A RELAÇÃO SAIS SOLÚVEIS-EFLORESCÊNCIAS NAS MATÉRIAS PRIMAS ARGILOSAS DO SUBGRUPO ITARARÉ DESTINADAS À FABRICAÇÃO DE CERÂMICA ESTRUTURAL. R.V.S. FLORÊNCIO (1) (1) Rua Dom Teodósio, 380. V. Albertina. CEP: 02356-020. Instituto de Geociências, Universidade de São Paulo, CEP 05422-970, São Paulo, SP, Brasil. email: [email protected] Resumo As argilas para cerâmica vermelha costumam conter teores variáveis de sais solúveis ricos em elementos alcalinos e alcalinos terrosos, do tipo sulfatos de cálcio hidratado, de magnésio, de sódio, de potássio, fluoretos e outros. Sua presença nas matérias primas em teores significativos pode provocar o surgimento de manchas (eflorescências) por toda a superfície das peças após moldagem/secagem e queima (quando posteriormente umedecidos). As referidas manchas afetam o aspecto estético e, nalguns casos (sais agressivos de Na e Mg), originam mesmo danos irreparáveis nos produtos finais. Neste estudo foram determinados os teores em sais solúveis das matérias primas argilosas do Subgrupo Itararé perspectivando-se a possibilidade do surgimento das possíveis eflorescências. O teor total de sais solúveis é dado em porcentagem pela razão da massa do filtrado seco pela massa de amostra ensaiada. Além desta análise submeteu-se também, os corpos de prova conformados em laboratório e para cada temperatura de queima considerada, ao ensaio de eflorescências. Este ensaio revela a tendência das manchas salinas poderem vir a ocorrer, através de um processo provocado de absorção de água e secagem rápida. O ritmito cinza apresentou maior tendência para o surgimento de eflorescências verificada pelo maior teor em sais solúveis. palavras chaves: sais solúveis, eflorescências, matérias-primas, cerâmica CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA E CIÊNCIA DOS MATERIAIS, 14., 2000, São Pedro - SP. Anais 01001 Abstracts Clays used to red ceramics use to have variable tenors of soluble salts rich in alcaline and earthen alcaline elements, like hydrated sulfates of calcium, of magnesium, of sodium, of potassium, of fluorides, and others. Their presence on raw materials at significant tenors can provoke the appearance of stains (eflorescences) all over the surface of the parts after the molding/dry and burning (when moisturized posteriorly). These stains affect the aesthetic aspect and, in some cases (aggressive salts of Na and Mg), can even bring irreversive damages on the final products. It were determined in this study the tenors on soluble salts from clayish raw materials from the Itararé Subgroup, perspectivating the possibility of the appearance of possible eflorescences. The total tenor of soluble salts is given in percentage by the rate of the mass of the dry filtrated with the mass of the testing sample. Aside this analysis, the test bodies conformated on laboratory and for each considered burning temperature, to the eflorescence test. This test reveal the occurrence tendency of the saline stains, through a process provoked by the absorption of water and rapid drying. The gray ‘ritmite’ presented major tencency to the appearance of eflorescence verified by the high tenor of soluble salts. keywords: soluble salts, eflorescences, raw materials, ceramic 1. INTRODUÇÃO Os sais solúveis, além da matéria orgânica, são considerados impurezas das matérias primas e que são capazes de afetar as massas cerâmicas de modo global, produzindo defeitos indesejáveis (manchas superficiais nas peças) (1). As referidas manchas recebem o nome de eflorescências podendo ter coloração esbranquiçada se os sais presentes forem do tipo sulfatos de sódio, potássio, cálcio e magnésio e surgem quer como defeitos de secagem ou queima (descolorações superficiais), quer depois da sua colocação em obra após períodos alternantes de umedecimento e secagem. Estas manchas CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA E CIÊNCIA DOS MATERIAIS, 14., 2000, São Pedro - SP. Anais 01002 podem também possuir uma coloração amarela ou esverdeada quando os sais solúveis presentes são de vanádio ou cromo. Estes defeitos são principalmente penalizadores em “tijolos face à vista” (2) ou em telhas, afetando diretamente o aspecto estético das construções, apesar de não interferirem, na maior parte dos casos, nas características tecnológicas dos produtos. Contudo, os sais de sódio e magnésio são considerados agressivos, podendo causar danos irreparáveis nas peças cerâmicas. O teor em sais solúveis em peças cozidas abaixo do qual não aparecem eflorescências é de 0,4% em peso(3) , ocorrendo manifestações externas quando o seu teor se situa acima desse valor. Estes autores consideram também que os sais solúveis formados durante a queima (K2SO4, Na2SO4, BaSO4, CaSO4, MgSO4, Fe2SO4) são diferentes daqueles das matérias primas, destacando a pirita presente nas argilas como responsável pelo surgimento de eflorescências, apesar de insolúvel mas de grande reatividade. Os sais causadores destes defeitos podem também ser originados nos gases liberados na combustão (que podem formar sulfatos) ou devidos à água de umidificação da massa cerâmica, que pode conter sulfatos, cloretos, nitratos, etc (4) . É importante ressaltar que a composição dos sais que aparecem no exterior das peças é diferente da composição dos sais que estão no seu interior. Justifica-se esta situação pelas diferentes solubilidades entre eles, resultando numa maior ou menor facilidade de arraste dos sais até a superfície das peças. Em produtos esmaltados, a ocorrência de sais solúveis pode impedir a aderência do mesmo à superfície das peças. Rugosidades nas superfícies dos esmaltes também podem ser devidas aos sais solúveis (principalmente sulfatos) O limite máximo de sais solúveis totais que vinha sendo permitido pela norma portuguesa NP 80 (1964) (5) era de 0,5%. Na regulamentação européia EN 771-1 (2000) (6) definem-se os limites possíveis para sais discriminados (sais de Na+, K+ e Mg2+). A determinação de sais solúveis nas matérias primas não é um fator determinante para o surgimento de eflorescências mas apenas um indicativo, pois além de parâmetros diretamente ligados à natureza das argilas (porosidade, absorção de água, granulometria), outros fatores devem ser relevantes e considerados no processo industrial (7) , tais como: sistema de exploração e método de formação da pilha, tipo de água utilizada durante a conformação (extrusão ou prensagem), pressão de extrusão, ciclo de secagem e tipo de secadores utilizados e, CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA E CIÊNCIA DOS MATERIAIS, 14., 2000, São Pedro - SP. Anais 01003 finalmente quanto à queima, a consideração do tipo de combustível utilizado e o ciclo de queima (temperatura, tempo de queima e atmosfera do forno). Existem diversas formas citadas na literatura para evitar e/ou eliminar o surgimento de eflorescências nos produtos cerâmicos, quer nas peças individuais quer após aplicação em obra (8), (9), (10). Outros problemas como liberação de SO2, SO3, de cloro e flúor, que são gases ácidos e tóxicos, de efeitos negativos à atmosfera do forno e ao meio ambiente também podem ser devidos à presença de sais solúveis. Influenciam também em outras propriedades das matérias primas cerâmicas como por exemplo, a plasticidade. A Tabela 1 resume as impurezas mais comuns nas argilas vermelhas, assim como a proporção máxima recomendada, no caso daquelas que afetam as massas de forma global, para fabricação de placas cerâmicas. Tabela 1 - Impurezas comuns nas argilas vermelhas utilizadas na fabricação de placas cerâmicas Impurezas que afetam as massas cerâmicas de argilas vermelhas Sais solúveis (Ca2+, SO42-) Matéria orgânica CaCO3 Caráter pontual % máxima aconselhável Pavimento Revestimento Poroso greisificado < 0,1 < 0,1 < 0,1 < 0,2 Não é impureza <3 Calcita, dolomita, pirita, carbono e biotita Para solucionar o sugimento dos defeitos originados pela presença de impurezas nas matérias primas deve-se considerar dois aspectos importantes: • a diminuição da variação nas características das matérias primas, otimizando-se as misturas e implementando-se melhorias no processo de homogeneização, através de meteorização - sob a ação dos agentes intempéricos as argila(s) recém extraída(s) sofrem lavagem (águas das chuvas) e desagregação, com eliminação dos sais solúveis, oxidação das piritas e diminuição dos tamanhos dos torrões; • a busca de matérias primas alternativas, de melhor qualidade, que se adaptem às inovações tecnológicas e à demanda de mercado. CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA E CIÊNCIA DOS MATERIAIS, 14., 2000, São Pedro - SP. Anais 01004 Para minimizar ou eliminar o surgimento das eflorescências de secagem no processo industrial, devida à presença de sais solúveis, é conveniente: • determinar a presença de sais solúveis através de controle das matérias primas, mediante observação direta do corte da jazida em período seco logo após um período de chuvas, realizar ensaios de secagem adequados das argilas a serem utilizadas nas massas cerâmicas e verificar a possível presença de cristais de gesso (sulfato de cálcio) nas matérias primas; • não utilizar a matéria prima que contenha sais solúveis ou recorrer a aditivos na mistura que inibam o aparecimento de sulfatos (carbonato de bário). Normalmente uma adição de 3%o de carbonato de bário (3 kg/tonelada de argila seca) é suficiente, acrescentando-se e homogeneizando-se as argilas paulatinamente, e em tempo suficiente para que se consiga a reação total. • utilizar um controlador de temperatura entre o forno e o secador para evitar a condensação direta dos gases de combustão sobre a superfície das peças e, conseqüentemente, o surgimento de eflorescências, quando não houver possibilidade de utilizar produtos (argilas ou combustíveis) com baixo teor de enxofre. • como a solubilidade dos sais aumenta com a subida da temperatura, é recomendável manter a temperatura dos secadores baixa durante a primeira fase e/ou diminuir a velocidade de secagem, para reduzir ou eliminar o surgimento de eflorescências. As eflorescências de queima têm sua origem, basicamente, na condensação dos gases de combustão sobre as peças, no início do cozimento. O processo decorrente é o mesmo que se verifica na secagem. No processo industrial podem ser evitadas da seguinte forma: • utilizar combustíveis que emanem gases com baixos teores de enxôfre; • utilizar matérias primas com baixos teores de enxofre (< 0,05%) (9); • aumentar a temperatura de queima; • aumentar a temperatura de extração dos gases de combustão; • levar ao forno ou fornalhas os produtos mais secos possível (para impedir a formação de ácido sulfúrico); • arejar as zonas onde podem ocorrer eflorescências, facilitando a passagem dos gases de combustão e liberar as saídas; Em paredes de tijolos face à vista, onde as eflorescências se instalem após colocação em obra, a única solução passa apenas por lavagens sucessivas com algum tipo de CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA E CIÊNCIA DOS MATERIAIS, 14., 2000, São Pedro - SP. Anais 01005 ácido (por exemplo o ácido muriático) e em seguida com água em abundância. Para evitar a instalação das eflorescências outra solução atualmente utilizada é a de impermiabilização das paredes com algum produto do tipo “hidrorrepelente” (7) ou utilizar um hidrofegante nas argamassas. 2. OBJETIVOS Este trabalho teve por objetivos estabelecer uma relação entre a presença de sais solúveis nas matérias primas cerâmicas argilosas do Subgrupo Itararé como indício de possível surgimento de eflorescências nos produtos finais. 3. MATERIAIS Neste estudo as matérias primas estudadas para a detrminação de sais solúveis são fácies argilosas do Subgrupo Itararé, correspondendo a ritmitos de coloração cinza e siltitos argilosos de coloração amarela, aflorantes no município de Indaiatuba (Estado de São Paulo). Para os ensaios de eflorescências foram utilizados corpos de prova conformados por extrusão a partir de massas cerâmicas elaboradas com as argilas individuais e com misturas entre elas resultando nas seguintes composições: Tabela 2 - Composição das massas básicas C1, C2 e C3. Matérias Primas Ritmito cinza (A) Siltito amarelo (B) Composições C1 C2 C3 33% 25% 20% 67% 75% 80% 4. MÉTODOS Para a determinação dos sais solúveis totais as amostras foram previamente moídas e passadas em peneira de 100 mesh ASTM (150 mm) e secas em estufa a 110ºC. O método analítico utilizado no Laboratório de Química de Materiais do CTCV seguiu a norma européia NP 80 (5). CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA E CIÊNCIA DOS MATERIAIS, 14., 2000, São Pedro - SP. Anais 01006 Assim, pesaram-se, em dois frascos de polietileno por amostra, aproximadamente, 25 g do material a ser analisado. Adicionaram-se 250 ml de água destilada a cada frasco e levouse a agitação mecânica por 8 horas, sendo então as amostras transferidas para tubos de vidro, filtradas e centrifugadas até ficarem transparentes. Os filtrados de cada amostra foram passados para bequeres de vidro, previamente tarados, submetendo-os à evaporação em estufa a temperatura não superior a 100ºC. Em seguida foram retirados e levados para um dessecador por 45 minutos para esfriar, pesando-se em seguida. Repetiu-se este procedimento até peso constante. O teor total de sais solúveis é dado em porcentagem pela razão da massa do filtrado seco pela massa de amostra ensaiada. Para os ensaios de eflorescências utilizou-se dois corpos de prova por amostra, os quais foram queimados às temperaturas de 850ºC, 925ºC, 1000ºC e 1075ºC. Os mesmos foram parcialmente imersos em água destilada por 24 horas e posteriormnete secos em estufa (110ºC) por 24 horas. Este ensaio simples resulta na avaliação visual dos corpos de prova para a constatação do surgimento de manchas ou colorações estranhas à superfície dos mesmos. A secagem acelerada em estufa facilita a saída de água do interior das peças, por capilaridade, com precipitação de sais solúveis à superfície, caso estejam presentes nas matérias primas. Este ensaio simples é apenas qualitativo, revelando, em linhas gerais, a tendência das manchas salinas poderem vir a ocorrer, através de um processo provocado de absorção de água e secagem rápida, conforme descrito no parágrafo anterior. Através de uma adaptação da norma ASTM C 67 (1992) (11) pode-se semiquantificar o surgimento de eflorescências variando-se as condições de umidade e temperatura do ambiente de realização dos ensaios. 5. RESULTADOS E DISCUSSÕES A Tabela 2 apresenta os resultados dos teores de sais solúveis totais (%) presentes nas matérias primas individuais. CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA E CIÊNCIA DOS MATERIAIS, 14., 2000, São Pedro - SP. Anais 01007 Tabela 2 - Porcentagem de sais solúveis totais para as matérias primas naturais. Matérias primas Ritmito cinza Siltito amarelo Sais solúveis totais (%) 0,3 0,1 A tabela 3 apresenta as amostras que manifestaram eflorescências após o ensaio de secagem acelerada. Tabela 3 – Ocorrência de eflorescências nas amostras estudadas Eflorescências MATÉRIAS PRIMAS ritmito cinza siltito amarelo C1 C2 C3 850ºC 925ºC 1000ºC 1075ºC _ _ _ _ _ ** _ ** ** ** * _ ** ** * _ _ _ _ _ * ocorrência vestigial; ** ocorrência média O ritmito cinza apresentou maior teor em sais solúveis (0,3%) do que o siltito amarelo (0,1%). Embora não tenham sido feitos os ensaios discriminados para especificação dos sais, pode-se observar que pela análise química do ritmito cinza, os teores respectivos de Na e K (0,50 e 3,79% ) são maiores com relação aos do siltito (0,07 e 2,42%), o que possivelmente facilitaria também a formação de sais desses elementos. O ritmito cinza apresentou eflorescências amarelo-esverdeadas na superfície dos corpos de prova, no intervalo de temperatura de 925ºC - 1000ºC. É possível que tenham se formado sais de vanádio, já que a temperatura de formação de vanadatos situa-se em torno dos 980ºC. Acima desta temperatura o pico de formação de vanadatos é ultrapassado e não surgem mais eflorescências. CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA E CIÊNCIA DOS MATERIAIS, 14., 2000, São Pedro - SP. Anais 01008 Nas composições C1 e C2, formuladas com maiores teores de ritmito cinza, a matéria prima com teor mais elevado em sais, o surgimento de manchas na superfície das peças foi mais evidente com relação à composição C3. 6. CONCLUSÕES Dos resultados acima pode-se concluir que as matérias primas argilosas com maiores teores em sais (ritmito) foram mais susceptíveis ao surgimento de eflorescências, fenômeno esse que também teria sido facilitado no intervalo de temperaturas de queima entre 925ºC e 1000ºC. A mesma tendência verificou-se nas composições formuladas com maiores proporções de ritmito cinza. Considerando-se a suscetibilidade desses materiais em produzirem esse tipo de defeito, alguns cuidados especiais deverão ser tomados sobretudo com relação à otimização das massas, ao tempo e modo de homogeneização, reduzindo-se assim o surgimento de eflorescências causadas pelo tipo de matéria prima. Referências Bibliográficas (1) SANCHEZ, E.; GARCIA, J.; GINÉS, F.; NEGRE, F. (1996). 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Dissertação de Mestrado. Campina Grande. Universidade Federal da Paraíba. 257p. Agradecimentos: Agradecimentos especiais ao conceituado CTCV (Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro – Coimbra) pelo apoio na realização da parte experimental em seus laboratórios de preparação de amostras e de caracterização e à Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES/MEC) pelo auxílio à bolsa que permitiu a realização dos experimentos no referido Centro de Pesquisa. CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA E CIÊNCIA DOS MATERIAIS, 14., 2000, São Pedro - SP. Anais 01010