Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera | Rua São Leopoldo, 425 - Bairro Primavera-CEP 93950-000 – Dois Irmãos – RS Fone:(51) 3564 1277 Ramal 243 Dec. de Criação e Denominação n° 14/92-13.03.92 Parecer de Autorização de Funcionamento n° 992/92 de 20.10.92 Decreto de Designação n° 012/99 – 19.02.99 – 6° Série – Par. N° 63/96 – 09.01.96 7° e 8° Séries – Parecer CEED 284/2000 de 15.03.2000 [email protected] “A nossa vitória é a certeza de termos acrescentado algo na vida de alguém... PROPOSTA PEDAGÓGICA 2008 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E DESPORTO 2ª COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO – CRE ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL PRIMAVERA Rua São Leopoldo, 425 – Bairro Primavera CEP: 93950-000 – Dois Irmãos – RS Fone 51 3564 1277 Ramal 243 2008 GRAU DE ENSINO: ENSINO FUNDAMENTAL PORTARIA DE CRIAÇÃO E DENOMINAÇÃO Decreto de Criação n° 14/92 em 13/03/92 Parecer de Autorização de Funcionamento n° 992/92 de 20/10/92 Decreto de Designação n° 12/99 em 19/02/99, 6ª série; parecer n° 63/96 em 09/01/96, 7ª e 8ª séries; parecer CEED 284/2000 de 15/03/2000 Parecer de Autorização de Funcionamento da Educação Infantil do Conselho Municipal de Educação n° 10/2008 de 01/10/2008 Administração Municipal Renato Dexheimer/Gilberto Schaffer Secretária da Educação e Cultura Professora Hilária Arnold Kreuz EQUIPE DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO, CULTURA E DESPORTO Secretária da Semec e Supervisora Administrativa Professora Maria Lígia Cerveira Coordenação Pedagógica Profª. Kelly Simone Silveira Corrêa - Ed. Infantil Profª. Maria Beatriz Friedrich – 1° ao 9° ano Prof. Vilson Selch -5° ao 9° ano Coordenador Projetos Prof. Ernani Mügge Coordenador do Setor de Informática Educativa Girlei Fabiane Schmidt da Silva Rosmeri Ceconi da Costa Coordenadora de Informática da SEMEC Cristina Stoffel Görgen Coordenadora da Merenda Escolar Profª. Lucimar dos Santos Engelmann Nutricionista Rosani Márcia Triches Coordenadora do Departamento de Cultura Tânia Luísa Becker Coordenador do Departamento de Desporto Girardi Altenhoffen Coordenadora do Museu Histórico Municipal Tânia Luísa Becker Biblioteca Pública Municipal Prof. Paulo Arandt Salete Maria Schneider Núcleo de Apoio ao Educando(NAE) Coordenadora: Adriana Trierweiler Psicólogas: Cláudia Pechara Frölich Miriam Carvalho de Irotane Fonoaudióloga: Andrea Gryszewski Tyska Professoras: Dirce Sauzend Simone Wingert Equipe Diretiva DIREÇÃO: Carmen Luiza Riva Dirce Terezinha Traesel Schneiders COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA: Eliana Maria Wolf ELABORAÇÃO: Comunidade Escolar (Equipe Diretiva, Professores, Funcionários, Alunos e Pais ou Responsáveis) ORGANIZAÇÃO E DIGITAÇÃO Ana Marlise Liesenfeld Edna Cunegatto SUMÁRIO Introdução ..................................................................................... 1. Análise Histórico-Social da Escola ........................................... 07 09 2. Planejamento Participativo ........................................................ 19 3. Diagnóstico ................................................................................ 22 4. Temas Norteadores ................................................................... 42 5. Programação ............................................................................. 47 6. Estrutura Organizacional ........................................................... 58 7. Serviço de Apoio Administrativo-Pedagógico ........................... 64 8. Organização Curricular .............................................................. 68 9. Projetos ...................................................................................... 88 INTRODUÇÃO A comunidade escolar composta pelos diferentes segmentos (alunos, pais, professores e funcionários) têm a oportunidade de construir o seu projeto político pedagógico, contribuindo assim para democratização das relações de poder no âmbito escolar. A presente proposta se justifica na nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96) que em seus artigos 12,13 e 14 determina: Art. 12. Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de: I - elaborar e executar sua proposta pedagógica; VI - articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola; VII - informar os pais e responsáveis sobre a freqüência e o rendimento dos alunos, bem como sobre a execução de sua proposta pedagógica. Art. 13. Os docentes incumbir-se-ão de: I - participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino; II - elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino; VI - colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade. Art. 14. Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios: I - participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; 7 II - participação da comunidade escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes. Dessa forma, este Projeto Político-Pedagógico pretende: • Direcionar as ações educativas de forma democrática e qualificada para os próximos anos; • Garantir a articulação dos diferentes setores da escola, que se empenham em contribuir para uma sociedade justa, fraterna e honesta; • Buscar a qualidade no processo de aprendizagem; • Desencadear ações integradas através da gestão democrática e cooperativa na escola. 8 1. ANÁLISE HISTÓRICO-SOCIAL DA ESCOLA A Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera situa-se na Rua São Leopoldo, n° 425, Bairro Primavera, Dois Irmãos - RS. Teve seu decreto de Criação, sob o n° 14/92, em 13/03/92. Parecer de Autorização de Funcionamento, sob n° 992/92, de 20/10/92. Seu decreto de Designação, sob o n° 012/99, em 19/02/99, 6ª série; parecer n° 63/96, em 09/01/96, 7ª e 8ª séries; parecer CEED 284/2000 de 15/03/2000. Iniciaram-se as atividades letivas da Escola Municipal de 1° Grau Incompleto Primavera no ano de 1992, porém a mesma foi somente inaugurada oficialmente no dia 22 de novembro do corrente ano. Em princípio, a escola foi criada para atender às necessidades do bairro, ou seja, Educação Infantil , Pré-escola e Ensino Fundamental (1ª a 5ª série). Nesta época, a escola teve como diretora a professora Liane Rossa Donga, indicada pela SEMEC. A Administração Municipal correspondia ao ano de 1989 a 1992, onde estava sob a gestão o Sr. Prefeito João Arnildo Mallmann e Vice-prefeito Sr. Renato Dexheimer. A secretária da Educação e Cultura, desta gestão, estava sob o encargo da Sra. Hilária Arnold Kreuz e sua equipe. Nesta época, a escola contava com um 9 número aproximado de 140 alunos. De 1993 a 1996, a Administração Municipal estava sob a gestão o Sr. Prefeito Renato Dexheimer e Vice-prefeito o Sr. Juarez Stein. Em 1996, a escola teve a ampliação de 01 sala de aula, secretaria e sala dos professores onde a partir daí passou a funcionar o ensino da 6ª série. De 1997 a 2000, a Administração Municipal estava sob a gestão o Sr. Juarez Stein e Vice-prefeito o Sr. João Arnildo Mallmann. No ano de 1998, a escola teve a 3ª ampliação com mais 2 salas de aula, 1 sala de jogos, banheiros femininos e masculinos. Em 19/02/99, houve alteração na denominação da escola, que passou a denominar-se de Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera. Em 27/03/99, foi inaugurado oficialmente o Centro Esportivo e Recreativo Primavera, ginásio de esportes da escola. Em 1999, a escola foi novamente ampliada, recebendo duas salas de aula e 1 sala para Laboratório de Informática e Biblioteca. No ano 2000, foi autorizado o funcionamento do Ensino Fundamental (1ª a 8ª) pelo Conselho Estadual de Educação conforme parecer citado anteriormente. A escola, nesta época, atendia alunos da Educação Infantil (Jardim níveis “A” e “B” ) e Ensino Fundamental (1ª a 7ª ) num total de 281 alunos. De 1993 a 1998 a Escola estava sob a direção da Professora Rosani Maria Habitzreiter, indicada pela SEMEC. De 1998 a 2000 a professora Rosani assumiu a direção eleita pela comunidade escolar. Em fevereiro de 2001, assumiu a Direção da escola o Prof. Valdir Dirceu 10 Fleck e a Profª Rosmeri Ceconi da Costa como assistente administrativa, por indicação da SEMEC, em julho do mesmo ano, tomou posse neste cargo, a Profª Edna Cunegatto e a Profª. Cristina Stoffel Görgen, como assistente administrativa. Em outubro de 2001, a Escola passou a ter uma Coordenadora Pedagógica, Sra. Eliana Maria Wolf. No ano de 2002, assumiu como Assistente Administrativo o Professor Ernani Mügue, junto com a Diretora Edna Cunegatto, e em 2003, o cargo da Assistente Administrativo foi ocupado pela professora Carmen Luiza Riva. Em 12 de dezembro de 2003, foi inaugurado o prédio novo com refeitório, cozinha, despensa, banheiros e seis salas de aula pelo prefeito Sr. Juarez Stein. Durante este ano letivo foi reformado uma parte do prédio transformando sanitários em Sala de Multiuso. Em 2004, a professora Carmen Luiza Riva assumiu o cargo de vice-diretora conforme alterações do plano de carreira do magistério público municipal. De 2005 a 2008, a Administração Municipal está sob a gestão do Sr. Prefeito Renato Dexheimer e Vice-Prefeito Sr. Gilberto Schäffer. Em janeiro de 2005, assumiu a Direção da Escola a Profª Carmen Luiza Riva e a Profª Dirce Terezinha Traesel, como vice-diretora por indicação da SEMEC. Em 08 de setembro de 2006, foi inaugurado o prédio com as dependências administrativas com sala da direção, sala da vice-direção, sala da Técnica em Apoio Pedagógico, sala dos Professores, Secretaria, sanitários, seis salas de aula, Laboratório de Ciências e o Telecentro de Informática. Atendendo alunos da Educação Infantil, 1ª série Etapa I a 8ª série, num total de 583 alunos. Em 2007, foi aprovado pelo Conselho Municipal de Educação o Regimento Padrão das Escolas Municipais, onde a Etapa I foi incluida no Ensino Fundamental, 11 alterando para 9 anos, conforme legislação. Abrangendo também a Educação Infantil. 1.1 CARACTERIZAÇÃO DA COMUNIDADES ESCOLAR A comunidade de pais é ativa, participativa, unida e integrada à proposta escolar. As reuniões e encontros entre pais, professores e direção favorecem a integração, o planejamento escolar e a comunicação entre ambas as partes. Os pais programações, conhecem, normas debatem disciplinares, e participam avaliação, das atividades recuperação, como: entrega das avaliações, aspectos administrativos, projetos, passeios, atividades festivas e outros. Sentem-se valorizados, respeitados e demonstram consideração pelo trabalho realizado pelos professores e direção da escola. Os pais também consideram adequados os benefícios oferecidos pelo CPM e Prefeitura Municipal aos alunos como: merenda, transporte escolar, tendimento odontológico, banda escolar, violão, esporte, teatro, aulas de danças e atividades de recuperação além de investimentos e outros materiais. Os pais estão satisfeitos com o sistema de uniforme escolar que deve ser usado por todos os alunos diariamente. Concordam plenamente com as atividades culturais e datas comemorativas que são preservadas dentro da escola e têm como objetivo a socialização, a integração dos alunos e a preservação da história cultural da nossa região e do nosso povo. Constatamos que existe uma diversidade muito grande de profissões em que atuam os pais da nossa comunidade escolar, destacando-se algumas como: industriário, comércio, pedreiros, motoristas, domésticos, do lar, autônomos, 12 aposentados e outros. A naturalidade das nossas famílias, em sua grande maioria, são de diversas regiões do Rio Grande do Sul, outros estados e países, provém da região Metropolitana, região das Missões e outras regiões como da Campanha, Vale do Taquari, Serra Gaúcha, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Paraguai. A comunidade escolar Primavera é formada por alunos dos seguintes bairros do município: Primavera, Moinho Velho, São Miguel, São João, Beira Rio, Centro, União, Floresta, Vila Rosa e Bela Vista, tornando assim uma clientela muito heterogênea. Por sua vez, o corpo docente também é procedente de diversos municípios tais como: Novo Hamburgo, São Leopoldo, Sapucaia, Porto Alegre, Ivoti, Estância Velha, Morro Reuter, Picada Café, Campo Bom e Dois Irmãos. 1.2 ESPAÇO FíSICO DA ESCOLA 15 Salas de aula Laboratório de Ciências Laboratório de Aprendizagem Sala de Vídeo Secretaria Sala dos Professores Sala da TAP – Técnica em Apoio Pedagógico Sala da Direção Sala da Vice-Direção Telecentro de Informática Biblioteca Cozinha Despensa Lavanderia Refeitório Banheiros - Masculino - Feminino - Professores Brinquedoteca Saguão coberto Ginásio de esportes 13 Sala do Material Esportivo Jardim Pracinha Depósito Palco Sala da Banda Almoxarifado 1.3. MATERIAIS PEDAGÓGICOS E AUDIOVISUAIS 03 Televisores 01 Projetor de Slides 03 Vídeo Cassetes 01 Servidor no Telecentro 02 DVDs 03 Telas para projeção de Slides 07 Aparelhos de som 01 Copiadora 01 Mimeógrafo 01 Caixa Acústica 01 Máquinas de escrever 26 Computadores 02 Impressoras Jato de Tinta 01 Filmadora 02 Impressoras a lazer 01 Scanner 1 Máquina Fotográfica digital 02 Microfones 01 Cjto. De Som Ambiental 01 Leitor de Códigos de Barras 02 Cxs de Som amplificada com tripé 01 Projetor Multimídia BIBLIOTECA Livros de Pesquisa Literatura Infantil Literatura Juvenil Enciclopédias Literatura Universal Livros Pedagógicos Literatura de Apoio ao Profissional Dicionários Revistas: assinadas pela escola: Capricho, Quatro Rodas, Gibis, Mundo Estranho, Mundo Jovem, A Rede e O Transcendente. Assinadas pela prefeitura: Nova Escola, Revista do Professor, Vida e saúde Jornais: Dois Irmãos, NH, Correio do Povo e Diário, doados pela prefeitura e Zero Hora que é assinada pelo CPM da escola. 14 INSTRUMENTAL BANDA 4 Bumbos 7 Liras 4 Pratos 4 Trompetes 2 Trombones 8 Taróis 6 Caixas 4 Surdos 4 Escaletas Uniformes: Banda, Balizas, Estrelinhas, Porta Bandeiras, Porta Estandarte MATERIAL ESPORTIVO Colchões Colchonetes Bambolês Jogos didáticos Xadrez Cones Coletes esportivos Fardamento esportivo Bolas - Futsal, voleibol, basquete, handebol 4 Mesas de Ping Pong 2 Redes de Voleibol 04 Cestas de Basquetebol MATERIAL LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS 4 Mesas grandes 1 Mesa do professor 5 Armários de metal com vidro 1 Armário 1 Cadeira estofada 30 Bancos em PVC 1 Balcão 4 Microscópios 1 Esqueleto de resina 1 Torso de borracha 3 Pinças em inox 3 Termômetros grandes 2 Funis plástico 1 Funil vidro 3 Copos de béquer vridro 600ml 3 Copos de béquer vidro 250ml 15 1 Copo de béquer vidro 100ml 1 Copo de béquer vidro 50 ml 2 Copos de béquer plástico 250ml 3 Copos de béquer plástico 50ml 5 Placas de petry vidro 4 Placas de petry plástico 3 Cápsulas de porcelana 2 Lamparinas 2 Erlenmeyer 250ml vidro 3 Erlenmeyer 125ml vidro 1 Tripé com tela de diamante 1 Balcão vidro 1 litro 2 Balcões vidro 500ml 1 Balcão vidro 250ml 1 Balcão vidro 200ml 1 Balcão vidro 100ml 2 Pipetas vidro 100ml 2 Provetas vidro 250ml 3 Provetas vidro 100ml 3 Provetas plástico 250ml 1 Proveta plástico 50ml 2 Tubos de ensaio vidro 150ml 3 Tubos de ensaio vidro 50ml 4 Tubos de ensaio vidro 20ml 2 Tubos de ensaio vidro 10ml 1 Vidro de ácido clorídrico 1 litro 1 Lanterna 15 Lâminas permanentes para microscópio 100 Lâminas para microscópio simples 16 Mapas educativos. 1.4 MATERIAS DIVERSOS 2 Máquinas de lavar roupas 2 Máquinas lava-jato 1 Máquina de cortar grama 2 Churrasqueiras 2 Fornos microondas 5 Bebedouros 1 Forno elétrico 5 Geladeiras 3 Armários escaninhos sala dos professoes 2 Fogões a gás 4 bocas 1 Fogão industrial com 6 bocas e 3 Pias com balcão Armários diversos 2 Multiprocessadores 2 Batedeiras 1 Liquidificador simples 1 Liquidificador industrial 1 Coifa no fogão industrial 1 Aspirador de pó 1 Enceradeira 1 Torneira elétrica 1 Espremedor de frutas 1 Filtro para água forno 1 Armário em MDF para as funcionárias 1 Freezer 16 1 Circulador de ar 1 Aquecedor 5 Arquivos de metal 3 Ar condicionados split 1.5 FUNCIONAMENTO DA ESCOLA 1.5.1 Horário de início e término das aulas Turno da manhã: Início: 7h30min Recreio E. F. anos iniciais: 9h às 9h20min Recreio E. F. anos finais: 9h20min às 9h40min Término: 11h30min Turno da tarde Início: 13h Recreio E. F. anos iniciais: 14h30 às 14h50min Recreio E. F. anos finais: 14h50 às 15h10min Término: 17h 1.5.2 Abertura e fechamento da escola Manhã Abertura: 7h fechamento: 11:30 Tarde: Abertura: 12h30min fechamento: 17h. Nas terças-feiras o atendimento é até às 19h. Esta atividade está sob a responsabilidade da Direção da Escola e de seus funcionários. 17 2. PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO Embasando o planejamento participativo da Escola, reuniram-se os vários segmentos, professores, pais, alunos e funcionários, a fim de elaborarem os marcos situacional, político e pedagógico. Para um aproveitamento mais efetivo, compilamos aquilo que surgiu dos segmentos consultados. 2.1 MARCO SITUACIONAL Os conflitos mais evidentes são o econômico, o social, o cultural e o político. Advém da desustrutura familiar; da falta de valores positivos; da impunidade geral; da intolerância; do não assumir funções; da disparidade de renda; das banalização dos relacionamentos e do sexo, das drogas; do individualismo; do consumismo; da supervalorização do “ter”; dos padrões distorcidos; da valorização dos que levam vantagens sobre os outros; da falta de ética; da desonestidade; da globalização; da pouca valorização do estudo. Na família concentram-se tudo isso e “tudo isso” é repassado aos filhos e, conseqüentemente, à escola. 2.2 MARCO POLÍTICO O ser humano que pretendemos deve ser crítico, deve saber conviver e transformar a sociedade, consciente, solidário, ético, equilibrado, que filtra o que é bom para si, que lute por mudanças, pela igualdade, que reflita muito antes de agir, 18 honesto, responsável, que respeite o outro, colega, justo. A Escola deve proporcionar um ambiente seguro, construir valores morais, desenvolver conhecimento teórico-científico, intelectual, que ajude a pensar, preocupado com a natureza, que ensine a se conhecer, a se amar e a amar os outros, que se preocupe com a realidade dos alunos e não somente com o conteúdo a ser desenvolvido, que ofereça um ensino de qualidade, com profissionais preparados e engajados no processo educativo com boas condições de trabalho e recursos. 2.3 MARCO PEDAGÓGICO No processo de globalização mundial, faz-se necessário que se busque um sujeito reflexivo, solidário, flexível, ético, honesto, compreensivo, criativo, que tenha respeito aos outros com igualdade, cooperativo, participativo, organizado, desacomodado, não agressivo, responsável, que saiba trabalhar em equipe. Uma Escola mais humana, preocupada com o aluno, com uma educação global, do aluno com um todo; uma entidade voltada ao convívio social, aberta ao mundo e consciente da realidade regional, em sintonia com as demais instituições; que atenda às diferenças: do aluno lento, do hiperativo, o desinteressado; que valorize o esporte; que resgate os costumes; valorize o professor; que integre a família à escola; que tenha um espaço lúdico maior; que seja prazerosa; que tenha profissionais especialistas (fonoaudiólogo e psicólogo); projetos diversos; passeios para melhor convivência; celebrações; momentos de reunião, mesas comunitárias; palestras; mais atividades na escola fora do horário; modificaríamos a desigualdade; a falta de iniciativa dos alunos; a visão da Escola, do aluno em relação ao professor, do professor em relação ao aluno; a estrutura da instituição, pois não atende mais à demanda;. Os elementos que devem constar em nosso plano pedagógico são de uma ação transformadora, deve ser de autonomia, que valorize a bagagem cultural do aluno, que seja progressista e libertadora; que veja o aluno como um todo; que tenha consenso na linha de trabalho; que tenha diálogo aluno-docente-família19 comunidade-secretaria da educação-outras escolas; que tenha uma aprendizagem de convivência, de educação, de disciplina; que construa suas normas juntos e as respeitem; que destaque a leitura; que incentive os recursos e projetos existentes; que una o grupo, que tenha um CPM – Círculo de Pais e Mestres ativo; salas temáticas; recursos materiais. 20 3. DIAGNÓSTICO 3.1 Na temática Escola Solidária, o grupo questionou-se a respeito de até que ponto nossa escola trabalha a solidariedade e apontou os seguintes dados: A escola trabalha a solidariedade desenvolvendo ações como: gincanas (doação de materiais e movimentos à comunidade, através de coletas de lixo para reciclagem, como por exemplo: latas, garrafas pet e jornais. Tais materiais são doados para a Usina de Reciclagem do Lixo. Recolhem-se também roupas, calçados e alimentos (que são doados a alguma entidade que assiste a população carente do município); comemora-se a Semana do Idoso (auto-estima e valorização de pessoas da comunidade, onde faz-se uma homenagem e ouvem-se relatos de experiências de vida); realiza-se a festa de Kerb e Semana Farroupilha (ambas a partir de contribuições dos alunos que são partilhados no grupo). Esporadicamente, faz-se visitas a asilos e outras entidades. O grupo aponta também que a escola busca desenvolver, na medida do possível, trabalhos coletivos, tanto em sala de aula como fora dela (Banda Escolar, jogos esportivos, projetos: Desenho, Canto, Coral e Dança), através de integrações em que, muitas vezes, envolvem a sociedade em que a instituição está inserida, priorizando-se o respeito e auxílio ao próximo. Desenvolvem-se, também, várias atividades que levam o educando a refletir sobre suas práticas e ações em relação à solidariedade. No entanto, algumas pessoas do grupo apontam que os alunos desrespeitam os professores, podendo a escola, informá-los melhor neste aspecto. Alguns professores apontaram como fator positivo a possibilidade de 21 escolha de equipes de trabalhos, ou seja, grupos que organizam e realizam eventos: Dia da Família I e II, Semana Farroupilha, Gincanas, Kerb, Festa Junina, e outros. Essa forma de trabalho possibilita um maior envolvimento do corpo docente. Po outro lado, constatou-se que não há engajamento de todos os docentes nestas equipes e em outras atividades da escola, apesar dela preocuparse em educar com e para um espírito solidário. Observou-se que o espírito solidário está deficiente no corpo discente, necessitando um trabalho mais direcionado que sane este déficit. Existe pouca integração dos alunos pertencente ao bairro da escola com os alunos oriundos de outros bairros, principalmente os do bairro São Miguel, por ser uma comunidade mais carente e por ter um número expressivo de estudantes na escola. Percebe-se que a escola necessita auxiliar mais entidades filantrópicas e envolver-se mais em eventos da comunidade local. A escola, ao preocupar-se em trabalhar a solidariedade, defronta-se com os valores consumistas da sociedade em que está inserida, que valoriza muito mais o ter do que o ser. Constata-se um modo de vida individualista e egoísta. Existe também o déficit no campo do trabalho voluntário. 3.2 Na Temática Escola Crítica, o grupo questionou-se a respeito de até que ponto nossa escola trabalha a criticidade e apontou os seguintes dados. 22 Em algumas tarefas propostas, procura-se fazer com que os alunos expressem suas opiniões, defendendo suas idéias com argumentos claros, respeitando sempre a opinião dos colegas. Além disso, busca-se trabalhar os valores humanos, levando os alunos a saber o que é certo e o que é errado e também fazer com que saibam exigir os seus direitos e, acima de tudo, cumprir com seus deveres. Tais atividades são propostas freqüentemente, através de desafios e, muitas vezes, solicita-se o auxílio dos pais. O professor, neste caso, torna-se um mediador dos debates surgidos em sala de aula, cujos assuntos centram-se, principalmente, nos temas repassados pela mídia. Repassam-se também assuntos que falam sobre as necessidades especiais, fazendo com os alunos respeitem os colegas em situação especial. Há uma preocupação da escola em atender essas pessoas, porém, algumas vezes, parte do grupo de professores, não encara a inclusão como um fator positivo. Os alunos inclusos precisariam, em muitos casos, de um atendimento especial, o que não é possível por falta de recursos humanos e materiais (espaço físico adequado), didática e vontade de alguns sujeitos responsáveis. Muitos professores demonstram-se acomodados ao necessitarem lidar com essa situação, devido a exigência de mudança de opinião e de forma de trabalho. Alguns alunos recebem atendimento especial, em virtude de problemas disciplinares dentro da sala de aula e, também, por serem repetentes, na mesma série por vários anos. Esses alunos recebem reforço escolar e atividades diferenciadas no seu turno de aula, sendo necessário sua saída de dentro da sala. Alguns professores apontam que essa atitude gera um certo desconforto na turma em que tais alunos estão inseridos. 23 Alguns docentes também apontam que, apesar do oferecimento de oportunidades de expressar-se, os alunos demonstram grandes dificuldades na formação de argumentos, bem como na exposição de suas opiniões de forma oral e escrita. Constata-se que a maioria dos alunos apresenta um senso crítico deficiente. Para sanar essa defasagem, o incentivo à leitura e à busca de informações de temas atuais, a criação de maiores espaços para debates, trabalhos em grupos. Além desta defasagem nos alunos, constata-se a falta de propostas de trabalho neste sentido de alguns professores, pois alguns deixam de propor atividades críticas, por apresentarem dificuldades de argumentar e 'dominar' a turma quando ocorrem debates e conseqüente perturbação da aula. Os discentes têm a oportunidade de expressar suas opiniões, sendo ouvidos. No entanto, a escola trabalha com o consenso do grupo, sendo necessário muita negociação com os sujeitos que apresentam comportamentos e atitudes que divergem deste consenso, tornando-se necessário, em alguns casos, a intervenção da direção da escola e a aplicação de sanções e/ou medidas disciplinares.Em casos mais extremos, realizam-se reuniões e diálogos com os setores competentes (Família, Conselho Tutelar, Brigada Militar, Secretaria de Educação, Promotoria Pública) em busca de uma melhor solução. As propostas de desafios para a busca e esclarecimento de dúvidas fica restrito a um trabalho dentro da sala de aula. Percebe-se que alguns docentes sentem necessidade de um maior tempo para desenvolver um trabalho e uma aula que promova a criticidade nos alunos, no entanto, a divisão da aula em horas/aula, em períodos por área de conhecimento, dificultam o trabalho. A escola oportuniza espaços para que seja possível a expressão oral e escrita, tais como: grupos de teatro, dança, jornal, participação dos alunos semanalmente na Hora Cívica, pré-conselho de classe com cada turma. 24 A denúncia ao que fere os valores humanos ocorre sutilmente, pois muitos professores e alunos apresentam medo de represálias, deixando de denunciar situações e pessoas que possuem um comportamento inadequado. Aponta-se como denúncia declarada, a venda de bebidas alcóolicas para os alunos menores de idade, com permissão dos pais ou responsáveis, em eventos da escola, como por exemplo a Festa Junina. Na medida do possível, a comunidade escolar preocupa-se com o bem estar do outro, pois sente a necessidade de formar cidadãos cada vez mais críticos que consigam expressar seus ideais de vida de forma clara, objetiva e consciente. Para que isso ocorra, é necessário que a pessoa sinta-se bem e acolhida no espaço em que está inserida. 3.3 Na temática Escola Aberta, o grupo questionou-se a respeito de até que ponto nossa escola está aberta à comunidade e apontou os seguintes dados: Quanto à participação de pais e comunidades em projetos e eventos da escola, constata-se que ocorre pouca presença de pais em palestras, como as oferecidas no Dia da Família, reuniões e Feira do Livro, entretanto, o CPM participa ativamente no ambiente escolar. Os pais e a comunidade, no entanto, têm participação ativa na Festa Junina. A escola preocupa-se em participar em projetos da comunidade local (município), tais como: PROERD, Carrossel de Letras, DSTs e Drogas, apresentações da Banda Escolar fora do ambiente escolar, Olimpíadas Escolares, Guri Bom de Bola, Fórum do Lixo e Cidadania, Dia do Desafio, Semana do Idoso, Semana do Trânsito, Desfile Cívico. Apresenta também disponibilidade e atendimento às exigências e às necessidades da comunidade local (município) através da cedência de salas de aula para a Cataquese e à Missa da Igreja Católica, cursos e reuniões promovidos pela prefeitura e demais entidades, bem como o uso da cancha de esportes em campeonatos e prática de exercícios físicos. 25 A escola não oferece projetos e oficinas para as pessoas pertencentes ao bairro onde está inserida, restringindo-se somente ao interesse dos alunos. Sugere-se o oferecimento de projetos e oficinas para as pessoas da comunidade local, como por exemplo: oficinas de dança, trabalhos manuais, culinária, eletrônica, marcenaria, educação ambiental e outros. Crianças, adolescentes e famílias da comunidade do bairro São Miguel, são atendidos na escola. No entanto, ocorre pouca participação das pessoas oriundas desta comunidade devido ao problema da locomoção e da empresa responsável pelo transporte oferecer horários restritos de ônibus. 3.4 Na temática Disciplina Escolar, o grupo questionou-se a respeito de até que ponto nossa escola mantém a disciplina e apontou os seguintes dados: Para manter a disciplina na escola as normas (regras) são combinadas com os envolvidos na comunidade escolar e, no início do ano. Essas regras são trabalhadas com os alunos e apresentadas aos pais, na primeira reunião do ano. Assim, todos ficam sabendo das punições a que estão sujeitos. A escola aplica as punições aos alunos que cometem atos infracionários sempre de acordo com o regimento escolar e em conformidade com o grupo. Porém, constata-se que não há consenso e unidade na aplicação das sanções disciplinares. Nem todos os professores encaram a infração com o mesmo grau de gravidade, tornando-se necessário a definição de diretrizes de disciplina para que todos hajam da mesma forma. 26 A indisciplina, em sala de aula, principalmente ao que se refere aos limites, está aumentanto a cada dia. O convívio dos alunos, o respeito mútuo também deixam muito a desejar, apesar de serem realizados trabalhos que abordam a questão do respeito, valores morais e sociais. Essa falta de limites prejudica toda a turma em relação à aprendizagem. Existe pouco apoio dos pais para trabalhar limites e respeito. Aponta-se, também, a falta de apoio da secretaria da escola, da SEMEC, Conselho Tutelar, Promotoria Pública e demais órgãos para que se estabeleça a disciplina na escola. Os pais, aparentemente, estão muito ausentes na vida dos filhos e isso reflete diretamente na sala de aula. Torna-se necessária a exigência de uma maior participação da família, comprometendo-se e responsabilizando-se pelos seus filhos, visto que, as conseqüências dessa ausência, muitas vezes, recaem sobre os professores ou a direção da escola. Na visão de um pequeno grupo de professores, alguns alunos não deveriam estar mais na escola, devido aos seus atos infrancionários, recebendo, por parte da escola, muita chance. A aprendizagem global que envolve conteúdos, convívio social, limites e cidadania, na opinião de alguns pesquisados, são temas trabalhos e desenvolvidos, mas que não atigem a todos. Procura-se trabalhar estes ítens em sala de aula, no pátio, em passeios e demais atividades. Alguns professores manifestaram-se que não há clareza e esclarecimento dos limites desejáveis aos novos integrantes do grupo escolar (tanto professor, aluno, como funcionário). Atualmente, o novo integrante precisa interar-se por conta própria, ficando e sentindo-se, muitas vezes, perdido. 27 A escola preocupa-se em aplicar as medidas disciplinares com serenidade, porém, em alguns momentos, alguns casos de indisciplina fogem do controle. Há sobrecarga das pessoas responsáveis por essa parte (pedagoga, psicóloga, direção). Essas pessoas, na maioria das vezes, estão envolvidas em outras atividades da escola, que não fazem parte do seu setor, mas que exigem soluções urgentes. Essas pessoas competentes estão ocupadas em tarefas burocráticas, deixando de resolver os problemas disciplinares e de relacionamento. Há falta de recursos humanos. Tal falta sobrecarrega pessoas e interfere na manutenção da disciplina da escola. Procura-se, na medida do possível, aplicar as normas disciplinares de acordo com o grau de gravidade do ato infracionário: advertência verbal, advertência escrita com a presença dos pais, suspensão e, em casos extremos, a tranferência. Em casos de indisciplina de turmas de alunos, realiza-se reuniões com a presença obrigatória dos pais, alunos, professores e órgãos responsáveis pela educação e segurança. 3.5 Na temática Capacidade de Trabalhar em Equipe, o grupo questionou-se a respeito de até que ponto nossa escola trabalha o espírito esportivo e apontou os seguintes dados: A escola oportuniza, e muito, o trabalho em equipe. Participa de diferentes eventos esportivos e proporciona, também, trabalhos em grupo na própria escola, como por exemplo: as Gincanas, o Coral, o Kerb, Semana Farroupilha, Clube do Desenho, Inglês Comercial, Grupo de Danças e a Banda. Em todas essas atividades há trabalho conjunto e valoriza-se as diferentes habilidades e competências. Alguns desses projetos poderiam ser ampliados, envolvendo mais alunos e, se pudéssemos contar com uma pessoa capacitada em cada uma das tarefas acima, no turno contrário, os alunos poderiam desenvolver ainda mais o espírito esportivo. Além disso, haveria ou poderia haver uma participação maior dos alunos, pois não interfere nas demais aulas, já que os projetos já existentes funcionam como atividade extraclasse, no turno inverso. 28 A escola valoriza o espírito esportivo e coletivo, participando das olimpíadas, jogos, gincanas, trabalhos escolares... O trabalho coletivo, às vezes, é difícil, pois vivemos numa sociedade muito individualista, em que cada um se preocupa somente consigo mesmo. A escola oferece bastante material, apesar do pouco espaço físico. Faltam campos de areia e grama, bem como, uma pista para atletismo. Sente-se a necessidade de uma área verde no pátio da escola para os alunos poderem sentar, conversar e realizar trabalhos fora da sala de aula. Na parte de pessoal, percebe-se a sobrecarga de funções e trabalho dos professores de Educação Física. O espírito de equipe está sendo muito pouco trabalhado, pois há nos alunos a ganância por tirar vantagem sempre. Não há apenas a vontade de vencer, as competições de que participam são muito acirradas. Só os melhores são valorizados, porém, na medida do possível, busca-se dar chance a todos. Há dificuldade de trabalhar em equipe. São oferecidas atividades para desenvolver as habilidades esportivas dos alunos, mas poderiam ser desenvolvidas competências em outras áreas (não dar tanta ênfase ao esporte). Ocorre também, muita competividade, o que talvez não favoreça o espírito solidário e de equipe. Existe a preocupação de se trabalhar a coletividade por parte da maioria dos profissionais, porém, estes devem se reunir esporadicamente para rever esta questão. Sabe-se que a escola é uma coletividade, porém, nota-se que a Campanha do Eu Amo Primavera, neste ano, .deixa a desejar, pois não foi retomada com a mesma intensidade do ano anterior. A expressão das diferentes competências, não estão atendidas, pois a instituição não está definida sobre que escola queremos – o tradicional está misturado com a escola democrática e aberta. Ocorre pouca valorização das diferentes habilidades. Os profissionais também deveriam dispor-se a fazer outros tipos de atividades e não estão preparados. 29 A escola, na medida do possível, procura valorizar as diferentes habilidades e oportunizar a expressão das diferentes competências através dos projetos já citados anteriormente. Poderia se valorizar outras áreas, como, por exemplo outras modalidades esportivas, ampliar o teatro, oferecer outras Línguas Estrangeiras Modernas, trabalhos manuais, cultivo de plantas, culinária e outros. O espaço físico da escola está comprometido. ? pequeno. O ginásio de esportes está inteiramente ocupado com as aulas de Educação Física e os projetos de esporte. A pracinha é mal utilizada e as atividades nela não são dirigidas – brincar por brincar, eles o fazem em casa. Sobre a aquisição de jogos, existe preocupação por parte da escola, porém, o que falta é uma retomada para o uso destes. Tem professores que não sabem o que a escola possui neste sentido, ou nem querem saber. Poderia se planejar atividades para ocupar o material existente entre os professores. Para este planejamento é necessário tempo para que ocorra a troca de idéias, bem como, uma maior integração entre o grupo. Percebe-se, também, que não há espírito coletivo por parte de alguns professores, ocorrendo faltas excessivas, sem planejamento emergencial, faltas em reuniões e conselhos de classe. Há comodismo por parte dos colegas (tudo dá trabalho, se espera pela ação e pela atitude dos outros). 3.6 Na temática Escola, local de prazer o grupo questionou-se a respeito de até que ponto nossa escola é um lugar de prazer e apontou os seguintes dados: A escola e os professores valorizam experiências dos alunos e buscam sempre incentivar as crianças e adolescentes a desenvolver sua autonomia, dando oportunidade de se expressar e mostrar seus conhecimentos. 30 A instituição busca ser um espaço de prazer, preocupando-se em oferecer um espaço limpo e de boa aparência. Procura-se realizar atividades diversificadas e atraentes, comemorando-se datas festivas. Nessas comemorações, o ambiente sempre é decorado de acordo e incluem-se apresentações artísticas e musicais de alunos e convidados. Porém, algumas atividades deixam de ser desenvolvidas devido à falta de espaço físico, devido ao grande número de alunos e diversidade cultural. Os alunos gostam de estar na escola. Quando há projetos, muitos permanecem na escola o turno integral. Há mesas de ping-pong que são utilizadas por estes, em horário de recreio e antes da aula. Porém, observa-se que os alunos não têm grande comprometimento com a manutenção e o patrimônio da escola, bem como material da biblioteca. Aponta-se que não há disponibilidade de espaço físico para o lazer e o desenvolvimento de atividades recreativas. Falta espaço para o contato com a natureza. Atualmente, a escola passa por um período de ampliação, ou seja, outro prédio está sendo construído. A instituição possui mais de 500 alunos e já possuía um espaço físico inadequado para atender esta demanda, tornando-se necessário separar o recreio dos anos iniciais e dos anos finais. Esse fato acaba gerando incômodo, pois o barulho atrapalha as aulas dos demais alunos que estão em sala de aula. Com a construção de um novo prédio, o espaço do pátio ficará ainda mais reduzido. Assim, brincadeiras como pega-pega, futebol e corridas acabam tornando-se atividades perigosas e até mesmo impossíveis de serem feitas. Ficam prejudicadas também, as aulas de Educação Física dos anos iniciais, já que o ginásio de esportes está sendo utilizado pelos alunos dos anos finais. Observa-se também que os alunos menores não têm livre acesso à pracinha, que é extremamente pequena. As crianças, quando a utilizam, estão acompanhadas por um professor que deve reservá-la previamente, marcando um horário específico. 31 A instituição preocupa-se em dispor material didático e jogos pedagógicos para a realização de trabalhos e atividade. Contudo, falta, por parte de alguns professores, utilizá-los. Sente-se necessidade de reuniões ou encontros em que os professores troquem idéias e planejem, em conjunto, a utilização dos materiais existentes na escola. 3.7 Na temática Escola Afetiva, o grupo questionou-se a respeito de até que ponto nossa escola é afetiva e apontou os seguintes dados: Um carinho, um elogio e uma palavra de apoio são sempre importantes para as pessoas, e, sentimos na escola um clima familiar, acolhedor com alunos, pais, professores e funcionários, buscando sempre um convívio agradável. A escola sempre elogia a participação dos alunos, dos pais, dos professores e funcionários em diversas atividades. Se for participação em jogos, independente do resultado, o grupo sempre é valorizado pelo desempenho. De modo geral, os professores mantém um contato físico agradável e carinhoso com os alunos, assim como, consideram o afeto uma ferramenta de ensino-aprendizagem incomparável. Se não há um bom relacionamento, não há aprendizagem. Há alguns casos, em que fica difícil manter um bom convívio, mas os professores sempre tentam fazer o possível para que ele se torne mais presente e participativo. A valorização e os elogios poderiam ser aprimorados e ampliados. Muitos se sentem desestimulados, sentindo que os mesmos estão lutando sozinhos em muitas questões referente a faltas e substituições, bem como nas atividades planejadas. Sentem que os professores precisam de mais elogios e momentos para que isto aconteça com mais freqüência (mais contato entre direção e professores). Alguns desses docentes pensam que os alunos que apresentam alguma dificuldade de ambientação em sala de aula, também sejam melhor estimulados e elogiados quando fazem alguma atividade de bem comum. Os pais, em sua maioria, são chamados à escola para resolverem problemas de seus filhos, e, no entanto, poderiam ser chamados, também, para atividades integradoras. 32 No que se refere à recepção e acolhimento dos alunos, a escola tem conseguido alcançar resultados positivos. ? preciso mais integração entre equipe diretiva e professores, e , também mais atividades para melhorar a auto-estima e o entusiasmo dos professores e funcionários. O professor e o aluno precisam ser mais elogiados pelo seu trabalho e pelas suas tentativas. Há necessidade de maior integração entre família e escola. A escola é afetiva, porém no aspecto do contato físico no processo de ensino aprendizagem, há uma certa agressividade entre professores e alunos. No que se refere à acolhida a alunos novos, a escola poderia ser mais carinhosa, elaborando um procedimento de apresentação do aluno à comunidade escolar e vice-versa. Até o momento é o professor que está fazendo esta apresentação, cabendo a ele, também fazer a adaptação. Há profissionais que fazem seu trabalho não pensando no todo da escola. Muitas vezes, por falta de profissionais as necessidades do professor deixam de ser atendidas. Trabalha-se com elogios e incentivos aos alunos, mas, se dá mais ênfase ao que diz respeito aos aspectos negativos, existindo mais cobranças por resultados, do que elogios. O contato físico entre professores e alunos se dá mais com os alunos menores, ou seja, dos anos iniciais. Alguns espaços da escola não são adequados, outros são reduzidos e faltam atendentes, o que prejudica a melhoria do atendimento de um modo geral. 3.8 Na temática Aluno Sujeito Autônomo, o grupo questionou-se a respeito de até que ponto nossa escola trabalha a autonomia e apontou os seguintes dados: A temática acima tem sido trabalhada de uma forma sutil dentro da sala de aula, porém a escola não apresenta um projeto específico para este fim. Para desenvolvermos autonomia deveríamos ser mais rígidos na cobrança dos compromissos dos alunos, por exemplo: no caso da Biblioteca, se o aluno não for responsável e não trazer o livro no dia certo, não poderá retirar novo 33 livro nesta data, esperando pela próxima retirada. Trabalhos escolares com prazo para a entrega, que não forem obedecidas, não serão mais aceitos. Provas, sem justificativas, não serão efetuadas. Os pais deveriam ser informados das combinações da escola, em relação ao não cumprimento das responsabilidades dos alunos, como por exemplo: não fazer o tema, não usar uniforme, chegar atrasado com freqüência... A maioria dos alunos não realiza suas tarefas e não cumpre suas obrigações (sabe fazer as “coisas”) por si próprios, precisando de alguém para dizer o que é e como fazer. Quando precisam pensar em “como fazer” não sabem se defender. A escola procura não discriminar ninguém, usando sempre o bom censo para desenvolver as atividades e situações que surgem na rotina da escola. É muito positiva a participação dos alunos no Conselho de Classe Participativo, que é feito no final de cada trimestre, porém, necessita-se de um profissional que prepare o mesmo. O professor deve ser questionado sobre os aspectos que aparecem no conselho de classe, para que ocorra uma avaliação construtiva dos pontos que podem ser melhorados. Em relação à valorização da bagagem e das experiências culturais dos alunos, há professores que procuram se inteirar e se envolver, aproveitando estes conhecimentos no processo ensino-aprendizagem. Outros, nem fazem questão de ouvir falar sobre tal aluno. Sobre atividades que oportunizem a expressão e a valorização das experiências culturais dos alunos, a escola tem oferecido os projetos: Coral, Violão, Dança, Teatro, Desenho, Xadrez e Esportes. Quanto ao resgate da leitura, nem todos os profissionais entendem a importância. Quanto ao cumprimento do dever, a maioria dos professores e funcionários o fazem, porém, a maioria dos pais, não o fazem como deveriam, pois, participam pouco da vida escolar dos seus filhos. Da mesma forma, muitos alunos 34 não cumprem com o seu dever, não fazem os temas, não trazem o material solicitado, não entregam trabalhos, poucos se preocupam e se comprometem com a sua aprendizagem. A escola trabalha poucas atividades sobre a realidade cultural e social dos alunos. Isso também acontece com as atividades e projetos organizados dentro e fora da sala de aula. Os alunos adoram participar da organização de tarefas, principalmente, fora da sala de aula. Muitos alunos, desta forma, sentem-se úteis, enquanto que para outros colegas e professores, isto seja uma forma de “matar aula”. A escola está preocupada com a autonomia do aluno buscando a responsabilidade na transmissão de recados, no cumprimento de deveres e propõe atividades que nem sempre são aceitas por eles. Os alunos poderiam demonstrar mais as suas capacidades, mas sentem vergonha, pois quem participa paga “mico” perante os demais. Há também, poucas atividades que desenvolvam a parte de expressão teatral, com temas da atualidade, poucos debates sobre temas do interesse dos alunos, poucas palestras com os pais, para que estes possam ter maior consciência sobre a responsabilidade para com seus filhos. Há também deficiência em projetos que possam abranger um maior número de alunos, principalmente aqueles que precisam ser resgatados em questões disciplinares e de aprendizagem. A escola como incentivadora da autonomia do aluno, encontraria os meios necessários para ajudar a desenvolver esse senso no aluno, sendo ele o agente organizador das suas próprias atividades escolares. Há momentos em que a escola e os professores valorizam as experiências dos alunos e buscam incentivá-los mais no desenvolvimento da autonomia. São abertas oportunidades para os alunos se expressarem e mostrarem seus conhecimentos. O caminho é mostrado. Quando os alunos “tropeçam“, são incentivados 35 a se levantarem e seguirem, qual pai ensina seu filho. Há pouco incentivo de autonomia, muita coisa é “dada“(caderno, lápis, uniforme) e os alunos não aprendem a ir buscar o que precisam, ficam esperando as coisas acontecerem. A autonomia precisa ser mais desenvolvida nas séries finais do ensino fundamental, pois ainda dependem de alguém que diga o que tem para fazer. Alguns alunos tomam as decisões que querem e não são tomadas as devidas medidas e sanções disciplinares, assim como há pais que esqueceram que o aluno(filho) existe. Em contrapartida, há atividades que contemplam a realidade do aluno: produção e leitura de textos, atividades matemáticas, atividades de Educação Física, projetos de História e Ciências, entre outros. As experiências e bagagem cultural do aluno vão sendo conhecidas aos poucos pelos professores. A realização de atividades mais dirigidas seria possível se os professores conhecessem melhor a realidade de origem dos alunos, pois, às vezes, só conhecemos a realidade do mesmo, quando a situação dele, não tem reversão. Falta responsabilidade dos alunos no cumprimento do seu dever na escola, bem como a iniciativa na organização de projetos e demais atividades. A busca de desenvolvimento da autonomia está sempre presente, porém dificultada nas séries finais onde é restrito o conhecimento da realidade dos alunos. 36 3.9 Na temática Escola Transformadora, o grupo questionou-se a respeito de até que ponto nossa escola é transformadora e apontou os seguintes dados: No item avaliação, ela é falha no tocante em que tem um cunho mais punitivo que avaliativo. Há mais provas objetivas que subjetivas, uma vez que as últimas complicam na hora de avaliar. Assim as questões criativas e pessoais de cada aluno não são avaliadas. Não há inclusão na nossa escola, pois um aluno que precisa de recursosspecíficos é tratado tradicionalmente. Assim, então ele não é atendido na sua necessidade. Cremos que algumas atividades construtivas são realizadas, porém não aparecendo muito. Atividades que oportunizem a ascensão social, ou não são desenvolvidas ou não são divulgadas, pois pouco se vê e percebe. A busca de melhoria de vida da comunidade escolar e local não é percebida, tendo em vista sua abrangência e complexidade. Não há como medí-la pois não se está presente nos momentos para poder se sentir o que é trabalhado e até que ponto alcançado. Há poucos momentos de troca, pois não se pode planejar e rever esse indicador (melhoria de vida na comunidade ecolar) em conjunto. Em outros momentos a comunidade escolar se insere na escola, em comemorações típicas como o Kerb de São Miguel, Festa Junina, Dia da Família I e II, entre outras. 37 A escola transformadora está na teoria. Na prática, esbarramos em recursos humanos que buscam transformar resultados negativos, como a repetência, a indisciplina e a falta de comprometimento, em resultados positivos. Avaliação diagnóstica é muito importante e busca-se fazê-la. Assim, ocorre resultado mais efetivo sendo que o aluno/professor devem buscar o que ficou pouco claro e defasado no processo de ensino-aprendizagem. Percebe-se que o aluno só estuda, só se esforça para receber nota e não porque acha importante para a sua vida. ? preciso que nós, professores, reavaliemos o nosso ensinar, para que o aprender seja mais prazeroso e que este realmente aconteça. A nota deve ser um conjunto de fatores no cotidiano e não somente prova. Aos professores cabe a tarefa de planejar diferentes trabalhos que oportunizem a busca e construção desse conhecimento, formando um aluno crítico, que enfrenta os problemas e que saiba se defender. Muito se tem conseguido, incluindo as famílias nesse processo. Entendemos que para que a escola seja um agente transformador ela precisa resgatar, integrar e, com isso, transformar seus principais pilares: o professor e o aluno. Essa escola que queremos, aberta, amiga, de qualidade e acolhedora, precisa de recursos humanos dispostos, disponíveis e capacitados para trabalhar com centro de interesse e projetos paralelos. A clientela que temos participa de todas as atividades diferentes e prazerosas que proporcionamos: exposições, gincanas, torneios, confraternizações, palestras, etc. Porém, quer e precisa mais e pouco faz. Temos visto a família fragmentada, isso traz para a escola um reflexo desastroso, pois a instituição primeira delega à segunda, tarefas como e de passar valores: respeito e educação. 38 Instala-se um conflito quando se aborda o tema de escola transformadora e sente-se que há muito a fazer para que esta escola realmente exista, que seja ideal e que atenda às necessidades dos alunos. É preciso espaço físico com ambientes que proporcionem uma aprendizagem construtiva. 39 Entendemos que a escola atende os tópicos de escola transformadora. Não há clareza no uso da planilha de avaliação. Alguns a utilizam como punição, outros como diagnóstico. Há pouco incentivo ao estudo e à ascensão social para a comunidade dos professores. No que se refere à melhoria da qualidade de vida, a escola oferece várias alternativas: destinação final do lixo, combate às drogas, DSTs, Meio Ambiente, Leitura, incentivo à prática esportiva. Muitos alunos são excluídos pelo grupo de colegas e pouco se faz para atenuar isso. A escola trava uma competição desleal com a mídia e uma inversão de valores bastante significativa está presente. A participação e interesse do aluno em realizar as atividade, podem garantir avanços na aprendizagem. O esforço e a responsabilidade do aluno ajudam o professor a fazer o dignóstico da avaliação. Na escola, desenvolvem-se ações que asseguram progressos para quem está decidido a aprender. 3.10 Na temática A Escola Democrática, o grupo questionou-se a respeito de até que ponto nossa escola é democrática e apontou os seguintes dados: 40 Acreditamos ser nossa escola democrática, os pais participam bastante, os alunos são ouvidos nas avaliações e planejamento de atividades diversas e a opinião dos alunos é valorizada apesar de haver um certo desinteresse em pensar o futuro. Falta empatia por parte dos alunos pelo conhecimento o que dificulta a diversidade de trabalhos, pois dependemos da postura assumida pelos alunos diante da democracia e dessas sugestões. Como conseguir mais homogeneidade de disciplina? Sabe-se que a disciplina é base para tudo e atualmente os setores responsáveis e a escola como um todo questionam-se em como conseguir homogeneidade na disciplina escolar. A valorização das habilidades dos alunos é contemplada através dos projetos oferecidos, no entanto, esses, poderiam ser ampliados para atender um maior número de alunos. Poderiam ser criados novos projetos como o Grêmio Estudantil, que seria um espaço onde os alunos poderiam discutir seus anseios e desejos e propor atividades que venham acatar seus interesses. O planejamento pode ser flexível à medida em que os alunos demonstram interesse, comprometimento e organização, pois para muitos a diversidade é sinônimo de algazarra. Para uma avaliação progressiva é preciso que consigamos uma aprendizagem capaz de despertar o prazer em aprender. Precisamos rever constantemente a avaliação, para não chegarmos no final, medindo só a nota, sem considerar o todo. Os alunos demonstram muita comodidade, ou falta de motivação para ir em busca do conhecimento. O que pode ser fator desencadeador dessa problemática é a falta de oportunidade que os alunos têm de sugerir aulas diversificadas. 41 Por vezes, o planejamento de atividades diferentes não obtém a concretização dos objetivos devido à falta de limites e falta de interesse dos alunos, deixando o professor frustrado e com isso desmotivado a promover aulas diferentes. Outro fator que pode vir a influenciar o bom resultado é o mau planejamento da atividade. Os instrumentos de avaliação são muitos e diversificados. Ensinar, aprender e avaliar não são pontos separados. Um depende do outro. Avaliação é uma etapa da aprendizagem, que serve para verificar resultados de aprendizagem e revê-los. O planejamento deve ter como base o diagnóstico do professor do que ou daquilo que o aluno sabe, e com ações diversificadas promover a reelaboração e a construção do conhecimento dos alunos. 42 4. Temas Norteadores Representamos num esquema gráfico os princípios que embasarão a prática pedagógica, de acordo com o projeto do planejamento participativo. TRANSFORMADORA BUSQUE A LOCAL DE PRAZER DISCIPLINA ABERTA CRÍTICA SOLIDÁRIA AFETIVA A FAVOREÇA AUTONOMIA 4.1Tema: Escola Solidária Até que ponto nossa escola trabalha a solidariedade? • Proposta de trabalhos em grupos e formação destes grupos. • Respeito e auxílio ao próximo. • Prática de ações conjuntas. • Auxílio a entidades filantrópicas. • Vivência de respeito mútuo. 43 • Envolvimento da escola em projetos da comunidade local. 4.2Tema: Escola Crítica Até que ponto nossa escola trabalha a criticidade? • Proposta de desafios para a busca do esclarecimento de dúvidas. • Escolha de atividades em que seja possível a expressão oral e escrita. • Posicionamento frente aos questionamentos e à defesa de opiniões divergentes. • Denúncia ao que fere os valores humanos. • Solidariedade e acolhida às pessoas e situações especiais. • Proposta de atividades em que ocorra a livre-expressão de idéias e pensamentos. 4.3Tema: Escola Aberta Até que ponto nossa escola é aberta à comunidade? • Participação de pais e comunidade em projetos e eventos da escola. • Participação da escola em projetos e eventos da comunidade local. • Disponibilidade e atendimento às exigências e às necessidades da comunidade local. • Oferta de projetos e oficinas para as pessoas pertencentes ao bairro onde a escola está inserida. 4.4Tema: Disciplina Escolar Até que ponto nossa escola mantém a disciplina? • Combinação e estabelecimento prévio, e em grupo, das regras e normas da e na escola. • Clareza e comentários dos limites desejáveis da conduta de pais, professores, alunos, funcionários e demais pessoas envolvidas no processo educativo. 44 • Responsabilidade do sujeito somente pelo seu ato infracionário. • Serenidade na aplicação das medidas disciplinares. • Justiça na aplicação das sanções. • Aprendizagem global (conteúdos, convívio social, limites, cidadania). • Consenso e unidade na aplicação das sanções. 4.5Tema: Capacidade de Trabalhar em Equipe Até que ponto nossa escola trabalha o espírito esportivo? • Oportunidade de trabalhar em equipe. • Desenvolvimento do espírito de grupo. • Conscientização de que a escola é uma coletividade. • Expressão das diferentes competências. • Valorização das diferentes habilidades. • Viabilidade material, espacial e pessoal para o desenvolvimento do espírito esportivo. 4.6 Tema: Escola, local de prazer Até que ponto nossa escola é um lugar de prazer? • Atividades diversificadas e atraentes. • Limpeza e harmonia do espaço físico. • Atividades e ambiente agradáveis e atrativos à comunidade local e escolar. • Atividades do interesse e sugeridas por alunos e/ou pais. • Disponibilidade de espaço físico para o lazer e desenvolvimento de atividades recreativas. • Disponibilidade de espaço que oportunize a vivência e o contato com a natureza. • Adequação dos brinquedos da pracinha no ambiente externo. • Disposição de material didático e jogos pedagógicos para a realização dos trabalhos e atividades. 45 4.7 Tema: Escola Afetiva Até que ponto nossa escola é afetiva? • Elogio e valorização das conquistas e dos resultados apresentados pelos alunos, pais, funcionários e professores. • Contato físico agradável e carinhoso entre as pessoas envolvidas no processo de ensino-aprendizagem. • Atividades acolhedoras. • Recepção e acolhimento de pais, alunos, professores, funcionários e comunidade em geral. • Recepção, acolhida e adaptação de alunos novos. 4.8 Tema: aluno-sujeito autônomo Até que ponto nossa escola trabalha a autonomia? • Incentivo à autonomia do aluno. • Responsabilidade no cumprimento de seu dever (pais, alunos, professores e funcionários). • Atividades que contemplem a realidade do aluno. • Organização de atividades e projetos dentro e fora da sala de aula pelos alunos. • Participação efetiva dos alunos nos conselhos de classe. • Conhecimento, por parte do professor, da bagagem e das experiências culturais dos alunos. • Atividades que oportunizem a expressão e a valorização das experiências culturais dos alunos oriundos de outros projetos. 4.9 Tema: Escola Transformadora Até que ponto nossa escola é transformadora? • Avaliação como diagnóstico e não como punição. 46 • Inclusão e integração social do aluno. • Planejamento de atividades que oportunizem ações construtivas. • Incentivo ao estudo e à busca de oportunidades que conduzam a uma ascensão social. • Melhoria da qualidade de vida da comunidade escolar e local. 4.10 Tema: Escola Democrática Até que ponto nossa escola é democrática? • Valorização do aluno a fim de oportunizar a elaboração e a reelaboração do seu conhecimento. • Aceitação das sugestões dos alunos no cotidiano escolar. • Trabalhos diversificados e planejamento flexível, a fim de atender à diversidade de interesses e habilidades. • Escolha de instrumentos de avaliação que possibilitem verificar a construção do conhecimento de cada aluno. • Atividades que possibilitem escolhas e aceitação das opiniões e opções da coletividade. 47 5. PROGRAMAÇÃO 5.1Necessidade: A escola precisa compartilhar suas questões. Objetivo: Ter uma escola afetiva, aberta e transformadora. Estratégia: - Cultivar um bom relacionamento com a Secretaria de Educação do município, com a comunidade local e escolar (bairro, pais, alunos, funcionários e corpo docente). 5.2Necessidade: Os alunos não cuidam do patrimônio escolar. Objetivo: Respeitar e zelar pelo patrimônio escolar. Estratégia: - Retomar a Campanha EU AMO PRIMAVERA com uma programação que terá como objetivo incentivar o respeito e a preservação do patrimônio público, do ambiente escolar, como local de aprendizagem, prazer, convivência sadia e amizade. -Criar um comissão responsável pela retomada da campanha com alunos e professores. Aumentar a participação dos alunos e que eles se envolvam na organização da campanha. - Preservação da parte física da escola “Estragou/Arrumou”. - Uso moderado do material disponibilizado, observando as quotas de cópias. Colocar pequena quantidade de material à disposição, na sala dos professores. 5.3Necessidade: Espaço de lazer precário, pouca área de lazer e área verde. Objetivo: Requisitar espaço físico para recreação e atividades físicas. Estratégia: - Solicitar, através da Prefeitura Municipal de Dois Irmãos, a aquisição do terreno ao lado do prédio da escola, para atividades físicas e recreativas, bem como, para o plantio de uma área verde, ampliando espaço físico desta unidade. - Criar uma comissão envolvendo os três segmentos da escola, pais, professores e alunos, a fim de solicitar a compra citada. - Oportunizar espaços apropriados para o desenvolvimento das atividades habituais, e, principalmente, dos projetos assumidos. - Pintar amarelinhas no pátio. 48 - Organizar de modo mais funcional as mesas de pingue-pongue. 5.4Necessidade: Há perturbação, muito barulho e correria nos recreios. Objetivo: Tranqüilizar e respeitar-se no período de recreio. Estratégia: - Serão indicados dois professores para supervisionarem o recreio, tanto nos anos iniciais como nos anos finais. - Organizar o recreio de forma a ser prazerosa e que os alunos se respeitem, respeitem os professores, funcionários e patrimônio escolar. - Serão escolhidos alunos para auxiliar na organização do recreio, responsabilizando-os por esta ação, desenvolvendo espírito de liderança, respeito e autonomia entre os educandos. - Será distribuído material esportivo por turma para uso no recreio e a mesma será responsabilizada pelo seu uso (sapatas, cordas, rodas e elástico). - Ter estratégias diferenciadas para anos iniciais e finais. 5.5 Necessidade: Pouco contato descontraído entre alunos, alunos e professores e entre professores. Objetivo: Proporcionar momentos de integração. Estratégia: - Realizar atividades recreativas proporcionando, entre alunos e professores, integração e estabelecendo maiores vínculos afetivos. -Organizar, durante o ano letivo, atividades extra classe, como jogos interséries, incentivando o espírito de coleguismo, descontração, integrando o grupo, tanto discentes como docentes. - Organizar uma Olimpíada Escolar, somente com os alunos da escola, bem como um Festival de Atletismo. - Reativar os treinos esportivos semanais, realizados entre professores. - Serão promovidos encontros ente os professores fora do período de aula. - Confraternização entre os aniversariantes do semestre(grupo de professores). - Criação de Coral de Professores e Funcionárias. - Realizar mais passeios para integrar alunos e professores 5.6 Necessidade: Alunos, professores e funcionários pouco elogiados. 49 Objetivo: Promover a auto-estima e o bem estar de alunos, professores e funcionários. Estratégia: - Procurar, durante a prática de ensino, ressaltar as qualidades das pessoas, os aspectos bons já assimilados e, através de elogios promover a auto-estima, o crescimento e a aquisição de novas virtudes. - Colocar, em locais adequados(corredores e sala de Artes), ripas de madeira a fim de expor os trabalhos dos alunos. - Divulgar os trabalhos realizados nos meios de comunicação locais e no jornal da escola. - Voltar troféu destaque que era distribuído na Campanha “Eu Amo Primavera”. - Quadro mural para exposição de trabalhos realizados pelos alunos. 5.7 Necessidade: Falta de integração nas atividades dos alunos com os pais. Objetivo: Propociar a integração da comunidade no dia-a-dia escolar. Estratégia: - Integrar os pais nas atividades de rotina da escola. - Criar projetos que propiciam a integração no dia-a-dia escolar. - Distribuir na comunidade, nas famílias e locais públicos, caixas com poesias, prestigiando o projeto cultural da Secretaria de Educação, Carrossel de Letras, sobre Mário Quintana. - Divulgar o projeto Pinte e Borde. Publicar nos jornais locais a data e oficina. - Organizar um Clube de Mães ou colaboradores da escola. - Proporcionar atividades no Dia da Família que envolvam a participação dos pais juntamente com seus filhos promovendo a integração e aproximação entre pais, alunos e escola. 5.8 Necessidade: Dificuldade de argumentação do aluno. Objetivo: Aprimorar a expressão oral e escrita. Estratégia: - Ao término de cada conteúdo, levar o aluno a expressar-se oralmente ou por escrito, porém, de maneira prazerosa, promovendo, não somente a crítica, como também, a apresentação de soluções. - Ler o próprio texto após a escrita evitando erros comuns e modificando a 50 argumentação confusa. - As horas cívicas serão realizadas nos primeiros períodos em ambos os turnos, semanalmente, com o objetivo de proporcionar aos alunos a oportunidade de vivenciar as mais variadas formas de expressão. - Ter mais feiras ou momentos de apresentação de de trabalhos para acostumar os alunos a expor suas idéias desde cedo. 5.9 Necessidade: Não há comprometimento e responsabilidade dos alunos em relação a seu material e deveres. Objetivo: Propiciar autonomia. Estratégia: - Redução de bilhetes escritos para os alunos das séries finais. - Redução de material disponibilizado pela escola, para evitar disperdício e responsabilidade no uso de papel, cartolina, folhas coloridas, canetinhas, lápis de cor, giz de cera e outros. - Criar uma planilha de avaliação contínua do aluno, na qual será registrado o seu desempenho escolar(ficará anexa à ficha de matrícula do aluno). 5.10 Necessidade: Poucas palestras à comunidade de pais. Objetivo: Promover informação e cultura aos pais. Estratégia: - Realizar encontros, palestras, conversas, oficinas à comunidade, com o objetivo de atender às necessidades, dúvidas e anseios dos mesmos. 5.11 Necessidade: Poucas atividades que proporcionam cultura, debates e aperfeiçoamento dos alunos. Objetivo: Incentivar o conhecimento e o desenvolvimento do aluno. Estratégia: - Incentivar a leitura através do Projeto Biblioteca, da Feira do Livro Municipal, da Feira do Livro Interna, do Projeto a Hora do Conto, do projeto Carrossel de Letras e do Projeto Teatro. - Serão oferecidas palestras, conversas, e esclarecimentos com profissionais sobre temas prementes, como sexualidade, drogas, relações interpessoais, questões profissionais, para alunos dos anos finais. 51 - Ativar o Laboratório de Ciências para as pesquisas nesta área para todas as turmas da escola, mobiliando e equipando o ambiente, com o objetivo de despertar, incentivar, responder ao espírito investigativo dos educandos. - Visitas a locais históricos-culturais: teatros, museus, centros técnicos, cinemas. - Intensificar outros momentos para atrair a comunidade com o objetivo de apreciar e se integrar: Feira do Livro Interna, Dia da Família I e II, Kerb, Semana da Pátria, Semana do Idoso, Natal, Multifeira. - Troca de livros semanais. - Hora do conto mensalmente para os alunos da séries iniciais. 5.12 Necessidade: Pouco interesse do professor em conhecer a realidade do seu aluno. Objetivo: Inteirar-se com a realidade do aluno principalmente quando há defasagem no rendimento escolar. Estratégia: - Entrevistas com pais ou responsáveis. - Visitas aos bairros. - Contato com profissionais especializados que atendam, que possam dar um suporte no momento, assim como encaminhamento, se necessário atendimento Fonoaudiólogo e Psicológico. 5.13 Necessidade: Falta de comprometimento das comissões dos eventos. Objetivo: Responsabilizar os profissionais dos projetos a fim de que tenham êxito nos eventos. Estratégia: - Continuar com os eventos realizados na escola, porém, escolher um líder atuante a fim de manter o compromisso e o êxito das propostas. - Todos os profissionais deverão participar ativamente na organização de no mínimo dois eventos. 5.14 Necessidade: Desrespeito aos professores pelos alunos. Objetivo: Desenvolver o respeito e o limite. Estratégia: - Cada professor deverá priorizar, na sua prática, direitos e deveres da criança e do 52 adolescente. - Propiciar a solidariedade, o coleguismo entre os alunos, quando trocarem experiências e conhecimento nas atividades de sala de aula. - Incentivar a realização de algo sem pensar na reconpensa. - Promover dois concursos com o intuito de criar uma cartilha com a temática “Valores” dentro do PROJETO EU AMO PRIMAVERA. - Punir com rigor, desde o início do ano, atitudes desrespeitosas para coibir o crescimento dessas práticas. 5.15 Necessidade: Pouca disponibilidade de visitas a asilos, APAE e instituições deste tipo. Objetivo: Despertar o espírito de solidariedade humana. Estratégia: - Visitar, o Lar de Idosos, a fim de despertar o espírito de solidariedade humana, valorizando o afeto, a amizade, o respeito e as experiências dos mais velhos.(Anos iniciais) - Campanha durante o ano ou equipe de trabalho voluntários. Exemplo: visita ao lar de mãe solteira.(Anos finais) 5.16 Necessidade: Não há entrosamento com as comunidades de bairros. Objetivo: Integrar os bairros. Estratégia: - Promover encontros da comunidade em oficinas no bairro São Miguel , para trocas de receitas culinárias, trabalhos manuais, organizando e estruturando espaços e profissionais para esta finalidade. - Criação do projeto “Pinte e Borde” na escola, com oficinas variadas, abertas à comunidade e alunos. - Resgatar a história dos bairros Primavera e São Miguel desenvolvendo o projeto História e Memória: seu registro pela palavra, promovido pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura. 5.17 Necessidade: Falta de recursos humanos. Objetivo: Atender, com maior qualidade, professores, alunos, pais e funcionários, como também agilizar os serviços burocráticos. 53 Estratégia: - Requisitar, através da Secretaria de Educação, recursos humanos para atender à demanda da secretaria(secretário) pelo aumento de encargos da mesma, como também, dar uma assessoria mais efetiva ao grupo de professores, alunos, pais e funcionários, por outro lado, promover as substituições de professores em licença e/ou ausentes, por constituir um números significativo de docentes, o mesmo ocorrendo quando das ausências(professor substituto). 5.18 Necessidade: Clareza nas normas disciplinares. Objetivo: Cumprimento das normas disciplinares para o bom funcionamento da escola. Estratégia: -Compor as normas disciplinares com os próprio alunos e turmas, constando as punições. - Reunião por anos, para ler, esclarecer e reforçar as normas disciplinares, distribuindo-se para cada aluno e professor um exemplar das mesmas. - Exigir dos profissionais o cumprimento das normas disciplinares da escola. - Relembrar o cumprimento das normas, reforçando as necessárias, nas horas cívicas e encontros. 5.19 Necessidade: Não há clareza da prática da avaliação bem como o uso da planilha da avaliação global do aluno. Objetivo: Avaliar o aluno na sua progressão dentro do processo ensinoaprendizagem. Estratégia: - Encontros de estudos sobre avaliação se necessário, buscar ajuda de profissionais. 5.20 Necessidade: “O Ensinar” não é muito prazeroso, conseqüentemente, “O Aprender”, também. Objetivo: Tornar a escola um lugar de prazer. Estratégia: - Criar espaços para qualificação, aperfeiçoamento dos profissionais, motivando-os para isto e de acordo com a sua necessidade. 54 - Organizar as salas de aula em salas ambiente, de acordo com a área de estudo, e estruturando-as, equipando-as com material adequado ao funcionamento prático das mesmas, a fim de proporcionar bem-estar e prazer aos docentes e discentes. - Usar metodologia adequada, diversificada, desafiadora e motivadora. - Respeitar os Planos de Estudos. 5.21 Necessidade: Professores não entregam planejamento emergencial. Objetivo: Atender melhor o aluno quando da falta do professor. Estratégia: - Todos os professores devem organizar sugestões de atividades para todas os anos, observando a reposição das mesmas quando utilizadas. 5.22 Necessidade: Há muito comodismo por parte de alguns profissionais. Objetivo: Ter maior comprometimento com a escola. Estratégia: - Exigir da equipe de professores a participação efetiva nas reuniões e conselhos de classes, como também a colaboração e o envolvimento com as propostas traçadas pela equipe diretiva e pelo grupo. 5.23 Necessidade: Pouca valorização dos projetos. Objetivo: Incentivar e valorizar os projetos extra-classe oferecidos. Estratégia: - Retomar os projetos da escola: Banda Marcial Escolar, Esporte, Informática, Biblioteca, Danças Criativas, Danças Modernas, Teatro, Jornal da Escola, Recreação, Desenho, Xadrez, Inglês, Alemão, Fórum das Profissões, Carrossel de Letras, Psicomotrocidade, Violão, Canto, Coral dos Professores e Funcionárias, Pinte e Borde, Telecentro de Informática, Multifeira, Reforço Escolar e Hora do Conto, reforçando a oportunidade de participar de atividades extraclasse, cobrando a responsabilidade, a assiduidade e o interesse. 5.24 Necessidade: Pouco envolvimento dos alunos maiores em atividades que exijam respeito e liderança. Objetivo: Desenvolver o espírito solidário e o trabalho em equipe. Estratégia: 55 - Promover uma gincana na qual, além das atividades lúdicas, arrecadar-se-á material de sucata, alimentos e roupas. 5.25 Necessidade: Pouca procura e utilização dos materiais didáticos oferecidos pela instituição. Objetivo: Divulgar o material didático disponível pela escola e a constante aquisição de livros, incentivando o seu uso. Estratégia: - Apresentar aos professores o material didático e científico, livros, disponibilizados pela escola numa reunião pedagógica direcionadas para este fim. - Dispor, numa planilha, os vídeos, DVDs e CDs disponíveis na escola. - Adquirir o material sugerido pelo professor. 5.26 Necessidade: Favorecimento ao individualismo em detrimento ao trabalho coletivo. Objetivo: Incentivar o espírito de grupo e coleguismo. Estratégia: - Usar de imparcialidade no trato com todos os segmentos da comunidade escolar, desenvolvendo ações democráticas. 5.27 Necessidade: Despreparo dos professores, principalmente na área afetiva, de liderança e de inter-relação. Objetivo: Incentivar a troca de idéias e, se necessário, buscar orientação especializada para os professores. Estratégia: - Organizar debates com profissionais a respeito da prática ensino-aprendizagem. - Incentivar a participação de cursos de aperfeiçoamento, seminários, palestras e outros encontros. - Reunir os professores para discutirem sobre avaliação, sobre os critérios e questões referentes, a fim de direcionarem conjuntamente esta prática. 5.28 Necessidade: Desconhecimento das relações etnico-raciais e o da cultura afro-brasileira. Objetivo: Conhecer, valorizar e respeitar as relações étnico-raciais. 56 Estratégia: - Trabalhos diversificados direcionados, em sala de aula, durante todo o período letivo, desde as séries iniciais. Através de vídeos, textos, histórias, jogos, culinária, músicas, danças, dramatizações, vocabulários, vestimentas, instrumentos musicais. - Dentro das atividades da gincana anual, sugerir tarefas valorizando e conhecendo a cultura afro-brasileira. - Criar um grupo de capoeira na escola. 5.29 Necessidade: Contatos mais freqüentes com o grupo de funcionários da escola. Objetivo: Atender às necessidades pessoais e profissionais do grupo de funcionários junto à equipe diretiva para um bom andamento do dia-a-dia da Escola. Estratégia: - Organizar, quinzenalmente encontros com o grupo de funcionários a fim de resolverem suas questões pessoais, profissionais, administrativas, como também suas funções na Instituição. - Concidá-los para participar dos eventos da Escola. 5.30 Nessecidade: Encontros da equipe diretiva para avaliação do trabalho e tomada de decisões. Objetivo: Promover reuniões, quinzenais, em que os membros da equipe diretiva a fim de tratarem sobre questões da Escola, tomarem resoluções, criarem estratégias de ações e soluções para suas questões. Estratégia: - Apresentar, quando adequado, textos reflexivos sobre a prática na educação e gestão. - Trocas diárias prévias para toda e qualquer resolução a tomar. 57 6. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL 6.1 Organização Administrativa 6.1.1 Direção Está a cargo da Professora Carmen Luiza Riva. Atribuições da Direção a) representar legalmente a Escola, responsabilizando-se por sua organização e funcionamento perante o Poder Público e a Comunidade.; b) coordenar a elaboração, a execução e a avaliação da Proposta Pedagógica da Escola; 58 c) fazer cumprir as legislações vigentes de ensino, as determinações da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto e as do Regimento Escolar; d) tomar decisões com vistas à qualidade do ensino e ao alcance das metas estabelecidas na Proposta Pedagógica; e) promover o entrosamento de todos os segmentos e da comunidade escolar, proporcionando um ambiente harmonioso de trabalho; f) informar os elementos da escola sobre as diretrizes e normas emanadas dos órgãos superiores do Sistema de Ensino, promovendo reuniões de estudo e provendo a Escola dos devidos instrumentos legais; g) convocar, convidar e presidir reuniões; h) aplicar recursos financeiros com a participção do Círculo de Pais e Mestres; i) assinar, juntamente com o secretário, toda a documentação relativa à vida escolar dos alunos e Escola; j) visar a escrituração das instituições e serviços complementares, as atas de reuniões e outros expedientes eventuais; k) integrar a coordenação geral do conselho de classe; l) distribuir a carga horária para cada disciplina, bem como organizar o horário escolar, assessorado pelo Coordenador Pedagógico; m) promover campanhas educativas; n) liderar toda e qualquer atividade administrativo- pedagógica, cívico- social, desportiva, cultural e religiosa; 6.1.2 Vice-direção Está a cargo da Professora Dirce Terezinha Traesel Schneiders. Acompanha e assessora o diretor em todas as atividades de Escola. Na ausência do diretor, representa-o em todos os atos legais, responsabilizando-se pelo funcionamento da Escola perante o Poder Público e a Comunidade. 6.1.3 Serviços Administrativos 59 Serviços Administrativos: Funções e atribuições constam no Regimento Escolar. Secretaria - a Secretaria da escola é o lugar onde se recepciona a comunidade escolar e onde também ficam arquivados os dados referentes a vida escolar do aluno. A secretaria está aberta para atendimento ao público, durante o horário escolar. As funções podem ser realizadas pelo profissional específico para o cargo, ou seja, secretário, da escola ou outro profissional designado a fazê-las. Mecanografia - o serviço de mecanografia é desempenhado pela pessoa responsável pela secretaria ou pelp profissional designado pelo diretor. As cópias (xerox) deverão ser solicitadas com 24 horas de antecedência, no mínimo. 6.2 Organização Pedagógica 6.2.1 Supervisão O serviço de Supervisão é realizado pelo Técnico de Apoio Pedagógicoda Escola, assessorado pela Secretaria de Educação. Atribuições – Tomar decisões com vistas ao processo de ensinoaprendizagem e o desenvolvimento de atividades em consonância com a proposta pedagógica e os planos de estudo. • Acompanhar e assessorar o trabalho pedagógico orientando e planejando as atividades conforme a filosofia e os objetivos da escola; • Orientar e supervisionar atividades de diagnóstico, controle e verificação do rendimento escolar; • Opinar e ou decidir sobre as atividades pedagógicas da escola; • Assessorar a Direção no que for pertinente; • Participar da elaboração e execução da Proposta Pedagógica; • Propor ou aprovar formas de atuação adequada às possibilidades da escola pra dar cumprimento ao planejado; • Orientar os alunos do 9° ano na continuidade dos estudos visando uma escolha profissional; • Oferecer ao professor e aluno apoio para o alcance da auto-realização. 60 • Analisar as Histórias Escolares de alunos transferidos para adequá-los ao currículo da Escola. • Coordenar os processos de qualificação, reclassificação e avanço de série, quando necessário. 6.2.2 Professor Conselheiro de Turma O professor Conselheiro é eleito a cada período letivo, aproximadamente um mês após o início das aulas, pelos próprios alunos, com auxílio da supervisora. A sequência da escolha pelas turmas proceder-se-á por sorteio. Cada professor só poderá ser escolhido por uma turma. Atribuições: - Atuar como ligação entre a direção, técnico de apoio pedagógico, corpo docente e corpo discente; - participar e auxiliar na promoção de eventos e atividades realizadas pela turma; - manter contato entre pais de alunos e professores; - elaborar os pareceres descritivos a cada trimestre letivo; - analisar com os alunos o rendimento escolar do grupo e individualmente, orientando-os e construindo alternativas para a melhoria da aprendizagem, hábitos e atitudes. 6.2.3 Aluno representante de Turma O aluno representante de turma é o aluno eleito pelos colegas para representar sua turma junto aos professores e Direção. Sua eleição é acompanhada pela Supervisão no início do ano letivo, assim que se conheçam mutuamente. Algumas condições são necessárias para que o aluno seja um bom representante de turma tais como: responsabilidade, iniciativa, assiduidade, pontualidade, disponibilidade, respeito, espírito de coleguismo. A liderança buscará desenvolver um representante autêntico que exerça 61 influência positiva sobre sua turma. Caso contrário, poderá ser substituído pelo seu vice-representante ou proceder-se-á nova escolha. 6.2.4 Conselho de Classe O Conselho de Classse é integrado pelos professores das diferentes disciplinas e pela equipe diretiva. Este colegiado reune-se periodicamente para refletirem conjuntamente e avaliarem o desempenho pedagógico dos alunos das diversas turmas e anos, buscando solução para os problemas existentes objetivando sempre a melhora da qualidade do processo de ensino e aprendizagem. O professor durante o Conselho de Classe tem a oportunidade de analisar e discutir o processo de trabalho efetivamente concretizado em sala de aula, isto é, sua prática pedagógica, tanto em termos de relação com o aluno como de conteúdo escolar. Se ao longo do conselho, forem levantadas alugumas resoluções para haver crescimento, tanto da truma quanto do profissional, cabe à supervisão controlar o cumprimento das mesmas, cobrando dos alunos e do profissional as decisões acordadas. O Conselho de Classe tem a autonomia para a classificação do aluno (aprovando ou reprovando-o). Somente para o 2° ano será concedida nova oportunidade de avaliação, no início do ano letivo seguinte, podendo o aluno ser aprovado ou reprovado. A família assume as atividades de reforço para que o aluno tenha mais tempo para a alfabetização. O educador deverá adaptar-se; deixar de ser um selecionador para se tornar um gestor de conhecimento, estimulando, valorizando e acreditando na capacidade do aluno. A participação do aluno nos Conselhos de Classe se dará da seguinte forma: na semana que antecede o Conselho de Classe a Coordenadora Pedagógica da 62 escola, visita as turmas e dialoga com os alunos, lembrando-os de que é um direito deles explicitar os pontos positivos e negativos concernentes à turma, ao professor, à direção da escola e outros. Após o debate, elabora-se uma síntese contendo todas as reinvindicações e soluções pertinentes que será levado ao conselho de classe participativo pelo representante e vice-representante de turma. A avaliação do Conselho de Classe se dará através da opinião dos participantes de conselho, evidenciando os pontos positivos e negativos. Se houver necessidade de mudanças, a direção da escola, juntamente com os professores, deverão buscar a reformulação dos conselhos de classe para a melhoria da qualidade de ensino e para transformar a Escola num ambiente criador, onde ensinar e aprender sejam efetivamente um momento de prazer. Bem como, será fornecido à turma um retorno das suas reinvidicações pelo Professor Conselheiro e um acompanhamento da supervisão quanto ao cumprimento das mesmas quando acordadas. 63 7. SERVIÇO DE APOIO ADMINISTRATIVO-PEDAGÓGICO 7.1 Biblioteca Professora responsável Ana Marlise Liesenfeld. A Biblioteca funciona tanto para a retirada de livros de leitura, revistas, gibis, jornais, como também para pesquisa da comunidade escolar. A Biblioteca atende todas as turmas da escola, desde a Educação Infantil até 9°s anos. Com o objetivo de incentivar a leitura como forma prazerosa, a responsável se empenha em atender a demanda dos gostos de leitura dos seus alunos, agilizando-se para aquisição dos mesmos junto à direção. A Biblioteca está sendo informatizada para atender mais organizadamente 64 seus freqüentadores. Estão à disposição literatura em geral, poesias, revistas, gibis, jornais, dicionários, livro de consulta para os alunos. Para os professores há além dos colocados aos alunos, livros da prática pedagógica, apoio, consulta para preparo das aulas, encartes, cadernos e revistas especializadas com assuntos da área da educação a atualidade. A fim de atender a clientela da escola, organiza-se um calendário, utilizando um período exclusivo para cada turma, podendo esta ficar à vontade para uma boa escolha da leitura. O aluno se credencia, recebendo uma carteirinha individualizada com a qual retira sua bibliografia e, também, a responsável está apta a verificar atrasos, perdas, preferências. Para haver melhor aproveitamento da leitura, a Educação Infantil até os 4ºs anos fazem sua retirada semanalmente, enquanto que, dos 4ºs aos 9ºs anos o fazem quinzenalmente. 7.2 Laboratório de Informática Professora Responsável: Edna Cunegatto. Objetivos: Oferecer suporte técnico de informática às diversas áreas do conhecimento, como também, às criativas. Capacitar a clientela com normas básicas para a elaboração de um trabalho científico, propiciando a uniformização e a sistemática. Propiciar, aos profissionais, ferramentas para o planejamento das atividades pedagógicas e eventual apresentação de trabalhos. Funcionamento : 65 As atividades no Laboratório de Informática são realizadas através de agendamento de acordo com a necessidade, da Educação Infantil até 9ºs anos. Aos 9ºs anos também são oportunizadas atividades quinzenais, na Disciplina de Língua Portuguesa, para a produção do Jornal Escolar Escolegal, como também, para complemento técnico dos profissionais da área. 7.3 Laboratório de Aprendizagem Professora responsável Cristina da Silva Lopes. “Todas as crianças sabem muitas coisas, só que algumas sabem coisas diferentes das outras” Telma Weisz Frente ao número significativo de crianças que apresentam dificuldades ou ritmo próprio de aprendizagem, surge a necessidade de um ambiente alfabetizador com espaço lúdico e atendimento mais individualizado, a fim de estimular e promover situações e vivências em que os educandos possam expressar seus sentimentos e pensamentos, sem constrangimentos, sentindo-se respeitados e valorizados. Os encontros ocorrem semanalmente, aproximadamente uma hora, abrangendo a área de linguagem e a área de raciocínio lógico-matemático. Os alunos são indicados pelas professoras titulares das diferentes turmas, com a avaliação da Coordenação Pedagógica. Participam em pequenos grupos, possibilitando atendimento mais individualizado, obtendo assim mais autonomia e segurança nas suas tentativas e descobertas. Os exercícios propostos não são repetitivos, nem um refazer atividades já sugeridas pelo professor, mas uma diversidade de estratégias capaz de estimular e alcançar a melhor forma de aprendizagem. Estes momentos acontecem no contraturno em que a criança esteja matriculada. As crianças participam de jogos, desafios, situações-problema, 66 dramatizações, atividades de literatura e, mediante novas experiências, vão construindo o próprio conhecimento, superando dificuldades e descobrindo novos caminhos para se apropriar do conhecimento e do seu estilo pessoal de aprendizagem. Este projeto busca lançar um olhar atento e significativo para cada educando, porque, cada vivência é única, cada experiência é especial e particular. 7.4 Brinquedoteca Professora resposável: Glací Maria Ruppenthal. Clientela: Alunos da Educação Infantil ao 9° ano. Funcionamento: A Brinquedoteca possui uma sala própria com um acervo de jogos pedagógicos e recreativos. A professora responsável encontra-se no local no turno da tarde. No turno da manhã os jogos são solicitados anteriormente, ficando o professor da turma responsável. O uso da Brinquedoteca funciona por agendamento. Os alunos são acompanhados pela professora titular e pela responsável do local, sempre tendo em vista a ação educativa. Objetivo da Brinquedoteca: Contribuir com o processo de socialização dos alunos, oferecendo-lhes oportunidades de exercer o direito de brincar e/ou jogar, favorecendo seu desenvolvimento bio-psico-social, por meio de um acervo de jogos e brinquedos de diferentes tipos. 67 8. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Regime Escolar A Escola atende alunos da Educação Infantil Nível B(5 anos completos no início do ano letivo) e do 1° ao 9° ano. Assim distribuidos nos turnos manhã: Educação Infantil, 1°, 2°, 3°, 4°, 5°, 8 e 9°; Turno da tarde: Educação Infantil, 1°, 2°, 3°, 4°, 6° e 7º anos. 68 8.1 Grade Curricular ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ANO 2008 NÍVEL DE ENSINO: Educação Infantil Nível B TURNOS: Manhã e Tarde EIXOS DE TRABALHO CARGA HORÁRIA SEMANAL CARGA HORÁRIA ANUAL 20 HORAS 800 HORAS FORMAÇÃO SOCIAL E PESSOAL: Construção de sua própria identidade e autonomia; CONHECIMENTO DE MUNDO: C onstruções através da área cognitiva, afetiva e psicomotora. R elações através de movimentos. M úsica, Artes visuais. L inguagem oral e escrita. N atureza, sociedade e meio em que vive. N oções de matemática. OBSERVAÇÃO: São trabalhadas 4 horas diárias, com 201 dias letivos, totalizando 804 horas anuais. 69 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ANO 2008 NÍVEL DE ENSINO: Ensino Fundamental ANOS: 1º ao 5º TURNOS: Manhã e Tarde COMPONENTES CURRICULARES CARGA HORÁRIA SEMANAL CARGA HORÁRIA ANUAL ENSINO GLOBALIZADO 20 HORAS 800 HORAS OBSERVAÇÃO: São trabalhadas 4 horas diárias, com 201 dias letivos, totalizando 804 horas anuais. 70 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ANO 2008 NÍVEL DE ENSINO: Ensino Fundamental ANOS: 6º, 7°, 8° e 9º TURNOS: Manhã e Tarde COMPONENTES CURRICULARES CARGA HORÁRIA SEMANAL LÍNGUA PORTUGUESA MATEMÁTICA CIÊNCIAS HISTÓRIA GEOGRAFIA EDUCAÇÃO FÍSICA ARTE ENSINO RELIGIOSO LÍNGUA INGLESA LÍNGUA ALEMÃ 4 4 2 2 2 2 1 1 1 1 HORAS ANUAIS 6º Ano 7º Ano 8º Ano 9º Ano 160 160 80 80 80 80 40 40 40 40 160 160 80 80 80 80 40 40 40 40 160 160 80 80 80 80 40 40 40 40 160 160 80 80 80 80 40 40 40 40 OBSERVAÇÃO: São trabalhadas 4 horas diárias, com 201 dias letivos, totalizando 804 horas anuais. Até 5% da carga horária curricular poderá ser flexibilizada para atendimento das necessidades e especificidades da Proposta Pedagógica da Escola, resguardando o cumprimento do mínimo das 800 horas anuais. 71 8.2 QUADRO DOCENTE 8.2.1 Relação do quadro docente dos profissionais do 6º ao 9º ano: Ana Maria de Souza Carine Beatris Boardmann Padilha Cristiane Bitsch Edna Cunegatto Elaine Maria Bencke Marusiak Fábio Henrique Scholze Fani Mattone Fernanda Blume Ponne Gládis Marli Haas Graziela Medeiros da Silva Ires Teresinha Habitzreuter Lauri Mombach Mara Rosane Paiva Santos Marcelo Amparo Marroni Vitolla Márcia Maria Machry Marcus Hubner Rosane Maria Jardim Filippsen Solange Kamphorst Vania Eunice Boelter 72 8.2.2 Organização das disciplinas: Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera Rua São Leopoldo, 425 - Bairro Primavera-CEP 93950-000 – Dois Irmãos – RS Fone:(51) 564 1277 Ramal 243 Dec. de Criação e Denominação nº 14/92-13.03.92 Parecer de Autorização de Funcionamento nº 992/92 de 20.10.92 Decreto de Designação nº 012/99 – 19.02.99 – 6ª Série – Par. nº 63/96 – 09.01.96 7ª e 8ª Séries – Parecer CEED 284/2000 de 15.03.2000 “A nossa vitória é a certeza de termos acrescentado algo à vida de alguém...” PLANILHA DAS TURMAS/DISCIPLINAS – ANO LETIVO 2008 Série PORTUGUÊS MATEMÁTICA HISTÓRIA GEOGRAFIA CIÊNCIAS Turma EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO ENSINO LÍNGUA LÍNGUA FÍSICA ARTÍSTICA RELIGIOSO ALEMÃ INGLESA INFORMÁTICA 6º 61 Cristiane Elaine Gladis Gladis Fani Graziela Fernanda Lauri Solange Carine Edna 6º 62 Cristiane Elaine Gladis Gladis Fani Graziela Fernanda Lauri Solange Carine Edna 6º 63 Cristiane Elaine Gladis Gladis Fani Graziela Fernanda Lauri Solange Carine Edna 7º 71 Cristiane Elaine Gladis Marcia Fani Graziela Fernanda Lauri Solange Carine Edna 7º 72 Ana Maria Ires Gladis Marcia Marcus Graziela Fernanda Lauri Solange Carine Edna 7º 73 Ana Maria Ires Gladis Marcia Marcus Graziela Fernanda Lauri Solange Carine Edna 8º 81 Ana Maria Rosane Marcelo Marcia Marcus Fábio Fernanda Lauri Solange Carine Edna 8º 82 Ana Maria Rosane Marcelo Marcia Marcus Fábio Fernanda Lauri Solange Carine Edna 8º 83 Vânia Mara Marcelo Marcia Marcus Fábio Fernanda Lauri Solange Carine Edna 9º 91 Vânia Mara Marcelo Marcia Marcus Fábio Fernanda Lauri Solange Carine Edna 9º 92 Vânia Mara Marcelo Marcia Marcus Fábio Fernanda Lauri Solange Carine Edna 9º 93 Vânia Mara Marcelo Marcia Marcus Fábio Fernanda Lauri Solange Carine Edna 73 Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera Rua São Leopoldo, 425 - Bairro Primavera-CEP 93950-000 – Dois Irmãos – RS Fone:(51) 564 1277 Ramal 243 Dec. de Criação e Denominação nº 14/92-13.03.92 Parecer de Autorização de Funcionamento nº 992/92 de 20.10.92 Decreto de Designação nº 012/99 – 19.02.99 – 6ª Série – Par. nº 63/96 – 09.01.96 7ª e 8ª Séries – Parecer CEED 284/2000 de 15.03.2000 “A nossa vitória é a certeza de termos acrescentado algo à vida de alguém...” PLANILHA DE TURMAS DAS SÉRIES INICIAS – ANO LETIVO 2008 SÉRIE TURNO PROFESSORA Educ Inf Manhã Aline Schuster Educ Inf Tarde Celoí Aguiar Sparremberger 1º 11 Manhã Veridiana Meurer 1º 12 Tarde Inês Krentz dos Santos 2º 21 Manhã Roseli da Silva 2º 22 Tarde Daniele Margô Dreyer 2º 23 Tarde Silvana da Silva 3º 31 Manhã Glaci Maria Ruppenthal 3º 32 Tarde Melissa Knüppe 4º 41 Manhã Eliane Roth 4º 42 Tarde Eliane Roth 5º 51 Manhã Karin Klein Fink 5º 52 Manhã Iliane de Souza Freitas 74 8.3 Calendário Escolar Escola Municipal de Ensino Primavera Calendário Escolar/2008 Dom Seg 3 10 17 24 4 11 18 25 Fevereiro Ter Qua Qui 5 12 19 26 6 13 20 27 7 14 21 28 Sex Sab 1 2 8 9 15 16 22 23 29 20 – Reunião na Escola M e T 21 - Reunião da Equipe Diretiva Manhã Capacitação Tarde 22 Reunião Semec com professores. Manhã 25 Início do Ano Letivo 2008. N° de Dias Letivos: 5 Dom Seg 2 9 16 23 30 3 10 17 24 31 Março Ter Qua Qui 4 11 18 25 5 12 19 26 6 13 20 27 Sex 7 14 21 28 Sab 1 8 15 22 29 08 – Capacitação 20 Celebração de Páscoa (Comissão: Vânia, Celoí, Helena, Cristiane, Aline) Reunião de Pais – a combinar. N° de Dias Letivos: 20 Dom Seg Ter Abril Qua Qui Sex Sab 75 6 13 20 27 7 14 21 28 Abril 1 2 8 9 15 16 22 23 29 30 3 10 17 24 4 11 18 25 5 12 19 26 12 - Capacitação 21 Tiradentes – Feriado Nacional 24 a 27 19ª Feira Municipal do Livro 26 – Feira do Livro Sábado Letivo N° de Dias Letivos: 22 Dom Seg 4 11 18 25 5 12 19 26 Ter 6 13 20 27 Maio Qua Qui 1 7 8 14 15 21 22 28 29 Sex Sab 2 3 9 10 16 17 23 24 30 31 1° Dia do Trabalho – Feriado Nacional 09 Homenagem às Mães (Comissão: Karin, Solange, Glaci, Gladis, Carine, Eliane) 10 – Sábado Leivo Dia da Família I 17 Capacitação 22 Corpus Christi – Feriado Religioso Municipal 23 Feriado Interno 30 Término do 1° Trimestre Até dia 30, entrega de notas. N° de Dias Letivos: 20 1° Trimestre: 67 dias letivos. Junho Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sab 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 02 Início do 2° Trimestre 03 – Conselho 6º ano 05 Dia Mundial do Meio Ambiente 07 Conselho de classe 7º ao 9º ano 13 Entrega de Boletins 14 Capacitaçãoà distância 20 Festa Junina (Comissão: Karin, Inês, Helena, Iliane, Fernanda, Marcelo) 21 – Sábado Letivo N° de Dias Letivos: 22 Julho Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sab 76 Julho 6 13 20 27 7 14 21 28 1 8 15 22 29 2 9 16 23 30 3 10 17 24 31 4 11 18 25 5 12 19 26 16,17 e 18 – Gincana (Comissão: Celoí, Iliane, Marcelo, Fabiane, Edna, Cristina) 18 Término do 1º Semestre Letivo 21 a 1°/08 Férias Alunos 23 a 1°/08 Recesso Professores 21 e 22 11°Seminário Municipal de Educação 25 Dia da Imigração Alemã N° de Dias Letivos: 14 1°Semestre:102 dias letivos/ 408horas. Agosto Dom Seg Ter 3 10 17 24 31 4 11 18 25 5 12 19 26 Qua Qui 6 13 20 27 Sex Sab 1 2 7 8 9 14 15 16 21 22 23 28 29 30 04 Início das aulas 04 Início do 2° Semestre Letivo 08 Homenagem aos Pais (Comissão: Elaine, Carine, Mara, Cássia, Roseli, Ana Maria, Glaci) 09 – Sábado letivo 11 Dia do Estudante (Comissão: Vânia, Ana Maria, Fernanda, Cristiane) 14 Abertura Oficial Olimpíada Escolar. 16 ou 23 - Capacitação 22 Dia do Pedagogo N° de Dias Letivos: 21 Setembro Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sab 77 Setembro 1 7 8 14 15 21 22 28 29 2 9 16 23 30 3 10 17 24 4 11 18 25 5 12 19 26 6 13 20 27 05 Entrega de notas 06 - Capacitação 07 Independência do Brasil – Feriado Nacional 10 Emancipação. Desfile Cívico – Dia Letivo (Comissão: Melissa, Daniele, Silvana, Elaine, Mara, Gladis, Márcia) 12 Término do 2° Trimestre. 13 Cons de Classe 15 Início do 3° Trimestre 19 – Entrega de avaliações e Comemoração Farroupilha (Comissão: Lauri, Silvana, Inês, Cristina, Cássia) 22 a 27 Sem do Trâns e Prev ao uso de drogas. 26 Comemoração do Kerb na escola (Comissão: Solange, Veridiana, Márcia, Gladis, Roseli). 29 Dia do Padroeiro São Miguel - Feriado Municipal, Kerb Dois Irmãos Capacitação à distância N° de Dias Letivos: 21 2° Trimestre: 67 dias Dom Seg 5 12 19 26 6 13 20 27 Outubro Qua Qui 1 2 7 8 9 14 15 16 21 22 23 28 29 30 Ter Sex Sab 3 4 10 11 17 18 24 25 31 Semana Criança (Comissão: Aline, Melissa,Daniele, Eliane) 13 Feriado Interno pelo Dia do Professor 15 Dia do Professor 18 Olimpíada Escolar – Atletismo Sábado Letivo 25 Capacitação 28 Dia do Funcionário Público 29 Dia Nacional do Livro 31 Dia da Merendeira. N° de Dias Letivos: 23 Dom Seg Novembro Ter Qua Qui Sex Sab 1 78 2 9 16 23 30 3 10 17 24 Novembro 4 5 6 11 12 13 18 19 20 25 26 27 7 14 21 28 8 15 22 29 02Finados – Feriado Nacional 08 Capacitação 12 Dia do Diretor 15 Proclamação da República – Feriado Nacional 18 a 29 Rematrículas. 20 Dia Nacional da Consciência Negra 22 Multifeira Sábado Letivo 25 e 26 4ª Mostra Artístico-Cultural de Dois Irmãos e 3ª Mostra de Informática. 29 Capacitação N° de Dias Letivos: 21 Dom Seg 1 7 8 14 15 21 22 28 29 Dezembro Ter Qua Qui 2 3 4 9 10 11 16 17 18 23 24 25 30 31 Sex Sab 5 6 12 13 19 20 26 27 03 a 13 Matrículas 09 Conselhos de Classe às 17h 13 Conselho de Classe 15 Jogos 16 Término do Ano Letivo Festival de Natal 17 – Entrega de avaliações 18 – Formatura 9ºs anos 19 Encerramento das atividades – Semec: 8h. 24 a 31 Recesso Escolar. 25 Natal Nº de Dias letivos: 12 3° Trimestre: 67 dias letivos. 2°Semestre: 98 dias letivos/ 388 horas. Total de dias letivos/ano: 201 Total de carga horária/ano: 804h Obs.: Esta é a carga Horária e os Dias letivos mínimos exigidos pela legislação vigente. Para as atividades festivas específicas de cada escola, tais como, aniversário da escola, feiras, jogos, 8.4 Normas de Convivência integração família-escola, entre outros, cada unidade de ensino poderá organizar seu calendário acrescentando-as ao estabelecido em Lei.Os Conselhos de Classe deverão ser organizados de tal forma que não intefiram nos dias letivos e na carga horária obrigatória. Acordos e combinações para os alunos da Escola Primavera 79 1. As cópias de xerox que não se referem a trabalhos solicitados pelos professores, serão cobradas com o valor R$ 0,20 cada. As impressões em preto e branco terão o custo de R$ 0,30 e coloridas R$ 1,00. 2. As mesas de ping-pong serão distribuídas da seguinte forma: duas mesas até o 5º ano e duas mesas do 6º ao 9º ano. Os alunos devem trazer as raquetes e bolinhas. 3. Os alunos limparão suas salas de aula às 11h25min e às 16h55min, devendo o professor estar presente até às 11h30min e às 17h. O professor que entrar nos primeiros períodos do primeiro dia de aula fará a escala de limpeza. 4. É proibido ao aluno: *Trazer para a escola celular, máquina fotográfica, MP3, MP4, pen drive (somente quando solicitado), Ipod, estilete ou objetos cortantes, chicletes, chocolate, pirulitos, balas, salgadinhos e refrigerantes, sob pena de responder ao regimento escolar. *Agredir-se verbal (usar palavrões) e fisicamente, sob pena de responder ao regimento escolar. *O uso do boné é de inteira responsabilidade do aluno. Na sala de aula, poderá ser usado com a aba para trás, respeitando a autorização do professor. * “Ficar”, beijar, abraçar, andar de mãos dadas dentro do espaço escolar. 5. Caberá ao professor julgar a necessidade, permitindo ou não, as saídas ao banheiro e para tomar água. 6. Os alunos do currículo farão filas para entrar em sala de aula. Os alunos da área devem esperar, no saguão do prédio, agrupados por turma, a vinda dos professores, para só então dirigirem-se às salas de aula. O aluno que chegar atrasado, deverá passar na Secretaria para retirar a autorização de entrada em sala de aula. 7. O uso do uniforme é obrigatório. Além da função social, ele identifica e evita a 80 discriminação. É proibido o uso de minissaias e mini-blusas, shorts colados e curtos. Para Educação Física da mesma forma, sob pena de o aluno não realizar as atividades. Caso o aluno tenha dificuldades de adquiri-lo, deve ir conversar com a direção da escola (diretora , vice-diretora ou as coordenadoras). O uniforme padrão é camiseta da escola, calça do abrigo e tênis, podendo usar a bermuda do uniforme (não muito justa, nem muito curta). 8. Provas e trabalhos deverão sempre vir assinados pelos pais e/ou responsáveis, sendo que os temas deverão ser sempre conferidos e, se não forem feitos, descontam-se pontos (conforme planilha). 9. Deve-se justificar faltas nas provas e trabalhos, no prazo máximo de uma semana, sempre por escrito ao professor correspondente. 10. O aluno deverá trazer autorização por escrito dos pais ou responsáveis para se ausentar da escola e só sairá se acompanhado de um responsável maior de idade. 11. Sucos e afins não serão guardados na geladeira da escola. 12. As bicicletas que forem trazidas à escola são de inteira responsabilidade dos usuários, devendo ser guardadas no lugar adequado. 13. Cada aluno é responsável pelo material que trouxer para escola, desde o material escolar até pertences pessoais. Caso o aluno traga materiais proibidos (celular e demais citados acima), estes serão recolhidos pela direção e somente serão entregues ao pai ou responsável; 14. Os aniversários de alunos não serão comemorados na escola, bem como festas envolvendo comidas e bebidas. 15. O aluno deverá dirigir-se à hora cívica, acompanhando seu professor, não na frente dele. Deverá também manter-se em fila, com postura correta, sem chicles e deixar o boné na sala de aula. 81 16. Os bancos não devem ser retirados dos lugares e os alunos deverão sentar-se neles adequadamente, não colocando os pés sobre o assento e nem sentando-se no encosto. 17. O aluno deve cuidar dos jornais disponibilizados pela escola, não devendo ser usados para outros fins, além da leitura (rasgar, brincar, bater). 18. O aluno estará dispensado da prática de Educação Física, somente se apresentar atestado médico. 19. A merenda escolar será oferecida no refeitório para professores e alunos, evitando o desperdício e mau uso. 20. Os alunos que trouxerem outro lanche deverão consumi-lo lá também, observando que seja lanche saudável. 21. Os atestados solicitados serão entregues 24 horas depois de feito o pedido na Secretaria. 22. Os alunos, que estragarem o prédio escolar ou os móveis, deverão pagar os consertos ou a substituição dos mesmos. 23. Os alunos da Educação Infantil ao 5º ano virão com os dentes escovados para receberem o flúor (2ª feira). 24. Os banheiros, o corredor e o bebedouro entre, as salas 3 e 4, não poderão ser usados na hora do recreio pelos alunos de 6º ao 9º ano. Assim como, os alunos da Educação Infantil ao 5º ano, não poderão usar o banheiro do prédio novo. 25. Serão cobradas multas de R$ 0,50 (cinqüenta centavos de real), por dia de atraso, na devolução dos livros da Biblioteca. A perda do mesmo será cobrada com um outro de igual valor e qualidade. 82 As Ações Pedagógicas Disciplinares estão regulamentadas no Regimento Escolar Municipal vigente. Acordos e combinações para os professores da Escola Primavera 1. As cópias (xerox) serão cotadas e solicitadas com 24 horas de antecedência, no mínimo, ou deixar na Sala dos Professores nos horários: 7h30min às 8h e, à tarde, 83 13h às 13h30min. 1000 cópias/mês por disciplina, 250 cópias/mês para currículo 22h e 500 cópias/mês currículo 44h, Secretaria 2000 cópias/mês. 2. Os boletins dos alunos do 6º ao 9º serão entregues pelos professores conselheiros e os professores ficarão à disposição dos pais. 3. Os professores, desde a Educação Infantil ao 5º ano, acompanharão seus alunos durante a merenda e estes permanecerão com eles até o sinal de recreio: Manhã 8h50min - merenda 9h - 9h20min – recreio currículo 9h20min a 9h40min – recreio/lanche área Tarde 14h20min - merenda 14h30min - 14h50min – recreio currículo 14h50min – 15h10min – recreio/lanche área Os alunos do 6° ano ao 9° ano retirarão a merenda, após o sinal do início do recreio. 4. A necessidade de ausência ou afastamento do professor será do conhecimento e consentimento da Direção, com a máxima antecedência possível, não sendo permitido que a direção da Escola tome conhecimento do afastamento através de outro professor. Peça a um familiar seu que o faça, caso você mesmo não possa fazê-lo. ] 5. O Recreio será cuidado sempre por 2 professores do currículo e 2 da área em cada momento e em tempo integral e retornarão à Sala dos Professores após o 2º sinal do recreio. A escala será fixada na Sala dos Professores, procurando manter sempre os mesmos horários. O horário do uso da pracinha não poderá coincidir com o plantão do recreio. 6. As horas cívicas serão semanais, intercalando-se séries iniciais e séries finais, sendo na última do mês, todos os alunos com apresentações, conforme o quadro abaixo. Primeiramente dá-se os avisos, canta-se um hino no início da manhã e faz- 84 se uma reflexão e o mesmo segue no início da tarde. Março-Segundas-feiras Manhã 51 Língua Port. Abril-Terças-feiras Manhã 41 e Inglês Tarde 32 e Língua Port. Tarde 42 e História Maio-Quartas-feiras Manhã 31 e Alemão Tarde 22 e Alemão Junho-Quintas-feiras Manhã Educ Inf e Matem. Tarde Educ. Inf. e Inglês Julho-Sextas-feiras Manhã 52 e Geografia Tarde 23 e Geografia Agosto-Segundas-feiras Manhã 21 e Ens. Relig. Tarde 12 e Ens. Relig. Setembro-Terças-feiras Manhã 11 e História Tarde 32 e História Outubro-Quartas-feiras Manhã 21 e Educ. Art. Tarde 12 e Educ. Art. Novembro-Quintas-feiras Manhã 31 e L. rt. Dezembro-Sextas-feiras Tarde 23 e Língua Port. Apresentações de Final de Ano 7. A aplicação do Flúor será para os alunos da Educação Infantil ao 5ºano sempre nas segundas-feiras: Manhã – 7h30min Tarde - 13:00 h 8. Os conselheiros serão sorteados no final do mês de março (ordem e indicação). 9. Os alunos não poderão sair da sala de aula quando terminarem seus trabalhos e testes, haverá duas caixas com gibis, cruzadinhas e revistas na Biblioteca. 10. Os aparelhos de som somente podem ser retirados e devolvidos pelos professores, não podendo aluno entrar na Sala dos Professores para fazê-lo. O uso do som na sala de aula será exclusivamente para trabalho dirigido e não pelo simples fato de estudar ouvindo música. Isso eles podem fazer em casa ou em outro momento, fora da escola. 11. Os alunos poderão desenvolver tarefas fora da sala de aula, acompanhados pelo professor. Porém, se não houver colaboração da turma, esta não terá mais este direito. 12. Os possíveis atritos, divergências, conflitos, no que se refere a não resolução dos temas e trabalhos, deverão ser administrados pelo professor, sendo mais uma 85 maneira de conhecer melhor o aluno, estreitar os laços e não perder ou delegar sua autoridade a outro professor. 13. Os aniversários e outras festas não serão comemorados na escola, para evitar constrangimento dos que não podem fazer ou contribuir para tal. 14. O professor titular de cada turma e disciplina, deverá deixar dois planos emergenciais, por trimestre, até 10/03, 10/06 e 20/09, que podem ser aplicados qualquer dia, para o caso de faltar e não conseguir entregar um plano. Sendo a turma atendida por um outro professor, aquele que faltou não pode esquecer de registrar o dia substituído. Caso este plano venha a ser utilizado, deverá ser providenciado outro, a fim de evitar constrangimentos. 15. Social: Ficam encarregadas as Professoras Melissa e Cristina, sendo cobrado o valor de R$ 5,00 (cinco reais), que será utilizado para despesas com café, chá, água mineral, erva para chimarrão e confraternização de final de ano. 16. Não serão solicitados trabalhos de grupo fora do horário de aula. 17. Cada professor de área receberá uma planilha de avaliação por turma, contendo aspectos formativos que será uma das avaliações. 18. Deverão ter, no mínimo, quatro avaliações por trimestre. 19. Não se menciona resultado de Conselho de Classe para alunos, sob nenhuma hipótese, bem como data dos mesmos. 20. O celular deverá ficar na Sala dos Professores. Em casos de emergência, na Secretaria. 21. O uso da pracinha será durante o recreio e/ou com agendamento, respeitando reserva e com acompanhamento do professor da turma. Cabe ao responsável interagir e orientar o desenvolvimento das atividades. 86 22. As aulas de Informática serão com agendamento. O uso do Datashow para assistir filmes será de no máximo uma vez/mês por turma, tendo em vista a vida útil da lâmpada e o alto custo de reposição da mesma. 23. O professor que impuser condições, deverá poder cumpri-las e sustentá-las. 24. Todos os professores deverão participar das Comissões. 25. A Brinquedoteca será também por agendamento. Na parte da manhã. sem a presença da professora responsável e, à tarde, com orientação da mesma. 26. Estabelecer as regras de conduta e avaliação de uma maneira segura, clara e firme aos alunos e cumpri-las. 27. Observar para não permitir saídas em grupos no caso de autorizar que os alunos saiam para ir banheiro. 28. Ao dar o sinal, os professores terão seu material previamente organizado e, prontamente, dirigir-se-ão às salas de aula. 9. PROJETOS PROJETO Banda Marcial Escolar PROFESSOR RESPONS?VEL Leandro Sudbrack Solange Kamphost 87 PROJETO Balizas Esporte As Ciências no cotidiano-uma visão teórico-prática(9°s anos) Danças Criativas Danças Modernas Teatro Plantas Medicinais Jornal da Escola Recreação Inglês nos Anos Iniciais Xadrez Alemão nos 5°s anos Orientação Profissional Carrossel de Letras Telecentro Violão ZDP PROFESSOR RESPONS?VEL Solange Kamphost Graziela Medeiros da Silva Raquel Collar Tavares Fábio Henrique Scholze Marcus Hübner Patrícia Döerr Cristina da Silva Lopes Adriana Jorgge Jucelia Regina Kwiatkowski Vânia Boelter Raquel Collar Tavares Carine Beatris Bordmann Padilha Helena Teresinha Reinehr Stoffel Raquel Collar Tavares Solange Kamphost Eliana Maria Wolf Ana Marlise Liesenfeld Evelyn Kwiatkowski Gisela Azambuja Solange Kamphost PROJETO BANDA ESCOLAR 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Nome do Projeto: BANDA ESCOLAR PRIMAVERA Professor Coordenador: Solange Kamphost e Leandro Sudblack Professor instrutor de Sopro: Leandro Sudblack Professor instrutor de Lira: Fausto Wolf Professor instrutor de bateria; Claudioberto Salgueiro Braga Participantes: Alunos do 3º ano ao 9º ano 88 Duração: Ano letivo 2008 Horário de atendimento: 1 hora semanal(Segundas-feiras das 18h às 19h e 20min) Órgão mantenedor: SEMEC 2. OBJETIVOS Visa promover a educação musical, resgatando valores, estimulando a criatividade, possibilitando ao aluno a construção e o conhecimento da música. Possibilita o desenvolvimento do aluno em sua dimensão física, psicológica e moral, visando a auto-descoberta, respeito, responsabilidade, participação, cooperação, companheirismo e seu papel a desempenhar na Banda Escolar. Visa também preparar os alunos para apresentações artísticas em eventos escolares, municipais e outros. 3. DESENVOLVIMENTO A Banda Escolar Primavera é um projeto criado pelo CPM-Círculo de Pais e Mestres da Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera, com o apoio da SEMECSecretaria Municipal de Educação e Cultura de Dois Irmãos e comunidade. Atualmente é mantida pela Prefeitura através de um contrato com uma empresa. Juntamente com a Banda há um grupo de balizas que fazem evoluções de acordo com a música executada e um grupo de estrelinhas que fazem movimentos de ginástica acompanhando a banda. Os ensaios acontecem uma vez por semana, durante uma hora e vinte minutos, com cada instrumento separadamente. Além disso há ensaios em conjunto. PROJETO ESPORTE 1.DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Professor Coordenador: Graziela Medeiros da Silva e Fábio Henrique Scholze Participantes: alunos do 5º ao 9º ano Duração: ano letivo de 2008 Horário: duas hora semanais Órgão Mantenedor: Prefeitura Municipal 89 2. OBJETIVOS: Este projeto visa possibilitar aos alunos a oportunidade de desenvolver habilidades corporais, emocionais, psicológicas e de convivência em grupo. Enfrentar desafios colocados em situações de jogos e competições, respeitando as regras adotando uma postura cooperativa. Desenvolver a capacidade física dentro de jogos e competições, percebendo limites e possibilidades. 3. DESENVOLVIMENTO O projeto esporte é coordenado pelos professores de Educação Física da Escola. Além das aulas normais de Educação Física os alunos de 5º a 9º ano podem participar deste projeto que acontece em horário extra-classe uma vez por semana. Este, visa principalmente formar e treinar equipes nas diversas modalidades para participar das Olimpíadas Municipais e demais campeonatos que ocorrem. O projeto existe desde 1999, sendo que desde então já trouxe vários resultados positivos para a escola. Este projeto traz uma proposta que procura democratizar, humanizar e diversificar a prática pedagógica na área da Educação Física, buscando incorporar as dimensões afetivas, cognitivas e socioculturais dos alunos. O esporte não pode ser visto como único responsável pelo desenvolvimento físico e gestos técnicos, mas como sinônimo de educação integral. Ao praticar esporte desenvolvemos o aspecto afetivo, emocional, o social e também moral. Nos jogos, ao interagir com o outro desenvolvemos respeito mútuo buscando participar de forma leal. No confronto com os resultados dos jogos o esporte permite vivência e desenvolvimento da capacidade de justiça e injustiça principalmente, onde é fundamental que se trabalhe em equipe, a solidariedade pode ser exercida e valorizada. PROJETO AS CIÊNCIAS NO COTIDIANO - UMA VISÃO TEÓRICO-PRÁTICA “ A ação educativa desenvolvida e os meios utilizados (metodologias, técnicas, conteúdos, 90 relacionamentos) podem ajudar as pessoas a irem se libertando de tudo que escraviza interior e exteriormente” (VASCONCELLOS, 2007) Segundo Gandin e Cruz (1995), a disciplina de ciências precisa propor novos questionamentos sobre fatos ou fenômenos naturais, buscando teorias sobre quests propostas, levantando hipóteses, observando se tais hipóteses se verificam na prática e elaborando as conclusões por escrito para promover o desenvolvimento do espírito científico. Também o Padrão Referencial de Currículo para o Ensino Fundamental de Ciências, considera indispensável que tal ensino deve estar destinado a formar cidadãos, que tenham informações suficientes para a companhar os progressos da ciência e o impacto das novas tecnologias sobre a vida diária, avaliando-os de forma científica. Sabemos que, atualmente, muitos alunos formados pelas escolas através do ensino de ciências são agressores do meio ambiente, consumidores abusivos que produzem muito lixo ou conhecedores de todo o aparelho respiratório, sem respirarem corretamente ou, conhecedores do sistema digestivo, se alimentarem-se corretamente. Na área das ciências físicas e químicas, não é diferente. As muitas informações, centradas na maioria das vezes na teoria, parecem “complicadas” e fora da realidade do cotidiano do aluno. Por isso, é preciso repensar a prática pedagógica do ensino de ciências, para minimizar essa situação e para que as crianças e adolescentes, conheçam os limites e potenciais da área das ciências físicas e químicas, obtendo, desta forma, um conhecimento que contribua na compreensão teórica desta área, mas também, permita a aplicação prática desta mesma teoria. “Ensinar não é transmitir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou construção”. (FREIRE, 1994) 91 Procurando auxiliar neste processo, a Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera, por meio do Projeto “AS CIÊNCIAS NO COTIDIANO - UMA VISÃO TEÓRICO-PRÁTICA”, destinado aos alunos do 9° ano e desenvolvido pelo Prof. Ms. Marcus Hübner, professor de ciências desta escola, objetiva por meio desta ação, desenvolver um posicionamento crítico em torno das novas discussões a cerca das problemáticas ambientais, causadas pela produção e consumo de produtos químicos de nosso cotidiano, uso de fontes alternativas de energia, além de permitir o desenvolvimento de atividades práticas em química e física. Acreditamos que desta forma, o ensinar e o aprender ciências contribua com a formação de um indivíduo que transite com mais segurança, conhecimento e autonomia entre o SER, o SABER e o SABER FAZER. Período de execução: de setembro a dezembro Local: Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera – Laboratório de Ciências Horário: 6ª feiras – das 13hs às 17hs Público alvo – alunos dos 9º anos Temática – A Química e a Física do Cotidiano Professor Responsável – Marcus Hübner Referências Bibliográficas FREIRE, P. Pedagogia da Esperança: um reencontro com a Pedagogia do Oprimido. 3ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1994. GANDIN, D. E CRUZ,C. H. C. Planejamento na Sala de Aula. Porto Alegre: Editora La Salle, 1995. 111p. VASCONCELLOS, C. S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto político-pedagógico. 17 ed. São Paulo: Libertad, 2007. 92 PROJETO DANÇAS CRIATIVAS DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Nome do Projeto: Danças Criativas Professor Coordenador: Patrícia Döerr Participantes:alunos dos anos iniciais do turno da manhã Duração: Ano letivo de 2008 Horário: quartas-feiras – turno da tarde. Órgão mantenedor: SEMEC OBJETIVOS Este projeto tem como objetivo desenvolver o ritmo e expressão corporal, interação e respeito entre colegas. DESENVOLVIMENTO Semanalmente às quartas-feiras os alunos dos diferentes anos iniciais, durante uma hora aproximadamente, são reunidos para dançar. A coreografia e a música a serem trabalhadas são apresentadas pela professora. PROJETO STREET DANCE DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Nome do Projeto: Street Dance Professor Coordenador: Cristina da Silva Lopes Participantes:alunos dos anos finais do turno da manhã e tarde Duração: Ano letivo de 2008 Horário: quartas-feiras – turno da manhã tarde. Órgão mantenedor: SEMEC OBJETIVOS Este projeto tem como objetivo desenvolver, nos diversos estilos da dança, a 93 realidade gestual do indivíduo, através de movimentos coordenados e harmoniosos, o que faz do corpo uma forma de comunicação. DESENVOLVIMENTO As aulas ocorrem semanalmente nas terças-feiras pela manhã e nas quintasfeiras a tarde, por aproximadamente uma hora. Os alunos participantes são dos diferentes anos finais. Os ritmos são apresentados pela professora e as coreografias são criadas pelo grupo. PROJETO TEATRO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Nome do Projeto: Teatro Professor Coordenador: Adriana Jorgge Participantes: 1 grupo de alunos de 5ª a 8ª série que demonstrarem interesse em dramatização e outro grupo de alunos de 1ª a 4ª série com os mesmos interesses. Duração: Setembro a Novembro de 2008 Horário: Órgão mantenedor: SEMEC OBJETIVOS Criar um espaço no qual os alunos possam trabalhar sua criatividade na expressão corporal e oral como maneira alternativa de arte. DESENVOLVIMENTO Os grupos, juntamente com a coordenadora, pesquisam o tema, criam a história, os personagens, o figurino, a maquiagem, o cenário, a sonorização e a sonoplastia. O professor coordenador organiza as apresentações, horários e deslocamentos. PROJETO PLANTAS MEDICINAIS 94 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera Professora Coordenadora: Jucélia Regina Kwiatkowski Participantes: alunos dos 5ºs anos Duração: Ano de 2008 Órgão Mantenedor: Prefeitura Muncipal de Dois Irmãos – SEMEC OBJETIVOS -Desenvolver com os alunos atividades diversas relacionadas ao cultivo, identificação e uso das plantas medicinais; -Reintroduzir através dos alunos, este antigo conhecimento à comunidade, produzindo assim , matéria prima necessária para o tratamento fitoterápico. DESENVOLVIMENTO Todas as atividades serão desenvolvidas com os alunos interessados dos 5ºs anos, no turno contrário das aulas, sob a liderança da professor acoordenadora e com apoio do município. As ténicas utilizadas nas diferentes atividades poderão ser divulgadas através de folders e pequenos guias, cartilhas ou livretos para a comunidade. Todo o desenvolvimento do trabalho será registrado através de fotografias, vídeos e os dados computados. Espera-se que os novos conhecimentos fitoterápicos, atendam às necessidades da comunidade, tornando uma prática de vida saudável, de geração em geração. PROJETO JORNAL DA ESCOLA DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Nome do projeto: Jornal Escolegal Professora coordenadora: Vânia Eunice Boelter Participantes: O jornal é elaborado pelos alunos dos 9ºs anos e aberto à participação de demais alunos e professores interessados na publicação de seus 95 trabalhos. Orgão mantenedor: Prefeitura Municipal de Dois Irmãos-SEMEC OBJETIVOS Espera-se que a produção e distribuição do jornal traga benefícios tanto para os alunos, quanto para a comunidade escolar em geral, tais como: - a informação sobre as atividades desenvolvidas pela escola durante o ano letivo; - a percepção da função social da escrita; - a formação de alunos leitores e produtores de texto; - a visibilidade dos trabalhos realizados por alunos e professores; - a documentação escrita e por imagens da história da escola no decorrer dos anos. DESENVOLVIMENTO O Jornal Escolegal é produzido desde o ano de 2002 e seu nome foi escolhido através de concurso promovido entre os alunos. São produzidas duas edições do jornal por ano (uma no primeiro semestre letivo e, outra, no segundo semestre), noticiando os acontecimentos da escola daquele período. Os textos e notícias veiculados no jornal são produzidos e organizados pelos alunos dos 9ºs anos (como uma espécie de trabalho de conclusão do Ensino Fundamental). Esses alunos são orientados pela professora de Língua Portuguesa, na produção dos textos, e pela professora do laboratório de informática, na digitação e formatação dos mesmos. Após a produção e digitação das reportagens em sala de aula, todo o material produzido é enviado à gráfica, que faz o acabamento e impressão dos exemplares. São impressos em torno de 500 exemplares por semestre, que são distribuídos às famílias dos alunos e à comunidade escolar em geral. PROJETO RECREAÇÃO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO 1.1- Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera 96 1.2- Professora Raquel Collar Tavares 1.3- Participantes: alunos da Educação Infantil aos 5º anos 1.4- Duração: todo o ano letivo OBJETIVOS - Proporcionar atividades que auxiliem o indivíduo no seu desenvolvimento motor levando-o a uma aprendizagem efetiva, pois a aprendizagem se dá interdependente nos níveis motor, cognitivo e afetivo; - Propiciar uma prática efetiva que leve ao aprimoramento das suas habilidades motoras fundamentais de forma que o motive para uma vida ativa; -Oferecer momentos de interações entre os colegas que viabilizem a construção de valores pessoais e sociais; - Que o aluno seja capaz de: participar das atividades, jogos e brincadeiras respeitando os colegas sem discriminar por razões físicas, sociais, culturais ou de gênero; - Que enfrente desafios corporais em diferentes contextos como: circuitos e jogos respeitando as regras, a organização. DESENVOLVIMENTO - Através de encontros semanais, será oferecido aos alunos atividades lúdicas dirigidas de exercícios, jogos, brincadeiras, circuitos, atividades rítmicas, desenvolvendo as habilidades motoras fundamentais (locomotoras, manipulativas e estabilizantes); - As atividades lúdicas e competitivas permitirão que a criança vivencie uma série de movimentos, dentro de suas limitações e construa representações mentais mais acuradas do espaço. Para isto serão utilizados diversos objetos, tais como: cordas, bolas diversas, sucatas, colchões, bastões, colchonetes, pinus, cones, etc. PROJETO DE INGLÊS DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: 97 a. Nome do projeto: Learn in a fun way b. Coordenadora: Prof.ª Helena Teresinha Reinehr Stoffel c. Participantes: Alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental d. Duração: ano letivo de 2008. e. Horário: uma hora semanal prevista dentro do horário escolar f. Local: Escola Primavera g. Órgão Mantenedor: Prefeitura Municipal de Dois Irmãos - SEMEC JUSTIFICATIVA Quanto mais cedo as crianças aprenderem um novo idioma, melhor será seu conhecimento e sua fluência. Crianças têm menos barreiras para aprender, menos inibição e melhor fluência para assimilar a pronúncia. OBJETIVOS: Objetivo Geral: Desenvolver a habilidade comunicativa nas estruturas essenciais da Língua Inglesa e, principalmente, despertar o gosto em aprender Inglês através de atividades concretas, lúdicas e estimulantes, relacionadas ao dia-a-dia das crianças e construir conhecimento de um vocabulário básico, através da indução, compreensão e prática. Objetivos específicos: Levar a criança a adquirir conhecimentos elementares da Língua Inglesa, baseada em palavras relacionadas com o mundo que a cerca: brinquedos, família, bairro, escola, etc. Desenvolver paralelamente atividades lúdicas que visem ao desenvolvimento da memória, destreza, raciocínio, agilidade mental, observação e ação, para um maior aproveitamento de todos os potenciais da criança. Estimular a produção oral através de jogos, dramatizações e atividades com figura, dando atenção especial à pronúncia. Iniciar o aluno no aprendizado da forma escrita, introduzindo noções gramaticais simples, bem como de diálogos. METODOLOGIA 98 Para os alunos do 1º ao 3º ano, as aulas serão ministradas de forma lúdica, ou seja, músicas, desenhos, vocabulário através de figuras, vídeos e jogos, trabalhando com atividades estimulantes e objetos concretos do dia-a-dia. Já para os alunos do 4º e 5º ano, além de atividades lúdicas e estimulantes, também serão trabalhados alguns conteúdos específicos, pois estes têm um ensino globalizado. DESENVOLVIMENTO: Os alunos do 1º ao 5º ano têm em sua carga horária específica, uma hora semanal de Língua Inglesa. Uma vez que o objetivo é desenvolver na criança o gosto pela língua inglesa, inicia-se, esta primeira etapa da fases escolar com bastante suavidade. Parte-se da realidade da criança e do seu centro de interesse para a elaboração de atividades lúdicas que a levem à construção de um vocabulário na língua estrangeira. As crianças realizam exercícios de recorte, colagem, pintura, jogos, músicas, dramatizações, montagem de quebra-cabeças, atividades de conversação, repetição de palavras com uso de figuras. As crianças precisam visualizar os objetos (figuras) para aprender melhor um novo idioma. Elas têm muita facilidade em aprender palavras novas porque têm menos barreiras, menos inibições e melhor fluência para assimilar a pronúncia. Crianças aprendem rápido, mas esquecem rápido. Por isso, o vocabulário estudado é constantemente revisado. Para tornar a aprendizagem mais efetiva as crianças são constantemente elogiadas, porque elas precisam de aprovação e apoio. PROJETO INICIAÇÃO AO XADREZ 1- DADOS DE IDENTIFICAÇÃO 1.1- Nome: Projeto Iniciação ao Xadrez 1.2- EMEF Primavera 1.3- Professora Raquel Collar Tavares 1.4- Participantes: Alunos dos 4ºs anos (Turmas 41 e 42) 1.5- Duração: ano letivo de 2008 1.6-Horário: o projeto ocorre em uma hora semanal por turma com o acompanhamento da professora titular. Na turma 41 ocorre em quartas-feiras (10h35min -11h30min) e a na turma 42 em terças-feiras (15h10min – 16h05min) 99 2- OBJETIVOS Proporcionar aos alunos o contato com o esporte de forma que ele possa ter autonomia para utilizar as aprendizagens adquiridas em momentos diversificados; Oferecer meios para que desenvolva o raciocínio lógico-matemático, espírito de equipe, organização, estratégia, noções de defesa e ataque, respeito as regras e disciplina; 3- DESENVOLVIMENTO 3.1- Número de alunos atingidos: são 50 alunos que estudam no 4º ano ( 8, 9 e 10 anos); 3.2- Atividades Desenvolvidas: aulas de iniciação teórico-práticas, nas quais os alunos aprendem sobre o tabuleiro, nomes e movimentos das peças, valor das mesmas, noção de troca e jogadas especiais; 3.3- Competições participadas: Citadino de xadrez- somente os alunos que demonstram interesse e sentiram-se seguros para isso, pois o projeto iniciou em maio; 3.4- Resultados obtidos: nota-se um interesse e motivação crescente nos alunos durante as aulas desse esporte-arte-ciência e o quanto ele contribui para o desenvolvimento das potencialidades dos alunos, como: atenção, concentração, paciência, auto-controle, auto-confiança e espírito de investigação. Além de desenvolver as habilidades cognitivas (memorização, criatividade, raciocínio lógico, socialização). PROJETO DE ALEMÃO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Professora Coordenadora: Solange Kamphorst Participantes: alunos do 5º ano Duração: ano letivo de 2008 Horário: uma hora semanal prevista dentro do horário escolar Órgão Mantenedor: Prefeitura Muncipal de Dois Irmãos – SEMEC 2. OBJETIVOS: Objetivo geral 100 * Levar o aluno a atingir o conhecimento de um vocabulário básico, entrosado nas estruturas essenciais da língua alemã, através da indução, compreensão e prática. Objetivos específicos: * Levar a criança a adquirir conhecimentos elementares da língua alemã, baseada em palavras relacionadas com o mundo que a cerca: brinquedos, família, bairro, escola, etc. * Desenvolver paralelamente atividades lúdicas que visem ao desenvolvimento da memória, destreza, raciocínio, agilidade mental, observação e ação, para um maior aproveitamento de todas as potencialidades da criança. * Estimular a produção oral através de jogos e dramatizações, dando atenção especial à pronúncia. * Iniciar o aluno no aprendizado da forma escrita, introduzindo noções gramaticais simples, bem como de diálogos. * Resgatar a identidade alemã trazida pelos imigrantes, antepassados da região. 3. DESENVOLVIMENTO Os alunos do 5º ano têm, em sua carga horária específica, uma hora semanal de língua alemã. Uma vez que o objetivo é desenvolver na criança o gosto e o resgate da cultura, parte-se da realidade da criança e do seu centro de interesse para a elaboração de atividades lúdicas que a levem à construção de um vocabulário na língua estrangeira. São realizados com as crianças exercícios de recorte, colagem, pintura, jogos, músicas e dramatizações. Todo o vocabulário utilizado é baseado nos círculos concêntricos, ou seja, parte-se do mais próximo para o mais distante: dos brinquedos, da família, da escola, para a natureza, noções de espaço, de tempo, etc. PROJETO ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera Professora Coordenadora: Eliana Maria Wolf Participantes: alunos dos 9ºs anos 101 Data: ano letivo de 2008 Órgão Mantenedor: Prefeitura Muncipal de Dois Irmãos – SEMEC JUSTIFICATIVA Este projeto visa atender aos alunos concluintes do ensino fundamental, propondo através de reflexões, debates, para continuidade dos estudos no Ensino médio e no Ensino Superior. Além disto, haverá um espaço para que os adolescentes possam buscar idéias e refletir sobre sua identidade profissional/ocupacional, porque o grande número de profissões existentes, as dificuladades do mercado de trabalho, a pressão e a expectativa familiar, as exigências sociais e do grupo são os vários obstáculos de quem está prestes a decidir e escolher por uma profissão. OBJETIVOS Possibilitar um momento de reflexão sobre o desligamento escolar e orientação profissional para os alunos dos 9ºs anos da Escola. Promover a busca de um melhor auto-conhecimento e incentivo à capacitação ao exercício profissional, dentro das potencialidades dos interesses e valores de cada adolescente. Cultivar o sonho de um futuro promissor. Agenciar o interesse destes alunos em continuar os estudos, e ainda informá-los sobre cursos técnicos, escolas e faculdades existentes na região. DESENVOLVIMENTO O projeto será executado em vários momentos: -A professora Vânia Eunice Boelter, Língua Portuguesa foi capacitada para aplicar o Projeto da ONG Júnior Achievement “As Vantagens de Permanecer na Escola”. Este será ministrado em setembro e outubro; -Palestra com a Psicóloga Alessandra Strauss Niederauer “Na Trilha das Profissões”; 102 -Aplicação de teste Vocacional(opcional aos alunos), pela Profissional Alessandra; -Informações sobre as possibilidades e oportunidades de cursos de Ensino Médio na cidade e região. -Visitação à Mostratec(Mostra de Trabalhos Tecnológicos), na Escola Fundação Liberato Salzano Vieira da Cunha/Novo Hamburgo. PROJETO CARROSSEL DE LETRAS DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera Professora Coordenadora: Ana Marlise Liesenfeld Participantes: alunos do 1º ano ao 9º ano. Duração: Ano de 2008 Órgão Mantenedor: Prefeitura Muncipal de Dois Irmãos – SEMEC OBJETIVOS Estimular os alunos a lerem textos literários e a se manifestarem através de produções próprias. Levar os leitores a terem um envolvimento de um modo mais abrangente com a leitura, levando alunos, professores e a família a terem um maior comprometimento com a literatura. Incentivar os professores a expandir seus conhecimentos sobre aspectos teóricos que envolvem a Literatura. DESENVOLVIMENTO Inicialmente, dirigiu-se à temática da cultura alemã, resgatando os vários elementos desta cultura. Posteriormente, abriu-se o leque para obras literárias de autores variados e de acordo com a necessidade da clientela e dos objetivos que os profissionais da Língua Portuguesa se propõem a trabalhar. 103 PROJETO VIOLÃO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera Professora Coordenadora; Gisela Azambuja Participantes: Alunos do 2º ao 9º ano. Ano Letivo: 2008 Horário: 1 hora semanal para o turno da manhã, e 1 hora semanal para o turno da tarde. Órgão Mantenedor: Prefeitura Municipal – SEMEC e CPM da Escola OBJETIVOS -Ouvir e apreciar diversos estilos musicais; -Utilizar a música como lazer saudável; -Diminuir a agressividade, tornando-os mais sensíveis; -Desenvolver na criança e no jovem a habilidade de se apresentar em público com desenvoltura. DESENVOLVIMENTO As aulas serão ministradas para grupos, dois grupos no turno da manhã(um para alunos principiantes e outro para os que já se encontram em curso) e o mesmo acorre com o turno da tarde. Com duração de uma hora semanal para cada grupo. As músicas são sugeridas pela professora e as aulas teóricas são intercaladas para que o aluno tenha noção de partituras, formação de acordes simples(maiores, menores, sétimas) e possa com o tempo cifrar sozinhos músicas simples. PROJETO ZDP DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Professor Coordenador: Solange Kamphorst 104 Participantes: alunos do 9º ano Duração: Ano letivo de 2008 Horário: quartas-feiras – turno vespertino, duas horas semanais Órgão mantenedor: SEMEC OBJETIVOS - Levar o aluno a atingir o conhecimento necessário para ser aprovado na prova de proficiência ZDP A1+; - Estimular a produção oral e escrita dando atenção a pronúncia e a escrita correta; - Desenvolver as quatro habilidades na língua alemã; - Levar o aluno a interpretar textos na língua alemã. DESENVOLVIMENTO Os alunos do 9º ano terão a oportunidade de fazerem um curso preparatório durante o ano letivo no seu turno contrário de aula. Esse curso irá preparar o aluno para prova de proficiência ZDP A1+, bem como lhe mostrar o que é e qual a importância de uma prova de proficiência. O aluno fará simulados de anos anteriores e assim conseguirá se auto-avaliar. Em novembro de cada ano ocorre a prova oficial que será aplicada na escola e enviada novamente para a correção. Se o aluno for aprovado, ele receberá o diploma com o reconhecimento de nível A1+ na Língua Alemã. 105