ORGAM HEBDOMADÁRIO
Redactor—Jôão J. de Souza Medeiros
ASS IGNA TD R AS
Pa ra a cidade, an n o , lOflOOO —Se m est re 5fl000
BSCRIPTORIO E TYPOGRAPHIA
ASSIGN ATURAS
Pa ra fóra, anno, 12#000—Semestre, 6#000
Annuncios pelo preço que se convencionar
Secçâo Livre, linha 200 rs.—Edital, 300 rs.
56—R ua da P a l m a —56
filhos, leve um p roced im ento bem injns Jr is, q ue levará ao Oceano o no m e de
— A mim q ue im p orta ver g e n t e s . . . u nião dem ocrá ti ca com a lei d e c o n t r a s i e :
liíicavel para com o 1° batalhão. Èlla cada u m a das denodadas praças.
Prefiro m eu co m m o do e fico contente, se opposíção, farão r e n a s c e r o civico calorinão se manifestou. Não adb eri o ao con­ A taes se rvidore s do Estado e da R e p u ­ puder conserval-o.
co, esse sol benetico que liquilará o e s ­
te ntam en to dos paulistas q ue te s te m u ­ blica os m eus prolfaças.
— Então ficas co nte n te cora ser vallo ? pesso geloque envolve os aniraos de i n ú ­
*
nh and o aos briosos soldados qu e s o u b e ­
Ah 1 b ra nca Amalia 1 perd oa 1 . . . estou m eros cidadãos. A doçura de se n t im e n to s
ram altivos c u m p r ir os seus d e v e re s, m a ­ Realisa-se boje na matriz a festa do Es- pro fan an do teu n o m e cora ura rapaz que nos dará pelo ferm en to evolutivos :— e s ­
nifestaram ao m es m o te m po a alegria piriio-Santo. 11a, poré m , u m a nota sali­ não estuda n a d a i essa m oça po derá ser pirito g en e ro so , assim como o a z e d u m e
que in nudava suas almas, por verem os e n te : o uv ir e m os a-o evange lh o o pri ncipe tudo, mas não d a m n a d a . . .
nos pro por ci ona rá vinagre, q u e unido ao
seus irmãos, na libordade e no p ro g r e s ­ dos ora dores sagrados paulistas, o nosso — S e m p r e dá algum a c o u s a ; ás vezes fel dos ac o nte cim en to s, o qual partido
so, voltarem de u m a c a m panh a, o nd e fo Bossuet, o conego Chico de Pa ula ou o dá m e um meigo riso, q u e vem de a m o r . . tr agar ser á o C h r is to d a Patria. o qual con­
ram se c u n d ar os esforços do gov er no na
será o Ju d a s sem mais comr aene Chiquinlio, como la m b e m é c o n h e ­ — Que m e dizes ? então a tal sujeita feccionar
sustentação da o rd e m trazendo a sua b a n ­ padr
larío.
ta
m
b
e
m
vende
a
m
o
r
?
és
tão
parvo,
que
cido.
deira coberta com os louros da victoria,
 cla da 9 asesssSoordinaida
Elle, o a uc to r de tantas ora çõ es notá­ ainda lhes r e n d e culto ? ! . . . é isto fé d e ­ Um chefe no b re qual o do partido c o n s ­
e
nas
suas
fileiras
os
claros
daquelles
que
tituído em opposiçào patriótica, p a r t i c i ­
veis
; o confere nc ionisla insigne dos do ­ mais em teu i d o l o . ..
AOS 18 DE SE TEMBR O DE 1897
to m ba ram na defeza sagrada da Re pub li­ mingos q u a r e s m a e s do S. Franc isco ; o — Em m eu idolo n a d a f e d e , n e m demais pará da gloria do equilíbrio politicoso ciai,
P r e s i d ê n c i a do D r . E l g e n i o F o n s e c a
ca.
es tr e de muitos h o m e n s que hoje occu nem de m e n o s. Outra seria a tua lingua­ crystallisando o mana ncial de lagrima s da
Estivemos em Santos e não corapre- m
st re m e c i d a crea nça , q ue graças, não
S e c r e t a r io — J oão F l a q u e r J un io r
pam
elevada s posições sociaes, far-se-ha gem se já tivesse visto, est a fada de amor. econfluirá
hen
d
e
m
o
s
a
frieza
com
q
u
e
o
povo
daquelo rio rubro que ^e co n fu nd ir ia
—
Deus
mo
livre
de
vel
a
estafada
de
do alto da tribuna sagrada do nosso
Aos dezoilo dias do raez de S e le m b r o de
rece b eu os gloriosos soldados do ouvir
primeiro templo, desse m es m o logar do a m o r ; n e m de cousa n e n h u m a . Coita­ no m a r das tormen ta s. Em rutillant e p e ­
mil oitocentos e noven ta e sete, nest a ci­ la1o cide.de
batalhão.
qual um dia se fez ouvir o g ra n d e Mon- da 1 . . . como mal tratas esse chefe d’o- dra se tr an sf o rm ando , as pérolas q ue p e­
dade de Ytú, na sala da Gamara Munici­ No
dia
26
voltámos
com
a
brilhante
las faces rolarão, e lapidado pelos h e r o i ­
bra ! . . .
talverne.
pal, pelas onze horas da m an h ã , p r e s e n ­ phalange, á capital paulista.
— Meu chefe não dobra , não s e n h o r ! . .. cos desvellos da acção e reac çã o de d o a s
Oh
1
q
u
e
m
deixará
de
o
uvir
o
vorbo
tes os srs. v er ea dores dr. Eu gên io Fonse
especial chego u a estação da a rd e n te desse a r auto do ev angel ho ! qu em e a q ue vem aqui meu chefe ? . Adeus 1.. nobres partidos, de u m a só ban d e ir a , t r a ­
ca. dr. Franc isco de Mesquita Barros, José LuzO ástrem
11
horas
e 30 minutos.
:— brilho, v a l o r e resi st ê n cia . Se
não q u e r e r á gosar ouvindo o modesto fi­ vou ver m eu anjo. Ah ! n in gu ém póde éduzirá
Eiias Corrêa Pacheco, Adolpho Bauer,
Bello, soberbo, grandioso e em o c io ­ lh
ver dad e q ne a união faz a força.
vel-a se m amal-a.
o
do
povo,
que,
por
sua
imaginaç.;
Adolpho Ravache, e o l ° s u p p l e n t e Ilcr- nante
o jspectac ulo q u e se ap rese nta v a cu ndissi ma, por su a vasta erudição, pelo — S e m a mala t . . .e n tã o a n d a s e m p r e
E ’, e terá m e u voto.
raogenes B r en h a Ribeiro, convocado na as nossas
vistas.
de mala ás co stas ? had e ser co usa g ala n ­
H e r m a .n o E n g l e b .
seu
ac
end
rad
o
a
m
o
r
á
ca
rr
e
ii
a
que
ibrasessão an te ri or , faltando os outros srs.
contras te e n tr e a cidade de Santos çou, conquistou logar e m i n e n te na
te. Se eu vou com vocé m a s tra m ’ella ?
verea dor es , h avendo n u m e r o legal o dr e aQuo
de S. Paulo, na recepção dos valoro ­ do qual é m e m b r o e na sociedade, que o — T raraella ella n u u c a f o i ; é m uito dis­
pre si den te declarou aberta a sessão.
defen so res da integrid ade da patria ! estima
creta. Vel-a é amal-a, e afianço te q u e faz
d ev é ra s!
esi í
Lida a acta da sessão an te ri or e não h a ­ sos
povo paulista, no seu mais a r d e n te en
febre am a r ella I . . .
vendo qu em pedisse a palavra para dizer Othusiasmo,
q u e r e n d o de um modo digno
— Faz febre á m a r e l l a J . . . c r u z 1 torae
so bre ella, foi a p p r o v a d a e assignada.
Após as festas sacras v êm as profan a., u m t r a g o d e vinho, m e u amigo, como pre
a g r ad e cer aos soldados do Io batalhão os
<ip ex pe d ien t e
ia, non
seus serviços, c on c o rr eu em massa até a e eis porq ue boje te rem os o d r a m a Pedro , servativo, si é q ue você não detesta Ba- F i lo u
l
rim
an
em
õ
a
c
to
s.
Foram lidos e des pach ad os os seguuites estação da Luz, os vivas prolongados, as
cho.
r e q uer im entos :
acclaraações d eli rantes, as dore s, os dis­ Ha um a ci rcum stancia a notar, e é que
— Tabac o posso tomar, mas v i n h o . , i to di sospei
De Jorge G u imarães, pedindo para ser cursos, os abraços, aos bravos otíiciaes e no espectáculo de hoje tomarão parte visto como não b e b o . ..
Le pare che q ae lPuoino «
collectado como capitalista de vinte e c i n ­ soldados do batalhão paulista, tudo indi­ duas distinctas s e n h o r a s da nossa socie
— Então você veste, come e não b e b e ?
re
co a cincoenta contos, visto não possuir cava n’u m a apolh eose su blim e o mais so- dade , as qu ae s rom p e n d o cora m e s qu i­ pois n e m a g o r a ? . . . s i q u e r um gole de gere quelPinvolüo, che ia dc
liene nella braccia, ha to! _
r 010
se não aquella quan tia .— Deferido.
lem ne enthu si asm o patriolico dest e povo. n hos preconceito s, pre stam dess e modo a g u a rd en te, trago o já.
A passa gem do batalhão nas príncipaes apoio í .o grupo q ue traz por titulo o n o m e
De João Baptista Corrêa de Sampaio,
— Pode tragai a q u a n d o quizer. M a s . . . pan no bianco, un sec on do, u n ’aliro a rre o -!
pedindo que o pag ame nto a q ue etsã s u ­ ruas da cidade, que se ac h a v a m enfeita ­ do mais notável actor brazileiro —João q uero fazer-te u m a observaç ão. Um ho­ r a ; app a re u na testolina ; é u n b a m b in o .
E lui! esc la m a c a cr ia n d o un ur lo Filojeito pela collecta publicada pela i m p r e n ­ das com muito gosto, era u m a contínua Caetano dos Sa ntos.
m e m , ou u m a m u l h e r q u a l q u e r . ..
e n a , e lui, é mio Gglio, e ca d de diet ro
Dir-se liia u m a h o m e n a g e m posthuraa
sa seja modificado em vista de sua co acclnmação. Das janellas chovia m os
— Qual q u e r ? . . . u m a m u lh e r se m du- m
lheita de café ter sido de 135.000 kilos e confetti e as ílores, era ab u nd anc ia , so­ que am b a s, conscias de sua virtude, r en ­ r¥Ííla,- pr4acipâ]mente si é bonita. Vou dar- sv e n u ta
Moglie mia, gridava il p o v e r o t a m b u r o
não de 180.000, com''1 consta da m es m a bre os pelotões que passa va m por en tr e d em ao inclyto artista.
te um conselho ; se essã \fcrâ>Çaaialia faz spave
e a n c h e lui p i a n g e n d o ; Filocollecta. — Attendido.
Bem haja m ellas.l
o povo cora a maior difiiculdade possivel.
febre araarella, não lhe dês meYmcUftuv r f f éntato
T
í
à
r a i fare m o r i r e di p a u r a . . .
*
De -AHJHào-A I m s- d e X ú m t, J oão J p sê dg E m j o d o s os pontos por on de passava o
sò beijo.
*#
e le tastava il p < ^ - « 4 § ^ o c c a v a il petto
Andrade , José de A rr u da Botelho, Bethol- ÍJãtãThao" recéi5tã~ àppfaMS&ST~Alé'J.vcfas- c o n t i n u a m as dom
—Não
g
o
u
o
de
d
a
r
sobejo
a
n
in
g
u
é
m
,
n er assicur arsi c h e n o n e r à v m o r ! a e Ia
do H er m en eg ildo de F ran ça e Odorico prol ongadas da noite, se ouviam os vi­ R e cr eio Y t u a n o . . . . ingueiras no Club muito m e n o s a ella.
lempes tava di baci nel volto;
Lu pier de Freitas, pedindo o não paga­ vas, aos intrépidos e corajosos soldados
— Adeus, vou m e e m b o r a . . . m as s e m ­ nel
P
o
r
q
u
e
t
a
m
b
e
m
não
se
r
e
u
n
e
m
as
n
o
s­
petto.
men to de multas a elles impostas por fal­ do 10 batalhão de policia, ao seu coraman- sas pianistas ali, naquelle salão, de q u a n ­ pre toma rei um trago, pois sou c o n d e s­
II
marito tornó a rialzarla sol letto e
ta de com p a re ci m e n to ás sessões do jury. dante, e aos oíRciaes.
em vez, para e x e c u ta re m ao piano al­ c e nde nte.
sorre gg e nd ol a con u n a m a n o c h e p a s s a n ­
— Sellado volte e ao escrivão do ju r y para
A capital de S. Paulo r e n d e u a mais s o ­ do
—
Conde
n
u
n
c
a
foste
nem
com
d
en
te
guns
trechos
selectos
de
bons
a
u
c
l
o
r
c
s
?
informar.
di sotto u n a scella af ferrava Paltro
berana das ho m e n a g e n s, ãquelles q u e era
é a mu sic a a mais sublime das a r t e s ? n em se m d e n t e . . . Era fim b e b a ,a pinga do
braccio e con Paltra m a n o le solle vav a la
Pelo pro c ura dor da Camara foi a p r e s e n ­ terras longínquas so ub eram levantar hera NãoSeria
s em pr e consola.
isso
u
m
a
das
mais
uleis
d
i
v
e
r
­
tado o balancete da receita e des pesa s da altam ente o pavilhão glorioso da R e p u ­ sões. Pois q u e m não se deleitará ao ouvir — Eu b e b e r pinga com s o l a i n u n c a ! testa che poggiava sul suo petto e le scoi capelli dal volto— e la baciava nelle
m e s m a Camara, referente ao nvezde Agos­ blica, sem pr e forte e victoriosa.
ões de Gomes, B e eth oven, Bel- ha de ser rui m de tragar. Você bolou sola stava
labbra e le succhiava .
to proxim o passado, pelo qual se verifica
E m Canudos, ness a cidadella, o n de al­ composiç
ahi ?
lini
ou
Mozart
?
existir um saldo em caixa de 1:972$890, guns brazileiros, transviados do c u m p r i­ Vamos, s e n h o r a s ; nada de acanharaen— Não botei sol n e m lua ; mas esta ad o r ­ F ilo m e n a r u p p e in piant o e t e n e n d o le
assim disc rim inado : Saldo era caixa em ment o do dev er, fanatizados, mas vale n­ to, e avante 1
ccia sul collo dei mar it o con Ic m an i
m ec e os pezar es, é o m e s m o q u e timbó ; bra
I o de Agosto 18-982$540 ; ar recadação de tes em defeza de sua causa, ali, os p a u ­
co nv uls iv a m ente tastava le ca rn i e le con#
está
f
r
e
s
c
a
.
..
##
ficcava con forza le dita.
I o á 31, 7 :3 8 2$ 89 0: desp esas de l ° á 3 1 , listas e sc re v e r a m mais u m a pagina de
Completam a m a n h ã 397 a n n o s q u e na — . . . Está fresca, s a f a . . ,com esta vou24 :392$540.— A’ commi.ssão de fazenda. sua historia s e m pr e m em or áv el.
D un tratto senti un refrigerio alie dita
e . . .e n si n a e - m e o ca m in h o. Além desta
Pela com missão de justiça foram des­ Hoje, que n o v a m e n te voltara os c ru za­ Tosc an a (liaiia) nasceu o nolabilissimo m
infocate nel loccare un oggetto ír edd o, Io
estrada
outra
p
a
s
s
a
.
.
.
pachados os r e q uer im ento s seguintes : dos do bem ,d a o rd e m e da iranquillidade est atuario B e n ev en u to Cellini. q u e havia
inge con u na m a n o e s e n t e al tatto la
— Não ha n e n h u m a trapaça. O ca min ho slr
freschezza d ’un pezzo di m tta llo , e strinDa José Joaquim de Almeida.— A corn- da Republica, dessa jo rnad a terrível mas de fallecer em 1 de F e v e ie iro de 1570, é por aquella cerca q ueb rad a.
mi.ssão abaixo assignada. conside rando vencivel, hoje, que as bênçãos populares depois de tanto h o n ra r a sua p a i n a e ira— Não oiço ce rc a n e n h u m a a bradar. ge s em pr e, e tira, e tira c on forza. senti
que esses serviços por s er em certos não cobrem as frontes desse s b ra vos, recebe mortalis ar o seu nome.
o m p e re un laccetto; si svincola dalle
Emlira
seja lá como fôr o ca miu ho, em rbraccia
Foi um a g ra n de alm a e ura gra ndo a r ­
dev em esta r adstrictos as circumstancias o soldado de m in h a terra, nas acclama
marito, si precipita dal leito e
m en os de um qu arto de hora p re te n do ali- va sotto dei
de mom en to ; con side rando mais qne na ções d e n e povo, o p en ho r de üm a g r a d e ­ tista.
dove p en d e la larapada che stava
nhaval-o.
E p a m in o n d a s.
distribuição das verbas orç am enta ria s não cime nto profundo 1
spegoe rsi. Apre la m an o , si caccia
— Não ha linha n e m vallo. Em m e n o s per
se cogita da h y p o tb e s e ; co nsidera ndo
con
laltra i capelli che le ca d e v a n o sulla
S. Paulo— 18— 10— 97.
ta pum es prefiro cerca a vallo.
mais que o codigo de posturas actual ca ­
fronte e sulla faccia e g u a r d a : E ’ u n a
—
Prefere
ser
c
a
v
a
l
l
o
?
.
.
.casp
ite
1
você
J oão B a p t i s t a d e S o u z a .
lou-se sobre es ses e m o l u m e n to s — ó de
medaglia ! la volta dalPaltro lato.
q u a n d o discorre, d i s p a r a . . .
=WT7>QQQOOn
p ar ec er que, por ser justo o pedido, se
tre m e n d o g ri d oe ch e ggió nella st an— Alto lá 1 . . . se eu digo— cor ro como za Un
addicione ao ordenado do I o fiscal a q u a n ­
e il la m buro sp aventato m e n t r e sc enhei
de
dizer—
pára
1
tia de q u ar en ta mil réis mensa es , por ser
deva dal leito in soccorso delia p o v er a
— Adeus amigo 1
de funeção de vete rinário, promulgandomoglie che c r ed e v a irapazzita, la v ed e ca—
Be
m
sei
que
ha
Deus.
se um a lei .que tenh a efieito retroactivo,
Iniciando boje estas palestras s em an ae s
d e r e slram azz one in terr a lasciandosi m o ­
des de I o de Ja neiro j l o corre nlo a n n o . — com o leitor pelas co lu m n as da Cidade ,
rire fra le la bb ra le p a r o l e : Nasci e
Eugênio Fonse ca, Francisco do Mesquita gen tilm en te cedidas, não rae proponho
rauori!
^
Rarro> Adolpho Bauer, H e r m o g e n e s Bre- dar-lhe artigos doutri nários, n e m occun h a Ribeiro.
par me de assum ptos graves : haja vista
A lei de contrast e no justo limite em
De dr. Virgilio de Aguiar, d. Anlonia o titulo supra, quo caliiu es po ntâ neo do — Rom dia, amigo. Então não s’ap eia ?...
Alcuni afferm ano a v e re vefiulo, verso
— Não, amigo, não gosto de sa p e a r : tudo é uecessaria.
le 5 ore di mattina, u n a d o n n a co r re re per
Fausta Pere ir a Jordã o e d. Maria Isabel bico da penna. E n em ta mpouco es pero
de Citmpos. -A lt e n Jid os.
en co ntr ar nesta simples causerie a o p u ­ além d’isso, vou com p r e s s a . . . b a um bai­ Somos na colleclividade a alma da Pa la via che porta a Napoli, avvolta in uno
^ De d. Escholastica de Almeida, Antonio lência da linguage m dos mes tre s ou i so­ le, e mais outra circ um stanci a. Esta tu t n a . A neu tral id ad e, o despeito e o re scialle, con i capelli scarmigliati, a piedi
não s a b e s . ..
se n tim en to político, parece, tem feito nudi e ad alti g n d a ripete re:
Manoel Pache co da Fo nseca e Jo aquim noridade das phr ase s dos vates.
Oxalá consiga eu attingir o meu esc o ­ — T:itú será Hlo 1 veio de lençào de mo in n u m e r o s adeptos. D evem se r banidos de
E ’ l u i ! E ’ lui 1 E' mio figlio 1
Manoel da F onse ca .— Indeferidos.
nosso mei o poli tico esses originários do
D’allora piú nie n te si é di lei saputo, si
Nada mais hav en do a tratar se, o d r . po :— em palestra amistosa e n tr e t e r o loi dizer lérias ? . . .este insulto p éd e páo.
Pó de páo não s e n h o r 1 . . . te nh o os pés elem e n to cancr o q u e co rró e o coração da c r e d e v i l l i m a d ’un suicidio.
p resid ente mandou e n c e r r a r a p re sen te tor de as s um p to s leves !
perfeitos de c a rn e e osso ; mas o u ç a . .. Pa tria, fazendo solfrer seus dilectos ti- II ta m buro maggiore cambió st r u m e n to .
*
acta que passa a ser app ro vada e as sig­
*#
ihos e adoptivos.
m orro de am or es pela b ra nca Amalia.
Egli vive in Avellino m u n suo palazzo;
nada. Eu João Flaquer J un io r , secretario,
Antes,
p
oré
m
,
de
a re se n h a — Ah ! ah 1 ah ! Abrã Camalia ! não co
Uma opposiçào am iga da situação cons á preso il n om e di Conte C.
a esc re v i .— José H enrique de Sam paio, E u­ de p eq u ena s o cc u rr encocimase ç, a rexulta-me
a
gênio Fonseca, Adolpho Bauer, líermoac- alma republicaria ao ler as im ponen te s nheço. Que nom e est urdio ! Abrã Cama lituida, patriótica á ex e m plo do imraor
lia 1 esta tua não é m á . ..
tal G ambel a, aquelle q u e instigou seus
nes Brenha Bibeiro, Adolpho Bavache.
mani festações feitas na capital ao I o ba­ — E s t a t u a ! . . . que está fazendo 1 . . . tr a­ adeptos á sulíragarera no seio do partido
Alie 8 di mattina io mi trovavo a bordo
—r>C-OC
talhão de policia, que lá se foi para os te com mais respeito essa deusa, essa opposto o eleito de sua patriótica cons- il vapore
Colombo e me ne stavo appogcalidos sertões bahianos pelejar pela R e­ fada 1 . . .
i iencia, se faz uec essaria.
giato
sulla
r in g hi er a di ferro sul cassepublica.
— D e v e r a s ! essa d eusa ó safada 1 . . .
A Republica brazileira, essa pujante ro, con Focchio fissoal v e s u v i o c h e come
E ’ ura p u n h a d o de bravos que, a r r o s ­ nada atroz se podo dizer ác erca d’ella.
cre a n ça de sete anno s, q u e pela ord em
Como r ep re sen ta n te s da Academia de tando rail sacrifícios, m a r c h a n d o por fra­ — Cadella ! . . . v o c é hoje está disposto natural das cousas, tem sofirido ben éfi­ un vec chio gigante par assita m a n d a n d o
'Direito, fomos á cidade de Santos, na ma gosos caminhos, lutando peito a peito com a provocar-me. E ’ um an jo : mas d e que cas revulsões intestinas, qual o processo grossi sbutfi di fumo dalla sua vec ch ia
pipa se la godeva sdraiato al sole e si
n h ã de 25 do co rre nte, busca r os glorio inimigos terríveis e estimulados pelo fra­ aprVA
c’a lla não
n ftn rmaLaim
serve s’ella
m ao .
da denti ção, impOe se agora e exige d a p a specchiava nelle ae q ue sulle quali u n a
sas soldados do Io balalhã policial d e s ­ casso de um a p ri m eira expedição, er g u eu
— Po r certo ! . . .sella não m am a. Vocé
evolução, ab st in ên cia de r eg im en miriade di b ar ch e tte vi co r re v a n o co m e
te Estado, que voltavam de Canudos, bem alto o n om e paulista nessa s regiões tem idéas tão ex tr av agan tes ! . . . essas triotica
desord en ad o, e se assim não fôr, te rem os se volassero.
cheios de iriuraphos e revestidos do on da inda llammejara os feitos her oicos idéas, como as c o n c e b o . . .
de direito um dorainio despotico d em o
li mio pe nsiero era fisso alio sl r a n o
mais santo enthusi as mo.
do 2 de Julho.
— Bravo ! então você co m e idéas cora crata, qu e ainda é for m a de g o vern o ; no racconto udito dal mio araico e n e facevo
A cidade de Sanlos.bei çod os Andradas,
Foi a glorificação da ban deira paulista sebo 1 bom p r o v e i t o . . . T em bem fraco en tan to q ue , collaborado já de mão s dadas i comm enti.
tão ennobrec ida pelo patriotismo de seus n ess a s para ge ns b an h ada s pelo Vusa-Bar- gosto : o m eu é d i v e r g e n t e . . .
á faremos gra nde, forte e invencível. A Povera Filo m en a 1
cuiuu m \m i
La moíüe
Banalidades
ciyico solitico Je nui eleitor
I batalhão de policia
atam naigiore
C idade‘de^Itii
D e o la r a ç a o
LOGOGRIPHO
19 Josino Carneiro
Si meu n o m e é peq u e nin o
Anlonio S ilaibe, arab e, declara a q uem 20 Luiz Antonio Mendes
Sou maior que o m a r profundo,
jossa in te re ss ar q ue nad a dev e aos srs. 21 João Baptisla F e rr e ir a Cardozo
Ou que os contine ntes todos
Nascife Elias Fadul e Irm ão, es tabele ci­ 22 Verginio de Pa dua Castanho
Quer do novo ou velho mund o 3 , 1 0 , 1 , 6 dos em S. Paulo á rua 25 de Março n. 89, 23 Antonio de Freitas Pinho
como poderá pro var cora do cu m en to s 24 Franci « o Antonio do Nascim en to
Se n do eu feita p’ra medir
25 Franklin Bazilío de Vasconcellos
que tem era seu poder.
T enh o o nom e da med ida :
Faz esta declaração para ev itar du v i­ 26 Luiz de F ran ça Camargo
Tal se cha ma a quantida de
e, se aquelles srs. julgarem -se seus 27 José de Paula Leite de Barros (dr.)
Que em mim pode ser contida 11, 7, 4, 5, das
cred
poder ão a p r e s e n ta r suas con 28 Leobaldo Fo nse ca
8, 9 , 2 , 0 . tas oores,
29 João Baplista Galvão
mais breve possivel.
30 João Fogaça de Souza Freitas
E ’ na historia natural
Ytú, 7 de O utu bro de 1897.
31
Luiz Manoel da Luz Cintra
Que o conceito has de buscar,
A n t o iv io S a l a i d e ,
32 Jo sé Elias Corrôa Pa ch eco
E na classe dos insectos,
33 Manoel de Barros Castanho
Que tu podes rae encontrar.
34
Antonio de Almeida Sampaio
Moraes.
35 Joaq uim Janu a ri o de Quadros
CIIARADAS
30 José H e n ri q ue de Sa mp aio (dr.)
Intim a<;uo d© p r o t e s t o
37 Francisco A ntu nes de Almeida
Sou in str u m ento que a p e r t a —2
O Doutor Antonio Alvares V ellosode Cas­ 38 Jo sé Galvão d e Almeida
Aillijo, conslranjo e ma t o —2
tro, Juiz de Direito nest a Comarca de
Ando por den tr o da bota
INDAIATUBA
Ytú, etc.
E por fóra do sapato.
39
Lafayete
Arru
sab e r aos que o p re s e n te edital 40 Tristão Lopes dade Campos
(M. J. M.) de Faço
Farias
intimação de protesto virem e a cujo 41
José Bento da Silva
Moraes. co n he cim e nto inte re ss ar q u e p o r parte
Augusto Oliveira Camargo
de Souza, A ranh a & Companh ia me foi 42
OUTRAS CHARADAS
43 José Ba lduíno do Amaral Gurgel
dirigida
a
petição
do
th
eor
s
e
g
u
i
n
t
e
:
II
Aqui a emba rc aç ão faz-se na cabeça 1-2
44 Ignacio Pa ula Leite de Barros
Em defeza está no co uvento uma tor­ lustrissirao S e n h o r Doutor Juiz de Di­ 45 José Tan clér
reito da Com arca de Ytú. Dizem Souza,
m e n t a — 1—2
CABREUVA
A favor u nota ap erta o qu e não é sa­ A ranh a e C ompanh ia , negociantes esta
belecidos era Santos e nesta r e p r e s e n t a ­ 46 Franc isco Fornari
g ra do — 1— 1—1
Anda no ponto cu lm in an te a f r u c t a l — < dos por seu bastante pro c u ra d o r e ad vo ­ 47 Ignacio Moraes Navarro
c f a u e lo r é o valente artista professor
Faz par te da pri m a o primeiro po r ex- gado abaixo assignado, que, le ndo ini 48 Anlonio Silveira Camargo
ciado n est a Comarca um a acção o r d i n á ­ E para que ch e gu e ao co n h e cim e nto de
Blackman, cuja fama como scenograplio o cellencia 1— 1
precede pelos seus trabalhos scenograMastiguei e enguli de baixo dos pés o ria par a co b rar á Anlonio Carlos de Vas- todos marideí la vr ar o p r e s e n te edital q ue
cuncellos o que este lhes deve em conta si rá publicado pela im p r e n s a local e aííiphicos ex ecutados no theatro Po lyt heama pru rido— 2 — 1
do Rio de Jan eiro, no Guarany de Santos,
Contém 100 o obâtaculo d ’este insec­ co rre nte, é o p re sente para r e q u e r e r xado no lugar do costume.
V. Exa. que, se nd o esta ju n ta aos autos
S. José, Polyth ea ma e Apollo de S. Paulo. to—2 —2
A todos e a cada um de per si,bem como
Conven cem o nos que os reclamos feitos
Esta lettru unida á um peixe produz da referida acção, m a n d e toma r por te rmo aos inte ressados em geral se convida para
pelos seus trabalhos da vista de Santos e um a m p h í b i o —1 —2
o piotesto, que os supplicante* fazem j com p a re c e r e m no referido dia e hora na
de S. Paulo, não exaggerara o s m e n l o s r e ­
contra q ua lq u e r alienação q ue o suppli- j sa|a qa Ca m ara Municipal dest a cidade,
Jacaré-m irim
cado v en h a o utorgar de1 seus bens, situa­ 1 não só no referido dia, como em Iodos os
lativos do artista Bla ckm an.
dos n est e municí pio ou no de Cabreuva, mais em q u a n to d u ra r os trabalhos do jur y.
LOGOGRIPH O
E s c o la p r o v i s o r i a . — Foi c on sid e ra ­
ou contra qu a lq u e r onus q ue ven ha se Dado e passado nesta cidade de Ytú, aos
Ao logogriphista Moraes
da provisoria a escola n octurna da villa
constituir sobre os alludidos bens, ccmo 22 de O utubro de 1897.— Eu SalurniQO
do Salto de Ytú.
Vomita fogo e lava
actos pcaticados em fraude da execução Pilar, escrivão do jury, o escre vi.
T e n ta ti v a d e s u ic íd io . — A preta O Elua e lodo vulcão,
qu e tem de ser movida contr a o suppliO juiz de direito
Maria, q ue vivia am a n c e ba d a com o in T a m b e m e x p e ll ee sta pedr a
cado, se ndo o protesto afllxado por edi
A
nlonio
A
lvares
Velloso de C astro.
Quando
ba
eru
pção.
7,
8,
1,
11,
3,
10,
5.
dividuo
Jo
rge
P
r
estes,
da
m
e
s
m
a
cor,
t e s t a do D ivino E sp irito Santo.
laes nos logares do co st um e e publicado
-Reaiisa-se hoje a f _sta do Divino Es- cançada talvez de viver neste mu nd o, re Po r d e g e n e ra r em orgia,
ua im prensa d est a cidade, depois de
A v iso
irito Santo, tendo an tes co m e ça da por solveu a pro c u ra r um descanço eterno Prohibida foi pelos vivos,
feita a co m p ete n te intimação ao pr otes ­
no fundo d’um poço p e r te n c e n te á uma A reteiçào feita em commura.
m se pt enario na nossa matriz.
tado po r mei o de man dado , cuja expedi
Não desejando ad q uir ir inimigos g r a ­
A’s 11 horas da m a n h ã h ave rá missa casa da rua de Sorocaba.
ção se rá ta m b e m autorisada, P . p . defe­ tuitos faço o p re s e n te aviso, que lendo
xntada, pre gan d o ao E v an gelho c elo
Depois de se ac h ar no fundo do precipi Dos Chrislãos primitivos. 2, 6, 1 2 , 9 , 4. rimento. E. R. Mercô. Ytú, set e de Ou de p ro c eder a cob rança judicial de multas
uente o ra d or sagrado arcediagj^á». Fran- cio, a r re p an dendo -se ho rro rrisada do gene Vamos lá, m eu Moraes
tubro de 1897. O advogado José Pere ir a de jurados, faço sciente que até sabbaisco de P a u l a R o d r j ^ r í f ^ e n d l r i i i g s r ro de morte q u e an tes pre med itara para D es cu bra o que este e n c e r ra :
de Queiroz. (Estava d ev id a m ente sella- do, 7 do ç orre nte , espero vir em fazer
da).
pós a miss«Lã distribuição de roscas em pô r te rmo aos seus dias, com todas as for­ E uma arte do c o nh e cer
esses paga men tos, e desse dia era diante
p^-dOTBsieiro ; ás 5 1 /2 da tarde saiii- ças dos pulmões com eço u a bra dar por Lettras antigas na te rra.
Na m e s m a petição dei o des pa ch o se­ farei a exe cu çã o per an te o sr. juiz de paz.
| a procissão q u e p er co r re rá as ruas do soccorío.
gu in te : Tome-se o protesto e fuça se a
Ytú, 31 de Outubro de 1897.
M arimbondo. íu u m a ç à o req uerida. Ytú, 7 do Outubro
arm o, Pa lm a e D ire ita v oçcupan do a triAcudindo diver sas pessoas ao local, en
João Flaquer Ju nior.
de 97. Nada mais se co nti nh a em dita
una sagrada ao recolhe r se a procissão tre ellas a digua auctoridade policial,
rvmo. Conego Manoel Vicente da Silva. co nse g uir a m retirar Maria, q u e ap en as
petição e despacho, depois do q ue a c h a ­
F i n a lis a r á a festa cora a benção do SS. sotlreu ligeiras escoriações.
va se o te rmo de protesto do theor se­
SONETO
a c ra m e n to e sorteio de novos festeiros.
g u in te : T e r m o de protesto. Aos sete dias
Q u e f e r a —-Era S. Paulo, o indivíduo
do m ez de O utu bro de mil oitoceutos e
S ' s p e c t a c u l o d r a m a l i c o . — Deve re- Genaro Amorozo, de nacionalidade italia­ Seis h o r a s . . . c o m certeza na janella
no ven ta o sete, nest a cidade de Ytú, em
Recostada, contando impacient e
isar.se a m a n h ã no theatro S. Domingos na, deflorou suas duas
m e u cartorio, c o m pa re ceu o advogado
l
ü
u
u
o
s
q
u
e
passam
lentament
e.
ia:s u m a recita do gru po draraatico par- de no m e CaUifrfljtt r i r l T í m n o s e PhiloVende-se u m a nesta cidade, com boas
Me e s p e r a 7 e ^ â ^ J J 4 i J « j e i g a d o n z e l l a ; Doutor Jo sé P ere ir a de Queiroz, e por
cu la r João Caetano, subindo a sce n a o
elle me foi dito q u e em no m e dos seus commodidades par a farailia e para negoen a, de 11 an nos.
lagnifico d r a m a era 6 actoi,
fiíndes
constituintes S o u z a . . At^ia lu - ^ fc.
íèr~pocTe ~~íírTgir-se ao
Bul, Pedro.
A esposa de G enaro, n ’um irapeto de Sus 1 en v e rg o meu frak e u a l a f
Enlio um a camélia alvi-nitento,
sr. Saturn ino Pilar, q ue dar á as informa­
Ti
lua,
protestava
c
on
tr
a
q
ualq
u
e
r
al
iena­
indignação,
dirigio-?fi
ao
dr.
2°
delegado
9 ^ í * ^ ! ^ d e ca m aro te s achão se á
ção que Antonio Carlos de Vasconcellos ções precisas.
en u n cio u o occorrido, chegan do então Cavalgo o pince nez, tomo co nte nte
pffiH raTW Srmacia do m aj o r José Maria ae dpedir-lhe
Ytú, 25 de O utubro de 1897.
que não tivesse comraisera- A bengala, um c h a ru to . .A ’ m in h a bella ven ha outorgar de seus bens situados
Ives.
nest
e
municipio
ou
de
Cabreuva,
de
ou
l li t a «la C o s t a
ção,
q
u
e
m
andass
e
m
a
t
a
r
o
m
o
nst
ro
de
U ma orc bes tr a, h ab il m en te regida pelo
Ca minho..rae approxirao.. A ima gem sua tro qu alq ue r onus q ue v enha se consti­
aestro João Flaq u er J u n i o r e composta seu infame marido.
Já
vejo
..C
he
go
em
f
re
n
t
e
..E
sp
e
ra
n
ç
o
sa
0 m iserá vel acha-se recolhido á cadéa Minha al ma era m a r de flores já fluetúa.. tuir so bre os alludidos ben s, como actos
3 diversos a m a d o re s, a b ril h an tará o espraticados em fraude da exe cu çã o que
publica.
íctaculo.
tem de sèr movida aquelle supplicado, t u ­
P o r e m ai 1-por delraz da linda rosa,
C
o
n
c
u
r
s
o
.
—
Devia
ter-se
realisado
l í s c o l a d o T a b o ã o . — Aclia-se a b e r
do
na forma da petição sua retro que íica O abaixo ass ignado q u e r e n d o dispor de
Como
espinho,
ap
ontando
par
a
a
rua
e íu ncc ionan do á rua de Santa Cruz ho ntem nest a cidade o co ncurs o para O Pai mostra u m a c a n n a íurioza 1
lazendo
parte integral deste termo. Assim u m a cha cara muito próxima desta cidade,
63, a escola d o T a b o ã o , regida pelo in p r e b e n c h i m e n to de div er sa s escolas va­
disse, e dou f é ; lavrei este te rmo em que d em o n str a as vantagpns que a m e s m a offeliigente professor sr. Joaq ui m Dias gas nest e mu nicípio.
ass igno com as te ste m u n h a s abaixo. Eu rece : cora 80 alqee:res de te rr en o , s e n ­
3rraz.
C o m p a n h ia U nifto S o r o c a b a n a e Um m es tre se rralhei ro sentio-se doen Joaquim Vaz Guimarães , escrivão, o es­ do parte livre de geada, mad eiras de lei,
bem como guaratã s, perobas e muita matta
A l i n a n a c h L i C t e r a r i o e C o m n i e r - Y tu a n a . — P o r des pach o de 25 odr. te do eslomago e mandou ch a m a r um m e ­ crevi. José P e re ira de Queiroz, Tristão para
lenlieiro, 20 al queires de pasto c e r ­
secretario
da
Agricultura
resolveu
de­
Grellet,
Beuedicto
Dauiusio
Leite.
Nada
dico.
ial d e Y t ú . — Ch amam os a altenção
a vallo, 5 mil pés de café novos,
>s nossos leitores para um an n u n cio que ferir o pedido da Companhia União S o r o ­ E m q uanto o medico não vinha, foi-se mais se continh a em dita petição, despa cado
roça
de
2 al queires de milho, um algodoal
___________
^
____
cabana
e
Ytuana,
p
ra
su
ppre
ss
ão
da
cho
e
te
rm
o
de
protesto
acima
transcriz na secção c o m p e te n te desta folha o
o m es tr e a um postigo que da saleta dá
de
2
alqueires,
um a quar ta de te rr en o
plos,
era
virtude
do
que
foi
intimado
pes­
tação
de
Araquá,
deb
!\
o
,
uoré
m,
das
para
a
oíTicina
e
gVitou
ao
aprendiz
. José Augusto da Silva.
mandioca, boa casa de morada, casas
O sr. Silva p re te n de publicar um alma guintes c o n d i ç o ^ • I a c o n t i n u a r a a tra c a­
-Olá, rapaz! Vê se andas por ahi a s oal men te o supplicado Antonio Carlos c com
para colonos, 22 bois, 2 carros, porcos,
tcli co nte ndo indicações uteis, um a par- ção dos vapores da carr ei ra para e m b a r ­ m a n d r i a r ; vae limar aqucllas fecha duras, Vasconcellos. E para q u e ch e gu e a no ti ­ ca
rne iros, e um a boa agua qu e passa na
qu
e
e
d
e
se
m
b
a
r
q
u
e
de
passageiros
e
m
e
r
­
cia
ao
coiititícinidíiio
de
todos
os
in
tere
s­
lilteraria e recreativa, secção de an
anda.
ch a cara tendo uma q u ed a de agua
meios, horá rio da est ra da de ferro etc. cadorias ; 2a s er em mantidos os preços
— A lima não pre sta, m es tre, não c o r ­ sados, man dei passar o pre se nte edital e dita
com
15 palmos de altura o o mais q u e se
ouiros
de
igual
theor
que
serão
affixados
actuae
s
de.
transport
es
de
ou
p.tra
Araquá
;
c . co nta ndo por isso com a coadjuvata nada .
e
n
u
n
c
ia r á a vista do pre te n d e n te . Para
nos
logares
públicos
e
publicados
pela
im­
3a
p
ro
c
eder-se
a
cob
rança
das
passagens
0 de todos desta cidade.
— A panh as- m e doente, m a r o t o . . .C a r ­
o tratar cora o pro pr ietá ri o Luiz FeE* uma ideia digna de louvores, po r se r de Araquá para ouiros pontos a bordo dos rega- lhe com forç » e verás se limas ou prensa . Dado e passado nesta cidade de ver
Ytu, aos 18 de O utubro de 1897. Eu Joa lix d e Oliveira e para in form ações com o
incontestável utilidade para todos, vapores e das taxas de mercadorias r ece­ não.
quim
Vaz Guimarães , escrivão o escrevi. sr. H er m an o Engler, era Ytú, à rua do
bidas ness e ponto ta m bem a bordo ou na
le muito e n g r a n d e c e r á Ytú.
N’isto en tr a o medico.
estação
de
destino
;
4a
providenciar
a
A
ntonio A lvares Velloso de Castro Com me rcio 123.
•—Então
q
ue
temos
?
« M u n i c í p i o d e J u n d i a l i y » . — Com- Companhi a, antes de- to rn ar eüe ctiva a
ptou no dia 24 do c o r re n te o seu pri suppre ssão, afim de q u e por meio da r e ­ O m es tre queixa-se : o medico ausculO dr. Anlonio Alvares Velloso de Castro,
p i r o a n n o de gloriosa e bri lhan te exis- forma do editicio ex iste nte ou construc- la-o e te r m in a dizendo :
— Isso não é n a d a . . .H ade toma r uma
juiz de direito desta cidade de Ytú etc.
1 da, o nosso distincto collega M unici- çào de se » arm az ém possam licar abrigaFaço sa ber aos que o p re s e n te edital
) de Jundiahy, batalhador inca n^ivel -I*' i- o nhrrias a tr ansp ort ar ou a en limonada de citrato de m a g n é s i a . . .
Nisto eclióa na saleta a voz do ap rendiz : virem, q u e tendo designado o dia 11 de
e muito tem pugnado para o e n g r a m h
O A D V O G AD O
1 »
»»»■»»• >••;» *rri o irt * IVi''
-Náu Iam) nada, m e s tre 1
N o ve m bro pi oximo futuro, ás dez horas
nento e pro gresso da cidade 'e pi
í
.
:
•
f:
np
.nh
a
•
v
rã
O ii lico, q u e era um tanto nervoso,
m an h ã , para p ro ced er -se a 4.a sessão
na o nome.
- chave iln armaz<*rr 3 o julg ando uaquollas p a h v r a s um comoavi- da
do jury desta com arca, que trabalhará em
Ao seu re lactor-chefe, nos<o amigo
n o» n -ig n a‘. n o dn Araquá
par i iip «»d oen te não tomasse a limo­ dias conse cutivos ; e, lendo procedido ao
t nte João Augusto de Godoy, envia om* , . j i a - , « vilando »«• «!• Sla fórma so
abriu o seu escriptorio de advo­
nada,
carregou o s o b re ce nho e saliiu-se sorteio dos 48 ju r ad o s que tem de se rvir
is nossas sinceras felicitações, de^ejan lic.iiein **xp >'tas ás in te m p erie s as m er om esta
cacia nesta cidade, á rua D. Ale­
:
na
referida
sessão,
de
confo
rmidad
e
com
ao M unicipio muitos ann os de prospe ca l ir.as a n u - p o r t a r ou a entr eg ar.
xandr
ina n. 9, onde será en con­
— Quem tem médicos de casa não os o disposto no art. 47 do dec. n. 123 de
: feliz existencia.
trado todos os dias uteis das 10
m an da e n a m a r fóra. Passe muito bem.
10 de Nove mbro de 1892 foráo sorteados
horas da manhã ás 3 da tarde.
f u r y . — Foi designado o dia 11 do mez
E, deixando o serral h ei ro de boecu os cidadãos seg uintes :
Inc umbe-se de todos os negoi douro para pro ceder-se a 4a sessão do
aberta, sahio como um dam nado.
cios forenses—crimes, eiveis e
1 Luiz Macedo
y dest a comarca, te ndo ja havido o
commorciaes e attende a ch a m a ­
-------—'«hi» «■
» ãf m liaw
2 João Toledo Lára
peclivo sorteio.
dos para qualquer ponto do E s­
3 João de Mesquita Barros
tado.
i > u e l l » . — E m virtude d ’um incidente
4 Franc isco Augusto Kiehl
>■
id o no dia 27, na sessão da cam ar a
5 Anlonio de Camargo Couto
d e p u ta d o s ,n a capital federal, e n tr e os
A v i s o O o m .u o r*o ial
G Francisco Victor Arru da Castanho
. Coelho Lisboa e Seabra, inci dente
7 Fr anc isco Monteiro Almeida Garrei
L iq u id a ç ã o
0 q ue d e te rm i n o u a su spensã o da ses
8 J o aq uim de Toledo Prado
, o prime iro desse s dep uta do s m and ou
Peço a todos os freguezes ijue ainda 9 José Maria Alves
Mel de ab e lh a , g a r r a f a .
#200
üiar ao se gu nd o par a ura duello.
não saldaram as suas contas, o favor de 10 J e s ui n o Fr anc isco Martins de Mello
Decifrações do n u m e r o possado :
Dito su p e rio r, k ílo . . .
$400
is te ste m u n h as envia das pelo deputado
Logogripho de Jac ar é mirim : Neuras- o fazerem o mais breve possivel ; e com- 11 Adolpho Magalhães
V
e
la
s
d
e
c
e
r
a
p
u
r
a
,
b
r
a
n
cas
mu nico mais u m a vez. para qu e nin gu ém 12 Octaviano P e re ir a Mendes (dr.)
illio Lisboa foram os srs. Mendes Pí thenia.
Vende-se
n
a
r
u
a
d
as
Flores
n. 9
alleguo
ignorancia,
q
u
e
as
vendas
do
meu
n t e l e J o s ó P ere gri no, t a m b e m depu13 Luiz de Almeida Pra do
De J u k : A za de morcego.
esta belecim en to commerc ial só serão fei­ 14 Alfredo Camargo Fonse ca
ns.
De Fa n dang uassú : Á lvaro.
tas a D in h e ir o i\ v is ta ,
15 João Baptista Leme
1 sr. S e ab r a dec laro u não acceilar o De Moraes : H ospitalidade.
Ytú, 10 de Outubro de 1887.
IO José Galvão de Almeida Ju nior
Charadas de Moraes : C anario , A ta ir,
atio, allegando que o duello é recu rso
17 Leopoldo Macedo
Dialogo, G uilhotina, E nxovia e herm oge
ellidopelos nossos co st um es .
J o a q u im V ict o iiin o d e T o l e d o .
Sem rival u í s preços, no a rm a z é m
18 Evaristo Galvão de Almeida
nes B renha Ribeiro.
e a moda p e g a . . .
do F 1 U M U N U S IL IO .
Jar ec ch i r in to cch id i ca m p a n a v en n e ro
^istorgliermi di quella specie di ftssane e pre occupazione m en tal e.
II r u m o r e delia mac ch in a a u m e n ta , i
irinai corrono da prua a poppa, si sente
a r e Tancora, cr es ce la coníusi on e fra
asseggieri, si tirano su le scale e s’ode
c e m o v o c i i l g r i d o ; si parle, si par te I
Tuiie le bar eh e tt e clie giravano attorno
vapore piene di gen te clie er an o venuad a c o m p ag nare i parenti o araici clie
rtivano,comiciano ad a l l o n t a n a r s i ; una
la re sta vicino pare clie non si sieuo
corti la ge nte che vi stanno dentro clie
vapore di già cararainava.
AlTimpiedi ivi sta n n o d ue su ore clie
n le teste e le braccia in su tengono
lie mani un sacchetto di tela bia n c a ;
e viene a ca der e u na pioggia, di soldi
e d ’aU’alto i passeggieri gettano quasi
cendo a gara.
I n c e r t i m o m enti si risveglla nelTa nimo
do ver e delia caritá e delia religione.
A n ch ‘io pensa i gettare il mio obolo:
i due soldi. Alia mia m o ss a di raettere
mani in tasca la m on ac a avvicina il
cchetto,la mia raoneta va in mare, cauclie la ba rca si m u ov ea molto aggitadalle ac q ue m o ss e dalTelica dei vaire.
Clie occhioni neri á quella monac a, che
ppelli solto quel largo cappellacio di
glia! Piglio, di tasca u n ’altro due sole lo g e t t ó ; qu es ta volta va d en tr o il
cco. La mon ac a so rrid e ; mi n c o r d a i
íel riso, quei capelli, quegli occhi ed
volontariam en te g r i d a i : Filoraena!
II vapore co rre va e la s u ora stando
dmpre ritta sal la barca mi sal utava con
f mano.
| Era lei; la m og li e d el ta m b uro m agg io re!
B lackman .
C a m a r a M u n ic ip a l .— Real is0u -se no
dia 25 a 9a sessão o rdm a ri a dess a edilidad e e devia ter-se realisado hontera
um a ex traordinar ia.
A m o le c a g e m .— Chamamos a at ten ção da muito digna au ctoridade policial
desta
para uma tu r m a de m e n o ­
res vadios que se r e u n e d ia ria m ente na
nossa estação ferrea, lazendo algazarra,
jogando d e s e n fr ea d a m en te o tal jogo de
vinte m.
Na rua da Quitanda vé-se diariamente ,
na esquina do arm az ém do sr. José Mon­
teiro, diversos mo lequ es, os qu ae s bem
taludos, div ertindo-se no innocente jogo.
Se ri a co n v e n i en te q u e a digna auctoridade désse u m a pequ e na licçào aos taos,
que lhes servisse de proveito.
« O F r a n c a n o ». — R ece bem os pela
primeira vez a visita deste bem redigido
collega publicado na cidade da bra nca ,
se m an ar io dedicado á defeza dos in te re s­
ses locaes.
Gratos.
O n o v o p a n n o d o t h e a t r o . — Neste
ultimo espectáculo realisado pelo grupo
João Caetano, foi inaugurado o panuo re­
ura trabalho muito ad mi rado pelo
publico, tanto no gosto artislico como na
precisão de d e se n h o e effeito scenograc id a d e ,
EJJITAES
c l a m e ,
/•Oi
M o s a ic o
A
ir a iih n
n u I A n . r , . m . /%
.i
_____ __
. . .
_
. .
_.
r
A N N U N C IO S
.
Casa á venda
Chacara em negocio
S.
Dr Octaviano dc águirra Camargo
SECÇÃO LlVltiü
Aviso
1'liosplioros n. 2
Cs<2sicle de It i
ALMANACH
í ioniniercial k jlu’
Anno de 898
para o
Orgaaisadü por José Augusto da Silva
F a ç o p u b lic o q u e , d o d ia 2 2 d o c o r r e n t e em d ia n t e , c o r r e r ã o o s t r e n s d e P a s s a g e i r o s d a l i n h a Yt
e m c o m m u n ic a ç ã o co m o s t r e n s d a s l i n h a s S o r o c u b a n u e I n g le z a , n o s d i a s u t e i s e f e r ia d o s , c o n ta r »
se g u in te :
No intuito de publicar um Almanach co n te nd o indicaçOes utei 9, u m a pi
litteraria e recrea tiva, u m a secçào de an nu ncios, horário e preços de passag ens a
Entrada de Fe rro etc., esp ero co nta r com a coadjuvação de lodos os co nte rr ân e os
assim como do Commerc io em geral co nc o rr en d o com a n n u n c i o s de seus es t a b e le ­
cimen tos.
‘
..
ESTAÇÕES
Desejando a todo 0 custo dar ura Almanach digno de ser lido por todos, convido
collaboração
que
aos am a n te s da boa litteratur a a c o n c o rr e r e m cora sua
q ue muito
atTCMilo coro i
agradecerei.
i l l u s t r a r á a primeira parle do Almanach a biographia de um sym pat hico peisoMay rink...............
nag em , já fallecido, com a photo graphia do m es m o.
M o r e ir a s .............
Dona Catbarina
A todas as pessoas estabelecidas, seja qual fòr 0 seu ramo de negocio, peço m a n ­ P i r a p e t i n g u y . . .
dar indicar seus nomes , títulos dos est ab el eci m en to s, e ruas afim de poder dar uma Ytú .............................
secção completa de indicações.
S a l t o .....................
Itaicy.....................
In d a ia lu b a..........
Monte M ó r -----1 p a g in a
I O 3O O O | 1 / 3 p a g i n a . . . .
O flO O O
C a p i v a r y .............
Villa R a íT ard .. .
Cada a m iu n c ía n le terá d ireito a u m e x e m p la r
M u m b u c a ..........
Rio das Pedra s.
Piracica ba...........
Desde já acceilam -se assig n a tu ra s p a ra 0 m esm o
C have....................
Costa P i n t o -----P a r a i z o ...............
X a r q u e a d a ..........
\ tO T A .—P a r a in f o r m a ç õ e s p ó d e m « lirig ir -s e a t y p o g r a p liia d o « A p o s - S. P e d r o .............
P reços dos an n u n cios:
P r e c o ....
2^000
to la d o » , r u a d o T h e a tr o .
HORÁRIO
P a ra cim a
CHEGA PARTE CHEGA PARTK
—
9.10
9.35
10.8
M
8.50
9.12
9.39
10 10
10.40 10.51
11.9 l L . i l
11.44 12.0
12.12 12.20
1.4
1.2
1.42
1.55
2.17
2.49
3.23
4.5
4.24
5.11
1 5.36
0.45
1.47
1.57
2.19
2.51
3.45
4.6
4.29
5.16
5.41
—
—
5.52
6.18
0.53
7.25
Pa ra baixo
ESTAÇÕES
I
CHEGA PARTE CHEGA j PA Í
T
—
5.30 S. Pedro ..............................................
5.54 Xarqu ead a ......................................... í 6.0
0.23 P a r a i z o ............................................
0.25
7.12
0.55 Costa P i n t o .................................
—
C h a v e ..................................................... 7.35
Piracica ba.......... ................................. 7.56
Rio das P e d ra s................................. 8.45
M u m b u c a ............................................ 9.17
Villa Raffard...................................... 9.39
9.48
Monte M ó r ......................................... 10.33
I n d a i a t u b a ......................................... 11.17
Ita ic y ...................................................... 11.30
S a l t o ...................................................... 12.19
Ytú...................................... ................ 12.3f.wd
P i r a pe ti ng uy...................................... 2.0
Dona C a t b a r i n a ............................... 2 .3 3
M o r e i r a s ............... ......................... 3,1
M a y r i n k . . ............................................ 3.2 5
1
M
5.0
0 .5
0.30
7.17
7.36
8.1 5
8.47
9.19
9.40
9.55
10.35
11.19
11.45
12 . ?i
1.30'
2J2 1
2.3/
3.3
—
\|
1
|
—
5.45
0.1 7
6.40
7.10
O,
3.S
3.4
“
Entre Jundiahy e Ytú
Jundiahy....
I t u p e v a ...........
Monte Serra t
Quilombo__
It a ic y ...............
DO
^
M
9.50
10.35 10.37
10.45 10.47
11.1 11.3
11.18
----
•
I ta ic y ....................................
Q u i l o m b o ..........................
Monte S e r r a t ................ ............... 12.20
I t u p e v a ............................
J u n d i a h y .......................... ................- i - f l q
M
11.50
12.7
12.23
12.33
\—
C o n t i n u a r ã o c m \v ig o r o s a c t u a c s h o r á r i o s d o s t r e n s d a s 4 e 3 0 d e Y tú e 6 e r> tl* J 1 n d íi
S e g u n d a s e Q u i n t a s - f e i r a s , b e m c o m o o «Io t r e m m ix to e n t r e P i r a c ic a b a e J o ã o A l f r e d d E l
’ F ic ã o s u s p e n s o s o s t r e n s m i x t o s d a s 7 h o r a s d e Y tú e 1 . 3 0 d e J u n d i a l i v e m c c n s e c ju e u e u t d
ficaçâo d a b ito la .
S o ro c a b a , 1 5 de O u tu b ro d e 1 8 0 7 .
O . O E T T E R E H ,
Si perinteDOeüte,
O a b a ix o .a s s ig n a d o . e n c a r r e g a d o p elo f e 9 le ir o o s r .
P e d r o d e P a u l a L e i te d e B a r r o s , d e p r o m o v e r a fe s ta
d o D iv in o E s p i r i t o S a n to , t e m a h o n r a d e p a r t i c i p a r
a o r e s p e i tá v e l p u b lic o q u e a m e s m a t e r á lo g a r , com
to d a a s o lc m n id a d e , n o d ia 8 0 e 3 I d o c o r r e n t e , c o n s ­
tan d o do se g u in te p ro g ram m a :
A ’s 7 h o r a s d a m a n h ã n o c o n v e n to d<» C a r m o h a v e ­
r á a d i s t r i b u i ç ã o d e c a r n e a o s p o b r e s ; a o m e io «lia
p a r t id a d a e s ta ç ã o d o s c a r r o s d e le n h a , q u e s e r ã o
a c o m p a n h a d o s d e m u s ic a e f o g u e t e s ; ais 2 h o r a s d a
t a r d e s e r ã o d i s t r i b u í d a s e s m o la s a o s p o b r e s q u e s e
a p r e s e n t a r e m n a c a s a «Io f e s te iro , a r u a d a P a lm a n.
3 2 ; á s tt I101 a s d a n o u t e r e t r e t a p i a b a n d a m u s ic a l
1 3 d e M a rro .
RI
A lv o r a d a á s 5 h o r a s d a m a d r u g a d a ; s o le m n e m is s a
c a n t a d a á s 1 1 h o r a s d a m a n h ã n a M a triz , co m s e r ­
m ã o a o E v a n g e lh o p elo d is t i n e to e a p r e c i a d i s s i m o
p r e g a d o r a r c c d i a g o d r. F r a n c is c o d e P a u l a R m l r ig u e s ; m u s ic a á gi*ande o r c h c s t r a , o n d e t o m a r ã o p a r t e
o s m e lh o r e s p r o f e s s o r e s d e s t a c i d a d e © a l g u n s do
fó ra ; d e p o is d a m is s a d i s t r i b u i ç ã o d e r o s c a s e m c a s a
d o f e s t e i r o ; á s 5 1 /2 h o r a s d a t a r d e p r o c i s s ã o d o
B IV IX O , q u e p e r c o r r e r á a s r u a s d o C a rm o , P a lm a ©
D i r e i ta ; á e n t r a d a d a p r o c i s s ã o o c c u p a r á a t r i b u n a
s a g r a d a o rv m o . s r . c o n c g o M a n o e l V ic e n te d a S ilv a ,
lin a liz a n d o a f e s ta co m a b e n ç ã o d o S a n t í s s i m o S a c r a ­
m e n to e s o r te io d o s n o v o s fe s te iro s .
Y tú , 2 8 d e O u t u b r o d e 1 8 9 7 .
Y
O encaiTeqado
Franklin Basilio de Vasccacellos.
6 Pechinchas
Escriplorio de Advocacia
O d r . S I L V A P O R T O te m o s e u
Ven de se um piano de m e z a — Pedro
Bevilaqua n m violão com caixa, uma © s c rip to r io d e a d v o c a c ia á r u a d e
cithara e met hod o, um a esp ing ard a fogo S a n t a R ita 1 1 . 4 6 .
central com os per ten ces , e u m a fulm i­
nante troxada de aço, tudo a p re ço fim
de seculo, ã rua do Commerc io 123, cora
Na r u a de Soroca ba, ch a cara Sí
T em no a r m a z é m do
H. Engler, para ver, a c h a r barato e com*
Cruz da Boa Vista n. 14, propriedadi
F
R
A
N
K
L
I
N
B
A
S
I
L
I
O
prar.
abaixo assignado, vende-se est e afarr
leite ; garrafas 300 réis, meias garraf
200 réis e um copo 200 réis, esp e ra
..títíiAiAn,
') <7
J.
S
qu e 0 respeit ável publico, utilisand
v ia de
1 iv/; 1' i C
do aprazível e hygienico passeio, dij
d e J u n h o d e 1895 . A: testo <. e te nd o feito uso cm
se co n c e d e r sua valiosa protecção ao I
m in h a clinica d o n '.sdico } l e p a r . d o de n o m in a d o
conhecido.
u E m u ls ã o d e Scott ’ c jó S As. : eoit < I - c .'.e, ch in .D ;s
em N e w Y ork s c n r . re « btivv opti. os 1 .ultados t:r.
A u g u s t o R o d r i g u e s d a S ilv a
to d o s os casos d e frisqurza produ.A .1 ] Auj mole stiis
d o apparelho respiratoAo, * u ca usa :a p o r n o U s A a s
longas cu jas co nvalescenças sào dem orad as. K d e prodigioso ( ffeito na
athrep sia d as creanças. O In s pc c to r de Hygieno, 1) r . làurH R \s io C u n h a .
DE
A s palavras d’estc illustrado fa­
Kerozene Palace
cultativo sSio a repercu lição f d
das opiniões expressas pelos mé­
dicos mais proeminentes do mundo
inteiro. E m todos os casos de debilidade, emaciação ou emagre­
cimento, seja qual fôr a causa, 6
reconhecido que o oleo de fígado
de bacalhau unido aos hypophosphitos de cal e soda preparado
J ) r . TZirphraslo Cunha,
:omo o appresenta a
Florlanopoli», Sta. C alh., Drazil.
m
C ARM AZÉM
rco
>
0
ü
LLJ
Scott & Bowne, Chimicos, New York*
Por atacado
DE
A u g u s to G u s m ã o
Aviso aos f r e g u e z e s q u e estou rece b
do um g ra n d e so rti m ento dos ge n e
abaixo:
Arroz Japão, Carolina, ass ucar de to
as qualidades, cimento, cal de Soroca
em saccas g ra n d es, farinha de trigo,
hão. ker oze ne , sa le x tr a n g e ir o e nacioi
alíafa, bacalhau, p ho sp h o ro s legitim
a r a m e farpado e muito s outros arti
q u e será difOcilimo men c io n ar.
m
co
=JEmtllsão de Scott H
tem igual. D ’ahi os maravilhosos effeitos d’esta prepa/
râÇãGuPa cura de Tuberculose, Escrophulas, Anemia, Rachi1 1 tisino/Bt^Oc^ ^ e» Tosse e Constipações, &c. É excellente
para irritações na garganta e pulmões. Cura a Phthysica.
Á venda em
“ 3 Pharm acias, ExIJa-se a legitim a. Recusem Imitações.
JUJÜ
0
0
H
Telhas muito hoas 3 100$000 0milhei
G a r a m o a qualidade dos g en e ro s e 1
n i n g u é m vend e rá mais barato.
A s v e n d a s s ó a D i n h e i r o a v i»
51—RUA DIREITA—51
Augusto Gusmão
lg ^ Í tà f § Ã g Í jjM Í
mm
CASA
FUNDADA EM 1883
§ãm
o final de todos os generos e arti_os existentes no GRANDE ARMAZÉM
do Coimbra.
 50 CONTQS
« I I
Só não sahirá com mercadorias quem não entrar com dinheiro, não precisar
dellas, não tiver credito ou então só se fôr muito cara dura.
Quando, por acaso, o freguez procure um artigo e que não encontre,
sahirá com outro, em vista da variedade d’elles e dos preços.
5 0 contos deSortimento parecendo ser nada,
porém para Seccos, Molhados, Louças, Ferra­
gens, Miudezas, Tinta, etc. é alguma couza.
awjnmmvmt %
mm
—
, sy p
.. • *0 [ • .
iii
Av
cAj✓7\«A.
EM FRENTE 0 FOTNRO JABBiM
Y t!
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ORGAM HEBDOMADÁRIO Redactor—Jôão J. de Souza Medeiros