MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO MILITAR DO LESTE
COMANDO DA 4ª REGIÃO MILITAR
(4º Distrito Militar/1891)
(REGIÃO DAS MINAS DO OURO)
SERVIÇO REGIONAL DE OBRAS DA 4ª RM
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Nr 009/2013
RESTAURAÇÃO DOS VESTIARIOS DE ALUNOS DO CMJF , EM
JUIZ DE FORA - MG
ÍNDICE
1.
FINALIDADE .............................................................................................................................................................. 4
1.1.
2.
GENERALIDADES .................................................................................................................................................... 5
2.1.
2.2.
2.3.
2.4.
2.5.
2.6.
2.7.
2.8.
2.9.
3.
JUSTIFICATIVA .................................................................................................................................................. 4
OBJETO ................................................................................................................................................................ 5
DESCRIÇÃO SUCINTA DA OBRA .................................................................................................................... 5
VISITA AO LOCAL DA OBRA ........................................................................................................................... 7
ORÇAMENTO DA OBRA .................................................................................................................................... 7
REGIME DE EXECUÇÃO ................................................................................................................................... 7
PRAZO .................................................................................................................................................................. 7
NORMAS A SEREM UTILIZADAS .................................................................................................................... 8
SIGLAS E ABREVIATURAS ............................................................................................................................... 8
RESPONSABILIDADE, GARANTIA E FISCALIZAÇÃO ................................................................................. 9
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS ...................................................................................................................... 18
3.1. SERVIÇOS DE DEMOLIÇÕES E REMOÇÕES ................................................................................................ 18
3.2. ENTULHO .......................................................................................................................................................... 18
3.3. INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS ........................................................................................................... 18
3.4. INSTALAÇÃO HIDRÁULICA DE ÁGUA FRIA .............................................................................................. 18
3.5. INSTALAÇÃO DE ESGOTO SANITÁRIO ....................................................................................................... 21
3.5.1.
RECOMENDAÇÕES PARA OS SERVIÇOS SANITÁRIOS ........................................................................ 22
3.5.2.
TUBULAÇÕES SANITÁRIAS....................................................................................................................... 23
3.5.3.
CAIXAS SIFONADAS, RALOS E CANALETAS ......................................................................................... 23
3.5.4.
CAIXAS DE INSPEÇÃO ................................................................................................................................ 23
3.5.5.
DESCRIÇÃO GERAL DAS INSTALAÇÕES DE ESGOTO SANITÁRIO ................................................... 24
3.6. LOUÇAS, METAIS E ACESSÓRIOS................................................................................................................. 25
3.7. ALVENARIA E OUTRAS VEDAÇÕES ............................................................................................................ 30
3.8. ALVENARIA DE TIJOLOS CERÂMICOS........................................................................................................ 30
3.9. REVESTIMENTOS............................................................................................................................................. 31
3.9.1.
CONSIDERAÇÕES GERAIS ......................................................................................................................... 31
3.9.2.
CHAPISCO...................................................................................................................................................... 31
3.9.3.
EMBOÇO ........................................................................................................................................................ 31
3.9.4.
REBOCO ......................................................................................................................................................... 32
3.9.5.
REVESTIMENTO 30X60 CM ......................................................................................................................... 32
3.9.6.
PISO................................................................................................................................................................. 32
3.9.7.
REGULARIZAÇÃO DE BASE PARA REVESTIMENTO DE PISOS .......................................................... 33
3.9.8.
PISO PORCELANATO 60X60 CM ................................................................................................................. 33
3.9.9.
BANCADAS, DIVISÓRIAS, SOLEIRAS E PEITORIS ................................................................................. 33
3.9.10. BANCADAS EM GRANITO BRANCO AQUALUX .................................................................................... 33
3.9.11. DIVISÓRIAS EM GRANITO ......................................................................................................................... 34
3.9.12. SOLEIRAS ...................................................................................................................................................... 34
3.9.13. PORTA DE MADEIRA ................................................................................................................................... 34
3.9.14. PORTA DE ALUMÍNIO ................................................................................................................................. 35
3.9.15. FERRAGENS .................................................................................................................................................. 36
3.9.16. VIDROS E ESPELHOS ................................................................................................................................... 37
3.9.17. ESPELHOS...................................................................................................................................................... 37
3.9.18. PINTURAS ...................................................................................................................................................... 37
3.9.19. PINTURA ACRÍLICA EM PAREDE E TETO ............................................................................................... 37
3.9.20. PINTURA LATEX EM TETO......................................................................................................................... 38
3.9.21. PINTURA ESMALTE EM MADEIRA ........................................................................................................... 38
3.10.
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ........................................................................................................................ 38
3.10.1. MATERIAIS EMPREGADOS ........................................................................................................................ 38
3.10.2. DESCRIÇÃO SUCINTA DO SERVIÇO ........................................................................................................ 39
3.10.3. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES ....................................................................................................... 39
3.11.
SEGURANÇA ................................................................................................................................................. 40
3.11.1. SEGUANÇA NA INSTALAÇÃO ................................................................................................................... 40
3.11.2. PROCEDIMENTOS PARA ENERGIZAÇÃO E DESENERGIZAÇÃO DE CIRCUITOS ............................ 40
3.12.
APOIO À OBRA.............................................................................................................................................. 40
3.12.1. SERVIÇOS TECNICOS PROFISSIONAIS .................................................................................................... 40
3.12.1.1. ESTUDOS E PROJETOS ............................................................................................................................ 40
3.12.2. SERVIÇOS PELIMINARES ........................................................................................................................... 41
3.12.2.1. DEMOLIÇÕES E RETIRADAS ................................................................................................................. 41
3.12.3. SERVIÇOS DIVERSOS .................................................................................................................................. 42
3.12.3.1. RASGOS E FECHAMENTOS .................................................................................................................... 42
3.12.3.2. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS .................................................................................................................... 42
3.12.3.3. FIOS/CABOS .............................................................................................................................................. 42
3.12.3.4. TOMADAS/INTERRUPTORES................................................................................................................. 43
3.12.3.4.1.
INTERRUPTORES ................................................................................................................................. 43
3.12.3.4.2.
TOMADAS .............................................................................................................................................. 44
3.12.3.5. DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO ............................................................................................................... 44
3.12.3.6. DISJUNTOR MONOPOLAR E BIPOLAR ................................................................................................. 44
3.12.3.7. DISJUNTOR TRIPOLAR ........................................................................................................................... 45
3.12.3.8. DPS .............................................................................................................................................................. 45
3.12.3.9. QUADROS DE DISTRIBUIÇÃO ............................................................................................................... 46
3.12.3.10.
ELETRODUTOS E CAIXAS .................................................................................................................. 48
3.12.3.10.1. ELETRODUTOS ..................................................................................................................................... 48
3.12.3.11.
LUMINÁRIAS E ACESSÓRIOS ............................................................................................................ 49
3.12.4. REFERENCIAL DE MATERIAIS: ................................................................................................................. 49
3.12.4.1. LUMINÁRIAS PAA USO GERAL ............................................................................................................. 49
3.12.4.2. ARANDELAS SOBE OS ESPELHOS DO BANHEIRO ............................................................................ 50
3.12.4.3. ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA ........................................................................................................... 51
3.12.4.4. CHUVEIROS............................................................................................................................................... 51
4.
PRESCRIÇÕES DIVERSAS .................................................................................................................................... 52
4.1.
4.2.
4.3.
4.4.
4.5.
RECEBIMENTO/TESTES DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ....................................................................... 52
LIMPEZA DA OBRA .......................................................................................................................................... 53
REMOÇÃO DE ENTULHO E LIXO DA OBRA ................................................................................................ 53
GARANTIAS ...................................................................................................................................................... 53
CONDIÇÕES FINAIS ......................................................................................................................................... 54
5.
ENTREGA DA OBRA .............................................................................................................................................. 55
6.
PRESCRIÇÕES DIVERSAS .................................................................................................................................... 56
7.
ANEXOS..................................................................................................................................................................... 57
1. FINALIDADE
A presente Especificação Técnica tem por finalidade descrever os serviços a serem
executados, de modo que a CONTRATADA possa ter conhecimento das obras, serviços e
materiais para a execução da Restauração dos Vestiários, masculino e feminino, dos
alunos do CMJF, em Juiz de fora/MG.
1.1.
JUSTIFICATIVA
O serviço de restauração e adequação dos vestiários de alunos do CMJF, em Juiz de
Fora, se torna necessário, uma vez que as instalações existentes não atendem à demanda
atual de alunos. A referida manutenção proporcionará melhores condições de vivência e
higienização. No que diz respeito à parte elétrica, a restauração adequará as instalações
às normas vigentes, a fim de melhorar a segurança daqueles que utilizam o vestiário como
também tornar o vestiário melhor no ponto de vista da ergonomia para os alunos.
2. GENERALIDADES
A referida obra deverá ser executada de acordo com as Especificações Técnicas e
Normas de Execução de Serviços determinadas pelo SRO/4. Modificações que possam
haver no decorrer da obra serão acertadas e discutidas entre as partes. Pequenos serviços
não relacionados nestas especificações, mas que o bom senso e a boa técnica
recomendam sua execução, deverão serem realizados.
Estas especificações técnicas farão parte integrante do CONTRATO, independente
de transcrição, devendo a CONTRATADA, no ato da assinatura do CONTRATO, rubricar
todas as páginas de um exemplar destas especificações técnicas, como prova do seu
assentimento com o que nelas está contido.
2.1.
OBJETO
O objeto destas especificações é o serviço de Restauração e Adequação dos
Vestiários de alunos do CMJF em Juiz de Fora/MG .
2.2.
DESCRIÇÃO SUCINTA DA OBRA
A obra consistirá da restauração dos vestiários masculino e feminino, com áreas
aproximadas de 130,91 m² e 138,66 m² com as seguintes características principais:
SERVIÇOS DE DEMOLIÇÕES E REMOÇÕES:
•
•
•
•
•
•
•
Serviços de demolição de alvenaria e piso;
Demolição de piso revestido com cerâmica;
Demolição de concreto simples;
Demolição de revestimento com azulejo;
Remoção de pintura látex;
Remoção de portas metálicas;
Remoção de aparelhos sanitários e metais.
EQUIPAMENTOS ALUGADOS:
• Locação de andaime e caçamba.
CANTEIRO DE OBRAS:
• Barracão para depósito;
• Placa de Obra em chapa de aço galvanizado.
INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS E PLUVIAIS:
• Canalização de água fria e esgoto, instalação de peças sanitárias
completas; instalação de bancada em granito;
• Caixa de passagem de concreto 80x80x80.
ALVENARIAS:
• Execução de Alvenaria em tijolo cerâmico furado 10x20x20cm
assentado com argamassa traço 1:5 (cimento e areia).
ESQUADRIAS
•
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•
•
Porta de alumínio 0,65x1,70 de abrir;
Porta de alumínio 0,65x1,50 de abrir;
Porta de alumínio 0,90x1,50 de abrir;
Porta de alumínio 0,90x1,70 de abrir;
Porta de madeira lisa compensada 0,90 x 2,10 m com alizar aduela,
dobradiça e fechadura .
REVESTIMENTOS:
Execução de chapisco traço 1:4 (cimento e areia);
Execução de reboco traço 1:4 (cimento e areia);
Execução de emboço traço 1:7 (cimento e areia);
Revestimento cerâmico retificado 30x60cm nas instalações sanitárias e
copa;
• Bancada, prateleira e divisória sanitária em granito 3cm.
•
•
•
•
PISOS:
• Regularização da base em argamassa traço 1:3 (cimento e areia);
• Assentamento de porcelanato polido 60 x 60 cm, assentado com
argamassa pré-fabricada de cimento colante
• Assentamento de soleira em granito 3cm.
VIDROS E ESPELHOS:
• Fornecimento e instalação de espelhos 4mm;
LOUÇAS, PIAS, TANQUES, METAIS E ACESSORIOS :
•
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•
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•
•
•
•
•
•
Lavatório louça branca de sobrepor medio luxo 53X43 cm;
Vaso sanitário com caixa de descarga acoplada;
Vaso sanitário com válvula de descarga;
Mictório louça branca;
Porta papel higiênico;
Chuveiro elétrico 110/220 V;
Saboneteira em metal cromado;
Dispenser para papel toalha;
Saboneteira de plástico para sabão líquido;
Torneira cromada para lavatório;
Ducha higiênica com registro;
Barra de apoio para deficientes largura 90 cm.
PINTURA:
• Emassamento com massa acrílica para ambientes internos
• Fundo selador acrílico para ambientes internos
• Pintura látex acrílica ambientes internos
LIMPEZA DA OBRA:
• Limpeza final da obra.
2.3.
VISITA AO LOCAL DA OBRA
As LICITANTES deverão fazer um reconhecimento no local da obra antes da
apresentação das propostas, a fim de tomar conhecimento da situação do terreno, da
extensão dos serviços a serem executados, das dificuldades que poderão surgir no
decorrer da obra, bem como cientificarem-se de todos os detalhes construtivos necessários
a sua perfeita execução. Os aspectos que as LICITANTES julgarem duvidosos, dando
margem à dupla interpretação, ou omissos nestas Especificações, deverão ser
apresentados à FISCALIZAÇÃO através de fax e elucidados antes da Licitação da obra.
A visita ao local deverá ser agendada com o Fiscal Administrativo do CMJF, através
do telefone (32) 3692-5054.
Após esta fase, qualquer dúvida poderá ser interpretada apenas pela
FISCALIZAÇÃO, não cabendo qualquer recurso ou reclamação, mesmo que isso venha a
acarretar acréscimo de serviços não previstos no orçamento apresentado por ocasião da
Licitação. A CONTRATADA ficará responsável pelas despesas dos deslocamentos
necessários para a realização da visita, sendo que deverá ser apresentado, no ato da
habilitação da licitação, documento de comprovação emitido pela SRO/4.
2.4.
ORÇAMENTO DA OBRA
A proposta das licitantes para execução do objeto deverá ser acompanhada,
obrigatoriamente, de orçamento descritivo, conforme modelo anexo, que contenha todos os
serviços e seus respectivos valores unitários e totais de material e mão-de-obra. Os dados
incluídos nesse modelo são ESTIMATIVOS e não servem de parâmetros finais dos
serviços a serem executados.
Serão de responsabilidade das LICITANTES o levantamento e a confirmação de
todos os quantitativos de suas planilhas de custos e serviços, conforme descritos nestas
Especificações. Se dimensionados abaixo dos valores necessários, tais quantitativos não
serão considerados como justificativa para a não execução dos serviços previstos em sua
totalidade.
Caso as licitantes constatem divergência nos quantitativos de algum item, entre o
orçamento estimativo da Administração e o seu levantamento, tal fato deve ser comunicado
à Comissão de Licitação CMJF, no prazo mínimo de 05 (cinco) dias úteis antes da data
prevista para a apresentação das propostas, para que sejam tomadas as providências
cabíveis.
2.5.
REGIME DE EXECUÇÃO
Empreitada por preço global com regime de execução por preços unitários.
2.6.
PRAZO
O prazo para execução da obra será de 240 (duzentos e quarenta) dias corridos,
contados a partir da data de emissão da respectiva Ordem de Serviço e/ou assinatura do
contrato, devendo a CONTRATADA submeter à aprovação da SRO/4 a sua proposta de
cronograma físico-financeiro para a execução da obra.
2.7.
NORMAS A SEREM UTILIZADAS
Os serviços deverão ser realizados obedecendo estrita e integralmente aos projetos
fornecidos. Entende-se por projeto: os desenhos, esta Especificação Técnica, planilhas e
outros documentos afins que indiquem como os serviços devam ser executados.
Os serviços de Engenharia deverão ser realizados de acordo com o Caderno de
Encargos da PINI.
É possível que, no decorrer da obra, seja necessário se criar novos serviços que não
tenham sido considerados nas especificações ou no projeto. Tais acréscimos deverão ser
previamente autorizados pela FISCALIZAÇÃO.
Serão documentos complementares a esta Especificação Técnica, independente de
transcrição:
Todas as normas da ABNT relativas ao objeto desta Especificação Técnica;
Caderno de Encargos da PINI;
Instruções Técnicas e Catálogos de fabricantes quando aprovados pela
fiscalização;
As Normas do Governo Estadual e de suas concessionárias de serviços
públicos;
Normas do CREA Estadual;
Normas Municipais;
Deverão ser considerados também os métodos de ensaios e especificações do
DNIT e as prescrições da NR-18 (Obras de Construção, Demolições e Reparos
– Norma Regulamentadora aprovada pela portaria no 3214 de 08 de junho de
1978).
Em caso de divergência, salvo quando houver acordo entre as partes, será adotada a
seguinte prevalência:
As normas da ABNT, CREA Estadual, Normas do Governo Estadual e Normas
municipais prevalecem sobre estas especificações técnicas e estas, sobre o
orçamento, os projetos e o caderno de encargos;
As cotas dos desenhos prevalecem sobre suas dimensões, medidas em escala;
Os desenhos de maior escala prevalecem sobre os de menor escala e
Os desenhos de datas mais recentes prevalecem sobre os mais antigos.
Todos os detalhes e serviços constantes dos desenhos e não mencionados nestas
especificações técnicas, assim como os serviços aqui mencionados e não constantes dos
desenhos, serão interpretados como parte dos projetos.
Nos casos omissos ou suscetíveis de dúvida, a CONTRATADA deverá recorrer à
FISCALIZAÇÃO para esclarecimentos ou orientação, sendo as decisões finais sempre
comunicadas por escrito.
2.8.
SIGLAS E ABREVIATURAS
No texto destas especificações técnicas serão usadas, além de outras consagradas
pelo uso, as seguintes abreviaturas:
DEC
DOM
SRO/4
OM
4ª Cia PE
Gu
COPASA
CEMIG
- Departamento de Engenharia e Construção
- Diretoria de Obras Militares
- Serviço Regional de Obras da 4ªRM
- Organização Militar
- 4ª Companhia de Polícia do Exército
- Guarnição
- Companhia de Saneamento de Minas Gerais
- Companhia Energética de Minas Gerais
FISCALIZAÇÃO
CONTRATANTE
- Engenheiro Responsável do Órgão Fiscalizador
- Órgão que contrata a obra ou serviço, neste caso
o Ministério da Defesa/Exército Brasileiro, tendo
como órgão de execução a SRO/4
- Empresa com a qual for contratada a execução
dos serviços
- Associação Brasileira de Normas Técnicas
- Empresa participante do processo licitatório, objeto
destas especificações
- Anotação de Responsabilidade Técnica
CONTRATADA
ABNT
LICITANTE
ART
CREA
DRT
MAJ
CAP
TEN
ST
SGT
OF
2.9.
- Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e
Agronomia
- Delegacia Regional do Trabalho
- Major
- Capitão
- Tenente
- Subtenente
- Sargento
- Oficial
RESPONSABILIDADE, GARANTIA E FISCALIZAÇÃO
A CONTRATADA deverá apresentar, antes do início dos trabalhos, as ART´s
referentes à execução da obra e aos projetos, incluindo os fornecidos pela
CONTRATANTE. As guias das ART’s deverão ser mantidas no local dos serviços.
3.9.1.
RESPONSABILIDADE
A CONTRATADA assumirá integral responsabilidade pela boa execução e eficiência
dos serviços que efetuar, de acordo com o Caderno de Encargos, Especificação e demais
documentos técnicos fornecidos, bem como pelos danos decorrentes da realização dos
ditos trabalhos. A CONTRATADA deverá entregar a obra completa e pronta para ser
utilizada.
É de responsabilidade da contratada a obtenção de licenças e consutas às
concessionárias locais.
A CONTRATADA manterá no canteiro de obra, além dos documentos exigidos pela
legislação em vigor:
O livro Diário de Obras, em três vias, em número suficiente para atender todo o
período da obra, com os dados da empresa e seus responsáveis devidamente
preenchidos na folha de abertura. Deverá ser anotada, como primeira
observação, a data da assinatura do Contrato e da expedição da primeira
Ordem de Serviço;
Arquivo das Ordens de Serviço, relatórios, pareceres e demais documentos
administrativos;
Os desenhos e detalhes de execução, os projetos de estrutura, arquitetura e
instalações aprovados pelos órgãos públicos competentes;
Engenheiro ou preposto devidamente habilitado;
Cronograma físico-financeiro devidamente aprovado pela FISCALIZAÇÃO.
Caberá também à CONTRATADA:
A obtenção do Alvará de Construção e sua prorrogação;
A execução de todos os serviços que sejam imprescindíveis à obtenção do
“habite-se”;
Fornecer todos os materiais e executar todos os serviços e obras de construção
e de aquisição e instalação dos equipamentos necessários à completa e
perfeita utilização das benfeitorias, de acordo com os anexos e documentos
integrantes do Contrato;
Refazer, reparar, remover, reconstruir ou substituir às suas expensas, no total ou
em parte, os serviços ou materiais relativos à obra em que se verificarem
vícios, defeitos ou incorreções;
A indenização por quaisquer danos pessoais ou materiais que ocorrerem em
função da execução da obra, inclusive a terceiros;
O pagamento de seguros, impostos, leis sociais e de toda e qualquer despesa
referente à obra, inclusive licença em Repartições Públicas, se necessário;
A responsabilidade integral pela execução da obra e serviços contratados, nos
termos do Código Civil Brasileiro, não sendo a presença ou ausência da
FISCALIZAÇÃO na obra motivo de exclusão ou redução de responsabilidade
da CONTRATADA.
3.9.2.
GARANTIA
De acordo com disposto no artigo 1.245 do Código Civil Brasileiro, a CONTRATADA
deve dar uma garantia de 05 (cinco) anos para a construção. Em relação aos
equipamentos instalados, o tempo mínimo de garantia será de 01 (um) ano.
O prazo prescricional para intentar ação civil é de 20 anos, conforme artigo 177 do
Código Civil Brasileiro.
3.9.3.
ORIENTAÇÃO GERAL E FISCALIZAÇÃO
A CONTRATADA se obrigará a manter os setores de trabalho com livre acesso à
FISCALIZAÇÃO, à qual serão fornecidos todos os esclarecimentos necessários.
Só à FISCALIZAÇÃO é assegurado o direito de ordenar a suspensão das obras e
serviços, sem prejuízo das penalidades a que fica sujeita a CONTRATADA, no caso de não
ser atendida dentro de 48 (quarenta e oito) horas, a contar da entrega de Ordem de
Serviço correspondente, qualquer reclamação sobre defeito essencial em serviço
executado ou material posto na obra.
A CONTRATADA é obrigada a retirar da obra, imediatamente após o recebimento da
Ordem de Serviço correspondente, qualquer empregado, tarefeiro ou subordinado seu que,
a critério da FISCALIZAÇÃO, venha demonstrar conduta nociva ou incapacidade técnica.
A presença da FISCALIZAÇÃO na obra não isentará nem diminuirá as
responsabilidades da CONTRATADA pela perfeita execução dos serviços.
3.9.4.
MATERIAIS
Todos os materiais necessários serão fornecidos pela CONTRATADA. Deverão ser
de primeira qualidade e obedecer às normas técnicas específicas. As marcas citadas
nestas especificações constituem apenas referência, admitindo-se outras previamente
aprovadas pela FISCALIZAÇÃO.
A utilização dos materiais se fará somente após a respectiva aprovação por parte da
FISCALIZAÇÃO que — a seu critério e em razão de conhecimento, experiência e bom
senso — poderá impugná-los sempre que forem julgados em desacordo com as
características do projeto ou com as Normas Técnicas Brasileiras.
Será de responsabilidade da CONTRATADA a realização dos ensaios e testes
necessários à verificação da perfeita observância das especificações, no que se referirem
aos materiais a serem empregados na obra e aos serviços, de conformidade com as
exigências e recomendações das Normas Brasileiras e/ou de acordo com solicitação da
FISCALIZAÇÃO.
3.9.5.
CONDIÇÕES DE SIMILARIDADE
Os materiais especificados poderão ser substituídos, mediante consulta prévia à
FISCALIZAÇÃO, por outros similares, desde que possuam as seguintes condições de
similaridade em relação ao substituído: qualidade reconhecida ou testada, equivalência
técnica (tipo, função, resistência, estética e apresentação) e mesma ordem de grandeza de
preço.
A substituição só poderá ser efetuada mediante expressa autorização da
Fiscalização, por escrito, sendo objeto de registro no Diário de Obras.
A comprovação de similaridade deverá ser feita por intermédio de catálogos de
fabricantes, ensaios e testes, cujo laudo seja elaborado por profissional habilitado, e de
documentos de certificação expedidos por órgão público ou da iniciativa privada, com o
devido credenciamento.
As despesas decorrentes de comprovações, ensaios, testes e laudos mencionados
acima, quando necessários, correrão por conta da CONTRATADA.
No caso de não ser mais fabricado algum material especificado e seus similares, a
CONTRATADA apresentará uma proposta de substituição para aprovação da
FISCALIZAÇÃO, ou esta indicará o seu substituto.
3.9.6.
MÃO-DE-OBRA E ADMINISTRAÇÃO DA OBRA
A CONTRATADA deverá empregar somente mão-de-obra qualificada na execução
dos diversos serviços.
Cabem à CONTRATADA as despesas relativas às leis sociais, seguros, vigilância,
transporte, alojamento e alimentação do pessoal, durante todo o período da obra.
Durante a execução da obra, deverão ser mantidos no canteiro, EM TEMPO
INTEGRAL, no mínimo, um Encarregado de Obras e EM 2 (DUAS) HORAS SEMANAIS,
no mínimo, um engenheiro civil, ambos habilitados a tomar decisões e prestar todas
as informações que forem solicitadas referentes aos serviços em execução.
O controle e a guarda de todo material estocado no canteiro de obras é de inteira
responsabilidade da CONTRATADA.
A CONTRATADA deverá indicar os seus representantes para fins de contato e
demais providências inerentes à execução do contrato. Todas as convocações da
CONTRATANTE deverão ser atendidas em no máximo 24 horas, devendo a
CONTRATADA apresentar as informações e esclarecimentos solicitados.
A FISCALIZAÇÃO poderá exigir da CONTRATADA, a substituição de qualquer
profissional participante da obra, desde que seja constatada a sua desqualificação para a
execução de suas tarefas ou desde que apresente hábitos nocivos e prejudiciais à
administração do canteiro de obras.
A CONTRATADA deverá fornecer, antes do início dos serviços, uma relação com o
nome e atribuição de todos os funcionários que irão participar da execução da obra, bem
como a cópia da carteira de trabalho destes, de forma a comprovar seus vínculos
empregatícios com a CONTRATADA.
Todos os profissionais que participarem da execução da obra deverão estar
uniformizados (nome da firma no uniforme).
As despesas com combustíveis e lubrificantes, material de limpeza, material de
expediente, medicamentos de emergência, contas com as concessionárias de serviços
públicos relativas a esta obra e todos os recursos indiretos necessários à execução dos
serviços (como torres de guinchos, elevadores, andaimes, telas de proteção, bandejas
salva-vidas, maquinário, equipamentos e ferramentas) serão de responsabilidade da
CONTRATADA.
Todas as máquinas e materiais utilizados deverão estar com os equipamentos
de segurança previstos na legislação em vigor, assim como todos os profissionais,
que participarem da execução da obra, deverão estar utilizando os equipamentos de
proteção individual previstos.
A CONTRATADA deverá providenciar a matrícula da obra no INSS, nos termos da
legislação em vigor, e se obriga a fornecer, no início da obra, os documentos
comprobatórios.
A CONTRATADA se obriga a fornecer a relação de pessoal e a respectiva guia de
recolhimento das obrigações com o INSS. Ao final da obra, deverá ainda fornecer a
seguinte documentação relativa à obra:
Certidão Negativa de Débitos com o INSS;
Certidão de Regularidade de Situação perante o FGTS;
Certidão de Quitação do ISS referente ao contrato;
Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e
Informações à Previdência Social – GFIP;
Guia de Previdencia Social – GPS;
Cópia dos comprovantes de pagamento dos funcionários da obra; e
Diário de Obras atualizado.
3.9.7.
PROJETOS
Com estas Especificações Técnicas, estão sendo fornecidos os seguintes Projetos:
Projeto de Arquitetura;
Os projetos acima listados serão fornecidos pela CONTRATANTE, em arquivo digital,
cabendo à CONTRATADA as cópias necessárias.
Não poderá ser introduzida qualquer modificação nos projetos e especificações
fornecidos. As alterações que porventura forem necessárias somente poderão ser
efetuadas com a autorização por escrito da FISCALIZAÇÃO. Neste caso a CONTRATADA
se compromete a elaborar o “COMO CONSTRUÍDO” (“AS BUILT”).
Serão fornecidos pela CONTRATADA os seguintes projetos executivos:
Projeto Executivo de Hidráulica;
Projeto Executivo de Esgoto e de Águas Pluviais;
Projeto “As Built” Hidrossanitário;
Projeto “ As Built” Instalações Elétricas;
Todos os projetos elaborados pela CONTRATADA deverão estar com carimbo padrão
da SRO/4 e serão entregues como se segue:
Uma cópia em CD-R (plantas geradas pelo software AutoCAD 2006, no formato
DWG) e
Duas cópias em papel sulfite.
Compete à CONTRATADA fazer minucioso estudo, verificação e comparação de
todos os desenhos, dos projetos, das especificações e da documentação técnica fornecida
pela CONTRATANTE para a execução da obra.
A CONTRATADA deverá elaborar um documento informando à CONTRATANTE
os resultados desta verificação preliminar, obrigatoriamente feita antes do início dos
serviços, apontando discrepâncias, omissões ou erros, inclusive sobre quaisquer
transgressões a normas técnicas, regulamentos ou leis em vigor, evitando, desta
forma, futuros embaraços ao perfeito desenvolvimento da obra.
Em nenhuma hipótese, a CONTRATADA poderá alegar engano ou erro de projetos
fornecidos com estas especificações para justificar qualquer incorreção na execução da
obra ou serviços que não observem a boa técnica.
Se algum aspecto destas especificações estiver em desacordo com normas vigentes
da ABNT, CREA e as Normas Estaduais prevalecerá a prescrição contida nas normas
desses órgãos.
Todos os projetos elaborados pela CONTRATADA deverão obedecer às indicações
do Projeto Arquitetônico, normas e especificações da PINI, da ABNT e de outras normas
pertinentes ao assunto.
Os desenhos deverão obedecer às seguintes normas:
NBR 8196 - Emprego de escalas em desenho técnico;
NBR 10068 - Folha de desenho - layout e dimensões; e
NBR 10126 - Cotagem em desenho técnico.
A execução de todos os serviços decorrentes dos projetos e detalhes fornecidos será
considerada parte integrante da obra.
Quaisquer despesas para a elaboração de projetos (tais como aquelas decorrentes de
obtenção de licenças prévias ou definitivas; de aprovação, obtenção de visto ou
regularização de projetos em órgãos governamentais) correrão por conta da
CONTRATADA.
Se qualquer projeto de responsabilidade da CONTRATADA apresentar discrepância,
desacordo ou incoerência em relação aos projetos fornecidos com estas especificações
caberá à FISCALIZAÇÃO dirimir a questão, mediante proposta da CONTRATADA.
Durante o andamento da obra, poderá a CONTRATANTE apresentar desenhos
suplementares, os quais serão também examinados e autenticados pela CONTRATADA.
A CONTRATADA deverá manter no canteiro de obras, permanentemente, cópias dos
projetos à disposição da FISCALIZAÇÃO.
3.9.8.
RESPONSABILIDADE TÉCNICA
A CONTRATADA deverá providenciar o registro das ARTs de todos os projetos, tanto
os elaborados pela mesma, quanto os fornecidos pelo SRO/4. As ARTs registradas
deverão ser entregues à FISCALIZAÇÃO quando da entrega definitiva dos projetos.
Serão registradas também as ARTs de execução da obra (em nome do responsável
técnico da CONTRATADA) e da fiscalização da obra (em nome do fiscal do SRO/4).
3.9.9.
CANTEIRO DE OBRAS E LIMPEZA
A CONTRATADA deverá elaborar, antes do início das obras e mediante ajuste com a
FISCALIZAÇÃO, o projeto do canteiro de obras, dentro dos padrões exigidos pelas
concessionárias de serviços públicos e Normas Regulamentadoras do Ministério do
Trabalho (NR 18). A construção do canteiro está condicionada à aprovação de seu projeto
pela FISCALIZAÇÃO.
O canteiro de obras deverá dispor, obrigatoriamente, das seguintes instalações:
Almoxarifado;
O projeto do canteiro de obras deverá prever local destinado à armazenagem de
todos os materiais a serem empregados na obra.
O entulho proveniente da obra, durante sua execução, deverá ser removido
continuamente para local autorizado pelo governo local. O local da obra deverá estar
permanentemente limpo e organizado.
3.9.10.
PLACA DA OBRA
A CONTRATADA deverá fornecer e instalar a placa do Sistema de Obras Militares do
Exército, cujo padrão será fornecido pela CONTRATANTE.
A placa deverá ser instalada em posição de destaque no canteiro de obras, devendo
a sua localização ser, previamente, aprovada pela FISCALIZAÇÃO.
Figura 1 - Modelo de Placa de Obra
O conteúdo da placa deverá ser adaptado conforme identificações abaixo:
Módulo nº 01
a) Destina-se à colocação do título da obra “RESTAURAÇÃO DOS VESTIARIOS
DOS ALUNOS CMJF e à colocação da frase: OBRA FINANCIADA COM RECURSOS DO
GOVERNO FEDERAL.
b) Tipologia: Futura Bold.
c) Aplicação de cores: fundo na cor verde (Pantone 354 CV) e letras na cor amarela
(Pantone 116 CV). Nas aplicações sobre a madeira ou metal, utilizar esmalte sintético de
alto brilho nas cores mais próximas possíveis das referências Pantone.
2) Módulo nº 02
a) Destina-se à colocação do nome MINISTÉRIO DA DEFESA, EXÉRCITO
BRASILEIRO, DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO e DIRETORIA DE
OBRAS MILITARES
b) Tipologia: Futura Bold.
c) Aplicação de cores: fundo na cor branca (Pantone Trans. White CV) e letras na cor
preta (Pantone Process Black CV). Nas aplicações sobre a madeira ou metal, utilizar
esmalte sintético de alto brilho nas cores mais próximas possíveis das referências Pantone.
3) Módulo nº 03
a) Destina-se à colocação das identificações exigidas pelo CREA, como:
1) Nome da construtora: “empresa vencedora”;
2) Nome dos responsáveis técnicos: “responsável técnico da empresa vencedora”;
3) Nome dos fiscais:
ASPIRANTE OTT Eng Cv Atila Soares Diorato CREA 125034D/MG
ASPIRANTE OTT Eng Elet Fábio Lopes Marinho CREA 151647D/MG.
4) Endereço da Obra: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 5200 - Nova Era, Juiz de Fora MG, 36087-000b)
4) Módulo nº 04
a) Destina-se à colocação dos seguintes “slogans”, conforme o caso:
1) BRASIL UM PAÍS DE TODOS
2) MINISTÉRIO DA DEFESA, EXÉRCITO BRASILEIRO
3) SRO/4
b) Tipologia: Futura Bold.
c) Aplicação de cores: fundo na cor branca (Pantone Trans. White CV) e letras na
cor preta (Pantone Process Black CV). Nas aplicações sobre a madeira ou metal, utilizar
esmalte sintético de alto brilho nas cores mais próximas possíveis das referências
Pantone.
3.9.11.
BARRACÃO DE OBRAS
A instalação provisória do barracão de obras necessário à execução da obra deverá
ser previamente submetida à aprovação da FISCALIZAÇÃO.
A CONTRATADA deverá conservar o canteiro de obras sempre limpo e organizado,
sendo isto verificado periodicamente pela FISCALIZAÇÃO da obra.
3.9.12.
ORGANIZAÇÃO DO CANTEIRO E SEGURANÇA DO TRABALHO
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Procedimentos
• Item: Implantação e Administração – 02
o Subitem: P-02.SEG.1
o Subitem: P-02.SEG.2
Todo material destinado à aplicação na obra, apoio à construção, máquinas e
equipamentos ou entulho, deverá ser armazenado ou instalado de forma rigorosamente
planejada.
Em nenhuma hipótese, poderá existir qualquer material jogado nas áreas do canteiro
sem estar sistematicamente empilhado em local previamente identificado para essa
finalidade.
Não serão aceitos pela FISCALIZAÇÃO pretextos para armazenagem incorreta,
desorganização das pilhas de material etc.
A FISCALIZAÇÃO determinará à CONTRATADA a imediata retirada de qualquer
material encontrado fora dos locais projetados ou a reorganização daqueles cuja
armazenagem não se enquadre em padrões de elevada qualidade e produtividade.
Deverá haver no local da obra equipamentos para proteção e combate a incêndio, na
forma da legislação em vigor.
A CONTRATADA deverá manter um ambiente saudável no canteiro de obras.
É de responsabilidade da CONTRATADA o fornecimento de água fria filtrada em
copos individuais ou descartáveis a todos os operários.
A CONTRATADA deverá comunicar à Delegacia Regional do Trabalho - DRT, antes
do início da obra, as seguintes informações:
Endereço da obra;
Endereço da CONTRATANTE e da CONTRATADA;
Tipo de obra;
Data prevista para início e término da obra;
Número máximo previsto de trabalhadores na obra.
A CONTRATADA deverá apresentar à FISCALIZAÇÃO um comprovante da
comunicação prévia à DRT.
Quando a CONTRATADA possuir 20 ou mais operários trabalhando na obra, deverá
apresentar o PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho), elaborado
por profissional habilitado (técnico ou engenheiro de segurança do trabalho) contendo
obrigatoriamente os seguintes itens:
Memorial sobre condições e meio ambiente de trabalho, levando em
consideração os riscos de acidentes e doenças do trabalho e as respectivas
medidas preventivas;
Projeto de execução de proteções coletivas;
Especificações técnicas das proteções coletivas e individuais a serem utilizadas;
Cronograma de implantação das medidas preventivas definidas no PCMAT;
Layout do canteiro de obras, contemplando inclusive o dimensionamento das
áreas de vivência;
Programa educativo de prevenção de acidentes e doenças do trabalho com, no
mínimo, 6 horas de carga horária.
As áreas de vivência deverão ser mantidas em perfeito estado de conservação e
limpeza.
As áreas circunvizinhas ao canteiro de obras deverão ser isoladas e sinalizadas de
forma que pessoas que transitarem nas proximidades não se acidentem.
O canteiro de obra deverá ser mantido limpo, organizado, desimpedido e com suas
vias de circulação livres.
Será exigido o fiel cumprimento das Normas Reguladoras do Ministério do Trabalho
no que diz respeito à Medicina e Segurança do Trabalho, em particular a NR-18CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DO TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO.
O não cumprimento às exigências de Segurança e Medicina do Trabalho implicará em
penalizações na forma da lei.
3.9.13.
MOBILIZAÇÃO
É a etapa prioritária, precedendo todas as demais e corresponde às atividades
necessárias ao perfeito desempenho da CONTRATADA de modo a permitir que esteja
adequadamente apta, dispondo de todos os equipamentos indispensáveis à perfeita
execução dos serviços contratados, atendendo às recomendações quanto aos aspectos
técnicos e ao cronograma previsto. Incluem-se as despesas relativas à mobilização de
pessoal, transporte de equipamentos, viaturas, ferramentas, etc, de propriedade da
CONTRATADA e necessários à execução de todos os serviços contratados.
3.9.14.
DESMOBILIZAÇÃO
É a etapa final da obra e corresponde às atividades relativas à remoção do
Canteiro de Obra, desmobilização de pessoal e equipamentos, bem como tudo mais que
seja de propriedade da CONTRATADA e que não faça parte do objeto do contrato.
3. ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
Todos os serviços necessários para a execução da obra descrita nos itens 2.1. e 2.2
deverão ser executados conforme o prescrito no Caderno de Encargos da PINI, nos
projetos fornecidos, nas normas vigentes sobre cada assunto e nas orientações dos
fabricantes dos materiais.
3.1.
SERVIÇOS DE DEMOLIÇÕES E REMOÇÕES
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Procedimentos
• Item: Implantação e Administração – 02
o Subitem: P-02.DEM.2
Serão realizadas as demolições conforme previstas na planilha de orçamento
estimativo.
Deverão ser tomadas medidas preventivas em relação aos transeuntes para que evite
acidentes com a queda de fragmentos a serem removidos.
Deverão ser observadas as normas de segurança como a Norma Regulamentadora
NR-18, aprovada pela portaria n° 4, de 04 de Julho de 1995, do Ministério do Trabalho,
Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho – SSST/MTb – e publicada no D.O.U. de 07
de julho de 1995.
Sob o aspecto técnico, deve ser consultada a NBR 5682/1977 – Contratação,
Execução e Supervisão de Demolições (NB-598/1977).
Deverá ser observada se alguma demolição poderá causar algum dano para a
construção. Neste caso, a CONTRATADA não deverá executar a demolição até que seja
avaliada pela FISCALIZAÇÃO.
O eventual aproveitamento de construções e/ou instalações, provenientes das
demolições, para uso na obra acabada ou para uso nas Instalações Provisórias do
canteiro, ficará a critério da FISCALIZAÇÃO.
As retiradas e remoções das bancadas, louças, metais e acessórios deverão ser
feitos cuidadosamente, visando garantir seu reaproveitamento.
Os materiais removidos deverão ser avaliados pela Fiscalização para destinação final.
3.2.
ENTULHO
O entulho proveniente da construção, durante sua execução, deverá ser removido
continuamente.
3.3.
INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Procedimentos
• Item: Instalação Elétrica e de Instalação de Água – 20
• Item: Instalações Sanitárias de Esgotos e Águas Pluviais– 22
3.4.
INSTALAÇÃO HIDRÁULICA DE ÁGUA FRIA
Os serviços serão executados rigorosamente de acordo com o projeto executivo a ser
providenciado pela CONTRATADA, esse deve estar de acordo com as recomendações da
ABNT e dos fabricantes de materiais e equipamentos.
As instalações hidráulicas serão executadas de acordo com os seguintes
documentos:
Caderno de Encargos da PINI;
NBR 5626 - Instalações Prediais de Água Fria – Procedimento;
NBR 5648 - Tubo de PVC rígido para instalações prediais de Água Fria –
Especificação;
NBR 5651 - Recebimento de Instalações Prediais de Água Fria – Especificação;
NBR 5657 - Verificação da Estanqueidade à Pressão Interna de Instalações
Prediais de Água Fria - Método de Ensaio;
NBR 5658 - Determinação das Condições de Funcionamento das Peças de
Utilização de uma Instalação Predial de Água Fria - Método de Ensaio;
NBR 9256 - Montagem de Tubos e Conexões Galvanizadas para Instalações
Prediais de Água Fria;
NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação em Desenho Técnico;
Normas Regulamentadoras do Capítulo V - Título II, da CLT, relativas à
Segurança e Medicina do Trabalho: NR 24 - Condições Sanitárias e de
Conforto nos Locais de Trabalho.
O projeto executivo de instalações hidráulicas a ser providenciado pela
CONTRATADA deverá conter:
todas as instalações desde a conexão ao reservatório até os pontos de
consumo;
cortes indicativos;
esquemas verticais das tubulações;
detalhes isométricos;
legenda com indicação dos tipos de materiais empregados e outras informações
sobre os elementos das redes de água.
Os produtos gráficos a serem apresentados pela CONTRATADA deverão ser:
planta de situação e de cada nível da edificação, conforme Projeto Básico, com
a indicação de ampliações, cortes e detalhes;
plantas dos conjuntos de sanitários ou ambientes com consumo de água,
preferencialmente em escala 1:20, com o detalhamento das instalações;
isométrico dos sanitários e da rede geral;
detalhes de todos os furos necessários nos elementos de estrutura e de todas
as peças a serem embutidas ou fixadas nas estruturas de concreto ou
metálicas, para passagem e suporte da instalação;
lista detalhada de materiais e equipamentos.
Cabe ressaltar, que todo o projeto de instalação de água fria será executado em
observância às prescrições da companhia concessionária local e outras normas que regem
o assunto.
Todas as tubulações deverão ser testadas.
As canalizações de água fria não poderão passar dentro de fossas, sumidouros ou
caixas de inspeção e nem ser assentadas em valetas de canalização de esgoto.
Todos os pontos a serem alimentados serão indicados nas plantas de arquitetura
(layout), ou seja, terão que alimentar todos os aparelhos sanitários (vaso sanitário,
lavatório, chuveiro, mictório, ducha higiênica, e todos os demais aparelhos sanitários
presentes na planta leiaute). Cabe ressaltar que todos os aparelhos deverão atender
satisfatoriamente, quanto à vazão necessária, pressão de serviço compatível com suas
utilizações, diâmetros mínimos, fluxo adequado e reduções.
Todos os tubos e conexões, a serem utilizados nas instalações hidráulicas de água
fria, serão de PVC, classe A, soldáveis, embutidos, para utilização em pressões até 7,5
kg/cm², MARCA DE REFERÊNCIA: TIGRE ou similar, com diâmetros pertinentes para que
não ocorram problemas relacionados à vazão e pressão; excetuando as situações nas
quais o responsável técnico pelo projeto apresente solução mais adequada. Devendo
sempre atender a NBR 5626, que fixa exigências e os critérios para o dimensionamento
das canalizações de água fria.
Para a instalação de tubulações embutidas em paredes de alvenaria, os tijolos
deverão ser recortados cuidadosamente com talhadeira ou disco de corte, conforme
marcação prévia dos limites de corte.
Não será permitido embutir tubulações dentro de colunas, pilares ou outros elementos
estruturais.
As passagens previstas para as tubulações deverão ser executadas antes da
concretagem e de acordo com as previsões em projeto a ser elaborado pela contratada.
3.4.1. TUBULAÇÕES E CONEXÕES HIDRÁULICAS
Toda a tubulação e conexões da interligação das caixas d’água e barrilete com as
prumadas de AF (Água Fria) até o registro de controle e a distribuição em cada ambiente
serão em PVC rígido soldável, ref. TIGRE ou similar. A tubulação dentro das instalações
serão embutidas.
Nas ligações entre tubos e conexões, deverá ser usada cola adesiva da marca Tigre
ou similar, de acordo com as recomendações do fabricante.
Toda tubulação externa subterrânea de água fria será em PVC rígido ponta e bolsa
com anel de borracha PBA, ref.Tigre ou similar.
3.4.2. REGISTROS
De gaveta: os registros de gaveta aparente nos, vestiários terão acabamento
cromado, com o mesmo acabamento dos metais do vestiário. Esses registros
de gaveta deverão ser da ref linha Spot- DECA ou similar.
De pressão: serão usados registros de pressão linha Spot, com canopla
cromada, de fabricação DECA ou similar.
3.4.3. COLUNAS, RAMAIS E SUB-RAMAIS
As colunas de distribuição de água fria derivam do barrilete, descem na posição
vertical e alimentam os ramais nos pavimentos que, por sua vez, alimentam os sub-ramais
das peças de utilização.
Cada coluna deverá conter um registro de gaveta posicionado à montante do primeiro
ramal.
3.4.4. APARELHOS SANITÁRIOS E ALTURAS ADEQUADAS
As Normas Brasileiras fixam exigências para a fabricação dos aparelhos sanitários,
que devem satisfazer as condições de conforto, higiene, facilidade de limpeza e
desobstrução, durabilidade. Para isso, foram fixadas as seguintes alturas dos pontos de
água:
Aparelho Sanitário
Altura da entrada de água (cm)
Chuveiro
210
Registro de Pressão c/PVC soldável
130
Vaso Sanitário com válvula de descarga
30
Vaso Sanitário com caixa acoplada
20
Ponto de Água p/ Lavatório
60
Registro de Gaveta c/ canopla cromada
c/ PVC soldável
Ponto de Água. p/ Mictório c/sifão e
válvula de descarga.
Válvula de descarga c/ PVC Soldável
3.5.
180
110
100
INSTALAÇÃO DE ESGOTO SANITÁRIO
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Procedimentos
• Item: Instalações Sanitárias de Esgoto e Águas Pluviais - 22
o Subitem: P- 22.AAA.1
Os serviços serão executados rigorosamente de acordo com o projeto executivo a ser
providenciado pela CONTRATADA, este deve estar de acordo com as recomendações da
ABNT e dos fabricantes de materiais e equipamentos.
As instalações de esgoto sanitário serão executadas de acordo com os seguintes
documentos:
NBR 8160 - Instalações Prediais de Esgotos Sanitários;
NBR 5688 - Tubo e Conexões de PVC Rígido para Esgoto Predial e Ventilação –
Especificação;
NBR 5580 - Tubos de Aço Carbono para Rosca Whitworth Gás para Usos
Comuns na Condução de Fluídos – Especificação;
NBR 5645 - Tubo cerâmico para Canalizações – Especificações;
NBR 6943 - Conexões de Ferro Fundido, Maleável, com Rosca para Tubulações
– Padronização;
NBR 7229 - Projeto, Construção e Operação de Sistemas de Tanques Sépticos;
NBR 7362 - Tubo de PVC Rígido com Junta Elástica, Coletor de Esgoto –
Especificação;
NBR 8161 - Tubos e Conexões de Ferro Fundido, para Esgoto e Ventilação –
Padronização;
Normas Regulamentadoras do Capítulo V, Título II, da CLT, relativas à
Segurança e Medicina do Trabalho: NR 24 - Condições Sanitárias e de
Conforto nos Locais de Trabalho
As instalações sanitárias serão feitas em todos os aparelhos sanitários presentes na
planta de Leiaute. Ou seja, deverão ser executados os serviços pertinentes com o objetivo
de que ocorra o esgotamento adequado de todos os aparelhos sanitários (vasos sanitários,
lavatórios, chuveiros, mictórios, ralos e todos os demais aparelhos sanitários presentes na
planta leiaute ou que venham a ser incluídos ao longo das obras). Cabe ressaltar, que
todos os aparelhos deverão atender satisfatoriamente, quanto à vazão do esgoto,
declividade da tubulação adequada, fluxo adequado e pressão de serviço compatível as
suas utilizações.
As instalações sanitárias serão executadas em tubos e conexões em PVC rígido,
soldável, para esgoto, MARCA DE REFERÊNCIA: TIGRE ou similar.
A rede de esgoto sanitário terá declividade uniforme de 1% entre as sucessivas
caixas de inspeção e utilizando a tubulação de 100 mm em PVC rígido soldável, não se
permitindo depressões que possam formar depósitos no interior das canalizações. As
caixas de inspeção deverão ser prevista a cada mudança de direção e/ou a cada 12,00
metros de tubulação.
O sistema de esgotamento sanitário da edificação será executado de modo a coletar
e esgotar, com facilidade e segurança, todos os pontos tributários de águas servidas dos
aparelhos sanitários e das lavagens de pisos.
Na Tabela 02 são apresentadas as declividades dos ramais de esgoto em relação ao
diâmetro da tubulação.
Tubulação (Ø) mm
40
50
75
100
150
3.5.1.
Declividade (%)
2,00
2,00
2,00
1,00
1,00
RECOMENDAÇÕES PARA OS SERVIÇOS SANITÁRIOS
Toda área a ser lavada com água corrente deverá possuir ralos e/ou caixas
sifonadas com dispositivo de inspeção. Exemplos: depósitos, cozinhas, copas,
lavanderias, corredores, varandas, banheiros, churrasqueiras etc.
Nos Banheiros: o esgoto proveniente do lavatório e chuveiro, deverá
obrigatoriamente passar por uma caixa sifonada localizada dentro do referido
banheiro. E os demais aparelhos sanitários do banheiro deverão se
encaminhar diretamente para a caixa de inspeção ou para o tubo de queda.
A caixa sifonada utilizada será cilíndrica e provida de desconector, destinada a
receber efluentes de conjuntos de aparelhos como lavatórios, ralos simples,
chuveiros de uma mesma unidade autônoma, assim como as águas
provenientes de lavagem de pisos- nesse caso, devem ser providos de grelhas.
Sua tampa deve ser facilmente removível para facilitar a manutenção, mesmo à
tampa de ralos cegos. As caixas sifonadas serão em PVC e deve ter sua
localização adequada para receber ramais de descarga e encaminhar a água
servida para o ramal de esgoto. A posição ideal para sua localização é aquela
que atenda à estética e a hidráulica.
Prever caixas sifonadas para receber águas provenientes de chuveiros (boxe),
pisos laváveis, áreas externas, terraços e varandas. Não devem, entretanto,
receber efluentes de ramais de descarga. Os ralos deverão ser em PVC.
O ramal de esgoto deverá receber os efluentes dos ramais de descarga. Suas
ligações ao sub coletor ou coletor predial devem ser efetuadas por caixa de
inspeção, em pavimentos térreos, ou tubos de queda, em pavimentos
sobrepostos.
Deve ser previsto o tubo ventilador, esse será destinado a possibilitar o
escoamento de ar da atmosfera para o interior das instalações e vice-versa,
com a finalidade de protegê-las contra possíveis rupturas do fecho hídrico dos
desconectores (sifões). O tubo ventilador será em PVC rígido soldável.
3.5.2.
TUBULAÇÕES SANITÁRIAS
As tubulações de esgoto a serem instaladas nos sanitários serão em PVC rígido
soldável com ponta e bolsa lisa, fabricado de acordo as normas da ABNT, de marca
“TIGRE” ou similar.
Todas as tubulações de esgoto primário externo à edificação, ou seja, a de
interligação das caixas de inspeção, bem como toda a tubulação será em PVC rígido com
ponta lisa, fabricado de acordo com as normas da ABNT, ref. “TIGRE”.
3.5.3.
CAIXAS SIFONADAS, RALOS E CANALETAS
Todas as caixas sifonadas instaladas serão de PVC rígido nas dimensões de 15x15
cm com tampa em inox . Prever ralos secos para receber águas provenientes de chuveiros
(boxe), pisos laváveis, áreas externas, terraços e varandas.
A grelha da caixa sifonada deverá ficar alinhada e nivelada com o piso acabado.
Deverá possui bujão de acesso a saída de esgoto da caixa.
A título de referência recomenda-se a utilização da marca Tigre, ou similar.
3.5.4.
CAIXAS DE INSPEÇÃO
A caixa de inspeção será destinada a permitir inspeção, limpeza e desobstrução das
tubulações de esgoto. Prever a instalação em mudanças de direção e de declividade ou
quando o comprimento da tubulação de esgoto (subcoletor ou coletor predial) ultrapasse
12m.
As caixas de inspeção serão em concreto com dimensões de 80x80x80 cm e
50x50x50 (medidas internas), com tampas de ferro fundido T-33 e dotadas de canaletas no
fundo, (direcionadas no sentido do fluxo do esgoto). O fundo da caixa receberá um lastro
de concreto magro, com fck ≥ 10 MPa. A tampa deve ficar visível e nivelada ao piso e ter
vedação perfeita, impedindo a saída de gases e insetos de seu interior.
Caixa de inspeção em corte.
Caixa de inspeção em planta.
3.5.5.
DESCRIÇÃO GERAL DAS INSTALAÇÕES DE ESGOTO SANITÁRIO
Caberá a contratada a elaboração do projeto executivo das instalações
sanitárias;
Instalações sanitárias dos pontos de cada edificação;
Execução do tubo de queda e coluna de ventilação nas áreas que terão
instalações sanitárias;
Execução da(s) caixa(s) de inspeção de esgoto simples;
Escavações das valas para o assentamento da tubulação de esgoto, assim
como a colocação das conexões e das tubulações até o coletor público de
esgoto;
Encaminhar o esgoto advindo da caixa de inspeção até a rede de esgoto mais
próxima da edificação em questão.
Caixa de areia em corte e em planta.
3.6.
LOUÇAS, METAIS E ACESSÓRIOS
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Procedimentos
• Item: Equipamentos Sanitários e de Cozinha - 28
o Subitem: P-28.AAA.1
o Subitem: P-28.AAA.2
A louça sanitária para o vaso sanitário, lavatório e acessórios deverão satisfazer à
EB-44.
As peças serão bem cozidas, desempenadas, sem deformações, trincas ou fendas,
sonoras, resistentes e impermeáveis.
O esmalte será homogêneo, sem manchas, granulações, depressões ou
fendilhamentos.
Nas Instalações Sanitárias serão utilizados vasos sanitários com caixa de descarga
acoplada sistema ecoflesh, linha conforto, cor branco, marca DECA ou similar. Serão
utilizados ligação flexível cromada (Cod. 46.C.030), anel de vedação, parafusos e assento
universal.
Nas Instalações Sanitárias adaptadas para deficientes físicos, serão utilizados vasos
sanitários com válvula de descarga, linha conforto, cor branco, marca DECA ou similar.
Serão utilizados ligação flexível cromada (Cod. 46.C.030), anel de vedação, parafusos e
assento em poliéster com abertura frontal .
Nas Instalações Sanitárias femininas, serão utilizadas duchas higiênicas com registro
gatilho cromado linha contemporânea, marca DECA ou similar.
As cubas de apoio dos lavatórios em bancadas de granito terão cor branca, ref. L7300 – DECA ou similar, válvula de escoamento cromada ref. 1602C – DECA ou similar, e
ligação flexível (engate) em metal cromado, bitola ½”, comp. 30 cm, ref. 4606C – DECA .
Os lavatórios localizados nos banheiros terão torneira de mesa, com temporizador em
acabamento cromado, ref.1172 C, linha Link, marca DECA ou similar.
Serão fornecidos e instalados, nos locais indicados no projeto, mictórios de louça
branca da marca DECA, Ref. M715, ou similar, com sifão integrado e ferragens em metal
cromado (tubo de ligação de 1/2). A válvula de descarga será de fechamento automático,
linha Decamatic, ref. 2570.C, marca DECA ou similar.
Nas prumadas, serão usados registros de gaveta DECA ou similar com canopla, linha
Aspen, ref. 1509.C35.034, marca DECA ou similar.
Nos chuveiros, serão usados registros de pressão DECA ou similar com canopla
cromada, linha Aspen, ref. 1416.C35.034, marca DECA ou similar.
Serão fornecidos e instalados, junto à bacia sanitária, na lateral e no fundo, barras
horizontais para apoio e transferência nos locais indicados no projeto . As barras devem ser
de metálicas com diâmetro de 25 mm comprimento conforme projeto .
Será utilizado, porta sabonete líquido, marca DECA ou similar .
Ao lado da pia será instalado suporte em PVC para Papel Toalha intercalado de 2 ou
3 dobras com visor de nível do produto, capacidade 500 folhas, ref. 99.1011, cor branca,
marca COLUMBUS ou similar.
Deverá ser instalada saboneteira de aço inox cromado linha Flex Ref. 2010C FLX da
DECA, ou similar, para cada chuveiro em todas as Instalações Sanitárias.
Cada sanitário deverá possuir Dispenser de Papel Higiênico em rolo com visor de
nível do produto, capacidade 300m, cor branca, marca Columbus ou similar.
Deverá ser instalado um cabide de metal, cromado, linha Izy, ref. 2060.C37, marca
DECA ou similar, para cada chuveiro.
3.7.
ALVENARIA E OUTRAS VEDAÇÕES
3.8.
ALVENARIA DE TIJOLOS CERÂMICOS
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Procedimentos
• Item: Alvenaria e Outras Vedações - 06
o Subitem: P-06.TIJ.1
As paredes de alvenaria a serem executadas deverão obedecer às dimensões e
alinhamentos indicados no projeto. Serão utilizados tijolos cerâmicos 10x20x20cm,
assentados com argamassa de cimento e areia no traço 1:4.
No fechamento dos vãos, deverá ser executado o encunhamento da alvenaria contra
a estrutura (aperto), utilizando tijolos maciços de barro com espessura de 10 cm, dispostos
obliquamente.
Todas as aberturas nas alvenarias que não atinjam a estrutura na sua parte superior
deverão ser encimadas por verga de concreto armado, com apoio compatível com o vão,
ultrapassando pelo menos 30cm o vão livre de cada lado. Porém, quando as janelas forem
muito próximas, a verga deverá ser contínua. As aberturas na parte inferior (peitoris) das
janelas receberão contra-vergas da mesma forma.
Para perfeita aderência das alvenarias de tijolos às superfícies de concreto a que
serão superpostas, estas deverão receber chapisco no traço 1:4 (cimento e areia).
3.9.
3.9.1.
REVESTIMENTOS
CONSIDERAÇÕES GERAIS
Antes de ser iniciado qualquer serviço de revestimento, deverão ser testadas as
canalizações para a pressão de ensaio recomendada pela norma.
As superfícies a revestir deverão ser limpas e molhadas antes de qualquer
revestimento. A limpeza deverá eliminar gorduras e outras impurezas.
Os revestimentos só deverão ser iniciados após a completa pega da argamassa das
alvenarias e do embutimento das canalizações nas paredes.
Devem ser preparadas quantidades de argamassa de acordo com as necessidades
do serviço de modo a se evitar o endurecimento antes de sua aplicação.
O tempo de pega estabelecido para o tipo de cimento em uso deve ser observado,
sendo no máximo 2 (duas) horas.
Toda argamassa que apresentar vestígio de endurecimento será rejeitada. Em
nenhuma hipótese, será permitido o reamassamento.
A argamassa retirada ou caída das alvenarias e revestimentos em execução não
poderá ser novamente empregada.
3.9.2.
CHAPISCO
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Procedimentos
• Item: Revestimento - 11
o Subitem: P-11. ARG.2
As superfícies destinadas a receber o chapisco comum serão limpas a vassoura e
abundantemente molhadas , com vistas a garantir a aderência da argamassa .
Considera-se insuficiente molhar a superfície projetando-se água com auxílio de
vasilhame. A operação terá de ser executada, para atingir o seu objetivo, com emprego de
esguicho de mangueira .
A operação final consiste em lançar-se a argamassa, com colher de pedreiro, através
da peneira de 4,8 mm .
Todas as superfícies a serem revestidas receberão chapisco traço 1:4 de cimento e
areia.
3.9.3.
EMBOÇO
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Procedimentos
• Item: Revestimento - 11
o Subitem: P-11. ARG 3
As superfícies a serem revestidas, com elementos cerâmicos ou pastilhas de
porcelana, levarão emboço. Com (massa única) no traço 1:4 (cimento e areia) ou
argamassa pré-fabricada Votomassa ou similar.
Os emboços só serão iniciados após completa pega de argamassa das alvenarias e
chapiscos . O emboço de cada pano de parede só será iniciado depois de embutidas todas
as canalizações que por ele devam passar .
Antes da aplicação do emboço, a superfície será abundantemente molhada na forma
preconizada no P-11.ARG.1.
Todas as paredes a serem revestidas levarão emboço traço 1:3 de cimento e areia.
3.9.4.
REBOCO
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Procedimentos
• Item: Revestimento - 11
o Subitem: P-11. ARG 4
As superfícies a serem revestidas, com exceção daquelas que irão receber elementos
cerâmicos ou pastilhas de porcelana, levarão reboco (massa única) no traço 1:4 (cimento e
areia) ou argamassa pré-fabricada Votomassa ou similar.
Antes de ser iniciado o reboco, deverá ser verificado se os marcos, contra-batentes e
peitoris já se encontram perfeitamente colocados.
Os rebocos serão regularizados e desempenados à régua e desempenadeira,
devendo apresentar aspecto uniforme, com paramentos perfeitamente planos, não sendo
tolerada qualquer ondulação ou desigualdade de alinhamento da superfície. O acabamento
final deverá ser executado com desempenadeira revestida com feltro, camurça ou borracha
macia.
3.9.5.
REVESTIMENTO 30X60 cm
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Procedimentos
• Item: Revestimento - 11
o Subitem: P-11. CER.1
Os locais indicados no projeto receberão revestimento retificado 30x60cm, de
primeira qualidade, marca Portobelo, ou similar. O padrão a ser adotado será linha
Antártica Crema .
As peças serão assentadas com argamassa colante, tipo Argamassa pré fabricada Parede, da PORTOKOLL ou similar.
As juntas serão de acordo com o especificado pelo fabricante, executadas com
espaçador. O rejuntamento deverá ser feito com argamassa própria, tipo rejuntamento
Porcelanato Mármores e Granitos P-FLEX, cor branca, da PORTOKOLL ou similar.
As peças cerâmicas serão cuidadosamente escolhidas no canteiro da obra quanto à
qualidade e dimensões, sendo rejeitadas todas que apresentarem defeitos de superfície,
arestas, bolhas, discrepância de bitola ou empeno. Antes da aplicação, toda a cerâmica
deverá ser submetida à apreciação da FISCALIZAÇÃO.
Se houver necessidade de uma faixa de cerâmicas cortadas, esta deverá ser junto ao
piso e/ou rodapé, com a borda cortada para baixo.
As peças cerâmicas a serem cortadas para a passagem de canos, torneiras e outros
elementos das instalações não deverão apresentar rachaduras nem emendas. Os cones
serão feitos com cortadores do tipo Rubicon ou similar.
A CONTRATADA deverá deixar para futura manutenção, como parte integrante da
obra, 3% do total de revestimento empregado na obra.
3.9.6.
PISO
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Procedimentos
• Item: Pavimentação - 10
3.9.7.
REGULARIZAÇÃO DE BASE PARA REVESTIMENTO DE PISOS
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Procedimentos
• Item: Pavimentação - 10
Subitem: P-10. CON.2
A camada de regularização deverá ser preparada com argamassa de cimento e areia
média sem peneirar, no traço 1:4, com aditivo impermeabilizante (nas áreas molhadas).
Os níveis da laje ou da base deverão ser verificados e as mestras deverão ser
executadas imediatamente antes da aplicação da argamassa. O caimento do piso deverá
ser executado nessa fase de regularização.
Deverão ser previstas juntas perimetrais de, pelo menos, 2,0cm (dois centímetros),
em áreas superiores a 30,0 m² (trinta metros quadrados).
3.9.8.
PISO PORCELANATO 60X60 cm
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Procedimentos
• Item: Pavimentação – 10
o Subitem: P-10.CER.1
o Subitem: P-10.CER.2
Os locais indicados no projeto receberão piso porcelanato polido, medindo 60x60
linha Bauhaus Lime, marca PORTOBELO ou similar.
As placas serão assentadas com argamassa pré fabricada de cimento colante .
A colocação dos elementos de piso será feita de modo a deixar as superfícies planas,
evitando-se ressaltos de um em relação a outro; deverá ser substituído qualquer um que,
por percussão, apresentar som “oco”, evidenciando deslocamentos ou vazios sob si.
Os pisos somente serão executados após concluídos os revestimentos das paredes e
tetos e vedadas as coberturas externas.
O corte das placas deverá ser feito com máquinas de corte manual (Rubi, Fermat ou
similar) ou de disco adiamantado (Makita, Bosch ou similar).
Todos os pisos laváveis terão declividade mínima de 1% em direção ao ralo para o
perfeito escoamento da água.
As juntas serão de acordo com o especificado pelo fabricante, executadas com
espaçador. O rejuntamento deverá ser feito com argamassa própria na cor cinza .
A CONTRATADA deverá deixar para futura manutenção, como parte integrante da
obra, 3% do total de porcelanato empregado na obra.
3.9.9.
BANCADAS, DIVISÓRIAS, SOLEIRAS E PEITORIS
3.9.10.
BANCADAS EM GRANITO BRANCO AQUALUX
As bancadas terão dimensões de acordo com o projeto de arquitetura.
As bancadas dos lavatórios serão em granito branco AQUALUX, polido, espessura
mínima 3,0cm, incluindo testeira e rodobanca de h=8cm.
3.9.11.
DIVISÓRIAS EM GRANITO
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Procedimentos
• Item: Divisória, Forros e Pisos Elevados – 12
o Subitem: P-12.DIV.3
Serão executadas divisórias em granito branco AQUALUX, polido, espessura 3cm,
com altura acabada indicada em projeto, e deverão ser fixadas no piso e nas paredes
conforme detalhe nas plantas de arquitetura. Terão abertura inferior no caso de divisórias
entre sanitários, conforme detalhe em projeto e não possuindo aberturas no caso de
divisórias para chuveiros.
Possuirão todas as ferragens necessárias para a correta fixação, em latão, da IMAB,
ou similar, conforme detalhe nas plantas e segundo abaixo:
1. Batente com dois parafusos e amortecedor, ref BT0830;
2. Cantoneira pequena, ref CT0840;
3. Cantoneira grande, ref CT0845;
4. Chapa, ref CH0850;
5. Parafuso prisioneiro, ref PF0860.
3.9.12.
SOLEIRAS
Serão aplicadas soleiras em todas as portas. Deverão ser em granito branco aqualux,
com 15cm de largura e espessura de 3cm.
As soleiras deverão ser cortadas de modo a casar perfeitamente com as aduelas e
alizares das portas, evitando-se o enchimento com massa. Do mesmo modo os peitoris
também devem ser cortados na medida exata do comprimento de cada janela.
3.9.13.
PORTA DE MADEIRA
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Procedimentos
• Item: Carpintaria e Marcenaria – 13
o Subitem: P-13.ESQ.1
o Subitem: P-13.ESQ.2
o Subitem: P-13.ESQ.4
o Subitem: P-13.ESQ.7
As esquadrias de madeira deverão obedecer rigorosamente, quanto à localização e à
execução, as indicações do projeto arquitetônico e aos respectivos desenhos.
As portas serão em madeira compensada lisa para pintura, dimensões conforme
projeto, com esquadro em madeira de lei, receberão acabamento em pintura óleo para
madeiras, no padrão acetinado e atenderão às dimensões especificadas no projeto. As
madeiras serão perfeitamente secas e isentas de quaisquer marcas de brocas, nós,
presença de alburno ou outros defeitos que alterem a sua durabilidade, resistência ou
aparência. Não se admitirá a correção de defeitos com massa.
Os parafusos, quando empregados na fixação de batentes, deverão ter as cabeças
embutidas, dando-se o devido acabamento à abertura do furo com uma mistura de cola e
fragmentos da mesma madeira, de forma a permitir, após lixamento, uma perfeita
continuidade da superfície da peça.
Os batentes deverão ser afixados através de, pelo menos, oito tacos de madeira na
forma piramidal e chumbados na alvenaria.
Serão sumariamente recusadas todas as peças que apresentarem sinais de
empenamento, deslocamento, rachaduras, lascas, desigualdade de madeira e outros
defeitos.
As esquadrias deverão ser fornecidas com todos os acessórios necessários ao seu
perfeito funcionamento.
Os arremates das guarnições com rodapés e/ou revestimentos de paredes receberão
cuidados especiais. Sempre que necessário, tais arremates serão objeto de desenhos e
detalhes, os quais serão submetidos à prévia aprovação da FISCALIZAÇÃO.
Os batentes de madeira terão a largura da parede acabada. Não serão admitidas
guarnições com rebaixo.
3.9.14.
PORTA DE ALUMÍNIO
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Procedimentos
• Item: Serralheria – 14
o Subitem: P-14.ALU.1
o Subitem: P-14.ALU.2
As portas seguirão rigorosamente os tipos, dimensões e detalhes indicados nos
projetos arquitetônicos. Serão executadas com perfis de alumínio pintado na cor branca,
marcas de referência Belmetal, Alcan ou Alusud.
Todos os vãos externos serão submetidos à prova de estanqueidade, por meio de jato
de mangueira d’água sob pressão.
Alumínio: deverão ser utilizados na fabricação perfis de liga de alumínio
extrudado, ABNT 66050.
Gaxetas: serão todas de etilo-propileno (EPDM) em composição adequada, para
proporcionar a dureza necessária para cada aplicação. Serão fornecidas da
mesma marca do fabricante da janela.
Chumbadores e parafusos: os chumbadores serão de aço, previamente fixados
na alvenaria ou no concreto. Os parafusos para ligação entre as peças de
alumínio deverão ser liga do grupo Al-Mg-Si, endurecidos por tratamento a alta
temperatura. Os parafusos para a ligação entre alumínio e aço serão de aço-
cádmio, aço zincado ou latão. Todos os parafusos deverão ser protegidos por
verniz especial para evitar a oxidação do material.
Massa de vedação: A massa de vedação, a ser empregada em todas as juntas
de requadração ou partes com risco de infiltração, deverá ser a base de
borracha de silicone.
Isolantes: Deverá ser rigorosamente evitado o contato direto entre peças
metálicas e peças de alumínio. O isolamento deverá ser feito através da pintura
de cromato de zinco, borracha clorada, elastômero, betume ou metalizante a
zinco. Qualquer outro processo somente poderá ser usado após expressa
aprovação da FISCALIZAÇÃO.
3.9.15.
FERRAGENS
As ferragens para esquadrias deverão ser precisas no funcionamento e de
acabamento perfeito, devendo ser submetidas à aprovação da FISCALIZAÇÃO antes de
sua aplicação.
As dobradiças para as portas serão em latão cromado, 3 unidades por porta,
dimensões 3x2 1/2”, de fabricação PAPAIZ ou similar.
As portas dos sanitários deverão receber ferragens apropriadas.
As ferragens não deverão receber pintura.
A instalação das ferragens deverá ser realizada com particular cuidado, de modo que
os rebaixos ou encaixes para as dobradiças, fechaduras, chapas-testa e outros
componentes tenham a conformação das ferragens, não se admitindo folgas que exijam
emendas, taliscas de madeira ou outros meios de ajuste. O ajuste deverá ser realizado
sem a introdução de esforços nas ferragens.
As fechaduras serão do tipo externas com cilindro central, em latão, com acabamento
cromado, com maçanetas tipo alavanca, série Clássica da PAPAIZ ou similar.
3.9.16.
VIDROS E ESPELHOS
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Procedimentos
• Item: Vidraçaria – 16
o Subitem: P-16.PLA.1
Os serviços de vidraçaria serão executados de acordo com a norma NBR-7199 (NB226), da ABNT.
3.9.17.
ESPELHOS
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Procedimentos
• Item: Vidraçaria – 16
o Subitem: P-16.ESP.1
Conforme projeto, nos lavatórios serão utilizados espelhos cristal, liso incolor com
4mm de espessura, com moldura em alumínio e compensado de 6mm plastificado colado.
O assentamento será efetuado com massa plástica de vedação, proveniente da
mistura em partes iguais de mastique plasto-elástico e de pasta de gesso com óleo de
linhaça.
3.9.18.
PINTURAS
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Procedimentos
• Item: Pintura – 17
As superfícies a pintar serão limpas e convenientemente preparadas para a pintura,
tomando-se a precaução contra o levantamento de poeira sobre as áreas com tinta fresca.
As cores e tonalidades das tintas deverão ser previamente submetidas à aprovação
da FISCALIZAÇÃO por meio de amostras pintadas, com dimensão mínima de 0,5x1,0m.
A superfície pintada deverá apresentar uniformidade em textura, tonalidade e brilho.
3.9.19.
PINTURA ACRÍLICA EM PAREDE E TETO
Serão pintadas com tinta acrílica as paredes internas indicadas no projeto
arquitetônico.
Toda pintura será precedida de aplicação de Massa Corrida, marca SUVINIL ou
similar e aplicação de fundo selador acrílico SUVINIL ou similar .
As paredes internas, conforme indicação em projeto, receberão Tinta Acrílica Fosco,
marca SUVINIL ou similar, em 03 (três) demãos, na cor branco.
Recomenda-se que os alizares das portas somente sejam fixados após a primeira
demão de pintura e que os espelhos das tomadas e interruptores sejam colocados após a
conclusão da última demão.
3.9.20.
PINTURA LATEX EM TETO
Serão pintadas com tinta acrílica fosco os tetos indicados no projeto arquitetônico.
Toda pintura será precedida de aplicação de Massa Corrida, marca SUVINIL ou
similar e aplicação de fundo selador acrílico SUVINIL ou similar .
Os tetos, conforme indicação em planta, receberão Tinta Acrílica fosco, marca
SUVINIL ou similar, em 03 (três) demãos, na cor fuligem .
3.9.21.
PINTURA ESMALTE EM MADEIRA
As portas de madeira deverão receber duas demãos de tinta Esmalte Sintético,
acabamento fosco, marca SUVINIL ou similar, na cor branco gelo.
3.10.
3.10.1.
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
MATERIAIS EMPREGADOS
Os materiais a serem utilizados deverão ser de primeira linha, bem como satisfazer a
todas as exigências das normas. Somente serão aceitos na obra materiais com a Marca de
Conformidade do INMETRO, (ver no site www.inmetro.gov.br os materiais de certificação
obrigatória);
Caberá à CONTRATANTE, o direito de rejeitar qualquer material colocado na obra em
desacordo com o projeto e suas especificações ou que apresentem falhas ou defeitos.
Além disso, em caso de dúvidas, submetê-los a testes próprios ditados pelas normas
técnicas da ABNT;
À CONTRATADA caberá apresentar, quando pedido, o comprovante de origem do
material, o qual poderá ser rejeitado, a critério da CONTRATANTE;
De acordo com a Lei nº 8.666/93, Seção III, Art. 7º, § 5º, todos os materiais e
equipamentos especificados com marcas e tipos neste projeto, poderão ser substituídos
por outros similares propostos pelo construtor, desde que atenda rigorosamente os critérios
de similaridade e equivalência, respaldados por laudos técnicos que qualifiquem suas
características técnicas e que sejam emitidos por laboratórios credenciados pelo
INMETRO. Tais documentos deverão ser previamente aprovados pela fiscalização;
Os materiais miúdos de fixação, derivação, conexão, etc, (tais como: buchas,
arruelas, luvas, curvas, braçadeiras, vergalhões, etiquetas, etc) não constam das planilhas
dos materiais, tem os seus custos diluídos nos custos unitários das mesmas.
3.10.2.
DESCRIÇÃO SUCINTA DO SERVIÇO
O serviço compreenderá o seguinte:
- Retirada de todos os pontos de instalação elétrica existentes, incluindo Quadros de
disjuntores, tomadas, interruptores, luminárias, fiação, conduites, ventiladores, dentre
outros acessórios;
- Montagem de novos quadros de disjuntores com aterramento;
- Execução das instalações elétricas conforme projeto básico anexo.
3.10.3.
DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
Todas as instalações obedecerão rigorosamente, quanto a sua execução, as
prescrições contidas nos seguintes documentos:
Instruções técnicas e catálogos, aprovados pela FISCALIZAÇÃO;
Normas da ABNT relativas ao objeto destas especificações técnicas, tais como: NBR
5410 (Instalações elétricas de baixa tensão), NBR 5413 (Iluminação de interiores), dentre
outras;
Normas do Ministério do Trabalho e do Ministério da Saúde, no que for aplicável aos
serviços, tais como: NR-6 (Equipamento de Proteção Individual), NR-10 (Segurança em
instalações e serviços em eletricidade) e NR-18 (condições e meio ambiente do trabalho na
indústria da construção), dentre outras;
Portaria Nr 372, de 17 de setembro 2010, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria
e Comércio Exterior, em especial o Anexo - Requisitos Técnicos da Qualidade para o Nível
de Eficência Energética de Edifícios Comerciais, de Serviços e Públicos;
Portaria Inmetro Nr 181, de 20 de maio de 2010, do Instituto de Metrologia,
Normalização e Qualidade Industrial – INMETRO;
Caderno de Encargos da PINI.
Normas da ANEEL;
Normas técnicas da concessionária de energia elétrica local;
Projeto de rede elétrica: PB 09_2013 VEST CMJF-ELET.dwg.
3.11. SEGURANÇA
3.11.1.
SEGUANÇA NA INSTALAÇÃO
Toda instalação elétrica deve ser supervisionada por profissional autorizado,
conforme dispõe a NR-10.
Os equipamentos, dispositivos e ferramentas que possuam isolamento elétrico devem
estar adequados às tensões envolvidas, e serem inspecionados e testados de acordo com
as regulamentações existentes ou recomendações dos fabricantes.
Antes de iniciar trabalhos em equipe os seus membros, devem realizar uma avaliação
prévia, estudar e planejar as atividades e ações a serem desenvolvidas no local, de forma a
atender os princípios técnicos básicos e as melhores técnicas de segurança aplicáveis ao
serviço.
Todo trabalho em altura deverá ser executado de acordo com o que prevê a NR-18,
no sentido de garantir a segurança do trabalhador.
3.11.2. PROCEDIMENTOS PARA ENERGIZAÇÃO E DESENERGIZAÇÃO DE
CIRCUITOS
Para a instalação elétrica ser desenergizada, os procedimentos abaixo deverão ser
seguidos:
a) seccionamento;
b) impedimento de reenergização;
c) constatação da ausência de tensão;
d) instalação de aterramento temporário com equipotencialização dos condutores dos
circuitos;
e) proteção dos elementos energizados existentes na zona controlada; e
f) instalação da sinalização de impedimento de reenergização.
Antes da reenergização os seguintes procedimentos deverão ser seguidos:
a) retirada das ferramentas, utensílios e equipamentos;
b) retirada da zona controlada de todos os trabalhadores não envolvidos no processo;
c) remoção do aterramento temporário, da equipotencialização e das proteções
adicionais;
d) remoção da sinalização de impedimento de reenergização; e
e) destravamento se houver, e religação dos dispositivos de seccionamento.
Nota: Tais procedimentos serão realizados mediante data, horário e período
estabelecidos pelo fiscal administrativo.
3.12. APOIO À OBRA
3.12.1.
SERVIÇOS TECNICOS PROFISSIONAIS
3.12.1.1.
ESTUDOS E PROJETOS
A CONTRATADA deverá fornecer Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)
devidamente registrada no CREA, que cubra a Responsabilidade Técnica sobre a
execução das instalações elétricas e o projeto executivo de acordo com o Ato no 02/85 do
CREA-MG, e deverá ainda, arcar com as despesas das ARTs de projeto básico e
fiscalização ou assessoria técnica da obra, que será em nome do engenheiro adjunto do
Serviço Regional de Obras da 4ª RM.
A CONTRATADA deverá fornecer um projeto executivo, que em princípio, será
elaborado anteriormente a execução do objeto desta licitação, podendo ainda, ser
desenvolvido concomitantemente com a execução do objeto, sempre sob responsabilidade
dos respectivos autores e aprovação do SRO4.
O projeto executivo será composto do seu projeto básico, acrescido, no que couber,
de detalhes e especificações técnicas referentes a interruptores, luminárias, tomadas,
quadros e demais elementos componentes dos sistemas de iluminação e de geração,
transmissão, distribuição e consumo de energia elétrica, constituídos de memória de
cálculo e plantas.
Na elaboração de projetos de instalações elétricas, deverão ser observadas as
prescrições contidas nas normas da ABNT, em especial, aquelas indicadas na NBR 5410 –
Instalações Elétricas de Baixa Tensão - e na NBR 5413 - Iluminância de Interiores. Além
dessas, deverão ser observadas as prescrições da concessionária local de energia elétrica.
O projeto de instalações elétricas deverá conter:
I - diagrama unifilar, com indicação de circuitos, cargas e dados de equipamentos
instalados ou a instalar;
II - detalhes de disjuntores, chaves seccionadoras, condutores, barramentos,
dispositivos de proteção de circuitos;
III - plantas e cortes com disposição de equipamentos e circuitos; e
IV - quadro-legenda com indicação de quantitativos e especificações técnicas de
materiais.
A elaboração de projetos elétricos deverá estar articulada com os demais projetos
complementares de modo a permitir a adoção de soluções harmônicas, tendo sempre
como objetivos, entre outros, economia e funcionalidade.
Deverão ser previstas lâmpadas econômicas de baixo consumo. Somente serão
admitidas lâmpadas de outro tipo em situações específicas, cuja necessidade especial
deverá estar devidamente justificada.
Desenhos e especificações técnicas deverão estar representados por meio de
plantas, cortes e esquemas de redes, permitindo-se definir com precisão todo o sistema.
3.12.2.
SERVIÇOS PELIMINARES
3.12.2.1.
DEMOLIÇÕES E RETIRADAS
A CONTRATADA deverá efetuar a retirada de toda a fiação dos circuitos de
distribuição, bem como os quadros de distribuição de disjuntores, luminárias, tomadas,
interruptores, ventiladores, e demais acessórios e equipamentos da rede elétrica e
telefônica existente, sendo que todo material em condições de utilização deverá ser
entregue à Fiscalização Administrativa da OM para aproveitamento futuro.
Os materiais que não estiverem em condições de reaproveitamento serão
considerados entulho e retirados da área à custa da CONTRATADA.
Pelo fato do serviço envolver basicamente instalações que permanecerão em
funcionamento, as demolições deverão ser executadas de forma que a poeira e entulhos
provenientes sejam reduzidos ao máximo.
O entulho deverá ser constantemente removido para local autorizado pela
FISCALIZAÇÃO.
A CONTRATADA deverá evitar que a poeira invada as dependências que não forem
objeto do serviço.
3.12.3.
SERVIÇOS DIVERSOS
3.12.3.1.
RASGOS E FECHAMENTOS
Para as instalações embutidas, os tijolos deverão ser recortados cuidadosamente
com talhadeira ou disco de corte, conforme marcação prévia dos limites de corte e após a
instalação, o enchimento dos rasgos far-se-á com argamassa de cimento e areia. As
tubulações, além do referido enchimento, levará grapas de ferro redondo, para manter
inalterada a posição dos tubos. Não será permitido embutir tubulações dentro de colunas,
pilares ou outros elementos estruturais.
3.12.3.2.
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Capítulo: Materiais e Equipamentos; Item: Instalação Elétrica
Capítulo: Procedimentos; Item: Instalação Elétrica e de Telecomunicações – 19
3.12.3.3.
FIOS/CABOS
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Subitens: E-IEL.11 e P-19.CON.1
Toda fiação existente deverá ser cuidadosamente retirada a fim de não danificar os
eletrodutos embutidos em condição de ser reutilizado.
A nova rede elétrica de iluminação e força deverá percorrer a edificação em
eletrodutos de aço galvanizado, instalados de forma aparente, independentes e exclusivos
para luz e força.
Em hipótese alguma serão admitidas emendas nos condutores em pontos que não
sejam as caixas de passagem. As eventuais emendas, conexões e ligações deverão ser
feitas segundo os melhores critérios para assegurar durabilidade, perfeita isolação e ótima
condutibilidade elétrica. As emendas e derivações nos condutores (cabos de energia)
deverão ser realizadas somente nas caixas, e isoladas com fita isolante antichama 19 mm
x 20 m. Não será admitido o uso de soldas quer para média tensão, quer para baixa
tensão.
Nos cabos com isolação de 0,6/1KV, a fita isolante de PVC deverá ser substituída por
fita auta-fusão.
A enfiação dos condutores só deve ser iniciada depois que a montagem dos
eletrodutos for concluída, não restar nenhum serviço de construção suscetível de danificálos e a linha for submetida a uma limpeza completa.
Os condutores utilizados na rede interna serão do tipo flexíveis com isolamento PVC,
450/750KV e antichama.
Todos os circuitos serão devidamente identificados nos quadros e nas caixas de
passagem através de anéis plásticos com o número do circuito.
Os condutores que interligam os quadros de disjuntores com a rede de alimentação
externa, instalados em eletrodutos embutidos no piso deverão ser cabos unipolares de
Cobre, isolados com dupla camada de isolação, antichama, 0,6/1kV.
Deverão ser adotadas as seguintes cores para os condutores:
Fase ............................................vermelho, preto ou marrom
Neutro ............................................
azul
Retorno ..........................................
branco
Terra ..............................................
verde ou verde amarelo
Os condutores de energia elétrica: fases, neutros, retorno e terra, deverão ter a
mesma especificação e a mesma seção.
As bitolas dos condutores estão cotadas nos quadros de cargas. Quando existir
condutor terra este deve ter bitola igual à do condutor de maior bitola existente no
eletroduto.
Cada circuito deverá possuir condutor neutro independente.
3.12.3.4.
TOMADAS/INTERRUPTORES
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Subitens: E-IEL.42, E-IEL.104, P-19.PON.1, P-19.PON.103 e P-19.PON.104
O bordo inferior das tampas para interruptores e/ou tomadas deverá estar paralela ao
piso, mantendo um perfeito alinhamento com este.
Todas as tomadas e interruptores serão instalados de forma aparente, para isso serão
utilizados conduletes, sendo que a conexão do condulete com os eletrodutos será do tipo
liso, sem rosca. O fornecimento contempla os parafusos de fixação da tampa.
Os interruptores e tomadas quando próximas de alizares serão localizadas a, no
mínimo, 5 cm dos mesmos, medido na face lateral mais próxima.
será:
Altura dos conduletes a partir do piso acabado, quando não especificado em planta
Interruptores– 1,30m;
Tomadas baixas – 0,30m;
Tomadas médias – 1,30m;
Tomadas altas – 2,00m.
3.12.3.4.1.
INTERRUPTORES
Os interruptores deverão acender as lâmpadas quando acionados para cima.
Os interruptores de uso geral deverão ser constituídos pelo conjunto das seguintes
peças:
- módulo de interruptor, simples com uma e duas teclas, 10A, 250V, tecla
fosforescente, material termo-plástico auto-extinguível, partes condutoras em liga de cobre
e conformidade com a NBR NM60669-1;
Fabricante: Wetzel, Tramontina, Daisa ou similar.
Figura 1 – Interruptor 1 tecla e de 2 teclas
3.12.3.4.2.
TOMADAS
Todos os pontos de tomadas deverão ser aterrados no barramento de aterramento do
quadro elétrico.
Todas tomadas deverão possuir identificação quanto a sua tensão.
As tomadas deverão ser constituídas pelo conjunto das seguintes peças:
- módulos de tomada elétrica 2P+T 10A/250V, padrão NBR 14.136:2002;
- tampa para condulete para um módulo de tomada,
Fabricante: Wetzel, Tramontina, Daisa ou similar.
3.12.3.5.
DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Subitens: E-IEL.48, E-IEL.49, P-19.DIS.1, P-19.DIS.42 e P-19.DIS.48
Os disjuntores de proteção não poderão ter capacidade de interrupção de corrente
acima da corrente nominal dos cabos que protegem. Isto para evitar que, futuramente,
sejam feitos aumentos de cargas nos circuitos sem que se troquem os cabos e respectivos
disjuntores.
Os disjuntores deverão ser dotados de proteção contra sobrecarga e curto circuito,
obedecendo às recomendações da norma IEC 157-1.
Serão instaladas nos diversos quadros de distribuição e no quadro geral de entrada
(barramento geral), nas capacidades nominais previstas nos diversos quadros de carga e
diagramas unifilares.
Serão termomagnéticos, tripolares, bipolares e monopolares, de acordo com o
número de fases dos circuitos a serem seccionados.
3.12.3.6.
DISJUNTOR MONOPOLAR E BIPOLAR
• Disjuntor caixa moldada unipolar;
• Corrente nominal a 30ºC, conforme projeto elétrico;
• Mecanismo de disparo: termomagnético, curva C;
• Tensão nominal mínima: 230V para disjuntores mono e bipolares e 380V para
disjuntores trifásicos;
• Freqüência nominal 60Hz;
• Capacidade de interrupção nominal mínima de 5kA para disjuntores mono e
bipolares;
• Norma DIN (padrão europeu).
• Marca: ABB, Schneider, GE ou similar com equivalência técnica.
3.12.3.7.
•
DISJUNTOR TRIPOLAR
Corrente Nominal – 300 e 350 A
• Capacidade de Interrupção: 50kA/220Vac 35kA/380Vac
• Freqüência nominal 60Hz;
• Conexões com parafusos (até 50A)
• Terminais de compressão de 50mm²
• Com possibilidade de uso de barramentos de até 17mm
• Fixação por parafusos M4 (fornecidos)
• Marca: ABB, Schneider, GE ou similar com equivalência técnica.
Figura 2 – Disjuntores termomagnéticos norma DIN.
3.12.3.8.
DPS
Todos os quadros elétricos deverão possuir DPS com corrente nominal igual ao
disjuntor de proteção geral.
A especificação dos DPS são as seguintes:
Classe segundo IEC 61643-1 III
Aplicação Entre Fase e PEN
Máxima Tensão de operação contínua (Uc) 350V
Nível de tensão residual < 1,5 kV
Tempo de resposta <25ns
Fusível de Backup NH 100A/500V(CA)
Temperatura de operação -40º to +80ºC
Grau de proteção IP 20
Para os quadros de distribuição internos as edificações utilizar modelo VCL 275 V, 45
kA Slim ou similar com corrente de descarga máxima Imax (8/20 s) 45kA e corrente de
descarga máxima Iimp (10/350 s) 45kA.
Protótipo comercial: Clamper, Siemens ou similar
Certificação INMETRO obrigatória.
Freqüência: 50/60 Hz;
Sinalização de funcionamento através de sinalizador luminoso mecânico no frontal do
dispositivo.
Figura 3 - Esquema geral de ligação
3.12.3.9.
QUADROS DE DISTRIBUIÇÃO
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Subitens: P-19.DIS.2 e P-19.DIS.44
Cada quadro de distribuição deve ser considerado como conjunto de proteção,
manobra e comando, devendo ser instalado e ligado segundo as instruções fornecidas pelo
fabricante.
Deverão possuir um trilho horizontal para possibilitar a instalação do disjuntor geral do
quadro, dos DR (Dispositivo Diferencial Residual) e também do DPS (Dispositivo de
Proteção contra Surtos); bem como dois trilhos verticais para a instalação dos disjuntores
dos circuitos terminais.
Deverão também dispor de barramentos de fase (três), de neutro e de terra, pontos
de aterramento diretamente no chassi, porta e espelho constituídos em peça única,
etiqueta de identificação de circuitos (de acordo com o diagrama unifilar), etiqueta de
identificação técnica na porta do quadro.
Serão de embutir (conforme indicado no projeto de instalações elétricas), sendo
metálicos, graus de proteção IP 54 e com capacidade de abrigar os dispositivos de
proteção (inclusive espaços-reserva) indicados nos respectivos quadros de cargas e
diagramas unifilares anotados em plantas. A fase inferior de cada quadro deverá ficar a
1,30m do piso acabado.
Os quadros de disjuntores deverão ser confeccionados em chapa de aço (chapa
mínima nº. 16), com porta e fechadura de pressão, pintura eletrostática, provido de espelho
com vazamento para as alavancas dos disjuntores e barramento para as 3 fases, neutro e
terra. Os quadros deverão conter a identificação e indicação do local dos circuitos
protegidos por cada disjuntor, afixada internamente na porta do mesmo.
Acabamento: tratamento anticorrosivo pelo sistema de banho químico, tampa e
espelho com pintura eletrostática epóxi a pó, caixa e placa de montagem em chapa
zincado a quente (galvanizada).
Os quadros de distribuição elétrica devem possuir condições para implantação de
dispositivos de aterramento temporário a fim de garantir a equipotencialidade e manter a
continuidade durante possíveis intervenções na instalação elétrica.
Junto aos quadros de distribuição de disjuntores deve conter, no mínimo, os seguintes
itens de segurança:
- Indicação de posição dos dispositivos de manobra dos circuitos elétricos: (Verde "D", desligado e Vermelho - "L", ligado);
- Descrição do sistema de identificação de circuitos elétricos e equipamentos,
incluindo dispositivos de manobra, de controle, de proteção, de intertravamento, dos
condutores e os próprios equipamentos e estruturas, definindo como tais indicações devem
ser aplicadas fisicamente nos componentes das instalações;
- Recomendações de restrições e advertências quanto ao acesso de pessoas aos
componentes das instalações;
- Precauções aplicáveis em face das influências externas;
- Diagrama unifilar, identificando os circuitos alimentados pelo quadro.
- Deverá ser colado internamente na porta de todos os quadros, protegido por plástico
adesivo transparente dos quadros a seguinte informação, conforme o item 6.5.4.10 NBR
5410/2004:
ADVERTÊNCIA
1. Quando um disjuntor ou fusível atua, desligando algum circuito ou a instalação inteira, a causa pode
ser uma sobrecarga ou um curto-circuito. Desligamentos freqüentes são sinal de sobrecarga. Por isso,
NUNCA troque seus disjuntores ou fusíveis por outros de maior corrente (maior amperagem) simplesmente.
Como regra, a troca de um disjuntor ou fusível por outro de maior corrente requer, antes, a troca dos fios e
cabos elétricos, por outros de maior seção (bitola).
2. Da mesma forma, NUNCA desative ou remova a chave automática de proteção contra choques
elétricos (dispositivo DR), mesmo em caso de desligamentos sem causa aparente. Se os desligamentos forem
freqüentes e, principalmente, se as tentativas de religar a chave não tiverem êxito, isso significa, muito
provavelmente, que a instalação elétrica apresenta anomalias internas, que só podem ser identificadas e
corrigidas por profissionais qualificados. A DESATIVAÇÃO OU REMOÇÃO DA CHAVE SIGNIFICA A
ELIMINAÇÃO DE MEDIDA PROTETORA CONTRA CHOQUES ELÉTRICOS E RISCO DE VIDA
PARA OS USUÁRIOS DA INSTALAÇÃO.
Os quadros gerais de luz e força deverão ser conectados a malha de aterramento.
Em todos os quadros de distribuição, os disjuntores deverão conter a identificação e
indicação do local do circuito ao qual pertencem, de modo que, a qualquer momento
possam ser identificados.
Ao lado de cada disjuntor instalado, deverá ser colocada uma placa acrílica de
identificação que especifique a utilização de cada circuito por aquele disjuntor protegido
conforme especificado no quadro de cargas e diagrama unifilar.
Os quadros deverão ser identificados por meio de placa de acrílico fixada na parte
externa da porta, com fundo preto e letras brancas, informando sua finalidade, conforme o
exemplo a seguir:
QDE
Quadro de Distribuição de Energia
Apartamento 101
Figura 4– Identificação dos Quadros
3.12.3.10.
ELETRODUTOS E CAIXAS
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
•
Subitens: E-IEL.22, E-IEL.23 e P-19.CON.21
As instalações serão aparentes, devendo-se atentar para que as tubulações estejam
protegidas contra choques e que não prejudiquem o funcionamento da edificação.
3.12.3.10.1.
ELETRODUTOS
Serão utilizadas eletroduto de aço galvanizado e deverão ser fixados através de
braçadeiras espaçadas uniformemente a cada 1,50 metros de distância.
Em cada eletroduto a taxa de ocupação máxima será de 40%, conforme NBR
5410:2004.
Conforme determina o item 6.2.11.1.1 da NBR 5410/2004, é vedado o uso, como
eletroduto, de produtos que não sejam expressamente apresentados e comercializados
como tal. Esta proibição inclui, por exemplo, produtos caracterizados por seus fabricantes
como mangueiras.
Em qualquer situação, os eletrodutos devem suportar as solicitações mecânicas,
químicas, elétricas e térmicas a que forem submetidos nas condições da instalação.
Os eletrodutos só devem ser cortados perpendicularmente ao seu eixo. Deve ser
retirada toda rebarba suscetível de danificar a isolação dos condutores.
Deverá ser deixado fio-guia de arame de aço em toda tubulação para facilitar a futura
passagem dos condutores.
Os eletrodutos que se projetam de pisos ou de paredes devem estar em ângulo reto
em relação à superfície.
Toda perfuração em laje ou parede deverá ser previamente aprovada pela
FISCALIZAÇÃO.
Até o momento da passagem de cabos pelos eletrodutos, todas as extremidades
destes deverão ser tampadas com papel a fim de evitar entrada de água, argamassa ou
concreto.
Não será permitida a confecção de curvas nos eletrodutos através do aquecimento
deste ou qualquer outro artifício.
As curvas e luvas serão colocadas nos locais adequados, segundo bitolas
respectivamente iguais a dos eletrodutos ao qual estão se ligando.
As buchas e arruelas deverão ser utilizadas na conexão dos eletrodutos aos quadros
de distribuição. Serão de ferro galvanizado, alumínio ou liga especial de alumínio, cobre,
zinco e manganês.
Os eletrodutos devem ser fornecidos com uma luva roscada em uma das
extremidades.
.
3.12.3.11.
LUMINÁRIAS E ACESSÓRIOS
Referência ao Caderno de Encargos da PINI:
Subitens: E-IEL.97, E-IEL.98, E-IEL.99, E-IEL.100, E-IEL.101, P-19.PON.97, P19.PON.98, P-19.PON.99 e P-19.PON.100.
Os aparelhos para luminárias obedecerão naquilo que lhes for aplicável, às normas
da ABNT, sendo construídos de forma a apresentar resistência adequada e possuir espaço
suficiente para permitir as ligações necessárias.
Todas as luminárias fluorescentes deverão ter rabicho com plug macho 2p+t para ligar
na tomada instalada no condulete mais próximo;
As lâmpadas fluorescentes deverão ser do tipo Philips Super 80 TLD, 36W/840 1SL
ou similar e deverão apresentar as seguintes marcações legíveis no bulbo ou na base:
- Tensão nominal (V);
- Potência nominal (W);
- Nome do FABRICANTE ou marca registrada.
Os reatores das luminárias para lâmpadas fluorescentes tubulares deverão obedecer
as seguintes prescrições:
- Somente serão utilizados reatores com alto fator de potência e baixa emissão de
ruídos;
- Poderão ser usados reatores eletromagnéticos de partida rápida ou eletrônica;
- Todo reator deverá ser provido de invólucro incombustível e resistente à umidade,
sendo que o invólucro do reator deverá ser protegido interna e externamente contra a
oxidação por meio de pintura, esmaltação, zincagem ou processo equivalente;
- As características de funcionamento, tais como: tensão de saída, condições de
aquecimento, fator de potência e outros, serão as estabelecidas nas normas da ABNT.
Outros acessórios para luminárias, tais como: “starters”, receptáculos, soquetes, etc.,
serão da mesma linha de fabricação dos reatores e lâmpadas e deverão satisfazer às
normas da ABNT inerentes ao assunto.
Os equipamentos para iluminação deverão ser fornecidos com todos acessórios
(inclusive lâmpadas) para seu perfeito funcionamento.
3.12.4.
REFERENCIAL DE MATERIAIS:
3.12.4.1.
LUMINÁRIAS PAA USO GERAL
As Luminárias deverão ter pintura epóxi na cor branca com aletas em PS
transparente, com alojamento interno para reator, e serão instaladas completas, com reator
e duas lâmpadas fluorescentes de 20 ou 40 Watts cada, conforme projeto básico.
Dimensões 2x32W: (LxAxC): 70 x 310 x 1325 mm
Figura 5– Referencia: Carolino ou similar, Modelo: CS-679 conforme projeto básico
3.12.4.2.
ARANDELAS SOBE OS ESPELHOS DO BANHEIRO
Luminária de sobrepor tipo arandela, para uma lâmpada fluorescente compacta de
20W.Corpo e grade frontal de proteção em alumínio fundido com acabamento em pintura
eletrostática na cor branca. Difusor em vidro transparente frisado.
Figura 6 – Referência: ITAIM, Modelo: PLASMA ou similar
3.12.4.3.
ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Para a iluminação de emergência serão usados blocos autônomos de iluminação de
emergência com autonomia mínima de 2 horas de funcionamento, instalados a 2,40m do
piso, sendo que os pontos de tomada para atender as mesmas devem ser dimensionados
para 127Vca/10A, com cabo de alimentação de dimensão mínima de 2,5mm² e disjuntor
monofásico de proteção de 16A.
A iluminação de emergência está locada conforme especificações da norma NBR
10898.
O material utilizado para a fabricação da luminária de emergência deve ser do tipo
que impeça propagação de chama e que em caso de sua combustão, os gases tóxicos não
ultrapassem a 1% daquele produzido pela carga combustível existente no ambiente. Todas
as partes metálicas, em particular os condutores e contatos elétricos, devem ser protegidos
contra corrosão.
A fixação da luminária de emergência deve ser rígida, de forma a impedir queda
acidental, remoção sem auxílio de ferramenta e que não possa ser facilmente avariada ou
posta fora de serviço.
Características mínimas para as luminárias de emergência:
- Luminária compacta de emergência com iluminação em 30 LEDs, bivolt automático.
50/60Hz. Chave comutadora para selecionar intensidades luminosas. Bateria Selada.
Proteção contra sobrecarga e descarga excessivas.
Figura 7– Bloco autônomo de iluminação de emergência
3.12.4.4.
CHUVEIROS
Tipo ducha, 220 V, potência máxima 5400W, marca CORONA ou similar.
Os chuveiros deverão ser conectados através de conectores de porcelana de
50A/250V, instalados dentro das caixas na parede.
Na instalação do chuveiro elétrico deverá ser testado o seu aterramento a fim de
permitir a perfeita e segura utilização pelo usuário.
Figura 8 – chuveiro tipo ducha, 220 V, potência máxima 5400W, marca CORONA ou similar
Especificações Técnicas
SRO/4
4. PRESCRIÇÕES DIVERSAS
Todas as imperfeições decorrentes do serviço, por exemplo: áreas cimentadas,
asfalto, áreas verdes, redes de energia, redes hidráulicas - deverão ser corrigidas pela
CONTRATADA, sem qualquer acréscimo a ser pago pela CONTRATANTE.
Em caso de divergência, salvo quando houver acordo entre as partes, será adotada a
seguinte prevalência para os valores:
-As normas da ABNT, CEMIG e de suas concessionárias de serviços públicos
prevalecem sobre estas Especificações Técnicas e sobre os projetos.
4.1.
RECEBIMENTO/TESTES DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
Todos os componentes das instalações tais como: condutores, dispositivos de
proteção, controle, manobra, etc) deverão ser identificados de modo a permitir o
reconhecimento da área de atuação;
De um modo geral a identificação deverá ser executada das seguintes formas:
• As tomadas de uso específico serão identificadas com placas de alumínio, com
números gravados de forma legível e durável, fixadas junto às mesmas, com indicações da
aplicação prevista, do tipo (nº de fases), tensão, potência e número do circuito. As tomadas
de uso geral deverão receber placas de identificação do mesmo tipo com a indicação do nº
do circuito,da tensão e do nº de fases;
• Todos os circuitos deverão ser identificados com placas de alumínio ou acrílico
com seus números gravados de forma legível e durável, junto às respectivas chaves de
acionamento, nos quadros gerais e de distribuição. Em leitos, eletrocalhas, perfilados e
caixas de passagem, os condutores deverão formar chicotes individuais por circuito,
identificados com respectivo número do circuito e nome do respectivo painel, por meio de
fitas apropriadas;
A CONTRATADA deverá efetuar, no mínimo, os testes abaixo, após a conclusão dos
serviços:
• Continuidade dos condutores de proteção, pelo menos nos trechos em que os
mesmos não forem acessíveis à verificação visual ou a verificação mecânica;
• Resistência de isolamento entre condutores vivos (inclusive neutro) e em relação à
terra e entre cada condutor de fase em relação ao neutro;
Em caso de instalações ou equipamentos, cujas características específicas exijam
outros ensaios, serão realizados aqueles previstos na NBR-5410 ou na norma respectiva.
Após a conclusão dos ensaios os fiscais da CONTRATANTE procederão à verificação
final para aceitação da obra, acompanhados dos responsáveis da CONTRATADA;
Além dos itens previstos no parágrafo 7.2 da NBR-5410 e da rigorosa obediência ao
projeto terá testado o funcionamento de todos os aparelhos de utilização já instalados,
circuito por circuito, bem como o funcionamento dos pontos de alimentação daqueles ainda
não instalados.
A CONTRATADA deverá fornecer todos os equipamentos de testes necessários, e
será responsável pela instalação dos mesmos e qualquer outro trabalho preliminar na
preparação de testes de aceitação. Será responsável pela limpeza, aspecto e facilidade de
acesso ou manuseio do equipamento antes do teste;
Caso os testes e verificações apresentem valores ou condições incompatíveis com as
normas respectivas ou as exigências do projeto, caberá à CONTRATADA efetuar as
correções necessárias, e novos ensaios. Pagando a mesma, a multa mora contratual, até
que as instalações possam ser aceitas pela CONTRATANTE;
Como condição para aceitação da obra e liberação das faturas correspondentes, a
CONTRATADA deverá entregar à Fiscalização da CONTRATANTE:
PB Nr 009/2013
52
Especificações Técnicas
SRO/4
02 (duas) vias do relatório completo das verificações, abrangendo as condições de
identificação, resultados de ensaios e verificação final;
O cadastramento de todas as instalações executadas, (as-built) desenhadas em
papéis de boa qualidade, e mídia eletrônica de grande durabilidade (CD) contendo todos os
documentos em sua emissão final, assim como as ART.
4.2.
LIMPEZA DA OBRA
O local da obra deverá ser completamente limpo, ao final de cada jornada diária de
trabalho.
Todas as partes aparentes da construção, tais como pisos, revestimentos, vidros,
ferragens, aparelhos e metais sanitários, aparelhos de iluminação etc deverão ser
cuidadosamente lavados, devendo ser removidos quaisquer vestígios de tintas, manchas e
argamassa.
Todos os aparelhos e ferragens deverão ser entregues polidos e em perfeito estado
de funcionamento. Não deverá ser utilizada palha de aço na limpeza das ferragens.
As ferragens deverão ser tratadas com solução apropriada e, em seguida, lavadas as
imperfeições que necessitarem desse serviço.
4.3.
REMOÇÃO DE ENTULHO E LIXO DA OBRA
A remoção e o transporte de todo o entulho e detritos provenientes das demolições e
do canteiro de obras serão executados pela CONTRATADA. Dever-se-á atender às
condições de descarte deste material de acordo com as exigências da Municipalidade local.
Deverá ser mantida no local da obra uma caçamba para manutenção provisória do
material de entulho.
4.4.
PB Nr 009/2013
GARANTIAS
53
Especificações Técnicas
SRO/4
A aceitação pela FISCALIZAÇÃO de quaisquer equipamentos/materiais, ou serviços,
não exime a CONTRATADA de sua total responsabilidade com relação às garantias
seguintes:
Durante o funcionamento dos equipamentos, não deverá haver deficiências
provenientes de materiais ou equipamentos inadequados ou montagem mal
executada.
A CONTRATADA deverá garantir que serão prontamente reparadas ou
substituídas, à sua própria custa, todas as partes que acusarem defeitos ou
quaisquer outras no funcionamento, durante o primeiro ano de operação.
A CONTRATADA deverá garantir que a mão de obra será de primeira qualidade,
obedecendo às boas técnicas em uso, aplicáveis ao caso.
4.5.
CONDIÇÕES FINAIS
Todos os materiais a serem utilizados deverão ser novos, sendo que os
existentes, a serem substituídos serão recolhidos.
Uma vistoria final da obra deverá ser feita pela empreiteira, antes da
comunicação oficial do término da obra, acompanhada pela fiscalização.
Deverão ser verificados todos os itens que constituem a obra em si,
inspecionado todo o sistema de instalações, fazendo os testes de pressão e de
isolamentos, devendo ser colocados em funcionamento todos os aparelhos e
instalações.
PB Nr 009/2013
54
Especificações Técnicas
SRO/4
5. ENTREGA DA OBRA
A obra será entregue em perfeito estado de limpeza e conservação, com todas as
instalações e equipamentos em perfeitas condições de funcionamento e devidamente
testados.
Todos os arruamentos e áreas envolvidas pela obra serão entregues totalmente
limpos e isentos de entulho.
Uma vistoria final da obra deverá ser feita pela CONTRATADA, antes da
comunicação oficial do término da mesma, acompanhada pela FISCALIZAÇÃO. Será,
então, firmado o Termo de Entrega Provisória, de acordo com o Art. 73, inciso I, alínea a,
da Lei Nº 8.666, de 21 Jun 93 (atualizada pela Lei Nº 8.883, de 08 Jun 94), onde deverão
constar todas as pendências e/ou problemas verificados na vistoria.
A CONTRATADA obriga-se, no prazo máximo de 90 (noventa) dias a contar da data
da assinatura deste Termo, a corrigir as pendências mencionadas neste documento e
todas as outras que porventura surjam neste prazo. Para tanto, a CONTRATADA deverá
disponibilizar, sempre que solicitado pela CONTRATANTE, uma equipe de manutenção
composta de um encarregado, auxiliado por pedreiros, eletricistas, bombeiros e tantos
outros operários quantos sejam necessários.
Após esse prazo, a obra será novamente inspecionada para fins de aceitação
definitiva.
PB Nr 009/2013
55
Especificações Técnicas
SRO/4
6. PRESCRIÇÕES DIVERSAS
Todas as imperfeições decorrentes da obra - por exemplo: áreas cimentadas, áreas
verdes, redes de energia, redes hidráulicas - deverão ser corrigidas pela CONTRATADA,
sem qualquer acréscimo a ser pago pela CONTRATANTE.
As empresas licitantes deverão, antes da apresentação de sua proposta, fazer
um levantamento de todas as taxas e despesas relativas aos órgãos e repartições
públicas (ART, licenças, etc.), sendo que estes valores devem ser considerados em
sua proposta de preços, mesmo quando não diretamente expresso no orçamento
estimativo da Administração, não cabendo a solicitação posterior de aditivo pela
CONTRATADA.
A obra deverá ser entregue completamente acabada e o regime de execução é
por Empreitada por Preço Global, portanto pequenos serviços e materiais (por
exemplo, luvas, curvas, conectores, fitas, etc.), mesmo que não diretamente
expressos no orçamento estimativo da Administração, deverão ser considerados
pelas licitantes em sua proposta de preços, não cabendo a solicitação posterior de
aditivo pela CONTRATADA.
Se a licitante avaliar e concluir pela necessidade de orçar qualquer item caracterizado
como despesas indiretas, que não esteja cotado na planilha de orçamento estimativo da
Administração, deverá orçá-lo na sua composição do BDI no item EVENTUAIS, não
cabendo a solicitação posterior de aditivos de serviços durante a execução da obra.
PB Nr 009/2013
56
Especificações Técnicas
SRO/4
7. ANEXOS
Anexo II - Orçamento Estimativo
Anexo III – Plantas Arquitetônicas
Belo Horizonte - MG, 18 de Junho de 2014.
______________________________________________
ATILA SOARES DIORATO – 2º Ten Engª Civil
CREA 125034 D/MG
Adjunto da Seção Técnica - SRO/4
______________________________________________
FÁBIO LOPES MARINHO – 2º Ten Eng° Eletricista
CREA 151647 D/MG
Adjunto da Seção Técnica - SRO/4
VISTO:
_____________________________________________
EDUARDO ZUCARATO PERES - Cap
Chefe da Seção Técnica - SRO/4
VISTO:
PB Nr 009/2013
_________________________________________
MARCO ANTÔNIO DE ANDRADE SILVA – TC
Chefe do SRO/4
57
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ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Nr 009/2013