1. OBJETIVO 1.1. GERAL Ofertar à comunidade o Curso Superior de Tecnologia em Informática – Modalidade: Sistemas de Informação, com o objetivo de suprir as necessidades das empresas nesta área, enfatizando os aspectos práticos, visando a formação de profissionais para a atuação em desenvolvimento tecnológico em informática, com ênfase em desenvolvimento de sistemas de informação, com o uso das modernas tecnologias da informação, fornecendo um profissional capacitado e de fácil inserção no mercado de trabalho. 1.2. ESPECÍFICO Formar um profissional capaz de adaptar-se às mudanças sociais e a evolução tecnológica, possibilitar uma constante atualização nas diversas tarefas e qualificações que o mundo do trabalho exigirá. Visa também formar profissionais capacitados a atuar tanto no mercado de aplicações, como prosseguir na Pós-Graduação, em atividades de pesquisa e desenvolvimento. 2 2. JUSTIFICATIVA A tecnologia na área de Informática modifica-se a cada dia. Hoje, para acompanhar o desenvolvimento e acelerar os processos produtivos e administrativos, as empresas necessitam do conhecimento dessa tecnologia. Assim, considera-se que uma formação fundamental, ampla em Informática é importante para garantir a sobrevivência profissional em uma área sujeita a transformações aceleradas. Atualmente, todas as empresas têm um departamento ligado, direta ou indiretamente à área de computação ou informática, o que significa que o mercado de trabalho vem expandindo a cada ano. As empresas precisam conviver com competitividade e eficiência, nos seus aspectos produtivos dentro de sua área, e isto é possível através da utilização da informática e computação. O Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná - CEFET-PR/ Unidade de Pato Branco vem mantendo seu objetivo maior, qual seja o de educar com padrão de excelência, buscando evoluir permanentemente, adaptando-se às mudanças, as exigências e aos constantes avanços tecnológicos. Com efeito trata-se de uma Instituição de Ensino voltada para o futuro, procurando ser um ponto de apoio para todos os segmentos da sociedade, através da colaboração estreita com o segmento industrial e empresarial, criando além do ensino, serviços e pesquisa, uma atmosfera de confiança e credibilidade. Assim, para atender a demanda de profissionais qualificados na área de Informática, justifica-se a oferta do Curso Superior de Tecnologia em Informática - Modalidade: Sistemas de Informação. Para traçar a modalidade do curso proposto e o perfil do aluno formado no Curso Superior de Tecnologia, foram realizadas visitas as empresas de Pato Branco e região, entrevistas com agentes de recursos humanos e supervisores, bem como pesquisas em anúncios de jornais e na Internet, para detectar exigências de mercado. 3 3. PERFIL DO EGRESSO O curso deve prover uma formação que capacite o profissional para a solução de problemas do mundo real, por meio da construção de modelos computacionais e de sua implementação. É dever do curso formar um profissional na área de informática que possua as seguintes características: a) conhecimento e domínio do processo de projeto para construir a solução de problemas de base científica; b) modelar e especificar problemas do mundo real, com uso de técnicas apresentadas no curso; c) implementar sistemas de computação; d) validar e transmitir a solução de um problema de forma efetiva e contextualizada ao problema original; e) analisar e assimilar sistemas técnicos, científicos e administrativos transformando-os em algoritmos eficientes e eficazes capazes, desta forma, de resolver os problemas do dia-a-dia dos usuários; f) capacidade para aplicar seus conhecimentos de forma independente e inovadora, acompanhando a evolução do setor e contribuindo na busca de soluções nas diferentes áreas aplicadas; g) formação humanística permitindo a compreensão do mundo e da sociedade, uma formação de negócios, permitindo uma visão dinâmica organizacional e estimulando o trabalho em grupo, desenvolvendo suas habilidades de comunicação. Entendemos que o egresso deve ter condições de assumir um papel de agente transformador do mercado, sendo capaz de provocar mudanças através da agregação de novas tecnologias na solução dos problemas e propiciando novos tipos de atividades, agregando: 4 a) domínio de novas ferramentas e implementação de sistemas visando melhores condições de trabalho e qualidade de vida; b) pesquisa visando novos conhecimentos e produtos; c) conhecimento e emprego de modelos associados ao uso de ferramentas do estado-da-arte; d) uma visão humanística consistente e crítica do impacto de sua atuação profissional na sociedade. 3.1. PERFIL DO TÉCNICO O técnico é um profissional habilitado para exercer as atividades na elaboração de projetos de software de pequenas e médias aplicações, manter em funcionamento os equipamentos e realizar alterações em aplicações desenvolvidas. 3.2. PERFIL DO TECNÓLOGO O tecnólogo analisa as linguagem de computadores e os códigos de comunicação entre o usuário e a máquina. Planeja, instala, opera e mantém sistemas de rede. Desenvolve projetos de sistemas de informação. Organizar um Centro de Processamento de Dados (CPD’s), bem como trabalhar em tarefas específicas na documentação de sistemas e elaboração de manuais. 5 4. CARACTERÍSTICAS DO CURSO 4.1. FORMA DE INGRESSO O ingresso aos cursos superiores de tecnologia se dará por processo seletivo independente e diferenciado para cada um dos dois ciclos (ciclo profissional geral e ciclo modal) que compõe o currículo do curso. A regulamentação de cada processo seletivo será composta por comissão especial de “vestibular”, nomeada pelo Sr. Diretor de Ensino. O planejamento, execução e fiscalização ficará a cargo da Comissão de Aplicação e Fiscalização do Concurso Vestibular do CEFET-PR, ou por outra que a substitua. A opção do ciclo modal (modalidade) do curso dentro de áreas afins será feita pelo estudante na inscrição ao 2º processo seletivo ao término do terceiro período ou após o estágio (4º período). O 1º processo seletivo será estruturado em provas de conhecimentos gerais no nível do ensino médio, tendo a prova de cada matéria diferentes pesos de acordo com a área de cada curso. O 2o processo seletivo será efetuado para os estudantes que tenham obtido o diploma de técnico (novo), correspondente ao 1o ciclo dos novos cursos superiores de tecnologia, ou para aqueles que tenham integralizado todas as disciplinas até o 3o período dos novos cursos. Esta seleção será de forma a contemplar o coeficiente de rendimento do candidato enquanto aluno do 1o ciclo dos novos cursos, e a nota da prova específica de conhecimentos necessários para o desenvolvimento das disciplinas do 2o ciclo (modal). Os pesos para cada uma destas notas (prova específica e coeficiente de rendimento) serão estabelecidos no Regulamento da Organização Didático-Pedagógica dos cursos superiores de tecnologia do sistema CEFET-PR. 6 4.2. REGIME DE MATRÍCULA O regime de matrícula será detalhado no Regulamento da Organização Didático-Pedagógica dos cursos superiores de tecnologia do sistema CEFET-PR. 4.3. ESTRUTURA CURRICULAR Os currículos plenos de graduação dos cursos superiores de tecnologia no sistema CEFET-PR obedecem ao disposto na Lei nº 9.394, de 20/12/96, no Decreto nº 2.208 de 17/04/97 e nas resoluções específicas, para cada curso, expedidas pelos órgãos competentes. Ressalte-se que o CEFET-PR avançou além do simples atendimento das novas determinações legais, dirigindo-se para a vertente do aproveitamento das oportunidades abertas pela nova legislação, especialmente pareceres do Conselho Nacional de Educação. Foram extraídas idéias do parecer dos Conselheiros Jacques Velloso e Hésio de Albuquerque Cordeiro, que procura dar visão aos chamados cursos seqüenciais, e particularmente do parecer 776/97 que dá “orientações para as diretrizes dos cursos de graduação”. Deste documento, incorporamos à proposta dos novos cursos superiores de tecnologia pontos fundamentais como o que cita a “necessidade de uma profunda revisão de toda a tradição que burocratiza os cursos e se revela incongruente com as tendências contemporâneas de considerar a boa formação, no nível de graduação, como uma etapa inicial da formação continuada...”, como também aquele que enfatiza que “devem (as diretrizes curriculares) pautar-se pela tendência observada hoje nos países desenvolvidos, de redução da duração da formação no nível de graduação...”. A estrutura curricular dos cursos superiores de tecnologia do sistema CEFET-PR apresenta bases científicas e de gestão de nível superior, 7 dimensionadas e direcionadas à modalidade de formação do tecnólogo. Estas bases são inseridas no currículo, ou em disciplinas específicas, ou dentro das disciplinas de base tecnológica no momento em que elas se fazem necessárias. Esta estrutura curricular caracteriza-se, ainda, por ser formada por dois ciclos, distintos e verticalizados, sendo o primeiro ciclo de duração mínima de 1.200 horas/aula, mais um período de, no mínimo, 400 horas de estágio curricular supervisionado. Este primeiro ciclo proporciona ao aluno a diplomação intermediária como técnico e tem por objetivo dar-lhe uma formação generalista e prepará-lo para dar continuidade dos estudos no segundo ciclo, de caráter especialista (modal), de duração mínima de 1.200 horas/aula e o desenvolvimento de um trabalho de diplomação, com mais 200 horas de atividades. Os currículos, compostos por dois ciclos, organizados em regime semestral, serão desenvolvidos por áreas/disciplinas, que poderão ser compostas por mais de um ramo do conhecimento, articuladas de forma a privilegiar a interdisciplinaridade e apresentadas com as respectivas cargas horárias. A organização do currículo obedecerá às orientações emanadas, para cada curso, das resoluções do Conselho de Ensino e aprovadas pelo Conselho Diretor. As grades curriculares, para cada um dos dois ciclos, com disciplinas, carga horária e períodos, constarão de documento específico aprovado pelo Conselho Diretor. 4.4. REGIME DE ENSINO Os cursos superiores de tecnologia serão desenvolvidos em regime semestral, sendo o ano civil dividido em dois períodos letivos de, no mínimo, 100 dias de trabalho escolar efetivo cada um. 8 4.5. FORMA DE AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho acadêmico do estudante deve ser contínua ao longo do curso e concomitante ao desenvolvimento das atividades educacionais e deve ser realizada através de mecanismos participativos e transparentes. 4.6. ESTÁGIO SUPERVISIONADO Dentre as inovações propostas nos currículos dos novos cursos superiores de tecnologia, destaca-se o estágio supervisionado cursado em empresas relacionadas à área de formação do profissional. No estágio supervisionado realizado concomitantemente ou após o terceiro período, o estudante faz seu primeiro contato com a realidade da empresa, saindo do ambiente acadêmico com seus princípios teóricos e vislumbrando a complexidade daquele novo mundo, suas tecnologias, procedimentos, cultura e ambiente. Neste contato, a teoria é colocada à prova e a capacidade de relacionamento do estudante é exigida, resultando em enorme retorno, pois o motiva frente ao desafio. Na empresa, consegue medir seu atual estado profissional, até comparando-o com o de outros colaboradores da empresa, tornando-se consciente de sua área profissional e absorvendo o conhecimento ali existente, tornando-se, assim, um ser humano mais autônomo em sua formação e, portanto, capaz de absorver mais das condições oferecidas. Deste modo, podemos resumir a função do estágio: a) dar um referencial à formação do estudante; b) esclarecer seu real campo de trabalho após sua formação; c) motivá-lo ao permitir o contato com o real: teoria x prática; d) dar-lhe consciência comportamentais; das suas necessidades teóricas e 9 e) dar-lhe uma visão geral do setor produtivo e da empresa em especial; f) descobrir áreas de interesse para a sua própria especialização no decorrer do curso, em especial da modalidade do 2º ciclo a seguir, se assim for de seu interesse. 4.7. ATIVIDADES COMPLEMENTARES Não é desejável que o estudante dos cursos superiores de tecnologia seja simplesmente convidado a freqüentar aulas ministradas segundo os termos universitários comuns, reunindo, por essa maneira, os créditos necessários para o recebimento de um diploma. O aluno não pode ser simplesmente ouvinte, mesmo nas áreas das ciências e nas criações tecnológicas. Cabe ao estudante a responsabilidade pela busca do conhecimento. A curiosidade e a observação devem ser marcas permanentes do corpo discente. O profissional do futuro deverá ter capacidade de aprender a aprender. Deverá ser um estudante a vida toda, ou seja, seu aprendizado será permanente e esta postura deve ser incorporada no processo ensino aprendizagem desenvolvido no curso. As atividades educacionais complementares devem privilegiar a construção de comportamentos sociais e profissionais que as atividades acadêmicas tradicionais, de sala de aula ou de laboratório, não têm condições de propiciar. Nesta perspectiva, devem ser inseridas as atividades de cunho comunitário e de interesse coletivo. Devem também ser privilegiadas atividades de monitoria acadêmica e de iniciação tecnológica que propiciem a participação do estudante na vida da instituição. Podem aqui também ser desenvolvidas atividades esportivas e culturais, além de intercâmbios com instituições estrangeiras congêneres. 10 O Regulamento da Organização Didático-Pedagógica dos cursos superiores de tecnologia do sistema CEFET-PR tratará de relacionar as atividades que poderão ser consideradas e avaliadas pelas coordenações de cursos como Atividades Complementares. Cada atividade relacionada deverá, quando for o caso, ter a duração ou carga horária mínima para validação. 4.8. TRABALHO DE DIPLOMAÇÃO No Trabalho de Diplomação, disposto no final da grade curricular com objetivo de promover a consolidação dos conhecimentos, o estudante propõe à coordenação do curso, juntamente com o setor produtivo, a resolução de problemas tecnológicos de interesse para o setor ou o desenvolvimento de um processo ou produto inovador. Desenvolvido como coroamento dos conhecimentos adquiridos, permite ao futuro profissional o desenvolvimento de sua capacidade inovadora e criativa, bem como sua inserção, já no decorrer de sua formação, nas atividades de pesquisa e desenvolvimento tecnológico. A realização deste Trabalho tem também como resultado a aproximação da escola ao setor produtivo, através da união de interesses e competências, sendo o estudante o elo de ligação entre o corpo docente da instituição de ensino e a tecnologia praticada pela empresa. Neste contexto, o professor passa a desempenhar novo papel pedagógico, não mais como mero transmissor de conhecimentos enciclopédicos, mais sim, como profissional pleno em toda a sua potencialidade, criando núcleos de competência em sua área de atuação. O professor permite a seus orientandos, no Trabalho de Diplomação, ao produzirem e aplicarem a tecnologia, construírem o conhecimento tecnológico. Desta forma, as funções do Trabalho de Diplomação são: a) permitir ao estudante um novo contato com a realidade profissional; b) permitir ao estudante o desafio de levar adiante um projeto junto a uma empresa; 11 c) permitir ao estudante consubstanciar seu conhecimento; d) abrir caminho profissional do estudante junto ao mercado de trabalho; e) aprimorar a sintonia entre as expectativas do setor produtivo e as atividades do CEFET-PR; f) estimular os professores para sua atualização e competência teórica. O Trabalho de Diplomação, portanto, ultrapassa seus limites e deve ser desenvolvido ao final do curso, nascendo do interesse do estudante e consubstanciando-se no contato entre a teoria e a prática no mundo do trabalho. Deverá ser incentivado o financiamento do trabalho pela empresa interessada. O desenvolvimento do Trabalho de Diplomação poderá ser realizado nas dependências do CEFET-PR ou nas instalações de uma empresa interessada, aproveitando a linha de produção. Dentro do espírito de geração, desenvolvimento ou melhoria do processo tecnológico ou de produto, o estudante poderá também propor um trabalho de melhoria para os laboratórios do CEFET-PR, como a reforma, revitalização ou mesmo a construção de outro equipamento. Privilegiando também o desenvolvimento de características empreendedoras no estudante, o Trabalho de Diplomação poderá ser a realização de um projeto de incubação de novas empresas, no contexto do Programa Jovem Empreendedor ou poderá ainda ser realizado em outros países em parceria com instituições congêneres conveniadas. A carga horária prevista para o Trabalho de Diplomação é de 200 horas/aula, sendo 152 horas/aula para o desenvolvimento do trabalho e 48 horas/aula presenciais, com a participação do aluno em Seminário de Acompanhamento e Avaliação dos trabalhos. Os objetivos do Seminário de Acompanhamento e Avaliação, com carga horária equivalente a 3 horas/aula semanais são: - orientar o aluno na elaboração do projeto de seu Trabalho de 12 Diplomação; - acompanhar a evolução do trabalho do aluno ao longo do período; - oportunizar o contato periódico do aluno com seu professor orientador; Neste seminário semanal, ao apresentarem aos colegas palestras sobre o andamento de seus trabalhos de diplomação, os alunos estarão também aprendendo uns com os outros. E a escola por sua vez, através dos professores orientadores, estará constantemente em contato com a fronteira do desenvolvimento tecnológico, visto que os temas dos trabalhos deverão estar vinculados a problemas reais do setor produtivo. 13 5. GRADE CURRICULAR A grade curricular do Curso Superior de Tecnologia em Informática Modalidade: Sistemas de Informação está dividida em: • 06 (seis) períodos, com carga horária semanal de 25 horas/aula, carga horária total por período de 400 horas/aula; • 01 (um) período de Estágio Supervisionado, com carga horária total por período de 400 horas/aula; • 01 (um) período de Trabalho de Diplomação, com carga horária total por período de 200 horas/aula; A carga horária total do curso é de 3000 horas/aula. 14 15 6. DISTRIBUIÇÃO DE CARGAS HORÁRIAS ÁREAS/DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (h) 1º PERÍODO Fundamentos Matemáticos da Computação Lógica Aplicada Comunicação Lingüística Informática Instrumental Fundamentos da Computação Qualificação Humana Organização de Empresas SUBTOTAL 80 80 32 80 32 48 48 400 2º PERÍODO SUBTOTAL 64 64 64 80 32 48 48 400 SUBTOTAL 64 64 64 48 64 48 48 400 Sistemas Operacionais I Linguagem de Programação I Análise e Projeto de Sistemas I Estruturas de Dados, Pesquisa e Ordenação Comunicação de Dados Arquitetura de Computadores I Economia e Finanças 3º PERÍODO Linguagem de Programação II Banco de Dados I Rede de Computadores I Análise e Projeto de Sistemas II Tecnologia de Orientação a Objetos Tópicos Avançados em Informática Empreendedorismo 4º PERÍODO Estágio Supervisionado TOTAL – 1º CICLO 400 1600 h/aula 16 ÁREAS/DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (h) 5º PERÍODO Cálculo Numérico Informática na Sociedade Arquitetura de Computadores II Sistemas Operacionais II Redes de Computadores II Linguagem de Programação III Noções de Contabilidade SUBTOTAL 64 32 64 64 64 64 48 400 SUBTOTAL 48 64 48 64 64 64 48 400 6º PERÍODO Probabilidade e Estatística I Análise e Projeto de Sistemas III Multimídia Banco de Dados II Linguagem de Programação IV Sistemas Distribuídos Gestão de Qualidade 7º PERÍODO Hipermídia Probabilidade e Estatística II Informática na Educação Interface Homem - Máquina Projeto de Sistemas em Ambiente Internet Engenharia de Software Gerência de Sistemas de Informação SUBTOTAL 8º PERÍODO Trabalho de Diplomação TOTAL – 2º CICLO TOTAL 64 48 48 48 80 64 48 400 200 1400 h/aula 3000 h/aula 17 7. EMENTÁRIOS 1º PERÍODO – 1º CICLO Fundamentos Matemáticos da Computação 80 horas/semestre Bases de Numeração. Noções de Polinômios. Funções. Sistemas de Equações Lineares. Álgebra matricial. Noções de Álgebra Vetorial. Limites. Derivadas. Diferenciais. Noções de Integrais. Lógica Aplicada 80 horas/semestre Cálculo proposicional. Operações lógicas fundamentais. Procedimentos de decisão de validade. Equivalência e Implicação lógica. Álgebra proposicional. Cálculo dos predicados. Desenvolvimento de Algoritmos. Estruturas Básicas de Decisão e Controle. Operadores Aritméticos, Relacionais e Lógicos. Conceitos de Programação Estruturada e Modular. Procedimentos e Funções. Atividades em Laboratório. Informática Instrumental 80 horas/semestre Conceitos Básicos de Sistemas Operacionais. Operação de diferentes sistemas operacionais e Interfaces Gráficas. Ferramentas do sistema operacional. Editor de Textos. Planilha Eletrônica. Gerenciador de Banco de Dados. Gerenciador de apresentações. Conceitos Básicos de Internet. Atividades em Laboratório. Fundamentos da Computação 32 horas/semestre Caracterização e histórico da computação. Conceitos básicos da teoria da computação. Arquitetura e organização de computadores. Sistemas operacionais. Armazenamento de informações. Linguagem de programação. Redes de comunicação de dados. Comunicação Lingüística 32 horas/semestre Redação Técnica. Palestras Técnicas. Debates. Qualificação Humana 48 horas/semestre Identidade Humana. A Construção do Conhecimento. O Trabalho, a Técnica e a Tecnologia. Natureza Física e Espaço Humano. O Homem e o Espaço Produtivo. Expansão e Modernização da Indústria. Estruturação do Mundo do Trabalho e Reorganização da Economia Mundial. A Globalização. Novo Perfil do Trabalhador. A Indústria no Brasil e no Paraná. Desenvolvimento e Meio Ambiente. Prevenção de doenças ocupacionais. Desenvolvimento de atividades físicas supervisionadas. Legislação. Acidentes. Programa de segurança. Proteção contra incêndios. Segurança em serviços técnicos. Organização de Empresas 48 horas/semestre Introdução e evolução da teoria geral da administração. Organização e empresa. Análise das funções administrativas. Adm. por objetivos e adm. Sistêmica. Princípios de marketing, produção, finanças, e recursos humanos, segundo uma visão 18 administrativa. O papel e importância da administração na informática. A empresa e a globalização na economia. Chefia e liderança. Motivação no trabalho. Processo de tomada de decisões. Desenvolvimento de equipes de trabalho. Administração do tempo. A delegação e a eficácia organizacional. O gerente empreendedor. Noções de Contabilidade. 19 2º PERÍODO – 1º CICLO Sistemas Operacionais I 64 horas/semestre Estrutura e conceitos de básicos de Sistema Operacional. Conceitos de Processos. Sincronização e Comunicação entre Processos. Memória Virtual. Escalonamento de Processos. Gerenciamento de Memória. Monoprocessamento e Multiprocessamento. Alocação de Recursos e Deadlocks. Gerenciamento de Sistemas de Arquivos. Noções de Proteção e Segurança. Estudos de Caso. Atividades em Laboratório. Linguagem de Programação I 64 horas/semestre Conceitos de Programação Estruturada. Compilação e Interpretação. Visão geral da linguagem. Variáveis, constantes, operadores e expressões. Comandos de controle de execução. Funções. Arrays. Ponteiros. Estruturas, uniões e variáveis definidas pelo usuário. Processamento de arquivos. Algoritmos e aplicações. Recursividade. Atividades em Laboratório. Estruturas de Dados, Pesquisa e Ordenação 80 horas/semestre Listas lineares, listas ordenadas e circulares, representação de matrizes esparsas, pilhas e filas. Listas duplamente encadeadas, Árvores. Árvores binárias. árvores de busca, árvores balanceadas (AVL). Representação de árvores por árvores binárias. Aplicações das árvores. Noções de Árvores-B, tries e hashing. Organização de arquivos: seqüencial, aleatória e invertida. Algoritmos para busca e classificação de dados. Atividades em Laboratório. Comunicação de Dados 32 horas/semestre Resumo da Evolução das Comunicações. Princípios básicos de comunicação de dados. Consideração Física das Características dos Canais (Modulação e Demodulação. Modems). Comunicação Básica: Comunicação Síncrona, Comunicação Assíncrona. Correção e Detecção de Erros. Codificação de dados em sistemas digitais e analógicos. Arquitetura de Computadores I 48 horas/semestre Modelos de Sistemas Digitais. Unidade de Controle e Unidade de Processamento, Modelo de um Sistema de Computação. Arquitetura física de sistemas computacionais. Conceitos Básicos de Arquitetura: modo de Endereçamento, Tipo de Dados, Conjunto de Instruções e Chamada de Subrotina, Tratamento de Interrupções, Exceções. Subsistemas de Entrada e Saída. Organização de memória. Arquiteturas bitslice. Arquiteturas RISC (Reduced Instruction Set Computer – computador com conjunto de instruções reduzido) e CISC (Complex Instruction Set Computers – computadores com conjunto de instruções complexas). Arquiteturas paralelas. Multiprocessamento. 20 Análise e Projeto de Sistemas I 64 horas/semestre Teoria Geral de Sistemas. Conceitos de Análise de Sistemas. Análise Estruturada de Sistemas. Análise Essencial de Sistemas. O Ciclo de Vida de um Projeto. Ferramentas da Análise de Sistemas. Critérios em Projetos de Sistemas. Estágios e Objetivos do Projeto. Técnicas de documentação. Economia e Finanças 48 horas/semestre Introdução à Economia de Empresas. Estrutura de Mercado. Fatores Determinantes das Estratégias Competitivas. Tendências Econômicas e Administrativas. Planejamento Estratégico. Gestão de Custos Industriais. Planejamento Financeiro. Orçamento. Administração de Caixa. Análise do Ponto de Equilíbrio. Análise Econômica de Investimentos. Análise de Rentabilidade. Controles Gerenciais de Resultados. 21 3º PERÍODO – 1º CICLO Linguagem de Programação II 64 horas/semestre Conceitos de Programação Visual. Desenvolvimento de Interface. Ambiente de Programação Visual. Componentes de Interface. Acesso a Bibliotecas de Componentes. Controle de Eventos de Interface de Dados. Acesso a base de dados. Distribuição de Aplicações. Atividades em Laboratório. Tecnologia de Orientação a Objetos 64 horas/semestre Conceitos de orientação a objetos – objetos e operações. mensagens. métodos, estados; Tipos e classes; Polimorfismo; Identificação de objetos; Abstrações, Generalização. O impacto do modelo de orientação a objetos no processo de desenvolvimento de software. Complexidade de sistemas: abstração, decomposição, hierarquia. Categorias de métodos de análise e projeto de sistemas. O modelo de objetos. Estudo de casos. Atividades em Laboratório. Banco de Dados I 64 horas/semestre Introdução: evolução histórica dos sistemas de informação. conceitos básicos de um SGBD. Estrutura de um SGBD: níveis conceituais. Externo e físico. modelos conceituais e modelos externos. O modelo relacional: conceitos, álgebra relacional, cálculo relacional e normalização. Os modelos de rede e hierárquicos. Exemplos e aplicações de SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados) existentes e disponíveis. Aspectos de implementação dos SGBDs (Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados), integridade, segurança e privacidade. Aspectos de Linguagem de Definição de dados e Linguagem de Manipulação de dados. Atividades em Laboratório. Redes de Computadores I 64 horas/semestre Conceituação de Redes de Computadores. Protocolos e Serviços de Comunicação. Meios de Transmissão. Técnicas de Acesso ao Meio. Arquitetura de Redes de Computadores. O Modelo OSI (Open Systems Interconnection). Conceitos de Redes Locais. Padrões de Redes. Padrões IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineering). Interconexão de Redes. Especificação de Protocolos. Princípios do Protocolo TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet Protocol). Atividades em Laboratório. Análise e Projeto de Sistemas II 48 horas/semestre Ambientes automatizados de análise de sistemas estruturada. Procedimentos para garantia de qualidade. Ferramentas de análise de sistemas. Modelos da análise e notação. Modelo de operações e ciclo de vida. Implementação. Desenvolvimento de um estudo de caso completo. Noções de Análise de Sistemas Orientada a Objetos. 22 Tópicos Avançados em Informática 48 horas/semestre Redes de Computadores, Bancos de Dados, Sistemas Operacionais, Programação de Computadores, Modelagem de Sistemas, Computação Gráfica. Atividades em Laboratório. Empreendedorismo 48 horas/semestre O gerente empreendedor e a economia de mercado. Os fatores que conduzem o empreendedor ao sucesso. O mercado e as oportunidades de trabalho. Metas; Fator de desenvolvimento Organizacional. Técnicas de Gerenciamento de Trabalho. S delegação e a Eficácia Gerencial. Processo de tomada de decisões. Marketing Pessoal do Gerente empreendedor. Métricas de Qualidade. 4º PERÍODO – 1º CICLO Estágio Supervisionado 400 horas/semestre 23 5º PERÍODO – 2º CICLO Cálculo Numérico 64 horas/semestre Soluções de equações e sistemas de equações algébricas e transcendentes: métodos iterativos de Newton, Secantes, Regula Falsi e Newton-Bairstow. Sistemas lineares e inversão de matrizes: métodos exatos - Gauss e Cholesky - e iterativos Gauss-Seidel e Jacobi – Richardson. Determinação numérica de auto-valores e auto-vetores: métodos de Leverrier-Faddev, das potências e de Rutishauser. Aproximação de funções: método dos mínimos quadrados. Interpolação Polinomial de Lagrange e de Newton. Integração Numérica: fórmulas de Newton-Cotes e Gauss. Solução numérica de equações e de sistemas de equações diferenciais ordinárias: método de Euler e método do tipo Previsor-Corretor. Sistemas Operacionais II 64 horas/semestre Tolerância a Falhas. Proteção e Segurança. Sistemas Operacionais Multiprocessadores. Sistemas Operacionais Distribuídos. Sistemas Operacionais de Rede. Introdução a análise de desempenho. Processos de instalação e configuração de Sistemas Operacionais. Configuração de um ambiente heterogêneo. Integração entre diferentes sistemas operacionais. Estudos de caso. Atividades em Laboratório. Linguagem de Programação III 64 horas/semestre Comparação entre linguagens de programação orientadas a objetos. Implementação de paradigmas de tecnologia de orientação a objetos e comparação de resultados. Atividades em Laboratório. Arquitetura de Computadores II 64 horas/semestre Mecanismos de aceleração. Arquiteturas especiais. Conceitos básicos de arquitetura: Modo de endereçamento, tipos de dados, conjunto de instruções e chamadas de subrotina, tratamento de interrupções, exceções. Paralelismo de baixa granularidade. Processadores superescalares e superpipeline. Atividades em Laboratório. Redes de Computadores II 64 horas/semestre Equipamento de conexão de redes. Noções de Cabeamento de Rede. Padrões de redes de computadores. Documentação. Gerenciamento e Segurança. Conceitos de projetos de redes de computadores. Noções de implementação de redes de computadores. Configuração de serviços fundamentais em sistemas operacionais de redes. Interconexão de sistemas de Redes Heterogêneos. Atividades em Laboratório. Noções de Contabilidade 48 horas/semestre Contabilidade. Patrimônio. Contas. Atos e fatos administrativos. Escrituração. Operações com mercadorias. Documentos utilizados na contabilidade. Demonstrações financeiras. Planilhas contábeis. 24 Informática na Sociedade 32 horas/semestre Aspectos sociais econômicos, legais e profissionais da Informática. Aspectos estratégicos do controle da tecnologia. As transformações estruturais e suas implicações políticas, culturais e econômicas, no plano da sociedade e do indivíduo. 25 6º PERÍODO – 2º CICLO Probabilidade e Estatística I 48 horas/semestre Estatística Descritiva: moda, média, mediana, desvio padrão, variância, coeficiente de variação. Gráficos de dispersão. Boxplot. Histogramas. Interpretação dos itens com softwares. Probabilidade. Atividades em Laboratório. Linguagem de Programação IV 64 horas/semestre Comparação entre paradigmas de programação de computadores. Comparação entre linguagens de programação. Desenvolvimento de aplicações. Atividades em Laboratório. Análise e Projeto de Sistemas III 64 horas/semestre Introdução a análise orientada a objeto. Modelagem de objetos. Conceitos avançados de modelagem. Modelagem dinâmica. Modelagem funcional. Metodologia orientada a objeto. Atividades em Laboratório. Multimídia 48 horas/semestre Conceitos de Multimídia. Comunicação Homem-máquina. Autoria: plataformas e ferramentas de desenvolvimento. Áudio: propriedades físicas do som; representação digital. Dispositivos gráficos; processamento. Animação. Vídeo: representação digital; dispositivos de vídeo; processamento. Técnicas de compressão. Produção de Multimídia. Atividades em Laboratório. Banco de Dados II 64 horas/semestre Linguagens de Manipulação de Dados. Gerenciadores de Bancos de Dados Cliente – Servidor. Recuperação, integridade, segurança e concorrência da base de dados. Banco de dados distribuídos, modelos de dados e Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados não convencionais. Banco de Dados Orientados a Objetos. Estudos de Caso. Instalação e Configuração de Gerenciadores de Bancos de Dados. Aplicações. Atividades em Laboratório. Sistemas Distribuídos 64 horas/semestre Especificação e validação. Plataformas de desenvolvimento. Sistemas com tolerância a falhas. Sistemas de tempo real. Trabalho cooperativo. Vetorização. Conceitos básicos de arquiteturas distribuídas. Tipos e motivação para aplicações distribuídas. Primitivas básicas de programação distribuída: controle de tarefas, comunicação e sincronização. Características básicas das primitivas. Tipos de linguagens e programas. Conceitos básicos de avaliação de desempenho e complexidade de programas paralelos. Depuração e monitoração de programas paralelos. Paralelização Automática. Algoritmos clássicos de programação distribuída e paralela. Atividades em Laboratório. 26 Gestão de Qualidade 48 horas/semestre Histórico da Qualidade. Os 10 mandamentos da Qualidade Total. O movimento da qualidade Total e a resistência às mudanças. Qualidade na pequena e média empresa. O cliente, este parceiro. A terceirização e a Qualidade. A qualidade e o novo papel do gerente. Ferramentas da qualidade. Técnicas de qualidade. Normas de qualidade. Conformidade às normas da série ISO 9000. 27 7º PERÍODO – 2º CICLO Hipermídia 64 horas/semestre Introdução: histórico e terminologia. Programas hipermídia. Fundamentos: nós, ligações, atributos, estruturas, interação com o usuário. Problemas: desorientação e sobrecarga cognitiva para navegação e autoria. Estruturação e intercâmbio de documentos hipermídia. Padrões e tendências. Atividades em Laboratório. Engenharia de Software 64 horas/semestre Introdução à Engenharia de Software (a importância do software, características software e aplicações, a crise do software, mitos do software). Paradigmas desenvolvimento. Princípios de especificação do software. Planejamento desenvolvimento. Métricas. Qualidade de software. Testes de programas. definição do escopo do projeto (estimativas, análise dos riscos e estudo viabilidade, cronograma). Atividades em Laboratório. Gerência de Sistemas de Informação do de do A de 48 horas/semestre Fundamentos e classificações de Sistemas de Informação. Sistemas de Informação gerencial e de apoio à decisão. Aplicações. Uso estratégico da Tecnologia da Informação. Custos e orçamentos. Qualidade, segurança e auditoria. Funções e gerência de pessoal para Sistema de Informação. Organização da Informática na empresa. Processos de negócios e Sistemas de Informação. Projeto de Sistemas em Ambiente Internet 80 horas/semestre Funções básicas da rede. Protocolos de comunicação Internet (TCP/IP Transmission Control Protocol/Internet Protocol). Serviços : mail, ftp (file transfer protocol), telnet, web. Servidor Word Wide Web. Conceitos sobre Especificação HTML (HiperText Markup Language). Desenvolvimento de Aplicações HTML (HiperText Markup Language). Gateways e Forms. Aplicações utilizando CGI (Common Gateway Interface). Segurança em Ambientes Internet. Aplicações Intranet. Integração de sistemas. Projeto e desenvolvimento de sistemas. Atividades em Laboratório. Probabilidade e Estatística II 48 horas/semestre Introdução à Inferência Estatística. Intervalo de confiança. Teste de hipóteses. Análise de variância. Regressão linear simples. Aplicações com softwares. Atividades em Laboratório. Interface Homem Máquina 48 horas/semestre Conceitos básicos de interação homem-máquina. Diretrizes para o Design de interfaces. Fundamentos Teóricos da Área. Aplicações. Informática na Educação 48 horas/semestre Histórico. Evolução e Tendências. Instrumentação Computacional do Ensino. Sistemas de Tutoring. Sistemas de Autor. Multimídia e Software Educacionais. 28 Ambiente de Aprendizagem. Atividades em Laboratório. 29 8º PERÍODO – 2º CICLO Trabalho de Diplomação 200 horas/semestre Elaboração e desenvolvimento de projeto de análise e/ou programação de aplicações práticas ou trabalho de pesquisa. 30 8. CLIENTELA 8.1. CLIENTELA DO 1º CICLO Para o 1º ciclo: alunos que completaram o ensino médio ou equivalente. 8.2. CLIENTELA DO 2º CICLO A clientela a que se direciona o 2º ciclo, corresponde a profissionais egressos que apresentam o 1º ciclo dos cursos superiores de tecnologia do sistema CEFET-PR, na mesma área ou àqueles que tenham integralizado todas as disciplinas até o 3º período destes cursos. 31 9. CORPO DOCENTE O corpo docente será formado por professores lotados na Unidade de Pato Branco, e caso necessário, profissionais do mercado de trabalho, recrutados segundo seu “notório saber” que venham a contribuir para a formação técnica e profissional do discente. 9.1. DOCENTE Beatriz Terezinha Borsói Celso Dallastra RELAÇÃO DOS DOCENTES DE INFORMÁTICA GRADUAÇÃO TITULAÇÃ O Especialist a Tecnólogo em Processamento de Especialist Dados a Éden Ricardo Dosciatti Bacharel em Informática Especialist a Edenilson José da Tecnólogo em Processamento de Especialist Silva Dados a Edilson Pontarollo Bacharel em Informática Mestre Geri Natalino Dutra Tecnólogo em Processamento de Dados Tecnólogo em Processamento de Especialist Dados a Giorgia de Oliveira Bacharel em Informática Especialist Mattos a Luís Carlos Ferreira Bueno Tecnólogo em Processamento de Dados Especialist a Marcos Vinícius de Tecnólogo em Processamento de Especialist Bortolli Dados a Omero Francisco Tecnólogo em Processamento de Especialist Bertol Dados a Paulo Roberto Bueno Tecnólogo em Processamento de Especialist Dados a Tarcísio Paulo Tecnólogo em Processamento de Especialist Corlassolli Dados a REGIME DE TRABAHO Dedicação Exclusiva 20 h Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva 40 h Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva 32 33 9.2. RELAÇÃO DOS DOCENTES DE OUTRAS ÁREAS DOCENTE GRADUAÇÃO TITULAÇÃO Darcílio Luíz Fauro Administração Eliandro Schvirck Ciências Contábeis Especialista Jailson Delmando Luiz Dagostini Liliane Canof Ciências Econômicas Maria de Lourdes Bernardt Letras Especialista Nelson de Oliveira Doki Matemática Especialista Rosane C. Festinalli Administração Especialista Samoara Viacelli Educação Física Especialista Saul Scopel Matemática Especialista Especialista Administração REGIME DE TRABAHO 40 horas Dedicação Exclusiva 20 horas Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva 20 horas 34 9.3. QUADRO DE DOCENTES PARA AS DISCIPLINAS 1º CICLO Disciplinas Fundamentos Matemáticos da Computação Lógica Aplicada 1º Comunicação Oral e Escrita Semest Qualificação Humana re Informática Instrumental I Fundamentos da Computação Organização de Empresas Disciplinas Sistemas Operacionais I Linguagem de Programação I 2º Estrutura de Dados, Pesquisa e Semest Ordenação re Comunicação de Dados Arquitetura de Computadores I Análise e Projeto de Sistemas I Economia e Finanças Disciplinas Linguagem de Programação II 3º Semest re Tecnologia de Orientação a Objetos Banco de Dados I Redes de Computadores I Análise e Projeto de Sistemas II Tópicos Avançados em Informática I Empreendedorismo Professor Titulação Nelson de Oliveira Doki Especialista Edilson Pontarollo Tarcísio Paulo Corlassolli Éden Ricardo Dosciatti Maria de Lourdes Bernardt Samoara Viacelli Mestre Especialista Especialista Especialista Beatriz Terezinha Borsói Edenilson José da Silva Éden Ricardo Dosciatti Edilson Pontarollo Tarcísio Paulo Corlassolli Liliane Canof Professor Especialista Especialista Especialista Especialista Mestre Especialista Titulação Luís Carlos F. Bueno Especialista Giorgia de Oliveira Mattos Luís Carlos F. Bueno Edilson Pontarollo Tarcísio Paulo Corlassolli Especialista Especialista Mestre Especialista Giorgia de Oliveira Mattos Especialista Luís Carlos F. Bueno Especialista Celso Dalastra Geri Natalino Dutra Jailson Dagostini Especialista Especialista Especialista Professor Titulação Giorgia de Oliveira Mattos Luís Carlos F. Bueno Luís Carlos F. Bueno Especialista Especialista Especialista Celso Dalastra Geri Natalino Dutra Marcos V. De Bortolli Especialista Especialista Especialista Giorgia de Oliveira Mattos Especialista Celso Dalastra Geri Natalino Dutra Edilson Pontarollo Omero Francisco Bertol Paulo Roberto Bueno Beatriz Terezinha Borsói Marcos V. De Bortolli Especialista Especialista Mestre Especialista Especialista Especialista 35 4º Semestre Disciplinas Estágio Supervisionado Professor Géri Natalino Dutra Luíz Carlos F. Bueno Titulação Especialista Especialista 36 2º CICLO Disciplinas Cálculo Numérico 5º Contabilidade Gerencial Semest Sistemas Operacionais II re Redes de Computadores II Informática na Sociedade Linguagem de Programação III Arquitetura de Computadores II Disciplinas Probabilidade e Estatística Análise e Projeto de Sistemas III Multimídia 6º Banco de Dados II Semest re Linguagem de Programação IV Sistemas Distribuídos I Gestão de Qualidade Disciplinas Hipermídia Organizações e Métodos 7º Informática na Educação Semest Gerência de Sistemas de Informação re Projeto de Sistemas em Ambiente Internet Orientação ao Trabalho de Diplomação Engenharia de Software Tópicos Avançados em Informática II 8º Disciplinas Semest Trabalho de Diplomação re Professor Nelson de Oliveira Doki Titulação Especialista Eliandro Schvirck Luís Carlos F. Bueno Especialista Giorgia de Oliveira Mattos Especialista Beatriz Terezinha Borsói Especialista Beatriz Terezinha Borsói Paulo Roberto Bueno Luís Carlos F. Bueno Especialista Especialista Especialista Professor Titulação Saul Scopel Especialista Celso Dalastra Geri Natalino Dutra Edenilson José da Silva Tarcísio Paulo Corlassolli Celso Dalastra Geri Natalino Dutra Marcos V. De Bortolli Especialista Especialista Especialista Especialista Especialista Especialista Especialista Beatriz Terezinha Borsói Paulo Roberto Bueno Omero Francisco Bertol Especialista Especialista Especialista Darcílio Luiz Fauro Rosane C. Festinalli Especialista Especialista Professor Titulação Edenilson José da Silva Tarcísio Paulo Corlassolli Marcos De Col Especialista Especialista Especialista Beatriz Terezinha Borsói Especialista Paulo Roberto Bueno Especialista Paulo Roberto Bueno Especialista Geri Natalino Dutra Luís Carlos F. Bueno Especialista Especialista Marcos V. De Bortolli Especialista Edilson Pontarollo Omero Francisco Bertol Mestre Professor Geri Natalino Dutra Luiz Carlos F. Bueno Titulação Especialista Especialista 37 10. RECURSOS MATERIAIS A Unidade de Pato Branco do CEFET-PR possui uma estrutura de laboratórios de Informática que atende aos cursos de segundo e terceiro graus existentes na instituição. 10.1. INFRA-ESTRUTURA EXISTENTE 10.1.1. Nome do ambiente: Laboratórios Sala S002 – Sala do Servidor da Rede Acadêmica Área: 15 m2 Quantidade de postos: para três equipamentos e armários Equipamentos: 01 Servidor da rede Internet (Microcomputador Pentium 166 Mhz), 01 Servidor da rede Acadêmica (Microcomputador 486 DX4 75 Mhz). Nome do ambiente: Sala S003 – Laboratório de Informática Área: 35 m2 Quantidade de postos: 20 (média de 20 alunos por aula) Equipamentos: 10 Microcomputadores Pentium 166 Mhz Nome do ambiente: Sala S004 – Laboratório de Informática Área: 35 m2 Quantidade de postos: 20 (média de 20 alunos por aula) Equipamentos: 10 Microcomputadores Pentium 166 Mhz Nome do ambiente: Sala S005 – Laboratório de Informática Área: 35 m2 Quantidade de postos: 12 (média de 20 alunos por aula) Equipamentos: 06 Microcomputadores Pentium 166 Mhz 38 Nome do ambiente: Sala S006 – Laboratório de Informática Área: 35 m2 Quantidade de postos: 14 (média de 20 alunos por aula) Equipamentos: 07 Microcomputadores Pentium 166 Mhz Nome do ambiente: Sala S007 – Laboratório de Informática Área: 35 m2 Quantidade de postos: 14 (média de 20 alunos por aula) Equipamentos: 07 Microcomputadores Pentium 166 Mhz 10.1.2. Bibliografia Existente A biblioteca da Unidade de Pato Branco do CEFET-PR possui o seguinte acervo bibliográfico na área de informática: Descrição 1º Simpósio de Automação Integrada, CEFET-PR A Informática e a Nova República, Hucitec A Informática na Biblioteconomia e na Documentação, Roberto Barsotti A Informática no Brasil, Edison Dytz Administração de Informática, Alberto Luiz Albertin Administração de Informática: funções e fatores críticos de sucesso, Alberto Luiz Albertin Algoritmos Estruturados: programação estruturada de computadores, Harry Farrer, Christiano Gonçalves Becjer, Eduardo Chaves Faria, et al. Anais: Primeiro Encontro Interuniversitário de Informática, UFPR Autocad I e II, MPO Vídeo (Fita de vídeo (VHS)) C Completo e Total, Herbert Schildt Computação Básica e Programação, Rui J. A. Campos Computação Gráfica: e suas aplicações em Cad, Fernando P. Barreiros, Antônio T. M. Beraldo, Gilberto José da Cunha et al. Computação Gráfica: interfaces em sistemas de computação gráfica, Leo Pini Magalhães Computação Gráfica: o padrão GKS, Gilberto José da Cunha et al. Computação, Harold T. Davis Computador e Processamento de Dados, Ernesto M. Haberkorn Dbase II Plus MSX sem mistérios, Paulo Roberto P. Elias, Sérgio Guy P. Elias Dicionário de Informática, Alan Freedman Dicionário de Informática, Pierre Morvan 39 Dicionário de Informática, Sociedade dos Usuários de Computadores e Equipamentos Subsidiários Dicionário Enciclopédico de Informática, Ana Helena Fragomeni Dicionário Ilustrado de Informática para Leigos, Dan Gookin Discover the World Wide Web with your Sportster, Robotics Educação e Informática: os computadores na escola, Fernando José de Almeida Enciclopédia Prática de Informática Engenharia da Informação: metodologia, técnicas e ferramentas, Acácio Feliciano Neto Estruturas de Dados com Pascal, Instituto Brasileiro de Pesquisa em Informática Framework II: treinamento inteligente, Flow Informática Fundamentos de Processamento de Dados, Dayr Ramos A. dos Reis Fundamentos de Processamento de Dados, Wilson T. Price IBM-PC: o que o manual não ensina, Boston Computer Society Informática da Administração, Pierre Conso e Pierre Poulain Informática e Educação: uma difícil aliança, Edemilson Brandão Informática e Lógica de Programação, Newton Braga Rosa Informática e Sociedade, Antonio Nicolau Youssef e Vicente Paz Fernandez Informática na Administração, Pierre Conso e Pierre Poulain Informatica y gestion en la empresa, Pierre Conso e Pierre Poulain Informática: a batalha do século XXI, Cristina Tavares Informática: conceitos básicos, Fernando de Castro Velloso Informática: novas aplicações com microcomputadores, Fernando de Souza Meirelles Informática: para as áreas de contabilidade, administração e economia, Edgard Bruno Cornachione Junior Informática: para as áreas de contabilidade, Edgard Bruno Cornachione Jr. Informática: uma introdução, Fernando de Castro Velloso Informatize: porque a informática é uma questão de sobrevivência para a micro ou pequena empresa, Serviço de Apoio as Micro e Pequenas Empresas do Paraná Inglês básico para Informática, Sveltana P. Lazaro e Terezinha Prado Galante Inglês para Processamento de Dados, Elizabeth Mara Pow e Terezinha Prado Galante Introdução à Ciência da Computação, Angelo de M. Guimarães e Newton A. de C. Lages Introdução à Ciencia da Computação, Sérgio E. R. de Carvalho Introdução à Computação e a Construção de Algoritmos, Valdemar W. Setzer e Routo Terada Introdução a Informática, Angela J. Nascimento e Jorge L. Heller Introdução ao Comando Numérico Computadorizado, Lui Carlos Prates Introdução ao Processamento de Dados, William A. Bocchino Introdução ao Processamento de Textos, G. L. Simons Introdução Ilustrada à Computação: com muito humor, Larry Gonick Linguagem Assembly: um guia prático, Robert Erskine Los cuadros y la revolucion informatica, A. Kauemann Mecanografia e Processamento de Dados, Numa Freire Microcomputador e Informática, Tamio Shimizu 40 O & M integrado e Informática, João Chinelato Filho O Centro de Processamento de Dados, Carlos Szerman e Augusta de Vasconcellos Organização da Informática na Empresa, Emerson Rios Planejamento de Capacidade de Sistemas de Computação, Daniel A. Menasce Princípios de Computação, Peter Calingaert Processamento de Dados e Informática: conceitos básicos, Emerson Rois Processamento de Dados nas Empresas, Elias M. Awad Processamento de Dados nas Empresas, Lawrence S. Orilia Processamento de Dados nas Empresas, Tamio Shimizu Processamento de Dados, John Reutter e Robert J. Verzello Processamento de Dados, Vanderlei Marco Stravinski e José Abel Royo dos Santos Processamento de Dados: conceitos básicos, Tamio Shimizu Processamento de Dados: uma introdução usando minicalculadoras, Vanderlei Marco Stravinski e José Abel Royo dos Santos Processamento de Textos no MS-DOS e UNIX, Jacques P. Sauve, J. Antão B. Moura, Marcus C. Sampaio, et al. Programa Nacional de Informática educativa, Ministério da Educação e Cultura Programação e Processamento: computadores eletrônicos, Augusto de Vasconcellos Projeto de Sistemas de Processamento de Dados, Donaldo de Souza Dias Robôs e Computadores, Encyclopaedia Britannica (Fita de vídeo (VHS)) Segurança de Dados em Computação, Harry Katzan Jr. Segurança em Informática, Antônio de Loureiro Gil Sistemas de Informação: técnicas avançadas de computação, Enrico Giulio F. Polloni e Alciney L. Cautela Técnicas de Programação com Pascal, Instituto Brasileiro de Pesquisa em Informática Toda a Verdade sobre o Vírus no PC, Módulo Consultoria e Informática Tudo sobre o MSX Word das versões 1.6 a 3.0, Paulo Roberto P. Elias, Sérgio Guy P. Elias Windows 3.1: método rápido, Instituto Brasileiro de Pesquisa em Informática WordStar: manual para processamento de textos, José Antônio A. Ramalho 41 11. CAPACITAÇÃO DOCENTE Os professores lotados nesta unidade deverão passar por um ciclo de capacitação, capaz de torná-los habilitados a ministrarem as disciplinas do curso proposto. Os cursos de capacitação docente na área de Informática, necessários para a implantação do curso serão desenvolvidos durante o ano letivo envolvendo até dois professores por área de conhecimento (por exemplo: Banco de Dados, Redes de Computadores, Sistemas Distribuídos, Linguagens de Programação, etc). 42 12. INSTALAÇÕES FÍSICAS As atividades didáticas do Curso Superior de Tecnologia em Informática – Modalidade: Sistemas de Informação serão desenvolvidas em salas de aula teórico-práticas, onde contamos com as seguintes facilidades: • 05 laboratórios de informática; • salas de aula para atividades teóricas; • 01 sala para atividades audiovisuais; • 01 mini-auditório com capacidade para 60 pessoas; • 01 anfiteatro com capacidade para 350 pessoas. 43 13. DIPLOMAÇÃO I. Na condição de profissional diplomado como Técnico em Informática, quando o estudante houver concluído o 1º ciclo do Curso Superior de Tecnologia; II. Na condição de profissional diplomado como Tecnólogo em Informática – Modalidade: Sistemas de Informação, quando o estudante houver concluído o 2º ciclo do Curso Superior de Tecnologia. 44 14. AVALIAÇÃO DO CURSO Deverão ser implementados pela instituição ofertante dos cursos superiores de tecnologia mecanismos de avaliação permanente da efetividade do processo de ensino aprendizagem, visando compatibilizar a oferta de vagas e modalidades do curso com a demanda do mercado de trabalho. Ao longo do desenvolvimento das atividades curriculares a coordenação do curso deve agir na direção da consolidação de mecanismos que possibilitem a permanente avaliação dos objetivos do curso. Tais mecanismo deverão contemplar o mercado de trabalho, as condições de empregabilidade, a parceria com o setor empresarial e a atuação profissional dos formandos, entre outros. Poderão ser utilizados mecanismos especificamente desenvolvidos pelas coordenações dos cursos atendendo a objetivos particulares, assim como mecanismos genéricos como: a) o processo seletivo para o 2º ciclo ser elaborado de tal forma que forneça subsídios para a avaliação do 1º ciclo; b) no seminário de apresentação do estágio, poderá ser contemplada a participação de representante do setor produtivo na banca examinadora que propiciem a avaliação do desempenho do estudante sob a ótica da empresa; c) na banca de avaliação do Trabalho de Diplomação poderá haver a participação de representantes do setor produtivo; d) análise da produção tecnológica desenvolvida pelo corpo docente do curso, em especial daquela em parceria com o setor produtivo.