado externo
31.12.2008
202 .467.472
14.525.633
216.993.105
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31.12.2007
209.097.318
12.938.565
222.035.883
[76]
Relatório e Contas 2008
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
29 R ·SU ADOS NANC ROS
Os resultados financeiros dos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, têm a seguinte composição:
31.12.2008
31.12.2007
Custos e perdas:
Juros suportados
5.215.839
3.321.433
Outros custos e perdas financeiras
1.006.988
6.222.827
(4.676.518)
931.027
4.252.460
( 1.451 .41 5 )
1.546.309
2.801.045
741.879
804.430
1.546.309
2.097.427
703.618
2.801.045
Resultados financeiros
Proveitos e ganhos:
Juros obtidos
Outros proveitos e ganhos financeiros
30 MPOS OS SOBR O R ND M .N O
Os impostos sobre o rendimento reconhecidos nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, são
detalhados como segue:
Imposto corrente
Impostos diferidos líquidos (Nota 11)
31.12.2008
2.671.231
(6.085.605)
31.12.2007
9.359.432
( 5.589.815)
3.414.374
3.769.617
31 R SPONSAB DAD S POR GARAN AS PR S ADAS
O valor das garantias emitidas a favor de terceiros pela Empresa-mãe, em 31 de Dezembro de 2008, tinha a seguinte
composição:
Vêtejo - Soe. lmob. Aquisições Patrimoniais, S.A.
Alfandega de Leixões
Outros
432.000
50.000
206.239
Adicionalmente, a subsidiária Barnices Valentine prestou um aval no montante de 5.000.000 Euros através de uma instituição
de crédito, a favor da entidade compradora do terreno, como garantia do cumprimento dos custos de desmantelamento
e descontaminação dos terrenos alienados (Nota 6).
32 OCAÇÕ S OP 'RACIONA S
Durante o exercício de 2008 foi reconhecido como custo do exercício o montante de 2.750.000 Euros (1.955.240
Euros durante o exercício de 2007) relativo a rendas pagas a título de contratos de locação operacional.
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Relatório e Contas 2008
d
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Adicionalmente, à data de balanço o Grupo detinha contratos irrevogáveis de locação operacional, cujas rendas vencem
como segue:
31.12.08
31.12.07
1.712.589
Vencíveis em 2008
Vencíveis em 2009
2.447.116
1.109.088
Vencíveis em 201 O
1.823.159
704.364
Vencíveis em 2011
1.244.276
293.209
Vencíveis após 2011
2.540.679
293.209
8.055.679
3.819.250
Os contratos de locação operacional acima referidos referem-se essencialmente às seguintes situações:
- Locações de viaturas que servem a rede comercial do Grupo, os serviços técnicos e outros funcionários e
quadros directivos e cuja duração média é de 3 anos;
- Locações/Arrendamentos de lojas próprias, cuja média de duração é de 1O anos, podendo os mesmos ser
renovados por períodos adicionais, por vontade das partes;
- Arrendamento/Locação de máquinas/sistemas tintométricos que servem a preparação, nos pontos de venda,
de tintas segundo uma gama de cores definida, e cuja duração média é de 5 anos.
33
N ·ORMAÇÃO POR S ·GM N OS
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, foram considerados como segmentos principais, os segmentos geográficos
seguintes:
- Portugal;
- Espanha;
-Angola;
- Moçambique;
- Outros.
Os segmentos de negócio (secundários) foram divididos entre área industrial e área não industrial.
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ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
Por mercados geográficos
2008
Angola
Moçambique
Outros
Eliminações
20.486.991
2.292.471
2.292.471
2.597.643
89.286
2.686.929
(26.621.916)
(26.621.916)
216.993.105
4.655.838
182.027
(697.607)
90.948
16.513.525
(267.451)
(3.230)
255.202
(3.520.000)
154.161
(88.424)
865.590
(131.501)
2.724.961
4.542.548
90.373
291.685
(3.429. 052)
15.399.080
63.265.235
22.378.973
67.189.407
152.833.615
65.880.169
13.923.993
59.453.451
139.25Z613
4.341.500
8.488.200
3.510.982
16.340.682
174.249
868.097
1.204.485
2.246.831
26.178.489
810.299
7.365.690
34.354.478
(40.845.645)
(2.498.501)
(8.375.806)
(51.719.952)
118.993.997
43.971.061
130.348.207
293.313.267
102.801.801
102.801.801
93.461.001
93.461.001
5.742.583
5.742.583
1.551.318
1.551.318
3.153.300
3.153.300
(7.906.646)
(7.906.646)
198.803.357
198.803.357
Portugal
Espanha
Vendas e prestações de serviços
Vendas intersegmentais
Total vendas e prestações serviços
122.142.861
24.374.797
146.517.658
69.473.141
2.157.833
71.630.974
20.486.991
Resultado operacional do segmento
15.886.933
(3.604.614)
Juros líquidos
Parte de lucros lfquidos em
empresas do grupo
Impostos sobre o rendimento
(2.380.207)
(2.133.134)
(2.328.161)
2.654.410
5.808.299
Resultado liquido do exercido
11.178.565
Activos:
Imobilizado
Existências
Outros activos do segmento
Consolidado
216.993.105
(4.528.820)
3.414.375
Passivas:
Passivos do segmento
Por áreas de negócio
Vendas e prestações de serviços:
Área de negócio não industrial
Área de negócio industrial
Consolidado
153.002.779
63.990.328
216.993.105
Activos e investimentos lfquidos
Área de negócio não industrial
Área de negócio industrial
Activos não imputados
Activos
99.010A60
24.012.685
170.290.120
293.313.267
Investimentos
18.468.953
534.196
6.310.902
25.314.051
Eliminações
Consolidado
2007
Portugal
Espanha
Angola
Moçambique
Outros
Vendas e prestações de serviços
Vendas intersegmentais
Total vendas e prestações serviços
121.575.033
22.290.540
143.865.573
79.191.097
1.550.780
80.741.877
15.826.995
2.334.891
3.107.868
15.826.995
2.334.891
Resultado operacional do segmento
16.061.872
4.089.669
2.213.458
272.998
Juros lfquidos
Parte de lucros lfquidos em
associadas
Impostos sobre o rendimento
(1.036.682)
(512.315)
(204.846)
27.975.854
(2.963.769)
3.734.170
(500.223)
Resultado liquido do exercício
40.037.275
6.811.301
60.037.012
20.125.356
84.205.038
164.367.406
112.811.644
112.811.644
Por mercados geográficos
Activos:
Imobilizado
Existências
Outros activos do segmento
Passivos:
Passivos do segmento (excluindo
minoritários)
222.035.883
3.107.868
(23.841.320)
(23.841.320)
222.035.883
(355.964)
(555.569)
21.726.464
(1.522.071)
231.772
28.415.830
(187.081)
(60.125.854)
(118.544)
2.008.612
154.454
28.104.557
(60.681.423)
16.434.778
50.204.508
10.363.085
69.493.559
130.061.152
4.123.342
6.213.616
2.734.340
13.071.298
133.956
953.460
1.082.976
2.170.392
26.718.092
289.676
5.791.060
32.798.828
(40.499.842)
(1.744.371)
(7 .465.280)
(49.709.493)
100.717.068
36.200.822
155.841.693
292.759.584
87.565.425
87.565.425
7.496.604
7.496.604
1.576.789
1.576.789
3.126.537
3.126.537
(7.562.974)
(7.562.974)
205.014.024
205.014.024
(3.769.617)
Por áreas de negócio
Vendas e prestações de serviços:
Área de negócio não industrial
Área de negócio industrial
Activos e investimentos lfquidos
Área de negócio não industrial
Área de negócio industrial
Activos não imputados
Consolidado
163.239.848
58.796.036
222.035.884
Activos
92.170.931
28.751.753
171.836.900
292. 759.583
CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A •Estrada Nacional 13 (Km6) • Apartado 1008 • 4471 - 909 MAIA• PORTUGAL
Tel.: 229 405 000 •Fax: 229 485 661 •e-mail: [email protected] • www.cin.pt
Capital Social: 25.000.000 Euros • C. R. C. da Maia I NIPC: 500 076 936 • NIB: 003300000002348137305
Investimentos
2.455.200
2.003.818
26.786.474
31.245.492
[79]
Relatório e Contas 2008
d
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
34 R SU
A.DOS POR ACÇÃO
Os resultados por acção, básicos e diluídos, são calculados dividindo o resultado líquido consolidado pelo número
médio de acções existentes durante o período.
35. ACTIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES
Em Dezembro de 2002, no âmbito do "Regime Excepcional de Regularização de Dívidas ao Fisco e Segurança Social"
(Decreto Lei 248-A/2002, de 14 de Novembro), a CIN procedeu ao pagamento de liquidações adicionais em sede de
Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas, as quais tinham sido anteriormente reclamadas junto das
autoridades competentes. A Empresa registou a débito da rubrica "Outras dívidas de terceiros" o montante de 288.575
Euros pago ao abrigo deste regime, e não criou qualquer provisão para fazer face a eventuais riscos de recuperação
do montante pago, por ser entendimento do Conselho de Administração da Empresa que o resultado da reclamação
efectuada lhe será favorável.
36 R MUN ·RAÇÃO DOS M MBROS DOS ORGÃOS soe A s
As remunerações atribuídas aos membros dos órgãos sociais da CIN (Empresa-mãe) nos exercícios findos em 31 de
Dezembro de 2008 e 2007 foram como segue:
Conselho de Administração
Conselho Fiscal/Fiscal Onico
31.12.2008
736.400
15.500
31.12.2007
1.243.700
15.500
37 RABA ADOR .S AO S RV ÇO
Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, o número de trabalhadores ao serviço das empresas incluídas na consolidação
foi de 1.384 e 1.342, respectivamente.
38 APROVAÇÃO DAS D 'MONS' RAÇÕ S NANC RAS
Estas demonstrações financeiras foram aprovadas pelo Conselho de Administração em 26 de Março de 2009.
Adicionalmente, as demonstrações financeiras anexas em 31 de Dezembro de 2008, estão pendentes de aprovação
pela Assembleia Geral de Accionistas. No entanto, o Conselho de Administração do Grupo entende que as mesmas
virão a ser aprovadas sem alterações significativas.
39 N ORMAÇÃO R .LA VA À ÁR A AMB .N A
O Grupo adapta as medidas necessárias relativamente à área ambiental, com o objectivo de cumprir com a legislação
vigente. Em relação a esta matéria, importa salientar que o Grupo CIN se encontra a monitorizar e a tomar as medidas
necessárias e adequadas relativamente às imposições previstas no Decreto-Lei nº 181/2006, de 6 de Setembro,
nomeadamente quanto aos limites do teor total de compostos orgânicos voláteis ("COV") nas tintas decorativas e
vernizes, tendo em vista prevenir ou reduzir a poluição atmosférica devida à formação de ozono troposférico resultante
das emissões dos COV.
O Conselho de Administração do Grupo CIN não estima que existam riscos relacionados com a protecção e melhoria
ambiental, não tendo recebido quaisquer contra-ordenações relacionadas com esta matéria durante o exercício de
2008.
CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A •Estrada Nacional 13 (Km6) • Apartado 1008 • 4471 - 909 MAIA• PORTUGAL
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Relatório e Contas 2008
[80]
CIN - CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
(Montantes expressos em Euros)
40
v
N
os sues .Qu
N
s
Conforme referido no Relatório de Gestão, a Empresa irá incorporar por fusão as subsidiárias
Lacose-Sotinco e Nitin mediante a transferência global do património daquelas sociedades ao
respectivo valor líquido contabilístico, conforme escritura realizada em 31 de Dezembro de 2008.
A referida fusão produz efeitos contabilísticos em 1 de Janeiro de 2009.
Maia, 26 de Março de 2009
O T~CNICO DE CONTAS nº 63002
ADMINISTRAÇÃO
Paula Macedo
O CONSELHO DE
João Manuel Fialho Martins Serrenho
Presidente
Maria Francisca Fialho Martins Serrenho Bulhosa
Vogal
Maria João Serrenho dos Santos Lima
Vogal
Ângelo Barbedo César Machado
Vogal
Manuel Fernando de Macedo Alves Monteiro
Vogal
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Deloitte.
Deloltte & Associados, SROC S.A.
Inscrição na OROC nº 43
Registo na CMVM nº 231
Bom Sucesso Trade Center
Praça do Bom Sucesso, 6 1 - 13°
4 150-1 46 Porto
Portugal
Tel: +(35 1) 225 439 200
Fax: +(35 1) 225 439 650
www.deloitte.pt
CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS
CONTAS CONSOLIDADAS
Introdução
1.
Examinámos as demonstrações financeiras c.onsolidadas anexas da CIN - Corporação Industrial do
Norte, S.A., as quais compreendem o Balanço consolidado em 31 de Dezembro de 2008 que
evidencia um total de 293.313.267 Euros e capitais próprios de 94.509.909 Euros, incluindo um
resultado líquido de 15 .399.080 Euros, as Demonstrações consolidadas dos resultados por naturezas,
dos fluxos de caixa e das alterações do capital próprio do exercício findo naquela data e o
correspondente Anexo.
Responsabilidades
2.
É da responsabilidade do Conselho de Administração da Empresa a preparação de demonstrações
financeiras consolidadas que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira do
conjunto das empresas incluídas na consolidação, o resultado consolidado das suas operações e os
seus fluxos consolidados de caixa, bem como a adopção de políticas e critérios contabilísticos
adequados e a manutenção de sistemas de controlo interno apropriados. A nossa responsabilidade
consiste em expressar uma opinião profissional e independente, baseada no nosso exame daquelas
demonstrações financeiras.
Âmbito
3.
O exame a que procedemos foi efectuado de acordo com as Normas Técnicas e as Directrizes de
Revisão/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que este seja
planeado e executado com o objectivo de obter um grau de segurança aceitável sobre se as
demonstrações financeiras consolidadas estão isentas de distorções materialmente relevantes. Este
exame incluiu a verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e informações
divulgadas nas demonstrações financeiras e a avaliação das estimativas, baseadas em juízos e
critérios definidos pelo Conselho de Administração, utilizadas na sua preparação. Este exame
incluiu, igualmente, a verificação das operações de consolidação, a aplicação do método de
equivalência patrimonial, e de terem sido apropriadamente examinadas as demonstrações
financeiras das empresas incluídas na consolidação, a apreciação sobre se são adequadas as políticas
contabilísticas adoptadas, a sua aplicação unifom1e e a sua divulgação, tendo em conta as
circunstâncias, a verificação da aplicabilidade do princípio da continuidade das operações, e a
apreciação sobre se é adequada, em termos globais, a apresentação das demonstrações financeiras
consolidadas. O nosso exame abrangeu também a verificação da concordância da informação
financeira consolidada incluída no Relatório de Gestão consolidado com as demonstrações
financeiras consolidadas. Entendemos que o exame efectuado proporciona uma base aceitável para a
expressão da nossa opinião.
Acxpress.:io Oeloitle refere· se.'.! Oe!Qitte Touc.~ Tohmatsu. uma S.,_,.ss Verein, ou a uma ou mJisen!idadcs da suJ rede de firmas membra. sendo cada uma delas uma entidade
legal separt'.Kfa <! independente. PJra aceder à descriç.lo datJlhada da estrutura legal da Oeloitte Touche Tohmauu a suas flr mas membro corn ulte v..'Y/\v.deloittc.com/.lbout.
TiPo: Sociedack! civil soba form.:i com ercial 1Capital Social: 500.000,00Euros1 Malrtcula C.R.C. de Lisboa e NIPC; 501 7763t1
Sede: h l ificio Atrium >aldanha, Pra<;a Duque de S<lld.:inha. 1 • 6°, 1050--094 Lisbou
Member of Deloitte Touche Tohma tsu
Deloitteº
Deloitte & Associados, SROC S.A.
Inscrição na OROC nº 43
Registo na CMVM nº 231
Página 2 de 2
Opinião
4.
Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas referidas no parágrafo 1 acima,
apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspectos materialmente relevantes, a
posição financeira consolidada da CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A. e suas subsidiárias
em 31 de Dezembro de 2008, bem como o resultado consolidado das suas operações e os seus
fluxos consolidados de caixa no exercício findo naquela data, em conformidade com as Normas
Internacionais de Relato Financeiro tal como adoptadas pela União Europeia.
Porto, 26 de Março de 2009
~K~~~
...,DELOITTE & ASSOCIADOS, SROC S.A.
Representada por António Manuel Martins Amaral
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Relatório e Contas Consolidado 2008