Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera
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Rua São Leopoldo, 425 - Bairro Primavera-CEP 93950-000 – Dois Irmãos – RS Fone:(51) 3564 1277 Ramal 243
Dec. de Criação e Denominação n° 14/92-13.03.92
Parecer de Autorização de Funcionamento n° 992/92 de 20.10.92
Decreto de Designação n° 012/99 – 19.02.99 – 6° Série – Par. N° 63/96 – 09.01.96
7° e 8° Séries – Parecer CEED 284/2000 de 15.03.2000
[email protected]
“A nossa vitória é a certeza de termos acrescentado algo na vida de alguém...
PROPOSTA
PEDAGÓGICA
2008
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E DESPORTO
2ª COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO – CRE
ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL PRIMAVERA
Rua São Leopoldo, 425 – Bairro Primavera
CEP: 93950-000 – Dois Irmãos – RS
Fone 51 3564 1277 Ramal 243
2008
GRAU DE ENSINO: ENSINO FUNDAMENTAL
PORTARIA DE CRIAÇÃO E DENOMINAÇÃO
Decreto de Criação n° 14/92 em 13/03/92
Parecer de Autorização de Funcionamento n° 992/92 de 20/10/92
Decreto de Designação n° 12/99 em 19/02/99, 6ª série; parecer n° 63/96 em
09/01/96, 7ª e 8ª séries; parecer CEED 284/2000 de 15/03/2000
Parecer de Autorização de Funcionamento da Educação Infantil do Conselho
Municipal de Educação n° 10/2008 de 01/10/2008
Administração Municipal
Renato Dexheimer/Gilberto Schaffer
Secretária da Educação e Cultura
Professora Hilária Arnold Kreuz
EQUIPE DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO, CULTURA E DESPORTO
Secretária da Semec e Supervisora Administrativa
Professora Maria Lígia Cerveira
Coordenação Pedagógica
Profª. Kelly Simone Silveira Corrêa - Ed. Infantil
Profª. Maria Beatriz Friedrich – 1° ao 9° ano
Prof. Vilson Selch -5° ao 9° ano
Coordenador Projetos
Prof. Ernani Mügge
Coordenador do Setor de Informática Educativa
Girlei Fabiane Schmidt da Silva
Rosmeri Ceconi da Costa
Coordenadora de Informática da SEMEC
Cristina Stoffel Görgen
Coordenadora da Merenda Escolar
Profª. Lucimar dos Santos Engelmann
Nutricionista Rosani Márcia Triches
Coordenadora do Departamento de Cultura
Tânia Luísa Becker
Coordenador do Departamento de Desporto
Girardi Altenhoffen
Coordenadora do Museu Histórico Municipal
Tânia Luísa Becker
Biblioteca Pública Municipal Prof. Paulo Arandt
Salete Maria Schneider
Núcleo de Apoio ao Educando(NAE)
Coordenadora: Adriana Trierweiler
Psicólogas: Cláudia Pechara Frölich
Miriam Carvalho de Irotane
Fonoaudióloga: Andrea Gryszewski Tyska
Professoras: Dirce Sauzend
Simone Wingert
Equipe Diretiva
DIREÇÃO:
Carmen Luiza Riva
Dirce Terezinha Traesel Schneiders
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA:
Eliana Maria Wolf
ELABORAÇÃO:
Comunidade Escolar (Equipe Diretiva, Professores, Funcionários,
Alunos e Pais ou Responsáveis)
ORGANIZAÇÃO E DIGITAÇÃO
Ana Marlise Liesenfeld
Edna Cunegatto
SUMÁRIO
Introdução .....................................................................................
1. Análise Histórico-Social da Escola ...........................................
07
09
2. Planejamento Participativo ........................................................ 19
3. Diagnóstico ................................................................................ 22
4. Temas Norteadores ................................................................... 42
5. Programação ............................................................................. 47
6. Estrutura Organizacional ........................................................... 58
7. Serviço de Apoio Administrativo-Pedagógico ........................... 64
8. Organização Curricular .............................................................. 68
9. Projetos ...................................................................................... 88
INTRODUÇÃO
A comunidade escolar composta pelos diferentes segmentos (alunos,
pais, professores e funcionários) têm a oportunidade de construir o seu projeto
político pedagógico, contribuindo assim para democratização das relações de poder
no âmbito escolar.
A presente proposta se justifica na nova Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional (Lei 9394/96) que em seus artigos 12,13 e 14 determina:
Art. 12. Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas
comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de:
I - elaborar e executar sua proposta pedagógica;
VI - articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração
da sociedade com a escola;
VII - informar os pais e responsáveis sobre a freqüência e o rendimento dos alunos,
bem como sobre a execução de sua proposta pedagógica.
Art. 13. Os docentes incumbir-se-ão de:
I - participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;
II - elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do
estabelecimento de ensino;
VI - colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a
comunidade.
Art. 14. Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão
democrática do ensino público na educação básica, de acordo com as suas
peculiaridades e conforme os seguintes princípios:
I - participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico
da escola;
7
II - participação da comunidade escolar e local em conselhos escolares ou
equivalentes.
Dessa forma, este Projeto Político-Pedagógico pretende:
•
Direcionar as ações educativas de forma democrática e qualificada para os
próximos anos;
•
Garantir a articulação dos diferentes setores da escola, que se empenham em
contribuir para uma sociedade justa, fraterna e honesta;
•
Buscar a qualidade no processo de aprendizagem;
•
Desencadear ações integradas através da gestão democrática e cooperativa
na escola.
8
1. ANÁLISE HISTÓRICO-SOCIAL DA ESCOLA
A Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera situa-se na Rua São
Leopoldo, n° 425, Bairro Primavera, Dois Irmãos - RS.
Teve seu decreto de Criação, sob o n° 14/92, em 13/03/92. Parecer de
Autorização de Funcionamento, sob n° 992/92, de 20/10/92. Seu decreto de
Designação, sob o n° 012/99, em 19/02/99, 6ª série; parecer n° 63/96, em 09/01/96,
7ª e 8ª séries; parecer CEED 284/2000 de 15/03/2000.
Iniciaram-se as atividades letivas da Escola Municipal de 1° Grau Incompleto
Primavera no ano de 1992, porém a mesma foi somente inaugurada oficialmente no
dia 22 de novembro do corrente ano.
Em princípio, a escola foi criada para atender às necessidades do bairro, ou
seja, Educação Infantil , Pré-escola e Ensino Fundamental (1ª a 5ª série). Nesta
época, a escola teve como diretora a professora Liane Rossa Donga, indicada pela
SEMEC.
A Administração Municipal correspondia ao ano de 1989 a 1992, onde
estava sob a gestão o Sr. Prefeito João Arnildo Mallmann e Vice-prefeito Sr. Renato
Dexheimer. A secretária da Educação e Cultura, desta gestão, estava sob o encargo
da Sra. Hilária Arnold Kreuz e sua equipe. Nesta época, a escola contava com um
9
número aproximado de 140 alunos.
De 1993 a 1996, a Administração Municipal estava sob a gestão o Sr.
Prefeito Renato Dexheimer e Vice-prefeito o Sr. Juarez Stein.
Em 1996, a escola teve a ampliação de 01 sala de aula, secretaria e sala
dos professores onde a partir daí passou a funcionar o ensino da 6ª série.
De 1997 a 2000, a Administração Municipal estava
sob a gestão o Sr.
Juarez Stein e Vice-prefeito o Sr. João Arnildo Mallmann.
No ano de 1998, a escola teve a 3ª ampliação com mais 2 salas de aula, 1
sala de jogos, banheiros femininos e masculinos.
Em 19/02/99, houve alteração na denominação da escola, que passou a
denominar-se de Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera.
Em 27/03/99, foi inaugurado oficialmente o Centro Esportivo e Recreativo
Primavera, ginásio de esportes da escola.
Em 1999, a escola foi novamente ampliada, recebendo duas salas de aula e
1 sala para Laboratório de Informática e Biblioteca.
No ano 2000, foi autorizado o funcionamento do Ensino Fundamental (1ª a
8ª) pelo Conselho Estadual de Educação conforme parecer citado anteriormente.
A escola, nesta época, atendia alunos da Educação Infantil (Jardim níveis
“A” e “B” ) e Ensino Fundamental (1ª a 7ª ) num total de 281 alunos.
De 1993 a 1998 a Escola estava sob a direção da Professora Rosani Maria
Habitzreiter, indicada pela SEMEC. De 1998 a 2000 a professora Rosani assumiu a
direção eleita pela comunidade escolar.
Em fevereiro de 2001, assumiu a Direção da escola o Prof. Valdir Dirceu
10
Fleck e a Profª Rosmeri Ceconi da Costa como assistente administrativa, por
indicação da SEMEC, em julho do mesmo ano, tomou posse neste cargo, a Profª
Edna Cunegatto e a Profª. Cristina Stoffel Görgen, como assistente administrativa.
Em outubro de 2001, a Escola passou a ter
uma Coordenadora
Pedagógica, Sra. Eliana Maria Wolf.
No ano de 2002, assumiu
como Assistente Administrativo o Professor
Ernani Mügue, junto com a Diretora Edna Cunegatto, e em 2003, o cargo da
Assistente Administrativo foi ocupado pela professora Carmen Luiza Riva.
Em 12 de dezembro de 2003, foi inaugurado o prédio novo com refeitório,
cozinha, despensa, banheiros e seis salas de aula pelo prefeito Sr. Juarez Stein.
Durante este ano letivo foi reformado uma parte do prédio transformando
sanitários em Sala de Multiuso.
Em 2004, a professora Carmen Luiza Riva assumiu o cargo de vice-diretora
conforme alterações do plano de carreira do magistério público municipal.
De 2005 a 2008, a Administração Municipal está
sob a gestão do Sr.
Prefeito Renato Dexheimer e Vice-Prefeito Sr. Gilberto Schäffer.
Em janeiro de 2005, assumiu a Direção da Escola a Profª Carmen Luiza
Riva e a Profª Dirce Terezinha Traesel, como vice-diretora por indicação da SEMEC.
Em 08 de setembro de 2006, foi inaugurado o prédio com as dependências
administrativas com sala da direção, sala da vice-direção, sala da Técnica em Apoio
Pedagógico, sala dos Professores, Secretaria, sanitários, seis salas de aula,
Laboratório de Ciências e o Telecentro de Informática. Atendendo alunos da
Educação Infantil, 1ª série Etapa I a 8ª série, num total de 583 alunos.
Em 2007, foi aprovado pelo Conselho Municipal de Educação o Regimento
Padrão das Escolas Municipais, onde a Etapa I foi incluida no Ensino Fundamental,
11
alterando para 9 anos, conforme legislação. Abrangendo também a Educação
Infantil.
1.1 CARACTERIZAÇÃO DA COMUNIDADES ESCOLAR
A comunidade de pais é ativa, participativa, unida e integrada à proposta
escolar.
As reuniões e encontros entre pais, professores e direção favorecem a
integração, o planejamento escolar e a comunicação entre ambas as partes.
Os
pais
programações,
conhecem,
normas
debatem
disciplinares,
e
participam
avaliação,
das
atividades
recuperação,
como:
entrega
das
avaliações, aspectos administrativos, projetos, passeios, atividades festivas e outros.
Sentem-se valorizados, respeitados e demonstram consideração pelo
trabalho realizado pelos professores e direção da escola.
Os pais também consideram adequados os benefícios oferecidos pelo CPM
e Prefeitura Municipal aos alunos como: merenda, transporte escolar, tendimento
odontológico, banda escolar, violão, esporte, teatro, aulas de danças e atividades de
recuperação além de investimentos e outros materiais.
Os pais estão satisfeitos com o sistema de uniforme escolar que deve ser
usado por todos os alunos diariamente.
Concordam plenamente com as atividades culturais e datas comemorativas
que são preservadas dentro da escola e têm como objetivo a socialização, a
integração dos alunos e a preservação da história cultural da nossa região e do
nosso povo.
Constatamos que existe uma diversidade muito grande de profissões em
que atuam os pais da nossa comunidade escolar, destacando-se algumas como:
industriário, comércio, pedreiros, motoristas, domésticos, do lar, autônomos,
12
aposentados e outros.
A naturalidade das nossas famílias, em sua grande maioria, são de diversas
regiões do Rio Grande do Sul, outros estados e países,
provém da região
Metropolitana, região das Missões e outras regiões como da Campanha, Vale do
Taquari, Serra Gaúcha, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Paraguai.
A comunidade escolar Primavera é formada por alunos dos seguintes bairros
do município: Primavera, Moinho Velho, São Miguel, São João, Beira Rio, Centro,
União, Floresta, Vila Rosa e Bela Vista, tornando assim uma clientela muito
heterogênea. Por sua vez, o corpo docente também é procedente de diversos
municípios tais como: Novo Hamburgo, São Leopoldo, Sapucaia, Porto Alegre, Ivoti,
Estância Velha, Morro Reuter, Picada Café, Campo Bom e Dois Irmãos.
1.2 ESPAÇO FíSICO DA ESCOLA
15 Salas de aula
Laboratório de Ciências
Laboratório de Aprendizagem
Sala de Vídeo
Secretaria
Sala dos Professores
Sala da TAP – Técnica em Apoio Pedagógico
Sala da Direção
Sala da Vice-Direção
Telecentro de Informática
Biblioteca
Cozinha
Despensa
Lavanderia
Refeitório
Banheiros - Masculino - Feminino - Professores
Brinquedoteca
Saguão coberto
Ginásio de esportes
13
Sala do Material Esportivo
Jardim
Pracinha
Depósito
Palco
Sala da Banda
Almoxarifado
1.3. MATERIAIS PEDAGÓGICOS E AUDIOVISUAIS
03 Televisores
01 Projetor de Slides
03 Vídeo Cassetes
01 Servidor no Telecentro
02 DVDs
03 Telas para projeção de Slides
07 Aparelhos de som
01 Copiadora
01 Mimeógrafo
01 Caixa Acústica
01 Máquinas de escrever
26 Computadores
02 Impressoras Jato de Tinta
01 Filmadora
02 Impressoras a lazer
01 Scanner
1 Máquina Fotográfica digital
02 Microfones
01 Cjto. De Som Ambiental
01 Leitor de Códigos de Barras
02 Cxs de Som amplificada com tripé
01 Projetor Multimídia
BIBLIOTECA
Livros de Pesquisa
Literatura Infantil
Literatura Juvenil
Enciclopédias
Literatura Universal
Livros Pedagógicos
Literatura de Apoio ao Profissional
Dicionários
Revistas: assinadas pela escola: Capricho, Quatro Rodas, Gibis, Mundo
Estranho, Mundo Jovem, A Rede e O Transcendente.
Assinadas pela prefeitura: Nova Escola, Revista do Professor, Vida e saúde
Jornais: Dois Irmãos, NH, Correio do Povo e Diário, doados pela prefeitura e
Zero Hora que é assinada pelo CPM da escola.
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INSTRUMENTAL BANDA
4 Bumbos
7 Liras
4 Pratos
4 Trompetes
2 Trombones
8 Taróis
6 Caixas
4 Surdos
4 Escaletas
Uniformes: Banda, Balizas, Estrelinhas, Porta Bandeiras, Porta Estandarte
MATERIAL ESPORTIVO
Colchões
Colchonetes
Bambolês
Jogos didáticos
Xadrez
Cones
Coletes esportivos
Fardamento esportivo
Bolas - Futsal, voleibol, basquete, handebol
4 Mesas de Ping Pong 2 Redes de Voleibol
04 Cestas de Basquetebol
MATERIAL LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS
4 Mesas grandes
1 Mesa do professor
5 Armários de metal com vidro
1 Armário
1 Cadeira estofada
30 Bancos em PVC
1 Balcão
4 Microscópios
1 Esqueleto de resina
1 Torso de borracha
3 Pinças em inox
3 Termômetros grandes
2 Funis plástico
1 Funil vidro
3 Copos de béquer vridro 600ml
3 Copos de béquer vidro 250ml
15
1 Copo de béquer vidro 100ml
1 Copo de béquer vidro 50 ml
2 Copos de béquer plástico 250ml
3 Copos de béquer plástico 50ml
5 Placas de petry vidro
4 Placas de petry plástico
3 Cápsulas de porcelana
2 Lamparinas
2 Erlenmeyer 250ml vidro
3 Erlenmeyer 125ml vidro
1 Tripé com tela de diamante
1 Balcão vidro 1 litro
2 Balcões vidro 500ml
1 Balcão vidro 250ml
1 Balcão vidro 200ml
1 Balcão vidro 100ml
2 Pipetas vidro 100ml
2 Provetas vidro 250ml
3 Provetas vidro 100ml
3 Provetas plástico 250ml
1 Proveta plástico 50ml
2 Tubos de ensaio vidro 150ml
3 Tubos de ensaio vidro 50ml
4 Tubos de ensaio vidro 20ml
2 Tubos de ensaio vidro 10ml
1 Vidro de ácido clorídrico 1 litro
1 Lanterna
15 Lâminas permanentes para
microscópio
100 Lâminas para microscópio simples
16 Mapas educativos.
1.4 MATERIAS DIVERSOS
2 Máquinas de lavar roupas
2 Máquinas lava-jato
1 Máquina de cortar grama
2 Churrasqueiras
2 Fornos microondas
5 Bebedouros
1 Forno elétrico
5 Geladeiras
3 Armários escaninhos sala dos professoes
2 Fogões a gás 4 bocas
1 Fogão industrial com 6 bocas e
3 Pias com balcão
Armários diversos
2 Multiprocessadores
2 Batedeiras
1 Liquidificador simples
1 Liquidificador industrial
1 Coifa no fogão industrial
1 Aspirador de pó
1 Enceradeira
1 Torneira elétrica
1 Espremedor de frutas
1 Filtro para água
forno
1 Armário em MDF para as funcionárias
1 Freezer
16
1 Circulador de ar
1 Aquecedor
5 Arquivos de metal
3 Ar condicionados split
1.5 FUNCIONAMENTO DA ESCOLA
1.5.1 Horário de início e término das aulas
Turno da manhã:
Início: 7h30min
Recreio E. F. anos iniciais: 9h às 9h20min
Recreio E. F. anos finais: 9h20min às 9h40min
Término: 11h30min
Turno da tarde
Início: 13h
Recreio E. F. anos iniciais: 14h30 às 14h50min
Recreio E. F. anos finais: 14h50 às 15h10min
Término: 17h
1.5.2 Abertura e fechamento da escola
Manhã
Abertura: 7h
fechamento: 11:30
Tarde:
Abertura: 12h30min fechamento: 17h.
Nas terças-feiras o atendimento é até às 19h.
Esta atividade está sob a responsabilidade da Direção da Escola e de seus
funcionários.
17
2. PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO
Embasando o planejamento participativo da Escola, reuniram-se os
vários segmentos, professores, pais, alunos e funcionários, a fim de elaborarem os
marcos situacional, político e pedagógico.
Para um aproveitamento mais efetivo, compilamos aquilo que surgiu
dos segmentos consultados.
2.1 MARCO SITUACIONAL
Os conflitos mais evidentes são o econômico, o social, o cultural e o
político.
Advém da desustrutura familiar; da falta de valores positivos; da
impunidade geral; da intolerância; do não assumir funções; da disparidade de renda;
das banalização dos relacionamentos e do sexo, das drogas; do individualismo; do
consumismo; da supervalorização do “ter”; dos padrões distorcidos; da valorização
dos que levam vantagens sobre os outros; da falta de ética; da desonestidade; da
globalização; da pouca valorização do estudo.
Na família concentram-se tudo isso e “tudo isso” é repassado aos filhos
e, conseqüentemente, à escola.
2.2 MARCO POLÍTICO
O ser humano que pretendemos deve ser crítico, deve saber conviver e
transformar a sociedade, consciente, solidário, ético, equilibrado, que filtra o que é
bom para si, que lute por mudanças, pela igualdade, que reflita muito antes de agir,
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honesto, responsável, que respeite o outro, colega, justo.
A Escola deve proporcionar um ambiente seguro, construir valores
morais, desenvolver conhecimento teórico-científico, intelectual, que ajude a pensar,
preocupado com a natureza, que ensine a se conhecer, a se amar e a amar os
outros, que se preocupe com a realidade dos alunos e não somente com o conteúdo
a ser desenvolvido, que ofereça um ensino de qualidade, com profissionais
preparados e engajados no processo educativo com boas condições de trabalho e
recursos.
2.3 MARCO PEDAGÓGICO
No processo de globalização mundial, faz-se necessário que se busque
um sujeito reflexivo, solidário, flexível, ético, honesto, compreensivo, criativo, que
tenha respeito aos outros com igualdade, cooperativo, participativo, organizado,
desacomodado, não agressivo, responsável, que saiba trabalhar em equipe.
Uma Escola mais humana, preocupada com o aluno, com uma
educação global, do aluno com um todo; uma entidade voltada ao convívio social,
aberta ao mundo e consciente da realidade regional, em sintonia com as demais
instituições; que atenda às diferenças: do aluno lento, do hiperativo, o
desinteressado; que valorize o esporte; que resgate os costumes; valorize o
professor; que integre a família à escola; que tenha um espaço lúdico maior; que
seja prazerosa; que tenha profissionais especialistas (fonoaudiólogo e psicólogo);
projetos diversos; passeios para melhor convivência; celebrações; momentos de
reunião, mesas comunitárias; palestras; mais atividades na escola fora do horário;
modificaríamos a desigualdade; a falta de iniciativa dos alunos; a visão da Escola,
do aluno em relação ao professor, do professor em relação ao aluno; a estrutura da
instituição, pois não atende mais à demanda;.
Os elementos que devem constar em nosso plano pedagógico são de
uma ação transformadora, deve ser de autonomia, que valorize a bagagem cultural
do aluno, que seja progressista e libertadora; que veja o aluno como um todo; que
tenha consenso na linha de trabalho; que tenha diálogo aluno-docente-família19
comunidade-secretaria da educação-outras escolas; que tenha uma aprendizagem
de convivência, de educação, de disciplina; que construa suas normas juntos e as
respeitem; que destaque a leitura; que incentive os recursos e projetos existentes;
que una o grupo, que tenha um CPM – Círculo de Pais e Mestres ativo; salas
temáticas; recursos materiais.
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3. DIAGNÓSTICO
3.1 Na temática Escola Solidária, o grupo questionou-se a respeito
de até que ponto nossa escola trabalha a solidariedade e apontou os seguintes
dados:
A escola trabalha a solidariedade desenvolvendo ações como:
gincanas (doação de materiais e movimentos à comunidade, através de coletas de
lixo para reciclagem, como por exemplo: latas, garrafas pet e jornais. Tais materiais
são doados para a Usina de Reciclagem do Lixo. Recolhem-se também roupas,
calçados e alimentos (que são doados a alguma entidade que assiste a população
carente do município); comemora-se a Semana do Idoso (auto-estima e valorização
de pessoas da comunidade, onde faz-se uma homenagem e ouvem-se relatos de
experiências de vida); realiza-se a festa de Kerb e Semana Farroupilha (ambas a
partir de contribuições dos alunos que são partilhados no grupo).
Esporadicamente, faz-se visitas a asilos e outras entidades.
O grupo aponta também que a escola busca desenvolver, na medida
do possível, trabalhos coletivos,
tanto em sala de aula como fora dela (Banda
Escolar, jogos esportivos, projetos: Desenho, Canto, Coral e Dança), através de
integrações em que, muitas vezes, envolvem a sociedade em que a instituição está
inserida, priorizando-se o respeito e auxílio ao próximo. Desenvolvem-se, também,
várias atividades que levam o educando a refletir sobre suas práticas e ações em
relação à solidariedade. No entanto, algumas pessoas do grupo apontam que os
alunos desrespeitam os professores, podendo a escola, informá-los melhor neste
aspecto.
Alguns professores apontaram como fator positivo a possibilidade de
21
escolha de equipes de trabalhos, ou seja, grupos que organizam e realizam eventos:
Dia da Família I e II, Semana Farroupilha, Gincanas, Kerb, Festa Junina, e outros.
Essa forma de trabalho possibilita um maior envolvimento do corpo docente.
Po outro lado, constatou-se que não há engajamento de todos os
docentes nestas equipes e em outras atividades da escola, apesar dela preocuparse em educar com e para um espírito solidário.
Observou-se que o espírito solidário está deficiente no corpo discente,
necessitando um trabalho mais direcionado que sane este déficit.
Existe pouca
integração dos alunos pertencente ao bairro da escola com os alunos oriundos de
outros bairros, principalmente os do bairro São Miguel, por ser uma comunidade
mais carente e por ter um número expressivo de estudantes na escola.
Percebe-se que a escola necessita auxiliar mais entidades filantrópicas
e envolver-se mais em eventos da comunidade local.
A escola, ao preocupar-se em trabalhar a solidariedade, defronta-se
com os valores consumistas da sociedade em que está inserida, que valoriza muito
mais o ter do que o ser. Constata-se um modo de vida individualista e egoísta.
Existe também o déficit no campo do trabalho voluntário.
3.2 Na Temática Escola Crítica, o grupo questionou-se a respeito de
até que ponto nossa escola trabalha a criticidade e apontou os seguintes
dados.
22
Em algumas tarefas propostas, procura-se fazer com que os alunos
expressem suas opiniões, defendendo suas idéias com argumentos claros,
respeitando sempre a opinião dos colegas. Além disso, busca-se trabalhar os
valores humanos, levando os alunos a saber o que é certo e o que é errado e
também fazer com que saibam exigir os seus direitos e, acima de tudo, cumprir com
seus deveres. Tais atividades são propostas freqüentemente, através de desafios e,
muitas vezes, solicita-se o auxílio dos pais. O professor, neste caso, torna-se um
mediador dos debates surgidos em sala de aula, cujos assuntos centram-se,
principalmente, nos temas repassados pela mídia.
Repassam-se também assuntos que falam sobre as necessidades
especiais, fazendo com os alunos respeitem os colegas em situação especial. Há
uma preocupação da escola em atender essas pessoas, porém, algumas vezes,
parte do grupo de professores, não encara a inclusão como um fator positivo.
Os alunos inclusos precisariam, em muitos casos, de um atendimento
especial, o que não é possível por falta de recursos humanos e materiais (espaço
físico adequado), didática e vontade de alguns sujeitos responsáveis. Muitos
professores demonstram-se acomodados ao necessitarem lidar com essa situação,
devido a exigência de mudança de opinião e de forma de trabalho.
Alguns alunos recebem atendimento especial, em virtude de problemas
disciplinares dentro da sala de aula e, também, por serem repetentes, na mesma
série por vários anos. Esses alunos recebem reforço escolar e atividades
diferenciadas no seu turno de aula, sendo necessário sua saída de dentro da sala.
Alguns professores apontam que essa atitude gera um certo desconforto na turma
em que tais alunos estão inseridos.
23
Alguns docentes também apontam que, apesar do oferecimento de
oportunidades de expressar-se, os alunos demonstram grandes dificuldades na
formação de argumentos, bem como na exposição de suas opiniões de forma oral e
escrita. Constata-se que a maioria dos alunos apresenta um senso crítico deficiente.
Para sanar essa defasagem, o incentivo à leitura e à busca de informações de
temas atuais, a criação de maiores espaços para debates, trabalhos em grupos.
Além desta defasagem nos alunos, constata-se a falta de propostas de
trabalho neste sentido de alguns professores, pois alguns deixam de propor
atividades críticas, por apresentarem dificuldades de argumentar e 'dominar' a turma
quando ocorrem debates e conseqüente perturbação da aula.
Os discentes têm a oportunidade de expressar suas opiniões, sendo
ouvidos. No entanto, a escola trabalha com o consenso do grupo, sendo necessário
muita negociação com os sujeitos que apresentam comportamentos e atitudes que
divergem deste consenso, tornando-se necessário, em alguns casos, a intervenção
da direção da escola e a aplicação de sanções e/ou medidas disciplinares.Em casos
mais extremos, realizam-se reuniões e diálogos com os setores competentes
(Família, Conselho Tutelar, Brigada Militar, Secretaria de Educação, Promotoria
Pública) em busca de uma melhor solução.
As propostas de desafios para a busca e esclarecimento de dúvidas
fica restrito a um trabalho dentro da sala de aula. Percebe-se que alguns docentes
sentem necessidade de um maior tempo para desenvolver um trabalho e uma aula
que promova a criticidade nos alunos, no entanto, a divisão da aula em horas/aula,
em períodos por área de conhecimento, dificultam o trabalho.
A escola oportuniza espaços para que seja possível a expressão oral e
escrita, tais como: grupos de teatro, dança, jornal, participação dos alunos
semanalmente na Hora Cívica, pré-conselho de classe com cada turma.
24
A denúncia ao que fere os valores humanos ocorre sutilmente, pois
muitos professores e alunos apresentam medo de represálias, deixando de
denunciar situações e pessoas que possuem um comportamento inadequado.
Aponta-se como denúncia declarada, a venda de bebidas alcóolicas para os alunos
menores de idade, com permissão dos pais ou responsáveis, em eventos da escola,
como por exemplo a Festa Junina.
Na medida do possível, a comunidade escolar preocupa-se com o bem
estar do outro, pois sente a necessidade de formar cidadãos cada vez mais críticos
que consigam expressar seus ideais de vida de forma clara, objetiva e consciente.
Para que isso ocorra, é necessário que a pessoa sinta-se bem e acolhida no espaço
em que está inserida.
3.3 Na temática Escola Aberta, o grupo questionou-se a respeito
de até que ponto nossa escola está aberta à comunidade e apontou os
seguintes dados:
Quanto à participação de pais e comunidades em projetos e eventos da
escola, constata-se que ocorre pouca presença de pais em palestras, como as
oferecidas no Dia da Família, reuniões e Feira do Livro, entretanto, o CPM participa
ativamente no ambiente escolar.
Os pais e a comunidade, no entanto, têm participação ativa na Festa
Junina.
A escola preocupa-se em participar em projetos da comunidade local
(município), tais como: PROERD, Carrossel de Letras, DSTs e Drogas,
apresentações da Banda Escolar fora do ambiente escolar, Olimpíadas Escolares,
Guri Bom de Bola, Fórum do Lixo e Cidadania, Dia do Desafio, Semana do Idoso,
Semana do Trânsito, Desfile Cívico.
Apresenta também disponibilidade e atendimento às exigências e às
necessidades da comunidade local (município) através da cedência de salas de aula
para a Cataquese e à Missa da Igreja Católica, cursos e reuniões promovidos pela
prefeitura e demais entidades, bem como o uso da cancha de esportes em
campeonatos e prática de exercícios físicos.
25
A escola não oferece projetos e oficinas para as pessoas pertencentes
ao bairro onde está inserida, restringindo-se somente ao interesse dos alunos.
Sugere-se o oferecimento de projetos e oficinas para as pessoas da comunidade
local, como por exemplo: oficinas de dança, trabalhos manuais, culinária, eletrônica,
marcenaria, educação ambiental e outros.
Crianças, adolescentes e famílias da comunidade do bairro São
Miguel, são
atendidos na escola. No entanto, ocorre pouca participação das
pessoas oriundas desta comunidade devido ao problema da locomoção e da
empresa responsável pelo transporte oferecer horários restritos de ônibus.
3.4 Na temática Disciplina Escolar, o grupo questionou-se a respeito de
até que ponto nossa escola mantém a disciplina e apontou os seguintes
dados:
Para manter a disciplina na escola as normas (regras) são combinadas
com os envolvidos na comunidade escolar e, no início do ano. Essas regras são
trabalhadas com os alunos e apresentadas aos pais, na primeira reunião do ano.
Assim, todos ficam sabendo das punições a que estão sujeitos. A escola aplica as
punições aos alunos que cometem atos infracionários sempre de acordo com o
regimento escolar e em conformidade com o grupo. Porém, constata-se que não há
consenso e unidade na aplicação das sanções disciplinares. Nem todos os
professores encaram a infração com o mesmo grau de gravidade, tornando-se
necessário a definição de diretrizes de disciplina para que todos hajam da mesma
forma.
26
A indisciplina, em sala de aula, principalmente ao que se refere aos
limites, está aumentanto a cada dia. O convívio dos alunos, o respeito mútuo
também deixam muito a desejar, apesar de serem realizados trabalhos que abordam
a questão do respeito, valores morais e sociais. Essa falta de limites prejudica toda a
turma em relação à aprendizagem. Existe pouco apoio dos pais para trabalhar
limites e respeito. Aponta-se, também, a falta de apoio da secretaria da escola, da
SEMEC, Conselho Tutelar, Promotoria Pública
e demais órgãos para que se
estabeleça a disciplina na escola.
Os pais, aparentemente, estão muito ausentes na vida dos filhos e isso
reflete diretamente na sala de aula. Torna-se necessária a exigência de uma maior
participação da família, comprometendo-se e responsabilizando-se pelos seus filhos,
visto que, as conseqüências dessa ausência, muitas vezes, recaem sobre os
professores ou a direção da escola.
Na visão de um pequeno grupo de professores, alguns alunos não
deveriam estar mais na escola, devido aos seus atos infrancionários, recebendo, por
parte da escola, muita chance.
A aprendizagem global que envolve conteúdos, convívio social, limites
e cidadania, na opinião de alguns pesquisados, são temas trabalhos e
desenvolvidos, mas que não atigem a todos. Procura-se trabalhar estes ítens em
sala de aula, no pátio, em passeios e demais atividades.
Alguns professores manifestaram-se que não há clareza
e
esclarecimento dos limites desejáveis aos novos integrantes do grupo escolar (tanto
professor, aluno, como funcionário). Atualmente, o novo integrante precisa interar-se
por conta própria, ficando e sentindo-se, muitas vezes, perdido.
27
A escola preocupa-se em aplicar as medidas disciplinares com
serenidade, porém, em alguns momentos, alguns casos de indisciplina fogem do
controle. Há sobrecarga das pessoas responsáveis por essa parte (pedagoga,
psicóloga, direção). Essas pessoas, na maioria das vezes, estão envolvidas em
outras atividades da escola, que não fazem parte do seu setor, mas que exigem
soluções urgentes. Essas pessoas competentes estão ocupadas em tarefas
burocráticas, deixando de resolver os problemas disciplinares e de relacionamento.
Há falta de recursos humanos. Tal falta sobrecarrega pessoas e interfere na
manutenção da disciplina da escola.
Procura-se, na medida do possível, aplicar as normas disciplinares de
acordo com o grau de gravidade do ato infracionário: advertência verbal, advertência
escrita com a presença dos pais, suspensão e, em casos extremos, a tranferência.
Em casos de indisciplina de turmas de alunos, realiza-se reuniões com
a presença obrigatória dos pais, alunos, professores e órgãos responsáveis pela
educação e segurança.
3.5 Na temática Capacidade de Trabalhar em Equipe, o grupo
questionou-se a respeito de até que ponto nossa escola trabalha o espírito
esportivo e apontou os seguintes dados:
A escola oportuniza, e muito, o trabalho em equipe. Participa de diferentes
eventos esportivos e proporciona, também, trabalhos em grupo na própria escola,
como por exemplo: as Gincanas, o Coral, o Kerb, Semana Farroupilha, Clube do
Desenho, Inglês Comercial, Grupo de Danças e a Banda. Em todas essas atividades
há trabalho conjunto e valoriza-se as diferentes habilidades e competências. Alguns
desses projetos poderiam ser ampliados, envolvendo mais alunos e, se pudéssemos
contar com uma pessoa capacitada em cada uma das tarefas acima, no turno
contrário, os alunos poderiam desenvolver ainda mais o espírito esportivo. Além
disso, haveria ou poderia haver uma participação maior dos alunos, pois não
interfere nas demais aulas, já que os projetos já existentes funcionam como
atividade extraclasse, no turno inverso.
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A escola valoriza o espírito esportivo e coletivo, participando das
olimpíadas, jogos, gincanas, trabalhos escolares... O trabalho coletivo, às vezes, é
difícil, pois vivemos numa sociedade muito individualista, em que cada um se
preocupa somente consigo mesmo. A escola oferece bastante material, apesar do
pouco espaço físico. Faltam campos de areia e grama, bem como, uma pista para
atletismo. Sente-se a necessidade de uma área verde no pátio da escola para os
alunos poderem sentar, conversar e realizar trabalhos fora da sala de aula. Na parte
de pessoal, percebe-se a sobrecarga de funções e trabalho dos professores de
Educação Física.
O espírito de equipe está sendo muito pouco trabalhado, pois há nos
alunos a ganância por tirar vantagem sempre. Não há apenas a vontade de vencer,
as competições de que participam são muito acirradas. Só os melhores são
valorizados, porém, na medida do possível, busca-se
dar chance a todos. Há
dificuldade de trabalhar em equipe. São oferecidas atividades para desenvolver as
habilidades esportivas dos alunos, mas poderiam ser desenvolvidas competências
em outras áreas (não dar tanta ênfase ao esporte). Ocorre também, muita
competividade, o que talvez não favoreça o espírito solidário e de equipe.
Existe a preocupação de se trabalhar a coletividade por parte da
maioria dos profissionais, porém, estes
devem se reunir esporadicamente para
rever esta questão. Sabe-se que a escola é uma coletividade, porém, nota-se que a
Campanha do Eu Amo Primavera, neste ano, .deixa a desejar, pois não foi retomada
com a mesma intensidade do ano anterior.
A expressão das diferentes competências, não estão atendidas, pois a
instituição não está definida sobre que escola queremos – o tradicional está
misturado com a escola democrática e aberta. Ocorre pouca valorização das
diferentes habilidades. Os profissionais também deveriam dispor-se a fazer outros
tipos de atividades e não estão preparados.
29
A escola, na medida do possível, procura valorizar as diferentes
habilidades e oportunizar a expressão das diferentes competências através dos
projetos já citados anteriormente. Poderia se
valorizar outras áreas, como, por
exemplo outras modalidades esportivas, ampliar o teatro, oferecer outras Línguas
Estrangeiras Modernas, trabalhos manuais, cultivo de plantas, culinária e outros.
O espaço físico da escola está comprometido. ? pequeno. O ginásio
de esportes está inteiramente ocupado com as aulas de Educação Física e os
projetos de esporte. A pracinha é mal utilizada e as atividades nela não são dirigidas
– brincar por brincar, eles o fazem em casa.
Sobre a aquisição de jogos, existe preocupação por parte da escola,
porém, o que falta é uma retomada para o uso destes. Tem professores que não
sabem o que a escola possui neste sentido, ou nem querem saber. Poderia se
planejar atividades para ocupar o material existente entre os professores. Para este
planejamento é necessário tempo para que ocorra a troca de idéias, bem como, uma
maior integração entre o grupo.
Percebe-se, também, que não há espírito coletivo por parte de alguns
professores, ocorrendo faltas excessivas, sem planejamento emergencial, faltas em
reuniões e conselhos de classe. Há comodismo por parte dos colegas (tudo dá
trabalho, se espera pela ação e pela atitude dos outros).
3.6 Na temática Escola, local de prazer o grupo questionou-se a
respeito de até que ponto nossa escola é um lugar de prazer e apontou os
seguintes dados:
A escola e
os professores valorizam experiências dos alunos e
buscam sempre incentivar as crianças e adolescentes a desenvolver sua autonomia,
dando oportunidade de se expressar e mostrar seus conhecimentos.
30
A instituição busca ser um espaço de prazer, preocupando-se em
oferecer um espaço limpo e de boa aparência. Procura-se realizar atividades
diversificadas e atraentes, comemorando-se datas festivas. Nessas comemorações,
o ambiente sempre é decorado de acordo e incluem-se apresentações artísticas e
musicais de alunos e convidados. Porém, algumas atividades deixam de ser
desenvolvidas devido à falta de espaço físico, devido ao grande número de alunos e
diversidade cultural.
Os alunos gostam de estar na escola. Quando há projetos, muitos
permanecem na escola o turno integral. Há mesas de ping-pong que são utilizadas
por estes, em horário de recreio e antes da aula. Porém, observa-se que os alunos
não têm grande comprometimento com a manutenção e o patrimônio da escola, bem
como material da biblioteca.
Aponta-se que não há disponibilidade de espaço físico para o lazer e o
desenvolvimento de atividades recreativas. Falta espaço para o contato com a
natureza.
Atualmente, a escola passa por um período de ampliação, ou seja,
outro prédio está sendo construído. A instituição possui mais de 500 alunos e já
possuía um espaço físico inadequado para atender esta demanda, tornando-se
necessário separar o recreio dos anos iniciais e dos anos finais. Esse fato acaba
gerando incômodo, pois o barulho atrapalha as aulas dos demais alunos que estão
em sala de aula. Com a construção de um novo prédio, o espaço do pátio ficará
ainda mais reduzido. Assim, brincadeiras como pega-pega, futebol e corridas
acabam tornando-se atividades perigosas e até mesmo impossíveis de serem feitas.
Ficam prejudicadas também, as aulas de Educação Física dos anos iniciais, já que
o ginásio de esportes está sendo utilizado pelos alunos dos anos finais.
Observa-se também que os alunos menores não têm livre acesso à
pracinha, que é extremamente pequena. As crianças, quando a utilizam, estão
acompanhadas por um professor que deve reservá-la previamente, marcando um
horário específico.
31
A instituição preocupa-se em dispor material didático e jogos
pedagógicos para a realização de trabalhos e atividade. Contudo, falta, por parte de
alguns professores, utilizá-los. Sente-se necessidade de reuniões ou encontros em
que os professores troquem idéias e planejem, em conjunto, a utilização dos
materiais existentes na escola.
3.7 Na temática Escola Afetiva, o grupo questionou-se a respeito
de até que ponto nossa escola é afetiva e apontou os seguintes dados:
Um carinho, um elogio e uma palavra de apoio são sempre importantes
para as pessoas, e, sentimos na escola um clima familiar, acolhedor com alunos,
pais, professores e funcionários, buscando sempre um convívio agradável. A escola
sempre elogia a participação dos alunos, dos pais, dos professores e funcionários
em diversas atividades. Se for participação em jogos, independente do resultado, o
grupo sempre é valorizado pelo desempenho. De modo geral, os professores
mantém um contato físico agradável e carinhoso com os alunos, assim como,
consideram o afeto uma ferramenta de ensino-aprendizagem incomparável. Se não
há um bom relacionamento, não há aprendizagem. Há alguns casos, em que fica
difícil manter um bom convívio, mas os professores sempre tentam fazer o possível
para que ele se torne mais presente e participativo.
A valorização e os elogios poderiam ser aprimorados e ampliados.
Muitos se sentem desestimulados, sentindo que os mesmos estão lutando sozinhos
em muitas questões referente a faltas e substituições, bem como nas atividades
planejadas. Sentem que os professores precisam de mais elogios e momentos para
que isto aconteça com mais freqüência (mais contato entre direção e professores).
Alguns desses docentes pensam que os alunos que apresentam alguma dificuldade
de ambientação em sala de aula, também sejam melhor estimulados e elogiados
quando fazem alguma atividade de bem comum.
Os pais, em sua maioria, são chamados à escola para resolverem
problemas de seus filhos, e, no entanto, poderiam ser chamados, também, para
atividades integradoras.
32
No que se refere à recepção e acolhimento dos alunos, a escola tem
conseguido alcançar resultados positivos. ? preciso mais integração entre equipe
diretiva e professores, e , também mais atividades para melhorar a auto-estima e o
entusiasmo dos professores e funcionários. O professor e o aluno precisam ser mais
elogiados pelo seu trabalho e
pelas suas tentativas. Há necessidade de maior
integração entre família e escola.
A escola é afetiva, porém no aspecto do contato físico no processo de
ensino aprendizagem, há uma certa agressividade entre professores e alunos. No
que se refere à acolhida a alunos novos, a escola poderia ser mais carinhosa,
elaborando um procedimento de apresentação do aluno à comunidade escolar e
vice-versa. Até o momento é o professor que está fazendo esta apresentação,
cabendo a ele, também fazer a adaptação. Há profissionais que fazem seu trabalho
não pensando no todo da escola. Muitas vezes, por falta de profissionais as
necessidades do professor deixam de ser atendidas.
Trabalha-se com elogios e incentivos aos alunos, mas, se dá mais
ênfase ao que diz respeito aos aspectos negativos, existindo mais cobranças por
resultados, do que elogios. O contato físico entre professores e alunos se dá mais
com os alunos menores, ou seja, dos anos iniciais.
Alguns espaços da escola não são adequados, outros são reduzidos e
faltam atendentes, o que prejudica a melhoria do atendimento de um modo geral.
3.8 Na temática Aluno Sujeito Autônomo, o grupo questionou-se a
respeito de até que ponto nossa escola trabalha a autonomia e apontou os
seguintes dados:
A temática acima tem sido trabalhada de uma forma sutil dentro da sala
de aula, porém a escola não apresenta um projeto específico para este fim.
Para desenvolvermos autonomia deveríamos ser mais rígidos na
cobrança dos compromissos dos alunos, por exemplo: no caso da Biblioteca, se o
aluno não for responsável e não trazer o livro no dia certo, não poderá retirar novo
33
livro nesta data, esperando pela próxima retirada. Trabalhos escolares com prazo
para a entrega, que não forem obedecidas, não serão mais aceitos. Provas, sem
justificativas, não serão efetuadas. Os pais deveriam ser informados das
combinações da escola, em relação ao não cumprimento das responsabilidades dos
alunos, como por exemplo: não fazer o tema, não usar uniforme, chegar atrasado
com freqüência...
A maioria dos alunos não realiza suas tarefas e não cumpre suas
obrigações (sabe fazer as “coisas”) por si próprios, precisando de alguém para dizer
o que é e como fazer. Quando precisam pensar em “como fazer” não sabem se
defender.
A escola procura não discriminar ninguém, usando sempre o bom
censo para desenvolver as atividades e situações que surgem na rotina da escola.
É muito positiva a participação dos alunos no Conselho de Classe
Participativo, que é feito no final de cada trimestre, porém, necessita-se de um
profissional que prepare o mesmo. O professor deve ser questionado sobre os
aspectos que aparecem no conselho de classe, para que ocorra uma avaliação
construtiva dos pontos que podem ser melhorados.
Em relação à valorização da bagagem e das experiências culturais dos
alunos, há professores que procuram se inteirar e se envolver, aproveitando estes
conhecimentos no processo ensino-aprendizagem. Outros, nem fazem questão de
ouvir falar sobre tal aluno.
Sobre atividades que oportunizem a expressão e a valorização das
experiências culturais dos alunos, a escola tem oferecido os projetos: Coral, Violão,
Dança, Teatro, Desenho, Xadrez e Esportes. Quanto ao resgate da leitura, nem
todos os profissionais entendem a importância.
Quanto ao cumprimento do dever, a maioria dos professores e
funcionários o fazem, porém, a maioria dos pais, não o fazem como deveriam, pois,
participam pouco da vida escolar dos seus filhos. Da mesma forma, muitos alunos
34
não cumprem com o seu dever, não fazem os temas, não trazem o material
solicitado, não entregam trabalhos, poucos se preocupam e se comprometem com a
sua aprendizagem.
A escola trabalha poucas atividades sobre a realidade cultural e social
dos alunos. Isso também acontece com as atividades e projetos organizados dentro
e fora da sala de aula.
Os alunos adoram participar da organização de tarefas, principalmente,
fora da sala de aula. Muitos alunos, desta forma, sentem-se úteis, enquanto que
para outros colegas e professores, isto seja uma forma de “matar aula”.
A escola está preocupada com a autonomia do aluno buscando a
responsabilidade na transmissão de recados, no cumprimento de deveres e propõe
atividades que nem sempre são aceitas por eles. Os alunos poderiam demonstrar
mais as suas capacidades, mas sentem vergonha, pois quem participa paga “mico”
perante os demais. Há também, poucas atividades que desenvolvam a parte de
expressão teatral, com temas da atualidade, poucos debates sobre temas do
interesse dos alunos, poucas palestras com os pais, para que estes possam ter
maior consciência sobre a responsabilidade para com seus filhos. Há também
deficiência em projetos que possam abranger um maior número de alunos,
principalmente aqueles que precisam ser resgatados em questões disciplinares e de
aprendizagem.
A escola como incentivadora da autonomia do aluno, encontraria os
meios necessários para ajudar a desenvolver esse senso no aluno, sendo ele o
agente organizador das suas próprias atividades escolares.
Há momentos em que a escola e os professores valorizam as experiências
dos alunos e buscam incentivá-los mais no desenvolvimento da autonomia. São
abertas oportunidades para os alunos se expressarem e mostrarem seus
conhecimentos.
O caminho é mostrado. Quando os alunos “tropeçam“, são incentivados
35
a se levantarem e seguirem, qual pai ensina seu filho.
Há pouco incentivo de autonomia, muita coisa é “dada“(caderno, lápis,
uniforme) e os alunos não aprendem a ir buscar o que precisam, ficam esperando as
coisas acontecerem. A autonomia precisa ser mais desenvolvida nas séries finais do
ensino fundamental, pois ainda dependem de alguém que diga o que tem para fazer.
Alguns alunos tomam as decisões que querem e não são tomadas as
devidas medidas e sanções disciplinares, assim como há pais que esqueceram que
o aluno(filho) existe.
Em contrapartida, há atividades que contemplam a realidade do aluno:
produção e leitura de textos, atividades matemáticas, atividades de Educação Física,
projetos de História e Ciências, entre outros.
As experiências e bagagem cultural do aluno vão sendo conhecidas
aos poucos pelos professores. A realização de atividades mais dirigidas seria
possível se os professores conhecessem melhor a realidade de origem dos alunos,
pois, às vezes, só conhecemos a realidade do mesmo, quando a situação dele, não
tem reversão.
Falta responsabilidade dos alunos no cumprimento do seu dever na
escola, bem como a iniciativa na organização de projetos e demais atividades.
A busca de desenvolvimento da autonomia está sempre presente,
porém dificultada nas séries finais onde é restrito o conhecimento da realidade dos
alunos.
36
3.9 Na temática Escola Transformadora, o grupo questionou-se a
respeito de até que ponto nossa escola é transformadora
e apontou os
seguintes dados:
No item avaliação, ela é falha no tocante em que tem um cunho mais
punitivo que avaliativo. Há mais provas objetivas que subjetivas, uma vez que as
últimas complicam na hora de avaliar. Assim as questões criativas e pessoais de
cada aluno não são avaliadas.
Não há inclusão na nossa escola, pois um aluno que precisa de
recursosspecíficos é tratado tradicionalmente. Assim, então ele não é atendido na
sua necessidade.
Cremos que algumas atividades construtivas são realizadas, porém não
aparecendo muito.
Atividades que oportunizem a ascensão social, ou não são desenvolvidas ou
não são divulgadas, pois pouco se vê e percebe.
A busca de melhoria de vida da comunidade escolar e local não é
percebida, tendo em vista sua abrangência e complexidade. Não há como medí-la
pois não se está presente nos momentos para poder se sentir o que é trabalhado e
até que ponto alcançado. Há poucos momentos de troca, pois não se pode planejar
e rever esse indicador (melhoria de vida na comunidade ecolar) em conjunto. Em
outros momentos a comunidade escolar se insere na escola, em comemorações
típicas como o Kerb de São Miguel, Festa Junina, Dia da Família I e II, entre outras.
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A escola transformadora está na teoria. Na prática, esbarramos em recursos
humanos que buscam transformar resultados negativos, como a repetência, a
indisciplina e a falta de comprometimento, em resultados positivos. Avaliação
diagnóstica é muito importante e busca-se fazê-la. Assim, ocorre resultado mais
efetivo sendo que o aluno/professor devem buscar o que ficou pouco claro e
defasado no processo de ensino-aprendizagem. Percebe-se que o aluno só estuda,
só se esforça para receber nota e não porque acha importante para a sua vida. ?
preciso que nós, professores, reavaliemos o nosso ensinar, para que o aprender
seja mais prazeroso e que este realmente aconteça.
A nota deve ser um conjunto de fatores no cotidiano e não somente prova.
Aos professores cabe a tarefa de planejar diferentes trabalhos que
oportunizem a busca e construção desse conhecimento, formando um aluno crítico,
que enfrenta os problemas e que saiba se defender. Muito se tem conseguido,
incluindo as famílias nesse processo.
Entendemos que para que a escola seja um agente transformador ela precisa
resgatar, integrar e, com isso, transformar seus principais
pilares: o professor e o
aluno.
Essa escola que queremos, aberta, amiga, de qualidade e acolhedora,
precisa de recursos humanos dispostos, disponíveis e capacitados para trabalhar
com centro de interesse e projetos paralelos.
A clientela que temos participa de todas as atividades diferentes e prazerosas
que proporcionamos: exposições, gincanas, torneios, confraternizações, palestras,
etc. Porém, quer e precisa mais e pouco faz.
Temos visto a família fragmentada, isso traz para a escola um reflexo
desastroso, pois a instituição primeira delega à segunda, tarefas como e de passar
valores: respeito e educação.
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Instala-se um conflito quando se aborda o tema de escola transformadora e
sente-se que há muito a fazer para que esta escola realmente exista, que seja ideal
e que atenda às necessidades dos alunos. É preciso espaço físico com ambientes
que proporcionem uma aprendizagem construtiva.
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Entendemos que a escola atende os tópicos de escola transformadora.
Não há clareza no uso da planilha de avaliação. Alguns a utilizam como
punição, outros como diagnóstico.
Há pouco incentivo ao estudo e à ascensão social para a comunidade dos
professores.
No que se refere à melhoria da qualidade de vida, a escola oferece várias
alternativas: destinação final do lixo, combate às drogas, DSTs, Meio Ambiente,
Leitura, incentivo à prática esportiva.
Muitos alunos são excluídos pelo grupo de colegas e pouco se faz para
atenuar isso.
A escola trava uma competição desleal com a mídia e uma inversão de
valores bastante significativa está presente.
A participação e interesse do aluno em realizar as atividade, podem garantir
avanços na aprendizagem. O esforço e a responsabilidade do aluno ajudam o
professor a fazer o dignóstico da avaliação.
Na escola, desenvolvem-se ações que asseguram progressos para quem
está decidido a aprender.
3.10 Na temática A Escola Democrática, o grupo questionou-se a respeito de
até que ponto nossa escola é democrática e apontou os seguintes dados:
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Acreditamos ser nossa escola democrática, os pais participam bastante, os
alunos são ouvidos nas avaliações e planejamento de atividades diversas e a
opinião dos alunos é valorizada apesar de haver um certo desinteresse em pensar o
futuro. Falta empatia por parte dos alunos pelo conhecimento o que dificulta a
diversidade de trabalhos, pois dependemos da postura assumida pelos alunos
diante da democracia e dessas sugestões.
Como conseguir mais homogeneidade de disciplina? Sabe-se que a disciplina
é base para tudo e atualmente os setores responsáveis e a escola como um todo
questionam-se em como conseguir homogeneidade na disciplina escolar.
A valorização das habilidades dos alunos é contemplada através dos projetos
oferecidos, no entanto, esses, poderiam ser ampliados para atender um maior
número de alunos. Poderiam ser criados novos projetos como o Grêmio Estudantil,
que seria um espaço onde os alunos poderiam discutir seus anseios e desejos e
propor atividades que venham acatar seus interesses.
O planejamento pode ser flexível à medida em que os alunos demonstram
interesse, comprometimento e organização, pois para muitos a diversidade é
sinônimo de algazarra.
Para
uma
avaliação
progressiva
é
preciso
que
consigamos
uma
aprendizagem capaz de despertar o prazer em aprender.
Precisamos rever constantemente a avaliação, para não chegarmos no final,
medindo só a nota, sem considerar o todo.
Os alunos demonstram muita comodidade, ou falta de motivação para ir em
busca do conhecimento.
O que pode ser fator desencadeador dessa problemática é a falta de
oportunidade que os alunos têm de sugerir aulas diversificadas.
41
Por vezes, o planejamento de atividades diferentes não obtém a
concretização dos objetivos devido à falta de limites e falta de interesse dos alunos,
deixando o professor frustrado e com isso desmotivado a promover aulas diferentes.
Outro fator que pode vir a influenciar o bom resultado é o mau planejamento
da atividade.
Os instrumentos de avaliação são muitos e diversificados.
Ensinar, aprender e avaliar não são pontos separados. Um depende do outro.
Avaliação é uma etapa da aprendizagem, que serve para verificar resultados de
aprendizagem e revê-los.
O planejamento deve ter como base o diagnóstico do professor do que ou
daquilo que o aluno sabe, e com ações diversificadas promover a reelaboração e a
construção do conhecimento dos alunos.
42
4. Temas Norteadores
Representamos num esquema gráfico os princípios que embasarão a prática
pedagógica, de acordo com o projeto do planejamento participativo.
TRANSFORMADORA
BUSQUE A
LOCAL
DE PRAZER
DISCIPLINA
ABERTA
CRÍTICA
SOLIDÁRIA
AFETIVA A
FAVOREÇA
AUTONOMIA
4.1Tema: Escola Solidária
Até que ponto nossa escola trabalha a solidariedade?
•
Proposta de trabalhos em grupos e formação destes grupos.
•
Respeito e auxílio ao próximo.
•
Prática de ações conjuntas.
•
Auxílio a entidades filantrópicas.
•
Vivência de respeito mútuo.
43
•
Envolvimento da escola em projetos da comunidade local.
4.2Tema: Escola Crítica
Até que ponto nossa escola trabalha a criticidade?
•
Proposta de desafios para a busca do esclarecimento de dúvidas.
•
Escolha de atividades em que seja possível a expressão oral e escrita.
•
Posicionamento frente aos questionamentos e à defesa de opiniões
divergentes.
•
Denúncia ao que fere os valores humanos.
•
Solidariedade e acolhida às pessoas e situações especiais.
•
Proposta de atividades em que ocorra a livre-expressão de idéias e
pensamentos.
4.3Tema: Escola Aberta
Até que ponto nossa escola é aberta à comunidade?
•
Participação de pais e comunidade em projetos e eventos da escola.
•
Participação da escola em projetos e eventos da comunidade local.
•
Disponibilidade e atendimento às exigências e às necessidades da
comunidade local.
•
Oferta de projetos e oficinas para as pessoas pertencentes ao bairro onde a
escola está inserida.
4.4Tema: Disciplina Escolar
Até que ponto nossa escola mantém a disciplina?
•
Combinação e estabelecimento prévio, e em grupo, das regras e normas da e
na escola.
•
Clareza e comentários dos limites desejáveis da conduta de pais,
professores, alunos, funcionários e demais pessoas envolvidas no processo
educativo.
44
•
Responsabilidade do sujeito somente pelo seu ato infracionário.
•
Serenidade na aplicação das medidas disciplinares.
•
Justiça na aplicação das sanções.
•
Aprendizagem global (conteúdos, convívio social, limites, cidadania).
•
Consenso e unidade na aplicação das sanções.
4.5Tema: Capacidade de Trabalhar em Equipe
Até que ponto nossa escola trabalha o espírito esportivo?
•
Oportunidade de trabalhar em equipe.
•
Desenvolvimento do espírito de grupo.
•
Conscientização de que a escola é uma coletividade.
•
Expressão das diferentes competências.
•
Valorização das diferentes habilidades.
•
Viabilidade material, espacial e pessoal para o desenvolvimento do espírito
esportivo.
4.6 Tema: Escola, local de prazer
Até que ponto nossa escola é um lugar de prazer?
•
Atividades diversificadas e atraentes.
•
Limpeza e harmonia do espaço físico.
•
Atividades e ambiente agradáveis e atrativos à comunidade local e escolar.
•
Atividades do interesse e sugeridas por alunos e/ou pais.
•
Disponibilidade de espaço físico para o lazer e desenvolvimento de atividades
recreativas.
•
Disponibilidade de espaço que oportunize a vivência e o contato com a
natureza.
•
Adequação dos brinquedos da pracinha no ambiente externo.
•
Disposição de material didático e jogos pedagógicos para a realização dos
trabalhos e atividades.
45
4.7 Tema: Escola Afetiva
Até que ponto nossa escola é afetiva?
•
Elogio e valorização das conquistas e dos resultados apresentados pelos
alunos, pais, funcionários e professores.
•
Contato físico agradável e carinhoso entre as pessoas envolvidas no
processo de ensino-aprendizagem.
•
Atividades acolhedoras.
•
Recepção e acolhimento de pais, alunos, professores, funcionários e
comunidade em geral.
•
Recepção, acolhida e adaptação de alunos novos.
4.8 Tema: aluno-sujeito autônomo
Até que ponto nossa escola trabalha a autonomia?
•
Incentivo à autonomia do aluno.
•
Responsabilidade no cumprimento de seu dever (pais, alunos, professores e
funcionários).
•
Atividades que contemplem a realidade do aluno.
•
Organização de atividades e projetos dentro e fora da sala de aula pelos
alunos.
•
Participação efetiva dos alunos nos conselhos de classe.
•
Conhecimento, por parte do professor, da bagagem e das experiências
culturais dos alunos.
•
Atividades que oportunizem a expressão e a valorização das experiências
culturais dos alunos oriundos de outros projetos.
4.9 Tema: Escola Transformadora
Até que ponto nossa escola é transformadora?
•
Avaliação como diagnóstico e não como punição.
46
•
Inclusão e integração social do aluno.
•
Planejamento de atividades que oportunizem ações construtivas.
•
Incentivo ao estudo e à busca de oportunidades que conduzam a uma
ascensão social.
•
Melhoria da qualidade de vida da comunidade escolar e local.
4.10 Tema: Escola Democrática
Até que ponto nossa escola é democrática?
•
Valorização do aluno a fim de oportunizar a elaboração e a reelaboração do
seu conhecimento.
•
Aceitação das sugestões dos alunos no cotidiano escolar.
•
Trabalhos diversificados e planejamento flexível, a fim de atender à
diversidade de interesses e habilidades.
•
Escolha de instrumentos de avaliação que possibilitem verificar a construção
do conhecimento de cada aluno.
•
Atividades que possibilitem escolhas e aceitação das opiniões e opções da
coletividade.
47
5. PROGRAMAÇÃO
5.1Necessidade: A escola precisa compartilhar suas questões.
Objetivo: Ter uma escola afetiva, aberta e transformadora.
Estratégia:
- Cultivar um bom relacionamento com a Secretaria de Educação do município, com
a comunidade local e escolar (bairro, pais, alunos, funcionários e corpo docente).
5.2Necessidade: Os alunos não cuidam do patrimônio escolar.
Objetivo: Respeitar e zelar pelo patrimônio escolar.
Estratégia:
- Retomar a Campanha EU AMO PRIMAVERA com uma programação que terá
como objetivo incentivar o respeito e a preservação do patrimônio público, do
ambiente escolar, como local de aprendizagem, prazer, convivência sadia e
amizade.
-Criar um comissão responsável pela retomada da campanha com alunos e
professores. Aumentar a participação dos alunos e que eles se envolvam na
organização da campanha.
- Preservação da parte física da escola “Estragou/Arrumou”.
- Uso moderado do material disponibilizado, observando as quotas de cópias.
Colocar pequena quantidade de material à disposição, na sala dos professores.
5.3Necessidade: Espaço de lazer precário, pouca área de lazer e área verde.
Objetivo: Requisitar espaço físico para recreação e atividades físicas.
Estratégia:
- Solicitar, através da Prefeitura Municipal de Dois Irmãos, a aquisição do terreno ao
lado do prédio da escola, para atividades físicas e recreativas, bem como, para o
plantio de uma área verde, ampliando espaço físico desta unidade.
- Criar uma comissão envolvendo os três segmentos da escola, pais, professores e
alunos, a fim de solicitar a compra citada.
- Oportunizar espaços apropriados para o desenvolvimento das atividades habituais,
e, principalmente, dos projetos assumidos.
- Pintar amarelinhas no pátio.
48
- Organizar de modo mais funcional as mesas de pingue-pongue.
5.4Necessidade: Há perturbação, muito barulho e correria nos recreios.
Objetivo: Tranqüilizar e respeitar-se no período de recreio.
Estratégia:
- Serão indicados dois professores para supervisionarem o recreio, tanto nos anos
iniciais como nos anos finais.
- Organizar o recreio de forma a ser prazerosa e que os alunos se respeitem,
respeitem os professores, funcionários e patrimônio escolar.
- Serão escolhidos alunos para auxiliar na organização do recreio,
responsabilizando-os por esta ação, desenvolvendo espírito de liderança, respeito e
autonomia entre os educandos.
- Será distribuído material esportivo por turma para uso no recreio e a mesma será
responsabilizada pelo seu uso (sapatas, cordas, rodas e elástico).
- Ter estratégias diferenciadas para anos iniciais e finais.
5.5 Necessidade: Pouco contato descontraído entre alunos, alunos e professores e
entre professores.
Objetivo: Proporcionar momentos de integração.
Estratégia:
- Realizar atividades recreativas proporcionando, entre alunos e professores,
integração e estabelecendo maiores vínculos afetivos.
-Organizar, durante o ano letivo, atividades extra classe, como jogos interséries,
incentivando o espírito de coleguismo, descontração, integrando o grupo, tanto
discentes como docentes.
- Organizar uma Olimpíada Escolar, somente com os alunos da escola, bem como
um Festival de Atletismo.
- Reativar os treinos esportivos semanais, realizados entre professores.
- Serão promovidos encontros ente os professores fora do período de aula.
- Confraternização entre os aniversariantes do semestre(grupo de professores).
- Criação de Coral de Professores e Funcionárias.
- Realizar mais passeios para integrar alunos e professores
5.6 Necessidade: Alunos, professores e funcionários pouco elogiados.
49
Objetivo: Promover a auto-estima e o bem estar de alunos, professores e
funcionários.
Estratégia:
- Procurar, durante a prática de ensino, ressaltar as qualidades das pessoas, os
aspectos bons já assimilados e, através de elogios promover a auto-estima, o
crescimento e a aquisição de novas virtudes.
- Colocar, em locais adequados(corredores e sala de Artes), ripas de madeira a fim
de expor os trabalhos dos alunos.
- Divulgar os trabalhos realizados nos meios de comunicação locais e no jornal da
escola.
- Voltar troféu destaque que era distribuído na Campanha “Eu Amo Primavera”.
- Quadro mural para exposição de trabalhos realizados pelos alunos.
5.7 Necessidade: Falta de integração nas atividades dos alunos com os pais.
Objetivo: Propociar a integração da comunidade no dia-a-dia escolar.
Estratégia:
- Integrar os pais nas atividades de rotina da escola.
- Criar projetos que propiciam a integração no dia-a-dia escolar.
- Distribuir na comunidade, nas famílias e locais públicos, caixas com poesias,
prestigiando o projeto cultural da Secretaria de Educação, Carrossel de Letras,
sobre Mário Quintana.
- Divulgar o projeto Pinte e Borde. Publicar nos jornais locais a data e oficina.
- Organizar um Clube de Mães ou colaboradores da escola.
- Proporcionar atividades no Dia da Família que envolvam a participação dos pais
juntamente com seus filhos promovendo a integração e aproximação entre pais,
alunos e escola.
5.8 Necessidade: Dificuldade de argumentação do aluno.
Objetivo: Aprimorar a expressão oral e escrita.
Estratégia:
- Ao término de cada conteúdo, levar o aluno a expressar-se oralmente ou por
escrito, porém, de maneira prazerosa, promovendo, não somente a crítica, como
também, a apresentação de soluções.
- Ler o próprio texto após a escrita evitando erros comuns e modificando a
50
argumentação confusa.
- As horas cívicas serão realizadas nos primeiros períodos em ambos os turnos,
semanalmente, com o objetivo de proporcionar aos alunos a oportunidade de
vivenciar as mais variadas formas de expressão.
- Ter mais feiras ou momentos de apresentação de de trabalhos para acostumar os
alunos a expor suas idéias desde cedo.
5.9 Necessidade: Não há comprometimento e responsabilidade dos alunos em
relação a seu material e deveres.
Objetivo: Propiciar autonomia.
Estratégia:
- Redução de bilhetes escritos para os alunos das séries finais.
- Redução de material disponibilizado pela escola, para evitar disperdício e
responsabilidade no uso de papel, cartolina, folhas coloridas, canetinhas, lápis de
cor, giz de cera e outros.
- Criar uma planilha de avaliação contínua do aluno, na qual será registrado o seu
desempenho escolar(ficará anexa à ficha de matrícula do aluno).
5.10 Necessidade: Poucas palestras à comunidade de pais.
Objetivo: Promover informação e cultura aos pais.
Estratégia:
- Realizar encontros, palestras, conversas, oficinas à comunidade, com o objetivo de
atender às necessidades, dúvidas e anseios dos mesmos.
5.11 Necessidade: Poucas atividades que proporcionam cultura, debates e
aperfeiçoamento dos alunos.
Objetivo:
Incentivar o conhecimento e o desenvolvimento do aluno.
Estratégia:
- Incentivar a leitura através do Projeto Biblioteca, da Feira do Livro Municipal, da
Feira do Livro Interna, do Projeto a Hora do Conto, do projeto Carrossel de Letras e
do Projeto Teatro.
- Serão oferecidas palestras, conversas, e esclarecimentos com profissionais sobre
temas prementes, como sexualidade, drogas, relações interpessoais, questões
profissionais, para alunos dos anos finais.
51
- Ativar o Laboratório de Ciências para as pesquisas nesta área para todas as
turmas da escola, mobiliando e equipando o ambiente, com o objetivo de despertar,
incentivar, responder ao espírito investigativo dos educandos.
- Visitas a locais históricos-culturais: teatros, museus, centros técnicos, cinemas.
- Intensificar outros momentos para atrair a comunidade com o objetivo de apreciar
e se integrar: Feira do Livro Interna, Dia da Família I e II, Kerb, Semana da Pátria,
Semana do Idoso, Natal, Multifeira.
- Troca de livros semanais.
- Hora do conto mensalmente para os alunos da séries iniciais.
5.12 Necessidade: Pouco interesse do professor em conhecer a realidade do seu
aluno.
Objetivo: Inteirar-se com a realidade do aluno principalmente quando há defasagem
no rendimento escolar.
Estratégia:
- Entrevistas com pais ou responsáveis.
- Visitas aos bairros.
- Contato com profissionais especializados que atendam, que possam dar um
suporte no momento, assim como encaminhamento, se necessário atendimento
Fonoaudiólogo e Psicológico.
5.13 Necessidade: Falta de comprometimento das comissões dos eventos.
Objetivo: Responsabilizar os profissionais dos projetos a fim de que tenham êxito
nos eventos.
Estratégia:
- Continuar com os eventos realizados na escola, porém, escolher um líder atuante
a fim de manter o compromisso e o êxito das propostas.
- Todos os profissionais deverão participar ativamente na organização de no mínimo
dois eventos.
5.14 Necessidade: Desrespeito aos professores pelos alunos.
Objetivo: Desenvolver o respeito e o limite.
Estratégia:
- Cada professor deverá priorizar, na sua prática, direitos e deveres da criança e do
52
adolescente.
- Propiciar a solidariedade, o coleguismo entre os alunos, quando trocarem
experiências e conhecimento nas atividades de sala de aula.
- Incentivar a realização de algo sem pensar na reconpensa.
- Promover dois concursos com o intuito de criar uma cartilha com a temática
“Valores” dentro do PROJETO EU AMO PRIMAVERA.
- Punir com rigor, desde o início do ano, atitudes desrespeitosas para coibir o
crescimento dessas práticas.
5.15 Necessidade: Pouca disponibilidade de visitas a asilos, APAE e instituições
deste tipo.
Objetivo: Despertar o espírito de solidariedade humana.
Estratégia:
- Visitar, o Lar de Idosos, a fim de despertar o espírito de solidariedade humana,
valorizando o afeto, a amizade, o respeito e as experiências dos mais velhos.(Anos
iniciais)
- Campanha durante o ano ou equipe de trabalho voluntários. Exemplo: visita ao lar
de mãe solteira.(Anos finais)
5.16 Necessidade: Não há entrosamento com as comunidades de bairros.
Objetivo: Integrar os bairros.
Estratégia:
- Promover encontros da comunidade em oficinas no bairro São Miguel , para trocas
de receitas culinárias, trabalhos manuais, organizando e estruturando espaços e
profissionais para esta finalidade.
- Criação do projeto “Pinte e Borde” na escola, com oficinas variadas, abertas à
comunidade e alunos.
- Resgatar a história dos bairros Primavera e São Miguel desenvolvendo o projeto
História e Memória: seu registro pela palavra, promovido pela Secretaria Municipal
de Educação e Cultura.
5.17 Necessidade: Falta de recursos humanos.
Objetivo: Atender, com maior qualidade, professores, alunos, pais e funcionários,
como também agilizar os serviços burocráticos.
53
Estratégia:
- Requisitar, através da Secretaria de Educação, recursos humanos para atender à
demanda da secretaria(secretário) pelo aumento de encargos da mesma, como
também, dar uma assessoria mais efetiva ao grupo de professores, alunos, pais e
funcionários, por outro lado, promover as substituições de professores em licença
e/ou ausentes, por constituir um números significativo de docentes, o mesmo
ocorrendo quando das ausências(professor substituto).
5.18 Necessidade: Clareza nas normas disciplinares.
Objetivo: Cumprimento das normas disciplinares para o bom funcionamento da
escola.
Estratégia:
-Compor as normas disciplinares com os próprio alunos e turmas, constando as
punições.
- Reunião por anos, para ler, esclarecer e reforçar as normas disciplinares,
distribuindo-se para cada aluno e professor um exemplar das mesmas.
- Exigir dos profissionais o cumprimento das normas disciplinares da escola.
- Relembrar o cumprimento das normas, reforçando as necessárias, nas horas
cívicas e encontros.
5.19 Necessidade: Não há clareza da prática da avaliação bem como o uso da
planilha da avaliação global do aluno.
Objetivo: Avaliar o aluno na sua progressão dentro do processo ensinoaprendizagem.
Estratégia:
- Encontros de estudos sobre avaliação se necessário, buscar ajuda de
profissionais.
5.20 Necessidade: “O Ensinar” não é muito prazeroso, conseqüentemente, “O
Aprender”, também.
Objetivo: Tornar a escola um lugar de prazer.
Estratégia:
- Criar espaços para qualificação, aperfeiçoamento dos profissionais, motivando-os
para isto e de acordo com a sua necessidade.
54
- Organizar as salas de aula em salas ambiente, de acordo com a área de estudo, e
estruturando-as, equipando-as com material adequado ao funcionamento prático das
mesmas, a fim de proporcionar bem-estar e prazer aos docentes e discentes.
- Usar metodologia adequada, diversificada, desafiadora e motivadora.
- Respeitar os Planos de Estudos.
5.21 Necessidade: Professores não entregam planejamento emergencial.
Objetivo: Atender melhor o aluno quando da falta do professor.
Estratégia:
- Todos os professores devem organizar sugestões de atividades para todas os
anos, observando a reposição das mesmas quando utilizadas.
5.22 Necessidade: Há muito comodismo por parte de alguns profissionais.
Objetivo: Ter maior comprometimento com a escola.
Estratégia:
- Exigir da equipe de professores a participação efetiva nas reuniões e conselhos de
classes, como também a colaboração e o envolvimento com as propostas traçadas
pela equipe diretiva e pelo grupo.
5.23 Necessidade: Pouca valorização dos projetos.
Objetivo: Incentivar e valorizar os projetos extra-classe oferecidos.
Estratégia:
- Retomar os projetos da escola: Banda Marcial Escolar, Esporte, Informática,
Biblioteca, Danças Criativas, Danças Modernas, Teatro, Jornal da Escola,
Recreação, Desenho, Xadrez, Inglês, Alemão, Fórum das Profissões, Carrossel de
Letras, Psicomotrocidade, Violão, Canto, Coral dos Professores e Funcionárias,
Pinte e Borde, Telecentro de Informática, Multifeira, Reforço Escolar e Hora do
Conto, reforçando a oportunidade de participar de atividades extraclasse, cobrando
a responsabilidade, a assiduidade e o interesse.
5.24
Necessidade: Pouco envolvimento dos alunos maiores em atividades que
exijam respeito e liderança.
Objetivo: Desenvolver o espírito solidário e o trabalho em equipe.
Estratégia:
55
- Promover uma gincana na qual, além das atividades lúdicas, arrecadar-se-á
material de sucata, alimentos e roupas.
5.25 Necessidade: Pouca procura e utilização dos materiais didáticos oferecidos
pela instituição.
Objetivo: Divulgar o material didático disponível pela escola e a constante aquisição
de livros, incentivando o seu uso.
Estratégia:
- Apresentar aos professores o material didático e científico, livros, disponibilizados
pela escola numa reunião pedagógica direcionadas para este fim.
- Dispor, numa planilha, os vídeos, DVDs e CDs disponíveis na escola.
- Adquirir o material sugerido pelo professor.
5.26 Necessidade: Favorecimento ao individualismo em detrimento ao trabalho
coletivo.
Objetivo: Incentivar o espírito de grupo e coleguismo.
Estratégia:
- Usar de imparcialidade no trato com todos os segmentos da comunidade escolar,
desenvolvendo ações democráticas.
5.27 Necessidade: Despreparo dos professores, principalmente na área afetiva, de
liderança e de inter-relação.
Objetivo: Incentivar a troca de idéias e, se necessário, buscar orientação
especializada para os professores.
Estratégia:
- Organizar debates com profissionais a respeito da prática ensino-aprendizagem.
- Incentivar a participação de cursos de aperfeiçoamento, seminários, palestras e
outros encontros.
- Reunir os professores para discutirem sobre avaliação, sobre os critérios e
questões referentes, a fim de direcionarem conjuntamente esta prática.
5.28 Necessidade: Desconhecimento das relações etnico-raciais e o da cultura
afro-brasileira.
Objetivo: Conhecer, valorizar e respeitar as relações étnico-raciais.
56
Estratégia:
- Trabalhos diversificados direcionados, em sala de aula, durante todo o período
letivo, desde as séries iniciais. Através de vídeos, textos, histórias, jogos, culinária,
músicas, danças, dramatizações, vocabulários, vestimentas, instrumentos musicais.
- Dentro das atividades da gincana anual, sugerir tarefas valorizando e conhecendo
a cultura afro-brasileira.
- Criar um grupo de capoeira na escola.
5.29 Necessidade: Contatos mais freqüentes com o grupo de funcionários da
escola.
Objetivo: Atender às necessidades pessoais e profissionais do grupo de
funcionários junto à equipe diretiva para um bom andamento do dia-a-dia da Escola.
Estratégia:
- Organizar, quinzenalmente encontros com o grupo de funcionários a fim de
resolverem suas questões pessoais, profissionais, administrativas, como também
suas funções na Instituição.
- Concidá-los para participar dos eventos da Escola.
5.30
Nessecidade:
Encontros
da
equipe
diretiva
para
avaliação
do
trabalho e tomada de decisões.
Objetivo: Promover reuniões, quinzenais, em que os membros da equipe diretiva a
fim de tratarem sobre questões da Escola, tomarem resoluções, criarem estratégias
de ações e soluções para suas questões.
Estratégia:
- Apresentar, quando adequado, textos reflexivos sobre a prática na educação e
gestão.
- Trocas diárias prévias para toda e qualquer resolução a tomar.
57
6. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
6.1 Organização Administrativa
6.1.1 Direção
Está a cargo da Professora Carmen Luiza Riva.
Atribuições da Direção
a) representar legalmente a Escola, responsabilizando-se
por sua
organização e funcionamento perante o Poder Público e a Comunidade.;
b) coordenar a elaboração, a execução e a avaliação da Proposta
Pedagógica da Escola;
58
c) fazer cumprir as legislações vigentes de ensino, as determinações da
Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto e as do Regimento Escolar;
d) tomar decisões com vistas à qualidade do ensino e ao alcance das metas
estabelecidas na Proposta Pedagógica;
e) promover o entrosamento de todos os segmentos e da comunidade
escolar, proporcionando um ambiente harmonioso de trabalho;
f) informar os elementos da escola sobre as diretrizes e normas emanadas
dos órgãos superiores do Sistema de Ensino, promovendo reuniões de estudo e
provendo a Escola dos devidos instrumentos legais;
g) convocar, convidar e presidir reuniões;
h) aplicar recursos financeiros com a participção do Círculo de Pais e
Mestres;
i) assinar, juntamente com o secretário, toda a documentação relativa à vida
escolar dos alunos e Escola;
j) visar a escrituração das instituições e serviços complementares, as atas
de reuniões e outros expedientes eventuais;
k) integrar a coordenação geral do conselho de classe;
l) distribuir a carga horária para cada disciplina, bem como organizar o
horário escolar, assessorado pelo Coordenador Pedagógico;
m) promover campanhas educativas;
n) liderar toda e qualquer
atividade administrativo- pedagógica, cívico-
social, desportiva, cultural e religiosa;
6.1.2 Vice-direção
Está a cargo da Professora Dirce Terezinha Traesel Schneiders.
Acompanha e assessora o diretor em todas as atividades de Escola.
Na
ausência
do
diretor,
representa-o
em
todos
os
atos
legais,
responsabilizando-se pelo funcionamento da Escola perante o Poder Público e a
Comunidade.
6.1.3 Serviços Administrativos
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Serviços Administrativos: Funções e atribuições constam no Regimento
Escolar.
Secretaria - a Secretaria da escola é o lugar onde se recepciona a
comunidade escolar e onde também ficam arquivados os dados referentes a vida
escolar do aluno. A secretaria está aberta para atendimento ao público, durante o
horário escolar. As funções podem ser realizadas pelo profissional específico para o
cargo, ou seja, secretário, da escola ou outro profissional designado a fazê-las.
Mecanografia - o serviço de mecanografia é desempenhado pela pessoa
responsável pela secretaria ou pelp profissional designado pelo diretor. As cópias
(xerox) deverão ser solicitadas com 24 horas de antecedência, no mínimo.
6.2 Organização Pedagógica
6.2.1 Supervisão
O serviço de Supervisão é realizado pelo Técnico de Apoio Pedagógicoda
Escola, assessorado pela Secretaria de Educação.
Atribuições – Tomar decisões com vistas ao processo de ensinoaprendizagem e o desenvolvimento de atividades em consonância com a proposta
pedagógica e os planos de estudo.
•
Acompanhar e assessorar o trabalho pedagógico orientando e planejando as
atividades conforme a filosofia e os objetivos da escola;
•
Orientar e supervisionar atividades de diagnóstico, controle e verificação do
rendimento escolar;
•
Opinar e ou decidir sobre as atividades pedagógicas da escola;
•
Assessorar a Direção no que for pertinente;
•
Participar da elaboração e execução da Proposta Pedagógica;
•
Propor ou aprovar formas de atuação adequada às possibilidades da escola
pra dar cumprimento ao planejado;
•
Orientar os alunos do 9° ano na continuidade dos estudos visando uma
escolha profissional;
•
Oferecer ao professor e aluno apoio para o alcance da auto-realização.
60
•
Analisar as Histórias Escolares de alunos transferidos para adequá-los ao
currículo da Escola.
•
Coordenar os processos de qualificação, reclassificação e avanço de série,
quando necessário.
6.2.2 Professor Conselheiro de Turma
O professor Conselheiro é eleito a cada período letivo, aproximadamente
um mês após o início das aulas, pelos próprios alunos, com auxílio da supervisora. A
sequência da escolha pelas turmas proceder-se-á por sorteio. Cada professor só
poderá ser escolhido por uma turma.
Atribuições:
- Atuar como ligação entre a direção, técnico de apoio pedagógico, corpo
docente e corpo discente;
- participar e auxiliar na promoção de eventos e atividades realizadas pela
turma;
- manter contato entre pais de alunos e professores;
- elaborar os pareceres descritivos a cada trimestre letivo;
- analisar com os alunos o rendimento escolar do grupo e individualmente,
orientando-os e construindo alternativas para a melhoria da aprendizagem, hábitos e
atitudes.
6.2.3 Aluno representante de Turma
O aluno representante de turma é
o aluno eleito pelos colegas para
representar sua turma junto aos professores e Direção. Sua eleição é acompanhada
pela Supervisão no início do ano letivo, assim que se conheçam mutuamente.
Algumas condições são necessárias para que o aluno seja um bom
representante de turma tais como: responsabilidade, iniciativa, assiduidade,
pontualidade, disponibilidade, respeito, espírito de coleguismo.
A liderança buscará desenvolver um representante autêntico que exerça
61
influência positiva sobre sua turma. Caso contrário, poderá ser substituído pelo seu
vice-representante ou proceder-se-á nova escolha.
6.2.4 Conselho de Classe
O Conselho de Classse é integrado pelos professores das diferentes
disciplinas e pela equipe diretiva. Este colegiado reune-se periodicamente para
refletirem conjuntamente e avaliarem o desempenho pedagógico dos alunos das
diversas turmas e anos,
buscando
solução para os problemas existentes
objetivando sempre a melhora da qualidade
do processo de ensino e
aprendizagem.
O professor durante o Conselho de Classe tem a oportunidade de analisar
e discutir o processo de trabalho efetivamente concretizado em sala de aula, isto é,
sua prática pedagógica, tanto em termos de relação com o aluno como de conteúdo
escolar.
Se ao longo do conselho, forem levantadas alugumas resoluções para
haver crescimento, tanto da truma quanto do profissional, cabe à supervisão
controlar o cumprimento das mesmas, cobrando dos alunos e do profissional as
decisões acordadas.
O Conselho de Classe tem a autonomia para a classificação do aluno
(aprovando ou reprovando-o). Somente para o 2° ano será concedida nova
oportunidade de avaliação, no início do ano letivo seguinte, podendo o aluno ser
aprovado ou reprovado. A família assume as atividades de reforço para que o aluno
tenha mais tempo para a alfabetização.
O educador deverá adaptar-se; deixar de ser um selecionador para se tornar
um gestor de conhecimento, estimulando, valorizando e acreditando na capacidade
do aluno.
A participação do aluno nos Conselhos de Classe se dará da seguinte forma:
na semana que antecede o Conselho de Classe a Coordenadora Pedagógica da
62
escola, visita as turmas e dialoga com os alunos, lembrando-os de que é um direito
deles explicitar os pontos positivos e negativos concernentes à turma, ao professor,
à direção da escola e outros. Após o debate, elabora-se uma síntese contendo
todas as reinvindicações e soluções pertinentes que será levado ao conselho de
classe participativo pelo representante e vice-representante de turma.
A
avaliação do Conselho de Classe se dará através da opinião dos
participantes de conselho, evidenciando os pontos positivos e negativos.
Se houver necessidade de mudanças, a direção da escola, juntamente com
os professores, deverão buscar a reformulação dos conselhos de classe para a
melhoria da qualidade de ensino e para transformar a Escola num ambiente criador,
onde ensinar e aprender sejam efetivamente um momento de prazer. Bem como,
será fornecido à turma um retorno das suas reinvidicações pelo Professor
Conselheiro e um acompanhamento da supervisão quanto ao cumprimento das
mesmas quando acordadas.
63
7. SERVIÇO DE APOIO ADMINISTRATIVO-PEDAGÓGICO
7.1 Biblioteca
Professora responsável Ana Marlise Liesenfeld.
A Biblioteca funciona tanto para a retirada de livros de leitura, revistas, gibis,
jornais, como também para pesquisa da comunidade escolar.
A Biblioteca atende todas as turmas da escola, desde a Educação Infantil
até 9°s anos.
Com o objetivo de incentivar a leitura como forma prazerosa, a responsável
se empenha em atender a demanda dos gostos de leitura dos seus alunos,
agilizando-se para aquisição dos mesmos junto à direção.
A Biblioteca está sendo informatizada para atender mais organizadamente
64
seus freqüentadores.
Estão à disposição literatura em geral, poesias, revistas, gibis, jornais,
dicionários, livro de consulta para os alunos. Para os professores há além dos
colocados aos alunos, livros da prática pedagógica, apoio, consulta para preparo
das aulas, encartes, cadernos e revistas especializadas com assuntos da área da
educação a atualidade.
A fim de atender a clientela da escola, organiza-se um calendário, utilizando
um período exclusivo para cada turma, podendo esta ficar à vontade para uma boa
escolha da leitura.
O aluno se credencia, recebendo uma carteirinha individualizada com a qual
retira sua bibliografia e, também, a responsável está apta a verificar atrasos, perdas,
preferências.
Para haver melhor aproveitamento da leitura, a Educação Infantil até os 4ºs
anos fazem sua retirada semanalmente, enquanto que, dos 4ºs aos 9ºs anos o
fazem quinzenalmente.
7.2 Laboratório de Informática
Professora Responsável: Edna Cunegatto.
Objetivos:
Oferecer suporte técnico de informática às diversas áreas do conhecimento,
como também, às criativas.
Capacitar a clientela com normas básicas para a elaboração de um trabalho
científico, propiciando a uniformização e a sistemática.
Propiciar, aos profissionais, ferramentas para o planejamento das atividades
pedagógicas e eventual apresentação de trabalhos.
Funcionamento :
65
As atividades no Laboratório de Informática são realizadas através de
agendamento de acordo com a necessidade, da Educação Infantil até 9ºs anos.
Aos 9ºs anos também são oportunizadas atividades quinzenais, na Disciplina
de Língua Portuguesa, para a produção do Jornal Escolar Escolegal, como também,
para complemento técnico dos profissionais da área.
7.3 Laboratório de Aprendizagem
Professora responsável Cristina da Silva Lopes.
“Todas as crianças sabem muitas coisas, só que algumas sabem coisas diferentes das
outras” Telma Weisz
Frente ao número significativo de crianças que apresentam dificuldades ou
ritmo próprio de aprendizagem, surge a necessidade de um ambiente alfabetizador
com espaço lúdico e atendimento mais individualizado, a fim de estimular e
promover situações e vivências em que os educandos possam expressar seus
sentimentos e pensamentos, sem constrangimentos, sentindo-se respeitados e
valorizados.
Os
encontros
ocorrem
semanalmente,
aproximadamente
uma
hora,
abrangendo a área de linguagem e a área de raciocínio lógico-matemático. Os
alunos são indicados pelas professoras titulares das diferentes turmas, com a
avaliação
da
Coordenação
Pedagógica.
Participam
em
pequenos
grupos,
possibilitando atendimento mais individualizado, obtendo assim mais autonomia e
segurança nas suas tentativas e descobertas. Os exercícios propostos não são
repetitivos, nem um refazer atividades já sugeridas pelo professor, mas
uma
diversidade de estratégias capaz de estimular e alcançar a melhor forma de
aprendizagem.
Estes momentos acontecem no contraturno em que a criança esteja
matriculada.
As
crianças
participam
de
jogos,
desafios,
situações-problema,
66
dramatizações, atividades de literatura e, mediante novas experiências, vão
construindo o próprio conhecimento, superando dificuldades e descobrindo novos
caminhos para se apropriar do conhecimento e do seu estilo pessoal de
aprendizagem.
Este projeto busca lançar um olhar atento e significativo para cada educando,
porque, cada vivência é única, cada experiência é especial e particular.
7.4 Brinquedoteca
Professora resposável: Glací Maria Ruppenthal.
Clientela: Alunos da Educação Infantil ao 9° ano.
Funcionamento:
A Brinquedoteca possui uma sala própria com um acervo de jogos
pedagógicos e recreativos. A professora responsável encontra-se no local no turno
da tarde. No turno da manhã os jogos são solicitados anteriormente, ficando o
professor da turma responsável.
O uso da Brinquedoteca funciona por agendamento. Os alunos são
acompanhados pela professora titular e pela responsável do local, sempre tendo em
vista a ação educativa.
Objetivo da Brinquedoteca:
Contribuir com o processo de socialização dos alunos, oferecendo-lhes
oportunidades de exercer o direito de brincar e/ou jogar, favorecendo seu
desenvolvimento bio-psico-social, por meio de um acervo de jogos e brinquedos de
diferentes tipos.
67
8. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
Regime Escolar
A Escola atende alunos da Educação Infantil Nível B(5 anos completos no
início do ano letivo) e do 1° ao 9° ano. Assim distribuidos nos turnos manhã:
Educação Infantil, 1°, 2°, 3°, 4°, 5°, 8 e 9°;
Turno da tarde: Educação Infantil, 1°, 2°, 3°, 4°, 6° e 7º anos.
68
8.1 Grade Curricular
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
ANO 2008
NÍVEL DE ENSINO: Educação Infantil Nível B
TURNOS: Manhã e Tarde
EIXOS DE TRABALHO
CARGA HORÁRIA SEMANAL
CARGA HORÁRIA ANUAL
20 HORAS
800 HORAS
FORMAÇÃO SOCIAL E PESSOAL:
 Construção de sua própria
identidade e autonomia;
CONHECIMENTO DE MUNDO:
 C
 onstruções através da área
cognitiva, afetiva e psicomotora.
R elações através de movimentos.
M úsica, Artes visuais.
L inguagem oral e escrita.
N atureza, sociedade e meio em que
vive.
N oções de matemática.
OBSERVAÇÃO: São trabalhadas 4 horas diárias, com 201 dias letivos,
totalizando 804 horas anuais.
69
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
ANO 2008
NÍVEL DE ENSINO: Ensino Fundamental
ANOS: 1º ao 5º
TURNOS: Manhã e Tarde
COMPONENTES CURRICULARES
CARGA HORÁRIA SEMANAL
CARGA HORÁRIA ANUAL
ENSINO GLOBALIZADO
20 HORAS
800 HORAS
OBSERVAÇÃO: São trabalhadas 4 horas diárias, com 201 dias letivos,
totalizando 804 horas anuais.
70
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
ANO 2008
NÍVEL DE ENSINO: Ensino Fundamental
ANOS: 6º, 7°, 8° e 9º
TURNOS: Manhã e Tarde
COMPONENTES
CURRICULARES
CARGA
HORÁRIA
SEMANAL
LÍNGUA PORTUGUESA
MATEMÁTICA
CIÊNCIAS
HISTÓRIA
GEOGRAFIA
EDUCAÇÃO FÍSICA
ARTE
ENSINO RELIGIOSO
LÍNGUA INGLESA
LÍNGUA ALEMÃ
4
4
2
2
2
2
1
1
1
1
HORAS ANUAIS
6º Ano
7º Ano
8º Ano
9º Ano
160
160
80
80
80
80
40
40
40
40
160
160
80
80
80
80
40
40
40
40
160
160
80
80
80
80
40
40
40
40
160
160
80
80
80
80
40
40
40
40
OBSERVAÇÃO: São trabalhadas 4 horas diárias, com 201 dias letivos, totalizando 804
horas anuais. Até 5% da carga horária curricular poderá ser flexibilizada para
atendimento das necessidades e especificidades da Proposta Pedagógica da Escola,
resguardando o cumprimento do mínimo das 800 horas anuais.
71
8.2 QUADRO DOCENTE
8.2.1 Relação do quadro docente dos profissionais do 6º ao 9º ano:
Ana Maria de Souza
Carine Beatris Boardmann Padilha
Cristiane Bitsch
Edna Cunegatto
Elaine Maria Bencke Marusiak
Fábio Henrique Scholze
Fani Mattone
Fernanda Blume Ponne
Gládis Marli Haas
Graziela Medeiros da Silva
Ires Teresinha Habitzreuter
Lauri Mombach
Mara Rosane Paiva Santos
Marcelo Amparo Marroni Vitolla
Márcia Maria Machry
Marcus Hubner
Rosane Maria Jardim Filippsen
Solange Kamphorst
Vania Eunice Boelter
72
8.2.2 Organização das disciplinas:
Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera
Rua São Leopoldo, 425 - Bairro Primavera-CEP 93950-000 – Dois Irmãos – RS Fone:(51) 564 1277 Ramal 243
Dec. de Criação e Denominação nº 14/92-13.03.92
Parecer de Autorização de Funcionamento nº 992/92 de 20.10.92
Decreto de Designação nº 012/99 – 19.02.99 – 6ª Série – Par. nº 63/96 – 09.01.96
7ª e 8ª Séries – Parecer CEED 284/2000 de 15.03.2000
“A nossa vitória é a certeza de termos acrescentado algo à vida de alguém...”
PLANILHA DAS TURMAS/DISCIPLINAS – ANO LETIVO 2008
Série
PORTUGUÊS
MATEMÁTICA
HISTÓRIA
GEOGRAFIA
CIÊNCIAS
Turma
EDUCAÇÃO
EDUCAÇÃO
ENSINO
LÍNGUA
LÍNGUA
FÍSICA
ARTÍSTICA
RELIGIOSO
ALEMÃ
INGLESA
INFORMÁTICA
6º 61
Cristiane
Elaine
Gladis
Gladis
Fani
Graziela
Fernanda
Lauri
Solange
Carine
Edna
6º 62
Cristiane
Elaine
Gladis
Gladis
Fani
Graziela
Fernanda
Lauri
Solange
Carine
Edna
6º 63
Cristiane
Elaine
Gladis
Gladis
Fani
Graziela
Fernanda
Lauri
Solange
Carine
Edna
7º 71
Cristiane
Elaine
Gladis
Marcia
Fani
Graziela
Fernanda
Lauri
Solange
Carine
Edna
7º 72
Ana Maria
Ires
Gladis
Marcia
Marcus
Graziela
Fernanda
Lauri
Solange
Carine
Edna
7º 73
Ana Maria
Ires
Gladis
Marcia
Marcus
Graziela
Fernanda
Lauri
Solange
Carine
Edna
8º 81
Ana Maria
Rosane
Marcelo
Marcia
Marcus
Fábio
Fernanda
Lauri
Solange
Carine
Edna
8º 82
Ana Maria
Rosane
Marcelo
Marcia
Marcus
Fábio
Fernanda
Lauri
Solange
Carine
Edna
8º 83
Vânia
Mara
Marcelo
Marcia
Marcus
Fábio
Fernanda
Lauri
Solange
Carine
Edna
9º 91
Vânia
Mara
Marcelo
Marcia
Marcus
Fábio
Fernanda
Lauri
Solange
Carine
Edna
9º 92
Vânia
Mara
Marcelo
Marcia
Marcus
Fábio
Fernanda
Lauri
Solange
Carine
Edna
9º 93
Vânia
Mara
Marcelo
Marcia
Marcus
Fábio
Fernanda
Lauri
Solange
Carine
Edna
73
Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera
Rua São Leopoldo, 425 - Bairro Primavera-CEP 93950-000 – Dois Irmãos – RS Fone:(51) 564 1277 Ramal 243
Dec. de Criação e Denominação nº 14/92-13.03.92
Parecer de Autorização de Funcionamento nº 992/92 de 20.10.92
Decreto de Designação nº 012/99 – 19.02.99 – 6ª Série – Par. nº 63/96 – 09.01.96
7ª e 8ª Séries – Parecer CEED 284/2000 de 15.03.2000
“A nossa vitória é a certeza de termos acrescentado algo à vida de alguém...”
PLANILHA DE TURMAS DAS SÉRIES INICIAS – ANO LETIVO 2008
SÉRIE
TURNO
PROFESSORA
Educ Inf
Manhã
Aline Schuster
Educ Inf
Tarde
Celoí Aguiar Sparremberger
1º 11
Manhã
Veridiana Meurer
1º 12
Tarde
Inês Krentz dos Santos
2º 21
Manhã
Roseli da Silva
2º 22
Tarde
Daniele Margô Dreyer
2º 23
Tarde
Silvana da Silva
3º 31
Manhã
Glaci Maria Ruppenthal
3º 32
Tarde
Melissa Knüppe
4º 41
Manhã
Eliane Roth
4º 42
Tarde
Eliane Roth
5º 51
Manhã
Karin Klein Fink
5º 52
Manhã
Iliane de Souza Freitas
74
8.3 Calendário Escolar
Escola Municipal de Ensino Primavera
Calendário Escolar/2008
Dom Seg
3
10
17
24
4
11
18
25
Fevereiro
Ter Qua Qui
5
12
19
26
6
13
20
27
7
14
21
28
Sex Sab
1
2
8
9
15
16
22
23
29
20 – Reunião na Escola M e T
21 - Reunião da Equipe Diretiva Manhã
Capacitação Tarde
22 Reunião Semec com professores. Manhã
25 Início do Ano Letivo 2008.
N° de Dias Letivos: 5
Dom Seg
2
9
16
23
30
3
10
17
24
31
Março
Ter Qua Qui
4
11
18
25
5
12
19
26
6
13
20
27
Sex
7
14
21
28
Sab
1
8
15
22
29
08 – Capacitação
20 Celebração de Páscoa (Comissão: Vânia, Celoí, Helena, Cristiane, Aline)
Reunião de Pais – a combinar.
N° de Dias Letivos: 20
Dom Seg
Ter
Abril
Qua Qui
Sex Sab
75
6
13
20
27
7
14
21
28
Abril
1
2
8
9
15
16
22
23
29
30
3
10
17
24
4
11
18
25
5
12
19
26
12 - Capacitação
21 Tiradentes – Feriado Nacional
24 a 27 19ª Feira Municipal do Livro
26 – Feira do Livro Sábado Letivo
N° de Dias Letivos: 22
Dom Seg
4
11
18
25
5
12
19
26
Ter
6
13
20
27
Maio
Qua Qui
1
7
8
14
15
21
22
28
29
Sex Sab
2
3
9
10
16
17
23
24
30
31
1° Dia do Trabalho – Feriado Nacional
09 Homenagem às Mães (Comissão: Karin, Solange, Glaci, Gladis, Carine, Eliane)
10 – Sábado Leivo Dia da Família I
17 Capacitação
22 Corpus Christi – Feriado Religioso Municipal
23 Feriado Interno
30 Término do 1° Trimestre
Até dia 30, entrega de notas.
N° de Dias Letivos: 20
1° Trimestre: 67 dias letivos.
Junho
Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
02 Início do 2° Trimestre
03 – Conselho 6º ano
05 Dia Mundial do Meio Ambiente
07 Conselho de classe 7º ao 9º ano
13 Entrega de Boletins
14 Capacitaçãoà distância
20 Festa Junina (Comissão: Karin, Inês, Helena, Iliane, Fernanda, Marcelo)
21 – Sábado Letivo
N° de Dias Letivos: 22
Julho
Dom Seg Ter
Qua Qui
Sex Sab
76
Julho
6
13
20
27
7
14
21
28
1
8
15
22
29
2
9
16
23
30
3
10
17
24
31
4
11
18
25
5
12
19
26
16,17 e 18 – Gincana (Comissão: Celoí, Iliane, Marcelo, Fabiane, Edna, Cristina)
18 Término do 1º Semestre Letivo
21 a 1°/08 Férias Alunos
23 a 1°/08 Recesso Professores
21 e 22 11°Seminário Municipal de Educação
25 Dia da Imigração Alemã
N° de Dias Letivos: 14
1°Semestre:102 dias letivos/ 408horas.
Agosto
Dom Seg Ter
3
10
17
24
31
4
11
18
25
5
12
19
26
Qua Qui
6
13
20
27
Sex Sab
1
2
7
8
9
14
15
16
21
22
23
28
29
30
04 Início das aulas
04 Início do 2° Semestre Letivo
08 Homenagem aos Pais (Comissão: Elaine, Carine, Mara, Cássia, Roseli, Ana Maria, Glaci)
09 – Sábado letivo
11 Dia do Estudante (Comissão: Vânia, Ana Maria, Fernanda, Cristiane)
14 Abertura Oficial Olimpíada Escolar.
16 ou 23 - Capacitação
22 Dia do Pedagogo N° de Dias Letivos: 21
Setembro
Dom Seg Ter
Qua Qui
Sex Sab
77
Setembro
1
7
8
14
15
21
22
28
29
2
9
16
23
30
3
10
17
24
4
11
18
25
5
12
19
26
6
13
20
27
05 Entrega de notas 06 - Capacitação
07 Independência do Brasil – Feriado Nacional
10 Emancipação. Desfile Cívico – Dia Letivo (Comissão: Melissa, Daniele, Silvana, Elaine, Mara, Gladis,
Márcia)
12 Término do 2° Trimestre. 13 Cons de Classe
15 Início do 3° Trimestre
19 – Entrega de avaliações e Comemoração Farroupilha (Comissão: Lauri, Silvana, Inês, Cristina, Cássia)
22 a 27 Sem do Trâns e Prev ao uso de drogas.
26 Comemoração do Kerb na escola (Comissão: Solange, Veridiana, Márcia, Gladis, Roseli).
29 Dia do Padroeiro São Miguel - Feriado Municipal, Kerb Dois Irmãos
Capacitação à distância
N° de Dias Letivos: 21
2° Trimestre: 67 dias
Dom Seg
5
12
19
26
6
13
20
27
Outubro
Qua Qui
1
2
7
8
9
14
15
16
21
22
23
28
29
30
Ter
Sex Sab
3
4
10
11
17
18
24
25
31
Semana Criança (Comissão: Aline, Melissa,Daniele, Eliane)
13 Feriado Interno pelo Dia do Professor
15 Dia do Professor
18 Olimpíada Escolar – Atletismo Sábado Letivo
25 Capacitação
28 Dia do Funcionário Público
29 Dia Nacional do Livro
31 Dia da Merendeira.
N° de Dias Letivos: 23
Dom Seg
Novembro
Ter Qua Qui
Sex Sab
1
78
2
9
16
23
30
3
10
17
24
Novembro
4
5
6
11
12
13
18
19
20
25
26
27
7
14
21
28
8
15
22
29
02Finados – Feriado Nacional
08 Capacitação
12 Dia do Diretor
15 Proclamação da República – Feriado Nacional
18 a 29 Rematrículas.
20 Dia Nacional da Consciência Negra
22 Multifeira Sábado Letivo
25 e 26 4ª Mostra Artístico-Cultural de Dois Irmãos e 3ª Mostra de Informática.
29 Capacitação
N° de Dias Letivos: 21
Dom Seg
1
7
8
14
15
21
22
28
29
Dezembro
Ter Qua Qui
2
3
4
9
10
11
16
17
18
23
24
25
30
31
Sex Sab
5
6
12
13
19
20
26
27
03 a 13 Matrículas
09 Conselhos de Classe às 17h
13 Conselho de Classe 15 Jogos
16 Término do Ano Letivo Festival de Natal
17 – Entrega de avaliações
18 – Formatura 9ºs anos
19 Encerramento das atividades – Semec: 8h.
24 a 31 Recesso Escolar.
25 Natal
Nº de Dias letivos: 12
3° Trimestre: 67 dias letivos.
2°Semestre: 98 dias letivos/ 388 horas.
Total de dias letivos/ano: 201
Total de carga horária/ano: 804h
Obs.: Esta é a carga Horária e os Dias letivos mínimos exigidos pela legislação vigente. Para as
atividades festivas específicas de cada escola, tais como, aniversário da escola, feiras, jogos,
8.4 Normas de Convivência
integração família-escola, entre outros, cada unidade de ensino poderá organizar seu calendário
acrescentando-as ao estabelecido em Lei.Os Conselhos de Classe deverão ser organizados de tal
forma que não intefiram nos dias letivos e na carga horária obrigatória.
Acordos e combinações para os alunos da Escola Primavera
79
1.
As cópias de xerox que não se referem a trabalhos solicitados pelos
professores, serão cobradas com o valor R$ 0,20 cada. As impressões em
preto e branco terão o custo de R$ 0,30 e coloridas R$ 1,00.
2. As mesas de ping-pong serão distribuídas da seguinte forma: duas mesas até
o 5º ano e duas mesas do 6º ao 9º ano. Os alunos devem trazer as raquetes
e bolinhas.
3. Os alunos limparão suas salas de aula às 11h25min e às 16h55min, devendo
o professor estar presente até às 11h30min e às 17h. O professor que entrar
nos primeiros períodos do primeiro dia de aula fará a escala de limpeza.
4. É proibido ao aluno:
*Trazer para a escola celular, máquina fotográfica, MP3, MP4, pen drive (somente
quando solicitado), Ipod, estilete ou objetos cortantes, chicletes, chocolate, pirulitos,
balas, salgadinhos e refrigerantes, sob pena de responder ao regimento escolar.
*Agredir-se verbal (usar palavrões) e fisicamente, sob pena de responder ao regimento
escolar.
*O uso do boné é de inteira responsabilidade do aluno. Na sala de aula, poderá ser usado
com a aba para trás, respeitando a autorização do professor.
* “Ficar”, beijar, abraçar, andar de mãos dadas dentro do espaço escolar.
5. Caberá ao professor julgar a necessidade, permitindo ou não, as saídas ao banheiro
e para tomar água.
6. Os alunos do currículo farão filas para entrar em sala de aula. Os alunos da área
devem esperar, no saguão do prédio, agrupados por turma, a vinda dos
professores, para só então dirigirem-se às salas de aula. O aluno que chegar
atrasado, deverá passar na Secretaria para retirar a autorização de entrada em sala
de aula.
7. O uso do uniforme é obrigatório. Além da função social, ele identifica e evita a
80
discriminação. É proibido o uso de minissaias e mini-blusas, shorts colados e
curtos. Para Educação Física da mesma forma, sob pena de o aluno não realizar as
atividades. Caso o aluno tenha dificuldades de adquiri-lo, deve ir conversar com a
direção da escola (diretora , vice-diretora ou as coordenadoras). O uniforme padrão
é camiseta da escola, calça do abrigo e tênis, podendo usar a bermuda do uniforme
(não muito justa, nem muito curta).
8. Provas e trabalhos deverão sempre vir assinados pelos pais e/ou
responsáveis, sendo que os temas deverão ser sempre conferidos e, se não forem
feitos, descontam-se pontos (conforme planilha).
9. Deve-se justificar faltas nas provas e trabalhos, no prazo máximo de uma
semana, sempre por escrito ao professor correspondente.
10. O aluno deverá trazer autorização por escrito dos pais ou responsáveis para se
ausentar da escola e só sairá se acompanhado de um responsável maior de idade.
11. Sucos e afins não serão guardados na geladeira da escola.
12. As bicicletas que forem trazidas à escola são de inteira responsabilidade dos
usuários, devendo ser guardadas no lugar adequado.
13. Cada aluno é responsável pelo material que trouxer para escola, desde o material
escolar até pertences pessoais. Caso o aluno traga materiais proibidos (celular e
demais citados acima), estes serão recolhidos pela direção e somente serão
entregues ao pai ou responsável;
14. Os aniversários de alunos não serão comemorados na escola, bem como festas
envolvendo comidas e bebidas.
15. O aluno deverá dirigir-se à hora cívica, acompanhando seu professor, não na
frente dele. Deverá também manter-se em fila, com postura correta, sem chicles e
deixar o boné na sala de aula.
81
16. Os bancos não devem ser retirados dos lugares e os alunos deverão sentar-se
neles adequadamente, não colocando os pés sobre o assento e nem sentando-se
no encosto.
17. O aluno deve cuidar dos jornais disponibilizados pela escola, não devendo ser
usados para outros fins, além da leitura (rasgar, brincar, bater).
18. O aluno estará dispensado da prática de Educação Física, somente se apresentar
atestado médico.
19. A merenda escolar será oferecida no refeitório para professores e alunos, evitando
o desperdício e mau uso.
20. Os alunos que trouxerem outro lanche deverão consumi-lo lá também, observando
que seja lanche saudável.
21. Os atestados solicitados serão entregues 24 horas depois de feito o pedido na
Secretaria.
22. Os alunos, que estragarem o prédio escolar ou os móveis, deverão pagar os
consertos ou a substituição dos mesmos.
23. Os alunos da Educação Infantil ao 5º ano virão com os dentes escovados para
receberem o flúor (2ª feira).
24. Os banheiros, o corredor e o bebedouro entre, as salas 3 e 4, não poderão ser
usados na hora do recreio pelos alunos de 6º ao 9º ano. Assim como, os alunos da
Educação Infantil ao 5º ano, não poderão usar o banheiro do prédio novo.
25. Serão cobradas multas de R$ 0,50 (cinqüenta centavos de real), por dia de atraso,
na devolução dos livros da Biblioteca. A perda do mesmo será cobrada com um
outro de igual valor e qualidade.
82
As Ações Pedagógicas Disciplinares estão regulamentadas no Regimento
Escolar Municipal vigente.
Acordos e combinações para os professores da Escola Primavera
1. As cópias (xerox) serão cotadas e solicitadas com 24 horas de antecedência, no
mínimo, ou deixar na Sala dos Professores nos horários: 7h30min às 8h e, à tarde,
83
13h às 13h30min. 1000 cópias/mês por disciplina, 250 cópias/mês para currículo
22h e 500 cópias/mês currículo 44h, Secretaria 2000 cópias/mês.
2. Os boletins dos alunos do 6º ao 9º serão entregues pelos professores conselheiros
e os professores ficarão à disposição dos pais.
3. Os professores, desde a Educação Infantil ao 5º ano, acompanharão seus alunos
durante a merenda e estes permanecerão com eles até o sinal de recreio:
Manhã
8h50min - merenda
9h - 9h20min – recreio currículo
9h20min a 9h40min – recreio/lanche área
Tarde
14h20min - merenda
14h30min - 14h50min – recreio currículo
14h50min – 15h10min – recreio/lanche área
Os alunos do 6° ano ao 9° ano retirarão a merenda, após o sinal do início do
recreio.
4. A necessidade de ausência ou afastamento do professor será do conhecimento e
consentimento da Direção, com a máxima antecedência possível, não sendo
permitido que a direção da Escola tome conhecimento do afastamento através de
outro professor. Peça a um familiar seu que o faça, caso você mesmo não possa
fazê-lo.
]
5. O Recreio será cuidado sempre por 2 professores do currículo e 2 da área em cada
momento e em tempo integral e retornarão à Sala dos Professores após o 2º sinal
do recreio. A escala será fixada na Sala dos Professores, procurando manter
sempre os mesmos horários. O horário do uso da pracinha não poderá coincidir com
o plantão do recreio.
6. As horas cívicas serão semanais, intercalando-se séries iniciais e séries finais,
sendo na última do mês, todos os alunos com apresentações, conforme o quadro
abaixo. Primeiramente dá-se os avisos, canta-se um hino no início da manhã e faz-
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se uma reflexão e o mesmo segue no início da tarde.
Março-Segundas-feiras Manhã 51 Língua Port.
Abril-Terças-feiras Manhã 41 e Inglês
Tarde 32 e Língua Port.
Tarde 42 e História
Maio-Quartas-feiras Manhã 31 e Alemão
Tarde 22 e Alemão
Junho-Quintas-feiras Manhã Educ Inf e Matem. Tarde Educ. Inf. e Inglês
Julho-Sextas-feiras Manhã 52 e Geografia
Tarde 23 e Geografia
Agosto-Segundas-feiras Manhã 21 e Ens. Relig. Tarde 12 e Ens. Relig.
Setembro-Terças-feiras Manhã 11 e História
Tarde 32 e História
Outubro-Quartas-feiras Manhã 21 e Educ. Art. Tarde 12 e Educ. Art.
Novembro-Quintas-feiras Manhã 31 e L. rt.
Dezembro-Sextas-feiras
Tarde 23 e Língua Port.
Apresentações de Final de Ano
7. A aplicação do Flúor será para os alunos da Educação Infantil ao 5ºano
sempre nas segundas-feiras: Manhã – 7h30min
Tarde - 13:00 h
8. Os conselheiros serão sorteados no final do mês de março (ordem e
indicação).
9. Os alunos não poderão sair da sala de aula quando terminarem seus
trabalhos e testes, haverá duas caixas com gibis, cruzadinhas e revistas na Biblioteca.
10. Os aparelhos de som somente podem ser retirados e devolvidos pelos
professores, não podendo aluno entrar na Sala dos Professores para fazê-lo. O uso do
som na sala de aula será exclusivamente para trabalho dirigido e não pelo simples fato de
estudar ouvindo música. Isso eles podem fazer em casa ou em outro momento, fora da
escola.
11. Os alunos poderão desenvolver tarefas fora da sala de aula, acompanhados
pelo professor. Porém, se não houver colaboração da turma, esta não terá mais este
direito.
12. Os possíveis atritos, divergências, conflitos, no que se refere a não resolução
dos temas e trabalhos, deverão ser administrados pelo professor, sendo mais uma
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maneira de conhecer melhor o aluno, estreitar os laços e não perder ou delegar sua
autoridade a outro professor.
13. Os aniversários e outras festas não serão comemorados na escola, para
evitar constrangimento dos que não podem fazer ou contribuir para tal.
14. O professor titular de cada turma e disciplina, deverá deixar dois planos
emergenciais, por trimestre, até 10/03, 10/06 e 20/09, que podem ser aplicados qualquer
dia, para o caso de faltar e não conseguir entregar um plano. Sendo a turma atendida por
um outro professor, aquele que faltou não pode esquecer de registrar o dia substituído.
Caso este plano venha a ser utilizado, deverá ser providenciado outro, a fim de evitar
constrangimentos.
15. Social: Ficam encarregadas as Professoras Melissa e Cristina, sendo cobrado
o valor de R$ 5,00 (cinco reais), que será utilizado para despesas com café, chá, água
mineral, erva para chimarrão e confraternização de final de ano.
16. Não serão solicitados trabalhos de grupo fora do horário de aula.
17. Cada professor de área receberá uma planilha de avaliação por turma,
contendo aspectos formativos que será uma das avaliações.
18. Deverão ter, no mínimo, quatro avaliações por trimestre.
19. Não se menciona resultado de Conselho de Classe para alunos, sob
nenhuma hipótese, bem como data dos mesmos.
20. O celular deverá ficar na Sala dos Professores. Em casos de emergência, na
Secretaria.
21. O uso da pracinha será durante o recreio e/ou com agendamento, respeitando
reserva e com acompanhamento do professor da turma. Cabe ao responsável interagir e
orientar o desenvolvimento das atividades.
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22. As aulas de Informática serão com agendamento. O uso do Datashow para
assistir filmes será de no máximo uma vez/mês por turma, tendo em vista a vida útil da
lâmpada e o alto custo de reposição da mesma.
23. O professor que impuser condições, deverá poder cumpri-las e sustentá-las.
24. Todos os professores deverão participar das Comissões.
25. A Brinquedoteca será também por agendamento. Na parte da manhã. sem a
presença da professora responsável e, à tarde, com orientação da mesma.
26. Estabelecer as regras de conduta e avaliação de uma maneira segura, clara e
firme aos alunos e cumpri-las.
27. Observar para não permitir saídas em grupos no caso de autorizar que os
alunos saiam para ir banheiro.
28. Ao dar o sinal, os professores terão seu material previamente organizado e,
prontamente, dirigir-se-ão às salas de aula.
9. PROJETOS
PROJETO
Banda Marcial Escolar
PROFESSOR RESPONS?VEL
Leandro Sudbrack
Solange Kamphost
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PROJETO
Balizas
Esporte
As Ciências no cotidiano-uma
visão teórico-prática(9°s anos)
Danças Criativas
Danças Modernas
Teatro
Plantas Medicinais
Jornal da Escola
Recreação
Inglês nos Anos Iniciais
Xadrez
Alemão nos 5°s anos
Orientação Profissional
Carrossel de Letras
Telecentro
Violão
ZDP
PROFESSOR RESPONS?VEL
Solange Kamphost
Graziela Medeiros da Silva
Raquel Collar Tavares
Fábio Henrique Scholze
Marcus Hübner
Patrícia Döerr
Cristina da Silva Lopes
Adriana Jorgge
Jucelia Regina Kwiatkowski
Vânia Boelter
Raquel Collar Tavares
Carine Beatris Bordmann Padilha
Helena Teresinha Reinehr Stoffel
Raquel Collar Tavares
Solange Kamphost
Eliana Maria Wolf
Ana Marlise Liesenfeld
Evelyn Kwiatkowski
Gisela Azambuja
Solange Kamphost
PROJETO BANDA ESCOLAR
1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Nome do Projeto: BANDA ESCOLAR PRIMAVERA
Professor Coordenador: Solange Kamphost e Leandro Sudblack
Professor instrutor de Sopro: Leandro Sudblack
Professor instrutor de Lira: Fausto Wolf
Professor instrutor de bateria; Claudioberto Salgueiro Braga
Participantes: Alunos do 3º ano ao 9º ano
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Duração: Ano letivo 2008
Horário de atendimento: 1 hora semanal(Segundas-feiras das 18h às 19h e
20min)
Órgão mantenedor: SEMEC
2. OBJETIVOS
Visa promover a educação musical, resgatando valores, estimulando a
criatividade, possibilitando ao aluno a construção e o conhecimento da música.
Possibilita o desenvolvimento do aluno em sua dimensão física, psicológica e
moral, visando a auto-descoberta, respeito, responsabilidade, participação, cooperação,
companheirismo e seu papel a desempenhar na Banda Escolar.
Visa também preparar os alunos para apresentações artísticas em eventos
escolares, municipais e outros.
3. DESENVOLVIMENTO
A Banda Escolar Primavera é um projeto criado pelo CPM-Círculo de Pais e
Mestres da Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera, com o apoio da SEMECSecretaria Municipal de Educação e Cultura de Dois Irmãos e comunidade. Atualmente é
mantida pela Prefeitura através de um contrato com uma empresa.
Juntamente com a Banda há um grupo de balizas que fazem evoluções de acordo
com a música executada e um grupo de estrelinhas que fazem movimentos de ginástica
acompanhando a banda.
Os ensaios acontecem uma vez por semana, durante uma hora e vinte minutos,
com cada instrumento separadamente. Além disso há ensaios em conjunto.
PROJETO ESPORTE
1.DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:
Professor Coordenador: Graziela Medeiros da Silva e Fábio Henrique Scholze
Participantes: alunos do 5º ao 9º ano
Duração: ano letivo de 2008
Horário: duas hora semanais
Órgão Mantenedor: Prefeitura Municipal
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2. OBJETIVOS:
Este projeto visa possibilitar aos alunos a oportunidade de desenvolver habilidades
corporais, emocionais, psicológicas e de convivência em grupo.
Enfrentar desafios colocados em situações de jogos e competições, respeitando as
regras adotando uma postura cooperativa.
Desenvolver a capacidade física dentro de jogos e competições, percebendo
limites e possibilidades.
3. DESENVOLVIMENTO
O projeto esporte é coordenado pelos professores de Educação Física da Escola.
Além das aulas normais de Educação Física os alunos de 5º a 9º ano podem
participar deste projeto que acontece em horário extra-classe uma vez por semana.
Este, visa principalmente formar e treinar equipes nas diversas modalidades para
participar das Olimpíadas Municipais e demais campeonatos que ocorrem.
O projeto existe desde 1999, sendo que desde então já trouxe vários resultados
positivos para a escola.
Este projeto traz uma proposta que procura democratizar, humanizar e diversificar
a prática pedagógica na área da Educação Física, buscando incorporar as dimensões
afetivas, cognitivas e socioculturais dos alunos.
O esporte não pode ser visto como único responsável pelo desenvolvimento físico
e gestos técnicos, mas como sinônimo de educação integral.
Ao praticar esporte desenvolvemos o aspecto afetivo, emocional, o social e
também moral. Nos jogos, ao interagir com o outro desenvolvemos respeito mútuo
buscando participar de forma leal.
No confronto com os resultados dos jogos o esporte permite vivência e
desenvolvimento da capacidade de justiça e injustiça principalmente, onde é fundamental
que se trabalhe em equipe, a solidariedade pode ser exercida e valorizada.
PROJETO AS CIÊNCIAS NO COTIDIANO - UMA VISÃO TEÓRICO-PRÁTICA
“ A ação educativa desenvolvida e os meios
utilizados (metodologias, técnicas, conteúdos,
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relacionamentos) podem ajudar as pessoas a
irem se libertando de tudo que escraviza interior e
exteriormente” (VASCONCELLOS, 2007)
Segundo Gandin e Cruz (1995), a disciplina de ciências precisa propor novos
questionamentos sobre fatos ou fenômenos naturais, buscando teorias sobre quests
propostas, levantando hipóteses, observando se tais hipóteses se verificam na prática e
elaborando as conclusões por escrito para promover o desenvolvimento do espírito
científico.
Também o Padrão Referencial de Currículo para o Ensino Fundamental de
Ciências, considera indispensável que tal ensino deve estar destinado a formar cidadãos,
que tenham informações suficientes para a companhar os progressos da ciência e o
impacto das novas tecnologias sobre a vida diária, avaliando-os de forma científica.
Sabemos que, atualmente, muitos alunos formados pelas escolas através do
ensino de ciências são agressores do meio ambiente, consumidores abusivos que
produzem muito lixo ou conhecedores de todo o aparelho respiratório, sem respirarem
corretamente ou, conhecedores do sistema digestivo, se alimentarem-se corretamente.
Na área das ciências físicas e químicas, não é diferente. As muitas informações,
centradas na maioria das vezes na teoria, parecem “complicadas” e fora da realidade do
cotidiano do aluno. Por isso, é preciso repensar a prática pedagógica do ensino de
ciências, para minimizar essa situação e para que as crianças e adolescentes, conheçam
os limites e potenciais da área das ciências físicas e químicas, obtendo, desta forma, um
conhecimento que contribua na compreensão teórica desta área, mas também, permita a
aplicação prática desta mesma teoria.
“Ensinar não é transmitir conhecimento, mas criar
as possibilidades para a sua própria produção ou
construção”. (FREIRE, 1994)
91
Procurando auxiliar neste processo, a Escola Municipal de Ensino Fundamental
Primavera, por meio do Projeto “AS CIÊNCIAS NO COTIDIANO - UMA VISÃO
TEÓRICO-PRÁTICA”, destinado aos alunos do 9° ano e desenvolvido pelo Prof. Ms.
Marcus Hübner, professor de ciências desta escola, objetiva por meio desta ação,
desenvolver um posicionamento crítico em torno das novas discussões a cerca das
problemáticas ambientais, causadas pela produção e consumo de produtos químicos de
nosso cotidiano, uso de fontes alternativas de energia, além de permitir o
desenvolvimento de atividades práticas em química e física.
Acreditamos que desta forma, o ensinar e o aprender ciências contribua com a
formação de um indivíduo que transite com mais segurança, conhecimento e autonomia
entre o SER, o SABER e o SABER FAZER.
Período de execução: de setembro a dezembro
Local: Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera – Laboratório de
Ciências
Horário: 6ª feiras – das 13hs às 17hs
Público alvo – alunos dos 9º anos
Temática – A Química e a Física do Cotidiano
Professor Responsável – Marcus Hübner
Referências Bibliográficas
FREIRE, P. Pedagogia da Esperança: um reencontro com a Pedagogia do Oprimido. 3ª
ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1994.
GANDIN, D. E CRUZ,C. H. C. Planejamento na Sala de Aula. Porto Alegre: Editora La
Salle, 1995. 111p.
VASCONCELLOS, C. S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto
político-pedagógico. 17 ed. São Paulo: Libertad, 2007.
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PROJETO DANÇAS CRIATIVAS
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:
Nome do Projeto: Danças Criativas
Professor Coordenador: Patrícia Döerr
Participantes:alunos dos anos iniciais do turno da manhã
Duração: Ano letivo de 2008
Horário: quartas-feiras – turno da tarde.
Órgão mantenedor: SEMEC
OBJETIVOS
Este projeto tem como objetivo desenvolver o ritmo e expressão corporal,
interação e respeito entre colegas.
DESENVOLVIMENTO
Semanalmente às quartas-feiras os alunos dos diferentes anos iniciais, durante
uma hora aproximadamente, são reunidos para dançar. A coreografia e a música a serem
trabalhadas são apresentadas pela professora.
PROJETO STREET DANCE
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:
Nome do Projeto: Street Dance
Professor Coordenador: Cristina da Silva Lopes
Participantes:alunos dos anos finais do turno da manhã e tarde
Duração: Ano letivo de 2008
Horário: quartas-feiras – turno da manhã tarde.
Órgão mantenedor: SEMEC
OBJETIVOS
Este projeto tem como objetivo desenvolver, nos diversos estilos da dança, a
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realidade gestual do indivíduo, através de movimentos coordenados e harmoniosos, o
que faz do corpo uma forma de comunicação.
DESENVOLVIMENTO
As aulas ocorrem semanalmente nas terças-feiras pela manhã e nas quintasfeiras a tarde, por aproximadamente uma hora. Os alunos participantes são dos
diferentes anos finais. Os ritmos são apresentados pela professora e as coreografias são
criadas pelo grupo.
PROJETO TEATRO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Nome do Projeto: Teatro
Professor Coordenador: Adriana Jorgge
Participantes: 1 grupo de alunos de 5ª a 8ª série que demonstrarem interesse em
dramatização e outro grupo de alunos de 1ª a 4ª série com os mesmos interesses.
Duração: Setembro a Novembro de 2008
Horário:
Órgão mantenedor: SEMEC
OBJETIVOS
Criar um espaço no qual os alunos possam trabalhar sua criatividade na expressão
corporal e oral como maneira alternativa de arte.
DESENVOLVIMENTO
Os grupos, juntamente com a coordenadora, pesquisam o tema, criam a história,
os personagens, o figurino, a maquiagem, o cenário, a sonorização e a sonoplastia. O
professor coordenador organiza as apresentações, horários e deslocamentos.
PROJETO PLANTAS MEDICINAIS
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DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:
Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera
Professora Coordenadora: Jucélia Regina Kwiatkowski
Participantes: alunos dos 5ºs anos
Duração: Ano de 2008
Órgão Mantenedor: Prefeitura Muncipal de Dois Irmãos – SEMEC
OBJETIVOS
-Desenvolver com os alunos atividades diversas relacionadas ao cultivo,
identificação e uso das plantas medicinais;
-Reintroduzir através dos alunos, este antigo conhecimento à comunidade,
produzindo assim , matéria prima necessária para o tratamento fitoterápico.
DESENVOLVIMENTO
Todas as atividades serão desenvolvidas com os alunos interessados dos 5ºs
anos, no turno contrário das aulas, sob a liderança da professor acoordenadora e com
apoio do município.
As ténicas utilizadas nas diferentes atividades poderão ser divulgadas através de
folders e pequenos guias, cartilhas ou livretos para a comunidade.
Todo o desenvolvimento do trabalho será registrado através de fotografias, vídeos
e os dados computados.
Espera-se que os novos conhecimentos fitoterápicos, atendam às necessidades da
comunidade, tornando uma prática de vida saudável, de geração em geração.
PROJETO JORNAL DA ESCOLA
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:
Nome do projeto: Jornal Escolegal
Professora coordenadora: Vânia Eunice Boelter
Participantes: O jornal é elaborado pelos alunos dos 9ºs anos e aberto à
participação de demais alunos e professores interessados na publicação de seus
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trabalhos.
Orgão mantenedor: Prefeitura Municipal de Dois Irmãos-SEMEC
OBJETIVOS
Espera-se que a produção e distribuição do jornal traga benefícios tanto para os
alunos, quanto para a comunidade escolar em geral, tais como:
- a informação sobre as atividades desenvolvidas pela escola durante o ano letivo;
- a percepção da função social da escrita;
- a formação de alunos leitores e produtores de texto;
- a visibilidade dos trabalhos realizados por alunos e professores;
- a documentação escrita e por imagens da história da escola no decorrer dos
anos.
DESENVOLVIMENTO
O Jornal Escolegal é produzido desde o ano de 2002 e seu nome foi escolhido
através de concurso promovido entre os alunos. São produzidas duas edições do jornal
por ano (uma no primeiro semestre letivo e, outra, no segundo semestre), noticiando os
acontecimentos da escola daquele período.
Os textos e notícias veiculados no jornal são produzidos e organizados pelos
alunos dos 9ºs anos (como uma espécie de trabalho de conclusão do Ensino
Fundamental). Esses alunos são orientados pela professora de Língua Portuguesa, na
produção dos textos, e pela professora do laboratório de informática, na digitação e
formatação dos mesmos. Após a produção e digitação das reportagens em sala de aula,
todo o material produzido é enviado à gráfica, que faz o acabamento e impressão dos
exemplares.
São impressos em torno de 500 exemplares por semestre, que são distribuídos às
famílias dos alunos e à comunidade escolar em geral.
PROJETO RECREAÇÃO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
1.1- Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera
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1.2- Professora Raquel Collar Tavares
1.3- Participantes: alunos da Educação Infantil aos 5º anos
1.4- Duração: todo o ano letivo
OBJETIVOS
- Proporcionar atividades que auxiliem o indivíduo no seu desenvolvimento motor
levando-o
a
uma
aprendizagem
efetiva,
pois
a
aprendizagem
se
dá
interdependente nos níveis motor, cognitivo e afetivo;
- Propiciar uma prática efetiva que leve ao aprimoramento das suas habilidades
motoras fundamentais de forma que o motive para uma vida ativa;
-Oferecer momentos de interações entre os colegas que viabilizem a construção
de valores pessoais e sociais;
- Que o aluno seja capaz de: participar das atividades, jogos e brincadeiras
respeitando os colegas sem discriminar por razões físicas, sociais, culturais ou de
gênero;
- Que enfrente desafios corporais em diferentes contextos como: circuitos e jogos
respeitando as regras, a organização.
DESENVOLVIMENTO
- Através de encontros semanais, será oferecido aos alunos atividades lúdicas
dirigidas de exercícios, jogos,
brincadeiras, circuitos, atividades rítmicas,
desenvolvendo as habilidades motoras fundamentais (locomotoras, manipulativas
e estabilizantes);
- As atividades lúdicas e competitivas permitirão que a criança vivencie uma série
de movimentos, dentro de suas limitações e construa representações mentais mais
acuradas do espaço. Para isto serão utilizados diversos objetos, tais como: cordas,
bolas diversas, sucatas, colchões, bastões, colchonetes, pinus, cones, etc.
PROJETO DE INGLÊS
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:
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a. Nome do projeto: Learn
in a fun way
b. Coordenadora: Prof.ª Helena Teresinha Reinehr Stoffel
c. Participantes: Alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental
d. Duração: ano letivo de 2008.
e. Horário: uma hora semanal prevista dentro do horário escolar
f. Local: Escola Primavera
g. Órgão Mantenedor: Prefeitura Municipal de Dois Irmãos - SEMEC
JUSTIFICATIVA
Quanto mais cedo as crianças aprenderem um novo idioma, melhor será seu
conhecimento e sua fluência. Crianças têm menos barreiras para aprender, menos
inibição e melhor fluência para assimilar a pronúncia.
OBJETIVOS:
Objetivo Geral:
Desenvolver a habilidade comunicativa nas estruturas essenciais da Língua Inglesa e,
principalmente, despertar o gosto em aprender Inglês através de atividades concretas,
lúdicas e estimulantes, relacionadas ao dia-a-dia das crianças e construir conhecimento
de um vocabulário básico, através da indução, compreensão e prática.
Objetivos específicos:
Levar a criança a adquirir conhecimentos elementares da Língua Inglesa, baseada em
palavras relacionadas com o mundo que a cerca: brinquedos, família, bairro, escola,
etc.
Desenvolver paralelamente atividades lúdicas que visem ao desenvolvimento da
memória, destreza, raciocínio, agilidade mental, observação e ação, para um maior
aproveitamento de todos os potenciais da criança.
Estimular a produção oral através de jogos, dramatizações e atividades com figura,
dando atenção especial à pronúncia.
Iniciar o aluno no aprendizado da forma escrita, introduzindo noções gramaticais
simples, bem como de diálogos.
METODOLOGIA
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Para os alunos do 1º ao 3º ano, as aulas serão ministradas de forma lúdica, ou seja,
músicas, desenhos, vocabulário através de figuras, vídeos e jogos, trabalhando com
atividades estimulantes e objetos concretos do dia-a-dia. Já para os alunos do 4º e 5º
ano, além de atividades lúdicas e estimulantes, também serão trabalhados alguns
conteúdos específicos, pois estes têm um ensino globalizado.
DESENVOLVIMENTO:
Os alunos do 1º ao 5º ano têm em sua carga horária específica, uma hora semanal de
Língua Inglesa. Uma vez que o objetivo é desenvolver na criança o gosto pela língua
inglesa, inicia-se, esta primeira etapa da fases escolar com bastante suavidade. Parte-se
da realidade da criança e do seu centro de interesse para a elaboração de atividades
lúdicas que a levem à construção de um vocabulário na língua estrangeira. As crianças
realizam exercícios de recorte, colagem, pintura, jogos, músicas, dramatizações,
montagem de quebra-cabeças, atividades de conversação, repetição de palavras com
uso de figuras. As crianças precisam visualizar os objetos (figuras) para aprender melhor
um novo idioma. Elas têm muita facilidade em aprender palavras novas porque têm
menos barreiras, menos inibições e melhor fluência para assimilar a pronúncia. Crianças
aprendem rápido, mas esquecem rápido. Por isso, o vocabulário estudado é
constantemente revisado. Para tornar a aprendizagem mais efetiva as crianças são
constantemente elogiadas, porque elas precisam de aprovação e apoio.
PROJETO INICIAÇÃO AO XADREZ
1- DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
1.1- Nome: Projeto Iniciação ao Xadrez
1.2- EMEF Primavera
1.3- Professora Raquel Collar Tavares
1.4- Participantes: Alunos dos 4ºs anos (Turmas 41 e 42)
1.5- Duração: ano letivo de 2008
1.6-Horário: o projeto ocorre em uma hora semanal por turma com o
acompanhamento da professora titular. Na turma 41 ocorre em quartas-feiras (10h35min
-11h30min) e a na turma 42 em terças-feiras (15h10min – 16h05min)
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2- OBJETIVOS
Proporcionar aos alunos o contato com o esporte de forma que ele possa ter
autonomia para utilizar as aprendizagens adquiridas em momentos diversificados;
Oferecer meios para que desenvolva o raciocínio lógico-matemático, espírito de
equipe, organização, estratégia, noções de defesa e ataque, respeito as regras e
disciplina;
3- DESENVOLVIMENTO
3.1- Número de alunos atingidos: são 50 alunos que estudam no 4º ano ( 8, 9 e 10
anos);
3.2- Atividades Desenvolvidas: aulas de iniciação teórico-práticas, nas quais os
alunos aprendem sobre o tabuleiro, nomes e movimentos das peças, valor das mesmas,
noção de troca e jogadas especiais;
3.3- Competições participadas: Citadino de xadrez- somente os alunos que
demonstram interesse e sentiram-se seguros para isso, pois o projeto iniciou em maio;
3.4- Resultados obtidos: nota-se um interesse e motivação crescente nos alunos
durante as aulas desse esporte-arte-ciência e o quanto ele contribui para o
desenvolvimento das potencialidades dos alunos, como: atenção, concentração,
paciência, auto-controle, auto-confiança e espírito de investigação. Além de desenvolver
as habilidades cognitivas (memorização, criatividade, raciocínio lógico, socialização).
PROJETO DE ALEMÃO
1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:
Professora Coordenadora: Solange Kamphorst
Participantes: alunos do 5º ano
Duração: ano letivo de 2008
Horário: uma hora semanal prevista dentro do horário escolar
Órgão Mantenedor: Prefeitura Muncipal de Dois Irmãos – SEMEC
2. OBJETIVOS:
Objetivo geral
100
* Levar o aluno a atingir o conhecimento de um vocabulário básico, entrosado nas
estruturas essenciais da língua alemã, através da indução, compreensão e prática.
Objetivos específicos:
* Levar a criança a adquirir conhecimentos elementares da língua alemã, baseada
em palavras relacionadas com o mundo que a cerca: brinquedos, família, bairro, escola,
etc.
* Desenvolver paralelamente atividades lúdicas que visem ao desenvolvimento da
memória, destreza, raciocínio, agilidade mental, observação e ação, para um maior
aproveitamento de todas as potencialidades da criança.
* Estimular a produção oral através de jogos e dramatizações, dando atenção
especial à pronúncia.
* Iniciar o aluno no aprendizado da forma escrita, introduzindo noções gramaticais
simples, bem como de diálogos.
* Resgatar a identidade alemã trazida pelos imigrantes, antepassados da região.
3. DESENVOLVIMENTO
Os alunos do 5º ano têm, em sua carga horária específica, uma hora semanal de
língua alemã. Uma vez que o objetivo é desenvolver na criança o gosto e o resgate da
cultura, parte-se da realidade da criança e do seu centro de interesse para a elaboração
de atividades lúdicas que a levem à construção de um vocabulário na língua estrangeira.
São realizados com as crianças exercícios de recorte, colagem, pintura, jogos, músicas e
dramatizações.
Todo o vocabulário utilizado é baseado nos círculos concêntricos, ou seja, parte-se
do mais próximo para o mais distante: dos brinquedos, da família, da escola, para a
natureza, noções de espaço, de tempo, etc.
PROJETO ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL
1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:
Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera
Professora Coordenadora: Eliana Maria Wolf
Participantes: alunos dos 9ºs anos
101
Data: ano letivo de 2008
Órgão Mantenedor: Prefeitura Muncipal de Dois Irmãos – SEMEC
JUSTIFICATIVA
Este projeto visa atender aos alunos concluintes do ensino fundamental, propondo
através de reflexões, debates, para continuidade dos estudos no Ensino médio e no
Ensino Superior.
Além disto, haverá um espaço para que os adolescentes possam
buscar
idéias e refletir sobre sua identidade profissional/ocupacional, porque o grande número de
profissões existentes, as dificuladades do mercado de trabalho, a pressão e a expectativa
familiar, as exigências sociais e do grupo são os vários obstáculos de quem está prestes
a decidir e escolher por uma profissão.
OBJETIVOS
Possibilitar um momento de reflexão sobre o desligamento escolar e orientação
profissional para os alunos dos 9ºs anos da Escola.
Promover a busca de um melhor auto-conhecimento e incentivo à capacitação ao
exercício profissional, dentro das potencialidades dos interesses e valores de cada
adolescente.
Cultivar o sonho de um futuro promissor.
Agenciar o interesse destes alunos em continuar os estudos, e ainda informá-los
sobre cursos técnicos, escolas e faculdades existentes na região.
DESENVOLVIMENTO
O projeto será executado em vários momentos:
-A professora Vânia Eunice Boelter, Língua Portuguesa foi capacitada para
aplicar o Projeto da ONG Júnior Achievement “As Vantagens de Permanecer na Escola”.
Este será ministrado em setembro e outubro;
-Palestra com a Psicóloga Alessandra Strauss Niederauer “Na Trilha das
Profissões”;
102
-Aplicação
de
teste
Vocacional(opcional
aos
alunos),
pela
Profissional
Alessandra;
-Informações sobre as possibilidades e oportunidades de cursos de Ensino Médio
na cidade e região.
-Visitação à Mostratec(Mostra de Trabalhos Tecnológicos), na Escola Fundação
Liberato Salzano Vieira da Cunha/Novo Hamburgo.
PROJETO CARROSSEL DE LETRAS
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:
Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera
Professora Coordenadora: Ana Marlise Liesenfeld
Participantes: alunos do 1º ano ao 9º ano.
Duração: Ano de 2008
Órgão Mantenedor: Prefeitura Muncipal de Dois Irmãos – SEMEC
OBJETIVOS
Estimular os alunos a lerem textos literários e a se manifestarem através de
produções próprias.
Levar os leitores a terem um envolvimento de um modo mais abrangente com a
leitura, levando alunos, professores e a família a terem um maior comprometimento com
a literatura.
Incentivar os professores a expandir seus conhecimentos sobre aspectos teóricos
que envolvem a Literatura.
DESENVOLVIMENTO
Inicialmente, dirigiu-se à temática da cultura alemã, resgatando os vários
elementos desta cultura.
Posteriormente, abriu-se o leque para obras literárias de autores variados e de
acordo com a necessidade da clientela e dos objetivos que os profissionais da Língua
Portuguesa se propõem a trabalhar.
103
PROJETO VIOLÃO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:
Escola Municipal de Ensino Fundamental Primavera
Professora Coordenadora; Gisela Azambuja
Participantes: Alunos do 2º ao 9º ano.
Ano Letivo: 2008
Horário: 1 hora semanal para o turno da manhã, e 1 hora semanal para o turno da
tarde.
Órgão Mantenedor: Prefeitura Municipal – SEMEC e CPM da Escola
OBJETIVOS
-Ouvir e apreciar diversos estilos musicais;
-Utilizar a música como lazer saudável;
-Diminuir a agressividade, tornando-os mais sensíveis;
-Desenvolver na criança e no jovem a habilidade de se apresentar em
público com desenvoltura.
DESENVOLVIMENTO
As aulas serão ministradas para grupos, dois grupos no turno da manhã(um para
alunos principiantes e outro para os que já se encontram em curso) e o mesmo acorre
com o turno da tarde. Com duração de uma hora semanal para cada grupo.
As músicas são sugeridas pela professora e as aulas teóricas são intercaladas
para que o aluno tenha noção de partituras, formação de acordes simples(maiores,
menores, sétimas) e possa com o tempo cifrar sozinhos músicas simples.
PROJETO ZDP
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:
Professor Coordenador: Solange Kamphorst
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Participantes: alunos do 9º ano
Duração: Ano letivo de 2008
Horário: quartas-feiras – turno vespertino, duas horas semanais
Órgão mantenedor: SEMEC
OBJETIVOS
- Levar o aluno a atingir o conhecimento necessário para ser aprovado na prova de
proficiência ZDP A1+;
- Estimular a produção oral e escrita dando atenção a pronúncia e a escrita
correta;
- Desenvolver as quatro habilidades na língua alemã;
- Levar o aluno a interpretar textos na língua alemã.
DESENVOLVIMENTO
Os alunos do 9º ano terão a oportunidade de fazerem um curso preparatório durante
o ano letivo no seu turno contrário de aula. Esse curso irá preparar o aluno para prova de
proficiência ZDP A1+, bem como lhe mostrar o que é e qual a importância de uma prova
de proficiência.
O aluno fará simulados de anos anteriores e assim conseguirá se auto-avaliar.
Em novembro de cada ano ocorre a prova oficial que será aplicada na escola e
enviada novamente para a correção. Se o aluno for aprovado, ele receberá o diploma
com o reconhecimento de nível A1+ na Língua Alemã.
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PROPOSTA PEDAGÓGICA 2008