O TRABALHO NOTURNO E SUA INFLUÊNCIA NO RENDIMENTO
ESCOLAR
Pedro Ferreira Reis
Antonio Renato Pereira Moro
Introdução
O trabalho é necessário para a vida humana, sendo considerado o fator mais
importante na definição das condições de saúde de cada indivíduo. Assim percebem-se
no mundo contemporâneo, uma alteração significativa no mercado de trabalho, oriundas de uma
transformação social e econômica, principalmente pela distribuição das tarefas laborais as quais
em função do mundo globalizado proporciona uma busca pela produtividade 24 horas por dia.
No entanto, em determinadas situações, esse trabalho pode representar satisfação
para alguns e sacrifício para outros; enfim, são os condicionantes que envolvem o
mercado de trabalho. Com a alta competitividade atual, em um mercado cada vez mais
exigente, nota-se uma constante busca das organizações, pela maior produtividade com
níveis elevados de exigências.
Nesta constante procura pela produtividade com qualidade, as organizações
procuram melhorar os níveis de escolaridades de seus trabalhadores, muitas vezes
estabelecendo metas para que o ensino fundamental e o médio sejam concluídos. É
neste contexto que os trabalhadores noturnos (trabalho realizado entre a meia noite e 5
horas da manhã) ficam expostos a uma grande carga física, cognitiva e psíquica, pois,
além do desgaste natural que o trabalho exige, submetem-se as exigências que a vida
escolar impõe. Toda essa dupla jornada em atividades, somadas ao tempo de
locomoção, entre outros, acaba por comprometer o período de sono, que por sua vez
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prejudicam o seu rendimento escolar, contribuindo para o absenteísmo, a evasão e a
reprovação escolar.
Vários estudos salientam o efeito nocivo para a saúde dos trabalhadores, causado
pela falta de sono e sua influência no desempenho cognitivo dos indivíduos
(METZNER, R.J. & FISCHER, 2001). Todo ser humano merece ter uma vida saudável,
com saúde física, social, emocional, intelectual e ocupacional. Portanto, as condições
relativas ao ambiente de trabalho constituem-se num fator importantíssimo para a
preservação da sua saúde e bem-estar.
O trabalho noturno intensifica-se a cada dia mais no setor industrial e de
serviços. Seus efeitos sobre a saúde do ser humano é bastante nociva, trazendo consigo
uma série de transtornos como, por exemplo: alteração do ritmo biológico, alterações do
sono, alterações físicas e psíquicas, além de alterarem profundamente a vida social
desses trabalhadores.
A espécie humana é tipicamente capacitada para executar atividades diurnas.
Seus corticosteróides adrenais, em conjunto de suas funções, deixam o organismo
preparado para a vigília e a interação com o seu meio ambiente, com seus picos
máximos de secreção hormonal depois da noite de sono. A insulina, da mesma maneira,
mas em maior quantidade, age de forma mais intensa pela manhã e no início da tarde,
quando as necessidades energéticas são mais intensas (AIRES, 1991).
Os hábitos diários de vida acabam por constituir o que se conhece por ciclo
circadiano, também chamado de relógio biológico. Por este instrumento adaptativo é
que o organismo humano faz o seu controle fisiológico (FISCHER, 1990). Portanto,
todas as funções fisiológicas do SER humano, sejam elas de caráter mental ou físico,
sofrem influência direta da alternância entre o estado de vigília e as horas de repouso
(sono). Disso decorrem problemas, como perda do estado de humor, irritação e
ansiedade, quase sempre, ocasionados pela fadiga e cansaço excessivo (OLIVEIRA,
1997).
Frente ao exposto procurou-se com este trabalho descrever as influências do
trabalho noturno no desempenho escolar de trabalhadores-estudantes matriculados
regularmente no ensino supletivo de Segundo Grau.
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Método
Para o presente estudo contou-se com um grupo de 180 alunos do sexo
masculino, freqüentadores do ensino supletivo noturno de um colégio público na Cidade
de Dois vizinhos/PR. A faixa etária dos estudantes oscilou entre 18 a 50 anos.
O horário escolar adotado pela instituição de ensino compreendia de segunda a
sexta-feira, das dezenove e quinze horas às vinte e três horas, com intervalo de quinze
minutos.
O horário do turno de trabalho dos estudantes compreendia a zero hora até às
seis horas da manhã para os trabalhadores do período noturno e, das oito horas até as
dezoito para os trabalhadores do período diurno.
Foram coletadas informações, através da leitura dos fichários junto à secretaria
da escola e através dos registros de acompanhamento contínuo das disciplinas junto aos
professores, referentes aos aproveitamentos bimestrais, finais, recuperação e desistência
desses alunos.
Para efeitos de análise, os dados foram tabulados e submetidos à estatística
descritiva, através de intervalos de freqüência e percentuais de ocorrências quanto ao
registro de abandonos, reprovações, recuperações e demais informações.
Resultados e Discussão
Quanto à idade dos participantes do estudo, constatou-se, conforme pode se
observar na Figura 1, que na sua maioria estavam entre os 18 e 30 (55%) anos e, os
demais, entre 30 e 50 anos de idade respectivamente. Sendo que, em torno de 25%
numa idade intermediária que compreendia sujeitos com idade entre 30 e 40 anos e, os
outros 20% mais velhos situavam-se entre 40 e 50 anos de idade. Desses alunos, a
maior parte é de estudantes que estudam de dia e trabalham a noite.
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4
45-50
40-45
35-40
30-35
25-30
18-25
0%
10%
20%
30%
40%
Figura 1 - Distribuições percentuais por faixas etárias dos alunos-trabalhadores
do ensino supletivo noturno referente ao ano de 2001, matriculados em colégio público.
Dentre os 180 trabalhadores-alunos participantes da pesquisa, 55% trabalhavam
no turno diurno e 45% trabalhavam no turno noturno. Foi encontrado um número total
de desistência (abandono) em torno de 40%, sendo que, destes, 15% foram de alunos
trabalhadores do turno diurno e 25% foram de alunos trabalhadores do turno noturno.
O critério de notas (desempenho) estabelecido na proposta pedagógica do
colégio e de 6,0 pontos. No entanto, os alunos que não conseguiram estabelecer esta
nota mínima na média final, participaram das recuperações paralelas. Com relação à
assiduidade as aulas, para aprovação, os alunos deveriam ter 75% de freqüência, sendo
que, os que não atingissem este índice percentual, ficaram impossibilitados de passar
para a etapa seguinte.
Na Figura 2, a seguir, pode-se observar o percentual de alunos quanto a
reprovações, recuperações e abandonos da escola (Ensino Supletivo de 2º Grau), a partir
do percentual encontrado. Do total de alunos reprovados, 30% pertenciam ao ensino
noturno e somente 5% representavam o ensino diurno. Dos alunos que pegaram
recuperação, 80% pertenciam ao noturno e 10% ao diurno. Quanto aos abandonos 25%
eram de alunos do noturno e 15% de alunos do ensino diurno. Portanto, em todos os
indicadores, os alunos do turno noturno representam os maiores percentuais negativos.
Sendo no indicador “recuperação” o dado de maior amplitude de desigualdade,
comparando-se os dois turnos de ensino.
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5
5%
Reprova
Diu…
Not…
30%
10%
Recuperação
Abandona
80%
15%
25%
55%
45%
N
0%
50%
100%
Figura 2 - Percentuais relativos ao numero de alunos-trabalhadores (N), abandonos,
recuperação e reprovação durante o Ensino Supletivo de 2º Grau l do ano de 2001
Conforme análise dos resultados verificou-se que os alunos trabalhadores do
turno noturno, tem maior dificuldade no aprendizado, faltam mais, dormem menos e
tem um maior número de faltas e repetência, em relação aos alunos do turno diurno.
Segundo Wisner (1994), a falta de sono produz um tipo diferente de fadiga, que
é primeiramente mental, causando no individuo dificuldade em manter a atenção e a
concentração, onde pessoas que não conseguem dormir ficam cansadas e perdem a
capacidade de memorizar. Uma das disciplinas que mais os alunos tem dificuldade, são
as de raciocínio lógico, dando maior ênfase na disciplina de matemática, e na ultima
aula, os professores tem que, mudar o ritmo, ministrando aulas alternativas, ou seja,
aulas mais práticas do que teóricas, tendo em vista a grande queixa de sono e cansaço.
Neste contexto, a incapacidade de manter a qualidade e quantidade adequada de sono,
após uma jornada de trabalho no turno, implica numa sonolência excessiva e um déficit
de atenção durante o trabalho e fora dele (REIMÃO, 1996).
Estudos feitos em “turneiros” da petroquímica do Rio de Janeiro mostraram que
a insônia, sonolência e cochilos, são sintomas constantes do trabalho noturno, tendo em
vista a dificuldade de dormir durante o dia (CAMPOS, 1989). Onde o sono é amputado
durante sua parte final, e que trabalhadores noturnos sofre grandes perturbações, tanto
em qualidade como em qualidade do seu sono (FERREIRA, 1985).
Os alunos acima de 45 anos, se queixam constantemente de cansaço e que não
conseguem dormir bem, pensam em desistir, pois não conseguem acompanhar o ritmo
dos colegas, e os professores tem que incentivar, para continuar seus estudos
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(FERREIRA, 1991). Comprovando que atividades mentais mais intensas durante o
trabalho noturno contribuem para a dificuldade de dormir, e os trabalhadores mais
idosos são os mais afetados (BOURLIÉRE, 1981). Mostrando que em pessoas mais
velhas a memorização é retida por menos tempo, podendo esquecer o objeto da ação em
plena execução da tarefa. Nesse sentido, tem-se mostrando que trabalhadores com mais
de 40 anos, que trabalham em períodos noturnos, cansam mais e está mais suscetível a
doenças ocupacionais (GRANDEJEAN, 1998).
Com o envelhecimento a geração de resposta imunológica no momento certo é
menos eficiente, podendo ocorrer disfunções do sistema imune que se caracterizam por
variações fisiopatológicas como imunodeficiência e hipersensibilidade. Segundo Dias
(1993), o que pode agravar se o individuo estiver exposto a trabalhos em ambientes
desfavoráveis para sua saúde, onde a presença do medo e fadiga ocasionados por
ambientes inadequados colocam em risco a saúde do trabalhador, deixando-o com
sentimento de impotência, não encontrando em seu trabalho, um significado importante
para sua família e sociedade (DEJOURS, 2001). Assim uma das grandes dificuldades
dos alunos, trabalhadores do turno noturno, é na execução das atividades
extracurriculares, tendo em vista, o pouco tempo para dormir e participar com a família.
Segundo relatos de estudantes, em casa só pensam em dormir e há um grande desânimo
de fazer qualquer atividade, seja ela de qualquer natureza, tentando aproveitar, o
máximo os dias de folga e finais de semana para acompanhar o ritmo normal, alterando
sua rotina e prejudicando ainda mais o seu comportamento, provocando um
desequilíbrio ainda maior no seu ciclo circadiano, reduzindo seu sono em até duas
horas, acumulando um débito de sono (MEIJMAN, 1981). Prejudicando o
relacionamento social com a família, gerando conflito quanto ao papel, de pai e marido
na educação, na esfera sexual e na interação social do casal (MORENO 1993).
O trabalhador ao inverter o ciclo sono-vigilia em decorrência do
trabalho noturno, ou seja, dormir durante o dia e trabalhar à noite,
induz a uma dessincronização interna dos ritmos biológicos e
circadianos, bem como favorece conflitos de ordem social, pois nossa
cultura é predominantemente diurna, e pode ser responsável por
inúmeros distúrbios fisiológicos e psicossociais, transformando-se em
uma das mais perversas formas de organização temporal do trabalho,
constituindo seus sintomas imediatos e de longo prazo, numa
verdadeira síndrome da má adaptação do trabalho em turnos (REGIS
FILHO, 2000, p. 49).
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Perturbações do sono, ocorridas em trabalhadores noturnos constante,
desenvolvem com freqüência distúrbios no organismo, ocasionando um débito de sono
que o trabalhador tenta recuperar nos dias de folga, o que é insuficiente para recuperálo. Normalmente, nesses dias o trabalhador, ele tenta resgatar a sua vida social, saindo
com a família e os amigos, o que agrava ainda mais esse quadro (RIO & PIRES, 2001).
Para Fischer (1987), todo o ser humano tem sua própria carga genética, com
respostas diferentes de trabalhador para trabalhador. Da mesma forma:
o organismo humano obedece a ritmos biológicos, dos quais os mais
conhecidos são os ritmos menstruais das mulheres e os ritmos
circadianos. Estes últimos se manifestam em estados funcionais
variáveis segundo as horas do dia, como secreções, sensibilidade a
medicamentos e capacidade de memória, mostrando que o mesmo
homem ou a mesma mulher que executam o trabalho são diferentes
(GUÉRIN, 2001, pg. 27).
Pela lógica natural, o nosso corpo está preparado para a vigília durante o dia e o
repouso à noite, como as variações na produção do hormônio cortisol ao longo do dia, e
a produção do hormônio melatonina na ausência de luz. O trabalhador noturno, ao ficar
acordado e exposto à luz durante a noite, força seu organismo a alterar o ritmo natural,
regido pelo chamado ciclo circadiano, e quase sempre não consegue inverter seus
hábitos e as condições que a rodeiam para que produza uma readaptação razoável
(ROTENBERG, 2001). “Além da luz do sol, os barulhos da cidade, o telefone ou a
campainha que toca e a rotina da família, atrapalham o sono durante o dia...” - comenta
um aluno-trabalhador.
Conclusão
Percebe-se com o estudo, que a falta de sono em trabalhadores-estudantes, é um
fator preocupante dentro das organizações. Produz uma série de problemas
psicofisiológicos, gerados pela fadiga exacerbada, perca de memorização, baixo
rendimento escolar e conflitos no convívio social, relacionados a esses indivíduos
trabalhadores noturnos e estudantes do ensino supletivo. Observando a inferioridade no
rendimento escolar comparados com outros estudantes trabalhadores do turno diurno,
este foi considerável. A falta de sono afeta todo o organismo humano, e se agrava com o
passar dos anos.
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A partir dos resultados desta pesquisa, a escola pública, onde foi realizada a
coleta de informações, está propondo mudança em sua Proposta Pedagógica.
Supervisores e orientadores educacionais estão repensando os métodos de ensino
utilizado, para esta clientela de alunos, tendo em vista, principalmente, que
trabalhadores noturnos apresentam uma capacidade limitada de memorização e
dificuldade na realização de tarefas extracurriculares.
Tanto os conhecimentos oriundos da Ergonomia como da Psicologia aplicada ao
trabalho, permitirão melhorar a segurança e a saúde dos trabalhadores, diminuindo a
carga de trabalho, reduzindo o absenteísmo, melhorando a produção (em qualidade ou
em quantidade), aumentando a satisfação e o bem-estar geral. Nesse sentido, as adoções
de medidas desse tipo permitirão satisfazer não somente esses propósitos aqui
levantados, mas contribuiria também para sanar problemas do tipo econômico, social,
médico, técnicos, entre outros.
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aspectos fisiológicos e psicológicos do ciclo circadiano em