14/01/2013
GRANDEZAS LUMINOTÉCNICAS
FUNDAMENTAIS
SENAI - Laranjeiras
•
Luminotécnica – 40h
Fluxo Luminoso ()
– É a potência de radiação total emitida por uma fonte de luz e avaliada
pelo olho humano
– Unidade: LUMEN (lm)
Fluxo Luminoso
•
•
Intensidade Luminosa (I)
– É a potência de radiação visível disponível em uma certa direção.
– Unidade: CANDELA (cd)
Iluminância (E)
– É uma medida para a luz incidente em uma superfície.
– Unidade: LUX (lx)
– LUX = lúmen / m2
1 m2
1 Lux
•
Curva de Distribuição de Intensidade Luminosa
– Curva, que representa a variação da intensidade luminosa de uma
fonte, segundo um plano passando pelo centro, em função da direção.
Alguns níveis padronizados de Iluminância
•
MÍNIMO PARA CIRCULAÇÃO: 20 LUX no plano horizontal
•
MÍNIMO PARA ÁREAS DE TRABALHO INTERNAS: Iluminação vertical de 100 LUX
e horizontal de 200 LUX
•
ÓTIMO PARA ÁREAS DE TRABALHOS INTERNAS: Entre 1000 e 2000 LUX
•
TAREFAS VISUAIS DIFÍCEIS: De 2000 A 20000 LUX
•
LOJAS CONVENCIONAIS: 300 LUX no plano horizontal
•
LOJAS DE AUTO-SERVIÇO: 500 LUX no plano horizontal
•
SUPERMERCADOS: 750 LUX no plano horizontal
•
CINEMAS SALA ESPERA: 150 LUX no plano horizontal
•
HOTEIS COZINHA: 500 LUX no plano horizontal
1
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•
Luminância (L)
– É uma medida de sensação de claridade que o olho percebe da
superfície.
– Unidade: CANDELA/M2 (cd/m2)
•
RENDIMENTO OU EFICIÊNCIA LUMINOSA:
- É a relação entre o fluxo luminoso total emitido por uma fonte e a potência
elétrica da fonte.
EX.: Uma lâmpada Incandescente de Potência 100 Watts apresenta fluxo
luminoso de 1480 Lumens. Uma Lâmpada Fluorescente de Potência 40 Watts
apresenta fluxo luminoso de 2800 Lumens.
A lâmpada que apresenta melhor rendimento será:
Rendimento Incandescente: 1480 / 100 = 14,80 Lumens por Watt.
Rendimento Fluorescente: 2800 / 40 = 70 Lumens por Watt.
Melhor Rendimento será para Lâmpada Fluorescente
Vamos praticar?
10 a 15
VAPOR DE SÓDIO
FLUORESCENTE LUMILUX
VAPOR METÁLICO - HQI
FLUORESCENTE COMPAC TA
FLUORESCENTE COMUM
VAPOR DE MERCÚRIO - HQL
MISTA - HWL
HALÓGEN AS
170
160
150
140
130
120
110
100
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
INCANDESCENTE
LUMENS POR WATTS - lm / w
EFICIÊNCIA LUMINOSA MÉDIA DAS LÂMPADAS MAIS EMPREGADAS
Coloque as letras corretas nas afirmações abaixo:
A. Fluxo luminoso ( )
B. Iluminância (E)
C. Candela
D. Lux
( ) É uma medida para a luz incidente em uma superfície.
( ) É a potência de radiação total emitida por uma fonte de luz e avaliada pelo
olho humano.
( ) É a unidade da potência de radiação visível disponível em uma certa
direção.
( ) É a unidade da medida para a luz incidente em uma superfície.
15 a 25 20 a 35 45 a 55 55 a 75 50 a 80 65 a 90 75 a 90 80 a 140
Vamos praticar?
Coloque as letras corretas nas afirmações abaixo:
A. Fluxo luminoso ( )
B. Iluminância (E)
C. Candela
D. Lux
(B) É uma medida para a luz incidente em uma superfície.
(A) É a potência de radiação total emitida por uma fonte de luz e avaliada pelo
olho humano.
(C) É a unidade da potência de radiação visível disponível em uma certa
direção.
Tipos de Lâmpadas
• Quantas lâmpadas existem hoje em dia no mercado?
Aproximadamente 6.000 modelos!!!
(D) É a unidade da medida para a luz incidente em uma superfície.
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Tipos de Lâmpadas
Tipos de Soquete
Princípios de operação e sua relação
com a natureza.
Incandescentes
Link: http://www.youtube.com/watch?v =xSC8wqcv v 8A
•
Incandescência: Lâmpadas incandescentes > Luz do sol (Incandescentes e
Halógenas)
•
Descarga: Lâmpadas de descarga > Raios (Alta e baixa pressão, vapores
metálicos e fluorescentes.)
•
Luminescência: LEDs > Vagalume (Luz no estado sólido)
•
As incandescentes têm duas divisões: lâmpadas comuns e lâmpadas com
gás halógeno.
As incandescentes possuem uma excelente reprodução de cores. Ou seja, as
incandescentes são fieis na reprodução das cores.
Uma incandescente comum é a mais antiga fonte de luz artificial elétrica e
custa aproximadamente R$ 1,70 no mercado do Rio de Janeiro.
São as lâmpadas mais usadas, até os dias atuais, na iluminação de
residências. Possui uma eficiência luminosa muito baixa, com uma media de
12 lumens por watts.
Apenas 10% da energia elétrica consumida são transformadas em luz visível,
sendo os outros 90% transformados em calor.
Seu custo é bem baixo e sua vida também. A vida útil está em cerca de
1.000 horas.
Em grandes ambientes com teto baixo e frequentados por muitas pessoas,
seu uso deve ser pensado e repensado com todo cuidado, porque além de
desperdiçar energia na iluminação, vai colaborar para sobrecarregar a
carga térmica no ambiente, acarretando mais gastos com ar condicionado.
O uso em sensores de presença deve ser de até 3 minutos. Isto gera uma
economia entre 85% e 90%.
Incandescentes
•
•
•
•
•
O coração da lâmpada incandescente é um fino fio metálico enrolado em
hélice, denominado FILAMENTO. Quando uma corrente elétrica passa
através do filamento ele se aquece e emite "luz visível". Este processo é
denominado incandescência.
Quase todos os filamentos são feitos de tungstênio, devido ao seu alto ponto
de fusão.
Quanto mais enroladas e próximas estas espirais, mais calor estará sendo
concentrado no filamento.
Quanto maior o calor, mais luz será produzida.
Os filamentos são geralmente espiralados mais de 800 vezes e,
frequentemente, espiralados sobre si mesmos. É o que se chama de
filamento "duplo espiral" ou "coiled-coil".
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Tipos de montagem dos filamentos
•
•
•
•
•
•
SERVIÇO GERAL
• Mínimo de suportes.
• Em geral, filamento
de espira dupla.
SERVIÇO VIBRAÇÃO
• Mais suportes.
• Em geral, filamento
de espira simples.
A eficiência luminosa de uma lâmpada é similar a eficiência de um
automóvel.
Mas, em lugar de quilômetros por litro, a eficiência da lâmpada é medida
em lumens por watt ou L/W.
Lumens é a medida da luz emitida.
Watts é a medida da potência elétrica aplicada.
Quanto mais lumens a lâmpada produz para cada watt aplicado, maior
será sua eficiência.
Como os gastos com energia são de longe a maior porção do custo da
iluminação, melhor eficiência significará menores custos de operação.
SERVIÇO PESADO
• Muito mais suportes.
• Baixa eficiência
luminosa.
Vantagens
•
•
•
•
•
Quanto maior a temperatura do filamento, mais lumens por watt (LPW) o
filamento emite.
. Maior número de espirais no filamento, aumenta a eficiência da lâmpada
pela concentração do calor.
A temperatura do filamento é afetada por vários fatores, inclusive a forma do
filamento e a quantidade de suportes.
Os suportes, que mantém o filamento no seu lugar, diminuem a eficiência
da lâmpada, porque conduzem o calor para fora do filamento.
Para cada tipo de aplicação as lâmpadas são projetadas com o menor
número possível de suportes necessários. Assim, lâmpadas incandescentes de
uso geral utilizam poucos ou nenhum suporte, enquanto que lâmpadas
sujeitas a vibração e/ou serviço pesado devem usar um maior número de
suportes.
•
Simples de Usar: Você simplesmente rosqueia a lâmpada no soquete (não
exige equipamento auxiliar).
•
Baixo Custo Inicial: É o tipo mais barato em termos de custo da lâmpada em
si e da luminária.
•
Acendimento Imediato: Não necessita de tempo de aquecimento.
•
Excelente Controle Ótico: A incandescente é uma fonte de luz pontual e,
assim, é fácil de direcionar e focalizar, sendo ideal para uso em trilhos, para
aplicação em tetos e iluminação de destaque.
•
Luz Variável: Lâmpadas incandescentes podem ser controladas para produzir
qualquer intensidade de luz desde zero até sua potência máxima, com o uso
de "dimmers".
•
Flexibilidade: Disponíveis em mais configurações que qualquer outro tipo de
lâmpada, incluindo diferentes formatos, tipos de refletores, potências e cores.
Também operam em uma grande variedade de tensões.
Desvantagens
•
•
Alto Custo de Operação: É a lâmpada de menor eficiência luminosa (LPW).
Principalmente devido ao custo da energia, sua operação pode custar de 2
a 5 vezes mais do que a de uma fluorescente ou HQI.
Sensível a Choques e Vibrações: O filamento poderá ser reforçado por
suportes, entretanto estes reduzem a eficiência luminosa da lâmpada.
Sensível a Variação de Tensão: Mesmo pequenas variações de tensão
podem afetar o desempenho da lâmpada e o custo de operação (Exemplo:
Se você usar uma lâmpada de 127V num circuito de 120V a eficiência da
lâmpada diminuirá sensivelmente).
•
A Vida Mediana Nominal é o ponto onde 50% das lâmpadas testadas
queimam e 50% permanecem acesas.
100
LÂMPADAS
ACESAS
•
Curva de Mortalidade
75
50
25
0
0
20
40
60
80
100 120 140 160 180
PERCENTUAL DA VIDA DE PROJETO
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Depreciação
Custo x Vida
•
CUSTO = LÂMPADA + ENERGIA + MANUTENÇÃO
• TEMPERATURA DE COR das lâmpadas de :
- Serviço Geral , em torno de 2.700 K.
- Fotografia, cerca de 3.400 K e por este motivo sua luz é mais ‘‘ Branca”.
•
Devido a evaporação do filamento a potência diminui e o bulbo escurece,
resultando na diminuição do Fluxo Luminoso e da Eficiência Luminosa.
Curva Espectral
É contínua, não existindo falhas.
Emite todas as radiações do espectro visível, inclusive o ultravioleta mais próximo
até a mais distante radiação infravermelha.
Enfatiza as cores “quentes” e suaviza as cores “frias”.
AZUL PÁLIDO
8000 K
BRANCO
5000 K
AMARELO
3000 K
VERMELHO
800 K
Temperaturas do Bulbo e da Base
•
A alta temperatura do bulbo, geralmente, não afeta a vida da lâmpada.
Modelos
Cristal
O filamento da lâmpada de 200W opera a cerca de 2.620° C.
• Temperaturas máximas de segurança :
•
Bulbo de vidro comum: Até 360° C.
•
•
•
Bulbo de borosilicato: De 460 até 525° C.
Cimento de base comum: Até 170° C.
Cimento de silicone: Até 260° C.
•
•
•
•
•
Indicadas para iluminação geral,
predominantemente de uso residencial.
Podem ser dimerizadas.
Posição de funcionamento: qualquer.
Utilizadas em: lustres, arandelas,
plafonniers, abajures etc.
Temperatura de cor: 2.700K
Índice de reprodução de cor: 100
Tensão: 110/220V
Potencia: 25,40,60 e 100W
Vida média:1.000h
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Refletora
Soft / Leitosa
•
Lampada com tratamento espelhado
no bulbo.
Luz concentrada e com mais
intensidade. Indicadas para iluminação
de destaque.
Podem ser dimerizadas.
Posição de funcionamento: direcional.
Utilizadas em: lustres, arandelas, spots,
abajures etc.
Temperatura de cor: 2.700K
Índice de reprodução de cor: 100
Tensão: 110/220V
Potencia: 40 e 60W
Vida média:1.000h
•
Vela (velinha)
Anti-inseto
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Lâmpadas com dimensões reduzidas.
Podem ser dimerizadas.
Posição de funcionamento: qualquer.
Utilizadas em: lustres, arandelas,
abajures, geladeiras e fogões .
Temperatura de cor: 2.700K
Índice de reprodução de cor: 100
Tensão: 110/220V
Potencia: 25 e 40W
Vida média:1.000h
Filamento Reforçado
•
•
•
•
As lâmpadas com acabamento sílico
reduzem o ofuscamento e atenuam a
formação de sombras, resultando em
luz mais confortável, sendo ideal para
iluminação geral e decorativa.
Podem ser dimerizadas.
Posição de funcionamento: qualquer.
Utilizadas em: lustres, arandelas,
plafonniers, abajures etc.
Temperatura de cor: 2.700K
Índice de reprodução de cor: 100
Tensão: 110/220V
Potencia: 40,60 e 100W
Vida média:1.000h
São lâmpadas incandescentes
especiais com bulbo formato A55,
revestido por uma cobertura interna
especial que concentra a emissão da
luz em uma faixa de radiação pouco
visível aos insetos, proporcionando uma
menor atração dos mesmos no local
iluminado. São preenchidas com gás e
possuem um filamento de tungstênio
duplamente espiralado.
Baloon / Globolux
São lâmpadas incandescentes
especiais. São preenchidas com gás e
possuem um filamento de tungstênio
duplamente espiralado reforçado.
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•
Vela
IMPORTANTE
Sairão do mercado.
•
As lâmpadas incandescentes de uso geral com potências de 150 e 200 watts
que não atenderem exigências mínimas de eficiência energética deixaram
de ser produzidas e importadas no Brasil no último dia 30 de junho. Os
fabricantes e importadores tem até o dia 31 de dezembro de 2012 para
vender seus estoques. Já os atacadistas e varejistas têm prazo de um ano
para cumprir a determinação. Com a medida, expressa na Portaria n° 1007,
de 31 de dezembro de 2010, o Ministério de Minas e Energia quer reduzir a
quantidade de lâmpadas incandescentes e elevar a participação de
unidades mais eficientes, como as fluorescentes compactas e as halógenas.
A implementação das medidas de substituição das lâmpadas
incandescentes é um processo gradativo. Tirar as de maior potência do
mercado foi o primeiro passo. A produção de lâmpadas de 60, 75 e 100 watts
será proibida em 30/06/2013, e a comercialização se encerra em 30/06/2014.
Em junho de 2017, todas as potências estarão proibidas.
•
Segundo dados da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento
Energético do Ministério de Minas e Energia, uma lâmpada incandescente
de 60W, que permaneça ligada 4 horas por dia, consome 7,2 kWh (quilowatts
por hora) ao mês. Em comparação, uma lâmpada fluorescente compacta
equivalente proporciona uma economia de 75%, ou seja, consome 1,8
kWh/mês. Esses resultados têm uma margem de variação em função da
frequência de utilização e da potência de cada tipo de lâmpada.
Estimativas do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica
(Procel), também mostram o que aconteceria se todas as lâmpadas
incandescentes em uso no setor residencial fossem substituídas
simultaneamente por lâmpadas fluorescentes compactas. A economia
resultante seria de aproximadamente 5,5 bilhões de kWh por ano, o que
equivale ao consumo anual de todo o Distrito Federal, onde vivem 2,5
milhões de habitantes com uma das maiores rendas per capita do país. Esta
economia poderia chegar a até 10 bilhões de kWh por ano, em 2030, de
acordo com as projeções de crescimento do País.
Como Trocar Lampadas
Incandescentes.
7
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Verdadeiro (V) ou Falso (F).
(F) As lâmpadas incandescentes enfatizam as cores “frias” e suavizam as cores
“quentes”.
(F) Em geral, as lâmpadas incandescentes não emitem ultra-violeta
(F) A lâmpada com temperatura de cor de 3000 K é uma fonte de luz mais
“branca” do que a lâmpada de 3400 K.
(V) Todos os comprimentos de onda estão presentes na faixa de emissão das
lâmpadas incandescentes, mas não em quantidades iguais.
(F)As curvas espectrais das lâmpadas incandescentes mostram que a
distribuição de energia através do espectro visível não é uniforme. Esta energia é
relativamente pequena na extremidade vermelha do espectro, aumentando
até seu ponto máximo na extremidade azul.
Verdadeiro (V) ou Falso (F).
(F) As lâmpadas incandescentes enfatizam as cores “frias” e suavizam as cores
“quentes”.
(F) Em geral, as lâmpadas incandescentes não emitem ultra-violeta
(F) A lâmpada com temperatura de cor de 3000 K é uma fonte de luz mais
“branca” do que a lâmpada de 3400 K.
(V) Todos os comprimentos de onda estão presentes na faixa de emissão das
lâmpadas incandescentes, mas não em quantidades iguais.
(F)As curvas espectrais das lâmpadas incandescentes mostram que a
distribuição de energia através do espectro visível não é uniforme. Esta energia é
relativamente pequena na extremidade vermelha do espectro, aumentando
até seu ponto máximo na extremidade azul.
Verdadeiro (V) ou Falso (F). A vida média esperada de uma lâmpada é...
Verdadeiro (V) ou Falso (F). A vida média esperada de uma lâmpada é...
( ) O ponto no qual 50% das lâmpadas testadas falham.
( ) Medida em horas de operação.
(V) O ponto no qual 50% das lâmpadas testadas falham.
(V) Medida em horas de operação.
Incandescente Halógenas
•
•
•
Por volta de 1960 descobriram-se processos para evitar o enegrecimento da
ampola, eliminando-se o depósito de tungsténio no vidro através da adição
de um halógeno ao gás de enchimento. As lâmpadas de halogêneo contem
assim iodo, flúor ou bromo adicionado ao gás normal, e funcionam sob o
principio do ciclo de halogêneo regenerativo, para evitar o escurecimento.
O tungsténio vaporizado – halogêneo, sob a forma de gás. Esse gás por
efeito das correntes de convecção aproxima-se do filamento, sendo
decomposto pela alta temperatura do mesmo em tungsténio que se volta a
depositar no mesmo halógeno que continua no ciclo regenerativo. O
invólucro da lâmpada é feito de quartzo especial, resistentes as altas
temperaturas necessárias ao funcionamento do ciclo de haloógeno. São
muito menores em tamanho do que as lâmpadas incandescentes normais,
sendo normalmente usadas em instalações com projetores de vários tipos, e
fontes de luz para automóveis.
•
As lâmpadas halógenas custam aproximadamente R$ 4,90 no mercado
carioca. Gera maior calor que a incandescente comum devido ao seu
tamanho mais compacto. Isto pode até chegar a queimar a pele quando
em contato com o corpo físico da lâmpada, ou seja, nunca troque a
lâmpada sem que ela tenha esfriado. Nunca toque no bulbo com seu dedo,
mesmo como ela fria. Se isto ocorrer limpe o bulbo com um pano levemente
com álcool.
As lâmpadas de gás halógeno possuem algumas vantagens adicionais. Luz
mais branca (3.100 K) e uniforme. Permitem uma perfeita reprodução de
cores.
São compactas e, portanto adequadas a montagem de área comercial de
exposição e na decoração em geral. Sua vida útil esta na média de 2.000
horas.
Cada lâmpada halógena tem sua base em formatos diferenciados.
Facho concentrado e calorimetria específica.
As dicróicas custam cerca de R$ 3,20 no mercado do Rio de Janeiro. Esta
lâmpada é a mais fria das incandescentes, pois tem na sua engenharia a
função de colocar 80% do calor para trás do refletor dicróico. Evidente que
100% de radiação UV vai para frente. As lâmpadas com lentes/filtros UV STOP
filtram em 5% a emissão desta UV para o ambiente.
O seu refletor tem a capacidade de concentrar o facho luminoso. Talvez
esteja aí a coisa do calor em excesso gerado pela dicróica. Ela não foi feita
para embutir. Para embutir existe a dicróica ALU. Mas se não há como fazer,
não se esqueça de observar se há ventilação no lugar onde a lâmpada
dicróica vai ficar embutida.
Tem uma vida útil de cerca de 3.000 horas. Sugiro o uso de lâmpadas com
lente frontal baseada no filtro UV STOP, altamente recomendado no caso de
a lâmpada ser colocada em locais de permanência de transeuntes.
Possuem bases especificas para cada tipo de lâmpada. Utilizam
transformadores eletrônicos ou eletromagnéticos.
O uso do dimmer tem que ser observado, pois o gás halógeno tem seu ciclo
que não deve ser quebrado. A diminuição da intensidade luminosa pode
fazer com que este ciclo não aconteça de forma segura e assim diminuir a
vida útil projetada para a lâmpada.
8
14/01/2013
•
•
As lâmpadas halógenas vieram para dar mais brilho e teatralidade na
iluminação, com ela podemos criar cenários diferentes, de acordo com
nosso humor, a decoração e o clima.
Lâmpadas halógenas têm o mesmo principio das lâmpadas incandescentes;
porém, são mais elaboradas, tem uma luz mais brilhante, eficiência
energética, maior vida útil (variando entre 2000 e 4000 horas), menores
dimensões e proporcionam vários efeitos de iluminação. Tem o IRC (Índice
de Reprodução de Cor) de 100%, significa uma luz mais real, com a luz que
obtemos com o sol. Com essa finalidade fica mais fácil identificar as cores
reais de quadros, pinturas de paredes, roupas e objetos.
Essas lâmpadas tem maior uso nos embutido para gesso, spots e luminárias
de mesa.
•
•
•
Lâmpadas dicróicas - as mais conhecidas do grupo das halógenas – tendem
a gerar ainda mais calor, devido a sua compactação. Os fabricantes de
ponta desenvolveram um sistema de rebatimento onde o vidro frontal filtra o
componente infravermelho e a própria superfície dicróica permite a
passagem do calor para o forro, evitando sua propagação para o ambiente.
Mas isso não é comum a qualquer tipo de dicróica. Em geral, são lâmpadas
diferenciadas, desenvolvidas por fabricantes que investem neste tipo de
tecnologia.
A lâmpada dicróica é principalmente usada nos projetos de interiores, mas
devemos preferir sempre as lâmpadas 12V, ou seja, com uso de
transformador. Assim estaremos garantindo melhor vida útil para seu material
elétrico, pois a energia chega primeiramente no transformador e
posteriormente na lâmpada. Pois a tensão de rede é sempre instável e sofrer
variações. Devemos estar atentos também aos graus de abertura das
lâmpadas, pois cada uma tem um efeito diferente, algumas das angulações
são: 8, 24 e 40 graus. Irá usa-lo de 8 graus quando for para marcar uma
parede que tenha textura, pedras ou outro tipo de revestimento, ou mesmo
em uma parede lisa onde queres apenas marcar com pequeno facho de luz.
Mas se for para iluminar quadros, dê preferência para as de 40 graus, elas
tem luz de destaque , mas deixa-o de forma mais homogênea, e um detalhe
muito importante, use um filtro fosco, para deixar a luz mais “limpa”. O filtro é
um disco de vidro redondo, com o mesmo diâmetro da lâmpada dicróica.
•
Utilizadas principalmente em iluminação decorativa e de destaque, as
lâmpadas halógenas realçam cores, objetos e obras de arte com maior
eficiência (economia de energia) que as lâmpadas incandescentes comuns,
em virtude de sua excelente reprodução de cor (100), luz elegante e
vibrante. As lâmpadas halógenas podem ser consideradas incandescentes
"melhoradas", pois duram mais que as incandescentes comuns. Para se ter
uma idéia, uma incandescente dura em média um ano ou 1.000 horas. Já as
halógenas, duram em média de 2.000 horas até 4.000 ou 5.000 horas. São um
pouco mais eficientes ou econômicas que as incandescentes. Isto quer dizer
que com uma quantidade de energia similar a de uma lâmpada
incandescente, uma halógena gera um "pacote" de luz superior. As
lâmpadas halógenas, em geral, permitem dimerização.
Em virtude de sua construção, as halógenas são mais econômicas que as
lâmpadas incandescentes, mas também geram calor, devido ao princípio
que rege sua operação: a luz é gerada através de aquecimento. A corrente
elétrica passa pelo filamento de tungstênio e, através do aquecimento deste
filamento, gera-se luz. Todas as lâmpadas que obedecem a este princípio
não são economizadora de energia. Consomem mais que as fluorescentes
ou as de descarga.
Mitos e verdades sobre as lâmpadas dicróicas
• É verdade que as dicróicas gastam muita energia?
Sim. As dicróicas não são economizadoras. Gastam menos energia que as
incandescentes, mas de qualquer forma, na relação lúmens x watt, são
lâmpadas que não ultrapassam 30 lúmens por watt.
• Pode se utilizar dicróica para iluminação geral de ambientes?
Só com dicróicas não é aconselhável. A iluminação dicróica funciona como
uma complementação de uma iluminação geral.
• É verdade que as dicróicas viraram uma verdadeira coqueluche no início da
década de 90?
Sim. Na década de 90, o mercado estava praticamente limitado a uma
tecnologia de lâmpadas incandescentes. Sendo assim, os fabricantes
começaram a desenvolver tecnologias em lâmpadas de descarga,
fluorescentes compactas e na própria lâmpada fluorescente tubular. Estas
lâmpadas começaram a substituir a utilização de halógenas e dicróicas,
principalmente em aplicações profissionais.
•
As dicróicas queimam com muito mais freqüência que o estabelecido em
seu tempo de vida útil?
Não, se estivermos falando de lâmpadas de fabricantes sérios e confiáveis e sim,
no caso de lâmpadas do mercado de baixa especificação. Quando se oferece
ao consumidor uma lâmpada feita para durar 3 mil horas, é porque deve durar 3
mil horas - evidentemente, dentro das condições de ensaio estabelecidas em
norma. É importante fazer a diferenciação entre vida útil e vida mediana. Vida
mediana é o tempo necessário para que 50% de lâmpadas de um lote em teste
tenham sua operação terminada. Está relacionada à sobrevivência de um lote
de lâmpadas em teste. A vida útil está relacionada com a depreciação do fluxo
luminoso ao longo do tempo de operação da lâmpada. Quando se fala em
vida útil da dicróica, pode-se afirmar que ela tem uma vida muito boa. A
depreciação da intensidade luminosa, ao longo do tempo, é muito tênue.
Quando a questão é vida mediana, podemos estar falando entre 2.000 e 5.000
horas. Existem dicróicas "top" de especificação, que duram até 5.000 horas,
assim como também existem dicróicas de especificação menos exigente
(residencial, por exemplo) que duram até 1.500 horas.
9
14/01/2013
•
"As lâmpadas dicróicas caracterizam-se por possuir um refletor de vidro
multiespelhado que reflete apenas a luz, sendo 'transparente' ao calor. Isto
faz com que elas tenham um facho de luz mais frio, possibilitando inúmeras
aplicações onde se queira luz sem calor (museus, por exemplo). Além disso,
estas lâmpadas têm uma ótica bastante precisa e dimensões reduzidas, o
que as torna aplicáveis em locais onde não se tem altura para embutir
aparelhos, mas necessita-se de alta qualidade e controle da iluminação.
Vale lembrar que, embora a lâmpada possua um facho de luz bem definido,
é necessário empregá-la em luminárias com controle antiofuscamento, regra
que infelizmente nem sempre é observada. As dicróicas de nova geração
possuem tratamentos especiais no refletor que mantêm a cor do facho de luz
praticamente inalterada, ao contrário do que ocorria no passado.
Gilberto Franco, Lighting Designer, Franco e Fortes Lighting Design
10
14/01/2013
•
Outro aspecto importante das halógenas é sua diversidade de formatos,
permitindo aplicações mais distintas e diferenciadas que as incandescentes
comuns. Encontram-se disponíveis em formato palito (duplo contato), refletor
parabólico (PAR), dicróico (a cápsula está alojada em um refletor dicróico),
em refletor de alumínio (ALR111) e cápsulas (super compactas). Com
exceção da lâmpada de duplo contato (palito) e das lâmpadas refletoras
(PAR), as outras lâmpadas halógenas operam com tensão de 12V,
necessitando de um transformador para interface com a rede de energia,
que no Brasil pode ser 127V ou 220V. Recentemente, adicionalmente às
lâmpadas palito e PAR, que estão disponíveis em 127V e 220V, os fabricantes
introduziram cápsulas e dicróicas (base bi-pino e base E27) que podem ser
conectadas diretamente à rede de energia, eliminando o transformador de
interface, simplificando e beneficiando as aplicações residenciais ou
comerciais.
Devem ter:
As lâmpadas Halógenas DEVEM ter:
• Proteção contra líquidos, quando em operação.
• Uso SOMENTE em luminárias projetadas para a alta temperatura requerida
para operação e oferecer adequados recursos de proteção às pessoas e
vizinhanças, porque estas lâmpadas geram intenso calor, são pressurizadas e
se forem arranhadas ou danificadas, podem se despedaçar.
• Uma temperatura mínima de 250 ° Celsius na parede do bulbo para operação
do Ciclo Halógeno.
• Removidas gorduras e marcas de dedos dos bulbos com um desengordurante
antes de usá-las.
Não devem ter:
• As lâmpadas Halógenas NÃO DEVEM ter:
• Operação acima da tensão de projeto.
• Operação próxima de substâncias ou materiais inflamáveis ou que são
adversamente afetados pelo calor ou desidratação.
• A temperatura de base acima de 350 ° Celsius, porque acima deste ponto os
contatos e a região do sêlo podem se deteriorar, causando a falha prematura
da lâmpada.
• Acendimento em posição diferente da horizontal ± 4 °, porque isto pode
causar o escurecimento do bulbo e eventualmente o seu estilhaçamento.
• Ao manusear as lâmpadas Halógenas, use apropriada proteção, inclusive
para os olhos.
Ciclo regenerativo
•
•
•
A lâmpada halógena possui filamento incandescente, que fica dentro de
uma cápsula halógena. Dentro desta cápsula, encontra-se um composto
químico chamado halogênio.
O filamento de tungstênio, quando aquece e gera luz, sofre um desgaste
através do desprendimento de moléculas de tungstênio que saem do
filamento. Este desgaste do filamento provoca a queima da lâmpada ao
término de sua vida mediana.
Na lâmpada halógena, a molécula de tungstênio se desprende do
filamento, mas encontra moléculas do composto halógeno dentro da
cápsula. Este composto faz com que esta molécula de tungstênio volte para
o filamento incandescente. A partir daí, este filamento incandescente é
reconstruído ou reconstituído ao longo da operação da lâmpada. Só que
esta recomposição do filamento de tungstênio não é uniforme. Quando este
filamento de tungstênio é recomposto pode cair no lugar onde o filamento
está mais desgastado ou em um lugar onde não está desgastado. Este
processo, denominado ciclo halógeno, aumenta a vida mediana em
relação às lâmpadas incandescentes comuns.
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Ciclo regenerativo
• 1. O filamento se volatiliza,
desprendendo partícula em
direção ao bulbo.
1. O filamento se volatiliza,
desprendendo partícula em
direção ao bulbo.
2. A partícula se combina
com o halogênio.
1. O filamento se volatiliza,
desprendendo partícula em
direção ao bulbo.
2. A partícula se combina
com o halogênio.
1. O filamento se volatiliza,
desprendendo partícula em
direção ao bulbo.
2. A partícula se combina
com o halogênio.
3. A partícula, combinada
com o halogênio, retorna
para o filamento.
1. O filamento se volatiliza,
desprendendo partícula em
direção ao bulbo.
3. A partícula, combinada
com o halogênio, retorna
para o filamento.
Vantagens
2. A partícula se combina
com o halogênio.
•
•
•
•
3. A partícula, combinada
com o halogênio, retorna
para o filamento.
4. O haleto se decompõe,
depositando a partícula
no filamento e liberando
o gás de halogênio
IRC = 100 (equivalente às incandescentes e à luz natural do sol)
Temperatura de cor entre 2.800K e 3.100K (bastante agradável)
Variedade de formatos (permite um amplo leque de aplicações)
Durabilidade (no caso de aplicações residenciais, comparada à lâmpada
incandescente). Uma lâmpada halógena dura em média de 2 a 5 anos,
conforme o modelo utilizado e dentro de um tempo médio de utilização,
enquanto que uma incandescente dura um ano apenas.
4. O haleto se decompõe,
depositando a partícula
no filamento e liberando
o gás de halogênio
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Desvantagens
•
•
•
Durabilidade (no caso de aplicações profissionais). Comparada a
tecnologias mais novas como lâmpadas de descarga compactas ou
fluorescentes compactas. Hoje existem lâmpadas fluorescentes e de
descarga que duram 8, 9, 10 mil horas, oferecendo melhor relação custo x
benefício na maior parte do casos.
Não são economizadoras de energia. Embora consumam menos que as
incandescentes, consomem muito mais que as compactas e as
fluorescentes.
Necessitam de transformador. Isso está sendo resolvido com as lâmpadas
halógenas de ligação direta à rede. Combinado com a operação direta na
rede, a disponibilização de dicróicas com base E-27 (mesma das
incandescentes) torna sua manutenção e utilização ainda mais simples e
atrativa para consumidores residenciais.
Modelos
Dicróica 51S
•
Potências de 20W e 50W, Bases GU5.3 e
GU4, vida mediana de 2000 horas e
temperatura de cor 3000 K. Tem a
versão mini-dicróica também com 20W
ou de 35W.
Dicróica Energy Saver
•
Potência de 35W, base GU5,3, vida
mediana de 5000 horas, temperatura
de cor: 3000 K e intensidade luminosa
constante durante toda a sua vida útil.
A dicróica Energy Saver é a mais
indicada tanto para uso comercial ou
residêncial, quando se quer destacar
algum objeto, quadro, roupa, etc. Além
de economizar energia ela produz bem
menos calor que uma dicróica comum.
•
Dicróica Titan
•
•
Potências: de 20W e 50W, base GU5,3.
Lâmpadas com refletor dicróico mais resistente, que não se
danifica ao longo do uso, garantindo uma luz constante e
aparência de cor uniforme.
•
Emissão de luz mais fria decorrente do refletor dicróico, que
reduz em até 66% a radiação térmica emitida pela lâmpada.
Possuem lente frontal protetora, assegurando a qualidade do
refletor contra poeira e umidade.
Utilizadas na iluminação de destaque, de objetos sensíveis ao
calor, na iluminação em residências, hotéis, vitrines e halls.
Atendem à norma IEC 60598-1, permitindo o uso em
luminárias abertas.
Podem ser dimerizadas.
Temperatura de cor: 3.100 K.
Índice de reprodução de cor: 100.
Posição de funcionamento: universal.
UV FILTER: bulbo de quartzo que filtra em até 5 vezes a
radiação UV, evitando o desbotamento de cores.
STAR LITE: tecnologia de baixa pressão, que permite o
funcionamento sem lente frontal e em luminárias abertas.
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Dicróica ALU
•
•
Potência de 50W, base GU5,3, vida
mediana de 3000 horas e temperatura
de cor 3000 K.
Com refletor alumínio, bloqueia que a
luz possa ir parte de trás. Indicado para
locais com forro de gesso limitado,
assim o calor vai somente para baixo.
Indicado também para spost abertos
em que a lâmpada fica aparente, pois
se neste caso for usar os outros modelos
de dicróica, a luz vai para a parte de
trás e num efeito prismático e cores
diferentes, que não é o mais indicado
neste caso.
Dicróica Cool-Blue
•
•
•
Luminária Ya Ya Ho (1982-84) por Ingo Maurer.
Fonte da imagem livro 1000 ligts.
Essa luminária é um bom exemplo para especificar a lâmpada
dicróica Alu, proporcionando assim o facho de luz somente para
frente, uma vez que a lâmpada fica totalmente exposta no trilho.
Potência de 50 W, base GU5.3, vida
mediana de 4.000 horas e temperatura
de cor 4.500K
Uso em joalherias, lojas de cerâmica, de
vidro e galerias de arte, em lugares
onde precise de fontes de luz fria.
Tem acabamento fosco na parte de
trás do refletor para uma luz mais difusa
suave e sem ofuscamento na parte de
trás. Com revestimento high-tech, que
filtra da luz o componente vermelho
quente. Isto resulta em uma luz
halógena mais fria, com uma
temperatura de cor de 4.500 K, mais
próxima da luz diurna natural. (fonte da
descrição OSRAM)
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Halopar 16
•
Efeito da Lâmpada Dicróica Cool Blue em um objeto prata. A
lâmpada da esquerda é de 3000K (amarelada) e da direita 4500K
cool blue (branco). Nesta imagem podemos ver como a luz branca
realça o objeto prata.
Potência: 50W, bases GU10 e GZ10, vida
mediana de 2.000 horas e temperatura
de cor 2.900 K.Esta lâmpada é indicada
para luminárias onde não tem
possibilidade do uso de transformador,
é ligada diretamente na rede
Halopar 20, 30 e 38
•
Standard
MR16
•
Precise
ConstantColor
T
Exemplo de iluminação de jardim, onde pode-se especificar lâmpadas PAR
para causar esse efeito.
•
Estas lâmpadas têm fácil encaixe com a
base E27 (de rosca) convencional.
Indicadas para iluminação dirigida e de
destaque, devido ao controle de facho
de luz.
Podem ser usadas em área interna
como iluminação de bancada; dentro
do box do chuveiro; etc. Ou área
externa como jardins em espetos.
Lembrando que as luminárias devem ser
blindadas ou protegidas, já que a
lâmpada para ficar exposta deve ser
selada a foco, como a Dichro.
Potências de 50W, 75W e 90W, vida útil
2.000 h e temperatura de cor: 3.000 K.
Haloline / Palito
• Potência entre 100W, 150W, 300W,
500W e 1000W,
base R7s, vida mediana de 2.000 h,
temperatura de cor 3.000 K. Também
na versão Energy Saver.
• É mais conhecida como “palito”,
para uso geral em luminárias para
áreas internas e externas. Ajuda a
realçar e enfatizar estrutura, colunas,
fachadas, monumentos, lojas e
vitrines. É conectada diretamente à
rede sem auxílio de transformador.
Halógena é muito usada em
refletores e luminárias tipo plafon e
arandelas que produzem iluminação
indireta.
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Exemplo de luminária com lâmpada halógena com efeito de luz indireta.
Halostar / Bipino
• Potências de 20W, 35W e 65W, base
GY6.35, vida mediana de 4000 horas e
temperatura de cor 3000 K.
• Ideal para uso em lustres, candelabros,
luminárias de leitura e luminárias de
móveis.
AR (Aluminum Reflector)
A família das AR são as halógenas lâmpadas que deixam o ambiente mais
cênico. Muito utilizada em obras de arte como esculturas devido ao facho de luz
concentrado. As AR 48 podem as vezes substituir as dicróicas dependendo do
efeito que se espera e tem o facho de luz bem concentrado. AR70 são mais
usadas em pé-direito comum, enquanto as AR111 tem um bom desempenho em
pé-direito alto. Um cuidado especial que temos que ter com essa lâmpada é de
não colocar em cima de sofás ou cadeiras onde uma pessoa irá se sentar, pois
as AR tem o refletor que joga o facho de luz e a concentração de calor toda
para baixo. Todas as AR são 12V, com uso de transformador.
Halopin
• Potência de 33W, com Base G9, vida
mediana de 2.000 horas e temperatura
de cor 2.900 K.
• Não necessita de transformador, é uma
lâmpada halógena compacta, permite
que os designers desenvolvam
luminárias pequenas e com uma boa
fonte de luz.
AR 48 e 70
• Potências entre 20W e 50W, bases
BA15d e GY4, vida mediana de 1.000 h,
2.000 h e 3.000 horas, temperatura de
cor 3000 K.
• AR 48 tem angulação de 8graus, AR70
tem de 8 e de 24 graus.
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AR 111
• Potências de 35W e 65W, base G53,
vida mediana de 4.000 horas e
temperatura de cor de 3.000 K.
• Angulações de 4, 8 e 24graus.
•
Exemplo de iluminação de destaque na mesa de centro. Para esse efeito a
indicação é uma AR70 de 8 graus.
Cuidado especial
• Procure não tocar no bulbo das lâmpadas halógenas sem utilização
de luvas, pois o contato de gorduras e impurezas da própria pele em
seu bulbo pode ocasionar diminuição sua vida útil da lâmpada.
Caso ocorra acidentalmente limpe-a com um pano umedecido em
álcool.
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Baseado nas precauções para as lâmpadas halógenas, marque se as
afirmativas abaixo são Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
Baseado nas precauções para as lâmpadas halógenas, marque se as
afirmativas abaixo são Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) As luminárias para lâmpadas halógenas devem ter adequados recursos de
proteção.
( ) As lâmpadas halógenas podem operar com uma sobretensão máxima de
120%.
(V) As luminárias para lâmpadas halógenas devem ter adequados recursos de
proteção.
(F) As lâmpadas halógenas podem operar com uma sobretensão máxima de
120%.
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