Comunicação Social
Habilitação
Jornalismo
Projeto Pedagógico
1
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CURSO DE BACHARELADO EM COMUNICAÇÃO SOCIAL COM
HABILITAÇÃO EM JORNALISMO
Reconhecido pela Portaria nº 718/06 – D.O.U. de 10/10/2006.
CENTRO UNIVERSITÁRIO LUTERANO DE PALMAS (CEULP)
Av. Teotônio Segurado, 1501 Sul
Fone: (63) 3219.8000
www.ulbra-to.br
COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL – JORNALISMO
Prédio 2, Sala 208. Fone: (63) 3219.8068/8078
[email protected]
Telefones Úteis:
Agência de Comunicação Integrada – (63) 3219.8090
Assessoria de Comunicação Social - (63) 3219.8112
Assessoria da Direção - (63) 3219.8017
Biblioteca - (63) 3219.8011
Central de Atendimento ao Aluno - (63) 3219.8046
Complexo Laboratorial - (63) 3219.8084
Coordenação dos Labins de Informática - (63) 3219.8081
Coordenação de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão (COPPEX) - (63) 3219.8032
Laboratório de Produção de Conhecimento (NEP) - (63) 3219.8064
Laboratório de Rádio e Tv - (63) 3219.8092
Laboratório Núcleo de Estudos e Projetos - (63) 3219.8077
Núcleo de Apoio Educacional (NAE): (63) 3219.8023
Núcleo de Atendimento Especializado ao Discente (ALTERIDADE): (63) 3219.8037
Ouvidoria - (63) 3219.8048 / (63) 3219.8049
Pastoral Universitária - (63) 3219.8051
Secretaria - (63) 3219.8014
3
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EXPEDIENTE
CENTRO UNIVERSITÁRIO LUTERANO DE PALMAS (CEULP)
Diretora Geral: Kelen Beatris Lessa Mânica
Coordenadora de Ensino: Parcilene Fernandes de Brito
Coordenadora de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão: Conceição Aparecida Previero
Coordenador da Comissão Própria de Avaliação: Fabiano Fagundes
Capelão: Pastor Ari Schulz
Assessoria Administrativa: José Francisco Pereira de Castro
Assessoria da Direção Geral: Sinara Goiás de Paiva
Assessoria de Comunicação Social: Marcela Pinheiro Damasceno Pires
CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - JORNALISMO
Coordenadora: Irenides Teixeira
Núcleo Docente Estruturante (NDE): Fabiano Fagundes, Irenides Teixeira, Jocyelma
Santana dos Santos, Maria de Fátima Rocha Medina, Valdirene Cássia da Silva e Wagner da
Costa Quintanilha.
Conselho de Curso: Irenides Teixeira, Jocyelma Santana dos Santos, Kézia Reis de Sousa
e Wagner da Costa Quintanilha.
Corpo Docente: Antônio César, Ari Schulz, Carlos Clementino, Conceição Previero, Edglei
Rodrigues, Fabiano Fagundes, Fernando Machado, Irenides Teixeira, Jocyelma Santana,
Kézia Reis, Maria de Fátima Medina, Maria Joaquina, Paulo Benincá, Valdirene Cássia,
Vladimir Feitosa e Wagner Quintanilha.
Caderno Projeto Pedagógico de Comunicação Social - Jornalismo
Projeto Gráfico e Editoração: Fabiano Fagundes, Felipe Botelho, Irenides Teixeira
Ano: 2011/1
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SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO ........................................................................................ 7
CONCEPÇÃO ............................................................................................. 9
MISSÃO ..................................................................................................10
OBJETIVOS DO CURSO .............................................................................11
PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ..........................................................12
ATRIBUIÇÕES NO MERCADO DE TRABALHO.................................................13
METODOLOGIA ........................................................................................15
ATIVIDADES COMPLEMENTARES ................................................................20
AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM ...................................22
ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO ...................................................24
ATENÇÃO AOS DISCENTES ........................................................................25
BOLSAS DE ESTUDO .................................................................................27
PESQUISA ...............................................................................................28
EXTENSÃO ..............................................................................................34
ESTÁGIO SUPERVISIONADO ......................................................................38
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) ..............................................40
CORPO DOCENTE .....................................................................................44
INSTALAÇÕES ..........................................................................................45
LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL ......................46
CONSIDERAÇÕES FINAIS ..........................................................................49
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APRESENTAÇÃO
Desde o surgimento do Jornalismo no Brasil, na primeira década do século XIX,
transformações tecnológicas, econômicas, políticas e sociais modificaram o perfil da profissão
de jornalista no Brasil.
De um jornalismo marcadamente engajado e de forte posicionamento pessoal, durante o
século XIX e no início do século XX, passamos por um processo de profissionalização das
redações, em função do surgimento das primeiras escolas superiores de jornalismo, no final
da década de 40, e a crescente industrialização da imprensa nacional.
Diante deste contexto, a cada década, novas habilidades e competências foram sendo
demandadas dos profissionais da imprensa. Hoje, o mercado e a sociedade, além de
necessitarem de um profissional com formação ética-cultural sólida consciente de sua função
social, exigem o domínio de novas ferramentas tecnológicas e, como conseqüência, uma
perícia técnica superior em função das novas estruturas de linguagem que surgem em cada
um dos meios de comunicação.
O surgimento de atribuições que, antes não existiam, como a do Assessor de Imprensa,
principalmente na década de 80, também modifica o perfil do egresso de jornalismo e coloca
as faculdades de ensino superior diante de um novo desafio: formar profissionais capazes de
compreender a comunicação como uma atividade interdisciplinar.
O aparecimento da Internet, na segunda metade da década de 90, também revoluciona a
profissão exigindo o domínio de novas técnicas jornalísticas aplicadas à difusão da
informação no recente veículo.
No Tocantins, o jornalismo tem uma história tão recente quanto a do próprio Estado, criado
em 1988. Nestes 22 anos, no entanto, o desenvolvimento do jornalismo, como
empreendimento empresarial, foi significativo. Hoje, atuam na região emissoras de televisão,
rádios, jornais e apenas, nos últimos dois anos, surgem algumas experiências com a Internet.
Contudo, este mercado regional do jornalismo em formação e, principalmente, em Palmas,
ainda está assentado sobre as assessorias de comunicação, devido à vocação administrativa
da cidade. Percebe-se também a falta de jornalistas com formação superior nas redações e
nas assessorias de comunicação, cujos cargos são ocupados por estudantes ou profissionais
de outras áreas.
Com objetivo de fortalecer o mercado regional e atento as suas características, o CEULP
criou o curso de Comunicação Social, habilitação em Jornalismo, em 2001, sob a Resolução
Nº 50/01 do CONSEPE - Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, de 17 de outubro de
2001.
Concebido para funcionar no período vespertino, o ingresso da primeira turma deu-se no
primeiro semestre de 2002. No segundo semestre de 2003, a habilitação passou a ser
oferecida no período noturno, com objetivo de possibilitar aos acadêmicos a oportunidade de
exercer atividades na área, em decorrência dos horários dos veículos locais, que, na sua
maioria, concentram as atividades produtivas no período da tarde e da noite. O novo horário
entrou em vigência no semestre 2004/1.
Outra significativa modificação ocorreu no segundo semestre de 2004, quando o Curso de
Jornalismo promoveu uma análise aprofundada no seu currículo, com objetivo de atender às
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necessidades de mercado e as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Comunicação Social. O estudo resultou no “enxugamento” de algumas disciplinas reduzindo o
número de disciplinas de 46 para 38, o que possibilita a conclusão do curso em três anos e
meio.
Outra medida foi à implantação de 204 horas de atividades complementares, determinando
uma flexibilização na formação do acadêmico. A atualização da matriz curricular manteve, no
entanto, a continuidade da integração das disciplinas destinadas às habilidades e
competências comuns entre as habilitações de Jornalismo e Publicidade e Propaganda.
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CONCEPÇÃO
O curso de Comunicação Social, habilitação em Jornalismo, do CEULP fundamenta-se nas
Teorias da Comunicação e na abordagem interdisciplinar - buscando a articulação vertical e
horizontal entre as disciplinas de fundamentos e complementares do currículo, com as
práticas midiáticas, através da reflexão-ação e com o objetivo de formar, do ponto de vista
critico, criativo e ético, o profissional jornalista.
Através de seus componentes curriculares, propõe desenvolver as competências e
habilidades necessárias para a formação profissional nas seguintes áreas: planejamento,
captação, interpretação, produção, edição e difusão da informação e gestão da comunicação.
No âmbito da Comunicação Social, o mercado de jornalismo absorve pessoal cujo perfil é
caracterizado pela falta de formação em cursos de nível superior e sem qualificação
adequada para as funções exercidas. As empresas de comunicação são, na maioria,
pequenas e médias, sem departamentos específicos ou bem estruturados. Estes fatores,
entre outros, concorrem para que o jornalismo produzido no Tocantins não apresente os
requisitos técnicos e científicos em conformidade com os padrões de qualidade já
desenvolvidos nos grandes centros urbanos do país.
Mas o mercado de trabalho para o profissional da comunicação vai além das mídias
tradicionais. Hoje é grande a demanda por profissionais desta área em Assessorias de
Comunicação, que crescem em todas as regiões onde estão presentes empresas nacionais
ou multinacionais de médio e grande porte além das instituições e órgãos governamentais.
Diante desses pressupostos, o Curso de Comunicação Social do CEULP preocupou-se com a
superação de modelos mecanicistas de reprodução do conhecimento e do ensino
descompromissado com a prática social. Assim, resgata a noção de Universidade como
“espaço de produção e socialização do conhecimento”, interagindo com a comunidade
regional e não perdendo de vista a dimensão ética e os valores de cidadania.
Os jornalistas formados pelo CEULP devem estar preparados para o mercado de trabalho,
atendendo às novas demandas midiáticas, quer seja no domínio da técnica, quer seja na
linguagem, mas sem nunca perder a dimensão da reflexão, da crítica, da criatividade, da ética
e da cidadania.
Além da preparação para o mercado convencional, o aluno de Comunicação Social do
CEULP deve ser incentivado a práticas de natureza política e científico-profissional, através
da pesquisa e da extensão. Por isso, deverá ser motivado a trabalhos comunicacionais
voltados para projetos populares e comunitários. Ao conhecer melhor sua realidade,
identificando problemas e intervindo com ações, no seu âmbito de formação, o futuro
profissional provoca a melhoria da qualidade de vida e a democratização da informação.
Gradativamente, esse aluno acaba se inserindo no processo de regionalização e
segmentação dos meios de comunicação, ao atuar em órgãos locais e regionais.
Pensando dessa maneira, as diretrizes para o Curso de Comunicação Social do CEULP estão
em sintonia com a missão da instituição no que se refere à contribuição ao crescimento
regional, através das relações com o saber, à formação de cidadãos críticos e éticos, ao
desenvolvimento da pesquisa e à interatividade com a região.
9
MISSÃO
DO CEULP
“Produzir conhecimentos, promover a
profissional e o bem-estar da sociedade
prestação de serviços educacionais, de
tecnológicos, conforme princípios da fé cristã
luterana.”
formação
mediante
saúde e
e da ética
DO CURSO DE JORNALISMO
“Contribuir para formação do jornalista crítico e criativo,
preparado para a prática profissional e da cidadania,
capaz de intervir significativamente na sociedade. A partir
de uma visão integrada de sua área do conhecimento,
qualificá-lo para o exercício da profissão com domínio
teórico, técnico e prático adequado às exigências do
mercado, mas também com condições de refletir sobre a
realidade onde está inserido para interpretá-la.”
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OBJETIVOS DO CURSO
Geral
•
Formar profissionais habilitados e capacitados para exercer atividades profissionais de
jornalismo nas diversas áreas e meios de comunicação, atuando no mercado de
trabalho com uma postura criativa, responsável, ética e reflexiva, aplicando o
raciocínio lógico e científico, capaz de identificar e solucionar problemas pertinentes
ao seu meio profissional.
Específicos
•
instrumentalizar o profissional para a compreensão do campo da comunicação como
espaço de mediação amplo e complexo, capacitando-o a refletir criticamente sobre as
especificidades profissionais de cada área de atuação numa visão integrada;
•
promover o desenvolvimento do raciocínio crítico e científico na área do jornalismo
fornecendo ao discente a concepção do jornalismo como forma de conhecimento,
capacitando-o a atuar com ética diante dos acontecimentos da realidade;
•
estimular o discente a refletir sobre os produtos jornalísticos e o mercado profissional
como espaços para atuação e proposição de novos empreendimentos nos âmbitos
local, regional e nacional em um mercado comunicacional globalizado;
•
proporcionar ao discente contato com metodologias, teorias, técnicas e práticas que
levem ao jornalismo de verificação: preciso e objetivo na seleção, interpretação e
disseminação de informações nos formatos reconhecidos pela categoria;
•
promover a formação profissional utilizando conhecimentos teóricos, técnicos e
práticos que permitam executar as ações de pautar, produzir, entrevistar, apurar,
investigar, redigir e editar informações jornalísticas em linguagens e tecnologias
específicas de cada meio;
•
suscitar no acadêmico a busca pela produção científica e pelo aprofundamento teórico
e técnico que possa aprimorar-lhe a capacidade e a habilidade de interpretação e
crítica da Comunicação e do campo jornalístico.
11
PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
O egresso do Curso de Comunicação Social do CEULP, em suas duas habilitações,
caracteriza-se por:
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•
sua capacidade de criação, produção, distribuição, recepção e análise crítica
referentes às mídias, às práticas profissionais e sociais e a suas inserções culturais,
políticas e econômicas;
•
sua habilidade em refletir a variedade e mutabilidade de demandas sociais e
profissionais na área, adequando-se à complexidade e velocidade do mundo
contemporâneo;
•
sua visão integradora e horizontalizada - genérica e ao mesmo tempo especializada
de seu campo de trabalho possibilitando o entendimento da dinâmica das diversas
modalidades comunicacionais e das suas relações com os processos sociais que as
originam e que destas decorrem;
•
seu potencial crítico despertado pelo instrumental teórico-prático que o torna
competente para posicionar-se de um ponto de vista ético-político sobre o exercício do
poder na comunicação, sobre os cerceamentos políticos, econômicos e sociais a que
a comunicação pode ser submetida, sobre as repercussões sócio-culturais que enseja
e ainda sobre as necessidades da sociedade contemporânea em relação ao seu
objeto de estudo.
ATRIBUIÇÕES NO MERCADO DE TRABALHO
O curso de Jornalismo pretende formar um profissional que possua como característica um
conjunto de habilidades complementares, relacionadas aos objetivos do curso e que de forma
resumida podem ser assim referidas:
•
capacidade de prestar assessoria de comunicação em organizações públicas,
privadas e de terceiro setor;
•
Apuração e registro dos fatos jornalísticos, interpretando-o, explicando-o,
contextualizando-o e transformando-o em notícias, reportagens, comentários e
editoriais;
•
difundir as informações com objetividade na apuração, interpretação e registro dos
fatos sociais;
•
produção de textos jornalísticos, respeitando as especificidades das estruturas de
linguagem para mídia impressa, televisiva, radiofônica e Internet;
•
elaboração de pautas, planejamento e realização de coberturas jornalísticas para os
diversos meios, respeitando as características espaço-temporais de cada veículo de
informação;
•
relacionamento com outras áreas sociais, culturais e econômicas que fazem interface
com o jornalismo para investigar, apurar e difundir os fatos, aplicando a técnica
jornalística na contextualização da informação;
•
habilidade para ter acesso a quaisquer fontes de informação;
•
capacidade de verificação das informações, com base na metodologia de apuração
jornalística;
•
competência para identificar problemas sociais, elaborar questões, planejar e conduzir
entrevistas de forma clara e com correção;
•
condução ética das informações de interesse público, assumindo o compromisso com
a cidadania e compreendendo os processos envolvidos na recepção de mensagens
jornalísticas e seus impactos sobre os diversos setores da sociedade;
•
domínio da língua nacional para bem desenvolver as suas atividades jornalísticas;
•
capacidade para pensar criticamente a realidade sócio-econômica, política e cultural,
na atual conjuntura mundial e nacional, aliada ao desenvolvimento da reflexão
abstrata, estabelecendo relações, analogias e interpretações sobre o conjunto de
fenômenos que marcam o presente momento e seus efeitos sobre a região de sua
atuação profissional;
•
capacidade para relacionar conhecimentos teóricos e metodológicos, específicos da
comunicação social, com a identificação e solução dos problemas inerentes ao
jornalismo;
•
habilidade para identificar, analisar criticamente, tomar decisões e resolver novos
problemas e desafios, principalmente os relacionados às áreas de atuação do
jornalista;
•
domínio dos instrumentais e das linguagens oriundas do campo profissional da
comunicação possibilitando o uso e a experimentação de instrumentos tradicionais e
de novas tecnologias de forma criativa e inovadora, considerando suas
especificidades;
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•
conhecimento das principais funções requeridas pelo mercado profissional, nas áreas
onde se faz necessária a presença e atuação do jornalista, principalmente com
relação às demandas específicas de sua região;
•
habilidade para identificar problemas, conceber, planejar, avaliar e executar, com
espírito de iniciativa, os diversos projetos pertinentes às áreas do jornalismo e sua
adequação às necessidades locais, regionais e nacionais;
•
atitude empreendedora, flexível e aberta às inovações para o exercício criativo da
atividade profissional, com espírito de liderança e cooperação;
•
capacidade para atuar profissionalmente em equipe, associada a uma consciente
postura responsável, cooperativa e de respeito, face às diversidades sócio-culturais,
mantendo, também, um adequado relacionamento social, em seu ambiente de
trabalho.
O profissional de Jornalismo egresso do CEULP deve estar capacitado a exercer sua
profissão e resolver problemas em diversas áreas de atuação no mercado de trabalho, tais
como:
•
em editoras e nos meios de comunicação, como emissoras de rádio, TV, jornais,
revistas e agências de notícias;
•
na assessoria de empresas que produzem e realizam eventos, convenções,
seminários, exposições e feiras; e,
•
na assessoria de imprensa e de comunicação de órgãos governamentais, não
governamentais e de natureza privada.
•
ATENDENDO ÀS NECESSIDADES DA SOCIEDADE E DO MERCADO PODERÁ
ATUAR COMO:
- Produtor Jornalístico: apurando notícias, agendando entrevistas e elaborando textos
que apóiem o trabalho do repórter;
- Assessor de Imprensa: intermediando o trabalho da imprensa e a organização ou
pessoa física para quem trabalha, redigindo e disseminando informações aos veículos;
- Repórter: colhendo notícias ou informações, dando-lhes tratamento para divulgação;
ancorando, apresentando, narrando ou comentando fatos ou acontecimentos pela
mídia audiovisual ou similar;
- Repórter fotográfico e cinematográfico: registrando e documentando em imagens
(fotográficas ou cinematográficas) os fatos e acontecimentos de interesse do
jornalismo;
- Editor: coordenando e executando edição de mensagens textuais, sonoras, de arte,
fotográficas, filmes ou programas jornalísticos para publicação, radiodifusão ou
divulgação;
- Editor de jornalismo: coordenando ou executando redação, edição e controle dos
serviços de redação;
- Professor de Jornalismo: atuando no ensino e pesquisa de disciplinas e temas de
jornalismo, nos campos técnicos, teóricos e profissionalizantes;
- Gestor de Comunicação: gerenciando projetos e empreendimentos que viabilizem a
produção jornalística em organização própria, de terceiros, ONGS, sindicais, classistas
ou como consultor.
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METODOLOGIA
O curso de Jornalismo do CEULP enfatiza em seu cotidiano didático pedagógico a aplicação
de técnicas metodológicas que propiciem uma vivência mais aprofundada das temáticas das
disciplinas e da sua relação com o mercado e a sociedade. Para tanto, a intersecção teoria e
prática, com a utilização intensiva dos laboratórios do curso, é realizada de forma a promover
um maior entendimento nos conteúdos ministrados.
A metodologia que permeia os planos de ensino do curso é pautada na premissa da
interdisciplinaridade, o que fica evidenciado especialmente nas relações que são
estabelecidas nos diversos eixos que compõem a matriz curricular, e tem como ponto
norteador a necessidade de instigar o espírito empreendedor.
O delinear da metodologia específica se faz presente nos planos das disciplinas. De uma
forma genérica, os professores se utilizam de atividades como:
a) ensino teórico:
Aulas expositivas dialogadas, nas quais os conteúdos programáticos podem ser abordados
em nível básico, avançado ou aprofundado, consoante a natureza da matéria ou localização
curricular, quer do ponto de vista conceitual ou experimental.
b) ensino prático:
Exposições e atividades dirigidas, com o objetivo não apenas de estimular e desenvolver as
capacidades de reflexão e crítica do acadêmico, mas também de proporcionar a realização de
exercícios de revisão e aplicação dos conhecimentos construídos. Estes objetivos podem ser
atingidos através da resolução de problemas, estudo e discussão de casos, treino de consulta
de fontes bibliográficas bem como compilação e sistematização das mesmas.
c) ensino laboratorial:
A maior parte das disciplinas do curso é realizada nos laboratórios de informática. Para tanto,
é realizada uma sistematização semestral das plataformas de programação necessárias em
cada disciplina. Assim, disciplinas como Banco de Dados, Gerência de Projetos, Engenharia
de Software, Desenvolvimento de Sistemas de Informação, dentre outros, que utilizam
softwares específicos são organizadas no início do semestre a partir de uma tabela
sistematizada e apresentada ao aluno. Há, também, sistemas criados no próprio curso e
utilizados nos laboratórios e que contribuem para o ensino de disciplinas como Algoritmos e
Programação, por exemplo.
d) atividades semipresenciais:
Em conformidade com a Portaria n° 4059 de 10 de dezembro de 2004, o currículo
desenvolvido em aula com os acadêmicos é complementado com a realização de três
atividades semipresenciais em cada disciplina. Tais atividades são elaboradas pelos
professores com o objetivo de proporcionar momentos de aprendizagem dos conteúdos e de
desenvolvimento das habilidades propostas no Plano de Ensino. Seu planejamento consiste
na sistematização de momentos de autoaprendizagem, com a utilização de recursos das
tecnologias da informação, organizados com estratégias didáticas como, por exemplo,
estudos dirigidos, estudos de caso, pesquisas bibliográficas, resolução de exercícios, dentre
outras, conforme a proposta de cada disciplina. A realização dessas atividades pelos
discentes segue um cronograma organizado e publicado no Calendário Acadêmico da IES, o
qual é explicado pelos professores no decorrer das suas aulas. Cada atividade
semipresencial corresponde a seguinte carga horária: 2h para disciplinas de 34h; 4h para
disciplinas de 68; e 8h para disciplinas de 136h.
e) Atividades Complementares:
Tem a finalidade de proporcionar maior interação entre o discente e a sociedade, através de
atividades que envolvem o tripé ensino, pesquisa e extensão. A ideia básica destas atividades
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é estimular uma maior autonomia do discente de forma que este participe mais ativamente de
eventos da área, bem como busque aprimoramento em determinadas vertentes do curso a
partir da realização de ações extracurriculares. A instituição oferece a possibilidade dos
alunos participarem de programas de monitoria e iniciação científica, que também são
consideradas no processo de cômputo das horas.
O PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM É ORGANIZADO EM GRUPOS DE
DISCIPLINAS:
- de conhecimento universal: oferecem embasamento filosófico-cultural que visam contribuir
para a formação genérica e teórica, além de fornecer elementos que contribuam para a
formação cultural e ético-política do egresso;
- introdutórias do curso: abordam informações básicas sobre a comunicação social, em
especial, aquelas concernentes à cada habilitação, no intuito de esclarecer as respectivas
atribuições e interfaces entre elas;
- teóricas do curso: oferecem embasamento científico sobre as teorias da comunicação e de
cada habilitação;
- técnico-práticas de cada habilitação: proporcionam o conhecimento e a aplicação das
técnicas específicas;
- de planejamento: orientam e aplicam o processo de ordenamento e execução das
estratégias e ações da comunicação social;
- projetos experimentais: possibilitam a aplicação de todos os conhecimentos adquiridos no
decorrer do Curso, através de atendimento
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MATRIZ CURRICULAR (043155)
1º Semestre
- Comunicação e
Expressão
2º Semestre
3º Semestre
4º Semestre
- Inst Científica
Ciência Política
Sociedade e Contemp
- Com Mídia e Cultura
Redação I
- Teorias da Comunicação
Planejamento Gráfico
Ética Estética e
Comunicação
- Cultura Religiosa
- Redação para
Comunicação
Radiojornalismo I
- Fund de Jornalismo
- Fund de Fotog para Jorn
- Fund de Comunicação
- Comunicação Visual
- Noções de Direito
5º Semestre
Webjornalismo
Telejornalismo III
Radiojornalismo III
Produção Jornalística I
Optativa I
Introdução à Economia
6º Semestre
Teorias do Jornalismo
Telejornalismo I
Redação II
Telejornalismo II
Radiojornalismo II
7º Semestre
Projeto Exp em Jornalismo Produção de Artigo
I
Científico
Produção Jornalística II
Projeto Exp em Jorn II
Pesquisa Aplicada a Com
Gestão da Com Integrada
Assessoria e Cons em
Com
Optativa II
Processo Negocial
Planej Gráfico e Edição
Optativas
Fundamentos de PP
Fotojornalismo
Libras
Marketing
Prop Ideológica e Mark
Político
Psicologia da Comunicação
Créditos: 148
Horas/aula: 2720
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COERÊNCIA ENTRE O CURRÍCULO PROPOSTO E O OBJETIVO GERAL E OS
ESPECÍFICOS PRETENDIDOS:
Objetivos Específicos do Curso
instrumentalizar o profissional para a
compreensão
do
campo
da
comunicação
como
espaço
de
mediação
amplo
e
complexo,
capacitando-o a refletir criticamente
sobre as especificidades profissionais
de cada área de atuação numa visão
integrada;
Coerência Curricular
Fundamentos de Comunicação
Fundamentos de Jornalismo
Comunicação e Expressão
Instrumentalização Científica
Sociedade e Contemporaneidade
Cultura Religiosa
Fundamentos de Fotografia para Jornalismo
promover o desenvolvimento do Comunicação Visual
raciocínio crítico e científico na área do
jornalismo que forneça ao discente a Ética Estética e Comunicação
concepção do jornalismo como forma Redação para Comunicação
de conhecimento inter-relacionada às
outras formas de conhecimento;
Optativa I
estimular o aluno a exercer seu papel
de cidadão, capacitado a interferir com
eticidade nos acontecimentos da atual
realidade sócio-econômica, política e
cultural,
sabendo
compreender,
respeitar
e
conviver
com
as
diversidades
de
aspectos
que
caracterizam o mundo à sua volta.
Comunicação Mídia e Cultura
Teorias da Comunicação
Teorias do Jornalismo
Ciência Política
Introdução à Economia
Processo Negocial
Noções de Direito
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Objetivos Específicos do Curso
Coerência Curricular
estimular o discente a buscar a reflexão
sobre os produtos jornalísticos, o
mercado
profissional
e
os
empreendimentos
da
área,
considerando-os em âmbitos locais,
regionais e nacionais inseridos em um
mercado comunicacional globalizado;
proporcionar ao discente contato com
metodologias, teorias, técnicas e
práticas que levem ao jornalismo de
verificação: preciso e objetivo na
seleção, interpretação e disseminação
de
informações
nos
formatos
reconhecidos pela categoria;
Assessoriae Consultoria em Comunicação
promover a formação profissional
utilizando
conhecimentos
teóricos,
culturais, técnicos e práticos que
possibilitem, de forma semelhante à
pratica
profissional
cotidiana(nos
moldes do estágio), a segurança e a
responsabilidade ao executar as ações
de pautar, produzir, entrevistar, apurar,
investigar, redigir e editar informações
jornalísticas
em
linguagens
e
tecnologias específicas de cada meio;
Redação II – Jornalismo Opinativo
Gestão da Comunicação Integrada
Planejamento Gráfico
Planejamento Gráfico e Edição
Redação I – Reportagem
Radiojornalismo I – Redação
Radiojornalismo II – Reportagem
Radiojornalismo III – Produção de Programas
Telejornalismo I - Notícia
Telejornalismo II – Reportagem
Telejornalismo III – Grande Reportagem
Webjornalismo
Pesquisa Aplicada a Comunicação –
Metodologia Produção de Artigo Científico
Objetivos Específicos do Curso
Coerência Curricular
estimular
a
reflexão
para
o
empreendedorismo e para a gestão
Assessoria e Consultoria em Comunicação
comunicacional visando a identificação
e solução de problemas pertinentes ao Gestão da Comunicação Integrada
seu meio profissional e a criação de Produção Jornalística I – Jornal
mercados alternativos;
Produção Jornalística II – Revista
suscitar no acadêmico a busca pela
produção
científica
e
pelo Projeto Experimental em Jornalismo I –
aprofundamento temático e técnico que Produto de Comunicação
possa aprimorar-lhe a capacidade e a Projeto Experimental em Jornalismo II – Ação
habilidade de interpretação e crítica da Comunitária
Comunicação e do campo jornalístico.
Optativa II
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ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As Atividades Complementares têm por finalidade oportunizar ao acadêmico a realização,
concomitantemente às disciplinas do currículo, de atividades autônomas e flexíveis centradas
em temáticas comunicacionais e afins, que representem instrumentos úteis e válidos para a
formação e o aprimoramento básico do futuro bacharel em Comunicação Social, com
habilitação em Jornalismo.
As atividades complementares do curso de Jornalismo do CEULP são compostas com uma
carga horária de duzentos e quatro (204) horas, limitando-se cada modalidade de atividade ao
máximo de 50% (cinqüenta por cento) da carga horária total a ser cumprida por todos os
acadêmicos nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e produção jornalística, prevista no
regulamento.
Modalidades das atividades complementares
Modalidade
documento(s)
comprobatório(s)
Qt Horas
Disciplinas não previstas no
Currículo do curso de Jornalismo
Atestado fornecido pela IES
onde conste a aprovação
Até 60 horas
Atestado e Relatório
Até 50 horas
Atestado e Relatório fornecido
pela Entidade conveniada
Até 50 horas
Certificado
Até 60 horas
Atestado e Relatório de
desempenho pelo professor
orientador validado pela
coordenação de pesquisa da
IES.
Até 40 horas
Cópia da publicação
Até 40 horas
Atestado de Assistência
Até 40 horas
Certificado
Até 50 horas
Atestado de participação
Até 50 horas
Certificado
Até 50 horas
Cópia da Ata das Reuniões
dos órgãos da IES
Até 30 horas
Certificado
Até 40 horas
Cópia da Ata das Reuniões
dos Conselhos
Até 30 horas
Grupo
Monitoria de Ensino
Ensino
Estágios Extracurriculares
Cursos de Aperfeiçoamento (ex.:
Informática, idiomas)
Pesquisa
Pesquisa
Trabalhos Científicos Publicados
Assistência a Defesas de:
- Monografias Finais
- Dissertações de Mestrado
- Teses de Doutorado de Cursos
da área Sociais Aplicadas.
Projetos
Extensão
e
Programas
de
Atuação como voluntário
Eventos
Extensão
Administração e Representações
em Entidades Estudantis
Eventos Científicos
Participação em
conselho de curso
20
órgãos
de
Pesquisas jornalísticas
Produção
Trabalhos
jornalísticos
publicados/veiculados
Exercício de função jornalística
Atestado e Relatório de
desempenho pelo professor
orientador
Até 30 horas
Cópia do produto
Até 40 horas
Atestado de participação pelo
coordenador da Agência
Até 60 horas
Outras atividades: de acordo com disposição do Conselho do Curso de Jornalismo
21
AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM
O processo de avaliação da aprendizagem é parte integrante do processo de ensino e
obedece às normas e procedimentos pedagógicos estabelecidos pelo Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão (CONSEPE), conforme Resolução Nº 363, de 21 de Julho de 2010, cujo
texto determina:
Art. 1º. A avaliação constitui processo contínuo, sistemático e cumulativo.
Art. 2°. A aprendizagem do aluno, nas disciplinas regulares constantes no currículo, será
avaliada ao longo do semestre letivo e será expressa, para fins de registro acadêmico, em
dois graus, a saber:
Grau Um (G1) relativo aos saberes elaborados no primeiro bimestre letivo, que o
habilitem a aplicar
e construir ou reconstruir conhecimentos, metodologias e processos.
Grau Dois (G2) relativo à totalidade dos saberes elaborados ao longo do semestre e
ao
desenvolvimento de competências que o habilitem a utilizar, criativamente, as
aprendizagens propostas pela disciplina.
Parágrafo 1° - O grau final do semestre nessas disciplinas regulares resulta da média
ponderada entre o G1, com peso um, e o G2, com peso dois;
Parágrafo 2° - A composição do G1 e do G2 deverá ser na forma de prova individual e
trabalhos diversos durante o bimestre. A pontuação dos trabalhos será de até 4,0 (quatro)
pontos e a da prova a diferença necessária para complementar 10 (dez) pontos.
Art. 3°. A avaliação da aprendizagem nas Práticas de Ensino, Estágios e Trabalhos de
Conclusão do Curso (TCC) segue o disposto nos respectivos regulamentos dos cursos.
Parágrafo Único - Nas disciplinas de características similares, devidamente
identificadas na forma regimental, aplica-se a sistemática definida no Art. 2º e § 1º.
Art. 4°. As atividades complementares realizadas para cumprir requisito curricular serão
registradas em documento próprio, desde que atendam às normas do Centro Universitário.
Art. 5°. A descrição dos procedimentos e instrumentos de avaliação da aprendizagem, tais
como testes, provas e outros trabalhos, constará no Plano de Ensino da Disciplina
referendado pelo Conselho do Curso, que estará à disposição dos alunos ao iniciar-se
semestre letivo.
Art. 6°. A avaliação da aprendizagem é expressa numericamente numa escala de zero (0) a
dez (10).
Art. 7°. É considerado aprovado o aluno que, tendo 75% de freqüência na disciplina, alcançar
na média ponderada entre os dois graus, G1 e G2, nota igual ou superior a seis (6,0).
Art. 8°. Qualquer aluno, independente da média alcançada, tem direito a realizar a prova de
substituição de grau.
Parágrafo 1° - O aluno deverá indicar ao professor, antes realização da prova em
caráter definitivo, o grau que deseja substituir.
Parágrafo 2° - O grau obtido nesta avaliação cumulativa substituirá, obrigatoriamente,
o grau correspondente.
Parágrafo 3° - O grau da substituição cumulativa terá peso correspondente ao do
substituído para fins de cálculo da média.
Art. 9°. O aluno impedido de comparecer a uma das avaliações tem direito a substituição
cumulativa, cujo resultado suprirá o grau deixado em aberto, com o peso que lhe
corresponde, no cálculo da media ponderada do semestre.
Art. 10°. É considerado reprovado na disciplina o aluno que, ao concluir o semestre letivo:
22
a) não obteve, na média dos graus, inclusive aquele obtido na prova de substituição,
nota igual ou superior a 6,0 (seis), mesmo que tenha 75% de freqüência na
disciplina;
b) deixou de realizar o G1 e o G2 no semestre, não dispondo de amparo legal para
justificar ausência;
c) não obteve, no mínimo, 75% de freqüência na disciplina, independente da nota
obtida, salvo nos casos que se enquadram na legislação específica (Decreto-Lei n°
1.044/69 Reed. Parecer CEB n° 6/98).
Art. 11°. Os resultados das avaliações são comunicados pelo professor em sala de aula, bem
como eletronicamente por meio do sistema do auto-atendimento.
Art. 12°. O aluno que discordar do resultado da avaliação poderá solicitar revisão com
exposição de motivos na Central de Atendimento ao Aluno, em documento endereçado ao
professor, com cópia ao Coordenador do Curso, no prazo de 5 (cinco) dias letivos após a
divulgação da nota.
Parágrafo Único: Caso não seja atendido pelo professor ou não concorde com a
solução recebida, poderá encaminhar pedido de reconsideração ao Coordenador do
Curso, por escrito, junto à Central de Atendimento ao Aluno do Centro Universitário, no
prazo máximo de 5 (cinco) dias letivos, contado a partir da data da resposta da revisão
solicitada ao professor.
Art. 13°. A presente resolução, após sua aprovação, passa a vigorar a partir do semestre
letivo de 2010/2, revogando-se as disposições em contrário.
23
ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO
COORDENAÇÃO DO CURSO
O Curso de Bacharelado em Comunicação Social com habilitalação em Jornalismo foi
coordenado pela Professora Irenides Teixeira, nos períodos de junho de 2003 a fevereiro de
2005 (designada pela Portaria 091 de 9 de junho de 2003), de fevereiro de 2006 a fevereiro
de 2008 (designada pela Portaria 203 de 1º de fevereiro de 2006) e de 1º de agosto de 2008
até então (designada pela Portaria 262 de 1º de agosto de 2008).
ATRIBUIÇÕES DO COORDENADOR
Pelo Regimento do CEULP, o coordenador do curso tem as seguintes atribuições:
1. Exercer a supervisão das atividades de ensino, pesquisa e extensão do Curso e
representá-lo junto às autoridades e órgãos do Centro;
2. Cumprir e fazer cumprir as decisões, bem como as resoluções e normas emanadas do
Conselho de Curso e dos órgãos superiores; integrar, convocar e presidir o Conselho
de Curso;
3. Supervisionar o cumprimento da integralização curricular e a execução dos conteúdos
programáticos e da carga horária das disciplinas;
4. Emitir parecer sobre matrículas, trancamentos de matrículas, transferências,
aproveitamento de estudos, adaptações e dependências de disciplinas e atividades,
para aprovação pelo Conselho de Curso;
5. Exercer o poder disciplinar no âmbito do Curso; tomar decisões ad referendum do
Conselho de Curso, em casos de urgência ou emergência comprovados; designar
secretário para as reuniões, bem como manter a ordem no desenvolvimento dos
trabalhos;
6. Acompanhar a freqüência dos docentes, discentes e pessoal técnico-administrativo;
zelar pela qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão; emitir parecer nos
processos que lhe forem submetidos;
7. Cumprir e fazer cumprir as normas constantes do Estatuto e do Regimento Geral,
assim como da legislação pertinente, emanada dos órgãos superiores;
8. Sugerir ao Conselho de Curso alterações curriculares e medidas que visem ao
aperfeiçoamento das atividades do Curso;
9. Desenvolver ações para avaliação permanente das funções do Curso e de suas
atividades de apoio técnico-administrativo; e
10. Delegar competência.
24
ATENÇÃO AOS DISCENTES
APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS
O CEULP estimula os cursos a promoverem congressos, seminários, simpósios, dentre
outros, que propiciem a participação dos alunos seja como organizadores, seja como
apresentadores de trabalhos. Dois exemplos disso são o Congresso Científico do CEULP que
acontece desde 1999 e a Jornada de Iniciação Científica que ocorre anualmente desde 2001.
APOIO PSICOPEDAGÓGICO
O CEULP possui um Núcleo de Atendimento Educacional Especializado (ALTERIDADE), que
é estruturado em três eixos: atenção aos alunos com deficiência, conceituados como aqueles
com impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial; atenção
aos alunos com transtornos globais de desenvolvimento; atenção aos alunos com dificuldades
particulares no processo ensino-aprendizagem.
De forma geral, nestes três eixos, busca-se oferecer um acompanhamento dos alunos em sua
vida acadêmica desde o processo seletivo até a conclusão do curso; promover a
conscientização de alunos e funcionários de seus direitos e deveres junto a instituição e
reconhecer potenciais deficiências e/ou necessidades que não tenham se apresentado como
tal em algum momento de sua vida acadêmica, mas que necessitem do devido
acompanhamento.
MECANISMOS DE NIVELAMENTO
Laboratório de Produção de Conhecimento
Esse laboratório tem como objetivo apoiar o acadêmico em disciplinas básicas para produção
do conhecimento técnico-científico.
As atividades são distribuídas nos laboratórios descritos a seguir e todos estão localizados na
sala 409, prédio 4.
Laboratório de Leitura e Produção Textual
Objetivo: Desenvolver habilidades de leitura, compreensão, interpretação e produção textual a
fim de aperfeiçoar a comunicação oral e escrita.
Laboratório de Produção de Conhecimento Matemático
Objetivo: oferecer assistência aos alunos na solução de problemas relacionados aos
conteúdos das disciplinas relacionadas à Matemática no CEULP, buscando propiciar
oportunidade de nivelamento bem como dar suporte e apoio à evolução dos alunos nas
disciplinas cursadas.
Laboratório de Instrumentalização Científica
Objetivo: disponibilizar apoio aos acadêmicos que o solicitarem quanto à utilização dos
instrumentos científicos, normas para formatação, citação, referenciação e apresentação de
trabalhos científicos, além de ser um espaço para discussão e ampliação do aprendizado.
OUTRAS AÇÕES
Reuniões do NAE (Núcleo de Apoio Educacional) em cada início do semestre com os
professores que atuam nos primeiros períodos dos cursos, de forma a desenvolver um
trabalho de nivelamento dentro das próprias disciplinas.
Reuniões com os professores responsáveis pelas disciplinas institucionais (as disciplinas que
perpassam todos os cursos da IES, a saber: Comunicação e Expressão, Instrumentalização
Científica, Sociedade e Contemporaneidade e Cultura Religiosa), já que a maior parte destas
25
disciplinas está nos períodos iniciais dos cursos e cujo conteúdo e objetivos tem relação com
as maiores deficiências dos alunos, ou seja, leitura, escrita e interpretação.
ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS
O CEULP procura, constantemente, inovar na relação com o aluno. Uma das inovações
recentes é quanto a ferramentas que permitem o estabelecimento de uma rede social, através
da internet, que tem o objetivo de promover a relação entre alunos, egressos e professores da
instituição. Anteriormente à implantação da rede social é feito um trabalho diferenciado com
egressos, através de um formulário por meio do qual o egresso pode informar dados
pessoais, profissionais e de contato, como telefone e e-mail. O formulário pode ser acessado
aqui: http://ulbra-to.br/cursos/Comunicacao-Social--Jornalismo/Egressos
MEIOS DE DIVULGAÇÃO DE TRABALHOS E PRODUÇÕES DE ALUNOS
O CEULP/ULBRA Palmas procura valorizar a pesquisa científica e tecnológica e, em especial,
a formação do jovem discente. Para tanto, implantou, em maio de 2000, o Programa de
Iniciação Científica e Tecnológica – PROICT.
Dentro do PROICT, o CEULP instituiu a realização anual da Jornada de Iniciação Científica.
Nessa oportunidade, os trabalhos dos alunos são divulgados através dos anais, e os
trabalhos mais relevantes são premiados, por áreas de conhecimento, recebendo seu autor
troféu e certificado.
O curso de Jornalismo procura valorizar e divulgar as produções de seus alunos, dispondo
regularmente dos seguintes meios:
26
•
Jornal do CEULP/ULBRA;
•
EXPRO - Exposição das Profissões;
•
Portal (En)Cena: a saúde mental em movimento (www.ulbra-to.br/encena );·
•
Rádio acadêmica (www.radioulbrapalmas.com.br);
•
Singular Online (www.ulbra-to.br/sites/singular )
•
Publicação específica do SINGULAR – jornal laboratório;
•
Defesa pública dos Trabalhos de Conclusão de Curso;
•
Portal (www.ulbra-to.br);
•
Murais.
BOLSAS DE ESTUDO
São várias as formas de apoio que o CEULP/ULBRA mantém para o programa contínuo de
bolsas:
•
Bolsa Convênio: benefício concedido para alunos funcionários de empresas públicas
ou privadas conveniadas com o CEULP, na forma de desconto.
•
Bolsa Atleta: desconto concedido a alunos vinculados a atividades esportivas do
CEULP, que passaram por uma avaliação prática desportiva, realizada pelo
coordenador e/ou professor da área de Educação Física.
•
Bolsa Extensão: benefício concedido a alunos que atuam em projetos de extensão do
CEULP, na forma de desconto.
•
Bolsa Social: bolsa concedida a alunos de baixa renda, baseando-se no cálculo de
um CCS (Coeficiente de Classificação Social), que é classificatório.
•
Desconto Familiar: benefício concedido a alunos com dois ou mais familiares
matriculados no CEULP
•
Desconto Fidelidade: benefício concedido ao aluno oriundo do ensino médio da Rede
de Escolas da ULBRA ou graduado em qualquer unidade de ensino superior mantida
pela CELSP, na forma de um percentual.
•
Desconto Idade: benefício concedido a alunos com idade igual ou superior a 60
(sessenta) anos, na forma de percentual.
•
Bolsa de Iniciação Científica: benefício concedido a alunos que atuam em projetos
de pesquisa do CEULP, na forma de desconto.
•
Bolsa Monitoria: benefício concedido a alunos que atuam como monitores de
disciplinas oferecidas pelo CEULP, na forma de desconto.
•
Bolsa CELSP: benefício concedido aos membros da CEULSP, na forma de
percentual. A CELSP, através de regulamento próprio, definirá para cada semestre o
percentual a ser atribuído bem como os contemplados com o benefício.
•
Desconto Antecipação: desconto concedido ao aluno que antecipar todas as
mensalidades do semestre para os cursos de graduação, no ato da matrícula. O
desconto incide em todas as mensalidades.
27
PESQUISA
O grupo de Pesquisa “Comunicação, Cultura e Sociedade” do Curso de Comunicação Social
foi criado no segundo semestre de 2003. Formado por professores do Curso de Comunicação
Social, nas habilitações de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, cujas titulações variam de
Especialista a Doutor (em curso), o grupo surgiu com o objetivo de desenvolver pesquisas
aplicadas à Comunicação, com a participação de alunos.
LINHA 1
MÍDIA, CULTURA E IDENTIDADE
Esta linha de pesquisa parte de uma perspectiva interdisciplinar (Comunicação, Cultura,
Antropologia e História) e tem por objetivo principal analisar de que forma as relações
sócio-culturais interferem no processo da Comunicação interpessoal e midiática. Mais
especificamente, pretende estudar de que modo os meios de comunicação lidam com os
valores sócio-culturais, interferindo na construção do self, ou seja, na formação da
identidade de cada indivíduo, em seus respectivos contextos históricos.
Pesquisadores: Profa. MSc. Irenides Teixeira, Profa Esp. Kézia Reis de Sousa, Profa.
Dra. Maria de Fátima Rocha Medina e Profa. MSc. Valdirene Cássia da Silva.
LINHA 2
COMUNICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
Essa linha de pesquisa visa analisar o processo de comunicação nas organizações,
entendo-o como um conjunto de práticas que viabilizam a captação e organização de
informações e de conhecimento sobre tendências e oportunidades de mercado. Dentro
deste enfoque será analisada a contribuição da inteligência competitiva e da informação
no processo de comunicação. Também serão estudados o papel da comunicação na
aplicação de estudos prospectivos, e o desenvolvimento das tecnologias da informação
nas organizações. E, ainda, os processos comunicacionais na formação de parcerias e
alianças institucionais que visem um desenvolvimento local.
Pesquisadores: Prof. Esp. Edglei Dias Rodrigues, Prof. MSc. Fabiano Fagundes e Prof.
Esp. Renato Bichara Grilo.
LINHA 3
ESTUDOS DE RECEPÇÃO DA MÍDIA
Esta linha de pesquisa pretende contribuir para os estudos da Recepção, analisando não
simplesmente a forma pela qual o público interpreta os discursos das diversas mídias,
mas, em especial, o modo pelo qual resignifica as informações, os conhecimentos e as
ideologias que lhes são veiculados. Tal postura tem implicações de ordem teóricometodológicas. Implica em distinguir sem, de todo, dissociar os dois pólos do processo da
Comunicação, visto que os lugares da enunciação-produtor x receptor alteram-se
continuamente na iteração social.
Pesquisadores: Profa. MSc. Irenides Teixeira, Profa. MSc. Jocyelma Santana dos
Santos, Prof. Esp. Vladimir Alencastro Feitosa e Prof. Esp. Wagner da Costa Quintanilha.
28
A seguir os projetos de iniciação científica que estão sendo desenvolvidos no curso de Curso
de Comunicação Social:
A poluição visual por meio das cores no espaço urbano e as
conseqüências psíquicas: um estudo de caso em Palmas – TO.
Pesquisadora: Profa MSc. Irenides Texeira
O corpo nas narrativas fotográficas no contexto escolar.
Pesquisadora: Profa MSc. Irenides Texeira
Jornalismo e novas mídias digitais: o uso do microblog Twitter pelos
jornalistas tocantinenses.
Pesquisadora: Profa MSc. Jocyelma Santana dos Santos Martins de Oliveira
Voz e performance na tessitura das palavras e do capim dourado: as
manifestações de artesãos do Tocantins.
Pesquisadora: Profa Dra Maria de Fátima Rocha Medina
Sementes de milho crioulo: resgate, propagação e criação de banco de
sementes, em Palmas, Tocantins.
Pesquisadora: Profa Dra Maria de Fátima Rocha Medina
Juventudes, hard rock e educação: rompendo fronteiras, cruzando
diálogos das culturas contemporâneas negadas e silenciadas na escola.
Pesquisadora: Profa MSc. Valdirene Cássia da Silva
Aprendizagem Organizacional através de uma rede de gestão de
conhecimento
Pesquisador: Prof. MSc. Fabiano Fagundes
PROJETOS DE PESQUISA
2011 – atual
O corpo nas narrativas fotográficas no contexto escolar.
A proposta defende a idéia de que a educação é um campo de interlocução entre os vários
saberes. E, nesse movimento, a escola vem se tornando um espaço de experiências
educativas, voltadas às questões contemporâneas, e se vê desafiada a educar gerações cada
vez mais ‘plugadas’ e versadas em mídia digital. No ato de se apropriar da linguagem
fotográfica, o indivíduo se constitui sujeito e autor da sua própria existência. Essa técnica de
registro imagético, na contemporaneidade, apresenta-se ao educador como uma linguagem
expressiva de extrema potência. Nesse movimento de tecer novas “realidades”, destaca-se o
corpo, como elemento da ordem do vivido, que será apreendido pelo olhar do outro. Na
atualidade, essa apreensão é potencializada pelo sentido que as tecnologias promovem,
buscando atender às várias demandas, próprias da contemporaneidade. Assim, o desafio que
se coloca é interpretar os sentidos construídos de corpo pelos jovens, a partir da linguagem
fotográfica, e sinalizar aos educadores as potencialidades da imagem como instrumento de
conhecimento.
29
Pesquisadora: Profa MSc. Irenides Teixeira
2011 – atual
Sementes de milho crioulo: resgate, propagação e criação de banco de sementes, em
Palmas, Tocantins.
A discussão sobre o papel da agricultura familiar no contexto brasileiro impulsiona o debate
sobre desenvolvimento sustentável, geração de renda e desenvolvimento local. No estado do
Tocantins, as ações voltadas ao agricultor são capitaneadas pela Secretaria da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento em parceria com as instituições de ensino, pesquisa e extensão
rural. A insipiência do Estado somada à falta de estudos relacionados ao agricultor familiar
tocantinense abre frentes inéditas de pesquisa e extensão rural que fortaleçam e resgatem
culturas tradicionais e economicamente viáveis. Nesse particular, insere-se a cultura do milho
crioulo. Durante décadas e até recentemente, acreditava-se que a hibridação (cruzamento)
era o método mais eficaz de melhoramento genético de milho para o aumento da
produtividade. Hoje já se sabe que existe a possibilidade de obtenção de milho variedade tão
produtivo quanto ao milho híbrido. O resgate de sementes de milho crioulo tem sido uma
prática nas diferentes regiões do país, principalmente nas comunidades tradicionais
(indígenas, quilombolas, associações). A etnia Krahô, fixada no Tocantins, por exemplo,
ocupou espaço amplo na mídia com matérias sobre o episódio do resgate das sementes, no
inicio do ano 2000, quando, em meio a disputas territoriais, perdeu-se grande variedade de
sementes tradicionais, entre elas as sementes de um tipo de milho indígena o põhypey. Pela
repercussão, e auxiliados por indigenistas da FUNAI, resgatou-se, em câmaras de
conservação de sementes da Embrapa, a referida semente. O ocorrido denota não apenas a
importância de resgatar cultura tradicional e economicamente sustentável, mas também a
ausência de qualquer banco de sementes no Tocantins, apesar da vocação agrícola da região
e do grande número de assentamentos agrícolas formados a partir de intervenções do poder
público. Nesse sentido, destaca-se, o Assentamento Mariana, criado no ano 2000 e localizado
acerca de 15 quilômetros da Capital
Pesquisadora: Profa Dra Maria de Fátima Rocha Medina
2010 - atual
Juventude, hard rock e educação: rompendo fronteiras, cruzando diálogos das culturas
contemporâneas negadas e silenciadas na escola
A proposta da pesquisa é investigar sobre a (inter)ação de jovens e suas práticas musicais,
em especial o hard rock, e como estes fruem e reconstroem sentidos através do universo da
música, rompendo fronteiras, cruzando diálogos das culturas contemporâneas. Visto que o
fazer escolar tem se centrado no ensinar e aprender dos saberes constituídos, consolidados e
validados institucionalmente e silenciadas outras dimensões igualmente importantes da
experiência cultural dos jovens..
Pesquisadora: Profa MSc. Valdirene Cássia da Silva
2010 - atual
Jornalismo e novas mídias digitais: o uso do microblo Twitter pelos jornalistas
tocantinenses.
Os desafios para o jornalismo com as mídias digitais ganharam novos contornos. É tempo de
pensar a construção de novos conceitos, ainda mais quando a modernidade traz a
30
possibilidade de praticamente qualquer um onde quer que esteja, seja um produtor de
conteúdos jornalísticos. Para tanto, só precisa de um ponto de acesso à internet, tendo um
celular na mão, um palm ou notebook. Ao propor a análise de como os jornalistas
tocantinenses estão aproveitando o microblog Twitter para carrear leitores e internautas para
seus conteúdos jornalísticos, este projeto de pesquisa busca analisar como se dão os
processos de produção de informação em ambiente digital mas também analisa se os
conteúdos são específicos para esta mídia ou são apenas reproduzidos de outros espaços
midiáticos. Além disso, é intenção verificar quais são os reflexos desta ocupação de território
para o profissional..
Pesquisadora: Profa MSc. Jocyelma Santana dos Santos Martins de Oliveira
2010 - atual
A poluição visual por meio das cores no espaço urbano e as conseqüências psíquicas:
um estudo de caso em Palmas TO.
Palmas-TO é a mais nova capital do país e com seus 20 anos já conta com problemas de
grandes metrópoles: crescimento desordenado, acidentes de trânsito, poluição visual. O
excesso de poluição visual pode provocar acidentes automobilísticos por tirar a concentração
dos condutores de automóveis. Os problemas causados pela poluição visual podem ser
inúmeros, é um fator que prejudica a saúde mental, pelo exagero da informação visual que
agride a sensibilidade psíquica. A importância desse trabalho terá como finalidade constatar a
influência das cores no Espaço Urbano e sua poluição visual, com suas conseqüências
psíquicas na cidade de Palmas-TO.
Pesquisadora: Profa MSc. Irenides Teixeira
2010 - atual
Aprendizagem Organizacional através de uma rede de gestão de conhecimento
Possibilitar que uma organização aprenda a partir do desenvolvimento de suas atividades é
um processo complexo, dada sua característica sistêmica. Cada pessoa, cada departamento,
fornecedor ou cliente são elementos que se relacionam constantemente, produzindo
conhecimento e experiências. Diante disso, este projeto tem como objetivo o
desenvolvimento de uma ferramenta capaz de armazenar, disseminar e reaproveitar o
conhecimento produzido pelas organizações, explorando as potencialidades oferecidas pelas
Redes Sociais Web, Folksonomia, Learning Object Model (LOM) e mecanismos de
inteligência artificial para disseminação de conhecimento.
Pesquisador: Prof. MSc. Fabiano Fagundes
2009-2010
Voz e performance na tessitura das palavras e do capim dourado: as manifestações de
artesãos do Tocantins.
Espalhadas por distantes localidades do Tocantins há comunidades que potencialmente
podem ser celeiros de tradição oral, especialmente naquelas em que até pouco tempo não
havia sinal de televisão. O projeto Voz e performance na tessitura das palavras e do capim
dourado: as manifestações de artesãos do Tocantins tem como foco de atenção as
manifestações orais da Comunidade Mumbuca To. A fim de colaborar na revitalização e
preservação de tesouros preciosos da tradição oral, o objetivo desta pesquisa é conhecer,
31
valorizar, registrar, catalogar e analisar obras (ZUMTHOR, 1997) da tradição oral dos
informantes que vivem no povoado. Embora conscientes das peculiaridades de tal assunto,
como também das limitações e das perdas ao registrar tão relevante tesouro, é necessário
fazê-lo a fim de que as riquezas da oralidade não caiam definitivamente no esquecimento.
Interessa saber se os moradores desse vilarejo, que aprenderam a tecer o capim dourado
com as gerações passadas e, atualmente, ensinam o ofício aos mais novos, tecem as vozes
com as mesmas habilidades, graça e perfeição com que eles tecem as belíssimas peças de
artesanato. E como tais vozes são produzidas, manifestadas e preservadas. O resultado será
a devolução do material à comunidade em forma de coletânea de textos impressa e registro
documental fotográfico e video.
Pesquisadora: Profa Dra Maria de Fátima Rocha Medina
Co-autora: Profa MSc. Irenides Teixeira
2008-2009
(Des)Apropriações Estéticas e (Re)Construções de Sentido no Caderno Especial do
Jornal do Tocantins.
O projeto tem como objetivos: Identificar e analisar os elementos visuais presentes na
linguagem fotográfica reutilizados nos Cadernos Especiais do Aniversário de Palmas,
editados pelo JTO; Entender como se configuram os interesses político-ideológicos do Jornal
do Tocantins ao reutilizar imagens já publicados pelo jornal a cada edição dos Cadernos;
Conhecer como esses discursos fotográficos se tornam práticas discursivas no JTO a cada
edição dos Cadernos..
Pesquisadora: Profa MSc. Irenides Teixeira
2007-2010
Desenvolvimento de um Portal a partir da definição de uma Ontologia para o domínio
fauna e flora do Parque Estadual do Cantão.
O projeto tem como objetivos: elaborar um monitoramento faunístico e florístico do Parque
Estadual do Cantão PEC; Registrar o parque por meio de documentação fotográfica; coletar,
organizar, armazenar e disseminar os dados relativos a essas pesquisas, de forma a fornecer
os conhecimentos para subsidiar as tomadas de decisões no tocante à conservação e manejo
da fauna e flora local; desenvolver o Portal do Cantão.
Pesquisadores:
Profa MSc. Irenides Teixeira (Curso de Comunicação Social)
Profa MSc. Parcilene Fernandes de Brito (Curso de Sistemas de Informação)
Prof MSc. Fabiano Fagundes (Curso de Sistemas de Informação)
Prof MSc. Jackson Gomes de Sousa (Curso de Sistemas de Informação)
Prof MSc. Pedro Heber Estevam Ribeiro (Curso de Ciências Biológicas)
32
2007-2009
A etnomatemática e os discursos dos professores de uma escola de Caseara: um olhar
sobre o Parque Estadual do Cantão (PEC)
omo área cobiçada por turistas e investidores, o Parque Estadual do Cantão (PEC) desperta
curiosidade, também, em pesquisadores das mais diversas áreas. Os pesquisadores do
CEULP se interessam pela sustentabilidade do parque, que deve ser assumida pelas pessoas
nascidas no entorno. Para isso, elas precisam conhecer significativamente o PEC para, não
somente preservá-lo, como também defendê-lo. Nesse caso, a escola tem grande relevância,
por ser espaço interdiscursivo privilegiado entre professores e alunos que podem socializar e
transformar os saberes empíricos e as experiências pessoais em novas e significativas
aprendizagens. Assim, este projeto surgiu da curiosidade em saber como o PEC aparece nos
discursos dos professores e na prática da etnomatemática em escolas do entorno. De caráter
qualitativo, a pesquisa descritiva tem como delineamento o estudo de caso. O objetivo geral é
descrever, analisar e interpretar a prática da etnomatemática e os discursos dos professores
de uma escola de Caseara que abordem sobre o Parque Estadual do Cantão. Os vinte e um
professores de uma escola estadual são os informantes da pesquisa. A coleta de dados será
realizada por meio de entrevista semi-estruturada, observação não-participante e análise de
documentos escolares. Os dados, em forma de discursos (orais e escritos) dos professores a
respeito do PEC e seu entorno, primeiramente, serão selecionados e catalogados por temas
ou conceitos. Por exemplo, tema religioso, político, biológico (fauna e flora), cultural e
pedagógico; ou conceito acerca de parque de preservação ambiental, conceito de
sustentabilidade, etc. No momento da organização, novos temas ou conceitos certamente
aparecerão. Também o material extralingüístico será organizado e catalogado por tema ou
conceito. Após a catalogação, será realizada análise e, em seguida, o material recolhido e
sistematizado, passará pelo processo de interpretação a partir das teorias que sustentam a
pesquisa.
Pesquisadora: Profa Dra Maria de Fátima Rocha Medina
33
EXTENSÃO
Sob o enfoque da extensão, o Curso de Comunicação Social – habilitação em Jornalismo
procura desenvolver atividades com objetivo de sensibilizar os acadêmicos em relação a sua
responsabilidade em uma sociedade cada vez mais “tecnológica”, participando assim no
desenvolvimento da sociedade, atuando na interação com o mercado.
O curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo promove diversas atividades
de extensão, cujo foco é aproximar-se da comunidade, compartilhando saberes e
oportunizando experiências, visando sempre a melhoria das práticas educacionais e dos
ambientes sociais em que ocorrem.
Os alunos participam de eventos da instituição que tem como foco a comunidade externa,
como a Exposição das Profissões (EXPRO), evento que ocorre anualmente no CEULP e tem
por objetivo fornecer um intercâmbio entre alunos de outros cursos, centros universitários e
escolas, proporcionando ao acadêmico e aos visitantes um maior conhecimento sobre a área
de atuação do curso.
No âmbito do curso, os alunos têm participado de programas de extensão, como: Palestras,
programas que ensejam a questão da responsabilidade social e atividades de cunho
acadêmico. A seguir, é apresentada uma breve descrição dos projetos de extensão ativos:
2003 - atual
SINGULAR
Desde 2003, o curso de Comunicação Social oferece ao aluno espaços para vivenciar a
atividade profissional através dos jornais-laboratório "Singular", nas versões impressa e
eletrônica. O objetivo das publicações, que tem periodicidade diferenciada em razão de suas
características intrínsecas, é oferecer ao acadêmico a oportunidade de estar frente a frente
com fontes reais, com a redação jornalística e com o processo de edição e editoração. O
Singular, versão impressa, é produzido semestralmente, sendo vinculado as disciplinas
Redação e Produção Jornalística 1 - Jornal, que funcionam interligadas à Agência de Notícias
do curso. Já o Singular eletrônico é também atualizado diariamente, com assuntos pautados
pelas turmas de Redação e Produção Jornalística. A versão sofreu modificações para o
semestre 2011/1.
Coordenação: Profa MSc. Jocyelma Santana dos Santos
2004 – atual
RÁDIO AGROTINS
Desde 2004, o curso de Comunicação Social do CEULP realiza um trabalho jornalístico via
rádio. Esse trabalho é a base de comunicação da Agrotins, uma feira que ocorre anualmente,
na capital Palmas-TO. Os alunos do curso de Comunicação Social – sob orientação de um
professor – operam a rádio interna da feira, produz matérias e realizam entrevistas durante os
dias do evento, considerado um dos mais importantes do setor de Agronegócios da Região
Norte. Esse evento é um espaço para a consolidação da imagem institucional do curso de
Comunicação Social do CEULP como formador de profissionais capacitados para o exercício
das respectivas profissões.
Coordenação: Prof Esp. Wagner da Costa Quintanilha
34
2005 atual
CAMINHADA FOTOGRÁFICA
A fotografia enquanto meio de manifestação é uma linguagem dotada da expressão do
observador, que contribui, por meio de seu registro, para a construção da identidade social e
cultural do indivíduo. Levando a comunidade palmense a conhecer sua realidade por meio da
fotografia, serão proporcionados debates acerca do discurso fotográfico e suas contribuições
para a construção da identidade sócio-cultural e posteriormente o desenvolvimento da
cidadania por meio da memória visual. O objetivo geral desse projeto consiste em
desenvolver através da aplicação de técnicas de documentação fotográfica, a percepção, a
observação, a análise e a identidade social do indivíduo.
Coordenação:
Profa MSc. Irenides Teixeira e Prof. Esp. Vladimir Alencastro Feitosa
2008 - atual
FESTIVAL DA COMUNICAÇÃO - FESTCOM
A proposta do projeto contribui para a integração dos alunos de Jornalismo e Publicidade,
além de ofertar a oportunidade de aprendizado, seja aliando a técnica à prática, ou com o
contato direto com os assuntos que serão discutidos nas palestras. A idéia do evento é
introduzir os alunos aos estudos de comunicação de maneira mais profunda, bem como às
novas tendências que surgem de maneira bastante veloz. Entre os principais objetivos do
evento, estão o direcionamento da discussão de temas pré-estabelecidos, principalmente aos
alunos do CEULP/ULBRA.
Coordenação:
Profa Esp. Kézia Reis de Souza e Prof. Esp. Renato Bichara Grilo
2008 - atual
DIÁLOGOS CULTURAIS
A proposta do projeto “Diálogos Culturais - ciclo de palestras em Comunicação, mídia e
cultura” se justifica pelo acelerado movimento social e os discursos que os meios imprimem
sobre esses movimentos, agendando muitas vezes o posicionamento público frente aos fatos
e aos acontecimentos. O curso de Comunicação Social, em suas várias habilitações, precisa
acompanhar esses movimentos e tomar para si a responsabilidade de conduzir o seu corpo
discente para a prática de estudos mais avançados e reflexões mais amadurecidas quanto
aos fenômenos contemporâneos. O projeto tem como objetivo refletir sobre as temáticas
contemporâneas que perpassam a comunicação, a mídia e a cultura, oportunizando um
momento de integração, reflexão e construção do conhecimento.
Coordenação: Profa MSc. Valdirene Cássia da Silva
2009 - atual
RÁDIO ITINERANTE
Esse trabalho oportuniza aos alunos, profissionais de comunicação e comunidade em geral,
um espaço de discussão democrática
dos problemas de determinada comunidade,
aproximando os moradores do poder público, propondo alternativas para resolver os
problemas mais urgentes, dentro da visão do Jornalismo Comunitário, por meio da disciplina
Radiojornalismo.
35
Coordenação: Prof Esp. Wagner da Costa Quintanilha
2009- atual
SEMINÁRIO DE PESQUISA EM COMUNICAÇÃO
O Seminário de Pesquisa em Comunicação Social é um projeto desenvolvido por professores
e alunos da disciplina Pesquisa Aplicada a Comunicação – Metodologia, e tem como proposta
promover o contato entre acadêmicos e produções cientificas da área, por meio de palestra
ministrada por pesquisador convidado, apresentação de projetos de pesquisa da disciplina
equivalente e exposição de artigos científicos elaborados por acadêmicos do curso.
Coordenação: Profa MSc. Valdirene Cássia da Silva
2010 - atual
COMUNICAÇÃO EM AÇÃO
A proposta do projeto “Comunicação em Ação” se justifica pela necessidade de promover a
aproximação entre os estudantes de Comunicação Social – Jornalismo e Publicidade e a
comunidade em geral, utilizando como estratégia a disciplina de Projeto Experimental – Ação
Comunitária, cujo objetivo é desenvolver projeto de ação com ênfase na responsabilidade
social, sob o enfoque da comunicação, junto a entidades de caráter social e beneficente. O
projeto se justifica pela importância de se propiciar aos acadêmicos a oportunidade de pôr em
prática as teorias e técnicas aprendidas durante o curso, com ênfase na responsabilidade
social do profissional, em prol de uma entidade ou instituição de caráter beneficente.
Coordenação: Profa MSc. Jocyelma Santana dos Santos
2010 – atual
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO INTEGRADA
O Projeto da “Agência de Comunicação Integrada”, subsidiado pelo CEULP/ULBRA e
hospedado junto ao Departamento de Comunicação Social, atua como geradora de conteúdo
jornalístico e publicitário para a Universidade, movimentos sociais e setores organizados da
sociedade civil por meio de convênio para produção de projetos de Comunicação,
Publicidade, Geração de conteúdo e Assessoria de Imprensa. A Agência de Comunicação
Integrada possibilita aos alunos vivenciar a realidade do mercado de trabalho. Sua atuação
está focada no desenvolvimento de projetos, entre campanhas publicitárias e identidades
visuais para clientes internos da faculdade (núcleos, cursos, setores) como a divulgação das
semanas acadêmicas, projetos de pesquisa e extensão e trabalhos sociais.
Coordenação:
Prof. Esp. Renato Bichara Grilo (Curso de Publicidade e Propaganda)
2011 - atual
RÁDIO ULBRA PALMAS (WEB)
O projeto da Web “Rádio ULBRA Palmas” tem como objetivo proporcionar um novo meio de
informação e de divulgação das atividades acadêmicas desenvolvidas pelo curso de
comunicação social, bem como, a abertura à participação dos demais cursos da instituição
em sua grade de programação. A Web Rádio será um importante instrumento de socialização
da universidade com a comunidade, fator de relevância nas discussões de projetos
pedagógicos, que expressam a necessidade dessa didática.
36
Coordenação: Prof Especialista Wagner da Costa Quintanilha
2011 - atual
(EN)CENA: A SAÚDE MENTAL EM MOVIMENTO
O presente projeto propõe a criação de um espaço virtual para a divulgação de material
referente ao campo da saúde como um todo e, em especial, ao campo da saúde mental. A
proposta em questão visa dar prioridade às experiências que se caracterizam como
estratégias substitutivas ao modelo hegemônico em saúde. As funções de tal espaço virtual
abarcam o estímulo à produção acadêmica, o fomento às discussões de relevância social ao
território em que se insere, estimulando, portanto, a pesquisa e o ensino direcionados às
demandas regionais e municipais na temática da Saúde Mental. A criação de um espaço que
publique as experiências realizadas em Saúde Mental, principalmente de Palmas e região, é
uma forma coerente de unir a extensão à pesquisa e ao ensino. Para tanto, as publicações
que constarão nesse espaço deverão incluir textos, imagens ou vídeos que ultrapassem a
ordem técnico-acadêmica, incluindo, portanto, manifestações artístico-culturais originadas e
relacionadas aos serviços de saúde.
Coordenação:
Profa MSc. Irenides Teixeira (Curso de Comunicação Social)
Prof MSc. Mardônio Parente de Menezes (Curso de Psicologia)
Profa MSc. Parcilene Fernandes de Brito (Curso de Sistemas de Informação)
Professores colaboradores:
Prof. MSc. Victor M de Melo e Prof. MSc. César Gustavo Moraes (Curso de Psicologia)
Profa MSc. Jocyelma Santana e Profa Valdirene Cássia (Curso de Comunicação Social)
Prof. MSc. Fabiano Fagundes e Prof. MSc. Jackson Gomes de Sousa (Curso de
Sistemas de Informação)
37
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DAS DISCIPLINAS DE ASSESSORIA E
CONSULTORIA EM COMUNICAÇÃO E GESTÃO DA COMUNICAÇÃO INTEGRADA DO
CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL – JORNALISMO
I – DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º – O presente regulamento destina-se a normatizar as atividades das disciplinas de
Assessoria e Consultoria em Comunicação e Gestão da Comunicação Integrada do
curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo do
Centro
Universitário Luterano de Palmas CEULP.
Art. 2º – As disciplinas de Assessoria e Consultoria em Comunicação e Gestão da
Comunicação Integrada, compreendidas como atividades de estágio, constituem
atividades curriculares imprescindíveis para a conclusão do curso de Comunicação
Social e, tendo em vista a necessidade de atividades de supervisão específica pelo
professor, serão consideradas como disciplinas regulares, passíveis, pois, de
matrícula.
Art. 3º – Entende-se por Estágio atividade prática realizada pelo acadêmico no decorrer do
curso, com a supervisão de um professor designado para essa atividade. Portanto,
Estágio é atividade obrigatória do curso de Comunicação Social – Jornalismo do
CEULP para consolidar as competências estabelecidas no seu Projeto Pedagógico,
permitindo, assim que os conhecimentos, habilidades e atitudes se concretizem em
ações, voltadas às dimensões humanas, do conhecimento, da práxis e dos
princípios éticos dos relacionamentos interpessoais, vinculadas ao Curso de
Jornalismo,
envolvendo:
planejamento,
pesquisa,
implementação,
acompanhamento e avaliação.
Art. 4º – É objetivo do Estágio oportunizar ao acadêmico o exercício dos conhecimentos
adquiridos através da atuação prática, bem como proporcionar o desenvolvimento
de habilidades e competências pessoais e profissionais.
Art. 5º – O acadêmico deverá ser orientado, acompanhado e avaliado em suas atividades
de Estágio através de instrumentos próprios, conforme determinação da disciplina.
Art. 6º – O Estágio constitui-se como duas disciplinas do curso, com 4 (quatro) créditos e 68
(sessenta e oito) horas/aula cada uma, podendo ser realizado em organizações
conveniadas, com duração de um ano.
Parágrafo único – Horas excedentes efetuadas em Estágio não serão computadas
para a integralização de tempo útil. As mesmas serão apresentadas
ao Conselho de Curso para verificar se acaso estas horas poderão
ser utilizadas em atividades complementares.
II – Do Estágio
Art. 7º – As atividades de Estágio, desempenhadas na organização serão definidas em função
primeiro da formação do acadêmico, bem como do que a organização necessita, as
quais atenderão solicitações aprovadas pela Coordenação de Estágio e ou
Coordenação do Curso.
Art. 8º – As atividades de Estágio conveniadas deverão ser definidas em função da
formação dos acadêmicos e das exigências da organização, onde serão realizadas
38
e em conformidade com o acordo prévio entre esta e o Curso de Jornalismo –
CEULP/ULBRA.
III – Das atribuições dos Professores Supervisores
Art. 10º – A supervisão de Estágio será de responsabilidade dos professores das disciplinas,
respeitando a abordagem interdisciplinar pela articulação entre as disciplinas
fundamentais e complementares com as práticas midiáticas apresentadas no
Projeto Pedagógico do curso de Jornalismo – CEULP.
Art. 11º – Os convênios, vagas de estágios e demais possibilidades serão analisadas e
liberadas pelos professores das disciplinas, em comum acordo com os acadêmicos.
Parágrafo único – Os convênios e acordos operacionais de Estágio serão celebrados com
a anuência e assinatura da Coordenação do curso de Jornalismo do CEULP e das
organizações.
Art. 12º – São obrigações dos professores supervisores de Estágio:
I–
elaboração do plano de ação para as atividades de planejamento do trabalho,
orientação e avaliação dos alunos;
II –
divulgação e acompanhamento do cumprimento das normas regulamentares
do Estágio;
III – contato com os responsáveis das organizações, definição e seleção onde
serão desenvolvidos os Estágios;
IV – registro da documentação das atividades realizadas no Estágio e sua
divulgação;
V–
controle dos diários de classe e ata final das atividades de Estágio.
IV – Das atribuições da Coordenação de Estágio
Art. 13º – Assinar convênios celebrados através de instrumento legal efetivado entre o curso
de Jornalismo – CEULP e as organizações.
Art. 14º – Indicar professores e supervisores de Estágio, levando em consideração experiência,
titulação e qualificação profissional.
V – Das obrigações do aluno estagiário
Art. 15º – Conhecimento do Regulamento das disciplinas de Assessoria e Consultoria em
Comunicação e Gestão da Comunicação Integrada, para saber dos seus direitos,
deveres e procedimentos.
Art. 16º – Conhecimento das cláusulas contratuais dos convênios do CEULP com a
organização onde será realizado o Estágio.
Art. 17º – Elaboração de relatório final de Estágio, bem como o cumprimento de todas as
normas previstas no Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 18º – Cumprimento das proposições do Estágio com ética e competência.
39
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
REGULAMENTO DA PRODUÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art 1º - O presente regulamento tem como finalidade normatizar as atividades referentes à
elaboração do Artigo Científico, requisito para obtenção do título de Bacharel em
Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo.
DO ARTIGO CIENTÍFICO
Art. 2º - O Artigo Científico consiste no trabalho de conclusão de curso, individual, de
pesquisa, elaborado sob a orientação de um docente Orientador, preferencialmente do curso
de Comunicação Social, com titulação mínima de especialista, e deverá seguir o modelo
aprovado pelo Conselho de Curso.
Parágrafo único - O tema de pesquisa do Artigo Científico deve estar relacionado com a área
de Comunicação Social, conforme linhas de pesquisa do curso definidas pelo Conselho do
Curso.
Art. 3º - Para a elaboração do Artigo Científico, o acadêmico deve estar aprovado na
disciplina de Pesquisa Aplicada à Comunicação – Metodologia e matriculado regularmente
em Produção de Artigo Científico.
Art. 4º - O acadêmico admitido na Instituição, por transferência, ou que já tenha cursado outra
graduação da área de Comunicação Social também deverá cursar as disciplinas Pesquisa
Aplicada à Comunicação – Metodologia e Produção de Artigo Científico.
Parágrafo Único - O objetivo geral do Artigo Científico é proporcionar ao acadêmico a
oportunidade de elaborar um trabalho escrito, sob orientação dos princípios que caracterizam
a pesquisa científica e seguindo as Normas Técnicas. Dessa forma, os alunos de graduação
poderão demonstrar o grau de habilitação adquirido, o aprofundamento temático, a reflexão
crítica, a consulta de referências especializadas e o aprimoramento da capacidade de
interpretação da sua área de conhecimento.
DA ORIENTAÇÃO E DOS ORIENTANDOS
Art. 5º - Cada acadêmico deverá escolher um professor orientador, do Curso Comunicação
Social. Poderá ainda ter co-orientador interno ou externo ao Curso de Comunicação Social
desta Instituição, desde que aprovado pelo Conselho do Curso. O nome do co-orientador, se
houver, deve constar em todos os documentos e relatórios entregues pelo Acadêmico.
Parágrafo único – Na situação em que o acadêmico não encontre nenhum professor que se
disponha a assumir a orientação, o mesmo deve procurar a Coordenação do TCC, se houver,
a fim de que este lhe indique um orientador. A Coordenação deve levar em consideração,
para indicar o orientador, as normas desse manual e sempre que possível, a área de
interesse e/ou linhas de pesquisa dos professores, bem como a distribuição de orientandos
entre eles.
Art. 6º - No primeiro dia letivo, o acadêmico deverá entregar uma cópia do projeto de
pesquisa, aprovado na disciplina Pesquisa Aplicada a Comunicação – Metodologia ao
coordenador de TCC.
Art. 7º - A responsabilidade pela redação final do artigo científico, a ser apresentado, é
inteiramente do acadêmico que o elaborou.
40
Art. 8º - O acadêmico, na etapa de elaboração do artigo científico, terá junto ao professor
orientador e a Coordenação de TCC, quando houver, os deveres de:
I-
Preencher a inscrição de acadêmico e solicitação de orientador;
II-
Solicitar ao professor orientador que assine o aceite da orientação. Entregar o referido
formulário na recepção da Coordenação do Curso de Comunicação Social, no
máximo, nos primeiros 7 dias letivos do semestre.
III-
Frequentar os encontros e/ou reuniões especificadas pelo professor orientador
conforme cronograma;
IV-
Frequentar as reuniões convocadas pela Coordenação do Curso e/ou, quando houver,
pela Coordenação do TCC;
V-
Manter contatos semanais com o professor orientador para discussão, análise e
aprimoramento do trabalho;
VI-
Verificar e assinar, juntamente com o professor orientador, a Ficha de
Acompanhamento das Atividades da Produção de Artigo Científico, que deve ser
entregue pelo professor orientador, mensalmente, à Coordenação de TCC. A Ficha
deverá ser preenchida, pelo professor orientador e assinado por ambos, desde que
cientes do seu conteúdo. As atividades devem ser semanais e o acadêmico deve ter,
no mínimo, 75% de presenças, ou seja, de aproveitamento durante o semestre. É com
base na Ficha de Acompanhamento das Atividades da Produção de Artigo Científico
que as atividades serão controladas e o acadêmico assinará a Ata de presenças da
disciplina. É de responsabilidade do orientador, até o final do semestre, disponibilizar e
controlar as assinaturas dos seus orientandos na Ata de comparecimento na disciplina
(Ata única para toda a turma), que se encontra disponível na Coordenação do Curso.
VII-
Elaborar o artigo científico de acordo com o presente regulamento e manual de
normas de elaboração de Artigo Científico, baseado nas normas da Associação
Brasileira de Normas Técnicas.
VIII-
O acadêmico que, em sua pesquisa, aplicar questionários ou entrevistas em
organizações externas, poderá solicitar à Coordenação de TCC que seja elaborada
Carta de Apresentação para essas organizações, bem como solicitar autorização do
Comitê de Ética da Instituição após o preenchimento da Folha de rosto para pesquisa
envolvendo seres humanos. Para isso o acadêmico deve fornecer as informações
necessárias para a elaboração da mesma.
IX-
Entregar o artigo científico dentro do prazo determinado pela Coordenação de TCC.
X-
Comparecer e apresentar oralmente, no Seminário de Pesquisa, promovido pelo curso
de Comunicação Social do CEULP/ULBRA, a versão final de seu artigo científico.
XI-
As questões não contempladas neste manual serão apresentadas e dirimidas pelo
Conselho de Curso.
Art. 9º- Cada professor orientador poderá ter no máximo 8 (oito) acadêmicos sob sua
orientação.
§ 1º: A carga horária mensal, por acadêmico, destinada à orientação do artigo científico
obedece às normas específicas em vigor no CEULP e será lançada por meio do documento
de aceite da orientação e acompanhada por meio da Ficha de Acompanhamento das
Atividades da Produção de Artigo Científico.
§ 2º: A troca de orientador só é permitida quando outro docente assumir formalmente, por
meio do documento inscrição de acadêmico e solicitação de orientador e aceite de orientação,
mediante aquiescência expressa do professor orientador substituído.
§ 3º: Caso o professor orientador desistir de alguma orientação, deverá o mesmo, informar os
motivos, por escrito, à Coordenação de TCC.
41
Art. 10º- O professor orientador tem, entre outros, os seguintes deveres específicos:
I-
Frequentar reuniões convocadas pela Coordenação do Curso e/ou Coordenação de
TCC, quando houver;
II-
Atender, semanalmente, seus orientandos, em horário, data e local, previamente
fixado;
III-
Assinar, juntamente com os demais membros da banca examinadora, os documentos
pertinentes e demais documentos mencionados neste manual;
IV-
Cumprir e fazer cumprir os regulamentos desse Manual.
DA ENTREGA DO ARTIGO CIENTÍFICO PARA APRESENTAÇÃO
Art. 11º - A data de entrega do Artigo Científico, pelos acadêmicos, para avaliação e o
intervalo de datas em que as apresentações desses trabalhos poderão ocorrer, deverão ser
definidas pela Coordenação de TCC, de acordo com o calendário acadêmico. O
agendamento da apresentação, como data e horário, bem como a definição dos avaliadores
(orientador do trabalho, coordenador de TCC, avaliador do CEULP, um avaliador de outra IES
e/ou, quando necessário, parecerista técnico), é de responsabilidade da Coordenação de
TCC, que, deverá divulgar o Seminário de Pesquisa.
Art. 12º - As 4 (quatro) vias impressas, assinadas pelo professor orientador do artigo
científico, deverão ser entregues e protocoladas na secretaria do curso. O acadêmico deverá
assinar o Protocolo de Entrega do artigo científico versão para apresentação. Cada avaliador
receberá uma cópia do artigo científico, no mínimo 8 (oito) dias antes do Seminário de
Pesquisa.
Parágrafo único – É de responsabilidade da Coordenação de TCC encaminhar os trabalhos
aos avaliadores.
DA AVALIAÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO
Art. 13º - A apresentação pública, no Seminário de Pesquisa, constituirá em uma exposição
oral de 20 minutos do acadêmico, onde será feita uma síntese do artigo científico. Após a
exposição, cada avaliador fará as suas considerações e questionamentos ao mesmo, em até
20 minutos, conforme ordem definida pela Coordenação de TCC.
§ 1º – O Coordenador de TCC deverá presidir o Seminário de Pesquisa. Na ausência ou
impedimento do mesmo, o Coordenador do Curso indicará um substituto com tal finalidade,
em tempo hábil.
§ 2º - Será fornecido aos avaliadores um certificado de participação como consultor técnicocientífico pela Coordenação do Curso.
§ 3º - Será fornecido ao acadêmico um certificado de participação e apresentação de trabalho
no Seminário de Pesquisa.
§ 4º – O avaliador que constatar cópias ou plágios durante a leitura do artigo científico deverá
comunicar à Coordenação de TCC, antes da data de apresentação. Quando isso acontecer o
acadêmico não fará a apresentação pública do trabalho e a situação será avaliada pela
Coordenação de TCC, juntamente com o professor orientador do trabalho.
§ 5º - Na apreciação do trabalho, cada avaliador, dará nota para cada item que compõem a
Ficha de avaliação. A avaliação ocorrerá em dois momentos: Na avaliação de G1, a nota do
orientador terá peso 6 e a nota do Coordenador de TCC terá peso 4. Na avaliação de G2, a
nota do orientador terá peso 5, a nota do Coordenador de TCC terá peso 1, a nota do
avaliador do CEULP/ULBRA terá peso 2 e nota do avaliador de outra IES terá peso 2. Assim
sendo, o Grau final do artigo científico resultará da média ponderada entre G1 e G2.
42
§ 6º - A Coordenação de TCC processará a nota de todos os avaliadores e divulgará a Nota
Final, após entrega da versão final do artigo científico. Cabe ao professor orientador informar
e acompanhar as recomendações finais dos avaliadores ao Orientando. Caso necessário, o
acadêmico terá prazo máximo de 5 (cinco) dias, após a apresentação, salvo outro prazo
estipulado, por consenso dos avaliadores e em conformidade com calendário acadêmico,
para a correção do artigo científico e entrega da versão final. Os avaliadores poderão
recomendar nas suas Fichas de Avaliação Individual que desejam rever e assinar o trabalho
antes da entrega final, sendo que, se desejarem fazer isso, deverão também assinar na
devida indicação do Protocolo de Entrega da Versão Final.
§ 7º - É de total responsabilidade do acadêmico todos os custos com o artigo científico, bem
como os instrumentos utilizados na apresentação.
§ 8º - Será aprovado o Artigo Científico que obtiver a nota final igual ou superior a 6 (seis).
Ressalta-se que não haverá substituição de grau, ou seja, não há recuperação da nota
atribuída pelos avaliadores.
§ 9º - Se reprovado, fica a critério do acadêmico continuar ou não com o mesmo tema de
artigo científico e com o mesmo orientador, no semestre seguinte. Caso o acadêmico faça a
opção em mudar de tema o mesmo deverá apresentar um outro projeto de pesquisa.
§ 10º - Ao acadêmico cujo artigo científico haja sido reprovado, é vedada uma nova
apresentação da mesma, qualquer que seja a alegação, no semestre da reprovação.
Art. 14º - A versão final, somente, será aceita se assinada pelo professor orientador e
entregue 01 (um) exemplar eletrônico (em CD), em arquivo único e em formato pdf e 01 (um)
exemplar impresso.
Art. 15º - Na entrega da versão final do artigo científico, o acadêmico deve assinar se autoriza
a divulgação do mesmo. O Certificado de participação e apresentação do artigo científico no
Seminário de Pesquisa ficará disponível para retirada do acadêmico, na recepção
Coordenação do Curso, após divulgação da nota final.
43
CORPO DOCENTE
TEMPO DE
MAGISTÉRIO NO
ENSINO
SUPERIOR
PROFESSOR
TITULAÇÃO
ANTÔNIO CÉSAR MELO
MESTRE EM CIÊNCIAS DO
AMBIENTE
11 ANOS
ESPECIALISTA EM DOCÊNCIA
EM ENSINO SUPERIOR
2 ANOS
ARI ARMANDO SCHULZ
CARLOS CLEMENTINO DE
ARAÚJO
ESPECIALISTA EM
ADMINISTRAÇÃO DE
MATERIAIS
CONCEIÇÃO APARECIDA
PREVIERO
DOUTORA EM ENGENHARIA
AGRÍCOLA
EDGLEI DIAS RODRIGUES
ESPECIALISTA EM AGENTE
DE INOVAÇÃO E DIFUSÃO
TECNOLÓGICA
TEMPO FORA
DO MAGISTÉRIO
NA ÁREA DE
FORMAÇÃO
15 ANOS
23 ANOS
9 ANOS
10 ANOS
12 ANOS
12 ANOS
16 ANOS
21 ANOS
FABIANO FAGUNDES
MESTRE EM CIÊNCIAS DA
COMPUTAÇÃO
13 ANOS
NÃO CONSTA
FERNANDO VIEIRA
MACHADO
MESTRE EM RELAÇÕES
INTERNACIONAIS
15 ANOS
11 ANOS
IRENIDES TEIXEIRA
MESTRE EM COMUNICAÇÃO
E MERCADO
13 ANOS
6 ANOS
JOCYELMA SANTANA DOS
SANTOS
MESTRE EM EDUCAÇÃO
13 ANOS
15 ANOS
KÉZIA REIS DE SOUZA
ESPECILISTA EM DOCÊNCIA
EM ENSINO SUPERIOR
4 ANOS
14 ANOS
MARIA DE FÁTIMA ROCHA
MEDINA
DOUTORA EM LETRAS
15 ANOS
25 ANOS
MARIA JOAQUINA BARBOSA
GOULART DA SILVA
MESTRE EM
DESENVOLVIMENTO
REGIONAL E
AGRONEGÓCIOS
4 ANOS
10 ANOS
PAULO BENINCÁ
MESTRE EM DIREITO
17 ANOS
23 ANOS
VALDIRENE CÁSSIA DA SILVA
MESTRE EM EDUCAÇÃO
10 ANOS
8 ANOS
VLADIMIR ALENCASTRO
FEITOSA
ESPECIALISTA EM
EDUCAÇÃO, COMUNICAÇÃO
E NOVAS TECNOLOGIAS
4 ANOS
5 ANOS
WAGNER DA COSTA
QUINTANILHA
ESPECIALISTA EM DOCÊNCIA
EM ENSINO SUPERIOR
2 ANOS
28 ANOS
44
INSTALAÇÕES
BIBLIOTECA
A Biblioteca Martin Luther CEULP atende a comunidade universitária, no âmbito do ensino,
pesquisa e extensão. Seu acervo cobre todas as áreas do conhecimento, para apoio às
atividades acadêmicas, científicas e culturais. Seu acervo é composto por livros, teses,
dissertações, monografias, trabalhos de conclusão de cursos, normas técnicas, folhetos,
periódicos, obras raras e históricas, fitas de vídeo, CD-ROMs, mapas e outros materiais
especiais. O acervo bibliográfico da área de Comunicação Social conta com 730 títulos e um
total de 2.540 volumes.
LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA
O CEULP conta com 15 laboratórios de informática, com um total de 221 computadores, 26
nobreaks, 3 impressoras e 2 televisores. As tabelas a seguir apresentam informações sobre
os laboratórios de informática.
ESPAÇO FÍSICO LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA
SALAS DE AULAS ÁREA (M²) CAPACIDADE
HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO
PRÉDIO 7 – Complexo de Informática
702 - Labin 1
45,7
25
8h às 22h
704 – Labin 2
44,9
40
8h às 22h
706 – Labin 3
43,9
25
8h às 22h
710 - Labin 4
60,4
40
8h às 22h
712 - Labin 5
60,4
40
8h às 22h
716 – Labin 6
42,1
30
8h às 22h
718 – Labin 7
44,8
30
8h às 22h
720 – Labin 8
43,9
30
8h às 22h
721 – Labin 9
44,7
40
8h às 22h
717 – Labin 10
59,0
40
8h às 22h
PRÉDIO 5 – Complexo Laboratorial
542 - Labin 542
42,5
25
8h às 22h
547 – Labin 547
45,4
40
8h às 22h
45
LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
Os Laboratórios do Curso de Comunicação Social do CEULP estão estruturados para atender
as habilitações de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, atendendo a filosofia da
Comunicação Integrada expressa no Projeto Pedagógico do Curso. Em função disso, todos
os espaços são compartilhados entre os acadêmicos de ambas as habilitações de forma que
egresso do CEULP compreenda a comunicação social em todas as suas vertentes.
Os ambientes estão localizados no Prédio 5 e 7 da Instituição, denominado de Complexo
Laboratorial e Complexo de Informática respectivamente. No primeiro pavimento, do prédio 5,
estão instalados o Laboratório de Fotografia, Estúdio Fotográfico, Laboratório de Produção
Radiofônica, Ilha de Edição e o Estúdio de Televisão.
No segundo piso, do prédio 5, encontram-se a Agência de Publicidade, Agência de Notícias,
Agência de Comunicação Integrada, Produção Gráfica e Multimídia, Centro de Memória da
Comunicação Social do CEULP (em fase de implantação), Núcleo de Estudos e Projetos e
Desenvolvimento de Produtos. Já no prédio 7 está instalado o Laboratório de Redação.
LABORATÓRIO DE FOTOGRAFIA - 86,8 m2
O Laboratório de fotografia oferece equipamentos, serviços e espaço físico adequados às
necessidades dos cursos de Comunicação Social - habilitações em Jornalismo e Publicidade
& Propaganda. Utilizam o laboratório os envolvidos nas disciplinas relacionadas às atividades
fotográficas.
O espaço divide-se em dois ambientes climatizados: a sala de processamento digital
possibilita o desenvolvimento de atividades práticas das disciplinas com atividades
fotográficas e a sala de processamento analógico que oportuniza a percepção e realização de
todo o processo fotográfico de revelação e ampliação em P&B.
ESTÚDIO DE FOTOGRAFIA - 37,12 m²
O estúdio de fotografia funciona de forma integrada com o Laboratório de Fotografia. O
mesmo oferece equipamentos, serviços e espaço físico adequados às necessidades dos
cursos de Comunicação Social - habilitações em Jornalismo e Publicidade & Propaganda.
Utilizam o laboratório os envolvidos nas disciplinas relacionadas às atividades fotográficas.
LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO RADIOFÔNICA - 43,70 m²
O Laboratório de Produção Radiofônica oferece aos alunos a oportunidade de experenciar, na
prática, a produção de peças midiáticas sonoras. O Laboratório atende ainda as demandas do
projeto da radio web.
O espaço físico do laboratório está adequado às necessidades das habilitações do curso de
Comunicação Social do CEULP. Possui dois estúdios e uma sala de produção, utilizada para
finalização de roteiros ou pesquisas de informações na internet.
O laboratório de produção radiofônica oferece horários compatíveis com as atividades do
curso, funcionando em todos os períodos da semana. Um técnico atende os usuários e
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realiza a manutenção necessária em todos os equipamentos. O ambiente também permite
que os usuários acessem à internet para a produção das atividades propostas.
LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO TELEVISIVA e ILHA DE EDIÇÃO - 112,13 m²
O Laboratório de Produção Televisiva oferece aos alunos a oportunidade de aplicar - na
prática - os conceitos teóricos apreendidos em sala de aula.
O laboratório conta com equipamentos de tecnologia de utilização profissional, com objetivo
de proporcionar os discentes uma formação alinhada com as tendências do mercado e de
possibilitar a criação de novos produtos por meio da experimentação. A utilização destes
equipamentos se destina à produção e finalização de vídeos publicitários e jornalísticos.
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO INTEGRADA - 87,47 m²
A Agência de Comunicação Integrada é o espaço onde os discentes dos cursos de
Jornalismo e Publicidade e Propaganda simulam o dia-a-dia de uma agência real de
comunicação. Compondo a estrutura da agência estão a Agência de Notícias e a Agência
experimental de Publicidade. A Agência possibilita aos alunos vivenciar a realidade do
mercado de trabalho. Sua atuação está focada no desenvolvimento de projetos, entre
campanhas publicitárias e identidades visuais para clientes internos da faculdade (núcleos,
cursos, setores) como a divulgação das semanas acadêmicas, projetos de pesquisa e
extensão e trabalhos sociais.
O ambiente é dividido em seis cabines. Em cinco delas existem mesas de reuniões para
encontros com os clientes, uma mesa de trabalho e armário para organização do material.
Há também um espaço destinado para o coordenador das atividades.
NÚCLEO DE ESTUDOS E PROJETOS - 41,90 m2
São três ambientes reservados para acompanhamento dos acadêmicos durante suas
atividades de Estudo e produção de pesquisa científica. Os professores têm horários
disponíveis para atendimentos das necessidades dos acadêmicos que apresentam
dificuldades no processo de ensino-aprendizagem e para o desenvolvimento de pesquisas de
iniciação científica.
LABORATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS - 41,90 m2
O laboratório de Desenvolvimento de Produtos se destina a prática da criação de produtos
publicitários e jornalísticos.
LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO GRÁFICA E MULTIMÍDIA - 41,90 m²
O Laboratório de Produção Gráfica e Multimídia é um espaço que se destina ao planejamento
e produção de projetos gráficos desenvolvidos pelos acadêmicos do curso de Publicidade e
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Propaganda e Jornalismo do CEULP. No local são desenvolvidos projetos de suporte às
demandas da Agência de Comunicação Integrada.
LABORATÓRIO DE REDAÇÃO - 59,0 m²
O Laboratório de Redação funciona no prédio 7, Complexo de Informática do CEULP/ULBRA.
Estão instaladas 18 máquinas com softwares adequados para redação de textos jornalísticos.
O laboratório é utilizado pelas disciplinas de Redação, Webjornalismo e Projetos
Experimentais.
CENTRO DE MEMÓRIA DA COMUNICAÇÃO SOCIAL DO CEULP/ULBRA - 13,65 m²
O espaço, em processo de implantação, será destinado para a organização e a produção da
memória institucional dos cursos de Comunicação Social do CEULP/ULBRA, que completam
10 anos no ano de 2011. Os conceitos que serão trabalhados sobre memória, acervo e
documentação darão conta da importância dos cursos de Jornalismo e Publicidade &
Propaganda para o CEULP/ULBRA e para a sociedade. A criação de um centro de memória
dará visibilidade à história dos cursos, de seus professores e acadêmicos, bem como os
projetos de pesquisa e extensão que foram desenvolvidos no decorrer de sua história.
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CONSIDERAÇÕES FINAIS
O presente Projeto Pedagógico foi pensado como um processo dinâmico, como é o próprio
processo comunicacional, incluindo nele o campo jornalístico. E este, dado dinamismo do
mercado profissional, constantemente passa por atualizações em suas atividades produtivas,
reflexo das transformações nos modos de produzir e disseminar informações, tem exigido
novas competências e habilidades. Para que o profissional formado pelo CEULP atenda as
demandas sociais e profissionais contemporâneas, este Projeto Pedagógico deve buscar
acompanhar essas mudanças através da flexibilidade curricular, mas, norteada pelas
dimensões que o sustentam.
Com o objetivo de consolidar seus pressupostos, aprimorar seus objetivos e atualizar a
proposta político-pedagógica, este projeto deverá passar por revisão e reformatação sempre
que necessário. Com isso, espera-se que aconteça uma avaliação consistente do processo já
desenvolvido e que sejam pensados os caminhos para os anos ulteriores.
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