desde 29 SET 1998 Os confrades (por ordem de chegada à frente) Organização J. Mocito © 2015 Confrade RUI VAZ LEIRIA 20 e 21 de junho de 2015 José Mocito - Manuel Barreto - Adérito Formiga - António Castelo Carlos Carvalhão - Carlos Salvado - Rui Vaz - Joaquim Sousa - José Matos - António Carreto - Elísio Ribeiro - Armando Fernandes - Artur Martins 15º PASSEIO TURÍSTICO Tertúlia Gastronómica TG12 TG 12 e a mascote ZiGGY ROAD BOOK - Dia 20 FBĘǾMŌŃŎ - Partida frente ao Pavilhão Municipal Petit déjeuner - Área de serviço VVRodão Convento de Cristo (Tomar), t. 249 315 089 Rest. "Chico Elias" (Tomar) t. 249 311 067 Petingas no Forno, Feijoada de Caracóis e Morcela de Arroz. Bacalhau com Carne, Bacalhau com Broa, Cachola, Cabrito Assado, Pato com Migas e Coelho na Abóbora Leite creme, fatias de Tomar, Peras Bêbadas e Salada de Frutas Vinho Branco e Tinto, Águas, Sumos e Café Museu de Cera (Fátima) Rallye das Montras (Fátima) Grutas de Mira d'Aire Hotel Eurosol Leiria (Leiria) - Check-in t. 244849849 Rest. "Aldeia do Leitão" (Leiria) 244723368 Entradas Leitão com Cabidela de miúdos Sobremesas CONVENTO DE CRISTO, Tomar P C P C P C P Tempos Km 7:30 0:40 42 8:10 0:50 42 9:00 1:00 80 10:00 2:00 122 12:00 0:15 2 12:15 2:45 124 15:00 1:00 60 Em 1420, com o castelo então sede da Ordem de Cristo, o Infante D. Henrique, o Navegador, transforma a casa militar num convento, para o ramo de religiosos contemplativos que ele introduz na Ordem de Cristo, e adapta a Alcáçova para sua casa senhorial. C P C P C P C P C P 16:00 16:45 16:45 17:30 18:00 18:45 19:30 20:10 20:30 22:30 0:45 0:00 1 0:45 0:30 15 0:45 0:45 37 0:40 0:20 8 2:00 0:20 8 184 185 200 237 245 No início do século XVI, D. Manuel I, Rei e Governador da Ordem de Cristo amplia a Rotunda templária para ocidente, com uma nova construção extramuros, a qual inicia um discurso decorativo que celebra as descobertas marítimas portuguesa, a mística da Ordem de Cristo e da Coroa numa grandiosa manifestação de poder e de fé. A partir de 1531, com a reforma da Ordem de Cristo, por D. João III, vai ser construído o grandioso convento do renascimento, contra o flanco poente do castelo, e rodeando a Nave Manuelina. O convento verá a sua conclusão com o aqueduto com cerca de 6 km de extensão, com Filipe II de Espanha, e com os edifícios da Enfermaria e da Botica no tempo da guerra da Restauração. O conjunto destes espaços, construídos ao longo de séculos, faz do Convento de Cristo um grandioso complexo monumental que mereceu a classificação de Património da Humanidade, pela UNESCO. Museu de Cera, Fátima Vinho Branco e Tinto do Redondo, Águas, Sumos e Café Hotel Eurosol Leiria - Vamos dormir! Sonhos lindos... Convento de Cristo é o nome pelo qual é geralmente conhecido o conjunto monumental constituído pelo Castelo Templário de Tomar, o convento da Ordem de Cristo da época do Renascimento, a cerca conventual, hoje conhecida por Mata dos Sete Montes, a Ermida da Imaculada Conceição e o aqueduto conventual, também conhecido por Aqueduto dos Pegões. O castelo teve a sua fundação em 1160 e compreendia a vila murada, o terreiro e a casa militar situada entre a casa do Mestre, a Alcáçova, e o oratório dos cavaleiros, em rotunda, a Charola, esta concluída em 1190. 253 C 22:50 x:xx Pa ra gem Restaurante ‘Chico Elias’ , Tomar Casa famosa, simples mas confortável, com comida regional de eleição. As receitas primam pela originalidade, sendo imperativo fazer reserva para uma refeição neste espaço único. Estrada de Paialvo (EN 349-3), Tomar (São João Baptista), Código Postal: 2300-302 T: 249311067. 2 O Museu de Cera de Fátima, espaço único em Portugal, conta em trinta e uma cenas a Aparição da Virgem Maria aos Pastorinhos. Este Museu encontra-se situado a 100m do Santuário de Fátima e revela o porquê da peregrinação de cerca de 5 milhões de pessoas a Fátima por ano. Morada Rua Jacinta Marto, 2495-450 Fátima Telefone 249 539 300 7 ROAD BOOK - Dia 21 GRUTAS DE MIRA DE AIRE 1947 - Os primeiros homens a entrar na gruta lançaram cordas grossas e, a pulso, desceram até uma pequena galeria. Avançando duas dezenas de metros, encontraram-se como que numa janela aberta sobre um precipício. O que existia em frente, a fraca luz do gasómetro não permitia ver com clareza. Algo como uma grande sala envolta na mais completa escuridão, fazia ecoar as suas vozes e o barulho das pedras que atiravam. Alguns dias depois, voltaram com mais cordas e desceram à primeira sala onde a sua imensidão mal deixava perceber as paredes e estalactites que pendiam do tecto. A notícia desta descoberta que não tinha paralelo em nada conhecido na região chegou até Lisboa donde acorreram espeleólogos que preparavam a formação de uma Sociedade Científica para o estudo das Grutas. Mira de Aire passou a acolher um grande número de espeleólogos e com eles conviveu. Muitos puderam visitar a nova gruta descoberta e as fotografias das expedições espalharam-se por toda a terra. Através da exploração do fundo da sala e de algumas reentrâncias nas paredes, descobriu-se o segredo para a continuação da gruta, uma abertura num patamar acessível apenas por uma estreita e escorregadia vereda ao longo da parede, baptizado de "Púlpito". Para lá deste encontra-se uma rampa muito íngreme que dava lugar a um poço com cerca de 20 metros de profundidade, o 2º Poço. 2007 - Uma expedição da Sociedade Portuguesa de Espeleologia entra na Galeria do Rio Negro, aproveitando a baixa do nível das águas, e consegue acrescentar mais de 1Km de novas galerias que se dirigem ao interior do Planalto de S. Mamede ao traçado total da Gruta. ĢŎPÑÕĜÞǾŎŒŎÕI ÑÒǾÒM Museu m|i|mo (Leiria) t. 244 839 500 Museu Joaquim Manso (Nazaré) t. 262 561 194 Rest. "Adega Oceano" (Nazaré) t. 262 561 161 Creme de legumes Caldeirada à Nazarena Salada de Frutas ou Tarte de Queijo Vinho das Caves Tinto e Espumoso, Água, Refrigerantes e Café Visita às Salinas de Rio Maior (Rio Maior) Rest. "Quinta d'Oliveiras" (Alferrarede) t. 241 364 373 Salgadinhos: pasteis de bacalhau, rissóis de camarão croquetes, chamuças, calamares, almofadinhas de queijo e fiambre, pernas de frango e escalopes Saladas frias: feijão frade c atum, bacalhau desfiado com grão, massinha fusili c queijo, saladas de alface, pepino e tomate. Charcutaria: Paio e presunto laminado Queijo: Queijinhos secos Lombo de Porco e Frango Assado Sobremesas: buffet com doces e frutas laminadas. Vinho das Servas, Água, Refrigerantes, Café e Chá. Castelo Branco - Vamos dormir! Sonhos lindos... - Carrapichana Castelo do Bode Caves Aliança Esporão Rio Douro Tromba Rija Gravuras de Foz Côa 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 - C P C P 16:00 18:00 19:30 21:00 2:00 358 1:30 100 1:30 458 1:30 82 C 22:30 540 x:xx Paragem Recordando os passeio turísticos ... 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 P C P C P C P Tempos Km 9:00 0:30 2 9:30 1:00 255 10:30 1:00 40 11:30 1:00 295 12:30 0:30 2 13:00 2:00 297 15:00 1:00 61 Ilhas Berlengas Golfinhos no Sado Miranda do Douro Aveiro Alqueva Porto Elvas 6 3 ITINERÁRIO MUSEU DR. JOAQUIM MANSO LEIRIA NAZARÉ CASTELO BRANCO TOMAR O Museu Etnográfico e Arqueológico do Dr. Joaquim Manso, também conhecido por Museu da Nazaré, abriu ao público em 1976. Está instalado numa moradia do principio do séc. XX, a antiga casa de veraneio do Dr. Joaquim Manso, escritor e jornalista, fundador do "Diário de Lisboa". Esta casa foi doada ao Estado em 1968 pelo benemérito nazareno Amadeu Gaudêncio para nela ser instalado o museu. Sendo um museu de carácter regional, tem um acervo que documenta a história da região e a identidade cultural das gentes da Nazaré. Recentemente foi reforçada a vocação do museu no domínio da etnografia maritíma, dando relevo às actividades piscatórias com a exposição de diferentes tipos de embarcações tradicionais e artes da pesca. RIO MAIOR Fazem também parte da colecção achados arqueológicos, registos e trajes tradicionais, assim como algumas peças de escultura e pintura. MUSEU MIMO(Museu da Imagem e Movimento) SALINAS, Rio Maior O Museu envolve uma parceria entre a Câmara Municipal de Elvas e a Fundação João Carpinteiro, que cedeu ao Município o espólio apresentado em regime de comodato por um período de 30 anos. Por essa razão e atendendo à qualidade da colecção exposta, a Edilidade atribuiu ao Museu o nome do coleccionador. As Salinas Naturais de Rio Maior, também conhecidas como Salinas da Fonte da Bica, estão situadas no sopé da Serra dos Candeeiros, a três quilómetros de Rio Maior, em Portugal. O Museu desenvolve-se numa área da ordem dos 500 m² e inclui espaços diversificados: para além das salas de exposição, nomeadamente a sala da História da Fotografia, a sala do Coleccionador e a sala da Colecção, dispõe também de zonas de recepção e atendimento, um laboratório para revelação de fotografia a preto e branco, uma pequena zona de reserva e de tratamento de peças e uma biblioteca para a temática da fotografia. SARDINHADA DA SOLIDARIEDADE TG12 12.50 A favor de: 4 Data: 27 de junho de 2015 nos Maxiais (Quinta de João Almeida Barata) São compartimentos – talhos - feitos de cimento ou de pedra, de tamanho variado e pouco fundos, para onde, por regueiras, é conduzida a água salgada que se tira de um poço. Presentemente, a água é elevada por meio de um motor e distribuída segundo um sistema conjuntamente aceite e respeitado (nem sempre) por todos os proprietários. Os esgoteiros, as eiras e as casas de madeira para armazenagem do sal, completam o conjunto do que é denominado Marinhas de Sal de Rio Maior. Uma mina de sal-gema, muito extensa e profunda, segundo os técnicos, atravessada por uma corrente subterrânea que alimenta um poço, faz com que a água dele extraída seja salgada, sete vezes mais salgada que a do mar. Da sua exposição ao sol e ao vento e consequente evaporação da água obtêm-se o sal, depositado no fundo dos talhos e que depois é colocado em montes, em forma de pirâmides, para secar até ser recolhido. O processo é rudimentar e semelhante ao usado nas salinas da beira-mar. Só há diferença no vale pitoresco que as rodeia, no poço, no estilo próprio dos marinheiros (como são conhecidos os homens que trabalham nas salinas), nas casas de madeira e no ar campestre que se respira. 5