Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciência e Tecnologia - PPGECT A aplicação de sementes nativas da região amazônica como ferramenta no ensino de geometria molecular Renato André Zan Édipo Correa Pompeu Franciele Militino Bissoli Irizádina Maria da Silva Gilsan José Pereira Filomena Maria Minetto Brondani Rosani Aparecida Alves Souza Resumo O presente trabalho tem por finalidade principal apresentar uma nova proposta de ensino de geometria molecular, que é ministrado tanto no ensino médio como no ensino superior. São discutidos os aspectos relativos de como demonstrar a visão 3D que o conteúdo deseja transmitir, da forma de execução, ao papel do trabalho experimental em laboratório e a vários outros objetivos adicionais a que este conteúdo poderá almejar. Então o uso do modelo molecular como forma de retirar esse conteúdo do abstrato e do inimaginável para algo real e visível, dando assim uma percepção do arranjo espacial que o conteúdo necessita. Tendo em vista a região onde nos encontramos e da biodiversidade aqui encontra, esse trabalho teve como objetivos usar a biodiversidade como ferramenta para o ensino de química, através do desenvolvimento de modelos atômicos com sementes nativas da região, muito utilizadas por artesãos da região na confecção de biojóias. Palavras-chave: biodiversidade, geometria molecular, sementes nativas. II Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia 07 a 09 de outubro de 2010 Artigo número: 211 ISSN: 2178-6135 Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciência e Tecnologia - PPGECT Abstract The application of seeds of native amazon region as a tool in teaching of molecular geometry. This paper aims to present a new proposal for primary education in molecular geometry, which is taught both in school and in higher education. We discuss aspects of how to demonstrate the 3D view that the content you want to convey in the manner of execution, the role of experimental work in laboratory and several other additional goals to which this content can aspire. Then using the molecular model as a way to remove such content from the abstract and unimaginable for something real and visible, thus giving a sense of spatial arrangement that content needs. Considering the region where we are and biodiversity found here, this work aimed to use biodiversity as a tool for teaching chemistry through the development of atomic models with native seeds in the region, heavily used by local artisans in the making of biojóias. Keywords: biodiversity, molecular geometry, native seeds. II Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia 07 a 09 de outubro de 2010 Artigo número: 211 ISSN: 2178-6135 Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciência e Tecnologia - PPGECT Introdução A disciplina de Química é rotulada como difícil e complicada, tornando assim um desafio aos professores do ensino Médio buscar formas alternativas de ensino, capaz de retirar esse rótulo e desenvolver uma aprendizagem significativa e cognitiva, em que os alunos consigam relacionar a Química com seu dia a dia, despertando curiosidades e simpatia pela disciplina, desmitificando a mesma. Dentro do âmbito do encantamento da educação, Bernardelli (2004) cita Freire (1996), o qual comenta: “na educação, ensinar exige alegria e esperança”. Portanto, temos que criar ambientes que favoreçam o aprendizado, tornando o ensino interessante e de fácil assimilação. Um ensino em que se possa contextualizar o conteúdo ensinado em sala de aula com aprendizagem significativa presente no cotidiano dos alunos. O movimento escola nova, segundo Haidt (2006) recomendava o uso de métodos ativos (que apelavam para a atividade do educando), e sugeria que o professor utilizasse todos os recursos a seu alcance para tornar o ensino mais ligado a realidade e ativar os processos mentais da pessoa que aprende estimulando seu pensamento. Segundo Folgueiras e Dominguez (1994) “o estudo de Química , quando bem conduzido, permite desenvolver a capacidade de indução, de dedução e do uso de modelos.” Os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio - PCNEM - (BRASIL, 1999) e Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio (PCN) + Ensino Médio (BRASIL, 2002) sugerem que as escolhas do que deve ser ensinado aos alunos devem passar pela seleção de conteúdos e temas relevantes que favoreçam a compreensão do mundo natural, social, político e econômico. Mais recentemente, as Orientações Curriculares para o Ensino Médio (BRASIL, 2006) enfatizam que a contextualização de temas socialmente relevante não deve ser pretensa ou meros elementos de motivação para se ensinar os conhecimentos químicos. Segundo os PCNS (1999), são importantes para a construção do conhecimento científico, que sejam utilizados conceitos associados à energia, matéria, transformação, espaço e tempo; combinando leitura, registros, experimentação, organização e discussão dos fatos. Devem preparar os alunos para observar, discutir e transformar; só assim, serão capazes de resolver problemas relacionados à educação e a sociedade em geral. Portanto, é grande a necessidade de investimento por parte dos professores em técnicas que abrangem métodos alternativos de ensino, fazendo com que a educação ganhe “cara” (grifos dos autores) de educação de qualidade. Diante desta necessidade, este trabalho tem a finalidade de apontar um método alternativo para o ensino de geometria molecular, uma vez ser esse um tema de difícil aprendizagem e de grande importância para o entendimento de diversos conceitos da disciplina II Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia 07 a 09 de outubro de 2010 Artigo número: 211 ISSN: 2178-6135 Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciência e Tecnologia - PPGECT de Química no ensino médio e de varias disciplinas do ensino superior. Muitas alternativas já foram propostas para o ensino de geometria molecular, vários trabalhos podem ser citados aqui, que foram desenvolvidos com belos resultados, entre eles os modelos desenvolvidos com massa de biscuit por Mota (2007), modelos com contas de bijuterias por Lima (1999) e o bolinhas de isopor por Ues (2008), entre outras alternativas já propostas pra o ensino de geometria molecular. Dentro das possibilidades citadas ara o ensino de geometria molecular, o grupo também optou por buscar algo novo, para o ensino desse conteúdo, algo do cotidiano dos alunos e bem regional, bem característico da região amazônica, já que muito tem saído da região, como novas essências e plantas medicinais, foi onde nos deparamos com o artesanato local no desenvolvimento de biojóias com sementes nativas da região, algo que tem gerado renda para muitos e também tem levado para fora do estado e do país o artesanato local e regional. Foi então nos apresentado por artesões da região varias sementes com as mais variadas formas e cores, muitas delas tratadas, polidas e coloridas com técnicas próprias deles e desenvolvidas artesanalmente. Geometria molecular Geometria molecular é o estudo de como os átomos estão distribuídos espacialmente em uma molécula. Dependendo de como os átomos compõem, esta pode assumir várias formas geométricas. As principais são: angular, trigonal plana, piramidal e tetraédrica. As aprendizagens sobre geometria molecular são importantes visto que os estudantes de Química apresentam dificuldades em relacionar a fórmula molecular, as características da molécula e estrutura geométrica (JOHNSTONE, 1991; GABEL e BUNCE, 1994). A geometria molecular se dá pela previsão da forma aproximada de uma molécula com base no número de pares de elétrons na camada de Valência do átomo central, no caso de moléculas que contenha somente ligações simples. Esta previsão tem que levar em conta a repulsão dos pares de elétrons, isto é, a orientação dos orbitais dever ser tal que a distância entre elas seja o maior possível. Isto se explica pela Teoria de Repulsão dos Pares Eletrônicos de Valência e se baseia no fato de que os grupos de elétrons se repelem uns com os outros e a forma adotada pela molécula será aquela em que a repulsão dos grupos seja a menor possível. II Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia 07 a 09 de outubro de 2010 Artigo número: 211 ISSN: 2178-6135 Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciência e Tecnologia - PPGECT Tabela 1: Demonstração dos tipos referentes à geometría molecular. fonte:Química na abordagem do cotidiano (geometria Molecular) Materiais e métodos: Esse trabalho foi desenvolvido através de pesquisas bibliográficas na internet e livros de referências, baseadas na metodologia da problematização, onde Problematizar um tema é relacionar com outros temas que geraram etapas que irá requerer dinâmica ao elaborar, partindo da observação da realidade, teorizando de forma a trazer para o cotidiano, levando a prática, elaborando um possível diagnóstico que em sua aplicação, a prática poderá gerar uma mudança. A Metodologia da Problematização é uma ferramenta onde o professor tem possibilidade de trabalhar a interdisciplinaridade, ela é muito utilizada em diversas áreas, principalmente na área da saúde. Ela parte do principio em que o conhecimento deve ser construído, e que o educador deve aproveitar ao máximo o potencial dos educandos. Esta traz como ponto de II Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia 07 a 09 de outubro de 2010 Artigo número: 211 ISSN: 2178-6135 Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciência e Tecnologia - PPGECT referência o amadurecimento e a valorização do indivíduo como pessoa, pois seu conhecimento é aproveitado com objetivo de ampliação, transformando o empírico em conhecimento científico e quebrando os mitos. Segundo Berbel (1999) a Metodologia da Problematização é apenas um caminho onde o professor criará as possibilidades de resposta e as hipóteses de solução para os objetivos que ele busca. É apenas uma forma do professor planejar através das etapas do Arco de Maguerez, observando a realidade para encontrar os problemas, delimitar estudo ao escolher o tema, traçar os pontos chave para saber até onde ele pode ir, trabalhando e enfrentando os desafios com os pés no chão. Com a aplicação desta metodologia foi onde descobrimos a grande deficiência em termos de métodos alternativos para o ensino de Química e o quanto esses métodos são importantes para desenvolver uma aprendizagem significativa. Tendo o intuito de valorização da biodiversidade da região amazônica procuramos utilizar sementes nativas da região na representação dos átomos na geometria molecular. As sementes foram adquiridas por meio de um artesão, que nos forneceu as mesmas e nos ensinou todo o processo de beneficiamento, pintura e polimento que é descrito a seguir. Coleta das sementes: A coleta é realizada pelos extrativistas, que colhem o fruto ainda na arvore, que posteriormente despolpam o fruto para comercialização. Já as sementes são comercializadas como matéria prima para confecção de artesanatos. Beneficiamento das sementes: o processo de beneficiamento das sementes é feito em etapas: • Processamento: Tendo as sementes adquiridas logo é possível realizar o processamento. Utilizando-se o processador de sementes realiza-se seis etapas, aonde foram usadas as respectivas lixas respeitando suas numerações: 50 , 80, 120, 150, 220, 360. Em cada etapa deixou-se por 15 minutos em estado de processamento conforme Figura 2. II Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia 07 a 09 de outubro de 2010 Artigo número: 211 ISSN: 2178-6135 Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciência e Tecnologia - PPGECT Figura 2: lixa de processamento (Fonte: Os autores, 2010) • Imunização: Com o intuito de garantir a durabilidade da semente, realizou-se o procedimento químico de imunização. Utilizando-se fosfina. A fosfina (PH 3 ) é um gás incolor, inflamável, que evapora a temperatura ambiente e cheira a peixe podre. Pequenas quantidades surgem naturalmente provenientes da degradação de matéria orgânica. É levemente solúvel em água. Na prevenção do caruncho. Acondicionou-se o equivalente a 4 litros de sementes dentro de um frasco pet com 1 cápsula de fosfina, feche bem o frasco e deixe por 95 horas, conforme Figura 3. Posteriormente lavaram-se as sementes. Figura 3: frascos pet onde é feito a imunização (Fonte: Os autores, 2010) II Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia 07 a 09 de outubro de 2010 Artigo número: 211 ISSN: 2178-6135 Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciência e Tecnologia - PPGECT • Tingimento: Realizou-se mergulhando as sementes em um recipiente contento tinta anilina dissolvida em água. Deixou-se as sementes por cerca de duas horas. Adquirindo assim a coloração desejada. Polimento: Introduziu-se as sementes no processador artesanal com o disco de madeira (sem lixa) untado com cera de jacaré, Figura 02. Deixou-se em estado de processamento por 15 (quinze) minutos. . Para montar as geometrias foram utilizadas as sementes e palitos de bambu. As sementes foram separadas em cores e tamanho, conforme figura 4. Figura 4: sementes variadas espécies com formas, tamanhos e cores diferentes (Fonte: Os autores, 2010) Determinou que cada semente com cor diferenciada representaria um átomo em especifico. Os ângulos de ligação de cada átomo foram determinados seguindo orientação das geometrias que se desejavam representar, conforme tabela 2. II Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia 07 a 09 de outubro de 2010 Artigo número: 211 ISSN: 2178-6135 Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciência e Tecnologia - PPGECT Tabela 2: Relação entre átomos e sementes e suas cores. Elementos Sementes Cor Hidrogênio (H) Buriti Preto Carbono (C) Tucumã Preto Silício (Si) jarina Branca Nitrogênio (N) Jarina Azul Oxigênio (O) Patauá Marrom Fósforo (P) Jarina Rosa Boro (B) Buriti Violeta Enxofre (S) Paxiuba Castanho Metais Açaí Variadas Flúor (F) Açaí Laranja Cloro (Cl) Açaí Verde escuro Bromo (Br) Açaí Amarelo Iodo (I) Tento vermelho Vermelho (Fonte: Os autores, 2010) As sementes foram furadas com o auxilio de furadeiras e brocas de diâmetros diferentes, levando-se em conta o tamanho e rigidez das sementes, conforme Figura 5 e 6. II Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia 07 a 09 de outubro de 2010 Artigo número: 211 ISSN: 2178-6135 Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciência e Tecnologia - PPGECT Figura 5: furadeira para sementes maiores e mais rígidas (Fonte: Os autores, 2010) Figura 6: Artesão com furando as sementes de menor tamanho (Fonte: Os autores, 2010) Após a confecção das peças representando os diversos átomos listados na tabela 2, foram montadas as mais diversas formas geometrias possíveis listados na Tabela 1 com diferentes átomos, onde essas formas são demonstradas na Figura 7. II Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia 07 a 09 de outubro de 2010 Artigo número: 211 ISSN: 2178-6135 Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciência e Tecnologia - PPGECT Figura 7: Geometrias moleculares formadas com diversas espécies de sementes e com cores variadas. (Fonte: Os autores, 2010) Resultados e discussão: Geometria molecular é o estudo de como os átomos estão distribuídos espacialmente em uma molécula. Dependendo de como os átomos compõem, esta pode assumir várias formas geométricas. As principais são: linear, angular, trigonal plana, piramidal, octaédrica e tetraédrica. As aprendizagens sobre geometria molecular são importantes visto que os estudantes de Química apresentam dificuldades em relacionar a fórmula molecular, as características da molécula e estrutura geométrica (JOHNSTONE, 1991; GABEL e BUNCE, 1994). A geometria molecular se dá pela previsão da forma aproximada de uma molécula com base no número de pares de elétrons na camada de Valência do átomo central, no caso de moléculas que contenha somente ligações simples. Esta previsão tem que levar em conta a repulsão dos pares de elétrons, isto é, a orientação dos orbitais dever ser tal que a distância entre elas seja o maior possível. Tendo em vista a necessidade de se ter ferramentas para que o ensino de geometria molecular seja mais contextualizado e aplicado, fugindo do abstrato esse trabalho vem de encontro com o que o professor pode estar usando na região amazônica, pois a utilização de materiais abundantes da região e comuns no dia-a-dia do aluno e de fácil obtenção são artifícios para o professor inovar na transmissão de um conhecimento tão teórico e abstrato, como esse. Levando se em conta que muitas vezes não precisaremos estar beneficiando as sementes para estarmos montando nossas II Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia 07 a 09 de outubro de 2010 Artigo número: 211 ISSN: 2178-6135 Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciência e Tecnologia - PPGECT estruturas, pois as mesmas já são vendidas em larga escala e quantidade, para lojas especializadas em materiais para confecção de bijuterias, fica mais facilitada sua aquisição, não precisando o educador se preocupar com o tratamento e beneficiamento, se preocupando somente com a confecção das geometrias que necessita para a transmissão do conteúdo e facilitação do mesmo para os alunos. Considerações finais: Com esse trabalho pode-se observar que apesar das dificuldades encontradas no ensino de química, é possível aos professores obterem materiais que possibilitem um melhora significativa no ensino-aprendizagem, a fim proporcionar aos alunos um entendimento de conceitos químicos por hora tidos como complicados e de difícil entendimento. Também pode-se destacar o facilidade e de obtenção do material e de sua versatilidade, tendo consigo o gancho da biodiversidade muito falado nos nossos dias. Referências BERBEL, Neusi Aparecida (Org.). Metodologia da Problematização. São Paulo: UEL, 1999. BERBEL, Neusi Aparecida (Org.). Avaliação ensino aprendizagem. São Paulo: UEL, 1999. BERNARDELLI, M.S. Encantar para ensinar- um procedimento alternativo para o ensino de Química. In. Convenção Brasil Latino América, congresso Brasileiro e encontro paranaense de psicoterapia corporais, 1.,4.,9.,Foz do Iguaçu. BRASIL (País) Secretaria de Educação Média e Tecnológica - Ministério da Educação e Cultura. Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio. Brasília: MEC/SEMTEC, 1999. BRASIL (País) Secretaria de Educação Média e Tecnológica - Ministério da Educação e Cultura. PCN + Ensino Médio: Orientações educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002. GONÇALVES, Carolina Lambrecht; BORGES, Elton de Lima; MOTA, Fernanda Voigt; SCHUBERT, Ryan Noremberg Construção de Modelos Moleculares Versáteis Para O Ensino de QuÍmica II Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia 07 a 09 de outubro de 2010 Artigo número: 211 ISSN: 2178-6135 Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciência e Tecnologia - PPGECT Utilizando Material Alternativo e de Baixo Custo. XVI CIC XVI Congresso de Iniciação Cientifica 2007, UFPel -Pelotas. HAIDT, Regina Célia Cazaux. Curso de Didática Geral. São Paulo: Ática, 2006. Lima, M. B. and Lima-Neto, P. De Construção de modelos para ilustração de estruturas moleculares em aulas de química. Quím. Nova, Dez 1999, vol.22, no.6, p.903-906. Renato André Zan. Professor da FAEMA, Faculdade de Educação e Meio Ambiente – Ariquemes – RO. [email protected] Édipo Correa Pompeu. Aluno do curso de Química Licenciatura da FAEMA, Faculdade de Educação e Meio Ambiente Franciele Militino Bissoli. Aluna do curso de Química Licenciatura da FAEMA, Faculdade de Educação e Meio Ambiente Irizádina Maria da Silva. Aluna do curso de Química Licenciatura da FAEMA, Faculdade de Educação e Meio Ambiente Gilsan José Pereira. Aluno do curso de Química Licenciatura da FAEMA, Faculdade de Educação e Meio Ambiente Filomena Maria Minetto Brondani. Professora da FAEMA, Faculdade de Educação e Meio Ambiente Rosani Aparecida Alves Souza. Professora da FAEMA, Faculdade de Educação e Meio Ambiente II Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia 07 a 09 de outubro de 2010 Artigo número: 211 ISSN: 2178-6135