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PRÁTICAS ESCOLARES NORTEADAS POR PROJETOS DE TRABALHO
QUE FOMENTAM A FORMAÇÃO DOCENTE
Fausiene Pereira Resende Victor-UFU
[email protected]
Vivian Moreira Batista-UFU
[email protected]
“Meu sonho de sociedade ultrapassa os limites do sonhar que aí está.” Paulo Freire
INTRODUÇÃO
O interesse pela realização deste trabalho nasce de reflexões surgidas na
busca de articulações entre os saberes teóricos aprendidos no curso de graduação de
Pedagogia da Universidade Federal de Uberlândia (MG.) e práticas educativas
conhecidas em momentos de visitas às escolas.
A fundamentação teórica adquirida no curso de Pedagogia nos estimula na
busca de exemplos práticos que corroborem com os conhecimentos que estamos nos
apropriando. Nosso desejo é realizar essas articulações em discussões sobre práticas
educativas humanizadoras. Nessa busca encontramos o projeto de trabalho ora discutido
na intenção de, neste momento, socializar os frutos da experiência observada, pensando
sobre novas perspectivas pedagógicas capazes de encaminhamentos de propostas
educativas humanizadoras para a educação infantil e o ensino fundamental.
Neste sentido, Fiori (2008, p. 8) remete a uma leitura destas articulações
entre o saber e a prática através do humanismo pedagógico vivenciado por Paulo Freire:
Experiência e saber que se dialetam, densificando-se, alongando-se e dando,
com nitidez cada vez maior, o contorno e o relevo de sua profunda intuição
central: a do educador de vocação humanista que, ao inventar suas técnicas
pedagógicas, redescobre através delas o processo histórico em que e por que
se constitui a consciência humana.
Com base nessas idéias iniciais, destacamos a organização deste texto. Num
primeiro momento, fazemos uma discussão sobre a busca de articulações entre Projetos
de Trabalho e Saberes Pedagógicos.
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Na seqüência, tecemos breves reflexões sobre atividades educativas
humanizadoras: importância para a busca da integralização do ser; em seguida as
considerações finais e as referências bibliográficas.
BUSCA DE ARTICULAÇÕES: Projetos de Trabalho e Saberes Pedagógicos
Nesta exposição, nossa intenção é a socialização dos resultados do projeto
“Planeta Terra: O Mundo Que Quero Para Mim”, capaz de nos motivar reflexões e
busca de articulações entre os saberes teóricos aprendidos no Curso de Graduação e as
experiências observadas no projeto em questão. Baseamo-nos em observações dos
resultados do referido projeto, documentadas mediante fotografias, na intenção de fazer
uma leitura, dentre outras possíveis, de como os saberes adquiridos no Curso de
Graduação de Pedagogia podem fundamentar atividades educativas humanizadoras.
Nosso percurso de reflexões baseia-se em dados obtidos em observações e
coleta de informações e materiais das práticas pedagógicas oriundas do projeto
mencionado, com o propósito será de socializar o observado e as reflexões decorrentes
dessas nossas observações.
Para nós, tratou-se, segundo Denzin e Lincoln (2006), de uma investigação
na qual houve co-produção de conhecimentos entre os participantes do projeto e
pesquisadores. As construções feitas no processo de investigação levam à ação social
como as reflexões sobre as ações conduzem a novas construções, a novos significados.
Ela trata a diversidade de capacidades e de experiências dentro do grupo como uma
oportunidade para o enriquecimento do processo de pesquisa.
Na seqüência, é relevante apresentação sobre dados do Projeto objeto desta
reflexão. Dentro do plano de ação do projeto foram utilizadas as seguintes práticas
didático-metodológicas: dinâmicas; debates para melhor entendimento do tema do
projeto; entrevistas desenvolvendo o tema; aulas expositivas; pesquisas; leitura e análise
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de mapas; leitura de textos do gênero descritivo, expositivo-informativo e notícia,
atividades em grupo permitindo aos alunos se auxiliarem mutuamente e atividade extrasala para enriquecer o conhecimento enfocando o projeto. Os recursos utilizados foram:
a Natureza, textos, fitas de vídeo, retro-projetor, pesquisa, cartazes, livros informativos
e de literatura, letras de músicas, mapas, maquete e painéis.
Dentro da proposta pedagógica da escola a natureza é o maior recurso, por
isso a idéia de trabalhar com um projeto que valorize a natureza,
sensibilizando e educando o aluno para que possa dar importância ao meio e
ao ambiente que vive, procurando respeitá-lo e preservá-lo. (Plano de ensino
1
das professoras)
Após realizarem debates para melhor entendimento do tema, conduziram as
crianças ao lixão da cidade para constatarem o desperdício e toda a problemática em si,
sobre o lixo acumulado. Em seguida, visitaram o “Lar Escola Corina Novelino”. Na
visita, puderam sentir o contraste dos ambientes, e assim, elaborar mais reflexões em
torno do tema. As crianças produziram entrevistas, pesquisas, leituras e análises de
mapas para melhor compreensão de espaço, participaram de aulas expositivas com
leituras de textos do gênero descritivo, expositivo-informativo e notícia.
As atividades em grupo permitiram aos alunos auxílio mútuo enfatizando a
importância das relações. Os alunos aprenderam a reaproveitar materiais para confecção
de brinquedos, jogos e peças de decoração, fizeram produções literárias que culminaram
na confecção de um livro, uma aluna musicou um poema, criaram peças teatrais e
construíram maquete e painéis.
No desenvolver do projeto ocorreram vários desdobramentos como a
culminância de uma grande “mostra pedagógica” onde puderam expor ao público
interessado todos os resultados do trabalho, montagem de painéis para observação do
lento processo de decomposição de certos materiais; e dentro da mesma proposta,
engajaram em um trabalho com uma deficiente visual e participação ativa das crianças
no convívio com portadores de necessidades especiais. Ênfase em trabalhos utilizando
os recursos naturais – FIGURAS 1 e 2
1
Trazemos ao longo do texto alguns trechos do Plano de Ensino das professoras utilizado para análise
documental.
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No Projeto realizado a busca foi “desenvolver os conteúdos curriculares de
forma interativa, interdisciplinar e participativa” e “trabalhar a transversalidade dos
conteúdos disciplinares, exigidos nos PCNS, associando ao projeto “Planeta Terra: O
mundo que quero para mim”, e datas comemorativas.” (Plano de Ensino das
Professoras).
Ao trabalhar os conteúdos escolares de forma interdisciplinar, há
possibilidade de enriquecimento do saber e também a maneira de fomentar o
desenvolvimento do ímpeto criador de cada ser. Como salienta Freire (2008, p. 79):
“[...] Ninguém educa ninguém, como tampouco ninguém se educa a si mesmo: os
homens se educam em comunhão, mediatizados pelo mundo.” O diálogo existente entre
as disciplinas e entre professor e alunos permite uma representação da realidade
concomitante com uma visão crítica impulsionando mudanças que permitirão
transformar esta mesma realidade.
Para Freire (2008, p. 79), este diálogo entre as disciplinas ocasiona a “prática
problematizadora e libertadora” da educação instigadora do indivíduo gerando
conhecimento e crescimento cognitivo, superando o apego existente do professor à
“prática bancária”. Quando o conhecimento é organizado por disciplinas, fragmentando
o conteúdo, dificulta a apropriação do conhecimento, uma vez que “os educandos não
são chamados a conhecer, mas a memorizar o conteúdo narrado pelo educador”.
É neste sentido que a utilização de projetos e de conteúdos interdisciplinares
remete a “prática problematizadora”, mediante a qual o educando e o educador trocam
experiências interagindo e avançando intelectualmente. As crianças adquirem
conhecimento e cultura verdadeiros e não a memorização do conteúdo narrado pelo
educador. Freire (2008, p. 80) contribui para relevância desta prática:
Quanto mais se problematizam os educandos, como seres no mundo e com o
mundo, tanto mais se sentirão desafiados. Tão mais desafiados, quanto mais
obrigados a responder ao desafio. Desafiados, compreendem o desafio na
própria ação de captá-lo. Mas, precisamente porque captam o desafio como
um problema em suas conexões com outros, num plano de totalidade e não
como algo petrificado, a compreensão resultante tende a tornar-se
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crescentemente crítica, por isto, cada vez mais desalienada. Através dela, que
provoca novas compreensões de novos desafios, que vão surgindo no
processo da resposta, se vão reconhecendo, mais e mais, como compromisso.
Assim é que se dá o reconhecimento que engaja.
Formam-se, assim, reflexões em torno das relações do homem consigo mesmo e
com o mundo, que, segundo Freire (2008, p. 81), são “relações em que consciência e
mundo se dão simultaneamente”, resultando em um indivíduo mais integralizado, que
adquire a capacidade de “resolver situações problemas, sabendo validar estratégias e
resultados, desenvolvendo processos de dedução e estimativas.” (Plano ensino das
professoras). Atividades que promovem o cognitivo - FIGURAS 3 e 4 e atividades que
promovem a consciência ecológica – FIGURA 5
ATIVIDADES EDUCATIVAS HUMANIZADORAS: importância para a busca da
integralização do ser
Estamos no tempo de acompanhar o progresso e alimentar novos
sentimentos. O homem moderno avançou nas grandes conquistas sem a preocupação de
avançar nos sentimentos nobres e nos valores que transcendem a vida material. Portanto
nosso objetivo é colaborar com uma educação que reconheça a importância da vida do
planeta e que nosso projeto seja um momento de despertar. (Plano de ensino das
professoras).
Novamente as palavras de Freire (1983, p. 30) ampliam esta reflexão:
Quando o homem compreende sua realidade, pode levantar hipóteses sobre o
desafio dessa realidade e procurar soluções. Assim, pode transformá-la e com
seu trabalho pode criar um mundo próprio: seu eu e suas circunstancia. O
homem enche de cultura os espaços geográficos e históricos. Cultura é tudo o
que é criado pelo homem. Tanto uma poesia como uma frase de saudação. A
cultura consiste em recriar e não repetir. O homem pode fazê-lo porque tem
uma consciência capaz de captar o mundo e transformá-lo.
Por meio da prática de atividades educativas humanizadoras, é possível
perceber a promoção do ser, dando-lhe liberdade de ação e cidadania, transformando-o
em um sujeito social atuante e consciente, ensinando-o a criar, recriar e transformar o
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mundo com uma visão ética e consciente da realidade, libertando-os de demagogias e
vivenciando ações concretas que consolidarão um cidadão participativo com atitudes de
responsabilidade, respeito, solidariedade e ética.
Sobre este ser social que estabelece vínculos afetivos favorecedores da
interação e da colaboração autônoma, Porto (2008, p.21) escreve:
O homem é um ser social, necessita de outros para conviver em nossa
sociedade. A comunicação é feita por palavras, gestos, escrita, enfim, por
trocas, afeto, amor, raiva e todos os sentimentos pertinentes a espécie
humana. A vida é um constante movimento e, quando paramos deixamos de
sentir com todas as nossas forças o sopro da vida.
Com esta perspectiva de formação humana reveladora dos aprendizados e
expressões infantis, trazemos um poema do livro “Planeta Terra: O Mundo Que Quero
Para Mim” elaborado por uma aluna do 2º ano, sobre a experiência em que teve sobre
inclusão social:
Hoje veio em nossa escola
Uma pessoa especial
Ela se chama Sabrina
E é deficiente visual.
Mesmo não tendo visão
Enxerga com o coração.
Sendo deficiente!
Pode ser feliz e aos outros amar
Porque quando está triste
Tem uma família para ajudar.
Sabrina nada pode temer
Ela tem muitos amigos
Prontos a socorrer.
Temos que acabar com o preconceito.
Todos tem o mesmo direito
Escute do povo a voz:
- Esse é o mundo que queremos para nós.
Quando a criança apodera-se destas noções passa a demonstrar
responsabilidade, respeito e solidariedade no uso dos bens comuns e recursos naturais; a
participar de campanhas ou saber dispor dos serviços existentes relacionados às
questões ambientais; a valorizar a vida em sua diversidade e preservação dos ambientes;
a responsabilizar-se no cuidado dos espaços que habita e com o próprio corpo,
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incorporando hábitos possíveis e necessários de alimentação e higiene no preparo de
alimentos, repouso e lazer adequados, conquista uma cultura tecida na trama da
satisfação em aprender e, assim, passa a expressar juízos e se transforma em um ser
social cada vez mais consciente. Atividades do projeto “Planeta Terra – O Mundo Que
Quero Para Mim”- FIGURAS 6, 7, 8 e 9
De acordo com as professoras responsáveis pelo projeto, o que se articula com
os conhecimentos aprendidos na Universidade, no âmbito da avaliação, foi possível
experienciar mais articulações, permitindo inferir sobre processos didáticos que
conduzem a criança a buscar de forma natural, e não punitiva, a comprovação de suas
aquisições cognitivas. Confecção de um livro contendo as produções literárias dos
alunos – FIGURA 10 e Apresentação de peça teatral – FIGURA 11
A avaliação é a ocasião de conhecer e comprovar o aprendizado das
crianças, no projeto este momento é claramente exposto ao
“educando para que este tenha condição de se preparar para ser avaliado.
Durante o desenvolvimento do projeto a observação foi instrumento essencial
para avaliar o aluno, observando as atitudes e respostas durante atividades em
grupos, extra-sala, debates, questionamentos, pesquisa, produção de textos,
ficando atenta para verificar se houve aquisição de competência e habilidades
para redirecionar o processo aprendizagem.” (Plano de ensino das
professoras)
Avaliou-se também que,
“progressivamente o aluno: demonstra atitudes de solidariedade, participação
e respeito à vida em todas as suas formas; participa de atividades cotidianas
de cuidado e respeito aos ambientes coletivos; não desperdiça recursos
naturais que usa em sua vida diária (água, alimentos), objetos de uso pessoal,
materiais escolares.” (Plano de ensino das professoras)
Essa exposição sobre atividades orientadoras da participação ativa das crianças
revela a essencialidade delas para a formação humana na infância, com implicações
decisivas para a constituição da natureza social de cada pessoa. Os projetos de trabalhos
parecem, mediante nossa análise, vir ao encontro dessa perspectiva de atuação ativa de
todos os envolvidos (crianças, professores e outros adultos atuantes no espaço escolar)
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nas propostas pedagógicas constituídas nas escolas de educação infantil e de ensino
fundamental.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A partir de estudos teóricos e análises dos dados coletados, podemos inferir
algumas conclusões. Em primeiro lugar, o trabalho pedagógico por meio de projetos
conduz a possibilidade de trabalhar os conteúdos escolares interdisciplinarmente, de
maneira a enriquecer as aprendizagens de novos conhecimentos pelas crianças.
Além disso, essa abordagem didático-metodológica permitiu e permite que
as crianças desenvolvam atitudes de responsabilidade, respeito e solidariedade no uso
dos bens comuns e naturais e o professor da turma se torna mediador e enriquecedor das
atividades realizadas, instigando as crianças a formularem questões e a respondê-las a
partir de pesquisa. Mediante esse olhar mais atento para a participação das crianças, o
conhecimento torna-se mais “palpável”, além da conscientização de valores e formação
de juízos próprios, resultantes das experiências vivenciadas. O conhecimento adquirido
pelas crianças por meio dos conteúdos escolares interdisciplinares juntamente com
ações educativas humanizadoras permitem o enriquecimento e o comprometimento das
mesmas pelas causas humanitárias, conscientizando-as da importância das inter-relações
das pessoas entre si e com o meio ambiente.
Em linhas gerais, trabalhos dessa perspectiva se diferenciam de propostas
pedagógicas comumente vista em salas de aula, com oportunidade para engajamento
ativo do professor e alunos, por meio de atividades colaborativas e investigativas
dirigidas à formação da humanidade nas pessoas.
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O professor consciente do compromisso assumido perante as pessoas e sua
responsabilidade em lidar com seres humanos, passa a exercer uma prática mais
humanizada demonstrada pelas sábias palavras de Freire (2009, p. 144):
Não importa com que faixa etária trabalhe o educador ou a educadora. O
nosso é um trabalho realizado com gente, miúda, jovem ou adulta, mas gente
em permanente processo de busca. Gente formando-se, mudando, crescendo,
reorientando-se, melhorando, mas, porque gente, capaz de negar os valores,
de distorcer-se, de recuar, de transgredir. Não sendo superior nem inferior a
outra prática profissional, a minha, que é a prática docente, exige de mim um
alto nível de responsabilidade ética de que a minha própria capacidade
científica faz parte. É que lido com gente. Lido, [...] com os sonhos, as
esperanças tímidas, às vezes, mas às vezes, fortes, dos educandos. Se não
posso, de um lado, estimular os sonhos impossíveis, não devo, de outro,
negar a quem sonha o direito de sonhar. Lido com gente e não com coisas.
Pelo exposto, nos sentimos desafiadas a adquirir todo o conhecimento
científico necessário a nossa formação acadêmica, para as necessárias articulações entre
os projetos de trabalho e os saberes pedagógicos. Acreditamos que se faz urgente e
imprescindível o (re) conhecimento e criação de possibilidades educativas
humanizadoras na infância, mediante planejamentos e organizações didáticas. De
acordo com a afirmação de Freire, em junho de 1985, ressaltada por Gadotti (1998),
“Meu sonho de sociedade ultrapassa os limites do sonhar que aí está.”
REFERÊNCIAS
DENZIN, N. K.; LINCOLN, Y. S. et al O PLANEJAMENTO DA PESQUISA
QUALITATIVA: Teorias e Abordagens. Trad. Sandra Regina Netz. Porto Alegre:
Artmed, 2006.
ESCOLA
EURÍPEDES
BARSANULFO.
PLANEJAMENTO
DE
ENSINO:
Matemática, Ciências, Português e História e Geografia. Sacramento, 2008.
______. PLANETA TERRA: O MUNDO QUE QUERO PARA MIM. Sacramento,
2008.
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FIORI, E. M. Prefácio. In: FREIRE, P. PEDAGOGIA DO OPRIMIDO. . 47.ed. São
Paulo, Paz e Terra, 2008. p. 7-22.
FREIRE, P. EDUCAÇÃO E MUDANÇA. 6.ed. Tradução Moacir Gadotti e Lilian
Lopes Martin. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.
______. PEDAGOGIA DA AUTONOMIA: saberes necessários à prática
educativa. 39.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2009.
______. PEDAGOGIA DO OPRIMIDO. 47.ed. São Paulo, Paz e Terra, 2008.
GADOTTI, M.; ESTRADA, M. I. D.. CIENTISTAS DO BRASIL. SBPC, 1998,
Disponível em : <http://www.canalciencia.ibict.br/notaveis/txt.php?id=40> Acesso em
11 ago 2009
PORTO, O. PSICOPEDAGOGIA HOSPITALAR: intermediando a humanização
na saúde. Rio de Janeiro: Wak Ed, 2008.
ANEXO
LISTA DE FIGURAS
FIGURA 1 - Ênfase em trabalhos utilizando os recursos naturais
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FIGURA 2 - Ênfase em trabalhos utilizando os recursos naturais
FIGURA 3 - Atividades que promovem o desenvolvimento cognitivo
FIGURA 4 - Atividades que promovem o desenvolvimento cognitivo
FIGURA 5 - Atividades que promovem a consciência ecológica
FIGURA 6 - Atividades do projeto “Planeta Terra – O Mundo que quero para mim”
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FIGURA7 - Atividades do projeto “Planeta Terra – O Mundo que quero para mim”
FIGURA 8- Atividades do projeto “Planeta Terra – O Mundo que quero para mim”
FIGURA 9- Atividades do projeto “Planeta Terra – O Mundo que quero para mim”
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FIGURA 10- Confecção de um livro contendo as produções literárias dos alunos
FIGURA 11- Apresentação de peça teatral
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