ORGAM HEBDOMADÁRIO Redactor—Jôão J. de Souza Medeiros ASS IGNA TD R AS Pa ra a cidade, an n o , lOflOOO —Se m est re 5fl000 BSCRIPTORIO E TYPOGRAPHIA ASSIGN ATURAS Pa ra fóra, anno, 12#000—Semestre, 6#000 Annuncios pelo preço que se convencionar Secçâo Livre, linha 200 rs.—Edital, 300 rs. 56—R ua da P a l m a —56 filhos, leve um p roced im ento bem injns Jr is, q ue levará ao Oceano o no m e de — A mim q ue im p orta ver g e n t e s . . . u nião dem ocrá ti ca com a lei d e c o n t r a s i e : liíicavel para com o 1° batalhão. Èlla cada u m a das denodadas praças. Prefiro m eu co m m o do e fico contente, se opposíção, farão r e n a s c e r o civico calorinão se manifestou. Não adb eri o ao con A taes se rvidore s do Estado e da R e p u puder conserval-o. co, esse sol benetico que liquilará o e s te ntam en to dos paulistas q ue te s te m u blica os m eus prolfaças. — Então ficas co nte n te cora ser vallo ? pesso geloque envolve os aniraos de i n ú * nh and o aos briosos soldados qu e s o u b e Ah 1 b ra nca Amalia 1 perd oa 1 . . . estou m eros cidadãos. A doçura de se n t im e n to s ram altivos c u m p r ir os seus d e v e re s, m a Realisa-se boje na matriz a festa do Es- pro fan an do teu n o m e cora ura rapaz que nos dará pelo ferm en to evolutivos :— e s nifestaram ao m es m o te m po a alegria piriio-Santo. 11a, poré m , u m a nota sali não estuda n a d a i essa m oça po derá ser pirito g en e ro so , assim como o a z e d u m e que in nudava suas almas, por verem os e n te : o uv ir e m os a-o evange lh o o pri ncipe tudo, mas não d a m n a d a . . . nos pro por ci ona rá vinagre, q u e unido ao seus irmãos, na libordade e no p ro g r e s dos ora dores sagrados paulistas, o nosso — S e m p r e dá algum a c o u s a ; ás vezes fel dos ac o nte cim en to s, o qual partido so, voltarem de u m a c a m panh a, o nd e fo Bossuet, o conego Chico de Pa ula ou o dá m e um meigo riso, q u e vem de a m o r . . tr agar ser á o C h r is to d a Patria. o qual con ram se c u n d ar os esforços do gov er no na será o Ju d a s sem mais comr aene Chiquinlio, como la m b e m é c o n h e — Que m e dizes ? então a tal sujeita feccionar sustentação da o rd e m trazendo a sua b a n padr larío. ta m b e m vende a m o r ? és tão parvo, que cido. deira coberta com os louros da victoria,  cla da 9 asesssSoordinaida Elle, o a uc to r de tantas ora çõ es notá ainda lhes r e n d e culto ? ! . . . é isto fé d e Um chefe no b re qual o do partido c o n s e nas suas fileiras os claros daquelles que tituído em opposiçào patriótica, p a r t i c i veis ; o confere nc ionisla insigne dos do mais em teu i d o l o . .. AOS 18 DE SE TEMBR O DE 1897 to m ba ram na defeza sagrada da Re pub li mingos q u a r e s m a e s do S. Franc isco ; o — Em m eu idolo n a d a f e d e , n e m demais pará da gloria do equilíbrio politicoso ciai, P r e s i d ê n c i a do D r . E l g e n i o F o n s e c a ca. es tr e de muitos h o m e n s que hoje occu nem de m e n o s. Outra seria a tua lingua crystallisando o mana ncial de lagrima s da Estivemos em Santos e não corapre- m st re m e c i d a crea nça , q ue graças, não S e c r e t a r io — J oão F l a q u e r J un io r pam elevada s posições sociaes, far-se-ha gem se já tivesse visto, est a fada de amor. econfluirá hen d e m o s a frieza com q u e o povo daquelo rio rubro que ^e co n fu nd ir ia — Deus mo livre de vel a estafada de do alto da tribuna sagrada do nosso Aos dezoilo dias do raez de S e le m b r o de rece b eu os gloriosos soldados do ouvir primeiro templo, desse m es m o logar do a m o r ; n e m de cousa n e n h u m a . Coita no m a r das tormen ta s. Em rutillant e p e mil oitocentos e noven ta e sete, nest a ci la1o cide.de batalhão. qual um dia se fez ouvir o g ra n d e Mon- da 1 . . . como mal tratas esse chefe d’o- dra se tr an sf o rm ando , as pérolas q ue p e dade de Ytú, na sala da Gamara Munici No dia 26 voltámos com a brilhante las faces rolarão, e lapidado pelos h e r o i bra ! . . . talverne. pal, pelas onze horas da m an h ã , p r e s e n phalange, á capital paulista. — Meu chefe não dobra , não s e n h o r ! . .. cos desvellos da acção e reac çã o de d o a s Oh 1 q u e m deixará de o uvir o vorbo tes os srs. v er ea dores dr. Eu gên io Fonse especial chego u a estação da a rd e n te desse a r auto do ev angel ho ! qu em e a q ue vem aqui meu chefe ? . Adeus 1.. nobres partidos, de u m a só ban d e ir a , t r a ca. dr. Franc isco de Mesquita Barros, José LuzO ástrem 11 horas e 30 minutos. :— brilho, v a l o r e resi st ê n cia . Se não q u e r e r á gosar ouvindo o modesto fi vou ver m eu anjo. Ah ! n in gu ém póde éduzirá Eiias Corrêa Pacheco, Adolpho Bauer, Bello, soberbo, grandioso e em o c io lh ver dad e q ne a união faz a força. vel-a se m amal-a. o do povo, que, por sua imaginaç.; Adolpho Ravache, e o l ° s u p p l e n t e Ilcr- nante o jspectac ulo q u e se ap rese nta v a cu ndissi ma, por su a vasta erudição, pelo — S e m a mala t . . .e n tã o a n d a s e m p r e E ’, e terá m e u voto. raogenes B r en h a Ribeiro, convocado na as nossas vistas. de mala ás co stas ? had e ser co usa g ala n H e r m a .n o E n g l e b . seu ac end rad o a m o r á ca rr e ii a que ibrasessão an te ri or , faltando os outros srs. contras te e n tr e a cidade de Santos çou, conquistou logar e m i n e n te na te. Se eu vou com vocé m a s tra m ’ella ? verea dor es , h avendo n u m e r o legal o dr e aQuo de S. Paulo, na recepção dos valoro do qual é m e m b r o e na sociedade, que o — T raraella ella n u u c a f o i ; é m uito dis pre si den te declarou aberta a sessão. defen so res da integrid ade da patria ! estima creta. Vel-a é amal-a, e afianço te q u e faz d ev é ra s! esi í Lida a acta da sessão an te ri or e não h a sos povo paulista, no seu mais a r d e n te en febre am a r ella I . . . vendo qu em pedisse a palavra para dizer Othusiasmo, q u e r e n d o de um modo digno — Faz febre á m a r e l l a J . . . c r u z 1 torae so bre ella, foi a p p r o v a d a e assignada. Após as festas sacras v êm as profan a., u m t r a g o d e vinho, m e u amigo, como pre a g r ad e cer aos soldados do Io batalhão os <ip ex pe d ien t e ia, non seus serviços, c on c o rr eu em massa até a e eis porq ue boje te rem os o d r a m a Pedro , servativo, si é q ue você não detesta Ba- F i lo u l rim an em õ a c to s. Foram lidos e des pach ad os os seguuites estação da Luz, os vivas prolongados, as cho. r e q uer im entos : acclaraações d eli rantes, as dore s, os dis Ha um a ci rcum stancia a notar, e é que — Tabac o posso tomar, mas v i n h o . , i to di sospei De Jorge G u imarães, pedindo para ser cursos, os abraços, aos bravos otíiciaes e no espectáculo de hoje tomarão parte visto como não b e b o . .. Le pare che q ae lPuoino « collectado como capitalista de vinte e c i n soldados do batalhão paulista, tudo indi duas distinctas s e n h o r a s da nossa socie — Então você veste, come e não b e b e ? re co a cincoenta contos, visto não possuir cava n’u m a apolh eose su blim e o mais so- dade , as qu ae s rom p e n d o cora m e s qu i pois n e m a g o r a ? . . . s i q u e r um gole de gere quelPinvolüo, che ia dc liene nella braccia, ha to! _ r 010 se não aquella quan tia .— Deferido. lem ne enthu si asm o patriolico dest e povo. n hos preconceito s, pre stam dess e modo a g u a rd en te, trago o já. A passa gem do batalhão nas príncipaes apoio í .o grupo q ue traz por titulo o n o m e De João Baptista Corrêa de Sampaio, — Pode tragai a q u a n d o quizer. M a s . . . pan no bianco, un sec on do, u n ’aliro a rre o -! pedindo que o pag ame nto a q ue etsã s u ruas da cidade, que se ac h a v a m enfeita do mais notável actor brazileiro —João q uero fazer-te u m a observaç ão. Um ho r a ; app a re u na testolina ; é u n b a m b in o . E lui! esc la m a c a cr ia n d o un ur lo Filojeito pela collecta publicada pela i m p r e n das com muito gosto, era u m a contínua Caetano dos Sa ntos. m e m , ou u m a m u l h e r q u a l q u e r . .. e n a , e lui, é mio Gglio, e ca d de diet ro Dir-se liia u m a h o m e n a g e m posthuraa sa seja modificado em vista de sua co acclnmação. Das janellas chovia m os — Qual q u e r ? . . . u m a m u lh e r se m du- m lheita de café ter sido de 135.000 kilos e confetti e as ílores, era ab u nd anc ia , so que am b a s, conscias de sua virtude, r en r¥Ííla,- pr4acipâ]mente si é bonita. Vou dar- sv e n u ta Moglie mia, gridava il p o v e r o t a m b u r o não de 180.000, com''1 consta da m es m a bre os pelotões que passa va m por en tr e d em ao inclyto artista. te um conselho ; se essã \fcrâ>Çaaialia faz spave e a n c h e lui p i a n g e n d o ; Filocollecta. — Attendido. Bem haja m ellas.l o povo cora a maior difiiculdade possivel. febre araarella, não lhe dês meYmcUftuv r f f éntato T í à r a i fare m o r i r e di p a u r a . . . * De -AHJHào-A I m s- d e X ú m t, J oão J p sê dg E m j o d o s os pontos por on de passava o sò beijo. *# e le tastava il p < ^ - « 4 § ^ o c c a v a il petto Andrade , José de A rr u da Botelho, Bethol- ÍJãtãThao" recéi5tã~ àppfaMS&ST~Alé'J.vcfas- c o n t i n u a m as dom —Não g o u o de d a r sobejo a n in g u é m , n er assicur arsi c h e n o n e r à v m o r ! a e Ia do H er m en eg ildo de F ran ça e Odorico prol ongadas da noite, se ouviam os vi R e cr eio Y t u a n o . . . . ingueiras no Club muito m e n o s a ella. lempes tava di baci nel volto; Lu pier de Freitas, pedindo o não paga vas, aos intrépidos e corajosos soldados — Adeus, vou m e e m b o r a . . . m as s e m nel P o r q u e t a m b e m não se r e u n e m as n o s petto. men to de multas a elles impostas por fal do 10 batalhão de policia, ao seu coraman- sas pianistas ali, naquelle salão, de q u a n pre toma rei um trago, pois sou c o n d e s II marito tornó a rialzarla sol letto e ta de com p a re ci m e n to ás sessões do jury. dante, e aos oíRciaes. em vez, para e x e c u ta re m ao piano al c e nde nte. sorre gg e nd ol a con u n a m a n o c h e p a s s a n — Sellado volte e ao escrivão do ju r y para A capital de S. Paulo r e n d e u a mais s o do — Conde n u n c a foste nem com d en te guns trechos selectos de bons a u c l o r c s ? informar. di sotto u n a scella af ferrava Paltro berana das ho m e n a g e n s, ãquelles q u e era é a mu sic a a mais sublime das a r t e s ? n em se m d e n t e . . . Era fim b e b a ,a pinga do braccio e con Paltra m a n o le solle vav a la Pelo pro c ura dor da Camara foi a p r e s e n terras longínquas so ub eram levantar hera NãoSeria s em pr e consola. isso u m a das mais uleis d i v e r tado o balancete da receita e des pesa s da altam ente o pavilhão glorioso da R e p u sões. Pois q u e m não se deleitará ao ouvir — Eu b e b e r pinga com s o l a i n u n c a ! testa che poggiava sul suo petto e le scoi capelli dal volto— e la baciava nelle m e s m a Camara, referente ao nvezde Agos blica, sem pr e forte e victoriosa. ões de Gomes, B e eth oven, Bel- ha de ser rui m de tragar. Você bolou sola stava labbra e le succhiava . to proxim o passado, pelo qual se verifica E m Canudos, ness a cidadella, o n de al composiç ahi ? lini ou Mozart ? existir um saldo em caixa de 1:972$890, guns brazileiros, transviados do c u m p r i Vamos, s e n h o r a s ; nada de acanharaen— Não botei sol n e m lua ; mas esta ad o r F ilo m e n a r u p p e in piant o e t e n e n d o le assim disc rim inado : Saldo era caixa em ment o do dev er, fanatizados, mas vale n to, e avante 1 ccia sul collo dei mar it o con Ic m an i m ec e os pezar es, é o m e s m o q u e timbó ; bra I o de Agosto 18-982$540 ; ar recadação de tes em defeza de sua causa, ali, os p a u co nv uls iv a m ente tastava le ca rn i e le con# está f r e s c a . .. ## ficcava con forza le dita. I o á 31, 7 :3 8 2$ 89 0: desp esas de l ° á 3 1 , listas e sc re v e r a m mais u m a pagina de Completam a m a n h ã 397 a n n o s q u e na — . . . Está fresca, s a f a . . ,com esta vou24 :392$540.— A’ commi.ssão de fazenda. sua historia s e m pr e m em or áv el. D un tratto senti un refrigerio alie dita e . . .e n si n a e - m e o ca m in h o. Além desta Pela com missão de justiça foram des Hoje, que n o v a m e n te voltara os c ru za Tosc an a (liaiia) nasceu o nolabilissimo m infocate nel loccare un oggetto ír edd o, Io estrada outra p a s s a . . . pachados os r e q uer im ento s seguintes : dos do bem ,d a o rd e m e da iranquillidade est atuario B e n ev en u to Cellini. q u e havia inge con u na m a n o e s e n t e al tatto la — Não ha n e n h u m a trapaça. O ca min ho slr freschezza d ’un pezzo di m tta llo , e strinDa José Joaquim de Almeida.— A corn- da Republica, dessa jo rnad a terrível mas de fallecer em 1 de F e v e ie iro de 1570, é por aquella cerca q ueb rad a. mi.ssão abaixo assignada. conside rando vencivel, hoje, que as bênçãos populares depois de tanto h o n ra r a sua p a i n a e ira— Não oiço ce rc a n e n h u m a a bradar. ge s em pr e, e tira, e tira c on forza. senti que esses serviços por s er em certos não cobrem as frontes desse s b ra vos, recebe mortalis ar o seu nome. o m p e re un laccetto; si svincola dalle Emlira seja lá como fôr o ca miu ho, em rbraccia Foi um a g ra n de alm a e ura gra ndo a r dev em esta r adstrictos as circumstancias o soldado de m in h a terra, nas acclama marito, si precipita dal leito e m en os de um qu arto de hora p re te n do ali- va sotto dei de mom en to ; con side rando mais qne na ções d e n e povo, o p en ho r de üm a g r a d e tista. dove p en d e la larapada che stava nhaval-o. E p a m in o n d a s. distribuição das verbas orç am enta ria s não cime nto profundo 1 spegoe rsi. Apre la m an o , si caccia — Não ha linha n e m vallo. Em m e n o s per se cogita da h y p o tb e s e ; co nsidera ndo con laltra i capelli che le ca d e v a n o sulla S. Paulo— 18— 10— 97. ta pum es prefiro cerca a vallo. mais que o codigo de posturas actual ca fronte e sulla faccia e g u a r d a : E ’ u n a — Prefere ser c a v a l l o ? . . .casp ite 1 você J oão B a p t i s t a d e S o u z a . lou-se sobre es ses e m o l u m e n to s — ó de medaglia ! la volta dalPaltro lato. q u a n d o discorre, d i s p a r a . . . =WT7>QQQOOn p ar ec er que, por ser justo o pedido, se tre m e n d o g ri d oe ch e ggió nella st an— Alto lá 1 . . . se eu digo— cor ro como za Un addicione ao ordenado do I o fiscal a q u a n e il la m buro sp aventato m e n t r e sc enhei de dizer— pára 1 tia de q u ar en ta mil réis mensa es , por ser deva dal leito in soccorso delia p o v er a — Adeus amigo 1 de funeção de vete rinário, promulgandomoglie che c r ed e v a irapazzita, la v ed e ca— Be m sei que ha Deus. se um a lei .que tenh a efieito retroactivo, Iniciando boje estas palestras s em an ae s d e r e slram azz one in terr a lasciandosi m o des de I o de Ja neiro j l o corre nlo a n n o . — com o leitor pelas co lu m n as da Cidade , rire fra le la bb ra le p a r o l e : Nasci e Eugênio Fonse ca, Francisco do Mesquita gen tilm en te cedidas, não rae proponho rauori! ^ Rarro> Adolpho Bauer, H e r m o g e n e s Bre- dar-lhe artigos doutri nários, n e m occun h a Ribeiro. par me de assum ptos graves : haja vista A lei de contrast e no justo limite em De dr. Virgilio de Aguiar, d. Anlonia o titulo supra, quo caliiu es po ntâ neo do — Rom dia, amigo. Então não s’ap eia ?... Alcuni afferm ano a v e re vefiulo, verso — Não, amigo, não gosto de sa p e a r : tudo é uecessaria. le 5 ore di mattina, u n a d o n n a co r re re per Fausta Pere ir a Jordã o e d. Maria Isabel bico da penna. E n em ta mpouco es pero de Citmpos. -A lt e n Jid os. en co ntr ar nesta simples causerie a o p u além d’isso, vou com p r e s s a . . . b a um bai Somos na colleclividade a alma da Pa la via che porta a Napoli, avvolta in uno ^ De d. Escholastica de Almeida, Antonio lência da linguage m dos mes tre s ou i so le, e mais outra circ um stanci a. Esta tu t n a . A neu tral id ad e, o despeito e o re scialle, con i capelli scarmigliati, a piedi não s a b e s . .. se n tim en to político, parece, tem feito nudi e ad alti g n d a ripete re: Manoel Pache co da Fo nseca e Jo aquim noridade das phr ase s dos vates. Oxalá consiga eu attingir o meu esc o — T:itú será Hlo 1 veio de lençào de mo in n u m e r o s adeptos. D evem se r banidos de E ’ l u i ! E ’ lui 1 E' mio figlio 1 Manoel da F onse ca .— Indeferidos. nosso mei o poli tico esses originários do D’allora piú nie n te si é di lei saputo, si Nada mais hav en do a tratar se, o d r . po :— em palestra amistosa e n tr e t e r o loi dizer lérias ? . . .este insulto p éd e páo. Pó de páo não s e n h o r 1 . . . te nh o os pés elem e n to cancr o q u e co rró e o coração da c r e d e v i l l i m a d ’un suicidio. p resid ente mandou e n c e r r a r a p re sen te tor de as s um p to s leves ! perfeitos de c a rn e e osso ; mas o u ç a . .. Pa tria, fazendo solfrer seus dilectos ti- II ta m buro maggiore cambió st r u m e n to . * acta que passa a ser app ro vada e as sig *# ihos e adoptivos. m orro de am or es pela b ra nca Amalia. Egli vive in Avellino m u n suo palazzo; nada. Eu João Flaquer J un io r , secretario, Antes, p oré m , de a re se n h a — Ah ! ah 1 ah ! Abrã Camalia ! não co Uma opposiçào am iga da situação cons á preso il n om e di Conte C. a esc re v i .— José H enrique de Sam paio, E u de p eq u ena s o cc u rr encocimase ç, a rexulta-me a gênio Fonseca, Adolpho Bauer, líermoac- alma republicaria ao ler as im ponen te s nheço. Que nom e est urdio ! Abrã Cama lituida, patriótica á ex e m plo do imraor lia 1 esta tua não é m á . .. tal G ambel a, aquelle q u e instigou seus nes Brenha Bibeiro, Adolpho Bavache. mani festações feitas na capital ao I o ba — E s t a t u a ! . . . que está fazendo 1 . . . tr a adeptos á sulíragarera no seio do partido Alie 8 di mattina io mi trovavo a bordo —r>C-OC talhão de policia, que lá se foi para os te com mais respeito essa deusa, essa opposto o eleito de sua patriótica cons- il vapore Colombo e me ne stavo appogcalidos sertões bahianos pelejar pela R e fada 1 . . . i iencia, se faz uec essaria. giato sulla r in g hi er a di ferro sul cassepublica. — D e v e r a s ! essa d eusa ó safada 1 . . . A Republica brazileira, essa pujante ro, con Focchio fissoal v e s u v i o c h e come E ’ ura p u n h a d o de bravos que, a r r o s nada atroz se podo dizer ác erca d’ella. cre a n ça de sete anno s, q u e pela ord em Como r ep re sen ta n te s da Academia de tando rail sacrifícios, m a r c h a n d o por fra — Cadella ! . . . v o c é hoje está disposto natural das cousas, tem sofirido ben éfi un vec chio gigante par assita m a n d a n d o 'Direito, fomos á cidade de Santos, na ma gosos caminhos, lutando peito a peito com a provocar-me. E ’ um an jo : mas d e que cas revulsões intestinas, qual o processo grossi sbutfi di fumo dalla sua vec ch ia pipa se la godeva sdraiato al sole e si n h ã de 25 do co rre nte, busca r os glorio inimigos terríveis e estimulados pelo fra aprVA c’a lla não n ftn rmaLaim serve s’ella m ao . da denti ção, impOe se agora e exige d a p a specchiava nelle ae q ue sulle quali u n a sas soldados do Io balalhã policial d e s casso de um a p ri m eira expedição, er g u eu — Po r certo ! . . .sella não m am a. Vocé evolução, ab st in ên cia de r eg im en miriade di b ar ch e tte vi co r re v a n o co m e te Estado, que voltavam de Canudos, bem alto o n om e paulista nessa s regiões tem idéas tão ex tr av agan tes ! . . . essas triotica desord en ad o, e se assim não fôr, te rem os se volassero. cheios de iriuraphos e revestidos do on da inda llammejara os feitos her oicos idéas, como as c o n c e b o . . . de direito um dorainio despotico d em o li mio pe nsiero era fisso alio sl r a n o mais santo enthusi as mo. do 2 de Julho. — Bravo ! então você co m e idéas cora crata, qu e ainda é for m a de g o vern o ; no racconto udito dal mio araico e n e facevo A cidade de Sanlos.bei çod os Andradas, Foi a glorificação da ban deira paulista sebo 1 bom p r o v e i t o . . . T em bem fraco en tan to q ue , collaborado já de mão s dadas i comm enti. tão ennobrec ida pelo patriotismo de seus n ess a s para ge ns b an h ada s pelo Vusa-Bar- gosto : o m eu é d i v e r g e n t e . . . á faremos gra nde, forte e invencível. A Povera Filo m en a 1 cuiuu m \m i La moíüe Banalidades ciyico solitico Je nui eleitor I batalhão de policia atam naigiore C idade‘de^Itii D e o la r a ç a o LOGOGRIPHO 19 Josino Carneiro Si meu n o m e é peq u e nin o Anlonio S ilaibe, arab e, declara a q uem 20 Luiz Antonio Mendes Sou maior que o m a r profundo, jossa in te re ss ar q ue nad a dev e aos srs. 21 João Baptisla F e rr e ir a Cardozo Ou que os contine ntes todos Nascife Elias Fadul e Irm ão, es tabele ci 22 Verginio de Pa dua Castanho Quer do novo ou velho mund o 3 , 1 0 , 1 , 6 dos em S. Paulo á rua 25 de Março n. 89, 23 Antonio de Freitas Pinho como poderá pro var cora do cu m en to s 24 Franci « o Antonio do Nascim en to Se n do eu feita p’ra medir 25 Franklin Bazilío de Vasconcellos que tem era seu poder. T enh o o nom e da med ida : Faz esta declaração para ev itar du v i 26 Luiz de F ran ça Camargo Tal se cha ma a quantida de e, se aquelles srs. julgarem -se seus 27 José de Paula Leite de Barros (dr.) Que em mim pode ser contida 11, 7, 4, 5, das cred poder ão a p r e s e n ta r suas con 28 Leobaldo Fo nse ca 8, 9 , 2 , 0 . tas oores, 29 João Baplista Galvão mais breve possivel. 30 João Fogaça de Souza Freitas E ’ na historia natural Ytú, 7 de O utu bro de 1897. 31 Luiz Manoel da Luz Cintra Que o conceito has de buscar, A n t o iv io S a l a i d e , 32 Jo sé Elias Corrôa Pa ch eco E na classe dos insectos, 33 Manoel de Barros Castanho Que tu podes rae encontrar. 34 Antonio de Almeida Sampaio Moraes. 35 Joaq uim Janu a ri o de Quadros CIIARADAS 30 José H e n ri q ue de Sa mp aio (dr.) Intim a<;uo d© p r o t e s t o 37 Francisco A ntu nes de Almeida Sou in str u m ento que a p e r t a —2 O Doutor Antonio Alvares V ellosode Cas 38 Jo sé Galvão d e Almeida Aillijo, conslranjo e ma t o —2 tro, Juiz de Direito nest a Comarca de Ando por den tr o da bota INDAIATUBA Ytú, etc. E por fóra do sapato. 39 Lafayete Arru sab e r aos que o p re s e n te edital 40 Tristão Lopes dade Campos (M. J. M.) de Faço Farias intimação de protesto virem e a cujo 41 José Bento da Silva Moraes. co n he cim e nto inte re ss ar q u e p o r parte Augusto Oliveira Camargo de Souza, A ranh a & Companh ia me foi 42 OUTRAS CHARADAS 43 José Ba lduíno do Amaral Gurgel dirigida a petição do th eor s e g u i n t e : II Aqui a emba rc aç ão faz-se na cabeça 1-2 44 Ignacio Pa ula Leite de Barros Em defeza está no co uvento uma tor lustrissirao S e n h o r Doutor Juiz de Di 45 José Tan clér reito da Com arca de Ytú. Dizem Souza, m e n t a — 1—2 CABREUVA A favor u nota ap erta o qu e não é sa A ranh a e C ompanh ia , negociantes esta belecidos era Santos e nesta r e p r e s e n t a 46 Franc isco Fornari g ra do — 1— 1—1 Anda no ponto cu lm in an te a f r u c t a l — < dos por seu bastante pro c u ra d o r e ad vo 47 Ignacio Moraes Navarro c f a u e lo r é o valente artista professor Faz par te da pri m a o primeiro po r ex- gado abaixo assignado, que, le ndo ini 48 Anlonio Silveira Camargo ciado n est a Comarca um a acção o r d i n á E para que ch e gu e ao co n h e cim e nto de Blackman, cuja fama como scenograplio o cellencia 1— 1 precede pelos seus trabalhos scenograMastiguei e enguli de baixo dos pés o ria par a co b rar á Anlonio Carlos de Vas- todos marideí la vr ar o p r e s e n te edital q ue cuncellos o que este lhes deve em conta si rá publicado pela im p r e n s a local e aííiphicos ex ecutados no theatro Po lyt heama pru rido— 2 — 1 do Rio de Jan eiro, no Guarany de Santos, Contém 100 o obâtaculo d ’este insec co rre nte, é o p re sente para r e q u e r e r xado no lugar do costume. V. Exa. que, se nd o esta ju n ta aos autos S. José, Polyth ea ma e Apollo de S. Paulo. to—2 —2 A todos e a cada um de per si,bem como Conven cem o nos que os reclamos feitos Esta lettru unida á um peixe produz da referida acção, m a n d e toma r por te rmo aos inte ressados em geral se convida para pelos seus trabalhos da vista de Santos e um a m p h í b i o —1 —2 o piotesto, que os supplicante* fazem j com p a re c e r e m no referido dia e hora na de S. Paulo, não exaggerara o s m e n l o s r e contra q ua lq u e r alienação q ue o suppli- j sa|a qa Ca m ara Municipal dest a cidade, Jacaré-m irim cado v en h a o utorgar de1 seus bens, situa 1 não só no referido dia, como em Iodos os lativos do artista Bla ckm an. dos n est e municí pio ou no de Cabreuva, mais em q u a n to d u ra r os trabalhos do jur y. LOGOGRIPH O E s c o la p r o v i s o r i a . — Foi c on sid e ra ou contra qu a lq u e r onus q ue ven ha se Dado e passado nesta cidade de Ytú, aos Ao logogriphista Moraes da provisoria a escola n octurna da villa constituir sobre os alludidos bens, ccmo 22 de O utubro de 1897.— Eu SalurniQO do Salto de Ytú. Vomita fogo e lava actos pcaticados em fraude da execução Pilar, escrivão do jury, o escre vi. T e n ta ti v a d e s u ic íd io . — A preta O Elua e lodo vulcão, qu e tem de ser movida contr a o suppliO juiz de direito Maria, q ue vivia am a n c e ba d a com o in T a m b e m e x p e ll ee sta pedr a cado, se ndo o protesto afllxado por edi A nlonio A lvares Velloso de C astro. Quando ba eru pção. 7, 8, 1, 11, 3, 10, 5. dividuo Jo rge P r estes, da m e s m a cor, t e s t a do D ivino E sp irito Santo. laes nos logares do co st um e e publicado -Reaiisa-se hoje a f _sta do Divino Es- cançada talvez de viver neste mu nd o, re Po r d e g e n e ra r em orgia, ua im prensa d est a cidade, depois de A v iso irito Santo, tendo an tes co m e ça da por solveu a pro c u ra r um descanço eterno Prohibida foi pelos vivos, feita a co m p ete n te intimação ao pr otes no fundo d’um poço p e r te n c e n te á uma A reteiçào feita em commura. m se pt enario na nossa matriz. tado po r mei o de man dado , cuja expedi Não desejando ad q uir ir inimigos g r a A’s 11 horas da m a n h ã h ave rá missa casa da rua de Sorocaba. ção se rá ta m b e m autorisada, P . p . defe tuitos faço o p re s e n te aviso, que lendo xntada, pre gan d o ao E v an gelho c elo Depois de se ac h ar no fundo do precipi Dos Chrislãos primitivos. 2, 6, 1 2 , 9 , 4. rimento. E. R. Mercô. Ytú, set e de Ou de p ro c eder a cob rança judicial de multas uente o ra d or sagrado arcediagj^á». Fran- cio, a r re p an dendo -se ho rro rrisada do gene Vamos lá, m eu Moraes tubro de 1897. O advogado José Pere ir a de jurados, faço sciente que até sabbaisco de P a u l a R o d r j ^ r í f ^ e n d l r i i i g s r ro de morte q u e an tes pre med itara para D es cu bra o que este e n c e r ra : de Queiroz. (Estava d ev id a m ente sella- do, 7 do ç orre nte , espero vir em fazer da). pós a miss«Lã distribuição de roscas em pô r te rmo aos seus dias, com todas as for E uma arte do c o nh e cer esses paga men tos, e desse dia era diante p^-dOTBsieiro ; ás 5 1 /2 da tarde saiii- ças dos pulmões com eço u a bra dar por Lettras antigas na te rra. Na m e s m a petição dei o des pa ch o se farei a exe cu çã o per an te o sr. juiz de paz. | a procissão q u e p er co r re rá as ruas do soccorío. gu in te : Tome-se o protesto e fuça se a Ytú, 31 de Outubro de 1897. M arimbondo. íu u m a ç à o req uerida. Ytú, 7 do Outubro arm o, Pa lm a e D ire ita v oçcupan do a triAcudindo diver sas pessoas ao local, en João Flaquer Ju nior. de 97. Nada mais se co nti nh a em dita una sagrada ao recolhe r se a procissão tre ellas a digua auctoridade policial, rvmo. Conego Manoel Vicente da Silva. co nse g uir a m retirar Maria, q u e ap en as petição e despacho, depois do q ue a c h a F i n a lis a r á a festa cora a benção do SS. sotlreu ligeiras escoriações. va se o te rmo de protesto do theor se SONETO a c ra m e n to e sorteio de novos festeiros. g u in te : T e r m o de protesto. Aos sete dias Q u e f e r a —-Era S. Paulo, o indivíduo do m ez de O utu bro de mil oitoceutos e S ' s p e c t a c u l o d r a m a l i c o . — Deve re- Genaro Amorozo, de nacionalidade italia Seis h o r a s . . . c o m certeza na janella no ven ta o sete, nest a cidade de Ytú, em Recostada, contando impacient e isar.se a m a n h ã no theatro S. Domingos na, deflorou suas duas m e u cartorio, c o m pa re ceu o advogado l ü u u o s q u e passam lentament e. ia:s u m a recita do gru po draraatico par- de no m e CaUifrfljtt r i r l T í m n o s e PhiloVende-se u m a nesta cidade, com boas Me e s p e r a 7 e ^ â ^ J J 4 i J « j e i g a d o n z e l l a ; Doutor Jo sé P ere ir a de Queiroz, e por cu la r João Caetano, subindo a sce n a o elle me foi dito q u e em no m e dos seus commodidades par a farailia e para negoen a, de 11 an nos. lagnifico d r a m a era 6 actoi, fiíndes constituintes S o u z a . . At^ia lu - ^ fc. íèr~pocTe ~~íírTgir-se ao Bul, Pedro. A esposa de G enaro, n ’um irapeto de Sus 1 en v e rg o meu frak e u a l a f Enlio um a camélia alvi-nitento, sr. Saturn ino Pilar, q ue dar á as informa Ti lua, protestava c on tr a q ualq u e r al iena indignação, dirigio-?fi ao dr. 2° delegado 9 ^ í * ^ ! ^ d e ca m aro te s achão se á ção que Antonio Carlos de Vasconcellos ções precisas. en u n cio u o occorrido, chegan do então Cavalgo o pince nez, tomo co nte nte pffiH raTW Srmacia do m aj o r José Maria ae dpedir-lhe Ytú, 25 de O utubro de 1897. que não tivesse comraisera- A bengala, um c h a ru to . .A ’ m in h a bella ven ha outorgar de seus bens situados Ives. nest e municipio ou de Cabreuva, de ou l li t a «la C o s t a ção, q u e m andass e m a t a r o m o nst ro de U ma orc bes tr a, h ab il m en te regida pelo Ca minho..rae approxirao.. A ima gem sua tro qu alq ue r onus q ue v enha se consti aestro João Flaq u er J u n i o r e composta seu infame marido. Já vejo ..C he go em f re n t e ..E sp e ra n ç o sa 0 m iserá vel acha-se recolhido á cadéa Minha al ma era m a r de flores já fluetúa.. tuir so bre os alludidos ben s, como actos 3 diversos a m a d o re s, a b ril h an tará o espraticados em fraude da exe cu çã o que publica. íctaculo. tem de sèr movida aquelle supplicado, t u P o r e m ai 1-por delraz da linda rosa, C o n c u r s o . — Devia ter-se realisado l í s c o l a d o T a b o ã o . — Aclia-se a b e r do na forma da petição sua retro que íica O abaixo ass ignado q u e r e n d o dispor de Como espinho, ap ontando par a a rua e íu ncc ionan do á rua de Santa Cruz ho ntem nest a cidade o co ncurs o para O Pai mostra u m a c a n n a íurioza 1 lazendo parte integral deste termo. Assim u m a cha cara muito próxima desta cidade, 63, a escola d o T a b o ã o , regida pelo in p r e b e n c h i m e n to de div er sa s escolas va disse, e dou f é ; lavrei este te rmo em que d em o n str a as vantagpns que a m e s m a offeliigente professor sr. Joaq ui m Dias gas nest e mu nicípio. ass igno com as te ste m u n h a s abaixo. Eu rece : cora 80 alqee:res de te rr en o , s e n 3rraz. C o m p a n h ia U nifto S o r o c a b a n a e Um m es tre se rralhei ro sentio-se doen Joaquim Vaz Guimarães , escrivão, o es do parte livre de geada, mad eiras de lei, bem como guaratã s, perobas e muita matta A l i n a n a c h L i C t e r a r i o e C o m n i e r - Y tu a n a . — P o r des pach o de 25 odr. te do eslomago e mandou ch a m a r um m e crevi. José P e re ira de Queiroz, Tristão para lenlieiro, 20 al queires de pasto c e r secretario da Agricultura resolveu de Grellet, Beuedicto Dauiusio Leite. Nada dico. ial d e Y t ú . — Ch amam os a altenção a vallo, 5 mil pés de café novos, >s nossos leitores para um an n u n cio que ferir o pedido da Companhia União S o r o E m q uanto o medico não vinha, foi-se mais se continh a em dita petição, despa cado roça de 2 al queires de milho, um algodoal ___________ ^ ____ cabana e Ytuana, p ra su ppre ss ão da cho e te rm o de protesto acima transcriz na secção c o m p e te n te desta folha o o m es tr e a um postigo que da saleta dá de 2 alqueires, um a quar ta de te rr en o plos, era virtude do que foi intimado pes tação de Araquá, deb !\ o , uoré m, das para a oíTicina e gVitou ao aprendiz . José Augusto da Silva. mandioca, boa casa de morada, casas O sr. Silva p re te n de publicar um alma guintes c o n d i ç o ^ • I a c o n t i n u a r a a tra c a -Olá, rapaz! Vê se andas por ahi a s oal men te o supplicado Antonio Carlos c com para colonos, 22 bois, 2 carros, porcos, tcli co nte ndo indicações uteis, um a par- ção dos vapores da carr ei ra para e m b a r m a n d r i a r ; vae limar aqucllas fecha duras, Vasconcellos. E para q u e ch e gu e a no ti ca rne iros, e um a boa agua qu e passa na qu e e d e se m b a r q u e de passageiros e m e r cia ao coiititícinidíiio de todos os in tere s lilteraria e recreativa, secção de an anda. ch a cara tendo uma q u ed a de agua meios, horá rio da est ra da de ferro etc. cadorias ; 2a s er em mantidos os preços — A lima não pre sta, m es tre, não c o r sados, man dei passar o pre se nte edital e dita com 15 palmos de altura o o mais q u e se ouiros de igual theor que serão affixados actuae s de. transport es de ou p.tra Araquá ; c . co nta ndo por isso com a coadjuvata nada . e n u n c ia r á a vista do pre te n d e n te . Para nos logares públicos e publicados pela im 3a p ro c eder-se a cob rança das passagens 0 de todos desta cidade. — A panh as- m e doente, m a r o t o . . .C a r o tratar cora o pro pr ietá ri o Luiz FeE* uma ideia digna de louvores, po r se r de Araquá para ouiros pontos a bordo dos rega- lhe com forç » e verás se limas ou prensa . Dado e passado nesta cidade de ver Ytu, aos 18 de O utubro de 1897. Eu Joa lix d e Oliveira e para in form ações com o incontestável utilidade para todos, vapores e das taxas de mercadorias r ece não. quim Vaz Guimarães , escrivão o escrevi. sr. H er m an o Engler, era Ytú, à rua do bidas ness e ponto ta m bem a bordo ou na le muito e n g r a n d e c e r á Ytú. N’isto en tr a o medico. estação de destino ; 4a providenciar a A ntonio A lvares Velloso de Castro Com me rcio 123. •—Então q ue temos ? « M u n i c í p i o d e J u n d i a l i y » . — Com- Companhi a, antes de- to rn ar eüe ctiva a ptou no dia 24 do c o r re n te o seu pri suppre ssão, afim de q u e por meio da r e O m es tre queixa-se : o medico ausculO dr. Anlonio Alvares Velloso de Castro, p i r o a n n o de gloriosa e bri lhan te exis- forma do editicio ex iste nte ou construc- la-o e te r m in a dizendo : — Isso não é n a d a . . .H ade toma r uma juiz de direito desta cidade de Ytú etc. 1 da, o nosso distincto collega M unici- çào de se » arm az ém possam licar abrigaFaço sa ber aos que o p re s e n te edital ) de Jundiahy, batalhador inca n^ivel -I*' i- o nhrrias a tr ansp ort ar ou a en limonada de citrato de m a g n é s i a . . . Nisto eclióa na saleta a voz do ap rendiz : virem, q u e tendo designado o dia 11 de e muito tem pugnado para o e n g r a m h O A D V O G AD O 1 » »»»■»»• >••;» *rri o irt * IVi'' -Náu Iam) nada, m e s tre 1 N o ve m bro pi oximo futuro, ás dez horas nento e pro gresso da cidade 'e pi í . : • f: np .nh a • v rã O ii lico, q u e era um tanto nervoso, m an h ã , para p ro ced er -se a 4.a sessão na o nome. - chave iln armaz<*rr 3 o julg ando uaquollas p a h v r a s um comoavi- da do jury desta com arca, que trabalhará em Ao seu re lactor-chefe, nos<o amigo n o» n -ig n a‘. n o dn Araquá par i iip «»d oen te não tomasse a limo dias conse cutivos ; e, lendo procedido ao t nte João Augusto de Godoy, envia om* , . j i a - , « vilando »«• «!• Sla fórma so abriu o seu escriptorio de advo nada, carregou o s o b re ce nho e saliiu-se sorteio dos 48 ju r ad o s que tem de se rvir is nossas sinceras felicitações, de^ejan lic.iiein **xp >'tas ás in te m p erie s as m er om esta cacia nesta cidade, á rua D. Ale : na referida sessão, de confo rmidad e com ao M unicipio muitos ann os de prospe ca l ir.as a n u - p o r t a r ou a entr eg ar. xandr ina n. 9, onde será en con — Quem tem médicos de casa não os o disposto no art. 47 do dec. n. 123 de : feliz existencia. trado todos os dias uteis das 10 m an da e n a m a r fóra. Passe muito bem. 10 de Nove mbro de 1892 foráo sorteados horas da manhã ás 3 da tarde. f u r y . — Foi designado o dia 11 do mez E, deixando o serral h ei ro de boecu os cidadãos seg uintes : Inc umbe-se de todos os negoi douro para pro ceder-se a 4a sessão do aberta, sahio como um dam nado. cios forenses—crimes, eiveis e 1 Luiz Macedo y dest a comarca, te ndo ja havido o commorciaes e attende a ch a m a -------—'«hi» «■ » ãf m liaw 2 João Toledo Lára peclivo sorteio. dos para qualquer ponto do E s 3 João de Mesquita Barros tado. i > u e l l » . — E m virtude d ’um incidente 4 Franc isco Augusto Kiehl >■ id o no dia 27, na sessão da cam ar a 5 Anlonio de Camargo Couto d e p u ta d o s ,n a capital federal, e n tr e os A v i s o O o m .u o r*o ial G Francisco Victor Arru da Castanho . Coelho Lisboa e Seabra, inci dente 7 Fr anc isco Monteiro Almeida Garrei L iq u id a ç ã o 0 q ue d e te rm i n o u a su spensã o da ses 8 J o aq uim de Toledo Prado , o prime iro desse s dep uta do s m and ou Peço a todos os freguezes ijue ainda 9 José Maria Alves Mel de ab e lh a , g a r r a f a . #200 üiar ao se gu nd o par a ura duello. não saldaram as suas contas, o favor de 10 J e s ui n o Fr anc isco Martins de Mello Decifrações do n u m e r o possado : Dito su p e rio r, k ílo . . . $400 is te ste m u n h as envia das pelo deputado Logogripho de Jac ar é mirim : Neuras- o fazerem o mais breve possivel ; e com- 11 Adolpho Magalhães V e la s d e c e r a p u r a , b r a n cas mu nico mais u m a vez. para qu e nin gu ém 12 Octaviano P e re ir a Mendes (dr.) illio Lisboa foram os srs. Mendes Pí thenia. Vende-se n a r u a d as Flores n. 9 alleguo ignorancia, q u e as vendas do meu n t e l e J o s ó P ere gri no, t a m b e m depu13 Luiz de Almeida Pra do De J u k : A za de morcego. esta belecim en to commerc ial só serão fei 14 Alfredo Camargo Fonse ca ns. De Fa n dang uassú : Á lvaro. tas a D in h e ir o i\ v is ta , 15 João Baptista Leme 1 sr. S e ab r a dec laro u não acceilar o De Moraes : H ospitalidade. Ytú, 10 de Outubro de 1887. IO José Galvão de Almeida Ju nior Charadas de Moraes : C anario , A ta ir, atio, allegando que o duello é recu rso 17 Leopoldo Macedo Dialogo, G uilhotina, E nxovia e herm oge ellidopelos nossos co st um es . J o a q u im V ict o iiin o d e T o l e d o . Sem rival u í s preços, no a rm a z é m 18 Evaristo Galvão de Almeida nes B renha Ribeiro. e a moda p e g a . . . do F 1 U M U N U S IL IO . Jar ec ch i r in to cch id i ca m p a n a v en n e ro ^istorgliermi di quella specie di ftssane e pre occupazione m en tal e. II r u m o r e delia mac ch in a a u m e n ta , i irinai corrono da prua a poppa, si sente a r e Tancora, cr es ce la coníusi on e fra asseggieri, si tirano su le scale e s’ode c e m o v o c i i l g r i d o ; si parle, si par te I Tuiie le bar eh e tt e clie giravano attorno vapore piene di gen te clie er an o venuad a c o m p ag nare i parenti o araici clie rtivano,comiciano ad a l l o n t a n a r s i ; una la re sta vicino pare clie non si sieuo corti la ge nte che vi stanno dentro clie vapore di già cararainava. AlTimpiedi ivi sta n n o d ue su ore clie n le teste e le braccia in su tengono lie mani un sacchetto di tela bia n c a ; e viene a ca der e u na pioggia, di soldi e d ’aU’alto i passeggieri gettano quasi cendo a gara. I n c e r t i m o m enti si risveglla nelTa nimo do ver e delia caritá e delia religione. A n ch ‘io pensa i gettare il mio obolo: i due soldi. Alia mia m o ss a di raettere mani in tasca la m on ac a avvicina il cchetto,la mia raoneta va in mare, cauclie la ba rca si m u ov ea molto aggitadalle ac q ue m o ss e dalTelica dei vaire. Clie occhioni neri á quella monac a, che ppelli solto quel largo cappellacio di glia! Piglio, di tasca u n ’altro due sole lo g e t t ó ; qu es ta volta va d en tr o il cco. La mon ac a so rrid e ; mi n c o r d a i íel riso, quei capelli, quegli occhi ed volontariam en te g r i d a i : Filoraena! II vapore co rre va e la s u ora stando dmpre ritta sal la barca mi sal utava con f mano. | Era lei; la m og li e d el ta m b uro m agg io re! B lackman . C a m a r a M u n ic ip a l .— Real is0u -se no dia 25 a 9a sessão o rdm a ri a dess a edilidad e e devia ter-se realisado hontera um a ex traordinar ia. A m o le c a g e m .— Chamamos a at ten ção da muito digna au ctoridade policial desta para uma tu r m a de m e n o res vadios que se r e u n e d ia ria m ente na nossa estação ferrea, lazendo algazarra, jogando d e s e n fr ea d a m en te o tal jogo de vinte m. Na rua da Quitanda vé-se diariamente , na esquina do arm az ém do sr. José Mon teiro, diversos mo lequ es, os qu ae s bem taludos, div ertindo-se no innocente jogo. Se ri a co n v e n i en te q u e a digna auctoridade désse u m a pequ e na licçào aos taos, que lhes servisse de proveito. « O F r a n c a n o ». — R ece bem os pela primeira vez a visita deste bem redigido collega publicado na cidade da bra nca , se m an ar io dedicado á defeza dos in te re s ses locaes. Gratos. O n o v o p a n n o d o t h e a t r o . — Neste ultimo espectáculo realisado pelo grupo João Caetano, foi inaugurado o panuo re ura trabalho muito ad mi rado pelo publico, tanto no gosto artislico como na precisão de d e se n h o e effeito scenograc id a d e , EJJITAES c l a m e , /•Oi M o s a ic o A ir a iih n n u I A n . r , . m . /% .i _____ __ . . . _ . . _. r A N N U N C IO S . Casa á venda Chacara em negocio S. Dr Octaviano dc águirra Camargo SECÇÃO LlVltiü Aviso 1'liosplioros n. 2 Cs<2sicle de It i ALMANACH í ioniniercial k jlu’ Anno de 898 para o Orgaaisadü por José Augusto da Silva F a ç o p u b lic o q u e , d o d ia 2 2 d o c o r r e n t e em d ia n t e , c o r r e r ã o o s t r e n s d e P a s s a g e i r o s d a l i n h a Yt e m c o m m u n ic a ç ã o co m o s t r e n s d a s l i n h a s S o r o c u b a n u e I n g le z a , n o s d i a s u t e i s e f e r ia d o s , c o n ta r » se g u in te : No intuito de publicar um Almanach co n te nd o indicaçOes utei 9, u m a pi litteraria e recrea tiva, u m a secçào de an nu ncios, horário e preços de passag ens a Entrada de Fe rro etc., esp ero co nta r com a coadjuvação de lodos os co nte rr ân e os assim como do Commerc io em geral co nc o rr en d o com a n n u n c i o s de seus es t a b e le cimen tos. ‘ .. ESTAÇÕES Desejando a todo 0 custo dar ura Almanach digno de ser lido por todos, convido collaboração que aos am a n te s da boa litteratur a a c o n c o rr e r e m cora sua q ue muito atTCMilo coro i agradecerei. i l l u s t r a r á a primeira parle do Almanach a biographia de um sym pat hico peisoMay rink............... nag em , já fallecido, com a photo graphia do m es m o. M o r e ir a s ............. Dona Catbarina A todas as pessoas estabelecidas, seja qual fòr 0 seu ramo de negocio, peço m a n P i r a p e t i n g u y . . . dar indicar seus nomes , títulos dos est ab el eci m en to s, e ruas afim de poder dar uma Ytú ............................. secção completa de indicações. S a l t o ..................... Itaicy..................... In d a ia lu b a.......... Monte M ó r -----1 p a g in a I O 3O O O | 1 / 3 p a g i n a . . . . O flO O O C a p i v a r y ............. Villa R a íT ard .. . Cada a m iu n c ía n le terá d ireito a u m e x e m p la r M u m b u c a .......... Rio das Pedra s. Piracica ba........... Desde já acceilam -se assig n a tu ra s p a ra 0 m esm o C have.................... Costa P i n t o -----P a r a i z o ............... X a r q u e a d a .......... \ tO T A .—P a r a in f o r m a ç õ e s p ó d e m « lirig ir -s e a t y p o g r a p liia d o « A p o s - S. P e d r o ............. P reços dos an n u n cios: P r e c o .... 2^000 to la d o » , r u a d o T h e a tr o . HORÁRIO P a ra cim a CHEGA PARTE CHEGA PARTK — 9.10 9.35 10.8 M 8.50 9.12 9.39 10 10 10.40 10.51 11.9 l L . i l 11.44 12.0 12.12 12.20 1.4 1.2 1.42 1.55 2.17 2.49 3.23 4.5 4.24 5.11 1 5.36 0.45 1.47 1.57 2.19 2.51 3.45 4.6 4.29 5.16 5.41 — — 5.52 6.18 0.53 7.25 Pa ra baixo ESTAÇÕES I CHEGA PARTE CHEGA j PA Í T — 5.30 S. Pedro .............................................. 5.54 Xarqu ead a ......................................... í 6.0 0.23 P a r a i z o ............................................ 0.25 7.12 0.55 Costa P i n t o ................................. — C h a v e ..................................................... 7.35 Piracica ba.......... ................................. 7.56 Rio das P e d ra s................................. 8.45 M u m b u c a ............................................ 9.17 Villa Raffard...................................... 9.39 9.48 Monte M ó r ......................................... 10.33 I n d a i a t u b a ......................................... 11.17 Ita ic y ...................................................... 11.30 S a l t o ...................................................... 12.19 Ytú...................................... ................ 12.3f.wd P i r a pe ti ng uy...................................... 2.0 Dona C a t b a r i n a ............................... 2 .3 3 M o r e i r a s ............... ......................... 3,1 M a y r i n k . . ............................................ 3.2 5 1 M 5.0 0 .5 0.30 7.17 7.36 8.1 5 8.47 9.19 9.40 9.55 10.35 11.19 11.45 12 . ?i 1.30' 2J2 1 2.3/ 3.3 — \| 1 | — 5.45 0.1 7 6.40 7.10 O, 3.S 3.4 “ Entre Jundiahy e Ytú Jundiahy.... I t u p e v a ........... Monte Serra t Quilombo__ It a ic y ............... DO ^ M 9.50 10.35 10.37 10.45 10.47 11.1 11.3 11.18 ---- • I ta ic y .................................... Q u i l o m b o .......................... Monte S e r r a t ................ ............... 12.20 I t u p e v a ............................ J u n d i a h y .......................... ................- i - f l q M 11.50 12.7 12.23 12.33 \— C o n t i n u a r ã o c m \v ig o r o s a c t u a c s h o r á r i o s d o s t r e n s d a s 4 e 3 0 d e Y tú e 6 e r> tl* J 1 n d íi S e g u n d a s e Q u i n t a s - f e i r a s , b e m c o m o o «Io t r e m m ix to e n t r e P i r a c ic a b a e J o ã o A l f r e d d E l ’ F ic ã o s u s p e n s o s o s t r e n s m i x t o s d a s 7 h o r a s d e Y tú e 1 . 3 0 d e J u n d i a l i v e m c c n s e c ju e u e u t d ficaçâo d a b ito la . S o ro c a b a , 1 5 de O u tu b ro d e 1 8 0 7 . O . O E T T E R E H , Si perinteDOeüte, O a b a ix o .a s s ig n a d o . e n c a r r e g a d o p elo f e 9 le ir o o s r . P e d r o d e P a u l a L e i te d e B a r r o s , d e p r o m o v e r a fe s ta d o D iv in o E s p i r i t o S a n to , t e m a h o n r a d e p a r t i c i p a r a o r e s p e i tá v e l p u b lic o q u e a m e s m a t e r á lo g a r , com to d a a s o lc m n id a d e , n o d ia 8 0 e 3 I d o c o r r e n t e , c o n s tan d o do se g u in te p ro g ram m a : A ’s 7 h o r a s d a m a n h ã n o c o n v e n to d<» C a r m o h a v e r á a d i s t r i b u i ç ã o d e c a r n e a o s p o b r e s ; a o m e io «lia p a r t id a d a e s ta ç ã o d o s c a r r o s d e le n h a , q u e s e r ã o a c o m p a n h a d o s d e m u s ic a e f o g u e t e s ; ais 2 h o r a s d a t a r d e s e r ã o d i s t r i b u í d a s e s m o la s a o s p o b r e s q u e s e a p r e s e n t a r e m n a c a s a «Io f e s te iro , a r u a d a P a lm a n. 3 2 ; á s tt I101 a s d a n o u t e r e t r e t a p i a b a n d a m u s ic a l 1 3 d e M a rro . RI A lv o r a d a á s 5 h o r a s d a m a d r u g a d a ; s o le m n e m is s a c a n t a d a á s 1 1 h o r a s d a m a n h ã n a M a triz , co m s e r m ã o a o E v a n g e lh o p elo d is t i n e to e a p r e c i a d i s s i m o p r e g a d o r a r c c d i a g o d r. F r a n c is c o d e P a u l a R m l r ig u e s ; m u s ic a á gi*ande o r c h c s t r a , o n d e t o m a r ã o p a r t e o s m e lh o r e s p r o f e s s o r e s d e s t a c i d a d e © a l g u n s do fó ra ; d e p o is d a m is s a d i s t r i b u i ç ã o d e r o s c a s e m c a s a d o f e s t e i r o ; á s 5 1 /2 h o r a s d a t a r d e p r o c i s s ã o d o B IV IX O , q u e p e r c o r r e r á a s r u a s d o C a rm o , P a lm a © D i r e i ta ; á e n t r a d a d a p r o c i s s ã o o c c u p a r á a t r i b u n a s a g r a d a o rv m o . s r . c o n c g o M a n o e l V ic e n te d a S ilv a , lin a liz a n d o a f e s ta co m a b e n ç ã o d o S a n t í s s i m o S a c r a m e n to e s o r te io d o s n o v o s fe s te iro s . Y tú , 2 8 d e O u t u b r o d e 1 8 9 7 . Y O encaiTeqado Franklin Basilio de Vasccacellos. 6 Pechinchas Escriplorio de Advocacia O d r . S I L V A P O R T O te m o s e u Ven de se um piano de m e z a — Pedro Bevilaqua n m violão com caixa, uma © s c rip to r io d e a d v o c a c ia á r u a d e cithara e met hod o, um a esp ing ard a fogo S a n t a R ita 1 1 . 4 6 . central com os per ten ces , e u m a fulm i nante troxada de aço, tudo a p re ço fim de seculo, ã rua do Commerc io 123, cora Na r u a de Soroca ba, ch a cara Sí T em no a r m a z é m do H. Engler, para ver, a c h a r barato e com* Cruz da Boa Vista n. 14, propriedadi F R A N K L I N B A S I L I O prar. abaixo assignado, vende-se est e afarr leite ; garrafas 300 réis, meias garraf 200 réis e um copo 200 réis, esp e ra ..títíiAiAn, ') <7 J. S qu e 0 respeit ável publico, utilisand v ia de 1 iv/; 1' i C do aprazível e hygienico passeio, dij d e J u n h o d e 1895 . A: testo <. e te nd o feito uso cm se co n c e d e r sua valiosa protecção ao I m in h a clinica d o n '.sdico } l e p a r . d o de n o m in a d o conhecido. u E m u ls ã o d e Scott ’ c jó S As. : eoit < I - c .'.e, ch in .D ;s em N e w Y ork s c n r . re « btivv opti. os 1 .ultados t:r. A u g u s t o R o d r i g u e s d a S ilv a to d o s os casos d e frisqurza produ.A .1 ] Auj mole stiis d o apparelho respiratoAo, * u ca usa :a p o r n o U s A a s longas cu jas co nvalescenças sào dem orad as. K d e prodigioso ( ffeito na athrep sia d as creanças. O In s pc c to r de Hygieno, 1) r . làurH R \s io C u n h a . DE A s palavras d’estc illustrado fa Kerozene Palace cultativo sSio a repercu lição f d das opiniões expressas pelos mé dicos mais proeminentes do mundo inteiro. E m todos os casos de debilidade, emaciação ou emagre cimento, seja qual fôr a causa, 6 reconhecido que o oleo de fígado de bacalhau unido aos hypophosphitos de cal e soda preparado J ) r . TZirphraslo Cunha, :omo o appresenta a Florlanopoli», Sta. C alh., Drazil. m C ARM AZÉM rco > 0 ü LLJ Scott & Bowne, Chimicos, New York* Por atacado DE A u g u s to G u s m ã o Aviso aos f r e g u e z e s q u e estou rece b do um g ra n d e so rti m ento dos ge n e abaixo: Arroz Japão, Carolina, ass ucar de to as qualidades, cimento, cal de Soroca em saccas g ra n d es, farinha de trigo, hão. ker oze ne , sa le x tr a n g e ir o e nacioi alíafa, bacalhau, p ho sp h o ro s legitim a r a m e farpado e muito s outros arti q u e será difOcilimo men c io n ar. m co =JEmtllsão de Scott H tem igual. D ’ahi os maravilhosos effeitos d’esta prepa/ râÇãGuPa cura de Tuberculose, Escrophulas, Anemia, Rachi1 1 tisino/Bt^Oc^ ^ e» Tosse e Constipações, &c. É excellente para irritações na garganta e pulmões. Cura a Phthysica. Á venda em “ 3 Pharm acias, ExIJa-se a legitim a. Recusem Imitações. JUJÜ 0 0 H Telhas muito hoas 3 100$000 0milhei G a r a m o a qualidade dos g en e ro s e 1 n i n g u é m vend e rá mais barato. A s v e n d a s s ó a D i n h e i r o a v i» 51—RUA DIREITA—51 Augusto Gusmão lg ^ Í tà f § à g Í jjM Í mm CASA FUNDADA EM 1883 §ãm o final de todos os generos e arti_os existentes no GRANDE ARMAZÉM do Coimbra.  50 CONTQS « I I Só não sahirá com mercadorias quem não entrar com dinheiro, não precisar dellas, não tiver credito ou então só se fôr muito cara dura. Quando, por acaso, o freguez procure um artigo e que não encontre, sahirá com outro, em vista da variedade d’elles e dos preços. 5 0 contos deSortimento parecendo ser nada, porém para Seccos, Molhados, Louças, Ferra gens, Miudezas, Tinta, etc. é alguma couza. awjnmmvmt % mm — , sy p .. • *0 [ • . iii Av cAj✓7\«A. EM FRENTE 0 FOTNRO JABBiM Y t! 'iii