CAPÍTULO 16 –
FINAL DO SÉCULO XIX NA EUROPA
AUTOR: Felipe Harrisberger de Godoy
INTRODUÇÃO
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É um período de produções baseadas em várias
tendências.
Alguns artistas tiveram envolvimento com o
Impressionismo, mas acabaram seguindo rumos
diversos.
Podemos afirmar que muitos artistas procuraram
não se ligar a nenhum movimento artístico.
Paul Gauguin (1848 – 1903)
a liberdade na escolha da cor
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Participou de exposição coletiva do movimento
impressionista.
A forma como usava as tintas – pura e áreas de cor
bem definidas – e a cor dos objetos – não imitam a
realidade.
A partir de 1890 viveu no Taiti e passou a retratar
a natureza e a vida simples de seus habitantes.
Jacó e o anjo, 1888.
Galeria Nacional da Escócia.
O cão vermelho, 1892.
Museu D’Orsay, Paris.
Paul Cézanne (1839 – 1906)
a geometria da natureza
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Iniciou sua carreira no Impressionismo.
Buscou representar as formas imutáveis nos seres:
as linhas.
Converteu os elementos naturais em formas
geométricas – cilindros, cones e esferas.
Exerceu forte influência sobre os artistas que
criaram a arte moderna, principalmente Pablo
Picasso com o seu Cubismo.
O castelo de Médan, 1879-1881.
Coleção Burrel, Glasgow.
Madame Cézanne, 1890.
Museu de Arte de São Paulo.
Vincent Van Gogh (1853 – 1890)
a emoção e a cor
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O elemento principal da sua arte era a cor – explosão
de cores.
Foi uma pessoa solitária, com uma trajetória difícil.
Vivenciou-se fases variadas:
Primeiro período – tradição holandesa do claro-escuro.
 Segundo período – breve contato com o impressionismo.
 Terceiro período – os registros ao ar livre do sul da França
(Arles).
 Quarto período – obras produzidas durante diversas
internações em manicômios.
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Enquanto vivo não teve reconhecimento.
Os comedores de batata, 1885.
Museu Van Gogh, Amsterdã.
Trigal com corvos, 1890.
Museu Van Gogh, Amsterdã.
Toulouse-Lautrec (1864 – 1901)
a vida breve e o traço rápido
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Viveu apenas 37 anos.
Buscou retratar os momentos verdadeiros da vida das
pessoas.
Artistas de circo, dançarinas, frequentadores de bares
e cabarés, prostitutas e anônimos eram os seus motivos
prediletos.
Sua característica marcante era a representação, com
poucas linhas, do contorno expressivo das figuras e o
movimento da realidade.
Captou a sociedade e o ser humano do final do século
XIX (Belle Époque).
Também ficou conhecido pela produção de cartazes
publicitários.
No circo Fernando: a amazona, 1887-1888.
The Art Institute, Chicago.
Yvete Guilbert saúda o público, 1894.
Museu Toulouse-Lautrec, Albi.
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Capítulo 16 – Final do século XIX na Europa