1 ψ PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PSICOLOGIA FACULDADE DE NOVA SERRANA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL FAUSTO PINTO DA FONSECA Protocolado no eMEC sob número: 201401008. Iniciado em 19/03/14. 2 3 4 5 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ENSINO SUPERIOR - SESU COMISSÃO NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR - CONAES INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR EM PSICOLOGIA FACULDADE DE NOVA SERRANA |Nova Serrana | MG | |Março| 2014 | 6 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR EM PSICOLOGIA Mantenedora: FUNDACAO EDUCACIONAL FAUSTO PINTO DA FONSECA CNPJ: 04.149.536/0001-24 Endereço de funcionamento do curso: AVENIDA DOM CABRAL, 31 CENTRO NOVA SERRANA - MG Mantida: 1940 - Faculdade de Nova Serrana - FANS Nome do Curso: Curso Superior em Psicologia Modalidade de oferta: presencial Regime de matrícula: seriado (artigo 63 do regimento interno) Periodicidade letiva: semestral Tempo mínimo de integralização: 10 semestres Prazo máximo de integralização: 18 semestres Carga horária total do curso: 4.240h (Quatro mil duzentas e quarenta horas) Oferta anual de vagas pretendidas: 100 vagas Turno de funcionamento: noturno Formas de acesso: Processo seletivo (vestibular). Possibilidade de aproveitamento por transferência externa ou reingresso, regulamentados por edital (vestibular). Pré-requisito para ingresso no curso: Ensino Médio completo Coordenador do curso: Rogeria Araujo Guimaraes Gontijo 7 1 APRESENTAÇAO De acordo com SILVA (2008), o Projeto Pedagógico de um curso resgata a identidade da instituição, sua intencionalidade com a oferta do mesmo, além de revelar seus compromissos para com a comunidade em âmbito acadêmico e regional. Este documento deve contemplar o conjunto de diretrizes organizacionais e operacionais que expressam e orientam a prática pedagógica do curso, sua estrutura curricular, as ementas, a bibliografia, o perfil profissiográfico dos concluintes e tudo quanto se refira ao desenvolvimento do curso, obedecidas as diretrizes curriculares nacionais, estabelecidas pelo Ministério da Educação (Parecer CES/CNE 146/2002, de 03/04/2002). Pretende-se com este projeto facilitar o processo de avaliação contínua de curso de graduação da Faculdade de Nova Serrana – FANS, apresentando, inicialmente, a organização didáticopedagógica do curso, detalhando as caractéristas da instituição, administração da IES, suas políticas de administração acadêmica, bem como o projeto do curso – objetivos, perfil dos egressos, conteúdos curriculares, além de outros dados pertinentes ao mesmo. Em seguida, é detalhada a formação acadêmica e profissional do corpo docente, condições e regime de trabalho. Por fim, detalham-se as instalações físicas, a biblioteca e seu acervo, o laboratório de informática, os ambientes de trabalho do corpo administrativo e docente, além das salas de aulas e demais instalações. 8 2 DADOS DO MUNICÍPIOS DE NOVA SERRANA-MG 2.1 BREVE HISTÓRICO DO MUNICÍPIO Terra dos índios Cataguases, o território foi anteriormente denominado Conquista, devido às lutas ocorridas no período de sua criação, por volta de 1675. Inicialmente, o povoado constituiu-se em uma das fazendas de Bento Pais da Silva, bandeirante paulista, que chegou a Pitangui em busca de ouro. Foi elevada à categoria de distrito em 1869, com o nome de Cercado e de município em 1954, com o nome de Nova Serrana. Situa-se na região Centrooeste do estado de Minas Gerais a 112 Km da capital, Belo Horizonte. Com a emancipação político-administrativa, em janeiro de 1954, veio também o desenvolvimento econômico centrado basicamente no ramo industrial precisamente na fabricação de calçados, cuja produção atualmente ultrapassa os limites do município, do Estado e do País e confere à Nova Serrana o título de Capital Nacional do Calçado Esportivo. 1.2 A PRODUÇÃO DE CALÇADOS A tradição calçadista do povo nova-serranense vem de longa data, contudo os primeiros passos para a atividade, em escala industrial, ocorreram somente a partir de 1948, com a implantação da primeira fábrica de botinas, registrada por Geny José Ferreira. Seus colaboradores e aprendizes foram aos poucos instalando novas unidades. O sucesso daquelas primeiras fábricas atraiu novos empreendedores e, com a emancipação política em 1° de janeiro de 1954, a atividade tornou-se atrativa e preferencial. Maior impulso ocorreu, no entanto, após a construção da rodovia BR 262 e com a encampação do sistema elétrico pela CEMIG. Nova Serrana tornou-se assim um dos mais desenvolvidos polos de calçados do país. Seu parque industrial conta com cerca de 1.000 indústrias em atividade, que empregam cerca de 20 mil trabalhadores diretos e produzem em média 110 milhões de pares de calçados por ano (SINDINOVA, 2013). 1.3 ASPECTOS FÍSICOS E DEMOGRÁFICOS DO MUNICÍPIO DE NOVA SERRANA 9 Os principais aspectos físicos e demográficos do município de Nova Serrana - MG são sintetizados no QUADRO 1. Quadro 1 – Aspectos físicos e demográficos de Nova Serrana População estimada 2013 84.550 População 2010 73.699 Área da unidade territorial (km²) 282,369 Densidade demográfica (hab/km²) 261,00 Gentílico Fonte: IBGE (2014) nova-serranense 1.3.1 Crescimento Populacional Nova Serrana apresenta-se como uma das cidades mais prósperas de Minas. De acordo com dados fornecidos pelo IBGE, o crescimento demográfico da cidade figura na média de 9,7% ao ano, o que a faz recordista de crescimento populacional no Estado (PREFEITURA MUNICIPAL, 2013). A tabela 1 ilustra a evolução populacional de Nova Serrana desde 1991. Tabela 1: Evolução populacional de Nova Serrana – MG de 1991 a 2010: Ano 1991 1996 2000 2007 2010 Nova Serrana Minas Gerais 17.913 15.743.152 27.383 16.567.989 37.447 17.891.494 60.195 19.273.506 73.699 19.597.330 Brasil 146.825.475 156.032.944 169.799.170 183.987.291 190.755.799 Fonte: IBGE: Censo Demográfico 1991, Contagem Populacional 1996, Censo Demográfico 2000, Contagem Populacional 2007 e Censo Demográfico 2010. Gráfico 1: Evolução populacional de Nova Serrana, de 1991a 2010: 10 Fonte: IBGE: Censo Demográfico 1991, Contagem Populacional 1996, Censo Demográfico 2000, Contagem Populacional 2007 e Censo Demográfico 2010. Segundo os dados do Recenseamento Geral de 1950, a população local era de 5.286 habitantes e as estimativas do Departamento Estadual de Estatísticas de Minas Gerais apresentavam 5.630 pessoas como sua provável população e uma densidade demográfica de 19 habitantes por quilômetro quadrado. Em meados do ano 2000, a cidade apresentava uma população de 37.447 habitantes e em 2010 contava com 73.699 habitantes, um crescimento na ordem de 104%. 11 3 MANTENEDORA 3.1 DA MANTENEDORA – PESSOA JURÍDICA Identificação: FUNDAÇÃO EDUCACIONAL FAUSTO PINTO DA FONSECA CNPJ: 04.149.536/0001-24 Endereço: Av. Dom Cabral, 31 Bairro: Centro Cidade: Nova Serrana - MG – CEP: 35.519-000 Esta fundação teve sua constituição por meio da Ata 001 de 09/11/2000, registrada no cartório de Serviço de Registro de Títulos, Documentos e Civil das Pessoas Jurídicas de Nova Serrana e seu último registro foi em 29/01/2013 relativo a ata Número 98 de 14/01/2013, no mesmo cartório, sob número 538, livro A-11 - Pag. 59-AV nº41, versando sobre a ratificação da prestação de contas aprovada em 05/12/2012, ratificando o relatório apresentado pela Diretoria da FANS, definindo a eleição do presidente e da Secretária do Conselho Curador e ratificando a posse da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal de 2013 a 2016. A mantenedora possui ainda título de utilidade pública federal conforme ato do Ministro do Estado da Justiça expedido pela Portaria 519 de 23/03/2012 DOU de 26/03/2012, seção 1, página 32. A Fundação Educacional Fausto Pinto da Fonseca, constituída no dia 09/11/2000, é uma sociedade de caráter educacional, cultural, científica e tecnológica, sem fins lucrativos, que tem duração por tempo indeterminado, com sede no município de Nova Serrana e foro em Nova Serrana, tendo como área de atuação toda a região do Centro-Oeste Mineiro. Para cumprir sua finalidade, a instituição se organiza em tantas unidades de prestação de serviços, quantas se fizerem necessárias, as quais serão regidas pelo Regimento Interno. 3.2. Breve Histórico da Mantenedora A Fundação Educacional Fausto Pinto da Fonseca tem por finalidade fomentar a educação e o desenvolvimento da cultura, a criação, a associação e a manutenção de escolas de ensino básico, técnico e ensino superior; serviços de pesquisa, extensão, técnico e comunicação. Visa 12 ainda promover a educação integral, o amparo à comunidade e o apoio ao desenvolvimento industrial de Nova Serrana e região. Entre os diversos trabalhos que se pretende desenvolver para o desenvolvimento da região no campo da educação, destaca-se a faculdade de Nova Serrana – FANS, tendo como objetivo, segundo artigo 4º do regimento interno: I. estimular e difundir a cultura e a concepção artística; II. formar o profissional, visando gerar, desenvolver, transmitir e aplicar conhecimentos por meio do ensino, e, secundariamente, da pesquisa e da extensão; III. desenvolver pesquisas, coordenado pelo PROEX; IV. difundir o conhecimento em toda a vida acadêmica; V. integrar a comunidade, agregando educação e conhecimento profissional da comunidade acadêmica com a responsabilidade social; VI. manter cooperação com instituições locais; e VII. constituir-se em veículo de desenvolvimento para o município, almejando consolidar-se como faculdade de reconhecimento local, podendo estender-se ao âmbito regional. A mantenedora é responsável perante as autoridades públicas e o público em geral, pela Faculdade, incumbindo-se de tomar as medidas necessárias ao seu bom funcionamento, respeitado os limites da Lei e do Regimento, a liberdade acadêmica dos corpos docente e discente e a autoridade própria de seus órgãos deliberativos e executivos. Compete principalmente a mantenedora promover adequadas condições de funcionamento das atividades da Faculdade, colocando à disposição os bens imóveis e móveis necessários de seu patrimônio ou de terceiros a ela cedidos e, assegurando os suficientes recursos financeiros de custeio. À mantenedora reserva-se a administração orçamentária e financeira da Faculdade, podendo delegá-la no todo ou em parte ao Diretor. Dependem de aprovação da mantenedora as decisões dos órgãos colegiados que importem em aumento de despesas. A Fundação mantenedora tem a estruturação conforme apresentada abaixo 13 Presidente – Geraldo Fonseca Saldanha da Silva Vice-presidente – Antônio Sávio Parreira de Almeida 1ª Secretária – Sônia Saúde Santos 2ª Secretária – Eliana Oliveira Silva 1º Tesoureiro – Vital de Fátima Silva 2º Tesoureiro – Telismar Ferreira Amaral Conselho Fiscal Júnior Camilo Fernandes José Maria Scaldini Garcia Ailton Joaquim da Silva 3.3 DA INSTITUIÇÃO MANTIDA Identificação: Faculdade de Nova Serrana Sigla: FANS Endereço: Rua Lígia Rodrigues, 600 Bairro: Fausto Pinto da Fonseca Cidade: Nova Serrana UF: MG CEP: 35.519-000 Telefax: (37) 3226- 8200 Website: www.fans.edu.br E-mail: [email protected] Os atos do MEC vigentes, exceto os relativos ao aditamento de pedido de alteração de endereço que já foram citados acima, são: a instituição está credenciada conforme Portaria MEC 2.923 de 14/12/2001 DOU de 18/12/2001, com protocolo de recredenciamento no eMEC número 2012.03.322. Já os atos dos cursos são: Administração – reconhecido conforme Portaria 223 de 07/06/2006 DOU de 09/06/2006 e pedido de renovação de 14 reconhecimento do curso com protocolo eMEC 2012.03.384 em análise pela Secretaria Final para Despacho; já o curso de Ciências Contábeis – autorizado pela Portaria 419 de 05/06/2008 DOU de 06/06/2008 e pedido de reconhecimento do curso sob protocolo 2011.15.873 em análise pela Secretaria Final; por sua vez, o curso de Tecnólogo em Produção de Vestuários com ênfase em calçado foi autorizado. A FANS contou ainda com curso Normal Superior, entretanto como não houve demanda, o curso foi desativado. O pedido de cancelamento da renovação de reconhecimento deste curso foi feito em 25/07/2013 conforme protocolos gerados no período azul do e-MEC nº 2013.50.367, 2013.49.931 e 2013.49.730 pela Portaria 301 de 10/12/2009 DOU de 15/12/2009 e o pedido de reconhecimento de curso foi protocolado sobre número 2013.05.832 e encontra-se na fase de preenchimento do formulário pela mantida para visita do INEP. 3.3.1 Breve Histórico da Mantida Em 09 de novembro de 2000, foi instituída, pela Senhora Maria Zeli Diniz Fonseca, a Fundação Educacional Fausto Pinto da Fonseca, quando foi lavrada a escritura pública de doação de 20 mil metros quadrados de terreno, numa área denominada Chapadão, localizada no Bairro Fausto Pinto da Fonseca, para a construção da Instituição de Ensino Superior de Nova Serrana. A Fundação criada é sem fins lucrativos, de cunho não governamental e tem como objetivos o ensino, a pesquisa e a extensão em Nova Serrana e região. Em Assembleia Geral dos sócios fundadores na sede do Sindicado da Indústria Calçadista de Nova Serrana – SINDINOVA foi eleita a primeira diretoria da Fundação formada pelo senhor José Silva Almeida como presidente e como vice o senhor Edson Batista de Assis. No dia 18 de novembro, foi eleita a primeira diretoria para a FANS, a senhora Adélia de Souza Mendes, como vice a senhora Maria Verônica Amaral Fonseca e como assessora administrativa, a senhora Vanilce Teodoro Amaral. Foi elaborado o Regimento Interno Geral da Faculdade, contatado o pessoal de apoio, professores e elaborados os projetos de credenciamento da Faculdade e do curso de Administração, após um trabalho de pesquisa sobre as necessidades da região, que foram 15 protocolados no Ministério da Educação em 17 de janeiro de 2001. O MEC se manifestou em 08 de março de 2001 pela portaria número 587/2001, quando também foi nomeada a primeira comissão de avaliação para verificação in loco das condições de funcionamento, que ocorreu em 03 de junho do mesmo ano. No dia 18 de dezembro de 2001, foi publicado no Diário Oficial da União o credenciamento da Faculdade de Nova Serrana através da portaria número 2.923 de 14/12/2001 e da autorização de funcionamento do Curso de Bacharelado em Administração, com um total de cem vagas anuais, conforme portaria número 2.924/2001. Em 2002, começavam as atividades da nova Instituição. A partir de então, a Prefeitura Municipal de Nova Serrana se dispôs como parceira nesse empreendimento e se responsabilizou pelas obras de reforma e adaptação das dependências do prédio, pela compra da mobília e equipamentos necessários. A Instituição se encarregou da compra e doações de livros para estruturação inicial do acervo da Biblioteca Frei Ambrósio. Foi realizado o vestibular no mês de janeiro e em fevereiro começaram as aulas do curso de Administração. Em março do mesmo ano, foi realizada a verificação in loco e aprovação do Curso Normal Superior, já extinto conforme mencionado. O curso de Contabilidade foi autorizado em 11 de fevereiro de 2008, iniciando neste mesmo semestre o funcionamento da primeira turma. Além disto, ocorreu uma alteração no Estatuto da Mantenedora para que instituições e representações da comunidade pudessem fazer parte da IES e, ainda, ocorreu a nova eleição da presidência da Fundação, elegendo o Dr. Nilton Santos Ferreira para o mandato de quatro anos. O ano foi encerrado com o protocolo do curso Tecnólogo em Produção do Vestuário no Ministério da Educação. Em 2009, a Instituição começou as atividades com mais duas novas turmas, sendo uma de Administração e outra de Ciências Contábeis. Com o aumento de alunos, iniciou-se o projeto de construção da sede própria através de parcerias e apoio do Poder Público Municipal. Enquanto a nova sede estava em construção, os alunos foram transferidos, ao final do ano, para outro prédio no centro da cidade. O ano findou com a autorização de funcionamento do curso de Tecnólogo em Produção do Vestuário, em 10/12/2009. Com esta autorização, em 2010 foi possível uma aproximação entre a IES e alguns setores, como o caso do Sindicato da Indústria do Calçado de Nova Serrana - SINDINOVA e empresas locais, o que influenciou apoios financeiros públicos e privados, para a construção da nova sede. Além disto, a matriz do Curso de Administração foi alterada com base nas disciplinas que eram adotadas pelas demais universidades, pelas diretrizes curriculares do MEC, mas, principalmente, em conformidade com o perfil do egresso esperado e com as 16 contribuições da comunidade acadêmica. No ano de 2011, ocorreu o ingresso da primeira turma do curso de Tecnólogo em Produção de Vestuário. Ao final do ano, em novembro, a IES protocolou no MEC o pedido de reconhecimento do curso de Ciências Contábeis. Já em 2012, o Ministério da Justiça deferiu o pedido de Utilidade Pública Federal através da portaria nº 519 de 23/03/2012 DOU de 26/03/2012. Foi ainda criado no início do ano, o setor de Recursos Humanos, por meio do Prof. Doutorando Luiz Paulo Ribeiro (psicólogo), que fez processos seletivos que visassem a melhoria no padrão de qualidade do corpo docente, quer seja em experiência profissional, titulação e experiência acadêmica e novos coordenadores de curso foram contratados, visando atender a demanda e reduzir o prazo de retorno aos alunos da IES. Em 2013, a mantenedora alterou sua composição, tendo como novo presidente o Administrador Geraldo Fonseca Saldanha que, por sua vez, optou pela mudança e alterou a Direção da instituição para o contador Gustavo Tomaz de Almeida, como Diretor Acadêmico, e a administradora Ana Cláudia Azevedo, Diretora Executiva e aluna egressa da FANS da turma de 2006-2009, que haviam sido contratados anteriormente para os cargos de coordenadores de curso. Por sua vez, os novos diretores efetuaram uma mudança organizacional, alocando os funcionários técnico-administrativos em funções que privilegiassem o seu conhecimento sobre o processo educacional e/ou administrativo. Além disto, em decorrência da mudança do prefeito municipal, a parceria para a construção da sede seguiu e, aliando as doações das empresas de Nova Serrana, a nova sede da instituição segue para sua finalização parcial, mas que já permitirá a mudança de campus e posterior aumento de oferta de cursos. Destaca-se que a IES possui atualmente apenas cursos presenciais de Bacharelado e Tecnólogo, ofertados na modalidade presencial. Em 2013, no primeiro semestre ocorreu o primeiro Dia F, em que foram oferecidos serviços gratuitos a comunidade carente, em parceria com a Escola Municipal Dona Maria Rosa Soares. Ainda em 2013, foi reconhecido no mês de novembro o curso de Ciências Contábeis e renovado o reconhecimento do curso de Administração, este último sem visita in loco, em decorrência da nota 3 no CPC. No segundo semestre, a instituição recebeu os avaliadores do INEP para reconhecimento do curso de tecnólogo, que obteve nota 4 numa escala que vai até 5. Também neste ano, indústrias locais doaram o valor necessário para compra de equipamento e mobiliário para a finalização da sede própria, que tem previsão de mudança para julho de 2014. 17 3.3.1.1 Missão Visando ao cumprimento integral das suas finalidades e ao seu compromisso com os interesses sociais, a FANS assume como missão: gerar conhecimentos acadêmicos, gerenciais, científicos, tecnológicos, culturais e de pesquisa acadêmica, objetivando a formação de indivíduos envolvidos enquanto profissionais e cidadãos que contribuem para a comunidade de Nova Serrana, através dos seus projetos de Pesquisa e Extensão, coordenados pelo PROEX. Para o alcance dessa missão, considerar-se-á também o perfil do egresso para cada curso, o estágio de desenvolvimento do PROEX e a sua saúde financeira vigentes. E missão ainda que os projetos alcancem outros municípios, entretanto o foco principal é a cidade de Nova Serrana. 3.3.1.2 Objetivos A Faculdade de Nova Serrana (FANS) tem como um de seus principais objetivos a geração, o desenvolvimento, a transmissão e a aplicação de conhecimentos por meio do ensino, e, secundariamente, da pesquisa e da extensão. Objetiva ainda integrar educação e o conhecimento profissional de cidadãos envolvidos com a responsabilidade social para com a comunidade de Nova Serrana, bem como na difusão da cultura e na concepção artística. No cumprimento dos seus objetivos, a FANS mantém cooperação com instituições locais e constitui-se em veículo de desenvolvimento para o município, almejando consolidar-se como faculdade de reconhecimento local, podendo estender-se ao âmbito regional. 3.4 DIRIGENTES DA MANTIDA A direção da Faculdade de Nova Serrana, órgão superior de coordenação e fiscalização das atividades da IES, é exercida pelos professores Gustavo Tomaz de Almeida e Fábio Fonseca Saldanha . Os diretores são designados pela mantenedora. Diretor Acadêmico: Gustavo Tomaz de Almeida Mestrando em Administração pelo Centro Universitário UNA, com previsão de conclusão em Abril/2014. Possui pós graduação em Controladoria e Gestão Financeira pela UFMG (2011), 18 bem como Gestão Fiscal e Tributária pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais PUC Minas (2011). Possui Graduação em Ciências Contábeis pela Fundação Universidade de Itaúna - UIT (2009). É professor (02/2011) e Diretor Acadêmico (05/2013) da Faculdade de Nova Serrana e empresário individual da Contabilidade Gustavo Tomaz de Almeida (2010). Atua ainda como Controller no segmento de autopeças (Lucro Real Trimestral), responsável pela equipe de contas a pagar, fiscal, contábil, custos, orçamentos, faturamento e contas a receber na empresa Tokai do Brasil Indústria de Borrachas LTDA (desde 2004), empresa multinacional japonesa com sede em 18 países. Foi coordenador do Curso de Ciências Contábeis no período de 02/2012 a 05/2013 da Faculdade de Nova Serrana, onde recebeu a equipe do MEC/INEP para o reconhecimento do curso, que teve êxito conforme Portaria 409/13. Diretor Geral: Fábio Fonseca Saldanha Mestrando Profissional em Administração pelas Faculdades Integradas de Pedro Leopoldo. Pós-graduação em Gestão Contábil, Auditoria e Controladoria pela Faculdade de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis de Divinópolis - FACED (2010). Graduação em Administração pela Faculdade de Nova Serrana - FANS (2008). Graduação em Ciências Contábeis pela Faculdade de Nova Serrana FANS (2013). Coordenador do Curso de Administração entre (02/2014 a 02/2015), Atualmente é Professor e Diretor Geral da FANS Faculdade de Nova Serrana. Diretor Administrativo da Condir A/C Ltda empresa prestadora de serviços contábeis em Nova Serrana-MG desde (2011). 15 3.5 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL 16 4 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO 4.1 CONTEXTO EDUCACIONAL E JUSTIFICATIVA Localizada na Mesorregião Oeste de Minas Gerais, a 114 km da capital Belo Horizonte, Nova Serrana, também conhecida como “Capital Nacional do Calçado Esportivo” tem na indústria calçadista sua principal atividade econômica, atividade esta que correspondia em 2008, conforme dados levantados na RAIS/MTE a 47,8% das unidades locais da indústria calçadista de Minas Gerais, o equivalente a 49,7% do total de empregos gerados no Estado por esta indústria. De acordo com o Sindicato Intermunicipal da Indústria do Calçado de Nova Serrana (SINDINOVA) atualmente o polo conta com mais de 1000 indústrias em atividade sendo estas responsáveis pela produção de 110 milhões de pares de calçados por ano. Contudo, apesar dos índices representativos, observa-se que o crescimento e a consolidação da indústria asiática, especialmente da China, têm provocado um estreitamento dos espaços de competição de seus produtos no cenário global, fato que elevou exponencialmente a necessidade das empresas nova-serranenses estabelecerem níveis de competitividade satisfatórios que possam assegurar sua sobrevivência no mercado. Em um passado não muito distante, a “simples” implantação de Sistemas da Qualidade era uma vantagem para muitas organizações. Hoje, porém, tornou-se apenas um dos requisitos para a sobrevivência do negócio no mercado. A necessidade de sobrevivência, em um ambiente menos protegido, impõe às empresas um processo de constante adaptação, calcado no deslocamento de instalações industriais, terceirização de etapas do trabalho, automatização e pressão competitiva, para adequar-se ao contexto minimalista, onde se deve produzir sempre mais com a menor quantidade de recursos possível. A redução dos custos, a otimização de processos e a minimização dos erros são alicerces fundamentais para o alcance da competitividade e desenvolvimento organizacional. Porém ao se avaliar o perfil das indústrias calçadistas instauradas em Nova Serrana, nota-se, como apresentado no Diagnóstico da Indústria Local redigido em 2010, que um dos principais empecilhos ao desenvolvimento das diretrizes apontadas acima é a ausência de profissionais que sejam capazes de gerenciar e sustentar as mudanças decorrentes desta necessidade de adequação no ambiente organizacional. Segundo o Diagnóstico Setorial do APL de Nova Serrana, os empresários locais 17 percebem a ausência de profissionais qualificados para trabalharem estes aspectos no âmbito organizacional, a cidade de Nova Serrana não consegue suprir a demanda de profissionais habilitados e qualificados, o que justifica a contratação de profissionais fora do município. Diante disso, o curso de Psicologia da Faculdade de Nova Serrana responderá às demandas de natureza econômica e social, buscando formar profissionais de psicologia para atuar principalmente nos contextos organizacionais (Ênfase A: psicologia e processos de gestão) e nos contextos de desenvolvimento humano-social (Ênfase B: psicologia e processos clínico-sociais), respeitando o que e apregoado no art. 11 das Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Psicologia, quando determina que essas devem definir e descrever detalhadamente as ênfases curriculares que nortearam o trabalho pedagógico para a formação profissional. A escolha por ofertar estas ênfases tem estreita correlação com o que é demandado pela sociedade nova-serranense. Contudo, não só nas ênfases, os alunos graduados no curso de psicologia da Faculdade de Nova Serrana serão preparados, pois existe a intenção de inseri-los no mercado local, mas também regional, e para além do âmbito empresarial, atingir a formação no âmbito clinico e de politicas publicas. Desta forma, a organização curricular não se restringe apenas as ênfases A e B destacadas, mas oferece um repertorio de disciplinas que assegure o pensamento crítico acerca da relação do homem com o mundo que o cerca, nas suas dimensões – direitos, sofrimentos e prazeres. Todavia, em um contexto em que o cenário empresarial se destaca, a estruturação curricular pautada em ênfases como processos de gestão e clinico-sociais, dar-se-á a partir de alguns pressupostos locais, a saber: - o grande número de empresas, representações comerciais e indústrias, no qual o fator humano nem sempre é privilegiado, o que requer a intervenção do psicólogo, a fim de colaborar para a melhoria da qualidade de vida relacionada ao trabalho, assim como, na promulgação de práticas gestionárias com foco humanista e sem adoecimento do trabalhador, com resultados em estratégias “ganha-ganha”; - o alto índice de violência encontrada na cidade de Nova Serrana 1, requer a inserção do psicólogo não só nos veios da atenção básica a saúde, como da assistência social e também da educação, promovendo novas formas de minimizar o sofrimento psíquico advindo das violências e construindo práticas interdisciplinares de melhoria da 1 Conforme registro no Data-SUS, houve 2.766 internações por causas externas e transtornos psiquiátricos, gerando 68 óbitos em decorrentes dessas. 18 qualidade de vida e saúde mental da população; - o alcance de indivíduos que buscam atendimento psicológico em outras cidades da região, identificando certa demanda não correspondida pelos profissionais locais. Cálculo simples realizado por intermédio de dados do CRP-MG apresenta como resultado o total de 80 psicólogos inscritos atualmente residentes em Nova Serrana, o que corresponde a quase 01 psicólogo para 900 pessoas, número alto, partindo do pressuposto do alcance das intervenções e a inalcançabilidade de um único profissional de psicologia a este contingente de pessoas. Para além das especulações gerais, o curso de Psicologia da Faculdade de Nova Serrana, também, nasce da demanda das classes populares pelo desejo de cursar tal graduação, tendo em vista as pesquisas por demanda de cursos realizadas anualmente. O curso de Psicologia destaca-se dentre os alunos das escolas estaduais locais como uma das três graduações que seriam cursados na Faculdade, o que demonstra certa aceitabilidade em relação ao curso, a possível formação de turmas e, também, a aceitação e credibilidade da IES ao oferecer tal curso. 4.2 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO A operacionalização da estruturação e o desenvolvimento do curso em questão da FANS tem como eixo curricular: a consolidação de uma sólida formação, fundamentada na competência teórica-prática, observada a flexibilização curricular, para o atendimento das contínuas e emergentes mudanças para cujo desafio o egresso deverá estar apto. Assim, através das parcerias firmadas com a comunidade, sera promovida a extensão dos ambientes de sala de aula para o âmbito das empresas, harmonizando os saberes nos campos teórico e prático, sempre buscando trabalhar a educação voltada para a formação integral do ser humano, focada na captação de talentos que resultem em profissionais empreendedores que possam satisfazer as principais demandas econômicas e sociais. 19 PARCERIAS 1. A EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS 2. A.A. REPRESENTAÇÕES 3. ADRIANO PINTO DA FONSECA ASSESSORIA CONTÁBIL 4. ARAGUAIA CAMPESTRE CLUBE 5. ARENA INDUSTRIA E COMERCIO DE CALÇADOS LTDA 6. ASSINTECAL – ASSOC. BRAS. DE EMP. DE COMP. PARA COURO, CALÇADO E ARTEFATOS 7. AUTO POSTO CALYPSO LTDA 8. AUTO POSTO SÃO VICENTE 9. AUTO MECÂNICA AUTOMOTIVO MEGALI E LACERDA LTDA –ME 10. AZZUS CALÇADOS INDUSTRIA E COMERCIO LTDA 11. BANCO BRASIL S/A 12. BANCO ITAU S/A 13. BEPO INDUSTRIA E COMERCIO DE CALÇADOS LTDA 14. BHZ COUROS E PLÁSTICOS 15. BHZ COUROS E PLASTICOSA LTDA 16. CAIXA ECONOMICA FEDERAL 17. CALÇADOS WINI PEG LTDA – EPP 18. CALÇADOS MAKTUB LTDA 19. CALTEX DUBLAGEM DE TECIDOS LTDA 20. CALYPSO PALACE HOTEL LTDA 21. CANI E MICHETTI LTDA 22. CARMEM GOLD INDÚSTRIA DE CALÇADOS LTDA 23. CDL – CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE NOVA SERRANA 24. CEM INDUSTRIA DE CALÇADOS LTDA 25. CENSO REPRESENTAÇÕES LTDA 26. CENTRO DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES FONSECA E SILVA LTDA 27. CENTRO MÉDICO SÃO LUCAS LTDA 28. CHECK CRÉDITO LTDA 29. CONTABILIDADE FERREIRA DIAS LTDA 30. CONTANET PROCESSAMENTOS CONTÁBEIS LTDA 60. INTERCON PROCESSAMENTOS CONTÁBEIS LTDA 61. JAST COMPONENTES PARA CALÇADOS LTDA 62. JC CONTABILIDADE LTDA 63. JOÃO BATISTA DE OLIVEIRA 64. JORGE AUGUSTO DELGADO 65. JÚNIOR CAMILO FERNANDES 66. KAUAI BOUTIQUE LTDA 67. LANTEBORDA IND. E COM. DE CALÇADOS LTDA 68. LEANDRO LACERDA OLIVEIRA ME 69. LIGEIROS CALÇADOS LTDA 70. 71. LIGEIROS CALÇADOS LTDA LUGANO INDUSTRIA DE CALÇADOS LTDA 72. MAC SUPERMERCADO LTDA 73. MADEIREIRA BRANDÃO LTDA 74. MAGAZINE LUIZA S/A 75. MAGIC MINAS LTDA 76. MAKENZI CALÇADOS ESPORTIVOS LTDA 77. MÁRCIA REGINA FERNANDES 78. MARINA CARVALHO INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA 79. MARLI IMÓVEIS CONSTRUTORA LTDA 80. MARR EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA 81. MAS IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA 82. MERCEARIA NOVA SERRANA LTDA 83. MENGHI INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CALÇADOS LTDA 84. MJ ETIQUETAS LTDA 85. MR EMBALAGENS LTDA 86. MONTREAL IND. COM. DE ARTEFATOS EM COUTRO LTDA 87. MUNDIAL IND. E COM. DE CAL LTDA 88. NILTON SANTOS FERREIRA 89. NOVA SERRANA COUROS 20 31. CONDIR ASSESSORIA & CONSULTORIA LTDA-ME 32. COOPERATIVA DE CRÉDITO DE BOM DESPACHO LTDA 33. COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS FABRICANTES DE CALÇADOS DE NOVA SERRANA 34. CRA – CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO 35. CRC – CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE 36. CRIAÇÕES FRANCAL LTDA 37. CROMIC INDUSTRIA DE CALÇADOS LTDA 38. CROMIC INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CALÇADOS LTDA 39. CRYSTAL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CALÇADOS 40. DISTAC CONTABILIDADE LTDA 41. DD CALÇADOS LTDA 42. DOMAC COMÉRCIO 43. E.M.P. CALÇADOS LTDA 44. ELETROZEMA LTDA 45. EXATA CONTABILIDADE E INFORMÁTICA 46. FABRI ATACADO LTDA 47. FRIGOSERRANA LTDA 48. FIORANO CALÇADOS LTDA 49. FUNDAÇÃO FAUSTO PINTO DA FONSECA 50. GARRAFORTE SERVIÇOS DE PREPARAÇÃO DE DOCUMENTOS LTDA 51. GRUPO VELLUTI 52. HENSO CALÇADOS LTDA 53. INAL –INDUSTRIA NACIONAL DE ARTEFATOS LTDA 54. INCALBRAS – INDUSTRIA CALÇADISTA BRASILEIRA LTDA 55. INDÚSTRIA DE CALÇADOS BETTY LTDA 56. INDÚSTRIA DE CALÇADOS KANNI LTDA 57. INDUSTRIA DE CALÇADOS THAIS LTDA 58. INDUSTRIA DE CALÇADOS MINISTAR LTDA 59. INDÚSTRIA DE CALÇADOS BASKOK LTDA 90. PERDIGÃO COMPONENTES PARA CALÇADOS LTDA 91. POLICONTÁBIL ESCRITÓRIO DE CONTABILIDADE LTDA 92. PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA SERRANA 93. PREFEITURA MUNICIPAL DE ARAÚJOS 94. RAPIDO RODOSINO TRANSPÓRTE DE CARGAS LTDA 95. RAIMUNDO HILÁRIO PEREIRA 96. REKOBA CALÇADOS INDUSTRIA E COMERCIO 97. RONLENE ASSESSORIA E PRESTAÇÃO DE SERVIÇO AO LOJISTA E CALÇADOS LTDA. 98. ROSÂNGELA MARIA DE JESUS SALDANHA 99. RUNTIME CONTABILIDADE LTDA 100. SAIGON CONTABILIDADE LTDA 101. SANTOS CALÇADOS LTDA 102. SARONI ASSESSORIA PARA LOJISTA 103. SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL – SENAI 104. SHIRLEY E MÁRCIA MODAS LTDA 105. SH CALÇADOS LTDA 106. SHOPPING CALÇADOS LTDA 107. SINDINOVA (Sindicato Intermunicipal Das Indústrias De Calçados De Nova Serrana) 108. TALU INDÚSTRIA DE CALÇADOS LTDA 109. TAMY CALÇADOS LTDA 110. THAIS COMPONENTES LTDA 111. TIÊ REPRESENTAÇÕES DE CALÇADOS LTDA 112. UMBER INDÚSTRIA DE CALÇADOS LTDA 113. VIMANE CONTABILIDADE LTDA 114. VITAL DE FÁTIMA DA SILVA 115. VISUAL ÓTICA – MARCELO DANGELO DELGADO 116. YAMAFEST COMÉRCIO DE MOTOCICLETAS LTDA 117. Z COMPONENTES PARA CALÇADOS 21 Fora isso, a FANS pauta seu processo de ensino-aprendizagem em quatro estágios: “Aprender a conhecer” significa, antes de tudo, o aprendizado dos métodos que nos ajudam a distinguir o que é real do que é ilusório e ter, assim, acesso aos saberes de nossa época. A iniciação precoce na ciência é salutar, pois ela dá acesso, desde o início da vida humana a não aceitação de qualquer resposta sem fundamentação racional e/ou de qualquer certeza que esteja em contradição com os fatos; “Aprender a fazer” é um aprendizado da criatividade. “Fazer” também significa criar algo novo, trazer à luz as próprias potencialidades criativas, para se exerça uma profissão em conformidade com suas predisposições interiores; “Aprender a viver juntos” significa, em primeiro lugar, respeitar as normas que regulamentam as relações entre os seres que compõem uma coletividade. Porém, essas normas devem ser verdadeiramente compreendidas, admitidas interiormente por cada ser, e não sofridas como imposições exteriores. Desta forma, a FANS entende que deverá reconhecer as diferenças e toda comunidade acadêmica assume o papel de contribuir para a compreensão do espaço do outro. Entretanto, a FANS está ciente que este mesmo aprendizado ao longo do tempo implica em situações em que ela não tentará, desta forma, impor externamente uma conduta (do que é certo ou errado), já que a convivência em grupo parte de uma interiorização dos valores compartilhados com os seus pares. “Aprender a ser” implica em aprender que a palavra “existir” significa descobrir os próprios condicionamentos, descobrir a harmonia ou a desarmonia entre a vida individual e social. Disso resulta claro que a operacionalização da estruturação e o desenvolvimento deste curso, tendo como eixo curricular a consolidação de uma sólida formação fundamentada na competência teórica-prática, observada a flexibilização curricular, para o atendimento das contínuas e emergentes mudanças para cujo desafio o egresso deverá estar apto. 22 4.2.1 Critérios de Operacionalização de Graduação – Bacharelado Conforme dispõe o PDI 2012-2016, item 2.4.1.1, a operacionalização dos cursos de graduação oferecidos pela FANS deve se comprometer com a integração do ensino, pesquisa e extensão, visando à formação do indivíduo, despertando-lhe o senso crítico, o critério ético e a capacidade de julgar e agir. Focada nessas premissas norteadoras, a operacionalização da política de ensino de graduação da FANS se objetiva em: incentivar uma sólida formação geral, necessária para que o egresso possa vir a superar os desafios de condições do exercício profissional e da produção do conhecimento; estimular práticas de estudos independentes, respeitando a liberdade de atuação profissional de cada professor, visando uma progressiva autonomia profissional e intelectual do aluno; encorajar o reconhecimento de conhecimentos, habilidades e competências adquiridas fora do ambiente acadêmico, inclusive as que se referirem à experiência profissional; fortalecer a articulação da teoria com a prática, valorizando a pesquisa individual e coletiva, assim como os estágios e a participação em atividades de extensão, conforme ações discriminadas no Plano de Investimento contido no capítulo 9 do PDI; estabelecer mecanismos de avaliações periódicas, que sirvam para informar a docentes e a discentes acerca do desenvolvimento das atividades didáticas; acompanhar os egressos, como forma de avaliar a qualidade dos cursos oferecidos pela FANS. 4.3 OBJETIVOS DO CURSO 4.3.1 Objetivo Geral Formar profissionais para o exercício da Psicologia com competências e habilidades gerais que lhe possibilitem atuar em contextos diversos do fazer da psicologia, tendo como foco central a preparação para atuação junto à gestão organizacional e intervenção clínico-social em Nova Serrana e na Região Centro-Oeste de Minas Gerais, além de atender a demandas de ordem psicológica apresentadas por 23 indivíduos, grupos, comunidades em caráter psicossociais, preventivo, clinico e de saúde. 4.3.2 Objetivos específicos Levar o graduando a pensar de maneira autônoma, não se atendo à reprodução acrítica de conhecimentos acumulados; Promover o conhecimento concernente às ciências psicológicas, permitindo o avanço das teorias e da aplicação prática nos contextos clínicos, sociais, gestionários e do trabalho; Auxiliar nos processos decisórios das organizações, contribuindo para uma visão humana dos processos produtivos e do empoderamento dos sujeitos no trabalho; Engendrar saberes de ciências fronteiriças à psicologia, auxiliando na solidificação e estruturação da práxis profissional, possibilitando o acesso e a universalização ao conhecimento da ciência psicológica; Garantir o atingimento e a fortificação do saber psicológico; Promover a integridade, a autonomia e o protagonismo dos sujeitos na sua individualidade, das minorias nas suas particularidades, dos grupos sociais no seu status quo e organização grupal e das sociedades enquanto produtora da cultura, reprodutora das normas e costumes; Minorar e/ou combater toda e qualquer forma de discriminação, seja racial, escolha e opção sexual, em relação ao gênero, ao não acesso a bens materiais, à cultura e à prática religiosa; Contemplar a diversidade que configura o exercício da profissão e a crescente inserção do psicólogo em contextos institucionais e em equipes multiprofissionais (redação dada pelo código de ética de atuação profissional psicólogo, resolução CFP n.010/2005); Estimular reflexões que considerem a profissão de psicologia como um todo. Zelar pelo exercício profissional e pela ética do profissional de psicologia e o atendimento à legislação vigente; Atuar com responsabilidade social, analisando crítica e historicamente a realidade política, social e cultural (redação dada pelo código de ética de atuação profissional psicólogo, resolução CFP n.010/2005); 24 Avaliar as relações de poder nos contextos em que atua e os impactos dessas relações sobre as suas atividades profissionais. 4.4 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O perfil de formação do aluno egresso do curso em questão da Faculdade de Nova Serrana contempla um conjunto de habilidades e competências definidas internamente por meio de um processo de discussão, envolvendo professores, alunos e demais membros da comunidade acadêmica, contemplando as necessidades de seu meio de inserção. O egresso devera estar capacitado para atender a real demanda do contexto em que o curso está inserido. Assim o perfil do egresso formado pela FANS é representado por um profissional apto a oferecer ferramentas e serviços de psicologia para gerenciar de maneira efetiva e eficaz as organizações produtivas e seus recursos humanos e atuar, clinicamente, atento ao compromisso social da psicologia, atuando de forma ética, colaborativa e responsável, tanto nos contextos particulares quanto no âmbito das políticas públicas. Por fim, espera-se um profissional ético e em relação a ética profissional, haverá que ser tratada em todas as disciplinas, especialmente as específicas e estágios do curso, os valores apregoados pelo Código de Ética Profissional do Psicólogo (Resolução CFP n. 010/2005), além de concentrar especial atenção à disciplina de Ética Profissional do Psicólogo (a ser ofertada no oitavo período do curso). 4.5 Competências e Habilidades do profissional a ser formado Conforme apregoado pela norma vigente acerca das Diretrizes Curriculares para os cursos de Psicologia (Resolução n. 5 de 15 de março de 2011), o curso de Psicologia da Faculdade de Nova Serrana zelará pelo cumprimento e desenvolvimento das seguintes habilidades e competências em seus alunos, aplicadas nos componentes curriculares e nas práticas profissionais: I - Atenção à saúde: os profissionais formados pela FANS estarão aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde psicológica e psicossocial, tanto em nível individual quanto coletivo, bem como a realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética; 25 II - Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais formados pela FANS estara fundamentado na capacidade de avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas; III - Comunicação: os profissionais formados pela FANS serão acessíveis e manterão os princípios éticos no uso das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais de saúde e o público em geral; IV - Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais formados pela FANS estarão aptos a assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem-estar da comunidade; V - Administração e gerenciamento: os profissionais formados pela FANS estarão aptos a tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e a administração da força de trabalho, dos recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que devem estar aptos a serem empreendedores, gestores, empregadores ou líderes nas equipes de trabalho; VI - Educação permanente: os profissionais formados pela FANS serão capazes de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática, e de ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e o treinamento das futuras gerações de profissionais, estimulando e desenvolvendo a mobilidade acadêmica e profissional, a formação e a cooperação através de redes nacionais e internacionais. As competências reportam-se a desempenhos e atuações requeridas do formado em Psicologia, e garantirão ao profissional formado pela Faculdade de Nova Serrana o domínio básico de conhecimentos psicológicos e a capacidade de utilizá-los em diferentes contextos que demandam a investigação, análise, avaliação, prevenção e atuação em processos psicológicos e psicossociais e na promoção da qualidade de vida. São elas: I - analisar o campo de atuação profissional e seus desafios contemporâneos; II - analisar o contexto em que atua profissionalmente em suas dimensões institucional e organizacional, explicitando a dinâmica das interações entre os seus agentes sociais; III - identificar e analisar necessidades de natureza psicológica, diagnosticar, elaborar projetos, planejar e agir de forma coerente com referenciais teóricos e características da população-alvo; 26 IV - identificar, definir e formular questões de investigação científica no campo da Psicologia, vinculando-as a decisões metodológicas quanto à escolha, coleta e análise de dados em projetos de pesquisa; V - escolher e utilizar instrumentos e procedimentos de coleta de dados em Psicologia, tendo em vista a sua pertinência; VI - avaliar fenômenos humanos de ordem cognitiva, comportamental e afetiva, em diferentes contextos; VII - realizar diagnóstico e avaliação de processos psicológicos de indivíduos, de grupos e de organizações; VIII - coordenar e manejar processos grupais, considerando as diferenças individuais e socioculturais dos seus membros; IX - atuar inter e multiprofissionalmente, sempre que a compreensão dos processos e fenômenos envolvidos assim o recomendar; X - relacionar-se com o outro de modo a propiciar o desenvolvimento de vínculos interpessoais requeridos na sua atuação profissional; XI - atuar, profissionalmente, em diferentes níveis de ação, de caráter preventivo ou terapêutico, considerando as características das situações e dos problemas específicos com os quais se depara; XII - realizar orientação, aconselhamento psicológico e psicoterapia; XIII - elaborar relatos científicos, pareceres técnicos, laudos e outras comunicações profissionais, inclusive materiais de divulgação; XIV - apresentar trabalhos e discutir ideias em público; XV - saber buscar e usar o conhecimento científico necessário à atuação profissional, assim como gerar conhecimento a partir da prática profissional. Além destas previstas em lei, a formação em psicologia na Faculdade de Nova Serrana ainda enfatizará as seguintes habilidades e competências previstas no Plano de Desenvolvimento Institucional: Senso crítico Capacidade de trabalho em equipe Dinamismo Postura proativa frente aos problemas Criatividade Capacidade de realização 27 Flexibilidade Iniciativa Nota-se que as disciplinas do curso foram desenhadas no seu conjunto para facilitar essas competências, tendo em vista os agrupamentos em: (a) disciplinas em interfaces com campos afins do conhecimento, (b) disciplinas que enfatizam a prática profissional, (c) disciplinas de fundamentos epistemológicos e históricos, (d) preparação para avaliação psicológica, (e) disciplinas sobre procedimentos de investigação em Psicologia, (f) seminários integrativos, (g) disciplinas de fenômenos e processos psicológicos e (h) disciplinas de fundamentos teórico-metodológicos. Nestes agrupamentos a proposta do curso pauta-se nos seguintes eixos estruturantes: 4.6 Inserção social e profissional do egresso Os profissionais formados no curso poderão atuar em diversas áreas sendo que as principais atividades que competem a estes são: No âmbito da Psicologia e Processos de Gestao, atuando em organizações, empresas e indústrias como: I. Psicólogo Organizacional e do Trabalho II. Gestor de Recursos Humanos e/ou Gestão de Pessoas III. Consultor Organizacional IV. Palestrante V. Selecionador de Pessoas No âmbito da Psicologia e Processos Clínico-Sociais, como: I. Psicólogo Clínico II. Psicólogo Social-Comunitário, atuando nas políticas públicas de Saúde, Assistência Social e Educação III. Psicólogo envolvido com a Saúde Mental, atuando em Instituições como Centros de Saúde Mental, Centros de Atenção Psicossocial e Instituições Asilares. VI. Psicólogo Escolar-Educacional, atuando junto a professores e alunos, nas situações de ensino e aprendizagem 28 VII. Psicólogo Hospitalar, atuando em instituições de recuperação da saúde física e mental, avaliando a saúde mental do paciente e acompanhando sua evolução psíquica no tratamento. Para além do já concentrado nas ênfases do curso, o profissional de psicologia formado pela Faculdade de Nova Serrana, poderá atuar nos seguintes contextos, como: I. Professor do Ensino Médio e Superior, lecionando em disciplinas relacionadas a Psicologia. II. Pesquisador, que promova novos saberes e práticas para o profissional de psicologia. III. Psicólogo jurídico, contribuindo com o sistema jurídico brasileiro, seja na avaliação psicológica, na escuta e na intervenção junto a populações carcerárias e em situação de criminalidade. IV. Psicólogo do Esporte V. Neuropsicólogo VI. Psicomotricista 4.7 ESTRUTURA CURRICULAR A estrutura curricular do curso de Psicologia da Faculdade de Nova Serrana foi construída para atender às prerrogativas da legislação brasileira, no que tange ao ensino superior e ao ensino de Psicologia, assim como, promover uma formação que atenda às demandas locais e regionais e preparando o graduando gradativamente para a atuação profissional. A grade disciplinar está disposta de forma a permitir o conhecimento e o acesso do graduando as áreas de atuação do psicólogo, além de permitir a interdisciplinaridade com as ciências afins, como Administração, Neurociências, Filosofia e Sociologia. Embasa ainda uma atuação profissional qualificada e ética, enfatizando a práxis nas principais abordagens interventivas da Psicologia. Em análise primária, é notória a pretensão de construir um curso com formação generalista, composto por disciplinas afins, disciplinas de formação básica, disciplinas profissionalizantes, seminários integrativos e estágios curriculares, totalizando uma 29 carga horária de 4240 horas/aula. As ênfases desenhadas para o curso, a saber (a) Psicologia e Processos de Gestao e (b) Psicologia e Processos Clínico-Sociais, tem o intento de atender às demandas mercadológicas e interventivas principalmente da cidade de Nova Serrana, na qual há uma crescente busca de profissionais de Recursos Humanos/Gestão de Pessoas, capacitadas para intervir nos contextos empresariais e do trabalho. Por outro lado, estruturar uma ênfase clínica-social aproxima de um compromisso social da psicologia no Brasil, além de atender às demandas locais de apoio clínico e social à sociedade nova-serranense e regional a fim de promover o desenvolvimento de sujeitos autônomos, saudáveis e sem violências. Por sua vez, a proposta de seminários integrativos nos dois últimos períodos, indica a criação de espaços de vinculação entre as duas ênfases, proporcionando o contato e interação entre os alunos, possibilitando a troca de posicionamentos e percepções de mundo. FACULDADE DE NOVA SERRANA Grade Curso de Psicologia DISCIPLINA PERÍODO H. aula Leitura, Produção de Textos Acadêmicos 1 40 Psicologia: Ciência e Profissão 1 80 Fenômenos e Processos Psicológicos Básicos 1 40 Psicologia do Desenvolvimento I: Criança 1 80 Filosofia 1 80 Oratória 1 40 Neuroanatomia 2 40 Neurofisiologia 2 80 30 Psicologia do Desenvolvimento II: Adolescência 2 80 Indivíduo e Sociedade 2 80 Psicologia Social I: Sociedade, Gênero, Etnias e Grupos 2 80 Bioestatística 2 40 Neuropsicologia 3 40 Teoria Existencial-Humanista 3 80 Psicologia do Desenvolvimento III: Adulto e Velhice 3 80 Teoria Comportamental 3 80 Psicologia Social II: Psicologia Comunitária e Rural 3 40 Estágio I: Observação e Observação Participante 3 80 Teoria Gestalt-Analítica 4 40 Prática de Pesquisa em Psicologia 4 40 Psicofarmacologia 4 80 Teoria Sistêmica 4 80 Psicologia da Saúde: Hospitalar e Psicooncologia 4 80 Teoria Psicanalítica 4 80 Estágio II: Psicologia Comunitária, Rural e com pequenos grupos 4 80 Técnicas de Avaliação e Exame Psicológico I: Testes Objetivos 5 80 Análise Experimental do Comportamento 5 40 Psicologia Institucional 5 40 Psicologia do Esporte 5 40 Psicopatologia I: Fenômenos Psicopatológicos 5 80 Análise Comportamental 5 80 31 Estágio III: Acompanhamento de Pessoas com Câncer e Psicologia Hospitalar 5 80 Psicologia e Políticas Públicas 6 80 Psicomotricidade 6 40 Psicologia e Mobilidade Humana: Psicologia do Trânsito 6 40 Orientação Profissional e de Carreira 6 40 Técnicas de Avaliação e Exame Psicológico II: Testes Projetivos Gráficos 6 80 Psicopatologia II: Diagnóstico Diferencial 6 80 Estágio IV: Psicodiagnóstico 6 80 Psicologia das Emergências, Desastres e Violência 7 40 Intervenções Psicológicas da Abordagem Psicanalítica 7 80 Intervenções Psicológicas da Abordagem Cognitivo-Comportamental 7 80 Psicologia Educacional e Escolar 7 40 Psicologia Jurídica 7 80 Técnicas de Avaliação e Exame Psicológico III: Zulliger e Pfister 7 40 Estágio V: Psicomotricidade, Psicologia Escolar e Orientação Profissional 7 80 Intervenções Psicológicas da Abordagem Sistêmica 8 80 Psicologia Organizacional e do Trabalho 8 80 Intervenções Psicológicas da Abordagem Humanista 8 80 Ética Profissional do Psicólogo 8 40 8 80 8 80 Intervenções Psicológicas e Educativas com Pessoas com Necessidades Especiais Estágio VI: Psicologia do Trabalho, Psicologia Organizacional, Psicologia Clínica 32 Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso 9 80 Trabalho de Conclusão de Curso 10 80 Seminários Integrativos I: Luto e Perda 9 40 Seminários Integrativos II: LIBRAS 10 40 Horas complementares 10 120 Gestão da Mudança e Cultura Organizacional 9 80 Planejamento e Orçamento para Gestão de Instituições 9 80 Estágio VII: Psicologia Organizacional: Gestão Est. de Pessoas 9 120 Saúde Mental e Trabalho 10 40 Ergonomia e Segurança do Trabalho 10 40 Estágio VIII: Psicologia Clínica nos contextos do trabalho 10 120 Dependência Química 9 80 Abordagens terapêuticas em Psicoterapia Breve 9 80 Estágio VII: Psicologia Clínica e Saúde Mental 9 120 Planejamento, Organização e Gestão de Projetos Sociais 10 40 Intervenções Psicológicas no Âmbito do SUS e do SUAS 10 40 Estágio VIII: Psicologia Clínica II e Clínica Social 10 120 Ênfase A: Psicologia e Processos de Gestão Ênfase B: Psicologia e Processos Clínico-Sociais O quadro abaixo permite uma visão geral do curso, atendendo aos pré-requisitos legislados para o ensino de Psicologia e da Educação Superior no Brasil, além de estar em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional da Faculdade de Nova Serrana. 33 H. Aula 440 2960 120 240 480 80 4240 5 anos 9 anos Disciplinas de Núcleo Básico Disciplinas Profissionalizantes Horas Complementares de Graduação Estágio Básico Estágio Específico Seminários Integrativos (nas ênfases) Total de horas/aula Duração mínima do curso Duração máxima do curso Total Aula Total Estágio + Horas complementares Total Total Estágio Isolado Totais 3480 840 4240 720 % 82% 20% 100% 17% 34 4.8 METODOLOGIA O processo de ensino-aprendizagem fundamenta-se nos princípios da pedagogia interativa, de natureza democrática e pluralista, com um eixo metodológico firmemente estabelecido e que prioriza metodologias ativas de ensino-aprendizagem. Nessa perspectiva, os alunos passam à condição de sujeitos ativos do processo, adquirindo conhecimentos de forma significativa pelo contato com metodologias de ensino voltadas à construção de competências vinculadas ao raciocínio e à reflexão. O professor, por outro lado, passa a desempenhar o papel de incentivador, garantindo situações que estimulem a participação do aluno no ato de aprender e de orientador, auxiliando a construção do conhecimento. A pedagogia interativa busca promover um processo de aprendizado mais ativo, capaz de estimular a troca de informações entre professores e alunos e entre os próprios alunos, estimulando a criatividade e levando-os a desenvolver a habilidade de reagir às novas situações que, de maneira concreta, também serão impostas pela prática profissional. Supera, com vantagens, a pedagogia da transmissão passiva de conhecimentos utilizada nos métodos tradicionais de ensino, possibilitando o aperfeiçoamento contínuo de atitudes, conhecimentos e habilidades dos estudantes. Facilita o desenvolvimento dos seus próprios métodos de estudo, aprendendo a selecionar criticamente os recursos educacionais mais adequados, trabalhar em equipe e aprender a aprender. Destacam-se, como metodologias ativas de ensino-aprendizagem as seguintes atividades: aulas dialogadas, dinâmicas de grupo, leituras comentadas, fichamentos, aulas expositivas, visitas técnicas, aulas práticas, uso de laboratórios de informática, estudos de meio, projetos integradores, aprendizagem baseada em problemas, leitura de livros, pesquisa bibliográfica, elaboração de artigos e iniciação científica. Além disso, é estimulado o uso de metodologias de ensino baseadas na interação, tais como a discussão; o debate; a mesa redonda; as semanas acadêmicas de pesquisa e extensão PROEX; a semana cultural e artística; o painel simples ou integrado; o diálogo, a entrevista; o estudo de casos e o uso, em algumas áreas, da metodologia do aprendizado baseado em problemas, com o estudo centrado em casos reais. 35 Além das tradicionais práticas amplamente conhecidas, adotam-se alternativas didáticopedagógicas, tais como: utilização de recursos audiovisuais e multimídia em sala de aula; utilização de equipamentos de informática com acesso à internet; desenvolvimento de trabalhos com parceria entre os cursos que são oferecidos pela FANS, cujas atuações venham a complementar a formação do aluno. 4.9 ATIVIDADES DO CURSO A consecução dos objetivos propostos para o curso está relacionada à capacidade dos professores, alunos e da instituição, em diversificar os espaços educacionais, tendo em vista a ampliação do universo cultural e de trabalho, que constituem exigências de um curso que almeja formar profissionais competentes. Visitas Técnicas: As Visitas Técnicas merecem um destaque especial dentre as atividades complementares realizadas pelos alunos, pois elas possibilitam a flexibilização do currículo, por meio de estratégias de aproximação das práticas que envolvem o trabalho de um psicólogo, articulando-se com seu processo formativo e enriquecendo seu currículo. Estas atividades são consideradas importantes na formação, pois permitem ao aluno a interação entre teoria e prática nos mais diversos cenários de atuação. Para a ocorrência destas atividades, há sempre um professor orientador da visita que é o responsável pela proposição e acompanhamento desta. Este professor orientador define, juntamente com a Coordenação do Curso, a quantidade de horas complementares a serem atribuídas às visitas e os certificados aos alunos participantes. A ele, cabe também, a elaboração do Projeto da Visita Técnica que se constitui em um relatório que contempla entre outros pontos, a relação entre o propósito da visita, as atividades desenvolvidas e a representatividade destas atividades no processo de formação do aluno. Semana Acadêmica de Pesquisa e Extensão: A semana acadêmica e considerada um momento de encontro para troca de experiências e para o desenvolvimento pessoal e profissional dos alunos da FANS e da comunidade nova serranense. Muitos momentos se tornam significativos para o trabalho em equipe, para desenvolver o espírito competitivo e, principalmente, para desenvolver novas habilidades entre alunos e professores. Na Semana Acadêmica serão elencados temas de trabalho alusivos à área 36 do curso e providenciados seminários, apresentações, exposições literárias e científicas, produções dos discentes e docentes, palestras e minicursos. Semanas Culturais e Artísticas: Diante de um centro urbano industrializado, onde se tem poucas possibilidades de lazer e diversão, é fundamental apresentar novos caminhos e opções para a comunidade desfrutar das informações. É necessário também, desenvolver projetos no âmbito cultural para que venham a contribuir com a formação integral do aluno, no tocante a sua participação, desenvolvimento de projetos e complementação da vida acadêmica. A FANS investira no movimento cultural a partir da sustentabilidade, da geração de emprego e renda, mas ao mesmo tempo propõe à comunidade a experiência do lazer, da diversão e da informação, mediante a promoção das semanas culturais. Os principais objetivos destas semanas são: Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; Promover o trabalho de extensão aberto a participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural; Apresentar novas possibilidades de lazer e cultura para a sociedade de Nova Serrana; Promover atividades culturais que envolva toda a comunidade acadêmica; Apresentar propostas para um trabalho sustentável, no que se refere à Cultura; Cadastrar e fazer levantamento dos talentos participantes do projeto; A Semana Cultural da FANS já é elemento efetivo do calendário anual da instituição. Projetos Comunitários de Responsabilidade Social e Ambiental: A FANS tem como missão: Trabalhar a educação voltada para a formação integral do ser humano; captar talentos e formar profissionais num ambiente propício ao desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão, visando satisfazer as principais demandas sociais. Neste contexto, no curso espera-se a participação de alunos e professores com projetos de extensão com a comunidade, a saber: Dia F: Dia do voluntariado da FANS, previsto no calendário acadêmico, que tem como objetivo principal promover ações em diferentes âmbitos, em prol da melhoria de vida das pessoas da comunidade e potencializar, nesse espaço de tempo, as energias de todo o grupo voluntariado. 37 Construindo Saúde: projeto realizado em parceria com a organização Irmãos Ferreira Materiais de Construção. A FANS participa deste projeto com os seguintes objetivos: oferecer serviços de consultoria à comunidade durante o desenvolvimento do Projeto, desenvolver atividades de acordo com a proposta de “responsabilidade social” da Instituição, promover a aproximação da Instituição com a comunidade local, e despertar nos alunos e professores da Instituição a responsabilidade e necessidade do trabalho voluntário. Catação de Sementes: O projeto Catação de Sementes tem como principal objetivo promover ações coletivas e de valorização do meio ambiente a partir de atividades dos alunos da FANS e comunidade nova serranense. Além destes projetos, a FANS desenvolve outras atividades de envolvimento com entidades de apoio à criança, jovens e adolescentes e idosos carentes. Monitorias e Grupos de Estudo: As monitorias acontecem à medida que há o registro das demandas por nivelamento ou reforço de alguma disciplina. Estas demandas são prontamente atendidas através do cadastramento das mesmas no setor de apoio ao aluno que encaminha a demanda à coordenação de curso. A coordenação de curso planeja os encontros dos alunos deficitários com os alunos que farão a monitoria e os certifica com horas complementares. Aulas de Nivelamento: As aulas de nivelamento ocorrem de acordo com a demanda no decorrer do curso. Esta demanda é apresentada à coordenação pelos alunos e/ou professores e então é providenciada a execução das mesmas. Atividades de Extensão: No intuito de fomentar o desenvolvimento e a disseminação do ensino e, aprimorar os conhecimentos dos alunos nas mais variadas áreas, acompanhando todas as transformações e tendências do mercado, foi concebido o Programa de Extensão da FANS, denominado PROEX. Este programa visa estimular o desenvolvimento de atividades de extensão relacionadas ao ensino e à pesquisa, fortalecendo a necessidade da prática, ao longo da integralização da grade curricular, oferecendo à comunidade a oportunidade de vivenciar atividades das várias áreas contempladas pelos cursos da Instituição. O mercado de trabalho está cada vez mais 38 concorrido e as mudanças no mundo contemporâneo ocorrem em grande velocidade. Neste cenário, a educação continuada e a qualificação profissional são essenciais para o aprimoramento das atividades no ambiente de trabalho e também para o desenvolvimento pessoal. Além disto, o planejamento acadêmico assegura, em termos de carga horária e de planos de estudos, o envolvimento do aluno em atividades, individuais e de equipe, que incluam, entre outros: I - aulas, conferências e palestras; II - exercícios em laboratórios de Psicologia; III - observação e descrição do comportamento em diferentes contextos; IV - projetos de pesquisa desenvolvidos por docentes do curso; V - práticas didáticas na forma de monitorias, demonstrações e exercícios, como parte de disciplinas ou integradas a outras atividades acadêmicas; VI - consultas supervisionadas em bibliotecas para identificação crítica de fontes relevantes; VII - aplicação e avaliação de estratégias, técnicas, recursos e instrumentos psicológicos; VIII - visitas documentadas através de relatórios a instituições e locais onde estejam sendo desenvolvidos trabalhos com a participação de profissionais de Psicologia; IX - projetos de extensão universitária e eventos de divulgação do conhecimento, passíveis de avaliação e aprovados pela instituição; X - práticas integrativas voltadas para o desenvolvimento de habilidades e competências em situações de complexidade variada, representativas do efetivo exercício profissional, sob a forma de estágio supervisionado. 4.10 Estágio Curricular Supervisionado e TCC O Estágio Supervisionado, como disciplina curricular, constitui uma oportunidade singular do estudante articular e aplicar os conteúdos que foram explorados em sala de aula, pelas diversas disciplinas que compõem a matriz curricular (LIMA; OLIVO, 2007). Representa ainda, uma oportunidade de o estudante verificar que o exercício 39 profissional requer elevada capacidade de exercitar a interpretação, a compreensão e a reflexão dos parâmetros teóricos em relação à prática observada in loco, visto que não existem “receitas prontas” e ajustadas para toda e qualquer organização (ROESCH, 2007). O Estágio Supervisionado, nesse sentido, corresponde a atividades estratégicas, na medida em que favorece o desenvolvimento da mentalidade crítica, reflexiva e analítica dos problemas que afetam as organizações e a sociedade como um todo. Esta prática, torna-se assim, uma atividade de grande relevância, pois fomenta o surgimento de oportunidades valiosas, para os estudantes diagnosticarem problemas e identificarem oportunidades de intervenções para posteriormente sugerirem e colaborarem na implantação de ações estratégicas para as organizações atuarem de forma mais competitiva. Conforme mencionado no campo das Atividades do Curso, os estágios, realizadas mediante a orientação dos professores do Curso, têm como objetivos: Estimular constantes reflexões a respeito das teorias estudadas no Curso e suas aplicações práticas; Oferecer ao estagiário oportunidades de reflexões sobre assuntos pertinentes ao estágio e à profissão a serem desenvolvidas entre si e entre estes e os professores orientadores, tendo em vista a melhoria da aprendizagem; Conhecer o campo de atuação/intervenção profissional do psicólogo e orientar o aluno na escolha da ênfase; Dar condições ao estagiário de familiarizar-se com a filosofia de trabalho do local em que estagia, adequando-se profissionalmente a ela; Criar oportunidades de ampliação de possibilidades de aplicação dos conhecimentos teórico-práticos à ação específica de cada ênfase e de experiências transdisciplinares; Ampliar os horizontes socioculturais e o desenvolvimento da sensibilidade para a transformação da realidade. Este plano de trabalho só é possível mediante a assinatura do Termo de Convênio entre instituições concedentes do estágio e a Faculdade de Nova Serrana. Outro documento necessário para a configuração do estágio é o Termo de Compromisso de Estágio, firmado entre os alunos e a entidade concedente. 40 Caso o aluno esteja em período de estágio clínico, este deverá ser desenvolvido nas dependências da Clínica-Escola do Curso de Psicologia da Faculdade de Nova Serrana, sendo a vinculação na disciplina única ligação necessária neste caso. Tais estágios acontecerão a partir do 6º período do curso de psicologia. Para realização destes haverá supervisão clínica individual para o acompanhamento e evolução da clientela da clínicaescola mantida pela IES. Especificamente em relação ao curso em questão, o estágio supervisionado funcionará da seguinte forma: O Estágio I: Observação e Observação Participante deverão acontecer em grupos terapêuticos oferecidos pelo setor de Extensão da Faculdade de Nova Serrana, espaços em que o psicólogo da instituição atue e compreenda um lócus de inserção inicial do aluno, perfazendo uma possibilidade de visualizar organizações grupais, assim como as variáveis que interferem na condução psicológica e, treinando-o com ferramental de observação e de registro que acompanham e qualificam a escuta e a atuação do profissional de psicologia. Por sua vez, o Estágio II: Psicologia Comunitária, Rural e com pequenos grupos, enfatizará a responsabilização do estudante de psicologia em contextos clínico-sociais, em que o compromisso social da psicologia de faz mais necessário e presente, personificando atribuições e inicializando as possibilidades de intervenção do profissional de psicologia nos contextos comunitários e rurais, em que as situações de violência podem se fazer presentes e passíveis de intervenções. A superação de preconceitos e discriminações sociais se faz presente neste estágio como forma de provocar o estranhamento e a alteridade no aluno de psicologia. Para o Estágio III: Acompanhamento de Pessoas com Câncer e Psicologia Hospitalar, elencou-se o público alvo envolvido com a perda da saúde física encerrada na vivência do câncer e de doenças agudizantes. O estagiário deverá perfazer o caminho orientativo e organizativo, focalizando por vezes a manutenção de boas práticas de saúde, servindo de suporte para os indivíduos em tais vivências. A inserção se fará a partir da vinculação dos alunos à instituições beneficentes que se destinam ao acompanhamento de pessoas com câncer e, também, instituições hospitalares, a fim de acompanhar pacientes, 41 participar de equipes multiprofissionais se posicionando enquanto agente da psicologia e perfazendo acompanhamento do prontuário do paciente no que tange à sua condição psicológica e mental, tarefas realizadas sob supervisão de profissional habilitado. O Estágio IV: Psicodiagnóstico e o Estágio V: Psicomotricidade, Psicologia Escolar e Orientação Profissional acontecerão nas dependências da Clínica-Escola da FANS, sendo complementares entre si. Inicialmente o estagiário deverá perfazer a avaliação psicodiagnóstica e ao conceber o resultado de tal avaliação, deverá encaminhar para o serviço correspondente. O serviço de psicomotricidade e de psicologia escolar se destinam a crianças até 12 anos, com dificuldades escolares ou em situação discrepante em relação a propriocepção de seu corpo. Já o estágio de Orientação Profissional comportará alunos do ensino médio de escolas estaduais locais os quais estão em situação de escolha profissional e, também, para adultos em período de reopção de carreira. Para o Estágio VI: Psicologia do Trabalho, Psicologia Organizacional, Psicologia Clínica, foram elencadas intervenções clínicas e organizacionais, sendo relegadas à clínica o correspondente à Psicologia do Trabalho e Psicologia Clínica e ao ambiente organizacional o da Psicologia Organizacional. Neste último, a vinculação do aluno se fará em instituições industriais e este desenvolverá ações estratégicas para implantação e/ou regulamentação e manutenção do setor de recursos humanos nestas entidades. Para a clínica, os alunos deverão perfazer atendimentos a adultos que tenham ou não o quesito trabalho enquanto queixa principal de intervenção. Para além destes poderão ser atendidos nas diferentes abordagens, demandas provenientes de outros serviços públicos nos quais o acompanhamento psicoterapêutico se faça necessário. Os estágios da ênfase A, Estágio VII: Psicologia Organizacional: Gestão Est. de Pessoas e o Estágio VIII: Psicologia Clínica nos contextos do trabalho, também terão vertente clínica e organizacional. O primeiro estará focado na avaliação de clima organizacional e da cultura organizacional, avaliação dos perfis de liderança, o treinamento e desenvolvimento e a escrita e homologação de planos de carreira, assim como de acompanhamento epidemiológico e ergonômico do adoecimento do trabalhador nas empresas em que fazem estágio. Para a parte clínica, complementar ao primeiro, deverão ser acompanhados os casos identificados nas empresas parceiras, a 42 fim de minorar e ou solucionar os sofrimentos mentais advindos dos contextos do trabalho. Por fim, os estágios da ênfase B, Estágio VII: Psicologia Clínica e Saúde Mental e Estágio VIII: Psicologia Clínica II e Clínica Social, tem dois direcionamentos, o primeiro deve ser desenvolvido nas dependências da clínica-escola da FANS e o segundo deverá ser desenvolvido na Atenção Primária à Saúde e/ou na Atenção Básica e Especial da Assistência Social, a fim de possibilitar diferentes espaços para a intervenção psicológica. Os estágios supervisionados são conjuntos de atividades de formação, programados e diretamente supervisionados por membros do corpo docente da instituição formadora, e procuram assegurar a consolidação e a articulação das competências estabelecidas. Os estágios supervisionados visam assegurar o contato do formando com situações, contextos e instituições, permitindo que conhecimentos, habilidades e atitudes se concretizem em ações profissionais, sendo recomendável que as atividades do estágio supervisionado se distribuam ao longo do curso. Os estágios supervisionados se estruturam em dois níveis básico e específico cada um com sua carga horária própria. § 1º O estágio supervisionado básico incluirá o desenvolvimento de práticas integrativas das competências e habilidades previstas no núcleo comum. § 2º Cada estágio supervisionado específico incluirá o desenvolvimento de práticas integrativas das competências, habilidades e conhecimentos que definem cada ênfase proposta pelo projeto de curso. As atividades de estágio supervisionado devem ser documentadas de modo a permitir a avaliação, segundo parâmetros da instituição, do desenvolvimento das competências e habilidades previstas. A instituição reconhecerá atividades realizadas pelo aluno em outras instituições, desde que essas contribuam para o desenvolvimento das habilidades e competências previstas no projeto de curso. Já em relação ao TCC, seu foco deve ser a atuação profissional do psicólogo, podendo seu tema ter sido retirado das vivências dos alunos nos estágios. O TCC deverá ser desenvolvido em formato de ARTIGO CIENTÍFICO, durante as disciplinas de Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso e Trabalho de Conclusão de curso, respectivamente 43 no 9º e 10º períodos do curso. As produções deverão ser feitas em formato de DUPLAS e após a aprovação em banca de qualificação (projeto) e de defesa (TCC), o mesmo deverá ser encaminhado para publicação na Revista Interdisciplinar de Estudos Contemporâneos ou no Anuário do Curso de Psicologia da FANS, este segundo, a ser criado. Os alunos serão direcionados aos orientadores a partir da definição de linhas de pesquisa básicas a quais poderão se afiliar. São condutas enfatizadas no desenvolvimento do TCC: a postura ética do profissional de psicologia; a percepção de correntes teóricas da psicologia; a escrita acadêmica e a apropriação da práxis; as diferentes formas de se fazer a ciência psicológica; a aproximação da teoria com a prática e, por fim, a produção acadêmica de qualidade pelos estudantes. 5 APOIO AO DISCENTE O apoio ao discente é realizado principalmente pelo NAAP – Núcleo de apoio ao aluno e ao professor, através de um profissional de suporte educacional (psicopedagoga). O mesmo trabalha no acolhimento dos alunos, na resposta das demandas destes e na estruturação de mecanismos (programas de apoio) de manutenção e continuidade, por parte dos alunos, dos estudos. A. Atendimento ao aluno egresso. B. Participação em Comissões (Bolsas Institucionais, Formatura, Eventos, Colegiado) C. Atendimento/Acolhimento aos alunos. D. Estruturação e acompanhamento dos projetos junto aos alunos. E. Avaliação e Capacitação dos professores. F. Comunicação e Certificados. Para além das demandas dos alunos, os profissionais do NAAP também trabalham na avaliação, subsídio e desenvolvimento dos professores a fim de garantir excelência no processo de ensino-aprendizagem. Os itens seguintes descrevem as políticas e programas de apoio pedagógico adotados pelo NAAP-FANS além dos projetos de estímulo à permanência nos estudos. A FANS, através do NAAP oferece atendimento psicopedagógico e de acolhimento, 44 entendido como atividade de ouvidoria, atenção, escuta e resolução das demandas dos alunos. Em relação a tais demandas o NAAP atua na busca de escutar, analisar, agir diante do problema ou questionamento posto e acompanhar os desdobramentos das posturas adotadas. Sobre a Escuta: acontece em ambiente próprio e tende a receber e perceber as necessidades do aluno, avaliando posturas, questionando posicionamentos, acolhendo e, inicialmente, desvelando qual o posicionamento institucional e possibilidade de atendimento diante do problema posto. As necessidades relacionadas a outro setor são recebidas e o aluno é encaminhado para o devido departamento. Em primeira instância, as atividades de escuta são registradas pelos membros do NAAP em protocolo próprio. Sobre a Análise: caso a demanda do aluno faça alusão a necessidades de segunda amplitude (desacordos, dificuldades de relacionamento entre professor/aluno, reclames sobre a qualidade da aula e do professor etc.), estes são analisados e as partes envolvidas (professor, aluno, outros alunos e pessoal administrativo) são escutadas, tentando absorver o máximo dos fatos para a decisão assertiva e segura, tendo como base o Regimento Interno, o Plano de Desenvolvimento Institucional e legislações educacionais. Tal atividade também deve ser registrada em protocolo próprio por parte de membro no NAAP. Sobre a Ação diante do problema/necessidade exposto: Após avaliada a situação o aluno requerente/reclamante, o NAAP na persistência do mesmo, ouvidas as partes, posiciona-se diante do problema e o aluno é chamado e lhe é dado a resposta. Tal ação também é registrada no protocolo do NAAP. Sobre o acompanhamento dos desdobramentos: após resolvida a situação e comunicado ao aluno, o NAAP continua acompanhando junto ao requerente/reclamante a persistência do problema, avaliando continuamente e verificando o surgimento de novas demandas. Nesse sentido as atividades de atendimento ao aluno são cíclicas, ou seja, determinam e circunscrevem o atendimento ao aluno de forma contínua permitindo intervenções de caráter pontual, com foco no respeito mútuo e no zelo pela condução de um ambiente propício para o processo de ensino-aprendizagem. 45 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO- APRENDIZAGEM O rendimento escolar do aluno é verificado por disciplina/semestre, em função de assiduidade e eficiência dos estudos, ambas eliminatórias por si mesmas. Entende-se por eficiência o grau de aplicação do alunos nos estudos, e sua verificação se faz: por uma avaliação intermediária, constituída por duas provas e por trabalhos específicos, aquelas estabelecidas no Calendário escolar, e estes, em número e natureza a critério do professor respectivo; por um exame final, de primeira ou de segunda época. São atribuídos 100 (cem) pontos, em cada disciplina, distribuídos da seguinte forma: Avaliação formal - (70) setenta pontos; sendo a nota do Exame Final definido no regimento vigente. Trabalhos específicos - (30) trinta pontos; Para aprovação, o aluno deverá perfazer, no mínimo, 60% do total de pontos. A apuração do rendimento escolar será feita por disciplina, incidindo sobre a frequência, assiduidade mínima de 75% (setenta e cinco por cento) das aulas previstas. Todas as avaliações terão peso 1. A avaliação de 70 pontos serão distribuído em 3 provas, sendo as duas iniciais de 15 pontos, e a final de 40 pontos. Os trabalhos de 30 pontos serão distribuídos no primeiro e segundo bimestre, conforme requisitos analisados pela coordenação do curso, e registrados semestralmente no Manual do Aluno, conforme dispõe o artigo 47 da LDB. 7 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICs NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Conforme afirma Perrenoud (2000), a escola não pode ignorar o que se passa no mundo. Diante do advento de tantas tecnologias, cada vez mais abrangentes e inovadoras, essa afirmativa vem de encontro aos novos mecanismos de informação e de 46 comunicação que tem imposto novas formas de relacionamento e pensamento, em todos os segmentos da vida do ser humano, principalmente no ambiente acadêmico. A tecnologia e a informática são utilizadas como ferramentas de mediação, facilitadoras dos processos operacionais e de ensino aprendizagem na FANS. Para tanto, se faz necessário uma infraestrutura adequada. A FANS dispõe atualmente de um laboratório de informática com 35 computadores, todos os setores do departamento administrativo são informatizados, possui ainda 5 datas-show que dinamizam a metodologia das aulas, (a sala do curso de tecnólogo possui um computador e um data-show para uso exclusivo) aos professores é disponibilizado um link para reserva eletrônica do laboratório de informática. A FANS dispõe também de um software de gestão acadêmica (GIZ) que permite o envio de mensagens entre alunos e professores, o protocolo de material didático, o controle de notas e faltas, a programação de aulas e conteúdos, o acompanhamento da situação financeira do aluno, entre outros serviços. Este software se estende também à secretaria, o que permite a sistematização de todas as informações decorrentes da rotina acadêmica, inclusive rematrícula on-line pelo discente. Bem como a biblioteca, em que todos os registros de compra, empréstimo e retorno de obras são sistematizados. Ao financeiro, que permite a emissão de boletos para que o aluno possa imprimir pelo GIZ. Bem como ao professor, que poderá efetuar o registro do diário pelo sistema, disponibilizar material, enviar e receber mensagens dos alunos, cadastrar plano de ensino e cronograma de aulas, dentre outras. A IES dispõe ainda de acesso a rede WI-FI disponível aos alunos. Possui também uma página na internet (www.fans.edu.br) onde se encontram dentre outras funcionalidades, as seguintes informações: Planos de ensino e programação de atividades acadêmicas, o calendário acadêmico, o manual do aluno conforme previsto no artigo 47 da LDB e dos professores, a matriz curricular dos cursos, o regimento interno da IES, o projeto pedagógico de cada curso, o plano de desenvolvimento institucional, informações relativas a vagas de emprego, relatório de avaliações, tal como ENADE, Relatórios da CPA, além de todas as informações relativas ao histórico e campo de atuação da instituição e demais informações exigidas pelo artigo 32 da Portaria Normativa 40/2007. 47 Em função do advento das redes sociais a faculdade possui também uma página no facebook e um endereço de e-mail destinado a comunicação em nível interno e externo, além de um link para captação de novos talentos denominado Trabalhe conosco. Outros funcionalidades proporcionada pela informática e internet são a realização da Avaliação institucional (CPA) e da avaliação de desempenho docente, através de formulário online. Cada setor do administrativo possui seu próprio e-mail institucional o que facilita o direcionamento das informações. Além disso, na Biblioteca encontram-se 04 terminais com acesso à Internet, para o desenvolvimento de pesquisas. No quadro de colaboradores da IES tem-se ainda a figura de um técnico em informática, cuja função é exclusiva para a manutenção das Tecnologias da Informação da IES, atuando na instituição com vínculo CLT ininterrupto desde 01/04/2009. 48 8 CONTEUDOS CURRICULARES 1º Período Disciplina Período Descrição Oratória 1º período Carga Horária 40 horas Fundamentos da Comunicação para Conversação e Apresentação em Público. Técnicas e Estratégias de Comunicação Oral. Planejamento e Elaboração de Reuniões, Seminários e outras apresentações públicas. Comunicação e Fundamentos da Oratória Contemporânea. Recursos e aspectos linguísticos na comunicação - comunicação verbal e escrita. Marketing pessoal e comunicacional. Técnicas de utilização de recursos audiovisuais para apresentações, negociações e atendimento ao cliente com enfoque para consultorias e orientações psicológicas. Referências MARCHIORI, Marlene (Org.). Comunicação e organização: reflexões, Básicas processos e práticas. São Caetano do Sul, SP: Difusão, 2010. (10 exemplares disponíveis na Biblioteca FANS) MEDEIROS, João Bosco; TOMASI, Carolina. Comunicação Empresarial. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2010. (05 exemplares na biblioteca da FANS) ABREU, Antônio Suárez. A arte de argumentar: gerenciando razão e emoção. Cotia: Atelie Editorial, 2009. (08 exemplares na biblioteca da FANS Referências TAVARES, Maurício. Comunicação Empresarial e Planos de Comunicação: Complementares integrando teoria e prática. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2010. (05 exemplares na biblioteca da FANS) CHIAVENATO, Idalberto. Gerenciando Pessoas: o passo decisivo para a Administração Participativa. 3ª edição – São Paulo: Makron Books, 1992. . (06 exemplares na biblioteca da FANS) POLITO, Reinaldo. Recursos Audiovisuais nas apresentações de sucesso. São Paulo: Saraiva, 2010. (02 exemplares na biblioteca da FANS) POMBO, Ruthe Rocha. A arte de se expressar bem em público. Petrópolis: Vozes, 2010. (02 exemplares na biblioteca da FANS) SPINA, Ana Lúcia; CUNHA, Roberto Sanches; DOUGLAS, William. Como falar bem em público. São Paulo: Impetus, 2011. (02 exemplares na biblioteca da FANS) Disciplina Período Descrição Psicologia Ciência e Profissão 1º período Carga Horária 80 horas A psicologia como ciência e como profissão. Raízes Epistemológicas da Psicologia: Estruturalismo, Cognitivismo, Psicanálise, Humanismo. História 49 da inserção do psicólogo no Brasil em diferentes áreas. História dos cursos de formação em psicologia e de seus fundamentos no Brasil. História e compromissos da psicologia no Brasil. Regulamentação e fiscalização da profissão de psicólogo. Funcionamento do Sistema de Conselhos de Psicologia. Áreas de Atuação do Psicólogo: Psicologia Escolar e Educacional, Psicologia do Trânsito, Psicologia Social, Psicopedagogia, Neuropsicologia, Psicomotricidade, Psicologia Hospitalar, Psicologia Jurídica, Psicologia Clínica, Psicologia Organizacional e do Trabalho, Psicologia do Esporte. Novas áreas de atuação do psicólogo. Referências ARAUJO, Saulo de Freitas (Org.). História e Filosofia da Psicologia: Básicas perspectivas Contemporâneas. Editora da UFJF, 2012, 364p. NOLEN-HOEKSEMA/FREDR. Introdução à Psicologia. Cengage Learn, 2012, 760p. VILELA, A. J.; FERREIRA e PORT. História da Psicologia: Rumos e percursos. 3a Ed. Editora NAU, 2013. Referências BOCK, Ana M. B.; FURTADO, O. e TEIXEIRA, M. L. Psicologias: uma Complementares introdução ao estudo de Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2009. BRASIL. Lei no. 4.119 de 27 de agosto de 1962. Dispõe sobre os cursos de formação em psicologia e regulamenta a profissão de psicólogo. CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Atribuições profissionais do Psicólogo no Brasil. Disponível em: site.cfp.org.br/leis_e_normas/atribuesprofissionais-do-psicologo-no-brasil/#SERVICOS FIGUEIREDO, Luís Cláudio. Matrizes do Pensamento Psicológico. 14ª Ed. São Paulo: Vozes, 2008, 208p. FIGUEIREDO, Luís Cláudio; SANTI, Pedro Luiz Ribeiro. Psicologia: uma (nova) introdução. Ed. Educ. (Série Trilhas), 2012. Exemplares dos Periódicos: “Psicologia: Ciência e Profissão” editado pelo Conselho Federal de Psicologia. Revista Mente e Cérebro. Disciplina Período Descrição Referências Básicas Referências Psicologia do Desenvolvimento I: Criança 1º período Carga Horária 80 horas Análise do conceito de infância através das transformações políticas, culturais e legais no mundo. História da psicologia do Desenvolvimento. Principais teorias que auxiliam no estudo do desenvolvimento infantil: Freud, Piaget, Vigotsky e Spitz e seus contextos históricos e bases epistemológicas. GUTTON, Philippe. O Brincar da criança: estudo sobre o desenvolvimento infantil. Ed. Vozes, 2013. PIAGET, Jean. Epistemologia Genética. 4ª ED. Martins Fontes, 2012, 136p. SPITZ, Rene A. O primeiro ano de vida. 4ed. WMF Editora, 2013, 416p. ARIÈS, Philippe. História Social da Infância e da Família. 2ed. Editora LTC, 50 Complementares 2011, 280p. FREUD, Sigmund. Análise de uma fobia de um menino de cinco anos. Ed. Imago, 1999, 136p. LEITE, Dante Moreira (org.). O Desenvolvimento da criança. 3ed. Ribeirão Preto: UNESP, 2010, 403p. SCHULTZ, Duane; SCHULTZ, Sydney. Teorias da Personalidade. 2ed. Ed. Pioneira, 2011,406p. VIGOTSKY, L. S.. A formação social da mente. 7ª. Ed. Martins Fontes, 2007, 224p. VOUCLAIR, Jacques. Desenvolvimento da criança: do nascimento aos dois anos. Ed. Inst. Piaget., 2009, 277p. Disciplina Período Descrição Leitura e Produção de Textos Acadêmicos 1º período Carga Horária 40 horas Ciência, conhecimento e método científico. Leitura e produção de textos científicos: resenha, artigo, monografia, ensaio etc. Normas de elaboração e apresentação de trabalhos científicos. MARTINS, Dileta Silveira. ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português Referências Instrumental: De acordo com as Normas Atuais da ABNT. 29. ed. São Paulo: Básicas Atlas, 2010. MEDEIROS, João Bosco. Português Instrumental contem técnicas de elaboração de trabalhos de conclusão curso. 9 ed. São Paulo, Atlas, 2010. TAVARES, Maurício. Comunicação Empresarial e Planos de Comunicação: integrando teoria e prática. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2010. (05 exemplares na biblioteca da FANS) Referências CHIAVENATO, Idalberto. Gerenciando Pessoas: o passo decisivo para a Complementares Administração Participativa. 3ª edição – São Paulo: Makron Books, 1992. . (06 exemplares na biblioteca da FANS) POLITO, Reinaldo. Recursos Audiovisuais nas apresentações de sucesso. São Paulo: Saraiva, 2010. (02 exemplares na biblioteca da FANS) POMBO, Ruthe Rocha. A arte de se expressar bem em público. Petrópolis: Vozes, 2010. (02 exemplares na biblioteca da FANS) SPINA, Ana Lúcia; CUNHA, Roberto Sanches; DOUGLAS, William. Como falar bem em público. São Paulo: Impetus, 2011. (02 exemplares na biblioteca da FANS) NOLEN-HOEKSEMA/FREDR. Introdução à Psicologia. Cengage Learn, 2012, 760p. Disciplina Período Descrição Fenômenos e Processos Psicológicos Básicos 1º período Carga Horária 40 horas Introdução aos fenômenos psíquicos, princípios de acompanhamento e diagnóstico desses fenômenos. Inteligência Geral. Linguagem. Memória. Atenção. Aprendizagem. Cognição social. Emoções e Habilidades Sociais. 51 Referências Básicas DAVIDOFF, Linda. Introdução à psicologia. 3ed. Makron books, 2001. NOLEN-HOEKSEMA/FREDR. Introdução à Psicologia. Cengage Learn, 2012, 760p. VILELA, A. J.; FERREIRA e PORT. História da Psicologia: Rumos e percursos. 3a Ed. Editora NAU, 2013 Referências SCHULTZ, Duane; SCHULTZ, Sydney. Teorias da Personalidade. 2ed. Ed. Complementares Pioneira, 2011, 406p. MALLOY-DINIZ, Leandro et al. Avaliação Neuropsicológica. Artmed, 2010, 431p. LEITE, Dante Moreira (org.). O Desenvolvimento da criança. 3ed. Ribeirão Preto: UNESP, 2010, 403p. SCHULTZ, Duane; SCHULTZ, Sydney. Teorias da Personalidade. 2ed. Ed. Pioneira, 2011,406p. VIGOTSKY, L. S.. A formação social da mente. 7ª. Ed. Martins Fontes, 2007, 224p. Disciplina Período Descrição Filosofia 1º período Carga Horária 80 horas Uma visão geral da Filosofia aplicada à vida do aluno e às psicologia. O que é Filosofia. A Filosofia como conhecimento. A razão e atividade racional. A história da Filosofia e os primeiros filósofos. A memória, a imaginação, a linguagem. O pensamento, a verdade e a distinção entre os níveis de conhecimento. O mundo filosófico na prática e temas de Filosofia. Referências ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofando: Introdução à Filosofia. São Básicas Paulo, Moderna, 2003. CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. 14 ed. São Paulo, ABDR, 2010. SEVERINO, Antônio Joaquim. Filosofia. São Paulo, Cortez, 1994. ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. 4 ed. São Paulo, Martins Referências Complementares Fontes, 2000. COLEÇÃO Os Pensadores. PRADO JÚNIOR, Caio. O que é Filosofia? São Paulo, Brasiliense, 2005. RIOS, Terezinha Azeredo. Ética e Competência. 11 ed. São Paulo: Cortez, 2001. SOARES, Jorge Antônio. Dialética, educação e política: uma releitura de Platão. 2 ed. São Paulo: Cortez, 2002. WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. 2º Período Disciplina Período Descrição Neuroanatomia 2º período Carga Horária 40 horas Estudo anátomo-funcional das estruturas do sistema nervoso central e 52 periférico, com ênfase às estruturas e vias relacionadas às funções cognitivas e emocionais. MACHADO, A. Neuroanatomia funcional. Ed. Atheneu, 2000. Referências SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana (3 volumes). Rio de Básicas Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. VALERIOS, Klaus-Peter. Atlas de Neuroanatomia. Ed. Santos, 2011, 351p. ABRISQUETA-GOMEZ, Jaqueline. Reabilitação neuropsicológica: Referências Complementares abordagem interdisciplinar e modelos conceituais na prática clínica. Artmed, 2012. FERREIRA, S. B.; CAIXETA, L.; Manual de Neuropsicologia. Atheneu, 2012, 464p. HAINES, Duane E.. Neuroanatomia: Atlas de Estruturas, Secções e Sistemas. 6ed. Roca-Brasil, 2006, 301p. MALLOY-DINIZ, Leandro et al. Avaliação Neuropsicológica. Artmed, 2010, 431p. SACS, Oliver. O homem que confundiu sua mulher com um chapéu. Companhia das letras. 1997. Disciplina Período Descrição Neurofisiologia 2º período Carga Horária 80 horas Estudo neurofuncional do sistema nervoso central e periférico, somestesia e motricidade correlacionada ao desenvolvimento neurobiológico do indivíduo. Neurotransmissores, funções, sinapses etc. MACHADO, A. Neuroanatomia funcional. Ed. Atheneu, 2000. Referências SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana (3 volumes). Rio de Básicas Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. VALERIOS, Klaus-Peter. Atlas de Neuroanatomia. Ed. Santos, 2011, 351p. ABRISQUETA-GOMEZ, Jaqueline. Reabilitação neuropsicológica: Referências Complementares abordagem interdisciplinar e modelos conceituais na prática clínica. Artmed, 2012. FERREIRA, S. B.; CAIXETA, L.; Manual de Neuropsicologia. Atheneu, 2012, 464p. HAINES, Duane E.. Neuroanatomia: Atlas de Estruturas, Secções e Sistemas. 6ed. Roca-Brasil, 2006, 301p. MALLOY-DINIZ, Leandro et al. Avaliação Neuropsicológica. Artmed, 2010, 431p. SACS, Oliver. O homem que confundiu sua mulher com um chapéu. Companhia das letras. 1997. Disciplina Período Descrição Psicologia do Desenvolvimento II: Adolescência 2º período Carga Horária 80 horas A adolescência enquanto construto social. Ritos de passagem na adolescência. Puberdade e Adolescência. Formação da Identidade. Conflitos familiares no período da adolescência. Psicopatologia no adolescente. Sexualidade e Gravidez. Histórico da Psicologia da Adolescência. Formação de grupos, redes sociais, bullying, transtornos alimentares, criminalidade e escolha profissional. 53 Referências Básicas ABERASTURY, A.; KNOBEL, M.. Adolescência normal: um enfoque psicanalítico. Porto Alegre: Artmed, 2003. CAMPOS, Dinah Martins de Souza. Psicologia da adolescência: normalidade e psicopatologia. 14ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 2004, 157p. ERIKSON, Erik. O ciclo de vida completo. Porto Alegre: Artmed, 1998. Referências CABALLO, V.E.; SIMON, M. A.. Manual de Psicologia Clínica Infantil e do Complementares Adolescente: Transtornos Gerais. Santos, 2007. CERESER MG, CORDÁS TA. Transtornos alimentares: anorexia nervosa e bulimia. São Paulo: Atheneu; 2001. FENWICK, Elizabeth & SMITH, Tony. Adolescência: guia de sobrevivência para pais e adolescentes. São Paulo: Ática, 1996. FERREIRA, Berta Weil. O cotidiano do adolescente. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995. RAPPAPORT, Clara Regina & FIORI, Wagner Rocha & DAVIS, Cláudia. Psicologia do desenvolvimento. vol. 4. A idade escolar e a adolescência. São Paulo: EPU, 2003. Periódico Adolescência & Saúde: revista oficial do núcleo de estudos da saúde do adolescente da UERJ. Disciplina Período Descrição Indivíduo e Sociedade 2º período Carga Horária 80 horas Indivíduo e Sociedade. Epistemologias das dicotomias entre a sociedade e seus indivíduos. Teóricos: Marx, Durkheim e Weber. Sociedade de Consumo. Referências BAUMAN, Zygmunt. Identidade: entrevista a Benedetto Vecchi. Rio de Básicas Janeiro: J. Zahar, 2005. ELIAS, Norbert. Sociedade dos Indivíduos. Rio de Janeiro: J. Zahar, 1994. GIDDENS, Antony. Modernidade e Identidade. Ed. Zahar, 2002, 233p. CHARON, Joel M. Sociologia. 5 ed. São Paulo: Saraiva, 2000. Referências Complementares CHINOY, Ely. Sociedade: uma introdução à sociologia. São Paulo: Cultrix, 1961, 1967. MEKSENAS, Paulo. Sociologia. 2 ed. São Paulo: Cortez, 1994. OLIVEIRA, Pérsio Santos de. Introdução à sociologia. 24 ed. São Paulo: Ática, 2001. QUINTANEIRO, Tânia et al.. Um toque de clássicos: Marx, Durkheim e weber. Belo Horizonte: UFMG, 2002, 159p. Disciplina Período Descrição Psicologia Social I: Sociedade, Gênero, Etnias e Grupos 2º período Carga Horária 80 horas A constituição do sujeito e suas implicações epistemológicas para a Psicologia Social. Aspectos históricos, fundamentos teóricos, pesquisas e práticas, nas Redes Sociais. Representações Sociais. Teorias de Gênero: feminismo, masculinidades, teoria queer e sexismos. Teorias que estudam a formação étnica da população brasileira. Populações negras e racismo. 54 Psicologia de Grupos. Populações indígenas. Direitos Humanos. Referências FREUD, Sigmund. Psicologia das Massas e Análise do Eu. Edição Standart Básicas das Obras de Sigmund Freud. MOSCOVICI, Serge. Psicanálise: sua imagem e seu público. São Paulo: Ed. Vozes, 2012, 456p. VAZ-TORRES, Cláudio. Psicologia social: principais temas e vertentes. Porto Alegre: Artmed, 2011. Referências CAMPOS, Regina Helena (Org.). Psicologia social comunitária: da Complementares solidariedade a autonomia. 16ed. Ed. Vozes, 184p. 2008. SAWAIA, Bader Burihan. As Artimanhas da exclusão: análise psicossocial e ética da desigualdade social. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 2002. SPINK, Mary Jane. (Org.). Psicologia social e saúde. São Paulo: Ed. Vozes, 2003, 339p. ALBERTI, V.; PEREIRA, A.A.. Histórias do movimento negro no Brasil. São Paulo: Fundação Getúlio Vargas, 2007. WAGNER, Jonathas. Índios: os donos da terra. Gráfica Juliana, 200?. CARAMAZZA, Elena; VIANELLO, Mino. Gênero, papéis sociais, espaço e poder: Um novo paradigma para as ciências sociais. ROCA-Brasil, 2011, 138p. Periódico Psicologia e Sociedade (Associação Brasileira de Psicologia Social) Disciplina Período Descrição Bioestatística 2º período Carga Horária 40 horas Conceituação de Bioestatística e seus Usos na Psicologia. Conceituação dos termos estatísticos. Descrição e exploração dos dados, escalas de mensuração, amostragem, correlação, regressão, fidedignidade e validação, noções de probabilidade e curva normal, testes de hipótese e significância paramétricos, testes de significância não-paramétricos. Referências BISQUERRA, R.; SARRIERA, J. C. ; MARTÍNEZ, F. Introdução à estatística: Básicas enfoque informático com o pacote estatístico SPSS. Porto Alegre: Artmed, 2004. FONSECA, Jairo Simon da. Curso de Estatística. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2008. GLANSTZ, Stanton. Princípios de Bioestatística. 7ed. Porto Alegre: Artmed, 2014, 306p. Referências COSTA, Sérgio Francisco. Introdução ilustrada à estatística. 4. ed. São Complementares Paulo: Harbra, c2005. DANCEY, Christine P.; REIDY, John. Estatística sem matemática para psicologia: usando SPSS para windows . 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. SIEGEL, Sidney; CASTELLAN, N. John. Estatística: não-paramétrica : para as ciências do comportamento. Porto Alegre: Artmed, 2006. BARBETTA, P. A.. Estatística aplicada às ciências sociais. 5. ed. Florianópolis: EDUFSC, 2003. FONTELLES, Mauro José. Bioestatística aplicada à pesquisa experimental. Livraria da Física. 2012, 420p. 55 Periódicos Revista Brasileira de Epidemiologia Revista Brasileira de Saúde Coletiva 3º Período Disciplina Período Descrição Neuropsicologia 3º período Carga Horária 40 horas Princípios gerais e domínios específicos da Neuropsicologia. Neuropsicólogo e seu paciente. Inteligência. Avaliação Neuropsicológica. Clínica Neurológica de Crianças, Adolescentes, Adultos e da Velhice. Estudos no Contexto Brasileiro. Afasias, disfunções do sistema nervoso central etc. Reabilitação neuropsicológica. Referências ABRISQUETA-GOMEZ, Jaqueline. Reabilitação neuropsicológica: Básicas abordagem interdisciplinar e modelos conceituais na prática clínica. Artmed, 2012. FERREIRA, S. B.; CAIXETA, L.; Manual de Neuropsicologia. Atheneu, 2012, 464p. MALLOY-DINIZ, Leandro et al. Avaliação Neuropsicológica. Artmed, 2010, 431p. HAINES, Duane E.. Neuroanatomia: Atlas de Estruturas, Secções e Sistemas. Referências Complementares 6ed. Roca-Brasil, 2006, 301p. MATEER, Catherine; SOHLBERG, M. M.. Reabilitação cognitiva: uma abordagem neuropsicológica. Ed. Santos, 2008, 494p. SACS, Oliver. O homem que confundiu sua mulher com um chapéu. Companhia das letras. 1997. SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana (3 volumes). Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. VALERIOS, Klaus-Peter. Atlas de Neuroanatomia. Ed. Santos, 2011, 351p. Disciplina Período Descrição Referências Básicas Psicologia do Desenvolvimento III: Adulto e Velhice 3º período Carga Horária 80 horas O envelhecer, a velhice e a aposentadoria. Perspectivas teóricas de entendimento sobre a velhice. A população idosa no Brasil. Estudos sobre a velhice na interconexão medicina e psicologia. A estruturação da gerontologia: principais demências, Parkinson, Alzheimer. Instituições de Abrigamento de Idosos. Estatuto do Idoso. SANTOS, S. S.; CARLOS, S. A.. Envelhecendo com apetite pela vida: interlocuções psicossociais. Petrópolis: Vozes, 2013. NERI, Anita Liberalesso et al. Múltiplas faces da velhice no Brasil. Alínea, 2004. LOPES, A. Os desafios da gerontologia no Brasil. 2ed. Alinea, 2011. 56 ABRISQUETA-GOMEZ, Jaqueline. Reabilitação neuropsicológica: Referências Complementares abordagem interdisciplinar e modelos conceituais na prática clínica. Artmed, 2012. BEAUVOIR, Simone de. A velhice: a realidade incômoda. 2011, 710p. BOTTINO, Cassio; BLA, Sérgio. O diagnostico e o tratamento dos transtornos de humor em idosos. Atheneu, 2012. MALLOY-DINIZ, Leandro et al. Avaliação Neuropsicológica. Artmed, 2010, 431p. WITTER, C.; BURITI, M.A.. Envelhecimento e contingências da vida. Alínea e Átomo, 2011. Disciplina Período Descrição Teoria Existencial-Humanista 3º período Carga Horária 80 horas Introdução às teorias existenciais e humanistas. A fenomenologia. O humanismo. Principais autores e conceitos da abordagem existencialhumanista: Edmund Husserl, Kiekgaard, Heidegger, Sartre, Abrahan Maslow e Rogers. Autorrealização, Motivação, Tendência atualizante e Dasein. Carl Rogers e a Abordagem Centrada na Pessoa. Referências ROGERS, Carl. Tornar-se pessoa. Martins Fontes, 2009. Básicas ROGERS, Carl. Um jeito de ser. São Paulo: EPU, 2012. ABBAGNANO, Nicola. Introdução ao existencialismo. Martins Editora, 2009. GILES, T. R.. História do existencialismo e da fenomenologia. São Paulo: Referências Complementares EPU, 1989. MOREIRA, Virgínia. Clínica humanista-fenomenológica: estudos em psicoterapia e psicopatologia. Annablume, 2009. PENHA, João da Penha. O que é existencialismo? São Paulo: Brasiliense, 1982, 87p. ROGERS, Carl. A pessoa como centro. São Paulo: EPU, s/d. ROGERS, Carl. Grupos de Encontro. Martins fontes, s/d. Disciplina Período Descrição Referências Básicas Teoria Comportamental 3º período Carga Horária 80 horas Introdução à teoria Cognitivo-comportamental. Raízes do Behaviorismo: behaviorismo radical. Reflexo, estímulo e resposta. Condicionamento Operante e Respondente. Controle aversivo e controle de estímulos. Esquemas de reforçamento. Introdução à Análise funcional. MOREIRA, Márcio Borges; MEDEIROS, Carlos Augusto de. Princípios Básicos de Análise do Comportamento. Porto Alegre: Artmed, 2007, 224p. TOURINHO, E. Z.; DE LUNA, S. V.. Análise do comportamento: investigações históricas, conceituais e aplicadas. ROCA, 2010. COZBY, P.C.. Métodos de Pesquisa em ciências do comportamento. Ed. Atlas, 2003. 57 Referências GUILHARDI, H. J. et al. (Org.). Sobre comportamento e cognição: Complementares contribuições para a construção da teoria do comportamento. Santo André: Esetec, 2002. BECK, J. S.. Terapia Cognitiva. Porto Alegre: Artmed, 1997. BIELING, P. J.; MCCABE, R. E.; ANTONY, M. M. Terapia cognitivocomportamental em grupos. Porto Alegre: Artmed, 2008. BRANDÃO, M. Z. S. et al. (Org.). Sobre comportamento e cognição: a história e os avanços, a seleção por consequências em ação. Santo André: Esetec, 2003. RANGÉ, B. (Org.). Psicoterapia comportamental e cognitiva: pesquisa, prática, aplicações e problemas. Campinas: Livro Pleno, 2001. Disciplina Período Descrição Psicologia Social II: Psicologia Comunitária e Rural 3º período Carga Horária 40 horas A intervenção da Psicologia Comunitária. Histórico e conceituação dos grupos. O conceito de grupo nas distintas vertentes teóricas da psicologia comunitária. A psicologia nos contextos rurais e de luta pela terra. A psicologia social comunitária rural no Brasil e na América Latina. O meio ambiente e as pessoas diante dos recursos não-renováveis. Referências CAMPOS, Regina Helena de Freitas. Psicologia social comunitária: da Básicas solidariedade à autonomia. Petrópolis: Vozes, 2009. LEITE, J. F.; DIMENSTEIN, M.(orgs.). Psicologia e contextos rurais. Natal: EdUFRN, 2013. VAZ-TORRES, Cláudio. Psicologia social: principais temas e vertentes. Porto Alegre: Artmed, 2011. Referências CAMPOS, Regina Helena de Freitas. Psicologia social comunitária: da Complementares solidariedade à autonomia. Petrópolis: Vozes, 2009. CAMPOS, R. H; GUARESCHI, P. [et al]. Paradigmas em psicologia social: A perspectiva latino-americana. Petrópolis: vozes, 2002. SPINK, M.J. Práticas discursivas e produção de sentidos no cotidiano: aproximações teóricas e metodológicas. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2000. SAWAIA, Bader Burihan. As Artimanhas da exclusão: análise psicossocial e ética da desigualdade social. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 2002. FREUD, Sigmund. Psicologia das Massas e Análise do Eu. Edição Standart das Obras de Sigmund Freud. Disciplina Período Descrição Referências Básicas Estágio I: Observação e Observação Participante Carga Horária 80 horas (60 estágio e 3º período 20 de orientação) Princípios do registro observacional. A inserção do psicólogo em novos contextos. Observação e Observação Participante. Ética profissional, registro de variáveis, observação, postura terapêutica e identificação de demandas. ANGROSINO, Michael. Etnografia e Observação Participante. Bookman Companhia editora LTDA, 2009. BEAUVOIR, Simone de. A velhice: a realidade incômoda. 2011, 710p. YAMAMOTO, O. H.; COSTA, A. L. F. (Org.). Escritos sobre a profissão de 58 psicólogos no Brasil. Natal: EDUFRN, 2010. Referências SANTOS, S. S.; CARLOS, S. A.. Envelhecendo com apetite pela vida: Complementares interlocuções psicossociais. Petrópolis: Vozes, 2013. BIANCHI, R.; ALVARENGA, M.; BIANCHI, A. C. M.. Manual de orientação: estágio superevisionado. Cengale Learning, 2009. CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Código de ética profissional do psicólogo. Brasília: CFP, 2005. SILVARES, E. F. M. (Org.). Atendimento psicológico em clínicas-escolas. Campinas: Editora Alínea. 2006. YALOM, I. D.; LESZCZ, M. Psicoterapia de grupo: teoria e prática. Porto Alegre: Artmed, 2006. Periódico Revista Psicologia: Teoria e Prática. 4º Período Disciplina Período Estágio II: Psicologia Comunitária, Rural e com pequenos grupos Carga Horária 80 horas (60 estágio e 4º período 20 de orientação) Este estágio acontecerá junto a grupos sociais pré-formados. O estagiário Descrição deverá descrever a prática institucional destes grupos, história, identificação de papéis e produções e (re)produções desse grupo. Identificar temas tabus e possíveis representações sociais em formação no mesmo. As intervenções estarão pautadas no uso de técnicas de grupos e dinâmicas. Referências CASTILHO, Alzira. Como atirar vacas ao precipício. Panda books, 2000, Básicas 175p. LEITE, J. F.; DIMENSTEIN, M.(orgs.). Psicologia e contextos rurais. Natal: EdUFRN, 2013. VAZ-TORRES, Cláudio. Psicologia social: principais temas e vertentes. Porto Alegre: Artmed, 2011. CAMPOS, Regina Helena (Org.). Psicologia social comunitária: da Referências Complementares solidariedade a autonomia. 16ed. Ed. Vozes, 184p. 2008. VAZ-TORRES, Cláudio. Psicologia social: principais temas e vertentes. Porto Alegre: Artmed, 2011. SPINK, M.J. Práticas discursivas e produção de sentidos no cotidiano: aproximações teóricas e metodológicas. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2000. SAWAIA, Bader Burihan. As Artimanhas da exclusão: análise psicossocial e ética da desigualdade social. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 2002. FREUD, Sigmund. Psicologia das Massas e Análise do Eu. Edição Standart das Obras de Sigmund Freud. 59 Disciplina Período Descrição Teoria Gestalt-Analítica 4º período Carga Horária 40 horas Epistemologia e fundamentos filosóficos da Gestalt-terapia. Figura e fundo. Conceito de mundo e de pessoa. O processo grupal a partir do olhar da Gestalt-terapia. Referências GINGER, Serge. Gestalt: uma terapia do contato. Ed. Summus, s.d. Básicas RIBEIRO, Jorge P.. O conceito de mundo e de pessoa em Gestalt-terapia. Ed. Summus, 2011, 125p. FRAZÃO, Lílian Meyer. Gestalt-Terapia: fundamentos epistemológicos e influências filosóficas. Ed. Summus, 2013. Referências RIBEIRO, Jorge P.. Gestalt-terapia de curta duração. Summus, 2009, 240p. Complementares BOCK, Ana M. B.; FURTADO, O. e TEIXEIRA, M. L. Psicologias: uma introdução ao estudo de Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2009. RIBEIRO, Jorge P.. Gestalt-terapia: o processo grupal. Sd. TELLEGEN, Therese Amelie. Gestalt e Grupos: uma perspectiva sistêmica. Ed. Summus, s.d. MÜLLER-GRANZOTTO, M.J.; MÜLLER-GRANZOTTO, r.l.. Clínicas gestálticas: sentido ético, político e antropológico da teoria do Self. Ed. Summus, 2012. Disciplina Período Descrição Psicologia da Saúde: Hospitalar e Psico-oncologia 4º período Carga Horária 80 horas Introdução à psicologia no contexto da Saúde: psicologia hospitalar e psicooncologia. O processo de adoecimento. Saúde X Doença. A identidade do psicólogo no ambiente hospitalar. O Centro de Terapia Intensiva. Crianças hospitalizadas. O câncer e as intervenções psicológicas frente o adoecimento. Morte e Morrer. DO impacto do diagnóstico. Implantação de um serviço de psicologia em hospitais. Referências ALAMY, Susana. Ensaios de Psicologia hospitalar: a ausculta da alma. 3ed. Básicas 2013, 312p. ANDREOLI, Paula; CAIUBY, Andrea. Psicologia Hospitalar: série manuais de especialização do Einstein. Ed. Manole, 2013, 248p. CANGUILHEM, G.. O normal e o patológico. 6ª ed. Rio de Janeiro: Forense universitária, 2010. ANGERAMI-CAMON, Valdemar Camon. A psicologia no hospital. Referências Complementares Thompson, 2003, 126p. ANGERAMI-CAMON, Valdemar Camon. O doente, a psicologia e o hospital. 3ed. Cengage Learning, 2009,110p. ANGERAMI-CAMON, Valdemar Camon. Psicologia e câncer. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2013, 544p. CANGUILHEM, G.. O conhecimento da vida. Rio de Janeiro: Forense universitária, 2012. TONETTI, Flávio; MEUCCI, Arthur. Amor, Existência e morte: miniensaios de filosofia. Ed. Vozes, 2013, 80p. Disciplina Período Descrição Prática de Pesquisa em Psicologia 4º período Carga Horária 80 horas Práticas de pesquisa em psicologia.Desenho metodológico de pesquisa em psicologia. Métodos qualitativos e quantitativos. Estudos de Caso e Casos 60 Clínicos. Escrita de artigo científico. Leitura e avaliação de artigos. BARDIN, L.. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2010. SPINK, M.J. Práticas discursivas e produção de sentidos no cotidiano: aproximações teóricas e metodológicas. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2000. YIN, Robert. Estudos de Caso: planejamento e métodos. 4ed. Bookman, 2010, 212p. COZBY, P.C.. Métodos de Pesquisa em ciências do comportamento. Ed. Referências Complementares Atlas, 2003. CRESWELL, J. W.. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. FLICK, U.. Introdução à pesquisa Qualitativa. 3ª. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. LAGO, Mara Coelho (org.). Gênero e pesquisa em psicologia social. Casa do Psicólogo, 2008, 274p. SHAUGHNESSY; ZECHMEINSTER. Metodologia de Pesquisa em Psicologia. 9ed. MCGRAW-HILL, 2012, 488p. Referências Básicas Disciplina Período Descrição Psicofarmacologia 4º período Carga Horária 80 horas Introdução às interações psicofarmacológicas. Funções dos principais neurotransmissores. Benzodiazepínicos, Barbitúricos, Ansiolíticos, Gabaminérgicos, Neurolépticos e demais substâncias que influenciam o Sistema Nervoso Central. Principais medicamentos psicofarmacológicos disponíveis no mercado, indicações e interações medicamentosas. Introdução ao uso de drogas ilícitas e álcool, efeitos nocivos ao SN. Referências TENG, Chei Tung; DEMETRIO, Frederico Navas. Psicofarmacologia aplicada: Básicas manejo prático dos transtornos mentais. 2ed. Atheneu, 2012. PONDÉ, Irismar. Psicofarmacologia clínica. 3ed. MEDBook, 2011, 700p. GRAEF, Frederico Guilherme; GUIMARÃES, Francisco Silveira. Fundamentos de Psicofarmacologia. 2ed. 2010, 275p. Referências ALMEIDA, Reinaldo. Psicofarmacologia. GEN, 2006, 384p. Complementares JORGE, Miguel. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais DSM-IV-TR. 4ed. Grupo A, 2002. SPITZER, Robert (et al). DSM-IV Casos Clínicos: complemento didático para o manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. Grupo A. s/d. ODONOHUE, William. Transtornos de personalidade: em direção ao DSMIV. Ed. ROCA, 2010. Fernandes, Simone. Abordagem multidisciplinar na Dependência Química. Ed. Santos, 2013, 160p. Disciplina Período Descrição Teoria Sistêmica 4º período Carga Horária 80 horas Sistemas e Grupos. Epistemologia da abordagem familiar sistêmica. Características dos Sistemas sociais. Complexidade e Retroalimentação. Sintoma dos sistemas. Conceito de Família e a abordagem sistêmica no contexto familiar. Introdução às técnicas sistêmicas. 61 Referências Básicas ASEN, Eia; et al. 10 minutos para a família: intervenções sistêmicas em atenção primária a saúde. Grupo A editora. 2012, 254p. BASCOLO, Luigi. Terapia sistêmica individual: manual prático na clínica. Artesã editora. 2012, 340p. ROSSET, Solange. 123 técnicas de psicoterapia relacional sistêmica. 2ed. Artesã LTDA, 2013, 180p. Referências ARIÈS, Philippe. História Social da Infância e da Família. 2ed. Editora LTC, Complementares 2011, 280p. BOCK, Ana M. B.; FURTADO, O. e TEIXEIRA, M. L. Psicologias: uma introdução ao estudo de Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2009. GOMES, Denise Mendes. Mitos familiares: memória e ocultação – uma abordagem sistêmica. Cabral Editora Universitária, 2000. GUEBERT. Identidade e autonomia em crianças de 0 a 5 anos: abordagem sistêmica. Pró infanti editora, 2008. ROSSET, Solange. Terapia relacional sistêmica. 2ed. Artesã editora. S.d., 123p. Disciplina Período Descrição Teoria Psicanalítica 4º período Carga Horária 80 horas Estruturas e tópicas freudianas do psiquismo. História da psicanálise. Histeria, neuroses de guerra, neurose obsessiva, Complexo de édipo. Interpretação dos Sonhos: processos de formação onírica. Mal-estar na civilização. Destinos da pulsão. Conceito de Inconsciente e suas manifestações. Evolução teórica da psicanálise e atuais movimentos psicanalíticos. A transferência. Referências FREUD, S. A interpretação dos sonhos. Imago, 1901-2001. Básicas FREUD, Sigmund. Cinco lições de psicanálise. IN.: Observações sobre um caso de neurose obsessiva [o homem dos ratos] e outros textos. Obras completas volume 9. Ed. Companhia das Letras, 1909-1910/ 2013. FREUD, Sigmund. Dissecção da personalidade psíquica: novas conferências introdutórias da psicanálise. Obras completas, Companhia das letras, 1933/2010. Referências MAURANO, Denise. A Transferência. Rio de Janeiro: Zahar, s/d, 76p. Complementares FREUD, S. As pulsões e seus destinos. Ed. Autêntica, 2013, 168p. FREUD, S. Mal-estar na civilização, novas conferências introdutórias e outros textos, vol. 18. Companhia das letras, 1930-2010. HAAR, Michel. Introdução à psicanálise: FREUD. Edições 70, 2008, 88p. FREUD, S. O Eu e o Id, autobiografia e outros textos, v. 16. Companhia das Letras, 1923-2011. 5º Período Disciplina Período Técnicas de Avaliação e Exame Psicológico I: Testes Objetivos 5º período Carga Horária 80 horas 62 Introdução à psicometria. Validação de testes psicológicos. História da Psicometria no Brasil. Atribuições éticas do psicólogo diante à avaliação psicológica. A entrevista psicológica e a anamnese. Introdução aos testes psicológicos objetivos: G36, BPR-5, Testes de Atenção e Concentração, Desenho da figura humana, IHS, BFP, IFP-II e WISC IV. Referências PASQUALI, Luiz. . TEP: Técnicas de Exame Psicológicos. São Paulo: Casa do Básicas Psicólogo, 2001, 233p. SILVA, Maria Cecília. História dos testes psicológicos: Origens e Transformações. Ed. Vetor, 2011, 154p. URBINA, Suzana. Fundamentos de Testagem psicológica. Grupo A, 2007, 320p. BORUCHOVITCH e SANTOS. Avaliação psicológica no contexto educativo e Referências Complementares psicossocial. São Paulo: Casa do psicólogo, 2012, 336p. COUTO; PIRES (Orgs.). Os contornos da psicologia contemporânea: temas em avaliação psicológica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2012, 324p. CUNHA, S. E. Escalas e o sistema de normas em psicometria. Vetor, 1991. ERTHAL, T. C.. Manual de Psicometria. Vetor, 1987. WESCHLER, David. Escala de Inteligência Weschler para crianças: Manual técnico. Casa do Psicólogo, 2013. Descrição Testagem psicológica G36 – 06 kits Bateria de Provas de Raciocínio 5 (BPR5) – 06 kits. Desenho da Figura Humana (DFH) – 06 kits. Teste de Atenção Concentrada (AC) – 06 kits. Inventário de Habilidades Sociais (IHS) – 10 kits. Inventário Fatorial de Personalidade II (IFP-II) – 10 kits. Escala de Inteligência Weschler para crianças (WISC IV) – 05 kits completos. Bender – 03kits. Entrevista de Família Estruturada (EFE) – 05 kits. Anamnese: exame clínico e psicológico. – 10 kits. Teste do Desempenho Escolar (TDE) – 03 kits) Disciplina Período Descrição Referências Básicas Análise Experimental do Comportamento 5º período Carga Horária 40 horas Prática de laboratório com o uso de software de análise de comportamento. Inserção de comportamento para saciação. Controle aversivo. Controle discriminante. Reforçamento e punição. Extinção do comportamento. FARIAS, Ana Karina. Análise experimental clínica: aspectos teóricos e estudos de caso. Porto Alegre: Artmed, 2010, 342p. GOMIDE, Paula Inez Cunha; WEBER, Lidia Natália. Análise experimental do comportamento: manual de laboratório. 6ed. Florianópolis: Ed. UFPR, 2003. MARTIN, Garry. Modificação de comportamento: o que é e como fazer. 8ed. ROCA, 2009. 63 Referências BOCK, Ana M. B.; FURTADO, O. e TEIXEIRA, M. L. Psicologias: uma Complementares introdução ao estudo de Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2009. COZBY, P.C.. Métodos de Pesquisa em ciências do comportamento. Ed. Atlas, 2003. KANTOWITZ, B. H.; ROEDIGER, H. L.; HELMER, D. G.. Psicologia Experimental: psicologia para compreender a pesquisa em psicologia. Thompson Pioneira, 2006. MOREIRA, Márcio Borges; MEDEIROS, Carlos Augusto de. Princípios Básicos de Análise do Comportamento. Porto Alegre: Artmed, 2007, 224p. TOURINHO, E. Z.; DE LUNA, S. V.. Análise do comportamento: investigações históricas, conceituais e aplicadas. ROCA, 2010. Disciplina Período Descrição Psicologia do Esporte 5º período Carga Horária 40 horas O psicólogo no contexto do esporte: histórico e aproximação contemporânea à realidade brasileira. Atribuições do psicólogo do esporte. Pressão por resultados. Gestão de equipes de atuação. Esportes com formação de equipes e esportes individuais. Intervenções psicológicas em contextos esportivos. Referências FRANCO, Gisela Sartoni. Preparando a vitória: psicologia do esporte e Básicas psicodrama. Agora, 2004, 124p. RUBIO, Katia. Psicologia do Esporte: Teoria e Prática. ROCA, 2010. SCAGLIA, Alcides José (et al.). Coleção Psicologia do Esporte e do Exercício: Futebol, psicologia e produção do conhecimento. (vol. 3). Atheneu, 2008, 185p. Referências BRANDÃO, Maria Regina Ferreira. Coleção Psicologia do Esporte e do Complementares Exercício: o treinador e a psicologia do esporte (vol. 4). Atheneu, s/d. BRANDÃO, Maria Regina Ferreira. Coleção Psicologia do Esporte e do Exercício: o voleibol e a psicologia do esporte. Atheneu, s/d. BURITI, Marcelo de Almeida (org.). Psicologia do esporte. 4ed. Alínea, 2012, 212p. MACHADO, A. A.; BRANDÃO, M. R. F. Coleção Psicologia do Esporte e do Exercício: aspectos psicológicos do Rendimento Esportivo (vol. 2). Atheneu, 2008, 208p. RAALTE, J.; BREWER, B.. Psicologia do Esporte. 2ed. Ed. Santos, 2011, 588p. Disciplina Período Descrição Referências Básicas Psicologia Institucional 5º período Carga Horária 40 horas Atribuições da psicologia nas instituições. Instituições e Entidades. Dialética do poder. Análise institucional. Asilos, instituições asilares, prisões, conventos e escolas. História da loucura e do hospital. Movimento desinstitucionalizador no Brasil, luta antimanicomial. FOUCAULT, M.. Microfísica do poder. 25ª ed. Rio de Janeiro: Graal, 2012. 432 p. FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir. 31ed. Ed. Vozes, 1987, 262p. GOFFMAN, Erving. Manicômios, prisões e conventos. 7ed.. Perspectiva, 64 2001, 312p. Referências BAREMBLITT, Gregório. Grupos: teoria e técnica. GRAAL, 2010, 219p. Complementares ENRIQUEZ, Eugéne. A organização em Análise. 4ed. 2006. FOUCAULT, Michel. História da loucura. 7ed. Ed. Perspectiva, 2004. GUIRADO, Marlene. Psicologia Institucional. Col. Temas básicos de Psicologia. Vol. 15, 2ed., Ed. EPU. 2004, 133p. LAPASSADE, G. Grupos, organizações e instituições. 1974, 320p. Disciplina Período Descrição Psicopatologia I: Fenômenos Psicopatológicos 5º período Carga Horária 80 horas Psicanálise e Psiquiatria. As estruturas clínicas: Neurose, Psicose e Perversão. Fenomenologia psicopatológica. As crises maníacas. Delírios sistematizados crônicos (paranoia e parafrenia). Alucinações. Esquizofrenias. Introdução aos casos clínicos. Introdução à fenomenologia no DSM-IV. Referências JASPERS, Karl. Psicopatologia Geral (2vol.). 8ed. Ed. Atheneu. 1994, 1580p. Básicas QUINET, Antônio. Teoria e Clinica da Psicose. Rio de Janeiro: Ed. Forense Universitária, 2003. SCHREBER, D. P.. Memórias de um doente dos nervos. Paz e terra, 2010, 371. DUMAS, Jean. Psicopatologia da Infância e da Adolescência. 3ed. Artmed, Referências Complementares 2011, 640p. FOUCAULT, Michel. EU, Pierre Riviere, que degolei minha mãe, minha irmã e meu irmão. Ed. Paz e terra. 2013, 392p. FREUD, S. O caso Schreber. Edição Standart das Obras Completas de S. Freud. Vol. XII – O caso Schreber etc. Imago. 2006. JORGE, Miguel. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais DSM-IV-TR. 4ed. Grupo A, 2002. SPITZER, Robert (et al). DSM-IV Casos Clínicos: complemento didático para o manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. Grupo A. s/d. Disciplina Período Descrição Referências Básicas Referências Análise Comportamental 5º período Carga Horária 80 horas Análise funcional do comportamento. Cores, estímulos e variações de comportamento. Controle do comportamento pelos meios televisivos e de marketing. Análise Clínica e comportamental em estudos de caso. Reforçamento positivo e negativo, Punição positiva e negativa e Desamparo aprendido. Transtornos psiquiátricos relacionados ao comportamento. KANTOWITZ, B. H.; ROEDIGER, H. L.; HELMER, D. G.. Psicologia Experimental: psicologia para compreender a pesquisa em psicologia. Thompson Pioneira, 2006. MOREIRA, Márcio Borges; MEDEIROS, Carlos Augusto de. Princípios Básicos de Análise do Comportamento. Porto Alegre: Artmed, 2007, 224p. TOURINHO, E. Z.; DE LUNA, S. V.. Análise do comportamento: investigações históricas, conceituais e aplicadas. ROCA, 2010. BOCK, Ana M. B.; FURTADO, O. e TEIXEIRA, M. L. Psicologias: uma 65 Complementares introdução ao estudo de Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2009. COZBY, P.C.. Métodos de Pesquisa em ciências do comportamento. Ed. Atlas, 2003. FARIAS, Ana Karina. Análise experimental clínica: aspectos teóricos e estudos de caso. Porto Alegre: Artmed, 2010, 342p. GOMIDE, Paula Inez Cunha; WEBER, Lidia Natália. Análise experimental do comportamento: manual de laboratório. 6ed. Florianópolis: Ed. UFPR, 2003. MARTIN, Garry. Modificação de comportamento: o que é e como fazer. 8ed. ROCA, 2009. Disciplina Período Estágio III: Acompanhamento de Pessoas com Câncer e Psicologia Hospitalar 80 horas (20 orientação Carga Horária 5º período +60 prática orientada) Descrição Introdução do estagiário no ambiente hospitalar e com pessoas com câncer. Acompanhamento de pacientes no prontuário. Registro de informações do paciente em relação a seu quadro clínico-psicológico. Inserção de dados em prontuário. Participação de discussão de casos clínicos. Evolução do paciente e intervenções para melhoria da qualidade de vida. Orientações à família do paciente. x Referências Básicas ALAMY, Susana. Ensaios de Psicologia hospitalar: a ausculta da alma. 3ed. 2013, 312p. ANDREOLI, Paula; CAIUBY, Andrea. Psicologia Hospitalar: série manuais de especialização do Einstein. Ed. Manole, 2013, 248p. CANGUILHEM, G.. O normal e o patológico. 6ª ed. Rio de Janeiro: Forense universitária, 2010. ANGERAMI-CAMON, Valdemar Camon. A psicologia no hospital. Referências Complementares Thompson, 2003, 126p. ANGERAMI-CAMON, Valdemar Camon. O doente, a psicologia e o hospital. 3ed. Cengage Learning, 2009,110p. ANGERAMI-CAMON, Valdemar Camon. Psicologia e câncer. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2013, 544p. CANGUILHEM, G.. O conhecimento da vida. Rio de Janeiro: Forense universitária, 2012. TONETTI, Flávio; MEUCCI, Arthur. Amor, Existência e morte: miniensaios de filosofia. Ed. Vozes, 2013, 80p. 6º Período 66 Disciplina Período 6º período Estágio IV: Psicodiagnóstico 80 horas (20 orientação Carga Horária +60 prática orientada) Inserção do aluno no ambiente clínico. A queixa e a demanda da família. Estruturação do psicodiagnóstico. Aplicação e correção de testagem psicológica. O retorno à família do paciente. Elaboração de encaminhamento e comunicações a quem de direito. Referências OCAMPO & PICCOLO. O processo psicodiagnóstico e as técnicas projetivas. Básicas 11ed. WMF Editora, 2011, 552p. NUNES, M. L. T. (Org.) Técnicas projetivas com crianças. Casa do Psicólogo, 2010, 242p. WERLANG e AMARAL (Org.). Atualizações em métodos projetivos para avaliação psicológica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2011, 423p. Referências BORUCHOVITCH e SANTOS. Avaliação psicológica no contexto educativo e Complementares psicossocial. São Paulo: Casa do psicólogo, 2012, 336p. COUTO; PIRES (Orgs.). Os contornos da psicologia contemporânea: temas em avaliação psicológica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2012, 324p. CUNHA, S. E. Escalas e o sistema de normas em psicometria. Vetor, 1991. ERTHAL, T. C.. Manual de Psicometria. Vetor, 1987. URBINA, Suzana. Fundamentos de Testagem psicológica. Grupo A, 2007, 320p. Descrição Disciplina Período Descrição Psicologia e Políticas Públicas 6º período Carga Horária 80 horas Psicologia e políticas públicas. A inserção do profissional de Psicologia no contexto público. O compromisso social da psicologia. A educação, a Saúde, a assistência social, moradia e reforma agrária. Referências FERREIRA, João Leite. Psicologia, políticas públicas e o SUS. Escuta editora, Básicas 2011, 224p. SECCHI, Leonardo. Políticas públicas: conceitos, esquemas de análise e casos práticos. 2ed. Ed. Pioneira-Thompson, 2013, 188p. SILVA, José Carlos. As políticas educacionais e a formação do profissional da psicologia. Ed. CRV, 2011, 313p. Referências CARNEIRO, Maria José (coord.). Ruralidades contemporâneas: modos de Complementares viver e pensar o rural na sociedade brasileira. MAUAD, 2012, 268p. CRUZ &GUARESCHI. O psicólogo e as políticas públicas de assistência social. Ed. Vozes, 2012, 240p. GONÇALVES, Maria. Psicologia, subjetividade e políticas públicas. Ed. Cortez, 2010, 136p. GUARESCHI, Neuza et al. Psicologia, formação, políticas e produção em saúde. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2010. MATTIOLI, Olga (org.) Família, violência e políticas públicas: pesquisas e práticas. CRV, 2012, 234p. Disciplina Período 6º período Psicomotricidade Carga Horária 40 horas 67 Introdução à psicomotricidade. História e abordagens da psicomotricidade. O profissional psicomotricista. A psicomotricidade relacional e o método aucouturier. O corpo, o desejo e a psicomotricidade. Reabilitação psicomotora. Psicomotricidade e aprendizagem. Referências ALMEIDA, Geraldo Peçanha. Teoria e prática em psicomotricidade. 4ed. Básicas WAK, s/d. AUCOUTURIER, Bernard. Dificuldades do comportamento e aprendizagem. ZAMBONI, s/d, 176p. AUCOUTURIER, Bernard. O método aucouturier: fantasmas de ação e prática psicomotora. Ideias e Letras, 2007, 326p. Referências ALVES, Fátima. Psicomotricidade: corpo, ação e emoção. 3ed. WAK, 2007. Complementares FERNANDES e GUTIERRES. Psicomotricidade: abordagens emergentes. MANOLE, 2012. LAPIERRE. Da psicomotricidade relacional a análise corporal. UFPR, 2010. LOVISARO, Martha. A psicomotricidade aplicada na escola: guia prático de prevenção das dificuldades da aprendizagem. WAK, 2011. OLIVEIRA, Gislene de Campos. Psicomotricidade. 8ed. Ed. Vozes, 2003, 150p. Descrição Disciplina Período Descrição Psicologia e Mobilidade Humana: Psicologia do Trânsito 6º período Carga Horária 40 horas O psicólogo no âmbito da mobilidade humana. Definições e atribuições do psicólogo no trânsito. Código Brasileiro de Trânsito. Avaliação psicológica no contexto da mobilidade humana. Os não aprovados e os aprovados. Acompanhamento de habilitados. Dificuldades para dirigir e traumas derivados do trânsito. Referências ROZESTRATEN. Psicologia do trânsito: conceitos e processos básicos. EPU, Básicas s/d, 176p. SCIESLESKI, Julio; ALBINO. Ser humano: desafio na vida e no trânsito. 3ed. Méritos, 2012. BRASIL. Código de trânsito Brasileiro. 10ed. Ed. Saraiva. 2013. Referências CRISTO, Fábio de. Psicologia e trânsito: reflexões para pais, educadores e Complementares futuros condutores. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2012. URBINA, Suzana. Fundamentos de Testagem psicológica. Grupo A, 2007, 320p. BORUCHOVITCH e SANTOS. Avaliação psicológica no contexto educativo e psicossocial. São Paulo: Casa do psicólogo, 2012, 336p. COUTO; PIRES (Orgs.). Os contornos da psicologia contemporânea: temas em avaliação psicológica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2012, 324p. CUNHA, S. E. Escalas e o sistema de normas em psicometria. Vetor, 1991. ERTHAL, T. C.. Manual de Psicometria. Vetor, 1987. Disciplina Período Descrição Orientação Profissional e de Carreira 6º período Carga Horária 40 horas Definição de Orientação Profissional. Profissão e Mercado de trabalho. 68 Abordagens teórico-metodológicas de orientação profissional. Técnicas de Orientação Profissional: círculo da vida, Tempestade de ideias, Gosto e faço, árvore genealógica das profissões, Relações-Ocupações, Avaliação psicológica no contexto da orientação profissional. Determinantes e Condicionantes da Escolha Profissional. Orientação Profissional individual e em Grupos. Mitos relacionados à escolha profissional. (re) Opção de carreira e aposentadoria. Referências MOURA. Orientação profissional: sob o enfoque do comportamento. 3ed. Básicas Átomo, 2011. NEIVA, Kathia. Processos de escolha a orientação profissional. Ed. Vetor. 2013. OLIVEIRA, D. P. R.. Coaching, Mentoring e Counseling: modelo integrado de orientação profissional. Atlas, 2012. Referências BOCK, Sílvio Duarte. Orientação Profissional para classes pobres. Ed. Complementares Cortez, 2010. BOCK, Sílvio Duarte. Orientação Profissional: a abordagem sóciohistórica.Ed. Cortez, 2002. CAMARGO, Lucilla. Orientação profissional: uma experiência psicodramática. Ed. Summus, 2006. LASSANCE. Técnicas para o trabalho de orientação profissional em grupos.2ed. ED.UFRG, 2010. LIMA, Mariza. Orientação profissional: princípios, práticas e textos para psicologia. Ed. Vetor, 2007. Disciplina Período Descrição Técnicas de Avaliação e Exame Psicológico II: Testes Projetivos Gráficos 6º período Carga Horária 80 horas Escrita de laudos técnicos e pareceres psicológicos. Documentos emitidos pelo profissional de psicologia. Testes expressivos, projetivos e de desenho. Correção de testes psicológicos não-objetivos. A construção do Processo Psicodiagnóstico. A Anamnese familiar e a estruturação da testagem psicológica a ser aplicada. A hora do jogo diagnóstico. O teste do desenho livre. Referências OCAMPO & PICCOLO. O processo psicodiagnóstico e as técnicas projetivas. Básicas 11ed. WMF Editora, 2011, 552p. NUNES, M. L. T. (Org.) Técnicas projetivas com crianças. Casa do Psicólogo, 2010, 242p. WERLANG e AMARAL (Org.). Atualizações em métodos projetivos para avaliação psicológica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2011, 423p. Referências URBINA, Suzana. Fundamentos de Testagem psicológica. Grupo A, 2007, Complementares 320p. BORUCHOVITCH e SANTOS. Avaliação psicológica no contexto educativo e psicossocial. São Paulo: Casa do psicólogo, 2012, 336p. COUTO; PIRES (Orgs.). Os contornos da psicologia contemporânea: temas em avaliação psicológica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2012, 324p. CUNHA, S. E. Escalas e o sistema de normas em psicometria. Vetor, 1991. ERTHAL, T. C.. Manual de Psicometria. Vetor, 1987. 69 Testes a serem usados House-Tree-Person (HTP) – 10 kits. Teste de Apercepção Temática (TAT) – 10 kits. WAIS III – 04 kits. LIP – 10 kits. Disciplina Período Descrição Psicopatologia II: Diagnóstico Diferencial 6º período Carga Horária 80 horas Do sintoma à síndrome. Síndromes ansiosas, depressivas, maníacas, neuróticas, psicóticas. Síndromes de agitação e de estupor e lentificação psicomotoras. Síndromes relacionadas ao consumo de alimentos. Síndromes relacionadas ao consumo de substâncias psicoativas. Síndromes relacionadas à sexualidade. Síndromes relacionadas ao sono. Síndromes mentais orgânicas. Demências. Síndromes Relacionadas à cultura. Referências DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos transtornos Básicas mentais. Artmed, 2008. JASPERS, Karl. Psicopatologia Geral (2vol.). 8ed. Ed. Atheneu. 1994, 1580p. QUINET, Antônio. Teoria e Clinica da Psicose. Rio de Janeiro: Ed. Forense Universitária, 2003. DUMAS, Jean. Psicopatologia da Infância e da Adolescência. 3ed. Artmed, Referências Complementares 2011, 640p. FOUCAULT, Michel. EU, Pierre Riviere, que degolei minha mãe, minha irmã e meu irmão. Ed. Paz e terra. 2013, 392p. FREUD, S. O caso Schreber. Edição Standart das Obras Completas de S. Freud. Vol. XII – O caso Schreber etc. Imago. 2006. JORGE, Miguel. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais DSM-IV-TR. 4ed. Grupo A, 2002. SPITZER, Robert (et al). DSM-IV Casos Clínicos: complemento didático para o manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. Grupo A. s/d. 7º Período Disciplina Período Estágio V: Psicomotricidade, Psicologia Escolar e Orientação Profissional 80 horas (20 orientação + Carga Horária 7º período 60 prática orientada) Descrição Referências Básicas A clínica voltada para questões escolares. O diagnóstico dos problemas de aprendizagem. Orientação profissional e de carreira. Atendimento em psicomotricidade. (o aluno deverá escolher uma dentre as atividades para realizar o estágio). MOURA. Orientação profissional: sob o enfoque do comportamento. 3ed. Átomo, 2011. NEIVA, Kathia. Processos de escolha a orientação profissional. Ed. Vetor. 2013. 70 BALBINO, Viviana. Psicologia e o psicólogo escolar no Brasil. Ed. Summus, 2008. Referências BOCK, Sílvio Duarte. Orientação Profissional para classes pobres. Ed. Complementares Cortez, 2010. BOCK, Sílvio Duarte. Orientação Profissional: a abordagem sóciohistórica.Ed. Cortez, 2002. MARTINS. Desenvolvimento do psiquismo e a educação escolar. Ed. Autores Associados, 2013. AUCOUTURIER, Bernard. O método aucouturier: fantasmas de ação e prática psicomotora. Ideias e Letras, 2007, 326p. Disciplina Período Descrição Psicologia das Emergências, Desastres e Violência 40 horas 7º período Carga Horária A psicologia nos contextos das emergências, desastres e violências. Intervenções psicológicas e avaliação de possíveis sofrimentos advindos de situações traumáticas. O papel do psicólogo frente às emergências. Estudos de Caso. Referências VIEIRA-NETO, Othon; VIEIRA, Cláudia Maria Sodré. Transtorno de Estresse Básicas pós-traumático: neurose de guerra em tempos de paz. São Paulo: Vetor, 2005. VALENCIO, Norma. Sociologia dos desastres: construção, interfaces e perspectivas no Brasil. RIMA Editora, 2010. FREUD, Sigmund. O futuro de uma ilusão. Edição Standard das Obras completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1995. DAMASIO, Antônio. O mistério da consciência. São Paulo: Martins Fontes, Referências Complementares 2000. FERENCZI, Sándor. Obras completas: psicanálise III. São Paulo: Martins Fontes, 1993. FERENCZI, Sándor. Obras completas. São Paulo: Martins Fontes, 1992. FREUD, S. Para além do princípio do prazer. Edição Standard das Obras completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1995. GARCIA-ROSA, L. A.. Freud e o inconsciente. 16ed. Rio de Janeiro: Zahar, 236p. Disciplina Período Descrição Referências Básicas Referências Intervenções Psicológicas da Abordagem Psicanalítica 80 horas 7º período Carga Horária As clínicas psicanalíticas: a clínica da neurose e a clínica da psicose. Intervenções psicológicas da abordagem psicanalítica, manejo da transferência, manifestações do inconsciente, sonhos etc. FREUD, S. A interpretação dos sonhos. Imago, 1901-2001. FREUD, Sigmund. Cinco lições de psicanálise. IN.: Observações sobre um caso de neurose obsessiva [o homem dos ratos] e outros textos. Obras completas volume 9. Ed. Companhia das Letras, 1909-1910/ 2013. FREUD, Sigmund. Dissecção da personalidade psíquica: novas conferências introdutórias da psicanálise. Obras completas, Companhia das letras, 1933/2010. MAURANO, Denise. A Transferência. Rio de Janeiro: Zahar, s/d, 76p. 71 Complementares FREUD, S. As pulsões e seus destinos. Ed. Autêntica, 2013, 168p. FREUD, S. Mal-estar na civilização, novas conferências introdutórias e outros textos, vol. 18. Companhia das letras, 1930-2010. HAAR, Michel. Introdução à psicanálise: FREUD. Edições 70, 2008, 88p. FREUD, S. O Eu e o Id, autobiografia e outros textos, v. 16. Companhia das Letras, 1923-2011. Disciplina Período Descrição Intervenções Psicológicas da Abordagem Cognitivo-Comportamental 80 horas 7º período Carga Horária Intervenções Psicológicas na Abordagem Cognitivo-Comportamental. Técnicas Cognitivas e Comportamentais. O diagnóstico. A intervenção cognitiva comportamental. Sintomas, crenças e pensamentos disfuncionais. Referências KANTOWITZ, B. H.; ROEDIGER, H. L.; HELMER, D. G.. Psicologia Básicas Experimental: psicologia para compreender a pesquisa em psicologia. Thompson Pioneira, 2006. MOREIRA, Márcio Borges; MEDEIROS, Carlos Augusto de. Princípios Básicos de Análise do Comportamento. Porto Alegre: Artmed, 2007, 224p. TOURINHO, E. Z.; DE LUNA, S. V.. Análise do comportamento: investigações históricas, conceituais e aplicadas. ROCA, 2010. BOCK, Ana M. B.; FURTADO, O. e TEIXEIRA, M. L. Psicologias: uma Referências Complementares introdução ao estudo de Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2009. COZBY, P.C.. Métodos de Pesquisa em ciências do comportamento. Ed. Atlas, 2003. FARIAS, Ana Karina. Análise experimental clínica: aspectos teóricos e estudos de caso. Porto Alegre: Artmed, 2010, 342p. GOMIDE, Paula Inez Cunha; WEBER, Lidia Natália. Análise experimental do comportamento: manual de laboratório. 6ed. Florianópolis: Ed. UFPR, 2003. MARTIN, Garry. Modificação de comportamento: o que é e como fazer. 8ed. ROCA, 2009. Disciplina Período Descrição Psicologia Educacional e Escolar 40 horas 7º período Carga Horária Introdução à Psicologia Escolar e Educacional. Atribuições do Psicólogo no âmbito das Instituições de Ensino. Os processos de Ensino-aprendizagem. Diagnóstico e Intervenção no âmbito da Escola. Intervenções com professores e na gestão escolar. Administração Escolar. Pesquisas recentes sobre Psicologia Escolar e Educacional. Educação Ambiental. Referências BALBINO, Viviana. Psicologia e o psicólogo escolar no Brasil. Ed. Summus, Básicas 2008. PIAGET, J. Psicologia da Inteligência. Ed. Martins Fontes, 2012. PIAGET, J. Seis estudos de Psicologia. 25ed. Forense Universitária, 2011. Referências MARTINS. Desenvolvimento do psiquismo e a educação escolar. Ed. Complementares Autores Associados, 2013. VIGOTSKY, L. S.. A formação social da mente. 7ª. Ed. Martins Fontes, 2007, 224p. 72 MARTINEZ, Albertina. Psicologia escolar e compromisso social. Alínea, 2007. PADILHA; OLIVEIRA. Educação para todos: as muitas faces da inclusão social. Papirus, 2013. BERTASSONI, Mariita. Consultoria em psicologia escolar-educacional. Juruá, 2009. Disciplina Período Descrição Psicologia Jurídica 80 horas 7º período Carga Horária Introdução do profissional de psicologia no contexto jurídico. Acompanhamento, avaliação psicológica em contextos de: separação e divisão de guarda de filhos, criminalidade e violência, risco social e destituição do poder familiar, adoção, adoção por casais homoafetivos, síndrome da alienação parental. Intervenções psicológicas no âmbito dos direitos da criança e adolescente, do idoso e das pessoas com necessidades especiais. Escrita e avaliação pericial de laudos e pareceres. Demandas do poder jurídico à psicologia. Referências BARROS, Fernanda Otoni de. Do direito ao Pai. Ed. Del Rey, 2001. Básicas FIORELLI, José Osmir et al. Psicologia Jurídica. 4ed. Atlas, 2012. CRUZ, Roberto. Reflexões e experiências em psicologia jurídica no contexto criminal/penal. Ed. Vetor, 2012. Referências GARCIA, Célio. Psicologia Jurídica: orientação para o real. Ed. Ophicina Complementares Arte & Prosa, 2011. MIRA Y LOPEZ, Emílio. Manual de Psicologia Jurídica. 2ed. Ed. LZN, 2009, 310p. PAULO, Beatrice Marinho. Psicologia na prática jurídica: a criança em foco. Impetus, 2009. AMPARO, Deise Matos do, et al. Adolescência e Violência: teorias e práticas nos campos clínico, educacional e jurídico. Liber Livro, 2010. BRITO. Famílias e separações: perspectivas da psicologia jurídica. UERJ, 2008. Disciplina Período Descrição Referências Básicas Referências Técnicas de Avaliação e Exame Psicológico III: Zulliger e Pfister 80 horas 7º período Carga Horária Escrita de laudos técnicos e pareceres psicológicos. Documentos emitidos pelo profissional de psicologia. O teste das pirâmides coloridas de pfister e o teste Zulliger. Aplicações e correções dos testes Pfister e Zulliger. Escrita de laudos e pareceres. OCAMPO & PICCOLO. O processo psicodiagnóstico e as técnicas projetivas. 11ed. WMF Editora, 2011, 552p. NUNES, M. L. T. (Org.) Técnicas projetivas com crianças. Casa do Psicólogo, 2010, 242p. WERLANG e AMARAL (Org.). Atualizações em métodos projetivos para avaliação psicológica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2011, 423p. URBINA, Suzana. Fundamentos de Testagem psicológica. Grupo A, 2007, 73 Complementares 320p. BORUCHOVITCH e SANTOS. Avaliação psicológica no contexto educativo e psicossocial. São Paulo: Casa do psicólogo, 2012, 336p. COUTO; PIRES (Orgs.). Os contornos da psicologia contemporânea: temas em avaliação psicológica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2012, 324p. CUNHA, S. E. Escalas e o sistema de normas em psicometria. Vetor, 1991. ERTHAL, T. C.. Manual de Psicometria. Vetor, 1987. Testes a serem usados Zulliger (completo) – 10 kits. Pfister – 10 kits. 8º Período Disciplina Período Descrição Intervenções Psicológicas da Abordagem Sistêmica 80 horas 8º período Carga Horária Intervenções psicológicas na abordagem sistêmica. O setting terapêutico. A reunião de família. A complexidade e os sistemas. Ciclos de retroalimentação. Técnicas da abordagem sistêmica. Referências ASEN, Eia; et al. 10 minutos para a família: intervenções sistêmicas em Básicas atenção primária a saúde. Grupo A editora. 2012, 254p. BASCOLO, Luigi. Terapia sistêmica individual: manual prático na clínica. Artesã editora. 2012, 340p. ROSSET, Solange. 123 técnicas de psicoterapia relacional sistêmica. 2ed. Artesã LTDA, 2013, 180p. Referências ARIÈS, Philippe. História Social da Infância e da Família. 2ed. Editora LTC, Complementares 2011, 280p. BOCK, Ana M. B.; FURTADO, O. e TEIXEIRA, M. L. Psicologias: uma introdução ao estudo de Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2009. GOMES, Denise Mendes. Mitos familiares: memória e ocultação – uma abordagem sistêmica. Cabral Editora Universitária, 2000. GUEBERT. Identidade e autonomia em crianças de 0 a 5 anos: abordagem sistêmica. Pró infanti editora, 2008. ROSSET, Solange. Terapia relacional sistêmica. 2ed. Artesã editora. S.d., 123p. Disciplina Período Descrição Referências Psicologia Organizacional e do Trabalho 80 horas 8º período Carga Horária A história da Psicologia do trabalho. Paradigmas do trabalho na história da humanidade. Psicologia Industrial, Psicologia do Trabalho e Psicologia Organizacional. Clínicas do trabalho: psicodinâmica, ergonomia, clínica do trabalho, ergologia etc. Introdução a saúde mental no trabalho. Discussão de Casos Clínicos sobre adoecimento no trabalho. ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a 74 Básicas negação do trabalho. 2ed. Ed. São Paulo: Boitempo, 2012. DEJOURS, Christophe. (ORG.) Psicodinâmica do trabalho. Atlas, 1993. MENDES, Ana Magnólia Mendes et al(orgs). Psicodinâmica e clínica do trabalho: temas, interfaces e casos brasileiros. Curitiba: Juruá, 2010. Referências CANGUILHEM, G.. O normal e o patológico. 6ª ed. Rio de Janeiro: Forense Complementares universitária, 2010. GLINA, Débora e ROCHA, Lys. Saúde mental no trabalho: da teoria à prática. São Paulo: ROCA, 2010. CLOT, Yves. A função psicológica do trabalho. São Paulo: Vozes, 2006. GUILLANT, Louis e LIMA. Escritos de Louis Le Guillant: da ergoterapia a psicopatologia do trabalho. São Paulo: Vozes, 2006. GUIMARÃES, Magali Costa. Trabalho e dor na agricultura: análise ergonômica do arranquio de feijão. Curitiba: Juruá, 2010. Periódico: Revista Brasileira de Saúde Ocupacional Disciplina Período Descrição Intervenções Psicológicas da Abordagem Humanista 80 horas 8º período Carga Horária Intervenções na abordagem humanista. A identificação da tendência atualizante. A postura do terapeuta na abordagem centrada na pessoa. Técnicas da ACP para a clínica. O Cliente e sua relação de mundo com o psicoterapeuta. Referências ROGERS, Carl. Tornar-se pessoa. Martins Fontes, 2009. Básicas ROGERS, Carl. Um jeito de ser. São Paulo: EPU, 2012. ABBAGNANO, Nicola. Introdução ao existencialismo. Martins Editora, 2009. GILES, T. R.. História do existencialismo e da fenomenologia. São Paulo: Referências Complementares EPU, 1989. MOREIRA, Virgínia. Clínica humanista-fenomenológica: estudos em psicoterapia e psicopatologia. Annablume, 2009. PENHA, João da Penha. O que é existencialismo? São Paulo: Brasiliense, 1982, 87p. ROGERS, Carl. A pessoa como centro. São Paulo: EPU, s/d. ROGERS, Carl. Grupos de Encontro. Martins fontes, s/d. Disciplina Período Descrição Referências Básicas Ética Profissional do Psicólogo 40 horas 8º período Carga Horária Definição de Ética e Moral. Ethos e Mores. Atribuições do Psicólogo: direitos e deveres do profissional de Psicologia. Áreas de atuação do profissional de psicologia. Bioética. Direitos Humanos. CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Código de ética profissional do psicólogo. Brasília: CFP, 2005. SÁ, Antônio L.. Ética profissional. 8ed. São Paulo: Atlas, 2009. YAMAMOTO, O. H.; COSTA, A. L. F. (org.). Escritos sobre a profissão de 75 psicólogos no Brasil. Natal: EDUFRN, 2010. Referências CAMARGO, Marculino. Fundamentos de ética geral e profissional. 2ed. Complementares Petrópolis: Vozes, 2001. FOUCAULT, Michel. Genealogia da ética: subjetividade e sexualidade. Forense Universitária, 2014. BETIOLI, Antônio Bento. Bioética: a ética da vida. LTR, 2013, 168p. FORTI, Valéria. Ética, crime e loucura: reflexões sobre a dimensão ética no trabalho profissional. Lumen Juris, 2013. GOLDBERG, Jacob Pinheiro. O direito no divã: ética da emoção. Saraiva, 2011. Disciplina Período Descrição Interv. Psic. e Educativas com Pessoas com Necessidades Especiais 80 horas 8º período Carga Horária História da deficiência. Tipos de deficiência: def. auditiva, def. visual, def. motora, def. cognitiva/mental etc.. Estatuto das pessoas com deficiência. O papel do profissional de psicologia diante das necessidades especiais. Os direitos da Pessoa com transtorno do espectro autista. Referências DINIZ, Débora. O que é deficiência? (Col. Primeiros Passos) Ed. Brasiliense. Básicas 2007. RIBAS, João B. C.. O que são pessoas com deficiência? (Col. Primeiros Passos). Ed. Brasiliense. S/d. SOARES, Maria A. L.; CARVALHO, Maria de Fátima. O professor e o aluno com deficiência. Cortez, 2012. Referências SANTOS. Dialogando sobre inclusão em educação: contando casos (e Complementares descasos). CRV, 2013. JR., Francisco B. Assumpção. Sexualidade, cinema e deficiência. LMP, s/d. CIRANDA CULTURAL. Aprendendo valores e sentimentos: LIBRAS. Ed. Ciranda Cultural. FALCÃO, Luiz Alberic. Surdez, cognição visual e LIBRAS. 2012, 388p. FIGUEIRA, Alexandre dos Santos. Material de apoio para o aprendizado de LIBRAS. Phorte, 2011, 340p. QUADROS, Ronice; REBELLO-CRUZ, Carina. Língua de sinais. Porto Alegre: Artmed, s/d. 2012. BRASIL. Lei n. 12.764 de 27 de dezembro de 2012. Disciplina Período Descrição Referências Básicas Referências Estágio VI: Psic. do Trabalho, Psic. Organizacional, Psicologia Clínica 80 horas 8º período Carga Horária Neste o aluno deverá fazer a escolha entre a abordagem clínica ou organizacional. ROGERS, Carl. Tornar-se pessoa. Martins Fontes, 2009. ROGERS, Carl. Um jeito de ser. São Paulo: EPU, 2012. ROSSET, Solange. 123 técnicas de psicoterapia relacional sistêmica. 2ed. Artesã LTDA, 2013, 180p. BASCOLO, Luigi. Terapia sistêmica individual: manual prático na clínica. 76 Complementares Artesã editora. 2012, 340p. CLOT, Yves. A função psicológica do trabalho. São Paulo: Vozes, 2006. GUILLANT, Louis e LIMA. Escritos de Louis Le Guillant: da ergoterapia a psicopatologia do trabalho. São Paulo: Vozes, 2006. MOREIRA, Márcio Borges; MEDEIROS, Carlos Augusto de. Princípios Básicos de Análise do Comportamento. Porto Alegre: Artmed, 2007, 224p. TOURINHO, E. Z.; DE LUNA, S. V.. Análise do comportamento: investigações históricas, conceituais e aplicadas. ROCA, 2010. 9º Período e 10º Período – Núcleo Comum Disciplina Período Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso 80 horas (20 orientação + Carga Horária 9º período 60 de escrita e planej.) Estruturação de projeto de pesquisa. Tema, problema, Objetivos, justificativa, referencial teórico, metodologia, cronograma, considerações finais e referências. Avaliação da ética do projeto de pesquisa. Referências BARDIN, L.. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2010. Básicas SPINK, M.J. Práticas discursivas e produção de sentidos no cotidiano: aproximações teóricas e metodológicas. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2000. YIN, Robert. Estudos de Caso: planejamento e métodos. 4ed. Bookman, 2010, 212p. COZBY, P.C.. Métodos de Pesquisa em ciências do comportamento. Ed. Referências Complementares Atlas, 2003. CRESWELL, J. W.. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. FLICK, U.. Introdução à pesquisa Qualitativa. 3ª. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. LAGO, Mara Coelho (org.). Gênero e pesquisa em psicologia social. Casa do Psicólogo, 2008, 274p. SHAUGHNESSY; ZECHMEINSTER. Metodologia de Pesquisa em Psicologia. 9ed. MCGRAW-HILL, 2012, 488p. Descrição Disciplina Período Descrição Referências Básicas 10º período Trabalho de Conclusão de Curso 80 horas (20 orientação + Carga Horária 60 de escrita e planej.) Estruturação do Trabalho de Conclusão de Curso: Artigo Científico. Resumo, palavras-chave, Introdução (tema, problema, Objetivos, justificativa) referencial teórico, metodologia, análise e discussão de dados, considerações finais e referências. Avaliação da ética do projeto de pesquisa. BARDIN, L.. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2010. SPINK, M.J. Práticas discursivas e produção de sentidos no cotidiano: aproximações teóricas e metodológicas. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2000. 77 YIN, Robert. Estudos de Caso: planejamento e métodos. 4ed. Bookman, 2010, 212p. COZBY, P.C.. Métodos de Pesquisa em ciências do comportamento. Ed. Referências Complementares Atlas, 2003. CRESWELL, J. W.. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. FLICK, U.. Introdução à pesquisa Qualitativa. 3ª. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. LAGO, Mara Coelho (org.). Gênero e pesquisa em psicologia social. Casa do Psicólogo, 2008, 274p. SHAUGHNESSY; ZECHMEINSTER. Metodologia de Pesquisa em Psicologia. 9ed. MCGRAW-HILL, 2012, 488p. Disciplina Período Descrição Seminários Integrativos I: Luto e Perda 40 horas 9º período Carga Horária Luto e perda. A comunicação aos familiares. O processo de adoecimento e de finalização da vida. O papel do psicólogo frente as doenças terminais e agudizantes. Tanatologia. Luto e Melancolia. Referências KÜBLER-ROSS, Elizabeth. Sobre a morte e o morrer. São Paulo: Martins Básicas fontes, 2008. KÜBLER-ROSS, Elizabeth. A morte: um amanhecer. São Paulo: Ed. Pensamento, 1991. TONETTI, Flávio; MEUCCI, Arthur. Amor, Existência e morte: miniensaios de filosofia. Ed. Vozes, 2013, 80p. ANGERAMI-CAMON, Valdemar Camon. A psicologia no hospital. Referências Complementares Thompson, 2003, 126p. ANGERAMI-CAMON, Valdemar Camon. O doente, a psicologia e o hospital. 3ed. Cengage Learning, 2009,110p. ANGERAMI-CAMON, Valdemar Camon. Psicologia e câncer. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2013, 544p. CANGUILHEM, G.. O conhecimento da vida. Rio de Janeiro: Forense universitária, 2012. FREUD, Sigmund. Luto e melancolia. Edição Standard das obras completas de Sigmund Freud, Imago, 2006. Disciplina Período Descrição Referências Básicas Referências Seminários Integrativos II: LIBRAS – Obrigatória 40 horas 10º período Carga Horária A língua brasileira de Sinais. Disposição oro-facial. Treino do alfabeto e principais sinais de conversação. Dias da semana, dias, contagem numérica, expressões emocionais. O surdo e a sua formação psíquica. O uso e o atendimento de pacientes usando a LIBRAS. GESSER, Audrei. O ouvinte e a surdez: sobre ensinar e aprender libras. Parábola editorial, 2012. PEREIRA, Maria Cristina da Cunha. LIBRAS: conhecimento além dos sinais. Pearson Education, 2011. SEGALA, Sueli Ramalho; KIJIMA, Catarina. A imagem do pensamento: LIBRAS. Ed. Escala, 2012. BRANDÃO, Flávia. Dicionário ilustrado de LIBRAS: Língua Brasileira de 78 Complementares Sinais. Ed. Global, s/d. CIRANDA CULTURAL. Aprendendo valores e sentimentos: LIBRAS. Ed. Ciranda Cultural. FALCÃO, Luiz Alberic. Surdez, cognição visual e LIBRAS. 2012, 388p. FIGUEIRA, Alexandre dos Santos. Material de apoio para o aprendizado de LIBRAS. Phorte, 2011, 340p. QUADROS, Ronice; REBELLO-CRUZ, Carina. Língua de sinais. Porto Alegre: Artmed, s/d. 9º Período e 10º Período – Ênfase A: Psic. e Processos Gerenciais Disciplina Período Descrição Gestão da Mudança e Cultura Organizacional 80 horas 9º período Carga Horária Os processos de gerenciamento de pessoas nas organizações. A gestão de pessoas e as empresas familiares. A gestão da mudança organizacional. A gestão das gerações na empresa. O Clima e a cultura organizacional. A história da empresa e o líder fundador. A interposição de mitos na empresa. Consultoria Organizacional. A postura do profissional de psicologia na empresa. Referências CHIAVENATO, Idalberto. Como transformar um RH (de um centro de Básicas despesa) em um centro de lucro. –2.ed. -São Paulo: Makron Books, 2000. CHIAVENATO, Idalberto. Gerenciando pessoas: o passo decisivo para a administração participativa.3 ed. São Paulo: Makron Books,1992. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas –3 ed.Rio de Janeiro: Elservier/Campus, 2010. BOHLANDER, George; SNELL, Scott; SHERMAN, Arthur . Administração de Referências Complementares recursos humanos. tradução Maria Lúcia G. Leite Rosa; revisão técnica Flávio Bressan. –São Paulo: PioneiraThomson Learning, 2003. CARVALHO, Antônio Vieira de. NASCIMENTO, Luiz Paulo do. Administração de Recursos Humanos, v. II. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações –8.ed. -São Paulo: Atlas, 2004. GRAMIGNA, Maria Rita Miranda. Jogos de empresa. 1993. ULRICH, David. Os campeões de recursos humanos. 1998. Periódicos Revista de Administração Contemporânea Revista de Administração de Empresas Revista de Administração da Mackenzie Disciplina Período Descrição Planejamento e Orçamento para Gestão de Instituições 80 horas 9º período Carga Horária Fluxo de Caixa e planejamento financeiro, Risco e Retorno. Alavancagem e estrutura de capital. Custo de Capital. Política de dividendos. Capital de 79 Giro e Gestão de ativos circulantes. Gestão de Passivos Circulantes. ASSAF NETO, Curso de Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2009. Referências BRIGHAM, Eugene F. Administração financeira; teoria e prática. São Paulo: Básicas Pioneira, 2001. HOJI, Masakazu. Administração financeira: uma abordagem prática. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2004. ASSAF NETO, C.A.T Administração do Capital de Giro. 3ª ed. São Paulo: Referências Complementares Atlas, 2002. MARIANO, Fabrício; MENESES, Anderson. Administração financeira e finanças empresariais. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus, 2012. 176 p. (1ex.) PAPARIELLO JÚNIOR, Vincenzo. Administração financeira e orçamentária: CESPE: questões comentadas e organizadas por assuntos. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: Método, 2011. 168 p. ROSS, Stephen A. Administração financeira. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2002. SANTOS, Edno Oliveira dos. Administração financeira de pequena e media empresa 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. Disciplina Período Estágio VII: Psicologia Organizacional: Gestão Est. de Pessoas 120 horas (40h Carga Horária orientação + 80h prática 9º período orientada) Estágio em Psicologia Organizacional (Gestão Estratégica de Pessoas). Avaliação de Clima Organizacional e de Cultura Organizacional. Avaliação e resolução de conflitos no ambiente de trabalho. Avaliação da motivação e Satisfação. Qualidade de Vida no trabalho. Intervenções em gestão estratégica de pessoas. Relatório de Consultoria. CHIAVENATO, Idalberto. Como transformar um RH (de um centro de Referências despesa) em um centro de lucro. –2.ed. -São Paulo: Makron Books, 2000. Básicas CHIAVENATO, Idalberto. Gerenciando pessoas: o passo decisivo para a administração participativa.3 ed. São Paulo: Makron Books,1992. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas –3 ed.Rio de Janeiro: Elservier/Campus, 2010. BOHLANDER, George; SNELL, Scott; SHERMAN, Arthur . Administração de Referências Complementares recursos humanos. tradução Maria Lúcia G. Leite Rosa; revisão técnica Flávio Bressan. –São Paulo: PioneiraThomson Learning, 2003. CARVALHO, Antônio Vieira de. NASCIMENTO, Luiz Paulo do. Administração de Recursos Humanos, v. II. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações –8.ed. -São Paulo: Atlas, 2004. GRAMIGNA, Maria Rita Miranda. Jogos de empresa. 1993. ULRICH, David. Os campeões de recursos humanos. 1998. Descrição Periódicos Revista de Administração Contemporânea Revista de Administração de Empresas Revista de Administração da Mackenzie 80 Disciplina Período Descrição Ergonomia e Segurança do Trabalho 40 horas 10º período Carga Horária Definição e evolução da ergonomia. Ergonomia no desenvolvimento de projetos. Sistema homem-máquina. Antropometria. Fatores ambientais. Posto de Trabalho. Processos cognitivos. Dispositivos e controles. Conceituação e segurança na engenharia. Controle do ambiente. Proteção coletiva e individual. Proteção contra incêndio. Riscos específicos na Engenharia Industrial. Controle de perdas e produtividade. Segurança no projeto. Análise e estatística de acidentes. Normalização e legislação específica. Organização da segurança do trabalho na empresa. Segurança em atividades extra-empresariais. LACOMBE, Patrícia. Bioergonomia – A ergonomia do elemento humano – Referências um novo posicionamento para o ambiente de trabalho. São Paulo, Juruá, Básicas 2012. MORAES Jr. C.P. Manual de Segurança e Saúde No Trabalho - Normas Regulamentadoras - Nrs - 8ª Ed. Difusão Editora, 2012. RONCHI, Carlos César. Sentido do Trabalho. Saúde e Qualidade de Vida. Curitiba: Juruá, 2011. CAMPOS, Armando. Cipa Comissão Interna de prevenção de acidentes Referências Complementares uma nova abordagem. 19 ed. Editora Senac. 2012 DUL, J.; WEERDMEESTER, B. Ergonomia prática. São Paulo, Edgard Blücher, 3 ed. 2012. FILHO, Antônio N. B. Segurança no trabalho e gestão ambiental. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2011. NAVARRO, V. L. . Trabalho e trabalhadores do calçado: a indústria calçadista de Franca (SP): das origens artesanais à reestruturação produtiva. 1. ed. São Paulo: Expressão Popular, 2006. v. 1. 304p. PINSKY, J; LUCA, T. R. Indústria e trabalho na história do Brasil. São Paulo: Contexto, 2001. Disciplina Período Descrição Saúde Mental e Trabalho 40 horas 10º período Carga Horária Clínicas do trabalho, saúde mental e de saúde do trabalhador. Referências ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a Básicas negação do trabalho. 2ed. Ed. São Paulo: Boitempo, 2012. DEJOURS, Christophe. (ORG.) Psicodinâmica do trabalho. Atlas, 1993. MENDES, Ana Magnólia Mendes et al(orgs). Psicodinâmica e clínica do trabalho: temas, interfaces e casos brasileiros. Curitiba: Juruá, 2010. Referências CANGUILHEM, G.. O normal e o patológico. 6ª ed. Rio de Janeiro: Forense Complementares universitária, 2010. GLINA, Débora e ROCHA, Lys. Saúde mental no trabalho: da teoria à prática. São Paulo: ROCA, 2010. CLOT, Yves. A função psicológica do trabalho. São Paulo: Vozes, 2006. GUILLANT, Louis e LIMA. Escritos de Louis Le Guillant: da ergoterapia a psicopatologia do trabalho. São Paulo: Vozes, 2006. GUIMARÃES, Magali Costa. Trabalho e dor na agricultura: análise ergonômica do arranquio de feijão. Curitiba: Juruá, 2010. 81 Periódico: Revista Brasileira de Saúde Ocupacional Disciplina Período Estágio VIII: Psicologia Clínica nos contextos do trabalho 120 horas (40h Carga Horária orientação + 80h prática 10º período orientada) Clínicas do trabalho, saúde mental e de saúde do trabalhador. Referências ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a Básicas negação do trabalho. 2ed. Ed. São Paulo: Boitempo, 2012. DEJOURS, Christophe. (ORG.) Psicodinâmica do trabalho. Atlas, 1993. MENDES, Ana Magnólia Mendes et al(orgs). Psicodinâmica e clínica do trabalho: temas, interfaces e casos brasileiros. Curitiba: Juruá, 2010. Referências CANGUILHEM, G.. O normal e o patológico. 6ª ed. Rio de Janeiro: Forense Complementares universitária, 2010. GLINA, Débora e ROCHA, Lys. Saúde mental no trabalho: da teoria à prática. São Paulo: ROCA, 2010. CLOT, Yves. A função psicológica do trabalho. São Paulo: Vozes, 2006. GUILLANT, Louis e LIMA. Escritos de Louis Le Guillant: da ergoterapia a psicopatologia do trabalho. São Paulo: Vozes, 2006. GUIMARÃES, Magali Costa. Trabalho e dor na agricultura: análise ergonômica do arranquio de feijão. Curitiba: Juruá, 2010. Descrição Periódico: Revista Brasileira de Saúde Ocupacional 9º Período e 10º Período – Ênfase B: Psic. e P. Clínico-Sociais Disciplina Período Descrição Referências Básicas Dependência Química 80 horas 9º período Carga Horária Introdução à dependência química. Farmacologia na DQ. Neurobiologia e Epidemiologia. Diagnóstico. Drogas específicas de abuso e dependência. Terapias psicológicas. Populações especiais. Prevenção e Políticas públicas. Redução de Danos e Comunidades Terapêuticas. Setting de intervenção e recuperação. Dependências não químicas. FERNANDES, Simone. Abordagem multidisciplinar da dependência química. Ed. Santos, 2013. FIGLIE; BORDIN e LARANJEIRA (orgs.) Aconselhamento em dependência química. Ed. ROCA, 2010. LARANJEIRA, Ronaldo. Dependência química: prevenção, tratamento e 82 políticas públicas. Grupo A, 2011. ARAUJO; MOTA. Dependência química: problema biológico, psicológico ou Referências Complementares social? Ed. Paulus, 2007. BARRETO, Lelio. Dependência química nas escolas e nos locais de trabalho. Ed. QualityMark, 2000. FIGLIE, Neliana Buzi. Dinâmicas de grupo aplicadas no tratamento da dependência química. Ed. ROCA, 2004. MATTOS, Hélcio. Dependência química na adolescência. Companhia de Freud, 2005. MOTA. Dependência química e representações sociais: pecado, crime ou doença? Juruá, 2009. Disciplina Período Descrição Abordagens terapêuticas em Psicoterapia Breve 80 horas 9º período Carga Horária A psicoterapia breve, abordagens e técnicas de intervenção. O foco em psicoterapia breve. Referências CORDIOLI, Aristides Volpato. Psicoterapias: abordagens atuais. 3ed. Porto Básicas Alegre: Artmed, 2008. GILLIERON, Edmond. Manual de Psicoterapias Breves. 2ed. Climepsi, 2004. LIPP, Marilda; YOSHIDA, Elisa. Psicoterapias Breves: nos diferentes estágios evolutivos. Casa do Psicólogo, 2012. ALMEIDA, Sebastiana Diogo. Psicoterapia breve no atendimento da Referências Complementares criança. Pontes, 2004. AZEVEDO, Maria Alice. Psicoterapia Dinâmica Breve: saúde mental comunitária. RIMA Editora, 2004. BRAIER, Eduardo. Psicoterapia Breve de Orientação Psicanalítica. Martins Fontes, 2008. GEBARA, Angela Cristini. Técnica da interpretação em psicoterapia breve operacionalizada. Vetor, 2011. KNOBEL, Maurício. Psicoterapia Breve. EPU, vol. 14, s/d. Disciplina Período Estágio VII: Psicologia Clínica e Saúde Mental 120 horas (40h Carga Horária orientação + 80h prática 9º período orientada) Estágio em Psicoterapia Clínica e Saúde Mental. Identificação de queixas e acompanhamento psicológico/terapêutico. Referências FERNANDES, Simone. Abordagem multidisciplinar da dependência Básicas química. Ed. Santos, 2013. FIGLIE; BORDIN e LARANJEIRA (orgs.) Aconselhamento em dependência química. Ed. ROCA, 2010. LARANJEIRA, Ronaldo. Dependência química: prevenção, tratamento e políticas públicas. Grupo A, 2011. CORDIOLI, Aristides Volpato. Psicoterapias: abordagens atuais. 3ed. Porto Referências Complementares Alegre: Artmed, 2008. GILLIERON, Edmond. Manual de Psicoterapias Breves. 2ed. Climepsi, 2004. LIPP, Marilda; YOSHIDA, Elisa. Psicoterapias Breves: nos diferentes estágios Descrição 83 evolutivos. Casa do Psicólogo, 2012. MATTOS, Hélcio. Dependência química na adolescência. Companhia de Freud, 2005. MOTA. Dependência química e representações sociais: pecado, crime ou doença? Juruá, 2009. Disciplina Período Descrição Planejamento, Organização e Gestão de Projetos Sociais 40 horas 10º período Carga Horária Definição de Projetos Sociais. Princípios básicos sobre OSCIPS e ONGs. Atribuições dos psicólogos em projetos sociais. Projetos sociais corporativos. Avaliação e indicadores em projetos sociais. Referências RODRIGUES, Maria Cecília Prates. Projetos sociais corporativos: como Básicas avaliar e tornar essa estratégia eficaz. Ed. Atlas, 2010. COHEN. FRANCO. Avaliação de projetos sociais. Ed. Vozes, 2008. CONTADOR, Cláudio Roberto. Projetos Sociais: avaliação e prática. Ed. Atlas, 2000. MARINO, Eduardo. Manual de avaliação de projetos sociais. Ed. Saraiva. Referências Complementares 2003. RODRIGUES, Rafael Coelho. Juventude como capital: a questão criminal e os projetos sociais frente as politicas para os jovens. Juruá, 2013. GONÇALVES, Maria. Psicologia, subjetividade e políticas públicas. Ed. Cortez, 2010, 136p. GUARESCHI, Neuza et al. Psicologia, formação, políticas e produção em saúde. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2010. MATTIOLI, Olga (org.) Família, violência e políticas públicas: pesquisas e práticas. CRV, 2012, 234p. Disciplina Período Descrição Intervenções Psicológicas no Âmbito do SUS e do SUAS 40 horas 10º período Carga Horária Atribuições e repercussão do trabalho do psicólogo nas políticas públicas de saúde e assistência social. As unidades básicas de saúde enquanto unidades de intervenção. A equipe e o trabalho interdisciplinar. Situações de vulnerabilidade e risco social. O trabalho do Psicólogo nos CRAS e CREAS. Referências FERREIRA, João Leite. Psicologia, políticas públicas e o SUS. Escuta editora, Básicas 2011, 224p. SECCHI, Leonardo. Políticas públicas: conceitos, esquemas de análise e casos práticos. 2ed. Ed. Pioneira-Thompson, 2013, 188p. SILVA, José Carlos. As políticas educacionais e a formação do profissional da psicologia. Ed. CRV, 2011, 313p. Referências CARNEIRO, Maria José (coord.). Ruralidades contemporâneas: modos de Complementares viver e pensar o rural na sociedade brasileira. MAUAD, 2012, 268p. CRUZ &GUARESCHI. O psicólogo e as políticas públicas de assistência social. Ed. Vozes, 2012, 240p. GONÇALVES, Maria. Psicologia, subjetividade e políticas públicas. Ed. Cortez, 2010, 136p. GUARESCHI, Neuza et al. Psicologia, formação, políticas e produção em 84 saúde. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2010. MATTIOLI, Olga (org.) Família, violência e políticas públicas: pesquisas e práticas. CRV, 2012, 234p. Disciplina Período Estágio VIII: Psicologia Clínica II e Clínica Social 120 horas (40h Carga Horária orientação + 80h prática 10º período orientada) Estágio em Psicoterapia Clínica II e Clínica Social. Identificação de queixas e acompanhamento psicológico/terapêutico. Atendimento psicológico em Unidades Básicas de Saúde, Centros de Referência de Assistência Social e Centros de Referência Especializados de Assistência Social, com abordagens individuais e grupais. Referências FERNANDES, Simone. Abordagem multidisciplinar da dependência Básicas química. Ed. Santos, 2013. FIGLIE; BORDIN e LARANJEIRA (orgs.) Aconselhamento em dependência química. Ed. ROCA, 2010. LARANJEIRA, Ronaldo. Dependência química: prevenção, tratamento e políticas públicas. Grupo A, 2011. CORDIOLI, Aristides Volpato. Psicoterapias: abordagens atuais. 3ed. Porto Referências Complementares Alegre: Artmed, 2008. GILLIERON, Edmond. Manual de Psicoterapias Breves. 2ed. Climepsi, 2004. LIPP, Marilda; YOSHIDA, Elisa. Psicoterapias Breves: nos diferentes estágios evolutivos. Casa do Psicólogo, 2012. MATTOS, Hélcio. Dependência química na adolescência. Companhia de Freud, 2005. MOTA. Dependência química e representações sociais: pecado, crime ou doença? Juruá, 2009. Descrição 85 9 CORPO DOCENTE 9.1 Titulação do Corpo Docente do Curso O corpo docente inicial do curso será composto por 14 professores, sendo que destes 13 são mestres e 01 doutor, o que equivalente à 90% de mestres. Cumpre ressaltar que a ao longo do curso serão contratados outros professores a fim de complementar e direcionar os alunos. 9.2 Regime de Trabalho do Corpo Docente - NDE Os docentes do NDE serão compostos por: 1 docente tempo integral 40 h, 4 docentes tempo parcial 20 h. Os demais são horistas. O NDE será constituído após autorização do curso, com a tarefa inicial de efetivar as ações previstas neste PPC. Todo corpo docente terá no mínimo, pós-graduação lato sensu nos termos do artigo 66 LDB. Para O NDE deste curso, pretende ser composto apenas por professores mestres e doutor. A contratação dos professores se dará mediante regime de trabalho CLT, conforme poderá ser observado no livro de registro de empregados da mantenedora. 9.3 Experiência Profissional e de Magistério Superior do Corpo Docente 86 Professor / Nº do registro no Conselho Titulação Carga Horária/vínculo 1 Nália Aparecida de Lacerda Viana Mestre 40 horas/Regime de tempo integral 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Fátima Lúcia Caldeira Brant de Oliveira Admardo Bonifácio Gomes Júnior Marília Parreiras Maia Siqueira Reginaldo Silva Flávia Aparecida Soares Marlene Custódio Camargos Isabela Maria Pinto Goes Vasconcelos Cândida Rosa da Silva Cláudia Cristina da Cunha Ciro Antonio Pereira Lemos Carlos Correa de Lacerda Júnior Cristina Gomes Martins Froede Rogéria Araújo Guimarães Gontijo Mestre Doutor Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre Horista/CLT Parcial/CLT Parcial/CLT Horista/CLT Parcial/CLT Horista/CLT Horista/CLT Horista/CLT Horista/CLT Horista/CLT Horista/CLT Horista/CLT Parcial/CLT 9.4 ATUAÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE O Núcleo Docente Estruturante (NDE) terá participação na avaliação do Projeto do Curso, contribuindo para melhora do processo de concepção e implantação do Projeto Pedagógico e sugerindo alterações de ementas, matriz curricular na atualização de conformidade do curso. Envolve, ainda, a participação da consolidação do curso de forma excelente: O NDE transforma o PPC em mecanismo prático, por meio de dois documentos, o Manual do Docente e o Manual do Discente. Este documento é divulgado ao professor na reunião pedagógica semestral, onde são discutidos e repassados todos os pontos que estão previstos no PPC e garantidos no manual, de forma que o que é previsto, é realizado. Além disto, no manual do discente, os alunos possuem informações sobre toda rotina acadêmica, critérios de pontuação, frequência, visitas técnicas, entre outros previstos no PPC, garantido que semestralmente o que é previsto é seguido. O NDE ainda coordena e define as políticas de qualidade no ensino, analisando a avaliação dos professores feita pelos alunos, e definindo quais intervenções devem ser feitas pelo apoio ao aluno, sempre direcionando as providências necessárias. 87 Professor Titulação Carga Horária/vínculo 1 Nália Aparecida de Lacerda Viana Mestre 40 horas/Regime de tempo integral 2 3 4 5 Admardo Bonifácio Gomes Júnior Marília Parreiras Maia Siqueira Flávia Aparecida Soares Rogéria Araújo Guimarães Gontijo Doutor Mestre Mestre Mestre Parcial/CLT Parcial/CLT Parcial/CLT Parcial/CLT 9.5 ATUAÇÃO DO COORDENADOR Conforme Regimento Interno desta IES compete ao coordenador do curso: I. Acompanhar os processos de reconhecimento e renovação de reconhecimento de curso; II. avaliar o PPC, acompanhando as mudanças regionais, políticas, institucionais e de demandas dessas áreas, objetivando aproximar e qualificar a formação proposta, em parceria com o NDE; III. participar como presidente e acompanhar as movimentações do NDE; IV. manter atualizado e completo os documentos do curso, assim como as demandas endereçadas pelo Ministério da Educação, inclusive na visita do INEP; V. acompanhar o processo de avaliação dos discentes no MEC, por intermédio do Exame Nacional do Desempenho dos Estudantes e demais fatores, avaliando e seguindo possíveis alterações no CPC do Curso coordenado; VI. criar e executar um plano de ações com base nos instrumentos de avaliação do curso, nas avaliações internas e externas, visitas in loco e prescrições institucionais, principalmente, da CPA; VII. proceder ao atendimento ao aluno, quando necessário, possibilitando a solução de problemas e entraves institucionais na competência do curso coordenado; VIII. Efetuar a análise acadêmica de aproveitamento de estudos; IX. Participar em comissões, colegiados e conselhos representando o curso; X. instruir e intervir junto ao corpo docente, quando pertinente, zelando pela qualidade 88 acadêmica e administrativa do curso; XI. avaliar a necessidade e indicar, quando de sua competência, novas contratações docentes, assim como possíveis desligamentos; XII. proceder junto ao setor de Apoio ao Aluno e ao Professor o acompanhamento da avaliação de desempenho do corpo docente, assim como das demandas propostas por alunos e professores no referido setor; XIII. prover a coordenação do curso conforme as diretrizes acadêmicas e institucionais. XIV. é competência da Coordenação a publicação do Manual do Aluno, conforme disposto no art. 47, § 1º da LDB, da qual a FANS informará aos interessados, antes de cada período letivo, os programas dos cursos e demais componentes curriculares, sua duração, requisitos, qualificação dos professores, recursos disponíveis e critérios de avaliação, obrigando-se a cumprir as respectivas condições. O coordenador do curso será responsável pelo “Serviço de Psicologia” com as funções de responder às exigências para a formação do psicólogo, congruente com as competências que o curso objetiva desenvolver no aluno e as demandas de serviço psicológico da comunidade na qual está inserido. (Art 25 da DCN) 9.6 Experiência Profissional de Magistério Superior de Gestão Acadêmica do Coordenador Rogéria Araújo Guimarães Gontijo: Doutoranda em Psicologia: Área de Concentração Estudos Psicanalíticos (UFMG), Mestre em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2008); especialista em Educação Especial pela Universidade do Estado de Minas Gerais (2002) e em Psicopedagogia Clínica e Institucional pela Universidade do Estado de Minas Gerais (1998); graduada em Psicologia pela Universidade do Estado de Minas Gerais (1995). Atualmente é professor da Universidade do Estado de Minas Gerais. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Tratamento e Prevenção Psicológica, atuando principalmente nos seguintes temas: psicanálise, psicologia do desenvolvimento, saúde pública, exercício profissional e ensino. Membro do Grupo de Pesquisa Educação em Saúde. 89 Regime de Trabalho do Coordenador de Curso O regime de trabalho é integral, equivalente a 40 h, atuando 20 horas semanais presenciais como coordenador, 20h/a lecionando na FANS. 10 CONSELHO ACADÊMICO O Conselho Acadêmico Administrativo, também denominado de Colegiado, é composto por: - Pelo menos hum diretor: Diretor Executivo ou Acadêmico - Pelo menos um coordenador de curso - Pelo menos hum representante do Núcleo de Apoio ao Aluno e ao professor: Suporte Educacional – psicopedagoga ou psicólogo - Pelo menos hum representante do corpo docente, desde que não atue no corpo administrativo da instituição: nomeado a cada reunião. - Pelo menos hum representante do corpo discente, desde que não atue no corpo administrativo da instituição: nomeado a cada reunião Ao Conselho Acadêmico Administrativo compete: – rever o Regimento interno e o PDI; – aprovar a matriz curricular dos cursos, observadas as exigências legais e o PDI; – decidir questões sobre matrículas, exames, aproveitamento de estudos, trabalhos escolares e transferências para a Faculdade, em grau de recurso; - responder consultas que lhe forem encaminhadas pela comunidade acadêmica; - avaliar e deliberar, em grau de recurso, a cerca de todos os requerimentos emitidos por qualquer membro da comunidade acadêmica, sobre assuntos relacionados a atividade institucional, exceto àqueles cuja decisão já esteja prevista em legislação da educação ou documentos internos aprovados por este órgão. Observa-se ainda que o Conselho Acadêmico é o órgão deliberativo máximo da instituição, e não cabe recurso da sua decisão, sendo definitiva, já que é fruto da análise de representante de toda comunidade acadêmica. Em relação aos documentos internos e legislação incluem PPC, PDI, regimento interno, portarias, manual do aluno conforme 90 previsto no artigo 47 parágrafo primeiro da LDB, disposições contidas em calendário acadêmico. O Conselho também não atua sobre critério de avaliação e postura do docente, se o professor indicar para o coordenador do curso evidências por escrito que os prazos e/ou conteúdos requeridos para um ou mais discentes foram os mesmos para os demais alunos, e o retorno do professor ao aluno, se aplicável, também seguiu o mesmo prazo para todos ou estipulado no início do semestre letivo, inclusive do TCC, ficando, nesta hipótese, a decisão do professor como deliberação final, uma vez que há evidências que o discente conhecia o processo de avaliação. 91 11 INFRAESTRUTURA E INSTALAÇÕES ACADÊMICAS 11.1 DETALHAMENTO DA INFRAESTRUTURA E INSTALAÇÕES Relaciona-se abaixo a infraestrutura física e de equipamentos de cada setor. Entretanto tal relação é da sede atual da instituição (alugada), já que a sede própria está em construção. Os itens indicados abaixo, em cinza, não são do patrimônio da IES e estão locados ou cedidos em comodato (sem ônus) para a IES. Esclarece-se que a FANS não possui auditório, mas sim um espaço de convivência em que os eventos e palestras podem ser realizadas, exceto para eventos de até 50 alunos em que podem ser realizados em salas de aula. Além disto, a cidade de Nova Serrana conta com os auditórios do Credinova e Sindinova, onde são locados pela IES para eventos com grande quantidade de ouvintes, tal como a Colação de Grau, Aula Inaugural e a Palestras da Semana Acadêmica de Pesquisa e Extensão - PROEX. O desenvolvimento da Mantenedora, CPA,COLAPS, CPSA, Comissão do plano de carreira e de editoração da RIEC são realizados na sala de reunião da instituição. O espaço para atendimento aos alunos são os citados abaixo nos itens: Coordenação de cursos, NAAP, coordenação PROEX, diretoria, biblioteca, secretaria, financeiro e gerência. Em relação ao espaço de alimentação o prédio possui uma lanchonete, que não é da instituição, mas está em funcionamento no horário de aulas e intervalos, atendendo a demanda dos alunos, embora a instituição esteja no Centro da cidade, onde existem demais locais para alimentação no horário de funcionamento da IES. Computadores Data Show Escaninho Estantes Impressora Lavatórios 1 Armários 2 Balcão 1 11 2 36 1 6 3 Caixas de Som Cofre 5 2 CPU 3 4 2 Escada 2 1 1 20 2 55 Cadeiras Plásticas 35 11 4 1 1 3 Bebedouros 1 3 Carteiras(com braço) 1 Interfone com câmera 3 3 2 2 1 2 10 36 1 1 3 4 1 2 1 1 1 1 2 3 1 1 2 1 1 5 1 35 15 4 Climatizador 2 1 4 1 1 2 1 2 52 49 1 1 2 51 nexo Ar Condicionado édio anexo Cadeiras 1 res Aparelho de FAX OEX Aparador a Coordenação de Pesquisa e Extensão PROEX 6,10 x 2,49 1 Maquete Total 2,82 x 7,00 (cada banheiro) 2 sanitários no prédio anexo Oito salas de aula no prédio anexo Gerência Administrativa 7,42 x 2,96 5,98 x 8,00 (cada ) NAAP-Atend. alu. 7,43 x 3,20 Sala De Aula 3 Recepção 2,19 x 2,40 7,42 x 6,36 Sala de Vídeo 12,30 x 5,02 Sala de Aula 2 Sanitário para PNE´s 1,74 x 1,54 9,38 x 7,41 Sanitário Masculino 4,85 x 1,55 Sala de Aula 1 Sanitário Feminino 6,70 x 1,55 9,36 x 5,03 Reprografia 3,10 x 3,12 Gabinete Dos Professores Secretaria 6,22 x 5,02 6,08 x 5,03 Almoxarifado 5,26 x 2,26 Sala de reuniões Laboratório 6,84 x 12,82 7,42 x 3,03 Convivência estudantil 3,85 x 6,81 Diretoria Financeiro 3,42 x 4,98 5,08 x 3,02 TI 5,99 x 2,13 Coordenação Adm. Arquivo Morto 4,90 x 1,20 3,02 x 2,50 Cozinha 5,05 x 3,44 Coordenação C. Contábeis Biblioteca 10,00 x 9,30 3,04 x 2,50 Setor Medidas (em metros) 92 1 2 1 1 1 13 49 5 1 1 2 140 329 1 22 2 22 103 295 2 1 2 1 58 1 2 3 1 1 5 1 1 2 Fogão 1 2 40 1 Geladeira 1 1 1 1 5 6 13 2 0 93 94 11.2 CRONOGRAMA DE EXPANSÃO DA INFRAESTRUTURA Atualmente a sede da FANS é alugada, possuindo 12 salas de aula, sendo que a FANS utiliza apenas 9, em decorrência dos cursos demandados. Em 2016 a FANS pretende inserir o curso de Direito na instituição, sendo que, como há salas excedentes a atual sede é suficiente, embora nesta época prevê-se que estará na sede própria. Como o imóvel é alugado, não é possível fazer grandes mudanças, já que a pretensão futura é da mudança para a nova sede, que desde 2009 está em construção. O projeto arquitetônico já se encontra elaborado e foi doado à mantenedora pela Prefeitura Municipal na administração 2004/2008. O sistema de construção é feito parcelado, atendendo ao projeto arquitetônico e conciliando os recursos financeiros disponíveis. A obra segue os padrões de segurança, acessibilidade e dinamismo exigidos pela ABNT, Ministério da Educação, Prefeitura Municipal e Corpo de Bombeiros, de acordo com as determinações para Instituições de Ensino Superior. O projeto foi dividido em três blocos, sendo: Bloco 01 – Setor Administrativo (Secretaria, Diretoria e Tesouraria), Sala dos Professores, Área de Convivência (cantina), Setor Pedagógico (sala de coordenação de curso), Biblioteca, Sala de Multimídia, Salas de Estudos e Auditório; Bloco 02 – Salas de aulas; Bloco 03 – Salas de aulas, Sala do Diretório Acadêmico, Serviço de cópias reprográficas e Área de Estacionamento. As salas de aulas localizadas nas laterais do primeiro bloco estão determinadas na orientação norte / sul, que proporciona uma iluminação natural recomendada para as mesmas e demais ambientes. As áreas de estacionamentos de veículos estão localizadas dentro do entorno da sede. A ala leste será reservada ao uso exclusivo de professores e funcionários e a ala norte ficar destinada ao uso dos alunos. No que se trata de ampliação destes espaços e até mesmo para o estacionamento de ônibus e vans, se encontra disponível outras áreas dentro do próprio terreno, mas que carece de outras benfeitorias. A região é ainda pouco adensada, o que possibilita fácil acessibilidade e pouco movimento de trânsito. No que se trata de transporte coletivo, será necessário linha exclusiva de ônibus para atender a demanda do local que, à época, a instituição solicitará a Prefeitura de Nova Serrana. 95 Para acesso ao prédio será criada uma portaria principal com o sistema de guarita para controle de entrada e saída, que conduzem ao eixo central, bem como diretamente a área do auditório para evitar grandes movimentações nos locais de serviços e salas de aulas. Os acessos externos e internos seguem as normas da ABNT de acessibilidade, proporcionando às pessoas portadoras de necessidades especiais, conforto e acesso a todas as áreas do campus. Esse acesso é facilitado pela topografia do terreno que é semiplana, mas que também é facilitado pela instalação de rampas de acesso e elevadores. A construção poderá acompanhar certas mobilidades para atender as transformações vindouras e a instalação de novos cursos na instituição. Para isso foram criados espaços mais amplos, sem divisões internas onde serão organizadas de acordo com as necessidades e funcionamento da instituição. A divisão do prédio em blocos se dá apenas para facilitar a identificação e localização dos espaços, no entanto, a construção forma um único conjunto, uma vez que todos os ambientes convergem para o eixo central. Através de uma visão aérea, o prédio principal tem o formado da letra “H” e que também pode ser percebido no seu entorno. Bloco 01 - É o eixo principal. Foi colocado em primeiro plano, a recepção juntamente com a secretaria. Através de um pátio coberto tem-se acesso à sala de professores e tesouraria (à esquerda), a cantina (à direita), no centro se encontra o percurso vertical de acesso para o segundo piso, bem como o conjunto de escadas e elevador. Esse conjunto é acompanhado de jardinagem com plantas baixas para facilitar a iluminação da área dos sanitários, com acesso posterior. Na área frontal posterior se encontra o acesso às salas da coordenação de cursos e núcleo docente estruturante, segundo acesso para a sala dos professores, copa e acesso a sala da Diretoria Geral. Defronte está localizado o conjunto de ambientes de estudo composto pela Biblioteca, sala de estudos individuais com terminais de computadores para consulta, sala de estudos em grupo, sala de multi meios e/ou mini auditório e dois laboratórios, sendo um destinado às aulas utilizando equipamentos de informática. No final do bloco se encontra o auditório principal com capacidade para 250 pessoas e assentos dispostos em diversos níveis e espaços reservados para cadeirantes. 96 Blocos 02 e 03 - São compostos por dezoito salas de aula onde funcionarão todos os cursos previstos. São salas com 62m2 com capacidade para 50 alunos por turma. O acesso interno é feito por meio de escadas, rampas e elevadores. Em todos os andares foram criados espaços verdes e de convívio para quebrar a rigidez das salas de aulas. Localizadas no Bloco 03, estão também os espaços reservados para a localização apoio pedagógico (NAAP), o Diretório Acadêmico (se vier a existir), reprografia, sala de reuniões e sala para a CPA (Comissão Permanente de Avaliação) e demais comissões. Há uma preocupação em criar espaços sempre integrados com a área externa, proporcionando uma vista ampla e agradável e o bem estar dos estudantes. Fechamento - O fechamento da área deve ser feio com muros nas laterais e no fundo, com portão de acesso na lateral que permita a entrada de caminhões, tratores e máquinas pesadas. A frente deve ser fechada com portões com quadros de tela, portões de abrir com trincos e suporte para cadeados. Portaria - Criação do sistema de entrada para pedestres e veículos. A portaria deve oferecer estrutura para o funcionamento de catracas eletrônicas para o controle de acesso de professores, alunos e visitantes, bem como o controle da entrada de veículos através de cancela. Construção de guarita para funcionário munida de instalação hidrosanitária, sistema elétrico e de telefonia, bem como lógica para fiação e sistema de fiação para circuito interno. Segundo Piso – é composto por um conjunto de salas de aulas, salas para a coordenação de curso, área de convivência e conjunto de sanitários e área de circulação. Será reservado nessa área, sala de reuniões e sala da presidência da Fundação Educacional Fausto Pinto da Fonseca, Mantenedora da Faculdade. Áreas externas – As áreas externas terão tratamento paisagístico que devem proporcionar ambientação, valorização da vegetação local e valorização dos prédios. Nos locais de estacionamento e entorno poderão ser valorizados o cultivo de Ipês, que são típicos da vegetação do Cerrado. As áreas externas tem papel fundamental para a 97 estética do campus e sua concepção foi pensada e demarcada juntamente com o conjunto arquitetônico e a vista da cidade proporcionada pela localização do terreno. A Prefeitura Municipal de Nova Serrana é parceira na mão de obra da construção. Para a expansão desta infra estrutura e compra de materiais necessários na obra consideram-se os aportes recebidos de empresários locais e da sociedade Nova Serranense. Os valores arrecadados são variáveis a cada mês e feitos em conta corrente com fim específico. O Quadro 21 sintetiza a estrutura planejada para esta construção. QUADRO 21: Áreas dos departamentos da sede que está em construção desde 2009: Quantidad Descrição Metragem e Bloco 01 01 Secretaria e Recepção 48,57m2 01 Diretoria e Sanitário 17,74 m2 01 Tesouraria 13,45 m2 01 Sala de professores e sanitários 39,74 m2 04 Conjuntos de sanitários 120,96 m2 01 Conjunto Cantina e Cozinha 37,60 m2 08 Salas de Coordenação de Curso 75,20 m2 02 Laboratórios 153,90m2 01 Biblioteca 128,25m2 01 Sala de estudos individuais 56,43m2 01 Sala de estudos em grupo 77,11m2 01 Sala de Multimeios e mini-auditório 123,00m2 01 Auditório 123,53m2 01 Área de Convivência (2º piso) 37,60m2 01 Sala de Reuniões 18,00m2 01 Sala da presidência da Fundação 18,00m2 Bloco 02 19 Salas de aula com 2º piso 1.240,00 m2 Bloco 03 18 Salas de aula com 2º piso 1.116,00 m2 01 Sala de estudos 62,00 m2 01 Sala para Diretório Acadêmico e Reprografia 62,00 m2 Área de circulação coberta Rampas e escadas de acesso Conjunto paisagístico Estacionamento Total da Construção Área do Terreno Fonte: Projeto Arquitetônico 299,00m2 113,40m2 2.681,15m2 20.000,00 m2 98 Atualmente a Fundação recebe um valor médio de R$ 13.000,00 (treze mil reais) mensais em doação. No entanto existem políticas que buscam envolver toda a comunidade acadêmica, indústrias do ramo calçadista e comunidade local no projeto de construção com intuito de aumentar a receita e diminuindo a previsão de término da obra, garantindo ainda mais estabilidade, segurança e conforto para alunos, funcionários e toda comunidade. A FANS tem ainda procurado os setores públicos visando parcerias para possíveis subvenções, entretanto tais pedidos ainda estão em fase de análise. Não é possível detalhar passo a passo para construção da nova sede, já que envolve recursos relativos a doações e parceria na mão de obra contratada pela Prefeitura de Nova Serrana, entretanto o Quadro 23 destaca o orçamento total. Quadro 23: Orçamento total estimado para a construção da nova sede Descrição Projeto estrutural Projeto Hidro sanitário Fornecedor João Paulo Ferreira CREA MG/90124/D Henrique Gomes Ferreira CREA MG/89200/D Projeto Elétrico José Hugo Rodrigues CREA-MG/87176/D Projeto Incêndio Henrique Gomes Ferreira CREA MG/89200/D Projeto Arquitetônico Karina de Souza Mendes CREA (doado Prefeitura – MG72002/D 2004/2008) Projeto Arquitetônico Karina de Souza Mendes CREA (alteração) MG72002/D Maquete Vanessa Cristina Poeiras CREA MG91845/D Pavimento Térreo 2 3.249,49 mt Primeiro Pavimento 2 2.047,23mt Cercamento gradil 400 mt Poço artesiano Total Valor (R$) 0,00 3.000,00 3.000,00 3.113,89 0,00 4.799,00 5.000,00 2.599.592,00 1.637.874,00 80.160,00 17.000,00 4.353.538,89 Deste valor, segundo dados das demonstrações contábeis, já foram gastos de 2009 a Junho de 2013 R$ 904.842,15, conforme quadro 24. 99 Quadro 24: Valores gastos com a construção da nova sede Doações Subsídios Ano recebidas recebidos Investimento Total Total 2009 R$ 220.862,00 R$ 45.000,00 R$ 103.342,40 R$ 369.204,40 2010 R$ 62.400,00 R$ 112.000,00 R$ 257.732,36 R$ 432.132,36 2011 R$ - R$ 62.231,88 R$ 62.231,88 2012 R$ - R$ 28.222,25 R$ 28.222,25 2013 R$ 644,20 R$ 12.407,06 R$ 13.051,26 R$ 283.906,20 R$ 157.000,00 R$ 463.935,95 R$ 904.842,15 Fonte: Informação da contadora da IES, extraída das demonstrações contábeis Já a figura 2, demonstra a estrutura final projetada para a nova sede. FIGURA 2: ILUSTRAÇÃO DA NOVA SEDE DE ACORDO COM O PROJETO ARQUITETÔNICO: Fonte: Projeto arquitetônico. Desta estrutura, o trecho indicado em vermelho na Figura 3 demonstra a estrutura que está em edificação. 100 Figura 3: Projeto arquitetônico da construção da nova sede Legenda:Área em fase construção Fonte: Projeto de construção Por fim, para ficar melhor ilustrado, a Figura 4 demonstra o atual estágio da nova sede. 101 Figura 4: Atual estágio da construção da nova sede 102 Em relação a ESTRUTURA ESPECÍFICA PARA ESTE CURSO, esta atende às normas gerais dos cursos de psicologia uma vez que apresenta os seguintes setores e laboratórios: A) Clínica-escola, composta por sala para atendimento ao público em geral, tal como, atendimento a crianças, adolescentes e adultos, atendimento em grupos, brinquedoteca (investida quando da oferta da disciplina que requere tal). A clínica-escola visa o atendimento da população local e regional com demandas por atendimento psicológico. Inicialmente, pretende-se fazer os atendimentos no BLOCO 01, no segundo pavimento da sede da Faculdade de Nova Serrana. B) Laboratório de Neuroanatomia (LAN), estruturada enquanto sala de aula, o laboratório de neuroanatomia conta com peças anatômicas de borracha para o estudo das estruturas nervosas do Sistema Nervoso Central e do Sistema Nervoso Periférico. Este laboratório está previsto para aquisição de acordo com o andamento do processo de autorização do curso pelo MEC, já que será necessário para o desenvolvimento de disciplinas ministradas até o quarto período. C) Laboratório de Avaliação Psicológica (LAPsi), tal laboratório está localizado adjacente à Clínica Escola, e guarda e comporta os materiais referentes à testagem psicológica, como inventários, testes psicológicos e instrumentos privativos da psicologia. O acesso a estes instrumentos será restrito a apenas os alunos cursantes das disciplinas de Avaliação Psicológica I, II e III e alunos em período de estágio a partir do Psicodiagnóstico. São testagens que poderão ser encontradas neste laboratório: Teste Bender, BPR-5, WISC IV e WAIS III, Zulliger, IFP II, IHS, DFH, Pfister, BFP, G36 e outros a serem usados durante o curso e atendimentos. Este laboratório está previsto para aquisição de acordo com o processo de autorização do curso pelo MEC. Este laboratório será necessário para ministrar as disciplinas de avaliação psicológica, que serão ofertadas a partir do quinto período. Portanto, para fins de autorização do curso, ainda não estará constituído. D) Laboratório de Análise Experimental do Comportamento (LAEC), estruturado como uma sala de aula com microcomputadores com software para experimentos de condicionamento do comportamento com utilização de 103 software específico. Atualmente a faculdade possui sala de informática com 30 microcomputadores. O software será adquirido próximo ao quinto período, já que está disciplina será ministrada nesta etapa. Portanto, para fins de autorização ainda não estará constituído. 12 Sistema de registro acadêmico O sistema da instituição é o WEB GIZ, da empresa AIX. O sistema permite a atualização dos dados cadastrais tanto pelos alunos, como por parte dos funcionários do administrativo. A FANS conta atualmente com os módulo Secretaria, Área do Professor, Rematrícula, Área do aluno, Biblioteca e Gestão de boletos. O sistema da Secretaria permite a matrícula, rematrícula, emissão de históricos, gestão do lançamento de notas, geração de arquivos para importação do CENSO Escolar e demais funcionalidades comuns a Secretaria. A área do professor contém ambiente para postagem de material para os alunos, lançamento das faltas e notas, cadastramento de plano de ensino, emissão de diários, envio de mensagens aos alunos e outros. Já a área do aluno contém dados relativos ao seu boletim acadêmico (notas, faltas e aprovação/reprovação), baixa de arquivos enviados pelo professor, cronograma de aula, consulta ao plano de consulta, envio e leitura de mensagens dos docentes, etc. A área de rematrícula permite ao aluno fazer seu registro pelo sistema, sem necessidade de comparecer a Secretaria, exceto nas hipóteses de aluno em adaptação que requer análise do coordenador. O sistema da Biblioteca será explicado no próximo tópico. Ao passo que o sistema de Gestão de boletos, permite gerá-los automaticamente via sistema e permite ao aluno baixá-lo pelo sistema, facilitando o acesso. O banco que a FANS trabalha está ajustando o layout do sistema, para que possamos colocar este disponível ao aluno. Prevê-se, segundo cronograma de metas do capítulo 1 e plano de investimentos do capítulo 9 que para o primeiro semestre de 2014 tal implantação esteja em ambiente de produção. 104 Os próximos módulos que serão adquiridos é o de requerimentos on-line, gestão financeira e reserva, renovação e consulta pelo aluno ou professor do acervo da Biblioteca, como citado no plano de investimento do PDI 2012-2016. 13 DADOS RELATIVOS A BIBLIOTECA, CRONOGRAMA E POLÍTICAS DE ATUALIZAÇÃO DO ACERVO A Biblioteca da FANS, denominada Frei Ambrósio, conta hoje com um acervo de 4.664 exemplares, sendo eles, 02 na área de Ciências Agrárias, 41 em Ciências Biológicas, 44 em Ciências da Saúde, 339 em Ciências Exatas e da Terra, 1.010 Ciências Humanas, 2.370 Ciências Sociais Aplicadas, 40 em Engenharias, 487 em Linguística, 331 de Letras e Artes e outras, como se observa no Gráfico. Acervo da Biblioteca Frei Ambrósio por área de conhecimento: Fonte: : Dados do sistema WEB GIZ eletrônico, módulo Biblioteca. Abaixo se quantifica os livros e periódicos, assinatura de revistas e jornais, obras clássicas, dicionários, enciclopédias, vídeos, DVD e CD Rom’s por tipo de acervo, sendo que os que não estão relacionados deve-se ao fato de que não possuem na IES. Acervo da Biblioteca Frei Ambrósio em Julho de 2013 Tipo acervo Quantidade de acervo Cartilha 01 Apostila 2 Quantidade de exemplares 02 13 105 Periódicos Manuais Filmes Folhetos Revistas Monografias Anais Livros Especializados 265 278 20 21 1 3 1 10 20 22 278 307 3 3 1.938 3995 5 10 Total 2.534 4.664 Fonte: Dados do sistema WEB GIZ eletrônico, módulo Biblioteca. Informação atualizada em Julho de 2013 em decorrência do processo de diligência deste mesmo mês postada no eMEC. Os espaços físicos da Biblioteca são: Biblioteca - Espaço total 10,00 X 9,30 metros Sala de estudos- 3,85 X 6,81 metros Quatro cabines individuais medindo 1 m X 1 m Já em relação ao horário de funcionamento, a Biblioteca está aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 15:00 às 22:00, lembrando que a IES possui apenas cursos noturnos, entretanto o período vespertino é dedicado também a comunidade acadêmica que deseje dedicar-se ao estudo. A biblioteca conta hoje com o seguinte pessoal técnico-administrativo: A Bibliotecária Maria Aparecida Oliveira com matrícula sob número CRB-2386 de 17/08/2006 no Conselho Regional de Biblioteconomia – Belo Horizonte - 6ª Região, Graduada em Biblioteconomia e Pós-graduada em Biblioteconomia e uma Auxiliar de Biblioteca, graduada em Administração. Já os serviços oferecidos pela Biblioteca estão sintetizados abaixo: Síntese de alguns dos serviços oferecidos pela Biblioteca Cadastro de usuários para empréstimo de acervos Atendimento ao usuário para empréstimo de acervos Consultas locais: Pesquisa em livros, periódicos e monografias disponíveis na biblioteca e através de acesso a internet. Empréstimo domiciliar: Empréstimo de obras obedecendo a um prazo estipulado. Renovação de materiais bibliográficos Orientação sobre o uso da biblioteca Realização de levantamentos bibliográficos e confronto com os indicados no plano de ensino Disponibilização de salas para estudo individual e em grupo Pesquisa em base de dados Computadores para acesso à internet 106 Quanto a forma e política de atualização do acervo, a coordenação do curso avalia o número de exemplares existentes nas referências básicas e complementares dos planos de ensino, devendo haver no mínimo 3 referências básicas com 5 livros e 5 referências complementares com no mínimo um exemplar. Para as aquisições de 2013, aumentou o critério quantitativo, devendo haver 5 referências básicas com 8 livros, e 5 complementares com dois exemplares, para que a obra esteja disponível quando da consulta pelo aluno. Além do critério quantitativo, há análise do critério qualitativo: se as obras não estão desatualizadas em decorrência, por exemplo, de uma mudança na legislação. Havendo necessidade, a coordenação do curso levanta uma planilha indicando os livros a adquirir por disciplina. Esta aquisição é aprovada pela tesouraria da Fundação e então executada o pedido. Quando as referências chegam, a bibliotecária e auxiliar agilizam o processo de registro, para que esteja disponível ao aluno. Além disto, os planos de ensino do semestre subsequente são atualizados de acordo com os novos livros adquiridos. O mesmo ocorre quando da mudança de matriz, em que os livros de novas disciplinas são adquiridos para constar no PPC do curso. Resta ainda considerar que nesta aquisição o corpo docente também é envolvido, levantando um formulário eletrônico em que estes indicam quais as referências básicas e complementares devem ser adquiridas e que são transcritas em planilha Excel pela coordenação dos cursos, aprovadas pela tesouraria da mantenedora e realizado o pedido de compra. Como a FANS não pretende abrir novos cursos no período 2012 a 2015 e, como nos últimos anos foram adquiridas diversas obras publicadas recentemente, as aquisições de 2014 a 2015 são de manutenção, isto é, de aquisição de publicação nestes anos, já que as demais já são suficientes para a atividade acadêmica de cada disciplina, em decorrência do reduzido número de alunos. Quanto à informatização do acervo, utiliza-se o Sistema Giz, que é integrado com os demais sistemas, tal como Secretaria, Diário, Matrículas, Financeiro, etc. Este módulo permite a atualização e processamentos dos serviços bibliotecários, oferecendo uma lista de cadastros e relatórios que viabilizam os controles indispensáveis ao funcionamento da biblioteca. Controla com eficiência o empréstimo, a reserva e a devolução de material locado e possibilita a pesquisa bibliográfica por título, responsável ou assunto. O sistema ainda permite cadastro de áreas de conhecimento CNPQ, cadastro de acervo, autores, assuntos, idiomas, coleções, localização, editores, cadastro de motivos de indisponibilidade do acervo, consulta de empréstimos por 107 usuário ou exemplar, emissão de carteira de usuário, etiquetas de lombada e código de barras, permite penalizar devoluções em atraso com multas, bloqueia empréstimo para usuários com devoluções em atraso, fornece dados estatísticos por usuário, pesquisa, assuntos pesquisados, empréstimos, inscrições e aquisições. Desta forma, todo o acervo é tombado ao patrimônio da IES e registrado em sistema informatizado, seja a aquisição, recebimento por doação ou saída em decorrência de livros desatualizados. Além disto, garante-se que haverá no sistema todo o controle de empréstimos a alunos e consulta ao acervo disponível, bem como sua localização, no cotidiano da Biblioteca. 14 DADOS RELATIVOS AO LABORATÓRIO As principais diretrizes do responsável pelo laboratório se referem a: Manter as instalações e infraestrutura do laboratório, de modo a atender as necessidades dos programas de ensino e pesquisa, Manter os equipamentos do laboratório em efetivo funcionamento, especialmente com softwares, Assegurar condições adequadas de iluminação, ventilação, instalações elétricas e limpeza, Manter mobiliário adequado e suficiente, Atender as necessidades de atividades práticas de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas na FANS. Para a execução destas atividades, a FANS conta atualmente com um laboratório de informática, cuja utilização segue um regimento próprio com as seguintes descrições: Dados relativos ao laboratório de informática Divisão INSTALAÇÕES Descrição Medidas da sala (em metros) Cadeiras Mesas Quadro Ventiladores EQUIPAMENTOS Computadores do laboratório – TERMINAIS COM ACESSO A Terminais da Biblioteca, exclusivo INTERNET para acesso dos alunos Fonte: Medição realizada pela IES Quantidade existente 6,84 x 12,82 55 40 1 2 35 4 108 Quanto a expansão das instalações, a instituição está construindo uma nova sede. O atual laboratório, entretanto, está disponível a todos os alunos, para consultas e pesquisas, assim se os computadores da Biblioteca não estiverem disponíveis é possível utilizar o deste setor. Já em relação a previsão de equipamentos a serem adquiridos não há previsão, já que todos os computadores do laboratório foram adquiridos no segundo semestre de 2011 e a quantidade e qualidade atende a demanda. Este total correlaciona-se com a proposta pedagógica dos cursos e programas previstos; já que cada sala tem em média 30 alunos, existe uma planilha onde o professor pode de qualquer lugar acessar e agendar o laboratório garantindo que o desenvolvimento de sua aula ocorra nestas dependências. Quando necessário, o professor poderá reservar, ainda, equipamento data show para utilização no laboratório. 15 RELAÇÃO DE EQUIPAMENTOS POR ALUNO A relação de equipamentos por alunos, considerando a existência de 35 equipamentos no Laboratório e 4 na Biblioteca, são de 1 computador para cada 7 alunos, variando entre 6 e 8. Relação de equipamentos disponíveis por aluno Descrição dos equipamentos Terminais com acesso a internet para uso do aluno Alunos Relação equipamento por professor Fonte: Estimativa da IES (2011) Fonte desta informação neste PDI Quadro 18, item 7.3 Tabela 4 Item 3.1.1 - 2011 2012 2013 2014 2015 2016 39 39 39 39 39 39 227 269 284 279 282 319 6 7 7 7 7 8 16 RECURSOS TECNÓLOGICOS E DE ÁUDIO VISUAL 109 O quadro a seguir sintetiza os recursos tecnológicos e de áudio visual possuídos Total Sala De Aula 3 Sala Dos Professores Diretoria Coord. Adm. Coord. C. Contábeis Pesquisa e Extensão PROEX Gerência Administrativa NAAP Recepção Sala de Vídeo Reprografia Secretaria Laboratório Equipamentos Caixas de Som 2 Computadore s- Estações de trabalho do aluno 5 2 CPU 1 Data Show 4 Impressora Televisão 42” Fonte: Medição interna Financeiro Biblioteca TI pela FANS. 2 2 35 1 1 1 1 2 1 2 2 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 58 3 1 5 5 1 Todas as estações de trabalho do aluno estão em rede local com acesso à Internet protegidos por firewall, navegador de Internet e outros aplicativos especificados pelos regentes das disciplinas. A rede wireless é disponível aos alunos e professores, sendo possível conectar notebook, tablets e celulares. Além disto, 02 placas de rede móveis do tipo USB também são disponibilizadas caso seja necessário, para máquinas fora da rede cabeada. A manutenção dos equipamentos, dependendo de sua amplitude, é executada por funcionário da própria Instituição ou através de contratos com os fornecedores dos equipamentos. A conservação e atualização dos equipamentos são feitas a partir de uma análise periódica do funcionário técnico da própria Instituição, que verifica a necessidade de se adquirir novos equipamentos e/ou atualizar os existentes. Para esta análise, ponderam-se também as sugestões de docentes que utilizam o laboratório como suporte para o desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão. 17 PLANO DE PROMOÇÃO DE ACESSIBILIDADE E DE ATENDIMENTO DIFERENCIADO A PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS - DECRETO Nº 5.296/04 E DECRETO Nº 5.773/06 110 Abaixo se relaciona as condições da FANS para acesso aos PNE´s relativa ao plano de promoção de acessibilidade e de atendimento prioritário, imediato e diferenciado às pessoas portadoras de necessidades educacionais especiais ou com mobilidade reduzida, para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte; dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, serviços de tradutor e intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, entre outros. 111 Plano de Promoção de Acessibilidade e de atendimento FANS relativa a PNE´s Disposição Situação da FANS ATENDIMENTO PRIORITÁRIO I - assentos de uso preferencial sinalizados, espaços Sim, há placas indicativas próximas aos assentos do local e instalações acessíveis; de convivência. II mobiliário de recepção e atendimento Sim, o mobiliário da recepção está rebaixado para obrigatoriamente adaptado à altura e à condição atendimento. Os setores de Apoio Psicopedagógico e a física de pessoas em cadeira de rodas; Secretaria possuem um balcão de vidro rebaixado para cadeirantes. O NAAP possui ainda porta adaptada para acesso. Os setores de Pesquisa e Extensão PROEX, Diretoria e Coordenação de Cursos, possuem abertura para acesso a cadeirantes. III - serviços de atendimento para pessoas com Temos um processo seletivo com uma professora deficiência auditiva, prestado por intérpretes ou capacitada em LIBRAS, que assinou declaração que pessoas capacitadas em Língua Brasileira de Sinais - havendo alunos surdos-mudos ela está disponível para LIBRAS e no trato com aquelas que não se iniciar seu trabalho na FANS, entretanto atualmente não comuniquem em LIBRAS, e para pessoas surdo temos alunos PNE`s. Alguns dos funcionários do cegas, prestado por guias-intérpretes ou pessoas administrativo da parte de atendimento fizeram mini-curso capacitadas neste tipo de atendimento; com esta professora, caso seja necessário atendimento. Havendo existência de aluno, este curso será intensificado, futuramente. IV - pessoal capacitado para prestar atendimento às Temos na instituição uma psicopedagoga e um psicólogo pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, responsável para este apoio. bem como às pessoas idosas; V - disponibilidade de área especial para embarque Sim, há nas duas entradas da instituição placas e e desembarque de pessoa portadora de deficiência marcações no alfasto de "Área exclusiva para PNE". Além ou com mobilidade reduzida; de rampas para acesso. Há ainda estacionamento específicos nas duas entradas. VI - sinalização ambiental para orientação das Há placas indicativas de acesso a pessoas com deficiência. pessoas. VII - divulgação, em lugar visível, do direito de Há uma placa próxima a recepção de que em todos os atendimento prioritário das pessoas portadoras de departamentos da FANS o atendimento é prioritário para deficiência ou com mobilidade reduzida. PNE`s. VIII - admissão de entrada e permanência de cão- Há uma placa próximo a entrada principal, indicando tal guia ou cão-guia de acompanhamento junto de informação. pessoa portadora de deficiência ou de treinador nos locais, bem como nas demais edificações de uso público e naquelas de uso coletivo, mediante apresentação da carteira de vacina atualizada do animal. ACESSIBILIDADE Existem rampas nas calçadas que circundam a Sim, nas duas entradas da instituição, existem rampas. FANS? Observando a altura dos terminais de atendimento é Sim, o mobiliário da recepção está rebaixado para possível que uma pessoa cadeirante seja atendido? atendimento. Os setores de Apoio Psicopedagógico e a Secretaria, possuem um balcão de vidro rebaixado para cadeirantes. Os setores de Pesquisa e Extensão PROEX, Diretoria e Coordenação de Cursos, possuem abertura para acesso a cadeirantes. Existem bebedouros com altura máxima para Sim, há um bebedouro próximo a recepção da altura pessoas cadeirantes? permitida para cadeirantes. Existem sanitários acessíveis, observando a Sim, há um banheiro exclusivo adaptado tanto a porta disposição de uma cabine para cada sexo em cada quanto a barra afixada e no prédio II (anexo) os banheiros pavimento da edificação masculino e feminino possuem porta com dimensão acesso a cadeirantes. Existe profissional habilitado em libras para Sim, parcialmente por não haver atualmente aluno PNE, atendimento ao público? como acima comentado. O ordenamento interno da Instituição de Ensino Sim, o regimento interno, PDI, PPI e PPC, preveem. contém normas sobre o tratamento a ser dispensado a professores, alunos, servidores e empregados Já em relação à acessibilidade da nova sede,e que está sendo construída, observar o item 7.6 do portadores de deficiência, com o objetivo de coibir reprimir qualquer tipo de discriminação, bem como as respectivas sanções pelo descumprimento dessas normas. Nos estacionamentos externos ou internos das Sim, há nas duas entradas da instituição placas e 112 Plano de Desenvolvimento Institucional 2012-2016. 113 18 DAS QUESTÕES NORMATIVAS Até o momento, o curso não passou por nenhuma autorização, já que é o ato em que se pleiteia. Como se trata de processo de autorização, não se deve apresentar o ato de reconhecimento ou renovação de reconhecimento do curso. Este curso ou a IES não passou por processo de aditamento de ato autorizativo após a publicação do último ato de reconhecimento ou renovação de reconhecimento. Desta forma, também não são anexadas, as portarias de aditamento. Imóvel: para a comprovação da disponibilidade do imóvel, considerando que tal é de terceiro - Contrato de locação destaca-se que tal já consta no sistema eMEC, podendo ser consultado que o endereço em que se pede o curso é o mesmo que consta no contrato do sistema. O documento apresenta de forma clara, completa e legível o endereço do imóvel, devendo corresponder ao endereço constante no processo, no qual o curso efetivamente funciona. A FANS também, está observando o atendimento a todos os requisitos legais exigidos quando da avaliação in loco pelo novo instrumento de avaliação, quais sejam: Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso, se houver: estágio supervisionado tem cargo mínima de 15% da carga horária total do curso. Não excede a 20% quando somada as horas complementares. O curso adota 2 ênfases. O aluno escolhe um ou mais ênfases no ato da matrícula no sistema eletrônico de dados. As habilidades e competências citadas no perfil do egresso são exatamente àquelas que constam na DCN. O "Serviço de Psicologia" citado no artigo 25 será coordenado pelo próprio Coordenador do Curso. Existem as disciplinas de núcleo básico, profissionalizante, estágio básico, estágio específico por ênfase, seminários integrativos nas ênfases, etc, que podem ser vista neste PPC no Perfil de Formação. As ênfases incorporam estágio supervisionado estruturado para garantir o desenvolvimento das competências específicas previstas. A organização do curso de Psicologia está, de forma articulada, garantindo o desenvolvimento das competências do núcleo comum, seguido das competências das partes diversificadas ênfases sem concebê-los, entretanto, como momentos estanques do processo de formação. 114 Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena (Lei n° 11.645 de 10/03/2008; Resolução CNE/CP N° 01 de 17 de junho de 2004) Conforme pode ser observando no plano de ensino da disciplina “Psicologia Social I: Sociedade, Gênero, Etnias e Grupos” consta a abordagem deste conteúdo, inclusive as referências básicas e complementares para tal página 40 (2º período) deste PPC. Titulação do corpo docente (Art. 66 da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996): Todo o corpo docente é composto por professores com titulação mínima de pósgraduação lato-senso como consta no item 3.1.13 do PPC. Núcleo Docente Estruturante (NDE) (Resolução CONAES N° 1, de 17/06/2010) Como consta no cadastro de docentes, pelo menos 1/3 dos professores tem titulação a partir de mestrado e doutorado. 20% tem regime integral e os demais parcial, como se relaciona os nomes, formação acadêmica e regime de dedicação. Para mais detalhes, ver item 3.12.2 deste PDI. Denominação dos Cursos Superiores de Tecnologia (Portaria Normativa N° 12/2006) Não aplicado, por não se tratar de curso de tecnólogo. Carga horária mínima, em horas - para Cursos Superiores de Tecnologia (Portaria N°10, 28/07/2006; Portaria N° 1024, 11/05/2006; Resolução CNE/CP N°3,18/12/2002) Não aplicado, por não se tratar de curso de tecnólogo. Carga horária mínima, em horas - para Bacharelados e Licenciaturas Resolução CNE/CES N° 02/2007 (Graduação, Bacharelado, Presencial). Resolução CNE/CES N° 04/2009 (Área de Saúde, Bacharelado, Presencial). Resolução CNE/CP 2 /2002 (Licenciaturas) Resolução CNE/CP Nº 1 /2006 (Pedagogia) O curso possui 4.240 horas, equivalente ao superior citado na portaria em questão. Tempo de integralização Resolução CNE/CES N° 02/2007 (Graduação, Bacharelado, Presencial). Resolução CNE/CES N° 04/2009 (Área de Saúde, Bacharelado, 115 Presencial). Resolução CNE/CP 2 /2002 (Licenciaturas) O curso será integralizado em 5 anos, conforme citam as referidas resoluções. Condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida (Dec. N° 5.296/2004, com prazo de implantação das condições até dezembro de 2008) O capítulo 4.6 do PPC consta o plano citado. Para maiores detalhes, pode-se consultálo. Disciplina de Libras (Dec. N° 5.626/2005), opcional ou obrigatória, conforme o caso A disciplina consta na matriz curricular, sob o nome de Seminários Integrativos II: LIBRAS, no décimo período, como obrigatória para ambas as ênfases do curso. Prevalência de avaliação presencial da aprendizagem dos estudantes na modalidade EaD (Dec. N° 5.622/2005 art. 4 inciso II, § 2) ou nos componentes curriculares de cursos presenciais oferecidos por meio de EaD. Como não é um curso EAD, não aplicado. Informações acadêmicas (Portaria Normativa N° 40 de 12/12/2007, alterada pela Portaria Normativa MEC N° 23 de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010) Todas as informações acadêmicas citadas são disponibilizadas semestralmente no documento intitulado Manual do Aluno, disponível no site da instituição. Políticas de educação ambiental (Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de 2002) . A política ambiental é tratada na disciplina Psicologia Educacional e Escolar, constante na matriz curricular no 7º período do curso. Política de educação em direitos humanos Os direitos humanos são incluídos nas disciplinas Psicologia Social I (2º Período) e Ética Profissional do Psicólogo (8º período). D Direitos da Pessoa com Transtorno de Espectro Autista 116 Está incluída na ementa da disciplina de Intervenções Psicológicas e Educativas a Pessoas com Necessidades Especiais, conforme apregoa a Lei n. 12.764 de 27 de dezembro de 2012. Carga horária do estágio e atividades complementares: Os estágios e atividades complementares dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial, não deverão exceder a 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso, salvo nos casos de determinações legais em contrário. RESOLUÇÃO Nº 2, DE 18 DE JUNHO DE 2007. Para o curso em questão, o percentual de estágio e atividades complementares equivalem a 20% (840 horas) da carga horária total do curso.