PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO SUPERIOR (PPC) MATEMÁTICA - LICENCIATURA RIO DO SUL BLUMENAU/SC OUTUBRO/2012 FRANCISCO JOSÉ MONTÓRIO SOBRAL REITOR JOSETE MARA STAHELIN PEREIRA PRO-REITOR DE ENSINO OSCAR EMILIO LUDTKE HARTHMANN DIRETOR DO CÂMPUS TIAGO BOECHEL DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DO CÂMPUS MORGANA SCHELLER COORDENADORA GERAL DE ENSINO DO CÂMPUS LEONARDO DE OLIVEIRA NEVES COORDENADOR DO CURSO BLUMENAU/SC NOVEMBRO/2012 COMISSÃO DE ELABORAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO PAULA ANDREA GRAWIESKI CIVIERO FATIMA PERES ZAGO DE OLIVEIRA MARIZOLI REGUEIRA SCHNEIDER LUIZ FERNANDO NAZARI ANGELIZA BENETTI CLECSCH OTÁVIO BOCHECO LIANE VIZZOTTO SANDRA LETICIA GRAF FERREIRA SOLANGE APARECIDA DE OLIVEIRA HOELLER ASSESSORIA PEDAGÓGICA NÚCLEO PEDAGÓGICO - NuPe BLUMENAU/SC NOVEMBRO/2012 LISTA DE QUADROS Quadro 1. Matriz curricular do Curso de Licenciatura em Matemática .......................... 18 Quadro 2. Quadro geral dos Componentes Curriculares .............................................. 20 Quadro 3. Componentes Curriculares do Estágio Curricular Supervisionado ............... 21 Quadro 4. Componentes Curriculares do Núcleo Básico (NBAS) ................................. 26 Quadro 5. Componentes Curriculares do Núcleo Pedagógico (NPED) ........................ 27 Quadro 6. Componentes Curriculares do Núcleo Específico (MAT) ............................. 28 Quadro 7. Relação de Docentes e Formação Profissional............................................ 33 Quadro 8. Integrantes do Núcleo Docente Estruturante................................................ 35 Quadro 9. Relação de cargo e regime de trabalho do corpo Técnico Administrativo do Campus Rio do Sul do Instituto Federal Catarinense. .................................. 36 Quadro 10. Recursos didáticos pedagógicos existentes no Câmpus Rio do Sul – Unidade Urbana ........................................................................................... 45 Quadro 11. Estrutura Física do Câmpus Rio do Sul – Unidade Urbana ....................... 45 Quadro 12. Relação de títulos e exemplares existentes no acervo bibliográfico .......... 47 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO ....................................................................................................... 1 2. ÁREA DE ORIGEM / IDENTIFICAÇÃO ...................................................................... 2 2.1. UNIDADE SEDE ................................................................................................... 2 2.2. UNIDADE URBANA .............................................................................................. 2 2.3. INFORMAÇÕES DO CURSO ............................................................................... 2 3. MISSÃO INSTITUCIONAL/IFC ................................................................................... 3 4. VISÃO INSTITUCIONAL/IFC ...................................................................................... 3 5. GÊNESE E IDENTIDADE DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE ..................... 3 6. BREVE HISTÓRICO INSTITUCIONAL/IFC-CÂMPUS ................................................ 4 7. JUSTIFICATIVA DA CRIAÇÃO DO CURSO ............................................................... 4 8. MISSÃO DO CURSO .................................................................................................. 6 9. VISÃO DO CURSO ..................................................................................................... 6 10. PERFIL DO CURSO ................................................................................................. 6 10.1. FORMAS DE INGRESSO E ACESSO NO CURSO ........................................... 7 10.2. ACESSO E APOIO À PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS OU MOBILIDADE REDUZIDA (Decreto 5.296/2004) ................................................................................ 8 11. OBJETIVOS DO CURSO ........................................................................................ 10 11.1. GERAL .............................................................................................................. 10 11.2. ESPECÍFICOS .................................................................................................. 10 12. CONCEPÇÃO DO CURSO ..................................................................................... 12 12.1. PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS E PEDAGÓGICOS DO CURSO ......................... 12 12.1.1. PRINCÍPIOS CURRICULARES .................................................................. 13 12.1.2. VALORES ................................................................................................... 13 12.3. DIRETRIZES CURRICULARES ....................................................................... 14 12.4. LEGISLAÇÃO E CAMPO DE ATUAÇÃO.......................................................... 15 12.4.1. LEGISLAÇÃO ............................................................................................. 15 12.4.2. CAMPO DE ATUAÇÃO .............................................................................. 17 13. PERFIL DO EGRESSO ........................................................................................... 17 14. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO ......................................................... 18 14.1. MATRIZES CURRICULARES DO CURSO ...................................................... 18 14.2. CARGA HORÁRIA DE DISCIPLINAS ............................................................... 21 14.3. PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR – PCC ................................ 21 14.4. ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS ................................... 22 14.5. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ................................................ 23 14.6. RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA ....................................................................... 24 14.7. INTERDISCIPLINARIDADE .............................................................................. 26 15. RESUMO GERAL DA MATRIZ CURRICULAR ....................................................... 26 15.1. NÚCLEO COMUM ............................................................................................ 26 15.2. NÚCLEO ESPECÍFICO .................................................................................... 28 16. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO ......................................... 28 17. SISTEMA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ......................................................... 28 17.1. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO ........................................................... 28 17.1.1 AVALIAÇÃO EXTERNA............................................................................... 29 17.1.2 AVALIAÇÃO INTERNA ................................................................................ 30 18. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DO ALUNO .......... 30 19. CORPO DOCENTE................................................................................................. 33 19.1. QUADRO DE DOCENTES ............................................................................... 33 19.2. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE........................................................... 34 20. CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO ................................................................... 36 21. ATIVIDADES ACADÊMICAS .................................................................................. 36 21.1 ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES ......................................... 36 21.2. ATIVIDADES DE MONITORIA ......................................................................... 37 22. ESTÁGIO CURRICULAR ........................................................................................ 39 22.1. OPERACIONALIZAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR ................................... 39 22.2. ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR ................................................... 40 22.3. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR ............................... 41 23. ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO (Lei 11.788 de 25 de setembro de 2008) ............. 42 24. PESQUISA E EXTENSÃO ...................................................................................... 42 24.1. LINHAS DA PESQUISA .................................................................................... 42 24.2. AÇÕES DE EXTENSÃO ................................................................................... 43 25. CERTIFICAÇÃO E DIPLOMA ................................................................................. 43 26. INFRAESTRURA .................................................................................................... 45 26.1. ESTRUTURA FÍSICA E RECURSOS PEDAGÓGICOS NO CAMPUS............. 45 26.2. DESCRIÇÃO DA BIBLIOTECA E ACERVO BIBLIOGRÁFICO ........................ 46 27. CONSIDERAÇÕES FINAIS .................................................................................... 47 REFERÊNCIAS ............................................................................................................. 47 APÊNDICES ................................................................................................................. 50 A1 - Programa das Disciplinas Obrigatórias .............................................................. 50 A2 - Regulamento de Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório ....................... 73 1 1. APRESENTAÇÃO Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, criados por meio da Lei 11.892/2008, constituem um novo modelo de instituição de educação profissional e tecnológica que visa responder de forma eficaz, às demandas crescentes por formação profissional, por difusão de conhecimentos científicos e tecnológicos e de suporte aos arranjos produtivos locais. Presentes em todos os estados, os Institutos Federais contém a reorganização da rede federal de educação profissional, oferecem formação inicial e continuada, ensino médio integrado, cursos superiores de tecnologia, bacharelado em engenharias, licenciaturas e pós-graduação. O Instituto Federal Catarinense resultou da integração das antigas Escolas Agrotécnicas Federais de Concórdia, Rio do Sul e Sombrio juntamente com os colégios Agrícolas de Araquari e de Camboriú até então vinculados à Universidade Federal de Santa Catarina. O IFC oferecerá cursos em sintonia com a consolidação e o fortalecimento dos arranjos produtivos locais, estimulando a pesquisa aplicada, a produção cultural, o empreendedorismo e o cooperativismo, e apoiando processos educativos que levem à geração de trabalho e renda, especialmente a partir de processos de autogestão. Para que os objetivos estabelecidos pela lei 11.892/2008 sejam alcançados faz-se necessário a elaboração de documentos que norteiem todas as funções e atividades no exercício da docência, os quais devem ser construídos em sintonia e /ou articulação com o PDI e o PPI, com as Políticas Públicas de Educação e com as Diretrizes Curriculares Nacionais. Nessa perspectiva, o presente documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) da Matemática – Licenciatura, com o intuito de expressar os principais parâmetros para ação educativa, fundamentado, juntamente com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI), a gestão acadêmica, pedagógica e administrativa de cada curso. Vale ressaltar que devido à importância do PPC, o mesmo deverá estar em permanente construção, sendo elaborado, reelaborado, implementado e avaliado. 2 2. ÁREA DE ORIGEM / IDENTIFICAÇÃO 2.1. UNIDADE SEDE CNPJ: 10.635.424.0002-67 Razão Social: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense Câmpus: Rio do Sul Esfera Administrativa: Federal Endereço: Estrada do Redentor 5665 – Bairro Canta Galo - SC - 89160-000 Telefone/Fax: (47) 3531-3700 - Fax: (047) 3531-3700 2.2. UNIDADE URBANA Endereço: Rua Abraham Lincoln, 210, – Bairro Jardim América – 89160 - 000 Telefone/Fax: (47) 3523 - 8600 E-mail de contato: [email protected] Site da unidade: http://www.ifc-riodosul.edu.br Área do Plano: Ciências Exatas e da Terra. 2.3. INFORMAÇÕES DO CURSO Habilitação: Matemática – Licenciatura Local: Unidade Urbana Título: Licenciado em Matemática Carga Horária Total: 2835 h Prática como Componente Curricular: 405 h Estágio Curricular Supervisionado: 420 h Núcleo das Disciplinas Teóricas: 1800 h Núcleo Comum: 1050h Núcleo Específico: 750h Atividades Acadêmico-Científico-Culturais: 210 Legislação e Atos Oficiais Relativos ao Curso: Parecer CNE/CP no 9/2007; Parecer CNE/CP no 5/2006; Decreto no 5.626 de 22 de dezembro de 2005; Parecer CNE/CP n o 4/2005; Parecer CNE/CES no 15/2005; Parecer CNE/CES no 197/2004; Resolução CNE/CES 3, de 18 de fevereiro de 2003; Resolução CNE/CP 2, de 19 de fevereiro de 2002; Resolução CNE/CP 1, de 18 de fevereiro de 2002. 3 3. MISSÃO INSTITUCIONAL/IFC Ofertar uma educação de excelência, pública e gratuita, com ações de ensino, pesquisa e extensão, a fim de contribuir para o desenvolvimento socioambiental, econômico e cultural. 4. VISÃO INSTITUCIONAL/IFC Ser referência em educação, ciência e tecnologia na formação de profissionaiscidadãos comprometidos com o desenvolvimento de uma sociedade democrática, inclusiva, social e ambientalmente equilibrada. 5. GÊNESE E IDENTIDADE DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE O Instituto Federal Catarinense, com sede em Blumenau/SC, criado pela Lei no. 11.892/08 (BRASIL, 2008b), possui atualmente sete Câmpus instalados no estado de Santa Catarina, a saber: Araquari, Camboriú, Concórdia, Rio do Sul, Sombrio, Luzerna e Videira. De acordo com a lei é uma Autarquia Federal vinculada ao Ministério da Educação gozando das seguintes prerrogativas: Autonomia administrativa, patrimonial, financeira, didático-científica e disciplinar. Essa instituição abrange todo o território catarinense, o que contribuirá para posicionar a nova estrutura do Instituto Federal Catarinense, recém-implantado, numa instituição de desenvolvimento estadual e, seus campi, em elos de desenvolvimento regional, garantindo-lhe a manutenção da respeitabilidade, junto às comunidades onde se inserem suas antigas instituições, cuja credibilidade foi construída ao longo de sua história. No âmbito da gestão institucional, o Instituto Federal Catarinense busca mecanismos participativos para a tomada de decisão, com representantes de todos os setores institucionais e da sociedade. Com criação a criação dos Institutos Federais, a rede de Educação Profissional e Tecnológica aumenta significativamente a inserção na área de pesquisa e extensão, estimulando o desenvolvimento de soluções técnicas e tecnológicas e estendendo seus benefícios à comunidade. O Instituto Federal Catarinense oferece cursos em sintonia com a consolidação e o fortalecimento dos arranjos produtivos locais, estimulando a pesquisa aplicada, a 4 produção cultural, o empreendedorismo e o cooperativismo, além de apoiar processos educativos que levem à geração de trabalho e renda, especialmente a partir de processos de autogestão. 6. BREVE HISTÓRICO INSTITUCIONAL/IFC-CÂMPUS RIO DO SUL O câmpus de Rio do Sul integrante do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense foi implantado inicialmente como Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul, criada pela Lei 8.670 de 30 de junho de 1993. A Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul iniciou suas atividades didáticas com o curso de Técnico em Agropecuária, funcionando em regime de internato e semiinternato, com atividades em período integral, com aulas teóricas e práticas, nos períodos matutino e vespertino. Por meio da Lei no 11.892 de 29 de dezembro de 2008, que institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, criou-se os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, em que a Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul passou a integrar o Instituto Federal Catarinense como um de seus câmpus. Com a passagem de Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul para Instituto Federal Catarinense, o câmpus de Rio do Sul instalou uma nova unidade denominada de Unidade Urbana, onde funcionam três cursos superiores (Matemática - Licenciatura, Bacharelado em Ciência da Computação, e Licenciatura em Física) e três cursos técnicos (Técnico em Informática – concomitante externo e subsequente; Técnico em Agrimensura – subsequente; e Técnico em Eletroeletrônica – subsequente). Atualmente a instituição dispõe de um quadro docente efetivo com 92 professores do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico, 15 docentes contratados, 72 servidores técnico-administrativos e 53 servidores terceirizados, todos voltados para o desenvolvimento de uma educação profissionalizante de qualidade. 7. JUSTIFICATIVA DA CRIAÇÃO DO CURSO Na Região do Alto Vale do Itajaí, existem “Demandas para Cursos Superiores” para atender as necessidades de egressos do ensino médio, com base nos dados do Censo escolar (IBGE, 2005). Ao considerar os alunos que estão frequentando a oitava série do ensino fundamental em 2005, aptos para prestarem vestibular no ano de 2009, 5 os dados indicam a necessidade de aproximadamente 5500 vagas para os cursos superiores no período de 2009 a 2016, sendo que para o ano de 2009 foram oferecidas apenas 1780 vagas, pelas instituições de Ensino Superior da região. Dessa forma a oferta atende aproximadamente 32% da demanda regional, faltando ofertar em torno de 3700 vagas. Por outro lado soma-se ainda a esta necessidade dos egressos do ensino médio, a deficiência de vagas de estudo ocorridas no passado, como é o exemplo dos alunos da Educação de Jovens e Adultos. Quando é analisada especificamente a demanda para as licenciaturas, os dados (IBGE, 2006) indicam que em Santa Catarina 8.857 professores atuantes possuem apenas a formação no ensino de nível médio ou inferior. Isso representa 11,42% do total de professores do estado. Por outro lado os outros 68.676 professores possuem graduação, no entanto a pesquisa não especifica quais as graduações, destas, muitas devem não ser licenciaturas, apresentando assim ainda a falta de uma formação pedagógica. Quando analisamos os dados (IBGE, 2005) sobre os professores atuantes na região do Alto Vale do Itajaí, municípios pertencentes a Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (AMAVI), percebemos que a proporção de professores habilitados é ainda menor do que no estado, sendo que dos 3.583 professores atuantes, 793 possuem formação equivalente ao ensino médio, 11 apenas o fundamental, que contabilizam 23% do total de professores atuantes na região que não estão habilitados, demonstrando desta forma, a necessidade de oportunizar a formação superior na região de abrangência do Instituto Federal Catarinense – câmpus de Rio do Sul. Estudo realizado pela Comissão encarregada para realizar estudos sobre cursos superiores, realizado em de 2008 apontou que na área de Ciências Exatas e da Terra as preferências para a oferta de cursos superiores é área de Informática, aparecendo em segundo a Matemática (fonte Prefeitura Municipal de Rio do Sul e na GEECT de Rio do Sul). A Lei 11.892, de 29 de dezembro de 2008 (Lei que criou os Institutos Federais) prevê que 20% (vinte por cento) dos cursos superiores devam ser licenciaturas. Assim concluiu-se que para a implantação de cursos superiores há a necessidade da formação de uma equipe de docentes com formação em áreas específicas como Física, Matemática, Química, Biologia, Zoologia, dentre outras, o que implica numa certa “disponibilidade” de profissionais que poderão atuar em cursos de licenciatura, 6 necessitando apenas de um acréscimo de docentes da área pedagógica. Com a presença dos profissionais da área pedagógica abre-se caminho para vários cursos de Licenciatura, sendo que duas áreas – Matemática e Física – são realidades no câmpus de Rio do Sul. A demanda pela formação de professores nas áreas de Matemática, juntamente com as Ciências Agrárias, aponta para uma oferta a curto espaço de tempo de licenciatura ou de complementação nestas áreas. Assim sendo, considerando a estrutura básica já presente no Câmpus para os cursos técnicos e superiores implantados, em especial a agronomia e engenharias, o próximo passo foi a complementação com cursos de graduação na área das licenciaturas com fins de formação de docentes nas mais diversas áreas profissionais. Dentro desta estrutura de formação básica e de licenciaturas ficaria constituído outro núcleo denominado núcleo pedagógico da qual a Educação Matemática faz parte. O núcleo pedagógico deverá ser constituído por professores nas áreas de didática, metodologias de ensino, diretrizes educacionais, dentre outras para atender a formação pedagógica nas diversas licenciaturas. 8. MISSÃO DO CURSO Contribuir com a formação de professores de matemática capazes de realizar uma leitura crítica da realidade, na busca de novas relações entre a sociedade e o ambiente, a partir de uma sólida base comum científico-tecnológico-humanística-ética. 9. VISÃO DO CURSO Ser referência nacional na formação dos docentes na área de matemática. 10. PERFIL DO CURSO Carga horária total do curso: 2835 horas Carga horária das atividades complementares: 210 horas Carga horária de estágio: 420 horas Duração do curso (semestre/ano): 8 semestres/4 anos Número de vagas: 45 vagas/ano 7 Turno de funcionamento do curso: Aulas ministradas no período noturno, podendo contemplar atividades acadêmicas em períodos matutino, vespertino e/ou sábados. Câmpus: Rio do Sul Período de integralização (prazo de conclusão: mínimo e máximo): Conforme art.2º da Resolução CNE/CP nº 2 de 19/02/2002 o curso de Matemática- Licenciatura exige o mínimo de duração de 3 (três) anos letivos. No IF Catarinense o curso está previsto do seguinte modo: tempo mínimo de integralização curricular será de 4 (quatro) anos (8 semestres) e o máximo 8 (oito) anos (16 semestres), contados a partir do ano de matrícula de ingresso. O aluno que deixar ultrapassar o tempo de integralização e tiver interesse em continuar e/ou concluir o curso deverá submeter-se a novo processo de ingresso, conforme edital próprio, obedecendo ao previsto nas leis e nos demais regulamentos que regem a vida acadêmica do educando, inclusive no que diz respeito ao currículo. Observa-se quanto a esse item que deverão ser cumpridas as exigências da organização acadêmica do IF Catarinense e a organização didática do curso de Matemática-Licenciatura. 10.1. FORMAS DE INGRESSO E ACESSO NO CURSO O ingresso se fará mediante critérios adotados pelo Instituto, conforme edital. A princípio o processo de Ingresso será realizado no segundo semestre de cada ano e a matrícula dos aprovados será realizada em fevereiro do ano seguinte. São formas de ingresso ao Curso será feita de duas formas: 1º) Admissão por processo seletivo: efetivação do ingresso, como aluno regular do Instituto Federal Catarinense, de candidato aprovado em concurso vestibular realizado pela Instituição; 2º) Admissão pelo ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio: efetivação do ingresso, como aluno regular do Instituto Federal Catarinense, de candidato aprovado no Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM com média estabelecida em Edital. 8 10.2. ACESSO E APOIO À PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS OU MOBILIDADE REDUZIDA (Decreto 5.296/2004) Com a Lei Federal n° 10.098 de dezembro de 2000 e o decreto 5.296/2004, estabelecem-se normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Desta forma, projetos de natureza arquitetônica e urbanística, de comunicação e informação, de transporte coletivo, bem como a execução de qualquer tipo de obra, tendo destinação pública ou coletiva, devem considerar aspectos da acessibilidade e atendimento às necessidades específicas de pessoas com deficiência no que concerne e regulamenta a Lei da Acessibilidade. Em consonância com tais aspectos a Portaria Ministerial N° 3.284 de 07 de novembro de 2003, dispõe sobre os requisitos de acessibilidade de pessoas com deficiências, instruindo também sobre os processos de autorização e de reconhecimento de cursos, bem como o credenciamento de instituições. Em virtude disso, iniciou-se uma sensibilização em relação à inclusão. Diante de tais considerações, convém ressaltar algumas informações relevantes quanto ao acesso e apoio a pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida no âmbito do Instituto Federal Catarinense Câmpus Rio do Sul. O Instituto Federal Catarinense Câmpus Rio do Sul é constituído atualmente pela Sede e Unidade Urbana. A Sede está localizada a 5 km do centro da cidade, na localidade de Serra Canoas. O acesso é por estrada sem pavimentação e o meio de transporte utilizado pelos alunos e maioria dos servidores, é o transporte coletivo urbano, o qual não possui nenhuma adaptação. A partir da portaria do MEC/SETEC n° 151 de 11 de julho de 2005, que disciplina a forma de operacionalização da ação TEC NEP – Educação Tecnológica e Profissionalização para Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais, que tem por objetivo a inclusão, permanência e saída com sucesso destes alunos em cursos de formação inicial e continuada, técnicos e tecnológicos, no âmbito da Rede Federal de Educação Tecnológica, foi constituído através da portaria N° 200/05 de 28 de setembro de 2005 o NAPNE (Núcleo de Apoio as Pessoas com Necessidades Específicas) da então Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul, hoje Instituto Federal Catarinense. O NAPNE do IF Catarinense – Rio do Sul possui como uma de suas principais competências a articulação de ações conjuntas com a comunidade escolar, no intuito 9 de buscar promover a quebra de barreiras atitudinais, educacionais e arquitetônicas. Dentre algumas das atividades ligadas ao acesso e apoio às pessoas com deficiência, pode-se elencar: - Sensibilização da comunidade escolar em relação ao processo de inclusão; - Levantamento por meio de um CHECK LIST com 101 itens, de toda a estrutura física e barreiras arquitetônicas no Instituto; - Encaminhamento à direção geral de um relatório demonstrativo da acessibilidade no Instituto, para que sejam tomadas as medidas necessárias a atender às exigências da ABNT 9050; - Participação de um servidor no curso de especialização a Distância em Educação Profissional e Tecnológica Inclusiva; - Encaminhamento de projeto para a implantação da infraestrutura de acessibilidade das pessoas com deficiência; - Solicitação de equipamentos e recursos materiais para adaptação de material didático pedagógico e estruturação de sala multifuncional de modo a atender alunos cegos, com visão subnormal e Surdos, nas suas especificidades; - Aquisição de software leitor de tela a ser utilizado pelos alunos com diagnóstico de baixa-visão; - Valorização da cultura e singularidade Surda, buscando propiciar o serviço de interprete/tradutor de LIBRAS, bem como a adoção de estratégias didáticometodológicas que considere o conteúdo semântico da escrita do surdo. Neste sentido também são oferecidos cursos, palestras e oficinas acerca da LIBRAS e aspectos da cultura Surda para a comunidade escolar; - Solicitação e instalação de TDD, telefone com teclado para surdos. Em relação a aspectos de infraestrutura das instalações é possível destacar: A sede da instituição, bem como a biblioteca onde estão as salas de trabalho, laboratórios e salas de aula atendem as exigências da ABNT 9050, quanto aos espaços livres de circulação e corredores, área de transferência e área de alcance; A biblioteca da sede possui opção de acesso através de rampas com corrimãos, facilitando a circulação de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida e banheiro acessível; 10 No prédio administrativo da sede, atualmente, existe um sanitário masculino adaptado com barra de apoio; Sabe-se que as Unidades de Ensino e Produção também necessitam de adequações e adaptações para atender os critérios de acessibilidade; A instituição possui reserva de vaga em estacionamento para pessoa com deficiência; O prédio da Unidade Urbana possui sanitários acessíveis no segundo, terceiro e quarto andar, bem como um elevador que possui internamente uma sinalização tátil realizada através de Braille, facilitando a circulação de pessoas com necessidades especiais. Entende-se que a acessibilidade do Instituto Federal Catarinense câmpus Rio do Sul possui uma estrutura física e espaços que possibilitam as modificações e adequações necessárias. A instituição entende que acessibilidade num espaço que visa à formação e profissionalização de jovens e adultos é mais do que permitir que pessoas com deficiências participem das suas atividades de ensino, pesquisa e extensão. 11. OBJETIVOS DO CURSO 11.1. GERAL Preparar professores reflexivos com domínio do conhecimento matemático e científico para atuarem na educação básica, com ênfase na formação para as séries finais do ensino fundamental e ensino médio, com um currículo amplo e flexível, nas mais diversas modalidades, desenvolvendo atitudes que integrem os conhecimentos científicos, tecnológicos, sociais e humanísticos, capazes de produzir metodologias pedagógicas e de acompanhar os avanços científicos e tecnológicos, visando incorporar novas tecnologias à prática profissional, através das atividades de ensino, pesquisa e extensão. 11.2. ESPECÍFICOS Construir competências profissionais referentes ao comprometimento com os valores inspiradores da sociedade democrática, à compreensão do papel social 11 da escola, ao domínio do conhecimento pedagógico, ao conhecimento de processos de investigação que possibilitem o aperfeiçoamento da prática pedagógica, ao gerenciamento do próprio desenvolvimento profissional e relativo ao domínio dos conteúdos a serem socializados de seus significados em diferentes contextos e de sua articulação interdisciplinar; Propiciar aos alunos oportunidades de vivenciarem situações de aprendizagem de maneira a construir um perfil profissional adequado à formação de professores para a educação básica, e também compatível com a possibilidade de atuação na educação profissional, principalmente no caso do ensino médio integrado, oportunizando ao mesmo; Garantir uma sólida formação de conteúdos matemáticos com domínio nas principais áreas da Matemática, formação pedagógica de qualidade necessária ao exercício do magistério e uma formação que possibilite a vivência crítica da realidade do ensino em sua região, dando-lhe condições de experimentar propostas interdisciplinares com seus alunos; Preparar um profissional capaz de atuar como sujeito histórico na leitura e na produção de significados aos conceitos matemáticos, na resolução de problemas de seu cotidiano e na inserção da Matemática em outras áreas do conhecimento a ela relacionada possibilitando uma leitura contextualizada de sua realidade social; Fornecer uma nova linguagem para o entendimento do mundo físico, permitindo o emprego do conhecimento matemático em setores da informática, geografia, economia, engenharia, meteorologia, medicina ou mercado financeiro; Construir espaços de formação inicial e continuada de professores com linhas de pesquisa na formação docente e interação com as escolas de educação básica local; Compreender que os conteúdos de Matemática são inteirados às teorias existentes e relacioná-los com o cotidiano; Evidenciar a educação científica em todas as atividades relacionando-a com o avanço tecnológico e suas relações sociais; Propor atividades, do contexto curricular de Matemática, que proporcionem a vivência do métodos científicos, desenvolvendo habilidades de investigação e senso crítico do aluno; 12 Vivenciar atividades com metodologia diversificada que expressem a melhoria da qualidade de ensino; Estabelecer relações entre a matemática e outras áreas do conhecimento; Relacionar os conceitos e princípios matemáticos com as questões pertinentes ao Professor; Desenvolver habilidades científicas básicas através da confecção de equipamentos para laboratório com materiais alternativos e a elaboração de conceitos científicos básicos; Instrumentalizar o laboratório de Matemática para o desenvolvimento de habilidades visando à melhoria do processo ensino-aprendizagem; Analisar, selecionar e produzir material didático. 12. CONCEPÇÃO DO CURSO 12.1. PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS E PEDAGÓGICOS DO CURSO As Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de professores apontam para a necessidade do reconhecimento e fortalecimento da identidade dos cursos de formação de professores/licenciaturas, indicando a docência como base comum na formação de professores (qualquer área) e a unidade entre teoria e prática como princípios indissociáveis da formação. Diante destas orientações o Curso de Matemática - Licenciatura do IFC, adota como princípio filosófico a Filosofia da Práxis (VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Filosofia da práxis. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977). Como princípio pedagógico a concepção da profissão como prática social (produto e produtor) e plural, imbuída de processos teórico-práticos que levem o estudante a compreensão das relações e implicações entre educação, escola e sociedade/ambiente. Com vistas à superação da dicotomia entre formação e campo de atuação profissional, enfatizando/valorizando a ideia de processo, de questionamento, de provisoriedade do conhecimento, de compreensão e explicação de problemas vividos no cotidiano escolar e outros espaços socioeducativos. Para que este processo de formação se efetive, faz-se necessário uma sólida fundamentação teórica em torno das questões da prática educativa e social 13 compromissado com os processos educativos global e local. Para tanto se tem como necessário a compreensão de alguns princípios: Sócio-histórico do conhecimento, compreensão do conhecimento como produto da construção histórica; Concepção de sociedade, justiça social e da diversidade cultural; Compreensão da pesquisa como processo educativo, enquanto fio condutor e elemento articulador dos demais componentes curriculares e da relação teoria e prática; Compreensão da práxis, enquanto unidade teoria-prática. 12.1.1. PRINCÍPIOS CURRICULARES Articulação e integração das dimensões epistemológica, ética e profissionalizante; Articulação e integração dialética das dimensões histórica, pedagógica, sociológica e filosófica (das ciências); Compreensão da matemática como ciência viva; Construção e reconstrução do conhecimento matemático; Flexibilização curricular e mobilidade; Articulação e integração da trajetória educativa do aluno como princípio dinamizador da construção pessoal, coletiva e interdisciplinar do conhecimento do profissional de Educação: “tornar o vivido pensado e o pensado vivido” (ANFOPE, 1998); Articulação e integração do Projeto Político Pedagógico da Instituição Formadora/Escola com um projeto de sociedade como balizador da identidade profissional; Articulação do ensino, pesquisa e extensão. 12.1.2. VALORES Que se tem e que se quer construir: 1. Compromisso com a missão e visão do Curso e do IFC; 2. Conduta ética, cooperativa e responsável; 14 3. Respeito e compromisso com a profissão professor/educador; 4. Busca pela autonomia e autoria profissional; 5. Compromisso com o processo educativo inclusivo; 6. Reconhecimento e respeito aos diferentes saberes e as diferentes culturas; 7. A Ciência Pedagógica como base da superação do senso comum; 8. O processo pedagógico como ação-reflexão-ação. 12.3. DIRETRIZES CURRICULARES As diretrizes curriculares propostas pelo Ministério da Educação para as instituições de ensino de Matemática estão contidas na Resolução nº 3 de 18 de fevereiro de 2003, que integra o Parecer CNE/CES 1.302/2001 de 06 de novembro de 2001. Estas diretrizes orientam a elaboração do Projeto Pedagógico do curso, estabelecendo a formulação do perfil dos formandos, competências e habilidades, conteúdos curriculares, formato dos estágios, atividades complementares, avaliação e estrutura do curso e determina, ainda, a observância da Resolução 01 e 02 do CNE/CP de 19 de fevereiro de 2002, no que diz respeito à carga horária dos cursos de licenciatura. O formando de Matemática - Licenciatura, além de sólida formação de conteúdos na área, deve estar preparado para enfrentar os desafios advindos das rápidas mudanças na sociedade e mundo do trabalho, ter consciência do seu papel social de educador e ter visão da importância da aprendizagem da Matemática, que deve ser acessível a todos. Os currículos devem ser elaborados de forma a desenvolver competências e habilidades como a capacidade de expressão, aprendizagem continuada, capacidade de trabalho em equipe, conhecimento de questões contemporâneas, relação entre a Matemática e demais áreas do conhecimento, entre outras. Os currículos também devem assegurar o desenvolvimento de conteúdos dos diferentes âmbitos do conhecimento profissional de um matemático incluindo, além dos conteúdos puramente matemáticos aqueles da Educação Básica, considerando-se as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de professores em nível superior. 15 12.4. LEGISLAÇÃO E CAMPO DE ATUAÇÃO 12.4.1. LEGISLAÇÃO As licenciaturas dedicadas à Formação de Professores para a Educação Básica, em nível superior, estão regulamentadas, basicamente, por duas leis maiores - a Constituição Federal de 1998 e a Lei de Diretrizes e Bases 9394/96 – e por duas resoluções emanadas do CNE – a Resolução CNE/CP nº 001/2002 e a Resolução CNE/CP nº002/2002; Resolução CNE/CES nº03/ 2003 - Diretrizes Curriculares para os cursos de Matemática; Parecer CNE/CES 1.302/2001 - Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Matemática, Bacharelado e Licenciatura. Quanto às competências e habilidades o Parecer n. 1.302/2001 prevê que os currículos os cursos de Bacharelado/Licenciatura em Matemática deverão ser elaborados de maneira a desenvolver as seguintes competências e habilidades: a) capacidade de expressar-se escrita e oralmente com clareza e precisão; b) capacidade de trabalhar em equipes multidisciplinares; c) capacidade de compreender, criticar e utilizar novas ideias e tecnologias para a resolução de problemas; d) capacidade de aprendizagem continuada, sendo sua prática profissional também fonte de produção de conhecimento; e) habilidade de identificar, formular e resolver problemas na sua área de aplicação; utilizando rigor lógico-científico na análise da situação-problema; f) estabelecer relações entre a Matemática e outras áreas do conhecimento; g) conhecimento de questões contemporâneas; h) educação abrangente necessária ao entendimento do impacto das soluções encontradas num contexto global e social; i) participar de programas de formação; continuada; j) realizar estudos de pós-graduação; k) trabalhar na interface da Matemática com outros campos de saber (BRASIL, 2001, p. 3). Quanto à especificidade para a formação do licenciado, as competências e habilidades próprias do educador matemático, o parecer citado acima observa os seguintes aspectos: a) elaborar propostas de ensino-aprendizagem de Matemática para a educação básica; b) analisar, selecionar e produzir materiais didáticos; c) analisar criticamente propostas curriculares de Matemática para a educação básica; d) desenvolver estratégias de ensino que favoreçam a criatividade, a autonomia 16 e a flexibilidade do pensamento matemático dos educandos, buscando trabalhar com mais ênfase nos conceitos do que nas técnicas, fórmulas e algoritmos; e) perceber a prática docente de Matemática como um processo dinâmico, carregado de incertezas e conflitos, um espaço de criação e reflexão, onde novos conhecimentos são gerados e modificados continuamente; f) contribuir para a realização de projetos coletivos dentro da escola básica (BRASIL, 2001, p. 3). A Resolução CNE/CP nº 001/2002 que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior é vinculada ao Parecer CNE/CP nº 009/2001. Nesse Parecer, encontra-se uma extensa fundamentação das mudanças de concepção sobre a formação de professores, mas sendo de natureza conceitual não trata de questões de carga horária nem de duração das licenciaturas. Essas matérias foram regulamentadas pela Resolução CNE/CP nº 002/2002. O Parecer CNE/CP nº 28/2001, vinculado a esta última Resolução, defende a necessidade de prever para o componente curricular Estágio Supervisionado uma carga horária mínima de 400 horas. Num contexto mais atual temos o Parecer CNE/CP no 5/2006 e o Parecer CNE/CP no 9/2007 que preveem a reorganização da carga horária mínima de 2800 para os cursos de formação de professores destacando a necessidade de no mínimo 300 horas de estágio curricular e 2500 horas dedicadas as demais atividades formativas; Este curso de Matemática - Licenciatura do Instituto Federal Catarinense apresenta uma organização curricular prevendo uma carga de 405 horas de prática pedagógica; 420 horas de estágio curricular supervisionado; 1050 horas de núcleo comum; 750 horas de núcleo específico; 210 horas de núcleo complementar, perfazendo um total de 2835 horas, desta forma contempla as legislações em vigor para os cursos de Licenciaturas para a Educação Básica, séries finais do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino Técnico. Atendendo, também, ao Decreto Federal nº 5626\5, que determina que Libras deve ser inserida nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, foi introduzida Libras como disciplina curricular obrigatória na matriz curricular do curso. 17 12.4.2. CAMPO DE ATUAÇÃO O Licenciado em Matemática trabalha como professor em instituições de ensino que oferecem cursos de nível fundamental e médio; em editoras e em órgãos públicos e privados que produzem e avaliam programas e materiais didáticos para o ensino presencial e a distância. Além disso, atua em espaços de educação não-formal, como feiras de divulgação científica e museus; em empresas que demandem sua formação específica e em instituições que desenvolvem pesquisas educacionais. Também pode atuar de forma autônoma, em empresa própria ou prestando consultoria. (BRASIL, 2010). 13. PERFIL DO EGRESSO O Licenciado em Matemática de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura (BRASIL, 2010) é o professor que planeja, organiza e desenvolve atividades e materiais relativos à Educação Matemática. Sua atribuição central é a docência na Educação Básica, que requer sólidos conhecimentos sobre os fundamentos da Matemática, sobre seu desenvolvimento histórico e suas relações com diversas áreas; assim como sobre estratégias para transposição do conhecimento matemático em saber escolar. Além de trabalhar diretamente na sala de aula, o licenciado elabora e analisa materiais didáticos, como livros, textos, vídeos, programas computacionais, ambientes virtuais de aprendizagem, entre outros. Realiza ainda pesquisas em Educação Matemática, coordena e supervisiona equipes de trabalho. Em sua atuação, prima pelo desenvolvimento do educando, incluindo sua formação ética, a construção de sua autonomia intelectual e de seu pensamento crítico. 18 14. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO 14.1. MATRIZES CURRICULARES DO CURSO Código Componentes Curriculares MAT 03 Cálculo I Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Formação e da Atuação Docente Física I Geometria Analítica Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem SUBTOTAL NPED 05 NBAS 05 MAT 04 NPED 06 Prática como Componente Curricular Prática como Componente Curricular Carga Horária Teórica 30 30 60 30 60 60 60 30 300 4 2 4 4 4 2 20 60 30 60 60 60 30 300 - -- Prática como Componente Curricular Matemática Fundamental II Lógica Básica Informática Básica Geometria Espacial Teorias Educacionais e Curriculares Educação e Mundo do Trabalho SUBTOTAL 90 30 60 30 60 270 Carga Horária Teórica NBAS 03 MAT 02 NBAS 04 MAT 02 NPED 03 NPED 04 6 2 4 4 4 20 Carga Horária Teórica Componentes Curriculares Créditos Código 90 30 60 60 60 300 Créditos Matemática Fundamental I Metodologia Científica História da Educação Leitura e Produção de Texto Geometria Plana SUBTOTAL Créditos NBAS 01 NBAS 02 NPED 01 NPED 02 MAT 01 CH Total do Semestre Componentes Curriculares CH Total do Semestre Código CH Total do Semestre o 3 semestre BCCT* o 2 semestre BCCT* o 1 semestre BCCT* Quadro 1. Matriz curricular do Curso de Licenciatura em Matemática 60 4 60 - 60 4 30 30 60 60 4 4 60 60 - 60 4 30 30 300 20 240 60 o 6 semestre BCCT* ESTG 01 Código NPED 11 MAT 09 NPED 12 MAT 10 ESTG 02 Componentes Curriculares Pesquisa em Educação Cálculo IV Educação Inclusiva Equações Diferenciais Ordinárias Estágio Supervisionado II TOTAL DISCIPLINA TOTAL SEMESTRE Créditos Carga Horária Teórica Prática como Componente Curricular 4 30 30 45 30 315 3 2 21 30 30 270 15 45 Prática como Componente Curricular NPED 10 60 60 4 30 30 60 60 4 4 60 60 - 60 4 - 60 60 240 300 4 20 150 90 Prática como Componente Curricular MAT 07 MAT 08 Metodologia do Ensino de Matemática na Educação Básica II Cálculo III Álgebra Linear II Laboratório de prática de ensinoaprendizagem I Estágio Supervisionado I TOTAL DISCIPLINA TOTAL SEMESTRE - Carga Horária Teórica NPED 09 Componentes Curriculares 60 60 60 Carga Horária Teórica o 5 semestre BCCT* Código 4 4 4 Créditos NPED 08 NBAS 07 60 60 60 Créditos NPED 07 Física II Cálculo II Álgebra Linear I Metodologia do Ensino de Matemática na Educação Básica I Avaliação Concepções em Educação Matemática SUBTOTAL CH Total do Semestre NBAS 06 MAT 06 MAT 05 Componentes Curriculares 4 4 4 4 10 26 30 60 30 60 180 30 30 60 CH Total do Semestre o 4 semestre BCCT* Código CH Total do Semestre 19 60 60 60 60 150 240 390 Componentes Curriculares NPED 17 NBAS 08 MAT 12 NPED 18 ESTG 04 Laboratório de prática de ensino aprendizagem II Estatística e probabilidade Análise Libras Estágio Supervisionado IV TOTAL DISCIPLINA TOTAL SEMESTRE Prática como Componente Curricular 2 4 4 4 30 30 60 60 30 - 60 4 60 - 60 270 330 4 22 240 30 Prática como Componente Curricular o 8 semestre BCCT* Código Carga Horária Teórica ESTG 03 30 60 60 60 Carga Horária Teórica NPED 16 Sociologia da Educação Educação Matemática e Tecnologias Cálculo Numérico Filosofia da Educação Políticas Educacionais – estruturas e sistemas Estágio Supervisionado III TOTAL DISCIPLINA TOTAL SEMESTRE Créditos NPED 13 NPED 14 MAT 11 NPED 15 Créditos Componentes Curriculares CH Total do Semestre o 7 semestre BCCT* Código CH Total do Semestre 20 60 4 - 60 60 60 60 150 240 390 4 4 4 10 26 60 60 30 150 30 90 Componentes Curriculares Carga horária Créditos Quadro 2. Quadro geral dos Componentes Curriculares CH Disciplinas 1800 120 Prática como Componente Curricular 405 27 Atividades Acadêmico-Científico-Culturais 210 14 Estágio Curricular Supervisionado Total 420 28 2835 189 21 Código Componentes Curriculares CH Semestre Créditos Prática como Componente Curricular Quadro 3. Componentes Curriculares do Estágio Curricular Supervisionado ESTG 01 ESTG 02 ESTG 03 ESTG 04 Estágio Supervisionado I Estágio Supervisionado II Estágio Supervisionado III Estágio Supervisionado IV 60 150 60 150 4 10 4 10 - 420 28 - Total CH 14.2. CARGA HORÁRIA DE DISCIPLINAS O Parecer do CNE/CP n. 21/2001 (BRASIL, 2001, p. 12) afirma que o ensino que se desenvolve em aula é necessário, importante e a exigência de um segmento de tal natureza no interior deste componente acadêmico-científico não poderá ter uma duração abaixo de 1800 horas. Este Projeto Pedagógico do curso de Matemática – licenciatura prevê a carga horária destinada às disciplinas do seguinte modo: 1050 horas de núcleo comum; 750 horas de núcleo específico; 210 horas de núcleo complementar, perfazendo um total de 2835 horas. 14.3. PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR – PCC De acordo com Parecer CNE/CP 21/2001 a prática como componente curricular é pois, uma prática que produz algo no âmbito do ensino. Sendo a prática um trabalho consciente cujas diretrizes se nutrem do Parecer 9/2001 ela terá que ser uma atividade tão flexível quanto outros pontos de apoio do processo formativo, a fim de dar conta dos múltiplos modos de ser da atividade acadêmico-científica. Assim, ela deve ser planejada quando da elaboração do projeto pedagógico e seu acontecer deve se dar desde o início da duração do processo formativo e se estender ao longo de todo o seu processo. Em articulação intrínseca com o estágio supervisionado e com as atividades de trabalho acadêmico, ela concorre conjuntamente para a formação da identidade do professor como educador. O Parecer citado acima chama atenção para que haja distinção entre a prática como componente curricular e a prática de ensino no estágio obrigatório, enfatizando 22 que a prática como componente curricular, terá necessariamente a marca dos projetos pedagógicos das instituições formadoras ao transcender a sala de aula para o conjunto do ambiente escolar e da própria educação escolar, pode envolver uma articulação com os órgãos normativos dos executivos dos sistemas (BRASIL, Parecer CNE/CP nº 28/2001). O curso de Matemática-Licenciatura estabelece que a PCC está diluída em diversas disciplinas oferecidas ao longo do curso e poderá ocorrer parte presencialmente nos horários aulas ou prever atividades que ocorram em outros momentos fora do espaço da sala de aula e em outros períodos (matutino, vespertino ou sábados) podendo, em alguns casos, contemplar atividades não-presenciais para os alunos: estudos dirigidos, pesquisas em contextos escolares, em ambientes virtuais, entrevistas, etc. Para que isto ocorra, é necessário que haja tempo e espaço para a prática, desde o início do curso, com a devida supervisão da instituição formadora, tendo em vista o apoio e a avaliação de sua qualidade e como contributo para formação docente dos acadêmicos. A efetivação do legal à prática é de responsabilidade de todas as instituições de ensino superiores de acordo com as diretrizes curriculares e com a necessária mudança dos projetos pedagógicos das instituições e isto também deve estar presente nas intenções e na filosofia do IFCatarinense a serem implementadas pelas ações desenvolvidas. 14.4. ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Matemática, Bacharelado e Licenciatura (BRASIL, 2001, p. 12) faz-se necessário contemplar a diversificação dos espaços educacionais e ampliar do universo cultural em diferentes áreas e disciplinas bem como a produção coletiva de projetos de estudos, elaboração de pesquisas, as oficinas, os seminários, monitorias, tutorias, eventos, atividades de extensão, o estudo das novas diretrizes do ensino fundamental, do ensino médio, da educação infantil, da educação de jovens e adultos, dos portadores de necessidades especiais, das comunidades indígenas, da educação rural e de outras propostas de apoio curricular proporcionadas pelos governos dos entes federativos são exigências de um curso que almeja formar os profissionais do ensino. Este enriquecimento exigido está justificado pelas diretrizes do Parecer 9/2001 e não poderá contar com menos de 23 200 horas. Cabe às instituições, consideradas suas peculiaridades, enriquecer a carga horária por meio da ampliação das dimensões dos componentes curriculares constantes da formação docente. 14.5. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO As Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Matemática, Bacharelado e Licenciatura (BRASIL, 2001) observa que o educador matemático deve ser capaz de tomar decisões, refletir sobre sua prática e ser criativo na ação pedagógica, reconhecendo a realidade em que se insere. Mais do que isto, ele deve avançar para uma visão de que a ação prática é geradora de conhecimentos. Nessa perspectiva, o documento citado, afirma que o estágio é essencial nos cursos de formação de professores, possibilitando desenvolver: “a) uma sequência de ações onde o aprendiz vai se tornando responsável por tarefas em ordem crescente de complexidade, tomando ciência dos processos formadores; b) uma aprendizagem guiada por profissionais de competência reconhecida”. As atividades relativas ao Estágio Curricular Supervisionado estão normatizadas em regulamento próprio (Apêndice 2). O Parecer CNE/CP 21/2001 (BRASIL, 2001, p. 10) defende que o estágio curricular supervisionado pretende oferecer ao futuro licenciado um conhecimento do real em situação de trabalho, isto é diretamente em unidades escolares dos sistemas de ensino, sendo também um momento para se verificar e provar (em si e no outro) a realização das competências exigidas na prática profissional e exigíveis dos formandos, especialmente quanto à regência. Mas é também um momento para se acompanhar alguns aspectos da vida escolar que não acontecem de forma igualmente distribuída pelo semestre, concentrando-se mais em alguns aspectos que importa vivenciar. É o caso, por exemplo, da elaboração do projeto pedagógico, da matrícula, da organização das turmas e do tempo e espaço escolares. O estágio curricular supervisionado é pois um modo especial de atividade de capacitação em serviço e que só pode ocorrer em unidades escolares onde o estagiário assuma efetivamente o papel de professor, de outras exigências do projeto pedagógico e das necessidades próprias do ambiente institucional escolar testando suas competências por um determinado período. Por outro lado, a preservação da integridade do projeto pedagógico da unidade escolar que recepciona o estagiário exige que este tempo supervisionado não seja prolongado, mas seja denso e contínuo. 24 14.6. RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA Segundo Ponte (2003) para se tornar um professor de Matemática, o licenciando necessita de conhecimento matemático e conhecimento sobre o ensino de Matemática. Mas, só isso não basta. Ele precisa também assumir papéis, normas e valores fundamentais da profissão para qualificar-se à realização das atividades profissionais inerentes de um professor e de identificar-se pessoalmente com a profissão. Este aspecto, neste curso, procura ser reforçado pelo rol de disciplinas que integram as 405 horas de práticas como componente curricular. É necessário, ao futuro professor, que ele compreenda o contexto escolar como um processo contínuo e dinâmico, influenciado por múltiplas variáveis educacionais, sociais, históricos e culturais, nos quais se aprende e se trabalha desenvolvendo a identidade do professor em formação como agente ativo do processo educacional, ou seja, com a reflexão e a investigação da prática. A reflexão sobre a prática envolverá o planejamento e discussões sobre questões curriculares e eventos em sala de aula, despertando a atenção do licenciando para seu desenvolvimento contínuo enquanto professor de Matemática. A investigação da prática diz respeito a envolver os licenciandos na resolução de problemas de conteúdo pedagógico, em grupo, do tipo dos que são enfrentados por professores ao planejar e desenvolver atividades diárias; na análise de vídeos da própria prática do ensino; na análise e implementação de experiências de Educação Matemática. Assim, nas disciplinas de prática, busca-se envolver os licenciandos na análise de atividades realizadas no contexto profissional durante experiências de campo, relacionadas à observação da prática de professores experientes ou a reflexão sobre sua própria prática enquanto professor estudante. No entanto, a observação e interação com o espaço escolar não é suficiente para que o futuro professor enxergue para além das aparências aquilo que ele observa. O diálogo com referenciais teóricos pode auxiliar o licenciando nas perspectivas de análise dos diversos contextos (históricos, sociais, culturais, organizacionais, pedagógicos, dentre outros) nos quais se dá a atividade docente e, também, a compreender a si mesmo enquanto profissional em formação, de modo que possa neles intervir e transformá-los quando for preciso (PIMENTA; LIMA, 2004). Está perspectiva dialoga com o estabelecido na Resolução CNE/CES nº 1, de 18/02/2002, especialmente nos artigos: 25 Art. 12. Os cursos de formação de professores em nível superior terão a sua duração definida pelo Conselho Pleno, em parecer e resolução específica sobre sua carga horária. § 1º A prática, na matriz curricular, não poderá ficar reduzida a um espaço isolado, que a restrinja ao estágio, desarticulado do restante do curso. § 2º A prática deverá estar presente desde o início do curso e permear toda a formação do professor. § 3º No interior das áreas ou das disciplinas que constituírem os componentes curriculares de formação, e não apenas nas disciplinas pedagógicas, todas terão a sua dimensão prática. Art. 13. Em tempo e espaço curricular específico, a coordenação da dimensão prática transcenderá o estágio e terá como finalidade promover a articulação das diferentes práticas, numa perspectiva interdisciplinar. § 1º A prática será desenvolvida com ênfase nos procedimentos de observação e reflexão, visando à atuação em situações contextualizadas, com o registro dessas observações realizadas e a resolução de situações-problema. § 2º A presença da prática profissional na formação do professor, que não prescinde da observação e ação direta, poderá ser enriquecida com tecnologias da informação, incluídos o computador e o vídeo, narrativas orais e escritas de professores, produções de alunos, situações simuladoras e estudo de casos. § 3º O estágio curricular supervisionado, definido por lei, a ser realizado em escola de educação básica, e respeitado o regime de colaboração entre os sistemas de ensino, deve ser desenvolvido a partir do início da segunda metade do curso e ser avaliado conjuntamente pela escola formadora e a escola campo de estágio. Nesta ênfase, a teoria não mais comanda a prática, não mais a orienta no sentido de torná-la dependente das ideias, como também não se dissolve na prática, anulando-se a si mesma. A prática, por seu lado, não significa mais a aplicação da teoria, ou uma atividade dada e imutável, mas pressupõe que a teoria e a prática educativa devem ser trabalhadas simultaneamente, constituindo uma unidade indissolúvel, e que isto deve acontecer em todos os componentes que tem como proposta a aproximação do licenciando ao contexto real de sua futura profissão (CANDAU; LELIS, 1995) 26 14.7. INTERDISCIPLINARIDADE Embora a estrutura curricular do curso seja disciplinar, a metodologia e abordagem dos conteúdos buscará estabelecer relações entre as disciplinas que ocorrem concomitantemente, bem como as dos semestres anteriores. A articulação entre o corpo docente do curso é que vai permitir maiores avanços nas relações interdisciplinares a serem estabelecidas. Para garantir isso o planejamento semestral será indispensável, a partir da internalização do projeto pedagógico pelo corpo docente. 15. RESUMO GERAL DA MATRIZ CURRICULAR 15.1. NÚCLEO COMUM Código Componentes Curriculares CH Semestre Créditos Carga Horária Teórica Prática como Component e Curricular Quadro 4. Componentes Curriculares do Núcleo Básico (NBAS) NBAS 01 Matemática Fundamental I 90 6 90 - NBAS 02 30 2 30 - NBAS 03 Metodologia Científica Matemática Fundamental II 60 4 60 - NBAS 04 Informática Básica 60 4 60 - NBAS 05 Física I 60 4 60 - NBAS 06 Física II 60 4 60 - NBAS 07 Concepções em Educação Matemática 30 2 30 - NBAS 08 Estatística e probabilidade 60 4 60 - 450 30 450 - Total 27 Código Componentes Curriculares CH Semestre Créditos Carga Horária Teórica Prática como Component e Curricular Quadro 5. Componentes Curriculares do Núcleo Pedagógico (NPED) NPED 01 História da Educação 60 4 60 - NPED 02 Leitura e Produção de Texto Teorias Educacionais e Curriculares 60 4 30 30 60 4 60 - 30 2 15 15 60 4 30 30 60 4 30 30 60 4 30 30 45 3 45 - 60 4 30 30 60 4 - 60 NPED 11 Educação e Mundo do Trabalho Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Formação e da Atuação Docente Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem Metodologia do Ensino de Matemática na Educação Básica I Avaliação Metodologia do Ensino de Matemática na Educação Básica II Laboratório de prática de ensinoaprendizagem I Pesquisa em Educação 60 4 30 30 NPED 12 Educação Inclusiva 60 4 30 30 NPED 13 Sociologia da Educação 30 2 30 - NPED 14 Educação Matemática e Tecnologias 60 4 30 30 NPED 15 Filosofia da Educação Políticas Educacionais – estruturas e sistemas Laboratório de prática de ensino aprendizagem II Libras 60 4 60 - 60 4 60 - 60 4 - 60 60 4 30 30 1005 67 585 405 NPED 03 NPED 04 NPED 05 NPED 06 NPED 07 NPED 08 NPED 09 NPED 10 NPED 16 NPED 17 NPED 18 Total 28 15.2. NÚCLEO ESPECÍFICO Código Componentes Curriculares CH Semestre Créditos Carga Horária Teórica Quadro 6. Componentes Curriculares do Núcleo Específico (MAT) MAT 01 60 4 60 MAT 02 Geometria Plana Lógica Básica 30 2 30 MAT 03 Geometria Espacial 60 4 60 MAT 04 Cálculo I 60 4 60 MAT 05 Geometria Analítica 60 4 60 MAT 06 Álgebra Linear I 60 4 60 MAT 07 Cálculo II 60 4 60 MAT 08 Cálculo III 60 4 60 MAT 09 Álgebra Linear II 60 4 60 MAT 10 Cálculo IV 60 4 60 MAT 11 Equações Diferenciais Ordinárias 60 4 60 MAT 12 Cálculo Numérico 60 4 60 MAT 13 Análise 60 750 4 50 60 750 Total CH 16. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO A avaliação do Curso acontecerá por dois mecanismos, constituídos pelas avaliações externa e interna, em consonância com o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior - SINAES. 17. SISTEMA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 17.1. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO A avaliação do Curso Superior Matemática – Licenciatura será feita regularmente, através do estudo do desempenho do Curso e dos aspectos relativos ao atendimento das expectativas da comunidade. Esta avaliação, de acordo com as determinações legais vigentes, será realizada em dois níveis: Externo e Interno, através da CPA – Comissão Própria de Avaliação, observando as dimensões propostas pelo SINAES. 29 De acordo com Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância BRASIL (2012) ocorrerá levando-se em consideração três dimensões e seus respectivos indicadores Dimensão 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA Fontes de Consulta: Plano de Desenvolvimento Institucional, Projeto Pedagógico do Curso, Diretrizes Curriculares Nacionais, quando houver, e Formulário Eletrônico preenchido pela IES no e-MEC. Dimensão 2: CORPO DOCENTE E TUTORIAL Fontes de Consulta: Projeto Pedagógico do Curso, Formulário Eletrônico preenchido pela IES no e-MEC e Documentação Comprobatória. Dimensão 3: INFRAESTRUTURA Fontes de Consulta: Projeto Pedagógico do Curso, Diretrizes Curriculares Nacionais, quando houver, Formulário Eletrônico preenchido pela IES no e-MEC e Documentação Comprobatória. Serão atribuídos conceitos a cada um dos indicadores. Os conceitos serão contextualizados, com base nos indicadores, descritos de forma abrangente e coerentes. 17.1.1 AVALIAÇÃO EXTERNA A avaliação externa adotará mecanismos do MEC, através do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE previsto pelo Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior - SINAES, e indiretamente pela sociedade, incluindo exalunos. 30 17.1.2 AVALIAÇÃO INTERNA Para a avaliação interna foi criada uma Comissão Própria de Avaliação CPA, que organizará e/ou definirá os procedimentos e mecanismos adotados para a avaliação dos cursos. Em conformidade com as diretrizes estabelecidas pela CPA e segundo as atribuições previstas na Organização Acadêmica dos Cursos de Graduação do Instituto Federal Catarinense, o NDE acompanhará a evolução dos seguintes pontos: • Atividades de Ensino; • Organização Didático-Pedagógica; • Projeto Pedagógico do Curso; • Atividades de Pesquisa e de Iniciação Científica; • Atividades de Extensão; • Biblioteca; • Instalações; • Auto-avaliação discente e docente. 18. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DO ALUNO A avaliação deve ser contínua e cumulativa e fornecer subsídios para que a Instituição possa retroalimentar o projeto pedagógico e o professor o processo de ensino-aprendizagem, buscando compreender os processos de avanços e as defasagens de aprendizagem. A avaliação deve também investigar os conhecimentos prévios dos alunos e levantar seus anseios e suas necessidades. O papel do professor na avaliação escolar deve ser o de agente crítico da realidade, percebendo a avaliação escolar como um processo de construção do conhecimento. Neste sentido, os acertos, os erros, as dificuldades, as dúvidas e o contexto social e econômico que os alunos apresentam, são evidências significativas de como eles interagem com a apropriação do conhecimento. Os objetivos da avaliação são: 31 Analisar a coerência do trabalho pedagógico com as finalidades educativas previstas no Projeto Pedagógico do Curso e no Plano de Ensino de cada disciplina; Avaliar a trajetória da vida escolar do aluno, visando obter indicativos que sustentem tomadas de decisões sobre a progressão dos alunos e o encaminhamento do processo ensino–aprendizagem; Determinar, através de instrumentos de medidas, os aspectos qualitativos e quantitativos do comportamento humano (motor, afetivo e cognitivo), coerente aos objetivos planejados para acompanhar o processo de aprendizagem. A avaliação possibilita a identificação das diferentes formas de apropriação dos conceitos científicos elaborados pelos acadêmicos, seus avanços e dificuldades na aprendizagem, além de possibilitar uma ação imediata e mais efetiva do professor, como mediador, recuperando os conhecimentos necessários de maneira mais significativa. Cabe ao professor fazer todos os registros e anotações referentes às avaliações, que servirão para orientá-lo em relação aos outros elementos necessários para o avanço do processo ensino-aprendizagem. Durante o período letivo, cada aluno receberá, no mínimo, 3 (três) avaliações parciais, compondo a média semestral. A avaliação do desempenho acadêmico, deverá ser feita pelo docente, com atribuição de notas, expressas em grau numérico de 0 (zero) a 10 (dez), com um decimal. A avaliação será realizada com base nos seguintes instrumentos: - Apresentação oral e escrita de trabalhos propostos, quando solicitado; - Avaliação escrita (trabalhos e provas); - Seminários; - Projetos; - Participação em eventos internos; - Outros. A avaliação estará embasada nos seguintes critérios: - Domínio dos conteúdos básicos trabalhados; 32 - Assiduidade; - Habilidade na utilização/aplicação dos conteúdos desenvolvidos em aula; - Comprometimento com o curso; - Outros. A avaliação do rendimento acadêmico será feita através de testes, provas, trabalhos e outros meios que permitam avaliar o progresso do aluno e o esforço dispensado no processo de aprendizagem. O rendimento verificado nas atividades de cada componente curricular, área de estudo ou atividade, dará origem à nota. O professor tem autonomia para atribuir pesos diferentes às avaliações parciais, conforme previsto no Plano de Ensino, devendo este, ser apresentado aos alunos, no início das aulas. O curso Matemática – Licenciatura não prevê exame final. Será considerado aprovado o aluno que obtiver média semestral igual ou superior a 6,0 (seis) por componente curricular e frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento); Será considerado reprovado o aluno que: I – não obtiver frequência igual ou superior a 75%; II – não alcançar a média semestral 6,0 (seis), pois o curso Matemática Licenciatura não prevê exame final. É dever do professor apresentar ao aluno o resultado das avaliações parciais no máximo, até 15 (quinze) dias após a sua realização. Aos alunos que ingressaram entre 2010 e 2013, para as disciplinas que serão cursadas na fase regular correspondente fica assegurado o sistema anterior em que considerar-se-á aprovado em cada disciplina, o aluno que tiver frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) e média semestral (MS) igual ou superior a 7,0 (sete inteiros). Caso o aluno tiver frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) mas não atinja o valor de média acima estabelecida o aluno será submetido a uma nova prova (exame final). O aluno será aprovado caso atingir, no mínimo, média aritmética (entre a média semestral e nota do exame final) igual ou superior a 5,0 (cinco inteiros). 33 Caso o aluno reprove e venha a cursar com outra turma deverá adequar-se a nova sistemática de nota superior a 6,0 (seis inteiros) na disciplina sem direito ao exame final. A regulamentação completa da organização acadêmica, em geral, e da avaliação, em particular, está materializada na “Organização Acadêmica dos Cursos de Graduação do Instituto Federal Catarinense”. 19. CORPO DOCENTE 19.1. QUADRO DE DOCENTES Quadro 7. Relação de Docentes e Formação Profissional. Nome Angelisa Benetti Clebsch Emerson Bianchini Estivalete Área de conhecime nto 40 Maior Titulação Concluída Curriculum Lattes (link) DE X Licenciatura em Física Mestrado http://lattes.cnpq.br/70118 71290957566 História X Licenciatura Plena Especializaç ão http://lattes.cnpq.br/15043 13415692578 Bacharelado em Computação Doutorado http://lattes.cnpq.br/08278 93111042699 X Licenciatura em Ciências com habilitação em Matemática Mestrado http://lattes.cnpq.br/29283 50526317146 X Licenciatura em Matemática Mestrado http://lattes.cnpq.br/16672 57631243863 X Bacharelado em Meteorologia Doutorado http://lattes.cnpq.br/64715 28381313886 Ciências Exatas e da Terra Fatima Peres Zago de Oliveira Ciências Exatas e da Terra Leonardo de Oliveira Neves 20 Formação Acadêmica Ciências Exatas e da Terra Fabio Alexandrini Gilberto Mazoco Jubini Regime de trabalho (horas) Ciências Exatas e da Terra Ciências Exatas e da Terra X Liane Vizzotto Educação X Pedagogia Mestrado http://lattes.cnpq.br/47350 83599333817 Luiz Fernando Nazari Ciências Exatas e da Terra X Licenciatura em Matemática Mestrado http://lattes.cnpq.br/83572 51043633484 Educação X Bacharelado em Pedagogia Especial Especializaç ão http://lattes.cnpq.br/54098 02568530188 X Licenciatura em Ciências Mestrado http://lattes.cnpq.br/80128 42011752315 X Licenciatura em Ciências Agrícolas Mestrado http://lattes.cnpq.br/46329 25979334196 X Bacharelado em Matemática Mestrado http://lattes.cnpq.br/77769 82904929456 Marines Dias Gonçalves Marizoli Regueira Schneider Moacir Gubert Tavares Morgana Scheller Ciências Exatas e da Terra Ciências Agrárias Ciências Exatas e da Terra 34 Orlando Cristofolini Educação X Licenciaturae m Letras Especializaç ão http://lattes.cnpq.br/72448 54055447485 Otávio Bocheco Ciências Exatas e da Terra X Licenciatura em Física Mestrado http://lattes.cnpq.br/14245 02743423069 Paula Andrea Grawieski Civiero Ciências Exatas e da Terra X Mestrado http://lattes.cnpq.br/66177 01172635064 Paulo César Rodacki Gomes Ciências Exatas e da Terra X Doutorado http://lattes.cnpq.br/91362 62673186413 Ricardo Scopel Velho Solange Aparecida de Oliveira Hoeller Ciências Sociais X Mestrado http://lattes.cnpq.br/72180 39580141052 Educação X Mestrado http://lattes.cnpq.br/65079 66351170581 Licenciatura em Ciências com habilitação em Matemática Bacharelado em Engenharia Civil Licenciatura Ciências Sociais Pedagogia 19.2. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é o conjunto de professores, de elevada formação e titulação, contratados em tempo integral e parcial, que respondem mais diretamente pela criação, implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso. Cada curso em cada câmpus possui seu NDE, composto pelos seguintes membros: I - Coordenador do Curso, que coordenará o NDE; II - por um mínimo de 5 (cinco) professores pertencentes ao corpo docente do curso; III - ter pelo menos 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu; IV - ter todos seus membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral, sendo pelo menos 20% em tempo integral. §1º. O NDE poderá ser assessorado por um técnico administrativo em educação da área pedagógica ou NUPE, que deverá ser indicado pelos NDE. As competências do NDE são: a) Elaborar, implantar, supervisionar e consolidar o Projeto Pedagógico do Curso em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN), o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e Projeto Político-Pedagógico Institucional (PPI) do Instituto Federal Catarinense; 35 b) Acompanhar todo processo didático-pedagógico, analisando os resultados do processo de ensino aprendizagem, observando o Projeto Pedagógico do Curso; c) Manter atualizadas as ementas, os conteúdos e as referências das disciplinas, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN); d) Normatizar o desenvolvimento das atividades acadêmicas; e) Acompanhar o processo do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e propor ações que garantam um nível de avaliação adequado ao Ministério da Educação (MEC) e IFC; f) Participar e motivar grupos de pesquisa, extensão e atividades interdisciplinares; g) Orientar e participar da produção de material científico ou didático para publicação; h) Contribuir para a definição das linhas de pesquisa do curso, respeitando-se o PDI e PPI. Quadro 8. Integrantes do Núcleo Docente Estruturante Nome Fátima Peres Zago de Oliveira Paula Andrea Grawieski Civiero Leonardo de Oliveira Neves Luiz Fernando Nazari Solange Aparecida de Oliveira Hoeller Otavio Bocheco Gilberto Mazoco Jubini Formação Acadêmica Maior Titulação Matemática Mestrado Matemática Mestrado Meteorologista Matemática Doutorado Mestrado Pedagogia Mestrado Física Matemática Mestrado Mestrado 36 20. CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO Quadro 9. Relação de cargo e regime de trabalho do corpo Técnico Administrativo do Campus Rio do Sul do Instituto Federal Catarinense. Nome Maior Titulação Adelar Benetti Andressa Graziele Brandt Caroline da Rosa F. Becker Especialização Especialização Mestrado Clóvis Cristiano Brignoli Graduação Eliane Ap. de Amorim Dockhorn Eurico da P. Pittaluga Neto Especialização Fabiano F. Maciel Guimarães Graduação Izolde Rejane do Carmo Jorge Luis Araújo dos Santos Graduação Especialização Katia Regina Koerich Fronza Mestrado Marisa Etel Maas Maurício Machado Nilton Segundo Rogério Krause Graduação Ensino Médio Graduação Mestrado Sandra Leticia Graf Ferreira Especialização Ensino Médio Cargo/Função Assistente em Administração Supervisora Educacional Bibliotecária Técnico de Tecn. da Informação Operadora de Máquina Copiadora Tecnólogo em Cooperativismo Analista de Tec. da Informação Auxiliar de Biblioteca Psicólogo Téc. em Assuntos Educacionais Técnico em Secretariado Auxiliar em Eletricidade Assistente em Administração Assistente em Administração Téc. em Assuntos Educacionais Carga horária 40 h X X X X X X X X X X X X X X X 21. ATIVIDADES ACADÊMICAS 21.1 ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES As atividades acadêmicas complementares são de livre escolha do licenciando e, portanto, atendem necessidades de interesses específicos durante o processo de sua formação. O licenciado deverá estar apto a compreender e traduzir as necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidades, com relação aos problemas tecnológicos, sócio-econômico-ambientais e do processo de ensino aprendizagem, sendo que as atividades acadêmicas terão fundamental importância neste processo. As atividades acadêmicas científicas e culturais serão desenvolvidas ao longo do curso, envolvendo atividades de ensino, pesquisa e extensão, e são normatizadas 37 de acordo com a Resolução nº 48 de 17/12/2010 do IF Catarinense que dispõe sobre o regulamento das Atividades Curriculares Complementares. Para concretização desde conjunto de atividades no currículo, faz-se necessário a apresentação das cópias dos certificados ou documentos comprobatórios. O processo de validação ocorrerá após a análise do requerimento destinado ao Coordenador de Curso, através do Protocolo Acadêmico. As seguintes condições devem ser observadas: a) As atividades são realizadas durante o período de vinculação do aluno ao curso; b) As atividades afins ( humanísticas e profissional) à área de formação do Licenciado; c) As solicitações devem ser encaminhadas até dois meses antes da conclusão do curso; d) Cada documento comprobatório que se enquadre em mais de um tipo de atividade poderá ser validado uma única vez; e) Outras atividades desenvolvidas pelos acadêmicos poderão ser consideradas de formação complementar a critério do NDE; f) Atividades complementares de Representação Estudantil de Extensão e de Pesquisa. 21.2. ATIVIDADES DE MONITORIA O Curso de Licenciatura em Matemática prevê a monitoria como uma atividade de complementação e aprofundamento dos conteúdos e das ações de formação de seu aluno e seguirá as normas já existentes no Regulamento da Instituição. A atividade de monitoria visa atender os seguintes objetivos: I - Propiciar ao acadêmico a oportunidade de desenvolver e compartilhar suas habilidades e competências para a carreira docente nas funções de ensino; 38 II - Assegurar a cooperação didática entre o corpo docente e discente nas funções universitárias; III - Oferecer aos acadêmicos oportunidades de complementação e aprofundamento de conteúdos e estratégias de ensino nas diversas disciplinas. IV – Contribuir para a formação complementar do acadêmico. A atividade de monitoria é exercida por acadêmico regularmente matriculado, durante o período letivo e de acordo com as normas específicas de cada modalidade citada em regulamento próprio. Cabe ao professor da disciplina, solicitar o auxílio de monitor mediante projeto de monitoria para a respectiva disciplina a ser encaminhado ao Coordenador do Curso. Em todas as modalidades, após o cumprimento do programa de monitoria, o monitor receberá um certificado emitido pela secretaria acadêmica do referido câmpus do Instituto Federal Catarinense se aprovado na avaliação. O Câmpus poderá oferecer aos seus acadêmicos a modalidade de monitoria com bolsa auxílio em disciplinas já cursadas pelo acadêmico. Nesta modalidade, o acadêmico monitor recebe ajuda de custo, fixada em proposta apresentada pela Direção Geral, durante o período em que estiver realizando esta atividade. Para candidatar-se a esta modalidade o acadêmico deve: comprovar a aprovação na disciplina, com nota mínima de 6.0 (seis) através do histórico escolar; ser indicado, após selecionado em teste classificatório específico, a ser proposto e aplicado por comissão especialmente designada para este fim, segundo critérios e procedimentos estabelecidos em Edital. Caberá ao Coordenador do Curso referendar e homologar a classificação indicada pela comissão. O programa de monitoria com bolsa auxílio, indicando o número de bolsas e respectivos valores, poderá ser proposto anualmente pela Reitoria do Instituto. São atribuições do monitor: auxiliar o docente nas atividades didático– pedagógicas; atendimento e orientação de alunos, em períodos por ele já cursados; atender pequenos grupos em horários que não coincidam com os seus horários de aula. É importante salientar que fica evidente no regulamento que é vedado ao Monitor elaborar, aplicar ou corrigir provas, ministrar aulas como substituto ou outras funções exclusivamente docentes. 39 Em relação ao regime de trabalho o programa de monitoria não implica em nenhum tipo de relação empregatícia entre o aluno e a Instituição. O monitor exerce suas atividades sob orientação de professor responsável que zelará pelo fiel cumprimento das atividades previstas. O horário das atividades do Monitor não pode, em hipótese alguma, prejudicar as atividades discentes e será fixado no ato de designação, a carga horária compatível com as funções e atividades a serem desempenhadas. As atividades de monitoria terão no mínimo 4 horas semanais e no máximo 20 horas semanais. As atividades do Monitor obedecem, em cada semestre, ao projeto elaborado pelo professor, aprovado pelo Coordenador do Curso nas duas modalidades. Para divulgação e supervisão das monitorias, o edital para seleção de monitores na modalidade de bolsa auxílio em disciplinas já cursadas deverá constar obrigatoriamente: os critérios para seleção dos monitores; os planos de trabalho do programa de monitoria; os mecanismos de acompanhamento e avaliação pelo professor supervisor do trabalho do monitor; a forma de controle do encaminhamento da frequência dos monitores. As atividades de monitoria serão regulamentadas por meio de normatização a ser elaborada pelo IFC. 22. ESTÁGIO CURRICULAR 22.1. OPERACIONALIZAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR Como o curso de Matemática-Licenciatura objetiva a preparação do acadêmico para a prática docente, o estágio supervisionado será desenvolvido dentro de uma nova perspectiva, cujo enfoque principal é a pesquisa em ensino de Matemática, integrado com a atuação docente do acadêmico. O estágio supervisionado do curso de Matemática-Licenciatura terá carga horária de 420 horas e será parte integrante do currículo do curso (obrigatório), sendo realizado a partir do quinto semestre, visando assegurar o contato do aluno com situações, contextos e instituições de ensino, permitindo que conhecimentos, habilidades e atitudes se concretizem em ações profissionais reais, servindo de experiência para um melhor exercício de sua profissão. 40 O estágio obedecerá ao disposto nas Diretrizes Curriculares Nacionais, Resolução CNE/CP 2, de 19 de fevereiro de 2002, na Lei N o. 11.788, de 25 de setembro de 2008, no Regimento Geral de Estágios do Instituto Federal Catarinense (Anexo 1) e no Regulamento de Estágio do Curso de Matemática-Licenciatura.(A 2) O estágio supervisionado é instância privilegiada que permite a articulação entre o estudo teórico e os saberes práticos e tem como propósito a inserção do futuro Licenciado em Matemática no mundo do trabalho das instituições de ensino. Neste sentido, se apresentam como finalidades básicas, as seguintes proposições: a) Complementar o ensino-aprendizagem a partir do contato com a realidade das escolas; b) Inserir o futuro educador à realidade educacional brasileira; c) Avaliar a prática pedagógica como educador em construção; d) Possibilitar uma prática que integre o saber popular e o científico. 22.2. ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR O estágio supervisionado da Matemática - Licenciatura será realizado em 04 (quatro) etapas: 1ª. Etapa: Estágio Supervisionado I - 60h – consiste na observação, em escolas e turmas das séries finais do ensino fundamental, acompanhado de estudo, análise e reflexão crítica do projeto pedagógico da escola e do plano de ensino de matemática. Nos encontros realizados durante o semestre, entre outras atividades, haverá a elaboração de um pré-projeto de prática da docência. 2ª. Etapa: Estágio Supervisionado II - 150h – Nesta etapa o acadêmico solidifica os conhecimentos teóricos adquiridos ao longo do curso e concretiza habilidades profissionais no decorrer da própria atuação docente. Acontecerá a conclusão do pré-projeto e a organização do projeto com a preparação para a respectiva aplicação, caracterizando-se em estágio de docência nas séries finais do ensino fundamental. Ao final deste estágio será elaborado um relatório final que deverá ser apresentado em Seminário. 41 3ª. Etapa: Estágio Supervisionado III - 60h – consiste na observação, em escolas e turmas do ensino médio, acompanhado de estudo, análise e reflexão crítica do projeto pedagógico da escola e do plano de ensino de matemática. Nos encontros realizados durante o semestre, entre outras atividades, haverá a elaboração de um pré-projeto de prática da docência. 4ª. Etapa: Estágio Supervisionado IV - 150h – Nesta etapa o acadêmico solidifica os conhecimentos teóricos adquiridos ao longo do curso e concretiza habilidades profissionais no decorrer da própria atuação docente. É a conclusão do pré-projeto e organização do projeto com a respectiva aplicação, caracterizando em estágio de docência no ensino médio. Ao final deste estágio será elaborado um relatório final e artigo, que deverão ser apresentado em Socialização. A primeira e terceira etapas do Estágio Supervisionado do curso de MatemáticaLicenciatura têm como objetivo a análise reflexiva da prática, por meio de observação em salas de aula de matemática do Ensino Fundamental – séries finais e posteriormente do ensino médio. Na segunda e quarta etapas do Estágio Supervisionado serão dadas ênfase à prática, por meio da aplicação de formas de organização didática no ensino fundamental – séries finais e no ensino médio. A Prática de Ensino do curso de Matemática- Licenciatura constituirá, portanto, um espaço de aprofundamento teórico e prático de diferentes aspectos da educação matemática que se completa com a realização do estágio. O estudante deverá concluir o estágio no prazo máximo (8 anos) de conclusão do curso. A regulamentação dos estágios será organizada e aprovada pelo NDE de curso, contendo as diferentes modalidades de operacionalização, formas de apresentação e avaliação de relatórios finais e/ou artigo com acompanhamento individualizado, inclusive durante a fase de realização e ao final do mesmo. 22.3. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR A avaliação dar-se-á em cada etapa conforme elaboração de critérios especificados no Regulamento de Estágio da Matemática – Licenciatura (A2). 42 23. ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO (Lei 11.788 de 25 de setembro de 2008) Além do estágio supervisionado obrigatório, o aluno poderá realizar estágio extracurricular em qualquer período do curso, desde que seguidas as normas institucionais e regulamentares do IF Catarinense e do câmpus onde o curso está sendo oferecido. 24. PESQUISA E EXTENSÃO A articulação dos processos de Ensino, Extensão e Pesquisa, é fundamental na consolidação dos Institutos Federais. O curso de Matemática- Licenciatura pode desempenhar um papel importante na consolidação dessa articulação. Além disso, existe a necessidade dos professores participarem da produção dos currículos que desenvolvem em suas salas de aula, como importante condição da sua formação continuada. Por isso, a criação de espaços interativos de articulação entre os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia e as escolas de educação básica, constituindo grupos que envolvem professores das licenciaturas, licenciandos, professores e estudantes da escola básica, podem possibilitar ganhos recíprocos: os conhecimentos profissionais dos professores de escola enriquecem o currículo de formação dos novos professores e os estudos acadêmicos e pesquisas sobre o currículo enriquecem a formação dos professores em serviço. As atividades de pesquisa e extensão estão regulamentadas pelas Resoluções nº 005/2010 e Resolução 002/2011, contemplando programas para concessão de bolsa de Iniciação Científica e de Extensão do IF Catarinense. 24.1. LINHAS DA PESQUISA As linhas de pesquisa seguirão a política institucional em consonância aos princípios e às peculiaridades do PDI e PPI do IFC e do Câmpus. Estas, por sua vez, serão definidas ao longo do processo de acordo com as necessidades dos projetos apresentados pelos docentes e discentes que farão os grupos de pesquisas que atendem as grandes áreas do CNPq. 43 24.2. AÇÕES DE EXTENSÃO A extensão nos cursos de Licenciatura do IFC deve estar articulada ao ensino e à pesquisa e é compreendida como um processo eminentemente educativo, cultural, técnico-científico e pedagógico. A mesma deverá ser desenvolvida por meio de programas, projetos e ações em consonância com o PDI do IFC e dos câmpus. O curso de Matemática-Licenciatura desenvolverá a extensão por meio de: Programas – Ações continuadas/permanentes em estreita relação com o ensino e a pesquisa, no intuito de estabelecer vínculos e compromissos com os processos educativos regional; Projetos – Ações desencadeadas dos programas (formação continuada, assessoria pedagógica e técnica); Ações – Ações eventuais de curta duração articuladas aos programas ou projetos (palestras, seminários, congressos, semanas acadêmicas e demais eventos desta natureza). Os princípios orientadores: A indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão; A inserção social/regional com vistas a educação de qualidade social; O processo de diálogo e interação entre instituição formadora e sociedade. Os programas, projetos e ações do curso de Matemática-Licenciatura serão propostos e normatizados pelo NDE de curso, tendo como preocupação a relevância social, regional, cultural, pedagógica, metodológica e epistemológica. 25. CERTIFICAÇÃO E DIPLOMA A emissão de certificados e diplomas ficará a cargo da Reitoria do Instituto Federal Catarinense. Aos câmpus, caberá o controle da vida acadêmica do aluno, a oferta de cursos extraclasse e de extensão, sua organização e controle. 44 Ao aluno concluinte do Curso Matemática - Licenciatura em todas as suas etapas previstas na matriz curricular será concedido diploma com o título de Matemática - Licenciatura. Enquanto o diploma não for expedido definitivamente, o aluno concluinte poderá requerer certificado de conclusão de curso. A diplomação é o ato de emissão do documento oficial do Instituto Federal Catarinense, que certifica a conclusão de curso de graduação e confere grau ao formado. Sua aplicação é efetivada com aluno regular que tenha integralizado o currículo do respectivo curso. Pontos fundamentais: • O diploma registrado confere ao seu titular todos os direitos e prerrogativas reservados ao exercício profissional da carreira de nível superior; • Para solicitar emissão/registro de diploma, o aluno deverá ter sido previamente identificado pela Coordenação de Registros Escolares como provável formando do período; • A “Relação de Prováveis Formandos do Período” será afixada em mural da Coordenação de Registros Escolares e no site da Instituição; • A Coordenação de Registros Escolares fará a integralização curricular do aluno considerando os registros que constam do “Histórico Escolar” e do “Histórico do Período”, e confrontando-os com o currículo do curso e o período de acompanhamento curricular; • O aluno que se julgar na condição de provável formando e não tiver sido identificado pela Coordenação de Registros Escolares deverá procurar o Departamento de Desenvolvimento Educacional para verificação das pertinências de conclusão do curso; • A habilitação concluída será averbada no verso do Diploma; • O aluno DCS (Portador de Diploma de Curso Superior) que estiver concluindo nova habilitação do mesmo curso e grau anteriormente obtido deverá solicitar apenas Registro/Averbação de Habilitação; • A emissão de 2ª via do diploma dar-se-á com ônus para o solicitante; • Para a entrega do diploma, o aluno concluinte estará sujeito às seguintes condições: não ter débito junto à Biblioteca, Coordenação-Geral de Assistência ao 45 Educando, Laboratórios e órgãos que emprestem materiais/equipamentos; não ter débito de documentação junto à Coordenação de Registros Escolares, como: Carteira de Identidade, Título de Eleitor e comprovante de votação, Certificado de conclusão do 2º grau ou documento equivalente, Histórico Escolar do Ensino Médio ou documento equivalente, Certificado de Alistamento Militar e Guia de Transferência (se for o caso); bem como ter participado da solenidade de outorga de grau; • Os dados de Diplomação constarão do “Livro de Registro de Diplomas”, de periodicidade semestral. • O aluno receberá o diploma junto à Coordenação de Registros Escolares, no período estabelecido no calendário da Instituição, após verificação da “Ata de Outorga de Grau”. 26. INFRAESTRURA 26.1. ESTRUTURA FÍSICA E RECURSOS PEDAGÓGICOS NO CÂMPUS A infraestrutura física do curso está em acordo com os Referenciais Curriculares Nacionais dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura (BRASIL, 2010) Os equipamentos, laboratórios e recursos disponíveis nos Câmpus estão descritos nas tabelas abaixo, e poderão ser utilizados por todos os alunos dos cursos oferecidos pela Instituição. Quadro 10. Recursos didáticos pedagógicos existentes no Câmpus Rio do Sul – Unidade Urbana Equipamentos Quant. Microcomputadores 60 Projetor Multimídia 20 Impressoras 4 Pontos de Acesso a Rede 2 Quadro 11. Estrutura Física do Câmpus Rio do Sul – Unidade Urbana AMBIENTE Salas de Aula Laboratórios Biblioteca Auditórios Administrativos Nº 13 05 01 01 01 46 Atendimento ao Aluno* Serviços Gerais 01 01 A Instituição conta atualmente com 7 (seis) laboratórios: cinco de informática e um de matemática e um de física, todos equipados e em condições de funcionamento para fins didáticos e de pesquisa. O Laboratório de Educação Matemática será ao mesmo tempo lugar de criação e ensino, dando suporte às aulas dos cursos e a extensões para grupos de professores e escolas da rede escolar. Este laboratório é um espaço com diversos recursos pedagógicos, equipado com materiais didáticos e materiais confeccionados pelos professores e pelos alunos do curso de Matemática-Licenciatura, utilizado nos componentes curriculares de práticas para o ensino e em componentes curriculares específicos do curso. 26.2. DESCRIÇÃO DA BIBLIOTECA E ACERVO BIBLIOGRÁFICO A Biblioteca do Instituto Federal Catarinense - Câmpus Rio do Sul, unidade Urbana, dispõe de uma área de aproximadamente 40 m2, com capacidade de atendimento de 50 usuários por turno (matutino, vespertino e noturno). Conta com uma equipe de 4 (quatro) servidores, sendo 3 (três) efetivos e 1 (um) temporário, responsáveis pela atuação junto a organização e administração da biblioteca, seleção e aquisição de obras em geral, conservação de acervo, estatísticas e relatórios. A Biblioteca mantém-se em funcionamento de segunda a sexta, nos três turnos, das 08 horas às 22 horas sem fechar ao meio-dia. O ambiente climatizado proporciona aos usuários conforto e bem estar além de garantir de forma segura a conservação do acervo, evitando assim a depredação das obras por agentes físicos. A biblioteca possui espaço para uso de notebook facilitando o acesso do usuário a informação, uma vez que o prédio da Biblioteca encontra-se equipado com um moderno sistema de internet sem fio (rede integrada wireless). A Biblioteca da unidade urbana conta com um acervo de mais de 1069 (Hum mil e sessenta e nove) títulos e 2951 (dois mil novecentos e cinquenta e um) exemplares, além de possuir 2 computadores destinados à pesquisa. 47 Quadro 12. Relação de títulos e exemplares existentes no acervo bibliográfico Área de conhecimento Título Exemplar Ciências exatas e da terra 386 1592 Ciências Biológicas 2 3 Engenharia 37 193 Ciências sociais Aplicadas 37 91 Ciências Humanas 339 647 Linguística – Letras 268 425 TOTAL 1069 2951 27. CONSIDERAÇÕES FINAIS Este Projeto é o resultado da construção coletiva de professores, técnicos administrativos e alunos, no que se refere às dimensões que fundamentam a educação, o político e o pedagógico, de um determinado período histórico. Neste sentido, se pensou o político e o pedagógico sempre interligados dialeticamente, com vistas a uma educação que reflita as condições em que vivem os atores do processo educativo, do curso de Licenciatura em Matemática, e a partir disto promover a melhoria das condições sociais da comunidade onde se insere o curso. Por fim, salienta-se que este projeto não está pronto e acabado, já que o mesmo reflete o começo do curso de Matemática-Licenciatura no Instituto Federal Catarinense. Assim, novas mudanças poderão acontecer ao longo do processo, pois o saber é um fazer cotidiano que é sempre dinâmico, provisório e inconcluso. REFERÊNCIAS ALARCÃO, I. Professor-investigador: Que sentido? Que formação? In: B. P. Campos (Ed). Formação profissional de professores no ensino superior (Vol.1, pp. 2131). Porto: Porto Editora. 2001. BRASIL. Ministério da Educação - Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: matemática. Brasília: MEC/SEF, 1997. BRASIL. Educação Profissional: referenciais curriculares nacionais da educação profissional de nível técnico. Ministério da Educação. Brasília: MEC, 2000. 48 BRASIL. Diretrizes curriculares nacionais para formação de professores da educação básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Brasília: Ministério da Educação, 2001. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Educação profissional e tecnológica: legislação básica. 6.ed. Brasília: Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, 2005. BRASIL. Decreto-lei no 73/99/M. Publicada no BO no 44/1999 em 1 de novembro de 1999, p. 4684. < http://bo.io.gov.mo/bo/i/99/44/declei73.asp> acesso em 02/07/2008. BRASIL. Referenciais Curriculares Nacionais dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura Ministério da Educação. Brasília: MEC, 2010. BRASIL. Educação Superior: referenciais curriculares nacionais dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura. Ministério da Educação. Brasília: MEC, 2010. BRASIL. Ministério da Educação. Contribuições para o processo de construção dos cursos de Licenciatura dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. Brasília, 2008. Disponível em http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/ licenciatura_05.pdf, acessado em 13-06-2009. CANDAU, Vera Maria & LELIS, Isabel Alice. A relação teoria-prática na formação do educador. In: CANDAU. Vera Maria. Rumo a uma nova didática. 7. ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 1995. p. 49-63. FIORENTINI, Dario. Alguns modos de ver e conceber o ensino da matemática no Brasil. In: Ver. Zetetiké. 3(4): 1-37. Campinas, CEMPEM/FE – UNICAMP, 1995. INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE. Plano de desenvolvimento institucional-PDI. Blumenau: Instituto Federal Catarinense, maio 2009. INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE. Projeto Político-Pedagógico Institucional-PPI. Blumenau: Instituto Federal Catarinense, maio 2009. INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE CAMPUS RIO DO SUL - SC. Organização didática da EAFRS. Rio do Sul, SC: 2009. INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE CAMPUS RIO DO SUL - SC. Regulamentação de estágio do Instituo Federal Catarinense, campus Rio do Sul. Rio do Sul, SC: 2009. LOPES, Alice C. Políticas de Currículo: Mediação por Grupos Disciplinares de Ensino de Ciências e Matemática. In LOPES & MACEDO (orgs) Currículo de Ciências em Debate. Campinas-SP: Papirus, 2004. PIMENTA, S. G.; LIMA, M. S. L. Estágio e docência. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2004. 49 PIRES, C.M.C. Reflexões sobre os cursos de Matemática, tomando como referência as orientações propostas nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de professores da Educação Básica. Educação Matemática em Revista, São Paulo, SBEM, v. 11A, p. 44-56, abril, 2002. PONTE, João P. da. Investigações matemáticas na sala de aula. Autêntica, Belo Horizonte,2003. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Revista da Universidade Federal de Minas Gerais. Ano 3 - nº. 7 - Julho de 2005 - Edição Vestibular. <http://www.ufmg.br/diversa/7/mundouniversitario.htm> acesso em 02/06/2008. 50 APÊNDICES A1 - Programa das Disciplinas Obrigatórias O desenvolvimento das aulas, disciplinas e avaliação deverá contar com metodologias diversificadas (projetos, modelagem, modelação, resolução de problemas, jogos, oficinas, seminários); além da utilização do laboratório de Educação Matemática e de softwares. 1° Semestre Matemática Fundamental I - 90h Ementa: Conceitos matemáticos do Ensino Fundamental e Médio: Sistema de numeração. Regra de Três. Conjuntos numéricos. Relações. Equação e Função de 1º grau. Equação e Função do 2º grau. Equação e Função modular. Equação e Função Exponencial. Equação e Função Logarítmica. Relações trigonométricas, Equação e Função Trigonométricas. História da Matemática relacionada ao conteúdo. Bibliografia Básica DEMANA, F. D. et al. Pré-Cálculo.Tradução técnica Eliana Crepaldi Yazawa e Aldy Fernandes da Silva. São Paulo: Addison Wesley, 2009. IEZZI, G.; DOLCE, O.; MURAKAMI, C. Fundamentos da Matemática Elementar: logaritmos. São Paulo: Atual, 1996. IEZZI, G. Fundamentos da Matemática Elementar: Trigonometria . Vol.4. São Paulo: Atual, 2004. Bibliografia Complementar BOULOS, Paulo. Pré-cálculo. São Paulo: Pearson Makron Books, 2001. DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. Volume Único. 3.ed. São Paulo: Ática, 2010. FLORIANI, Valdir. Função Logarítmica. Blumenau: Ed. da Furb, 1999. IEZZI, G. Trigonometria. São Paulo: Atual, 2000. v. 3. LDSTEIN, Larry J. LAY, David C.; SCHNEIDER, David I. Matemática Aplicada: Economia, Administração e Contabilidade. 10. ed. Porto Alegre: Bookmann, 2006. Metodologia científica - 30h Ementa: Ciência e conhecimento. Ciência e método científico. A pesquisa científica: método, organização e orientação. Redação e Difusão do conhecimento científico. Bibliografia Básica LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005. PIMENTA, S. G. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 2007. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: 51 Cortez, 2007. Bibliografia Complementar BOOTH, W. C. (et all). A arte da pesquisa. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2005. (número de chamada: 001.42 B725a) PIMENTA, S. G. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1991. PESCUMA, D.; CASTILHO, A. P. F. de. Trabalho acadêmico - o que é? como fazer?: um guia para suas apresentações. São Paulo: Olho d´Água, 2005. PESCUMA, D.; CASTILHO, A. P. F. Projeto de pesquisa - o que é? como fazer?: um guia para sua elaboração. São Paulo: Olho d´Água, 2005. RAMPAZZO, Lino. Metodologia Científica. 3.ed. São Paulo: Loyola, 2005. História da Educação - 60h Ementa: A educação nas diversas épocas. O contexto histórico-social, político e econômico da educação brasileira. História da educação de Santa Catarina. A história da escola no contexto histórico brasileiro. Bibliografia Básica ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da educação e da pedagogia: geral e Brasil. 3.ed.rev. e ampl. São Paulo: Moderna, 2006. CAMBI, F. História da pedagogia. Tradução de Álvaro Lorencini. São Paulo: Fundação Editora da UNESP (FEU), 1999. GADOTTI, M. História das Idéias Pedagógicas. São Paulo: Ática, 2010. Bibliografia Complementar D’AMBRÓSIO, U. Da realidade à ação. São Paulo: Papirus, 1986. FREIRE, P. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. 8. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2009. FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 2010. HILSDORF, M. L. S. História da educação brasileira: leituras. 2. Reimp. São Paulo: Thomson-Learning, 2006. LOPES, Eliane T. e outros, (orgs.) 500 anos de educação no Brasil. Belo Horizonte: Autêntica, 2000. Leitura e Produção de Textos - 60h Ementa: Padrão culto da língua portuguesa. Textos acadêmicos na perspectiva da metodologia científica. Gêneros textuais acadêmicos: Resenha crítica; artigo científico; ensaio; resumo. (PPC – prática como componente curricular). Bibliografia Básica FIORIN, J. L. As astúcias da enunciação: as categorias de pessoa, espaço e tempo. 2. ed. São Paulo:Ática, 2002. HOFFNAGEL, J. C.; DIONÍSIO, Â. P.. Gênero, agência e escrita. São Paulo: Cortez, 2006. pp. 59-77. MACHADO, A. R.; LOUSADA, E.; ABREU-TARDELLI, L. S. (orgs.). Planejar gêneros 52 acadêmicos. São Paulo: Parábola, 2005. Bibliografia Complementar ANTUNES, I. Aula de Português: Encontro & interação. São Paulo: Parábola, Editorial, 2003. CUNHA, C. F. da. Nova gramática do português contemporâneo. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. FIORIN, J. L. As astúcias da enunciação: as categorias de pessoa, espaço e tempo. 2. ed. São Paulo:Ática, 2002. INFANTE, Ulisses. Do texto ao texto: curso prático de leitura e redação . 5. ed. São Paulo: Scipione, 1996. MACHADO, A. R; LOUSADA, E.; ABREU-TARDELLI, L S (orgs.). Resumo. São Paulo: Parábola, 2004. Geometria Plana - 60h Ementa: História da Matemática – Geometria Plana. Noções e Proposições Primitivas. Segmento de Reta. Ângulos. Paralelismo. Perpendicularidade. Triângulos: conceito elementos – classificação, Congruência de Triângulos; Pontos Notáveis de um Triângulo; Semelhança de triângulos, Triângulos Retângulos; Triângulos quaisquer. Quadriláteros Notáveis. Polígonos e seus elementos. Circunferência: ângulos; comprimento. Círculos. Áreas de figuras Planas. Teorema de Tales. Lugares geométricos. Bibliografia Básica DOLCE, O.; POMPEO, J. N. Fundamentos de matemática elementar: geometria plana. 7. ed. São Paulo: Atual, 1999. DANTE, L. R. Matemática. Volume único. São Paulo: Ática, 2005. EUCLIDES. Os Elementos. Tradução e Introdução de Irineu Bicudo. São Paulo: Editora UNESP, 2009. Bibliografia Complementar BARBOSA, J. L. M. Geometria euclidiana plana. Fortaleza: SBM, 1997. BEZERRA, M. J. Matemática para o ensino médio. 5.ed. São Paulo: Scipione, 2001. MARANHÃO, M. C. S. de A . Matemática. São Paulo: Cortez, 1990. OLIVEIRA, E. C. de. Introdução aos métodos da matemática aplicada. Campinas, São Paulo: UNICAMP, 1997. REZENDE, E. Q. F. Geometria Euclidiana plana e construções geométricas, 2. ed. Unicamp. 2008. 53 2° Semestre Matemática Fundamental II - 60h Ementa: Progressões Aritméticas e Geométricas. Números Complexos. Polinômios e Equações Algébricas. Inequações. Análise Combinatória. História da Matemática relacionada ao conteúdo. Bibliografia Básica ÁVILA, G. Variáveis complexas e aplicações. Rio de Janeiro: LTC,1990. DEMANA, F.D. et al. Pré-Cálculo.Trad. téc. Eliana Crepaldi Yazawa e Aldy Fernandes da Silva. São Paulo: Addison Wesley, 2009. HAZZAN, S. Combinatória e Probabilidade. Fundamentos de Matemática Elementar. 5. ed. São Paulo: Atual, 1993. Bibliografia Complementar BOULOS, Paulo. Pré-Cálculo. São Paulo: Pearson Makron Books, 2001. DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. Volume Único. 3.ed. São Paulo: Ática, 2010. DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. V. 1. 4. ed. São Paulo: Ática, 2010. DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. V. 2. 4. ed. São Paulo: Ática, 2010. IEZZI, G. Fundamentos da Matemática Elementar: complexos, polinômios e equações. 7.ed. São Paulo: Atual, 2005. V. 6. Lógica Básica - 30h Ementa: Cálculo proposicional. Cálculo de predicados. Sistemas Dedutivos. Tabelasverdades e árvores de refutação. Prova de Teoremas. Bibliografia Básica ALENCAR, E. Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo:Nobel, 2000. BASTOS, C. L.; KELLER, V. Aprendendo lógica. 5.ed. Petrópolis: Vozes, 1997. DAGHLIAN, J. Lógica e Álgebra de Boole. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995. Bibliografia Complementar ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Porto Alegre: Bookman, 2000. v. 1. ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Porto Alegre: Bookman, 2000. v. 2. COPI, I. Introdução lógica. 2.ed. São Paulo: Mestre Jou, 1978. FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A e B. Editora Prentice Hall Brasil, 2006. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo .Rio de Janeiro: LTC, 2001. v. 1. 54 Informática Básica - 60h Ementa: Conceitos de Matemática Computacional. Máquinas de Estado (Modelo de Turing). Algoritmos: conceito e especificação. Técnicas de Programação. Estruturas de Dados. Indução, Iteração e Recursão. Desenvolvimento de aplicações matemáticas. Bibliografia Básica MANZANO, André Luiz N. G; MANZANO, Maria Izabel Navarro Garcia. Estudo dirigido de informática básica. 7. ed. rev. e ampl. São Paulo: Érica, 2010. RUGGIERO, M. A. G. Cálculo Numérico: aspectos teóricos e computacionais. São Paulo: MARKRON Books, 1996. TAJRA, S. F. Informática na educação: novas ferramentas pedagógicas para o professor na atualidade. 8. ed. rev. e ampl. São Paulo: Editora Érica, 2008. Bibliografia Complementar ALBERTIN, A. L. Administração de informática: funções e fatores críticos de sucesso. 4. ed., atual. e ampl. São Paulo, SP: Atlas, 2002. ALCALDE, L. E.; GARCIA LOPEZ, Miguel; PEÑUELAS FERNANDEZ, Salvador. Informática básica. São Paulo: Makron Bocks, 1991. CORMEN, T. H. Algoritmos e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. TAJRA, S. Informática na Educação. 7.ed. São Paulo: Érica, 2007. VELLOSO, F, de C. Informática - conceitos básicos. Rio de Janeiro: Campus, 2002. Geometria Espacial - 60h Ementa: História da Matemática - Geometria Espacial. Determinação de Plano. Posições relativas de planos e retas. Paralelismo e Perpendicularidade. Diedros e Triedros. Poliedros Convexos. Cilindro, Cone e Esfera. Sólidos Semelhantes: Troncos. Áreas e Volumes. Representação plana de objetos tridimensionais. Bibliografia Básica CARVALHO, P. C. P. Introdução à geometria espacial. Coleção do Professor de Matemática. SBM, 2005. DOLCE, O.; POMPEO, J. N. Fundamentos de matemática elementar: geometria espacial. São Paulo: Atual, 1997. MONTGOMERY, M.; SHULTE, A. P. (orgs.). Aprendendo e ensinando geometria. São Paulo: Atual, 1994. Bibliografia Complementar FLORES, C. R. Olhar, saber, representar: sobre a representação em perspectiva. São Paulo: Musa, 2007. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo .Rio de Janeiro: LTC, 2001. v. 1. LIMA, E. L. Medida e forma em geometria. Coleção do Professor de Matemática. SBM, 1991. POLYA, G. A arte de resolver problemas. trad. de Heitor Lisboa de Araújo. Rio de Janeiro: Interciência, 1978. 55 WAGNER, E. Construções geométricas. São Paulo: SBM, 1998. Teorias Educacionais e Curriculares - 60h Ementa: Teorias educacionais e curriculares e suas relações com as práticas pedagógicas. Correntes pedagógicas e curriculares. Currículo à luz das diferentes concepções curriculares. Novos paradigmas teóricos e curriculares. Bibliografia Básica COSTA, M. V. (org.). O currículo nos limiares do contemporâneo. Rio de Janeiro: DP&A, 2001. FREIRE, P. Política e educação. São Paulo: Cortez, 2000. SILVA, T, T. Documentos de Identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 2003. Bibliografia Complementar FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1997. GADOTTI, M. História das idéias pedagógicas. São Paulo: Ática, 2003. LOPES, A, C. e MACEDO, E. Currículo: debates contemporâneos. São Paulo: Cortez, 2002. (Série cultura, memória e currículo). v. 2. VEIGA-NETO, Alfredo. Crítica pós-estruturalista e educação. Porto Alegre: Sulina, 1995. VIGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 7. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. Educação e Mundo do Trabalho - 30h Ementa: As inter-relações entre Educação e Trabalho. Trabalho e produção capitalista. Educação e crise. Os movimentos sociais, rural e urbano, a cultura afro-brasileira e a questão indígena no campo educacional. Bibliografia Básica FERRETTI, C. J. (org.). Trabalho, formação e currículo. São Paulo: Xamã, 1999. FRIGOTTO, G.; CIAVATTA, M. (org). A experiência do trabalho e a educação básica. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. MELLO, G. N. de. Cidadania e competitividade: desafios educacionais do terceiro milênio. Colaboração Madza Julita Nogueira. 7.ed. São Paulo: Cortez, 1998. Bibliografia Complementar KOBER, C. M. Qualificação profissional: uma tarefa de Sísifo. Campinas: Autores Associados, 2004. LOMBARDI, J. C.; SAVIANI, D.; SANFELICE, J. L. (orgs.). Capitalismo, trabalho e educação. 3.ed. Campinas: Autores Associados, 2005. MARKET, W. Trabalho, comunicação e competência: contribuições para a construção crítica de um conceito e para a formação do profissional transformativo. 56 Campinas: Autores Associados, 2004. MÉSZÁROS, I. A educação para além do capital. São Paulo: Boitempo, 2005. MORIN, E. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento . 18. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. 3° Semestre Cálculo I - 60h Ementa: Sequências numéricas, Sequências monótonas e limitadas. Limite de uma sequência. Limite e Continuidade de Funções. Derivada. Aplicações da Derivada: Comportamento de Funções e Regra de L’hôpital. Bibliografia Básica ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Porto Alegre: Bookman, 2000. v. 1. FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 6.d. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. São Paulo: Harbra, do 1994. v. 1. Bibliografia Complementar NUNEM, M.A.; FOULIS, D.J. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 2011. BOULOS, P. Cálculo diferencial e Integral. São Paulo: Pearsom Makron Books, 1999. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo .Rio de Janeiro: LTC, 2001. v.1. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo .Rio de Janeiro: LTC, 2001. v.2. LAURENCE, D. H.; BRADLEY, G. L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2010. Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Formação e da Atuação Docente - 60h Ementa: Educação formal e não formal. Bases epistemológicas da formação docente. Didática na formação do professor. Construção didático-pedagógica do conhecimento. O docente como profissional e sujeito da educação. (PCC – prática como componente curricular). Bibliografia Básica MACHADO, N. J. Epistemologia e didática. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2000. PIMENTA, S. G. (org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo: Cortez, 1999. (Coleção Docência em formação. Série Saberes Pedagógicos). VEIGA, I. P. Didática: o ensino e suas relações. São Paulo: Papirus, 1996. Bibliografia Complementar BICUDO, M. A. V. et al. Formação do educador e avaliação educacional – avaliação institucional, ensino e aprendizagem. São Paulo: UNESP, 1999. (Seminários & Debates) v. 4. D’AMBRÓSIO, U. Da realidade à ação. São Paulo: Papirus, 1986. CANDAU, Vera Maria (org.) Rumo a uma nova didática. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1990. 57 LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 2000. ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. Física I - 60h Ementa: Mecânica. Hidrostática. Hidrodinâmica. Termodinâmica. Abordagem histórica. Instrumentos pedagógicos para a contextualização do conhecimento. Bibliografia Básica HEWITT, P. G. Física conceitual. Porto Alegre: Bookman, 2002. SEARS, F. W.& ZEMANSKI, M. W., YOUNG, H. D. & FREEDMAN. Física I: mecânica. São Paulo: Addison Wesley, 2008. SEARS, Francis Weston & ZEMANSKI, Mark W., YOUNG, Hugh D. & FREEDMAN. Física II: termodinâmica e ondas. São Paulo: Addison Wesley, 2008. Bibliografia Complementar HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física: mecânica v. 1. Rio do Janeiro: LTC, 2009. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física: Termodinâmica e óptica v. 2. Rio do Janeiro: LTC, 2009. MÁXIMO, A. & ALVARENGA, B. Curso de física. V. 02. 4. ed. São Paulo: Scipione, 1997. MÁXIMO, Antônio & ALVARENGA, Beatriz. Curso de física. v. 01. 4. ed. São Paulo: Scipione, 1997. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica - V. 1. Edgard Blucher, 1997. Geometria Analítica - 60h Ementa: Noções de vetores no R2 e R3. Plano Cartesiano e Coordenadas cartesianas no plano. Estudo da reta no plano e no espaço. Estudo do plano. Posição relativa de retas e planos. Cônicas. Quadráticas. Bibliografia Básica ANTON, H. Álgebra linear com aplicações. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. BOULOS, P. Geometria analítica: um tratamento vetorial. São Paulo: Editora McGrawHill Ltda, 1987. STEINBRUCH, A. Geometria analítica plana. São Paulo: Editora McGraw-Hill Ltda, 1991. Bibliografia Complementar DANTE, L. R. Matemática. São Paulo: Ática, 2005. EZZI, G. Fundamentos da matemática elementar – geometria analítica. São Paulo: Atual, 1993. GIOVANI, JR.; BONJORNO, J. R.; GIOVANI JR, J. R. Matemática fundamental, uma nova abordagem. Editora FTD, 2002. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. São Paulo: Harbra&Row do Brasil, 1977.v. 1. 58 LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. São Paulo: Harbra&Row do Brasil, 1977.v. 2. Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem - 60h Ementa: Escolas clássicas em psicologia e a relação com ensino e aprendizagem. Inter-relação entre a Psicologia e a Educação. Processo psicológico de aprendizagem e inter-relação com as dimensões biológicas, socioculturais, afetivas e cognitivas. O desenvolvimento humano e as características individuais no processo de aprendizagem. Teorias da aprendizagem e relações com as concepções de desenvolvimento. (PCC – prática como componente curricular). Bibliografia Básica KELLER, F. S. Aprendizagem: teoria do reforço. São Paulo: EPU, 1973. VIGOTSKY, L. S.; LÚRIA, A. R.; LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Ícone, 1988. WALLON, Henry. A evolução psicológica da criança. São Paulo: Martins Fontes, 2007. Bibliografia Complementar DAVIS, C.; OLIVEIRA, Z. M. R. Psicologia na educação. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1994. GROSSI, E. P.; BORDIN, J.(Org). Construtivismo pós-piagetiano: um novo paradigma sobre aprendizagem . 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. NOGUEIRA, A. L. H. A linguagem e o outro no espaço escolar: Vygotsky e a construção do conhecimento. 9. ed. São Paulo: Papirus, 2003. OLIVEIRA, M. K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: um processo sóciohistórico. São Paulo: Scipione, 1997. VIGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 7. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. 4° Semestre Física II - 60h Ementa: Eletricidade. Magnetismo. Ótica. Abordagem pedagógicos para a contextualização do conhecimento. histórica. Instrumentos Bibliografia Básica HEWITT, P. G. Física conceitual. Porto Alegre: Bookman, 2002. SEARS, F. W. & ZEMANSKI, M. W., YOUNG, H. D. & FREEDMAN. Física IV: ótica e física moderna. São Paulo: Addison Wesley, 2008. SEARS, F. W. & ZEMANSKI, M. W., YOUNG, Hugh D. & FREEDMAN. Física III: eletromagnetismo. São Paulo: Addison Wesley, 2008. Bibliografia Complementar HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física: eletromagnetismo. v. 3. Rio do Janeiro: LTC, 2009. 59 HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física: óptica, física moderna. v. 4. Rio do Janeiro: LTC, 2009. MÁXIMO, Antônio & ALVARENGA, Beatriz. Curso de física. v. 02. 4. ed. São Paulo: Scipione, 1997. MÁXIMO, Antônio & ALVARENGA, Beatriz. Curso de física. v. 03. 4. ed. São Paulo: Scipione, 1997. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica – Eletromagnetismo. v. 3. Edgard Blucher, 1997. Cálculo II - 60h Ementa: Funções Contínuas por Partes. Somas de Riemann. Integral indefinida e definida. Técnicas de Integração. Aplicações da Integral. Coordenadas Polares. Cálculo de Área por Coordenadas Polares. Bibliografia Básica ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Porto Alegre: Bookman, 2000. v. 1 e 2. FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A e B. Editora Prentice Hall Brasil, 2006. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. São Paulo: Harbra&Row do Brasil, 1977.v. 1 e 2. Bibliografia Complementar BATSCHELE, E. Introdução à matemática para biocientistas. Rio de Janeiro: Interciência, 1978. BOULOS, P. Cálculo diferencial e Integral. São Paulo: Pearsom Makron Books, 1999. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo .Rio de Janeiro: LTC, 2001. v. 1. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo .Rio de Janeiro: LTC, 2001. v. 2. LAURENCE, D. H.; BRADLEY, G. L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações Rio de Janeiro: LTC, 2010. Álgebra linear I - 60h Ementa: Matrizes, determinantes e sistemas lineares. Vetores. Espaços Vetoriais. Espaços Vetoriais Euclidianos. Bibliografia Básica ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra linear com aplicações. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. BOLDRINI, J. L. Álgebra linear. 2. ed. ampl. e rev. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1980. CAMARGO, I.; BOULOS, P. Geometria analítica: um tratamento vetorial. 3. ed. São Paulo: Pearson, 2005. Bibliografia Complementar CAROLI, A.; CALLIOLI, C. A.; FEITOSA, M. O. Matrizes, vetores, geometria analítica: teoria e exercícios. São Paulo: Nobel, 1984. 60 LANG, S. Álgebra linear. São Paulo: Edgard Blucher LTDA, 1971. LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. LIPSCHUTZ, S. Álgebra linear: teoria e problemas. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Pearson Makron Books, 2004. STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Álgebra linear. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill, Pearson Makron Books, 1987. Metodologia do Ensino de Matemática na Educação Básica I - 60h Ementa: Aspectos de conteúdos e metodologias para o ensino de matemática nas séries finais do ensino fundamental. Tendências em Educação Matemática. Parâmetros Curriculares Nacionais, Proposta Curricular do Estado de Santa Catarina. Livros didáticos (PCC – prática como componente curricular). Bibliografia Básica BECKER, F. Epistemologia do professor de matemática. Petrópolis, RJ: Ed. Vozes, 2012. BICUDO, M. A. V.; BORBA, M. C. (org.). Educação matemática: pesquisa em movimento. São Paulo: Cortez, 2004. MACHADO, N. J.; CUNHA, M. O. (orgs). Linguagem e conhecimento matemático: ensaios de epistemologia e didática. São Paulo: Escrituras Editora, 2003. Bibliografia complementar BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1997. D'AMBROSIO, U. Da realidade à ação: reflexos sobre Educação Matemática. Campinas: UNICAMP, 1986. DEMO, P. Desafios modernos da educação. Petrópolis: Vozes, 1996. MARQUES, M. O. Aprendizagem na mediação social do aprendido e da docência. 2.ed. Ijuí: UNIJUÍ, 2000. SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da Educação e do Desporto. Proposta Curricular de Santa Catarina: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio: Disciplinas curriculares. Florianópolis: COGEN, 1998. Avaliação – 45h Ementa: Avaliação e suas formas. Avaliação como parte integrante do processo pedagógico (PCC – prática como componente curricular). Bibliografia Básica HOFFMANN, J. M. L. Avaliação: mito & desafio: uma perspectiva construtivista. 40. ed. Porto Alegre: Mediação, 2010. LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar: Estudos e proposições. São Paulo: Cortez, 1999. RAPHAEL, S.; KESTER, C. (orgs.). Avaliação sob exame. 9.ed. Campinas: Autores Associados, 2008. Bibliografia Complementar 61 GANDIN, D. Planejamento como prática educativa. São Paulo: Edições Loyola, 2010. HOFFMANN, J. M. L. Avaliar: respeitar primeiro, educar depois. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2010. HOFFMANN, J. M. L. Avaliar para promover: as setas do caminho. 14. ed. Porto Alegre: Mediação, 2011. SAUL, A. M. Avaliação emancipatória: desafio à teoria e à prática de avaliação e reformulação de currículo. 5.ed. São Paulo: Cortez, 2000. VASCONCELLOS, C. S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto político-pedagógico – elementos metodológicos para elaboração e realização. 10. ed. São Paulo: Libertad, 2002. Concepções em Educação Matemática - 30h Ementa: A matemática e a educação matemática enquanto áreas de conhecimento. A Educação Matemática no Brasil. Pesquisas brasileiras em Educação Matemática. Bibliografia Básica BICUDO, M. A. V.; BORBA, M. C. Educação matemática: pesquisa em movimento. 2. ed. revisada. São Paulo: Cortez, 2005. FIORENTINI, D. & LORENZATO, S. Investigação em educação matemática: percursos teóricos e metodológicos. 3 ed. rev. Campinas- SP: Autores associados, 2009. (Coleção Formação de Professores). SKOVSMOSE, O. Educação crítica: incerteza, matemática, responsabilidade. São Paulo: Cortez, 2007. Bibliografia Complementar _________. Desafios da reflexão em educação matemática crítica. Campinas: Papirus, 2008. BICUDO A. M. V. (org). Pesquisa em Educação Matemática: concepções & perspectivas. São Paulo: UNESP, 1999.a D’AMBROSIO. U. Da realidade à ação: reflexões sobre Educação Matemática. São Paulo: Summus, 1986. MACHADO, S. D. A. Educação Matemática: uma (nova) introdução. 3. ed. São Paulo: EDUC, 2010. SKOVSMOSE, O. Educação matemática crítica: a questão da democracia. Campinas: Papirus, 2001. 5° Semestre Metodologia do Ensino de Matemática na Educação Básica II - 60h Ementa: Aspectos de conteúdos e metodologias para o ensino de matemática no Ensino Médio. Tendências em Educação Matemática. Parâmetros Curriculares Nacionais, Proposta Curricular do Estado de Santa Catarina. Livros didáticos. Bibliografia Básica BARALDI, Ivete Maria. Matemática na escola: que ciência é esta? Bauru: EDUSC, 1999. 62 MACHADO, S. A. (org.). Educação matemática: uma introdução. São Paulo: EDUC, 1999. PAIS, L. C. Didática da matemática: uma análise da influência francesa. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. Bibliografia Complementar BICUDO, M A. V. (org.). Pesquisa em educação matemática: concepções e perspectivas. São Paulo: UNESP, 1999. CHARLOT, B. Relação com o saber, formação dos professores e globalização: questões para a educação hoje. Porto Alegre: Artmed, 2005. D´AMBROSIO, Ubiratan. Educação matemática: da teoria à prática. 4. ed. São Paulo: Papirus, 1996. (Coleção perspectivas em educação Matemática). PARA, C.; SAIZ, I.(orgs.) Didática da matemática: reflexões psicopedagógicas. Porto Alegre : Artes Médicas, 1996. TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. Cálculo III - 60h Ementa: Séries numéricas. Convergência de Séries e Critérios de Convergência. Expansão de uma Função em séries de Potências. Funções de várias variáveis. Limites; Continuidade. Derivadas parciais. Funções Vetoriais. Gradiente. Máximos e mínimos. Multiplicadores de Lagrange. Bibliografia Básica ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Porto Alegre: Bookman, 2000. v. 1 e 2. FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A e B. Editora Prentice Hall Brasil, 2006. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. São Paulo: Harbra&Row do Brasil, 1977.v. 1 e 2. Bibliografia Complementar BOULOS, P. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Pearsom Makron Books, 1999. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo .Rio de Janeiro: LTC, 2001. v. 1 e 2. LAURENCE, D. H.; BRADLEY, G. L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações Rio de Janeiro: LTC, 2010. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson, 2003. v. 1. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson, 2003. v. 2 Álgebra Linear II - 60h Ementa: Transformações lineares. Mudança de base. Produto interno. Transformações ortogonais. Autovalores e autovetores de um operador. Diagonalização de operadores. Mínimos quadrados. Introdução à programação linear. Bibliografia Básica ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra linear com aplicações. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. 63 BOLDRINI, J. L. Álgebra linear. 2. ed. ampl. e rev. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1980. CAMARGO, I.; BOULOS, P. Geometria analítica: um tratamento vetorial . 3. ed. São Paulo: Pearson, 2005. Bibliografia Complementar CAROLI, A.; CALLIOLI, C. A.; FEITOSA, M. O. Matrizes, vetores, geometria analítica: teoria e exercícios. São Paulo: Nobel, 1984. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. LANG, S. Álgebra Linear. São Paulo: Edgard Blucher LTDA, 1971. LIPSCHUTZ, S. Álgebra linear: teoria e problemas. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Pearson Makron Books, 2004. STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Álgebra linear. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill, Pearson Makron Books, 1987. Laboratório de prática de ensino-aprendizagem I - 60h Ementa: Fundamentação teórica. Recursos didáticos: criação, aplicação e Produção textual. Procedimentos Metodológicos para o ensino de matemática nas séries finais do ensino fundamental. (PCC – prática como componente curricular). Bibliografia Básica FIORENTINI, D.; LORENZATO, S. Investigação em educação matemática: percursos teóricos e metodológicos. Campinas: Autores Associados, 2006. LORENZATO, S. (Org.) O laboratório de ensino de matemática na formação de professores. Campinas: Autores Associados, 2006. POLYA, G. A arte de resolver problemas: um novo aspecto matemático. Rio de Janeiro: Interciência, 1995. Bibliografia Complementar D’AMBROSIO. U. Da realidade à ação: reflexões sobre educação matemática. São Paulo: Summus, 1986. MOREIRA, P. C. DAVID, M. M. M. S. Formação matemática do professor – Licenciatura e prática docente escolar. Belo Horizonte: Autêntica, 2011. MIGUEL A. MIORIM M. A. História na educação matemática: propostas e desafios. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2011. MURARI, C. & BARBOSA, R. M. Conexões e educação matemática: belas formas em caleidoscópios, caleidosciclos e caleidostrótons. Vol. 3. Belo Horizonte: Autêntica, 2011. SILVA. M. S. Clube de matemática: jogos educativos. 6. Ed. São Paulo: Papirus, 2011. Estágio Supervisionado I - 60h Ementa: Escolas e turmas das séries finais do ensino fundamental (observação). Projeto pedagógico da escola de ensino fundamental. Plano de ensino de matemática das séries finais do ensino fundamental. Pré-projeto de docência para as séries finais do ensino fundamental. Socialização do Estágio I. Bibliografia Básica 64 ANDRÉ, M. (Org.). O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Campinas: Papirus, 2000. PIMENTA, S. G. (org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo: Cortez, 1999. (Coleção Docência em formação. Série Saberes Pedagógicos). PIMENTA, S. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática? São Paulo: Cortez, 2006. Bibliografia complementar DEMO, P. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1990. FREIRE, P. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. 8. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2009. NOGUEIRA, A. L. H. A linguagem e o outro no espaço escolar: Vygotsky e a construção do conhecimento. 9. ed. São Paulo: Papirus, 2003. VEIGA, I. P. A.; FONSECA, M. (Org.). Dimensões do projeto político-pedagógico: novos desafios para a escola. Campinas: Papirus, 2001. (Papirus). VIGOTSKY, L. S.; LÚRIA, A. R.; LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Ícone, 1988. 6° Semestre Pesquisa em Educação - 60h Ementa: Ciência e conhecimento. Atitude e pesquisa em educação. (PCC – prática como componente curricular). Bibliografia Básica DEMO, P. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1990. PIMENTA, S. G. Educar pela pesquisa. 8.ed. Campinas: Autores Associados, 2007. ZAMBONI, S. A pesquisa em arte: um paralelo entre arte e ciência. 3. ed. rev. Campinas:Autores Associados, 2006. (Coleção polêmicas de nosso tempo, 59). Bibliografia Complementar BOOTH, W. C. (et all). A arte da pesquisa. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2005. COSTA, M. V. Caminhos investigativos II: outros modos de pensar e fazer pesquisa em educação. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007. PESCUMA, D.; CASTILHO, A. P. F. Referências bibliográficas: um guia para documentar suas pesquisas. 4. ed. São Paulo: Olho d´Água, 2003. PESCUMA, D.; CASTILHO, A. P. F. Projeto de pesquisa - o que é? como fazer?: um guia para sua elaboração. São Paulo: Olho d´Água, 2005. SANTOS, B. de S. Um discurso sobre as ciências. 12. ed. Porto: Afrontamento, 2002. Cálculo IV - 60h Ementa: Coordenada polares, cilíndricas e esféricas. Transformações. Matrizes 65 Jacobianas. Integração de funções de várias variáveis. Mudanças de coordenadas em integrais. Integral de linha. Bibliografia Básica ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Porto Alegre: Bookman, 2000. v. 1 e 2. FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A e B. Editora Prentice Hall Brasil, 2006. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. São Paulo: Harbra&Row do Brasil, 1977.v. 1 e 2. Bibliografia Complementar BOULOS, P. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Pearsom Makron Books, 1999. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo .Rio de Janeiro: LTC, 2001. v. 1 e 2. MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1982. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson, 2003. v. 1. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson, 2003. v. 2. Educação Inclusiva - 60h Ementa: Aspectos históricos da educação “inclusiva”. Processos de inclusão e exclusão escolar. Políticas e práticas para o atendimento educacional do educando com necessidades especiais. Formas organizativas do trabalho pedagógico e sua relação com os processos de inclusão e exclusão escolar relacionado aos educandos com necessidades especiais. Bibliografia Básica JESUS, D. M.; BAPTISTA, C. R.; BARRETO, M. A. S. C.; VICTOR, S. L. (Orgs.) Inclusão, práticas pedagógicas e trajetórias de pesquisa. Porto Alegre: Mediação, 2007. SKLIAR, C. (Org.). Educação e exclusão – Abordagens sócio-antropológicas em educação especial. 5. Ed. Porto Alegre: Editora Mediação, 1997. VIGOTSKY, L.S.; LÚRIA, A. R.; LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Ícone, 1988. Bibliografia Complementar ARAÚJO, U. F. et al. Programa ética e cidadania: construindo valores na escola e na sociedade: relações étnico-raciais e de gênero. Brasília, DF: Secretaria de Educação Básica, 2007. 4v. BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Brasília. Secretaria de Educação Especial – MEC – SEESP, 2001. CARVALHO, R. Educação inclusiva com os pingos nos is. Porto Alegre: Mediação, 2004. BUENO, J. G. S.; MENDES, G.M.L; SANTOS, R.A. dos (Orgs.) Deficiência e escolarização: novas perspectivas de análise. Junqueira e Marín, Araraquara, SP; Brasília, D. F., 2008. 66 MANTOAN, M. T. E.; PRIETO, R. G. Inclusão escolar: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, 2006. Equações Diferenciais Ordinárias - 60h Ementa: Equações diferenciais de 1ª ordem; Campo Vetorial; Equações Diferenciais Separáveis; Equações Diferencias Lineares de 1ª ordem e o fator integrante. Equações Diferencias Lineares de 2ª ordem; EDL homogêneas; Princípio da superposição; Transformada de Laplace; Resolução de EDO´s utilizando transformada de Laplace. Bibliografia Básica SIMMONS, G. Equações diferenciais: teoria, técnica e prática. Mcgraw Hill Brasil, 2007. BOYCE, W. E.; DIPRIMA, R. C. Equações diferenciais elementares e problemas. Editora LTC, 2006. ZILL, D. G. Equações diferenciais. Editora Thomson Pioneira, 2003. Bibliografia Complementar DOERING, C. I.; LOPES, A. O. Equações diferenciais ordinárias. Rio de Janeiro: IMPA, 2012. BASSANEZI, R. C. Ensino-aprendizagem com modelagem matemática: uma nova estratégia. São Paulo: Contexto, 2002. LAURENCE, D. H.; BRADLEY, G. L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações – Tópicos Avançados. Rio de Janeiro: LTC, 2010. OLIVEIRA, E. C.; MAIORINO, J. E. Introdução aos métodos da matemática aplicada. São Paulo: UNICAMP, 2003. ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Porto Alegre: Bookman, 2000. v. 2. Estágio Supervisionado II - 150h Ementa: Projeto de docência para as séries finais do ensino fundamental. Plano de aulas/intervenções para as séries finais do ensino fundamental. Docência nas séries finais do ensino fundamental. Relatório de Estágio II. Socialização do Estágio II. Bibliografia Básica D’AMBRÓSIO, U. Da realidade à ação. São Paulo: Papirus, 1986. PIMENTA, S. G. (org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo: Cortez, 1999. (Coleção Docência em formação. Série Saberes Pedagógicos). PIMENTA, S. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática? São Paulo: Cortez, 2006. Bibliografia Complementar BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental (Matemática). Brasília: MEC/SEF, 1997. BENIGNA, M. F. V. B. Projeto de intervenção na escola: mantendo as aprendizagens em dia. Campinas: Papirus, 2012. (Papirus). GROSSI, Esther Pillar; B., Jussara (Org). Construtivismo pós-piagetiano: um novo 67 paradigma sobre aprendizagem . 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. OLIVEIRA, Martha Kohl De. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: um processo sócio-histórico . São Paulo: Scipione, 1997. VEIGA, I. P. A.; FONSECA, M. (Org.). Dimensões do projeto político-pedagógico: novos desafios para a escola. Campinas: Papirus, 2001. (Papirus). 7° Semestre Sociologia da Educação - 30h Ementa: A construção do pensamento sociológico. Olhar sociológico sobre a escola. O lugar da escola na modernidade e na contemporaneidade. A Escola: dinâmicas, atores, processos e contextos. (prática como componente curricular) Bibliografia Básica MARX, K. E ENGELS, F. Textos sobre educação e ensino. Centauro, 2004. MÉSZÁROS, I. A educação para além do capital. 2. ed. São Paulo: Boitempo, 2010. RODRIGUES, A. T. Sociologia da educação. 7. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2007. Bibliografia Complementar BOURDIEU, P. Escritos de educação. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1999. BOURDIEU, P. A reprodução: elementos para uma teoria do sistema de ensino. 2. ed. Rio de Janeiro: F. Alves, 1982. FRIEDRICH E. A origem da família, da propriedade privada e do Estado. 15. ed. São Paulo: Escala Educacional, 2009. FREIRE, P. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. 8. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2009. SAVIANI, D. Escola e democracia. 41. ed. Campinas: Autores Associados, 2009. Educação matemática e tecnologias - 60h Ementa: Análise e proposta de utilização de diferentes softwares para o ensino e aprendizagem da Matemática. Análise de sites web na área de Educação Matemática e suas possíveis aplicações. Construção de referencial teórico na área de tecnologia informática aplicada à Educação Matemática (prática como componente curricular) Bibliografia Básica BICUDO M. A. V. & BORBA, M. de C. (Orgs). Educação matemática: pesquisa em movimento. São Paulo: Cortez, 2004. BORBA, M. & PENTEADO, M. G. Informática e educação matemática. Coleção Tendências em Educação Matemática. 2.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. Disponível em editora autêntica. KENSKI, V. M. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas: Papirus, 2008. Bibliografia Complementar BAZZO, Walter Antonio. Ciência, tecnologia e sociedade e o contexto da educação tecnológica. 3.ed. ver. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2011. 68 BICUDO, M. A. V. & ROSA, M. Realidade e cibermundo: horizontes filosóficos e educacionais antevistos. Canoas, RS: Editora da Ulbra, 2010. DEMO, P. Formação permanente e tecnologias educacionais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006. KALINKE, M. A. Internet na educação. Curitiba: Chain, 2003. MACHADO, S. D. A (Org). Educação matemática: uma (nova) introdução. 3. ed. São Paulo: EDUC, 2010. Cálculo Numérico - 60h Ementa: Erros. Solução de equações algébricas e transcendentes. Solução de equações polinomiais. Solução de sistemas e equações lineares. Interpolação e diferenciação. Ajuste de curvas. Integração numérica. Solução numérica de equações diferenciais. Estudo de construção de algoritmos e implementação em linguagem de Programação. Bibliografia Básica BARROSO, C. L.; BARROSO M. M. A; CAMPOS F. F.; C M. L. B.; MAIA M. L. Cálculo numérico. 2. ed. São Paulo: Harbra, 1987. BURDEN, R, L.; FAIRES, J. D. Análise numérica. São Paulo: Thompson, 2003. SPERANDIO, D; MENDES, J T; SILVA, L. H. M. Cálculo numérico: características matemáticas e computacionais dos métodos numéricos. São Paulo: Prentice Hall, 2003. Bibliografia Complementar ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Porto Alegre: Bookman, 2000. v. 2. ARENALES, S. H. V.; DAREZZO, A. Cálculo numérico. São Paulo: Thomson Pioneira, 2007. BURIAN, R.; LIMA, A. C. Cálculo numérico. São Paulo: LTC, 2007. CUNHA, M. C. C., Métodos numéricos. 2.ed. Campinas: UNICAMP, 2003. SCHERER, C. Métodos computacionais da física. São Paulo: Livraria da Física da USP, 2005. Filosofia da Educação - 60h Ementa: Educação e filosofia. Processo educativo e suas relações com a ciência ao longo da história da humanidade ocidental. Razão, ética e epistemologia. Bibliografia Básica CHAUI, Marilena. Introdução à história da filosofia. Volume I. Dos Pré-Socráticos a Aristóteles. Editora Companhia da Letras, 2007. CHAUI, Marilena. Introdução à história da filosofia. Volume II. Editora Companhia das Letras, 2010. MORIN, E. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento . 18. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. Bibliografia Complementar ARANHA, M. L. A. Filosofia da educação. Editora Moderna, 2002. 69 CHAUÍ, M. Cultura e democracia – o discurso componente e outras falas. São Paulo: Cortez, 1993. PINHEIRO, C. M. Kant e a educação: Reflexões filosóficas. Caxias do Sul: EDUCS, 2007. ROUSSEAU, J. J. Emílio ou da educação. São Paulo: Martins Fontes, 2004. STREZITKOSKI, J. Paulo Freire e a educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2010. Políticas Educacionais - Estruturas e Sistemas - 60h Ementa: A organização do ensino brasileiro. Legislação educacional e as politicas públicas. A implantação das políticas públicas em educação. Sistemas Educacionais. Bibliografia Básica MÉSZÁROS, I. A educação para além do capital. São Paulo: Boitempo, 2005. SAVIANI. D. Da nova LDB ao FUNDEB. 4. ed. Campinas: Autores Associados, 2011. SHIROMA, E. O; MORAES, M. C. M. de; EVANGELISTA, O. Política educacional. Rio de Janeiro, DP&A, 2002. Bibliografia Complementar FERREIRA.Eliza Bartolozzi; OLIVEIRA, Dalila Andrade. (orgs). Crise da escola e políticas educativas. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. GARÓFALO, G. L. PINHO, T. F. (Orgs.). Políticas públicas: limites e possibilidades. São Paulo: Atlas, 2011. MORIN, E. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. 18. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. OLIVEIRA. D.; ROSAR. M. F. F. Política e gestão da educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2002. SAVIANI, Dermeval. Educação brasileira: estrutura e sistema. 8. ed. Campinas/São Paulo: Editores Associados, 2000. Estágio Supervisionado III - 60h Ementa: Escola e turmas do ensino médio (observação). Projeto pedagógico da escola de ensino médio. Plano de ensino de matemática do ensino médio. Pré-projeto de docência para o ensino médio. Socialização do Estágio III. Bibliografia Básica ANDRÉ, M. (Org.). O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Campinas: Papirus, 2000. PIMENTA, S. G. (org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo: Cortez, 1999. (Coleção Docência em formação. Série Saberes Pedagógicos). PIMENTA, S. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática? São Paulo: Cortez, 2006. Bibliografia Complementar DEMO, P. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1990. 70 FREIRE, P. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. 8. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2009. NOGUEIRA, A. L. H. A linguagem e o outro no espaço escolar: Vygotsky e a construção do conhecimento. 9. ed. São Paulo: Papirus, 2003. VEIGA, I. P. A.; FONSECA, M. (Org.). Dimensões do projeto político-pedagógico: novos desafios para a escola. Campinas: Papirus, 2001. VIGOTSKY, L. S.; LÚRIA, A. R.; LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Ícone, 1988. 8° Semestre Laboratório de prática de ensino-aprendizagem II – 60h Ementa: Produção de recursos didáticos: criação, experimentação e testagem. Produção de ensaios teóricos sobre o ensino da matemática. Metodologias alternativas para o ensino de matemática no ensino médio. (prática como componente curricular) Bibliografia Básica MACHADO, N. J. Epistemologia e didática. 4.ed. São Paulo: Cortez, 2000. FIORENTINI, D.; LORENZATO, S. Investigação em educação matemática: percursos teóricos e metodológicos. Campinas: Autores Associados, 2006. LORENZATO, S. (Org.) O laboratório de ensino de matemática na formação de professores. Campinas: Autores Associados, 2006. Bibliografia Complementar SKOVSMOSE, Ole. Educação crítica: incerteza, matemática, responsabilidade. São Paulo: Cortez, 2007. PONTE, J. P. da; BROCARDO, J.; OLIVEIRA, H. Investigações matemáticas na sala de aula. Belo Horizonte: Autêntica, 2003. BARBOSA, R. M. Conexões e Educação Matemática: Brincadeiras, explorações e ações. Vol. 2. Belo Horizonte: Autêntica, 2011. BARBOSA, R. M. Descobrindo a Geometria Fractal: para a sala de aula. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2011. Coleção Tendências em Educação Matemática. MIGUEL A. MIORIM M.A. História na Educação Matemática: Propostas e Desafios. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2011. Estatística e probabilidade - 60h Ementa: Análise descritiva e probabilidade. Amostragem e análise inferencial de dados quantitativos obtidos através de experimentos. Bibliografia Básica LARSON, R.; FARBER, B. Estatística aplicada. 4. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. (519.5 L318e) MAGALHÃES, M. N.; LIMA, A. C.P. Noções de probabilidade e estatística. 7. ed. São Paulo: EDUSP, 2010 (519.5 M188n) MORETTIN, P. A.; BUSSAB, W. O. Estatística básica. 6. ed., rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2010. ( 519.5 M845e) 71 Bibliografia Complementar BARBETTA, P. A. Estatística aplicada às ciências sociais. 5. ed. Florianópolis: UFSC, 2003. HEATH, O. V. S. A estatística na pesquisa científica. São Paulo: E.P.U/EDUSP, 1981. MORETTIN, L. G. Estatística básica: probabilidade e inferência: vol. único. São Paulo: Pearson Addison Wesley, 2010. (519.5 M845e) TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. (519.5 T834i) WALPOLE, Ronald E. Probabilidade & estatística: para engenharia e ciências. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. (519.2 P964) Introdução à Análise - 60h Ementa: Conjuntos Enumeráveis e Não-Enumeráveis. Convergência. Continuidade. Noções Topológicas na Reta. Supremo e Ínfimo. Bibliografia Básica ÁVILA, G. Introdução à análise matemática, 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1999. ELON L L. Curso de Análise. 2. ed. Rio de Janeiro: Projeto, 1985. FIGUEIREDO, D. G. Análise I.2 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. Bibliografia Complementar ELON L L. Analise no espaço Rn. Brasília: Unb, 1970. ELON L L. Análise real. 4 ed. Rio de Janeiro: IMPA, 1999. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo .Rio de Janeiro: LTC, 2001. v. 2. HOFFMANN, L. D. Cálculo: Um curso Moderno e suas Aplicações. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. LAURENCE, D. H.; BRADLEY, G. L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações Rio de Janeiro: LTC, 2010. Libras - 60h Ementa: Língua Brasileira de Sinais: aspectos históricos, legais, linguísticos e pragmáticos; cultura e comunidades surdas; aspectos gramaticais e vocabulário linguístico da libras; vivências práticas da utilização da libras. Bibliografia Básica: MACHADO, P. A política educacional de integração/inclusão: um olhar do egresso surdo. Florianópolis: UFSC, 2008. QUADROS, R. M.. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas. 1997. SKILIAR, C. Atualidade da educação bilíngüe para surdos. Mediação, 1999. v. 1. Bibliografia Complementar FERDANDES, E. Linguagem e surdez. Artmed, 2003. 72 QUADROS, R. M. de & KARNOPP L. B. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artes Médicas, 2004 SANTANA, Ana Paula. Surdez e linguagem: aspectos e implicações neurolingüísticas. São Paulo: Plexus, 2007. SKILIAR, C. Atualidade da educação bilíngüe para surdos. Mediação, 1999. v. 2. STROBEL, Karin. As imagens do outro sobre a cultura surda. Florianópolis: Editora da UFSC, 2008. Estágio Supervisionado IV - 150h Ementa: Projeto de docência para o ensino médio. Plano de aulas/intervenções para o ensino médio. Docência no ensino médio. Relatório de Estágio IV. Artigo de Conclusão dos Estágios. Socialização do Estágio IV. Bibliografia Básica D’AMBRÓSIO, U. Da realidade à ação. São Paulo: Papirus, 1986. PIMENTA, S. G. (org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo: Cortez, 1999. (Coleção Docência em formação. Série Saberes Pedagógicos). PIMENTA, S. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática? São Paulo: Cortez, 2006. Bibliografia Complementar BENIGNA, M. F. V. B. Projeto de intervenção na escola: mantendo as aprendizagens em dia. Campinas: Papirus, 2012. BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (Matemática). Brasília: MEC/SEF, 1997. GROSSI, Esther Pillar; B., Jussara (Org). Construtivismo pós-piagetiano: um novo paradigma sobre aprendizagem . 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. OLIVEIRA, Martha Kohl De. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: um processo sócio-histórico . São Paulo: Scipione, 1997. VEIGA, I. P. A.; FONSECA, M. (Org.). Dimensões do projeto político-pedagógico: novos desafios para a escola. Campinas: Papirus, 2001. 73 A2 - Regulamento de Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURRICULAR OBRIGATÓRIO CURSO DE MATEMÁTICA - LICENCIATURA Dezembro / 2011 74 TÍTULO I – DA IDENTIFICAÇÃO Art. 1o O presente documento regulamenta as atividades de Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório e de Prática como Componente Curricular (Prática de Ensino) do Curso de Matemática – Licenciatura do Campus Rio do Sul do Instituto Federal Catarinense - IFC Art. 2o A regulamentação constante neste documento está de acordo com Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), Projeto Pedagógico Institucional (PPI), Regimento Geral de Estágio do IFC, Regulamento de Estágio do IFC, Orientação Didática dos Cursos Superiores do IFC, Projeto Pedagógico do Curso de Matemática - Licenciatura (PPC), as Diretrizes para a realização de prática de ensino e estágio supervisionado de cursos de licenciatura nas escolas de educação básica da rede pública estadual (SED/DES/DEBP). CAPÍTULO I – BASES LEGAIS Art. 3o O Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório e a Prática como Componente Curricular (Prática de Ensino) na formação de professores estão pautados na legislação vigente: Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Lei no 6.494, de 7 de dezembro de 1977, regulamentada pelo Decreto Lei n o 87.497 de 18 de agosto de 1982 e alterada pela Lei no 8.859, de 23 de março de 1994; Lei no 9.394 de 20 de dezembro de 1996 (LDB); Parecer CNE/CES no 503/98, aprovado em 3 de agosto de 1998; Parecer CNE/CP no 09/2001; Parecer CNE/CP no 27/2001, que dá nova redação ao Parecer CNE/CP no 09/2001; Resolução CNE/CP no 1, de 18 de fevereiro de 2002; Parecer CNE/CES no 197, de 7 de julho de 2004; Parecer CNE/CES no 15, de 2 de fevereiro de 2005; Resolução CNE/CEB no 2, de 4 de abril de 2005, que modifica a redação do § 3o do artigo 5o da Resolução CNE/CEB no 1/2004, até nova manifestação sobre estágio supervisionado pelo Conselho Nacional de Educação. Art. 4º A Lei 11.788, no Artigo 3º § 1o aponta que o “[...] estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos”. § 1o O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho (Lei 11.788). § 2o Os cursos de graduação e de ensino técnico devem definir em seu PPC a modalidade de estágio, coerente com as Diretrizes Curriculares Nacionais e com a filosofia do curso (Regulamento Geral de Estágios do IFC). § 3º As atividades de extensão, de monitorias e de iniciação científica nos cursos superiores, somente poderão ser equiparadas ao estágio em caso de previsão no Projeto Pedagógico do Curso (Lei 11.788). 75 TÍTULO II – DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO Art. 5º O Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório, é aquele definido como tal no projeto do curso, cuja carga horária é requisito para aprovação e obtenção de diploma. Art. 6º De acordo com a Lei 11.788, o estágio, como ato educativo escolar supervisionado, deverá ter acompanhamento efetivo pelo Professor Orientador da instituição de ensino superior e por supervisor da parte concedente. O estágio não cria vínculo empregatício de qualquer natureza, observados os seguintes requisitos: I - matrícula e frequência regular do educando em curso de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e nos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos e atestados pela instituição de ensino; II - celebração de termo de compromisso entre o educando, a parte concedente do estágio e a instituição de ensino; III - compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estágio e aquelas previstas no termo de compromisso. CAPÍTULO I - DOS OBJETIVOS Art. 7º São objetivos do Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório: I - proporcionar ao acadêmico a participação em situações de trabalho e experiências de ensino e de aprendizagem visando a complementação da educação profissional fundamentada pelo desenvolvimento de competências e habilidades (Artigo 5º Regulamento Geral de Estágio do IFC); II - promover a integração entre a realidade acadêmica e sócio-econômico-política como forma de ampliar a qualificação do futuro profissional (Artigo 5º Regulamento Geral de Estágio do IFC); III - integrar o ensino com a realidade, possibilitando a vivência de conhecimentos teóricos e práticos relacionada à sua formação acadêmica; IV - oportunizar ao acadêmico estagiário, situações que possibilitem apresentar sua visão de análise crítica e domínio do conhecimento específico, através da definição de uma proposta de ação; V - incentivar a criação e o desenvolvimento de métodos e processos inovadores, tecnologias e metodologias alternativas, visando atingir as metas do ensino de matemática. VI - integrar atividades de ensino, pesquisa e extensão a partir do desenvolvimento das temáticas observadas nos campos de estágio. CAPÍTULO II – DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Art. 8º A estrutura organizacional para o Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório envolverá, além da IES, Direção de Educação Superior – DIES, Órgão Regional de Educação e Escolas de Educação Básica da Rede Estadual de Ensino: I - Coordenador de Estágios (CIEC); II - Coordenadores de Curso; III - Professor Supervisor dos Estágios (Instituição Concedente ou Unidade de Ensino – UE); 76 IV - Professor da Disciplina de Estágios; V - Professor Orientador de Estágio; VI - Professor Co-orientador de Estágio; VII - Instituição Concedente do estágio – UE; VIII - Professor Regente de Classe da Instituição Concedente – UE; IX - Acadêmicos. Seção I - Do Coordenador de Estágios Art. 9º Ao Coordenador de Estágios competirá: I - estabelecer parcerias com as instituições públicas, privadas e do terceiro setor para a realização do Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório; II - apresentar-se ao órgão regional de educação e às Instituições Concedentes ou Unidades de Ensino; II - providenciar o Termo de Convênio (Anexo I) e os respectivos Termos de Compromisso (Anexo II ou III), junto às instituições públicas, privadas e do terceiro setor para a realização do Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório; III - encaminhar oficialmente os Professores Orientadores de Estágio e acadêmicos aos respectivos campos do estágio; IV - prestar assistência técnico-administrativa aos Professores Orientadores de Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório e acadêmicos, quando houver necessidade; V - apresentar à Supervisão de Educação Superior do Órgão Regional de Educação, no início de cada semestre letivo, a relação dos acadêmicos da Licenciatura em Matemática que estarão em fase de Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório; VI - organizar os acadêmicos, inserindo-os no Campo de Estágio, de forma que possam conhecer a realidade escolar; VII - efetuar seguro de acidentes pessoais para o acadêmico e firmar Termo de Compromisso de Estágio como convenente; VIII - emitir certificado de formação em serviço para o Professor das Unidades de Ensino que participar como Supervisor de Estágio; IX - propor, a qualquer tempo, rescisão do convênio se ocorrer inadimplemento de qualquer uma das condições. Seção II – Do Coordenador de Curso Art. 10. Ao Coordenador de Curso competirá: I - auxiliar no desenvolvimento das atividades de Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório; II - auxiliar na solução de problemas oriundos do Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório com a equipe de professores pertencentes à estrutura organizacional; III - prestar orientação pedagógica aos Professores Orientadores de Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório e acadêmicos, quando houver necessidade; IV - organizar, a cada início de semestre que envolve o estágio, um calendário para realização do Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório e da Prática como Componente Curricular (Prática de Ensino), em comum acordo com o Órgão Regional de Educação; V - apresentar ao Coordenador de Estágios, no início de cada semestre letivo, a relação dos acadêmicos da Licenciatura em Matemática que estarão em fase de estágio; 77 VI - organizar o Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório e a Prática como Componente Curricular (Prática de Ensino) em parceria com o Órgão Regional de Educação e a Unidade de Ensino; VII - promover, junto com os Professores responsáveis pelas disciplinas de Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório, a socialização das atividades do estágio; VIII - elaborar, ao final do semestre, relatório síntese dos estágios realizados e apresentar em reunião regional de avaliação, juntamente com os Supervisores de Educação Superior e de Educação Básica e Profissional; IX - cumprir e fazer cumprir as disposições deste Regulamento e demais atos normativos internos. Seção III – Dos Professores das Disciplinas de Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório Art. 11. Compete aos Professores das Disciplinas de Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório as seguintes atribuições: I - organizar encontros e reuniões, para a definição de ações gerais de planejamento, acompanhamento e avaliação das atividades relacionadas ao Estágio Supervisionado; II - orientar os acadêmicos quanto às vagas disponíveis para o Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório nas Instituições Concedentes ou Unidades de Ensino; III - definir o número de orientandos conforme os Professores Orientadores disponíveis, observando o limite máximo de 04 (quatro) orientações, ou 06 (seis) co-orientações, ou o máximo de 03 (três) orientações mais 03 (três) co-orientações simultâneas; IV - organizar a socialização das etapas II e IV das atividades desenvolvidas nas Instituições Concedentes ou Unidades de Ensino, durante o período de estágio; V - receber as avaliações emitidas pelas Instituições Concedentes ou Unidades de Ensino e Professor Orientador; VI - encaminhar para as Instituições Concedentes e Unidades de Ensino, com antecedência, os programas ou planos de ensino das disciplinas ou projetos de trabalho que serão desenvolvidos no Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório, para ciência e concordância, considerando os Parâmetros Curriculares Nacionais, a Proposta Curricular de Santa Catarina e o Projeto Pedagógico da Instituição Concedente ou Unidade de Ensino; VII - disponibilizar os relatórios finais do Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório e da Prática como Componente Curricular (Prática de Ensino) às Instituições Concedentes ou Unidades de Ensino, campo de estágio; VIII - cumprir e fazer cumprir as disposições deste Regulamento e demais atos normativos internos. Seção IV – Do Professor Orientador do Estágio Art. 12. A Orientação de Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório é obrigatória em todas as etapas dos Estágios Supervisionados e será realizada por Professores do IFC – Câmpus Rio do Sul com o compromisso de visita ao local de estágio, podendo a mesma acontecer de forma ocasional, aleatória ou quando se fizer necessária. Parágrafo único: Nas etapas I e III do Estágio Supervisionado, a orientação preferencialmente será realizada pelo Professor da Disciplina de Estágio. 78 Art. 12. Compete ao Professor Orientador: I - orientar e dar suporte técnico-pedagógico ao acadêmico estagiário nas distintas fases do estágio, acompanhando o desenvolvimento do Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório em intervalos regulares, mediante visitas ou outras formas de comunicação, registrando os dados na ficha de acompanhamento de orientação de estágio. (Anexo IV); II - orientar o planejamento e relatório, indicando os materiais que auxiliem no embasamento teórico-prático, necessário ao desenvolvimento do estágio; III - decidir pela necessidade ou não de escolha de um coorientador em conjunto com o acadêmico; IV - avaliar o plano e relatório antes de encaminhar o estagiário para a próxima etapa do estágio, mediante aprovação; V - participar da socialização do Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório para avaliação de seu orientando; VI - emitir notas referentes às atividades inerentes à orientação e encaminhá-las ao professor da Disciplina de Estágio, conforme formulário (Anexo V); VII - cumprir e fazer cumprir as normas do presente regulamento. Seção V – Do Professor Coorientador do Estágio Art. 14. A coorientação é facultativa e será realizada pelos professores do IFC – Câmpus Rio do Sul sendo de sua competência auxiliar e ou substituir o professor orientador, quando houver necessidade. Seção VI - Da Instituição Concedente do Estágio / Unidade de Ensino Art. 15. Compete à Instituição Concedente do Estágio / Unidade de Ensino, campo de estágio: I - receber o acadêmico e facilitar o acesso às informações e documentos necessários à realização e atualização do diagnóstico da realidade escolar e do estágio; II - inserir os acadêmicos nos projetos, trabalhos específicos, considerando as metas previamente estabelecidas nas Instituições Concedentes / Unidades de Ensino, supervisionadas pelo Órgão Regional de Educação; III - encaminhar o acadêmico para ao professor responsável pelo estágio; IV - informar à IES e ao Órgão Regional de Educação o desempenho do acadêmico; V - orientar e acompanhar os acadêmicos na área de formação pretendida, garantindo professores devidamente habilitados na área de formação do acadêmico; VI - solicitar à IES a suspensão do acadêmico que por motivo de natureza técnica, administrativa ou disciplinar, não for considerado apto a continuar suas atividades de estágio; VII - apresentar o acadêmico aos segmentos da Instituição Concedente de Estágio / Unidade de Ensino; VIII - responsabilizar-se pelo acompanhamento do acadêmico pelo professor regente; IX - acompanhar e avaliar o desempenho do acadêmico; X - garantir o cumprimento da carga horária proposta e assinar a documentação pertinente. 79 Seção VIII – Do professor supervisor do estágio da Instituição Concedente / Unidade de Ensino Art. 16. Compete ao professor supervisor de estágio da Instituição Concedente / Unidade de Ensino: I - acompanhar as atividades que o acadêmico estagiário desenvolve; II - analisar o planejamento elaborado pelo acadêmico e aprovado pelo professor orientador sugerindo alterações, se necessário; III - avaliar o estagiário e preencher os formulários solicitados pelo IFC, logo após a conclusão do estágio. Seção IX – Do Acadêmico Art. 17. Ao acadêmico compete: I - participar de todas as atividades previstas para o Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório; II - apresentar plano de estágio, seguindo o cronograma do mesmo; III - desenvolver as atividades do estágio com responsabilidade, criatividade e senso crítico, respeitando as normas da unidade de ensino, campo de estágio; IV - observar atentamente a aplicação dos princípios de comunicação, relações humanas e ética profissional; V - tomar conhecimento da documentação necessária para a realização do estágio e cumprir o cronograma para entrega dos mesmos e de todas as etapas do Estágio; VI - receber e preencher a documentação necessária levando à Instituição Concedente / Unidade de Ensino e devolvendo ao IFC com as devidas informações e assinaturas; VII - tomar conhecimento da data, local, horário e tempo, das atividades relacionadas ao estágio; VIII - providenciar os recursos materiais necessários para o desenvolvimento do Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório; IX - decidir, em conjunto com o Professor Orientador, pela necessidade ou não de escolha de um coorientador; X - estar presente em todas as orientações agendadas pelo Professor Orientador; XI - elaborar e entregar ao Professor Orientador as produções escritas via impressa e/ou em formato digital, conforme data estipulada no Plano Pedagógico de Ensino da disciplina de estágio; XII - comparecer ao local de estágio, pontualmente, nos dias e horários estipulados; XIII - apresentar à Instituição Concedente / Unidade de Ensino o relatório final de estágio; XIV - informar à Instituição Concedente / Unidade de Ensino sobre possíveis alterações na proposta de estágio; XV - cumprir as normas do presente regulamento e demais normatizações relativas ao Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório do Curso de Matemática – Licenciatura do IFC. Art. 18. No Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório I e III o acadêmico não poderá assumir a docência no campo de estágio. 80 CAPÍTULO III – DA OPERACIONALIZAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURRICULAR OBRIGATÓRIO Art. 19. Para operacionalização do Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório é necessário que se satisfaçam as seguintes condições: Seção I – Da Matrícula Art. 20. O acadêmico deverá estar regularmente matriculado nas disciplinas Estágio Supervisionado I, II, III ou IV. Seção II – Da Frequência Art. 21. A frequência nas disciplinas Estágio Supervisionado I, II, III, IV, obedecerá aos seguintes critérios: I - a frequência exigida para os Estágios Supervisionados I, II, III, e IV, no campo de estágio, será de 100% da carga horária, conforme disposto no cronograma das respectivas disciplinas, para as atividades presenciais do Curso e Pré-projeto de Estágio organizado pelo acadêmico sob a orientação e aprovação do Professor Orientador de Estágio; II - no estágio não há abono de faltas, excetuando-se os casos previstos no Regimento Geral do IFC e na Resolução no51 de 17/12/2010 do Conselho Superior, que dispõe sobre o Regime Especial de Exercício Domiciliar; III - no caso de abono de faltas prevista no inciso anterior, o acadêmico deverá repor a carga horária correspondente ao período de sua ausência, desde que esta reposição seja estabelecida em acordo com o Professor Orientador de Estágio e a Instituição Concedente / Unidade de Ensino, campo de estágio; IV - a frequência do acadêmico em atividades na Instituição Concedente / Unidade de Ensino, campo de estágio, será registrada em formulário próprio (Anexo VI), controlada pelo Professor Supervisor de Estágio e registrada no diário de classe pelo(s) professor(es) da disciplina de Estágio. Seção III – Da Definição do Campo de Estágio Art. 22. Os Estágios poderão ser realizados em estabelecimentos de ensino públicos ou privados e do terceiro setor, em instituições de ensino regular e em diferentes modalidades de ensino que possibilitem a execução da proposta pedagógica programada pelo acadêmico. Art. 23. Será permitida a realização de estágio nas instituições com as quais o IFC mantém convênio ou, na medida do possível, no próprio local de trabalho do acadêmico quando este já leciona. Seção IV - Da Programação e da Duração Art. 24. A programação de Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório do Curso Matemática - Licenciatura compreende um conjunto de atividades previstas no PPC, 81 planejadas pelo Professor Orientador, avalizadas pelo NDE e equipe integrante da estrutura organizacional do estágio. § 1º. Os Estágios Supervisionados I e III poderão ser realizados em duplas, de acordo com as normas deste regulamento. § 2º. Os Estágios Supervisionados II e IV poderão ser realizados em duplas, desde que as atividades sejam elaboradas, acompanhadas e realizadas em tempo integral pela dupla, de maneira ininterrupta, na qual cada estagiário cumpra a carga horária mínima de intervenção na série/ano escolhido. Art. 25. O Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório do Curso Matemática – Licenciatura é um espaço de aprofundamento teórico e prático de diferentes aspectos da educação em matemática, devendo ser orientado por um professor do IFC e corresponde às seguintes etapas, conforme o PPC: I - 1ª Etapa: Estágio Supervisionado I - 60h – subdivididas em: a) Orientações gerais e trocas de experiências entre os acadêmicos conforme plano pedagógico de ensino. b) Observação, em escolas, de turmas das séries finais do ensino fundamental, acompanhado de estudo, análise e reflexão crítica do projeto pedagógico da escola, do plano de ensino de matemática e análise do livro/material didático adotado pela instituição concedente do estágio. c) Organização do esboço do Pré-Projeto de docência. (Anexo VII). II - 2ª Etapa: Estágio Supervisionado II - 150h – Nesta etapa o acadêmico realiza a intervenção, preferencialmente em uma das turmas observadas na etapa I solidificando conhecimentos teóricos adquiridos ao longo do curso e concretizando habilidades profissionais no decorrer da própria atuação docente com orientações gerais e trocas de experiências entre os acadêmicos. Planejamento, intervenção, produção escrita e socialização. III - 3ª Etapa: Estágio Supervisionado III - 60h – subdivididas em: a) Orientações gerais e trocas de experiências entre os acadêmicos conforme plano pedagógico de ensino. b) Observação, em escolas, de turmas das séries do ensino médio, acompanhado de estudo, análise e reflexão crítica do projeto pedagógico da escola, do plano de ensino de matemática e análise do livro/material didático adotado pela instituição concedente do estágio. c) Organização do esboço do Pré-Projeto de docência. (Anexo VII). IV - 4ª Etapa: Estágio Supervisionado IV - 150h – Nesta etapa o acadêmico realiza a intervenção, preferencialmente em uma das turmas observadas na etapa III solidificando conhecimentos teóricos adquiridos ao longo do curso e concretiza habilidades profissionais no decorrer da própria atuação docente com orientações gerais e trocas de experiências entre os acadêmicos. Planejamento, intervenção, produção escrita e socialização. Subseção I – Da Observação 82 Art. 26. A observação compreenderá conhecimento e levantamento da realidade escolar, contando com coleta de dados/informações para intervenção pedagógica, análise reflexiva da prática e produção escrita. Subseção II – Do Planejamento Art. 27. O acadêmico, sob acompanhamento e orientação do Professor Orientador de Estágio, realizará período de observação na Instituição Concedente de Estágio/ Unidade de Ensino, com a finalidade de coletar dados para diagnóstico e elaboração do Plano de Estágio. Art. 28. O acadêmico elaborará seu Plano de Estágio considerando os Parâmetros Curriculares Nacionais, a Proposta Curricular de Santa Catarina, o Projeto Político Pedagógico da Instituição Concedente / Unidade de Ensino e/ou demais orientadores curriculares e o apresentará na data especificada no cronograma do semestre letivo submetendo-o à aprovação do Professor Orientador de Estágio. Art. 29. Após aprovação do Professor Orientador de Estágio, o Plano de Estágio deverá ser apresentado à Unidade de Ensino, que submete ao professor regente de classe da instituição concedente de estágio, que emitirá o aceite para sua execução, com antecedência de, no mínimo, uma semana. Art. 30. O Planejamento do Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório contemplará as seguintes ações: I - observação na instituição concedente de campo de estágio e elaboração da produção escrita sob orientações do Professor Orientador de Estágio. II - elaboração de Planos de aula obedecendo ao roteiro definido pelo professor da disciplina de (Anexo VIII) e avalizado pelo NDE. III - produção de material didático-pedagógico e de subsídios teórico-metodológicos necessários à execução do Planejamento. Subseção III – Da Intervenção Art. 30. Entende-se por intervenção as atividades de planejamento, organização didático-metodológica e efetivo exercício de docência. Art. 31. O desenvolvimento da intervenção compreenderá a realização da prática pedagógica em sala de aula (docência) a partir da coleta de dados e avaliação, como processo, para a retroalimentação da docência. Subseção IV – Da Produção Escrita Art. 32. A produção escrita compreende o relatório e/ou artigo produzidos individualmente ou em dupla, com registro e análise fundamentada das atividades de estágio desenvolvidas em cada uma das etapas, com base nos resultados da docência, discussão, análises e sínteses. Art. 33. Os relatórios serão elaborados conforme roteiro estabelecido pelo professor da disciplina de estágio (Anexo IX ou Anexo X) e avalizado pelo NDE do campus; 83 Art. 34. Ao término de cada etapa o acadêmico deverá entregar a produção escrita, de acordo com cronograma, observando os procedimentos avaliativos constantes do PPE. Art. 35. As produções escritas deverão atender as normas da (ABNT) e às orientações metodológicas do IFC. Parágrafo único. A entrega da produção escrita aprovada pelo professor orientador é requisito para conclusão e aprovação nas respectivas etapas. Subseção V – Da Socialização Art. 36. A socialização do estágio acontecerá após a finalização dos estágios II e IV: CAPÍTULO IV – DA REDUÇÃO DA CARGA HORÁRIA DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Art. 37. A Resolução CNE/CP 02 de 19 de fevereiro de 2002, publicada em 4/3/2002, assegura o direito da redução da carga horária do estágio curricular supervisionado até o máximo de 200 horas para os que exerçam atividade docente regular na Educação Básica. Art. 38. Neste regulamento estabelece-se que o acadêmico do Curso de Matemática – Licenciatura do IFC, poderá solicitar dispensa, via requerimento, das disciplinas: I - 40% da intervenção no Estágio Supervisionado II, desde que exerça ou tenha exercido, nos últimos 2 anos, a atividade de docência, na disciplina de Matemática, em turmas de sexto, sétimo, oitavo ou nono anos do Ensino Fundamental, por um período não inferior a dois anos letivos; II - 40% da intervenção no Estágio Supervisionado IV, desde que exerça ou tenha exercido, nos últimos 2 anos, a atividade de docência, na disciplina de Matemática, em turmas do Ensino Médio, por um período não inferior a dois anos letivos. III - A solicitação de dispensa deverá ser entregue, na forma de requerimento, junto à secretaria acadêmica, que encaminha ao coordenador de curso, devidamente documentada, conforme calendário acadêmico. Art. 39. O acadêmico deverá anexar: I - cópias autenticadas de documentos que comprovem o exercício da docência, constando a nomenclatura da unidade curricular, série e período trabalhado; II - cópia dos planos de aula, assinado pela coordenação pedagógica ou direção da UE. Art. 40. A coordenação do curso e orientador do estágio avaliarão a documentação e emitirão parecer sobre o requerimento. CAPÍTULO V – DA AVALIAÇÃO Art. 41. A avaliação do Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório configura-se como elemento integrador da teoria e da prática e será realizado pelo professor da disciplina de estágio nas etapas I e III e pelos professores orientadores de estágio e 84 professor regente de classe ou professor supervisor da instituição concedente do estágio nas etapas II e IV. Art. 42. A avaliação de cada etapa dar-se-á conforme indicado no PPC do curso de Matemática – Licenciatura e conforme critérios definidos no PPE da disciplina de Estágio Supervisionado. CAPÍTULO VI - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 43. O roteiro do relatório dos estágios será definido pelo NDE e professores envolvidos na equipe da estrutura organizacional do estágio. Art. 44. As instituições concedentes do Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório serão definidas pela SDR a partir do convênio firmado, devendo ser aprovados os campos de estágio a cada semestre pelo coordenador de estágio, com aprovação do Colegiado de Curso e acompanhamento do NDE e professores envolvidos na equipe da estrutura organizacional do estágio. Art. 45. Os casos omissos nesse regulamento serão resolvidos, pelo Colegiado de Curso, pela Coordenação do Curso, NDE do Curso Matemática - Licenciatura e professores envolvidos na equipe da estrutura organizacional do estágio de cada campus. Rio do Sul, 2012. 85 ANEXO I TERMO DE CONVÊNIO (SDR) (CIEC) TERMO DE CONVÊNIO (SDR) (CIEC) CONVÊNIO Nº _____ Termo de Convênio de Cooperação que entre si celebram o Estado de Santa Catarina, através da SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, e a _____________(nome da IES)___________________________ com sede no Município de ____________________. O Estado de Santa Catarina, através da Secretaria de Estado da Educação, doravante denominada SECRETARIA, CGC nº 82.951328/0001-58, neste ato representado pelo seu Secretário, Paulo Roberto Bauer, residente a Av. Trompowsky, 00300, ap. 601, centro, município de Florianópolis-SC, portador da C.I. Nº 2/R-488416, expedida em 20/11/1974, e do CPF N° 293.970.579-88, e a UNIVERSIDADE ____________________, doravante denominada simplesmente ______________, inscrita no CGC/MF sob o nº ________________, com sede no Campus ___________________, em _____________________, neste ato representada pelo Pró-Reitor de Ensino de Graduação, Professor _____________________, RG nº __________________, com a interveniência da Secretaria de Desenvolvimento Regional de ___________, doravante denominada simplesmente SDR, CGC nº ______________, neste ato representada pelo seu secretário, ____________________, RG nº ______________, resolvem celebrar o presente Termo de Convênio de Cooperação, de acordo com as seguintes cláusulas e condições: CLÁUSULA PRIMEIRA: DO OBJETO O presente Termo de Convênio de Cooperação tem como objeto a regulamentação das condições de realização de estágio supervisionado e prática de ensino dos cursos da ___________ com base na Lei nº 6.494 de 07/12/77, alterada pela Lei n° 8.859 de 23/03/94 e artigo 82 da Lei nº 9.394 (LDB) de 20/12/96 e regulamentadas pelo Decreto 87.497 de 18/08/82, modificado pelos Decretos 89.467 de 21/03/84 e 2.080 de 26/11/96, bem como as Resoluções 01 e 02/02 do CNE que estabelecem as diretrizes e regulamenta os Cursos de Formação dos Professores e a Portaria N/5, de 17.04.2008, que fundamenta a regulamentação da Prática de Ensino e Estágio Supervisionado dos alunos do Ensino Superior. 86 I - Para fins deste Convênio, entende-se como Estágio Supervisionado e Prática de Ensino as atividades assistidas, proporcionadas ao estudante para a sua formação profissional docente em situações reais de vida e de trabalho ligadas à sua área de formação. II - Os estágios e as práticas de ensino, objeto deste convênio, tem caráter curricular e obrigatório e se constituem em elemento essencial à diplomação do aluno, de acordo com a legislação vigente aprovada na _____________ (nome da IES)___________________________ . III - O Estágio Supervisionado e a Prática de Ensino terão a duração e carga horária fixada de acordo com o previsto nos regulamentos internos dos cursos/áreas, obedecida à legislação em vigor; IV - O prazo de realização do Estágio Supervisionado e da Prática de Ensino poderá ser ajustado de acordo com o calendário acadêmico em andamento mediante ciência e anuência da instituição concernente do estágio. CLÁUSULA SEGUNDA: DAS OBRIGAÇÕES DA SECRETARIA A Secretaria, através da GERED, deverá: I - Conceder campos de Estágio Supervisionado e de Prática de Ensino aos acadêmicos da _____________(nome da IES)___________________________ em suas Unidades de Ensino, a saber: Escolas, Colégios, Projetos ou Programas Educacionais Regulares na Educação Infantil, Ensino Fundamental, Programas Especiais como Educação de Jovens e Adultos, Educação Indígena, Educação Especial e Ensino Médio de sua jurisdição, de acordo com as disposições deste Convênio; II - Informar semestralmente as vagas de estágio supervisionado e prática de ensino à _____________(nome da IES)___________________________ disponíveis; III - Incluir os acadêmicos nos projetos, trabalhos específicos e com metas previamente estabelecidas com as Unidades de Ensino, supervisionadas pelo Órgão Regional de Educação; IV - Articular, orientar e acompanhar os acadêmicos na área de formação pretendida que serão de responsabilidade: no Órgão Central, pela Diretoria de Educação Superior e pela Diretoria de Educação Básica e Profissional; no Órgão Regional de Educação, pela Supervisão de Educação Superior e pela Supervisão de Educação Básica e Profissional e na Unidade de Ensino, pelo Responsável Pedagógico e pelos Professores Regentes de Classes; V - Informar à _____________(nome da IES)___________________________ através da Unidade Concedente de Estágios o desempenho dos acadêmicos; VI - Informar a _____________(nome da IES)___________________________ , para ser substituído, o acadêmico que, por motivo de natureza técnica, administrativa ou disciplinar, não for considerado apto a continuar suas atividades de estágio; CLÁUSULA TERCEIRA: IES)______________ DAS OBRIGAÇÕES DA _____________(nome da I - Encaminhar os acadêmicos às Unidades concedentes dentro das normas estabelecidas pelas partes convenientes; II - Firmar os Termos de Compromisso de Estágio (TCE), como interveniente, através das respectivas Coordenadorias de Estágios dos Cursos; 87 III - Designar um professor supervisor responsável pela disciplina ou modalidade de estágio; IV - Encaminhar com antecedência, os programas, planos de ensino das disciplinas e projetos de trabalho onde o Estágio Supervisionado ou a Prática de Ensino serão desenvolvidos, às Unidades Concedentes de Estágio para ciência e concordância, considerando a Proposta Curricular do Estado de Santa Catarina e o Projeto Político Pedagógico da Unidade de Ensino; V - Disponibilizar os relatórios finais do Estágio Supervisionado e da Prática de Ensino às Unidades Concedentes e ao Órgão Regional de Educação, para ciência, consulta e pesquisa; VI - Efetuar Seguro de Acidentes pessoais para o acadêmico em estágio e ou prática de ensino; VII - Emitir certificado de formação em serviço para o Responsável Pedagógico e para os Professores Regentes de Classe das Unidades Concedentes que participarem como supervisores de estágios; VIII - Promover a integração e o aperfeiçoamento dos professores das Unidades Concedentes de estágio e de prática de ensino através de: cursos, seminários, mostras, eventos e outras atividades; IX - Promover Seminários de apresentação do trabalho desenvolvido durante o período do estágio e de prática de ensino para disponibilizar em capacitações, proporcionando a integração da ____________(nome da IES)_________________ com a Escola Pública Estadual, objetivando a melhoria da qualidade do ensino da Educação Básica. CLÁUSULA QUARTA: DAS OBRIGAÇÕES DA SDR A SDR, através do Órgão Regional de Educação, obriga-se a: I - Encaminhar e acompanhar os estagiários nos projetos e programas específicos desenvolvidos nas Unidades de Ensino, com metas previamente estabelecidas e acordadas com as Unidades de Ensino e com as IES; II - Viabilizar a articulação entre a IES e a Unidade de Ensino para a realização do estágio supervisionado e da prática de ensino; III - Articular, com as IES, reuniões de trabalho para organizar o processo de socialização do Estágio Supervisionado e da Prática de Ensino. CLÁUSULA QUINTA: DO PRAZO E DA VIGÊNCIA O presente convênio vigorará pelo período de 04 (quatro) anos, a contar da data de sua assinatura, podendo ser prorrogado através de termo aditivo, com ciência das partes. CLÁUSULA SEXTA: RESCISÃO A Secretaria de Estado da Educação e _____________(nome da IES)_______________________ poderão propor, a qualquer tempo, a rescisão do presente Convênio se ocorrer inadimplemento de qualquer uma de suas cláusulas e condições, pelas superveniências legais que tornem material, financeira e normalmente inexequível, ou por mútuo consenso. CLÁUSULA SÉTIMA: DAS DISPOSIÇÕES GERAIS 88 I- O Estágio Supervisionado e a Prática de Ensino não geram qualquer vínculo empregatício dos acadêmicos com a Secretaria de Estado da Educação, conforme artigo 4º da Lei nº 6.494, de 07 de dezembro de 1977. CLÁUSULA SÉTIMA: DO FORO Fica eleito o Foro da Comarca de Florianópolis, capital do Estado de Santa Catarina, para dirimir questões oriundas do presente Convênio. E, por assim estarem em pleno acordo, lavrou-se o presente instrumento em 03 (três) vias de igual teor e forma, assinam as partes o presente Convênio na presença das testemunhas identificadas. Florianópolis_______________, de _______________ de 20 __. ________________________________ ________________________________ (nome do secretário por extenso) (nome representante da IES por extenso) ________________________________ ________________________________ Secretário de Estado da Educação Pró-Reitor de Ensino de Graduação de Santa Catarina ___________________________________________________________ (nome do secretário por extenso) Secretário de Estado de Desenvolvimento Regional TESTEMUNHAS: 1 - ________________________________ CPF_________________________________ 2 - _________________________________ CPF_________________________________ 89 ANEXO II TERMO DE COMPROMISSO TERMO DE COMPROMISSO PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO – ETAPAS I E III Curso: Licenciatura em Matemática Pelo presente instrumento é celebrado o Termo de Compromisso de Estágio Curricular Obrigatório, de acordo com a Lei n.11.788 de 25 de setembro de 2008, com a Lei n.9394 de 20 de dezembro de 1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. O INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE – Campus Rio do Sul, situado na Estrada do Redentor, n. 5665, Bairro Cantagalo – Rio do Sul/SC, inscrito no CNPJ/MF sob n.10.635.424/0002-67, doravante denominada simplesmente INSTITUTO, neste ato representado por sua Coordenadoria de Integração Escola Comunidade, e de outro lado (nome da parte concedente) inscrita no CNPJ sob o n. _________________, Inscrição Estadual n° __________________, localizada à _____________ na cidade de _____________ doravante designada como CONCEDENTE e representada pelo Sr. _________________, e o estudante _________________ CPF n. _____________, R.G. n. ______________, matrícula n° _________, residente à Rua ______________, ____, Bairro __________, CEP ________-___, na cidade de ________-SC, doravante simplesmente ESTAGIÁRIO, resolvem, de comum acordo, firmar o presente Termo de Compromisso, na forma da Lei 11.788 de 25 de setembro de 2008, Lei n. 9.394 de 20 de dezembro de 1996 (LDB) Documentos Institucionais - Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), Projeto Pedagógico Institucional (PPI), Regimento Geral de Estágio do IFC, Regulamento de Estágio do IFC, Orientação Didática dos Cursos Superiores do IFC, Projeto Pedagógico do Curso de Matemática - Licenciatura (PPC), as Diretrizes para a realização de prática de ensino e estágio supervisionado de cursos de licenciatura nas escolas de educação básica da rede pública estadual (SED/DES/DEBP), conforme as cláusulas a seguir estabelecidas: CLÁUSULA PRIMEIRA – OBJETIVOS 1 - O Estágio Curricular Obrigatório tem por objetivos: I - proporcionar ao acadêmico a participação em situações de trabalho e experiências de ensino e de aprendizagem visando a complementação da educação profissional 90 fundamentada pelo desenvolvimento de competências e habilidades (Artigo 5º Regulamento Geral de Estágio do IFC); II - promover a integração entre a realidade acadêmica e sócio-econômico-política como forma de ampliar a qualificação do futuro profissional (Artigo 5º Regulamento Geral de Estágio do IFC); III - integrar o ensino com a realidade, possibilitando a vivência de conhecimentos teóricos e práticos relacionada à sua formação acadêmica; IV - oportunizar ao acadêmico estagiário, situações que possibilitem apresentar sua visão de análise crítica e domínio do conhecimento específico, através da definição de uma proposta de ação; V - incentivar a criação e o desenvolvimento de métodos e processos inovadores, tecnologias e metodologias alternativas, visando atingir as metas do ensino de matemática. VI - integrar atividades de ensino, pesquisa e extensão a partir do desenvolvimento das temáticas observadas nos campos de estágio. CLÁUSULA SEGUNDA – JORNADA DE ATIVIDADES 2 – A jornada de atividades do(a) ESTAGIÁRIO(A), será compatível com o seu horário escolar e com o horário do(a) CONCEDENTE, desenvolvendo atividades em consonância com sua linha de formação educativa profissional. 3 – O Estágio Curricular Obrigatório (etapa I e/ou III) será realizado na (nome da instituição de ensino), no município de _________-SC e terá uma carga de duração de 21 horas – de acordo com a disponibilidade da Unidade de Ensino concedente e com organização do estagiário – ocorrendo entre as seguintes datas: __/__/20__ e __/__/20__, podendo ser interrompido a qualquer momento, unilateralmente, mediante comunicação escrita, feita com 5 dias de antecedência, e comunicada ao INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE – Campus Rio do Sul/SC, desde que observado o Regulamento de Estágio Curricular Obrigatório do Curso de Matemática - Licenciatura do INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE – Campus Rio do Sul/SC. 4 – Constituem motivos para a interrupção automática do estágio, a constatação, por parte da Instituição de Ensino, de irregularidades, ou o não cumprimento do convencionado neste Termo. 5 – A duração mínima do Estágio Curricular Obrigatório é aquela definida pelo Projeto Pedagógico do Curso. CLÁUSULA TERCEIRA – REMUNERAÇÃO DO ESTAGIÁRIO E VÍNCULO EMPREGATÍCIO 6 – De acordo com a Lei n. 11.788/08 o presente Termo visa ao Estágio Curricular Obrigatório, não remunerado, sendo que nenhum valor, a qualquer título, será devido pela CONCEDENTE. 7 – Nos termos do art. 3o da Lei n.11.788/08 o Estágio Curricular Obrigatório e o Estágio não Obrigatório não geram vínculo empregatício de qualquer natureza, ressalvado o disposto sobre a matéria na legislação previdenciária. 91 8 – O ESTAGIÁRIO(A), na vigência deste compromisso, compromete-se a observar as normas de segurança bem como as instruções aplicáveis a terceiros e declara concordar com as normas internas da Instituição concedente, conduzir-se dentro da ética profissional e submeter-se ao acompanhamento e avaliação de seu desempenho. CLÁUSULA QUARTA – PROGRAMA DE ATIVIDADES 9 – O Pré-projeto de Estágio de Docência do ESTAGIÁRIO(A) deve ser elaborado de acordo com as partes envolvidas no processo, respeitando os horários e obrigações do ESTAGIÁRIO(A) para com as partes envolvidas, que deverá cumprir a programação, comunicando, em tempo hábil, qualquer impossibilidade de cumprimento. 10 - O Pré-projeto de Estágio de Docência do ESTAGIÁRIO(A), poderá sofrer alterações, desde que com a anuência de todos os partícipes, desde que esteja contemplado no Projeto Pedagógico do Curso e deverá conter, objetiva e detalhadamente as competências a serem desenvolvidas pelo ESTAGIÁRIO(A), visando a sua formação para a vida e o trabalho. 11 – O ESTAGIÁRIO(A) compromete-se a elaborar as produções escritas (relatório e/ou artigo), apresentando-o à CONCEDENTE, após a conclusão do estágio. CLÁUSULA QUINTA – OBRIGAÇÕES DA CONCEDENTE 12 – Cabe à CONCEDENTE: a) Proporcionar ao ESTAGIÁRIO(A) o aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento para a vida cidadã e para o trabalho, oferecendo instalações adequadas que propiciem a realização de atividades de aprendizagem social, profissional e cultural. b) Oportunizar aos ORIENTADORES acesso ao local do estágio durante todo o período de desenvolvimento das atividades desenvolvidas a partir do Pré-projeto de Estágio de Docência. c) Ter como Supervisor Responsável o Sr. (a) _______________, para acompanhá-lo e supervisioná-lo. d) Entregar, quando da finalização da realização do estágio, Ficha de frequência e Ficha de Avaliação entregue pelo IFC – Campus Rio do Sul. e) Zelar pelo cumprimento das cláusulas pactuadas no Termo de Compromisso e Pré-projeto de Estágio de Docência. f) Permitir que o(a) ESTAGIÁRIO(A) inicie seu estágio somente quando o Termo de Convênio, Termo de Compromisso e o Pré-projeto de Estágio de Docência estiverem devidamente assinadas por todas as partes envolvidas. CLÁUSULA SEXTA– OBRIGAÇÕES DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO 13 – Cabe à INSTITUIÇÃO, além das atribuições constantes nas Diretrizes para a Realização de Prática como Componente Curricular (Prática de Ensino) e de Estágio Supervisionado de Curso de Licenciatura nas Escolas de Educação Básica da Rede Pública Estadual: 92 a) Celebrar o Termo de Compromisso com o(a) ESTAGIÁRIO(A) ou representante legal e com a parte CONCEDENTE, indicando as condições de adequação do estágio ao Projeto Pedagógico do Curso, à etapa e modalidade de formação do ESTAGIÁRIO(A) e ao horário e calendário escolar. b) Avaliar as instalações da parte CONCEDENTE do estágio e sua adequação à formação cultural e profissional, bem como a segurança do(a) ESTAGIÁRIO(A). c) Orientar o(a) ESTAGIÁRIO(A) sobre seguro de cobertura contra acidentes que possam ocorrer no local de estágio, na forma da Lei. d) Acompanhar a atuação do(a) professor(a) orientador, por ser este o responsável pelo desempenho e avaliação das atividades do(a) ESTAGIÁRIO(A), na área do Estágio Curricular Obrigatório. e) Zelar pelo cumprimento do termo de compromisso, reorientando o(a) ESTAGIÁRIO(A) para outro local, em caso de descumprimento de suas normas. CLÁUSULA SÉTIMA – OBRIGAÇÕES DO(A) ESTAGIÁRIO(A) 16 – Cabe a(o) ESTAGIÁRIO(A), além das atribuições constantes nas Diretrizes para a Realização de Prática como Componente Curricular (Prática de Ensino) e de Estágio Supervisionado de Curso de Licenciatura nas Escolas de Educação Básica da Rede Pública Estadual: a) Envidar esforços para aplicar na prática os conhecimentos teóricos aprendidos na atividade discente, bem como desenvolver as competências necessárias ao seu futuro exercício profissional. b) Preservar o patrimônio da CONCEDENTE, utilizando os meios e bens disponibilizados por esta, de maneira responsável e ética e se responsabilizar por quaisquer danos causados ao patrimônio da CONCEDENTE, seja por dolo ou culpa, cabendo a(o) ESTAGIÁRIO(A) a imediata reparação do dano, sob pena de rescisão do Termo de Comprometimento. c) Informar imediatamente e por escrito à CONCEDENTE, qualquer fato que interrompa, suspenda ou cancele sua matrícula, ficando o(a) ESTAGIÁRIO(A) responsável por quaisquer despesas causadas pela ausência dessa informação. d) Cumprir regularmente o horário do estágio estipulado, assim como a entrega dos relatórios de atividades. e) Ficar ciente de que, caso pratique ações contra o patrimônio ou funcionários da CONCEDENTE, tais como furto, roubo ou vandalismo, será responsabilizado pela imediata reparação, sob pena de rescisão unilateral do seu Estágio Curricular Obrigatório, sem que isto o isente das responsabilidades civis e criminais de seus atos. CLÁUSULA OITAVA – DISPOSIÇÕES FINAIS 17 – O controle de frequência será realizado por meio de ficha de freqüência, conforme modelo constante no regulamento de Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório e Prática como Componente Curricular (Prática de Ensino). 18 – Quando em razão da programação do estágio, fica o(a) ESTAGIÁRIO(A) sujeito à despesa que normalmente não teria. 19 – E por estarem justos e de comum acordo, o presente Termo de Compromisso é firmado em 3(três) vias de igual teor e forma, que vai assinado pelas partes, na presença de testemunhas abaixo indicadas. 93 Rio do Sul, __ de ______ de 20__. _______________________________________________ INSTITUIÇÃO DE ENSINO _________________________________ _________________________________ CONCEDENTE SUPERVISOR DO ESTAGIÁRIO __________________________________ ESTAGIÁRIO TESTEMUNHAS: 1 - ________________________________ CPF_________________________________ 2 - _________________________________ CPF_________________________________ 94 ANEXO III TERMO DE COMPROMISSO PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO – ETAPAS II E IV TERMO DE COMPROMISSO PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO – ETAPAS II E IV Curso: Licenciatura em Matemática Pelo presente instrumento é celebrado o Termo de Compromisso de Estágio Curricular Obrigatório, de acordo com a Lei n.11.788 de 25 de setembro de 2008, com a Lei n.9394 de 20 de dezembro de 1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. O INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE – Campus Rio do Sul, situado na Estrada do Redentor, n. 5665, Bairro Cantagalo – Rio do Sul/SC, inscrito no CNPJ/MF sob n.10.635.424/0002-67, doravante denominada simplesmente INSTITUTO, neste ato representado por sua Coordenadoria de Integração Escola Comunidade, e de outro lado (nome da parte concedente) inscrita no CNPJ sob o n. _________________, Inscrição Estadual n° __________________, localizada à _____________ na cidade de _____________ doravante designada como CONCEDENTE e representada pelo Sr. _________________, e o estudante _________________ CPF n. _____________, R.G. n. ______________, matrícula n° _________, residente à Rua ______________, ____, Bairro __________, CEP ________-___, na cidade de ________-SC, doravante simplesmente ESTAGIÁRIO, resolvem, de comum acordo, firmar o presente Termo de Compromisso, na forma da Lei 11.788 de 25 de setembro de 2008, Lei n. 9.394 de 20 de dezembro de 1996 (LDB) Documentos Institucionais - Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), Projeto Pedagógico Institucional (PPI), Regimento Geral de Estágio do IFC, Regulamento de Estágio do IFC, Orientação Didática dos Cursos Superiores do IFC, Projeto Pedagógico do Curso de Matemática - Licenciatura (PPC), as Diretrizes para a realização de prática de ensino e estágio supervisionado de cursos de 95 licenciatura nas escolas de educação básica da rede (SED/DES/DEBP), conforme as cláusulas a seguir estabelecidas: pública estadual CLÁUSULA PRIMEIRA – OBJETIVOS 1 - O Estágio Curricular Obrigatório tem por objetivos: I - proporcionar ao acadêmico a participação em situações de trabalho e experiências de ensino e de aprendizagem visando a complementação da educação profissional fundamentada pelo desenvolvimento de competências e habilidades (Artigo 5º Regulamento Geral de Estágio do IFC); II - promover a integração entre a realidade acadêmica e sócio-econômico-política como forma de ampliar a qualificação do futuro profissional (Artigo 5º Regulamento Geral de Estágio do IFC); III - integrar o ensino com a realidade, possibilitando a vivência de conhecimentos teóricos e práticos relacionada à sua formação acadêmica; IV - oportunizar ao acadêmico estagiário, situações que possibilitem apresentar sua visão de análise crítica e domínio do conhecimento específico, através da definição de uma proposta de ação; V - incentivar a criação e o desenvolvimento de métodos e processos inovadores, tecnologias e metodologias alternativas, visando atingir as metas do ensino de matemática. VI - integrar atividades de ensino, pesquisa e extensão a partir do desenvolvimento das temáticas observadas nos campos de estágio. CLÁUSULA SEGUNDA – JORNADA DE ATIVIDADES 2 – A jornada de atividades do(a) ESTAGIÁRIO(A), será compatível com o seu horário escolar e com o horário do(a) CONCEDENTE, desenvolvendo atividades em consonância com sua linha de formação educativa profissional. 3 – O Estágio Curricular Obrigatório (etapas II e/ou IV) será realizado na (nome da instituição de ensino), no município de _________-SC e terá uma carga de duração de ___ horas diárias, no período (matutino, vespertino, integral) das __:__ até as __:__ totalizando __ horas semanais, com início em __/__/20__ e término em __/__/20__, podendo ser interrompido a qualquer momento, unilateralmente, mediante comunicação escrita, feita com 5 dias de antecedência, e comunicada ao INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE – Campus Rio do Sul/SC, desde que observado o Regulamento de Estágio Curricular Obrigatório do Curso de Matemática - Licenciatura do INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE – Campus Rio do Sul/SC. 96 4 – Constituem motivos para a interrupção automática do estágio, a constatação, por parte da Instituição de Ensino, de irregularidades, ou o não cumprimento do convencionado neste Termo. 5 – A duração mínima do Estágio Curricular Obrigatório é aquela definida pelo Projeto Pedagógico do Curso. CLÁUSULA TERCEIRA – REMUNERAÇÃO DO ESTAGIÁRIO E VÍNCULO EMPREGATÍCIO 6 – De acordo com a Lei n. 11.788/08 o presente Termo visa ao Estágio Curricular Obrigatório, não remunerado, sendo que nenhum valor, a qualquer título, será devido pela CONCEDENTE. 7 – Nos termos do art. 3o da Lei n.11.788/08 o Estágio Curricular Obrigatório e o Estágio não Obrigatório não geram vínculo empregatício de qualquer natureza, ressalvado o disposto sobre a matéria na legislação previdenciária. 8 – O ESTAGIÁRIO(A), na vigência deste compromisso, compromete-se a observar as normas de segurança bem como as instruções aplicáveis a terceiros e declara concordar com as normas internas da Instituição concedente, conduzir-se dentro da ética profissional e submeter-se ao acompanhamento e avaliação de seu desempenho. CLÁUSULA QUARTA – PROGRAMA DE ATIVIDADES 9 – O Pré-projeto de Estágio de Docência do ESTAGIÁRIO(A) deve ser elaborado de acordo com as partes envolvidas no processo, respeitando os horários e obrigações do ESTAGIÁRIO(A) para com as partes envolvidas, que deverá cumprir a programação, comunicando, em tempo hábil, qualquer impossibilidade de cumprimento. 10 - O Pré-projeto de Estágio de Docência do ESTAGIÁRIO(A), poderá sofrer alterações, desde que com a anuência de todos os partícipes, desde que esteja contemplado no Projeto Pedagógico do Curso e deverá conter, objetiva e 97 detalhadamente as competências a serem desenvolvidas pelo ESTAGIÁRIO(A), visando a sua formação para a vida e o trabalho. 11 – O ESTAGIÁRIO(A) compromete-se a elaborar as produções escritas (relatório e/ou artigo), apresentando-o à CONCEDENTE, após a conclusão do estágio. CLÁUSULA QUINTA – OBRIGAÇÕES DA CONCEDENTE 12 – Cabe à CONCEDENTE: g) Proporcionar ao ESTAGIÁRIO(A) o aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento para a vida cidadã e para o trabalho, oferecendo instalações adequadas que propiciem a realização de atividades de aprendizagem social, profissional e cultural. h) Oportunizar aos ORIENTADORES acesso ao local do estágio durante todo o período de desenvolvimento das atividades desenvolvidas a partir do Pré-projeto de Estágio de Docência. i) Ter como Supervisor Responsável o Sr. (a) _______________, para acompanhá-lo e supervisioná-lo. j) Entregar, quando da finalização da realização do estágio, Ficha de frequência e Ficha de Avaliação entregue pelo IFC – Campus Rio do Sul. k) Zelar pelo cumprimento das cláusulas pactuadas no Termo de Compromisso e Pré-projeto de Estágio de Docência. l) Permitir que o(a) ESTAGIÁRIO(A) inicie seu estágio somente quando o Termo de Convênio, Termo de Compromisso e o Pré-projeto de Estágio de Docência estiverem devidamente assinadas por todas as partes envolvidas. CLÁUSULA SEXTA– OBRIGAÇÕES DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO 13 – Cabe à INSTITUIÇÃO, além das atribuições constantes nas Diretrizes para a Realização de Prática como Componente Curricular (Prática de Ensino) e de Estágio Supervisionado de Curso de Licenciatura nas Escolas de Educação Básica da Rede Pública Estadual: f) Celebrar o Termo de Compromisso com o(a) ESTAGIÁRIO(A) ou representante legal e com a parte CONCEDENTE, indicando as condições de adequação do estágio ao Projeto Pedagógico do Curso, à etapa e modalidade de formação do ESTAGIÁRIO(A) e ao horário e calendário escolar. g) Avaliar as instalações da parte CONCEDENTE do estágio e sua adequação à formação cultural e profissional, bem como a segurança do(a) ESTAGIÁRIO(A). h) Orientar o(a) ESTAGIÁRIO(A) sobre seguro de cobertura contra acidentes que possam ocorrer no local de estágio, na forma da Lei. 98 i) Acompanhar a atuação do(a) professor(a) orientador, por ser este o responsável pelo desempenho e avaliação das atividades do(a) ESTAGIÁRIO(A), na área do Estágio Curricular Obrigatório. j) Zelar pelo cumprimento do termo de compromisso, reorientando o(a) ESTAGIÁRIO(A) para outro local, em caso de descumprimento de suas normas. CLÁUSULA SÉTIMA – OBRIGAÇÕES DO(A) ESTAGIÁRIO(A) 16 – Cabe a(o) ESTAGIÁRIO(A), além das atribuições constantes nas Diretrizes para a Realização de Prática como Componente Curricular (Prática de Ensino) e de Estágio Supervisionado de Curso de Licenciatura nas Escolas de Educação Básica da Rede Pública Estadual: f) Envidar esforços para aplicar na prática os conhecimentos teóricos aprendidos na atividade discente, bem como desenvolver as competências necessárias ao seu futuro exercício profissional. g) Preservar o patrimônio da CONCEDENTE, utilizando os meios e bens disponibilizados por esta, de maneira responsável e ética e se responsabilizar por quaisquer danos causados ao patrimônio da CONCEDENTE, seja por dolo ou culpa, cabendo a(o) ESTAGIÁRIO(A) a imediata reparação do dano, sob pena de rescisão do Termo de Comprometimento. h) Informar imediatamente e por escrito à CONCEDENTE, qualquer fato que interrompa, suspenda ou cancele sua matrícula, ficando o(a) ESTAGIÁRIO(A) responsável por quaisquer despesas causadas pela ausência dessa informação. i) Cumprir regularmente o horário do estágio estipulado, assim como a entrega dos relatórios de atividades. j) Ficar ciente de que, caso pratique ações contra o patrimônio ou funcionários da CONCEDENTE, tais como furto, roubo ou vandalismo, será responsabilizado pela imediata reparação, sob pena de rescisão unilateral do seu Estágio Curricular Obrigatório, sem que isto o isente das responsabilidades civis e criminais de seus atos. CLÁUSULA OITAVA – DISPOSIÇÕES FINAIS 17 – O controle de frequência será realizado por meio de ficha de freqüência, conforme modelo constante no regulamento de Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório e Prática como Componente Curricular (Prática de Ensino). 18 – Quando em razão da programação do estágio, fica o(a) ESTAGIÁRIO(A) sujeito à despesa que normalmente não teria. 99 19 – E por estarem justos e de comum acordo, o presente Termo de Compromisso é firmado em 3(três) vias de igual teor e forma, que vai assinado pelas partes, na presença de testemunhas abaixo indicadas. Rio do Sul, __ de ______ de 20__. _______________________________________________ INSTITUIÇÃO DE ENSINO _________________________________ _________________________________ CONCEDENTE SUPERVISOR DO ESTAGIÁRIO __________________________________ ESTAGIÁRIO TESTEMUNHAS: 1 - ________________________________ CPF_________________________________ 2 - _________________________________ CPF_________________________________ 100 ANEXO IV FICHA DE AVALIAÇÃO FINAL ESTÁGIO I, II, III e IV FICHA DE ACOMPANHAMENTO DE ORIENTAÇÃO ESTÁGIO I, II, III e IV Curso: Matemática - Licenciatura Estagiário(a): Área de Atuação: Séries finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio ( ) Nome do Professor(a) Orientador(a): _______________________________ ( ) Nome do Professor(a) da Disciplina de Estágio:_________________________ Local do Estágio: Telefone para Contato: ( ) Estágio Supervisionado I ( ) Estágio Supervisionado II ( ) Estágio Supervisionado III ( ) Estágio Supervisionado IV Carga horária total das atividades de orientação: Rubrica Data Orientações Realizadas do professor Rubrica do estagiário Declaro para fins de comprovação de frequência que o(a) estudante supra citado esteve presente às atividades de orientação, conforme especificado acima. ______________________ Assinatura do Professor Data: __/__/____ __________________ Estagiário _________________________ Professor Orientador ___________________ Coordenador do Curso 101 ANEXO V FICHA DE AVALIAÇÃO REFERENTE À ORIENTAÇÃO ESTÁGIO I, II, III e IV FICHA DE AVALIAÇÃO REFERENTE À ORIENTAÇÃO ESTÁGIO I, II, III e IV Curso: Matemática - Licenciatura Área de Atuação: ( ) Séries finais do Ensino Fundamental / ( ) Ensino Médio Nome do ( ) Nome do Professor(a) Estagiário(a):___________________ Orientador(a): __________________________________ _______________________________ ___ ____ ( ) Estágio Supervisionado I ( ) Nome do Professor(a) da ( ) Estágio Supervisionado II Disciplina de ( ) Estágio Supervisionado III Estágio:_________________________ ( ) Estágio Supervisionado IV ___ Local do Estágio: Telefone para Contato: N. Aspectos Avaliados Nota (0 a 10) 1. 2. Nota da Ficha de avaliação do professor supervisor da UE Organização do esboço do Pré-Projeto ou do projeto de docência (orientador atribui) 3. Relatório (orientador atribui) 4. Nota da observação da prática da docência na UE (orientador atribui) 5. Socialização das atividades de estágio (professor da Disciplina de Estágio atribui) 6. Artigo (Somente na Disciplina de Estágio IV) (orientador atribui) MÉDIA FINAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Observações Gerais: __________________ Estagiário _________________________ Professores(as) da Disciplina de Estágio ___________________ Coordenador do Curso 102 ANEXO VI FICHA DE FREQUÊNCIA EM ATIVIDADES DE ESTÁGIO NA INSTITUIÇÃO CONCEDENTE / UNIDADE DE ENSINO FICHA DE FREQUÊNCIA EM ATIVIDADES DE ESTÁGIO NA INSTITUIÇÃO CONCEDENTE / UNIDADE DE ENSINO Curso: Matemática - Licenciatura Área de Atuação: ( ) Séries finais do Ensino Fundamental / ( ) Ensino Médio Nome do(a) Nome do(a) Professor(a) Estagiário(a):___________________ Supervisor(a): _________________________________ ______________________________ ( ( ( ( ) Estágio Supervisionado I ) Estágio Supervisionado II ) Estágio Supervisionado III ) Estágio Supervisionado IV Local do Estágio: Nome do(a) Professor(a) da Disciplina de Estágio: Telefone para Contato: Carga horária total das atividades de estágio: Data Síntese das Atividades Desenvolvidas Horário de Entrada Assinatura Horário do Professor de Supervisor Saída de Estágio TOTAL DE HORAS Carimbo e Assinatura do Responsável pela Instituição Concedente / Unidade de Ensino: Carimbo _______________________________ Assinatura do Responsável pela Instituição Concedente / Unidade de Ensino __________________ Estagiário(a) _________________________ Professor(a) Supervisor ___________________ Coordenador(a) do Curso 103 ANEXO VII ESBOÇO DO PRÉ-PROJETO DE DOCÊNCIA ESBOÇO DO PRÉ-PROJETO DE DOCÊNCIA Curso: Matemática - Licenciatura Nome do(a) Estagiário(a): __________________________________ ( ) Estágio Supervisionado I ( ) Estágio Supervisionado II ( ) Estágio Supervisionado III ( ) Estágio Supervisionado IV Local do Estágio: Área de Atuação: ( ) Séries finais do Ens. Fundamental ( ) Ensino Médio Nome do(a) Professor(a) da Disciplina de Estágio:_______________________ Nome do(a) Professor(a) Orientador(a)____________________ Telefone para Contato: Horário de Estágio: Total Carga Horária Diária: Área de Estágio: Início do Estágio: Total Carga Horária Semanal: Final do Estágio: ESBOÇO DOS PRINCIPAIS CONHECIMENTOS/CONTEÚDOS* A SEREM DESENVOLVIDOS NA INTERVENÇÃO Proposta de Instrumentos de Avaliação** a serem utilizados Proposta de Cronograma* ** Levantamento dos Recursos Didáticos a serem utilizados**** 104 Data: __/__/____ _________________________________ Estagiário(a) _________________________________ Orientador do Estágio _________________________________ Professor da Disciplina de Estágio (*) Temáticas gerais de ensino e aprendizagem e sua possível distribuição nas aulas previstas. Devem integrar ao que já vem sendo trabalhado na turma e devem considerar os projetos da escola e os Documentos Curriculares oficiais (Parâmetros Curriculares Nacionais, Proposta Curricular de Santa Catarina). (**) Modalidades, instrumentos e critérios de avaliação possíveis de serem empregadas durante a intervenção. (***) Possibilidades de datas para a intervenção prática. (****) Formas, métodos e técnicas possíveis de serem empregadas durante a intervenção. 105 ANEXO VIII ROTEIRO DO PLANO DE AULA INDICADORES DE ORGANIZAÇÃO DO PLANO DE AULA IDENTIFICAÇÃO Escola: Série/ano: Disciplina: Professor da Disciplina: Professor Supervisor: Estagiário(a): Data: __/__/____ Turno: Bimestre: quantidade de aulas: OBJETIVOS No caso do plano de aula, devem indicar aquilo que os alunos deverão ser capazes de fazer após as ações implementadas pelo professor naquela aula específica: o que eu quero que meus alunos aprendam hoje? Que atitudes? Que habilidades ou competências meus alunos devem desenvolver e/ou aprimorar? Análise Analisar Calcular Comparar Contrastar Criticar Debater Diferenciar Distinguir Examinar Experimentar Investigar Aplicação Avaliação Compreensão Conhecimento Aplicar Apreciar Descrever Demonstrar Aquilatar Discutir Empregar Avaliar Explicar Esboçar Calcular Expressar Ilustrar Escolher Identificar Interpretar Estimar Localizar Inventariar Julgar Narrar Operar Medir Reafirmar Praticar Selecionar Revisar Traçar Validar Traduzir Usar Valorar Transcrever Apontar Assinalar Citar Definir Escrever Inscrever Marcar Relacionar Registrar Relatar Sublinhar Síntese Coordenar Conjugar Construir Criar Enumerar Esquematizar Formular Listar Organizar Planejar Reunir 106 CONTEÚDOS Indicar os assuntos selecionados e organizados em função da definição dos objetivos. Os conteúdos não se restringem só aos conhecimentos de cada matéria. São na verdade o conjunto de conhecimentos, habilidades, comportamentos organizados didaticamente, tendo em vista a apreensão e aplicação pelos alunos em sua vida prática. METODOLOGIA Indicar a ação docente e discente para alcançar os objetivos pretendidos. São atividades, métodos e procedimentos selecionados com o intuito de facilitar a aprendizagem. MATERIAL DIDÁTICO Indicar os recursos materiais utilizados para facilitar e motivar a aprendizagem. São materiais didáticos, por exemplo: textos, cartazes, mapas, filmes, gravuras, fitas gravadas, etc, dos quais o professor se serva para a aula. AVALIAÇÃO Explicar o modo como o aluno será avaliado, ou seja, quais as formas e instrumentos utilizados para verificar o rendimento dos alunos, sempre em função dos objetivos a serem atingidos. Expressar claramente os instrumentos de avaliação: testes, exercícios, trabalhos de pesquisa, etc. OBSERVAÇÕES Relatar os principais acontecimentos, reflexões e avaliações sobre a aula. BIBLIOGRAFIA São os textos a partir dos quais os estudos serão realizados. Podem ser livros, revistas, jornais, etc. 107 ANEXO IX ROTEIRO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO I e III INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CAMPUS RIO DO SUL Digite o número do estágio que você está cursando. RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO ___ CURSO DE MATEMÁTICA - LICENCIATURA NOME DO ACADÊMICO (se realizado em dupla entregar somente um relatório) RIO DO SUL 2011 108 Instituto Federal Catarinense – Campus Rio do Suç Sul Educacional Leonardo Da Vinci NOME DO(A) ACADÊMICO(A) (se o estágio foi realizado em dupla, entregar somente um relatório) RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO __ CURSO DE MATEMÁTICA - LICENCIATURA Digite o número do estágio que você está cursando. Relatório de Estágio ___ do curso de Matemática - Licenciatura do Instituto Federal Catarinense (IFC) Câmpus Rio do Sul realizado na Unidade de Ensino __________, requisito parcial para conclusão da disciplina de Estágio Supervisionado ____. PROFESSOR ORIENTADOR: RIO DO SUL mm/aa 109 SUMÁRIO 1 espaço entre linhas - 1,5 1 INTRODUÇÃO .................................................................................................. 2 RELATO DA OBSERVAÇÃO ........................................................................... 3. CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICO-PEDAGÓGICA DA uE .......................... 3.1 CONDIÇÕES FÍSICAS E MATERIAIS DA UNIDADE DE ENSINO ................ 3.2 CARACTERÍSTICAS BÁSICAS CORPO TÉCNICO, ADM E DOCENTE ....... 3.3 A DINÂMICA DO COTIDIANO ESCOLAR ...................................................... 3.4 PROJETO PEDAGÓGICO .............................................................................. 3.5 CARACTERÍSTICAS DO PROFESSOR DA TURMA ..................................... 3.6 CARACTERÍSTICAS DA TURMA ................................................................... 3.7 ORGANIZAÇAO DO ESPAÇO FÍSICO........................................................... 3.8 ALTERNATIVAS ............................................................................................. 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS .............................................................................. 5 REFERÊNCIAS.................................................................................................. ANEXOS ............................................................................................................... Para configuração do índice, utilize fonte tamanho 12. 110 1 INTRODUÇÃO Na introdução apresenta-se com clareza o que, onde e como foi realizado o estágio. Ou seja, deve caracterizar resumidamente, o local, as pessoas envolvidas e as circunstâncias gerais que cercam o desenvolvimento do estágio. Deve, também, conter a importância do trabalho, sua finalidade (objetivos), os procedimentos adotados, suas limitações (o que deixou de ser abordado), problemas surgidos (se for o caso). Espaçamento entre linhas 1,5; texto justificado. Para os elementos textuais, a posição do número da página será no canto superior direito. Na primeira página, o número não deve ser exibido. 111 2. RELATO DA OBSERVAÇÃO Neste item, o acadêmico deverá relatar os dados da observação, fundamentando teoricamente (conforme o roteiro de observação – Apêndice IX). 3. CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICO-PEDAGÓGICA DA UE 3.1 CONDIÇÕES FÍSICAS E MATERIAIS DA UNIDADE DE ENSINO 3.2 CARACTERÍSTICAS BÁSICAS CORPO TÉCNICO, ADM E DOCENTE 3.3 A DINÂMICA DO COTIDIANO ESCOLAR 3.4 PROJETO PEDAGÓGICO 3.5 CARACTERÍSTICAS DO PROFESSOR DA TURMA 3.6 CARACTERÍSTICAS DA TURMA 3.7 ORGANIZAÇAO DO ESPAÇO FÍSICO 3.8 ALTERNATIVAS 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS 5. REFERÊNCIAS ANEXOS 112 ANEXO X ROTEIRO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO II e IV INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CAMPUS RIO DO SUL Digite o número do estágio que você está cursando. RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO ___ CURSO DE MATEMÁTICA - LICENCIATURA NOME DO ACADÊMICO (se realizado em dupla entregar somente um relatório) RIO DO SUL 2011 113 Instituto Federal Catarinense – Campus Rio do Suç Sul Educacional Leonardo Da Vinci NOME DO(A) ACADÊMICO(A) (se o estágio foi realizado em dupla, entregar somente um relatório) RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO __ CURSO DE MATEMÁTICA - LICENCIATURA Digite o número do estágio que você está cursando. Relatório de Estágio ___ do curso de Matemática - Licenciatura do Instituto Federal Catarinense (IFC) Câmpus Rio do Sul realizado na Unidade de Ensino __________, requisito parcial para conclusão da disciplina de Estágio Supervisionado ____. PROFESSOR ORIENTADOR: RIO DO SUL mm/aa 114 SUMÁRIO 1 espaço entre linhas - 1,5 1 INTRODUÇÃO .................................................................................................. 2 ASPECTOS REFLEXIVOS DA OBSERVAÇÃO .............................................. 3. RELATÓRIO DA INTERVENÇÃO .................................................................... 3.1 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 3.2 Apresentação do Plano de Aula - Aula 1......................................................... 3.2.1 ANÁLISE DA INTERVENÇÃO COM FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ......... 3.2.2 AMOSTRA DE UM TRABALHO ................................................................... 3.3 Apresentação do Plano de Aula - Aula 2......................................................... 3.3.1 ANÁLISE DA INTERVENÇÃO COM FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ........ 3.3.2 AMOSTRA DE UM TRABALHO ................................................................... 3.4 Apresentação do Plano de Aula - Aula 3......................................................... 3.4.1 ANÁLISE DA INTERVENÇÃO COM FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ........ 3.4.2 AMOSTRA DE UM TRABALHO ................................................................... 3.5 Apresentação do Plano de Aula - Aula 4......................................................... 3.5.1 ANÁLISE DA INTERVENÇÃO COM FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ........ 3.5.2 AMOSTRA DE UM TRABALHO ................................................................... 3.6 Apresentação do Plano de Aula - Aula 5......................................................... 3.6.1 ANÁLISE DA INTERVENÇÃO COM FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ........ 3.6.2 AMOSTRA DE UM TRABALHO ................................................................... 4 ARTIGO (SOMENTE PARA O ESTÁGIO IV) .................................................... 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS .............................................................................. 6 REFERÊNCIAS.................................................................................................. ANEXOS (PROJETO DE DOCÊNCIA) ................................................................ Para configuração do índice, utilize fonte tamanho 12. 115 1. INTRODUÇÃO Na introdução apresenta-se com clareza o que, onde e como foi realizado o estágio. Ou seja, deve caracterizar resumidamente, o local, as pessoas envolvidas e as circunstâncias gerais que cercam o desenvolvimento do estágio. Deve, também, conter a importância do trabalho, sua finalidade (objetivos), os procedimentos adotados, suas limitações (o que deixou de ser abordado), problemas surgidos (se for o caso). Espaçamento entre linhas 1,5; texto justificado. Para os elementos textuais, a posição do número da página será no canto superior direito. Na primeira página, o número não deve ser exibido. 2. ASPECTOS REFLEXIVOS DA OBSERVAÇÃO Neste item, o acadêmico deverá resgatar os principais aspectos relacionados aos dados da observação (conforme o roteiro de observação entregue pelo professor da disciplina de estágio supervisionado I e III). É importante esse resgate para que o leitor tenha claro o que o levou a organizar o planejamento da intervenção, considerando a realidade da turma, professor e escola. 3 RELATÓRIO DA INTERVENÇÃO Neste item o acadêmico deverá apresentar fundamentação teórica que norteie sua intervenção/docência. O texto abaixo fornece informações sobre fundamentação teórica. 116 De acordo com Martins (2006, p. 84) a fundamentação teórica, É a ocasião de se relacionar a literatura mais relevante sobre o assunto, estabelecendo um diálogo crítico com diversos autores que escreveram sobre o tema em estudo. A revisão bibliográfica [ou fundamentação teórica] procura estabelecer o estado atual da questão e examinar as diversas correntes teóricas sobre o assunto. Daí resulta a escolha do marco teórico que será utilizado para orientar e embasar o trabalho. Trata-se também de conceituar os termos que são essenciais para a melhor compreensão do trabalho. O objetivo da definição de termos é torná-los claros, compreensivos, objetivos e adequados ao contexto do trabalho. Desse modo, na fundamentação teórica constarão idéias e discussões sobre os temas tratados ao longo do relatório. Lembrando que se faz necessário o uso de autores e/ou documentos que fundamentem as reflexões ao longo dessa seção. Os autores e/ou documentos podem ser utilizados de forma direta (utilizando palavras tiradas literalmente da obra do autor e/ou documento), ou de forma indireta (quando a ideia é retirada do autor, porém a escrita é feita com a interpretação de quem escreve no caso o acadêmico). No caso de citações diretas de até três linhas, a citação permanece no parágrafo. Exemplo: De acordo com Martins (2006, p. 84) a fundamentação teórica, “É a ocasião de se relacionar a literatura mais relevante sobre o assunto, estabelecendo um diálogo crítico com diversos autores que escreveram sobre o tema em estudo”. No caso de citações diretas com mais de três linhas, a citação se desprende do parágrafo, na próxima linha a 4,0 cm da margem esquerda, como exemplo acima escrito, no primeiro parágrafo dessa seção. Quando os autores e/ou documentos são utilizados de forma indireta, faz-se necessário o nome do autor entre parênteses, com letras maiúsculas, vírgula e ano. Exemplo: O conhecimento é social, histórico e culturalmente construído. Desde o nascimento, os sujeitos constroem e adquirem significados, por meio do convívio familiar, da relação com outras pessoas e pelo uso de objetos necessários a sua sobrevivência (VYGOTSKY, 1991). 117 3.1. APRESENTAÇÃO DO PLANO DE AULA AULA 1 Inserir plano de aula (modelo de plano de aula – ANEXO VIII) 3.1.1 ANÁLISE DA INTERVENÇÃO COM FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Refere-se a reflexões sobre a aplicação de cada aula; se os objetivos foram atingidos, os alunos participaram, como foi o seu desempenho, as atividades foram adequadas. neste item também relacionar teoria e prática. 3.1.2 AMOSTRA DE UMA ATIVIDADE Anexar neste item amostra de, pelo menos, uma atividade desenvolvida em sala de aula, com a descrição e uma análise dos resultados da atividade. 3.2. APRESENTAÇÃO DO PLANO DE AULA AULA 2 Inserir plano de aula (modelo de plano de aula – ANEXO VIII) 3.2.1. ANÁLISE DA INTERVENÇÃO COM FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Refere-se a reflexões sobre a aplicação de cada aula; se os objetivos foram atingidos, os alunos participaram, como foi o seu desempenho, as atividades foram adequadas. neste item também relacionar teoria e prática. 3.2.2. AMOSTRA DE UMA ATIVIDADE Anexar neste item amostra de, pelo menos, uma atividade desenvolvida em sala de aula, com a descrição e uma análise dos resultados da atividade. 118 3.3. APRESENTAÇÃO DO PLANO DE AULA AULA 3 Inserir plano de aula (modelo de plano de aula – ANEXO VIII) 3.3.1. ANÁLISE DA INTERVENÇÃO COM FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Refere-se a reflexões sobre a aplicação de cada aula; se os objetivos foram atingidos, os alunos participaram, como foi o seu desempenho, as atividades foram adequadas. neste item também relacionar teoria e prática. 3.3.2. AMOSTRA DE UMA ATIVIDADE Anexar neste item amostra de, pelo menos, uma atividade desenvolvida em sala de aula, com a descrição e uma análise dos resultados da atividade. 3.4. APRESENTAÇÃO DO PLANO DE AULA AULA 4 Inserir plano de aula (modelo de plano de aula – ANEXO VIII) 3.4.1. ANÁLISE DA INTERVENÇÃO COM FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Refere-se a reflexões sobre a aplicação de cada aula; se os objetivos foram atingidos, os alunos participaram, como foi o seu desempenho, as atividades foram adequadas. neste item também relacionar teoria e prática. 3.4.2. AMOSTRA DE UMA ATIVIDADE 119 Anexar neste item amostra de, pelo menos, uma atividade desenvolvida em sala de aula, com a descrição e uma análise dos resultados da atividade. 3.5. APRESENTAÇÃO DO PLANO DE AULA AULA 5 Inserir plano de aula (modelo de plano de aula – ANEXO VIII) 3.5.1 ANÁLISE DA INTERVENÇÃO COM FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Refere-se a reflexões sobre a aplicação de cada aula; se os objetivos foram atingidos, os alunos participaram, como foi o seu desempenho, as atividades foram adequadas. neste item também relacionar teoria e prática. 3.5.2 AMOSTRA DE UMA ATIVIDADE Anexar neste item amostra de, pelo menos, uma atividade desenvolvida em sala de aula, com a descrição e uma análise dos resultados da atividade. 4. ARTIGO TÍTULO DO ARTIGO Nome do autor(a) RESUMO: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. Palavras-chave: xxxxxx, xxxxx, xxxxx. 1 INTRODUÇÃO (DO ARTIGO) xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx 120 2 DESENVOLVIMENTO xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. Não esquecer do referencial teórico, com citações curtas e longas, xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx (AUTOR, ano, página). xxxxxxxxxxxxxxxxxxx. 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS (DO ARTIGO) xxxxxxxxxxxxxxxxxx. REFERÊNCIAS (DO ARTIGO) SOBRE NOME DO AUTOR, Nome do Autor. Título: sub título. 2. ed. Local de Publicação: Editora, Ano de publicação. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS (DA INTERVENÇÃO) Apresenta-se uma análise sobre o estágio desenvolvido: informar resultados e reflexões sobre o estágio. Também poderá ser relatada uma opinião pessoal sobre o valor da experiência que acaba de realizar, apresentando recomendações e sugestões referentes ao aperfeiçoamento de futuros trabalhos. 5. REFERÊNCIAS DO RELATÓRIO 121 ANEXOS 122 ANEXO XI PAUTA DE INDAGAÇÕES ROTEIRO DA PAUTA DE INDAGAÇÕES Para os professores 1) onde e quando realizou sua formação inicial? 2) fez pós-graduação? Qual? Em que instituição de ensino? 3) quanto tempo de atuação na educação, como professor de matemática? 4) em sua opinião qual a importância da matemática no currículo escolar? 5) quantos professores de matemática tem essa escola? 6) qual sua opinião sobre as condições materiais (didático-pedagógicas) e físicas (salas de aula, laboratórios) da escola? 7) quais são os fatores que mais interferem nas suas aulas? 8) como a gestão interage com o professores de matemática? 9) os alunos participam do processo de definição dos conteúdos a serem trabalhados? Como esses conteúdos são organizados? Considera importante a construção coletiva do planejamento dos conteúdos das disciplinas? 10) como ocorre a integração com os demais professores e conteúdos na escola? 11) como é desenvolvida sua formação continuada e permanente? 12) investe em livros pra atualizar o seu trabalho? 13) como realiza a avaliação dos alunos? 14) em sua opinião, como os alunos enfrentam as diferenças de competências durante as aulas? Para supervisores, orientadores e diretores 1) qual a importância da matemática na organização curricular e no contexto escolar? 2) qual o papel do seu setor na organização das atividades das aulas de matemática? 3) a escola tem PPP? (consultar e destacar informações importantes) 123 4) como são escolhidos os livros para as aulas de matemática? 124 ANEXO XII PAUTA DE OBSERVAÇÕES ROTEIRO DA PAUTA DE OBSERVAÇÕES 1. Contextualização histórico-pedagógica da Unidade de Ensino Trata-se de uma contextualização dos diversos momentos históricos da unidade de ensino com as teorias/concepções de aprendizagem, ensino, educação, escola, avaliação estudadas no decorrer do curso. Através de entrevistas com alunos, pais, professores, membros da comunidade, pesquisa em documentos escolares, será possível perceber somo se deu e como se dá a materialização dessas concepções no “chão” da unidade de ensino. A análise e sistematização das falas dos entrevistados e dos documentos se darão com base nos autores que caracterizam as diversas concepções acima referidas. Será possível perceber como os agentes educacionais produziram e produzem suas práticas pedagógicas a partir de determinados referenciais explícitos ou não; como os sistemas de ensino, através da implementação de suas políticas educacionais – nunca epistemologicamente neutras – influenciaram e influenciam o fazer pedagógico; como muitos professores, através de sua práxis, conseguiram e conseguem subverter os paradigmas hegemônicos; como os alunos se percebiam e se percebem participando desses momentos históricos. 2. Condições físicas e materiais da Unidade de Ensino Deve-se estar atento para a localização geográfica da unidade de ensino e a relevância social disso; conservação das dependências/construção (quantidade/qualidade das salas de aula, banheiros, cozinha, refeitório, área de lazer, quadras esportivas etc., em relação à demanda); mobiliário (mesas, cadeiras, carteiras, 125 etc., e sua relação com as necessidades dos alunos, professores e funcionários); biblioteca. 3. Características básicas do corpo técnico, administrativo e docente Relação entre a quantidade e necessidade de funcionários, professores e bolsistas; características dos serviços prestados; nível de formação escolar de cada um dos segmentos de trabalhadores e a repercussão disso na sua pratica diária. 4. A dinâmica do cotidiano escolar Esse item é de extrema relevância. As informações poderão ser obtidas através de entrevistas com pessoas ligadas ao cotidiano da unidade de ensino. Mas a melhor maneira de perceber a dinâmica do cotidiano escolar é a observação e o contato com as pessoas envolvidas. Deve-se estar atento ao funcionamento da escola como um todo. Na secretaria e direção, observar e descrever os trâmites administrativos e burocráticos básicos como a admissão de alunos, transferências, confecção de boletins, arquivamento de dados, emissão de certificados/diplomas, admissão/substituição de professores, fichas funcionais, relação da direção com a comunidade, professores, funcionários e alunos, confecção do horário das aulas, dentre outros. No intervalo das aulas, perceber as relações dos alunos entre si e com os professores, funcionários e direção. Conversar com os especialistas e professores sobre o seu trabalho e comparar com as impressões dos alunos. Assistir a, pelo menos, uma reunião pedagógica, um conselho de classe, uma reunião de pais para analisá-los. Prestar atenção às relações de poder no interior da escola (poder público/direção, escola/comunidade, direção/professores, direção/alunos, professores/alunos, alunos/alunos, APP com a direção/professores/alunos). 5. Projeto Pedagógico Perceber como foi ou está sendo o processo de elaboração do projeto pedagógico, como foi/é a participação da comunidade escolar no processo; como é implementado o projeto no dia-a-dia; qual a concepção norteadora implícita ou explícita; que tipos de avanços e/ou retrocessos são possíveis identificar no projeto; qual a relação entre o 126 que está escrito e o que efetivamente é vivenciado no cotidiano escolar. Qual a relação do planejamento das aulas de matemática com o projeto pedagógico. 6. Caracterização do professor da turma Formação. Maneira como atua em sala de aula. Relacionamento com os estudantes. 7. Planejamento Existe? Como ele é realizado, diariamente, semanalmente, anualmente? Pelo professor com planos de aula? Qual é o referencial? Observa o Projeto PolíticoPedagógico? Qual a importância real do planejamento para as aulas? 8 Caracterização da turma Número de estudantes, faixa etária, religião, saúde, lazer, condições de moradia, constituição familiar, nível socioeconômico, número de irmãos, quantos componentes da família trabalham, nível de escolaridade da família. Obs.: fazer uma média desses dados. 9. Como está organizado e estruturado o espaço físico na unidade de ensino Qual o material didático-pedagógico em matemática existente para os estudantes, há laboratório de matemática ou outros utilizados nas aulas de matemática? TV, retroprojetor, tamanho da sala. 8. Alternativas Quais são as alternativas que os(as) professoras buscam para resolver as questões dos limites em relação a espaço físico, falta de material pedagógico, número excessivo de estudantes? Como se Sá a inclusão de estudantes? Observações 127 Este roteiro tem por finalidade apenas apontar alguns dos elementos que podem contribuir na constituição do relatório de observação do cotidiano escolar. Muitas outras questões poderão surgir no momento do contato com a realidade, as quais deverão ser cuidadosamente anotadas. O texto que resultará desse processo de investigação será de extrema importância para todos os momentos da prática. A partir dele surgirão questões que poderão servir de base para elaboração do planejamento da intervenção/prática de ensino e um projeto de pesquisa. Além disso, este texto comporá um dos itens obrigatórios do relatório final de estágio. Por isso, quanto mais bem elaborado ele for, menor será o trabalho posterior. e-mail do(a) professor(a) – [email protected] 128 CARTA DE APRESENTAÇÃO Rio do Sul, __ de ______ de 201_. Da Coordenação de Estágios do IFC – Campus Rio do Sul À Direção da Escola (nome da escola) Senhor(a) Diretor(a): Temos a satisfação de apresentar o(a) acadêmico(a) (nome do acadêmico) do Curso de (nome do curso) e solicitar a colaboração de Vossa Senhoria no sentido de recebê-lo a fim de realizar a atividade referente à (Prática de Ensino) da Disciplina de (nome da disciplina) ou (Estágio Supervisionado I). O(a) Acadêmico(a) frequentará o estabelecimento dirigido por Vossa Senhoria durante o primeiro semestre de 2011. Agradecemos vossa valiosa colaboração e expressamos nosso apreço e consideração. Atenciosamente, ___________________________ (assinatura) Coordenação de Estágios