1 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM ARQUITETURA E URBANISMO CURITIBA-PR – Autorização SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO ................................................................................................................................................ 4 2. IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ............................................................................................................... 7 3. HISTÓRICO DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO............................................................................ 8 4. MISSÃO .......................................................................................................................................................... 9 5. OBJETIVOS E METAS ................................................................................................................................... 9 6. ÁREAS DE ATUAÇÃO ACADÊMICA............................................................................................................ 10 7. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COM AS INSTÂNCIAS DE DECISÃO ................................................... 11 8. IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS CONTANTES DO PDI, NO ÂMBITO DO CURSO.12 9. INSERÇÃO REGIONAL ................................................................................................................................ 16 10. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ...................................................................................................................... 22 11. JUSTIFICATIVA DO CURSO ........................................................................................................................ 23 12. REQUISITOS LEGAIS E NORMATIVOS: ..................................................................................................... 23 VINCULAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO ÀS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS E DAS NORMAS INTERNAS DA IES .............................................................................................................. 23 DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA (LEI Nº 11.645 DE 10/3/2008; RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 01 DE 17/6/2004). ............................................................................ 25 TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE .................................................................................................. 25 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) ................................................................................... 25 DENOMINAÇÃO DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA .................................................. 25 CARGA HORÁRIA MÍNIMA, EM HORAS – PARA CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA. ...... 25 TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO. ......................................................................................................... 25 CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E/OU MOBILIDADE REDUZIDA.26 DISCIPLINA DE LIBRAS. ..................................................................................................................... 26 INFORMAÇÕES ACADÊMICAS. ......................................................................................................... 27 POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL. ......................................................................................... 27 DIRETRIZES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS. ................................... 27 13. OBJETIVOS DO CURSO .............................................................................................................................. 27 14. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ..................................................................................................... 29 15. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES.............................................................................................................. 30 16. ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS DOS ARQUITETOS E URBANISTAS. .................................................... 30 17. FORMA DE INGRESSO NO CURSO E NA IES ........................................................................................... 33 Página 2 de 87 18. ESTRUTURA CURRICULAR ........................................................................................................................ 34 19. MATRIZ CURRICULAR................................................................................................................................. 35 20. EMENTAS DAS DISCIPLINAS ..................................................................................................................... 37 21. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ............................................................................................. 47 22. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ................................................................................................. 47 23. ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES .................................................................................... 48 24. METODOLOGIA............................................................................................................................................ 53 25. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM55 26. AVALIAÇÃO .................................................................................................................................................. 57 26.1 AVALIAÇÃO DO ENSINO-APRENDIZAGEM ............................................................................................... 57 27. AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO .................................................................................................................... 59 28. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ...................................................................................................................... 60 29. PESQUISA E PRODUÇÃO CIENTÍFICA ...................................................................................................... 60 30. APOIO AO DISCENTE .................................................................................................................................. 61 30.1 UMA PREOCUPAÇÃO COM O SEU DISCENTE ......................................................................................... 61 30.2 PROGRAMA DE APOIO PEDAGÓGICO E FINANCEIRO ........................................................................... 62 APOIO PEDAGÓGICO...................................................................................................................................... 62 APOIO FINANCEIRO ........................................................................................................................................ 62 30.3 ESTÍMULOS À PERMANÊNCIA (PROGRAMA DE NIVELAMENTO, ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO) ..................................................................................................................................................... 63 30.4 ORGANIZAÇÃO ESTUDANTIL (ESPAÇO PARA PARTICIPAÇÃO E CONVIVÊNCIA ESTUDANTIL) ........ 64 30.5 ACOMPANHAMENTO DOS EGRESSOS .................................................................................................... 64 31. CORPO DOCENTE ....................................................................................................................................... 65 32. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE ........................................................................................... 68 32.1 COMPOSIÇÃO DO NDE ............................................................................................................................... 68 32.2 TITULAÇÃO E FORMAÇÃO ACADÊMICA DO NDE .................................................................................... 69 33. COORDENADOR DO CURSO: FORMAÇÃO E TITULAÇÃO ...................................................................... 70 34. COORDENADOR DO CURSO: REGIME DE TRABALHO ........................................................................... 70 35. ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO ............................................................................................. 70 36. COMPOSIÇÃO E FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO ......................................................... 71 37. CORPO DOCENTE DO CURSO .................................................................................................................. 73 38. INFRAESTRUTURA ...................................................................................................................................... 77 REFERÊNCIAS ..................................................................................................................................................... 86 Página 3 de 87 PPC - PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM ARQUITETURA E URBANISMO 1. INTRODUÇÃO A formação universitária se constitui em um desafio que, na sua abrangência, deve valorizar os seguintes elementos: I. O progresso científico e tecnológico; II. As tendências sociais e econômicas da atualidade; III. A ética e os valores humanos necessários para a construção e manutenção da liberdade, justiça e igualdade entre os seres humanos; IV. O aprofundamento no domínio das estratégias e procedimentos específicos da área de atuação; V. A capacidade crítica e reflexiva de todos os envolvidos nesse complexo processo de produção do conhecimento, cujo objetivo é a análise das diferentes facetas da realidade que envolve a atuação profissional. A universidade é, portanto, o espaço para o desenvolvimento destas capacidades. Para isto, cabe às instituições educacionais propiciar ao discente as condições intelectuais e científicas para analisar criticamente sua posição como profissional, frente às questões da realidade brasileira, e considerar a relevância da sua prática. Para tanto, o Projeto Pedagógico do Curso - PPC deve articular os valores culturais do contexto no qual está inserido, com o domínio do conhecimento técnico e científico específico da área em que pretende formar o profissional, objetivando o preparo de profissionais que saibam atuar ética e tecnicamente em sua carreira profissional e que estejam integrados ao seu contexto sociocultural. Segundo a lei de diretrizes e bases da educação nº. 9.394/96 no art. 43, a educação superior tem por finalidade: I. Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; Página 4 de 87 II. Formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua; III. Incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura e desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive; IV. Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação; V. Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração; VI. Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade; VII. Promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição. Para operacionalizar as finalidades estabelecidas pelas leis de diretrizes e bases da educação superior, as instituições educacionais, particularmente aquelas que são comprometidas com o ensino superior de qualidade, empenham-se na elaboração de propostas articuladas em um PPC capaz de nortear as ações pedagógicas do curso, como um instrumento teórico-metodológico que visa ajudar no enfrentamento dos desafios do cotidiano, de forma reflexiva, consciente, sistematizada e participativa. O PPC possibilita e coordena a participação de todos os agentes envolvidos no processo, tais como: os educadores, a comunidade acadêmica, os agentes administrativos e os membros da sociedade. É por meio desse projeto que o curso poderá planejar suas atividades, aprimorar seus processos avaliativos, aperfeiçoar sua matriz curricular, decidir sobre suas necessidades e melhorar a qualidade de seu ensino. O PPC é uma proposta de trabalho que descreve um conjunto de ações a serem desenvolvidas ao longo do processo de formação acadêmica, cujos referenciais devem estabelecer as concepções adotadas na política institucional de oferta em educação, bem como sua forma de conduzir e avaliar o processo de ensino e aprendizagem. Página 5 de 87 Como um meio através do qual o processo de ensino e aprendizagem pode ser sistematizado e acompanhado, o PPC propõe formas de execução dos objetivos das políticas educacionais, das aspirações e necessidades do corpo docente e discente, no que envolve a formação acadêmica e profissional. Assim, o PPC, cujos referenciais teóricos e metodológicos devem propor ações que abranjam o acadêmico nas suas diversas dimensões, tais como: cognitivas, afetivas, motoras, sociais, culturais e políticas, que atendam às suas necessidades de formação acadêmicas e profissionais, deve, também, desenvolver as habilidades e competências necessárias para a sua inserção e atuação na sociedade, capacitando-o para o bom desempenho das atividades profissionais e o exercício da cidadania. O PPC voltado para a formação profissional e pessoal mobiliza o engajamento da comunidade escolar, onde cada um passa a ser autor e responsável pela boa operacionalização das ações do processo educativo. Esta proposta de trabalho permite que o curso tenha objetivos claros, diretrizes pedagógicas e políticas educacionais bem definidas em sintonia com o presente, de forma a recriar cada momento em função de ser uma resposta adequada aos desafios da realidade escolar e organizar o trabalho pedagógico de maneira não fragmentada. Dessa forma, proporcionará uma formação capaz de permitir ao discente efetuar a integração dos elementos básicos estabelecidos através da interface da cultura, política, ética e formação profissional. Página 6 de 87 2. IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO MANTENEDORA: CNPJ: CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MARINGÁ ENDEREÇO: 79.265.617/0001-99 Nº AV. GUEDNER BAIRRO: 1.610 CIDADE: JARDIM ACLIMAÇÃO FONE/FAX CEP: 87050-390 (44) 3027-6360 PRESIDENTE DA MANTENEDORA: MARINGÁ E-MAIL: ESTADO: PR [email protected] CLÁUDIO FERDINANDI MANTIDA: SIGLA FACULDADE CESUMAR (14403) CESUMAR ENDEREÇO: UNIDADE SEDE – Rua Dr. Pedrosa, 55 – Centro – Curitiba-PR – 80420-120. UNIDADE II – Avenida República Argentina, 5098 – Bairro Novo Mundo – Curitiba-PR – 81050-001 BAIRRO: CEP: CIDADE: ESTADO: CENTRO FONE/FAX (44)3027-6360 – RAMAL 1109 80420-120 CURITIBA E-MAIL: PR [email protected] DIRETOR GERAL: MARCOS ANTONIO DA SILVA Página 7 de 87 3. HISTÓRICO DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO O Centro de Ensino Superior de Maringá é pessoa jurídica de direito privado, com sede e foro na cidade de Maringá - Estado do Paraná, fundado em 7 de Junho de 1986. A atuação em educação superior teve início no ano de 1990 com o Credenciamento da Faculdade de Administração e Informática de Maringá, que até 1994 abrigava 4 cursos de Graduação (Administração – Processamento de Dados – Ciências Contábeis - Direito). No ano de 1998 foram credenciadas as seguintes faculdades, também mantidas pelo Centro de Ensino Superior de Maringá: Faculdade de Comunicação Social de Maringá com 2 cursos (Jornalismo - Publicidade e Propaganda), Faculdade de Medicina Veterinária e Fisioterapia com 3 cursos (Medicina Veterinária – Fonoaudiologia – Fisioterapia). Em 1999 aconteceu o processo de transformação das faculdades existentes em Faculdades Integradas de Maringá, assim como a aprovação do seu Regimento Unificado. Em janeiro de 2002, as Faculdades Integradas de Maringá – FAIMAR receberam parecer favorável do Ministério da Educação para transformação em Centro Universitário de Maringá, por meio do Parecer CNE/CES nº. 1.359/2001, de 12/12/2001, Portaria Ministerial nº. 95, de 16/01/2002 e Recebeu conceito “4” no recredenciamento que aconteceu no ano de 2006. Nos indicadores de qualidade das instituições de educação superior divulgados em 2013 pelo MEC, o Centro Universitário de Maringá teve excelentes conceitos nos cursos que prestaram o ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) em 2012, obtendo pelo 3º ano consecutivo o conceito 4, ficando entre 6% das melhores instituições do país e mantendo-se ao lado das principais instituições públicas do Paraná, como UEM, UEL, UEPG, UNIOESTE e UFPR. Nos conceitos do CPC, O curso de Ciências Contábeis e Jornalismo conquistaram CPC máximo (5). Outros sete cursos (Administração, Direito, Gestão Comercial, Gestão de Recursos Humanos, Logística, Psicologia e Publicidade) conquistaram nota 4. O Ministério da Educação, ao autorizar o curso de Medicina, no dia 18 de novembro de 2011, nos deu a certeza de que a educação brasileira avança em qualidade e em comprometimento com os preceitos legais. Nós, da Mantenedora CESUMAR, crescemos juntos com o processo educativo brasileiro, buscando sempre contribuir para que a cidade de Maringá seja referência no ensino superior. Página 8 de 87 Frente a todos esses desafios e realizações conquistadas a Mantenedora CESUMAR planejou atuar em outras regiões do Paraná credenciando as Faculdades CESUMAR. Neste ato a FACULDADE CESUMAR, doravante denominada Faculdade. 4. MISSÃO “Promover a educação de qualidade nas diferentes áreas do conhecimento, formando profissionais cidadãos que contribuam para o desenvolvimento de uma sociedade justa e solidária”. Com essa missão, a Faculdade, buscará a integração do ensino-pesquisa-extensão, com as demandas institucionais e sociais; a realização da prática acadêmica que contribua para o desenvolvimento da consciência social e política e a democratização do conhecimento acadêmico por meio da articulação e integração com a sociedade. 5. OBJETIVOS E METAS Na busca coerente da concretização de sua missão, a Faculdade, considerando a realidade na qual está inserida, o problema local, regional e do país, têm como diretrizes gerais: priorizar, em suas atividades, o diagnóstico, num caráter regional, dos problemas e necessidades, estabelecendo uma relação com a sociedade para propor alternativas de soluções através de projetos e programas, de modo a propiciar uma participação efetiva do aluno na comunidade e na resolução de problemas; assegurar uma estrutura administrativa e organizacional de forma que as propostas decisórias tenham participação democrática; propiciar a comunidade acadêmica uma participação dialógica nas definições das políticas de ensino, pesquisa e extensão, favorecendo uma relação inclusiva; viabilizar as condições necessárias para a promoção da qualificação e educação continuada do corpo docente e administrativo; manter os cursos, das diferentes áreas, em contínuo e crescente processo de avaliação, buscando a excelência do padrão de qualidade, de modo a oferecer um ensino com qualidade e equidade; Página 9 de 87 buscar parcerias e projetos, contribuindo para a formação profissional de nossos alunos e com o desenvolvimento regional integrado; promover a conscientização, da comunidade acadêmica, quanto à necessidade do zelo e manutenção das instalações físicas e equipamentos necessários ao bom desempenho do ensino, pesquisa e extensão; articular Ensino, Pesquisa e Extensão, propiciando uma formação integral ao acadêmico de modo a contribuir para a formação de uma consciência crítica, que lhe permita refletir sobre a problemática social, de seu papel como sujeito e ator social no processo de mudança e construção de sociedade mais justa e igualitária; articular e promover a interdisciplinaridade e uso de metodologias alternativas e abrangentes, de modo a formar profissionais dotados de conhecimentos do todo e habilitados a uma prática competente, ética e socialmente responsável; participar sistematicamente, da preservação do meio-ambiente, por meio da Educação Ambiental e da elaboração de projetos, visando a participação de acadêmicos e da sociedade na preservação de nosso ecossistema e aproveitamento sustentável das riquezas da região; buscar a produção do conhecimento em todas as suas formas, questionando as teorias e os processos de investigação, fazendo do ato educativo um trabalho para a práxis profissional consciente e voltada para a resolução dos problemas impostos à sociedade como um todo. 6. ÁREAS DE ATUAÇÃO ACADÊMICA A Faculdade em consonância com sua missão institucional tem por propósito oferecer uma formação de qualidade, que tem compromisso com o saber de transformação, com a cidadania, com sua região de abrangência, com o Paraná e o seu destino. O seu compromisso se cumpre por oferta de cursos relacionados à conjuntura nas diversas áreas de conhecimento e a seus desdobramentos, trabalhando com o rompimento de formas ultrapassadas de organização e de produção e troca de conhecimentos. O perfil dos profissionais que deseja formar obedece a esta realidade. Nesse sentido o processo educacional da Faculdade propiciará a melhoria na capacitação do corpo docente, discente e consequentemente a comunidade local, regional e nacional mediante atividades de ensino de graduação, de extensão, de pesquisa por meio da iniciação científica, programas de formação continuada, Programas especiais de formação pedagógica, destinados aos portadores de diploma de nível superior e Pós-Graduação. Página 10 de 87 7. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COM AS INSTÂNCIAS DE DECISÃO Integram a estrutura organizacional: TÍTULO II DA ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA Art. 5º A FACULDADE, para os efeitos de sua administração, conta com órgãos colegiados deliberativos e normativos, órgãos executivos e órgãos de apoio técnico e administrativo. § 1º São órgãos colegiados deliberativos e normativos: I. Conselho Superior - CONSUP; II. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE; III. Colegiados de Curso. Página 11 de 87 § 2º São órgãos executivos: I. Diretoria Geral; II. Vice-Diretoria; III. Diretorias Acadêmica e Administrativa; IV. Coordenadorias de Curso. V. Instituto Superior de Educação – ISEN 8. IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS CONTANTES DO PDI, NO ÂMBITO DO CURSO. A Faculdade, com a missão de “promover a educação de qualidade nas diferentes áreas do conhecimento, formando profissionais cidadãos que contribuam para o desenvolvimento de uma sociedade justa e solidária”, oferecerá cursos de graduação (bacharelado, tecnólogo e licenciatura), pós-graduação e extensão, por meio de práticas pedagógicas contextualizadas e críticas, estimuladoras e promotoras da cidadania. A Faculdade, em seu Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI buscará por meio da educação, valorizar o homem em sua dimensão holística, para que possa realizar suas aspirações maiores que lhe darão a identidade no tempo e no espaço, como agente de transformação social, na construção de sua história, apontando caminhos dentro das oportunidades de desenvolvimento da região. A articulação e a integração da Faculdade com a sociedade ocorrerá por meio da extensão universitária, a partir dos projetos, eventos e cursos de extensão, da cooperação interinstitucional e da prestação de serviços. Em consonância com a missão institucional e as orientações do PPI visa garantir a excelência de ensino e a qualidade na pesquisa e na extensão. A instituição pretende possuir um corpo docente formado em sua maioria por doutores e mestres e uma equipe de técnicos e profissionais preparados para o desenvolvimento das atividades necessárias ao bom desempenho da Faculdade. O incentivo à pesquisa e a pós-graduação ocorrerá pelo cultivo da atitude científica e a teorização da própria prática educacional, por meio de uma política de promoção do desenvolvimento científico, consubstanciada no estabelecimento de linhas prioritárias de ação, a médio e longo prazo, na Página 12 de 87 concessão de bolsas ou de auxílios para a execução de projetos científicos e na formação de pessoal em cursos e programas de pós-graduação. Portanto, de acordo com as orientações emanadas pelo Ministério da Educação e com os princípios da Faculdade, é dada importância ao Projeto Pedagógico Institucional (PPI), Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), Plano Pedagógico de Curso (PPC) e Currículo como documentos nos quais explicitam o posicionamento a respeito da sociedade, da educação e do ser humano, assegurando o cumprimento de suas políticas e ações. Neste contexto, o projeto, o plano e o currículo, muito mais que documentos técnicoburocráticos, constituem em instrumentos de ação política e pedagógica que garantem aos discentes uma formação global e crítica de modo a capacitá-los profissionalmente, e a proporcionar o desenvolvimento pessoal/profissional para o pleno exercício da cidadania. O PDI e o Currículo, este como parte integrante do PPC, são elaborados, analisados e avaliados respeitando as características da Faculdade e da região onde está inserido. Desta forma, seguindo as orientações emanadas no PDI, no PPI e organizados em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais, este PPC foi concebido. Além disto, considera que, apesar da diversidade de caminhos, não há distinção hierárquica entre PPI e PPC, devendo ambos constituir um processo dinâmico, intencional, legítimo, transparente, em constante interconexão com o contexto da Faculdade. Como política institucional, busca-se continuamente a articulação entre a gestão institucional e a gestão do curso, bem como a adequação e implantação das políticas institucionais constantes no PDI. No âmbito do Curso, as políticas institucionais permeiam a sua concepção com vinculações claras. Durante a formação os discentes serão instados a admitirem as diversidades e trabalharem em equipes. Assim ocorre na realização de atividades em sala de aula ou de aulas práticas em campo, onde os discentes tem que exercitar a discussão científica e técnica com colegas acadêmicos. Ocorre também em estágios supervisionados em que o discente é posto frente a situações do mundo real sem o aparato do orientador imediato, ou seja, existirá um tempo em que as respostas, análises e argumentações deverão ser pautadas exclusivamente nos conhecimentos do próprio discente, em sua capacidade de relacionamento com pessoas, em sua capacidade de conduzir soluções com objetivos concorrentes. E, mesmo que seu desempenho possa ser satisfatório sua avaliação fica dependente do local de estágio conveniado. Como pode se deparar, as situações de aprendizagem são muitas, mas pelas políticas gerais precisam formar um profissional cidadão comprometido com uma sociedade justa. Tudo isso é centrado no ensino por ser a principal atividade acadêmica. A Faculdade quer o ensino de qualidade em vista da transformação social que isto pode trazer. É por isto que em tudo que será feito na Página 13 de 87 formação do acadêmico priorizar-se-á uma pedagogia transformadora, ou seja, priorizar a compreensão da realidade, exercitar a reflexão, analisar cientificamente primeiro os aspectos qualitativos para em seguida tratar os quantitativos, e, além disso, ter uma avaliação diagnóstica (permite correção de rumos). Os docentes serão orientados a propor avaliações em que o discente tem, sobre os temas estudados, uma aplicação, uma análise, ou uma avaliação a fazer. As provas bimestrais devem retratar as habilidades a serem treinadas e todas elas serão analisadas pelo Coordenador de Curso. A transformação social ocorrerá naturalmente pelas atitudes adquiridas, pelo comportamento demonstrado com colegas de curso, com a comunidade acadêmica e administrativa (discentes e docentes, e técnico-administrativos) e ainda nas jornadas científicas onde ocorrerá intenso relacionamento com o público, nas visitas técnicas ao conhecer os tipos de atuações a que estarão sujeitos e o grau de responsabilidade de sua futura profissão. Por fim no estágio supervisionado em que terão a oportunidade de colocar em prática ao menos parte dos conhecimentos aprendidos, mas ficarão expostos à avaliação de responsáveis que não têm o foco acadêmico e sim empresarial. A missão institucional não deixa dúvidas sobre a intenção de praticar ensino de qualidade e formar profissionais cidadãos para desenvolverem uma sociedade justa e solidária. Essa articulação só poderá ser alcançada se houver na academia uma articulação semelhante conhecida por integração entre ensino, pesquisa, e extensão. Somente o trabalho sinérgico de gestores, docentes, discentes, e técnicos poderá conduzir a instituição ao caminho dessa relevante articulação. Muitas são as maneiras de caminhar por ela. Varia de instituição para instituição, de curso para curso. A integração entre ensino, pesquisa, e extensão terá a seguinte via: os docentes serão instados a pesquisarem e a discutirem suas pesquisas em sala de aula, em suas orientações de trabalho de conclusão de curso, em trabalhos de iniciação científica. Serão também instados a andarem na fronteira do conhecimento e da tecnologia a ser transmitida aos discentes não com notícia e sim com responsabilidade consequente de aplicação, adaptação, e dimensionamento. Paralelamente os discentes serão convocados e estimulados por meio de bolsas a participarem em programas de iniciação científica por meio de projetos desenvolvidos sob a orientação docente, nos laboratórios da instituição. A extensão é consequência natural na medida em que se cultiva o hábito de divulgar a ciência e seus resultados, e a tecnologia, bem como o hábito de compartilhar informações e conhecimentos. Página 14 de 87 Todas essas oportunidades de aprendizagens só fazem pleno sentido se forem dispostas a todos os cidadãos. O CESUMAR – mantenedor e a Faculdade - Mantida, como prestador de um bem público, não medirão esforços para atender a necessidade e o direito à inclusão e isto poderá ser notado pela existência de infraestrutura preparada por meio de rampas, elevadores e pela existência de banheiros adaptados à pessoas portadoras de necessidades especiais. Para as pessoas surdas pretende-se instituir, por meio do Projeto Intérprete de Libras, a presença de intérpretes nas salas de aula para interpretarem as atividades pedagógicas para os discentes. A disciplina de Libras será institucionalizada e será regularmente ofertada a todos os discentes da instituição, cuja disciplina seja optativa e de forma obrigatória para os cursos previstos em lei. Os docentes que possuírem discentes surdos serão incentivados a cursar LIBRAS para terem subsídios à execução didática - pedagógica da disciplina que ministrará. Disso se conclui que o espírito de inclusão dos menos favorecidos e dos que precisam de atenção especial se fará presente em todas as esferas institucionais e em particular entre os docentes e discentes. As políticas para pesquisa e para extensão no âmbito do curso serão tratadas devendo pontuar que: Haverá estímulo aos discentes para participar em pesquisa; A produção científica será treinada desde os primeiros anos do curso; O curso promoverá eventos com participação de discentes, docentes, pesquisadores e profissionais de empresas da cidade e região; O curso estimulará a participação dos discentes em eventos em áreas diversas, inclusive eventos culturais; A extensão estará estabelecida em atendimento aos princípios de cidadania: equidade, justiça, respeito e dignidade, ética nas relações, responsabilidade institucional e social; Haverá preocupação com a prática acadêmica no sentido de que ela contribua ao desenvolvimento da consciência social e política; Haverá reconhecimento das ações extensionistas como atividades complementares a serem registradas para cumprimento curricular do curso; Estímulo para que os projetos de extensão contemplem a educação ambiental e a conservação de recursos naturais. Página 15 de 87 9. INSERÇÃO REGIONAL Curitiba – PR O Norte do Paraná, uma região de terra roxa, muito fértil, era, até poucas décadas, uma extensa floresta. A colonização espontânea foi marcada pelo arrojo de homens saídos de Minas Gerais ou de São Paulo, que foram chegando à área de Cambará, entre 1904 e 1908. Rapidamente, a faixa entre Cambará e o Rio Tibagi – uma linha que representaria o futuro percurso da ferrovia São PauloParaná – foi tomada por grandes propriedades cujos donos, via de regra, as subdividiam em pequenas parcelas vendidas como lotes urbanos ou rurais. Enquanto isso, vastas áreas de terra roxa de domínio estadual, localizadas a Oeste do Rio Tibagi, permaneciam praticamente inexploradas, sofrendo os efeitos de um lento e ineficaz plano de colonização do governo. Em 1920, percebia-se uma séria frustração nas expectativas de ocupação da área, em virtude da morosidade do Estado. Havia falta de continuidade, recursos financeiros limitados e uma visível inépcia oficial. O quadro, além disso, já tinha sido agravado com a deflagração da Primeira Guerra Mundial, que não apenas interrompeu o fluxo de imigrantes como também provocou desconfiança naqueles que já se encontravam na região. A partir de 1922, o governo estadual começa a conceder terras a empresas privadas de colonização, preferindo usar seus recursos na construção de escolas e estradas. Em 1924, inicia-se a história da Companhia de Terras Norte do Paraná, subsidiária da firma inglesa Paraná Plantations Ltd., que deu grande impulso ao processo desenvolvimentista na região norte. Naquele ano, atendendo a um convite do governo brasileiro – que sabia do interesse dos ingleses em abrir áreas para o cultivo de algodão no exterior – chega a Missão Montagu, chefiada por Lord Lovat, técnico em agricultura e reflorestamento. Lord Lovat ficou impressionado com a exuberância do solo norte-paranaense e acabou adquirindo duas glebas para instalar fazendas e máquinas de beneficiamento de algodão, com o apoio da “Brazil Plantations Syndicate”, de Londres. O empreendimento fracassou, devido aos preços baixos e à falta de sementes sadias no mercado, obrigando a uma mudança nos planos. Foi criada, assim, em Londres, a Paraná Plantations e sua subsidiária brasileira, a Companhia de Terras Norte do Paraná, que transformaria as propriedades do empreendimento frustrado em projetos imobiliários. Página 16 de 87 Já de início, a Companhia concedeu todos os títulos de propriedade da terra, medida inusitada para as condições da região e mesmo do Brasil. Por isso, os conflitos entre colonos antigos e os recém-chegados praticamente não existiram na zona colonizada pelos ingleses. Porém, a grande novidade introduzida pela Companhia e que lhe valeria o “slogan” de “a mais notável obra da colonização que o Brasil já viu” foi a repartição dos terrenos em lotes relativamente pequenos. Os ingleses promoveram, desta forma, uma verdadeira reforma agrária, sem intervenção do Estado, no Norte do Paraná, oferecendo aos trabalhadores sem posses a oportunidade de adquirirem os pequenos lotes, já que as modalidades de pagamento eram adequadas às condições de cada comprador. A Companhia explicitaria a sua política: “Favorecer e dar apoio aos pequenos fazendeiros, sem por isso deixar de levar em consideração aqueles que dispunham de maiores recursos”. Este sistema estimulou muito a concentração da produção – principalmente cafeeira, a explosão demográfica, a expansão de núcleos urbanos e o aparecimento de classes médias rurais. O projeto de colonização, além disto, trouxe outras inovações, como a propaganda em larga escala, transporte gratuito para os colonos, posse das terras em quatro anos, alguma assistência técnica e financeira, levantamento de toda a área e até o mapeamento do solo em algumas zonas. Curitiba surgiu em 1929, como primeiro posto avançado deste projeto inglês. Na tarde do dia 21 de agosto de 1929, chegou a primeira expedição da Companhia de Terras Norte do Paraná ao local denominado Patrimônio Três Bocas, no qual o engenheiro Dr. Alexandre Rasgulaeff fincou o primeiro marco nas terras onde surgiria Curitiba. O nome da cidade foi uma homenagem prestada a Londres – “pequena Londres”, pelo Dr. João Domingues Sampaio, um dos primeiros diretores da Companhia de Terras Norte do Paraná. A criação do Município ocorreu cinco anos mais tarde, através do Decreto Estadual n.º 2.519, assinado pelo interventor Manoel Ribas, em 3 de dezembro de 1934. Sua instalação foi em 10 de dezembro do mesmo ano, data em que se comemora o aniversário da cidade. O primeiro prefeito nomeado foi Joaquim Vicente de Castro. A primeira década após a fundação foi uma fase de desenvolvimento comercial. Neste período aconteceu um fortalecimento da estrutura comercial de Curitiba, quando muitas empresas paulistas se instalaram na região (alimentícia, armarinhos, atacadistas). O setor industrial limitava-se a ordenar a matéria prima regional (maquinas de café e cereais), mantendo a dependência em relação a outros centros urbanos com maior grau de industrialização. As principais realizações no final dos anos 40 foram: a implantação de galerias pluviais, construção de escolas, elaboração do plano urbanístico – o que demonstrou uma preocupação com a ocupação do solo. Curitiba, já nos anos 50, emergiu no cenário nacional como importante cidade do interior do Brasil. Neste período, apresentou considerada expansão urbana em razão da produção cafeeira no Página 17 de 87 norte do Paraná, em especial na cidade de Curitiba, o que levou à intensificação do setor primário de toda região. Nesta década a população passou de 20.000 habitantes para 75.000, sendo que quase metade se encontrava na área rural. No final desse decênio Curitiba contava com um complexo urbano que consistia em faculdade, colégios, postos de saúde, hospitais, rádios e complexos destinados ao lazer. Nos anos 60 surgiram os primeiros conjuntos habitacionais, que se localizavam à distância de 6 a 7 Km do centro da cidade. Esses centros habitacionais foram edificados pela COHAB e atendiam às populações mais necessitadas da sociedade londrinense. Outro fato importante neste período foi a criação do Serviço de Comunicação Telefônica de Curitiba – SERCOMTEL. Em franco desenvolvimento, na década de 70, Curitiba já contava com 230.000 habitantes e uma produção agrícola voltada para o mercado externo. Nesta época criaram-se os primeiros centros industriais que visavam o incentivo e a coordenação do desenvolvimento industrial da cidade. Houve uma ampliação na prestação de serviços como educação, sistema de água e esgoto, pavimentação, energia elétrica, comunicação, e a criação do Parque Arthur Thomas, a construção da nova Catedral, Ginásio de Esporte Moringão, entre outras obras. A década de 80 foi marcada pela fase de ação administrativa, quando o poder público demonstrou uma preocupação com o capital comercial e desenvolveu ações que incentivaram o planejamento urbano, tais como a retirada da ferrovia do centro, a criação das vias Expressa Norte Sul e da Avenida Leste - Oeste, bem como a instalação do Terminal Urbano de Transporte Coletivo. Curitiba se consolidou como Polo Regional de bens e serviços e se tornou, definitivamente, a terceira mais importante cidade do Sul do Brasil na década de 90, quando foi desenvolvido o primeiro Plano Diretor. Neste período a cidade apresentava uma estrutura voltada para áreas residenciais em praticamente todo seu território, destacando a região central em razão do desenvolvimento da construção civil, refletida em inúmeros edifícios de padrão médio e alto. A região Norte da cidade, que nas décadas anteriores se enquadrava como região rural, revelou-se como maior área residencial da cidade, apresentando uma concentração de conjuntos habitacionais financiados pelo BNH. Década a década, verifica-se que Curitiba teve um crescimento constante, consolidandose como principal ponto de referência do Norte do Paraná, bem como exercendo grande influência e atração regional. Página 18 de 87 PERFIL DO MUNICÍPIO DE CURITIBA TERRITÓRIO INFORMAÇÃO Altitude 585 metros Desmembrado Jataizinho Instalação 10/12/1934 Área Territorial (ITCG) 1.656,606 km2 Distância à Capital (SETR) 377,77 km ÁREA POLÍTICO-ADMINISTRATIVA INFORMAÇÃO FONTE DATA Número de Eleitores TSE 2012 Prefeito(a) TRE 2013 ESTATÍSTICA 360.568 pessoas Alexandre Lopes Kireeff ÁREA SOCIAL INFORMAÇÃO FONTE DATA ESTATÍSTICA População Censitária - Total IBGE 2010 506.701 habitantes População - Contagem (1) IBGE 2007 497.833 habitantes População - Estimada IBGE 2013 537.566 habitantes Número de Domicílios - Total IBGE 2010 181.167 Matrículas na Creche SEED 2012 5.548 alunos Matrículas na Pré-escola SEED 2012 12.976 alunos Matrículas no Ensino Fundamental SEED 2012 66.637 alunos Matrículas no Ensino Médio SEED 2012 21.699 alunos Matrículas na Educação Profissional SEED 2012 4.451 alunos MEC/INEP 2011 35.596 alunos Matrículas no Ensino Superior ECONOMIA INFORMAÇÃO FONTE DATA ESTATÍSTICA População Economicamente Ativa (PEA) IBGE 2010 275.978 pessoas População Ocupada (PO) IBGE 2010 261.930 pessoas Número de Estabelecimentos - RAIS MTE 2012 18.014 Número de Empregos - RAIS MTE 2012 167.088 Produção de Soja IBGE 2011 134.524 toneladas Página 19 de 87 Produção de Milho IBGE 2011 110.602 toneladas Produção de Café IBGE 2011 5.606 toneladas Bovinos IBGE 2012 53.758 cabeças Equinos IBGE 2012 2.500 cabeças Galináceos IBGE 2012 2.295.268 cabeças Ovinos IBGE 2012 7.300 cabeças Suínos IBGE 2012 13.050 cabeças Valor Adicionado Bruto(VAB) a Preços Básicos - Total IBGE/Ipardes 2010 8.274.610 R$ 1.000,00 VAB a Preços Básicos - Agropecuária IBGE/Ipardes 2010 134.787 R$ 1.000,00 VAB a Preços Básicos - Indústria IBGE/Ipardes 2010 1.677.508 R$ 1.000,00 VAB a Preços Básicos - Serviços IBGE/Ipardes 2010 6.462.315 R$ 1.000,00 Valor Adicionado Fiscal (VAF) - Total SEFA 2011 5.933.204.711 R$ 1,00 (P) VAF - Produção Primária SEFA 2011 342.229.976 R$ 1,00 (P) VAF - Indústria - Total SEFA 2011 1.888.859.410 R$ 1,00 (P) VAF - Comércio/Serviços - Total SEFA 2011 3.694.679.873 R$ 1,00 (P) VAF - Recursos/Autos SEFA 2011 7.435.452 R$ 1,00 (P) Receitas Municipais Prefeitura 2012 1.198.505.697,12 R$ 1,00 Despesas Municipais Prefeitura 2012 1.080.108.363,19 R$ 1,00 SEFA 2012 538.617.277,41 R$ 1,00 MF/STN 2012 45.217.172,62 R$ 1,00 ICMS por Muncípio de Origem do Contribuinte Fundo de Participação dos Municípios (FPM) INFRAESTRUTURA INFORMAÇÃO FONTE DATA ESTATÍSTICA Abastecimento de Água Sanepar 2012 210.640 unid. atend. (2) Atendimento de Esgoto Sanepar 2012 180.819 unid. atend. (2) Consumo de Energia Elétrica - Total COPEL 2012 1.316.625 Consumidores de Energia Elétrica - Total COPEL 2012 218.393 mwh INDICADORES INFORMAÇÃO FONTE DATA Ipardes 2013 324,50 hab/km2 Grau de Urbanização IBGE 2010 97,40 % Taxa de Crescimento Geométrico IBGE 2010 1,26 % PNUD/IPEA/FJP 2010 0,778 Ipardes 2010 0,8389 IBGE/Ipardes 2010 19.612 Densidade Demográfica Índice de Desenvolvimento Humano - IDH-M Índice Ipardes de Desempenho Municipal IPDM PIB Per Capita ESTATÍSTICA R$ 1,00 Página 20 de 87 Índice de Gini da Renda Domiciliar Per Capita IBGE 2010 0,5226 Índice de Idosos IBGE/Ipardes 2010 41,79 % Razão de Dependência IBGE/Ipardes 2010 41,76 % Razão de Sexo IBGE/Ipardes 2010 92,19 % Taxa de Mortalidade Infantil (coeficiente) Datasus/SESA-PR 2011 Taxa de Mortalidade Materna (Coeficiente) Datasus/SESA-PR 2011 42,72 100 mil n.v. (P) Taxa de Analfabetismo de 15 anos ou mais IBGE 2010 4,51 % DERAL 2012 616.904.515,59 Valor Bruto Nominal da Produção Agropecuária 9,54 mil n.v. (P) R$ 1,00 (1) Resultados da população residente em 1º de abril de 2007, encaminhados ao Tribunal de Contas da União em 14 de novembro de 2007. Para os municípios com mais de 170.000 habitantes (Cascavel, Colombo, Curitiba, Foz do Iguaçu, Curitiba, Maringá, Ponta Grossa e São José dos Pinhais) não houve contagem da população e nesses casos foi considerada a estimativa na mesma data. (2) Unidades (economias) atendidas é todo imóvel (casa, apartamento, loja, prédio, etc.) ou subdivisão independente do imóvel para efeito de cadastramento e cobrança de tarifa (Adaptado do IBGE, CIDE, SANEPAR). Convenção Utilizada ... Dado não disponível (P) Dado não existe Dado preliminar Fonte: Ipardes – Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social http://www.Curitiba.pr.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3&Itemid=5 Página 21 de 87 10. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O presente projeto pedagógico foi concebido a partir de princípios de desenvolvimento que consideram as crescentes inovações científico-tecnológicas, o respeito às bases legais, às instituições e à ética, objetivando a valorização do homem, da sociedade e do meio ambiente. CURSO DE BACHARELADO EM ARQUITETURA E URBANISMO Modalidade Bacharelado Ato de Autorização EM FASE DE AUTORIZAÇÃO Tempo de duração 5 anos Integralização Mínimo – 5 anos – 10 semestres Máximo – 7 anos – 14 semestres Oferta de disciplinas Regime Anual Períodos: Matutino e Noturno Vagas Pretendidas Matutino: 50 Noturno: 100 Ingresso Processo Seletivo ANUAL Coordenador do Curso Berna Valentina Bruit Valderrama Garcia Medina Doutora Tempo Integral Página 22 de 87 11. JUSTIFICATIVA DO CURSO A proposta da Faculdade é oferecer um curso de Arquitetura e Urbanismo que venha formar profissional preparado para as grandes mudanças que estão acontecendo na área devido aos vários processos de transformações sociais e tecnológicas. Essas transformações impõem uma nova concepção do profissional de Arquitetura e Urbanismo. O arquiteto brasileiro sempre se destacou no cenário nacional e internacional por sua criatividade e riqueza de linguagem volumétrica e formal. As mudanças globais, no entanto, impõem novas formas de atuação na arquitetura, exigindo capacitação e conhecimento de novas técnicas e instrumental que lhe permita enfrentar com maior competitividade e produtividade os desafios deste novo cenário. O estágio atual dos conflitos sociais e ambientais urbanos exige do arquiteto uma atuação mais próxima da sociedade quanto às soluções para os graves problemas das aglomerações urbanas. Isso faz com que sua formação deva priorizar o aspecto tecnológico em parceria com as preocupações humanísticas e ambientais. As soluções serão possíveis se o conhecimento científico e humanístico estiver acompanhado da criatividade. Assim, o estímulo à criatividade continua sendo o centro da formação do arquiteto. A finalidade do Curso de Arquitetura e Urbanismo é formar cidadãos profissionais, pois vivemos em uma sociedade livre e democrática a qual pluralidade étnica, cultural e religiosa é comum. Portanto, nosso profissional deve estar preparado para atuar na manutenção destes princípios, e sempre atentos, é claro, às ocorrências da dinâmica social, compromissado com um senso investigativo e pesquisador justificando-se para Curitiba, uma cidade em franco desenvolvimento. 12. REQUISITOS LEGAIS E NORMATIVOS: VINCULAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO ÀS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS E DAS NORMAS INTERNAS DA IES O Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo está amparado pelos seguintes atos legais: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – 9394/1996; Página 23 de 87 Decreto nº 5.773, de 9 de Maio de 2006; (Educação Superior); Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro 2007. Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação da educação superior no sistema federal de educação. CNE/CES N° 1 de 20 de janeiro de 2010 – Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação de Arquitetura e Urbanismo, alterando dispositivos da Resolução CNE/CES n° 6/2006. RESOLUÇÃO N° 218 - de 29 de junho de 1973 – Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia. DECRETO FEDERAL N° 23569 – de 1933 – Regula o exercício das profissões de engenheiro, de arquiteto e de agrimensor. LEI N° 5194 – de 24 de dezembro de 1966 – Regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro – Agrônomo, e dá outras providências. LEI Nº 12.378, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010. Regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo; cria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal - CAUs; e dá outras providências. LEI nº 10.436 de 24 de abril de 2002 - dispõe sobre a língua brasileira de sinais - libras e dá outras providências. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 - art. 1º deste decreto regulamenta a lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, e o art. 18 da lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Parecer CONAES 4 de 17/6/2010 – Regulamenta o Núcleo Docente Estruturante. Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Faculdade. Decreto 5.296 de 2/12/2004 - Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Decreto 6.949 de 25/8/2009 - Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Página 24 de 87 DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA (LEI Nº 11.645 DE 10/3/2008; RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 01 DE 17/6/2004). O requisito legal acerca das diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena faz parte do Projeto Institucional da IES, estando incluso na disciplina de Formação Sociocultural e Ética. TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE A Faculdade atenderá ao requisito legal acerca do art. 66 da Lei 9394/96 quanto à titulação do corpo docente em possuir formação em pós-graduação “lato ou stricto-sensu”. Todos os docentes da instituição estarão enquadrados dentro dessa normativa. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) A Faculdade atenderá ao requisito legal acerca da Resolução CONAES nº 1, de 17/6/2010 que regulamenta o NDE. Todos os cursos terão em sua estrutura um NDE instalado, regulamentado e atuante. DENOMINAÇÃO DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA A Faculdade atenderá ao requisito legal acerca da Portaria Normativa nº 12/2006 que regulamenta a denominação dos Cursos Superiores de Tecnologia, quando couber. CARGA HORÁRIA MÍNIMA, EM HORAS – PARA CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA. A Faculdade atenderá ao requisito legal acerca da Portaria Normativa nº 10/2006; Portaria nº 1024/2006 e, Resolução CNE/CP 3/2002, que trata da carga horária mínima em horas – para os cursos superiores de tecnologia. TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO. No Curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo a integralização será no seriado anual, consistindo em 5 anos (10 semestres), no mínimo, e, no máximo, 7anos (14 semestres). A carga horária está computada em 60 minutos. Página 25 de 87 CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E/OU MOBILIDADE REDUZIDA. Na Faculdade será implantado o PROGRAMA DE APOIO ÀS PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS, que mediará o relacionamento entre docentes, técnico-administrativos e discentes, orientando e apoiando o Colegiado do Curso e o NDE na adequação curricular para atender às demandas das pessoas com deficiências e/ou com mobilidade reduzida, por meio do Programa de Monitoria Especial, adaptada aos recursos físicos da IES, apoiando os estudantes com portadores de deficiências e/ou com mobilidade reduzida, disponibilizando pessoal especializado, como intérpretes de língua de sinais. A estrutura física da IES será concebida para facilitar a circulação e o uso de todos os ambientes institucionais. DISCIPLINA DE LIBRAS. A Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002 reconhece a Língua Brasileira de Sinais - Libras como meio legal de comunicação e expressão de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, de uso das comunidades de pessoas surdas; e reza que os sistemas educacionais federal, estadual e municipal e do Distrito Federal devem garantir a inclusão nos cursos de formação de Educação Especial, de Fonoaudiologia e de Magistério, em seus níveis médio e superior, do ensino de Libras, como parte integrante dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN, conforme legislação vigente. Por sua vez, o Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, trata do papel do poder público e das empresas que detêm concessão ou permissão de serviços públicos, no apoio ao uso e difusão de Libras; na formação, capacitação e qualificação de docentes, servidores e empregados para o uso e difusão de Libras e à realização da tradução e interpretação de Libras - Língua Portuguesa, e, consequentemente, da formação em nível superior do docente de Libras, da formação em nível médio do instrutor de Libras, e da formação do tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa. O referido Decreto, no seu §2º do art. 7º, reza ainda que “a partir de um ano da publicação deste Decreto [2006], os sistemas e as instituições de ensino da educação básica e as de educação superior devem incluir o docente de Libras em seu quadro de magistério”. O processo de inclusão de Libras como disciplina curricular deve iniciar-se nos cursos de Educação Especial, Fonoaudiologia, Pedagogia e Letras, ampliando-se progressivamente para as demais licenciaturas, de modo que a partir de um ano da publicação do Decreto Nº 5.626, ou seja, a partir de 2006, os sistemas e as instituições de ensino da educação básica e as de educação superior devem incluir o docente de Libras em seu quadro do magistério. Página 26 de 87 Em conformidade com a Lei nº 10.436, de 14 de abril de 2002, e o Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, a disciplina de LIBRAS será ofertada obrigatoriamente nos cursos previstos na legislação e de forma optativa nos demais cursos. No caso específico do Curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo será ofertada de forma optativa, podendo ser cursada pelo acadêmico a qualquer tempo que desejar. Ainda, será implantado na Faculdade o PROJETO INTÉRPRETE DE LIBRAS que objetivará a contratação e coordenação de intérpretes para atendimento aos acadêmicos portadores de deficiência auditiva com o intuito de proporcionar-lhes uma aprendizagem significativa e, consequentemente, uma atuação competente e cidadã na sociedade. INFORMAÇÕES ACADÊMICAS. As informações acadêmicas da Faculdade estarão disponibilizadas de forma impressa, no PPC, normas emanadas dos Conselhos Superiores, Regimento, PDI-PPI, Guia Acadêmico, disponíveis para acesso em área própria da Biblioteca e de forma virtual na página a ser construída para a Faculdade. POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL. A Faculdade atenderá a legislação vigente (Lei. 9795/1999 e Decreto 4281/2002) onde haverá integração da educação ambiental nas disciplinas dos Cursos de Graduação e nos projetos de extensão existentes. DIRETRIZES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS. A Faculdade atenderá essa diretriz por meio da disciplina de Formação Sociocultural e Ética, que será inclusa em todos os cursos de Graduação existentes na Faculdade. 13. OBJETIVOS DO CURSO O Curso de Arquitetura e Urbanismo tem com o objetivo de formar profissionais capazes de conceber, planejar e projetar espaços onde o homem desenvolve suas atividades, dotando seus profissionais das condições mais que suficientes para sobrepujar vários desafios oferecendo-lhes meios para encontrar soluções que satisfaçam as necessidades funcionais e culturais inerentes a um determinado contexto social. Página 27 de 87 O Arquiteto e Urbanista estará apto a desempenhar suas atividades profissionais de maneira bastante diversa haja vista seus conhecimentos serem requisitados na construção civil, planejamento urbano, diagramação de interiores, comunicação visual, desenho industrial, paisagismo, restauro, pesquisa, ensino, meio ambiente e até mesmo no planejamento e gerenciamento da execução de edifícios, conjuntos arquitetônicos e monumentos. O curso visa que o aluno com base no conjunto de conhecimentos adquiridos nas várias disciplinas, desenvolva sua capacidade de assimilação da teoria e dos instrumentos de projeto através de uma série de exercícios e estudos de problemas de projeto. Assim, o aluno deverá aplicar métodos analíticos, comparar propostas alternativas e desenvolver soluções conceituais com técnicas sofisticadas. As disciplinas de projeto são o ambiente de investigação e aplicação desta síntese de conhecimento, através de um processo gradual, integrado e interdisciplinar de aquisição de conhecimento e de complexidade do projeto arquitetônico e urbanístico. Nestas disciplinas serão abordados temas relevantes envolvendo as diversas variáveis de projeto inclusive o seu impacto sobre a sociedade e o meio ambiente. Os objetivos do curso, quanto ao perfil profissional do arquiteto são descritos nas linhas que se seguem: Dar ênfase na área do projeto possibilitando a proposição adequada ao contexto sociocultural e ao meio ambiente, integrando técnica, arte e humanidades explicitando o caráter multidisciplinar da atividade de projetar; buscar a concreta formação criativa, analítica, crítica e tecnológica que possibilite a aplicação correta e a formulação de novas linguagens arquitetônicas bem como avaliações e intervenções urbanísticas apropriadas; visar a concepção e a proposição projetual considerando todos os aspectos do conforto do ambiente construído; buscar a formação de profissional com ampla visão de ocupação espacial e ambiental e das interferências sócio espaciais das decisões no campo da arquitetura e do urbanismo; capacitar na racionalidade estrutural de edificações e de cálculo estrutural, bem como no conhecimento e utilização das tecnologias da construção; buscar sólida formação em tecnologia da construção e no gerenciamento de projetos; capacitar nas ferramentas de informática aplicadas à arquitetura; formar nas ciências aplicadas com capacidade de adaptação aos problemas emergentes. Página 28 de 87 14. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O perfil profissional do egresso do curso de Arquitetura e Urbanismo é do profissional generalista que se diferencie pela competência e pelo comprometimento com o desenvolvimento da sociedade. Com tal propósito são objetivos do curso: proporcionar ao aluno as condições intelectuais e científicas que o capacitem criticamente, reflexivamente, eticamente e tecnicamente frente às questões e problemáticas profissionais no âmbito da sociedade brasileira e de sua contextualização territorial; formar profissionais conscientes da realidade sociocultural e econômica regional, fundamentada na função social deste profissional; capacitar o futuro profissional para o enfrentamento das complexidades e interdisciplinaridades inerentes ao trabalho do arquiteto urbanista, com vistas na exploração de conhecimentos específicos, mas também plurais. Dentro desta perspectiva o curso pretende formar profissionais capazes de desempenhar as atividades previstas para seu exercício profissional consubstanciadas historicamente pela ABEA (Associação Brasileira de Escolas de Arquitetura) e presente nas Diretrizes Curriculares para cursos de Arquitetura e Urbanismo assegurando “a formação de profissionais generalistas, capazes de compreender e traduzir as necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidades, com relação à concepção, à organização e à construção do espaço interior e exterior, abrangendo o urbanismo, a edificação, o paisagismo, bem como a conservação e a valorização do patrimônio construído, a proteção do equilíbrio do ambiente natural e a utilização racional dos recursos disponíveis.” (Ver CNE/CES n° 1 de 20/01/2010) A atuação na realidade regional e no seu contexto socioeconômico, cultural e político garantem uma formação de qualidade para o corpo discente, cujas oportunidades pessoais e coletivas se ampliam na exata medida do crescimento regional. As características regionais inclinam a Instituição a formar profissionais críticos, conscientes de seu papel transformador, conhecedores da história e da vocação regional, que venham a ocupar seus espaços no mercado de trabalho com competência técnica, sensibilidade social e norteados pela ética. Ainda, conscientes de que não se pode apenas formar profissionais para as demandas Página 29 de 87 circunstanciais da região e da cidade, e sabedores de que o tempo histórico em que vivemos é o da globalização faz-se necessário ambicionar uma educação local, atenta ao contexto do lugar, mas também voltada para o mundo. 15. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES. O Curso tem a intenção de formar profissionais com sólida formação conceitual e teórica, com conhecimentos que permitam a prática profissional autônoma e o exercício profissional competente nas áreas onde forem requisitados. Desta forma, os futuros profissionais formados pelo Curso de Arquitetura e Urbanismo deverão ser capazes de: propor soluções para as problemáticas urbanas e ambientais a partir do uso racional e estético do espaço, com visão crítica apurada da realidade na qual se inserem; apresentar soluções construtivas, arquitetônicas e urbanas, econômicas, criativas e tecnologicamente adequadas, respeitando a preservação do patrimônio cultural e natural existente; respeitar os movimentos artísticos e históricos de produção arquitetônica e urbanística, valorizando a estética e a inserção da Arquitetura no interior das sociedades humanas; dominar as diferentes linguagens gráficas – tradicionais e informatizadas – usando-as de maneira correta para a representação das soluções projetuais propostas; responder aos desafios da vida moderna e às inovações tecnológicas com competência técnica; desenvolver propostas e pesquisas com autonomia intelectual; inovar, empreender e criar; e; trabalhar em equipes interdisciplinares e multiprofissionais. Esta capacitação deverá ser alcançada por meio de uma postura profissional ética e crítica, comprometida com o ambiente construído e natural, socialmente responsável e voltada para os anseios da maioria da população. 16. ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS DOS ARQUITETOS URBANISTAS. O exercício profissional dos arquitetos e urbanistas é regulamentado no Brasil, desde 1933, pelo Decreto Federal nº. 23.569, de 11 de dezembro de 1933, atualizado pela Lei nº. 5194, de 24 Página 30 de 87 E de dezembro de 1966 que definem as atribuições e atividades pertinentes aos arquitetos e urbanistas (subseção IV, art.7º). A legislação citada acima é regulamentada através da Resolução nº218, de 29 de junho de 1973, do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA. De acordo com esta resolução, em seu art.2º, o arquiteto é o profissional habilitado a intervir no espaço edificado no que concerne a: “Edificações, Conjuntos arquitetônicos e monumentos, Arquitetura Paisagística e de Interiores; Planejamento físico, local, urbano e regional; seus serviços afins e correlatos”. Em seu art. 18, habilita o urbanista a intervir no espaço urbano no que concerne ao: “Desenvolvimento urbano e regional, paisagismo e trânsito; seus serviços afins e correlatos”. E, dentro dos objetos acima especificados, o profissional arquiteto e urbanista poderá realizar as atividades de 01 a 18 listadas no art.1 da Resolução nº218/73: Art. 1º - “Para efeito do exercício profissional correspondente às diferentes modalidades da Engenharia, Arquitetura e Agronomia em nível superior e em nível médio ficam designadas as seguintes atividades”: 1. supervisão, coordenação e orientação técnica; 2. estudo, planejamento, projeto e especificação; 3. estudo de viabilidade técnico-econômica; 4. assistência, assessoria e consultoria; 5. direção de obra e serviço técnico; 6. vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; 7. desempenho de cargo e função técnica; 8. ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica, extensão; 9. elaboração de orçamento; 10. padronização, mensuração e controle de qualidade; 11. execução de obra e serviço técnico; 12. fiscalização de obra e serviço técnico; 13. produção técnica e especializada; 14. condução de trabalho técnico; 15. condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; 16. execução de instalação, montagem e reparo; 17. operação e manutenção de equipamento de instalação; e; 18. execução de desenho técnico. Página 31 de 87 É de entendimento da CEAU/SESu-MEC que a profissão de arquiteto e urbanista constitui-se em habilitação única de caráter nacional, ou seja não existem modalidades na profissão e o pleno exercício profissional é assegurado pelo registro do diploma e do histórico escolar. Esta opinião é partilhada pelas entidades de classe representativas dos arquitetos e urbanistas no plano nacional, como o Instituto de Arquitetos do Brasil, IAB/DN. Portanto, o currículo deve possibilitar ao egresso uma ampla formação acadêmica que o habilite ao exercício das diversas atividades profissionais, nas áreas de conhecimento abrangidas. Para tanto, não poderá negligenciar áreas nas quais os arquitetos e urbanistas têm a habilitação para intervir, sob pena de colocar em risco a sociedade frente à atuação daquele profissional com formação deficitária. Para isso, o curso deverá contemplar todas as áreas abordadas pela legislação supracitada. O entendimento a respeito da formação do arquiteto e urbanista contido neste projeto pedagógico é de que se deva primar por uma formação ampla com foco na concepção arquitetônica como um todo, entendendo-se arquitetura como obra construída e não limitada apenas ao projeto. Outro aspecto relevante é a relação entre o edifício e a cidade, em uma abordagem ampla do contexto socioeconômico e político, de modo a capacitar o estudante a atuar consciente dos diversos atores que influenciam a produção arquitetônica e urbanística. A partir de dezembro a LEI Nº 12.378, de 31 de dezembro de 2010 também regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo; cria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil CAU/BR e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal - CAUs; e dá outras providências e no artigo 2º define as atribuições dos profissionais de arquitetura e urbanismo que é semelhante ao defino ao artigo 18º do CREA/CONFEA. Página 32 de 87 17. FORMA DE INGRESSO NO CURSO E NA IES O ingresso nos cursos de graduação se verifica por processo seletivo de acesso e deve abranger conhecimentos comuns a diversas formas de escolaridade do ensino médio, sem ultrapassar esse nível de complexidade, para avaliar a formação recebida pelos candidatos e sua aptidão intelectual para os estudos superiores. A forma de realização do processo de ingresso é anunciada por meio de edital publicado em local próprio da Faculdade observadas às normas e a legislação vigente, do qual deve constar, dentre outras informações, os cursos e o número de vagas, o prazo de inscrição, a documentação necessária, os critérios de classificação e desempate e outros esclarecimentos de interesse dos candidatos. Têm direito e preferência à matrícula dentro do limite de vagas ofertadas, os candidatos que atingirem o maior número de pontos. No caso de empate na classificação, o desempate é feito, segundo os critérios aprovados pelo Conselho Superior. Quando o número de candidatos classificados não preencher as vagas fixadas pode ser aberto novo processo seletivo, para preenchimento das vagas existentes, observada a legislação vigente. Após convocação dos candidatos aprovados no processo seletivo de ingresso, restando vagas, estas podem ser preenchidas por portadores de diploma de graduação ou para transferência de discentes de outras instituições de educação superior, mediante processo seletivo. Dos instrumentos de avaliação para seleção não é concedido revisão e seus resultados, para efeito de matrícula, são válidos apenas para o período letivo a que se destinam. Na ocasião da publicação do edital de abertura do processo seletivo para ingresso a Faculdade deve informar aos interessados, através de catálogo, as condições de oferta dos cursos, incluindo os programas dos cursos e demais componentes curriculares, sua duração, requisitos, qualificação dos docentes, recursos disponíveis, critérios de avaliação, taxas e demais informações, conforme orientação do Ministério da Educação. As normas complementares à execução do processo seletivo de ingresso aos cursos de graduação serão aprovadas pelo Conselho Superior. Página 33 de 87 18. ESTRUTURA CURRICULAR A organização da estrutura curricular do curso constitui-se em um item importante do PPC e é nela que se visualiza, de modo amplo, a estrutura de todo o Curso e se explicitam as concepções de mundo, ser humano, educação, conhecimento, sociedade, que dão identidade ao Curso e às políticas da Faculdade. A legitimidade do PPC do Curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo está ligada ao grau e nível de participação efetiva de toda a comunidade acadêmica e administrativa do curso no processo de sua construção. Dessa forma, o currículo deve caracterizar as bases processuais da formação acadêmica e profissional. Ele é um complexo dos diversos processos relacionados com a formação profissional, cultural e humanística dos estudantes e deve ser traduzido por componentes curriculares que se organizem a partir de disciplinas, eixos, ênfases e/ou núcleos, que contemplem a inclusão desses diferentes componentes, os quais integram conteúdos em projetos, experiências e atividades acadêmicas e de extensão, expressando a tradução das ações e dos movimentos necessários ao ensino e à aprendizagem. Para construí-lo, é necessária uma seleção de conhecimentos, competências, habilidades, atitudes, valores, metodologias e situações de aprendizagem consideradas importantes. Tem por referência determinados destinatários e contextos do estado do conhecimento elaborado e da realidade cotidiana dos sujeitos, da cultura e da ciência em suas diferentes dimensões. É importante frisar que a referida seleção deve ser um processo coletivo, pois selecionar, classificar, distribuir e avaliar conteúdos curriculares põe em ação as múltiplas representações que percorrem os espaços culturais. Essa é a perspectiva da Faculdade, em torno da qual se organizam todos os seus cursos, os quais assumem alguns princípios que permeiam toda sua organização curricular e que direciona, portanto, o Curso, definindo-se como uma de suas vertentes estruturantes. Considera-se, portanto, os seguintes fatores: Indissociabilidade entre ensino, práticas investigativas e extensão - o ensino deve ser compreendido como o espaço da produção do saber, por meio da centralidade da investigação como processo de formação para que se possa compreender fenômenos, relações e movimentos de diferentes realidades e, se possível e necessário, transformar tais realidades. Interdisciplinaridade - a integração disciplinar possibilita a análise dos objetos de estudo sob diversos olhares, constituindo-se questionamentos permanentes que permitam a (re)construção do conhecimento. Formação profissional para a cidadania - a IES tem o compromisso de desenvolver o espírito crítico e a autonomia intelectual, para que, por intermédio do questionamento Página 34 de 87 permanente dos fatos, o profissional possa contribuir para o atendimento das necessidades sociais e educacionais. Autonomia intelectual - a autonomia significa ser autor da própria fala e do próprio agir, sendo coerente na integração do conhecimento com a ação e nas decisões profissionais. O desenvolvimento de uma postura investigativa por parte do estudante é fundamental para que construa sua autonomia intelectual e profissional. Responsabilidade, compromisso e solidariedade social - a compreensão da realidade social e o estímulo à solidariedade social devem ser pontos integradores das ações de extensão vinculadas ao currículo. 19. MATRIZ CURRICULAR CURSO DE BACHARELADO EM ARQUITETURA E URBANISMO 1° Série - Disciplina Conforto ambiental I Cultura e sociedade brasileira Desenho arquitetônico Ecologia e meio ambiente Estética e história da arte I Geometria descritiva História da arquitetura e urbanismo I Meios de representação e expressão I Modelos tridimensionais (maquetes) Sistema estrutural I Carga Horaria Parcial 80 80 120 80 80 80 80 120 80 80 880 2° Série - Disciplina Conforto ambiental II Estética e história da arte II História da arquitetura e urbanismo II Introdução à arquitetura e urbanismo Materiais de construção Meios de representação e expressão II Projeto arquitetônico I Sistema estrutural II (concreto) Topografia 80 80 80 80 80 120 120 80 80 Página 35 de 87 Carga Horaria Parcial 800 3° Série - Disciplina Administração de obras/ serviços em arquitetura e urbanismo I Ergonomia/desenho industrial História da arquitetura brasileira Informática em arquitetura e urbanismo Paisagismo I Planejamento urbano I ( regional e nacional) Projeto arquitetônico II Projeto de instalações Sistema estrutural III (madeira e aço) Tecnologia da construção I Carga Horaria Parcial Estágio supervisionado I 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 800 100 4° Série - Disciplina Administração de obras/ serviços em arquitetura e urbanismo II Arquitetura de interiores Comunicação visual Legislação e ética profissional Paisagismo II Planejamento urbano II Projeto arquitetônico III Projeto urbano Técnica retrospectiva Tecnologia da construção II Carga Horaria Parcial Estágio supervisionado II 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 800 100 5° Série - Disciplina Empreendedorismo Formação sociocultural e ética Metodologia de pesquisa científica Projeto arquitetônico IV Carga Horaria Parcial Estágio supervisionado III Trabalho de conclusão de curso Libras – Língua Brasileira de Sinais (optativa) 80 80 80 160 400 200 200 100 Página 36 de 87 CARGA HORÁRIA DE DISCIPLINAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ATIVIDADE COMPLEMENTAR CARGA HORÁRIA TOTAL 20. 3.680 (50’) = 3.067(60’) 400 (60’) 200 (60’) 180 (60’) 3.847 (60’) EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1ª série CONFORTO AMBIENTAL I Ementa: Conceitos físicos aplicados a arquitetura: termodinâmica, termometria, transmissão de calor; O homem e o meio ambiente: fatores climáticos, desempenho térmico das edificações; Condicionamento térmico: natural e artificial; Climatização. Bibliografia Básica: SUE, Roaf. Adaptação De Edificios e Cidades e as Mudanças Climáticas. São Paulo: Bookman, 2011. _________. Ecohouse: A casa Ambientalmente sustentável : São Paulo: Bookman, 2010 COSTA, Ennio Cruz da. Arquitetura ecológica: condicionamento térmico natural. São Paulo: Edgard Blücher, 2000. Bibliografia Complementar: BROWN, G. Z. Sol, vento & luz: estratégias para o projeto de arquitetura. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. VIANNA, Nelson Solano. Iluminação e arquitetura. São Paulo: UNIABC, 2001. DAVID, Littelefeld. Manual do Arquiteto. 3ed. Bookman ROMERO, Marcelo de Andrade. Eficiência Energética em Edifícios. São Paulo: São Paulo: Manole, 2012. ROMERO, Marta Adriana Bustos. Princípios bioclimáticos para o desenho urbano. São Paulo: Prolivros, 2001. Alison, G. Kvok. manual Da Arquitetura Ecologica. São Paulo: Bookman, 2011 Frota, Anésia Barros. Manual de conforto térmico. 5.ed. São Paulo: Studio Nobel, 2001. CULTURA E SOCIEDADE BRASILEIRA Ementa: Cultura brasileira: origem, formação da sociedade; Instituições sociais: origem, características, transformações, valores, aspirações de nacionalidade; Manifestações culturais: passado e presente; Realidade social: aspectos psicossociais, antropológico-cultural, político administrativo, econômico; Sociologia urbana. Bibliografia Básica: Napolitano, Marcos. Cultura Brasileira. São Paulo:Contexto, 2010 LAZARTE, Rolando; WEBER, Max. Max Weber: Ciência e Valores. São Paulo: Cortez, 1996. Ribeiro, Darcy, 1922. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. Página 37 de 87 THOMPSON, John B. Ideologia e cultura moderna: teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. Petrópolis: Vozes, 2002. Bibliografia Complementar: GOHN, Maria da Glória. História dos movimentos e lutas sociais: a construção da cidadania dos brasileiros. São Paulo: Loyola, 2003. HOLANDA, Sérgio Buarque. Raízes do Brasil. Companhia das Letras, São Paulo, 2002. COSTA, Maria Cristina Castilho. Sociologia: introdução ciência da sociedade. São Paulo: Moderna, 1992. CHAUI, Marilena de Souza. Cultura e democracia: o discurso competente e outras falas. São Paulo: Cortez, 1997. MARX, Karl Heinrich. O capital: critica da economia politica. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1991. DESENHO ARQUITETÔNICO Ementa: Desenho projetivo: projeções ortogonais, plantas baixas, cortes, elevações; Perspectivas isométricas; Escalas e réguas: desenho de precisão segundo normativas da ABNT; Escadas, telhados, edificações. Bibliografia Básica: CHING, Francis D. K.; SALGADO, Luiz A. Meirelles. Representação gráfica em arquitetura. Porto Alegre, Bookman, 2008. NEUFERT, Peter. Arte de projetar em arquitetura. Barcelona: Gustavo Gili, 2004 MONTENEGRO, Gildo A. Desenho arquitetônico. São Paulo: Edgar Blucher, 2001. Bibliografia Complementar: MOLITERNO, Antonio. Caderno de projetos de telhados em estruturas de madeira. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. CHING, Francis D. K.; SALGADO, Luiz Augusto M., trad; ADAMS, Cassandra. Técnicas de construção ilustradas. Porto Alegre: Bookman, 2001. Ching, Francis .Arquitetura , Forma, Espaço e Ordem. São Paulo:Martins Fontes, 2012. SCHAARWACHTER, Georg. . Perspectiva para arquitectos. 12. ed. México: Gustavo Gili, 2001 YEE, Rendow; SILVA, Luiz Felipe Coutinho Ferreira da. Desenho arquitetônico: um compêndio visual de tipos e métodos. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014 ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE Ementa: Fatores ecológicos: importância e generalidades; Ecologia: relação com as outras ciências e com a energia, interações entre espécies; Ecossistema: conceitos; Ciclos biogeoquímicos; Biosfera: problemas ambientais. Bibliografia Básica: RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003 BRAGA, Benedito. Introdução à engenharia ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002. DREW, Mendonça Francisco. Geografia e Meio Ambiente .São Paulo: Prentice Hall, 2007 Bibliografia Complementar: DAJOZ, Roger. Princípios de ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2005. TOWNSEND, Colin R.; BEGON, ODUM, Eugene P. Fundamentos de Ecologia. Lisboa: Fundação Caloustre Gulbenkian, 2004. Página 38 de 87 Sue, Roaf. Adaptação de Edificios e Cidades e as Mudanças Climáticas .São Paulo: Bookman, 2012 ROAF, Sue; FUENTES, Manuel; THOMAS, Stephanie; SALVATERRA, Alexandre. Ecohouse: a casa ambientalmente sustentável. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. ESTÉTICA E HISTÓRIA DA ARTE I Ementa: Produção artística ocidental: conceitos e estudo aplicado; Fatores: políticos, sociais, econômicos, culturais e técnicos; Aspectos: funcionais, plásticos e construtivos da arte desde a pré-história ao sec. XIX. Bibliografia Básica: Glancey, J. História da arquitetura. São Paulo. Loyola, 2012. GOMBRICH, E. H. A historia da Arte. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1993. COSTA, Cristina. Questões de arte: o belo, a percepção estética e o fazer artístico. São Paulo: Moderna, 2005. Bibliografia Complementar: SANTOS, Maria das Graças Vieira Proença dos. História da arte. São Paulo: Ática, 2005. STRICKLAND, Carol. Arquitetura comentada: uma breve viagem pela história da arquitetura. São Paulo: Ediouro, 2005. COLQUHOUN, Alan; SAINZ, Jorge. La arquitectura moderna: una historia desapasionada. Barcelona: GG, 2005. ARCHER, M. Arte Contemporânea: uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2001. JANSON, H. W. História Geral da Arte: o mundo antigo e a idade média. São Paulo: Martins Fontes, 2001. GEOMETRIA DESCRITIVA Ementa: Desenho geométrico: construções fundamentais; sistema de projeção; sistema descritivo Mongeano em retas, planos, sólidos, superfícies e curvas espaciais; Representação: formas gráficas bidimensionais e tridimensionais. Bibliografia Básica: MONTENEGRO, Gildo A. Geometria descritiva. São Paulo: Edgard Blucher, 2002. LIPSCHUTZ, Seymour; LIPSON, Marc Lars. Matemática discreta. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013 MONTENEGRO, Gildo A. Desenho arquitetônico. São Paulo: Edgar Blucher, 2001. Bibliografia Complementar: CHING, Francis D. K.; SALGADO, Luiz A. Meirelles. Representação gráfica em arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2000. SCHAARWACHTER, Georg. Perspectiva para arquitectos. México: Gustavo Gili, 2001 SCHWERTL, SIMONE LEAL. Cosntruções geométricas e geometria analítica.São Paulo: Ciência Moderna, 2010. SPECK, Henrdeson jose. Manual Básico de Desenho e técnicas.Santa Catarina.UFSC.2012 HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO I Ementa: Produção arquitetônica e urbana da pré-história ao sec. XIX: fatores políticos, sociais, econômicos, ideológicos e tecnológicos; Ocidente e oriente: aspectos plásticos e construtivos; Obras e arquitetos significativos. Bibliografia Básica: Página 39 de 87 GLANCEY, Jonathan; BORGES, Luís Carlos; História da Arquitetura GOMBRICH, Ernst Hans; CABRAL, Álvaro. A história da arte. 16. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999 PEREIRA, José Ramon.Introdução da História da Arquitetura.São Paulo. Bookman, 2008 Bibliografia Complementar: EYLE, Flavia Maria.História Antiga Grecia e Roma. São Paulo: Vozes, 2010. FUNARI, Pedro. Antiguidade Clássica. Campinas-SP.: UNICAMP, 2012. UMMERSON John. A linguagem clássica da arquitetura. São Paulo: Martins Fontes, 2002. BAUNGART, Fritz. Breve história da arte. 2.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999. CHIPP, H. B. Teorias da Arte Moderna. São Paulo: Martins Fontes, 1999. MEIOS DE REPRESENTAÇÃO E EXPRESSÃO I Ementa: Sentido de investigação plástica: criatividade e linguagem, sólidos, planos, superfícies e curvas espaciais; Composição: técnicas e habilidades manuais; Materiais: lápis, giz de cera, tintas, colagem, hidrocor. Bibliografia Básica: CHING, Francis D. K.; SALGADO, Luiz A. Meirelles. Representação gráfica em arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2000. ANTUNES, Celso. Lado Direito do Cérebro e sua explorações. São Paulo: Vozes, 2012 PILLAR, Analice Dutra. Desenho e escritas como sistema de representação. São Paulo: Grupo A, 2010. Bibliografia Complementar: VERGARA, Riba. Aquarela O jeito fácil. São Paulo: Vergara e Riba, 2012. DOYLE, Michael E.; SCHINKE, Renate. Desenho a cores: técnicas de desenho de projeto para arquitetos, paisagistas e designers de interiores. Porto Alegre: Bookman, 2006. CHING, Francis D. K; LAMPARELLI, Alvamar Helena. Arquitetura: forma, espaço e ordem. São Paulo: Martins Fontes, 2002. LEGGITT, Jim. Desenho de arquitetura: técnicas e atalhos que usam tecnologia. Porto Alegre: Bookman, 2004. MODELOS TRIDIMENSIONAIS (maquetes) Ementa: Maquetes: interpretação e análise do ambiente construído; Sistemas construtivos: simulação, compreensão dos elementos arquitetônicos e aplicação no projeto de arquitetura; Escala: proporção e relação com o ser humano. Bibliografia Básica: BRUAND, Yves; GOLDBERGER, Ana M. Arquitetura contemporânea no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 2003. CONSALEZ, Lorenzo. Maquetes: a representação do espaço no projeto arquitetônico. Barcelona: Gustavo Gili, 2001 CHING, Francis D. K; LAMPARELLI, Alvamar Helena. Arquitetura: forma, espaço e ordem. São Paulo: Martins Fontes, 2002. Bibliografia Complementar: FARRELY, Lorraine.Técnicas de Representação.São Paulo: Bookman, 2012. BENEVOLO, Leonardo. História da arquitetura moderna. São Paulo: Perspectiva, 2001. FRAMPTON, Kenneth; CAMARGO, Jefferson Luiz. História crítica da arquitetura moderna. São Paulo: Página 40 de 87 Martins Fontes, 2003. CRISS, B. Mills. Projetando Com Maquetes.São Paulo: Grupo A: 2012. KNOLL, Wolfgang. Maquetas de arquitectura: técnicas y construcción. 5. ed. México: Gustavo Gili, 2001. SISTEMA ESTRUTURAL I Ementa: Fundamentos: teoria dos sistemas estruturais em concreto armado, concreto protendido, concreto pré-moldado, estruturas metálicas, alvenaria estrutural e madeira; Cálculos para: equações de equilíbrio, reações de apoio, diagramas de esforços cortantes, momentos fletores, diagramas de momentos fletores, diagrama de carregamento e leitura de formas. Bibliografia Básica: BOTELHO, Manoel H. C. Concreto Armado eu Te Amo – Vol 1. Ed. Edgard Blucher. BOTELHO, Manoel H. C. Concreto Armado eu Te Amo – Vol 2. Ed. Edgard Blucher. MCCORMAC, J. Análise Estrutural Usando Métodos Clássicos. Rio de Janeiro: LTC, 2013. Bibliografia Complementar: REBELO, Yopanan C. P. Estruturas de aço, concreto e madeira – Atendimento da expectativa dimensional. São Paulo: Zigurate, 2003. MOLITERNO, Antonio. Caderno de projetos de telhados em estruturas de madeira. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. HIBBELER, Russell Charles; MARQUES, Arlete Simile. Resistência dos materiais. 7.ed. São Paulo: Pearson, 2010. BOTELHO, E. H. C. Concreto Armado eu te Amo : para arquitetos. 2: ed. São Paulo: Blucher , 2013. 2ª série CONFORTO AMBIENTAL II Ementa: Conforto: conceitos físicos aplicados em acústica e iluminação artificial nas edificações; Conforto acústico; Conforto lumínico. Bibliografia Básica: Souza, Lea Cristina. Be a Bá Da Acústica.Santa catarina: EDUFSCAR, 2012. GUERRINI, Delio Pereira. Iluminação: teoria e projeto. São Paulo: Erica, 2008. VIANNA, Nelson Solano. Iluminação e arquitetura. São Paulo: UNIABC, 2001. Bibliografia Complementar: SILVA, Pérides. Acústica arquitetônica & condicionamento de ar. 4.ed. Belo Horizonte: EDTAL Empresa Termo Acústica Ltda., 2002. COSTA, Ennio Cruz da. Acústica técnica. São Paulo: Edgard Blucher, 2003. FROTA, Anésia Barros; SCHIFFER, Sueli Ramos. Manual de conforto térmico. São Paulo: Studio Nobel, 2001. ADAM, Roberto Sabatella. Princípios do ecoedifício: interação entre ecologia, consciência e edifício. São Paulo: Aquariana, 2001. ROMERO, Marta Adriana Bustos. Princípios bioclimáticos para o desenho urbano. 2.ed. São Paulo: Prolivros, 2001. Página 41 de 87 ESTÉTICA E HISTÓRIA DAS ARTES II Ementa: Produção artística ocidental: conceitos e estudo aplicado; Fatores: políticos, sociais, econômicos, culturais e técnicos; Aspectos: funcionais plásticos e construtivos da arte no séc. XX e XXI. Bibliografia Básica: WOODFIELD, Richard. Essencial.São Paulo: Grupo A: 2012. GOMBRICH, Ernst Hans; CABRAL, Álvaro. A história da arte. 16. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. COSTA, Cristina. Questões de arte: o belo, a percepção estética e o fazer artístico. São Paulo: Moderna, 2005. Bibliografia Complementar: SANTOS, Maria das Graças Vieira Proença dos. História da arte. 16.ed. São Paulo: Ática, 2005. GEIGER, Moritz. Problemática da Estética e Estética Fenomenológica. Bahia, Livraria Progresso. RAMON, José. Introdução Á história da Arquitetura .São Paulo: Bookman, 2012. TREVISAN, Armindo. Como Apreciar a Arte. Porto Alegre: Age, 2002. JANSON, H. W. História Geral da Arte: o mundo antigo e a idade média. São Paulo: Martins Fontes, 2001. HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II Ementa: Produção arquitetônica e urbana dos sec. XX e XXI: fatores políticos, sociais, econômicos, ideológicos e tecnológicos; Ocidente e oriente: aspectos plásticos e construtivos; Obras e arquitetos significativos. Bibliografia Básica: GÖSSEL, Peter. Arquitectura no século XX. Köln: Benedikt Lachen, 1996. GLANCEY, Jonathan. A história da arquitetura. São Paulo: Loyola, 2001. CHOAY, Francoise. O Urbanismo. São Paulo: Perspectiva, 2013. Bibliografia Complementar: BENEVOLO, Leonardo. História da Arquitetura Moderna. São Paulo: Perspectiva, 2001. BENEVOLO, Leonardo. História da Cidade. São Paulo: Perspectiva, 2003. PERSNER, Nikolaus, 1902. Os pioneiros do desenho moderno: de William Morris a Walter Gropius. São Paulo: Martins Fontes, 2002. BOTEY, Josep M.; NIEMEYER, Oscar. Oscar Niemeyer: obras y proyectos. Barcelona: Gustavo Gili, 2002. SEGRE, Roberto. Arquitetura brasileira contemporânea. Rio de Janeiro: Viana & Mosley, 2004. INTRODUÇÃO À ARQUITETURA E URBANISMO II Ementa: Cidade: evolução desde os assentamentos primitivos até as metrópoles atuais; Espaço urbano: um produto social e econômico; Fundamentos: teorias do urbanismo; Conceitos, percepção e interpretação do espaço; Forma, estrutura, elementos e relações nos assentamentos urbanos. Bibliografia Básica: BENEVOLO, Leonardo. História da Cidade. 3.ed. São Paulo: Perspectiva, 2003. CHOAY, Françoise. O Urbanismo. 5.ed. São Paulo: Perspectiva,2013. LYNCH, Kevin. A Imagem da Cidade. São Paulo: Martins Fontes, 1997. Bibliografia Complementar: Página 42 de 87 HAROUEL, Jean-Louis. História do urbanismo. 3.ed. Campinas: Papirus, 2004. ELIAS, Eduardo de Oliveira. Escritura urbana: invasão da forma, evasão do sentido. São Paulo: Perspectiva: Secretaria de Estado da Cultura, 1989. DUARTE, Fábio. Planejamento urbano. 2. ed. rev., atual. e ampl. Curitiba: IBPEX, 2011 GUIMARÃES, Pedro Paulino. Configuração urbana: evolução, avaliação, planejamento e urbanização. São Paulo: Pro Livros, 2004. LEITE DE SOUZA, Carlos. Cidades Sustentaveis, cidades inteligentes. São Paulo: Bookman, 2012. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO Ementa: Materiais de construção: características, aplicabilidade, especificações; Normas técnicas: finalidade, tipos e entidades normativas; Propriedades dos corpos sólidos: esforços mecânicos, massa e peso específico. Bibliografia Básica: BAUD, Gerard. Manual das pequenas construções. São Paulo: Hemus, 1980. BAUER, F. Materiais de construção. V. 1. Rio de Janeiro: Livros técnicos, 2014. BAUER, F. Materiais de construção. V. 2. Rio de Janeiro: Livros técnicos, 2014. Bibliografia Complementar: REBELLO, Yopanan Conrado Pereira. A concepção estrutural e a arquitetura. São Paulo: Zigurate, 2003. MOLITERNO, Antonio. Caderno de projetos de telhados em estruturas de madeira. São Paulo: Edgard Blucher, 2001 CHING, Francis D. K; SALGADO, Luiz Augusto M., trad; ADAMS, Cassandra. Técnicas de construção ilustradas. Porto Alegre: Bookman, 2001. BERTOLINI, Luca. Materiais de construção: patologia, reabilitação, prevenção. São Paulo: Oficina de Textos, 2010. BAUER, F. Materiais de construção. V. 1. Rio de Janeiro: Livros técnicos, 2014. MEIOS DE REPRESENTAÇÃO E EXPRESSÃO II Ementa: Linguagem: diagramação e apresentação de desenhos de arquitetura; Gestalt e linguagem gráfica; Normatização: desenhos para apresentação em concursos, desenhos técnicos para apresentação em órgãos públicos, desenhos para publicações; Escalas: referências para o desenho, escala gráfica; Recursos manuais e computacionais. Bibliografia Básica: DOYLE, Michael E. Desenho a cores: técnicas de desenho de projeto para arquitetos, paisagistas e designers de interiores. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. CHING, Francis D. K. Arquitetura, Forma Espaço e Ordem. São Paulo: Bookman, 2002. ANTUNES, Celso.lado Direito do Cérebro e sua explorações.São Paulo: Vozes, 2012 Bibliografia Complementar: MONTENEGRO, Gildo A. A perspectiva dos profissionais : Sombras, insolação, axonometria : São Paulo: Edgard Blucher, 2001. FERLAUTO, Claudio. A forma e a forma: as palavras e as imagens do design. São Paulo: Rosari, 2004. Página 43 de 87 CHING, Francis. Arquitetura de Interiores Ilustrada.São Paulo: Bookman, 2012 Parreira, Ana. Desenho: matérias, técnicas e exercícios. São Paulo: CRV, 2010. BORGES, Alberto de Campos. Prática das Pequenas Construções. 5. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2004. PROJETO ARQUITETÔNICO I Ementa: Espaço arquitetônico: elementos que o compõe, organização e construção, teorias de arquitetura; Sentidos e sensações: as formas e seu significado; Exercícios: arquitetura interna e externa de pequeno porte; Linguagem: meios de representação pessoal; Arquitetos e arquiteturas de referência: estudos de caso. Bibliografia Básica: HERTZBERGER, Herman; MACHADO, Carlos Eduardo Lima. Lições de arquitetura. São Paulo: Martins Fontes, 1999. CHING, Francis D. K; LAMPARELLI, Alvamar Helena. Arquitetura: forma, espaço e ordem. São Paulo: Martins Fontes, 2002. NEUFERT, Peter. Arte de projetar em arquitetura. Barcelona: Gustavo Gili, 2004. Bibliografia Complementar: CHING, Francis D. K.; SALGADO, Luiz A. Meirelles. Representação gráfica em arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2000 CHING, Francis D. K.; SALGADO, Luiz A. Meirelles; ADAMS, Cassandra. Técnicas de construção ilustradas. Porto Alegre: Bookman, 2001 ANDREW, Charleson. A estrutura aparente: um elemento de composição em arquitetura. São Paulo: Bookman, 2011. CHING, FRANCIS. Arquiteturas de Interiores Ilustradas. São Paulo : Bookman, 2012 BACHELARD, Gaston. A Poetica do Espaço. Sao Paulo: Martins Fontes, 1996. SISTEMA ESTRUTURAL II Ementa: Sistemas em concreto armado: Lançamento estrutural de elementos em concreto armado, dimensões mínimos de norma, pré-dimensionamento de lajes, vigas, pilares e fundação; vigas de equilíbrio, formatos recomendados de lajes e escadas, plantas de formas, cortes e planta de locação. Bibliografia Básica: BOTELHO, Manoel H. C. Concreto Armado eu Te Amo. Vol 1. Ed. Edgard Blucher, 2014. BOTELHO, M. H. C. Concreto Armado eu te Amo. V. 2. 3. Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2014. MCCORMAC, J. Análise Estrutural Usando Métodos Clássicos. Rio de Janeiro: LTC, 2013. Bibliografia Complementar: REBELO, Yopanan C. P. Estruturas de aço, concreto e madeira – Atendimento da expectativa dimensional. São Paulo: Zigurate, 2003. MOLITERNO, Antonio. Caderno de projetos de telhados em estruturas de madeira. São Paulo: Edgard Blucher, 2001 HIBBELER, Russell Charles; MARQUES, Arlete Simile. Resistência dos materiais. 7.ed. São Paulo: Pearson, 2010. BEER, F.P. e JOHNSTON, JR., E.R. Resistência dos Materiais. 3.º Ed., São Paulo: Makron Books, 1995. Página 44 de 87 TOPOGRAFIA Ementa: Fundamentos topográficos: Planimetria, medição de ângulos, distâncias, escalas, topologias; Altimetria, inclinações e pendentes, curvas de nível; Taqueometria; Levantamento em campo: cálculos e projetos; Cortes e aterros. Bibliografia Básica: TULLER, Marcelo. Fundamentos de Topografia.São Paulo: Bookman, 2012. BORGES, Alberto de Campos de. Topografia. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo: Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2012. Bibliografia Complementar: BORGES, Alberto de Campos. Exercicos de Topografia. São Paulo: Blücher, 2002. SOLA-MORALES, Ignasi de. Diferencias: topografia de la arquitectura contemporánea. Barcelona: Gustavo Gili, 2003. CASACA, João Martins; MATOS, João Luís de; DIAS, José Miguel Baio. Topografia Geral. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2007. Costa, Aluizio. Topografia. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2000. Disciplina: FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA EMENTA Estudo e interpretação sobre os acontecimentos sociais, políticos, econômicos, culturais e atualização permanente sobre a realidade brasileira, mundial e sobre outras áreas do conhecimento. Estudo dos valores éticos e culturais que permeiam as relações dos homens na sociedade contemporânea, focando as relações étnico-raciais, a história e a cultura afro-brasileira e indígena, bem como a educação ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARANHA, Maria Lúcia de Arruda, MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando – Introdução à Filosofia. 4. Ed. São Paulo. 2009 CONSTANTINO, Cristina Herold, MALENTACHI, Débora Azevedo. Formação Sociocultural e Ética. Cesumar, 2013. VALLS, Álvaro L. M. O Que é Ética. 31. ed. São Paulo: Brasiliense, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARROCO, Maria Lucia Silva. Ética: Fundamentos sócio-históricos. São Paulo: Cotez, 2008. FREIRE, Paulo. A Importância do Ato de Ler. São Paulo: Cortez, 2006. MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 4. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005. MARTINS, Maria Helena. O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 1989. VAZQUEZ, A. S. Ética. 15. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1995. Página 45 de 87 LIBRAS A Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002 reconhece a Língua Brasileira de Sinais - Libras como meio legal de comunicação e expressão de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, de uso das comunidades de pessoas surdas; e reza que os sistemas educacionais federal, estadual e municipal e do Distrito Federal devem garantir a inclusão nos cursos de formação de Educação Especial, de Fonoaudiologia e de Magistério, em seus níveis médio e superior, do ensino de Libras, como parte integrante dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs, conforme legislação vigente. Por sua vez, o Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, trata do papel do poder público e das empresas que detêm concessão ou permissão de serviços públicos, no apoio ao uso e difusão de Libras; na formação, capacitação e qualificação de professores, servidores e empregados para o uso e difusão de Libras e à realização da tradução e interpretação de Libras - Língua Portuguesa, e, consequentemente, da formação em nível superior do professor de Libras, da formação em nível médio do instrutor de Libras, e da formação do tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa. O referido Decreto, no seu §2º do art. 7º, reza ainda que “A partir de um ano da publicação deste Decreto [2006], os sistemas e as instituições de ensino da educação básica e as de educação superior devem incluir o professor de Libras em seu quadro de magistério.” O processo de inclusão de Libras como disciplina curricular deve iniciar-se nos cursos de Educação Especial, Fonoaudiologia, Pedagogia e Letras, ampliando-se progressivamente para as demais licenciaturas, de modo que a partir de um ano da publicação do Decreto Nº 5.626, ou seja, a partir de 2006, os sistemas e as instituições de ensino da educação básica e as de educação superior devem incluir o professor de Libras em seu quadro do magistério. Em conformidade com a Lei nº 10.436, de 14 de abril de 2002, e o Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, a disciplina de LIBRAS será ofertada obrigatoriamente nos cursos previstos na legislação e de forma optativa nos demais cursos. No caso específico será ofertada de forma optativa, podendo ser cursada pelo acadêmico a partir do 2º módulo. A solicitação dessa disciplina deve ser realizada por meio do “Sistema de Protocolo online”. DISCIPLINA OPTATIVA: LIBRAS – Linguagem Brasileira de Sinais EMENTA: Noções básicas de libras e a abordagem sócio antropológica da surdez com vistas à inclusão educacional do surdo. Apresentação da história da surdez como um discurso produzido pelas representações culturais de sua época, entendendo a noção de historicidade, cultura e identidade como campo de lutas em torno da significação do social e inserção da pessoa com deficiência auditiva e/ou surdo na sociedade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARNEIRO, Marília Ignatius Nogueira; NOGUEIRA, Clélia Maria Ignatius; NOGUEIRA, Beatriz Ignatius. Linguagem Brasileira de Sinais. Maringá: CESUMAR, 2011. GESSER, Audrei. Libras? Que língua e essa? São Paulo: Parábola, 2009. QUADROS, Ronice Müller de. Educaçao de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed, 1997. Página 46 de 87 QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira: estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CHALHUB, Samira. Funções da linguagem. São Paulo: Ática, 2006. FERNANDES, Sueli. Especialização em educação especial e educação inclusiva: educação de surdos. Curitiba: Ibpex, 2007. FERNANDES, Sueli. Educação de surdos. Curitiba: Ibpex, 2011. LUCHESI, Maria Regina Chirichella. Educação de pessoas surdas: experiências vividas, histórias narradas. Campinas: Papirus, 2012. PEREIRA, Maria Cristina da Cunha; CHOI, Daniel; VIEIRA, Maria Inês; GASPAR, Priscilla; NAKASATO, Ricardo. Libras: conhecimentos além dos sinais. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. 21. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO O Estágio Supervisionado como componente curricular obrigatório, direciona o aluno à consolidação do desempenho profissional desejado. A disciplina de Estágio Supervisionado I insere-se no 3º ano do Curso com 100 horas, no 4º ano do curso com 100 horas e no 5º com 200 horas, atendendo de forma mais flexível ao planejamento acadêmico do aluno, permitindo que conhecimentos, habilidades e atitudes se concretizem em ações profissionais. A carga horária a ser cumprida é de 400 horas totais. 22. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O Trabalho de Conclusão de Curso / TCC é componente curricular obrigatório e realizado ao longo do último ano de estudos como atividade de integração de conhecimento e consolidação das técnicas de pesquisa onde o aluno demonstra a sua capacidade de resolver problemas de Arquitetura e Urbanismo. Esse trabalho é a síntese dos conteúdos aprendidos ao longo da trajetória acadêmica, mostrando a real capacidade analítica e crítica do egresso ao integrar conhecimentos teóricos à prática arquitetônica e de planejamento urbano. Tem como objetivo avaliar as habilidades e competências do formando para acesso ao exercício profissional. Requer do aluno uma postura crítica, participativa e um comportamento humano, ético e socialmente compromissado com um senso investigativo e pesquisador. Página 47 de 87 23. ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES São consideradas atividades acadêmicas complementares todas e quaisquer atividades não previstas no rol das disciplinas obrigatórias e optativas dos currículos dos cursos de graduação consideradas necessárias à formação acadêmica e ao aprimoramento pessoal e profissional dos graduandos. As Atividades Acadêmicas Complementares do Curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo têm por objetivo aprimorar a formação integral dos discentes. Temos nas Diretrizes Curriculares Nacionais que “Atividades Complementares são componentes curriculares que possibilitam o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e competências do discente, inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais e opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mundo do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade. As atividades complementares se constituem componentes curriculares enriquecedores e implementadores do próprio perfil do formando, sem que se confundam com o Estágio Curricular Supervisionado”. As atividades Acadêmicas Complementares são definidas como componentes curriculares obrigatórios, cuja somatória compõe a carga horária total do currículo de um curso. Possibilitam o desenvolvimento de habilidades, conhecimentos, competências e saberes que fazem parte do processo de formação do acadêmico, devendo ser desenvolvidas por esse de forma autônoma. A Lei nº 9.394/96 estabelece as Diretrizes da Educação Nacional e em seu artigo 3º ressalta a “valorização da experiência extraescolar”, como um dos princípios do ensino. Segundo o Mistério da Educação: “as atividades complementares têm a finalidade de enriquecer o processo de ensino-aprendizagem, privilegiando a complementação da formação social e profissional que ocorrerá durante o semestre ou ano letivo”. São exemplos de atividades complementares: participação em eventos internos e externos à instituição de educação superior, tais como semanas acadêmicas, congressos, seminários, palestras, conferências, atividades culturais; integralização de cursos de extensão e/ou atualização acadêmica e profissional; atividades de iniciação científica, assim como de monitoria e outros. A integralização das Atividades Complementares previstas no Projeto Pedagógico do Curso é condição obrigatória para a Formatura, Colação de Grau e expedição de Diploma. Cabe ao discente protocolizar a documentação comprobatória de suas Atividades Acadêmicas Complementares, mediante apresentação de vias originais e cópias para devida autenticação. Página 48 de 87 Assim, visando a propiciar aos discentes matriculados nos cursos de graduação uma maior compreensão sobre a integração e a interdisciplinaridade dos conteúdos, a Faculdade possibilitará por meio das atividades complementares a vivência de situações que permitirão ao acadêmico relacionar os conhecimentos teóricos com a sua futura prática profissional. Ou seja, por meio das atividades complementares possibilita-se a vivência de situações que permitirão ao acadêmico relacionar os conhecimentos teóricos com a sua futura prática profissional. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES O Colegiado de Curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo regulamenta as Atividades Complementares de acordo com o contido nas Diretrizes Curriculares Nacionais para Cursos Superiores de Tecnologia. CAPÍTULO I DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art.1o. O acadêmico matriculado no Curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo deverá cumprir carga horária de Atividades Complementares, incidentes sobre o total da carga horária da matriz curricular, como condição para a obtenção do grau de Bacharel . Art.2o. As Atividades Complementares que podem ser reconhecidas para aproveitamento da carga horária estão representadas nas atividades de ensino, de pesquisa e de extensão. Art. 3o. As atividades de ensino compreendem: I. Atividades de monitoria; II. Cursos de nivelamento; III. Disciplinas cursadas em outros cursos não constantes da Grade Curricular do Curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo; IV. Cursos na área de informática, línguas e/ou outros que sejam de interesse da profissão; V. Certificado acadêmico com nota acima de 08 (oito) considerando 02 duas horas por certificado acadêmico. Art. 4o. As atividades de pesquisa compreendem: I. Participação em projetos de iniciação científica; II. Participação em projetos de pesquisa; III. Publicação de Livros como autor ou coautor; IV. Publicação de Capítulo de livros, como autor ou coautor; Página 49 de 87 V. Publicações de artigos como autor ou coautor; VI. Participação em grupos de estudos sob a supervisão de docentes; VII. Apresentação de trabalhos em eventos científicos, como autor ou coautor .Art.5o. As atividades de extensão compreendem: I. Participação em seminários, congressos, simpósios, conferências, encontros e oficinas, da área de gestão; II. Estágio extracurricular na área de gestão; III. Participação em programas e projetos de extensão; IV. Participação em atividades sociais (doação de sangue, participação em atividades de caráter social); V. Participação em atividades esportivas; VI. Participação como membro nos Colegiados da Faculdade; VII. Participação como membro de órgãos estudantis ou de classe; VIII. Participação em visitas técnicas; IX. Participação na organização de eventos na área. X. Atividades Culturais XI. Participação em eleições como mesário ou escrutinador. CAPÍTULO II DO RECONHECIMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art.6o. O pedido de registro das Atividades Complementares deverá ser feito pelo interessado junto ao Protocolo Geral da Instituição e encaminhado para análise e parecer do Coordenador do Curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo. Art.7o. O acadêmico deverá trazer o original e a fotocópia correspondente para autenticação, junto ao Protocolo Geral da Instituição. Art.8o. Toda documentação deve ser oficial, devidamente assinada e datada, com identificação do responsável que o assinou, a carga horária, o período de realização e o conteúdo programático (se for o caso). Art.9o. Os documentos comprobatórios das Atividades Complementares deverão ser encaminhados à Secretaria Acadêmica. Art.10. Cabe ao acadêmico impetrar recurso quanto ao parecer da Coordenação do Curso, até 3 dias úteis após a publicação, mediante protocolo com justificativa do pedido. Art.11. Somente serão aceitas atividades complementares realizadas no período de graduação do curso. Página 50 de 87 Art.12. O acadêmico não poderá cumprir a carga horária total das Atividades Complementares em uma única atividade. Art.13. Os ingressantes no Curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo, através de transferência, podem aproveitar as Atividades Complementares realizadas em outra Instituição de Ensino desde que no Curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo e no período cursado no mesmo. Art.14. Os limites de carga horária para cada Atividade, prevista no Capítulo I, são os constantes da Tabela anexa ao presente Regulamento. Art.15. Os casos omissos serão analisados pelo Colegiado do Curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo. A seguir consta a Tabela de Validação das horas complementares. TABELA DE HORAS PARA VALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Categorias ENSINO PESQUISA Atividades Máximo CH atribuíveis Procedimentos para validação Disciplinas complementares, não previstas no currículo e cursadas em outras IES. 60 Histórico escolar. Atividades de monitoria. 35 Relatório final de monitoria, encaminhado pelo departamento responsável. 30 Certificados emitidos pelos organizadores do evento. Participação em mini-cursos que versem sobre a matéria de interesse na formação do graduando. Cursos nas áreas de informática ou língua estrangeira. Aprendizagem a distância com afinidade e aderência aos cursos. Livro publicado. 40 45 40 Capítulo de livro. 35 Projetos de iniciação científica. 45 Projetos de pesquisas institucionais. 40 Artigo publicado como autor ou coautor (periódico com conselho editorial relacionado à área do curso). 25 Resumo em anais. 20 Participação em grupos institucionais de trabalhos e estudos realizados na IES. 20 Certificados emitidos pelas unidades de ensino. Certificados/ histórico emitidos pelos organizadores. Cópia da capa e ficha catalográfica. Cópia da capa e ficha catalográfica e cópia do capítulo. Relatórios e termo de outorga ou certificados emitidos pela diretoria responsável. Relatório e termo de outorga ou certificados emitidos pela diretoria responsável. Cópia do artigo e documentação de aprovação pelo conselho editorial. Cópia do resumo e documentação de aprovação pelo comitê de avaliadores. Relatórios emitidos e assinados pelo líder do grupo de pesquisa registrado no lattes. Página 51 de 87 EXTENSÃO Artigo publicado como autor ou coautor, na revista científica da instituição. 25 Relatórios de pesquisa. 15 Apresentação de trabalhos científicos. 25 Seminários, oficinas, congressos, simpósios, conferências, encontros, ações comunitárias institucionais e similares. 35 Cópia dos certificados, expedidos pelos responsáveis do evento. Estágio extracurricular. 60 Declaração das entidades responsáveis pelo estágio. Gestão de órgãos de representação estudantil (UNE, UEE, DCE e CA) e/ou representação discente junto a órgãos colegiados da IES (colegiados de cursos). 10 Declaração emitida pela representação estudantil devidamente assinado e reconhecidos pelo órgão colegiado. Autoria e execução de projetos relacionados ao curso. 25 Visitas técnicas. 15 Organização de eventos minicursos, oficinas. 25 Atuação social beneficente (doação de sangue, assistencialismo) . 5= (doação de sangue) 20 = (assistencialism o Cópia do artigo e documentação de aprovação pelo conselho editorial. Relatórios, termo de outorga ou certificados emitidos pela diretoria responsável. Cópia do resumo e documentação de aprovação pelo comitê de avaliadores. Relatórios, termo de outorga ou certificados emitidos pela diretoria responsável. Listagem emitida pelo professor responsável pela visita, devidamente autorizado pelo coordenador. Certificados emitidos pelos organizadores do evento. Declaração de doador. Declaração da entidade. Atividades no âmbito cultural. 10 Declaração da entidade responsável. Atividades no âmbito esportivo (atletas, representando a instituição em JUB, e /ou Jogos Abertos devidamente registrados nas federações competentes). 10 Declaração da entidade responsável pela organização e a cópia do registro da federação. Participação em sessões de defesa de trabalho de conclusão de curso (TCC). 15 Mediante declaração assinados por pelo menos, um membro da banca e pelo coordenador de estágio. Página 52 de 87 24. METODOLOGIA A proposta global da Faculdade consiste em manter um “ambiente” onde se desenvolvam as atividades de ensino, pesquisa e extensão, voltados para uma abordagem interdisciplinar, complexa, crítica/reflexiva. Nesse sentido, é de suma importância a integração entre o ensino, a pesquisa e a extensão, como forma de entrelaçar o processo de construção do conhecimento com a realidade social e, consequentemente com o envolvimento institucional, tanto do corpo docente e discente, como da própria IES, com as questões sociais que afligem o país e os países que englobam o Mercosul, inseridos no contexto atual de mundialização da economia. Para consecução desses objetivos alguns fatos são imprescindíveis, tais como: Currículo pleno dos cursos atendendo às exigências de formar profissionais efetivamente habilitados ao imediato exercício da profissão e ajustados às constantes e variadas necessidades do mercado de trabalho, mas, também, “aptos a estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo", conforme dispõe o artigo 43 da Lei de Diretrizes e Bases (L.D.B). Isto se evidencia na inclusão e abordagem interdisciplinar de disciplinas formativas, técnicas e atividades práticas com programas integrados e metodologia dialogada de ensino, o que possibilita a formação de um ambiente acadêmico caracterizado pelo envolvimento e inter-relações da comunidade universitária em atividades sociais; Corpo docente altamente qualificado, composto, preferencialmente, de docentes com titulação de mestre e doutor, com visão crítica e reflexiva, com projetos integrados de ensino, pesquisa e extensão; Direção, coordenação e coordenações auxiliares, órgãos colegiados e assessorias da Faculdade compostas por nomes de reputação acadêmica, profissional e política, com titulação de mestre e doutor, bem como a participação docente, discente e administrativa nos órgãos deliberativos, no sentido de propiciar a construção de âmbitos democráticos e heterogêneos de tomadas de decisões; Administração acadêmico-administrativa formada por pessoal qualificado e experiente no sentido de aperfeiçoar a organização e os registros acadêmicos, mormente no que se refere ao fluxo escolar e acompanhamento curricular, com ênfase na ampla e necessária relação com o corpo docente. Página 53 de 87 As ações institucionais propostas para a Organização Didático-Pedagógica da Faculdade atendem aos seguintes pressupostos básicos: Oferta de carga horária total de seus cursos distribuídas em disciplinas, atividades orientadas, monografia, estágio supervisionado e atividades complementares; Oferta de disciplinas e atividades acadêmicas extracurriculares, em regime especial, durante o decorrer do calendário escolar ou em cursos de férias, visando ao aperfeiçoamento, ao nivelamento e à integralização de horas de atividades complementares; Publicação de informativo de divulgação das atividades da IES, com espaço para docentes e discentes; Manutenção de sistema informatizado e página web para divulgação das atividades acadêmicas e administrativas; Incentivo e apoio à participação discente em atividades acadêmicas externas, realizadas por outras Instituições; Incentivo e apoio à capacitação e participação dos docentes em congressos, seminários, cursos, comissões de assessoramento; Programa de concessão de bolsas de estudo para discentes carentes, indicados por organizações da sociedade civil; Convênios com entidades e organizações da sociedade civil. Página 54 de 87 25. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM É importante ressaltar que tanto no âmbito educativo como no organizacional as TIC estão assumindo um papel cada vez mais influente e imprescindível, sendo notória uma evolução permanente nos paradigmas relacionados com a sua utilização. Se encararmos os diversos componentes das IES numa perspectiva sistêmica, se houver um conhecimento integrador das realidades e necessidades e a esta visão aplicarmos os recursos tecnológicos adequados, poderemos dar um salto qualitativo na produtividade e eficiência do uso educativo das TIC, o que levará a refletir nos resultados educativos da instituição cujo beneficiário principal é o discente. Pretende-se, com esta ação de formação, promover o desenvolvimento curricular, a integração inter e transdisciplinar das TIC, a elaboração de objetos de aprendizagem e a sua aplicação no processo de ensino e aprendizagem, de forma a fomentar o desenvolvimento da qualidade do ensino e da aprendizagem. Pretende-se ainda promover a reflexão sobre metodologias de aplicação das TIC no processo de ensino e aprendizagem, incentivar a produção e o uso, pelos docentes, de materiais de apoio ao ensino e sua disponibilização online, prolongando os momentos de aprendizagem no tempo e no espaço. As ferramentas de comunicação e interação não presenciais proporcionados pelas TIC podem ser potencializadas na promoção de boas práticas nos vários contextos e modelos de aprendizagem, de que são exemplo o trabalho colaborativo e as comunidades virtuais de aprendizagem. A implementação de novos modelos curriculares com maior ênfase em competências transversais e na realização de tarefas de uma forma autônoma por parte do discente e ainda a inclusão de novas áreas curriculares não disciplinares, justifica a formação de docentes de forma a dar resposta a estes paradigmas, incluindo as TIC como ferramentas geradoras de novas situações de aprendizagem e metodologias de trabalho. Esta ação será desenvolvida com os docentes da Faculdade, com a finalidade de dar resposta às necessidades de formação de habilidades e competências aos docentes quanto ao uso das TIC nas suas atividades de ensino e aprendizagem. O que se espera é: produzir mudanças de práticas, procedimentos pedagógicos, assim como o uso de objetos de aprendizagem já disponíveis na internet visando à: Página 55 de 87 utilização de metodologias ativas e participativas, com recurso às TIC, no processo de ensino e aprendizagem; utilização crítica das TIC como ferramentas transversais ao currículo; partilha de experiências/recursos/saberes no seio da comunidade educativa; valorização de uma prática avaliativa indutora de melhoria da qualidade dos processos educativos; estímulo a estratégias pedagógicas promotoras de metodologias inovadoras; adoção de práticas que levem ao envolvimento dos discentes em trabalhos acadêmicos com TIC; produção, utilização e avaliação de objetos de aprendizagem que possam potencializar a construção do conhecimento; mudança de práticas, com a integração de ferramentas de comunicação e interação do Moodle e da Internet no processo de ensino e aprendizagem; prolongamento dos momentos de aprendizagem no tempo e no espaço, fomentando a disponibilização online pelo Moodle de recursos educativos; desenvolvimento de projetos/atividades que potencializem a utilização das TIC em contextos interdisciplinares e transdisciplinares; promoção de reflexão decorrente da prática letiva. Página 56 de 87 26. AVALIAÇÃO 26.1 AVALIAÇÃO DO ENSINO-APRENDIZAGEM O sistema de avaliação está centrado na promoção da aprendizagem do graduando, visando a contribuir para a formação de um profissional crítico/reflexivo, comprometido com as demandas sociais. O critério de avaliação das diferentes disciplinas, assim como os instrumentos viabilizados/utilizados, serve como recurso para a verificação do grau de compreensão dos conteúdos. Os procedimentos de avaliação constam neste PPC e nos planos de ensino de cada unidade curricular. Conforme Regimento: CAPÍTULO II DO RENDIMENTO ESCOLAR Art. 90. A avaliação do rendimento escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência e o aproveitamento. Art. 91. A frequência às aulas e demais atividades escolares é obrigatória, e permitida apenas aos alunos matriculados, vedado o abono de faltas, exceto para cursos à distância. § 1º Independentemente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado na disciplina o aluno que não atingir frequência de no mínimo 75% das aulas e demais atividades programadas. § 2º As normas e procedimentos para a verificação e o registro de frequência constam de regulamento próprio, aprovado pelo Conselho Superior. § 3º O aluno convocado para integrar o Conselho de Sentença em Tribunal do Júri, manobra militar obrigatória ou a serviço da Justiça Eleitoral, assim como as gestantes, a partir do oitavo mês de gestação, têm direito a atendimentos especiais na forma da legislação em vigor. § 4º Desde que devidamente comprovados e amparados pela legislação especial, o prazo para os pedidos formulados com base no disposto do parágrafo anterior é de três dias úteis, contados da data de início do ocorrido. Página 57 de 87 Art. 92. Os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de provas e de outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca examinadora especial, poderão abreviar a duração de seus cursos, de acordo com o previsto pela legislação em vigor e regulamento próprio da FACULDADE. Art. 93. O rendimento escolar é avaliado pelo acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos em provas oficiais (duas provas, no caso de disciplinas semestrais ou quatro provas, no caso de disciplinas anuais), realizadas ao longo do período letivo (semestral ou anual), sendo aprovado na disciplina o aluno que ao final do período letivo, obtiver nota de aproveitamento igual ou superior a 7,0 (sete). § 1º Em cada uma das provas oficiais, assim como o resultado final, é atribuída ao aluno uma nota de 0 (zero) a 10,0 (dez) com aproximação até a primeira casa decimal, não sendo permitido “arredondamento”. § 2º Nas etapas do período letivo é atribuída ao aluno, por disciplina, uma nota de verificação do rendimento que pode ser apenas a da prova de avaliação oficial ou, a critério do professor, a média desta com as demais notas, também graduada de 0 (zero) a 10,0 (dez), referentes a outras formas de verificação constantes do plano de ensino da disciplina. § 3º Pode ser concedida revisão da nota atribuída nas verificações do aproveitamento quando requerida no prazo de três dias úteis da divulgação do resultado, acompanhada de requerimento devidamente fundamentado. § 4º Pode ser concedida uma PROVA SUBSTITUTIVA ao final de cada semestre letivo, em cada disciplina com o objetivo de eliminar a menor nota da disciplina, obtida no semestre, observadas as normas estabelecidas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. § 5º Será concedida uma prova ao final de cada semestre letivo, em cada disciplina a titulo de EXAME FINAL, para os alunos que não obtiveram a nota mínima para a aprovação (7,0 – sete), e alcançaram no mínimo 4,0 (quatro), observadas as normas estabelecidas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. § 6º As provas aplicadas para verificação do rendimento escolar, de acordo com as características da disciplina, podem ser substituídas por trabalhos escritos, projetos, relatórios, estudos de casos ou outras modalidades academicamente aceitas e constantes do plano de ensino da disciplina, aprovado pelo colegiado do respectivo curso, ouvido o CONSEPE. Art. 94. Os critérios para verificação do rendimento escolar, promoção e dependência de estágio supervisionado, prática de ensino, trabalho de conclusão de curso, monografia e disciplinas com características especiais constam de regulamentos específicos, aprovados pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, por proposta do Colegiado de Curso. Página 58 de 87 27. AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO A autoavaliação do curso será realizada pelo Núcleo Docente Estruturante e pelo Conselho do Curso, utilizando-se dos relatórios da CPA, dos resultados e relatórios do ENADE e da análise das notas alcançadas pelos discentes nas disciplinas do curso. A primeira ação do Coordenador será a de analisar profundamente o relatório de avaliação que os discentes fazem da Coordenação e de cada um dos docentes que ministram disciplinas para o curso. Isto inclui analisar até as classificações individuais. Essa ação levará a uma reflexão a ser discutida pelo NDE numa fase preparatória de síntese de itens e fatores que melhoram e que pioram os desempenhos de cada docente. O exagero para mais ou para menos, na maioria das vezes, prevê uma tendência, e será relegado a outras etapas de avaliação, já que, em geral, não é construtivo. A próxima etapa é levar as conclusões da Coordenação para análise do NDE, que tomará conhecimento dos desempenhos didático e pedagógico dos docentes do curso, com vistas centradas nos itens que influenciam a integração disciplinar, nos itens que influenciam na consolidação do perfil do egresso, nos itens de cumprimento dos planos de ensino, nos itens relacionados ao desenvolvimento de linhas de pesquisa, à iniciação científica e à extensão. Ou seja, nos itens que dizem respeito à relação do curso com as exigências do mercado de trabalho e que estejam consoantes às políticas públicas da área de formação. Essas análises serão feitas em reuniões que acontecem no mínimo duas vezes por semestre, tanto dos NDE como do Conselho de Curso. Para isso são contadas horas de trabalho na carga docente remunerada. Feitas as análises, elencam-se as ações que serão levadas a efeito: Quem? Quando? Quanto? Estas indagações devem ser respondidas colegiadamente. No decorrer do ano letivo o sistema acadêmico fornecerá relatórios do andamento pedagógico de cada discente do curso: notas, faltas, atividades complementares. Estes relatórios serão emitidos pela Coordenação e de posse deles o Coordenador deverá entrar em contato individualmente com cada discente que demonstra enfrentar dificuldades, sem motivos aparentes ou conhecidos. As reuniões do NDE, Conselho de Curso, e Turmas, serão realizadas independentemente da CPA. Página 59 de 87 28. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL De acordo com o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, o processo avaliativo conduzido pela instituição é básico e vinculado às funções de regulação e de auto regulação. O processo, portanto, é obrigatório para que a instituição se integre formalmente ao sistema de educação superior, cumprindo as exigências concernentes à autorizações de funcionamento, credenciamento, recredenciamento, transformações e demais instrumentos legais. A CPA inicial da Faculdade está estruturada por uma Assembleia composta por membros indicados pela Mantenedora. 29. PESQUISA E PRODUÇÃO CIENTÍFICA As políticas de pesquisa estabelecidas para a Faculdade estão voltadas para a definição de áreas e linhas de pesquisa; criação, manutenção e dinamização de ações sistemáticas para o estímulo ao desenvolvimento da pesquisa por docentes e discentes, por meio de palestras, seminários, reuniões e outros eventos; realização de parcerias e convênios com outras instituições de ensino, institutos e centros de pesquisa, visando a ampliar os horizontes e enriquecer as trocas de experiências; concessão de auxílio financeiro para o desenvolvimento projetos institucionais; divulgação dos resultados das pesquisas em periódicos e/ou eventos científicos nacionais e/ou internacionais; concessão de bolsas de iniciação científica; realização de simpósios, encontros e demais eventos destinados ao debate de temas científicos; criação de um espaço próprio para os pesquisadores, equipados com terminais de computador com acesso às redes de informação; articulação das linhas de pesquisa mestra da Instituição e incentivo à formação de grupos de pesquisas; captação de recursos para o desenvolvimento de atividades de pesquisa e propor e manter condições de trabalho favoráveis para pesquisadores. Página 60 de 87 30. APOIO AO DISCENTE 30.1 UMA PREOCUPAÇÃO COM O SEU DISCENTE A Faculdade tem como uma de suas principais preocupações o seu discente. Permitir que o discente tenha acesso à formação superior e mantê-lo na faculdade não é somente a preocupação do discente e de sua família, mas também da IES em que está matriculado. Para tanto, a Faculdade promoverá uma série de ações visando à possibilidade de o discente efetivar a matricula e viabilizar sua permanência na escola. A participação de entes públicos e empresas do setor privado, em parceria com a Faculdade, permitirão que os discentes tenham melhores condições de estudo e desta forma tenham como principal preocupação o desempenho escolar e o aproveitamento acadêmico. Citam-se abaixo algumas das ações que se tornam metas a serem alcançadas: I. Participar de todos os projetos de bolsas públicas, em nível federal, estadual e municipal, tais como Prouni e Fies. II. Incentivar e interceder junto a instituições públicas que destinem verbas em forma de bolsa para discentes mais carentes, quando não existir ou for incipiente este tipo de ação no nível analisado. Por exemplo, buscar parceria com prefeituras, governo de Estado, autarquias, órgãos de fomento educacional, entre outros. III. Formar parcerias com associações, cooperativas, grandes empresas, instituições religiosas, prefeituras municipais, em relação a bolsas parciais, com obrigatoriedade de o discente prestar serviços a comunidade, permitindo acesso a um maior número de discentes ao curso superior. IV. Promover cursos de nivelamento para que se reduza o impacto causado ao discente egresso do ensino médio, tão diversificado que é hoje em nosso País. V. Oferecer bolsas trabalho e bolsas monitoria dentro das necessidades da Faculdade e nas condições orçamentárias da MANTENEDORA. VI. Oferecer serviços de alimentação em cantinas a preços populares, e manter um controle de qualidade sobre estes produtos, mesmo em caso de terceirização deste serviço. VII. Procurar manter uma pequena livraria e papelaria para reduzir os custos do material para seus discentes, bem como serviço de reprografia com preços menores que o exercido no mercado local. VIII. Parceria com as escolas – publica e privadas de ensino médio, permitindo bolsas em processos seletivos mais baratos para os discentes oriundos destas instituições, bem como Página 61 de 87 prestar serviços as escolas públicas no âmbito de prestação de serviços de qualificação de seus docentes e premiação em material escolar para as escolas com discentes que optaram pela Faculdade. IX. Fazer convênios com grandes editoras que viabilize o acesso dos discentes a livros virtuais, bem mais baratos que livros reais. X. Incentivar a aquisição de livros por parte dos discentes através de programa de fidelidade e pontuação. Discentes mais frequentes, com boas notas, sem atrasos em seus compromissos com a Faculdade (em relação a documentação, biblioteca, financeiro) podem trocar seus pontos por descontos, livros, vales transportes, ingresso para eventos acadêmicos, entre outros brindes úteis. XI. Estabelecer em acordo com a mantenedora programa de incentivo a pontualidade financeira, com descontos para os discentes. 30.2 PROGRAMA DE APOIO PEDAGÓGICO E FINANCEIRO APOIO PEDAGÓGICO No apoio pedagógico a Faculdade constituirá em sua estrutura a implantação do NAP – Núcleo de Apoio Pedagógico, que terá como objetivos: I. assessorar a instituição educacional para que esta desenvolva a articulação dos processos de ensino e aprendizagem; II. oferecer ao corpo docente apoio didático pedagógico permanente e condições de formação continuada em serviço; III. viabilizar aos discentes mecanismos de melhoria do processo de aprendizagem. APOIO FINANCEIRO No apoio financeiro a Faculdade desenvolverá um acompanhamento das atividades de orientação aos acadêmicos e na execução de programas de auxílio financeiro. DESCONTO FAMILIAR– desconto para os discentes que apresentarem a Certidão de Nascimento e comprovarem o vínculo sanguíneo. Também concedido para casais que comprovarem a relação estável; PROUNI - a Faculdade fará adesão ao Programa Universidade Para Todos (Prouni), do Ministério da Educação (MEC); Página 62 de 87 FIES – Financiamento estudantil disponibilizado aos discentes, seguindo as normas da Legislação específica e as diretrizes do Governo Federal; BOLSAS INTEGRAIS / PARCIAIS (100%, 75%, 50%, 25%) – concessão de bolsas a futuros discentes provenientes da rede pública de ensino médio, de acordo com a classificação no vestibular onde são ofertadas as vagas; DESCONTOS PARA FUNCIONÁRIOS DE EMPRESAS CONVENIADAS – concessão de desconto de valor correspondente a uma mensalidade, de acordo com o plano de pagamento optado pelo discente; DESCONTO PONTUALIDADE – concessão de desconto nas mensalidades para os discentes que efetuam os pagamentos da mensalidade até a data de vencimento. A FACULDADE, comprometida em oferecer condições que atendam a diferentes perfis socioeconômicos, tem opções próprias de financiamentos, que contribuem para um melhor planejamento financeiro de seus acadêmicos. 30.3 ESTÍMULOS À PERMANÊNCIA (PROGRAMA DE NIVELAMENTO, ATENDIMENTO PSICO-PEDAGÓGICO) Um dos programas para inserção do estudante no mundo acadêmico é a monitoria. A monitoria constitui-se num processo de nivelamento para os estudantes, uma vez que, havendo necessidade, poderá utilizar esse espaço para atividades de cunho teórico ou prático, na qual um acadêmico-monitor, sob orientação do docente titular da disciplina, auxilia o estudante na execução de trabalhos, elaboração de relatórios, exercícios, repetição de experimentos etc. Outra meta da Faculdade é o Curso de Nivelamento, que será ofertado no início do ano letivo, para os discentes ingressantes, que tem o objetivo de corrigir as deficiências dos conteúdos recebidos no Ensino Médio. O discente, ao ser avaliado em prova específica no início do ano letivo, não tendo atingido a pontuação mínima 6,0 (seis) em uma das disciplinas ofertadas (Matemática e Português), poderá frequentar o curso de nivelamento. O Curso será ministrado nas instalações da Faculdade, em horário especial e terá uma carga horária mínima de 20 horas e máxima de 30 horas, conforme a necessidade. A carga horária Página 63 de 87 cumprida no Curso de Nivelamento será computada como atividade complementar, sendo obrigatória a presença de no mínimo 75% das aulas. O atendimento psicopedagógico da Faculdade será realizado por profissional qualificado que identifica através de testes e entrevistas os problemas apresentados. Quando o baixo rendimento acadêmico está associado a problemas de comportamento, há risco de desajustamento psicossocial. O objetivo da análise é de verificar os efeitos de uma intervenção baseada em princípios da aprendizagem mediada, sobre o desempenho acadêmico e problemas de comportamento, em acadêmicos que apresentam ambas as dificuldades. 30.4 ORGANIZAÇÃO ESTUDANTIL (ESPAÇO PARA PARTICIPAÇÃO E CONVIVÊNCIA ESTUDANTIL) Os discentes disporão de espaços internos de participação e convivência, os quais oferecem locais para lazer, alimentação e convivência. Uma das ações estratégicas será a criação de um Centro de Convivência no campus, oportunizando aos estudantes maior relacionamento e troca de experiências entre as diferentes áreas do conhecimento. 30.5 ACOMPANHAMENTO DOS EGRESSOS Uma série de medidas manterá nossos egressos em contato com a Faculdade, permitindo que continuamente melhorem em suas habilidades e competências quanto à capacidade técnica, de conhecimento e de comportamento ético social. Para isto a Faculdade implantará o Projeto Egresso que entre outras ações, visa a: I. Oferecer uma identificação, que permitirá ao egresso o uso de biblioteca e do webmail, assim como desconto em cursos de extensão e pós-graduação. II. Manter um contato constante dentro do projeto de Avaliação Institucional, permitindo à Faculdade ter um “feedback” de suas ações, avaliando seus projetos pedagógicos a partir de seu principal ator – o discente egresso. III. Promover contato permanente com a intenção de criar um banco de empregos e oportunidade, bem como realizar eventos periodicamente reunindo as turmas formadas em eventos sociais esporádicos. Página 64 de 87 IV. Permitir que o egresso tenha participação nos conselhos da faculdade como colaborador da comunidade. V. Promover, em conjunto com a mantenedora, que o egresso tenha acesso a todos os convênios que a Faculdade venha a firmar, tanto no aspecto acadêmico como financeiro. 31. CORPO DOCENTE O Corpo Docente será constituído por professores que exercem atividades de ensino, pesquisa, extensão e administrativas. Todo o corpo docente buscará a cada dia sua capacitação e atualização. O corpo docente integra a comunidade acadêmica como um todo, devendo, no desempenho de suas funções, levar em conta o processo global de educação segundo as políticas e os objetivos da Faculdade. Todos os docentes indicados para a Faculdade possuem Pós-Graduação Lato-Sensu e Stricto-Sensu. A formação destes professores é adequada às necessidades propostas para o perfil do egresso de cada curso em andamento. Com relação à formação e experiência pedagógica ressalta-se que a capacitação pedagógica do corpo docente, em sua maioria, acontecerá por meio dos programas de pós-graduação. Além disso, a instituição contará com o NAP - Núcleo de Apoio Pedagógico, que tem a função de estimular a totalidade da instituição na busca da qualidade do ensino. Suas ações se concentrarão no acompanhamento e na análise das condições pedagógicas, nos procedimentos acadêmicos de cada Curso, viabilizando estratégias direcionadas à superação de qualquer dificuldade detectada. O apoio a ser oferecido pelo NAP aos Coordenadores dos Cursos estará associado ao apoio aos docentes de cada Curso, não só através de encontros específicos, no tratamento de questões pontuais, bem como através de Seminários, Palestras, Debates, Fóruns, com temáticas definidas dentro da área de ensinoaprendizagem. A Faculdade buscará oferecer, aos seus professores, todas as condições técnicas para que se desenvolvam os procedimentos pedagógicos necessários para atingir os objetivos colimados pelos seus dirigentes. Assim, é condição imprescindível garantir, permanentemente, elevados níveis de motivação do pessoal docente pela valorização de seu potencial humano, de modo que se vejam estimulados a desenvolver sua competência técnica e a atingir o grau de desempenho almejado. Para tanto, há que se levar em conta: Página 65 de 87 I. a compreensão da filosofia institucional, bem como o entendimento das políticas e estratégias, fortalecendo a imagem institucional e garantindo a adesão consciente do pessoal envolvido em todos os níveis hierárquicos; II. as qualidades intrínsecas dos dirigentes, como dinamizadores da prática de reconhecimento do desempenho dos seus funcionários; III. o desenvolvimento de atitudes e habilidades de cooperação mútua, a transparência organizacional e o fortalecimento do espírito de equipe; IV. a ampliação dos canais de comunicação; V. a flexibilização funcional. Concebido para constituir-se em ação institucionalizada, o Plano de Carreira, de Remuneração e de Capacitação Docente será parte integrante da política de valorização dos recursos humanos da Faculdade e mecanismo de incentivo à qualificação e ao constante aperfeiçoamento do professor. No entanto, buscar-se-á, em toda ocasião, contar com parcerias externas e fontes de recursos alternativas para viabilizar os empreendimentos pretendidos, seja mediante convênios com outras Instituições de Ensino Superior, seja com empresas, especialmente com agências governamentais de fomento à pesquisa e à pós-graduação e de organismos não-governamentais, do terceiro setor, objetivando desenvolver atividades de ensino, pesquisa e extensão. A política de recursos humanos da Faculdade, como demonstrado a seguir, privilegia a titulação docente e o regime de trabalho. A carreira docente da Faculdade conta com três categorias de titulação, a saber: 1) Título de Doutor - Segundo nível da pós-graduação stricto sensu. Tem por fim proporcionar formação científica ou cultural ampla e aprofundada, desenvolvendo a capacidade de pesquisa e exigindo defesa de tese em determinada área de concentração que represente trabalho de pesquisa com real contribuição para o conhecimento do tema. Confere diploma de doutor. Serão considerados os títulos de doutorado, aqueles obtidos em Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu, avaliados e reconhecidos pelo MEC, ou os títulos obtidos no exterior e revalidados por universidades brasileiras. 2) Título de Mestre - Primeiro nível da pós-graduação stricto sensu. Tem por fim proporcionar formação científica ou cultural, desenvolvendo a capacidade de pesquisa e exigindo defesa de dissertação em determinada área de concentração que represente trabalho de pesquisa/produto com real contribuição para o conhecimento do tema. Confere diploma de mestre. Serão considerados os títulos de mestrado acadêmico e profissional obtidos em Programa de Pós- Página 66 de 87 Graduação Stricto Sensu, avaliados e reconhecidos pelo MEC, ou títulos obtidos no exterior e revalidados por universidades brasileiras. 3) Título de Especialista - Curso em área específica do conhecimento com duração mínima de 360 horas (não computando o tempo de estudo individual ou em grupo sem assistência docente, nem o destinado à elaboração do trabalho de conclusão de curso) e o prazo mínimo de seis meses. Pode incluir ou não o enfoque pedagógico. Confere certificado (Cf. Resolução CNE/CES nº 01/2007). A carreira docente da Faculdade conta com quatro categorias de regime de trabalho, a saber: 1) Tempo Integral - O regime de trabalho em tempo integral compreende a prestação de 40 horas semanais de trabalho, na mesma instituição, nele reservado o tempo de, pelo menos, 20 horas semanais para estudos, pesquisa, trabalhos de extensão, planejamento e avaliação (Portaria Normativa N° 40). Observação: nas IES, nas quais, por acordo coletivo de trabalho, o tempo integral tem um total de horas semanais diferente de 40, esse total deve ser considerado, desde que pelo menos 50% dessa carga horária seja para estudos, pesquisa, extensão, planejamento e avaliação. (Fonte: Formulário Eletrônico de Avaliação- MEC) 2) Tempo Parcial – docente contratado atuando com 12 ou mais horas semanais de trabalho na mesma instituição, reservado pelo menos 25% do tempo para estudos, planejamento, avaliação e orientação de estudantes. (Fonte: Portaria Normativa nº 40). 3) Tempo Horista – docente contratado pela instituição exclusivamente para ministrar aulas, independentemente da carga horária contratada, ou que não se enquadre em outros regimes de trabalho definidos. (Fonte: Portaria Normativa nº 40). Página 67 de 87 32. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE 32.1 COMPOSIÇÃO DO NDE Em conformidade com a Resolução nº 1 de 17/6/2010, a Faculdade terá na estrutura de seus cursos o NDE – Núcleo Docente Estruturante, constituindo-se o segmento da estrutura de gestão acadêmica de cada Curso de Graduação, com atribuições consultivas, propositivas e avaliativas sobre matéria de natureza acadêmica. A Faculdade, em conformidade com o disposto nos documentos de orientação do Ministério da Educação e considerando a relevância da consolidação de um grupo de docentes, de elevada formação e titulação e com regime de tempo diferenciado, para responderem pela criação, implantação e consolidação do PPC, define regras para o Núcleo Docente Estruturante - NDE, ressaltando a responsabilidade atribuída aos docentes participantes, dentre outras funções, de: a) Elaborar o PPC definindo sua concepção e fundamentos. b) Estabelecer o perfil profissional do egresso do curso em conformidade com as diretrizes curriculares aprovadas pelo Ministério da Educação. c) Atualizar periodicamente o PPC. d) Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado de Curso, sempre que necessário. e) Supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso definidas pelo Colegiado. f) Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares; g) Promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo projeto pedagógico. h) Acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao Colegiado de Curso a instalação ou substituição de docentes, quando necessário. Os docentes que comporão NDE devem possuir titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu e/ou lato sensu e serão contratados em regime de tempo integral. O NDE reunir-se-á, ordinariamente, por convocação de iniciativa do seu Presidente, duas vezes por semestre e, extraordinariamente, sempre que convocado. Página 68 de 87 32.2 TITULAÇÃO E FORMAÇÃO ACADÊMICA DO NDE Os docentes que compõem o NDE do Curso de Bacharelado em ARQUITETURA E URBANISMO são: NOME, CPF, TITULAÇÃO E REGIME DE TRABALHO. Docente CPF Titulação Regime de Trabalho ANA CAROLINA PUSSI DE BRITO 066.871.609-66 MESTRE INTEGRAL ARQUIMEDES LUCIANO 029.050.999-84 MESTRE INTEGRAL BERNA VALENTINA BRUIT VALDERRAMA GARCIA MEDINA 096.852.468-07 DOUTORA INTEGRAL LARISSA DE ANGELIS GUIZELINI 064.020.539-96 MESTRE INTEGRAL PAULO RENATO CASTRO ALVES 037.101.109-47 MESTRE INTEGRAL 1 Docentes Doutores - 20% 4 Docentes Mestres - 80% 5 Tempo Integral – 100% Página 69 de 87 33. COORDENADOR DO CURSO: FORMAÇÃO E TITULAÇÃO BERNA VALENTINA BRUIT VALDERRAMA GARCIA MEDINA Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1985) e doutorado em Estruturas Ambientais Urbanas, pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (2002). Iniciou a pós-graduação em nível de mestrado na FAU-USP realizando exame de passagem direta para o doutorado no ano de 1998. Atualmente é Coordenadora do Curso de Arquitetura e Urbanismo e de Design de Interiores do Centro Universitário de Maringá (CESUMAR). Também coordena o curso e especialização em Projeto de Interiores do Centro Universitário de Maringá. Pertenceu ao quadro de docentes do curso de Design e Design de Interiores da Faculdade de Artes e Administração de Limeira (FAAL) e também do Curso de Arquitetura e Urbanismo e do Curso de Decoração e Design do Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio em Salto, SP. Coordenou também o curso de Arquitetura e Urbanismo dessa instituição. Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase na elaboração e execução de projetos arquitetônicos e de interiores. Pesquisas realizadas nas áreas de fundamentos de arquitetura e urbanismo, estudos urbanos e paisagem cultural. 34. COORDENADOR DO CURSO: REGIME DE TRABALHO O Regime de Trabalho do Coordenador é o de Tempo Integral e caberá uma carga horária semanal de vinte e seis horas para as atividades da coordenação e atendimento a docentes e discentes. O Coordenador será membro efetivo, com direito a voz e voto, tanto do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE, como do Conselho Superior – CONSUP. O Coordenador é presidente nato do Conselho de Curso e do Núcleo Docente Estruturante – NDE. 35. ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO O Coordenador participa efetivamente nos órgãos colegiados superiores CONSEPE e com representação no CONSUP. É o presidente do CONSELHO DE CURSO e do NDE, cujas competências são descritas no Regimento da Faculdade. A atuação do coordenador visará a cumprir as suas atribuições mediante a articulação permanente com os demais coordenadores, nas reuniões do CONSEPE no qual tem assento nato, e Página 70 de 87 mediante reuniões individuais, em especial com os coordenadores de cursos que apresentam disciplinas comuns. Conforme Silva (2006), o “novo perfil” do coordenador requer: “[...] visão sistêmica do processo ensino-aprendizagem, buscando a qualidade do egresso, com formação holística, tornando-se profissional questionador, que sabe buscar o aprendizado contínuo, com capacidade de análise crítica e síntese, preparado para enfrentar desafios sociais e tecnológicos de uma sociedade em permanente evolução e não apenas detentor de conhecimentos que se tornam obsoletos em curto espaço de tempo nesse mundo globalizado e informatizado”. 36. COMPOSIÇÃO E FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO Seção III Do Colegiado de Curso Art. 12. O Colegiado de Curso, órgão consultivo e de assessoramento do coordenador de curso, tem a seguinte composição: I. coordenador do curso, seu presidente nato; II. quatro representantes docentes, indicados por seus pares que participam das atividades do curso; III. um representante discente, indicado pelos discentes matriculados no curso em eleição direta; § 1º Os membros do Colegiado de Curso têm os seguintes mandatos:coincidente com o tempo de permanência no cargo consignado, no caso do Coordenador do Curso; I. dois anos para os representantes docentes, condicionado ao exercício da docência no curso devendo ser substituído no caso de inexistência de vínculo com o curso; II. um ano para o representante discente. O representante discente deverá ser substituído imediatamente caso o indicado venha a se desligar ou trancar o curso na FACULDADE. Art. 13. Compete ao Colegiado de Curso: I. aprovar os planos de ensino das disciplinas do curso, observadas as diretrizes gerais para sua elaboração, aprovadas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão; II. coordenar e supervisionar os planos e atividades didático-pedagógica do curso; Página 71 de 87 III. coordenar o planejamento, elaboração, execução e acompanhamento do projeto pedagógico do curso, propondo, se necessário, às devidas alterações; IV. emitir parecer em projetos de ensino, pesquisa e extensão vinculados à coordenadoria do curso; V. exercer as demais funções que lhe sejam previstas em lei, neste Regimento e nos regulamentos aprovados pelos conselhos superiores; VI. participar ativamente da administração acadêmica e administrativa do curso, assessorando o Diretor Geral, Vice-Diretor, Diretores Acadêmicos e Administrativos e demais dirigentes no desempenho de suas funções; VII. propor ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão normas de funcionamento e verificação do rendimento escolar para estágio, trabalho de conclusão e de disciplinas com características especiais do curso; VIII. propor aos conselhos superiores e órgãos da FACULDADE medidas e normas referentes às atividades acadêmicas, disciplinares, administrativas e didático-pedagógica necessárias ao bom desempenho e qualidade do curso; IX. sugerir medidas que visem ao aperfeiçoamento e desenvolvimento das atividades da Instituição, bem como opinar sobre assuntos pertinentes que lhe sejam submetidos pelo Diretor Geral; X. homologar o aproveitamento de estudos de discentes transferidos; XI. homologar o aproveitamento de estudos por competência, em acordo a regulamento próprio; XII. zelar pela fiel execução dos dispositivos, regimentais e demais regulamentos e normas das FACULDADE. Página 72 de 87 73 37. CORPO DOCENTE DO CURSO A seguir é apresentada a tabela do Corpo Docente do Curso, com a titulação, regime de trabalho e disciplina/carga horária. Ana Carolina Pussi de Brito 066.871.609-66 M Arquitetura e Urbanismo UEM, 2011 Anderson Sopena Martins 036.801.459-26 M Engenharia Civil - UEM, 2004 Arquimedes Luciano 029.050.999-84 M Física - UEM, 2001 REGIME DE TRABALHO PROPOST O 2 2 1º História da Arquitetura e Urbanismo I 80 INTEGRAL 10 2 2 2º História da Arquitetura e Urbanismo II 80 INTEGRAL 10 5 2º Sistema Estrutural II (Concreto) 80 INTEGRAL 17 12 1º Modelos Tridimensionais 80 INTEGRAL 18 SÉRI E DISCIPLINA PUBLICAÇÕES M Mestrado em Metodologia de Projeto UEM e UEL, 2014 Mestrado em Metodologia de Projeto UEM e UEL, 2014 Mestrado em Engenharia Civil - UEM, 2005 Mestrado em Física - UEM, 2004 CARGA HORÁRIA DA DISCIPLINA 066.871.609-66 CPF Comprovaçã o da Experiência em anos Tempo Magistério Ensino Superior Tempo Experiência fora do ensino - exp. Profissional. TITULAÇÃO GRADUAÇÃO Ana Carolina Pussi de Brito Arquitetura e Urbanismo UEM, 2011 DOCENTE TITULAÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO TITULAÇÃO FINAL FACULDADE CESUMAR DE CURITIBA - CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Arquimedes Luciano Berna Valentina Bruit Valderrama Garcia Medina Berna Valentina Bruit Valderrama Garcia Medina 029.050.999-84 096.852.468-07 096.852.468-07 M D D Flavio Bortolozzi 157.594.409-00 D Glaucia Maguetas Goncalves Teixeira 005.016.679-46 M Heraldo Luis De França E Silva 302.342.288-57 E Judson Ricardo Ribeiro Da Silva 741.632.729-68 M Larissa De Angelis Guizelini 064.020.539-96 M Física - UEM, 2001 Arquitetura e Urbanismo PUC CAMPINAS, 1985 Arquitetura e Urbanismo PUC CAMPINAS, 1985 Mestrado em Física - UEM, 2004 12 Doutorado em Arquitetura e Urbanismo USP, 2002 12 Doutorado em Arquitetura e Urbanismo USP, 2002 12 Doutorado em Matemática Engenharia PUC-PR, 1976. de Sistemas e Engenharia Civil Informática - PUC-PR, 1981. UTC-França, 1991. Mestrado em Arquitetura e Engenharia Urbanismo Urbana UEM, 2008 UEM, 2011 Especialista em Docência Engenharia no Ensino Cartográfica Superior UNESP, 2009 CESUMAR 2011 Mestrado em Química - UEL, Engenharia 1995 Química UFPR, 2004 Mestre em História - UEM, Engenharia 2008 Urbana UEM, 2013 1º Desenho Arquitetônico 120 INTEGRAL 18 14 1º Conforto Ambiental I 80 INTEGRAL 9 14 2º Conforto Ambiental II 80 INTEGRAL 9 36 1º Cultura e Sociedade Brasileira 80 INTEGRAL 4 3 2º Introdução à Arquitetura e Urbanismo 80 INTEGRAL 14 2 3 2º Topografia 80 INTEGRAL 5 24 2º Materiais de Construção 80 INTEGRAL 1 1º Meios de representação e expressão I 120 INTEGRAL 14 3 Página 74 de 87 Larissa De Angelis Guizelini 064.020.539-96 M História - UEM, 2008 Luiz Henry Monken e Silva 150.283.489-87 D Engenharia Mecânica UFPR, 1970 M História - UEM 2003 e Arquitetura e Urbanismo UEM 2012 Paulo Renato C Alves Sandra Andrea Pierini 037.101.109-47 023.973.129-80 D Sônia Cristina Soares Dias Vermelho 485.535.499-68 D Sônia Cristina Soares Dias Vermelho 485.535.499-68 D Tiago Franklin Rodrigues Lucena 052.655.004-05 D Mestre em Engenharia Urbana UEM, 2013 Doutorado em Engenharia Mecânica UFSC, 1986 Mestrado em História UEM, 2010 Doutorado em Ecologia de Ciências Ambientes Biológicas Aquáticos UEM, 1997 Continentais, UEM, 2005 Doutorado em Processamento Educação: de Dados - CUP, História, 1993 - Design Política, de Interiores Sociedade FNNA, 2010 PUC/SP, 2003 Doutorado em Processamento Educação: de Dados - CUP, História, 1993 - Design Política, de Interiores Sociedade FNNA, 2010 PUC/SP, 2003 Doutorado em Arte e Mídia Artes - UNB, UFCG, 2007 2013 3 2º 42 5 Meios de representação e expressão II 120 Sistema Estrutural I 5 11 INTEGRAL 14 INTEGRAL 27 2º Projeto Arquitetônico I 120 INTEGRAL 4 1º Ecologia e Meio Ambiente 80 INTEGRAL 32 20 14 1º Estética e História da Arte I 80 INTEGRAL 62 20 14 2º Estética e História da Arte II 80 INTEGRAL 62 1º Geometria Descritiva 80 INTEGRAL 40 7 Página 75 de 87 Doutor 6 43% Mestre 7 50% Especialista 1 7% Total 14 100% Regime de Trabalho – Tempo Integral 14 100% Página 76 de 87 77 38. INFRAESTRUTURA 33.1 ESPAÇO FÍSICO GERAL As salas de aula, laboratórios, biblioteca, cantina e outras dependências serão de uso privativo dos corpos docente, discente e técnico-administrativo, permitido o acesso de pessoas estranhas quando da realização de eventos, encontros culturais, seminários ou em casos de expressa autorização da Direção Geral. A infraestrutura física estará à disposição dos alunos para atividades extraclasses, desde que pertinentes aos cursos ofertados e dentro dos horários devidamente reservados. Plano de expansão física A Faculdade planeja durante o período de vigência do PDI, a expansão da infraestrutura física das suas unidades, de forma a adequá-las às necessidades dos cursos em implantação de acordo com sua política de crescimento, suas metas e objetivos expostos no PDI. Condições de salubridade das instalações acadêmicas - espaço, iluminação, ventilação e acústica. As salas de aula foram projetadas segundo as exigências específicas do ensino superior, particularmente para as aulas noturnas. São amplas e com iluminação natural e artificial adequadas, atendendo às necessidades de todos os cursos oferecidos pela instituição. No que diz respeito à dimensão o espaço físico é adequado para o número de usuários e para todos os tipos de atividade desenvolvidos na Instituição. O sistema de ventilação é adequado às necessidades climáticas locais, utilizandose de ventiladores, sempre que necessário. A Instituição prima pelo asseio e limpeza mantendo as áreas livres varridas e sem lixo, pisos lavados, sem sujeira, poeira e lixo, móveis sem poeira. Os depósitos de lixo são colocados em lugares estratégicos, como próximos às salas de aula, na cantina, na biblioteca, nas salas de estudo etc. As instalações sanitárias gozam de perfeitas condições de limpeza com pisos, paredes e aparelhos lavados e desinfetados. Para isso a instituição manterá pessoal adequado e material de limpeza disponível. Dispõe ainda de instalações apropriadas para o processo de ensino-aprendizagem disponibilizando recursos audiovisuais e multimídias, retirada de pincéis e apagadores, entrega e retirada de provas para reprodução e outros serviços. Instalações para direção e coordenações de cursos de graduação, NAP, NDE e professores Os gabinetes para direção e coordenações de cursos de graduação, NAP, NDE e professores possuem a infraestrutura necessária no que tange a equipamentos e pessoal. Instalações sanitárias (adequação e limpeza) As instalações sanitárias atendem confortavelmente a demanda. Estão adaptadas para atender os portadores de necessidades especiais. Condições de acesso para portadores de necessidades especiais Atenta ao disposto na Portaria nº 3.284, de 7 de novembro de 2003, “sobre os requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências físicas”, a Faculdade mantém as dependências físicas adequadas com eliminação de barreiras arquitetônicas que possam inibir a circulação de pessoas portadoras de deficiências físicas e foram observados os seguintes itens: assegurado o acesso aos espaços de uso coletivo, para que o deficiente possa interagir com a comunidade acadêmica; instalado lavabos, bebedouros e banheiros adaptados ao uso de portadores de deficiência física; colocação de corrimãos e rampas que facilitam a circulação de cadeiras de rodas; instalação de telefones públicos para uso de deficientes; adaptado portas e banheiros para permitir o acesso de cadeiras de rodas; Vagas para estacionamento. Página 78 de 87 Além da infraestrutura necessária, a Faculdade, proporcionará relacionamento saudável, do portador de necessidade especial com toda a comunidade acadêmica visando a sua adaptação. Acesso a equipamentos de informática pelos docentes e discentes Os Professores e alunos utilizarão os laboratórios da Faculdade, com agendamento para as aulas e em horários livres para consecução de seus trabalhos. Os professores terão ainda computadores disponíveis nas salas dos professores e na sala da coordenação. A Faculdade terá um conjunto de normas de acesso, afeiçoando-as ao perfil profissional previsto para os cursos implantados e em implantação que serão utilizadas. Quanto à aquisição de computadores, periféricos e instrumentos multimeios, a preocupação é com a satisfação dos seguintes itens: máquinas e equipamentos suficientes para uso do corpo docente, dos alunos e dos funcionários técnicos e administrativos; boa relação entre número de usuários e número de máquinas; contratação de pessoal qualificado, sempre disponível em cada laboratório ou oficina de trabalho; operadores qualificados a serviço dos usuários. Recursos audiovisuais e multimídia A Faculdade tem, em sua infraestrutura de apoio pedagógico, a grande alavanca para a realização de aulas, reuniões e eventos na Instituição. A aquisição de aparelhos audiovisuais, principalmente os mais usados em sala de aula, como TV, vídeo e retroprojetor, facilitam o fazer pedagógico. A implantação de um programa de manutenção preventiva, bem como os investimentos na preparação de recursos humanos, para um rápido atendimento aos professores em sala de aula, além de propiciar o oferecimento de orientações sobre o correto uso dos aparelhos eletrônicos, contribuirá para a maximização dos recursos disponíveis. Página 79 de 87 Existência da rede de comunicação (Internet) Os equipamentos disponibilizados para os professores e alunos, nos diversos espaços existentes na Faculdade estarão conectados às redes de comunicação científica, permitindo aos seus usuários a comunicação via internet. Plano de expansão e de atualização de equipamentos Os equipamentos existentes na Faculdade farão parte de um plano de expansão e atualização sempre que houver necessidade, evitando assim que os laboratórios se tornem obsoletos. Faz parte do plano de expansão e atualização: administrar a utilização dos equipamentos de uso comunitário e reorganizar os itens de consumo e produtos periodicamente; analisar mudanças e melhorias realizadas nos softwares adquiridos e efetuar divulgação através de documentos, palestras e cursos; apoiar os usuários na utilização dos equipamentos e das ferramentas existentes na Faculdade; elaborar projeto de instalação de máquinas e equipamentos de processamento de dados e das redes de comunicação de dados; especificar e acompanhar o processo de compra de equipamentos de informática, de softwares e demais equipamentos necessários aos laboratórios específicos; instalar, acompanhar e controlar a performance dos equipamentos e das redes de comunicação de dados; planejar e implantar rotinas que melhorem a operação e segurança no uso dos equipamentos; planejar e ministrar cursos internos sobre utilização de recursos computacionais e dos demais equipamentos. Página 80 de 87 BIBLIOTECA A Biblioteca da Faculdade, órgão da Administração Geral, é a responsável por todo o acervo, e tem como objetivo prover de informações o ensino, a pesquisa e a extensão, pautando sua atuação nos seguintes princípios: democratização do acesso à informação e ao acervo sob sua responsabilidade; respeito ao princípio do controle bibliográfico universal; atendimento à comunidade da Faculdade e à comunidade em geral; A Biblioteca tem como atribuições: adquirir, receber, organizar, guardar e promover a utilização do acervo para o ensino, a pesquisa, a extensão, a administração e a cultura; promover a difusão do acervo, visando otimizar o seu uso; oferecer serviços bibliográficos e de informação que contribuam para o desenvolvimento do ensino, da pesquisa, da extensão e das atividades científicas e culturais; manter intercâmbio com bibliotecas, centros de documentação e outros órgãos similares; guardar, preservar e divulgar a produção técnica, científica e cultural da Faculdade; executar outras atividades pertinentes ou que venham a ser delegadas pela autoridade competente. Atuando como centro de documentação e informação da Faculdade, a Biblioteca estará a serviço do corpo docente, discente, do pessoal técnico-administrativo e da comunidade local. Para a comunidade interna o acesso será livre, mediante a comprovação da vinculação a Faculdade. Política institucional para a biblioteca no que se refere ao acervo, ao espaço físico e aos métodos de acesso à informação. É desnecessário dizer que qualquer instituição universitária só pode existir apoiada por uma infraestrutura que lhe dê suporte. Além dos mecanismos administrativos, alguns recursos acadêmicos se impõem. O primeiro deles é a existência de biblioteca bem munida, atualizada, informatizada e ágil. Página 81 de 87 A Faculdade estabelecerá sua política para a atualização e expansão do acervo. Considera fundamental que as solicitações de livros, periódicos, etc, sejam atendidas de forma a permitir que o alunado possa utilizar-se do material bibliográfico necessário tanto para o ensino, quanto para a pesquisa e a extensão. A existência de salas de consulta, com um ambiente tranquilo e adequado ao estudo é também essencial. Política de atualização do acervo O acervo da Biblioteca da Faculdade compreende a bibliografia básica e de referência dos cursos aprovados, periódicos, obras de referência como dicionários, manuais e enciclopédias, além de CD-ROM, jornais e revistas, filmes, vídeos, softwares aplicativos na área educacional, científica e tecnológica, diapositivos, transparências, mapas e demais recursos da tecnologia educacional. Semestralmente, será elaborada uma programação de aquisições prevendo-se a ampliação para os cursos existente e para os futuros a serem implantados. Na escolha das obras a adquirir, considerar-se-á a atualidade dos temas, sua importância para o acervo e a idoneidade intelectual do autor, bem como as recomendações e sugestões dos professores e alunos. Para que se consiga consistência, atualidade, uniformidade, equilíbrio e otimização dos recursos disponíveis, faz-se necessário à adoção de uma política de desenvolvimento de coleções, contendo: critérios para seleção; níveis de abrangência; tipos de materiais (CDs, fitas de vídeos etc.); normas para duplicação, reposição, substituição, descarte; fontes para seleção; normas para intercâmbio e aceitação de doações; prioridades para aquisição; planejamento para aplicação de recursos. A política de atualização do acervo da Biblioteca, da Faculdade está prevista na demanda da comunidade acadêmica e na disponibilidade financeira da Mantenedora. Deverá acompanhar a sequência da implantação dos cursos e compreenderá a implementação das decisões tomadas na seleção, podendo ser realizada através de compra e doação. Página 82 de 87 Pessoal especializado A Biblioteca, da Faculdade tem em seu quadro profissional legalmente habilitado (bibliotecário), que responde pela sua administração e pessoal de apoio técnico em número suficiente para prestar atendimento à comunidade acadêmica e comunidade externa. Política e facilidade de acesso ao material bibliográfico Horários de acesso; Forma de acesso e empréstimo; Facilidades de reservas; Qualidade da catalogação e disposição do acervo. Reprografia e infraestrutura para recuperação de informações; Formas de acesso a base de dados: internet e outras; Espaço físico para leitura e trabalho em grupo; Área física disponível; Planos de expansão. Horário de Funcionamento da Biblioteca A Biblioteca da Faculdade funciona de segunda a sexta-feira, das 14:00 às 22:00 horas e aos sábados, das 8:00 às 12:00 horas, de maneira a permitir melhor aproveitamento e disponibilidade dos alunos. Infraestrutura física e material Como órgão suplementar, a Biblioteca está vinculada à Diretoria Geral da Faculdade, mantendo relacionamento sistêmico com os demais setores e constituindo-se em ferramental de apoio às atividades fins de ensino, pesquisa e extensão da Instituição. Assim, oferece à comunidade acadêmica, o suporte informacional necessário ao desenvolvimento dos cursos. Página 83 de 87 LABORATÓRIOS Laboratório de Informática: O Laboratório de Informática para utilização do Curso será o Laboratório Móvel: Conjunto composto por armários móveis, cada um com capacidade para 48 (quarenta e oito) notebooks. Foram adquiridos 100 notebooks da marca Positivo Master N190i, com processador Intel l5, velocidade de 2,3 Ghz, 8 Gb de memória RAM, HD de 500 Gb e tela de LED de 14”. Enquanto estão nos armários, as baterias são recarregadas para que sejam utilizados assim que o professor fizer a solicitação. Os Laboratórios Móveis de Informática são de propriedade da Faculdade, para uso exclusivo da comunidade acadêmica. Deverão ser utilizados para pesquisa e desenvolvimento de projetos acadêmicos, também para desenvolvimento de trabalhos de conclusão de curso, estágios e outras atividades de pesquisa e extensão. Laboratório de Maquetaria: A representação tridimensional de um projeto Arquitetônico é fundamental para a compreensão dos espaços projetados. Uma das formas mais didáticas para a construção desse domínio tridimensional pelos alunos é a construção de modelos físicos. As diversas formas de execução desses modelos colocam o aluno em contato direto com materiais, formas, texturas e questões de execução desses ambientes projetados. Além disso esse processo de representação possibilita ao aluno adquirir noções de escala e proporção. O Curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo busca utilizar a maquete como prática constante de desenvolvimento dos projetos, entendendo-a não apenas como um meio de representação, no final de um processo, mas buscando utilizá-la como um elemento de concepção arquitetônica e de construção do conhecimento pelo aluno. Além das disciplinas de projeto, os modelos tridimensionais físicos também são utilizados em disciplinas que abordam questões de desenho projetivo, de composição, de sistemas estruturais e também de teoria da Arquitetura. Além disso, através de cursos extracurriculares que serão ofertados regularmente, também serão abordados aspectos relativos ao desenvolvimento da percepção tridimensional, através da elaboração de maquetes topográficas, estruturais e construtivas, buscando fazer uma ligação (vertical e horizontal) com outras disciplinas. Laboratório de Conforto Ambiental: Sendo o Arquiteto um dos maiores responsáveis pela qualidade ambiental final do espaço arquitetônico, é necessárias a sua formação e atuação para que a situação atual das nossas cidades comece a se modificar. Página 84 de 87 Os parâmetros relativos ao conforto ambiental são decisivos nos sentido de estabelecer o bom desempenho do projeto de Design de Interiores; entretanto, via de regra, sua importância só é constatada no dia a dia da edificação, no seu uso e com as alternâncias sazonais. De fato, as variáveis ambientais e sua ação periódica sobre o ambiente construído não são usualmente consideradas na devida forma pelo Arquiteto, apesar da extrema importância. Frequentemente, isso se deve ao fato do processo físico, associado a estas variáveis, serem de difícil descrição, exigindo a capacitação do arquiteto em métodos modernos de analise e a familiarização com equipamentos que o possibilite parametrizar corretamente seu projeto. Além disso, os conhecimentos relativos à área de Comportamento Ambiental das Edificações tiveram um desenvolvimento científico mais sistemático relativamente recente, o que explica não aparecerem da maneira mais adequada nos currículos dos Cursos. Por isso, o Laboratório de Conforto visa instrumentar o estudante com os conhecimentos básicos relativos às diversas áreas do conforto no ambiente construído, através de estudos práticos e pesquisas, envolvendo os diversos aspectos do conforto ambiental. Laboratório de Desenho: Laboratório de desenho é composto por pranchetas, com base tubular, tampo em madeira revestida em fórmica branca. Para dar maior conforto ao aluno, a IES dispõe no laboratório de desenho mesas individuais com régua paralela flexível. Neste espaço também é praticada aula de maquete e plástica. Ninguém caminha sem aprender a caminhar, sem aprender a fazer o caminho caminhando, refazendo e retocando o sonho pelo qual se pôs a caminhar. Paulo Freire Página 85 de 87 REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação. SEED. Referenciais de qualidade para a Educação Superior a Distância. 2007. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/dec_5622.pdf>. Acesso em: 25 mar. 2012. CATÁLOGO Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, 2010. DEMO, P. A Nova LDB - Ranços e avanços. 6 ed. Campinas: Papirus, 1998. ______. O Desafio da Aprendizagem dos Discentes no Brasil: uma análise preliminar dos resultados do SAEB/95. 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