01/09/2014
IX ENCONTRO DE AUDITORES
E PERITOS DO ES
Relatório dos Auditores Independentes
- uma análise crítica -
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Eduardo Assumpção
IX ENCONTRO DE AUDITORES
E PERITOS DO ES
Cursos Pontuados pelo PEC do CFC
• Atualização em IFRS 40 Hs (Full e PME) - 30 pts
• Finanças Aplicada aos aspectos em IFRS 24 Hs – 24 Pts
• Entidades sem Fins Lucrativos 16 Hs – 16 pts
• Elaboração das Demonstrações Contábeis em IFRS 24 Hs (Full) – 24 pts
• E-learning IFRS PME 24 Hs - 24 pts
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NBC TA 700
NBC TA 706
Formação da Opinião e Emissão
do Relatório do Auditor
Independente sobre as
Demonstrações Contábeis
Parágrafos de Ênfase e
Parágrafos de Outros Assuntos
no Relatório do Auditor
Independente
NBC TA 705
Modificações na Opinião do
Auditor Independente
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Responsabilidade da administração sobre as demonstrações
contábeis: A Administração da Companhia é responsável pela
elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis
de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos
controles internos que ela determinou como necessários para permitir a
elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante,
independentemente se causada por fraude ou erro.
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Nota Explicativa n° 7 - A Acrilex não concluiu até o final do
exercício de 2012 seus estudos técnicos para estimar a vida útil
e o valor residual dos bens constantes do seu ativo imobilizado
a fim de atendimento à Seção 17 - Ativo Imobilizado, o qual
determina que o método de depreciação a ser utilizado deva
refletir o padrão de consumo pela entidade dos benefícios
econômicos futuros, ou seja, deve-se estimar a vida útil e o
valor residual dos bens considerando suas características
técnicas, condições gerais de uso e outros fatores.
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Base para opinião com ressalva: Conforme mencionado na nota
explicativa n° 7, a Acrilex Tintas Especiais S.A. não concluiu os
estudos técnicos para estimar a vida útil e o valor residual dos bens
constantes do seu ativo imobilizado para fins de atendimento à Seção 17
– Ativo Imobilizado do CPC Pequenas e Médias Empresas (CPC PME) o
qual determina que o método de depreciação a ser utilizado a partir de
01 de janeiro de 2010 deve refletir o padrão de consumo pela entidade
dos benefícios econômicos futuros, ou seja, deve-se estimar a vida útil e
valor residual dos bens considerando suas características técnicas,
condições gerais de uso e outros fatores. Os efeitos dos eventuais
ajustes nas contas patrimoniais e de resultado não foram possíveis de
serem mensurados até a emissão deste relatório.
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2.1. Base de apresentação e elaboração das demonstrações financeiras:
As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas
de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, de acordo com a
NBC TG 1000 – Contabilidade para pequenas e médias empresas, bem como
as disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações. A Cia. adotou todas
as normas, revisões de normas e interpretações emitidas pelo CPC em vigor
em 31/12/2012. As demonstrações financeiras da Cia., findas em 31/12/2012,
foram aprovadas pela diretoria da Cia. em 11/09/2013, considerando os
eventos subsequentes até essa data.
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9. Fornecedores – O saldo de R$1.543 (R$380 em 2011) referem-se
às obrigações correntes junto a fornecedores, principalmente
decorrentes da locação de servidores e equipamentos de informática.
A Cia. matem operações de permutas de serviços com fornecedor de
espaço físico em servidor, para o exercício findo em 31/12/2012 para
as quais não foram reconhecidos os efeitos do valor justo destas
transações.
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Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações
financeiras – A Administração da Cia. é responsável pela elaboração e
adequada apresentação destas demonstrações financeiras de acordo com
as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às pequenas e médias
empresas (NBC TG 1000), e pelos controles internos que ela determinou
como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações
financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada
por fraude ou erro.
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Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras
– Conforme mencionado na nota explicativa 9, a Cia. mantém operações
de permutas de serviços com fornecedor de espaço físico em servidor. No
entanto, a Cia. não avalia essa transação de acordo com o CPC 30 –
Receitas, que requer o correspondente registro contábil da transação de
permuta ao valor justo. Consequentemente, não nos foi possível
determinar se algum ajuste seria necessário nessa transação.
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2.5. Imobilizado
Os itens do imobilizado são demonstrados ao custo histórico de aquisição menos
o valor da depreciação e de qualquer perda não recuperável acumulada. O custo
histórico inclui os gastos diretamente atribuíveis necessários para preparar o
ativo para o uso pretendido pela administração, excluindo custos de
financiamentos. A depreciação é calculada com base no método linear para
alocação de custos, menos o valor residual ao final da vida útil, com adoção das
seguintes taxas:
- Benfeitorias em imóveis de terceiros – pelo prazo do contrato; Máquinas e
equipamentos – dez anos; Computadores e periféricos – cinco anos;
Equipamentos de telefonia – dez anos; Móveis e utensílios – dez anos.
Em 2013 a administração da Companhia não procedeu à revisão da vida útil dos
bens do ativo imobilizado e intangível com vida útil definida, conforme é
requerido pelas práticas contábeis adotadas no Brasil para pequenas e médias
empresas – Pronunciamento Técnico CPC PME (R1) – seção 17, emitido pelo
Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC)..
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Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras
A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada
apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas
contábeis adotadas no Brasil para pequenas e médias empresas –
Pronunciamento Técnico CPC PME (R1) e pelos controles internos que ela
determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações
financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por
fraude ou por erro.
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Base para opinião com ressalvas
Conforme descrito na Nota 2, item 2.5 às demonstrações financeiras, a administração da
Companhia não procedeu à revisão da vida útil dos bens do ativo imobilizado e intangível
com vida útil definida no exercício 2013, conforme requerido pelas práticas contábeis
adotadas no Brasil para pequenas e médias empresas – Pronunciamento Técnico CPC
PME (R1) – seção 17, emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC).
Devido à ausência da revisão da vida útil dos bens do ativo imobilizado da Companhia
em 2013, não foi possível concluir sobre a necessidade de alterar ou não o valor de
depreciação registrado nas demonstrações financeiras da Companhia em 31 de
dezembro de 2013, no montante de R$ 465 mil (Consolidado – R$ 468 mil). A
administração da Companhia não avaliou a indicação de ocorrência de redução no valor
recuperável do ativo imobilizado. Conforme previsto no Pronunciamento Técnico
Pronunciamento Técnico CPC PME (R1) – seção 27, as práticas contábeis adotadas no
Brasil exigem que na data do balanço se analise a evidência objetiva de que o ativo
imobilizado esteja registrado por valor acima de seu valor recuperável (impairment), e, na
indicação de possível perda, o cálculo detalhado e específico deve ser efetuado. Devido
à ausência de avaliação para indicação de perda do valor recuperável, não nos foi
possível concluir sobre a necessidade de se constituir ou não provisão para perdas sobre
os referidos ativos.
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2.1 Base de preparação e apresentação - As demonstrações
financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas
conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo as
disposições da Resolução do Conselho Federal de
Contabilidade no 1.409/12, que aprovou a Interpretação
Técnica ITG 2002–“Entidades sem Finalidade de Lucros”,
combinada com a NBC TG 1000 (CPC PME) “Contabilidade
para Pequenas e Médias Empresas”.
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Responsabilidade da Administração Sobre As Demonstrações
Contábeis: A Administração da Companhia é responsável pela elaboração
e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com
as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às pequenas e médias
empresas (NBC TG 1000), e pelos controles internos que ela determinou
como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis
livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou
erro.
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Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis.
Redução ao Valor Recuperável de Ativos: No exercício de 2011 não foi
aplicado o teste de recuperabilidade disposto na Seção 27 – Redução ao
Valor Recuperável de Ativos, da NBC TG 1000 – Contabilidade para
Pequenas e Médias Empresas, aprovada pela Resolução CFC nº 1.255/09,
para constituição de eventual provisão para perdas sobre os ativos da
companhia registrados nos Estoques e Investimentos.
Opinião com Ressalvas sobre as demonstrações contábeis: Em nossa
opinião, exceto quanto aos possíveis efeitos decorrentes do mencionado no
parágrafo Base para Opinião com Ressalva sobre as Demonstrações
Contábeis, as demonstrações contábeis referidas acima apresentam
adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e
financeira da Adram S.A. - Indústria e Comércio em 31 de dezembro de
2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o
exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas
no Brasil, aplicáveis às pequenas e médias empresas (NBC TG 1000).
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Base para opinião com ressalvas - Conforme demonstrado na
nota explicativa n° 8, a Administração da Companhia optou por
manter parte de suas propriedades para investimento avaliadas
pelo custo de aquisição no valor de R$ 825 mil em 31 de
dezembro de 2012 (R$ 866 mil em 2011), e parte pelo valor
reavaliado em 2007, no montante de R$ 13.382 mil em 31 de
dezembro de 2012 (RS 13.382 mil em 2011). Desta forma, a
avaliação e a apresentação destas propriedades para
investimento contrariam o Pronunciamento CPC 28 —
Propriedades para investimento, que determina que as
propriedades para investimento devem ser avaliadas ao valor
justo ou valor de custo, desde que divulgado seu valor justo, o
que não foi feito pela Companhia para parte delas. Não nos foi
possível mensurar os efeitos no ativo não circulante e no
patrimônio liquido da Companhia, caso fosse registrado o valor
justo dessas propriedades para investimento.
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Base para opinião com ressalva. A Sociedade deixou de
apresentar nas notas explicativas às demonstrações financeiras as
divulgações relacionadas à remuneração da Administração,
requeridas pelas práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis
às pequenas e médias empresas (NBC TG 1000). Opinião com
ressalva. Em nossa opinião, exceto pelas divulgações não
apresentadas descritas no parágrafo Base para opinião com
ressalva, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam
adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição
patrimonial e financeira da O’brien’s do Brasil Consultoria em
Emergências e Meio Ambiente S.A. em 31/12/2012, o desempenho
de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo
naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no
Brasil, aplicáveis às pequenas e médias empresas (NBC TG 1000).
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2. Apresentação das demonstrações financeiras:
As demonstrações financeiras da Sociedade, inclusive as notas explicativas,
estão apresentadas em milhares de reais, exceto quando indicadas de outra
forma. Essas demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo
apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, de
acordo com a NBC TG 1000 - Contabilidade para pequenas e médias
empresas e NBC TG 21 - Demonstração Intermediária. As demonstrações
financeiras condensadas intermediárias não incluem todas as informações
requeridas para as demonstrações financeiras anuais, e devem ser lidas em
conjunto com as demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2012.
Considerando as atividades em que a Sociedade se envolve, a natureza de
suas transações não é cíclica nem sazonal. Consequentemente, não foram
fornecidas divulgações sobre sazonalidade nessas notas explicativas às
demonstrações financeiras condensadas intermediárias referentes ao
período findo em 30 de abril de 2013.
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1. Introdução
2. Alcance da revisão
3. Conclusão
sobre
condensadas
as
informações
contábeis
intermediárias
4. Ênfase
5. Outros assuntos: Valores correspondente ao período findo em 30 de
abril de 2012
6. Reemissão do relatório dos auditores independentes sobre as
demonstrações financeiras condensadas intermediárias
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Aos Administradores e acionistas da Vivere Brasil Serviços e Soluções de
Crédito Imobiliário S.A. - Introdução: Revisamos os Balanços patrimoniais
condensados intermediários da Vivere Brasil Serviços e Soluções de Crédito
Imobiliário S.A. (“Sociedade”), em 30 de abril de 2013, e as respectivas
demonstrações do resultado condensado intermediário, do resultado
abrangente condensado intermediário, das mutações do patrimônio líquido
condensadas intermediárias e dos fluxos de caixa condensados
intermediários para o período de quatro meses findo naquela data, incluindo
o resumo das práticas contábeis significativas e demais notas explicativas. A
Administração é responsável pela elaboração das informações contábeis
condensadas intermediárias de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC
21 – Demonstração Intermediária. Nossa responsabilidade é a de expressar
uma conclusão sobre essas informações contábeis intermediárias com base
em nossa revisão.
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Alcance da revisão: Conduzimos nossa revisão de acordo com as normas
brasileiras e internacionais de revisão de informações intermediárias (NBC
TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor da
Entidade). Uma revisão de informações intermediárias consiste na realização
de indagações, principalmente às pessoas responsáveis pelos assuntos
financeiros e contábeis e na aplicação de procedimentos analíticos e de
outros procedimentos de revisão. O alcance de uma revisão é
significativamente menor do que o de uma auditoria conduzida de acordo
com as normas de auditoria e, consequentemente, não nos permitiu obter
segurança de que tomamos conhecimento de todos os assuntos
significativos que poderiam ser identificados em uma auditoria. Portanto, não
expressamos uma opinião de auditoria.
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Conclusão
sobre
as
informações
contábeis
intermediárias
condensadas: Com base em nossa revisão não temos conhecimento de
nenhum fato que nos leve a acreditar que as informações intermediárias
condensadas não apresentam adequadamente, em todos os aspectos
relevantes, a posição patrimonial e financeira da Vivere Brasil Serviços e
Soluções de Crédito Imobiliário S.A., em 30 de abril de 2013, o desempenho
de suas operações e os seus fluxos de caixa para o período de quatro
meses findo naquela data de acordo com as práticas contábeis adotadas no
Brasil.
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Ênfase: Conforme mencionado na nota 5 às Demonstrações Financeiras
Condensadas Intermediárias, a Sociedade possui contabilizado em 30 de
abril de 2013 empréstimos via contratos de mútuos com sócios no montante
de R$ 9.409 mil. O pagamento desses contratos será efetivado através da
dedução, pela Sociedade, de parte da quantia a ser recebida pelo sócio, seja
a título de distribuição de dividendos, juros sobre o capital próprio ou por
qualquer outra razão até a liquidação do montante integral, portanto a
realização efetiva dos referidos contratos está condicionada ao desempenho
futuro da Sociedade.
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Outros assuntos: Valores correspondente ao período findo em 30 de
abril de 2012: Não revisamos, nem foram revisadas por outros auditores
independentes, as demonstrações do resultado condensado intermediário,
do resultado abrangente condensado intermediário, das mutações do
patrimônio líquido condensadas intermediárias e dos fluxos de caixa
condensados intermediários para o período findo em 30 de abril de 2012,
cujos
valores
são
apresentados
para
fins
comparativos
e,
consequentemente, não emitimos conclusão sobre elas.
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Reemissão do relatório dos auditores independentes sobre as
demonstrações financeiras condensadas intermediárias: Em 12 de julho de
2013, emitimos originalmente nosso relatório sobre as demonstrações financeiras
condensadas intermediárias da Vivere Brasil Serviços e Soluções de Crédito
Imobiliário S.A., referidas no parágrafo 1, contendo ressalva de limitação de
escopo referente a não apresentação de evidências que nos possibilitassem
concluir sobre a adequação de saldos de contratos de mútuos a receber no
montante de R$ 1.149 mil registrados na conta de Outros Créditos. Subsequente à
emissão de nosso parecer original sobre as demonstrações financeiras
condensadas intermediárias da Vivere Brasil Serviços e Soluções de Crédito
Imobiliário S.A., a Administração da Sociedade nos disponibilizou análises e
documentações suporte, que nos possibilitaram concluir satisfatoriamente sobre o
assunto mencionado acima. Consequentemente, a respectiva ressalva de
limitação de escopo anteriormente incluída em nosso parecer, datado de 12 de
julho de 2013, não é mais requerida
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Palestra Eduardo Assumpção – Análise dos relatórios de - CRC-ES