PROCESSO SELETIVO DE MONITORIA 2012
CURSO DE MEDICINA
DEPTO.
Nº
ÁREA DO CONHECIMENTO/
DISCIPLINA
PONTOS DA PROVA
1) Nomenclatur
a em cirurgia
Assepsia e
Antissepsia
2) Diérese,
Síntese e
Hemostasia
Cuidados c/ Animais
de
Laboratório
3) Pré e Pós
Operatório
4) Distúrbio
Hidroeletrolít
ico e Ácido
Básico
DESIN
01
Técnica Operatória,
Cirurgia
Experimental
e
Anestesiologia
1) Pré
anestesia e
controle pós
anestesia
2) Preenchimen
to da ficha
anestésica
3) Material
anestésico
básico na
sala de
operações
4) Monitorizaçã
o Transoperatória
5) Acessos às
Vias Aéreas
e tubagem
orotraqueal
Ética em cirurgia
6) Descrição e
prescrição
cirúrgica
7) Anestesia
Experimental
8) Paramentaçã
o Cirúrgica
Instrumentação
Cirúrgica
9) Fios e nós
cirúrgicos
10)
Respo
sta
Endócrino
Metabólica
BIBLIOGRAFIA
ao trauma
11)
Laparo
tomias e
toracotomias
+ revisão da
cavidade
1) Cicatrização
e Cirurgia
2) Infecção em
Cirurgia
3) Acessos
vasculares,
sondagens e
Punções
Reposição Volêmica
e
Hemoderiv
ados
4) Pâncreas e
Baço
Bases da vídeo
cirurgia
1) Anestesia
Local e
Bloqueios
Raquídeos
2) Anestesia
Geral e
relaxantes
3) Reanimação
Cárdiopulmonar
(drogas)
4) Reanimação
Cárdiopulmonar
(mecânica)
5) Traqueotomi
as e
Drenagem
Pleural
6) Choque
7) Nutrição
enteral e
parenteral
8) Defeitos da
Parede
Abdominal
Apendicectomia e
Colecistect
omia
9) Esôfago e
estômago
10)
Entero
anastomoses
e Ostomias
11)
Bases
da Cirurgia
Orificiais
12)
Fígado
e Vias
Biliares
DEPA
T
DMCF
02
Pediatria I
03
Anatomia
e
Fisiologia Patológica
04
Anatomia
Sistêmica
05
Histologia
06
Embriologia
Humana
1. Tecido ósseo
2. tecido
muscular
3. sistema
endócrino
4. sistema
nervoso
5. sistema
respiratório
6. sistema
digestivo e
glandulas
anexas
7. tegumento
8. órgãos
linfáticos
9. sistema
reprodutor
masculino
10. sistema
reprodutor
feminino
1. Reprodução
Gartner L., Hiatt J. Tratado de
histologia em cores. 3. ed. Rio
de Janeiro:
Ed Guanabara
Koogan, 2007.
Junqueira LC., Carneiro J.
Histologia básica. 11 ed., Rio
de Janeiro: Ed Guanabara
Koogan, 2008.
Gartner, L P., Hiatt James L.
Atlas colorido de histologia. 4
ed.
Rio
de
Janeiro:Ed
Guanabara Koogan, 2007.
AL1. BERTS, B.; JOHNSON, A;
humana
e LEWIS J.; RAFF, M.; ROBERTS,
primeira semana K.;
WALTER,
A.
Biologia
de
Molecular da Célula. 5a. ed.
desenvolviment
Editora. Artes médicas. Porto
o;
2. Período
pré- Alegre, 2010.
embrionário
2. 2. DE ROBERTIS, E.M.F. & HIB,
(segunda
semana
de J. Fundamentos da Biologia
Celular e Molecular. 4a. ed.
desenvolviment
o)
Editora Guanabara Koogan. Rio
3. Período
de Janeiro, 2006.
embrionário
(terceira
à 3. COOPER, G. M. A Célula:
oitava semana Uma Abordagem Molecular. 3ª
de
desenvolviment
o)
4. Período
fetal
(nona
à
trigésima oitava
semana
de
desenvolviment
o)
5. Teratogênese
DSES
07
08
Artmed Editora. Porto Alegre,
2007.
4. MOORE K. L. & PERSAUD T.
V. N. Embriologia clínica. 7ª
edição.
Editora
Guanabara
Koogan. Rio de Janeiro, 2010.
5. SADLER, T. W. Langman
1. Membrana
Embriologia
Médica.
11ª
plasmática
Editora
Guanabara
2. Sistema
de edição.
Koogan.
Rio
de
Janeiro,
2010.
endomembrana
s, Mitocôndrias
e peroxissomos
3. Citoesqueleto
Celular
4. Núcleo
5. Noções de DNA
e
replicação,
Transcrição
e
tradução
Citologia
DSCM
edição.
Saúde Coletiva I
Metodologia
Científica
Bioestatística
e
1. Conceitos
em
metodologi
a científica
2. Tipos de
monografia
s
3. Etapas na
realização
da pesquisa
4. Elementos
prétextuais
5. elementos
póstextuais
6. elementos
textuais
7. formatação
da
monografia
8. como se
apresentar
em público
9. projeto de
pesquisa
Nucleo de Pesquisa , Extensão e
Pós-graduação em Medicina,
Manual de Trabalho Científico,
2009.
ENFERMAGEM
1. Morfologia
Bacterian;
Interação
parasitahospedeiro;
3.
Treponema
pallidum
(sífilis);
4. Flora normal
do
corpo
humano;
2.
DPAT
01
Microbiologia
5.
Staphylococ
cus sp.
Bibliografia Obrigatória
1.
DMCF
DENC
02
03
Comp
onentes
Químicos da
célula
2- Mecanismos
genéticos
básicos
3- Estrutura da
Membrana
Plasmática
4- Transportes
da Membrana
Plasmática
5Compartimento
s Intracelulares:
organelas das
células animais
6- Respiração
CelularMitocôndrias
7- Mecanismos
de
Comunicação
Celular
8- Ciclo Celular
9- Apoptose
10- Noções de
Embriologia
Animal
Biologia/Citologia
Endemias
Amazônia
da
1. Programa
Nacional de
Imunizações.
2. Ações de
Enfermagem na
Prevenção e
1.
Alberts,
Bruce. Biologia
Molecular da Célula - 5ª
Ed. Artmed, 2009.
2.
Junqueira e Carneiro.
Biolofia Celular e Molecular9ª Ed. Guanabara Koogan,
2012
Bibliografia Obrigatória
1. LEÃO, Raimundo N. e
Colaboradores. – Doenças
Infecciosas e Parasitárias:
Controle da
Tuberculose;
3. Ações de
Enfermagem na
Prevenção e
Controle da
Hanseníase;
4. Ações de
Enfermagem na
Prevenção e
Controle da
Raiva Humana;
5. Ações de
Enfermagem na
Prevenção e
Controle da
Malária;
6. Ações de
Enfermagem na
Prevenção e
Controle da
Dengue;
7. Ações de
Enfermagem na
Prevenção e
Controle da
Doença de
Chagas;
8. Ações de
Enfermagem na
Prevenção e
Controle das
Hepatites Virais;
9. Ações de
Enfermagem na
Prevenção e
Controle do
Tétano Acidental
e Neonatal;
10. Ações de
Enfermagem na
Prevenção e
Controle da
Leishmaniose
Tegumentar e
Visceral.
04
Enfermagem
Comunitária
1. METODOLOGIA
S
PEDAGÓGICAS:
transmissão,
condicionamen
to
e
problematizaçã
o.
2.
3.
4.
5.
6.
Enfoque Amazônico. Editora
CEJUP. 1ª Edição, 1997.
Brasil – ministério da saúde.
– Manual do Programa de
Controle da Hanseníase.
______________________. –
Manual do Programa de
Controle da Tuberculose.
______________________. –
Manual de Vacinação.
SCHECHTER, Mauro e
MARANGONI, Denise Vantil.
– Doenças Infecciosas:
Condutas Diagnósticas e
Terapêuticas. Guanabara
Koogan. Rio de Janeiro,
1994.
VERONESI, Ricardo –
Doenças Infecciosas e
Parasitárias Rio de Janeiro,
Guanabara Koogan, 2000.
1. Reforma Sanitária. Sonia
Fleury. Editora Cortez,1996.
2. Pedagogia
do
Oprimido.
Paulo Freire.Editora Paz e
Terra. 1987.
3. Modelos
Técnicos
Assistenciais
e
Saúde.
Aluisio Gomes da Silva.
Husitec,1998.
4. Manual do Ministério da
Saúde. Saúde da Família.
2. Fundamentos
da
Educação
em Saúde (0
Enfermeiro
Como
Educador Em
Saúde).
3. O Enfermeiro
como educador
em saúde.
4. SUS (Princípios
Organizacionai
s e Diretrizes).
5. PACS
como
estratégias de
reorientação
da
atenção
básica.
6. PSF
como
estratégias de
reorientação
da
atenção
básica.
7. Atribuições da
equipe saúde
da família.
8. Modelos
Assistenciais
clinico,
da
saúde
e
alternativos.
9. Atuação
do
Enfermeiro em
situações
de
emergência e
calamidades
públicas.
10. Abordagem
da
Atenção
Primária
de
5. Textos discutidos em sala
de aula.
saúde
de
acordo com a
Conferência
Alma Ata e 8ª
CNS.
05
Saúde Mental
Bibliografia Obrigatória
1. Saúde
Mental e
1. KAPLAN, Harold et. Al.
relação do
Compêndiode Psiquiatria:
Homem na
ciência do comportamento
Sociedade.
e psiquiatria clínica. 7 ed.
1.1.Saúde
Porto Alegre: Artes
Mental:
médicas, 1997.
conceituação,
2. STUART, Gail e LARAIA,
importância e
Michele. Enfermagem
indicadores
Psiquiátrica: princípio
prático. São Paulo:
1.2.Saúde
Atheneu, 2001.
Mental X
3.
BORDIN, Isabel A. E.
Doença
BRASIL, Heloisa H. Infância
mental
e Adolescência. Revista
1.3.O
Brasileira de Psiquiatria,
ambiente
São Paulo. 2002.
familiar e a
4. Enfermagem Psiquiátrica
interface com
em suas dimensões
a saúde
assistenciais/Org.Maguida
mental
Costa Stefanelli,
IlzaMarlene Kuae Fukuda,
2. Políticas de
Evalda Cançado ArantesSaúde
Barueri, SP- Manole, 2008.
Mental
(Série Enfermagem).
2.1.
Refor
5. Escola Politécnica de Saúde
ma
Joaquim Venâncio(Org.).
Psiquiátrica
textos de Apoio em Saúde
: um
mental. Rio de Janeiro:Ed.
processo
Fiocruz, 2003. 241p.(Série
em
Trabalho e Formação em
construção
Saúde).
2.2.
Serviç 6. ROCHA,
RuthMylius.Enfermagem
os de
em Saúde Mental. 2
Atendiment
ed.atal. e ampl.Rio de
o em Saúde
Janeiro: Senac
Mental e
Nacional,2005, 192p.
Psiquiatria
3. Saúde Mental
nas etapas do
ciclo vital.
3.1.Infância.
3.2.
Adolescência.
3.3.Adultez
3.4Senescência
4. A
Enfermagem
06
07
Saúde da Mulher
(Atenção Básica)
Administração
e
Gerenciamento dos
Serviços de Saúde e
de Enfermagem
no contexto
da Saúde
Mental.
4.1.Equipe de
Saúde Mental
4.2.O papel do
enfermeiro (a)
em
Enfermagem
em Saúde
Mental
1. Diagnóstico de
Gravidez.
2. Modificações do
Organismo
materno durante
gravidez.
3. Assistência de
Enfermagem no
controle do PréNatal.
4. Assistência de
Enfermagem no
controle do
Climatério.
5. Assistência de
Enfermagem no
controle do
Câncer de Colo
de Útero.
6. Assistência de
Enfermagem no
controle do
Câncer de
Mama.
7. Assistência de
Enfermagem no
controle do
Planejamento
Familiar.
8. Assistência de
Enfermagem no
PHPN (Programa
Humanizado de
Parto e
Nascimento).
9. Propedêutica
obstétrica.
10. Puerpério
Fisiológico.
BÁSICA RECOMENDADA
1. REZENDE,
Jorge
de,
Obstetrícia. 8 ed. Rio de
Janeiro; Guanabara Koogan,
1998.
2. Brasil – ministério da saúde.
– Manual do Programa do
Pré-Natal.(2009)
3. ______________________. –
Manual do Planejamento
Familiar.(2008)
4. ______________________. –
Manual do Programa de
Controle do Câncer de Colo
de Útero e Câncer de Mama.
(2008)
5. BACKETT, E.
Maurice. O
enfoque
de
risco
na
assistência a saúde: com
especial referência a saúde
Materno Infantil, inclusive
planejamento
familiar,
Wasshington: Organização
Pan-Americana de Saúde.
BÁSICA RECOMENDADA
1 Técnicas e
Métodos de
• CIANCIARULLO, Tâmara
Gerenciamen
Iwanow. C&Q: Teoria e
to.
Prática em Auditoria
1.1
Proce
de Cuidados. São
Paulo: Ícone, 1997.
sso de
• GANDIN, Danilo. A
identificaçã
prática do
oe
Planejamento
resolução
participativo.
de
Petrópolis, RJ: Vozes,
problemas.
1994.
1.2
Instru
• Marx, Lore Cecília.
mento de
Manual de
Acompanha
gerenciamento em
mento e
enfermagem. São
Avaliação
Paulo: Rufo, editores
(Supervisão
associados, 1998.
, Auditoria,
• MIRSHAWKA, Victor.
Hospital: fui bem
Avaliação)
atendido, a vez do
2 Gerência de
Brasil. São Paulo:
Recursos
Makron Books, 1994.
Humanos.
• OLIVEIRA, Djalma de
2.1.
Desen
Pinho Rebouças de.
volvimento,
Planejamento
recrutamen
estratégico: conceitos,
to e
metodologia e prática.
seleção.
6ed. Atual e ampliada.
2.2.
Educa
São Paulo: Atlas,
ção
1993.
Permanent
• Santos, Lindete.
e.
Avaliação em
2.3.
Papel
Enfermagem. 1ed.
do
Aracaju: Segrase,1998.
Enfermeiro
• Santos, Iraci dos.
Gerente.
Supervisão em
2.4.
Lidera
Enfermagem. Cultura
nça.
médica, 1993.
3 ProcessoAd
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ministrativo. :
3.1.
Proce
sso
• CHIAVENATO, Idalberto Organizacio
Introdução
à
Teoria
nal.
Geral da Administração,
3.2.
O
processo
Mcgraw - Hill 4ª ed;
de Trabalho
1993.
em Saúde.
3.3.
O
• FARIA, José Carlos –
processo
Administração,
de trabalho
Introdução ao Estudo,
em
Enfermage
Pioneira
m.
• KURCGANT, Paulina –
3.4.
Planej
Administração
em
amento
Estratégico.
Enfermagem,
EPU,
1991.
• MINISTÉRIO DA SAÚDE –
Norma Operacional da
Assistência à saúde /
SUS, 2000
• MINISTÉRIO DA SAÚDE Norma
Operacional
Básica do Sistema Único
de Saúde, 1996.
• ROCHA,
Leal
-
Luiz
Osvaldo
Organização
Métodos
Abordagem
-
e
Uma
Prática,
Atlas, 6ª ed. 1995.
• Complementar
• CARVALHO, Guido Ivan;
SANTOS Lenir: Sistema
Único
de
Saúde:
Comentários
a
Lei
Orgânica
da
Saúde,
HUCITEC, SP, 1992, 371
p.
• GIL, Antonio Carlos –
Administração
de
Recursos Humanos: Um
enfoque
profissional.
ATLAS, 1995
MARQUIS, Bessie L. e HUSTON,
Carol J. _ Administração e
Liderança em Enfermagem:
Teoria e Aplicação – Artmed, 2º
Ed; Porto Alegre; 1999
08
Saúde da Criança e
do
Adolescente
(Atenção Básica)
1. Programa da
saúde e
desenvolviment
o infantil.
2. Sistematização
da Assistência
de enfermagem
à criança.
3. Impacto das
orientações aos
cuidadores no
desempenho
das habilidades
funcionais de
OBRIGATÓRIA :
• WONG, Donna l. Whaley ,
LUCILLE F., Whaley & WONG,
Enfermagem
Pediátrica
–
elementos
essenciais
à
Intervenção efetiva. 5º ed.
Rio de Janeiro, Guanabara
Koogan, 1999.
• BUHLER, Charlotta, HETZER,
Hildegard.
O
desenvolvimento da criança
do primeiro ao sexto ano de
vida: testes, aplicações e
crianças com
necessidades
especiais.
4. Doenças
diarreica aguda:
incidência em
crianças.
5. Acidentes
domésticos na
infância.
6. O Cuidado de
Enfermagem ao
Lactente.
7. Acessibilidade
Para Crianças E
Adolescentes
Portadores De
Deficiência.
8. Acompanhamen
to Do
Crescimento
Infantil.
9. O Aleitamento
Materno Em
Recém-Nascido.
10.
Obesidade
Infantil.
DENH
09
Enfermagem em U.
T. I.
1.
Aspectos
organizacionais
em
UTI:
Conceito, planta
interpretação,
São
Paulo:
EPU.
• CLARK, Colete. O livro do
aleitamento
materno,
2ª
edição, São Paulo: Editora
Manole.
• FILHO, José Martins. Como e
porquê
amamentar,
São
Paulo: SAVIER.
• ORGANIZAÇÃO
PANAMERICANA
DE
SAÚDE.
Infecções
respiratórias
agudas,
Manual
para
planificação,
execução
e
avaliação de programas de
controle em atenção primária
de saúde. Genebra, 1986.
• PEIXOTO, Sérgio. Pré-Natal,
1ª edição, São Paulo: Manole
Ltda.
• PEREIRA, Octávio Amaury G.
Pediatria
preventiva:
perguntas e respostas, Rio de
Janeiro: Ed. Cultura Médica.
COMPLEMENTAR :
• REZENDE,
Jorge
de,
Obstetrícia. 8 ed. Rio de
Janeiro; Guanabara Koogan,
1998.
• ALCÂTARA,
Pedro
de,
MARCONDES,
Eduardo.
Pediatria Básica, 3ª edição,
São Paulo: SAVIER 7 COL. V.
• ALLEN, John E., GURURAJ,
Vimut J. RUSSO, Raymund M.
Pediatria
em
Prática:
diagnóstico-condutatratamento, 2ª edição, Rio de
janeiro: Atheneu.
• AMATO
NETO,
Vicente,
babaldy, José Luiz da Silveira.
Imunizações, 2ª edição, São
Paulo: SAVIER.
• BACKETT, E.
Maurice. O
enfoque
de
risco
na
assistência a saúde: com
especial referência a saúde
Materno Infantil, inclusive
planejamento
familiar,
Wasshington:
Organização
Pan-Americana de Saúde.
1. RDC N.7 de 24 de fevereiro
de 2010
2. Portaria Nº 1.071 de 4 de
julho de 2005
10
Enfermagem
Urgência
Emergência
física e Recursos
Humanos;
2. Medidas de
prevenção
e
controle
de
infecção
hospitalar
em
UTI:
medidas
gerais;
precauções
padrão
e
de
isolamentos;
prevenção de IH
em trato urinário,
corrente
sanguínea
e
pneumonia;
3. Monitorização
hemodinâmina: P
ressão
Arterial
não
invasiva,
Freqüência
cardíaca
e
Saturação
periférica
de
oxigênio (SpO2) e
Pressão
Venosa
Central (PVC);
4.
Assistência
sistematizada de
Enfermagem ao
portador
de
distúrbios
respiratórios:
aspiração,
ventilação
mecânica,
insuficiência
respiratória;
5. Assistência
sistematizada de
Enfermagem ao
portador de
distúrbios
cardiovasculares: i
nfarto agudo do
miocárdio.
em TEORICO
e
1 - Suporte Básico
3. CINTRA, Eliane Araújo.
Assistência
de
Enfermagem ao Paciente
Gravemente Enfermo. São
Paulo: Atheneu , 2003.
4. BRUNNER, & SUDDART.
Tratado
de
Enfermagem
Médico-Cirúrgica.
Rio
de
Janeiro, Guanabara Koogan,
10ª ed. 2005.
5. SCHELL, Hildy M.; Puntillo,
Kathleen A. Segredos em
enfermagem na terapia
intensiva.
Porto
Alegre:
Artmed, 2005.
1. BASTOS;
Jorge
Luís;
RIBEIRO, Luiz Fernando;
NOGUEIRA,
Cláudia.
de Vida em Trauma
Trauma. Rio de Janeiro,
Medsi, 1997.
2. BERGERON;
J.
David;
BIZJAK, Glória. Primeiros
Socorros.
São
Paulo,
Ateneu, 1999.
3. CHRISTINE;
Warnick
Bardddwwaayy. Cuidados
de
Enfermagem
nas
emergências gástricas. Rio
de Janeiro, Meddsi, 1997.
2
Suporte
Avançado de Vida
em Cardiologia
3 - Assistência de
Enfermagem
no
Resgate
e
Transporte
de
Acidentados
4 - Parada Cardíaca
5 - Traumatismo
Toraco-abdominal
6.
Políticas
de
Atenção
às
urgências (portaris
GM/MS
nos
1863/1864/2048
4.
ERAZO; Guillermo A.
Cuellar;
Túlio,
Marco
Pires. Manual de Urgência
e emergência em pronto
socorro. 5. Ed. Rio de
Janeiro, Medsi, 1998.
PRÁTICO
1 - Suporte Básico
de Vida em Trauma
2 - Parada Cardíaca
3- Assistência
Enfermagem
Resgate
Transporte
Acidentados
de
no
e
de
4
Cuidados
imediatos
ao
paciente
em
choque
*hemorrágico
5 - Cuidados
imediatos à vítima
de traumatismo
raquimedular e de
extremidades
11
Saúde da Mulher
(Enfermagem
Obstétrica)
1. Parto
Eutócico: SAE
2. Propedêutica
Obstétrica
3. Puerpério:
SAE
1. BRASIL.
Ministério da
Saúde.
Pré-natal
e
puerpério:
atenção
qualificada
e
humanizada.
Manual
Técnico. Brasília, DF:
4.
5.
6.
7.
Partograma
Ministério da Saúde,
DHEG: SAE
2006.
REZENDE,
J.
M.
Distócias : SAE 2.
Obstetrícia fundamental.
Hemorragia
9 ed.Rio de Janeiro:
s do 1º 2ºe
Guanabara Koogan, 2003.
3º trimestre
3. FREITAS, F. et al. Rotinas
da gravidez
em obstetrícia. 5 ed.
Porto Alegre: ARTMED,
2006.
NEME, Bussâmara. Obstetrícia
básica. 3 ed. São Paulo:
Sarvier, 2005.
12
13
Administração
e
Gerenciamento dos
Serviços de Saúde e
de
Enfermagem
(Saúde Pública)
Enfermagem
nas TEORICO
Clínicas
MédicoCirúrgica (Pré, Trans 1 - Processo de
cuidar
em
e Pós Operatório)
Enfermagem
no
período
peri-operatório
(pré, trans
e
pós
operatório).
2-
Processo de
cuidar
em
Enfermagem
nutrição
enteral
e
parenteral
3-
Processo de
cuidar
em
Enfermagem
em
hemoterapia.
4-
Processo de
cuidar
em
Enfermagem
em atenção as
doenças
crônicas:
Hipertensão e
1. BRUNNER, & SUDDART.
Tratado de Enfermagem
Médico-Cirúrgica. Rio de
Janeiro,
Guanabara
Koogan, 10 ed. 2005.
2. POTTER,
Patrícia
Ann.
Semiologia
em
Enfermagem.
Rio
de
Janeiro:
Reichmnan
&
Affonso Ed., 2002
SANTOS, Iraci dos et al.
Enfermagem
assistencial
no
ambiente hospitalar.
Ed:
Atheneu. São Paulo. 2004.542p
Diabetes
5-
Processo de
cuidar
em
Enfermagem
em
Estomaterapia:
feridas
e
estomias
PRÁTICO
1
.
Sistematização
da Assistência
de
Enfermagem
no período préoperatório
mediato
2. Cuidados
de
Enfermagem
com feridas e
estomias
3. Cuidados
de
Enfermagem
em
Hemoterapia
4. Cuidados
de
Enfermagem
em
Balanço
Hídrico
DAC
01
5.
Posicionamento do
cliente para
anestesia e ato
cirúrgico
CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
Fundamentos
e 1- Aspectos históricos
Métodos
da e conceituais das
Educação
Física deficiências.
2- O trato
Adaptada
metodológico
inclusivo nas aulas de
educação física
escolar para o aluno
portador de
deficiência físico-
1. BEREOHFF,
A.M.P;
LEPPOS, A.S.S; FREIRE.
L.H.V. Considerações
Técnicas sobre o
atendimento
psicopedagógico do
educando portador
de condutas típicas
da
síndrome
do
autismo
e
de
motora.
3- Elaboração de
programas de
atividades físicas
adaptadas para
pessoas com as asma.
4- Esportes
Adaptados.
5- O trato
metodológico nas
atividades físicas
adaptadas para pessoa
portadora de
deficiência visual.
6- A proposta da
Inclusão nas aulas de
educação física
escolar.
7- O trato
metodológico
inclusivo nas aulas de
educação física
escolar para o aluno
com obesidade.
8- Atitudes e
estratégias do
professor de educação
física nas aulas
inclusivas, para o
aluno com alterações
de comportamentos
adaptativos.
9- O trato
metodológico nas
aulas de educação
física inclusiva, para
alunos portadores de
síndrome de Down.
10- A Educação
Física Adaptada e a
Inclusão nas escolas
de Ensino Regular.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
psicoses
infantojuvenis.
Brasília:
Associação
terapêutica
educacional
para
crianças
autistasAsteca, 1994.
CARMO,
A.A.
Deficiência física: a
sociedade
cria,
recupera e descrimina.
2 ed. Brasília: Escopo,
1991.
CARMO, A.A.; SILVA,
R.V.S.
Educação
física e a pessoa
portadora
de
deficiência:
contribuição
à
produção
do
conhecimento.
UberlândiaMG:Universidade
Federal de Uberlândia,
1995.
(Série
Especialização
e
Monografia, 1).
CARVALHO,
R.E.
Temas em educação
especial.
Rio
de
Janeiro: WVA, 1998.
CARDOSO
DE
LA
ROCQUE,
SIMONE.
Crianças
com
Crianças:
o
olhar
infantil
sobre
a
inclusão na educação
física
escolar.
Dissertacao
de
Mestrado
em
Motricidade Humana.
Universidade
do
Estado do Para. Belem
– Pa, 2004.
GORGATTI.
MARCIA;
COSTA.
ROBERTO.
Atividade
Fisica
Adaptada.
RJ.
Manole, 2008.
LEBOYER,
Marion.
Autismo
Infantil:
fatos e modelos. 5 ed.
São Paulo: papirus,
2005.
8. Leis de Diretrizes e
Bases da Educação
Nacional: Lei nº 9.394,
Brasília, 1997.
9. LOPES, K.A.L. Aluno
com
deficiência
física
em
aulas
regulares
de
educação
física:
prática viável ou não?
um estudo de caso.
Tese de doutorado.
São Paulo: USP, 1999.
10. MAURO
VAINSBERG;
MARCO
TULIO
DE
MELLO. Exercicios na
saude e na doenca.
Barueri, SP: Manole,
2010.
11. MANTOAN, M.T.E. A
educação
especial
no
Brasil:
da
exclusão à inclusão
escolar. Campinas-SP:
LEDEP/Unicamp, 2000.
12. _________.A
integração
de
pessoas
com
deficiência:
contribuições
para
uma reflexão sobre o
tema.
São
Paulo:
Memnon:
SENAC,
1997.
13. MOREIRA. E.C et al.
Educação
física
escolar:desafios
e
propostas. Jundiaí, São
Paulo: Fontoura, 2004
14. MORRIN, E. Por uma
reforma
do
pensamento.
O
Correio da UNESCO.
Rio de Janeiro: FGV.
ANO 24, nº 4, 1996.
15. MRECH, L. Os desafios
da educação especial,
o Plano Nacional de
Educação
e
a
Universidade
Brasileira.
Revista
Brasileira
de
Educação Especial.
V.3.Nº 5,.São Paulo:
ABPEE, 1999.
16. SASSAKI,
Romeu.
Inclusão: construindo
uma sociedade para
todos. Rio de Janeiro:
WVA, 1997. 176 p.
02
Fundamentos
e 1- Definições da
dança do contexto
Métodos da Dança
da Educação Física:
conceito, funções,
objetivos da dança
de acordo com os
PCN’S.
2- Conteúdos da
dança na Educação
Física segundo os
PCN’S
3-Métodos e estilos
de dança.
4- Estudo do ritmo:
conceitos,
importância,
objetivos,
princípios
e
funções do ritmo.
5Aplicabilidade
dos
aspectos
psicomotores
no
conteúdo da dança
escolar.
6- A importância da
dança
escolar
como conteúdo da
Educação
Física
para
o
desenvolvimento
da criança.
7A
expressão
corporal
e
a
criatividade
no
conteúdo de dança
escolar.
8- A importância
17. STAINBACK,
S;
STAINBACK,
W.
Inclusão: um guia
para
educadores.
Trad. Magda França
Lopes. Porto Alegre:
Artmed, 1999.
1. BARRETO,D.
Dança:
ensino,
sentidos
e
possibilidades
na
escola. Campinas, SP:
Autores Associados,2004.
2.
BREGOLATO, Roseli
Aparecida. Cultura
corporal da dança.
ícone, 2000
3.
CAMINADA,E. História da
dança: evolução
cultural. Rio de janeiro:
Sprint, 1999
4.
FAHLBUSCH, Hannelore.
Dança moderna e
contemporânea. RJ:
Sprint, 1990
5.
LABAN, R. Dança
educativa moderna.
São Paulo: ícone,1990.
6.
MORATO, M.E.P.
Ginástica jazz: a dança
na Educação Física. São
Paulo: Manole,1993.
7.
VERDERI, É.B.L.P. Dança
na escola. Rio de Janeiro:
Sprinte, 2000.
das
atividades
rítmicas, nas aulas
de Educação Física
para
o
desenvolvimento
da criança.
9Elementos
básicos da dança
(posições,
rotações,
apoios,
diversificação
da
forma anatômica,
bases e planos) Estudo
das
possibilidades
motoras do corpo,
descobertas
de
movimentos,
formas níveis e
tipos.
10- Noções dos
elementos técnicos
da
dança:
deslocamento,
transferência,
saltos, giro, volta,
queda.
03
Fundamentos
Métodos do Jogo
e
1. O Jogo e a
Educação
Infantil;
2. Lúdico
e
a
Escola: entre a
obrigação e o
prazer;
3. Os
jogos,
brinquedos
e
brincadeiras na
educação
infantil;
4. Os
jogos
,
brinquedos
e
brincadeiras no
Ensino
Fundamental;
5. Aspectos
educativos para
o
desenvolviment
o
dos
jogos
cooperativos;
6. Jogos
para
crianças
e
jovens
com
deficiência;
7. O jogo e suas
relações
1.AMARAL, Jader Denicol do.
Jogos Cooperativos. 2ª
ed. São Paulo: Phorte,
2007.
2.DIEHI, Rosilene Moraes.
Jogando
com
as
diferenças. Jogos para
crianças e jovens com
deficiência. 2ª ed. São
Paulo: Phorte, 2008.
3.HUIZINGA, Johan. Homo
Ludens. O Jogo como
elemento da cultura.
Filosofia. 4ª ed. São
Paulo: Perspectivas, 1993.
pedagógicas no
espaço escolar
e para além da
escola;
8. Organização de
eventos:
propostas
de
ação
e
intervenção
pelo conteúdo
do jogo;
9. O jogo como
elemento
curricular
da
educação física;
10.Jogos
e
brincadeiras na
situação escolar
DEDE
S
04
Fundamentos
e
Métodos do Esporte
1. Os gladiadores e
a decadência do
esporte antigo
2. Metodologia do
ensino dos
esportes na escola
3. Dimensões
sociais do esporte
4. O esporte
enquanto
instrumento de
educação
5. O esporte nas
aulas de educação
física escolar
6. O uso políticoideológico do
esporte
7. Esporte da e na
escola
8. Princípios
pedagógicos para
ensino do esporte
9. Violência na
esporte
10. Metodologia
do ensino dos
esportes da escola
Educação física na escola –
Suraya Darido
Pedagogia DO FUTEBOL – João
Batista Freire
Transformação didáticopedagógica do Esporte – Elenor
Kunz
Metodologia do ensino no
basquetebol na escola
Basquetebol na escola – Nilton
Ferreira Coutinho
Reinventando o esporte:
possibilidades da prática
pedagógica – Sávio Assis
Sociologia crítica dos esportes
– Valter Bracht
Voleibol da escola – Luiz
Antônio Silva Campos
Dimensões Sociais da Esporte –
Manoel Tubino
CURSO DE FISIOTERAPIA
DMCF
01
Citologia
e
Histologia Genética
e Embriologia
1- Tecido epitelial
2- Tecido
Conjuntivo
propriamente dito
3- Tecido
GARTNER,Leslie.HIATT,James.T
ratado de Histologia.3ed.Rio de
Janeiro:Elsevier,2007.
HIB, Jose.DI
4567891002
03
04
cartilaginoso
Tecido ósseo
Tecido Nervoso
Tecidos
Musculares
Sistema
Respiratório
Sistema
cardiovascular
Tegumento
Linfonodo
Fiore.Histologia.Texto e
Atlas.Rio de Janeiro:
Guanabara,2003.
Anatomia Humana I
(1º sem.) / Anatomia
Humana II (2º sem.)
Bioquímica (1º sem.)
/ Fisiologia Humana
(2º sem.)
Biofísica (1º sem.) /
Farmacologia (2º
sem.)
BIOQUÍMICA
1. Glicólise
2. Ciclo de Krebs
3. Cadeia
Respiratória
4. Metabolismo do
Glicogênio
5. Via das Pentoses
6. Beta Oxidação
de Ácidos Graxos
7. Metabolismo do
Colesterol
8. Catabolismo dos
Aminoácidos e
Ciclo da Uréia
9. Metabolismo do
Grupo Heme
10. Radicais Livres
e Antioxidantes
1. Biofísica e
fisioterapia. Recursos
fisioterapêuticos e
biofísica
2 - Componentes
fundamentais do
Universo. Teoria Do
Campo.
Termodinâmica
3 - Átomos,
moléculas, íons e
biomoléculas. Água
e soluções
4 - Membranas
biológicas.
Bioeletricidade.
Biopotenciais.
Bioeletrogênese.
5 - Contração
muscular
6 - Biomecânica e
1. AGNE,
Jones.
Eletrotermoterapia: teoria e
prática. Santa Maria: Palotti.
2004.
2. DURAN, José Enrique Rodas.
Biofísica: fundamentos e
aplicações.
São
Paulo:
Pearson Prentice Hall.2003.
3. HENEINE, Ibrahim Felippe.
Biofísica básica. São
Paulo : Atheneu, 2006.
4. KITCHEN, S. Eletroterapia de
Clayton. 10ª. edição. SP.
Manole,1996.
5. LEÃO, M.A.C, Princípios de
Biofísica
2ª
edição
RJ:
Guanabara Koogan,1982.
6. LEE, Rupert. Eureka: 100
grandes
descobertas
científicas do século XX. Rio
de Janeiro: Nova fornteira.
sua aplicabilidade
em Fisioterapia
7 - Biofísica da
circulação
8 - Biofísica da
respiração
9 - Biofísica da
visão. Biofísica da
audição
10 - Biofísica do
sistema renal
Neuroanatomia
sem.)
(2º
CINESIOTERAPIA
DCMH
05
Cinesioterapia
sem.)
2006
1 - Mobilização
articular
2- Alongamento
terapêutico
3- tecnicas de
propriocepão
4 -Tipos de
Cinesioterapia
5- Exercícios
resistidos
6- Exercícios
passivos
(1º 7- Exercícios
circulatórios
8 - Exercícios
pliométricos
1. DUFOUR,
2.
3.
4.
5.
6.
DESIN
06
Imaginologia (1º
sem.) /
Fundamentos de
Urgência e
Emergência (2º
sem.)
1. - Bases físicas e
morfofuncionais
para o
diagnóstico,
através de
M.
Cinesioterapia:
Avaliações
Técnicas
Passivas e Ativas do
Aparelho Locomotor. SP:
Panamericana, 1989.
GARDINER, M. Dena;
Manual de terapia por
exercícios. São Paulo:
Santos, 1990.
HALL, Carrie M.
Exercício Terapêutico :
na Busca da Função Rio
de Janeiro : Guanabara
Koogan, 2001
KISNER, C.; COLBY, L.
Exercícios terapêuticos:
fundamentos e técnicas.
5ª ed., São Paulo:
Manole, 2006
MARQUES,
A.
P.
Cadeias Musculares:
um Programa para
Ensinar
Avaliação
Fisioterapêutica
Global. São Paulo :
Manole, 2000.
O’SULLIVAN, Susan B.;
SCHMITZ, Thomas J;
Fisioterapia: avaliação e
tratamento. 4ª ed., São
Paulo: Manole, 2003
JUHL, J. H.; CRUMMY, A. B. Paul
e Juhl Interpretação
Radiológica. 6ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan,
2000. 1.186 p.
SANTOS, IB. Radiologia
imagens,
buscando o
conhecimento
das técnicas
radiológicas, sua
interpretação e
aplicação na
prática clínica;
2. - Aspectos
radiológicos da
anatomia do
tórax e órgãos
internos;
3. - Imagenologia
convencional e
métodos
especiais de
diagnóstico por
imagem dos
sistemas ósteoarticular, cardiovascular,
respiratório e
nervoso;
4. - Aspectos
radiológicos da
anatomia óssea
da coluna
vertebral e
articulações;
5. - Aspectos
radiológicos da
anatomia óssea
da cintura
escapular, dos
membros
superiores e das
articulações;
Pulmonar. São Paulo, Sarvier
Ed., 1984.
SUTTON, D. Radiologia. 3ª ed.
Rio de Janeiro: Interamericana,
1979. 144 p.
FELSON, Benjamin. Radiologia
torácica. 2. ed. Barcelona:
Editorial Cientifico-medica,
1978.
JUHL, John H(Ed.);CRUMMY,
Andrew B(Ed.);KUHLMAN, Janet
E(Ed.). Interpretação
radiologica. Traduzido por
Fernando Diniz Mundim; Maria
de Fatima Azevedo; Telma
Lucia de Azevedo Hennemann.
7. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2000.
MONNIER, J. P. Manual de
diagnóstico radiológico.
Colaboração de J. M
Tubiana.Traduzido por
Henrique Manoel Lederman.
Rio de Janeiro: Médica e
Científica, 1999.
STIMAC, Gary K. Introdução
ao diagnóstico por
imagens. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1994.
SOARES, A. H. Critérios de
Adequação de Exames de
Imagem e Radioterapia.
São Paulo: ACR, 2005. 02 vs.
6. - Aspectos
radiológicos da
anatomia óssea
da cintura
pélvica, dos
membros
inferiores e das
articulações;
7. - Aspectos
radiológicos do
abdômen;
8. -
Aborda
a
imagenologia
convencional
e
métodos
especiais
de
diagnóstico
por
imagem
dos
sistemas ósteoarticular
9. -
Aborda
a
imagenologia
convencional
e
métodos
especiais
de
diagnóstico
por
imagem
dos
sistemas
nervoso;
10.
-
Imagenologia
convencional
e
métodos
especiais
de
diagnóstico
por
imagem
dos
sistemas cardiovascular
e
respiratório.
DCMH
07
08
Cinesiologia e
Biomecânica (1º
sem.) / Bases
Métodos e Técnicas
de Avaliação em
Fisioterapia (2º
sem.)
Fisiopatologia e
Semiologia do
Sistema
Cardiovascular e
Pulmonar (1º sem.) /
Fisioterapia nas
Disfunções
Pneumofuncionais
(2º sem.).
Cinesiologia e
Biomecânica
1.
Estrutura e
Função do ombro
2.
Estrutura e
Função do cotovelo
e do punho
3.
Estrutura e
Função da mão
4.
Estrutura e
Função do eixo
vertebral
5.
Estrutura e
Função da pelve e
do quadril
6.
Estrutura e
Função do
tornozelo e pé
7.
Cinesiologia
e biomecânica da
marcha humana
8.
Cinesiologia
e biomecânica da
postura humana
9.
Bioalavancas
do corpo humano
10. Estrutura e
Função das
articulações do
corpo humano
Xxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxx
PALASTANGA, Nigel; Field,
Derek; Soames, Roger. 2000.
Anatomia e Movimento
Humano: estrutura e função,
ed.3º, São Paulo: Manole
Fisiopatologia e
Semiologia do
Sistema
Cardiovascular e
Pulmonar
BETHLEM, N. Pneumologia. São
Paulo, 1998.
01 - Mecânica
respiratória
02 - Volumes e
capacidades
pulmonares
03 - Equilíbrio acido
base
NORKIN, Cynthia C., LEVANGIE,
Pamela K. 2001. Articulações
estrutura e funções: uma
abordagem prática e
abrangente. Rio de Janeiro:
Revinter
PLATZER, Werner;
LEONHARDT, H; KHALE, W.
Atlas de anatomia humana:
Aparelho de movimento, ed.3ª,
Rio de Janeiro: Atheneu
SMITH, Laura K; WEISS,
Elizabeth L; LEHMKUHL, L. Don.
Cinesiologia clínica de
Brunnstron, Ed.3ª, São Paulo:
Manole
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxx
BEVILACQUA, F. Fisiopatologia
clinica, 5ª. Ed. São Paulo:
Atheneu, 1995.
CHERNIAC, K. Testes de função
pulmonar. 2ª. Ed. Rio de
Janeiro. Revinter, 1995.
TARANTINO, A B. Doenças
Pulmonares. 5ª. Ed. São Paulo.
Guanabara Koogan, 2002.
WEST, J B. Fisiopatologia
pulmonar moderna. São Paulo
4ª. Ed. Manole. 1996.
04 - Fisiologia
respiratória diante
das doenças
restritivas
05 - Fisiologia
respiratória diante
das doenças
obstrutivas
06 - Anatomia do
sistema
cardiopulmonar
07 - Doenças
valvares
08Revascularização d
o miocardio
09 - Doenças
congênitas do
sistema cardíaco
10 - Infarto agudo
09
Fisiopatologia e
Semiologia do
Sistema Nervoso (1º
sem.)/ Tecnologia
Assistiva em
Fisioterapia (2º
sem.)
do miocardio
Fisiopatologia e
Semiologia do
Sistema Nervoso
1.Principais
síndromes
neurológicas e
correlações com as
patologias que
acometem o
sistema nervoso
2. Aspectos
semiológicos do
exame motor
3. O exame do
estado mental e
das funções
cortinais superiores
4. Doenças do
Neurônio Motor
Superior e suas
características
fisiopatológicas e
1. UMPHRED,D. Fisioterapia
Neurológica.2.ed.São
Paulo
:Manole,1994.
2.LEVY,J
;OLIVEIRA,A.
Reabilitação
em
Doenças
Neurológicas :Guia Terapêutico
Prático.São
Paulo
:
Atheneu,2003.
3.Cook
A.
Woollacott
M.
Controle Motor - Teoria e
aplicações práticas. 2ª edição.
Ed.
Manole,
2003.
4. Perry J. Análise da marcha.
Editora
Manole,
2005
5.MOURA,E.W
;SILVA,P.A.C.
Fisioterapia.São Paulo :Artes
Médicas,2005.
6.PURVES. Neurociências. São
Paulo: Artmed. 2ª edição.
2005.
7.BEAR, M, CONNORS, B.W.,
PARADISO,
M.
A.
10
Fisiopatologia e
Semiologia do
Sistema
Osteomioarticular e
Ligamentar (1º
sem.) / Fisioterapia
nas Disfunções
Osteomioarticular e
Ligamentar (2º
sem.)
clínicas
5. Doenças do
Neurônio Motor
Inferior e suas
características
fisiopatológicas e
clínicas
6. Aspectos
semiológicos da
avaliação sensorial
e correlações
clínicas
7. Aplicabilidade da
Classificação
Internacional de
Funcionalidade,
Incapacidade e
Saúde na Prática
Fisioterapêutica
8. Avaliação da
marcha e postura
normal e
patológica( hemiplé
gico)
9.Distúrbios e
avaliação do tônus
do muscular e
correlações com a
topografia da lesão
10. Aspectos
fisiopatológicas e
clínicos da Lesão
Medular
Fisiopatologia e
Semiologia do
Sistema
Osteomioarticula
r e Ligamentar
1Disfunções
do cotovelo e
antebraço:
contusões,
bursites,
tenosinovites,
distorsões/sublu
xações/
luxações
do
Neurociências: desvendando o
sistema
nervoso.
Rio
de
Janeiro:Atheneu,2005.
8.DEJONG.
O
Exame
Neurológico. 6ª Edição. Editora
Guanabara Koogan, 2007
9.FONTES,
S.
V.
et
al.
Fisioterapia Neurofuncional –
Fundamentos para a prática.
Atheneu
Editora,
2007
10.OMS: Organização Mundial
de
Saúde.
Classificação
Internacional
de
Funcionalidade, Incapacidade e
Saúde. Centro Colaborador da
OMS - EdUSP, São Paulo, 2003
cotovelo.
2Disfunções
da
cintura
escapular
e
ombro: fraturas
da
clavícula,
escápula,
úmero.
3Disfunções
do punho e da
mão: contusão,
distorsão,
subluxação,
luxação (rádiocárpica,
metacarpofalan
gianas).
4Disfunções
do Quadril e
da Coxa: lesões
articulares,
osteoartrite/ose,
luxacões
posterior/anterio
r/central.
5Disfunções
do
Joelho:osteoart
rite/ose,
contusão
(sinovite
do
joelho),
síndrome fricção
iliotibial,
luxações
da
patela,
distorções/ruptu
ras
capsuloligamentares,
ligamentos
cruzados
(anterior
e
posterior),
ligamentos
colaterais
(medial
e
lateral), lesões
meniscais.
6Disfunções
da
perna,
tornozelo
e
pé:fraturas:
maleolares,
talus, calcâneo,
fascite
plantar/esporão
calcâneo.
7Algias da
coluna
vertebral:
cervicalgias/cer
vicobraquialgias
,
lesão
do
chicote,
dorsalgias,
lombalgias/lomb
ociatalgias.
8Deformida
des da coluna
vertebral:
Escolioses,
cifose, lordose,
espondilolistese,
hérnia discal.
9Fraturas
Vertebrais:
cervicais,
torácicas
e
lombares.
10- Enfermida
des
e
disfunções
osteomioartic
ulares da face:
contusão facial,
ferimento facial,
fraturas da face,
disfunções
da
articulação
temporomandibular,
osteoartrite/ose,
sublocação
/luxação.
11
Fisiopatologia e
Semiologia nas
Disfunções
Infectoparasitárias
(1º sem.)
/Fisioterapia nas
Disfunções
Cardiovasculares (2º
sem.)
Fisioterapia em
Fisioterapia em U.T.I.
U.T.I.
1. PRYOR. Fisioterapia para
Problemas Respiratórios e
Cardíacos. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
2. REGENGA, Marisa de M.
Fisioterapia
em
Cardiologia: da UTI à
Reabilitação. São Paulo:
Roca, 2000.
3. PRESTO, Bruno; Damazio,
Luciana.
Fisioterapia
Respiratória. São Paulo:
Elsevier, 2009.
4. KNOBEL, Elias. Condutas
do Paciente Grave. São
Paulo: Atheneu, 2002.
5. SARMENTO, George J
Vieira. Fisioterapia
Respiratória no Paciente
Crítico. São Paulo:
Manole, 2007
6. Em 19 de setembro de
2012 15:58,
DCMH/CCBS/UEPA
<[email protected].
br> escreveu:
1. Anatomofisiologia
Cardiorrespiratória
e suas Correlações
com a Fisioterapia
em UTI.
2. Semiologia e
12
Fisioterapia em
U.T.I. (1º sem.) /
Estágio Preliminar III
– Traumatologia e
Ortopedia (2º sem.)
Monitorização do
Paciente Crítico
3. Imagenologia
Torácia e Exames
de Rotina em UTI
4. Recursos
Fisioterapêuticos e
sua aplicação na
UTI: Recursos para
Desobstrução
Brônquica,
Recursos para
Reexpansão
1. SALTER,Robert
Lesões
Bruce Distúrbios e
do
Sistema
Pulmonar e
Exercícios
Respiratórios.
5. Ventilação
Mecânica NãoInvasiva.
6. Princípios
Básicos da
Ventilação
Mecânica; Modos e
Modalidades
Ventilatórias
7. Ventilação
Mecânica
Aplicada
8. Desmame
Ventilatório
9. Mobilização
Precoce do
Musculoesquelético.3a ed.Rio de
Janeiro:Medsi,2001
2. SCHWARTSMANN,Carlos
Fraturas-principios
e
prática.Porto
Alegre:Artmed
Editora,2000
3. Buckwalter,Joseph Ortopedia de
Tureck:
princípios
e
suas
aplicações.
Vols.I
e
II.São
Paulo:manole,2010
4. Herbert,S&Xavier R. Ortopedia e
Traumatologia
:Principios
e
prática.
Porto
alegre:artmed,2003
5. Palmer & Epler Fundamentos das
Técnicas de Avaliação Musculoesquelética.
6. Evans,Ronald C. Exame Físico
ilustrado.Barueri,SP:manole,2003
7. Hoppenfeld,Stanley Propedêutica
Ortopédica-A
Coluna
e
Extremidades.Rio
de
Janeiro:Atheneu,2000
8. Cipriano, Joseph J. Manual
Fotográfico
de
Testes
Ortopédicos e Neurológicos.3a.
ed.São Paulo:Manole,2000
9. Gross,Jefrey
Exame
Musculoesquelético.Porto
Alegre:Artmed,2000
10. Reider,Bruce O Exame Físico
em
Ortopedia.Rio
de
Janeiro:Guanabara-Koogan,2001
COMPLEMENTAR
Paciente
1. ADAMS,J.Crawford
Crítico
10. Patologias
Freqüentes:
10.1.Insufici
ência
Respira
tória
10.2.Síndro
me do
Descon
forto
Respira
tório
Agudo
10.3.Edema
Manual de
Fraturas e Lesões articulares.7a
ed.São Paulo:Artes Médicas,2000
2. ADAMS,J.Crawford Manual de
Ortopedia.
São
Paulo:Artes
Médicas,2000
3. PETERSON,Lars & RENSTRON,Per
Lesões do Esporte-Prevenção e
Tratamento.3a.ed.São
Paulo:Manole,2003
4. APLEY,A.GRAHAM Ortopedia e
Fraturas
em
Medicina
de
Reabilitação.6a.ed.São
Paulo:Atheneu,2000
5. Freire,Evandro Trauma: a doença
do
século.
São
Paulo:
Atheneu,2006
6. Lasmar,Neylor
Medicina
do
Esporte.São Paulo:Manole,2002
7. Maxey,Lisa&Magnusson,Jim
Reabilitação Pós-cirúrgica para o
paciente ortopédico. Rio de
Janeiro:Guanabara-Koogan,2002
8. Dutton,
Marck
Fisioterapia
Ortopédica.
Porto
Alegre:
artmed,2006
9. Gould III,J. Fisioterapia nas
disfunções ortopédicas.
10. ANDREWS,James
R.
Agudo
de
Pulmão
10.4.Sepse
ESTÁGIO PREL. III
I-Nomenclatura
das
Enfermidades
e
disfunções
osteomioarticula
res
e
ligamentares:Con
tusões,Ferimentos,
Lesões
articulares,Fraturas
,Doença
articular
degenerativa.Avali
ação e diagnóstico
cinético-funcional.
II-Enfermidades e
disfunções
dos
tecidos
moles:
Tendinopatias,Diste
nsões
músculotendinosas
e
classificação;Disten
sõe
capsuloligamentares
e
classificação;Bursit
es. O processo de
cicatrização.
Avaliação,
testes
confirmatórios
e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
III-Fraturas
em
geral:
definição,classifica
ção,conduta
geral;processo de
consolidação.Avalia
ção,testes
confirmatórios
e
Reabilitação Física das Lesões
Desportivas.2a.ed.Rio
de
Janeiro:Guanabara-Koogan,2000
11. Lianza,Sergio Medicina de
Reabilitação.2a.
ed.
Rio
de
Janeiro:Guanabara-Koogan,2002
12. BOGOSSIAN,Levão
Traumatismos em Geral-Estudo
etiopatológico
dos
traumas
mecânicos.Revista
JBM.agosto,1981.vol.41 no 2
13. Birolini,Dario
Trauma
é
Doença. Revista Veja Nov/1998
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
IV-Enfermidades
e disfunções da
Cintura
escapular e do
Ombro.
Fraturas,Lesões
articulares,
degenerativas
e
tecidos
moles.
Avaliação,
testes
confirmatórios
e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
V- Enfermidades
e disfunções do
Cotovelo
e
antebraço.
Fraturas,Lesões
articulares,
degenerativas
e
tecidos
moles.
Avaliação,
testes
confirmatórios
e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
VI- Enfermidades
e disfunções do
Punho e da mão.
Fraturas,Lesões
articulares,
degenerativas
e
tecidos moles.
Avaliação,
testes
confirmatórios
e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
VIIEnfermidades
e
disfunções
do
Quadril
e
da
coxa.
Avaliação,
testes
confirmatórios
e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
VIIIEnfermidades
e
disfunções
do
Joelho e perna.
Fraturas,Lesões
articulares,
degenerativas
e
tecidos
moles.
Avaliação,
testes
confirmatórios
e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
IX- Enfermidades
e disfunções do
Tornozelo e do
pé.
Fraturas,Lesões
articulares,
degenerativas
e
tecidos
moles.
Avaliação,
testes
confirmatórios
e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
X- Enfermidades
e disfunções da
Pelve
e
sacroiliacococigea.
Fraturas,Lesões
articulares,
degenerativas
tecidos moles.
e
Avaliação, testes
confirmatórios
e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
XI- Enfermidades
e disfunções da
Coluna
vertebral:lgias;
deformidades;
fraturas vertebrais.
Avaliação,
testes
confirmatórios
e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
XIIEnfermidades
e
disfunções
da
Face
e
da
mandíbula.
Fraturas,Lesões
articulares,
degenerativas
e
tecidos moles.
Avaliação,
testes
confirmatórios
e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
13
Fisioterapia na 3ª
Idade (1º sem.) /
Estágio Preliminar II
– Saúde e
Disfunções da 3ª
Idade (2º sem.)
Fisioterapia na
3ª Idade
1Teorias
biológicas do
envelhecimento
2Epidemiolog
ia e o
envelhecimento
do Brasil
3Avaliação
Fisioterapia na 3ª Idade
1FREITAS, E. V. Tratado
de
Geriatria
e
Gerontologia.
Rio
de
Janeiro: Guanabara Koogan,
2002.
2PERRACINI, M.F. & FLO,
C.M.
Funcionalidade
e
envelhecimento. Rio de
multidimensiona
l no idoso
4Alterações
anátomofuncionais
decorrentes
do
envelhecimento no
sistema nervoso
5Alterações
anátomofuncionais
decorrentes
do
envelhecimento no
sistema
cardiorespiratorio
6Alterações
anátomofuncionais
decorrentes
do
envelhecimento no
sistema
osteomioarticular
7Sindrome da
fragilidade
8Quedas
terceira idade
na
9Alterações
anátomofuncionais
decorrentes
do
envelhecimento no
sistema
genitourinário, endócrino
e dermatológico
10-Promoção para
um
envelhecimento
saudável
janeiro: Guanabara, 2009
3GUCCIONE, Andrew A.
Fisioterapia Geriátrica. de
Janeiro: Guanabara Koogan,
2002.
4- KAUFFMAN, T. L. Manual
de reabilitação geriátrica.
Ed. Guanabara Koogan. Rio
de Janeiro, 2001.
5MORELLI, José Geraldo
da S.; REBELATTO, José
Rubens.
Fisioterapia
Geriátrica.
São
Paulo:
Manole, 2003.
6CARVALHO
FILHO,
Eurico. T.; PAPALEO NETTO,
Matheus.
Geriatria:
Fundamentos, clínica e
terapêutica.
São
Paulo:
Atheneu, 2005.
7- DELISA, Joel A. Tratado
de
Medicina
de
Reabilitação: princípios e
práticas. São Paulo: Manole,
2001.
8ZIMERMAN, GUITE. L.
Velhice:
Aspectos
Biopsicossociais.
Porto
Alegre: Artes Médicas, 2000
9REBELATTO,
José.
Rubéns & MORELLI, José. G.
Silva:
Fisioterapia
Geriátrica 2ª. Ed Manole,
São Paulo, 2007
10-NETTO,
M.
PAPALLÉO.
Gerontologia. São Paulo,
Atheneu, 1997
11-CARVALHO Filho, Eurico
Thomas.
Geriatria:
Fundamentos/Clinica
e
Terapêutica.
São
Paulo,
Atheneu, 2000
12-SCHNEIDER
jursen.
Manual de Geriatria. São
Paulo, Ed. Roca, 1985
13-GOMES F. A. Azevedo.
Manual de Geriatria e
Gerontologia.
Ed.
EBM,
1985
14-UMPHERED, Darcy Ann.
Fisioterapia Neurológica,
Capt, 4 e 23. Ed. Manole
15-Netto
M.
Papalléo.
Gerontologia: A velhice
em Visão Globalizada, São
Paulo, Atheneu, 2002
16-Yuaso
Dr.,
Sguizzatto.
Fisioterapia em Pacientes
Idosos.
In:
Netto
MP.
Geologia:
Velhice
e
o
Envelhecimento em Visão
Globalizada.
São
Paulo,
Atheneu, 2002
16-Pickles,
Barryetall.
Fisioterapia na Terceira
Idade, Livraria Santos, 1995
17- Amancio, A.Uchoua, P.C.
Clínica
Geriátrica.,
Atheneu, 1980
18-Hutz, Amon. Temas de
Geriatria. Fundação Editora
Byk.
19- Abrams,
William
B.
Manual
Merck
de
Geriatria. São Paulo, Roca,
1994
20- Simões,
Regina,
Corporeidade e Terceira
Idade- A marginalização
do Corpo Idoso Ed. UNIMEP
3ª edição.
14
Fisioterapia nas
Disfunções da
Infância e
Adolescência (1º
sem.) / Estágio
Preliminar IV –
Neuropediatria (2º
sem.)
Fisioterapia
nas
Disfunções
da Infância
e
Adolescênci
a
1. Desenvolvi
Fisioterapia
Disfunções
Infância
Adolescência
nas
da
e
1. FLEMING, Inge. O
desenvolvimento motor
normal e anormal de 0 a
mento
sensóriomotor
normal
Avaliação
do RN
Avaliação
do lactente
Prematurida
de
Paralisia
cerebral
18 meses.
2. LEVITT, Sophie. O
tratamento da Paralisia
Cerebral e do Retardo
Motor. 3ª Ed. São Paulo:
2.
Manole, 2001.
3. MENKES, John H. Tratado
3.
de Neuropediatria. 2ª Ed.
São Paulo: Manole.
4.
4. RODRIGUES, C. Valéria;
BRANDÃO, B. Marina.
Reabilitação em Paralisia
5.
Cerebral. Rio de Janeiro:
Medbook, 2011.
5.
SHEPERD, B. Roberta.
xxxxxxxxxxxxxx
Fisioterapia em
xxxx
Pediatria. 3ª Ed. Santos
EST. PREL. IV
editora.
1. Desenvolvimento
6. TECKLIN, J. Stephen.
sensório-motor
Fisioterapia pediátrica.
normal
3ª Ed. Porto Alegre: Artmed,
2. Avaliação do RN
2002.
3. Avaliação
do Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
lactente
xxx
4. Encefalopatias
5. Desnutrição
6. Malformações do
SNC
7. Genéticopatias(s.
de
Down,s.de
Edwards,s.
de
Pattau)
8. Metabólicopatias(
mucopolissacarid
ose,fenilcetonúria
9. Métodos
de
tratamento
10. Deformidades da
coluna/menbros(
mielomeningocel
e, artrogripose)
15
Fisioterapia na
Saúde da Mulher (1º
sem.) / Estágio
Prelimiar I - Saúde
da Mulher (2º sem.)
FISIOT. NA
SAÚDE DA
MULHER
1.
Conhecimentos
básicos de
anatomia,
fisiologia e
patologias do
organismo
feminino durante
sua fase de
desenvolvimento
;
1. BARACHO, Elza; Fisioterapia
Aplicada à Obstetrícia. Rio
de Janeiro. Medsi, 2002.
2. BARROS, Fábio Batalha. O
Fisioterapeuta na Saúde da
População:
Atuação
transformadora.
FISIOBRASIL. 2002. RJ.
3. BENZECRY,
Roberto.
Tratamento de obstetrícia.
Rio de Janeiro: Revinter,
2000.
4. CAMPION, M.R, Hidroterapia:
Princípios e Práticas, SP, ed.
2. Alterações do
organismo materno
durante a gestação
e puerpério;
3. Preparação para
o parto;
4.
Acompanhamento
do trabalho de
parto;
5. Puerpério e
Amamentação;
6. Reabilitação póscirúrgica por
câncer de mama e
cirurgias
ginecológicas;
7. Reabilitação uroginecológica;
8. Disfunções do
assoalho pélvico;
9. Dor pélvica;
10. Fisioterapia no
climatério.
Manole 2000.
5. GUIRRO, Elaine e GUIRRO,
Reinaldo,
Fisioterapia
Dermato Funcional. 3a. Ed.
Revisada
e
ampliada.
Manole. São Paulo. 2004.
6. Halbe, H. W. Tratado de
Ginecologia. Vol. 1-2. São
Paulo: Rosa, 1990.
7. LEDUC,
Albert;
LEDUC,
Oliver. Drenagem linfática:
teoria e prática. 2ª ed. São
Paulo: Manole, 2000.
8. LIDELL, L. Cooke, C. Porter,
A. O Livro das Massagens.
SP: Manole, 1998.
9. MARX, A. Camargo, M.
Fisioterapia
no
edema
Linfático. SP: Manole, 1996.
10. MORENO,
Adriana;
Fisioterapia
em
Uroginecologia. São Paulo –
Manole 2004.
11. O’SULLIVAN, Susan B.;
SCHMITZ,
Thomas
J.
Fisioterapia: avaliação e
tratamento. 2ª ed. São
Paulo: Manole, 1993.
Polden, Margareth, Mantle, Jill.
Fisioterapia
Aplicada
à
Ginecologia e Obstetrícia.
São Paulo: Santos, 1993.
12. Revista de Fisioterapia
de UNICID. (Universidade
Cidade de São Paulo).
13. Revista
Fisiobarsil
(www.fisiobrasil.com.br).
14. Revista Ginecologia e
Obstetrícia Atual. Editora de
Publicações Científicas Ltda.
Rio de Janeiro.
15. Rezende,
Jorge,
Obstetrícia, 7ª edição. Rio
de
Janeiro.
Guanabara
Koogan, 1995.
16. SARKEY, Chad. Recursos
Terapêuticos
em
Fisioterapia. Manole. São
Paulo. 2004.
17. Souza, Elza, Elza lúcia
Baracho Lotte. Fisioterapia
Aplicada
à
Obstetrícia,
aspectos de Ginecologia e
Neonatologia. São Paulo:
Medsi, 2002.
18. STEPHENSON, Rebecca e
O’CONNOR,
Linda;
Fisioterapia
Aplicada
à
Ginecologia e Obstetrícia.
São Paulo – Manole 2004.
19. TECKLIN,
Jan;
Fisioterapia Pediátrica. 3ª
Edição. Porto Alegre 1999.
20. TEIXEIRA,
Renato
da
Costa;
SERAFIN,
Alícia
Alfonso.
Avaliação
das
atitudes nos alunos do
Curso de Fisioterapia da
Universidade do Estado do
Pará.
Belém,
2000.
Dissertação (Mestrado) –
Universidades do Estado do
Pará.
21. TIXA, Serge, Atlas de
Anatomia Palpatória PS –
Editora Manole, 2000 – 1ª
edição Brasileira 2 vol.
22. XHARDEZ, Yves, Manual
de Cinesiologia, SP – editora
Atheneu, 1995.
16
Fisioterapia nas
Disfunções
Sensitivo-Motora (1º
sem.) / Estágio
Preliminar V –
Neurologia Adulto
(2º sem.)
SENSITIVO
MOTORA
1. Propedêutic
a Neurológica.
1.1 Anamnese
do
paciente
portador
de
lesão
neurológica.
1.2 Avaliação e
aplicabilidade
dos
reflexos
superficiais
e
profundos.
1.3 Avaliação
da
sensibilidade
do
paciente
neurológico
com
lesão
central
e
periférica.
1.4 Classificaçã
o
das
sensibilidades
1. BEAR, M. F; CONNORS,
B. W; PARADISO, M. A.
Neurociências:
desvendando o sistema
nervoso. 2a ed. Porto
Alegre: Artmed, 2002..
LENT, R. Cem Bilhões de
Neurônios:
Conceitos
Fundamentais
de
Neurociências. São Paulo:
Atheneu. 2004..
2.
3. TORTORA, G., J; G.I,
SANDRA R. Princípios de
Anatomia e Fisiologia. 9a
ed.
Rio
de
Janeiro:
Guanabara, 2002.
4. PURVES D. et al.
Neurociências. 2ª Ed. São
Paulo: Artmed.
5. MOURA E.W. de, Silva
P. do A. C. Fisioterapia:
aspectos clínicos e prática
da
reabilitação.
São
Paulo: Artes médicas.
6. NITRINI R., BACHESCHI
L A. A Neurologia que
e suas formas
de
aplicação
no
paciente
neurológico.
1.5 Avaliação
do
equilíbrio
estático
e
dinâmico
em
pacientes com
lesão
neurológica.
1.6 Testes
utilizados para
avaliar
coordenação
motora
em
pacientes
neurológicos.
1.7 Escalas
e
testes
neurológicos
utilizados para
avaliação
da
cognição,
marcha
e
dupla
tarefa
motoracognitiva.
1.8 Manobras
deficitárias.
1.9 Avaliação
do
tônus
muscular
em
pacientes
neurológicos.
17
Recursos
Eletrotermofototerap
euticos Aplicados a
Fisioterapia (1º
sem.) / Fisioterapia
Nas Disfunções
Dermatológicas e
Endócrinas (2º sem.)
todo médico deve saber.
2ª
Ed.
São
Paulo:
Atheneu.
7. KANDEL,
E.
R;
SCHWARTZ, J. H; JESSEL,
T.
M.
Princípios
da
a
Neurociências.
4
ed.
Barueri: Manole, 2003.
8. LENT, R. Cem bilhões
de Neurônios. São Paulo:
Atheneu
9. SANVITO.
Propedêutica Neurológica.
São Paulo: Atheneu
18
Recursos
Mecanoterapeuticos
(1º sem.) / Recursos
Hidroterapêuticos
(2º sem.)
Recursos
Mecanoterapeuti
cos
1. Conceito,
histórico
e
divisão
da
Mecanoterapia
2. Princípios físicos
e BiomecânicosForça, Potência,
Flexibilidade,
Resistência,
Fadiga,
Alavancas
e
Torque
3. Ginásio
Terapêutico
4. Tipos
de
Aparelhos
e
seus
mecanismos:
análise física e
determinada
dos
movimentos,
finalidades
e
técnicas
de
aplicação
objetivadas nas
indicações dos
aparelhos
mecanoterápico
s:
4.1 Aparelhos
Facilitadores
da Marcha:
ANDADEI
RA
BARRA
PARALELA
ESCADA E
RAMPA
TÁBUA
EVERSORA
E
INVERSORA
4.2
Aparelhos
que
não
oferecem
Resistência:
ESPALDAR
PRANCHA
1.
MUNIZ, Wagner C.,
TEXEIRA, Renato.
Agentes Terapêuticos
mecânicos. 2° Ed.n
SANTA MARIA: Orium,
2007.
2. NEUMANN, Donald A.
Cinesiologia do
aparelho
musculoesquelético:
Fundamentos para a
reabilitação física. São
Paulo: Guanabara
Koogan, 2006.
3. RASCH, P. J.
Cinesiologia e
Anatomia aplicada. Rio
de Janeiro: Guanabara,
1999.
4. KOTTKE, Frederico J. et
al. Krusen: Tratado de
Medicina física e
reabilitação. V.2 4°
ed., São Paulo:
Manole,1994.
5. LIANZA, Sérgio.
Medicina de
Reabilitação. Rio de
Janeiro: Guanabara
Koogan, 2001.
ORTOSTÁTICA
TÁBUA DE
QUADRÍCEPS
EXERCITADOR
DE OMBRO
4.3 Aparelhos
que
Oferecem
Resistência
ao
movimento
para
Membros
Superiores.
FLEXOR
DEDOS
DE
ROLO DE
PUNHO
PRONO
SUPRINADOR
HALTERES
POLIA DE
TETO
DUPLEX
4.4
Aparelhos
que
Oferecem
Resistência para
os
Membros
Inferiores:
ROLDANAS
MESA DE
QUADRÍCEPS
BICICLETA
ESTACIONÁRIA
ESTEIRA
ELÉTRICA
4.5 Aparelhos de
Tração:
TRAÇÃO
CERVICAL
TRAÇÃO
LOMBAR
19
História e Evolução
Científica e Social da
Fisioterapia (1º
sem.) / Investigação
Científica em
Fisioterapia (2º
sem.)
1A História
da Fisioterapia –
da Grécia Antiga
à 2ª Guerra
Mundial: Os
contextos e
fatos que
definiram a
criação da
profissão.
2A História
da Fisioterapia
no Brasil – Das
primeiras
citações até a
regulamentação
da Profissão.
Determinantes
da criação da
Profissão.
3As
principais
Resoluções e
suas
inferências:
Resoluções
COFFITO: 08, 10
e 80.
4As
Diretrizes
Curriculares
Nacionais do
Curso de
Fisioterapia e
sua importância
para inserção do
Profissional na
Atenção Básica;
5A
Fisioterapia e a
dimensão da
Integralidade.
6Perspectiva
s do mercado de
trabalho para
esta década.
7Reordenaçã
o da Atenção
1. BASMAJIAN. Terapêutica
por exercícios, 1980.
2. GAVA,
M.
V.;
Fisioterapia: História,
reflexões
e
perspectivas. São Paulo:
Metodista, 2004.
3. FREITAS, M.S. A Atenção
Básica como Campo de
Atuação da Fisioterapia
no Brasil: As Diretrizes
Curriculares
Resignificando a P´ratica
Profissional.
Rio
de
Janeiro.
Tese
de
Doutorado. Programa de
Pós-Graduação em Saúde
Coletiva:
Política,
Planejamento e Gestão
em Saúde
UERJ, 2006.
Captado em 25/04/2011
www.crefito10.org.br.
4. GALVÃO, A. M. F. Brasil,
A Fisioterapia e o
Tempo. Fisiobrasil, n.38,
outubro de 2000.
5. CONSELHO FEDERAL DE
FISIOTERAPIA E TERAPIA
OCUPACIONAL. Resolução
COFFITO-8 de 20 de
fevereiro de 1978. Diário
Oficial, Brasília, DF, nº
216, seção 1, parte II, p.
6.322-32, 13 nov. 1978.
6. CONSELHO FEDERAL DE
FISIOTERAPIA E TERAPIA
OCUPACIONAL.
Resolução COFFITO-10 de
03 de julho de 1978.
Diário Oficial, Brasília, DF,
n.182, seção I, parte II, p.
5.265/68, 22 set. 1978.
7. CONSELHO FEDERAL DE
FISIOTERAPIA E TERAPIA
OCUPACIONAL.
Resolução COFFITO-80
de 09 de maio de 1987.
Diário Oficial, Brasília,
DF, n.093, seção I, parte
II, p. 7609, 21 mai. 1987.
8. REBELATTO, J. R. e
BOTOMÉ, S.P.
Básica
Fisioterapia no Brasil.
São Paulo: Manole,
1987.
9. BRASIL, MINISTÉRIO DA
SAÚDE. PORTARIA Nº
2.488, DE 21 DE
OUTUBRO DE 2011Aprova a Política Nacional
de Atenção Básica,
estabelecendo a revisão
de diretrizes e normas
para a organização da
Atenção Básica, para a
Estratégia Saúde da
Família (ESF) e o
Programa de Agentes
Comunitários de Saúde
(PACS).
10. BRASIL, MINISTÉRIO
DA EDUCAÇÃO; CES
resolução nº 4 de 19 de
fevereiro de 2002.
Diretrizes Curriculares
Nacionais para os Cursos
de Graduação em
Fisioterapia.
DAC
CAMPUS CONCEIÇÃO DO ARAGUAIA - CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
Fundamentos
e 1- Definições da 8. BARRETO,D.
01
Dança:
dança
do
contexto
Métodos da Dança
ensino,
sentidos
e
da Educação Física:
possibilidades
na
conceito, funções,
escola. Campinas, SP:
objetivos da dança
Autores Associados,2004.
de acordo com os
9.
PCN’S.
BREGOLATO, Roseli
2- Conteúdos da
Aparecida. Cultura
dança na Educação
corporal da dança.
Física segundo os
ícone, 2000
PCN’S
3-Métodos e estilos 10.
de dança.
CAMINADA,E. História da
4- Estudo do ritmo:
dança: evolução
conceitos,
cultural. Rio de janeiro:
importância,
Sprint, 1999
objetivos,
11.
princípios
e
FAHLBUSCH, Hannelore.
funções do ritmo.
Dança moderna e
5Aplicabilidade
contemporânea. RJ:
dos
aspectos
Sprint, 1990
psicomotores
no
12.
conteúdo da dança
escolar.
LABAN, R. Dança
6- A importância da
educativa moderna.
dança
escolar
São Paulo: ícone,1990.
como conteúdo da 13.
Educação
Física
MORATO, M.E.P.
para
o
Ginástica jazz: a dança
desenvolvimento
na Educação Física. São
da criança.
Paulo: Manole,1993.
7A
expressão
corporal
e
a
criatividade
no VERDERI, É.B.L.P. Dança na
conteúdo de dança escola. Rio de Janeiro: Sprinte,
escolar.
2000.
8- A importância
das
atividades
rítmicas, nas aulas
de Educação Física
para
o
desenvolvimento
da criança.
9Elementos
básicos da dança
(posições,
rotações,
apoios,
diversificação
da
forma anatômica,
bases e planos) Estudo
das
possibilidades
motoras do corpo,
descobertas
de
movimentos,
formas níveis e
tipos.
10- Noções dos
elementos técnicos
da
dança:
deslocamento,
transferência,
saltos, giro, volta,
queda.
DMCF
DENH
CAMPUS CONCEIÇÃO DO ARAGUAIA - CURSO DE ENFERMAGEM
Anatomia Humana
01
02
01
Fisiologia Humana
CAMPUS SANTARÉM - CURSO DE ENFERMAGEM
Enfermagem em UTI
1.
Aspectos
1. RDC N.7 de 24 de fevereiro
organizacionais
de 2010
em
UTI:
2. Portaria Nº 1.071 de 4 de
Conceito, planta
julho de 2005
física e Recursos
3. CINTRA, Eliane Araújo.
Humanos;
Assistência
de
2. Medidas de
Enfermagem ao Paciente
prevenção
e
Gravemente Enfermo. São
DMCF
01
Anatomia
controle
de
infecção
hospitalar
em
UTI:
medidas
gerais;
precauções
padrão
e
de
isolamentos;
prevenção de IH
em trato urinário,
corrente
sanguínea
e
pneumonia;
3. Monitorização
hemodinâmina: P
ressão
Arterial
não
invasiva,
Freqüência
cardíaca
e
Saturação
periférica
de
oxigênio (SpO2) e
Pressão
Venosa
Central (PVC);
4.
Assistência
sistematizada de
Enfermagem ao
portador
de
distúrbios
respiratórios:
aspiração,
ventilação
mecânica,
insuficiência
respiratória;
5. Assistência
sistematizada de
Enfermagem ao
portador de
distúrbios
cardiovasculares: i
nfarto agudo do
miocárdio.
Paulo: Atheneu , 2003.
4. BRUNNER, & SUDDART.
Tratado
de
Enfermagem
Médico-Cirúrgica.
Rio
de
Janeiro, Guanabara Koogan,
10ª ed. 2005.
5. SCHELL, Hildy M.; Puntillo,
Kathleen A. Segredos em
enfermagem na terapia
intensiva.
Porto
Alegre:
Artmed, 2005.
1 – Sistema esquelético:
introdução e esqueleto
axial
1. TORTORA, G.J.; GRABOWSKI,
2 – Sistema esquelético:
introdução e esqueleto
apendicular
S.R.
Principios
de
anatomia e fisiologia.
9.ed.
Rio
de
Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
2. TORTORA, G.J. Principios
3 – Sistema articular
4 – Sistema muscular
5 – Sistema
cardiovascular
6 – Sistema respiratório
7 – Sistema digestório
8 – Aparelho Urogenital
(sistemas urinário e
genitais masculino e
feminino)
9 – Sistema neural:
introdução, medula
espinal, tronco
encefálico e cerebelo
10 – Sistema Neural:
diencéfalo e telencéfalo
de anatomia humana.
10.ed.
Rio
de
Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007.
3. GRAAF,
K.M.
Van
de.
Anatomia Humana. 6.ed.
São Paulo: Manole, 2003.
4. MACHADO,
Neuroanatomia
funcional.
São
Atheneu, 2000.
A.B.M.
Paulo:
5. DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C.A.
Anatomia
humana
sistêmica e segmentar.
2.ed. São Paulo: Atheneu,
2000.
6. NETTER,
F.H. Atlas de
anatomia humana. Porto
Alegre: Artes Médicas, 2000.
7. SCHUNKE, M.; SCHULTE, E.;
SCHUMACHER,
U.
Prometeus:
atlas
de
anatomia – anatomia geral e
aparelho locomotor. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan,
2006.
8. SCHUNKE, M.; SCHULTE, E.;
SCHUMACHER,
U.
Prometeus:
atlas
de
anatomia
–
pescoço
e
órgãos internos. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan,
2007.
1. SCHUNKE, M.; SCHULTE,
E.; SCHUMACHER, U.
Prometeus: atlas de
anatomia – cabeça e
neuroanatomia. Rio de
Janeiro:
Guanabara
Koogan, 2007.
2. SOBOTTA.
Atlas
de
anatomia
humana.
22.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara
Koogan,
2006. 2v.
3. MIRANDA, E. Bases de
anatomia
e
cinesiologia. 2.ed. Rio
de Janeiro: Sprint, 2000.
4. SOCIEDADE BRASILEIRA
DE
ANATOMIA.
Terminologia
anatômica.
Barueri:
Manole, 2001.
DAC
01
Fundamentos
e 1- Aspectos históricos
Métodos
da e conceituais das
Educação
Física deficiências.
2- O trato
Adaptada
metodológico
inclusivo nas aulas de
educação física
escolar para o aluno
portador de
deficiência físicomotora.
3- Elaboração de
programas de
atividades físicas
adaptadas para
pessoas com as asma.
4- Esportes
Adaptados.
5- O trato
metodológico nas
atividades físicas
adaptadas para pessoa
portadora de
deficiência visual.
6- A proposta da
Inclusão nas aulas de
educação física
escolar.
7- O trato
metodológico
inclusivo nas aulas de
educação física
escolar para o aluno
com obesidade.
8- Atitudes e
estratégias do
professor de educação
física nas aulas
inclusivas, para o
aluno com alterações
18. BEREOHFF,
A.M.P;
LEPPOS, A.S.S; FREIRE.
L.H.V. Considerações
Técnicas sobre o
atendimento
psicopedagógico do
educando portador
de condutas típicas
da
síndrome
do
autismo
e
de
psicoses
infantojuvenis.
Brasília:
Associação
terapêutica
educacional
para
crianças
autistasAsteca, 1994.
19. CARMO,
A.A.
Deficiência física: a
sociedade
cria,
recupera e descrimina.
2 ed. Brasília: Escopo,
1991.
20. CARMO, A.A.; SILVA,
R.V.S.
Educação
física e a pessoa
portadora
de
deficiência:
contribuição
à
produção
do
conhecimento.
UberlândiaMG:Universidade
Federal de Uberlândia,
1995.
(Série
Especialização
e
Monografia, 1).
21. CARVALHO,
R.E.
Temas em educação
de comportamentos
adaptativos.
9- O trato
metodológico nas
aulas de educação
física inclusiva, para
alunos portadores de
síndrome de Down.
10- A Educação
Física Adaptada e a
Inclusão nas escolas
de Ensino Regular.
especial.
Rio
de
Janeiro: WVA, 1998.
22. CARDOSO
DE
LA
ROCQUE,
SIMONE.
Crianças
com
Crianças:
o
olhar
infantil
sobre
a
inclusão na educação
física
escolar.
Dissertacao
de
Mestrado
em
Motricidade Humana.
Universidade
do
Estado do Para. Belem
– Pa, 2004.
23. GORGATTI.
MARCIA;
COSTA.
ROBERTO.
Atividade
Fisica
Adaptada.
RJ.
Manole, 2008.
24. LEBOYER,
Marion.
Autismo
Infantil:
fatos e modelos. 5 ed.
São Paulo: papirus,
2005.
25.
Leis de Diretrizes
e Bases da Educação
Nacional: Lei nº 9.394,
Brasília, 1997.
26. LOPES, K.A.L. Aluno
com
deficiência
física
em
aulas
regulares
de
educação
física:
prática viável ou não?
um estudo de caso.
Tese de doutorado.
São Paulo: USP, 1999.
27. MAURO
VAINSBERG;
MARCO
TULIO
DE
MELLO. Exercicios na
saude e na doenca.
Barueri, SP: Manole,
2010.
28. MANTOAN, M.T.E. A
educação
especial
no
Brasil:
da
exclusão à inclusão
escolar. Campinas-SP:
LEDEP/Unicamp, 2000.
29. _________.A
integração
de
pessoas
com
deficiência:
contribuições
para
uma reflexão sobre o
tema.
São
Paulo:
Memnon:
SENAC,
1997.
30. MOREIRA. E.C et al.
Educação
física
escolar:desafios
e
propostas. Jundiaí, São
Paulo: Fontoura, 2004
31. MORRIN, E. Por uma
reforma
do
pensamento.
O
Correio da UNESCO.
Rio de Janeiro: FGV.
ANO 24, nº 4, 1996.
32. MRECH, L. Os desafios
da educação especial,
o Plano Nacional de
Educação
e
a
Universidade
Brasileira.
Revista
Brasileira
de
Educação Especial.
V.3.Nº 5,.São Paulo:
ABPEE, 1999.
33. SASSAKI,
Romeu.
Inclusão: construindo
uma sociedade para
todos. Rio de Janeiro:
WVA, 1997. 176 p.
STAINBACK, S; STAINBACK, W.
Inclusão:
um
guia
para
educadores.
Trad.
Magda
França Lopes. Porto Alegre:
Artmed, 1999.
DMCF
01
CAMPUS SANTARÉM - CURSO DE FISISOTERAPIA
Anatomia Humana I
1 – Sistema
1. TORTORA,
G.J.;
(1º sem.)
Esquelético:
GRABOWSKI,
S.R.
Anatomia Humana II introdução e
Principios de anatomia
(2º sem.)
esqueleto axial
e fisiologia. 9.ed. Rio de
Janeiro:
Guanabara
2 – Sistema
Koogan, 2002.
Esquelético:
introdução e
esqueleto
apendicular
2. TORTORA, G.J. Principios
de anatomia humana.
10.ed. Rio de Janeiro:
3 – Sistema
Articular
4 – Sistema
Muscular
5 – Sistema
Cardiovascular
6 – Sistema
Respiratório
7 – Sistema
Digestório
8 – Sistema
Urinário e Genital
Masculino
9 – Sistema Genital
Feminino
10 – Introdução ao
estudo da
Anatomia Humana.
Guanabara Koogan, 2007.
3. GRAAF, K.M. Van de.
Anatomia
Humana.
6.ed. São Paulo: Manole,
2003.
4. DÂNGELO, J.G.; FATTINI,
C.A. Anatomia humana
sistêmica e segmentar.
2.ed. São Paulo: Atheneu,
2000.
5. NETTER, F.H. Atlas de
anatomia
humana.
Porto
Alegre:
Artes
Médicas, 2000.
6. SCHUNKE, M.; SCHULTE,
E.;
SCHUMACHER,
U.
Prometeus:
atlas
de
anatomia
–
anatomia
geral
e
aparelho
locomotor. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
7. SCHUNKE, M.; SCHULTE,
E.;
SCHUMACHER,
U.
Prometeus:
atlas
de
anatomia – pescoço e
órgãos internos. Rio de
Janeiro:
Guanabara
Koogan, 2007.
8. SCHUNKE, M.; SCHULTE,
E.;
SCHUMACHER,
U.
Prometeus:
atlas
de
anatomia – cabeça e
neuroanatomia. Rio de
Janeiro:
Guanabara
Koogan, 2007.
9. SOBOTTA.
Atlas
de
anatomia
humana.
22.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
2v.
10.
MIRANDA, E. Bases
de
anatomia
e
cinesiologia. 2.ed. Rio
de Janeiro: Sprint, 2000.
11.
SOCIEDADE
BRASILEIRA
ANATOMIA.
Terminologia
anatômica.
Manole, 2001.
Fisioterapia em U.T.I.
U.T.I.
7. PRYOR. Fisioterapia para
Problemas Respiratórios e
Cardíacos. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
8. REGENGA, Marisa de M.
Fisioterapia
em
Cardiologia: da UTI à
Reabilitação. São Paulo:
Roca, 2000.
9. PRESTO, Bruno; Damazio,
Luciana.
Fisioterapia
Respiratória. São Paulo:
Elsevier, 2009.
10. KNOBEL,
Elias.
Condutas do Paciente
Grave.
São
Paulo:
Atheneu, 2002.
11.
SARMENTO, George J
Vieira. Fisioterapia
Respiratória no Paciente
Crítico. São Paulo:
Manole, 2007
12.
Em 19 de setembro de
2012 15:58,
DCMH/CCBS/UEPA
<[email protected].
br> escreveu:
fisiologia
Cardiorrespiratória
e suas Correlações
com a Fisioterapia
em UTI.
2. Semiologia e
Monitorização do
Paciente Crítico
3. Imagenologia
02
Barueri:
Fisioterapia em
1. Anatomo-
Fisioterapia em UTI
(1º sem.)
Estágio Preliminar III
– Traumatologia e
Ortopedia (2º sem.)
DE
Torácia e Exames
de Rotina em UTI
4. Recursos
Fisioterapêuticos e
sua aplicação na
UTI: Recursos para
Desobstrução
Brônquica,
Recursos para
Reexpansão
Pulmonar e
Exercícios
Respiratórios.
5. Ventilação
Mecânica NãoInvasiva.
6. Princípios
11.
SALTER,Robert
Bruce
Distúrbios e Lesões do Sistema
Musculoesquelético.3a ed.Rio de
Janeiro:Medsi,2001
12. SCHWARTSMANN,Carlos
Fraturas-principios
e
prática.Porto
Alegre:Artmed
Editora,2000
13. Buckwalter,Joseph Ortopedia
de Tureck: princípios e suas
aplicações.
Vols.I
e
II.São
Paulo:manole,2010
14. Herbert,S&Xavier R. Ortopedia
Básicos da
Ventilação
Mecânica; Modos e
Modalidades
Ventilatórias
7. Ventilação
Mecânica
Aplicada
8. Desmame
Ventilatório
9. Mobilização
Precoce do
Paciente
Crítico
10. Patologias
Freqüentes:
10.5. Insuficiência
Respiratória
10.6. Síndrome do
Desconforto
Respiratório
Agudo
10.7. Edema
Agudo de
Pulmão
10.8. Sepse
ESTÁGIO PREL. III
I-Nomenclatura
das
Enfermidades
e
disfunções
osteomioarticula
res
e
ligamentares:Con
tusões,Ferimentos,
Lesões
e Traumatologia :Principios e
prática.
Porto
alegre:artmed,2003
15. Palmer & Epler Fundamentos
das
Técnicas
de
Avaliação
Musculo-esquelética.
16. Evans,Ronald C. Exame Físico
ilustrado.Barueri,SP:manole,2003
17. Hoppenfeld,Stanley
Propedêutica
Ortopédica-A
Coluna e Extremidades.Rio de
Janeiro:Atheneu,2000
18. Cipriano, Joseph J. Manual
Fotográfico
de
Testes
Ortopédicos e Neurológicos.3a.
ed.São Paulo:Manole,2000
19. Gross,Jefrey
Exame
Musculoesquelético.Porto
Alegre:Artmed,2000
20. Reider,Bruce O Exame Físico
em
Ortopedia.Rio
de
Janeiro:Guanabara-Koogan,2001
COMPLEMENTAR
14. ADAMS,J.Crawford Manual de
Fraturas e Lesões articulares.7a
ed.São Paulo:Artes Médicas,2000
15. ADAMS,J.Crawford Manual de
Ortopedia.
São
Paulo:Artes
Médicas,2000
16. PETERSON,Lars
&
RENSTRON,Per
Lesões
do
Esporte-Prevenção
e
Tratamento.3a.ed.São
Paulo:Manole,2003
17. APLEY,A.GRAHAM Ortopedia e
Fraturas
em
Medicina
de
Reabilitação.6a.ed.São
Paulo:Atheneu,2000
18. Freire,Evandro Trauma: a
doença do século. São Paulo:
Atheneu,2006
19. Lasmar,Neylor Medicina do
Esporte.São Paulo:Manole,2002
20. Maxey,Lisa&Magnusson,Jim
Reabilitação Pós-cirúrgica para o
paciente ortopédico. Rio de
Janeiro:Guanabara-Koogan,2002
21. Dutton, Marck Fisioterapia
Ortopédica.
Porto
Alegre:
artmed,2006
22. Gould III,J. Fisioterapia nas
disfunções ortopédicas.
23. ANDREWS,James
R.
Reabilitação Física das Lesões
Desportivas.2a.ed.Rio
de
Janeiro:Guanabara-Koogan,2000
24. Lianza,Sergio Medicina de
Reabilitação.2a.
ed.
Rio
de
Janeiro:Guanabara-Koogan,2002
25. BOGOSSIAN,Levão
Traumatismos em Geral-Estudo
etiopatológico
dos
traumas
mecânicos.Revista
articulares,Fraturas
,Doença
articular
degenerativa.Avali
ação e diagnóstico
cinético-funcional.
II-Enfermidades e
disfunções
dos
tecidos
moles:
Tendinopatias,Diste
nsões
músculotendinosas
e
classificação;Disten
sõe
capsuloligamentares
e
classificação;Bursit
es. O processo de
cicatrização.
Avaliação,
testes
confirmatórios
e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
III-Fraturas
em
geral:
definição,classifica
ção,conduta
geral;processo de
consolidação.Avalia
ção,testes
confirmatórios
e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
IV-Enfermidades
e disfunções da
Cintura
escapular e do
Ombro.
Fraturas,Lesões
articulares,
degenerativas
e
tecidos
moles.
Avaliação,
testes
confirmatórios
e
diagnóstico
JBM.agosto,1981.vol.41 no 2
26. Birolini,Dario
Trauma
é
Doença. Revista Veja Nov/1998
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
V- Enfermidades
e disfunções do
Cotovelo
e
antebraço.
Fraturas,Lesões
articulares,
degenerativas
e
tecidos
moles.
Avaliação,
testes
confirmatórios
e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
VI- Enfermidades
e disfunções do
Punho e da mão.
Fraturas,Lesões
articulares,
degenerativas
e
tecidos moles.
Avaliação,
testes
confirmatórios
e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
VIIEnfermidades
e
disfunções
do
Quadril
e
da
coxa.
Avaliação,
testes
confirmatórios
e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
VIIIEnfermidades
e
disfunções
do
Joelho e perna.
Fraturas,Lesões
articulares,
degenerativas
e
tecidos
moles.
Avaliação,
testes
confirmatórios
e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
IX- Enfermidades
e disfunções do
Tornozelo e do
pé.
Fraturas,Lesões
articulares,
degenerativas
e
tecidos
moles.
Avaliação,
testes
confirmatórios
e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
X- Enfermidades
e disfunções da
Pelve
e
sacroiliacococigea.
Fraturas,Lesões
articulares,
degenerativas
e
tecidos moles.
Avaliação, testes
confirmatórios
e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
XI- Enfermidades
e disfunções da
Coluna
vertebral:lgias;
deformidades;
fraturas vertebrais.
Avaliação,
testes
confirmatórios
e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica.
XIIEnfermidades
e
disfunções
da
Face
e
da
mandíbula.
Fraturas,Lesões
articulares,
degenerativas
e
tecidos moles.
03
Fisioterapia nas
Disfunções Sensitivo
Motoras (1º sem.)
Estágio Preliminar V
– Neurologia Adulto
(2º sem.)
Avaliação, testes
confirmatórios e
diagnóstico
cinético-funcional e
programação
fisioterapêutica
SENSITIVO
MOTORA
2. Propedêutic
a Neurológica.
2.1 Anamnese
do
paciente
portador
de
lesão
neurológica.
2.2 Avaliação e
aplicabilidade
dos
reflexos
superficiais
e
profundos.
2.3 Avaliação
da
sensibilidade
do
paciente
neurológico
com
lesão
central
e
periférica.
2.4 Classificaçã
o
das
sensibilidades
e suas formas
de
aplicação
10. BEAR, M. F; CONNORS,
B. W; PARADISO, M. A.
Neurociências:
desvendando o sistema
nervoso. 2a ed. Porto
Alegre: Artmed, 2002..
LENT, R. Cem Bilhões de
Neurônios:
Conceitos
Fundamentais
de
Neurociências. São Paulo:
Atheneu. 2004..
11.
12. TORTORA, G., J; G.I,
SANDRA R. Princípios de
Anatomia e Fisiologia. 9a
ed.
Rio
de
Janeiro:
Guanabara, 2002.
13. PURVES D. et al.
Neurociências. 2ª Ed. São
Paulo: Artmed.
14. MOURA E.W. de, Silva
P. do A. C. Fisioterapia:
aspectos clínicos e prática
da
reabilitação.
São
Paulo: Artes médicas.
15. NITRINI R., BACHESCHI
L A. A Neurologia que
todo médico deve saber.
2ª
Ed.
São
Paulo:
no
paciente
neurológico.
2.5 Avaliação
do
equilíbrio
estático
e
dinâmico
em
pacientes com
lesão
neurológica.
Atheneu.
16. KANDEL,
E.
R;
SCHWARTZ, J. H; JESSEL,
T.
M.
Princípios
da
a
Neurociências.
4
ed.
Barueri: Manole, 2003.
17. LENT, R. Cem bilhões
de Neurônios. São Paulo:
Atheneu
2.6 Testes
SANVITO.
utilizados para Neurológica.
avaliar
Atheneu
coordenação
motora
em
pacientes
neurológicos.
2.7 Escalas
e
testes
neurológicos
utilizados para
avaliação
da
cognição,
marcha
e
dupla
tarefa
motoracognitiva.
2.8 Manobras
deficitárias.
2.9 Avaliação
do
tônus
muscular
em
pacientes
neurológicos.
DEPA
T
01
CAMPUS TUCURUÍ
Microbiologia
- CURSO DE ENFERMAGEM
6. Morfologia
Bacterian;
7. Interação
parasitahospedeiro;
8.
Treponema
pallidum
(sífilis);
9. Flora normal
do
corpo
humano;
10. Staphylococ
Propedêutica
São
Paulo:
DENH
01
cus sp.
Enfermagem
nas TEORICO
Clínicas
MédicoCirúrgica (Pré,Trans 1 - Processo de
cuidar
em
e Pós-Operatório)
Enfermagem
no
período
peri-operatório
(pré, trans
e
pós
operatório).
2-
Processo de
cuidar
em
Enfermagem
nutrição
enteral
e
parenteral
3-
Processo de
cuidar
em
Enfermagem
em
hemoterapia.
4-
Processo de
cuidar
em
Enfermagem
em atenção as
doenças
crônicas:
Hipertensão e
Diabetes
5-
Processo de
cuidar
em
Enfermagem
em
Estomaterapia:
feridas
e
estomias
PRÁTICO
1
.
Sistematização
da Assistência
de
Enfermagem
no período préoperatório
3. BRUNNER, & SUDDART.
Tratado de Enfermagem
Médico-Cirúrgica. Rio de
Janeiro,
Guanabara
Koogan, 10 ed. 2005.
4. POTTER,
Patrícia
Ann.
Semiologia
em
Enfermagem.
Rio
de
Janeiro:
Reichmnan
&
Affonso Ed., 2002
SANTOS, Iraci dos et al.
Enfermagem
assistencial
no
ambiente hospitalar.
Ed:
Atheneu. São Paulo. 2004.542p
mediato
2. Cuidados
de
Enfermagem
com feridas e
estomias
3. Cuidados
de
Enfermagem
em
Hemoterapia
4. Cuidados
de
Enfermagem
em
Balanço
Hídrico
02
Enfermagem em UTI
5.
Posicionamento do
cliente para
anestesia e ato
cirúrgico
1.
Aspectos
organizacionais
em
UTI:
Conceito, planta
física e Recursos
Humanos;
2. Medidas de
prevenção
e
controle
de
infecção
hospitalar
em
UTI:
medidas
gerais;
precauções
padrão
e
de
isolamentos;
prevenção de IH
em trato urinário,
corrente
sanguínea
e
pneumonia;
3. Monitorização
hemodinâmina: P
ressão
Arterial
não
invasiva,
Freqüência
cardíaca
e
Saturação
periférica
de
1. RDC N.7 de 24 de fevereiro
de 2010
2. Portaria Nº 1.071 de 4 de
julho de 2005
3. CINTRA, Eliane Araújo.
Assistência
de
Enfermagem ao Paciente
Gravemente Enfermo. São
Paulo: Atheneu , 2003.
4. BRUNNER, & SUDDART.
Tratado
de
Enfermagem
Médico-Cirúrgica.
Rio
de
Janeiro, Guanabara Koogan,
10ª ed. 2005.
5. SCHELL, Hildy M.; Puntillo,
Kathleen A. Segredos em
enfermagem na terapia
intensiva.
Porto
Alegre:
Artmed, 2005.
03
Enfermagem
Urgência
Emergência
oxigênio (SpO2) e
Pressão
Venosa
Central (PVC);
4.
Assistência
sistematizada de
Enfermagem ao
portador
de
distúrbios
respiratórios:
aspiração,
ventilação
mecânica,
insuficiência
respiratória;
5. Assistência
sistematizada de
Enfermagem ao
portador de
distúrbios
cardiovasculares: i
nfarto agudo do
miocárdio.
em TEORICO
e
1 - Suporte Básico
de Vida em Trauma
5. BASTOS;
Jorge
Luís;
RIBEIRO, Luiz Fernando;
NOGUEIRA,
Cláudia.
Trauma. Rio de Janeiro,
Medsi, 1997.
6. BERGERON;
J.
David;
BIZJAK, Glória. Primeiros
Socorros.
São
Paulo,
Ateneu, 1999.
7. CHRISTINE;
Warnick
Bardddwwaayy. Cuidados
de
Enfermagem
nas
emergências gástricas. Rio
de Janeiro, Meddsi, 1997.
2
Suporte
Avançado de Vida
em Cardiologia
3 - Assistência de
Enfermagem
no
Resgate
e
Transporte
de
Acidentados
4 - Parada Cardíaca
5 - Traumatismo
Toraco-abdominal
6.
Políticas
de
Atenção
às
urgências (portaris
GM/MS
nos
1863/1864/2048
PRÁTICO
1 - Suporte Básico
8.
ERAZO; Guillermo A.
Cuellar;
Túlio,
Marco
Pires. Manual de Urgência
e emergência em pronto
socorro. 5. Ed. Rio de
Janeiro, Medsi, 1998.
de Vida em Trauma
2 - Parada Cardíaca
3- Assistência
Enfermagem
Resgate
Transporte
Acidentados
de
no
e
de
4
Cuidados
imediatos
ao
paciente
em
choque
*hemorrágico
CAMPUS TUCURUÍ
DEDE
S
01
Fundamentos
e
Métodos do Esporte
5 - Cuidados
imediatos à vítima
de traumatismo
raquimedular e de
extremidades
- CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
11. Os gladiadores Educação física na escola –
e a decadência do Suraya Darido
esporte antigo
12. Metodologia
do ensino dos
esportes na escola
13. Dimensões
sociais do esporte
14. O esporte
enquanto
instrumento de
educação
15. O esporte nas
aulas de educação
física escolar
16. O uso políticoideológico do
esporte
17. Esporte da e na
escola
18. Princípios
pedagógicos para
ensino do esporte
19. Violência na
esporte
20. Metodologia
do ensino dos
esportes da escola
Pedagogia DO FUTEBOL – João
Batista Freire
Transformação didáticopedagógica do Esporte – Elenor
Kunz
Metodologia do ensino no
basquetebol na escola
Basquetebol na escola – Nilton
Ferreira Coutinho
Reinventando o esporte:
possibilidades da prática
pedagógica – Sávio Assis
Sociologia crítica dos esportes
– Valter Bracht
Voleibol da escola – Luiz
Antônio Silva Campos
Dimensões Sociais da Esporte –
Manoel Tubino
CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL
BERNE, Robert M., et al. (Ed.).
5. Morfofisiologia
do
Sistema Fisiologia. 5. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2004.
Osteoarticular;
6. Morfofisiologia
do
Sistema
Muscular;
7. Morfofisiologia
do
Sistema
Nervoso;
8. Morfofisiologia
do
Sistema
Cardiovascular;
9. Morfofisiologia
do
Sistema
Endócrino.
DMCF
1
Núcleo
Morfofuncional
(1ª SÉRIE)
10. Morfofisiologi
a do Sistema
Respiratório;
–
11. Morfofisiologi
a do Sistema
Digestório;
12. Morfofisiologi
a do Sistema
Urinário;
13. Morfofisiologi
a do Sistema
Reprodutor
Masculino;
14. Morfofisiologi
a do Sistema
Feminino;
DETO
02
Prática em Terapia
Ocupacional III
CURI, Rui (Org.); PROCÓPIO,
Joaquim (Org.); FERNANDES,
Luiz
Cláudio
(Org.).
Praticando Fisiologia. São
Paulo: Manole, 2005.
CURI, Rui; PROCÓPIO, Joaquim.
Fisiologia básica. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan,
2009.
DAVIES, Andrew; BLAKELEY,
Asa G. H.; KIDD, Cecil.
Fisiologia
humana.
Porto Alegre: Artmed, 2002.
DOUGLAS,
Carlos
Roberto.
Tratado
de
fisiologia:
aplicada às ciências médicas.
6.
ed.
Rio
de
Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
FIORE, Mariano S. H. di; HIB,
José (Ed.). Di Fiore Histologia:
texto e atlas. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
GARTNER, Leslie P.; HIATT,
James
L.
Tratado
de
Histologia: em cores. 2. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003.
GARTNER, Leslie P.; HIATT,
James L. Atlas colorido de
Histologia. 4. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan,
2007.
GUYTON, Arthur C.; HALL, John
E. Tratado
1.
Prática 1.WILLARD;
SPACKMAN.
Terapêutica
Terapia ocupacional. Rio de
Ocupacional
no Janeiro: Guanabara Koogan,
contexto
2002.
ambulatorial
e
hospitalar;
2.Prática
2.FREITAS, Elizabeth Viana et
Terapêutica
al. Tratado de Geriatria e
Ocupacional nas Gerontologia. Rio de Janeiro:
clínicas do adulto; Guanabara Koogan, 2002.
3.Atuação
da
Terapia
Ocupacional
no 3.DE CARLO; LUZO. Terapia
processo
de ocupacional- reabilitação física
e contextos hospitalares. São
envelhecimento;
Paulo: Roca, 2004
4.Envelhecimento
saudável/
bemsucedido
e
4.PAPALÉO NETTO. A Velhice e
Envelhecimento
patológico/senilid o Envelhecimento em visão
globalizada.
São
Paulo:
ade;
Atheneu, 2002.
5.Avaliação
funcional
e
cognitiva
do
5.REICHEL.
Assistência
ao
idoso;
Idoso- aspectos clínicos do
Rio
de
6.Avaliação
da envelhecimento.
percepção
e Janeiro: Guanabara Koogan,
2001.
cognição;
7. Qualidade de
vida, depressão e
demência;
8.
Reabilitação
gerontológica:
equipe,
tratamento,
abordagem;
9.Terapia
ocupacional
projetos
Geração
Renda
Cidadania;
10.Prática
atuação
profissional
contextos
comunitários
territoriais.
em
de
de
e
de
em
e
03
Atividade Humana I
( 1º Sem.)
MACHADO, Marília Caníglia.
1. Fundamentos da
Rumo à ciência da atividade
Atividade Humana
humana. In: Rumo ao objeto
Atividade Humana II 2. Saúde Práxica e de
estudo
da
terapia
( 2º Sem.)
Ser práxico
ocupacional. Belo Horizonte:
Ed. Cuatiara, 1991.
3. Atividades de
Vida Diária
FRANCISCO, Rosa Francisco.
Atividade humana x recurso
4.
Terapia
terapêutico.
Terapia
Ocupacional
e
Ocupacional. Campinas, SP:
Grupos
Papirus, 2001.
5.
Grupos
e
Cláudia.
BASTOS,
Oficinas de terapia PEDRAL,
ocupacional
Patrícia. Praxiterapia e AVD,
um capítulo à parte... Terapia
7.
Abordagens Ocupacional: metodologia e
Grupais
prática. Rio de Janeiro: Editora
Rúbio, 2008.
8.
Relação
terapeuta-paciente
MACHADO, Marília Caníglia. A
9.
Plano
de saúde práxica e o ser práxico.
Intervenção Grupal In: Rumo ao objeto de
estudo
da
terapia
10.
Grupos ocupacional. Belo Horizonte:
Terapêuticos
nas Ed. Cuatiara, 1991.
diversas
fases
desenvolvimento
BRUNELLO, Maria Inês Britto.
humano
Terapia
ocupacional
e
grupos: uma análise da
dinâmica de papéis em um
grupo de atividade. Rev. Ter.
Ocup. Univ. São Paulo [online].
2002, vol.13, n.1, pp. 9-14.
ISSN 1415-9104.
SAMEA, Marisa. O dispositivo
grupal como intervenção
em reabilitação: reflexões a
partir
da
prática
em
Terapia Ocupacional. Rev.
Ter. Ocup. Univ. São Paulo
[online]. 2008, vol.19, n.2, pp.
85-90. ISSN 1415-9104.
PEREZ, Marina Picazzio
e
ALMEIDA,
Maria
Helena
Morgani de. O processo de
revisão de vida em grupo
como recurso terapêutico
para idosos em Terapia
Ocupacional. Rev. Ter. Ocup.
Univ. São Paulo [online]. 2010,
vol.21, n.3, pp. 223-229. ISSN
1415-9104.
LIMA, Elizabeth Maria Freire de
Araújo et al . PACTO
adolescentes: arte e
corpo na invenção de
dispositivos em terapia
ocupacional
para
produção de vida e
saúde na adolescência.
Rev. Ter. Ocup. Univ. São
Paulo, São Paulo, v. 20,
n.
3, dez.
2009.
Disponível
em
<http://www.revistasu
sp.sibi.usp.br/
scielo.php?
script=sci_arttext&pid=
S141591042009000300004&lng
= pt&nrm= iso>. acessos
em 21 set. 2012.
04
Atividade Humana III
( 1º Sem.)
Atividade Humana
IV( 2º Sem.)
1. O Cotidiano
terapia
ocupacional:
linguagens
expressivas
sentido
da
organização
cotidiano
em
nos
redo
NASCIMENTO,
Valéria
Pacheco do et al. Grupo
de leitura e produção
de
textos:
uma
intervenção da terapia
ocupacional. Rev. Ter.
Ocup. Univ. São Paulo
[online]. 2007, vol.18, n.1,
pp. 17-21. ISSN 14159104
GALHEIGO, S. M. O cotidiano
na
terapia
ocupacional:
cultura,
subjetividade
e
contexto historicossocial. Rev.
Ter. Ocup. Univ. São Paulo, v.
14, n. 3, p. 104-9, set./dez.
2003.
2. Criatividade e OSTROWER,
F.
Potencial.
processos
de Criatividade e Processos de
criação:
expressividade,
ludicidade
produtividade
Criação. Petrópolis, Rio de
Janeiro: Vozes, 1989, cap. 1,
e p.9 - 30.
ANDRADE, L. Q. Terapias
3.
As
terapias
Expressivas:
arteterapia,
expressivas:
arte-educação
e
terapia
abordagens
artística.
São
Paulo,
2000.
psicológicas
4.
Métodos
e
técnicas
de
atividades
artísticas/plásticas:
o barro criativo
5.
Métodos
e
técnicas
de
atividades
artísticas/plásticas:
pintura
CHIESA, Regina Fiorezzi. O
diálogo com o barro: o
encontro com o criativo. São
Paulo: Casa do Psicólogo,
2004.
SILVEIRA, Nise. O atelier de
pintura: abstração e angústia –
o espaço subvertido. Imagens
do inconsciente.
7.
Métodos
e
técnicas
de
atividades
artísticas/plásticas:
mandalas
PEDRAL,
Cláudia;
BASTOS,
Patrícia. Aplicação da análise
atividade.
Terapia
Ocupacional: Metodologia e
Prática. São Paulo: Rubio,
8.
Oficinas 2008.
Criativas e Grupos
de Arteterapia
GUIMARÃES, D. S. L.; FALCÃO,
I. V. Análise de atividades e
9.
Análise
de
formação
do
terapeuta
atividade
em
ocupacional: um estudo com
Terapia
os preceptores de estágio da
Ocupacional
UFPE. Rev. Ter. Ocup. Univ.
Paulo v.15 n.2 São
10.
Análise
do São
Brincar em terapia Paulo maio/ago. 2004.
ocupacional
VINCENTINI, V. C.R. et al.
Conhecendo as Concepções
e as Práticas de Análise da
Atividade dos Terapeutas
Ocupacionais.
Cad.
Ter.
Ocup. UFSCar, v.11, n.1. 2003.
LIMA, Elizabeth M. F. Araújo. A
análise de atividade e a
construção do olhar do
terapeuta ocupacional. Rev.
Ter.
Ocup.
Univ.
São
Paulo [online]. 2004, vol.15,
n.2, pp. 42-48. ISSN 14159104.
CASTRO, G. D.; LIMA, E. A;
CASTIGLIONI, M. C.; SILVA, S.
N. Análise de Atividades:
apontamentos
para
uma
reflexão atual. In: DE CARLO;
M. M e LUZO, M. C. (org). São
Paulo (SP): Roca, 2004.
5
Clínica em Terapia
Ocupacional Adulto
e Idoso(Cardiologia,
pneumologia,
endocrinologia,
reumatologia,
traumatologia,
ortopedia) 1º Sem.
Clínica em Terapia
Ocupacional Adulto
e
Idoso(Oncologia,
dermatologia
e
doenças
infecto
contagiosas
e
parasitárias
da
Amazônia) 2º Sem.
5) Prática
Terapêutica
Ocupacional
nas Doenças
Cardiovascul
ares;
6) Prática
Terapêutica
Ocupacional
na
Semiologia
Respiratória;
7) Prática
Terapêutica
Ocupacional
nas Doenças
Gastroentero
lógicas;
8) Prática
Terapêutica
Ocupacional
nas Doenças
Endocrinológ
icas;
9) Prática
Terapêutica
Ocupacional
nas Afecções
Reumatológi
cas;
10)
Proces
so avaliativo
em Terapia
Ocupacional;
11)
Trata
mento
de
FERLAND, Francine. O brincar e
a
terapia
ocupacional.
O
Modelo Lúdico: O brincar, a
criança com deficiência e a
terapia ocupacional. 3° ed. São
Paulo: Roca, 2006.
6. WILL
ARD;
SPAC
KMA
N.
Tera
pia
ocup
acion
al.
Rio
de
Janei
ro:
Guan
abar
a
Koog
an,
2002
.
7. MAC
DON
ALD.
Tera
pia
ocup
acion
al em
Reab
ilitaç
ão.
Terapia
Ocupacional:
áreas,
componente
s, contextos
de
desempenho
;
12)
A
Terapia
ocupacional
em
reabilitação
física
e
contextos
hospitalares;
13)
O
Papel
da
Terapia
Ocupacional
em
oncologia;
14)
A
Terapia
ocupacional
em
reabilitação
física: AVDs,
AIVDs.
São
Paulo
:
Sant
os
livrar
ia
Ed.,1
998.
8. DE
CARL
O;
LUZO
.
Tera
pia
ocup
acion
alreabi
litaçã
o
física
e
conte
xtos
hospi
talar
es.
São
Paulo
:
Roca,
2004
9. CAVA
LCAN
TI;
GALV
ÃO.
Tera
pia
Ocup
acion
alfund
ame
ntaçã
o
e
práti
06
Prática em Terapia 1 Ambientes
Ocupacional I
Práticas
Instituições.
de
em
ca.
Rio
de
Janei
ro:
Guan
abar
a
Koog
an,
2007
.
1 FREDA, Maureen. Ambiente
de Prática em Instituições. In:
NEISTADT,
Maureen
E.;
CREPEAU, Elizabeth Blesedell.
(EDS.). Willand e Spackman –
Terapia Ocupacional.q. ed. Rio
de Janeiro: Ed guanabara
Koogam S.A, 2002. 910 p.
2 A prática do
Terapeuta
Ocupacional
em
Saúde Mental a
partir
de
uma
perspectiva
não
excludente e de
respeito
as 2 FONSECA, Marcos Aurélio. A
Prática
de
Terapeuta
diferenças.
Ocupacional em Saúde Mental
3
Fundamentos a partir de uma perspectiva
Históricos e Sociais não excludente e de respeito
para a Prática.
às diferenças. In: DRUMOND,
Adriana
França;
REZENDE,
4
Terapia Márcia
Bastos
(org.).
Ocupacional Social: Intervenções
da
Terapai
concepções
e ocupacional. Belo horizonte:
perspectivas.
Ed. UFMG, 2008.
5
Terapia
OcupacionalPrincípios, recursos 3 LOW, Jaclyn. Fundamentos
e perspectivas em Históricos e Sociais para a
Reabilitação Física. Prática. In: Trombly, Catherine
A; RADOMSKI, Mary V.. Terapia
6 O Brincar e a Ocupacional para Disfunção
Intervenção
de Física. 5° ed. São Paulo:
Terapia
Santos, 2005. 1157 p.
Ocupacional.
7
Terapia
Ocupacional
em 4 BARROS, Denise Diar; LOPES,
Terapia
Roseli Esquerdo; GALHEIGO,
Ocupacional.
Sandra
Maria.
Terapia
Ocupacional
Social:
8 A assistência em Concepções e Perspectivas. In:
Terapia
CAVALCANTE,
Alessandra;
Ocupacional sob a GALVÃO,
Cláudia
(org.).
perspectiva
do Terapia
Ocupacional:
Desenvolvimento
Fundamentação e Prática. Rio
da Criança.
de Janeiro: Guanabara Koogan,
2007. 525 p.
9
Experiência
Terapêutica
Ocupacional
na
prevenção
de 5 GOLLEGÃ, Ana Cristina C.;
recaída ao uso de LUZO, Maria Cândida de M.; DE
drogas.
CARLO, Marysia M. R. do Prado.
Terapia
Ocupacional10
Integração princípios,
recursos
e
sensorial:
uma perspectiva em Reabilitação
abordagem
Física. In: DE CARLO, Marysia
específica
de M. R. Prado; BARTALOTTI,
Terapia
Celina
Camargo.
(orgs.).
Ocupacional.
Terapia Ocupacional no BrasilFundamentos e perspectivaSão Paulo: Plexur Ed, 2001.
6 REZENDE, Márcia Bastos. O
Brincar e a intervenção de
Terapia
Ocupacional.
In:
DRUMOND, Adriana França;
REZENDE, Mácia Bastos (org.)
Intervenções
de
Terapia
Ocupacional. Belo Horizonte.
Ed. UFMG, 2008.
7 VIZZOTO, Adriana Dias
Barbosa. Terapia Ocupacional
em Saúde Mental. In: ELKIS,
Hélio; LOUZÃO NETO, Mário
Rodrigues e Col. Psiquiatria
Básica. 2° Ed. Porto Alegre:
Artemed, 2007.
8 CABRAL, Camile B.; CUNHA,
Klécia de J. B; OLIVEIRA, Ingrid
Bergma da Silva. Experiência
Terapêutica Ocupacional na
Prevenção de Recaída ao uso
de Drogas.
9 MOTTA, Margareth Pires da;
TAKATOR,
Marisa.
A
Assistência
em
Terapia
Ocupacional sob a perspectiva
de
desenvolvimento
da
criança. In: DE CARLO, Marysia
M. R. , PRADO; BARTOLOTTI,
Celina Camargo ( org.). Terapia
Ocupacional
no
Brasil
–
Fundamentos e Perspectivas.
São Paulo: Plexur Ed. 2001.
10 MAGALHAÊS, Lívia de
Castro. Integração Sensorial:
Uma Abordagem de Terapia
Ocupacional.
In:DRUMOND,
Adriana;
REZENDE,
Márcia
Bastos (org.). Intervenções da
Terapia
Ocupacional.
Belo
Horizonte: Ed. UFMG, 2008.
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