PROCESSO SELETIVO DE MONITORIA 2012 CURSO DE MEDICINA DEPTO. Nº ÁREA DO CONHECIMENTO/ DISCIPLINA PONTOS DA PROVA 1) Nomenclatur a em cirurgia Assepsia e Antissepsia 2) Diérese, Síntese e Hemostasia Cuidados c/ Animais de Laboratório 3) Pré e Pós Operatório 4) Distúrbio Hidroeletrolít ico e Ácido Básico DESIN 01 Técnica Operatória, Cirurgia Experimental e Anestesiologia 1) Pré anestesia e controle pós anestesia 2) Preenchimen to da ficha anestésica 3) Material anestésico básico na sala de operações 4) Monitorizaçã o Transoperatória 5) Acessos às Vias Aéreas e tubagem orotraqueal Ética em cirurgia 6) Descrição e prescrição cirúrgica 7) Anestesia Experimental 8) Paramentaçã o Cirúrgica Instrumentação Cirúrgica 9) Fios e nós cirúrgicos 10) Respo sta Endócrino Metabólica BIBLIOGRAFIA ao trauma 11) Laparo tomias e toracotomias + revisão da cavidade 1) Cicatrização e Cirurgia 2) Infecção em Cirurgia 3) Acessos vasculares, sondagens e Punções Reposição Volêmica e Hemoderiv ados 4) Pâncreas e Baço Bases da vídeo cirurgia 1) Anestesia Local e Bloqueios Raquídeos 2) Anestesia Geral e relaxantes 3) Reanimação Cárdiopulmonar (drogas) 4) Reanimação Cárdiopulmonar (mecânica) 5) Traqueotomi as e Drenagem Pleural 6) Choque 7) Nutrição enteral e parenteral 8) Defeitos da Parede Abdominal Apendicectomia e Colecistect omia 9) Esôfago e estômago 10) Entero anastomoses e Ostomias 11) Bases da Cirurgia Orificiais 12) Fígado e Vias Biliares DEPA T DMCF 02 Pediatria I 03 Anatomia e Fisiologia Patológica 04 Anatomia Sistêmica 05 Histologia 06 Embriologia Humana 1. Tecido ósseo 2. tecido muscular 3. sistema endócrino 4. sistema nervoso 5. sistema respiratório 6. sistema digestivo e glandulas anexas 7. tegumento 8. órgãos linfáticos 9. sistema reprodutor masculino 10. sistema reprodutor feminino 1. Reprodução Gartner L., Hiatt J. Tratado de histologia em cores. 3. ed. Rio de Janeiro: Ed Guanabara Koogan, 2007. Junqueira LC., Carneiro J. Histologia básica. 11 ed., Rio de Janeiro: Ed Guanabara Koogan, 2008. Gartner, L P., Hiatt James L. Atlas colorido de histologia. 4 ed. Rio de Janeiro:Ed Guanabara Koogan, 2007. AL1. BERTS, B.; JOHNSON, A; humana e LEWIS J.; RAFF, M.; ROBERTS, primeira semana K.; WALTER, A. Biologia de Molecular da Célula. 5a. ed. desenvolviment Editora. Artes médicas. Porto o; 2. Período pré- Alegre, 2010. embrionário 2. 2. DE ROBERTIS, E.M.F. & HIB, (segunda semana de J. Fundamentos da Biologia Celular e Molecular. 4a. ed. desenvolviment o) Editora Guanabara Koogan. Rio 3. Período de Janeiro, 2006. embrionário (terceira à 3. COOPER, G. M. A Célula: oitava semana Uma Abordagem Molecular. 3ª de desenvolviment o) 4. Período fetal (nona à trigésima oitava semana de desenvolviment o) 5. Teratogênese DSES 07 08 Artmed Editora. Porto Alegre, 2007. 4. MOORE K. L. & PERSAUD T. V. N. Embriologia clínica. 7ª edição. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2010. 5. SADLER, T. W. Langman 1. Membrana Embriologia Médica. 11ª plasmática Editora Guanabara 2. Sistema de edição. Koogan. Rio de Janeiro, 2010. endomembrana s, Mitocôndrias e peroxissomos 3. Citoesqueleto Celular 4. Núcleo 5. Noções de DNA e replicação, Transcrição e tradução Citologia DSCM edição. Saúde Coletiva I Metodologia Científica Bioestatística e 1. Conceitos em metodologi a científica 2. Tipos de monografia s 3. Etapas na realização da pesquisa 4. Elementos prétextuais 5. elementos póstextuais 6. elementos textuais 7. formatação da monografia 8. como se apresentar em público 9. projeto de pesquisa Nucleo de Pesquisa , Extensão e Pós-graduação em Medicina, Manual de Trabalho Científico, 2009. ENFERMAGEM 1. Morfologia Bacterian; Interação parasitahospedeiro; 3. Treponema pallidum (sífilis); 4. Flora normal do corpo humano; 2. DPAT 01 Microbiologia 5. Staphylococ cus sp. Bibliografia Obrigatória 1. DMCF DENC 02 03 Comp onentes Químicos da célula 2- Mecanismos genéticos básicos 3- Estrutura da Membrana Plasmática 4- Transportes da Membrana Plasmática 5Compartimento s Intracelulares: organelas das células animais 6- Respiração CelularMitocôndrias 7- Mecanismos de Comunicação Celular 8- Ciclo Celular 9- Apoptose 10- Noções de Embriologia Animal Biologia/Citologia Endemias Amazônia da 1. Programa Nacional de Imunizações. 2. Ações de Enfermagem na Prevenção e 1. Alberts, Bruce. Biologia Molecular da Célula - 5ª Ed. Artmed, 2009. 2. Junqueira e Carneiro. Biolofia Celular e Molecular9ª Ed. Guanabara Koogan, 2012 Bibliografia Obrigatória 1. LEÃO, Raimundo N. e Colaboradores. – Doenças Infecciosas e Parasitárias: Controle da Tuberculose; 3. Ações de Enfermagem na Prevenção e Controle da Hanseníase; 4. Ações de Enfermagem na Prevenção e Controle da Raiva Humana; 5. Ações de Enfermagem na Prevenção e Controle da Malária; 6. Ações de Enfermagem na Prevenção e Controle da Dengue; 7. Ações de Enfermagem na Prevenção e Controle da Doença de Chagas; 8. Ações de Enfermagem na Prevenção e Controle das Hepatites Virais; 9. Ações de Enfermagem na Prevenção e Controle do Tétano Acidental e Neonatal; 10. Ações de Enfermagem na Prevenção e Controle da Leishmaniose Tegumentar e Visceral. 04 Enfermagem Comunitária 1. METODOLOGIA S PEDAGÓGICAS: transmissão, condicionamen to e problematizaçã o. 2. 3. 4. 5. 6. Enfoque Amazônico. Editora CEJUP. 1ª Edição, 1997. Brasil – ministério da saúde. – Manual do Programa de Controle da Hanseníase. ______________________. – Manual do Programa de Controle da Tuberculose. ______________________. – Manual de Vacinação. SCHECHTER, Mauro e MARANGONI, Denise Vantil. – Doenças Infecciosas: Condutas Diagnósticas e Terapêuticas. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 1994. VERONESI, Ricardo – Doenças Infecciosas e Parasitárias Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2000. 1. Reforma Sanitária. Sonia Fleury. Editora Cortez,1996. 2. Pedagogia do Oprimido. Paulo Freire.Editora Paz e Terra. 1987. 3. Modelos Técnicos Assistenciais e Saúde. Aluisio Gomes da Silva. Husitec,1998. 4. Manual do Ministério da Saúde. Saúde da Família. 2. Fundamentos da Educação em Saúde (0 Enfermeiro Como Educador Em Saúde). 3. O Enfermeiro como educador em saúde. 4. SUS (Princípios Organizacionai s e Diretrizes). 5. PACS como estratégias de reorientação da atenção básica. 6. PSF como estratégias de reorientação da atenção básica. 7. Atribuições da equipe saúde da família. 8. Modelos Assistenciais clinico, da saúde e alternativos. 9. Atuação do Enfermeiro em situações de emergência e calamidades públicas. 10. Abordagem da Atenção Primária de 5. Textos discutidos em sala de aula. saúde de acordo com a Conferência Alma Ata e 8ª CNS. 05 Saúde Mental Bibliografia Obrigatória 1. Saúde Mental e 1. KAPLAN, Harold et. Al. relação do Compêndiode Psiquiatria: Homem na ciência do comportamento Sociedade. e psiquiatria clínica. 7 ed. 1.1.Saúde Porto Alegre: Artes Mental: médicas, 1997. conceituação, 2. STUART, Gail e LARAIA, importância e Michele. Enfermagem indicadores Psiquiátrica: princípio prático. São Paulo: 1.2.Saúde Atheneu, 2001. Mental X 3. BORDIN, Isabel A. E. Doença BRASIL, Heloisa H. Infância mental e Adolescência. Revista 1.3.O Brasileira de Psiquiatria, ambiente São Paulo. 2002. familiar e a 4. Enfermagem Psiquiátrica interface com em suas dimensões a saúde assistenciais/Org.Maguida mental Costa Stefanelli, IlzaMarlene Kuae Fukuda, 2. Políticas de Evalda Cançado ArantesSaúde Barueri, SP- Manole, 2008. Mental (Série Enfermagem). 2.1. Refor 5. Escola Politécnica de Saúde ma Joaquim Venâncio(Org.). Psiquiátrica textos de Apoio em Saúde : um mental. Rio de Janeiro:Ed. processo Fiocruz, 2003. 241p.(Série em Trabalho e Formação em construção Saúde). 2.2. Serviç 6. ROCHA, RuthMylius.Enfermagem os de em Saúde Mental. 2 Atendiment ed.atal. e ampl.Rio de o em Saúde Janeiro: Senac Mental e Nacional,2005, 192p. Psiquiatria 3. Saúde Mental nas etapas do ciclo vital. 3.1.Infância. 3.2. Adolescência. 3.3.Adultez 3.4Senescência 4. A Enfermagem 06 07 Saúde da Mulher (Atenção Básica) Administração e Gerenciamento dos Serviços de Saúde e de Enfermagem no contexto da Saúde Mental. 4.1.Equipe de Saúde Mental 4.2.O papel do enfermeiro (a) em Enfermagem em Saúde Mental 1. Diagnóstico de Gravidez. 2. Modificações do Organismo materno durante gravidez. 3. Assistência de Enfermagem no controle do PréNatal. 4. Assistência de Enfermagem no controle do Climatério. 5. Assistência de Enfermagem no controle do Câncer de Colo de Útero. 6. Assistência de Enfermagem no controle do Câncer de Mama. 7. Assistência de Enfermagem no controle do Planejamento Familiar. 8. Assistência de Enfermagem no PHPN (Programa Humanizado de Parto e Nascimento). 9. Propedêutica obstétrica. 10. Puerpério Fisiológico. BÁSICA RECOMENDADA 1. REZENDE, Jorge de, Obstetrícia. 8 ed. Rio de Janeiro; Guanabara Koogan, 1998. 2. Brasil – ministério da saúde. – Manual do Programa do Pré-Natal.(2009) 3. ______________________. – Manual do Planejamento Familiar.(2008) 4. ______________________. – Manual do Programa de Controle do Câncer de Colo de Útero e Câncer de Mama. (2008) 5. BACKETT, E. Maurice. O enfoque de risco na assistência a saúde: com especial referência a saúde Materno Infantil, inclusive planejamento familiar, Wasshington: Organização Pan-Americana de Saúde. BÁSICA RECOMENDADA 1 Técnicas e Métodos de • CIANCIARULLO, Tâmara Gerenciamen Iwanow. C&Q: Teoria e to. Prática em Auditoria 1.1 Proce de Cuidados. São Paulo: Ícone, 1997. sso de • GANDIN, Danilo. A identificaçã prática do oe Planejamento resolução participativo. de Petrópolis, RJ: Vozes, problemas. 1994. 1.2 Instru • Marx, Lore Cecília. mento de Manual de Acompanha gerenciamento em mento e enfermagem. São Avaliação Paulo: Rufo, editores (Supervisão associados, 1998. , Auditoria, • MIRSHAWKA, Victor. Hospital: fui bem Avaliação) atendido, a vez do 2 Gerência de Brasil. São Paulo: Recursos Makron Books, 1994. Humanos. • OLIVEIRA, Djalma de 2.1. Desen Pinho Rebouças de. volvimento, Planejamento recrutamen estratégico: conceitos, to e metodologia e prática. seleção. 6ed. Atual e ampliada. 2.2. Educa São Paulo: Atlas, ção 1993. Permanent • Santos, Lindete. e. Avaliação em 2.3. Papel Enfermagem. 1ed. do Aracaju: Segrase,1998. Enfermeiro • Santos, Iraci dos. Gerente. Supervisão em 2.4. Lidera Enfermagem. Cultura nça. médica, 1993. 3 ProcessoAd BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ministrativo. : 3.1. Proce sso • CHIAVENATO, Idalberto Organizacio Introdução à Teoria nal. Geral da Administração, 3.2. O processo Mcgraw - Hill 4ª ed; de Trabalho 1993. em Saúde. 3.3. O • FARIA, José Carlos – processo Administração, de trabalho Introdução ao Estudo, em Enfermage Pioneira m. • KURCGANT, Paulina – 3.4. Planej Administração em amento Estratégico. Enfermagem, EPU, 1991. • MINISTÉRIO DA SAÚDE – Norma Operacional da Assistência à saúde / SUS, 2000 • MINISTÉRIO DA SAÚDE Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde, 1996. • ROCHA, Leal - Luiz Osvaldo Organização Métodos Abordagem - e Uma Prática, Atlas, 6ª ed. 1995. • Complementar • CARVALHO, Guido Ivan; SANTOS Lenir: Sistema Único de Saúde: Comentários a Lei Orgânica da Saúde, HUCITEC, SP, 1992, 371 p. • GIL, Antonio Carlos – Administração de Recursos Humanos: Um enfoque profissional. ATLAS, 1995 MARQUIS, Bessie L. e HUSTON, Carol J. _ Administração e Liderança em Enfermagem: Teoria e Aplicação – Artmed, 2º Ed; Porto Alegre; 1999 08 Saúde da Criança e do Adolescente (Atenção Básica) 1. Programa da saúde e desenvolviment o infantil. 2. Sistematização da Assistência de enfermagem à criança. 3. Impacto das orientações aos cuidadores no desempenho das habilidades funcionais de OBRIGATÓRIA : • WONG, Donna l. Whaley , LUCILLE F., Whaley & WONG, Enfermagem Pediátrica – elementos essenciais à Intervenção efetiva. 5º ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1999. • BUHLER, Charlotta, HETZER, Hildegard. O desenvolvimento da criança do primeiro ao sexto ano de vida: testes, aplicações e crianças com necessidades especiais. 4. Doenças diarreica aguda: incidência em crianças. 5. Acidentes domésticos na infância. 6. O Cuidado de Enfermagem ao Lactente. 7. Acessibilidade Para Crianças E Adolescentes Portadores De Deficiência. 8. Acompanhamen to Do Crescimento Infantil. 9. O Aleitamento Materno Em Recém-Nascido. 10. Obesidade Infantil. DENH 09 Enfermagem em U. T. I. 1. Aspectos organizacionais em UTI: Conceito, planta interpretação, São Paulo: EPU. • CLARK, Colete. O livro do aleitamento materno, 2ª edição, São Paulo: Editora Manole. • FILHO, José Martins. Como e porquê amamentar, São Paulo: SAVIER. • ORGANIZAÇÃO PANAMERICANA DE SAÚDE. Infecções respiratórias agudas, Manual para planificação, execução e avaliação de programas de controle em atenção primária de saúde. Genebra, 1986. • PEIXOTO, Sérgio. Pré-Natal, 1ª edição, São Paulo: Manole Ltda. • PEREIRA, Octávio Amaury G. Pediatria preventiva: perguntas e respostas, Rio de Janeiro: Ed. Cultura Médica. COMPLEMENTAR : • REZENDE, Jorge de, Obstetrícia. 8 ed. Rio de Janeiro; Guanabara Koogan, 1998. • ALCÂTARA, Pedro de, MARCONDES, Eduardo. Pediatria Básica, 3ª edição, São Paulo: SAVIER 7 COL. V. • ALLEN, John E., GURURAJ, Vimut J. RUSSO, Raymund M. Pediatria em Prática: diagnóstico-condutatratamento, 2ª edição, Rio de janeiro: Atheneu. • AMATO NETO, Vicente, babaldy, José Luiz da Silveira. Imunizações, 2ª edição, São Paulo: SAVIER. • BACKETT, E. Maurice. O enfoque de risco na assistência a saúde: com especial referência a saúde Materno Infantil, inclusive planejamento familiar, Wasshington: Organização Pan-Americana de Saúde. 1. RDC N.7 de 24 de fevereiro de 2010 2. Portaria Nº 1.071 de 4 de julho de 2005 10 Enfermagem Urgência Emergência física e Recursos Humanos; 2. Medidas de prevenção e controle de infecção hospitalar em UTI: medidas gerais; precauções padrão e de isolamentos; prevenção de IH em trato urinário, corrente sanguínea e pneumonia; 3. Monitorização hemodinâmina: P ressão Arterial não invasiva, Freqüência cardíaca e Saturação periférica de oxigênio (SpO2) e Pressão Venosa Central (PVC); 4. Assistência sistematizada de Enfermagem ao portador de distúrbios respiratórios: aspiração, ventilação mecânica, insuficiência respiratória; 5. Assistência sistematizada de Enfermagem ao portador de distúrbios cardiovasculares: i nfarto agudo do miocárdio. em TEORICO e 1 - Suporte Básico 3. CINTRA, Eliane Araújo. Assistência de Enfermagem ao Paciente Gravemente Enfermo. São Paulo: Atheneu , 2003. 4. BRUNNER, & SUDDART. Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 10ª ed. 2005. 5. SCHELL, Hildy M.; Puntillo, Kathleen A. Segredos em enfermagem na terapia intensiva. Porto Alegre: Artmed, 2005. 1. BASTOS; Jorge Luís; RIBEIRO, Luiz Fernando; NOGUEIRA, Cláudia. de Vida em Trauma Trauma. Rio de Janeiro, Medsi, 1997. 2. BERGERON; J. David; BIZJAK, Glória. Primeiros Socorros. São Paulo, Ateneu, 1999. 3. CHRISTINE; Warnick Bardddwwaayy. Cuidados de Enfermagem nas emergências gástricas. Rio de Janeiro, Meddsi, 1997. 2 Suporte Avançado de Vida em Cardiologia 3 - Assistência de Enfermagem no Resgate e Transporte de Acidentados 4 - Parada Cardíaca 5 - Traumatismo Toraco-abdominal 6. Políticas de Atenção às urgências (portaris GM/MS nos 1863/1864/2048 4. ERAZO; Guillermo A. Cuellar; Túlio, Marco Pires. Manual de Urgência e emergência em pronto socorro. 5. Ed. Rio de Janeiro, Medsi, 1998. PRÁTICO 1 - Suporte Básico de Vida em Trauma 2 - Parada Cardíaca 3- Assistência Enfermagem Resgate Transporte Acidentados de no e de 4 Cuidados imediatos ao paciente em choque *hemorrágico 5 - Cuidados imediatos à vítima de traumatismo raquimedular e de extremidades 11 Saúde da Mulher (Enfermagem Obstétrica) 1. Parto Eutócico: SAE 2. Propedêutica Obstétrica 3. Puerpério: SAE 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Pré-natal e puerpério: atenção qualificada e humanizada. Manual Técnico. Brasília, DF: 4. 5. 6. 7. Partograma Ministério da Saúde, DHEG: SAE 2006. REZENDE, J. M. Distócias : SAE 2. Obstetrícia fundamental. Hemorragia 9 ed.Rio de Janeiro: s do 1º 2ºe Guanabara Koogan, 2003. 3º trimestre 3. FREITAS, F. et al. Rotinas da gravidez em obstetrícia. 5 ed. Porto Alegre: ARTMED, 2006. NEME, Bussâmara. Obstetrícia básica. 3 ed. São Paulo: Sarvier, 2005. 12 13 Administração e Gerenciamento dos Serviços de Saúde e de Enfermagem (Saúde Pública) Enfermagem nas TEORICO Clínicas MédicoCirúrgica (Pré, Trans 1 - Processo de cuidar em e Pós Operatório) Enfermagem no período peri-operatório (pré, trans e pós operatório). 2- Processo de cuidar em Enfermagem nutrição enteral e parenteral 3- Processo de cuidar em Enfermagem em hemoterapia. 4- Processo de cuidar em Enfermagem em atenção as doenças crônicas: Hipertensão e 1. BRUNNER, & SUDDART. Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 10 ed. 2005. 2. POTTER, Patrícia Ann. Semiologia em Enfermagem. Rio de Janeiro: Reichmnan & Affonso Ed., 2002 SANTOS, Iraci dos et al. Enfermagem assistencial no ambiente hospitalar. Ed: Atheneu. São Paulo. 2004.542p Diabetes 5- Processo de cuidar em Enfermagem em Estomaterapia: feridas e estomias PRÁTICO 1 . Sistematização da Assistência de Enfermagem no período préoperatório mediato 2. Cuidados de Enfermagem com feridas e estomias 3. Cuidados de Enfermagem em Hemoterapia 4. Cuidados de Enfermagem em Balanço Hídrico DAC 01 5. Posicionamento do cliente para anestesia e ato cirúrgico CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Fundamentos e 1- Aspectos históricos Métodos da e conceituais das Educação Física deficiências. 2- O trato Adaptada metodológico inclusivo nas aulas de educação física escolar para o aluno portador de deficiência físico- 1. BEREOHFF, A.M.P; LEPPOS, A.S.S; FREIRE. L.H.V. Considerações Técnicas sobre o atendimento psicopedagógico do educando portador de condutas típicas da síndrome do autismo e de motora. 3- Elaboração de programas de atividades físicas adaptadas para pessoas com as asma. 4- Esportes Adaptados. 5- O trato metodológico nas atividades físicas adaptadas para pessoa portadora de deficiência visual. 6- A proposta da Inclusão nas aulas de educação física escolar. 7- O trato metodológico inclusivo nas aulas de educação física escolar para o aluno com obesidade. 8- Atitudes e estratégias do professor de educação física nas aulas inclusivas, para o aluno com alterações de comportamentos adaptativos. 9- O trato metodológico nas aulas de educação física inclusiva, para alunos portadores de síndrome de Down. 10- A Educação Física Adaptada e a Inclusão nas escolas de Ensino Regular. 2. 3. 4. 5. 6. 7. psicoses infantojuvenis. Brasília: Associação terapêutica educacional para crianças autistasAsteca, 1994. CARMO, A.A. Deficiência física: a sociedade cria, recupera e descrimina. 2 ed. Brasília: Escopo, 1991. CARMO, A.A.; SILVA, R.V.S. Educação física e a pessoa portadora de deficiência: contribuição à produção do conhecimento. UberlândiaMG:Universidade Federal de Uberlândia, 1995. (Série Especialização e Monografia, 1). CARVALHO, R.E. Temas em educação especial. Rio de Janeiro: WVA, 1998. CARDOSO DE LA ROCQUE, SIMONE. Crianças com Crianças: o olhar infantil sobre a inclusão na educação física escolar. Dissertacao de Mestrado em Motricidade Humana. Universidade do Estado do Para. Belem – Pa, 2004. GORGATTI. MARCIA; COSTA. ROBERTO. Atividade Fisica Adaptada. RJ. Manole, 2008. LEBOYER, Marion. Autismo Infantil: fatos e modelos. 5 ed. São Paulo: papirus, 2005. 8. Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: Lei nº 9.394, Brasília, 1997. 9. LOPES, K.A.L. Aluno com deficiência física em aulas regulares de educação física: prática viável ou não? um estudo de caso. Tese de doutorado. São Paulo: USP, 1999. 10. MAURO VAINSBERG; MARCO TULIO DE MELLO. Exercicios na saude e na doenca. Barueri, SP: Manole, 2010. 11. MANTOAN, M.T.E. A educação especial no Brasil: da exclusão à inclusão escolar. Campinas-SP: LEDEP/Unicamp, 2000. 12. _________.A integração de pessoas com deficiência: contribuições para uma reflexão sobre o tema. São Paulo: Memnon: SENAC, 1997. 13. MOREIRA. E.C et al. Educação física escolar:desafios e propostas. Jundiaí, São Paulo: Fontoura, 2004 14. MORRIN, E. Por uma reforma do pensamento. O Correio da UNESCO. Rio de Janeiro: FGV. ANO 24, nº 4, 1996. 15. MRECH, L. Os desafios da educação especial, o Plano Nacional de Educação e a Universidade Brasileira. Revista Brasileira de Educação Especial. V.3.Nº 5,.São Paulo: ABPEE, 1999. 16. SASSAKI, Romeu. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA, 1997. 176 p. 02 Fundamentos e 1- Definições da dança do contexto Métodos da Dança da Educação Física: conceito, funções, objetivos da dança de acordo com os PCN’S. 2- Conteúdos da dança na Educação Física segundo os PCN’S 3-Métodos e estilos de dança. 4- Estudo do ritmo: conceitos, importância, objetivos, princípios e funções do ritmo. 5Aplicabilidade dos aspectos psicomotores no conteúdo da dança escolar. 6- A importância da dança escolar como conteúdo da Educação Física para o desenvolvimento da criança. 7A expressão corporal e a criatividade no conteúdo de dança escolar. 8- A importância 17. STAINBACK, S; STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Trad. Magda França Lopes. Porto Alegre: Artmed, 1999. 1. BARRETO,D. Dança: ensino, sentidos e possibilidades na escola. Campinas, SP: Autores Associados,2004. 2. BREGOLATO, Roseli Aparecida. Cultura corporal da dança. ícone, 2000 3. CAMINADA,E. História da dança: evolução cultural. Rio de janeiro: Sprint, 1999 4. FAHLBUSCH, Hannelore. Dança moderna e contemporânea. RJ: Sprint, 1990 5. LABAN, R. Dança educativa moderna. São Paulo: ícone,1990. 6. MORATO, M.E.P. Ginástica jazz: a dança na Educação Física. São Paulo: Manole,1993. 7. VERDERI, É.B.L.P. Dança na escola. Rio de Janeiro: Sprinte, 2000. das atividades rítmicas, nas aulas de Educação Física para o desenvolvimento da criança. 9Elementos básicos da dança (posições, rotações, apoios, diversificação da forma anatômica, bases e planos) Estudo das possibilidades motoras do corpo, descobertas de movimentos, formas níveis e tipos. 10- Noções dos elementos técnicos da dança: deslocamento, transferência, saltos, giro, volta, queda. 03 Fundamentos Métodos do Jogo e 1. O Jogo e a Educação Infantil; 2. Lúdico e a Escola: entre a obrigação e o prazer; 3. Os jogos, brinquedos e brincadeiras na educação infantil; 4. Os jogos , brinquedos e brincadeiras no Ensino Fundamental; 5. Aspectos educativos para o desenvolviment o dos jogos cooperativos; 6. Jogos para crianças e jovens com deficiência; 7. O jogo e suas relações 1.AMARAL, Jader Denicol do. Jogos Cooperativos. 2ª ed. São Paulo: Phorte, 2007. 2.DIEHI, Rosilene Moraes. Jogando com as diferenças. Jogos para crianças e jovens com deficiência. 2ª ed. São Paulo: Phorte, 2008. 3.HUIZINGA, Johan. Homo Ludens. O Jogo como elemento da cultura. Filosofia. 4ª ed. São Paulo: Perspectivas, 1993. pedagógicas no espaço escolar e para além da escola; 8. Organização de eventos: propostas de ação e intervenção pelo conteúdo do jogo; 9. O jogo como elemento curricular da educação física; 10.Jogos e brincadeiras na situação escolar DEDE S 04 Fundamentos e Métodos do Esporte 1. Os gladiadores e a decadência do esporte antigo 2. Metodologia do ensino dos esportes na escola 3. Dimensões sociais do esporte 4. O esporte enquanto instrumento de educação 5. O esporte nas aulas de educação física escolar 6. O uso políticoideológico do esporte 7. Esporte da e na escola 8. Princípios pedagógicos para ensino do esporte 9. Violência na esporte 10. Metodologia do ensino dos esportes da escola Educação física na escola – Suraya Darido Pedagogia DO FUTEBOL – João Batista Freire Transformação didáticopedagógica do Esporte – Elenor Kunz Metodologia do ensino no basquetebol na escola Basquetebol na escola – Nilton Ferreira Coutinho Reinventando o esporte: possibilidades da prática pedagógica – Sávio Assis Sociologia crítica dos esportes – Valter Bracht Voleibol da escola – Luiz Antônio Silva Campos Dimensões Sociais da Esporte – Manoel Tubino CURSO DE FISIOTERAPIA DMCF 01 Citologia e Histologia Genética e Embriologia 1- Tecido epitelial 2- Tecido Conjuntivo propriamente dito 3- Tecido GARTNER,Leslie.HIATT,James.T ratado de Histologia.3ed.Rio de Janeiro:Elsevier,2007. HIB, Jose.DI 4567891002 03 04 cartilaginoso Tecido ósseo Tecido Nervoso Tecidos Musculares Sistema Respiratório Sistema cardiovascular Tegumento Linfonodo Fiore.Histologia.Texto e Atlas.Rio de Janeiro: Guanabara,2003. Anatomia Humana I (1º sem.) / Anatomia Humana II (2º sem.) Bioquímica (1º sem.) / Fisiologia Humana (2º sem.) Biofísica (1º sem.) / Farmacologia (2º sem.) BIOQUÍMICA 1. Glicólise 2. Ciclo de Krebs 3. Cadeia Respiratória 4. Metabolismo do Glicogênio 5. Via das Pentoses 6. Beta Oxidação de Ácidos Graxos 7. Metabolismo do Colesterol 8. Catabolismo dos Aminoácidos e Ciclo da Uréia 9. Metabolismo do Grupo Heme 10. Radicais Livres e Antioxidantes 1. Biofísica e fisioterapia. Recursos fisioterapêuticos e biofísica 2 - Componentes fundamentais do Universo. Teoria Do Campo. Termodinâmica 3 - Átomos, moléculas, íons e biomoléculas. Água e soluções 4 - Membranas biológicas. Bioeletricidade. Biopotenciais. Bioeletrogênese. 5 - Contração muscular 6 - Biomecânica e 1. AGNE, Jones. Eletrotermoterapia: teoria e prática. Santa Maria: Palotti. 2004. 2. DURAN, José Enrique Rodas. Biofísica: fundamentos e aplicações. São Paulo: Pearson Prentice Hall.2003. 3. HENEINE, Ibrahim Felippe. Biofísica básica. São Paulo : Atheneu, 2006. 4. KITCHEN, S. Eletroterapia de Clayton. 10ª. edição. SP. Manole,1996. 5. LEÃO, M.A.C, Princípios de Biofísica 2ª edição RJ: Guanabara Koogan,1982. 6. LEE, Rupert. Eureka: 100 grandes descobertas científicas do século XX. Rio de Janeiro: Nova fornteira. sua aplicabilidade em Fisioterapia 7 - Biofísica da circulação 8 - Biofísica da respiração 9 - Biofísica da visão. Biofísica da audição 10 - Biofísica do sistema renal Neuroanatomia sem.) (2º CINESIOTERAPIA DCMH 05 Cinesioterapia sem.) 2006 1 - Mobilização articular 2- Alongamento terapêutico 3- tecnicas de propriocepão 4 -Tipos de Cinesioterapia 5- Exercícios resistidos 6- Exercícios passivos (1º 7- Exercícios circulatórios 8 - Exercícios pliométricos 1. DUFOUR, 2. 3. 4. 5. 6. DESIN 06 Imaginologia (1º sem.) / Fundamentos de Urgência e Emergência (2º sem.) 1. - Bases físicas e morfofuncionais para o diagnóstico, através de M. Cinesioterapia: Avaliações Técnicas Passivas e Ativas do Aparelho Locomotor. SP: Panamericana, 1989. GARDINER, M. Dena; Manual de terapia por exercícios. São Paulo: Santos, 1990. HALL, Carrie M. Exercício Terapêutico : na Busca da Função Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2001 KISNER, C.; COLBY, L. Exercícios terapêuticos: fundamentos e técnicas. 5ª ed., São Paulo: Manole, 2006 MARQUES, A. P. Cadeias Musculares: um Programa para Ensinar Avaliação Fisioterapêutica Global. São Paulo : Manole, 2000. O’SULLIVAN, Susan B.; SCHMITZ, Thomas J; Fisioterapia: avaliação e tratamento. 4ª ed., São Paulo: Manole, 2003 JUHL, J. H.; CRUMMY, A. B. Paul e Juhl Interpretação Radiológica. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 1.186 p. SANTOS, IB. Radiologia imagens, buscando o conhecimento das técnicas radiológicas, sua interpretação e aplicação na prática clínica; 2. - Aspectos radiológicos da anatomia do tórax e órgãos internos; 3. - Imagenologia convencional e métodos especiais de diagnóstico por imagem dos sistemas ósteoarticular, cardiovascular, respiratório e nervoso; 4. - Aspectos radiológicos da anatomia óssea da coluna vertebral e articulações; 5. - Aspectos radiológicos da anatomia óssea da cintura escapular, dos membros superiores e das articulações; Pulmonar. São Paulo, Sarvier Ed., 1984. SUTTON, D. Radiologia. 3ª ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1979. 144 p. FELSON, Benjamin. Radiologia torácica. 2. ed. Barcelona: Editorial Cientifico-medica, 1978. JUHL, John H(Ed.);CRUMMY, Andrew B(Ed.);KUHLMAN, Janet E(Ed.). Interpretação radiologica. Traduzido por Fernando Diniz Mundim; Maria de Fatima Azevedo; Telma Lucia de Azevedo Hennemann. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. MONNIER, J. P. Manual de diagnóstico radiológico. Colaboração de J. M Tubiana.Traduzido por Henrique Manoel Lederman. Rio de Janeiro: Médica e Científica, 1999. STIMAC, Gary K. Introdução ao diagnóstico por imagens. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1994. SOARES, A. H. Critérios de Adequação de Exames de Imagem e Radioterapia. São Paulo: ACR, 2005. 02 vs. 6. - Aspectos radiológicos da anatomia óssea da cintura pélvica, dos membros inferiores e das articulações; 7. - Aspectos radiológicos do abdômen; 8. - Aborda a imagenologia convencional e métodos especiais de diagnóstico por imagem dos sistemas ósteoarticular 9. - Aborda a imagenologia convencional e métodos especiais de diagnóstico por imagem dos sistemas nervoso; 10. - Imagenologia convencional e métodos especiais de diagnóstico por imagem dos sistemas cardiovascular e respiratório. DCMH 07 08 Cinesiologia e Biomecânica (1º sem.) / Bases Métodos e Técnicas de Avaliação em Fisioterapia (2º sem.) Fisiopatologia e Semiologia do Sistema Cardiovascular e Pulmonar (1º sem.) / Fisioterapia nas Disfunções Pneumofuncionais (2º sem.). Cinesiologia e Biomecânica 1. Estrutura e Função do ombro 2. Estrutura e Função do cotovelo e do punho 3. Estrutura e Função da mão 4. Estrutura e Função do eixo vertebral 5. Estrutura e Função da pelve e do quadril 6. Estrutura e Função do tornozelo e pé 7. Cinesiologia e biomecânica da marcha humana 8. Cinesiologia e biomecânica da postura humana 9. Bioalavancas do corpo humano 10. Estrutura e Função das articulações do corpo humano Xxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxx PALASTANGA, Nigel; Field, Derek; Soames, Roger. 2000. Anatomia e Movimento Humano: estrutura e função, ed.3º, São Paulo: Manole Fisiopatologia e Semiologia do Sistema Cardiovascular e Pulmonar BETHLEM, N. Pneumologia. São Paulo, 1998. 01 - Mecânica respiratória 02 - Volumes e capacidades pulmonares 03 - Equilíbrio acido base NORKIN, Cynthia C., LEVANGIE, Pamela K. 2001. Articulações estrutura e funções: uma abordagem prática e abrangente. Rio de Janeiro: Revinter PLATZER, Werner; LEONHARDT, H; KHALE, W. Atlas de anatomia humana: Aparelho de movimento, ed.3ª, Rio de Janeiro: Atheneu SMITH, Laura K; WEISS, Elizabeth L; LEHMKUHL, L. Don. Cinesiologia clínica de Brunnstron, Ed.3ª, São Paulo: Manole xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxx BEVILACQUA, F. Fisiopatologia clinica, 5ª. Ed. São Paulo: Atheneu, 1995. CHERNIAC, K. Testes de função pulmonar. 2ª. Ed. Rio de Janeiro. Revinter, 1995. TARANTINO, A B. Doenças Pulmonares. 5ª. Ed. São Paulo. Guanabara Koogan, 2002. WEST, J B. Fisiopatologia pulmonar moderna. São Paulo 4ª. Ed. Manole. 1996. 04 - Fisiologia respiratória diante das doenças restritivas 05 - Fisiologia respiratória diante das doenças obstrutivas 06 - Anatomia do sistema cardiopulmonar 07 - Doenças valvares 08Revascularização d o miocardio 09 - Doenças congênitas do sistema cardíaco 10 - Infarto agudo 09 Fisiopatologia e Semiologia do Sistema Nervoso (1º sem.)/ Tecnologia Assistiva em Fisioterapia (2º sem.) do miocardio Fisiopatologia e Semiologia do Sistema Nervoso 1.Principais síndromes neurológicas e correlações com as patologias que acometem o sistema nervoso 2. Aspectos semiológicos do exame motor 3. O exame do estado mental e das funções cortinais superiores 4. Doenças do Neurônio Motor Superior e suas características fisiopatológicas e 1. UMPHRED,D. Fisioterapia Neurológica.2.ed.São Paulo :Manole,1994. 2.LEVY,J ;OLIVEIRA,A. Reabilitação em Doenças Neurológicas :Guia Terapêutico Prático.São Paulo : Atheneu,2003. 3.Cook A. Woollacott M. Controle Motor - Teoria e aplicações práticas. 2ª edição. Ed. Manole, 2003. 4. Perry J. Análise da marcha. Editora Manole, 2005 5.MOURA,E.W ;SILVA,P.A.C. Fisioterapia.São Paulo :Artes Médicas,2005. 6.PURVES. Neurociências. São Paulo: Artmed. 2ª edição. 2005. 7.BEAR, M, CONNORS, B.W., PARADISO, M. A. 10 Fisiopatologia e Semiologia do Sistema Osteomioarticular e Ligamentar (1º sem.) / Fisioterapia nas Disfunções Osteomioarticular e Ligamentar (2º sem.) clínicas 5. Doenças do Neurônio Motor Inferior e suas características fisiopatológicas e clínicas 6. Aspectos semiológicos da avaliação sensorial e correlações clínicas 7. Aplicabilidade da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde na Prática Fisioterapêutica 8. Avaliação da marcha e postura normal e patológica( hemiplé gico) 9.Distúrbios e avaliação do tônus do muscular e correlações com a topografia da lesão 10. Aspectos fisiopatológicas e clínicos da Lesão Medular Fisiopatologia e Semiologia do Sistema Osteomioarticula r e Ligamentar 1Disfunções do cotovelo e antebraço: contusões, bursites, tenosinovites, distorsões/sublu xações/ luxações do Neurociências: desvendando o sistema nervoso. Rio de Janeiro:Atheneu,2005. 8.DEJONG. O Exame Neurológico. 6ª Edição. Editora Guanabara Koogan, 2007 9.FONTES, S. V. et al. Fisioterapia Neurofuncional – Fundamentos para a prática. Atheneu Editora, 2007 10.OMS: Organização Mundial de Saúde. Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde. Centro Colaborador da OMS - EdUSP, São Paulo, 2003 cotovelo. 2Disfunções da cintura escapular e ombro: fraturas da clavícula, escápula, úmero. 3Disfunções do punho e da mão: contusão, distorsão, subluxação, luxação (rádiocárpica, metacarpofalan gianas). 4Disfunções do Quadril e da Coxa: lesões articulares, osteoartrite/ose, luxacões posterior/anterio r/central. 5Disfunções do Joelho:osteoart rite/ose, contusão (sinovite do joelho), síndrome fricção iliotibial, luxações da patela, distorções/ruptu ras capsuloligamentares, ligamentos cruzados (anterior e posterior), ligamentos colaterais (medial e lateral), lesões meniscais. 6Disfunções da perna, tornozelo e pé:fraturas: maleolares, talus, calcâneo, fascite plantar/esporão calcâneo. 7Algias da coluna vertebral: cervicalgias/cer vicobraquialgias , lesão do chicote, dorsalgias, lombalgias/lomb ociatalgias. 8Deformida des da coluna vertebral: Escolioses, cifose, lordose, espondilolistese, hérnia discal. 9Fraturas Vertebrais: cervicais, torácicas e lombares. 10- Enfermida des e disfunções osteomioartic ulares da face: contusão facial, ferimento facial, fraturas da face, disfunções da articulação temporomandibular, osteoartrite/ose, sublocação /luxação. 11 Fisiopatologia e Semiologia nas Disfunções Infectoparasitárias (1º sem.) /Fisioterapia nas Disfunções Cardiovasculares (2º sem.) Fisioterapia em Fisioterapia em U.T.I. U.T.I. 1. PRYOR. Fisioterapia para Problemas Respiratórios e Cardíacos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 2. REGENGA, Marisa de M. Fisioterapia em Cardiologia: da UTI à Reabilitação. São Paulo: Roca, 2000. 3. PRESTO, Bruno; Damazio, Luciana. Fisioterapia Respiratória. São Paulo: Elsevier, 2009. 4. KNOBEL, Elias. Condutas do Paciente Grave. São Paulo: Atheneu, 2002. 5. SARMENTO, George J Vieira. Fisioterapia Respiratória no Paciente Crítico. São Paulo: Manole, 2007 6. Em 19 de setembro de 2012 15:58, DCMH/CCBS/UEPA <[email protected]. br> escreveu: 1. Anatomofisiologia Cardiorrespiratória e suas Correlações com a Fisioterapia em UTI. 2. Semiologia e 12 Fisioterapia em U.T.I. (1º sem.) / Estágio Preliminar III – Traumatologia e Ortopedia (2º sem.) Monitorização do Paciente Crítico 3. Imagenologia Torácia e Exames de Rotina em UTI 4. Recursos Fisioterapêuticos e sua aplicação na UTI: Recursos para Desobstrução Brônquica, Recursos para Reexpansão 1. SALTER,Robert Lesões Bruce Distúrbios e do Sistema Pulmonar e Exercícios Respiratórios. 5. Ventilação Mecânica NãoInvasiva. 6. Princípios Básicos da Ventilação Mecânica; Modos e Modalidades Ventilatórias 7. Ventilação Mecânica Aplicada 8. Desmame Ventilatório 9. Mobilização Precoce do Musculoesquelético.3a ed.Rio de Janeiro:Medsi,2001 2. SCHWARTSMANN,Carlos Fraturas-principios e prática.Porto Alegre:Artmed Editora,2000 3. Buckwalter,Joseph Ortopedia de Tureck: princípios e suas aplicações. Vols.I e II.São Paulo:manole,2010 4. Herbert,S&Xavier R. Ortopedia e Traumatologia :Principios e prática. Porto alegre:artmed,2003 5. Palmer & Epler Fundamentos das Técnicas de Avaliação Musculoesquelética. 6. Evans,Ronald C. Exame Físico ilustrado.Barueri,SP:manole,2003 7. Hoppenfeld,Stanley Propedêutica Ortopédica-A Coluna e Extremidades.Rio de Janeiro:Atheneu,2000 8. Cipriano, Joseph J. Manual Fotográfico de Testes Ortopédicos e Neurológicos.3a. ed.São Paulo:Manole,2000 9. Gross,Jefrey Exame Musculoesquelético.Porto Alegre:Artmed,2000 10. Reider,Bruce O Exame Físico em Ortopedia.Rio de Janeiro:Guanabara-Koogan,2001 COMPLEMENTAR Paciente 1. ADAMS,J.Crawford Crítico 10. Patologias Freqüentes: 10.1.Insufici ência Respira tória 10.2.Síndro me do Descon forto Respira tório Agudo 10.3.Edema Manual de Fraturas e Lesões articulares.7a ed.São Paulo:Artes Médicas,2000 2. ADAMS,J.Crawford Manual de Ortopedia. São Paulo:Artes Médicas,2000 3. PETERSON,Lars & RENSTRON,Per Lesões do Esporte-Prevenção e Tratamento.3a.ed.São Paulo:Manole,2003 4. APLEY,A.GRAHAM Ortopedia e Fraturas em Medicina de Reabilitação.6a.ed.São Paulo:Atheneu,2000 5. Freire,Evandro Trauma: a doença do século. São Paulo: Atheneu,2006 6. Lasmar,Neylor Medicina do Esporte.São Paulo:Manole,2002 7. Maxey,Lisa&Magnusson,Jim Reabilitação Pós-cirúrgica para o paciente ortopédico. Rio de Janeiro:Guanabara-Koogan,2002 8. Dutton, Marck Fisioterapia Ortopédica. Porto Alegre: artmed,2006 9. Gould III,J. Fisioterapia nas disfunções ortopédicas. 10. ANDREWS,James R. Agudo de Pulmão 10.4.Sepse ESTÁGIO PREL. III I-Nomenclatura das Enfermidades e disfunções osteomioarticula res e ligamentares:Con tusões,Ferimentos, Lesões articulares,Fraturas ,Doença articular degenerativa.Avali ação e diagnóstico cinético-funcional. II-Enfermidades e disfunções dos tecidos moles: Tendinopatias,Diste nsões músculotendinosas e classificação;Disten sõe capsuloligamentares e classificação;Bursit es. O processo de cicatrização. Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. III-Fraturas em geral: definição,classifica ção,conduta geral;processo de consolidação.Avalia ção,testes confirmatórios e Reabilitação Física das Lesões Desportivas.2a.ed.Rio de Janeiro:Guanabara-Koogan,2000 11. Lianza,Sergio Medicina de Reabilitação.2a. ed. Rio de Janeiro:Guanabara-Koogan,2002 12. BOGOSSIAN,Levão Traumatismos em Geral-Estudo etiopatológico dos traumas mecânicos.Revista JBM.agosto,1981.vol.41 no 2 13. Birolini,Dario Trauma é Doença. Revista Veja Nov/1998 diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. IV-Enfermidades e disfunções da Cintura escapular e do Ombro. Fraturas,Lesões articulares, degenerativas e tecidos moles. Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. V- Enfermidades e disfunções do Cotovelo e antebraço. Fraturas,Lesões articulares, degenerativas e tecidos moles. Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. VI- Enfermidades e disfunções do Punho e da mão. Fraturas,Lesões articulares, degenerativas e tecidos moles. Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. VIIEnfermidades e disfunções do Quadril e da coxa. Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. VIIIEnfermidades e disfunções do Joelho e perna. Fraturas,Lesões articulares, degenerativas e tecidos moles. Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. IX- Enfermidades e disfunções do Tornozelo e do pé. Fraturas,Lesões articulares, degenerativas e tecidos moles. Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. X- Enfermidades e disfunções da Pelve e sacroiliacococigea. Fraturas,Lesões articulares, degenerativas tecidos moles. e Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. XI- Enfermidades e disfunções da Coluna vertebral:lgias; deformidades; fraturas vertebrais. Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. XIIEnfermidades e disfunções da Face e da mandíbula. Fraturas,Lesões articulares, degenerativas e tecidos moles. Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. 13 Fisioterapia na 3ª Idade (1º sem.) / Estágio Preliminar II – Saúde e Disfunções da 3ª Idade (2º sem.) Fisioterapia na 3ª Idade 1Teorias biológicas do envelhecimento 2Epidemiolog ia e o envelhecimento do Brasil 3Avaliação Fisioterapia na 3ª Idade 1FREITAS, E. V. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 2PERRACINI, M.F. & FLO, C.M. Funcionalidade e envelhecimento. Rio de multidimensiona l no idoso 4Alterações anátomofuncionais decorrentes do envelhecimento no sistema nervoso 5Alterações anátomofuncionais decorrentes do envelhecimento no sistema cardiorespiratorio 6Alterações anátomofuncionais decorrentes do envelhecimento no sistema osteomioarticular 7Sindrome da fragilidade 8Quedas terceira idade na 9Alterações anátomofuncionais decorrentes do envelhecimento no sistema genitourinário, endócrino e dermatológico 10-Promoção para um envelhecimento saudável janeiro: Guanabara, 2009 3GUCCIONE, Andrew A. Fisioterapia Geriátrica. de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 4- KAUFFMAN, T. L. Manual de reabilitação geriátrica. Ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2001. 5MORELLI, José Geraldo da S.; REBELATTO, José Rubens. Fisioterapia Geriátrica. São Paulo: Manole, 2003. 6CARVALHO FILHO, Eurico. T.; PAPALEO NETTO, Matheus. Geriatria: Fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo: Atheneu, 2005. 7- DELISA, Joel A. Tratado de Medicina de Reabilitação: princípios e práticas. São Paulo: Manole, 2001. 8ZIMERMAN, GUITE. L. Velhice: Aspectos Biopsicossociais. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000 9REBELATTO, José. Rubéns & MORELLI, José. G. Silva: Fisioterapia Geriátrica 2ª. Ed Manole, São Paulo, 2007 10-NETTO, M. PAPALLÉO. Gerontologia. São Paulo, Atheneu, 1997 11-CARVALHO Filho, Eurico Thomas. Geriatria: Fundamentos/Clinica e Terapêutica. São Paulo, Atheneu, 2000 12-SCHNEIDER jursen. Manual de Geriatria. São Paulo, Ed. Roca, 1985 13-GOMES F. A. Azevedo. Manual de Geriatria e Gerontologia. Ed. EBM, 1985 14-UMPHERED, Darcy Ann. Fisioterapia Neurológica, Capt, 4 e 23. Ed. Manole 15-Netto M. Papalléo. Gerontologia: A velhice em Visão Globalizada, São Paulo, Atheneu, 2002 16-Yuaso Dr., Sguizzatto. Fisioterapia em Pacientes Idosos. In: Netto MP. Geologia: Velhice e o Envelhecimento em Visão Globalizada. São Paulo, Atheneu, 2002 16-Pickles, Barryetall. Fisioterapia na Terceira Idade, Livraria Santos, 1995 17- Amancio, A.Uchoua, P.C. Clínica Geriátrica., Atheneu, 1980 18-Hutz, Amon. Temas de Geriatria. Fundação Editora Byk. 19- Abrams, William B. Manual Merck de Geriatria. São Paulo, Roca, 1994 20- Simões, Regina, Corporeidade e Terceira Idade- A marginalização do Corpo Idoso Ed. UNIMEP 3ª edição. 14 Fisioterapia nas Disfunções da Infância e Adolescência (1º sem.) / Estágio Preliminar IV – Neuropediatria (2º sem.) Fisioterapia nas Disfunções da Infância e Adolescênci a 1. Desenvolvi Fisioterapia Disfunções Infância Adolescência nas da e 1. FLEMING, Inge. O desenvolvimento motor normal e anormal de 0 a mento sensóriomotor normal Avaliação do RN Avaliação do lactente Prematurida de Paralisia cerebral 18 meses. 2. LEVITT, Sophie. O tratamento da Paralisia Cerebral e do Retardo Motor. 3ª Ed. São Paulo: 2. Manole, 2001. 3. MENKES, John H. Tratado 3. de Neuropediatria. 2ª Ed. São Paulo: Manole. 4. 4. RODRIGUES, C. Valéria; BRANDÃO, B. Marina. Reabilitação em Paralisia 5. Cerebral. Rio de Janeiro: Medbook, 2011. 5. SHEPERD, B. Roberta. xxxxxxxxxxxxxx Fisioterapia em xxxx Pediatria. 3ª Ed. Santos EST. PREL. IV editora. 1. Desenvolvimento 6. TECKLIN, J. Stephen. sensório-motor Fisioterapia pediátrica. normal 3ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2. Avaliação do RN 2002. 3. Avaliação do Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx lactente xxx 4. Encefalopatias 5. Desnutrição 6. Malformações do SNC 7. Genéticopatias(s. de Down,s.de Edwards,s. de Pattau) 8. Metabólicopatias( mucopolissacarid ose,fenilcetonúria 9. Métodos de tratamento 10. Deformidades da coluna/menbros( mielomeningocel e, artrogripose) 15 Fisioterapia na Saúde da Mulher (1º sem.) / Estágio Prelimiar I - Saúde da Mulher (2º sem.) FISIOT. NA SAÚDE DA MULHER 1. Conhecimentos básicos de anatomia, fisiologia e patologias do organismo feminino durante sua fase de desenvolvimento ; 1. BARACHO, Elza; Fisioterapia Aplicada à Obstetrícia. Rio de Janeiro. Medsi, 2002. 2. BARROS, Fábio Batalha. O Fisioterapeuta na Saúde da População: Atuação transformadora. FISIOBRASIL. 2002. RJ. 3. BENZECRY, Roberto. Tratamento de obstetrícia. Rio de Janeiro: Revinter, 2000. 4. CAMPION, M.R, Hidroterapia: Princípios e Práticas, SP, ed. 2. Alterações do organismo materno durante a gestação e puerpério; 3. Preparação para o parto; 4. Acompanhamento do trabalho de parto; 5. Puerpério e Amamentação; 6. Reabilitação póscirúrgica por câncer de mama e cirurgias ginecológicas; 7. Reabilitação uroginecológica; 8. Disfunções do assoalho pélvico; 9. Dor pélvica; 10. Fisioterapia no climatério. Manole 2000. 5. GUIRRO, Elaine e GUIRRO, Reinaldo, Fisioterapia Dermato Funcional. 3a. Ed. Revisada e ampliada. Manole. São Paulo. 2004. 6. Halbe, H. W. Tratado de Ginecologia. Vol. 1-2. São Paulo: Rosa, 1990. 7. LEDUC, Albert; LEDUC, Oliver. Drenagem linfática: teoria e prática. 2ª ed. São Paulo: Manole, 2000. 8. LIDELL, L. Cooke, C. Porter, A. O Livro das Massagens. SP: Manole, 1998. 9. MARX, A. Camargo, M. Fisioterapia no edema Linfático. SP: Manole, 1996. 10. MORENO, Adriana; Fisioterapia em Uroginecologia. São Paulo – Manole 2004. 11. O’SULLIVAN, Susan B.; SCHMITZ, Thomas J. Fisioterapia: avaliação e tratamento. 2ª ed. São Paulo: Manole, 1993. Polden, Margareth, Mantle, Jill. Fisioterapia Aplicada à Ginecologia e Obstetrícia. São Paulo: Santos, 1993. 12. Revista de Fisioterapia de UNICID. (Universidade Cidade de São Paulo). 13. Revista Fisiobarsil (www.fisiobrasil.com.br). 14. Revista Ginecologia e Obstetrícia Atual. Editora de Publicações Científicas Ltda. Rio de Janeiro. 15. Rezende, Jorge, Obstetrícia, 7ª edição. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 1995. 16. SARKEY, Chad. Recursos Terapêuticos em Fisioterapia. Manole. São Paulo. 2004. 17. Souza, Elza, Elza lúcia Baracho Lotte. Fisioterapia Aplicada à Obstetrícia, aspectos de Ginecologia e Neonatologia. São Paulo: Medsi, 2002. 18. STEPHENSON, Rebecca e O’CONNOR, Linda; Fisioterapia Aplicada à Ginecologia e Obstetrícia. São Paulo – Manole 2004. 19. TECKLIN, Jan; Fisioterapia Pediátrica. 3ª Edição. Porto Alegre 1999. 20. TEIXEIRA, Renato da Costa; SERAFIN, Alícia Alfonso. Avaliação das atitudes nos alunos do Curso de Fisioterapia da Universidade do Estado do Pará. Belém, 2000. Dissertação (Mestrado) – Universidades do Estado do Pará. 21. TIXA, Serge, Atlas de Anatomia Palpatória PS – Editora Manole, 2000 – 1ª edição Brasileira 2 vol. 22. XHARDEZ, Yves, Manual de Cinesiologia, SP – editora Atheneu, 1995. 16 Fisioterapia nas Disfunções Sensitivo-Motora (1º sem.) / Estágio Preliminar V – Neurologia Adulto (2º sem.) SENSITIVO MOTORA 1. Propedêutic a Neurológica. 1.1 Anamnese do paciente portador de lesão neurológica. 1.2 Avaliação e aplicabilidade dos reflexos superficiais e profundos. 1.3 Avaliação da sensibilidade do paciente neurológico com lesão central e periférica. 1.4 Classificaçã o das sensibilidades 1. BEAR, M. F; CONNORS, B. W; PARADISO, M. A. Neurociências: desvendando o sistema nervoso. 2a ed. Porto Alegre: Artmed, 2002.. LENT, R. Cem Bilhões de Neurônios: Conceitos Fundamentais de Neurociências. São Paulo: Atheneu. 2004.. 2. 3. TORTORA, G., J; G.I, SANDRA R. Princípios de Anatomia e Fisiologia. 9a ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2002. 4. PURVES D. et al. Neurociências. 2ª Ed. São Paulo: Artmed. 5. MOURA E.W. de, Silva P. do A. C. Fisioterapia: aspectos clínicos e prática da reabilitação. São Paulo: Artes médicas. 6. NITRINI R., BACHESCHI L A. A Neurologia que e suas formas de aplicação no paciente neurológico. 1.5 Avaliação do equilíbrio estático e dinâmico em pacientes com lesão neurológica. 1.6 Testes utilizados para avaliar coordenação motora em pacientes neurológicos. 1.7 Escalas e testes neurológicos utilizados para avaliação da cognição, marcha e dupla tarefa motoracognitiva. 1.8 Manobras deficitárias. 1.9 Avaliação do tônus muscular em pacientes neurológicos. 17 Recursos Eletrotermofototerap euticos Aplicados a Fisioterapia (1º sem.) / Fisioterapia Nas Disfunções Dermatológicas e Endócrinas (2º sem.) todo médico deve saber. 2ª Ed. São Paulo: Atheneu. 7. KANDEL, E. R; SCHWARTZ, J. H; JESSEL, T. M. Princípios da a Neurociências. 4 ed. Barueri: Manole, 2003. 8. LENT, R. Cem bilhões de Neurônios. São Paulo: Atheneu 9. SANVITO. Propedêutica Neurológica. São Paulo: Atheneu 18 Recursos Mecanoterapeuticos (1º sem.) / Recursos Hidroterapêuticos (2º sem.) Recursos Mecanoterapeuti cos 1. Conceito, histórico e divisão da Mecanoterapia 2. Princípios físicos e BiomecânicosForça, Potência, Flexibilidade, Resistência, Fadiga, Alavancas e Torque 3. Ginásio Terapêutico 4. Tipos de Aparelhos e seus mecanismos: análise física e determinada dos movimentos, finalidades e técnicas de aplicação objetivadas nas indicações dos aparelhos mecanoterápico s: 4.1 Aparelhos Facilitadores da Marcha: ANDADEI RA BARRA PARALELA ESCADA E RAMPA TÁBUA EVERSORA E INVERSORA 4.2 Aparelhos que não oferecem Resistência: ESPALDAR PRANCHA 1. MUNIZ, Wagner C., TEXEIRA, Renato. Agentes Terapêuticos mecânicos. 2° Ed.n SANTA MARIA: Orium, 2007. 2. NEUMANN, Donald A. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético: Fundamentos para a reabilitação física. São Paulo: Guanabara Koogan, 2006. 3. RASCH, P. J. Cinesiologia e Anatomia aplicada. Rio de Janeiro: Guanabara, 1999. 4. KOTTKE, Frederico J. et al. Krusen: Tratado de Medicina física e reabilitação. V.2 4° ed., São Paulo: Manole,1994. 5. LIANZA, Sérgio. Medicina de Reabilitação. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. ORTOSTÁTICA TÁBUA DE QUADRÍCEPS EXERCITADOR DE OMBRO 4.3 Aparelhos que Oferecem Resistência ao movimento para Membros Superiores. FLEXOR DEDOS DE ROLO DE PUNHO PRONO SUPRINADOR HALTERES POLIA DE TETO DUPLEX 4.4 Aparelhos que Oferecem Resistência para os Membros Inferiores: ROLDANAS MESA DE QUADRÍCEPS BICICLETA ESTACIONÁRIA ESTEIRA ELÉTRICA 4.5 Aparelhos de Tração: TRAÇÃO CERVICAL TRAÇÃO LOMBAR 19 História e Evolução Científica e Social da Fisioterapia (1º sem.) / Investigação Científica em Fisioterapia (2º sem.) 1A História da Fisioterapia – da Grécia Antiga à 2ª Guerra Mundial: Os contextos e fatos que definiram a criação da profissão. 2A História da Fisioterapia no Brasil – Das primeiras citações até a regulamentação da Profissão. Determinantes da criação da Profissão. 3As principais Resoluções e suas inferências: Resoluções COFFITO: 08, 10 e 80. 4As Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Fisioterapia e sua importância para inserção do Profissional na Atenção Básica; 5A Fisioterapia e a dimensão da Integralidade. 6Perspectiva s do mercado de trabalho para esta década. 7Reordenaçã o da Atenção 1. BASMAJIAN. Terapêutica por exercícios, 1980. 2. GAVA, M. V.; Fisioterapia: História, reflexões e perspectivas. São Paulo: Metodista, 2004. 3. FREITAS, M.S. A Atenção Básica como Campo de Atuação da Fisioterapia no Brasil: As Diretrizes Curriculares Resignificando a P´ratica Profissional. Rio de Janeiro. Tese de Doutorado. Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva: Política, Planejamento e Gestão em Saúde UERJ, 2006. Captado em 25/04/2011 www.crefito10.org.br. 4. GALVÃO, A. M. F. Brasil, A Fisioterapia e o Tempo. Fisiobrasil, n.38, outubro de 2000. 5. CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL. Resolução COFFITO-8 de 20 de fevereiro de 1978. Diário Oficial, Brasília, DF, nº 216, seção 1, parte II, p. 6.322-32, 13 nov. 1978. 6. CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL. Resolução COFFITO-10 de 03 de julho de 1978. Diário Oficial, Brasília, DF, n.182, seção I, parte II, p. 5.265/68, 22 set. 1978. 7. CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL. Resolução COFFITO-80 de 09 de maio de 1987. Diário Oficial, Brasília, DF, n.093, seção I, parte II, p. 7609, 21 mai. 1987. 8. REBELATTO, J. R. e BOTOMÉ, S.P. Básica Fisioterapia no Brasil. São Paulo: Manole, 1987. 9. BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. PORTARIA Nº 2.488, DE 21 DE OUTUBRO DE 2011Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS). 10. BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO; CES resolução nº 4 de 19 de fevereiro de 2002. Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Fisioterapia. DAC CAMPUS CONCEIÇÃO DO ARAGUAIA - CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Fundamentos e 1- Definições da 8. BARRETO,D. 01 Dança: dança do contexto Métodos da Dança ensino, sentidos e da Educação Física: possibilidades na conceito, funções, escola. Campinas, SP: objetivos da dança Autores Associados,2004. de acordo com os 9. PCN’S. BREGOLATO, Roseli 2- Conteúdos da Aparecida. Cultura dança na Educação corporal da dança. Física segundo os ícone, 2000 PCN’S 3-Métodos e estilos 10. de dança. CAMINADA,E. História da 4- Estudo do ritmo: dança: evolução conceitos, cultural. Rio de janeiro: importância, Sprint, 1999 objetivos, 11. princípios e FAHLBUSCH, Hannelore. funções do ritmo. Dança moderna e 5Aplicabilidade contemporânea. RJ: dos aspectos Sprint, 1990 psicomotores no 12. conteúdo da dança escolar. LABAN, R. Dança 6- A importância da educativa moderna. dança escolar São Paulo: ícone,1990. como conteúdo da 13. Educação Física MORATO, M.E.P. para o Ginástica jazz: a dança desenvolvimento na Educação Física. São da criança. Paulo: Manole,1993. 7A expressão corporal e a criatividade no VERDERI, É.B.L.P. Dança na conteúdo de dança escola. Rio de Janeiro: Sprinte, escolar. 2000. 8- A importância das atividades rítmicas, nas aulas de Educação Física para o desenvolvimento da criança. 9Elementos básicos da dança (posições, rotações, apoios, diversificação da forma anatômica, bases e planos) Estudo das possibilidades motoras do corpo, descobertas de movimentos, formas níveis e tipos. 10- Noções dos elementos técnicos da dança: deslocamento, transferência, saltos, giro, volta, queda. DMCF DENH CAMPUS CONCEIÇÃO DO ARAGUAIA - CURSO DE ENFERMAGEM Anatomia Humana 01 02 01 Fisiologia Humana CAMPUS SANTARÉM - CURSO DE ENFERMAGEM Enfermagem em UTI 1. Aspectos 1. RDC N.7 de 24 de fevereiro organizacionais de 2010 em UTI: 2. Portaria Nº 1.071 de 4 de Conceito, planta julho de 2005 física e Recursos 3. CINTRA, Eliane Araújo. Humanos; Assistência de 2. Medidas de Enfermagem ao Paciente prevenção e Gravemente Enfermo. São DMCF 01 Anatomia controle de infecção hospitalar em UTI: medidas gerais; precauções padrão e de isolamentos; prevenção de IH em trato urinário, corrente sanguínea e pneumonia; 3. Monitorização hemodinâmina: P ressão Arterial não invasiva, Freqüência cardíaca e Saturação periférica de oxigênio (SpO2) e Pressão Venosa Central (PVC); 4. Assistência sistematizada de Enfermagem ao portador de distúrbios respiratórios: aspiração, ventilação mecânica, insuficiência respiratória; 5. Assistência sistematizada de Enfermagem ao portador de distúrbios cardiovasculares: i nfarto agudo do miocárdio. Paulo: Atheneu , 2003. 4. BRUNNER, & SUDDART. Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 10ª ed. 2005. 5. SCHELL, Hildy M.; Puntillo, Kathleen A. Segredos em enfermagem na terapia intensiva. Porto Alegre: Artmed, 2005. 1 – Sistema esquelético: introdução e esqueleto axial 1. TORTORA, G.J.; GRABOWSKI, 2 – Sistema esquelético: introdução e esqueleto apendicular S.R. Principios de anatomia e fisiologia. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 2. TORTORA, G.J. Principios 3 – Sistema articular 4 – Sistema muscular 5 – Sistema cardiovascular 6 – Sistema respiratório 7 – Sistema digestório 8 – Aparelho Urogenital (sistemas urinário e genitais masculino e feminino) 9 – Sistema neural: introdução, medula espinal, tronco encefálico e cerebelo 10 – Sistema Neural: diencéfalo e telencéfalo de anatomia humana. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 3. GRAAF, K.M. Van de. Anatomia Humana. 6.ed. São Paulo: Manole, 2003. 4. MACHADO, Neuroanatomia funcional. São Atheneu, 2000. A.B.M. Paulo: 5. DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2000. 6. NETTER, F.H. Atlas de anatomia humana. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. 7. SCHUNKE, M.; SCHULTE, E.; SCHUMACHER, U. Prometeus: atlas de anatomia – anatomia geral e aparelho locomotor. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 8. SCHUNKE, M.; SCHULTE, E.; SCHUMACHER, U. Prometeus: atlas de anatomia – pescoço e órgãos internos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 1. SCHUNKE, M.; SCHULTE, E.; SCHUMACHER, U. Prometeus: atlas de anatomia – cabeça e neuroanatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 2. SOBOTTA. Atlas de anatomia humana. 22.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 2v. 3. MIRANDA, E. Bases de anatomia e cinesiologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Sprint, 2000. 4. SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANATOMIA. Terminologia anatômica. Barueri: Manole, 2001. DAC 01 Fundamentos e 1- Aspectos históricos Métodos da e conceituais das Educação Física deficiências. 2- O trato Adaptada metodológico inclusivo nas aulas de educação física escolar para o aluno portador de deficiência físicomotora. 3- Elaboração de programas de atividades físicas adaptadas para pessoas com as asma. 4- Esportes Adaptados. 5- O trato metodológico nas atividades físicas adaptadas para pessoa portadora de deficiência visual. 6- A proposta da Inclusão nas aulas de educação física escolar. 7- O trato metodológico inclusivo nas aulas de educação física escolar para o aluno com obesidade. 8- Atitudes e estratégias do professor de educação física nas aulas inclusivas, para o aluno com alterações 18. BEREOHFF, A.M.P; LEPPOS, A.S.S; FREIRE. L.H.V. Considerações Técnicas sobre o atendimento psicopedagógico do educando portador de condutas típicas da síndrome do autismo e de psicoses infantojuvenis. Brasília: Associação terapêutica educacional para crianças autistasAsteca, 1994. 19. CARMO, A.A. Deficiência física: a sociedade cria, recupera e descrimina. 2 ed. Brasília: Escopo, 1991. 20. CARMO, A.A.; SILVA, R.V.S. Educação física e a pessoa portadora de deficiência: contribuição à produção do conhecimento. UberlândiaMG:Universidade Federal de Uberlândia, 1995. (Série Especialização e Monografia, 1). 21. CARVALHO, R.E. Temas em educação de comportamentos adaptativos. 9- O trato metodológico nas aulas de educação física inclusiva, para alunos portadores de síndrome de Down. 10- A Educação Física Adaptada e a Inclusão nas escolas de Ensino Regular. especial. Rio de Janeiro: WVA, 1998. 22. CARDOSO DE LA ROCQUE, SIMONE. Crianças com Crianças: o olhar infantil sobre a inclusão na educação física escolar. Dissertacao de Mestrado em Motricidade Humana. Universidade do Estado do Para. Belem – Pa, 2004. 23. GORGATTI. MARCIA; COSTA. ROBERTO. Atividade Fisica Adaptada. RJ. Manole, 2008. 24. LEBOYER, Marion. Autismo Infantil: fatos e modelos. 5 ed. São Paulo: papirus, 2005. 25. Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: Lei nº 9.394, Brasília, 1997. 26. LOPES, K.A.L. Aluno com deficiência física em aulas regulares de educação física: prática viável ou não? um estudo de caso. Tese de doutorado. São Paulo: USP, 1999. 27. MAURO VAINSBERG; MARCO TULIO DE MELLO. Exercicios na saude e na doenca. Barueri, SP: Manole, 2010. 28. MANTOAN, M.T.E. A educação especial no Brasil: da exclusão à inclusão escolar. Campinas-SP: LEDEP/Unicamp, 2000. 29. _________.A integração de pessoas com deficiência: contribuições para uma reflexão sobre o tema. São Paulo: Memnon: SENAC, 1997. 30. MOREIRA. E.C et al. Educação física escolar:desafios e propostas. Jundiaí, São Paulo: Fontoura, 2004 31. MORRIN, E. Por uma reforma do pensamento. O Correio da UNESCO. Rio de Janeiro: FGV. ANO 24, nº 4, 1996. 32. MRECH, L. Os desafios da educação especial, o Plano Nacional de Educação e a Universidade Brasileira. Revista Brasileira de Educação Especial. V.3.Nº 5,.São Paulo: ABPEE, 1999. 33. SASSAKI, Romeu. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA, 1997. 176 p. STAINBACK, S; STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Trad. Magda França Lopes. Porto Alegre: Artmed, 1999. DMCF 01 CAMPUS SANTARÉM - CURSO DE FISISOTERAPIA Anatomia Humana I 1 – Sistema 1. TORTORA, G.J.; (1º sem.) Esquelético: GRABOWSKI, S.R. Anatomia Humana II introdução e Principios de anatomia (2º sem.) esqueleto axial e fisiologia. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara 2 – Sistema Koogan, 2002. Esquelético: introdução e esqueleto apendicular 2. TORTORA, G.J. Principios de anatomia humana. 10.ed. Rio de Janeiro: 3 – Sistema Articular 4 – Sistema Muscular 5 – Sistema Cardiovascular 6 – Sistema Respiratório 7 – Sistema Digestório 8 – Sistema Urinário e Genital Masculino 9 – Sistema Genital Feminino 10 – Introdução ao estudo da Anatomia Humana. Guanabara Koogan, 2007. 3. GRAAF, K.M. Van de. Anatomia Humana. 6.ed. São Paulo: Manole, 2003. 4. DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2000. 5. NETTER, F.H. Atlas de anatomia humana. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. 6. SCHUNKE, M.; SCHULTE, E.; SCHUMACHER, U. Prometeus: atlas de anatomia – anatomia geral e aparelho locomotor. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 7. SCHUNKE, M.; SCHULTE, E.; SCHUMACHER, U. Prometeus: atlas de anatomia – pescoço e órgãos internos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 8. SCHUNKE, M.; SCHULTE, E.; SCHUMACHER, U. Prometeus: atlas de anatomia – cabeça e neuroanatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 9. SOBOTTA. Atlas de anatomia humana. 22.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 2v. 10. MIRANDA, E. Bases de anatomia e cinesiologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Sprint, 2000. 11. SOCIEDADE BRASILEIRA ANATOMIA. Terminologia anatômica. Manole, 2001. Fisioterapia em U.T.I. U.T.I. 7. PRYOR. Fisioterapia para Problemas Respiratórios e Cardíacos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 8. REGENGA, Marisa de M. Fisioterapia em Cardiologia: da UTI à Reabilitação. São Paulo: Roca, 2000. 9. PRESTO, Bruno; Damazio, Luciana. Fisioterapia Respiratória. São Paulo: Elsevier, 2009. 10. KNOBEL, Elias. Condutas do Paciente Grave. São Paulo: Atheneu, 2002. 11. SARMENTO, George J Vieira. Fisioterapia Respiratória no Paciente Crítico. São Paulo: Manole, 2007 12. Em 19 de setembro de 2012 15:58, DCMH/CCBS/UEPA <[email protected]. br> escreveu: fisiologia Cardiorrespiratória e suas Correlações com a Fisioterapia em UTI. 2. Semiologia e Monitorização do Paciente Crítico 3. Imagenologia 02 Barueri: Fisioterapia em 1. Anatomo- Fisioterapia em UTI (1º sem.) Estágio Preliminar III – Traumatologia e Ortopedia (2º sem.) DE Torácia e Exames de Rotina em UTI 4. Recursos Fisioterapêuticos e sua aplicação na UTI: Recursos para Desobstrução Brônquica, Recursos para Reexpansão Pulmonar e Exercícios Respiratórios. 5. Ventilação Mecânica NãoInvasiva. 6. Princípios 11. SALTER,Robert Bruce Distúrbios e Lesões do Sistema Musculoesquelético.3a ed.Rio de Janeiro:Medsi,2001 12. SCHWARTSMANN,Carlos Fraturas-principios e prática.Porto Alegre:Artmed Editora,2000 13. Buckwalter,Joseph Ortopedia de Tureck: princípios e suas aplicações. Vols.I e II.São Paulo:manole,2010 14. Herbert,S&Xavier R. Ortopedia Básicos da Ventilação Mecânica; Modos e Modalidades Ventilatórias 7. Ventilação Mecânica Aplicada 8. Desmame Ventilatório 9. Mobilização Precoce do Paciente Crítico 10. Patologias Freqüentes: 10.5. Insuficiência Respiratória 10.6. Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo 10.7. Edema Agudo de Pulmão 10.8. Sepse ESTÁGIO PREL. III I-Nomenclatura das Enfermidades e disfunções osteomioarticula res e ligamentares:Con tusões,Ferimentos, Lesões e Traumatologia :Principios e prática. Porto alegre:artmed,2003 15. Palmer & Epler Fundamentos das Técnicas de Avaliação Musculo-esquelética. 16. Evans,Ronald C. Exame Físico ilustrado.Barueri,SP:manole,2003 17. Hoppenfeld,Stanley Propedêutica Ortopédica-A Coluna e Extremidades.Rio de Janeiro:Atheneu,2000 18. Cipriano, Joseph J. Manual Fotográfico de Testes Ortopédicos e Neurológicos.3a. ed.São Paulo:Manole,2000 19. Gross,Jefrey Exame Musculoesquelético.Porto Alegre:Artmed,2000 20. Reider,Bruce O Exame Físico em Ortopedia.Rio de Janeiro:Guanabara-Koogan,2001 COMPLEMENTAR 14. ADAMS,J.Crawford Manual de Fraturas e Lesões articulares.7a ed.São Paulo:Artes Médicas,2000 15. ADAMS,J.Crawford Manual de Ortopedia. São Paulo:Artes Médicas,2000 16. PETERSON,Lars & RENSTRON,Per Lesões do Esporte-Prevenção e Tratamento.3a.ed.São Paulo:Manole,2003 17. APLEY,A.GRAHAM Ortopedia e Fraturas em Medicina de Reabilitação.6a.ed.São Paulo:Atheneu,2000 18. Freire,Evandro Trauma: a doença do século. São Paulo: Atheneu,2006 19. Lasmar,Neylor Medicina do Esporte.São Paulo:Manole,2002 20. Maxey,Lisa&Magnusson,Jim Reabilitação Pós-cirúrgica para o paciente ortopédico. Rio de Janeiro:Guanabara-Koogan,2002 21. Dutton, Marck Fisioterapia Ortopédica. Porto Alegre: artmed,2006 22. Gould III,J. Fisioterapia nas disfunções ortopédicas. 23. ANDREWS,James R. Reabilitação Física das Lesões Desportivas.2a.ed.Rio de Janeiro:Guanabara-Koogan,2000 24. Lianza,Sergio Medicina de Reabilitação.2a. ed. Rio de Janeiro:Guanabara-Koogan,2002 25. BOGOSSIAN,Levão Traumatismos em Geral-Estudo etiopatológico dos traumas mecânicos.Revista articulares,Fraturas ,Doença articular degenerativa.Avali ação e diagnóstico cinético-funcional. II-Enfermidades e disfunções dos tecidos moles: Tendinopatias,Diste nsões músculotendinosas e classificação;Disten sõe capsuloligamentares e classificação;Bursit es. O processo de cicatrização. Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. III-Fraturas em geral: definição,classifica ção,conduta geral;processo de consolidação.Avalia ção,testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. IV-Enfermidades e disfunções da Cintura escapular e do Ombro. Fraturas,Lesões articulares, degenerativas e tecidos moles. Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico JBM.agosto,1981.vol.41 no 2 26. Birolini,Dario Trauma é Doença. Revista Veja Nov/1998 cinético-funcional e programação fisioterapêutica. V- Enfermidades e disfunções do Cotovelo e antebraço. Fraturas,Lesões articulares, degenerativas e tecidos moles. Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. VI- Enfermidades e disfunções do Punho e da mão. Fraturas,Lesões articulares, degenerativas e tecidos moles. Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. VIIEnfermidades e disfunções do Quadril e da coxa. Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. VIIIEnfermidades e disfunções do Joelho e perna. Fraturas,Lesões articulares, degenerativas e tecidos moles. Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. IX- Enfermidades e disfunções do Tornozelo e do pé. Fraturas,Lesões articulares, degenerativas e tecidos moles. Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. X- Enfermidades e disfunções da Pelve e sacroiliacococigea. Fraturas,Lesões articulares, degenerativas e tecidos moles. Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. XI- Enfermidades e disfunções da Coluna vertebral:lgias; deformidades; fraturas vertebrais. Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica. XIIEnfermidades e disfunções da Face e da mandíbula. Fraturas,Lesões articulares, degenerativas e tecidos moles. 03 Fisioterapia nas Disfunções Sensitivo Motoras (1º sem.) Estágio Preliminar V – Neurologia Adulto (2º sem.) Avaliação, testes confirmatórios e diagnóstico cinético-funcional e programação fisioterapêutica SENSITIVO MOTORA 2. Propedêutic a Neurológica. 2.1 Anamnese do paciente portador de lesão neurológica. 2.2 Avaliação e aplicabilidade dos reflexos superficiais e profundos. 2.3 Avaliação da sensibilidade do paciente neurológico com lesão central e periférica. 2.4 Classificaçã o das sensibilidades e suas formas de aplicação 10. BEAR, M. F; CONNORS, B. W; PARADISO, M. A. Neurociências: desvendando o sistema nervoso. 2a ed. Porto Alegre: Artmed, 2002.. LENT, R. Cem Bilhões de Neurônios: Conceitos Fundamentais de Neurociências. São Paulo: Atheneu. 2004.. 11. 12. TORTORA, G., J; G.I, SANDRA R. Princípios de Anatomia e Fisiologia. 9a ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2002. 13. PURVES D. et al. Neurociências. 2ª Ed. São Paulo: Artmed. 14. MOURA E.W. de, Silva P. do A. C. Fisioterapia: aspectos clínicos e prática da reabilitação. São Paulo: Artes médicas. 15. NITRINI R., BACHESCHI L A. A Neurologia que todo médico deve saber. 2ª Ed. São Paulo: no paciente neurológico. 2.5 Avaliação do equilíbrio estático e dinâmico em pacientes com lesão neurológica. Atheneu. 16. KANDEL, E. R; SCHWARTZ, J. H; JESSEL, T. M. Princípios da a Neurociências. 4 ed. Barueri: Manole, 2003. 17. LENT, R. Cem bilhões de Neurônios. São Paulo: Atheneu 2.6 Testes SANVITO. utilizados para Neurológica. avaliar Atheneu coordenação motora em pacientes neurológicos. 2.7 Escalas e testes neurológicos utilizados para avaliação da cognição, marcha e dupla tarefa motoracognitiva. 2.8 Manobras deficitárias. 2.9 Avaliação do tônus muscular em pacientes neurológicos. DEPA T 01 CAMPUS TUCURUÍ Microbiologia - CURSO DE ENFERMAGEM 6. Morfologia Bacterian; 7. Interação parasitahospedeiro; 8. Treponema pallidum (sífilis); 9. Flora normal do corpo humano; 10. Staphylococ Propedêutica São Paulo: DENH 01 cus sp. Enfermagem nas TEORICO Clínicas MédicoCirúrgica (Pré,Trans 1 - Processo de cuidar em e Pós-Operatório) Enfermagem no período peri-operatório (pré, trans e pós operatório). 2- Processo de cuidar em Enfermagem nutrição enteral e parenteral 3- Processo de cuidar em Enfermagem em hemoterapia. 4- Processo de cuidar em Enfermagem em atenção as doenças crônicas: Hipertensão e Diabetes 5- Processo de cuidar em Enfermagem em Estomaterapia: feridas e estomias PRÁTICO 1 . Sistematização da Assistência de Enfermagem no período préoperatório 3. BRUNNER, & SUDDART. Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 10 ed. 2005. 4. POTTER, Patrícia Ann. Semiologia em Enfermagem. Rio de Janeiro: Reichmnan & Affonso Ed., 2002 SANTOS, Iraci dos et al. Enfermagem assistencial no ambiente hospitalar. Ed: Atheneu. São Paulo. 2004.542p mediato 2. Cuidados de Enfermagem com feridas e estomias 3. Cuidados de Enfermagem em Hemoterapia 4. Cuidados de Enfermagem em Balanço Hídrico 02 Enfermagem em UTI 5. Posicionamento do cliente para anestesia e ato cirúrgico 1. Aspectos organizacionais em UTI: Conceito, planta física e Recursos Humanos; 2. Medidas de prevenção e controle de infecção hospitalar em UTI: medidas gerais; precauções padrão e de isolamentos; prevenção de IH em trato urinário, corrente sanguínea e pneumonia; 3. Monitorização hemodinâmina: P ressão Arterial não invasiva, Freqüência cardíaca e Saturação periférica de 1. RDC N.7 de 24 de fevereiro de 2010 2. Portaria Nº 1.071 de 4 de julho de 2005 3. CINTRA, Eliane Araújo. Assistência de Enfermagem ao Paciente Gravemente Enfermo. São Paulo: Atheneu , 2003. 4. BRUNNER, & SUDDART. Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 10ª ed. 2005. 5. SCHELL, Hildy M.; Puntillo, Kathleen A. Segredos em enfermagem na terapia intensiva. Porto Alegre: Artmed, 2005. 03 Enfermagem Urgência Emergência oxigênio (SpO2) e Pressão Venosa Central (PVC); 4. Assistência sistematizada de Enfermagem ao portador de distúrbios respiratórios: aspiração, ventilação mecânica, insuficiência respiratória; 5. Assistência sistematizada de Enfermagem ao portador de distúrbios cardiovasculares: i nfarto agudo do miocárdio. em TEORICO e 1 - Suporte Básico de Vida em Trauma 5. BASTOS; Jorge Luís; RIBEIRO, Luiz Fernando; NOGUEIRA, Cláudia. Trauma. Rio de Janeiro, Medsi, 1997. 6. BERGERON; J. David; BIZJAK, Glória. Primeiros Socorros. São Paulo, Ateneu, 1999. 7. CHRISTINE; Warnick Bardddwwaayy. Cuidados de Enfermagem nas emergências gástricas. Rio de Janeiro, Meddsi, 1997. 2 Suporte Avançado de Vida em Cardiologia 3 - Assistência de Enfermagem no Resgate e Transporte de Acidentados 4 - Parada Cardíaca 5 - Traumatismo Toraco-abdominal 6. Políticas de Atenção às urgências (portaris GM/MS nos 1863/1864/2048 PRÁTICO 1 - Suporte Básico 8. ERAZO; Guillermo A. Cuellar; Túlio, Marco Pires. Manual de Urgência e emergência em pronto socorro. 5. Ed. Rio de Janeiro, Medsi, 1998. de Vida em Trauma 2 - Parada Cardíaca 3- Assistência Enfermagem Resgate Transporte Acidentados de no e de 4 Cuidados imediatos ao paciente em choque *hemorrágico CAMPUS TUCURUÍ DEDE S 01 Fundamentos e Métodos do Esporte 5 - Cuidados imediatos à vítima de traumatismo raquimedular e de extremidades - CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA 11. Os gladiadores Educação física na escola – e a decadência do Suraya Darido esporte antigo 12. Metodologia do ensino dos esportes na escola 13. Dimensões sociais do esporte 14. O esporte enquanto instrumento de educação 15. O esporte nas aulas de educação física escolar 16. O uso políticoideológico do esporte 17. Esporte da e na escola 18. Princípios pedagógicos para ensino do esporte 19. Violência na esporte 20. Metodologia do ensino dos esportes da escola Pedagogia DO FUTEBOL – João Batista Freire Transformação didáticopedagógica do Esporte – Elenor Kunz Metodologia do ensino no basquetebol na escola Basquetebol na escola – Nilton Ferreira Coutinho Reinventando o esporte: possibilidades da prática pedagógica – Sávio Assis Sociologia crítica dos esportes – Valter Bracht Voleibol da escola – Luiz Antônio Silva Campos Dimensões Sociais da Esporte – Manoel Tubino CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL BERNE, Robert M., et al. (Ed.). 5. Morfofisiologia do Sistema Fisiologia. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. Osteoarticular; 6. Morfofisiologia do Sistema Muscular; 7. Morfofisiologia do Sistema Nervoso; 8. Morfofisiologia do Sistema Cardiovascular; 9. Morfofisiologia do Sistema Endócrino. DMCF 1 Núcleo Morfofuncional (1ª SÉRIE) 10. Morfofisiologi a do Sistema Respiratório; – 11. Morfofisiologi a do Sistema Digestório; 12. Morfofisiologi a do Sistema Urinário; 13. Morfofisiologi a do Sistema Reprodutor Masculino; 14. Morfofisiologi a do Sistema Feminino; DETO 02 Prática em Terapia Ocupacional III CURI, Rui (Org.); PROCÓPIO, Joaquim (Org.); FERNANDES, Luiz Cláudio (Org.). Praticando Fisiologia. São Paulo: Manole, 2005. CURI, Rui; PROCÓPIO, Joaquim. Fisiologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. DAVIES, Andrew; BLAKELEY, Asa G. H.; KIDD, Cecil. Fisiologia humana. Porto Alegre: Artmed, 2002. DOUGLAS, Carlos Roberto. Tratado de fisiologia: aplicada às ciências médicas. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. FIORE, Mariano S. H. di; HIB, José (Ed.). Di Fiore Histologia: texto e atlas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. GARTNER, Leslie P.; HIATT, James L. Tratado de Histologia: em cores. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. GARTNER, Leslie P.; HIATT, James L. Atlas colorido de Histologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Tratado 1. Prática 1.WILLARD; SPACKMAN. Terapêutica Terapia ocupacional. Rio de Ocupacional no Janeiro: Guanabara Koogan, contexto 2002. ambulatorial e hospitalar; 2.Prática 2.FREITAS, Elizabeth Viana et Terapêutica al. Tratado de Geriatria e Ocupacional nas Gerontologia. Rio de Janeiro: clínicas do adulto; Guanabara Koogan, 2002. 3.Atuação da Terapia Ocupacional no 3.DE CARLO; LUZO. Terapia processo de ocupacional- reabilitação física e contextos hospitalares. São envelhecimento; Paulo: Roca, 2004 4.Envelhecimento saudável/ bemsucedido e 4.PAPALÉO NETTO. A Velhice e Envelhecimento patológico/senilid o Envelhecimento em visão globalizada. São Paulo: ade; Atheneu, 2002. 5.Avaliação funcional e cognitiva do 5.REICHEL. Assistência ao idoso; Idoso- aspectos clínicos do Rio de 6.Avaliação da envelhecimento. percepção e Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. cognição; 7. Qualidade de vida, depressão e demência; 8. Reabilitação gerontológica: equipe, tratamento, abordagem; 9.Terapia ocupacional projetos Geração Renda Cidadania; 10.Prática atuação profissional contextos comunitários territoriais. em de de e de em e 03 Atividade Humana I ( 1º Sem.) MACHADO, Marília Caníglia. 1. Fundamentos da Rumo à ciência da atividade Atividade Humana humana. In: Rumo ao objeto Atividade Humana II 2. Saúde Práxica e de estudo da terapia ( 2º Sem.) Ser práxico ocupacional. Belo Horizonte: Ed. Cuatiara, 1991. 3. Atividades de Vida Diária FRANCISCO, Rosa Francisco. Atividade humana x recurso 4. Terapia terapêutico. Terapia Ocupacional e Ocupacional. Campinas, SP: Grupos Papirus, 2001. 5. Grupos e Cláudia. BASTOS, Oficinas de terapia PEDRAL, ocupacional Patrícia. Praxiterapia e AVD, um capítulo à parte... Terapia 7. Abordagens Ocupacional: metodologia e Grupais prática. Rio de Janeiro: Editora Rúbio, 2008. 8. Relação terapeuta-paciente MACHADO, Marília Caníglia. A 9. Plano de saúde práxica e o ser práxico. Intervenção Grupal In: Rumo ao objeto de estudo da terapia 10. Grupos ocupacional. Belo Horizonte: Terapêuticos nas Ed. Cuatiara, 1991. diversas fases desenvolvimento BRUNELLO, Maria Inês Britto. humano Terapia ocupacional e grupos: uma análise da dinâmica de papéis em um grupo de atividade. Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo [online]. 2002, vol.13, n.1, pp. 9-14. ISSN 1415-9104. SAMEA, Marisa. O dispositivo grupal como intervenção em reabilitação: reflexões a partir da prática em Terapia Ocupacional. Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo [online]. 2008, vol.19, n.2, pp. 85-90. ISSN 1415-9104. PEREZ, Marina Picazzio e ALMEIDA, Maria Helena Morgani de. O processo de revisão de vida em grupo como recurso terapêutico para idosos em Terapia Ocupacional. Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo [online]. 2010, vol.21, n.3, pp. 223-229. ISSN 1415-9104. LIMA, Elizabeth Maria Freire de Araújo et al . 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Potencial. processos de Criatividade e Processos de criação: expressividade, ludicidade produtividade Criação. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1989, cap. 1, e p.9 - 30. ANDRADE, L. Q. Terapias 3. As terapias Expressivas: arteterapia, expressivas: arte-educação e terapia abordagens artística. São Paulo, 2000. psicológicas 4. Métodos e técnicas de atividades artísticas/plásticas: o barro criativo 5. Métodos e técnicas de atividades artísticas/plásticas: pintura CHIESA, Regina Fiorezzi. O diálogo com o barro: o encontro com o criativo. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004. SILVEIRA, Nise. O atelier de pintura: abstração e angústia – o espaço subvertido. Imagens do inconsciente. 7. Métodos e técnicas de atividades artísticas/plásticas: mandalas PEDRAL, Cláudia; BASTOS, Patrícia. Aplicação da análise atividade. Terapia Ocupacional: Metodologia e Prática. São Paulo: Rubio, 8. Oficinas 2008. Criativas e Grupos de Arteterapia GUIMARÃES, D. S. L.; FALCÃO, I. V. Análise de atividades e 9. Análise de formação do terapeuta atividade em ocupacional: um estudo com Terapia os preceptores de estágio da Ocupacional UFPE. Rev. Ter. Ocup. Univ. Paulo v.15 n.2 São 10. Análise do São Brincar em terapia Paulo maio/ago. 2004. ocupacional VINCENTINI, V. C.R. et al. Conhecendo as Concepções e as Práticas de Análise da Atividade dos Terapeutas Ocupacionais. Cad. Ter. Ocup. UFSCar, v.11, n.1. 2003. LIMA, Elizabeth M. F. Araújo. A análise de atividade e a construção do olhar do terapeuta ocupacional. Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo [online]. 2004, vol.15, n.2, pp. 42-48. ISSN 14159104. CASTRO, G. D.; LIMA, E. A; CASTIGLIONI, M. C.; SILVA, S. N. Análise de Atividades: apontamentos para uma reflexão atual. In: DE CARLO; M. M e LUZO, M. C. (org). São Paulo (SP): Roca, 2004. 5 Clínica em Terapia Ocupacional Adulto e Idoso(Cardiologia, pneumologia, endocrinologia, reumatologia, traumatologia, ortopedia) 1º Sem. Clínica em Terapia Ocupacional Adulto e Idoso(Oncologia, dermatologia e doenças infecto contagiosas e parasitárias da Amazônia) 2º Sem. 5) Prática Terapêutica Ocupacional nas Doenças Cardiovascul ares; 6) Prática Terapêutica Ocupacional na Semiologia Respiratória; 7) Prática Terapêutica Ocupacional nas Doenças Gastroentero lógicas; 8) Prática Terapêutica Ocupacional nas Doenças Endocrinológ icas; 9) Prática Terapêutica Ocupacional nas Afecções Reumatológi cas; 10) Proces so avaliativo em Terapia Ocupacional; 11) Trata mento de FERLAND, Francine. O brincar e a terapia ocupacional. O Modelo Lúdico: O brincar, a criança com deficiência e a terapia ocupacional. 3° ed. São Paulo: Roca, 2006. 6. WILL ARD; SPAC KMA N. Tera pia ocup acion al. Rio de Janei ro: Guan abar a Koog an, 2002 . 7. MAC DON ALD. Tera pia ocup acion al em Reab ilitaç ão. Terapia Ocupacional: áreas, componente s, contextos de desempenho ; 12) A Terapia ocupacional em reabilitação física e contextos hospitalares; 13) O Papel da Terapia Ocupacional em oncologia; 14) A Terapia ocupacional em reabilitação física: AVDs, AIVDs. São Paulo : Sant os livrar ia Ed.,1 998. 8. DE CARL O; LUZO . Tera pia ocup acion alreabi litaçã o física e conte xtos hospi talar es. São Paulo : Roca, 2004 9. CAVA LCAN TI; GALV ÃO. Tera pia Ocup acion alfund ame ntaçã o e práti 06 Prática em Terapia 1 Ambientes Ocupacional I Práticas Instituições. de em ca. Rio de Janei ro: Guan abar a Koog an, 2007 . 1 FREDA, Maureen. Ambiente de Prática em Instituições. In: NEISTADT, Maureen E.; CREPEAU, Elizabeth Blesedell. (EDS.). Willand e Spackman – Terapia Ocupacional.q. ed. Rio de Janeiro: Ed guanabara Koogam S.A, 2002. 910 p. 2 A prática do Terapeuta Ocupacional em Saúde Mental a partir de uma perspectiva não excludente e de respeito as 2 FONSECA, Marcos Aurélio. A Prática de Terapeuta diferenças. Ocupacional em Saúde Mental 3 Fundamentos a partir de uma perspectiva Históricos e Sociais não excludente e de respeito para a Prática. às diferenças. In: DRUMOND, Adriana França; REZENDE, 4 Terapia Márcia Bastos (org.). Ocupacional Social: Intervenções da Terapai concepções e ocupacional. Belo horizonte: perspectivas. Ed. UFMG, 2008. 5 Terapia OcupacionalPrincípios, recursos 3 LOW, Jaclyn. Fundamentos e perspectivas em Históricos e Sociais para a Reabilitação Física. Prática. In: Trombly, Catherine A; RADOMSKI, Mary V.. Terapia 6 O Brincar e a Ocupacional para Disfunção Intervenção de Física. 5° ed. São Paulo: Terapia Santos, 2005. 1157 p. Ocupacional. 7 Terapia Ocupacional em 4 BARROS, Denise Diar; LOPES, Terapia Roseli Esquerdo; GALHEIGO, Ocupacional. Sandra Maria. Terapia Ocupacional Social: 8 A assistência em Concepções e Perspectivas. 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In: ELKIS, Hélio; LOUZÃO NETO, Mário Rodrigues e Col. Psiquiatria Básica. 2° Ed. Porto Alegre: Artemed, 2007. 8 CABRAL, Camile B.; CUNHA, Klécia de J. B; OLIVEIRA, Ingrid Bergma da Silva. Experiência Terapêutica Ocupacional na Prevenção de Recaída ao uso de Drogas. 9 MOTTA, Margareth Pires da; TAKATOR, Marisa. A Assistência em Terapia Ocupacional sob a perspectiva de desenvolvimento da criança. In: DE CARLO, Marysia M. R. , PRADO; BARTOLOTTI, Celina Camargo ( org.). Terapia Ocupacional no Brasil – Fundamentos e Perspectivas. São Paulo: Plexur Ed. 2001. 10 MAGALHAÊS, Lívia de Castro. Integração Sensorial: Uma Abordagem de Terapia Ocupacional. In:DRUMOND, Adriana; REZENDE, Márcia Bastos (org.). Intervenções da Terapia Ocupacional. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2008.