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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E
TECNOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES
ESCOLA TÉCNICA DE ARTES
PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
TÉCNICO EM PRODUÇÃO DE MODA – ENSINO SUBSEQUENTE
MACEIÓ - 2013
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Sumário
Identificação do Curso.................................................................................................3
1 . Introdução...............................................................................................................4
2 . Justificativa e Objetivos do Curso..........................................................................6
2.1 . Justificativa.....................................................................................................6
2.2 . Objetivos.........................................................................................................9
3. Requisitos e formas de acesso................................................................................10
4 . Perfil profissional de conclusão.............................................................................10
5 . Organização Curricular..........................................................................................12
5.1 . Estrutura geral do curso.................................................................................12
5.1.1 . Área teórica.................................................................................................12
5.1.2 . Área técnica.................................................................................................13
5.1.3 . Área prática.................................................................................................14
5.2 . Desenho Curricular.........................................................................................17
5.2.1 . Ordenamento Curricular .............................................................................17
5.3 . Pré–requesitos.................................................................................................19
5.4 . Disciplinas eletivas..........................................................................................19
6 . Critérios de aproveitamento de conhecimento e experiências anteriores................20
7 . Critérios e procedimentos de avaliação...................................................................22
7.1 . Atividades complementares.............................................................................24
8 . Biblioteca, instalações e equipamentos...................................................................24
8 . 1 . Destinação de resíduos...................................................................................25
9 . Perfil do Pessoal docente e técnico.........................................................................26
10 . Certificados e diplomas a serem emitidos..............................................................27
11 . Demanda projetada................................................................................................27
Referências
Ementário
Anexos
TABELA I...................................................................................................................13
TABELA II..................................................................................................................13
TAVELA III................................................................................................................14
TABELA IV.................................................................................................................17
TABELA V...................................................................................................................18
TABELA VI.................................................................................................................18
TABELA VII................................................................................................................18
TABELA VIII...............................................................................................................19
TABELA IX..................................................................................................................20
TABELA X....................................................................................................................26
TABELA XI...................................................................................................................27
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I . IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
IES
Universidade Federal de Alagoas
Unidade de Ensino
Escola Técnica de Artes/ICHCA
Nome do Curso
Curso Técnico em Produção de Moda
Modalidade
Presencial
Grande Área
Multidisciplinar 90000005
Área específica
Engenharia/Tecnologia/Gestão 90193000
Título ofertado
Técnico de Produção de Moda
Portaria de reconhecimento
Turno
Diurno – Matutino
Regime Acadêmico
Semestral
Carga Horária Total
890 horas
Duração mínima
4 semestres letivos (dois anos)
Duração máxima
6 semestres letivos (três anos)
Semanas letivas
15 semanas (mínimo) - máximo: 17 semanas
Vagas
30 vagas
Perfil
O Técnico em Produção de Moda deve apresentar condições e
habilidades para, esteticamente, desenvolver e desempenhar o
seu papel de criador de moda com capacidade de ingressar no
mercado de trabalho.
Ateliers de costura, indústrias de confecção do vestuário,
lojas de departamento, empresas de desenvolvimento de
produto, estúdios, prestação de serviço como autônomo..
Prof. Dr. José Eduardo Rolim de Moura Xavier da Silva,
Prof. Dr. Antônio Lopes, Prof. Ms Nilton da Silva Souza,
Prof. Alex Cerqueira Lopes, Técnicos Administrativos
Andréa Cavalcante de Almeida Queiroz, Marilda Maria de
Melo, Anna Rodrigues Bastos e Thiago José Andrade
Nascimento
Profa. Dra. Ézia Neves - ETDUFPA
Campo de atuação
Equipe de Formulação e
formatação do Projeto
Parecerista do Projeto
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1 . INTRODUÇÃO
Ampliando o seu universo de distribuição e discussão dos saberes, a Universidade
Federal de Alagoas tem como missão primordial produzir, multiplicar e recriar o saber
coletivo em todas as áreas do conhecimento, de forma comprometida com a ética,
justiça social, desenvolvimento humano e bem comum.
Fundada em 25 de janeiro de 1961 quando foi assinada a Lei Nº 3.867 pelo então
presidente da República Juscelino Kubitschek, no palácio da Alvorada em Brasília
(AZEVEDO, 1982). A Universidade Federal de Alagoas nasceu da junção das Escolas
de Medicina, Engenharia, Odontologia e Direito, Economia e Filosofia, fato
considerado o mais importante para a história de Alagoas; ela surge sob a pressão
estudantil e da sociedade, acreditando-se que, com a federalização, garantiria mais
recursos para pesquisas e maior dedicação dos professores (TAVARES; VERÇOSA,
2007).
Como Instituição de Ensino Superior, a UFAL vem se desenvolvendo ao longo
desses últimos cinquenta anos, haja vista que o número de cursos de graduação, pósgraduação, pesquisa, professores, alunos e servidores técnico-administrativos têm
aumentado, fazendo que a instituição tenha um dos maiores orçamentos do estado.
Como toda Instituição de Ensino voltada para a ampliação e distribuição do
conhecimento, a UFAL oferece atualmente cursos Técnicos no nível subsequente
contemplando Ensino, Extensão e Pesquisa na área de Teatro, Música e Dança, além da
Graduação nessas mesmas áreas. Vem crescendo também os cursos de Pós-Graduação
com o oferecimento de cursos lato sensu e programas de Pós-Graduação stricto sensu
em nível de Mestrado (Minter). Em sua história manteve convênio com diversas
Universidades para o oferecimento de Programas de Mestrado Interinstitucional. No
nível lato sensu o Setor de Artes vem oferecendo Especialização no Ensino da Arte nas
especificidades de Teatro, Música, Dança e Artes Visuais desde dezembro de 2008. Em
2012, em recente convênio com a Universidade Federal da Bahia foi institucionalizado
o Mestrado Interinstitucional – MINTER com a Escola Técnica de Artes e o Setor de
Artes com os cursos de Graduação nas áreas de Teatro, Música e Dança serão
contempladas. Ações que permitem o fortalecimento do Ensino da Pesquisa e da
Extensão na formação nesta área, dadas as especificidades do corpo docente e técnicos
que atualmente compõe os Cursos de Música, Teatro e Dança da ETA, bem como, o da
Graduação e a coerência no conseguimento do Projeto de expansão e fortalecimento da
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formação e da pesquisa em Artes Cênicas e na Música promovido pela Universidade
Federal de Alagoas.
Em pesquisa de 2009, publicada no portal Carreira Fashion e empreendida pelo
professor Dr. Airton Embracher, trainé de grandes empresas do setor de moda,
professor e consultor de diversos cursos superiores de moda no Brasil, concluiu que as
empresas precisam de profissionais egressos dos cursos de moda que tenham melhor
desempenho nos recursos tecnológicos envolvidos no processo nos quais a programação
e controle da produção, além daqueles de compras, varejo e atacado ajam em contato
com desenvolvimento de cadastro de fornecedores favorecendo, assim, um processo
mais dinâmico da costura e processos produtivos.
A carência de profissionais qualificados nestas áreas só reforça a necessidade
urgente de formação de estudantes que possam supri-la, sobretudo na formação em
cursos tecnológicos, que por sua natureza, privilegiam tais processos.
O Estado de Alagoas pertence a uma região - o Nordeste, reconhecidamente
marcada por fortes traços culturais que permeiam muitas manifestações populares, no
campo do folclore, da música, do teatro, do artesanato, das artes visuais, entre outras.
Desta forma, é importante formar profissionais qualificados para desempenhar
atividades inerentes às vocações regionais acima citadas.
Cabe lembrar a importância do Estado de Alagoas como um dos maiores berços
destas manifestações mencionadas, como por exemplo, o artesanato têxtil traduzidos na
renda Filé, Boa Noite, renda de bilro e como não podia faltar o bordado Singeleza,
patrimônio cultural do Estado, além dos mais diversos tipos de bordados à mão. O
Estado foi na década de 50 do século passado um dos maiores produtores de algodão do
mundo, o segundo produtor de linha do mundo, perdendo só para a Inglaterra. Alagoas
chegou ter oito indústrias têxteis, possuindo atualmente apenas a Fábrica da Pedra na
cidade de Delmiro Gouveia.
No ano de 2006 foi formada a Cadeia Têxtil de Alagoas reunindo todas as empresas
do Estado que estavam ligadas à área têxtil no sentido da criação de um mercado
voltado para a produção de moda. Ficou constatada, então, a carência de profissionais
qualificados para atender a este mercado, sendo Alagoas obrigada a introduzir no seu
mercado de trabalho profissionais de outras regiões do país. Foi criado também um Pólo
de confecção na cidade de Murici com várias empresas do ramo da moda.
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Com tantas vocações regionais, o Estado torna-se referência para o profissional de
moda que deseja ter um diferencial competitivo e que queira promover e fortalecer o
arranjo produtivo local para gerar emprego e renda para a região.
Tendo a Universidade Federal de Alagoas também se voltado para o ensino técnico
no conjunto de suas atividades acadêmicas e científicas nos últimos tempos e,
preocupada com o desenvolvimento sócio-cultural e econômico do estado de Alagoas, a
Escola Técnica de Artes apresenta este Projeto Pedagógico do curso Técnico de
Produção de Moda. Tem, portanto esta Escola, através deste Projeto a missão de formar
profissionais técnicos com capacidade de promover o desenvolvimento intelectual,
crítico e autônomo com conhecimentos técnicos, humanísticos, ambientais e históricosociais necessários para desempenhar atividades relacionadas à criação, representação,
planejamento, desenvolvimento e gestão de novas técnicas, recursos e produtos,
conjugando teoria e prática na área de Produção de Moda.
Este Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Produção de Moda atende ao que
regula o catálogo de Cursos técnicos do MEC e intenta, ao final e ao cabo de seus
objetivos, apresentar um curso Técnico que busca formar profissionais que venham a
atender às necessidades e às demandas dos diversos segmentos da moda. Contribui a
ETA, com isso, com a distribuição de conhecimento e reconhecimento de saberes
contribuindo, assim, com o desenvolvimento sócio-cultural e econômico do estado de
Alagoas.
2. JUSTIFICATIVA E FORMAS DE ACESSO
2.1 Justificativa
O Curso Técnico em Produção de Moda vem atender a demanda do atual mercado
de trabalho que exige do cidadão a qualificação necessária que o habilite a ocupar com
excelência os espaços específicos no universo de criação do vestuário. Desse modo, esse
cidadão estará apto para atuar como agente produtivo contribuindo com seu pensamento
crítico e criativo para o desenvolvimento da sociedade.
O Curso Técnico em Produção de Moda vem se tornar um marco referencial para o
Estado de Alagoas como pioneiro nesta modalidade de ensino. O Curso foi elaborado
com o propósito de atender a demanda do mercado profissional da região, formando
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Produtores de Moda. Tendo em vista também a grande quantidade de profissionais que
já atuam de modo empírico tanto na produção como na criação de moda, necessitando
de aperfeiçoamento e certificação, o curso vem ao encontro dos anseios destes
profissionais e dos que vierem a surgir. Este Projeto Pedagógico de Curso se apresenta
na modalidade subsequente ao Ensino Médio.
Entende-se que o Curso Técnico em Produção de Moda complementará as
formações já disponíveis na ETA, pois os profissionais Técnicos em Produção de Moda
egressos deste curso poderão também atuar na produção de figurinos e juntamente com
os demais profissionais das artes espetaculares, comporão um quadro indispensável para
a concepção visual da cena.
Este PPC estará atendendo ao novo cenário da Moda e ao que rege a Lei Federal
nº 10.639/03, de 09 de janeiro que regula as ações com possibilidades pedagógicas
voltadas para história da África e dos afros descendentes no currículo escolar, assim
como a criação da Lei 11.645/2003 afro-indígena que estabeleceu a obrigatoriedade
desta temática nas Escolas Públicas e Privadas de todos os Estados Brasileiros. Tais
ações estão contempladas no Projeto para Implementação do Programa de Ações
Afirmativas da Universidade Federal de Alagoas, ainda na gestão da Magnífica Reitora
Ana Dayse Rezende Dórea. A Comissão de elaboração do Projeto Pedagógico do Curso
Técnico de Produção de Moda da Escola Técnica de Artes entende que as referidas
Ações Afirmativas para afro-descendentes estendem suas ações instituindo um sistema
de cotas para a população afro-descendentes, oriundo de escolas públicas, no
preenchimento de vagas relativas aos Cursos Técnicos, a fim de proporcionar ações que
viabilizem o acesso e permanência da população negra na UFAL. A oficialização
nacional em 2001 da Linguagem Brasileira de Sinais – LIBRAS fortaleceu ainda mais a
militância surda na busca pelos seus interesses sociais. Apropriando-se da citação de
Veiga Neto (2001, p.113), no artigo A Educação de Surdos na Perspectiva Inclusiva:
Um Paradoxo Político Educacional de Daiane Pinheiro, o referido estudioso comenta
que “pode ser o primeiro passo numa ordenação de ordenamento, pois é preciso a
aproximação com o outro para que se dê um primeiro (re) conhecimento, para que se
estabeleça algum saber, por menos que seja, acerca desse outro”, principalmente pelo
reconhecimento legal do ensino da língua de sinais – LIBRAS, dos serviços dos
professores/tradutores/interpretes. No caso de um candidato na condição surda dentro da
lógica patológica, a ETA, deve seguir o que o MEC-SEESP, 2008, cap.VI, pontua:
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Para a inclusão dos alunos surdos, nas escolas
comuns, a educação bilíngue – Língua
Portuguesa/LIBRAS, desenvolve o ensino escolar
na Língua Portuguesa e na língua de sinais, o
ensino da Língua Portuguesa como segunda língua
na modalidade escrita para alunos surdos, os
serviços de tradutor - interprete de Libras e Língua
Portuguesa e o ensino de Libras para os demais
alunos da escola. O atendimento educacional
especializado é ofertado, tanto na modalidade oral
e escrita, quanto na língua de sinais. Devido a
diferença lingüística, na medida do possível, o
aluno surdo deve estar com outros pares surdos em
turmas comuns.”.(DAIANE, Pinheiro 2011, p.19).
É necessário pensar e construir normas que regulem a educação inclusiva em
programas e políticas para os discentes. Nesse aspecto, consideramos o Programa de
Ações Afirmativas - PAAF, da Universidade Federal de Alagoas – UFAL pertinentes à
constituição ética multicultural de nossa sociedade, assegurando que a expansão
programada seja realizada com garantia de qualidade acadêmica, seja na introdução de
conteúdos programáticos, tanto prático como teórico, da dialogicidade entre formas
diferenciadas de produção de conhecimento, que são a acadêmica e a popular. No
entanto a alocação de recursos, flexibilização do currículo, monitoramento e avaliação
contínua são alguns dos pontos de atenção necessários à pratica genuína da educação
inclusiva, representando uma oportunidade de melhoria em todo o sistema educacional.
Para Rodrigo Hübner Mendes (2011, p.36. Revista TAM nas Nuvens)
a ideia se baseia na premissa de que projeto pedagógico,
pautados não só pela aquisição de conteúdos acadêmicos,
mas também pela ampliação da empatia e das
competências interpessoais, beneficiam todos os
estudantes – sejam quais forem suas particularidades. Essa
constatação é um passo fundamental para que a educação
inclusiva se consolide definitivamente no Brasil.
Entendemos que o diálogo entre lógicas diferenciadas de produção cultural e
artística, com seus diversos saberes e matrizes étnicas prepara nossos discentes para o
manejo de diversas situações no espaço artístico e na sociedade, no sentido de
desconstruir valores discriminatórios e eurocêntricos.
Este Projeto faculta a interação com Cursos de Graduação em áreas afins da
Universidade Federal de Alagoas no sentido de que venha a ser um campo de
aprimoramento para os alunos do Estágio Supervisionado Obrigatório da Graduação,
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segundo seus PPC’s e mediante acordos bilaterais, assim como interagirá com a cadeia
têxtil e artesanal produtiva do Estado de Alagoas para consecução de projetos de
extensão e de pesquisa.
2.2 . Objetivos
Formar profissionais em nível técnico com capacidade de organizar, criar,
compor, liderar, desenvolver, coordenar ideias e/ou projetos na área de moda;
Formar profissionais em nível técnico com capacidade de desenvolver
intelectual, autônoma e criticamente dentro dos conhecimentos técnicos,
humanísticos, ambientais e histórico-sociais;
Desempenhar as atividades relacionadas à apresentação, criação, planejamento e
desenvolvimento de novas técnicas;
Conjugar os recursos e produtos na teoria e prática na área de Produção de
Moda;
Formar profissionais capazes de pesquisar e conceber a composição de looks
associando vestuário e acessórios, selecionar materiais e desenvolver técnicas de
produção adequadas ao mercado da moda;
Desenvolver a compreensão das formas estéticas com práticas focadas na
produção do vestuário e na compreensão de sua criação, subsidiando o discente
para a atuação profissional como Produtor de Moda. O egresso poderá atuar em
situações de aprendizagem significativas que lhe permita desenvolver
competências artísticas, culturais e profissionais para integrar, intervir e atuar na
realidade sócio-econômica, política e cultural do Estado de Alagoas e da
sociedade contemporânea;
Habilitar e qualificar profissionalmente os discentes em nível técnico,
certificando-os para atuação no mercado de trabalho como Produtores de Moda;
Integrar o discente em eventos de moda e artísticos na cidade, na região e outros
que vierem a surgir;
Oferecer campo de formação profissional técnica aos estudantes que concluíram
o Ensino Médio;
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Contribuir com pesquisas acadêmicas sistemáticas dos Grupos registrados no
CNPq dos Professores da Escola Técnica de Artes bem como os professores do
Setor de Artes do ICHCA.
3 . REQUISITOS DE ACESSO
Para se matricular no Curso Técnico em Produção de Moda o candidato
deverá apresentar os seguintes requisitos:
Apresentar comprovação e/ou certificado de conclusão e histórico escolar
do Ensino Médio ou comprovar ter prestado o ENEM com fins de
certificação de conclusão do ensino médio segundo o art. 38 da LEI nº
9.394/96 respaldado pelas Portarias MEC nº 10 de 20 de maio de 2012 e
INEP nº 144 de 24 de maio de 2012.
ser aprovado com no mínimo 7,0 (sete) pontos no Exame de Seleção
divulgado por Edital ETA/UFAL no qual o candidato deverá apresentar
elaboração de um vestuário em miniatura de acordo com a proposta
apresentada pela Banca;
A Banca deverá considerar os seguintes critérios e habilidades:
Compreensão de um texto sobre a proposta de um vestuário e
de materiais propostos pela Banca ou outra tarefa ligada a
alguma disciplina deste Projeto.
4. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO
O técnico em Produção de Moda formado pela ETA estará apto a atuar como
profissional da área de moda nos ateliers de costura, fábricas de confecção, desfiles de
moda, editoriais de moda e de publicidade e lojas de departamento. O Técnico em
Produção de Moda deverá apresentar habilidades e competências amplas tanto para
desenvolver projetos de pesquisa em moda como de criação e desenvolver a ideia de
vestuários dentro das tendências contemporâneas atendendo ao mercado de trabalho
local. O egresso estará capacitado a:
Projetar, elaborar e viabilizar evento de moda ao tempo em que deve
conhecer as técnicas básicas de produção de vestuário;
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Elaborar projetos para vestuário de moda valendo-se da análise sistemática
de
aspectos
históricos,
estéticos,
simbólicos,
ergonômicos
e
mercadológicos;
Elaborar pesquisas de tendências de comportamento, cores, formas,
texturas e acabamentos adequados às situações solicitadas pelo mercado de
consumo;
Adquirir conhecimentos necessários ao desenvolvimento de produtos de
moda, buscando subsídios na visão histórica, sociológica e prospectiva;
Desenvolver projetos e dossiês, representando graficamente suas criações;
Conceber moldes e protótipos dos modelos e ideias desenvolvidos,
analisando cada projeto através dos métodos apreendidos no decorrer do
curso.
Elaborar composições de looks para editoriais de moda, desfiles, fotos
publicitárias, exposições e vitrines.
A formação técnica habilitará o egresso, quando da sua conclusão de curso, a
trabalhar como Produtor de Moda conhecendo as técnicas de produção de eventos de
moda. Este Projeto Pedagógico amplia a linha de atuação do Produtor de Moda
capacitando-o para também idealizar e conceber o vestuário. Deverá, ao final do curso,
estar apto para desenvolver o espírito crítico sobre os processos de criação na área e
refletir sobre o seu papel na sociedade sendo, por isso e pelo que apresenta o desenho
curricular deste Projeto, um profissional com uma maior abrangência na área de moda
enquanto produtor e criador de moda. Com a formação adquirida, o egresso deverá ser
capaz de aliar teorias e práticas, interagindo de forma ordenada com as demais áreas do
conhecimento, desenvolvendo marcado interesse pelos fenômenos sócio-culturais, além
de demonstrar a intenção em ampliar e atualizar seus conhecimentos no campo do
vestuário.
Como forma de consubstanciar projetos mais ousados no campo da Moda, o
egresso deverá desenvolver suas ações de forma sistemática. É necessário que esteja
preparado para produzir conhecimentos relativos ao vestuário na área de concepção de
Produção de Moda, sendo capaz de se expressar e exercitar a prática nas suas mais
diversas manifestações.
O profissional formado poderá ser capaz de articular uma identidade própria como
Produtor de Moda, cujo perfil estará sujeito à composição pessoal de técnicas e
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conceitos no campo do vestuário bem como a apropriação e a transformação do
conhecimento artístico.
A definição técnica, estética e ideológica deste perfil baseia-se, sobretudo, no
respeito ao direito e aos deveres éticos da Produção de Moda, marcados pela busca
constante da emancipação e autonomia de um perfil pessoal no território conceitual das
artes no mundo contemporâneo.
O Curso Técnico em Produção de Moda intenta buscar um perfil de excelência do
egresso por meio da atuação de um corpo docente preparado e diversificado, de
disciplinas que abranjam todos os aspectos de uma formação técnica, além das
instalações e de material permanente (máquinas de costura, manequins, espelhos, salas,
aparelhos de som/vídeo, etc) que permitam o desenvolvimento do profissional.
5 . ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
5 . 1 Estrutura geral do curso
O Curso Técnico em Produção de Moda oferecido pela Escola Técnica de Artes da
UFAL terá a duração total de dois anos, com 890 horas. Em caso de reprovação em
disciplina, será seguido e observado o sistema de disciplinas pré-requisito.
Este Projeto proporá anualmente cursos em caráter extensivo em Produção de
Moda, além da possibilidade da oferta de outros cursos/oficinas/workshops de extensão
com projetos específicos que poderão ser desenvolvidos durante parte ou em todo o ano
letivo.
Haverá apenas um ingresso anual que se dará através de Edital. Este ingresso se
dará no primeiro semestre de cada ano letivo, seguindo o calendário da UFAL que,
através de seus órgãos competentes, lançará Edital para seleção dos candidatos para as
vagas do Curso Técnico em Produção de Moda. Além disso, o aluno deverá ter
concluído o Ensino Médio.
Para que os objetivos sejam alcançados no Curso Técnico em Produção de Moda
será apresentada a seguinte estrutura: as disciplinas serão ofertadas em três aspectos
inter-relacionados e indissolúveis: o da teoria, o da técnica e o da prática.
A estrutura didática do Curso será composta por três áreas, com a distribuição das
disciplinas em cada uma dessas áreas da seguinte forma:
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5.1.1 . ÁREA TEÓRICA – É constituída pelas disciplinas de Estética, História do
Vestuário 1, História do Vestuário 2, Marketing de Moda, Ética, Legislação e Produção
Cultural, Empreendedorismo e Gestão de Negócios de Moda, Produção de Moda.
TABELA I
Na disciplina Estética pretende-se que o aluno entenda os problemas relativos à beleza,
da Grécia à contemporaneidade, suas implicações políticas, culturais e sua aplicação nas
linguagens visuais, com foco na produção de moda e a indumentária cênica.
Na disciplina História do vestuário 1 e 2 será apresentada a moda como fenômeno
sócio-cultural e econômico no tempo.
A disciplina Marketing de Moda aborda os raciocínios necessários para um melhor
desempenho no mercado, conceitos básicos de Marketing e a importância do processo de
definições e decisões estratégicas de divulgação e comercialização.
Na disciplina de Ética, Legislação e Produção Cultural será estudada a ética da
competência profissional, procurando analisar as principais questões que envolvem o
produtor de moda e o figurinista. Estudos acerca dos conceitos de cultura, público e
mercado para a implementação de projetos e ações culturais relacionados à área de
estudo.
Na disciplina Empreendedorismo e Gestão de Negócios de Moda será estudado o
conceito de varejo e o de comércio e mercadologia. Gerenciamento de estabelecimentos
de moda. Gestão no atendimento e administração em varejo de moda. Fidelização do
cliente. Marketing de relacionamentos. Comportamento do consumidor. Gestão de
imagem da loja e da marca. Comercialização e técnicas de vendas.
Na disciplina Produção de Moda será estudada a capacitação do produtor de moda a
produzir os elementos necessários e agendar os profissionais envolvidos para a realização
de editoriais (revistas e sites), catálogos (confecções), desfile de moda (confecções) e
figurinos em campanhas publicitárias (revistas, jornais, sites, televisão e cinema).
5.1.2 . ÁREA TÉCNICA – É constituída pelas disciplinas Computação gráfica
aplicada à Moda, Materiais Têxteis, Metodologia e Planejamento de Coleções, Técnicas
de costura.
TABELA II
Na disciplina Materiais Têxteis será visto o panorama da indústria Têxtil. A tecnologia
têxtil com ênfase nas estruturas planas e de malhas (caimento e volume) e suas
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utilizações no vestuário comercial e artístico (na indumentária cênica). Abordagem de
técnicas artesanais de estamparia, pintura, tingimento, envelhecimento, texturização,
customização.
Na disciplina Metodologia e Planejamento de Coleções serão apresentados métodos,
técnicas e conteúdos relacionados à temática da criação das coleções.
Na disciplina Técnicas de Costura serão estudadas técnicas de confecção de roupas tais
como: o uso correto de tesouras, de máquinas de costura, dos diferentes tipos de
agulhas, fita métrica, linhas e dos mais diversos tipos de aviamentos e suas aplicações.
Na disciplina Computação gráfica aplicada à Moda serão apresentados os programas
de desenho e os diversos softwares relativos a essa prática.
5.1.3 . ÁREA PRÁTICA - É constituída pelas disciplinas Acessórios de Moda,
Customização, Desenho de Moda, Desenho Técnico, Editorial, Propaganda, Catálogo
de Moda e Publicidade, Experimento Prático, Fotografia de Moda,
Tendências e
Pesquisa em Moda, Vitrinismo.
TABELA III
Na disciplina Desenho Técnico serão apresentadas as mais variadas técnicas do
desenho técnico para o vestuário masculino e feminino, adulto e infantil.
Na disciplina Desenho de Moda o aluno deverá desenvolver a capacidade de
representar graficamente a forma, observando a composição visual, luz e sombra,
perspectiva, simetria e conhecimento da cor. Desenhar da figura humana: modelo vivo.
Criação de portfólio.
Na disciplina Acessórios de Moda serão apresentados métodos de criação e confecção
de acessórios e como articular o Acessório com a Produção de Moda .
Na disciplina Experimento Prático a montagem de desfile será apresentada como uma
proposta de pesquisa, concepção, desenho e execução de uma produção de desfile de
moda.
Na disciplina Editorial, Propaganda, Catálogo de Moda e Publicidade serão
estudados os possíveis desenvolvimentos de editoriais de moda, produções para desfile,
fotos, catálogos e editoriais de TV.
Na disciplina Vitrinismo o aluno terá conhecimentos de técnicas de desenho e noções
de cor, texturas e matérias para a construção de vitrines temáticas.
Na disciplina Tendência e Pesquisa de Moda será estudado o planejamento, criação e
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desenvolvimento dos projetos de coleção ou de produtos do vestuário e suas etapas,
objetivando o mercado da moda propondo a investigação de temas sobre diversas áreas
de conhecimento, no qual o processo criativo será desenvolvido e representado por meio
de pesquisas de arte, design, moda e materiais têxteis, mercado consumidor e áreas
afins, gerando e propondo novas ideias e novos conceitos de moda.
Na disciplina Customização serão aplicadas técnicas de bordado, termocolantes,
tingimento, descoloração e pintura considerando as características dos tecidos e das
matérias primas para atingir os resultados esperados. Desconstruir a roupa cortando
golas e mangas a fim de modificar sua modelagem. Criar flores em tecido e fita que
possam ser usadas como apliques para roupas e acessórios. Combinar técnicas de
customização considerando conceitos estéticos e adequação ao público-alvo. Gestão
ambiental, segregação de materiais.
Na disciplina Fotografia de Moda serão apresentados os princípios básicos da
produção de moda em estúdio fotográfico. A maquiagem e a concepção do look.
Quanto ao planejamento global do curso, o objetivo principal é que o ingressante
passe ao longo dos quatro semestres por um processo gradual de conhecimento e
desenvolvimento da História do Vestuário aliada às técnicas específicas desenvolvidas
no curso. Em cada semestre, cada conteúdo será organizado de forma a favorecer o
conhecimento gradual da Produção de Moda, com objetivos gerais e específicos,
consideradas as disciplinas em particular e o conjunto interdisciplinar.
Dessa forma o Projeto Pedagógico do Curso pretende alcançar um melhor
desenvolvimento do processo de ensino, em cujas sucessivas etapas serão estabelecidos
pressupostos para a avaliação das fases de desenvolvimento de cada semestre, buscando
novos desafios por meio da adequação do Projeto Pedagógico nos projetos de coleção e
nas montagens. Com isso, a escolha dos projetos de coleção e das montagens deixa de
ser uma escolha casual, passando a obedecer critérios específicos que visam estimular o
ingressante, fazendo-o avançar progressivamente, participando ativamente do processo.
Por outro lado, esse sistema de trabalho permite um aprofundamento do estudo
organizado tematicamente, tendo como consequência um estreitamento da relação
pedagógica entre as disciplinas regulares e as etapas de criação e confecção dos projetos
que abrangerão a área da produção de moda.
As disciplinas que se interrelacionam e se lhes são dadas as flexibilizações
necessárias com cada um dos vieses são, mormente, as que são da base comum. Na área
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teórica são História do Vestuário 1 e 2 e Empreendedorismo e Gestão de Negócios,
Marketing de Moda e Produção de Moda . Na área técnica, a disciplina Metodologia e
Planejamento de Coleções e na área prática, Desenho Técnico, Desenho de Moda,
Editorial, Propaganda, Catálogo de Moda e Publicidade.
O Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Produção de Moda apresenta
disciplinas com pré-requisitos. Neste caso deverão ser observadas as particularidades
relativas à questão de reprovação em disciplinas. O aluno fora do fluxo padrão poderá
cursar as disciplinas do semestre seguinte que não possuem pré-requisito e terá 1 (um)
ano além do tempo regular do curso para concluí-lo.
Além das disciplinas como pré-requisitos, este Projeto institui a oferta de
disciplinas eletivas como formativas do itinerário de aprendizado do aluno, preconizado
no inciso XIV do Artigo 6º dos Princípios Norteadores (Capítulo II) da resolução
CNE/CEB No. 6 de 20 de Setembro de 2012 que preconiza a “flexibilidade na
construção de itinerários formativos diversificados e flexibilizados, segundo interesses
dos sujeitos e possibilidades das instituições educacionais, nos termos dos respectivos
projetos”. Assim, às disciplinas eletivas, juntam-se outras atividades complementares
como participação em congressos, seminários, palestras, cursos, mesas redondas,
atividades artísticas e participação em grêmios e representações estudantis.
O Curso propiciará a participação dos alunos em atividades consideradas de
importância para a sua formação profissional em eventos que estejam ocorrendo na
cidade, promovendo mais uma forma de intercâmbio do aluno com a sua formação
profissional; a realização de troca de experiências entre as turmas para criar um
universo de observação e análise crítica.
Muito embora na Formação Prática nove disciplinas estejam distribuídas ao longo
dos quatro semestres regulares, em detrimento de onze somadas entre as Formações
Teóricas e Técnicas, pode-se afirmar que este Projeto Pedagógico do Curso Técnico em
Produção em Moda apresenta, em sua maioria, uma vocação voltada à prática em 65%
do conteúdo total em todas as disciplinas dispostas ao longo dos quatro semestres
regulares.
Tendo em vista o alto percentual de conteúdos práticos distribuídos ao longo dos
quatro semestres letivos, este Projeto Pedagógico, embora entendendo a importância do
Estágio Supervisionado como importante componente do itinerário formativo do
estudante, ressalta que, justamente por conta do caráter eminentemente prático das
disciplinas, prescindirá do Estágio Supervisionado enquanto componente obrigatório.
17
Desse modo, as disciplinas do Quarto Semestre, Experimento Prático e Editorial,
Propaganda, Catálogo de Moda e Publicidade, totalizando 120 horas, terá o caráter de
inserção do estudante na prática de sua formação, à guisa de prática in loco, não
exatamente como estágio curricular obrigatório. Por isso, este PPC entende que as 120
horas que lhes cabem, sejam desenvolvidas em parceria com lojas, estúdios, produtores
de moda e profissionais da área que proporcionem ao estudante a prática que se espera
que tenha quando egresso no mercado de trabalho.
Em consonância com a Lei 10.639/2003 que institui a obrigatoriedade do ensino da
História e Cultura Afro-Brasileira, a disciplina História do Vestuário 1 e 2 contempla
em seu currículo a temática abordada pela legislação. Da mesma forma, outras
disciplinas como Acessórios de Moda, Produção de Moda, Fotografia de Moda
apresentam conteúdos referentes à cultura em questão.
Outras regulamentações serão deliberadas pelo Colegiado ou órgão Diretor
específico.
5.2 Desenho Curricular
5.2.1 ORDENAMENTO CURRICULAR
TABELA IV
1o
DIMENSÕES
DISCIPLINAS
SEMESTRE Formação Teórica Estética
História do vestuário 1
Formação
Materiais Têxteis
Técnica
Técnicas de costura
Formação Prática Desenho de Moda
Desenho técnico
Carga horária total no
semestre
2o
DIMENSÕES
DISCIPLINAS
SEMESTRE Formação Teórica Marketing de Moda
História do vestuário 2
Ética, Legislação e
Produção Cultural
Formação
Computação Gráfica
Técnica
aplicada à Moda
Formação Prática Acessórios de Moda
Customização
Vitrinismo
Carga horária total no
semestre
%t
90%
90%
10%
20%
20%
10%
40%
%p
10%
10%
90%
90%
80%
90%
60%
%t
90%
90%
10%
%p
10%
10%
90%
CH
30h
30h
45h
45h
45h
45h
240
h
CH
45h
30h
45h
10%
90%
30h
30% 70% 30h
10% 90% 30 h
10% 90% 30 h
36% 64% 240
h
18
3o
DIMENSÕES
DISCIPLINAS
%t %p
SEMESTRE Formação Teórica Empreendedorismo e
70% 30%
Gestão de Negócios de
Moda
Produção de Moda
80% 20%
Formação
Metodologia e Planejamento 50% 50%
Técnica
de Coleções
Formação Prática Tendência e pesquisa de
10% 90%
moda
Fotografia de Moda
10% 90%
Carga horária total no
44% 56%
semestre
4º
DIMENSÕES
DISCIPLINAS
%t %p
SEMESTRE Formação Prática Experimento Prático
20% 80%
Editorial, Propaganda,
20% 80%
Catálogo de Moda e
Publicidade
Carga horária total no
20% 80%
semestre
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO
CH
45 h
45 h
45 h
45h
30h
210
h
CH
60h
60 h
120
h
810
h
TABELA V
PERCENTUAIS DOS CONTEÚDOS DAS
DISCIPLINAS AO LONGO DOS SEMESTRES
1º SEMESTRE
2º SEMESTRE
3º SEMESTRE
4º SEMESTRE
TOTAL NO CURSO
% TEÓRICO
% PRÁTICO
40%
36%
44%
20%
35%
60%
64%
56%
80%
65%
TABELA VI
DIMENSÕES
ÁREA TEÓRICA
ÁRE TÉCNICA
ÁREA PRÁTICA
TOTAL
270 h
165 h
375 h
810 h
TABELA VII
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO
1º SEMESTRE
2º SEMESTRE
3º SEMESTRE
4º SEMESTRE
TOTAL
240h
240h
210h
120h
810h
19
CARGA HORÁRIA DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO
80 h
890 h
5.3 Pré-requisitos
Para a flexibilização das disciplinas com o intuito de ordenar o fluxo
padrão/individual do aluno, o Projeto Pedagógico poderá oferecer a(s) disciplina(s) em
forma de seminário no semestre seguinte àquele no qual ele foi reprovado ou mesmo
curso de férias ou outra modalidade de ensino. Desse modo quebra-se a cadeia que, de
certo modo o sistema de disciplinas com pré-requisito imobiliza o aluno, não facilitando
a sua progressão no curso. Entende-se o sistema de pré-requisito como um artifício que
propulsiona o aluno a compreender que o conhecimento anterior adquirido num
semestre sempre se ampliará a partir do semestre seguinte. No entanto, há de se
observar que um curso como este aqui apresentado, com o mínimo de 2 (dois) anos e
mais 1 (um) ano para integralização pode representar uma armadilha para aquele aluno
que se despreocupa com o prosseguimento de seu fluxo padrão ou individual.
É possível observar que se não for feito um levantamento criterioso de estudo e se
as disciplinas em pré-requisito não se avolumaram de tal monta, por conta mesmo da
dinâmica do Curso, não haverá prejuízo para o aluno. Caso contrário poderá haver
perdas substanciais para esse mesmo aluno.
TABELA VIII
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
História do vestuário 2
História do vestuário 1
5.4. Disciplinas eletivas
Este Projeto propõe, na sua origem, um elenco de disciplinas eletivas como forma
de possibilitar a oportunidade de que o estudante busque no seu próprio Curso as
disciplinas que venham a complementar o seu conhecimento.
A oferta de disciplinas eletivas será realizada a cada semestre como disciplinas que
complementam o currículo do estudante e tendem a aprofundar o conhecimento e a
aprendizagem em algumas áreas do seu interesse, tanto no que diz respeito à
interdisciplinaridade com as áreas de conhecimento afins quanto à expansão das
próprias ações de aprendizado do estudante, mormente aquelas ações e disciplinas
20
ofertadas pela própria Escola. Como disciplinas eletivas, estas deverão ser propostas ou
pelo professor interessado ou grupo de alunos um semestre antes da oferta acadêmica,
com aprovação do Colegiado específico ou Conselho Diretor da ETA.
Não se exclui também a possibilidade de que disciplinas ofertadas regularmente ou
enquanto eletivas, tanto as do Curso Técnico quanto as de Graduação façam parte do
elenco na oferta acadêmica semestral.
TABELA IX
6
DISCIPLINAS
CH
História das Artes
30 h
Caracterização e Visagismo
30 h
Desenho de Figurino
30 h
Figurinos específicos
30 h
. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E
EXPERIÊNCIAS ANTERIORES
Para o aproveitamento de conhecimento e experiências anteriores, a ETA seguirá
os seguintes critérios de aproveitamento:
Será considerado apto a ingressar no Curso Técnico em Produção de Moda todo o aluno
que comprovar por meio de teste específico ou outros instrumentos avaliativos,
conhecimentos musicais compatíveis com as exigências de acesso. Todo aquele
interessado em ingressar no Curso Técnico em Produção de Moda deverá ser submetido
a um teste de conhecimentos musicais segundo Edital publicado pela Escola Técnica de
Artes. Uma vez aprovado, o aluno que apresentar histórico, certificado ou currículo de
Curso de Produção de Moda com carga horária igual ou superior àquela exigida para o
Curso Técnico em Produção de Moda terá avaliada a dispensa de disciplinas
compatíveis, uma vez que cursadas nos últimos cinco anos. A dispensa de disciplina
poderá ser solicitada por meio de equivalência/aproveitamento de estudo ou através de
teste de proficiência.
Para o aproveitamento de conhecimento e experiências anteriores, a ETA seguirá
os seguintes critérios de aproveitamento:
21
Os candidatos com experiência na área poderão ser dispensados da(s)
disciplina(s) total, ou parcialmente da carga horária total do curso, após
análise do histórico escolar, currículo ou experiências adquiridas. No
entanto há de se observar o que regula a Lei 9.394/1996 no seu Artigo
41— e confirmada pelo mesmo Artigo da Lei 11.741/2008 — que diz
que “o conhecimento adquirido na educação profissional e tecnológica,
inclusive no trabalho, poderá ser objeto de avaliação, reconhecimento e
certificação para prosseguimento ou conclusão de estudos.”
O candidato ao aproveitamento de conhecimento e experiências
anteriores deverá comprovar seu conhecimento musical por meio de
teste(s) específico(s) ou outros instrumentos avaliativos;
Será aprovado na(s) disciplina(s) requerida(s) para aproveitamento de
conhecimento e experiências anteriores o candidato que obtiver média
7,0 (sete inteiros);
Será dispensado da(s) disciplina(s) por haver comprovado o seu
conhecimento e/ou experiência e aprovado enquanto egresso podendo
concluir o curso.
Para o teste específico, apresentam-se os critérios:
Será apresentado um repertório para a disciplina Canto pelo respectivo professor
da área com antecedência ao teste a ser marcado pela Coordenação do Curso e
publicado em Edital da UFAL;
Os pontos das provas específicas serão publicados no Edital de convocação ao
teste específico;
Os testes, tanto teóricos quanto práticos de Canto serão apreciados e julgados
pelo professor da disciplina e/ou uma comissão composta de três professores, a
critério da Coordenação do Curso em concordância com o professor de cada
disciplina.
Serão apresentados os conteúdos de outras disciplinas com vistas a
aproveitamento de estudo de acordo com o entendimento da Coordenação do
Curso e o grupo de professores colegiados com vistas a atender a supracitada Lei
11.741/2008.
22
7 . CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
A verificação de aprendizagem compreenderá a frequência e aproveitamento nos
estudos, os quais deverão ser atingidos conjuntamente. Será obrigatória a freqüência às
atividades correspondentes a cada disciplina, ficando nela reprovado o aluno que não
comparecer, no mínimo, a 75% (setenta e cinco por cento) das mesmas. A avaliação do
rendimento escolar será feita através de:
a) Avaliação bimestral (AB) será em número de 2 (duas) por semestre;
b) Prova de reavaliação semestral;
c) Prova final (PF), quando for o caso.
Avaliação Bimestral (AB)
A nota de cada bimestre AB será o resultado de mais de um instrumento de
avaliação, envolvendo provas escritas e/ou práticas, além de outras opções como:
provas orais, seminários, projetos, etc., a critério do professor.
Em cada bimestre, o aluno que tiver perdido um ou mais dos instrumentos de
avaliação previstos terá sua nota na AB específica através da média calculada do total
dos pontos obtidos pelo número de avaliações programadas e efetivada pela disciplina.
Reavaliação
Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das duas
AB’s terá direito, no final do semestre letivo, de ser reavaliado naquela em que obteve a
menor pontuação, prevalecendo, neste caso a nota da Reavaliação.
Nota Final das Avaliações Bimestrais (NF)
Será a média aritimétrica, apurada até centésimos, das notas obtidas nas 2 (duas)
AB’s.
- Será considerado APROVADO, livre da Prova Final (PF), o aluno que alcançar
NF igual ou superior a 7,00 (sete);
-
Estará automaticamente REPROVADO o aluno cuja NF for inferior a 5,00
(cinco).
23
Prova Final (PF)
O aluno que obtiver NF igual ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete)
prestará Prova Final.
Média Final (MF)
A Média Final é a média ponderada da Nota Final (NF) com peso 6 (seis) e da nota
da Prova Final (PF) com peso 4 (quatro), calculada pela expressão:
(NF x 6) + PF x 4)
MF = -------------------------------10
O aluno com MF < 5,5 estará REPROVADO
A nota mínima da Prova Final (PF) para aprovação é dada por:
5.5 - (NF x 6)
PF
---------------------4
Segunda Chamada
Terá direito a uma Segunda Chamada o aluno que, não tendo comparecido à Prova
Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença, devendo requerê-la, por
si ou por procurador legalmente constituído, na secretaria do departamento que oferta a
disciplina, no prazo de até 48 (quarenta e oito) horas após a realização da Prova Final
(PF) a que não compareceu.
A Prova Final (PF) em segunda chamada realizar-se-á até 5 (cinco) dias após a Prova
Final (PF) da primeira chamada e serão adotados os mesmos critérios utilizados na
primeira.
Aprovação por Matéria
Serão aprovados os alunos que obtiverem, no mínimo, 75% (setenta e cinco por
cento) de freqüência às atividades didáticas e alcançarem, alternativamente:
- Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais (AB’s) igual ou superior a 7,00
(sete);
- Media igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco décimos).
Aprovação por Série
O Colegiado de Curso poderá realizar o ajuste por notas, do aluno que não atingir 5,5
na média final em matéria específica, evitando a sua reprovação na série. Para isso,
tomará como base o coeficiente global no semestre, devendo o aluno atender as
seguintes condições para o seu benefício:
24
a) Este deverá se manter em 7,0 no semestre;
b) O aluno não deverá ter nota inferior a 4,5 em quaisquer das disciplinas que não
sejam do eixo profissionalizante;
c) O aluno não deverá ter nota inferior a 5,5 em quaisquer das disciplinas que
sejam do eixo profissionalizante;
Atendendo as condições acima, o aluno poderá requerer ao Colegiado de Curso a
transferência de pontos de uma disciplina para outra a fim de atingir a nota mínima
exigida para a aprovação da disciplina isoladamente (média 5,5), desde que represente o
seu avanço na série sem deixar alguma disciplina em dependência.
7.1 . Atividades Complementares
Atendendo à Resolução Nº 56/95 – CEPE-UFAL, de 18 de Julho de 1995 e em
consonância com ao inciso XIV do Artigo 6º dos Princípios Norteadores (Capítulo II)
da resolução CNE/CEB Nº 6 de 20 de Setembro de 2012 que preconiza a “flexibilidade
na construção de itinerários formativos diversificados e flexibilizados, segundo
interesses dos sujeitos e possibilidades das instituições educacionais, nos termos dos
respectivos projetos”, o Conselho Diretor da Escola Técnica de Artes normatiza a Parte
Flexível das Atividades Complementares.
Serão computadas 10% (80h) da Carga Horária mínima (800 h) com relação às
atividades complementares como parte flexível, de acordo com o Parágrafo 2º do item II
do Artigo 3º da Resolução Nº 56/97 – CEPE/UFAL, de 18 de Julho de 1995.
De acordo com o Inciso II do Artigo 3º da supracitada Resolução, “poderão ser
consideradas como atividades da parte flexível: Disciplinas ofertadas por quaisquer
cursos da UFAL ou por outras instituições reconhecidas, Extensão, Pesquisa,
seminários, simpósios, congressos, conferências (dentro e fora da UFAL), Núcleos
Temáticos, Monitoria, iniciação Científica, participação de encontros nacionais de
estudantes e administração de entidades estudantis, dentre outras.”
A Coordenação do Curso juntamente com os professores da área e a Direção da
Escola Técnica de Arte proporão à comunidade cursos e outras atividades de extensão
aliadas às pesquisas realizadas na ETA. Tais atividades comporão uma parte do
conjunto de ações juntamente com as disciplinas eletivas propostas pelo próprio Curso
ou outros consumando o que propõe a resolução Nº 56/97 – CEPE/UFAL no seu Artigo
3º.
25
8. BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS
Desde a criação da Escola Técnica de Artes, o SETEC/MEC tem enviado
orçamento para a construção de salas de aulas e aquisição de equipamentos. O Curso
Técnico de Produção de Moda contará com instalações próprias e também, a princípio,
com o material e espaço onde atualmente funcionam os Cursos de Graduação.
A Biblioteca Setorial dispõe atualmente de cerca de 1.600 volumes
compreendidos entre livros de teoria, história e assuntos técnicos. Deverão ser
construídas e adaptadas para o Curso Técnico em Produção de Moda salas de aula
contendo mesas, bancadas, máquinas de costura, manequins, armários e equipamentos
próprios do uso do referido curso em solicitações demandadas para 2014. Algumas das
solicitações já foram atendidas e outras em processo de licitação seguindo orientação da
Direção da Escola Técnica de Artes/UFAL.
A Escola possui 30 (trinta) máquinas de costura portáteis e 1 (uma) Overlock, 1
(uma) Interlock industrial, 1 (uma) galoneira, 10 (dez) máquinas de costura reta
industrial, 5 (cinco) ferros e 5 (cinco) manequins, 5 (cinco) ferros elétricos e 5 (cinco)
tábuas de passar a a ferro, 1 (uma) Biblioteca Setorial cujo acervo específico deverá ser
atualizado em no máximo 1 (um) ano e 1 (um) laboratório de criação já construído no
Espaço da Escola.
O Laboratório de Informática está situado no Setor de Arte,
compartilhado com os Cursos Técnicos e os de Graduação. A ETA possui ainda 3 (três)
salas que poderão servir ainda como laboratório ou estúdio fotográfico.
8.1 Destinação dos resíduos
Atendendo à mais recentes legislações e normatizações brasileira sobre produção de
resíduos e seu recolhimento e/ou utilização adequada, a Escola Técnica de Artes
destinará o total dos resíduos sólidos nos mais diversos materiais tais como tecido,
papel, plástico, emborrachados, entre outros, para fins de reciclagem. Antes, porém,
todos os resíduos classificados por tipos de materiais serão segregados e acondicionados
em recipientes próprios para estocagem em ambiente da Escola, não disponibilizados ao
manuseio geral.
Bimensalmente ou a depender da quantidade de material estocado, a ETA contatará
associações comunitárias, instituições filantrópicas, ONG´s e outras instituições sem
26
fins lucrativos para que venham recolher parte do material disponível para uso de
reciclagem e criação de produtos.
Faz-se mister que, quando necessário, parte dos resíduos seja reutilizado na
disciplina Customização ou em outras que carecerem de material de refugo que não
ofereça riscos ou apresente danos à saúde daqueles que os manuseia.
9. PERFIL PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO
Inicialmente o Curso Técnico em Produção de Moda contará com um corpo
docente oriundo dos Cursos Técnicos de Teatro, Dança e Música, professores dos
Cursos de Graduação em Teatro e Dança e técnicos nas seguintes áreas de estudo:
TABELA X
CORPO DOCENTE
CARREIRA
TITULAÇÃO
EXPERIÊNCIA
PROFISSIONAL
Alex Cerqueira Lopes
Professor
EBTT
Especialista
Andréa
Cavalcante
Almeida Queiroz
de Técnica
Administrativa
Especialista
Anna Rodrigues
Técnica
Administrativa
Especialista
Paula
Técnica
Administrativa
Especialista
Washington Monteiro da Professor
Anunciação
Graduação
Antonio Lopes Neto
Professor
Graduação
Especialista
Pós-Doutor
Acessórios de Moda,
História do vestuário
1 e 2, Experimento
Prático, Tendência e
pesquisa de Moda,
Produção de Moda
Técnicas de costura,
Metodologia
e
Planejamento
de
Coleções,
Customização
Ética, Legislação e
Produção Cultural,
Computação gráfica
aplicada à moda
Empreendedorismo e
gestão de Negócios
de Moda, Marketing
de Moda
Estética, Fotografia
de Moda, Editorial,
Propaganda,
Catálogo de Moda e
Publicidade
(compartilhada com
Anna Rodrigues)
Materiais Têxteis
27
José Eduardo R. M. Xavier Professor
Graduação
da Silva
Jeamerson Santos Xavier
Técnico
Administrativo
Doutor
Desenho de Moda,
Desenho Técnico
Graduado
Vitrinismo
Esses profissionais, de início, serão a base de apoio do Curso Técnico em
Produção de Moda. Além desses profissionais na fase inicial da implantação desse
Curso, este poderá contar com a participação de alunos monitores (estes, com
comprovada experiência na área) dos Cursos de Graduação em Música, Teatro, Dança,
Arquitetura, Design e outros que vierem a ser criados. Contudo, para dar
prosseguimento regular do Curso, novos professores deverão ser contratados.
10 . CERTIFICADOS E DIPLOMAS A SEREM EMITIDOS
Segundo o Parecer CNE/CEB No. 39/2004, “para a obtenção do diploma de
Técnico de nível médio, nos termos do parágrafo único do Artigo 7º do Decreto No.
5.154/2004, o aluno deverá concluir os seus estudos de Educação Profissional Técnica
de nível médio e do Ensino Médio.” Após o cumprimento regular de dois anos, tendo
sido aprovado em todos os semestres e/ou cumprido o período de integralização, o
aluno estará apto a receber o Diploma de Profissional Técnico em Produção de Moda
expedido pelo DRCA/Universidade Federal de Alagoas dentro da conformidade da Lei
e dos Estatutos dessa Universidade. Curso autorizado por Portaria Ministerial nº 99,
publicada no Diário Oficial da União no dia 16/12/1998.
11 . DEMANDA PROJETADA
TABELA XI
2014
Implantação do Curso Técnico de Produção de Moda regular
ou no modelo concernente ao Programa Nacional de Acesso ao
Ensino Técnico e ao Emprego -PRONATEC
2014 e anos a seguir
Concurso para docentes
2015/2016
Avaliação do PPC
28
REFERÊNCIAS
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COBRA, Marcos. Marketing & Moda – São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2007
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FEGHALI, Marta Kasznar. O ciclo da moda/ Marta Kasznar Feghali et al. – Rio
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29
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Sc4#v=onepage&q=surge%20a%20propaganda&f=false
HAUG, Wolfgang Fritz. Crítica da estética da mercadoria – São Paulo: EditoraUNESP
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JONES, Sue. Fashion design: manual do estilista/ trad. Iara Biderman – SãoPaulo:
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LIBARDI, Margareth Cristine. Profissão modelo: em busca da fama – São
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LIPOVETSKY, Gilles. O Império do Efêmero: a moda e seu destino nassociedades
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Mario. O sex appeal do inorgânico – São Paulo: Editora EstúdioNobel, 2005 – (coleção
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Parecer CNE/CEB n. 16/99, in Educação Profissional e Tecnológica: Legislação Básica,
2005.
Parecer CNE/CEB n. 39/2004 In Educação Profissional e Tecnológica: Legislação
Básica, 2005.
Parecer CNE/CEB n. 16/99 In Educação Profissional e Tecnológica: Legislação Básica,
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PEZZOLO, Dinah Bueno. Por dentro da moda: definições e experiências – SãoPaulo:
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Resolução CNE/99 In Educação Profissional e Tecnológica: Legislação Básica, 2005.
Resolução CNE/CEB n. 1 de 21 de Janeiro de 2004. In Educação Profissional e
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Resolução n.1 de 3 de Fevereiro de 2005
Resolução CNE/CEB n. 04/99
Resolução CNE/CEB n. 6 de 20 de Setembro de 2012
30
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SANDMAN, Antônio. A linguagem da propaganda – São Paulo: Editora
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SANT‟ ANNA, Armando. Propaganda: teoria, técnica e prática – São Paulo:
EditoraPioneira, 1998. (biblioteca pioneira da arte, comunicação, arquitetura e
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SANTOS, Gilmar. Princípios da publicidade – Belo Horizonte: Editora UFMG,2005.
SOLOMON, Michael R. O Comportamento do consumidor: comprando,possuindo e
sendo/ trad. Lene Belon Ribeiro. - 5 ed. - Porto Alegre: Bookman,2002.
SOUZA, Antônio Augusto Pereira et ali. Sinal verde, gestão ambiental: a experiência do
CEGAMI. Campina Grande: EDUFP, 2007.
TESSER, Priscilla. A propaganda de moda na mídia impressa brasileira: Um olhardo
presente para o passado. 2005. Disponível
em:http://clubeficaz.com.br/clubes/anchieta/files/2010/03/A-propaganda-da-moda-namidia-impressa-Brasileira.pdf
THE DEVIL WEARS PRADA (O diabo veste Prada). Direção: David
Frankel.Produção: Wendy Finerman. Intérpretes: Meryl Streep (Miranda Priestly)
AnneHathaway (Andrea "Andy" Sachs), Emily Blunt (Emily) Stanley Tucci (Nigel) e
outros.Roteiro: Aline Brosh McKenna, baseado em livro de Lauren Weisberger.
Música:Theodore Shapiro. Studio: 20th Century Fox / Peninsula Films. EUA, 2006. 1
DVD(109 min), distribuidora: 20th Century Fox Film Corporation.
31
ANEXO I
EMENTAS
Acessórios de Moda
Estudo do significado, formato, cor dos
acessórios adequados para cada vestuário
e sua importância na produção do look de
moda e artístico; implementação de novos
materiais. Uso dos melhores materiais
com o projeto a ser executado, a fim de
que se obtenha o melhor resultado na
confecção do acessório.
Computação gráfica aplicada à Moda
Técnicas de ilustração e luz e sombra.
Figuras geométricas, 2D e 3D,
perspectivas, volume e planos.
Utilização gráfica dos tipos de linhas e
espessuras no desenho.
Técnicas para construção de peças da
indumentária masculina, feminina e
infantil.
Representação gráfica da estrutura,
Bibliografia
AGUIAR, Titta. Acessórios – por que,
quando, como usá-los. São Paulo: SENAC
São Paulo, 2008.
CATELLANI, REGINA Maria. A moda
ilustrada e A a Z. São Paulo: Editora
Manole, 2003.
MENDES, Valerie e DE LA HAYE, Amy.
A moda do século XX. traduçãoLuis
Carlos Borges. São Paulo: Martins Fontes,
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MOUTINHO, Maria Rita; VALENÇA,
Máslova Teixeira. A moda no século XX.
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H.F.Ullmann, 2008.
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básico. Rio de Janeiro: Francisco Alves,
1976.
SPECK, H. J. Manual básico de desenho
técnico. Florianópolis: UFSC, 1997.
Customização
O objetivo do Curso de Customização de
Roupas é capacitar o aluno quanto à
criação de roupas customizadas seguindo
as tendências atuais do mundo da moda.
Com aulas práticas e dicas exclusivas, o
aluno aprende a identificar os melhores
materiais e métodos de customização,
podendo desenvolver um trabalho
altamente lucrativo, oferecendo peças
exclusivas e personalizadas ao mercado.
Bibliografia
BARBOSA, Livia. Sociedade de consumo.
3ª Edição – Rio de Janeiro: Zahar, 2010.
DA SILVEIRA, Túlio Cézar Lenzi.
Relações entre a customização em massa e
o design de produtos industriais. Revista
Eletrônica Sistemas & Gestão. 2011.
Universidade do estado de Santa Catarina
(UDESC), Departamento de Design,
Florianópolis – SC.
MAGGI M. GORDON, Ellie Vance.
Bordado Passo a Passo. Editora Publifolha.
MORRISON, Bethany A. Fashion
Ilustrator – Manual do Ilustrador de Moda.
2ª Edição – 2010.
SCHULTZ, Ellen. BLAKENEY, Faith e
Justina. 99 Formas de cortar, costurar e
enfeitar seu jeans. 1ª Edição. São Paulo:
Senac.
LIVACOVIC, Anka. BLAKENEY, Faith e
Justina. 99 formas de cortar, costurar,
franzir
e
amarrar
sua
camiseta,
transformando-a em algo especial. 1ª
Edição. São Paulo: Senac.
AGUIAR, Titta. Moda Artesanal Brasileira
na visão de um personal stylist. 1ª Edição.
33
Desenho de Moda
Estudo do desenvolvimento e da
capacidade de representação gráfica da
forma. Composição visual, luz e sombra,
perspectiva, simetria e conhecimento da
cor. Desenho da figura humana: modelo
vivo. Criação de portfólio.
São Paulo: Senac.
Bibliografia
ARNHEIM, Rudolf. Arte e percepção
visual: uma psicologia da visão criadora.
São Paulo: Pioneira: Editora da
Universidade de São Paulo, 1989.
BARROS, Lilian Ried Miller. A cor no
processo criativo: um estudo sobreBauhaus
e a tória de Gothe. São Paulo: Editora
SENC São Paulo, 2006.
DERDYK, Edith. O desenho da Figura
Humana. São Paulo: Scipione,1990.
DERDYK, Edith. As formas de pensar o
desenho. São Paulo: Scipione, sd.
DRUDI, Elisabetta. Dibujo de figurines
para elcdiseño de moda. Amsterdam: Ed.
Pepin Press, 2005.
FERNANDEZ, Angel. Dibujo para
disenadores
de
moda.
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Parramon, 2007.
FEYERABEND, F. Volker. GHOSH, F.
Ilustração de moda. Barcelona: Editorial
Gustavo Gili, 2009.
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compõe um quadro. Barcelona Col.
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PARRAMON, José Maria. Luz e sombra
em Desenho e Pintura. Barcelona Col.
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1975.
PARRAMON, José Maria. A perspectiva
na arte. Lisboa: Editoria Presença, 1994.
PARRAMON, José Maria. Assim se
Desenha a Bico de Pena. Barcelona Col.
Aprender Fazendo: EdicionesParramon,
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Manual do ilustrador de Moda. São Paulo:
Cosac &Naif, 2007.
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conceptos básicos y aplicacionesprácticas
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TATHAM, Caroline; SEAMAN, Julian.
Curso de dibujo de diseno de moda:
princípios, prácticas y técnicas: Guia
fundamental para el aspirante a diseñador
de moda. Barcelona: Acanto, 2004.
Desenho Técnico
Bibliografia
Definições e importância do desenho
DWORECKI, Silvio. Em busca do traço
Técnico de Moda para a indústria do
perdido. São Paulo: Scipione, 1998.
vestuário. A base do corpo feminino,
EASLEY, Thomas. Figure in motion. New
masculino e infantil: Simetria e proporção. York: Watson - Guptill; 2000.
Estrutura da roupa: Galeria de elementos
FERNÁNDEZ, Angel e ROIG, Gabriel
da roupa e denominações. Recursos de
Martín. Dibujo para Diseñadores de
panejamento. Representação de
Moda. Barcelona: Parramón, 2007.
Abotoamento, aviamentos e acessórios.
FEYERABEND, F. V. Ilustração de Moda
Construção de ficha técnica..
Moldes . Barcelona: Gustavo Gilli, 2008.
GORDON, Louise. Desenho anatômico.
Lisboa: Presença, 1987.
IRELAND. Patrick John. Enciclopedia de
Acabados y Detalles de Moda. Barcelona:
Parramond, 2008.
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manual do estilista. São Paulo: Cosac
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LEITE, Adriana Sampaio. et. al. Desenho
Técnico de Roupa Feminina. Rio de
Janeiro: Senac, 2004.
MANDEL, Rachel. Como desenhar modas:
femininas, masculinas e infantis. Rio de
Janeiro: Ediouro, 1989.
TAKAMURA, Zeshu. Diseño de Moda –
Conceptos básicos y aplicaciones práticas
de ilustração de moda. Barcelona:
Promopress, 2007.
TATHAM, Caroline. Curso de dibujo de
diseño de moda. São Paulo: Academia
Espírito-Santense de Letras, 2010.
Editoral, Propaganda, Catálogo de Bibliografia
Moda e Publicidade
Desenvolvimento de editoriais de moda, AGUIAR, Titta. Personal Stylist: guia para
produções para desfile, fotos, catálogos e consultores de imagem. São Paulo: Senac,
editoriais de TV. Criação, execução e 2003.
35
produção de figurinos de época e
contemporâneos. Montagem de cenas,
vitrines e organização de materiais,
equipamentos e serviços para a produção
de moda.
DEMETRESCO, Sylvia. Vitrina –
Construção de Encenação. São Paulo:
Senac São Paulo, 2007.
FEGHALI, Marta Kasznar. DWYER,
Daniela. As engrenagens da moda. Rio de
Janeiro: Senac, 2001.
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do Estilista. São Paulo: Cosac Naify, 2005.
SANT’ANNA, Maria Rubia. Moda e
Produto. Florianópolis, SC: UDESC:
Estação das Letras, 2010.
Empreendedorismo e Gestão de
Negócios de Moda
Conceito de varejo. Conceito de comércio
e mercadologia. Gerenciamento de
estabelecimentos de moda. Gestão no
atendimento e administração em varejo de
moda. Fidelização do cliente. Marketing
de relacionamentos. Comportamento do
consumidor. Gestão de imagem da loja e
da marca. Comercialização e técnicas de
vendas.
Bibliografia
COBRA, Marcos. Marketing e Moda. São
Paulo: SENAC, 2007.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing
de Varejo. São Paulo: Atlas, 2000.
LINDSTROM, Martin. A lógica do
consumo: verdades e mentiras sobre por
que compramos. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 2009.
MIRANDA, Ana Paula de. Consumo de
moda: a relação pessoa-objeto. São Paulo:
Estação das Letras e Cores, 2008.
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Marca de Moda. Barcelona: Blume, 2009.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing
de Varejo. São Paulo: Atlas, 2000.
Estética
Bibliografia
Estudo dos problemas relativos à beleza, COELHO, Teixeira. Guerras Culturais.
da Grécia à contemporaneidade, suas São Paulo: Iluminuras, 2000.
implicações políticas, culturais e sua HAAR, Michel. A obra de arte: ensaio
aplicação nas linguagens visuais.
sobre a ontologia das obras. Rio de Janeiro:
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JIMENEZ, Marc. O que é estética? São
Leopoldo: UNISINOS, 1999.
LICHETENSTEIN, Jacqueline. A pintura:
da imitação à expressão, vol. 5. São Paulo:
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NUNES, Benedito. Introdução à filosofia
da arte. São Paulo, Ática, 1991.r
PRECISOSA, Rosane, Produção Estética:
Notas Sobre Roupas, Sujeitos e Modos de
Vida. São Paulo: Editora Anhembi
Morumbi,2005.
SANCHEZ VAZQUEZ, Adolfo. Convite à
estética. Rio de Janeiro: Civilização
36
Ética, Legislação e Produção Cultural
Estudo da ética da competência
profissional, procurando analisar as
principais questões que envolvem o
produtor de moda e o criador de moda.
Estudos acerca dos conceitos de cultura,
público e mercado para a implementação
de projetos e ações culturais relacionados
à Produção de Moda.
Experimento Prático
Pesquisa, concepção, projeto e execução
de desfile e/ou produção de um editorial
de moda com produção fotográfica.
Brasileira, 1999.
Bibliografia
COIMBRA, Cecília Maria Bouças.
Psicologia, ética e direitos humanos. São
Paulo: Casa do Psicólogo, 2000.
GOHN, Gabriel. História dos movimentos
e lutas sociais: a construção da cidadania
dos brasileiros. São Paulo: Loyola, 1995.
HERKENHOFF, João Baptista. Ética para
um mundo melhor. Rio de Janeiro:
Thex,2003.
SANCHEZ VASQUEZ, Adolfo. Ética. Rio
de Janeiro: Civilização Brasileira, 1975.
SOUZA, Herbert José de; RODRIGUES,
Carla. Ética e Cidadania. São Paulo:
Editora
Moderna, 1998.
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Bibliografia
BAXTER, Mike. Projeto de Produto: guia
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BOUTINET, Jean-Pierre. Antropologia do
projeto. Porto Alegre: Artmed, 2002.
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projeto: a criatividade aplicada em desenho
industrial. São Paulo: Edgar Blucher, 1987.
RUSSON, Jacqueline. Pintando o rosto.
37
Fotografia de moda
A fotografia e o estúdio de moda. Luz,
maquiagem e vestuário. Postura e
naturalidade. O produto fotográfico
aplicado à moda.
História do vestuário 1
Apresentação da moda como fenômeno
sócio-cultural e econômico no tempo. As
sociedades primitivas e as sociedades
antigas.
Estudo da Pré-história, período Paleolítico
e Neolítico; Povos Antigos, Idade Média,
Idade Moderna, Idade Contemporânea.
A Arte na História, suas influências sobre
a moda.
Acessórios, tecidos, armas, aviamentos,
costumes e crenças de cada período e dos
principais povos.
História do vestuário 2
Disciplina teórico-prática que abordará a
história
da
evolução
da
roupa,
especificamente a Idade Moderna –
São Paulo: Editora Manole Ltda, 1994.
TREPTON, Doris. Inventando moda:
planejamento de coleção. Brusque:
Empório do Livro, 2005.
Bibliografia
PINHEIRO, Lenise. Fotografia de Palco. 1ª
Edição – São Paulo: Senac.
TRIGO, Thales. Equipamento fotográfico /
Teoria e Prática. 3ª Edição – São Paulo:
Senac.
MARTINS, Nelson. Fotografia da
analógica à digital. 1ª Edição – São Paulo:
Senac.
Bibliografia
BRAGA, J. História da moda: uma
narrativa. São Paulo: Anhembi Morumbi,
2004.
LAVER, J. A Roupa e a moda: uma
história concisa. São Paulo: Companhia
das Letras, 2001.
LURIE, A. A linguagem das roupas. Rio
de Janeiro: Arte Mídia ROCCO, 2001.
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Brusque: Doris Treptow, 2003.
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como agregar valor e diferenciar sua
confecção. São Paulo: Ministério do
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Rio de Janeiro: Senac Nacional, 2004.
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LAVER, James. A roupa e a moda: uma
38
Barroco e Rococó, Idade Contemporânea Século XIX, XX e XXI. Aprofundamento
de cada um desses períodos históricos,
analisando a roupa os acessórios e o
ambiente de vida de cada época.
Reprodução ou releitura de modelos
selecionados de acordo com cada período
histórico.
história concisa. São Paulo: Companhia
das Letras, 1989.
LEVENTON, Melissa (org.) História
ilustrada do vestuário: um estudo da
indumentária, do Egito antigo ao final do
século XIX, com ilustrações dos mestres
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KÖHLER, Carl. História do Vestuário. São
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NERY, Marie Louise. A evolução da
Indumentária: subsídios para criação de
figurinos. Rio de Janeiro: Ed. SENAC
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BOUCHER, François. Historia del traje en
occidente. Desde los origenes hasta la
actualidad. Barcelona: Gustavo Gili , 2009.
CATELLANI, REGINA Maria. A moda
ilustrada e A a Z. São Paulo: Editora
Manole, 2003.
COLECCION DEL INSTITUTO DE LA
INDUMENTARIA DE KIOTO. Moda:
Una historia desde el siglo XVIII al siglo
XX. TOMO 1: SIGLO XVIII Y SIGLO
XIX TOMO 2: SIGLO XX. Barnes &
Noble. 2 vol., 2006.
INSTITUTO DE LA INDUMENTARIA
DE KYOTO. Moda desde el siglo XVIII al
siglo XX. Köln: Taschen, 2004.
LIPOVETSKY, Gilles. O Império do
Efêmero, A moda e seu destino nas
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MELLO E SOUZA, Gilda de. O espírito
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possíveis. São Paulo: Editora Anhembi
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PEACOCK, John. The chronicle of
western costume. London: Thames &
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RACINET, Auguste. Le costume
historique. Koln: Taschem, 2006.
RACINET, Auguste. Historia del Vestido.
Espanha: Editorial LIBSA, S.A,
2004.XIMENES, Maria Alice. Moda e
Arte na reinvenção do corpo feminino do
século XIX. São Paulo: Estação das Letras,
39
Marketing de Moda
Conhecer os conceitos de marketing, suas
variáveis organizações, planejamento e
controle para o marketing.
Conhecer sistemas de informação de
marketing, pesquisa de mercado, bem
como pesquisa de comportamento do
consumidor e segmentação de mercado.
Materiais Têxteis
Estudo do panorama da indústria Têxtil. A
tecnologia têxtil com ênfase nas estruturas
planas e de malhas (caimento e volume) e
suas utilizações na (indumentária cênica).
Abordagem de técnicas artesanais de
estamparia,
pintura,
tingimento,
envelhecimento,
texturização,
customização.
2009.
Bibliografia
BAXTER, M. Projeto de produto. 2ª ed.
São Paulo: Edgard Blücher Ltda, 2000.
LAMB, J.C. W.; HAIR, J. J. F.;
MCDANIEL, C. Princípios de Marketing.
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KOTLER, P. Administração de marketing:
análise, planejamento, implantação e
controle. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 1998.
LAS CASAS, A. L. Marketing: conceitos,
exercícios e casos. 7º ed. São Paulo: Atlas,
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<http://www.textilia.com.br>.
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<http://www.usefashion.com.br>.
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moda e linguagem. – São Paulo: Estação
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FEGHALI, Marta Kasznar e DWYER,
Daniela. As engrenagens da Moda.
Coleção Oportunidades Profissionais. Rio
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GUIMARÃES. A cor como informação: a
construção biofísica, lingüística e cultural
da simbologia das cores. São Paulo:
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JOSEPH-ARMSTRONG, Helen. Draping
for apparel design. New York: Fairchild,
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MELLÃO, Renata. Que chita bacana. São
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O’HARA , Georgina. Enciclopédia de
moda. São Paulo: Companhia das Letras,
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PASTOUREAU, Michael. O pano do
diabo: Uma história das listras e dos
tecidos listrados. Rio de Janeiro: J. Zahar,
1993.
PEDROSA Israel. Da cor à cor inexistente.
Rio de Janeiro: SENAC Nacional, 2009.
PEZZOLO, Dinah Bueno. Tecidos:
histórias, tramas, tipos e usos. São Paulo:
Editora SENAC, 2007.
SORGER, Richard/UDALE, Jenny.
Fundamentos de design de moda. Porto
Alegre: Bookman Companhia Editora
40
Ltda, 2009.
de Bibliografia
Metodologia e Planejamento
Coleções
Apresentação dos métodos, técnicas e
conteúdos relacionados à temática da
criação das coleções. Elaboração de book
de coleção de produtos de moda. Projeto
de coleção.
KELLEY, Tom. A Arte da Inovação. São
Paulo. Futura, 2001.
KOLLER, Phillip& Amstrong, Gary.
Planejamento de Produtos. In: Princípios
de Marketing. Rio de Janeiro: Editora
LTC. 1999
JONES J., Sue. Fashion Design – Manual
do Estilista. Cossac&Naify. 2005.
RIEGLMAN, Nancy. Colors for Modern
Fashion –Drawing Fashion with Colors
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Produção de moda
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Produção de moda estuda capacitar o
BAITELLO Junior, Norval. A cultura do
produtor de moda a produzir os elementos eco in A era da Iconofagia. São Paulo:
necessários e agendar os profissionais
Hacker, 2005.
envolvidos para a realização de editoriais
FLUSSER, Villém. A imagem in Filosofia
(revistas e sites), catálogos (confecções),
da caixa preta. Ensaios para uma futura
desfile de moda (confecções) e figurinos
filosofia da fotografia. São Paulo: Relume
em campanhas publicitárias (revistas,
Dumará, 2002.
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PLATÃO. Alegoria da Caverna in
Jeannière, Abel. Platão(versão comentada).
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BESANÇON, Alain. A arte e o
cristianismo in Fabis, Annateresa (org.),
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Técnicas de Costura
Bibliografia
Estudo das técnicas de costura à mão e à
ARAÚJO, Mário de. Tecnologia do
máquina, bordados e seus diferentes
vestuário.
Lisboa:
Fundação
pontos.apresentando os mais diversos
CalousteGulbenkian, 1996.
tipos de pontos, às mais diversas
DUARTE, Sonia; SAGGESE, Sylvia.
necessidades das peças criadas. O ponto
Modelagem industrial brasileira. Rio de
de costura.
Janeiro: Letras & Expressões, 1998.
GORDON, Maggi McCormick. Curso de
costura. Lisboa: Editorial Estampa, 1999.
Tendências e pesquisa de moda
Bibliografia
Planejar, criar e desenvolver projetos de
BAXTER, M. Projeto de produto: guia
coleção ou de produtos do vestuário e suas prático para design de novos produtos. 2ª
etapas, objetivando o mercado da moda
ed.São Paulo: Edgard Blücher ltda, 1998.
propondo a investigação de temas sobre
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processo criativo será desenvolvido e
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gerando e propondo novas ideias e novos
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moda. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.
SITES:
USE FASHION. Disponível em:
42
Vitrinismo
Conhecimentos de técnicas de desenho e
noções de cor, texturas e matérias para a
construção de vitrines temáticas.
Composição de looks para exposição em
vitrines e espaços internos das lojas.
<http://www.usefashion.com.br>.
CHIC. Disponível em:
<www.chic.ig.com.br>.
TEXTILIA. Disponível em:
<http://www.textilia.com.br>.
INSTITUTO BRASILEIRO DE MODA.
Disponível em
<http://www.ibmoda.com.br>.
Bibliografia
LOURENÇO, Fátima. SAM, José Oliveira.
Vitrine – Veículo de Comunicação e
Venda. Editora Senac: São Paulo
HERVÉ,
Dominique.
SACKRIDER,
Françoise. GUIDÉ, Gwenola. Entre
vitrines
–
Distribuição
e
visual
merchandising na moda. Ed. Senac São
Paulo.
MAIER,
Huguette.
DEMETRESCO,
Sylvia (org.). Vitrine entre _vistas –
Merchandisign visual. 2 ed: Senac São
Paulo.
43
ANEXO II
DISCIPLINAS ELETIVAS
Caracterização e Visagismo
A evolução histórica da
maquiagem e do penteado
associados à evolução da
indumentária e sua utilização em
espetáculos. Os diferentes tipos
de pele. A criação da maquiagem
de acordo com o personagem. As
possibilidades de aplicação da
maquiagem. Os materiais
utilizados para a elaboração e
estruturação de penteados
compondo o visagismo associado
às propostas de figurino.
Desenho de Figurino
Estudo do texto teatral do
figurino e sua transposição para a
época estilos e personagens
adultos
infantis
em
sua
representação gráfica.
Bibliografia
CEZIMBRA, Márcia. Maquiagem – Técnicas
básicas, serviços profissionais e mercado de
trabalho. Rio de Janeiro: Ed SENAC Nacional,
2009.
HALLAWEL, Philip. Visagismo, harmonia e
estética. São Paulo: Editora SENAC São Paulo,
2002.
MOLINOS, Duda. Maquiagem. São Paulo:
Editora SENAC São Paulo, 2000.
RUSSON, Jacqueline. Pintando o rosto. São
Paulo: Editora Manole Ltda. 1994.
ECO, Humberto. História da beleza. Rio de
Janeiro: Record, 2004.
PEDROSA, Israel. Da cor à cor Inexistente. Rio
de Janeiro: Leo Christiano Ed., 1977.
TORRES, Domingo Piga. El Maquillaje Teatral.
Santiago, Chile: Publicaciones Escuela de
Teatro, Universidad de Chile, 1968.
SUZUKI, Eico. Nô, teatro clássico japonês. São
Paulo: Editora do Editor, 1977.
Bibliografia
ECO,
Umberto.
SIGURTÁ,
Marino.
ALBERONI, Francisco. DORFLES, Gillo.
FEYERABEND, F. Volker. GHOSH, F.
Ilustração de moda. Barcelona: Editorial
Gustavo Gili, 2009.
GRUMBACH, Didier. Histórias da Moda. São
Paulo: Cosac &Naify, 2009.
JONES, SueJenkyn. Fashion Design – Manual
do Estilista. São Paulo: Cosac &Naify,2005.
LEITE, Adriana, GUERRA, Lisette. Figurino
uma experiência na televisão. São Paulo: Paz e
Terra, 2002.
LOMAZZI, Giorgio. Psicologia do Vestir.
Lisboa: Assírio e Alvim,1989.
MENDES, Valerie HAYE, Amy de la. A moda
do século XX. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
OLIVEIRA, Ana Cláudia de. Corpo e Moda –
por uma compreensão do contemporâneo. São
44
Figurinos específicos
Processos de concepção e
confecção de alguns tipos de
figurinos específicos classificados
como especiais tais como:
figurinos relacionados a rituais
religiosos e festivos, regionais,
típicos, folclóricos, indígenas,
figurinos de circo, de shows, de
carnaval, de enchimento
(defeitos, deformações físicas).
História das Artes
Conhecer a história da Arte, seus
conceitos e fundamentos de
acordo com cada período da
história.
Observar
os
principais
movimentos
artísticos
acontecidos nos períodos da
antiguidade, desde a Pré-história
até o século XX, identificando
cores e materiais
usados para cada um deles.
Conhecer o surgimento do
Design, seus princípios e sua
evolução, observando as Funções:
Estético-Formais e Simbólicas.
Bases de modelagens básicas a
partir da tabela de medidas.
Interpretar modelos utilizando as
bases. Graduação dos moldes.
Desenvolver o molde no corpo
Paulo: Editora Estação das Letras, 2008.
RACINET, Auguste. Le costume historique.
Koln: Taschem, 2006
Bibliografia
ANCHIETA, José. Auleum a quarta parede:
Cenografias e Figurinos. São Paulo: Editora
Abooks, 2002.
CARNEIRO, Marília. No camarim das oito. Rio
de Janeiro: Ed. SENAC Nacional, 2003.
LEITE, Adriana, GUERRA, Lisette. Figurino
uma experiência na televisão. São Paulo: Paz e
Terra, 2002.
MAGALHÂES, Rosa. Fazendo Carnaval. Rio
de Janeiro: Editora Lacerda, 1997.
MENDES, Valerie HAYE, Amy de la. A moda
do século XX. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
MUNIZ Rosane. Vestindo os nus: O figurino em
cena. Rio de Janeiro: Editora SENAC Rio, 2004.
Bibliografia
BÜRDEK, B.; E. História, teoria e prática do
design de produtos. São Paulo: Edgard
Blücher, 2006.
GOMES, J. F. Gestald do objeto: sistema de
leitura visual da forma. 8ª ed. São Paulo:
Escrituras, 2008.
CALDAS, D. Observatório dos sinais: teoria e
prática da pesquisa de tendências. Rio
de Janeiro: SENAC, 2004.
RIGUEIRAL, C. e F. Design e moda: como
agregar valor e diferenciar sua confecção.
São Paulo: Ministério do Desenvolvimento,
2002.
GARLAND, M. e BLACK, J. A. Storia della
moda. Itália: De Agostini, 1999.
PROENÇA, G. História da arte. São Paulo:
Ática, 1999.
SITES:
MODA.MODA.MODA. Disponível em:
<http://www.moda.moda.moda.zip.net/historia>.
HISTÓRIA. Disponível em:
<http://www.historianet.com.br>.
PORTAL DA ARTE. Disponível em: < http://
www.portaldaarte . com.br >.
ARTE E HISTÓRIA. Disponível em: <
http://www.arteehistoria.com.br>.
AMADEN-CRAWFORD, Connie. The art of
fashion draping.New York: Fairchild, 2007.
CAVALHEIRO, Rosa Marly; SILVA, Rosa
Lúcia de Almeida. Moldes femininos – noções
básicas. Rio de Janeiro: Ed. SENAC Nacional,
45
do/a modelo ou no manequim
2004.
DRUID, Elisabeta. Wrap & Drape fashion:
History, design & drawing. Amsterdam: The
Pepin Press, 2 007.
DUARTE, Sonia. Modelagem Industrial
Brasileira. Rio de Janeiro: Guarda-Roupa, 2008.
DUARTE, Sonia. MIB: Modelagem Industrial
Brasileira: Saias. Rio de Janeiro: Guarda-Roupa,
2009.
FEYERABEND, F. Volker. GHOSH, F.
Ilustração de moda.Barcelona: Editorial Gustavo
Gili, 2009.
FULCO, Paulo; SILVA, Rosa Lúcia de
Almeida. Modelagem Plana Feminina. Rio de
Janeiro: Ed. SENAC Nacional, 2003.
SABRA, Flávio. Modelagem tecnologia em
produção de vestuário. Rio de Janeiro: Estação
das letras e cores/SENAI/CETIQT.
46
ANEXO III - HORÁRIO
1º SEMESTRE
Horário
2ª-Feira
07:30-08:40 Estética
08:40-09:20
Estética
09:20-10:10
História do
vestuário 1
História do
vestuário 1
10:10-11:00
11:10-12-00
12:00-12:50
2º SEMESTRE
Horário
2ª-Feira
07:30-08:40 Marketing
de Moda
08:40-09:20 Marketing
de Moda
09:20-10:10 Marketing
de Moda
3ª-feira
Desenho de
Moda
Desenho de
Moda
Desenho de
Moda
Desenho
técnico
Desenho
técnico
Desenho
técnico
4ª-Feira
Materiais
Têxteis
Materiais
Têxteis
Materiais
Têxteis
Técnicas de
costura
Técnicas de
costura
Técnicas de
costura
3ª-feira
4ª-Feira
Acessórios de Vitrinismo
Moda
Acessórios de Vitrinismo
Moda
Computação
Gráfica
aplicada à
Moda
Computação
10:10-11:00 Ética,
Legislação e Gráfica
Produção
aplicada à
Cultural
Moda
Customização
11:10-12-00 Ética,
Legislação e
Produção
Cultural
Customização
12:00-12:50 Ética,
Legislação e
Produção
Cultural
5ª-Feira
5ª-Feira
6ª-feira
6ª-feira
47
3º SEMESTRE
Horário
2ª-Feira
Produção de Moda
07:3008:40
08:4009:20
09:2010:10
10:1011:00
11:10-1200
12:0012:50
3ª-feira
Tendências e
Pesquisa de
Moda
Produção de Moda Tendências e
Pesquisa de
Moda
Produção de Moda Tendências e
Pesquisa de
Moda
Empreendedorismo Metodologia
e Gestão de
e
Negócios de Moda Planejamento
de Coleções
Empreendedorismo Metodologia
e Gestão de
e
Negócios de Moda Planejamento
de Coleções
Empreendedorismo Metodologia
e Gestão de
e
Negócios de Moda Planejamento
de Coleções
4º SEMESTRE
Horário
2ª-Feira
07:30-08:40
08:40-09:20
3ª-feira
4ª-Feira
4ª-Feira
5ª-Feira
6ª-feira
Fotografia de
Moda
Fotografia de
Moda
5ª-Feira
6ª-feira
Experimento
Prático
Editorial,
Propaganda,
Catálogo de Moda
e Publicidade
Editorial,
Propaganda,
Catálogo de Moda
e Publicidade
Editorial,
Propaganda,
Catálogo de Moda
e Publicidade
Editorial,
Propaganda,
Catálogo de Moda
e Publicidade
09:20-10:10
Experimento
Prático
10:10-11:00
Experimento
Prático
11:10-12-00
Experimento
Prático
48
12:00-12:50
PARECER
Envio em anexo uma carta com algumas considerações e o seu PPC com correções e
considerações em azul. Espero ter ajudado e espero que você também me ajude. Um
abraço,
Profª Drª Ézia Neves
Caro Eduardo e demais professores,
Gostaria de agradecê-los pelo convite, pela consideração e pela confiança
depositados em mim. Ao fazer a leitura do texto marquei em azul algumas
correções e proposições de alterações, deixando entre parênteses, em preto, o
texto original. Gostaria de solicitar a compreensão de todos para o seguinte
fato: a Escola de Teatro e Dança está tramitando junto ao MEC a inclusão do
Curso Técnico em Figurino no catálogo de cursos técnicos do MEC, constatei
no Projeto Pedagógico do curso proposto pela Escola Técnica de Artes da
Universidade Federal de Alagoas, que algumas disciplinas adotaram o mesmo
nome, algumas inclusive com parte de ementas idênticas as do curso Técnico
em Figurino, fico preocupada se isto não poderia prejudicar nossa solicitação
junto ao MEC. Por isso, sugeri algumas mudanças nos nomes de algumas
disciplinas e também solicito que seja alterado o teor das referidas ementas,
destacadas no corpo do Projeto Pedagógico em azul.
No catálogo do MEC temos a seguinte descrição:“TÉCNICO EM PRODUÇÃO
DE MODA - Coordena a montagem de ambientes para divulgação da moda,
estabelecendo uma relação direta entre produto e consumidor por intermédio
de catálogos, desfiles e meios de comunicação em geral. Pesquisa tendências
de moda, de mercado e de lançamentos para construção dos estilos e sua
composição visual. Elabora a composição de looks direcionados para produção
publicitária, vitrines, exposições, desfiles, entre outros tipos de apresentação
pública de estilo.”
O perfil do curso proposto define que o egresso será um “criador de moda” e
não um produtor de moda.
O direcionamento do Projeto Pedagógico proposto poderá formar um estilista e
um figurinista, mas acredito que faltam algumas disciplinas para formar o
produtor de moda, que é um profissional que produz visualmente o look das
roupas criadas por um estilista para divulgação em editoriais de moda, desfiles,
publicidade em geral, ele não cria as roupas, trabalha com roupas prontas. Por
vezes poderá produzir figurinos de espetáculos que trabalhem com a estética
49
contemporânea, utilizando roupas de lojas, de brechós e até mesmo dos
atores.
Sinto falta de disciplinas que abordem o mercado de consumo com foco no
público alvo, o mercado publicitário com produções para editoriais de revistas
de moda, catálogos de venda, publicidade, divulgação das marcas, comerciais
de televisão, exposições, vitrines, desfiles, fotografia, casting de modelos,
tendências de moda. Observo a proposição de algumas disciplinas tais como:
vitrinismo, composição visual e marketing e moda. Aliás, tendência de moda é
uma disciplina importante para o estilista também. Já que o curso proposto
formará três em um, precisaria incluir este tema.
Quadro de disciplinas do PPC
1º
Desenho de
Moda
Desenho
Técnico
2º
História da
Moda
3º
Marketing e
Moda
Acessórios de
Moda
Computação
Gráfica
aplicada à
Moda
Técnicas de
Costura
Figurino 1
Figurino 2
4º
Composição
Visual
Metodologia e
Planejamento
de Coleção
(coleções)
Resíduos
Materiais
Têxteis
Moulage
Vitrinismo
Modelagem
Básica
Feminina
Prática de
Montagem 1
Modelagem
Básica
Masculina
Prática de
Montagem 2
Estética
Ética,
Legislação e
Produção
Cultural
Questiono como se pode ter Acessórios de moda sem antes ter a História da
Moda? Como é que vai ter Técnicas de costura sem antes aprender sobre
tecidos em Materiais Têxteis? Como é que já tem a Prática de Montagem 1
sem ter tido todas as disciplinas de modelagem?
QUADRO DE DISCIPLINAS SUGERIDOS (e trocados de lugar)
SERVEM
PARA:
Produção
de Moda
Estilista
Figurinista
1º
2º
3º
Estética
(os três)
Desenho
de Moda
Composição
Visual
Computação
Gráfica
Marketing e
Moda
4º
Vitrinismo
Eletivas
História das
Artes (os três)
50
aplicada à
Moda
Estilista
Desenho
Técnico
(Figurinista
não precisa
fazer
desenho
técnico só
o artístico,
o produtor
nem
precisa
desenhar)
Estilista
Figurinista
História
(da
Moda) da
Roupa
(os três)
Estilista
Figurinista
Produtor
de Moda
Estilista
Figurinista
Materiais
Têxteis
Técnicas
de
Costura
Não
entendi
muito estas
disciplinas
neste curso
Estilista
Figurinista
Metodologia
e
Planejamento
de Coleção
(está é mais
para o
Estilista)
Design de
Figurino 1
Design de
Figurino 2
Modelagem
Básica
Feminina
Ética,
Legislação e
Produção
Cultural
Modelagem
Básica
Masculina
Moulage
Indumentária
1 e 2 (é
história da
roupa
também)
Resíduos
(poderia ser
Customização
é mais
adequado)
Experimento Acessórios Experimento Caracterização
Prático 1
de Moda
Prático 2
e Visagismo
(Prática de
(Prática de
Montagem 1)
Montagem 2)
Separei por cores as disciplinas que acho que estão correlacionadas e
redistribuí nos semestres para vocês repensarem na seqüência de
aprendizado, por exemplo, moulage só deveria ser ensinada depois de
Materiais Têxteis, Técnicas de costura, Modelagem feminina e masculina.
Disciplinas eletivas – não é explicada sua necessidade e dinâmica
DISCIPLINA
CH
História das Artes
45 h
51
Caracterização e Visagismo
30 h
Indumentária 1
30 h
Indumentária 2
30 h
História do Teatro
30 h
História da Dança
30 h
Figurinos específicos
30 h
Mesmos nomes do curso ETDUFPA
Eduardo, desculpe não ter encaminhado antes, estou super atarefada, estou
montando um evento para este sábado na EDUFPA, com aula todos os dias,
nesta segunda viajo para Brasília para participar do seminário PROEJA no
PRONATEC, enfim, gostaria de ter analisado com mais calma seu projeto mas,
para não demorar mais ainda, vou enviar como está, se depois eu observar
mais alguma coisa vou escrevendo para você. Não se esqueça de observar as
disciplinas que estão similares as do curso da ETDUFPA.
Desculpa se me equivoquei com alguma coisa. Espero ter ajudado.
Um abraço,
Profª Drª Ézia Neves, Belém do Pará, 2013.
TEXTO COMPLEMENTAR
No site da Glória Kalil:
A função de um produtor de moda mudou bastante nos últimos anos, mas
investigamos como é a rotina e as funções desta profissão hoje, afinal de contas, é uma
atividade frequentemente confundida com a de stylist.
Conversamos com Kika Pereira de Souza, que começou a trabalhar como produtora de
moda há cerca de 25 anos. "Quando comecei, o produtor de moda fazia de tudo: pegava
as roupas nas lojas, fazia o styling, acompanhava as fotos, fazia devolução", disse ela.
"Hoje, as atividades foram divididas e acredito que a rotina é até mais saudável."
Kika ainda acredita que começar trabalhando como produtor pode ser sim um degrau
para se tornar um bom stylist no futuro, porém, em muitos trabalhos, as funções são
diferentes e complementares. "Produtor fica na rua, visita lojas, carrrega sacolas, faz
devoluções", diz a consultora de moda Manu Carvalho, que começou trabalhando
como produtora na revista Casa Vogue. "O stylist é quem busca as referências, cria uma
imagem e opina no resultado final da produção, 'dá o tom' no trabalho", explica.
"O stylist ou o editor nos passa o briefing do trabalho e, a partir disso, montamos uma
agenda-roteiro. Entramos em contato, com lojas, marcas e assessorias de imprensa,
visitamos os locais, escolhemos as roupas e levamos para o local onde será o trabalho",
detalha Manu. Vale lembrar que durante todo o tempo, o produtor é o responsável pelas
peças emprestadas.
A consultora ainda confessa que a parte mais chata da profissão é a fase de devolução.
Mas essa é uma das mais importantes. "O produtor tem sempre que ter controle do que
52
pegou emprestado e devolver tudo em prazos e condições perfeitas". E a parte boa?
Ambas respondem que é ver o trabalho acontecer, ganhar forma, acompanhar todo o
processo e ver o resultado prontinho, é claro.
Quer se arriscar na profissão? Listamos sete pré-requisitos para ser um bom
profissional. Veja se você se encaixa neles!
1. Você tem mais facilidade em executar os trabalhos se é extrovertida.
2. É preciso ser comunicativa, articulada, objetiva e clara.
3. Persuasão é fundamental, principalmente na hora de conseguir as "peças mais
desejadas e disputadas".
4. Responsabilidade, organização e comprometimento são essenciais, como em todas as
outras profissões.
5. Exercite a sua criatividade. Lembre-se que se conseguir boas peças e solucionar
problemas, o stylist fará um bom trabalho e confiará mais em você.
6. É necessário ter timing: pense nas datas desde o ínicio até o fim, antes de iniciar ou se
comprometer com um trabalho.
7. Gostar de moda é fundamental!
O Senac oferece um curso livre, veja a unidade mais próxima aqui
Quando: De 3 de outubro a 16 de novembro, das 19h às 23h.
Investimento: R$ 1.333 (em até duas parcelas)
Fonte: http://chic.ig.com.br/boa-vida/noticia/a-funcao-de-um-produtor-de-moda-emuitas-vezes-confundida-especialistas-indicam-os-pontos-principais-da-profissao em
08/05/2013
O profissional formado por este curso estará apto a atuar como produtor em revistas, jornais, sites, desfiles e
campanhas publicitárias.
No meio editorial e também em sites, ele é o responsável pelo agendamento dos profissionais envolvidos no
ensaio fotográfico de moda – fotógrafos, modelos e maquiadores, além de montar todos os looks a serem
fotografados, junto com o editor de moda ou o stylist.
Nos desfiles de moda, o produtor trabalha em dupla com o stylist, construindo a imagem que a marca quer
passar ao consumidor, implantando e expandindo essa marca dentro do mercado. É ele o responsável pela
complementação dos looks editados para um desfile.
Nas campanhas publicitárias, o produtor assume a função de um figurinista. Compõe os figurinos necessários
para vestir os personagens, para uma foto ou um filme, seguindo o perfil estabelecido pelas agências de
propaganda e caracterizando-os de acordo com a moda.
Download

Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Produção de Moda