Essencial Leslie P. Gartner, PhD e James L. Hiatt, PhD Tenha uma visão geral rápida e eficaz dos conceitos complexos que você precisa entender. Absorva de maneira eficiente cada tópico por meio de um formato em que uma página contém o texto essencial e a página seguinte, ilustrações coloridas cuidadosamente selecionadas – a maioria da 3ª edição do Tratado de Histologia em cores de Gartner & Hiatt. • Veja a relevância da histologia para a prática médica com o auxílio de quadros de considerações clínicas intercalados por todo o texto. • • Obtenha um entendimento abrangente da histologia graças à experiência e ao estilo de ensino dos autores consagrados Drs. Gartner e Hiatt. Classificação de Arquivo Recomendada HISTOLOGIA www.elsevier.com.br/medicina Este livro tem conteúdo extra e gratuito no site www.studentconsult. com.br. Registre o código que está no verso da capa, dentro deste livro, e conheça uma nova maneira de aprender: • teste os seus conhecimentos com perguntas e respostas comentadas; • visualize o banco de imagens do livro para uso em seus estudos. Além desses conteúdos em português, o código também permite o acesso gratuito ao conteúdo integral do livro em inglês no site www.studentconsult.com. A aquisição desta obra habilita o acesso aos sites www.studentconsult.com.br e www.studentconsult.com até o lançamento da próxima edição em inglês e/ou português, ou até que esta edição em inglês e/ ou português não esteja mais disponível para venda pela Elsevier, o que ocorrer primeiro. Histologia Essencial O Histologia Essencial apresenta conceitos de maneira resumida e de leitura fácil e agradável com muitas ilustrações coloridas – ideal para os estudantes que precisam apreender uma grande quantidade de informação em um tempo limitado. A MANEIRA INTELIGENTE DE ESTUDAR ONLINE W W W.STUDE NTC O NSULT.C O M .BR W WW.S TUDE NTC O N SU LT. C O M. BR W W W. S T UDEN TCON S ULT. COM. B R Leslie P. Gartner James L. Hiatt Histologia Essencial Histologia Essencial C0125.indd i 12/14/11 1:52:08 PM C0125.indd ii 12/14/11 1:52:08 PM Histologia Essencial LESLIE P. GARTNER, PhD Professor of Anatomy (Retired) Department of Biomedical Sciences Baltimore College of Dental Surgery Dental School University of Maryland Baltimore, Maryland JAMES L. HIATT, PhD Professor Emeritus Department of Biomedical Sciences Baltimore College of Dental Surgery Dental School University of Maryland Baltimore, Maryland C0125.indd iii 12/14/11 1:52:08 PM © 2012 Elsevier Editora Ltda. Tradução autorizada do idioma inglês da edição publicada por Saunders – um selo editorial Elsevier Inc. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. Nenhuma parte deste livro, sem autorização prévia por escrito da editora, poderá ser reproduzida ou transmitida sejam quais forem os meios empregados: eletrônicos, mecânicos, fotográficos, gravação ou quaisquer outros. ISBN: 978-85-352-4464-9 © Copyright 2011 by Saunders, an imprint of Elsevier Inc. This edition of Concise Histology by Leslie P. Gartner, and James L. Hiatt is published by arrangement with Elsevier Inc. ISBN: 978-0-7020-3114-4 Capa Interface Designers Ltda. Editoração Eletrônica Thompson Digital Elsevier Editora Ltda. Conhecimento sem Fronteiras Rua Sete de Setembro, nº 111 – 16º andar 20050-006 – Centro – Rio de Janeiro – RJ Rua Quintana, nº 753 – 8º andar 04569-011 – Brooklin – São Paulo – SP Serviço de Atendimento ao Cliente 0800 026 53 40 [email protected] Consulte também nosso catálogo completo, os últimos lançamentos e os serviços exclusivos no site www.elsevier.com.br NOTA Como as novas pesquisas e a experiência ampliam o nosso conhecimento, pode haver necessidade de alteração dos métodos de pesquisa, das práticas profissionais ou do tratamento médico. Tanto médicos quanto pesquisadores devem sempre basear-se em sua própria experiência e conhecimento para avaliar e empregar quaisquer informações, métodos, substâncias ou experimentos descritos neste texto. Ao utilizar qualquer informação ou método, devem ser criteriosos com relação a sua própria segurança ou a segurança de outras pessoas, incluindo aquelas sobre as quais tenham responsabilidade profissional. Com relação a qualquer fármaco ou produto farmacêutico especificado, aconselha-se o leitor a cercar-se da mais atual informação fornecida (i) a respeito dos procedimentos descritos, ou (ii) pelo fabricante de cada produto a ser administrado, de modo a certificar-se sobre a dose recomendada ou a fórmula, o método e a duração da administração, e as contraindicações. É responsabilidade do médico, com base em sua experiência pessoal e no conhecimento de seus pacientes, determinar as posologias e o melhor tratamento para cada paciente individualmente, e adotar todas as precauções de segurança apropriadas. Para todos os efeitos legais, nem a Editora, nem autores, nem editores, nem tradutores, nem revisores ou colaboradores, assumem qualquer responsabilidade por qualquer efeito danoso e/ou malefício a pessoas ou propriedades envolvendo responsabilidade, negligência etc. de produtos, ou advindos de qualquer uso ou emprego de quaisquer métodos, produtos, instruções ou ideias contidos no material aqui publicado. O Editor CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO NA FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ G228h Gartner, Leslie P., 1943Histologia essencial / Leslie P. Gartner e James L. Hiatt ; [tradução de Claudia Coana... et al.]. - Rio de Janeiro : Elsevier, 2011. 342p. : il. ; 25 cm Tradução de: Concise histology ISBN 978-85-352-4464-9 1. Histologia. 2. Histologia - Atlas. I. Hiatt, James L., 1934-. II. Título. 11-8164. CDD: 611.018 CDU: 611.91/.93 031856 C0130.indd iv 12/14/11 2:09:22 PM Revisão Científica e Tradução REVISÃO CIENTÍFICA Lycia de Brito Gitirana Professora Associada III do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ Pesquisadora do CNPq Chefe do Laboratório de Histologia Animal e Comparada do ICB - UFRJ Doutora pela Universidade de Heidelberg, Alemanha Pós-doutorado na Universidade de Heidelberg, Alemanha Adriana Paulino do Nascimento (Caps. 12, 15 e Índice) Doutora em Biologia Humana e Experimental pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) Mestre em Morfologia pela UERJ Alex Christian Manhães (Caps. 8 e 9) Professor Adjunto do Departamento de Ciências Fisiológicas do Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes do Centro Biomédico da UERJ Graduado em Medicina pela UERJ Mestrado em Biofísica pela UFRJ Doutorado em Biologia [Neurofisiologia] pela UERJ REVISÃO CIENTÍFICA E TRADUÇÃO TRADUÇÃO Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira (Caps. 4 e 7) Professor Associado do Departamento de Biologia Estrutural e Funcional do Instituto de Biologia da Universidade de Campinas (Unicamp) Carla Ferreira Farias Lancetta (Cap. 5) Mestre em Ciências Morfológicas pela UFRJ Doutor em Ciências Morfológicas pela UFRJ Professoa Adjunta 3 - Universidade Federal Fluminense (UFF) Caroline Fernandes dos Santos (Caps. 10, 11 e 19) Professora Adjunta de Neurociências e Neurobiologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) Claudia Coana (Caps. 17 e 18) Bacharel em Letras/Tradução pelo Centro Universitário Ibero-Americano (UNIBERO) Claudio Carneiro Filgueiras (Caps. 1, 2) Professor Adjunto do Depto. de Ciências Fisiológicas do Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes da UERJ Doutor em Biologia pela UERJ Danielle Resende Camisasca Barroso (Cap. 16) Professora Adjunta da Faculdade de Odontologia da UFF - Nova Friburgo - RJ Especialista em Estomatologia pela UFRJ Mestre e Doutora em Patologia (Oral) pela UFF Karla Maria Pereira Pires (Cap. 6) Doutora em Biologia Humana e Experimental (UERJ) Marcela Otranto de Souza (Cap. 14) Mestre pela pós-graduação em Biologia Humana e Experimental (UERJ) Doutoranda pela pós-graduação em Biologia Humana e Exprimental (UERJ) Marcio Luis Acencio (Cap. 3) Pós-doutorando pelo Departamento de Física e Biofísica do Instituto de Biociências de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (UNESP) v C0135.indd v 12/15/11 8:54:22 PM Maria Inês Corrêa do Nascimento (Cap. 20) vi Tradutora Bacharel em Tradução bilíngue (PUC-RJ) Patricia Cristina Lisboa da Silva (Cap. 13) Professor Adjunto do Instituto de Biologia da UERJ Bolsista de Produtividade nível 2 do CNPq Jovem Cientista do Nosso Estado da FAPERJ Simone Florim da Silva (Cap. 21) Professora Adjunto IV de Histologia e Embriologia do Departamento de Morfologia da UFF Doutora em Ciências Morfológicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Mestre em Ciências Morfológicas pela UFRJ REVISÃO CIENTÍFICA E TRADUÇÃO C0135.indd vi Yael de Abreu Villaça (Cap. 22) Professora Adjunta do Departamento de Ciências Fisiológicas do Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes do Centro Biomédico da UERJ Graduada em Ciências Biológicas pela UERJ Mestre em Biologia pela UERJ Doutora em Biologia pela UERJ Pós-doutorada em Neurotoxicologia pela Duke University, Carolina do Norte, EUA 12/15/11 8:54:22 PM vii REVISÃO CIENTÍFICA Marcelo Sampaio Narciso TRADUÇÃO Ana Helena Pereira Correia Carneiro Mestre em Ciências Morfológicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Residência Médica em Patologia pela UFRJ Médica formada pela UFRJ C0135.indd vii REVISÃO CIENTÍFICA E TRADUÇÃO Doutor em Ciências Morfológicas pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Morfológicas (PCM) do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da UFRJ Mestre em Ciências Morfológicas pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Morfológicas (PCM) do ICB da UFRJ Professor Adjunto do Programa de Histologia do Instituto de Ciências Biomédicas do ICB da UFRJ Especialista em Histologia e Embriologia pela UERJ 12/15/11 8:54:22 PM Para minha mulher, Roseann; minha filha, Jennifer; e minha mãe, Mary LPG Para meus netos, Nathan David, James Mallary, Hanna Elisabeth, Alexandra Renate, Eric James, e Elise Victoria JLH C0155.indd vii 12/14/11 3:05:12 PM Agradecimentos A histologia é um tema visual, portanto, excelentes ilustrações gráficas são imprescindíveis. Por isso, agradecemos a Todd Smith, por sua atenção cuidadosa aos detalhes na revisão e na criação de novas ilustrações. Também somos gratos aos muitos colegas de todo o mundo e a seus editores, que generosamente nos permitiram utilizar materiais ilustrativos. Por fim, nossos agradecimentos à equipe da Elsevier por toda a sua ajuda, principalmente a Kate Dimock, Barbara Cicalese, Lou Forgione e Carol Emery. Agradecemos também a Linnea Hermanson por seu trabalho apurado na produção deste livro. ix C0140.indd ix 12/14/11 2:43:40 PM C0140.indd x 12/14/11 2:43:40 PM Apresentação Mais uma vez, estamos satisfeitos por lançar um livro de histologia, que se baseia na 3ª edição do nosso Tratado de Histologia em Cores, uma obra consagrada não só em seu idioma de origem, mas também em várias outras línguas. Nas últimas três décadas, a histologia evoluiu de uma ciência meramente descritiva da anatomia microscópica para um estudo complexo, integrando a anatomia funcional à biologia molecular e à biologia celular. Este novo livro foi elaborado de uma maneira incomum: cada página ímpar oferece uma história em palavras e a página par ilustra a história textual com ilustrações coloridas retiradas da 3ª edição do nosso Tratado de Histologia em Cores. Assim, é possível considerar cada dupla de páginas como unidades de aprendizagem individuais. Para demonstrar a relevância das informa- ções apresentadas aos profissionais de saúde, quase toda unidade de aprendizagem é reforçada por considerações clínicas pertinentes ao tópico. As ilustrações deste livro pretendem enfatizar os conceitos essenciais subjacentes da nossa apresentação da histologia, ou seja, aqueles que têm uma relação íntima entre estrutura e função. Apesar de todos os nossos esforços para apresentar um conteúdo completo e preciso da matéria, temos consciência de omissões e erros inerentes a qualquer tarefa de tal magnitude. Por isso, continuamos a encorajar e acolher sugestões, recomendações e críticas que facilitem o aprimoramento de futuras edições desta obra. Leslie P. Gartner James L. Hiatt xi C0145.indd xi 12/15/11 9:00:50 PM C0145.indd xii 12/14/11 2:50:30 PM Sumário 1. Introdução à Histologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 2. Citoplasma 3. Núcleo ......................................................................... 8 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 4. Matriz Extracelular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40 5. Epitélio e Glândulas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 6. Tecido Conjuntivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62 7. Cartilagem e Osso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74 8. Músculo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94 9. Tecido Nervoso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108 10. Sangue e Hematopoiese . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132 11. Sistema Circulatório . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152 12. Sistema Imunológico (Tecido Linfoide) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 168 13. Sistema Endócrino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 188 14. Tegumento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 204 15. Sistema Respiratório . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 218 16. Sistema Digestório: Cavidade Oral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 230 17. Sistema Digestório: Canal Alimentar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 238 18. Sistema Digestório: Glândulas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250 19. Sistema Urinário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 260 20. Sistema Genital Feminino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 272 21. Sistema Genital Masculino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 286 22. Sentidos Especiais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 304 Índice . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 325 xiii C0150.indd xiii 12/14/11 2:56:31 PM C0150.indd xiv 12/14/11 2:56:31 PM 2 CITOPLASMA • As cadeias hidrofóbicas de ácidos graxos das duas Organismos complexos são compostos por células e camadas de fosfolipídeo (folheto interno e externo) materiais extracelulares. Embora existam mais de 200 projetam-se para o centro da tipos de células que constituem esses orgaPALAVRAS-CHAVE membrana, formando a camada nismos, cada uma com várias funções, as intermediária clara. células e a matriz extracelular são dividi• Célula das em quatro tecidos básicos: epitelial, Colesterol é usualmente arranjado • Canais iônicos conjuntivo, muscular e nervoso. Os tecidos entre as caudas do ácido graxo das molé• Proteínas formam órgãos e a combinação de órgãos culas de fosfolipídeo. Quando a memcarreadoras forma os sistemas de órgãos. brana da célula é congelada e então • Organelas Geralmente, uma célula é uma estrufraturada, ela quebra preferencialmente tura limitada por membrana, preenchida • Síntese de ao longo da camada hidrofóbica clara, com protoplasma que pode ser categoriproteínas formando as duas superfícies internas zada em dois componentes, o citoplasma dos folhetos visíveis (Fig. 2.2). • Transporte de e o carioplasma (ou matriz nuclear). membrana • A superfície do folheto interno • O carioplasma constitui o núcleo e • Citoesqueleto (mais próxima ao protoplasma) é a é envolto pelo envoltório nuclear. face P. • Inclusões • Este capítulo discute a membrana • A superfície do folheto externo celular e o citoplasma de uma célula (mais próxima ao espaço extracelular) em geral. é conhecida como a face E. • A principal substância do citoplasma é o citosol, Proteínas da membrana celular são proteínas inteuma suspensão fluida na qual compostos grais ou proteínas periféricas. Proteínas integrais são: químicos inorgânicos e orgânicos, • Proteínas transmembranares, aquelas que ocupam macromoléculas, pigmentos, cristais e organelas a espessura total da membrana e se estendem para estão dissolvidos ou suspensos. o citoplasma e para o espaço extracelular. • O citosol é envolto por uma bicamada lipídica • Proteínas periféricas, aquelas que não estão semipermeável, membrana celular (plasmalema inseridas na membrana, mas, sim aderidas tanto na ou membrana plasmática) na qual proteínas superfície citoplasmática quanto na superfície estão imersas. extracelular da membrana. Durante a fratura por congelamento, proteínas permanecem mais Membrana Celular (Plasmalema ou aderidas à face P do que à face E. Membrana Plasmática) • A superfície extracelular da membrana celular, a qual pode ter um glicocálice (revestimento celular), A membrana celular possui aproximadamente de 7 a é constituída de carboidratos que formam 8 nm de espessura e é constituída por uma bicamada glicoproteínas ou glicolipídeos, dependendo se lipídica composta por fosfolipídeos anfipáticos, coleseles formam ligações com as proteínas integrais ou terol e proteínas inseridas ou aderidas (Fig. 2.1). Visuacom os fosfolipídeos. lizada por microscopia eletrônica, a membrana plasmática parece ter duas camadas densas: • Um folheto interno (citoplasmático) • Um folheto externo que reveste uma camada intermediária hidrofóbica clara Essa estrutura tríplice é conhecida como uma unidade da membrana e forma não apenas a membrana celular, mas também todas as outras estruturas membranosas da célula. Na membrana, em geral, os componentes proteicos constituem aproximadamente 50% do seu peso. O arranjo das moléculas de fosfolipídeo é tal que: • As cabeças polares hidrofílicas estão voltadas para a periferia, formando as superfícies extracelular e intracelular. As proteínas integrais e periféricas apresentam alguma mobilidade na membrana fosfolipídica bidimensional e se assemelham a um mosaico que está constantemente mudando. Os movimentos dessas proteínas são restritos e a representação da membrana que costumava ser denominada modelo do mosaico fluido é agora conhecida como modelo do mosaico fluido modificado. Regiões da membrana são levemente espessadas por possuírem grande concentração de glicoesfingolipídeos e colesterol circunjacente, um agrupamento de proteínas de membrana. Essas regiões especializadas, as balsas lipídicas, funcionam na sinalização celular. 8 C0010.indd 8 12/12/11 3:46:45 PM Espaço extracelular Glicoproteína 9 Glicolipídeo Folheto externo Capítulo Cadeias de ácidos graxos Colesterol Canal 2 Cabeça polar Citoplasma Figura 2.1 Modelo do mosaico fluido da membrana da célula. (De Gartner LP, Hiatt JL: Color Textbook of Histology, 3rd ed. Philadelphia, Saunders, 2007, p. 16.) CITOPLASMA Proteína periférica Folheto interno Proteína integral Folheto externo Face E Proteína integral Face P Folheto interno Figura 2.2 Face E e Face P da membrana plasmática. (De Gartner LP, Hiatt JL: Color Textbook of Histology, 3rd ed. Philadelphia, Saunders, 2007, p. 16.) C0010.indd 9 12/12/11 3:46:45 PM A Transporte passivo 11 Espaço extracelular Uniporte Membrana plasmática Capítulo Difusão simples de lipídeos Difusão mediada por canais iônicos Transporte ativo Espaço extracelular Simporte Citoplasma 2 CITOPLASMA Difusão facilitada Citoplasma B Difusão mediada por carreador Antiporte Transporte acoplado Figura 2.3 Tipos de transporte. A, Transporte passivo que não requer a entrada de energia. B, Transporte ativo é um mecanismo dependente de energia. (De Gartner LP, Hiatt JL: Color Textbook of Histology, 3rd ed. Philadelphia, Saunders, 2007, p. 18.) CONSIDERAÇÕES CLÍNICAS O aminoácido cistina é removido do lúmen do túbulo renal proximal por uma proteína carreadora. Alguns indivíduos que herdaram duas cópias da mesma mutação, uma de cada progenitor, formam proteínas carreadoras de cisteína defeituosas e apresentam uma condição conhecida como cistinúria. Esses indivíduos têm concentração suficientemente alta desse aminoácido em sua urina para formar cálculos de cistina. A cistinúria manifesta-se entre os 10 e 30 anos de idade e a condição é responsável por cálculos renais recorrentes. O diagnóstico é feito com base no exame microscópico da urina, mostrando a presença de cristais de cistina, e pela urinálise, mostrando níveis anormais de cistina. A condição pode ser bastante dolorosa, mas, em muitos casos, o aumento da ingestão de líquidos dilui a urina suficientemente para prevenir a formação de cálculos. C0010.indd 11 12/12/11 3:46:53 PM 5 EPITÉLIO E GLÂNDULAS juncionais, com pouco espaço intracelular e uma quanO corpo humano consiste de mais de 200 tipos de células tidade escassa de matriz extracelular. Os dois tecidos são organizadas em quatro tecidos básicos: epitelial, conjunseparados entre si por uma estrutura deritivo, muscular e nervoso. As associações PALAVRAS-CHAVE vada do tecido epitelial, a lâmina basal. entre eles formam entidades funcionais Funções do tecido epitelial: conhecidas como órgãos, os quais se • Epitélio reúnem em sistemas orgânicos. • Proteção dos tecidos que ele • Epitélio simples revestem, • Epitélio Tecido Epitelial • Transporte transcelular de estratificado moléculas através das camadas • Microvilosidades O tecido epitelial se organiza como epiteliais, camadas de células contíguas revestindo • Complexo juncional • Secreção de várias substâncias pelas a superfície do corpo ou como glându• Glândulas exócrinas glândulas, las, órgãos secretórios derivados das • Absorção (p. ex., tubo intestinal e unicelulares células epiteliais. A maioria dos epitélios túbulos renais), • Glândulas exócrinas se origina do ectoderma e do endo• Controle do movimento de íons e multicelulares derma, embora o mesoderma também moléculas através da permeabilidade • Glândulas dê origem a alguns epitélios. seletiva, e endócrinas • Percepção de sensações (p. ex., • Ectoderma dá origem à epiderme da paladar, visão, audição). pele, ao revestimento da boca e da cavidade nasal, à córnea, às glândulas sudoríparas e às sebáceas, às glândulas mamárias. CLASSIFICAÇÃO DAS MEMBRANAS EPITELIAIS • Endoderma dá origem ao revestimento dos O epitélio pode ser classificado de acordo com o sistemas respiratório e gastrointestinal e às número de camadas de células entre a lâmina basal e a glândulas associadas ao sistema gastrointestinal. superfície livre, e a morfologia das células. O epitélio • Mesoderma dá origem aos túbulos uriníferos do com uma única camada de células é chamado epitélio rim, ao revestimento dos sistemas genitais e simples, enquanto o epitélio com duas ou mais circulatório e ao revestimento das cavidades do camadas é chamado de epitélio estratificado. As células corpo. epiteliais da camada mais superficial podem ser paviO epitélio, um tecido avascular organizado em mentosas, cúbicas ou cilíndricas, dando origem a vários camadas, recebe seus nutrientes a partir do suprimento tipos de epitélio (Tabela 5.1 e Fig. 5.1). Dois tipos vascular do tecido conjuntivo adjacente. Ele é formado adicionais de epitélios são o epitélio pseudoestratifipor células justapostas, unidas entre si por complexos cado cilíndrico e o epitélio de transição. 48 C0025.indd 48 12/10/11 2:27:40 PM Membrana plasmática B A Díade do microtúbulo periférico 53 Heterodímeros compartilhados Dineína Filamentos radiais Nexina Par de microtúbulo central Bainha central Figura 5.4 Estrutura de um cílio com seu corpúsculo basal. (De Gartner LP, Hiatt JL: Color Textbook of Histology, 3rd ed. Philadelphia, Saunders, 2007, p. 95.) Trinca de microtúbulos Capítulo Membrana plasmática 5 EPITÉLIO E GLÂNDULAS Corpúsculo basal Membrana plasmática Faixas de proteínas transmembranares Espaço extracelular Membranas plasmáticas adjacentes Zônulas de oclusão Estendem-se ao longo de toda a circunferência da célula. Evita que substâncias tomem a rota paracelular na passagem do lúmen para o tecido conjuntivo. Espaço extracelular Filamentos de actina Zônula de adesão Abaixo das zônulas de oclusão. As E-caderinas se ligam umas às outras no espaço intercelular e aos filamentos de actina, intracelularmente. Filamentos intermediários Placa Mácula de adesão As E-caderinas estão associadas a placas, filamentos intermediários formam alças semelhantes a grampos de cabelo. Desmogleínas Membranas plasmáticas adjacentes Espaço extracelular Conexônios Integrinas (proteínas receptoras transmembranares) Junções comunicantes Junções de comunicação para a passagem de pequenas moléculas e íons entre as células. Acoplam células adjacentes elétrica e metabolicamente. Hemidesmossomos Aderem as células epiteliais à lamina basal subjacente. Figura 5.5 Complexos juncionais. (De Gartner LP, Hiatt JL: Color Textbook of Histology, 3rd ed. Philadelphia, Saunders, 2007, p. 97.) C0025.indd 53 12/10/11 2:27:41 PM 55 Capítulo N 5 Figura 5.6 Fotomicrografias de epitélio simples. A, Epitélio simples pavimentoso dos segmentos delgados das alças de Henle do rim (setas) (270x). Note a morfologia das células e de seus núcleos. Também está presente o epitélio simples cúbico dos túbulos coletores renais (pontas de seta). Note o núcleo arredondado, localizado centralmente. B, Epitélio simples cilíndrico com células caliciformes e planura estriata da mucosa do intestino delgado (540x). Observe os núcleos alongados (N) e a planura estriada (setas). EPITÉLIO E GLÂNDULAS N CONSIDERAÇÕES CLÍNICAS Pênfigo vulgar é uma doença autoimunológica da pele, ou seja, quando anticorpos são produzidos contra proteínas dos desmossomos. Os anticorpos se ligam às proteínas dos desmossomos rompendo a adesão celular. Esse distúrbio leva à formação de bolhas na epiderme, causando perda de líquidos teciduais. Essa condição não tratada leva à morte. Esteroides sistêmicos e imunossupressores são usados no controle da doença. C0025.indd 55 12/10/11 2:27:42 PM 19 SISTEMA URINÁRIO Os dois rins funcionam removendo toxinas da corrente Cápsula de Bowman sanguínea e conservando água, sais, proteínas, glicose, A cápsula de Bowman (Fig. 19.1C), a aminoácidos e outras substâncias essenporção expandida do néfron, se assemeciais. Eles também auxiliam na regulaPALAVRAS-CHAVE lha a um balão durante o desenvolvição da pressão arterial, na hemodinâmica • Túbulos uriníferos mento embrionário e é formada por um e no balanço ácido-básico dos fluidos epitélio pavimentoso simples, que é corporais. Adicionalmente, os rins pro• Néfrons invadido por uma rede de capilares duzem hormônios, tais como a eritro• Corpúsculos renais fenestrados, o glomérulo, cujas fenespoietina e as prostaglandinas, e auxiliam • Alça de Henle tras não possuem diafragma e têm cerca na formação da vitamina D. • Aparelho de 70 a 90 nM de diâmetro. Dessa forma, A visão medial do rim na Figura 19.1A justaglomerular o espaço no interior da cápsula de mostra que ele é circundado por uma Bowman é reduzido e forma uma cavi• Túbulos coletores cápsula de tecido conjuntivo que dade estreita, o espaço de Bowman recobre a região mais externa do rim, • Ureter (espaço urinário), localizado entre as conhecida como córtex, e mais profun• Bexiga urinária camadas externa e interna da cápsula de damente está a medula, com suas pirâBowman (conhecidas como folheto mides renais e colunas corticais parietal e visceral da cápsula de Bowman, respectivainterpostas. Cada pirâmide renal drena sua urina mente). O glomérulo é envolto pelo folheto visceral, para um: cujas células se tornam modificadas em formato e são • Cálice menor, e diversos cálices menores drenam conhecidas como podócitos. O glomérulo e a cápsula sua urina para um de Bowman são conhecidos coletivamente como cor• Cálice maior, cuja confluência forma púsculo renal, onde os podócitos e as células endote• A pelve renal, que é a região expandida do ureter liais do glomérulo entram em contato, as duas lâminas localizada no hilo. basais se fusionam. Os podócitos (Fig. 19.1C) possuem numerosas extensões citoplasmáticas longas em forma Também no hilo, os ramos da artéria renal penetram de tentáculo — prolongamentos primários (princio rim, e as tributárias da veia renal deixam o rim. pais) — e cada um deles possui muitos prolongamenA unidade básica do rim conhecida como túbulo tos secundários (pedicelos), dispostos de maneira urinífero (Fig. 19.1B) é uma estrutura completamente ordenada. Os pedicelos envolvem completamente os epitelial e está separada dos elementos do tecido concapilares glomerulares pela interdigitação com os pedijuntivo do rim pela sua lâmina basal. Ele é constituído celos de prolongamentos principais vizinhos de difepor um néfron (cortical ou justamedular) e um túbulo rentes podócitos. coletor. Vários néfrons drenam para um túbulo coletor, e diversos túbulos coletores se reúnem para formar túbulos coletores cada vez maiores. Cada néfron possui várias partes constituintes: • • • • Cápsula de Bowman Túbulo proximal Alça de Henle Túbulo distal Cerca de 15% dos néfrons — os néfrons justamedulares — possuem uma alça de Henle longa, e seu corpúsculo renal se localiza na junção do córtex com a medula. Cerca de 85% dos néfrons — os néfrons corticais — possuem uma alça de Henle curta, e seu corpúsculo renal está localizado próximo à cápsula renal. CONSIDERAÇÕES CLÍNICAS Durante a nefrogênese e mesmo ao nascimento, os rins mostram sinais de lobulação, mas, conforme os néfrons se desenvolvem, um formato convexo e liso se forma. Entretanto, ocasionalmente os lobos são reconhecíveis externamente no adulto, e essa condição é conhecida como rim lobulado e não possui consequências funcionais aparentes. 260 C0095.indd 260 12/12/11 8:31:29 PM 261 Artéria interlobular Cápsula Córtex Artéria interlobar Artéria renal Néfron cortical Raio medular Veia renal Córtex Pelve renal Cálice maior Gordura no seio renal 19 Medula Túbulos coletores Cálice menor Ureter Néfron justamedular A SISTEMA URINÁRIO Coluna renal Capítulo Medula (pirâmide renal) Artéria arqueada B Folheto parietal da cápsula de Bowman Folheto visceral da cápsula de Bowman (podócitos) Lâmina basal Espaço de Bowman Arteríola eferente Borda em escova (microvilosidades) Polo vascular Lâmina basal Túbulo distal Túbulo contorcido proximal Polo urinário C Mácula densa do túbulo distal Cápsula de Bowman Células justaglomerulares Arteríola aferente Figura 19.1 A, Corte sagital do rim. B, Túbulos uriníferos. C, Corpúsculo renal. (A-C, De Gartner LP, Hiatt JL: Color Textbook of Histology, 3rd ed. Philadelphia, Saunders, 2007, pp. 438 [A e B] e 441 [C].) C0095.indd 261 12/12/11 8:31:29 PM Pedicelo Lâmina basal Diafragma da fenda de filtração 263 Capítulo Endotélio fenestrado Lâmina basal Podócito Endotélio fenestrado A Processo secundário (pedicelo) Processo primário Túbulo conector cortical Túbulo contorcido proximal 19 SISTEMA URINÁRIO Fenda de filtração Corpo celular do podócito Túbulo coletor Túbulo contorcido distal Segmento espesso ascendente da alça de Henle Segmento delgado ascendente da alça de Henle B Figura 19.2 A, Segmento do glomérulo. B, Túbulo urinífero e cortes transversais de suas partes constituintes. (A e B, De Gartner LP, Hiatt JL: Color Textbook of Histology, 3rd ed. Philadelphia, Saunders, 2007, pp. 443 [A] e 446 [B].) C0095.indd 263 12/12/11 8:31:49 PM 265 Capítulo Túbulo coletor cortical Túbulo contorcido proximal Túbulo coletor 19 Células justaglomerulares Arteríola aferente Segmento espesso ascendente da alça de Henle Túbulo distal Mácula densa Arteríola eferente SISTEMA URINÁRIO Túbulo contorcido distal Células mesangiais extraglomelulares Podócito Espaço de Bowman Segmento delgado ascendente da alça de Henle A Células mesangiais intraglomelulares B Capilares glomerulares Figura 19.3 A, Túbulo urinífero e cortes transversais de suas partes constituintes. B, Corpúsculo renal e aparelho justaglomerular. (A e B, De Gartner LP, Hiatt JL: Color Textbook of Histology, 3rd ed. Philadelphia, Saunders, 2007, pp. 446 [A] e 450 [B].) CONSIDERAÇÕES CLÍNICAS A necrose tubular aguda, evidenciada por rins ingurgitados e necrose focal dos túbulos renais, pode ser causada por nefrotoxinas ou isquemia, resultando em insuficiência renal aguda. A pronta melhora da lesão pode levar à rápida recuperação, conforme indicado pela produção aumentada de urina e redução da creatinina sérica. A insuficiência renal progressiva, rápida e irreversível tem sido mostrada como sendo causada pelo uso de regimes para redução de peso, que incluem a erva chinesa Aristolochia fangchi, uma família de plantas que contém o ácido aristocólico. Os cânceres renais C0095.indd 265 também têm sido documentados em pacientes usando essa erva para perder peso. A maioria dos pacientes comprometidos eram mulheres de meia-idade com sobrepeso. Muitos indivíduos, conscientes sobre saúde, usam suplementos com ervas ou remédios sem informar ao seu médico ou outro profissional da área da saúde, porque os componentes que ingerem estão disponíveis sem prescrição médica e eles erroneamente acreditam ser “naturais”. É sempre sensato que os profissionais de saúde perguntem se o paciente está tomando algum suplemento sem prescrição médica. 12/12/11 8:32:06 PM Essencial Leslie P. Gartner, PhD e James L. Hiatt, PhD Tenha uma visão geral rápida e eficaz dos conceitos complexos que você precisa entender. Absorva de maneira eficiente cada tópico por meio de um formato em que uma página contém o texto essencial e a página seguinte, ilustrações coloridas cuidadosamente selecionadas – a maioria da 3ª edição do Tratado de Histologia em cores de Gartner & Hiatt. • Veja a relevância da histologia para a prática médica com o auxílio de quadros de considerações clínicas intercalados por todo o texto. • • Obtenha um entendimento abrangente da histologia graças à experiência e ao estilo de ensino dos autores consagrados Drs. Gartner e Hiatt. Classificação de Arquivo Recomendada HISTOLOGIA www.elsevier.com.br/medicina Este livro tem conteúdo extra e gratuito no site www.studentconsult. com.br. Registre o código que está no verso da capa, dentro deste livro, e conheça uma nova maneira de aprender: • teste os seus conhecimentos com perguntas e respostas comentadas; • visualize o banco de imagens do livro para uso em seus estudos. Além desses conteúdos em português, o código também permite o acesso gratuito ao conteúdo integral do livro em inglês no site www.studentconsult.com. A aquisição desta obra habilita o acesso aos sites www.studentconsult.com.br e www.studentconsult.com até o lançamento da próxima edição em inglês e/ou português, ou até que esta edição em inglês e/ ou português não esteja mais disponível para venda pela Elsevier, o que ocorrer primeiro. Histologia Essencial O Histologia Essencial apresenta conceitos de maneira resumida e de leitura fácil e agradável com muitas ilustrações coloridas – ideal para os estudantes que precisam apreender uma grande quantidade de informação em um tempo limitado. 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