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Ata da Reunião do Conselho Deliberativo realizada em 31/03/2011
Aos trinta e um dias do mês de março de dois mil e onze, na sede do Taubaté Country Club,
sito na rua Conselheiro Moreira de Barros, nº 126, Taubaté, SP reuniu-se o Egrégio Conselho
Deliberativo.
Estando presentes os Conselheiros: Antonio de Moura Abud Junior, Antonio Cláudio Lemi
Furquim, Celso Moreira de Castilho, Gerdal Shu Fong, Horton Sidnei Cunha, Mauro Francisco
Tomé, Evaristo Tomy Filho, José Antonio Csuka Junior, Luis Gustavo Barbosa Lima, Odorico
Passarelli de Campos Junior, Paulo Sergio de Moraes Rangel, Paulo Walter de Mattos Junior,
Hélio Tobias, Vitor Geraldo Azevedo Ramos, Márcio de Moura Barros, Antonio Carlos de
Mattos Pinto, Antonio Hamilton Rocha, Clenira Pereira Adami, Fábio de Oliveira Gonçalves,
Hilton Heliotrópio de Matos, José Luiz Miglioli, Luiz Antonio Lemi Furquim, Luiz Homero da
Silva, Márcio Vieira, Marcos Vinício Monteiro Meireles, Roberto Rezende Ribeiro, Samiro Feres
Junior.
O Presidente do Conselho Deliberativo Luis Gustavo deseja boa noite a todos e chama o
Conselheiro José Antonio Csuka Junior para que faça uso da tribuna livre inicial por cinco
minutos a que tem direito, estatutariamente.
O Conselheiro José Antonio Csuka Junior deseja boa noite a todos presentes. Explica que no
dia 14 de maio será a eleição para Diretoria Executiva e se lançou candidato a presidente e
além de comunicar pede a colaboração de todos, pois quer fazer um trabalho em prol do clube,
porque como pode ver, o clube está meio parado. O Conselheiro Csuka fala, também, que faz
documento, manda sugestões, e não é atendido. Diante dos fatos sua proposta é colocar em
prática tudo que há de errado, tudo que tenta fazer e não é aceito, porque a Diretoria não põe
em pratica, há uma briga interna e não resolvem nada. Outro fato é a desvalorização do
conselheiro feita por essa Diretoria, onde o vice-presidente pede aumento de mensalidade de
dezoito por cento, o conselho aprova dez por cento, e o vice-presidente sai dando risada
dizendo que só precisava de dez por cento. E, ao ver do Conselheiro esse tipo de coisa não
pode acontecer. Ocorrendo a mesma situação no pedido de empréstimo de cem mil reais, em
que o Conselho concedeu, e logo após fala para um jornalista, o fato, e sai na primeira página
“Diretoria dá um passa moleque nos Conselheiros”. O Conselheiro Csuka defende que o
Conselho tem que ser valorizado, porque é o segundo órgão dentro do clube. O Conselheiro
Csuka justifica que sempre fez críticas a Diretoria e não mudou seu discurso, tendo tudo
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documentado, sendo contrário a posição do vice-presidente, pois se não concordava com a
diretoria poderia sair e juntar ao conselho que seria muito bem vindo. O Conselheiro finaliza
pedindo aos que concordam ajudá-lo na eleição. O Conselheiro agradece a todos.
O Presidente Luis Gustavo dá sequencia na reunião e pede ao secretário para fazer a leitura
dos Conselheiros licenciados.
O Secretário Horton Cunha: boa noite. Em primeiro lugar coloca o pedido de licenciamento do
Conselheiro Reginaldo que por motivos pessoais e profissionais pede afastamento por três
meses, e, na mesma data em que o suplente imediato iria assumir Danilo Lopes Ribeiro
também pede pelos mesmos motivos o afastamento por três meses, assim sendo o próximo
suplente é o Senhor Sebastião Moreira.
O Conselheiro Sebastião Moreira vai até a mesa para efetuar a assinatura e é aplaudido.
O Secretário Horton Cunha continua fazendo a leitura do pedido de licença, sendo os
Conselheiros: por motivo de trabalho Paulo Ferraz da Hora, por motivo de trabalho Henrique
Ricardo Emílio Groh, por motivo de trabalho Fábio de Oliveira Gonçalves, por motivo de
trabalho Décio Silva Azevedo, por motivo de trabalho Arcione Ferreira Viagi, por motivo de
trabalho Antonio Carlos de Mattos Pinto, e, por motivo de trabalho Otávio Alves Corrêa Filho,
por motivo de saúde Regina Maria dos Santos Pereira, por motivo de saúde Carlos Alberto
Ronconi Salgado.
O Presidente Luis Gustavo registra também o Senhor “Marta Rocha” que por problemas
pessoais também está impossibilitado de comparecer. Não havendo nenhuma manifestação
contrária declaro aprovado os pedidos de licenciamento.
O Conselheiro Antonio Claudio Lemi Furquim deseja boa noite a todos. O Conselheiro fala a
respeito do que está acontecendo, do conselheiro telefonar e falar que não pode comparecer
por motivo de trabalho ou qualquer outro motivo. No regimento ou o estatuto, não se recorda
exatamente onde seja, mas está escrito que “poderá dizer o porque não veio e comprovar”,
pois acontece de alguns conselheiros comparecem somente quando é convocado por um
membro da diretoria, devendo portanto, fazer como se faz no serviço se a pessoa falta no
serviço comprova justificando sua falta.
O presidente Luis Gustavo não concorda com o conselheiro porque a deliberação é feita em
plenário, e caso ocorra a discordância com alguma das justificativas, poderá interpelar e será
avaliado o que o Conselheiro colocou.
O Conselheiro Antonio Claudio desculpa-se, e fala que está escrito no estatuto ou no regimento
devendo comprovar.
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O Presidente Luis Gustavo fala que esse tipo de procedimento não partiu dele, mas sim já é de
praxe fazer há um longo tempo, podendo até pegar as atas das outras Mesas para checar.
O Conselheiro Antonio Claudio responde que não justifica continuar no erro, devendo o
regimento ser cumprido.
O Conselheiro Hamilton fala que justificar, conforme falado pelo Presidente, somente ligando
não pode ser aceito, deve-se mesmo comprovar.
O Presidente Luis Gustavo fala que dentre todos os Conselheiros não houve pessoa que mais
se preocupou do que o Secretário Horton e que a mais de dois anos luta com esse tipo de
procedimento e nunca conseguiu uma pessoa que fosse solidária a ele. O Presidente Luis
Gustavo finaliza dizendo que acha a situação muito delicada, pois é um convívio de mais de
seis anos e falar que não irá aceitar, portanto o conselho deve regulamentar valendo para
todos, mas o que não pode acontecer é fazer diferenças entre um e outro ou vale para todos
ou não vale, e se for deliberado que a partir desta data não pode mais licenciar não problema
algum.
O Conselheiro José Luiz Miglioli fala que a situação é fácil ser arrumada, pois já existe uma
deliberação anterior, não devendo se discutir mais, então, é somente pegar a deliberação e
aplicar.
O Presidente Luis Gustavo fala que é a primeira vez em oito anos em que faz parte do
conselho que se está discutindo a situação, portanto, irá verificar as atas anteriores e se tiver o
mesmo procedimento irá seguir. E, para continuar a reunião, o presidente questiona se há
alguma restrição referente aos licenciamentos da reunião do dia. O Presidente Luis Gustavo
coloca em votação e as licenças são aceitas pela totalidade dos presentes.
Há bastante debate sobre o assunto, mas fora da captação do microfone.
O Conselheiro Hilton Heliotrópio de Mattos fala que precisa ter é bom senso quando se refere a
licença, exemplificando, fala do Conselheiro Arcione que sempre está presente e na reunião da
data de hoje não pode comparecer, mas há casos em que o conselheiro não vem em três
reuniões seguidas, e isso é o que não pode acontecer. E, na sua opinião o conselheiro que
falta por três ou quatro vezes seguida não pode ser conselheiro.
O Presidente Luis Gustavo fala que a partir da próxima reunião irá procurar amenizar a
situação, pois está vendo que é vontade de alguns conselheiros. Em contra partida tem o
Secretário Horton que sempre se preocupou com o assunto. O Presidente Luis Gustavo fala
também que nunca ficou questionando os pedidos, mas sabe que os conselheiros que pedem
consecutivamente ou alternadamente sabe que tem compromisso, mas não tem como guardar
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o compromisso dos quarenta e cinco na cabeça, mas foi por este motivo que se comprometeu
em não marcar reunião do conselho no mesmo dia. O Presidente Luis Gustavo finaliza pedindo
desculpas, caso tenha se exaltado, mas o seu papel é manter a ordem, e se for de opinião de
maioria que se avalie para melhorar será feito.
O Presidente Luis Gustavo dá prosseguimento à sessão. É perguntado se há alguma
consideração a ser feita referente à ata.
O Conselheiro José Antonio Csuka Junior fala que referente a ata foi falado a respeito da
Comissão de Ética sobre o parecer de punição para diretoria, mas como foi extinto o processo,
em sua opinião deve ser retirado o parecer.
Há questionamento em plenário, mas fora da captação do microfone.
O Conselheiro Csuka responde que quem pediu para ser colocado foi o Conselheiro Furquim e
a aceitação foi do Presidente. E, sua opinião é de que se foi extinto o processo não se deve ler.
O Conselheiro Csuka finaliza dizendo que não há nada contra a comissão de ética, mas
procurou se informar sobre o assunto para levar ao plenário e pede para retirar o parecer.
O Conselheiro José Luiz Miglioli fala que: “o nome técnico disso é antinomia que são oposições
jurídicas. A comissão fiscal fez um relatório e a comissão de ética também fez um relatório,
havendo um confronto, pois não se colocou o relatório da comissão fiscal, não está na ata,
além de que o relatório da comissão de ética foi deliberado pelos conselheiros e quando se
decidiu aprovar a isenção de penalidade foi isso que foi deliberado, não se discutiu o relatório
da comissão de ética.” Portanto, na opinião do Conselheiro José Luiz que embora o
Conselheiro Csuka não tenha entrado na questão jurídica, e, não devendo entrar na parte
jurídica, deveria levar em consideração a parte do bom senso no sentido de que se uma não foi
exposta a outra também não pode ser.
O presidente Luis Gustavo fala que irá verificar, pois no seu entendimento, a comissão fiscal
apresentou um relatório e existia ressalva. Foi feita uma outra explanação onde foram
arquivadas e com isso ficou prejudicado o relatório da comissão de ética.
O Conselheiro Csuka explica que o pedido de abertura do processo administrativo contra a
diretoria foi em função dos relatórios que mandamos para diretoria e não atendidos de forma
correta, exemplificando, conta oculta, falta de informação, enfim não estavam cumprindo o
estatuto, não tendo nada com as ressalvas.
O Presidente Luis Gustavo questiona o motivo que foi extinto o processo.
O Conselheiro Csuka explica que o processo foi extinto porque o presidente da diretoria
executiva e o tesoureiro assumiram, de fato, suas funções e responderam tudo que a comissão
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fiscal havia solicitado, e mediante cumprimento de todas as exigências não havia mais razão
em continuar com o processo, sendo pedido o arquivamento do processo.
O Conselheiro Marcos Vinício Monteiro Meireles fala que quer esclarecer somente uma coisa,
mesmo sendo leigo, no seu entendimento, uma coisa independia da outra, pois a aprovação
das contas era uma coisa, o pedido de abertura do processo administrativo era outra coisa, e
os tempos são totalmente diferentes. Em sua opinião o relatório deveria ter sido lido ser
aprovado ou não, porque o que foi aprovado foi da prestação de conta.
Neste momento há bastante questionamento, mas fora da captação do microfone.
O Conselheiro Marcos Meireles responde que não está equivocado e que naquela reunião o
processo em que a comissão fiscal havia solicitado o processo administrativo tinha perdido o
efeito.
O Vice-Presidente Odorico Passarelli pede a palavra e esclarece que o processo relativo à
punição para diretoria foi feito obedecendo todos os tramites, chegando até a comissão de
ética, a qual se reuniu emitindo relatório. Nesse tramite a diretoria atendeu à solicitação da
comissão fiscal, e a comissão fiscal aprovou as contas da diretoria executiva em um processo.
O outro processo era o processo relativo a punição da diretoria. No relatório da comissão fiscal
alega-se que foi atendido em todas as necessidades e em contra partida achava que deveria
ser extinto o processo.
Neste momento o Conselheiro Passarelli é interrompido, mas fora da captação do microfone.
O Conselheiro Passarelli esclarece que tinha o relatório da comissão fiscal dando parecer
favorável, após breve debate o Conselheiro finaliza dizendo que o problema realçado é o
parecer da comissão de ética o Senhor Presidente pode solicitar à secretária que retire o
parecer da ata.
O Presidente Luis Gustavo explica que vai encaminhar para votação para que conste a retirada
do relatório da comissão, sendo aceito pela totalidade e aprovada a ata. Passando para os
expedientes o primeiro é divulgação do relatório contábil do 1º trimestre/2010 - Conselheiro
Antonio Hamilton Rocha.
O Conselheiro Hamilton esclarece que os associados tem sempre cobrado o que o conselho
está fazendo para benefício deles, diante disso, solicitou na reunião anterior e reforça hoje que
o relatório da Comissão Fiscal seja divulgado para os sócios e ficar bem transparente. O
Conselheiro cita o artigo 29 inciso XII: “receber trimestralmente a descrição detalhada de todas
as despesas e receitas, aquisições, alienações e demais movimentações financeiras e
contábeis realizadas pela Diretoria Executiva, pelo Informativo ou por correspondência;” e mais
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no regimento interno do Conselho Deliberativo consta “Artigo 17º - A verba do fundo especial
poderá ser utilizada, conforme deliberação do Conselho Deliberativo, para eventuais despesas
das sessões ou as necessárias para o seu funcionamento e objetivo e, inclusive, divulgação
das mensagens ou homenagens de interesses dos associados ou em solicitação da mesa
diretora”. O Conselheiro Hamilton continua explicando que em razões dos artigos citados é que
pede verba destinada para divulgação do relatório, a exemplo, do que deveria ser feito
mensalmente com relação ao demonstrativo de resultado do Taubaté Country Club para todos
os associados e que não é feito. O que saiu na última revista foi o relatório semestral, havendo
assim uma falha, por este motivo o Conselheiro pede que seja divulgado, até porque, o
relatório a comissão fiscal fez e o conselho deliberativo aprovou.
O Presidente Luis Gustavo coloca em discussão.
O Conselheiro Marcos Meireles fala que há muito tempo vem falando com o presidente da
necessidade em fazer a divulgação dos trabalhos do Conselho Deliberativo e achou muito
oportuna a colocação do Conselheiro Hamilton referente a divulgação dos trabalhos, mas a seu
ver divulgar somente o trabalho da comissão fiscal é tolir o direito das outras comissões que
existem. O Conselheiro Marcos fala que há algum tempo já pensa em fazer uma proposta para
apresentar sendo a primeira entrar em contato com a diretoria executiva para que acerte o
novo site do Taubaté Country Club quanto aos equívocos existentes em relação ao Conselho
Deliberativo, e que contenha as atas, as deliberações, os relatórios das comissões, de modo
que o associado saiba todo o trabalho do Conselho, sendo uma proposta mais ampla, não
pensando somente na comissão fiscal, mas no conselho como todo. E, na revista possa ter
duas páginas para divulgação de todo o trabalho do Conselho, bem como, sua função,
acabando com o questionamento do sócio sobre o que o Conselho está fazendo. O
Conselheiro Marcos Meireles finaliza dizendo que coloca a proposta em discussão e não
colocar somente o relatório da comissão fiscal.
O Conselheiro José Luiz fala que: “com todo respeito se deve conhecer o estatuto para
coordenar as reuniões do conselho. As sugestões são válidas, mas apresentadas em momento
inadequado, não é a hora, e se quiser saber a verdade, não entendeu direito o que foi
apresentado. Então, na sua opinião deveria protocolar na secretaria as sugestões. E, como
está sendo elaborado o regimento interno da Diretoria Executiva e poderá ser incluído. Pois há
dois aspectos normativos que não estão sendo cumpridos, e, a divulgação trimestral, é
obrigatória. E, o presidente do conselho, está regimento, poderá fazer o resumo da ata e
publicar na revista. Então, já há duas normas em vigência e não são obedecidas e o
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Conselheiro Hamilton está com uma outra proposta falando especificamente do relatório da
comissão fiscal que pode ser feito um encarte na revista, pode ser feito um resumo da ata, não
se sabendo como será feita a votação, pois tanto o resumo da ata quanto a obrigatoriedade do
balanço trimestral que não é o caso que está propondo. Se for votada somente a proposta do
Conselheiro Hamilton como ficarão as outras comissões?
O Conselheiro Marcos Meireles fala que queria mostrar ao Conselheiro José Luiz que não saiu
do assunto já que o assunto é divulgar, divulgação de um relatório e o que está propondo é um
pouco mais amplo em divulgar a atividade toda do Conselho e não uma atividade do Conselho.
O Conselheiro Antonio Claudio Lemi Furquim fala que a situação da comissão de ética é uma
situação bem sensível, pois como será quando a comissão de ética emitir relatório sobre um
assunto bem delicado será um grande constrangimento.
O Conselheiro Samiro fala que as colocações são boas e cada um tem a sua razão, mas fogem
a pauta e as colocações do Conselheiro Hamilton. O que o Conselheiro Hamilton quer é que
quando for usado o dinheiro do conselho que seja publicado, isso é estatutário.
Há comentários em plenário, mas fora da captação do microfone.
O Presidente Luis Gustavo explica que o Conselheiro Hamilton quer que publique o parecer da
comissão fiscal referente as contas.
O Conselheiro Hamilton pede a palavra, somente para finalizar o assunto. O Conselheiro
Hamilton explica que os procedimentos e os relatórios das comissões são internos ao
conselho, não tem que ser divulgado, mas os relatórios que faz menção as contas da diretoria
do Taubaté Country Club é o que está pedindo para ser divulgado, então que seja deliberado
isso, mas se não querem deliberar então esquece.
O Presidente Luis Gustavo fala que não é assim, o Conselheiro Hamilton fez uma proposta e o
conselho tem que deliberar. O Presidente Luis Gustavo explica que no seu entendimento o
Conselheiro Marcos Meireles fez uma proposta englobando o assunto e ampliando a proposta,
mas o que será votado é a proposta do Conselheiro Hamilton que quer o uso do fundo especial
para que se publique ou na revista ou em um encarte.
O Conselheiro Hamilton fala que é em torno de três mil e quinhentos reais, pois provavelmente
será em carta.
O Presidente fala que a proposta do Conselheiro Hamilton é para que o conselho libere uma
verba para que o relatório da comissão fiscal fosse distribuído para todos os associados. O
Presidente Luis Gustavo encaminha para votação: “aqueles que acham que se deve liberar
dinheiro em torno de três mil e quinhentos reais para que seja divulgado a todos os associados
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O Conselheiro José Luiz interrompe e fala que não concorda com a votação. O Conselheiro
explica que a Mesa Diretora pode gastar verba do fundo para o funcionamento do conselho,
isso é uma outra situação, mas se for divulgar que faça na revista do clube e não gasta nada.
O Presidente Luis Gustavo fala que o Conselheiro deve fazer uma proposta. Não há
manifestação nesse sentido. O Presidente Luis Gustavo encaminha para votação: “quem é
favorável à liberação do dinheiro do fundo para que seja feita a divulgação, aqueles que forem
favoráveis à liberação do fundo, por favor, queiram se manifestar, aqueles que forem contrários
à liberação, por favor, continuem como estão. Pela totalidade, exceto Conselheiro Furquim, os
demais Conselheiros foram contrários à liberação do dinheiro.” Portanto, fica prejudicado o
pedido do Conselheiro Hamilton, passamos para o próximo item da pauta, que é relação de
novos sócios.
O Vice-Presidente Passarelli sugere que seja encaminhado o pedido do Conselheiro Hamilton
para a Comissão de Projetos incluir no regimento interno da diretoria executiva, pois da forma
que está é querer gerir na administração da diretoria.
O Conselheiro José Luiz questiona o pedido do Conselheiro Hamilton se é para usar o dinheiro
do fundo ou divulgar o relatório.
O Presidente Luis Gustavo explica que o pedido é para usar o dinheiro do fundo. Esclarecida
as dúvidas é passado para o próximo assunto.
O Secretário Horton fala que antes de fazer a leitura da relação quer parabenizar os
aniversariantes do mês, sendo os Conselheiros: Hélio Tobias dia 06, o nosso Presidente do
Conselho Luis Gustavo dia 12.
O Conselheiro José Luiz pede a palavra e fala que o seu aniversário será dia 04 e do
Conselheiro Celso Castilho dia 02. O Conselheiro José Luiz convida os conselheiros para
participar do churrasco que haverá no sábado próximo e quem puder participar agradece.
O Secretário Horton faz a leitura dos novos sócios: Marcel C. Pinto, Daniel de Mattos Patrício,
Juliana de Oliveira Barros, Bruno Augusto Granato, Karen Milene de Araújo, Andre Luiz Kalil
Marcondes, Vera Regina S. P. Moreira, Fernanda Flores L. Souza, Natalia Maria R. S.
Marcelino, Wanessa Viana de Carvalho Barbosa, Larissa T. E. Danelli, Guilherme Cesar
Ribeiro, João Vitor P. de Abreu, Igor Braga Ferri, Natan Vieira. Os associados que adquiriram
os títulos: Gerson R. da Fonseca, Mauricio Cesar P. Pinto, Alexandre Ferri, Renata Franca D.
dos Santos, Celso D. de Freitas, João Ribeiro Ramos da Silva, Silvio Henrique Campos,
Geraldo Ayello Filho, Laís D. S. W., Sebastião Alves Moreira, Lucas Macedo R., Mara Rubia P.
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Cursino, Lara Rafaela P. do Nascimento, Luciene Maria de Freitas, Marlene Barros, Guilherme
B. F. Esteves e Patrícia Cotrim Valério, no total de 32 no mês de fevereiro.
O Presidente Luis Gustavo declara aprovada a relação de sócios novos. O próximo item é
eleição da Diretoria Executiva.
O Presidente Luis Gustavo pede a atenção de todos já que a eleição será dia 14/05 e irá fazer
um preâmbulo. Desde quando se passou a fazer eleição direta foi constituída a comissão
eleitoral, e, na medida do possível a Mesa vem mantendo a mesma formação com poucas
trocas devido impossibilidade de um ou outro, sendo assim, a norma usada é a mesma
utilizada há anos com algumas variações até dos próprios conselheiros, mas sempre com
aprovação do conselho. Porém, antes foi encaminhada para comissão jurídica para analisar e
emitir relatório e na reunião de hoje será deliberada a norma final. A participação não foi tão
grande, sendo somente quatro ou cinco conselheiros participando, mas todas as sugestões
analisadas e quando possível foram atendidas, o que não impede que as medidas
encaminhadas e não foram contempladas, pode ser apresentada novamente e o conselho irá
deliberar. O Presidente pede também que não haja tumulto, pois são vários itens podendo ser
discutidos, mas dentro da ordem e calma.
O Conselheiro Jose Luiz pede vistas do processo e se for o caso marcar uma reunião
extraordinária, porque pedir vistas é de direito dos conselheiros.
O Presidente Luis Gustavo explica que se na norma há de trinta a quarenta itens haverá
dificuldade em um ou dois itens somente e por isso não justifica ficar com a norma inteira sem
votação e também a eleição está se aproximando. Podendo o Conselheiro José Luiz fazer a
apresentação e sustentação nos itens e se achar que o conselho não está preparado para
votar agenda-se a reunião extraordinária, assim poderá avançar os trabalhos.
O Conselheiro José Luiz fala que concorda com uma parte e explica que se sentiu
desrespeitado e que também tem a comissão jurídica que discorda de alguns comportamentos
e comissão jurídica do conselho só pode emitir parecer jurídico se estiver escrito na ordem dos
advogados e se não tiver não pode. O Conselheiro José Luiz explica também que como
acompanhou a última eleição e houve problemas, mandou sugestões, e a comissão fez reunião
e nem o convidou para fazer parte, e excluíram a proposta sem dar nenhuma satisfação. O
Conselheiro acrescenta que não foi informado e que foi informado pela funcionária de que foi
mandado por e-mail, mas não recebeu, somente quando chegou na reunião é que foi
informado pelo Conselheiro Csuka que as propostas foram excluídas, sendo que suas
propostas são legais, juridicamente corretas, não havendo nenhum questionamento. Portanto,
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o Conselheiro José Luiz concorda com o que o Presidente Luis Gustavo falou que tem somente
dois questionamentos o restante concorda. O Conselheiro José Luiz finaliza perguntando como
serão deliberadas as propostas feitas por ele.
O Presidente Luis Gustavo responde que deixa em aberto a comissão eleitoral faz a leitura de
todas e após o próprio Conselheiro José Luiz apresenta a proposta e o conselho vota.
O Conselheiro José Luiz concorda.
O Presidente Luis Gustavo pergunta se há mais algum questionamento referente a norma, não
havendo manifestação.
O Presidente da Comissão Eleitoral Conselheiro Passarelli explica que as normas da eleição já
haviam sido usadas sem alguma alteração, mas na última eleição que foi de renovação de um
terço do Conselho houve uma impugnação de um candidato depois eleito, após isso houve
algumas sugestões para melhorar a norma evitando problemas futuros, por este motivo foi
encaminhado e-mail a todos os conselheiros para dar as sugestões. As sugestões foram
analisadas pela comissão eleitoral e colocadas na norma e depois encaminhadas para
comissão jurídica para que colocasse de forma técnica para que virasse norma feito tudo foi
encaminhado para todos os conselheiros ou por endereço eletrônico ou via correio. O
Conselheiro Passarelli fala que irá ler item a item e caso haja alguma sugestão a ser feita será
feita e deliberada.
O Conselheiro Hamilton fala que o relatório da comissão fiscal houve críticas com relação a
não divulgação desse relatório para os conselheiros com antecedência, porque será lido item a
item demorando um certo tempo, deveria ser divulgado antes.
O Presidente explica, novamente, que foi encaminhado por e-mail.
O Conselheiro Hamilton fala que não recebeu. E, quer acrescentar que com relação a sua
proposta, que foi o item b.1 da pauta, a preocupação maior de sua proposta era a divulgação
do relatório ou seja o uso da verba do fundo especial seria uma forma dessa divulgação ser
feita através do correio. Portanto, o Conselheiro gostaria que fosse colocada em deliberação a
divulgação.
O Presidente Luis Gustavo responde que já está em outro item e a matéria já foi votada e o
item foi apresentado, questionado, mas não irá entrar em discussão, pois está gravando a
reunião. Dando prosseguimento.
O Conselheiro Passarelli fala que referente ao questionamento do Conselheiro Hamilton é que
lendo estará gravado e se houver algum parecer contrário vai ser utilizado o microfone da
tribuna para que fique gravado. O Conselheiro inicia a leitura: “NORMAS PARA A ELEIÇÃO
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DA DIRETORIA EXECUTIVA. A Comissão Eleitoral foi criada pelo Conselho Deliberativo em
reunião de 09/12/2010, nos termos da competência estatutária e do edital de convocação da
eleição para a Diretoria Executiva, publicado em 08/4/2011, tendo como objetivo regulamentar
os procedimentos dos candidatos e chapas, bem como demais iniciativas eleitorais,
prevalecendo às normas do Estatuto Social, aprovado em 11/12/2004 e registrado sob o nº
045087. Pertencem a Comissão Eleitoral os Conselheiros: Odorico Passarelli de Campos
Júnior (Presidente da Comissão), Gerdal Shu Fong (Membro), Mauro Francisco Tomé
(Membro), Regina Maria dos Santos Pereira (Membro) e Samiro Feres Júnior (Membro). Todos
os associados e demais candidatos respondem pelas medidas disciplinares e, havendo
comprovação imediata e testemunhal, de transgressão disciplinar, será proibido a permanência
ou o ingresso do faltoso nas dependências do clube, por prazo de até 08 (oito) dias úteis. Se as
provas forem evidentes e notórias da transgressão disciplinar do associado e demais
candidatos, não será faculdade da Diretoria Executiva aplicar a proibição preventivamente, mas
sim uma obrigatoriedade. O Conselho Deliberativo deliberou em 19/04/05, a proibição de
fornecimento gratuito de bebidas alcoólicas pela Diretoria Executiva aos associados, na data
da eleição. PUBLICAÇÃO DO EDITAL – Em 08/4/2011 nos Jornais: A Voz do Vale, Jornal da
Cidade e Jornal Diário de Taubaté. CORRESPONDÊNCIA AOS ASSOCIADOS (art. 48) – A
Diretoria Executiva enviará correspondência junto ao Informativo do clube a todos os
associados avisando a data da eleição. DATA DA ELEIÇÃO – 14/05/2011. VOTO POR
PROCURAÇÃO – Não será permitido voto por procuração. (artigo 49). VOTO POR TÍTULO –
Cabe ao associado um único voto, qualquer que seja o número de título patrimonial que
possua. (artigo 49) DIREITO AO VOTO – Podem votar os associados patrimoniais ativos e
remidos. Na ausência do associado patrimonial ativo, o direito ao voto poderá ser exercido pelo
cônjuge ou companheiro (a) dependente. Mas, no momento da votação deverá apresentar a
carteira social identificando a situação de dependente. ASSOCIADO FALECIDO (Espólio) – O
espólio será representado pelo inventariante através de certidão cartorária comprobatória.
EXIGÊNCIA PARA CANDIDATAR-SE AOS CARGOS – Para candidatar-se aos cargos da
Diretoria Executiva é necessário apresentar declaração de bens, certidão de antecedentes
criminais, certidão negativa de protestos e certidão do distribuidor cível. Podendo, candidatarse o associado patrimonial ativo, bem como o cônjuge, companheiro (a) e remidos. Nenhum
membro da Comissão Eleitoral, nem o Presidente da Assembleia Geral, poderão,
concomitantemente, exercer os cargos e candidatar-se. Os Membros da Diretoria Executiva
que tiverem suas contas rejeitadas pela Assembleia Geral não poderão candidatar-se. VOTO
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VÁLIDO – As eleições serão processadas por meio de voto direto e secreto. VOTO INVÁLIDO
– Conforme decisão do Conselho Deliberativo em 19/04/05 a demonstração de voto pelo
associado, indicando o nome do candidato ou chapa escolhidos, acarretará a anulação.
PROPAGANDA – Na propaganda eleitoral individual está proibido o uso do símbolo do TCC.
Nenhuma chapa inscrita poderá usar de qualquer veículo oficial de comunicação do TCC.
IMPUGNAÇÃO DOS CANDIDATOS – Nas 24 horas seguintes a inscrição, a Diretoria
Executiva afixará em quadro de avisos a relação das chapas inscritas, podendo os eleitores,
representantes de chapa, associados e Diretores, pedirem a impugnação por escrito e com
fundamento até o prazo de 72 horas após a fixação, sendo competente para analisar a questão
a Comissão Eleitoral e posteriormente encaminhada ao plenário em caráter emergencial para
deliberação. No dia da eleição os pedidos de impugnação de candidatos ou qualquer outro fato
que ocorra durante as 24 horas da Assembléia serão analisados pela Comissão Eleitoral,
cabendo ao Presidente da Assembléia Geral a decisão. HORÁRIO DA VOTAÇÃO – O
processo de votação será iniciado às 12 horas, encerrando-se, improrrogavelmente, às 22
horas do mesmo dia, garantindo o direito de sufrágio aos que se encontrarem no interior do
recinto de votação, neste horário, aguardando para votar. PRAZO DE INSCRIÇÃO – Até 15
dias úteis antes da eleição deverão ser apresentadas e registradas na Secretaria do clube, as
chapas interessadas, constando os nomes e assinaturas dos requerentes aos cargos de
Presidente, Vice-Presidente, 1º e 2º Secretários e 1º e 2º Tesoureiros. (27/04.2011,
respeitando horário de expediente da secretaria). EMPATE – Em caso de empate, será
considerado eleito o candidato a Presidente da Diretoria Executiva que tiver registrado em seu
nome o título patrimonial ativo mais antigo. (artigo 62) ASSOCIADOS EMPREGADOS – Os
associados empregados, seus cônjuges e companheiras (os) ou os que possuam dependentes
funcionários do Clube, não poderão exercer seus direitos eleitorais. E, igualmente, os que
foram demitidos ou por conta própria (a pedido) abandonaram o emprego, bem como
solicitaram amigavelmente a rescisão contratual trabalhista, somente poderão exercer o direito
ao voto e de candidatar-se aos cargos eletivos dos órgãos diretivos, após 90 dias úteis do fato
consumado. Os associados prestadores de serviço pessoa física e associados empregados,
ficam impedidos de manifestar qualquer ato ou propaganda a favor ou contra candidato ou
chapa concorrente nas dependência do Clube. CÉDULA ÚNICA – A cédula será
confeccionada com a indicação das chapas pela ordem de inscrição. FISCAL DE CHAPA –
Cada chapa poderá indicar 02 (dois) representantes, não candidatos, para fiscalizar os
trabalhos da votação e de apuração dos votos. ROTEIRO DE VOTAÇÃO – O associado ou seu
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dependente exibirá a sua prova de identidade e assinará a lista de votantes, encaminhando-se
para a mesa receptora. Na mesa receptora, o Presidente da Assembléia Geral e o Presidente
da Comissão Eleitoral ou outro indicado, rubricarão a cédula eleitoral, entregando-a ao eleitor,
que se dirigirá à cabine de votação, assinalará o seu voto e o depositará na urna que se
encontrará junto à mesa. BOCA DE URNA – Não será permitida a atividade conhecida como
“boca de urna” no recinto especificamente reservado para a votação, sendo livre sua realização
nas dependências do clube. PESQUISA ELEITORAL – Nas dependências do clube, fica
vedada a realização de pesquisas de opinião pública relativa às eleições ou aos candidatos,
bem como a divulgação dos seus resultados. Também fica vedada a divulgação em meios de
comunicação do TCC, de veiculação interna ou externa, de resultados de pesquisas de opinião
pública relativas às eleições ou aos candidatos, ou que de qualquer outra forma possam
influenciar a livre escolha dos eleitores. APURAÇÃO – Terminada a votação, terá início o
processo de apuração, executado por Comissão designada pelo Presidente da Assembléia
Geral, sendo, em seguida, proclamados os vencedores. (artigo 95) PROCLAMAÇÃO DOS
ELEITOS – Imediatamente após a apuração será proclamada a chapa vencedora. CASOS
OMISSOS E DEMAIS QUESTIONAMENTOS – Nos dias que antecederem ao pleito caberá a
Comissão Eleitoral analisar e encaminhar o parecer para o Conselho Deliberativo para
deliberação, e no dia da Assembléia Geral, caberá ao Presidente da Assembléia Geral a
decisão do fato. Taubaté, 01 de abril de 2011. Assina a Comissão Eleitoral.” O Conselheiro
Passareli acrescenta que o pedido do Presidente Luis Gustavo referente a deliberação porque
se está num limite muito curto e se não colocar as normas na secretaria vai atropelando mais o
processo, sendo a ideia de aprovar na reunião de hoje e já encaminhar para que possam ser
liberadas as chapas que queiram fazer suas inscrições. O Conselheiro Passarelli finaliza
explicando que a inscrição é de próprio punho com a relação dos nomes e cargos com
assinaturas a ser protocolados na secretaria.
O Conselheiro José Luiz pede para fazer as sugestões, sendo aceito. O Conselheiro José Luiz
primeiro parabeniza a comissão eleitoral pelo belo trabalho realizado e que agora pode-se dizer
que o conselho fez o regulamento, pois o anterior quem fez foi o próprio Conselheiro, mas não
se pode descumprir o estatuto, e com relação a apuração “logo após” não pode constar na
norma.
O Presidente Luis Gustavo fala que “poderá ou não”
O Conselheiro José Luiz explica que já houve em eleição passada discussão em adiar ou não
a apuração porque não pode confrontar o regulamento com o estatuto.
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O Presidente Luis Gustavo faz a leitura: “apuração terá início imediatamente após o termino da
votação ...” continuando: o Presidente Luis Gustavo sugere que acrescente na frase “a critério
do Presidente da Assembleia”
O Conselheiro José Luiz acrescenta da comissão eleitoral e do presidente da assembleia,
então está certo.
O presidente Luis Gustavo coloca em votação sendo acatado por unanimidade. O Presidente
Luis Gustavo fala que é essa discussão que gosta, pois é colocada a ideia se discute e depois
vota, tendo razão o Conselheiro José Luiz quando diz que fez as normas e agora está
acrescentando proposta melhorando a norma já existente.
O Conselheiro José Luiz pergunta como será feito o encaminhamento para deliberação.
O Presidente Luis Gustavo responde que apresenta a proposta e coloca em votação.
O Conselheiro José Luiz faz a leitura da proposta: “NÃO PODERÁ CANDIDATAR-SE O
CONDENADO EM CRIME DOLOSO ou AÇÃO CÍVEL PROVENIENTE DE QUALQUER
DÍVIDA ...” o Conselheiro José Luiz explica que não é justo o candidato ter vinte ou quinze
processos de execução, tendo os bens todo penhorado e sair candidato a presidente do clube.
Essa é a primeira proposta.
O Presidente Luis Gustavo pergunta se é para tomar posse ou participar da eleição.
O Conselheiro José Luiz responde que é para participar da eleição e exemplifica supondo que,
o candidato tem dez execuções, está devendo na praça e sai candidato no clube, como que se
impugna o candidato? Supondo que ele ganha a eleição, aí todo trabalho do conselho foi
perdido porque como se impugna a pessoa depois que ganhou?
O Vice-Presidente Passarelli sugere a modificação de exigência para o cargo para exigência
para candidatar-se ao cargo.
O Presidente Luis Gustavo coloca em votação que as exigências das certidões e a entrega das
declarações de bens seja no ato da inscrição e não mais na posse, sendo também dos seis
inscritos na chapa. Sendo aprovado por unanimidade.
O Conselheiro José Luiz continua a apresentação da proposta: “o candidato que tiver processo
disciplinar do clube, também, não pode participar.”
O Vice-Presidente Passarelli fala que se a pessoa cumpriu a punição não há mais o que
condenar a pessoa.
O Presidente Luis Gustavo pede que o Conselheiro apresente e após fará a contra proposta.
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O Conselheiro José Luiz explica que a proposta é essa: “o associado que for condenado em
processo disciplinar administrativo do Taubaté Country Club, não pode se candidatar ao cargo
da diretoria executiva”.
O Presidente Luis Gustavo coloca em votação: “quem for favorável à proposta do Conselheiro
José Luiz queira se manifestar ...”
O Conselheiro Luiz Antonio quer se manifestar, sendo concedido. O Conselheiro fala que é
contrário ao Conselheiro José Luiz e explica se a pessoa recebe o processo disciplinar e já
pagou a pena a pessoa já está perdoada, mas se estiver com a suspensão ainda em vigor aí
eu concordo.
O Presidente Luis Gustavo fala que concorda com o Conselheiro Luiz Antonio, mas acredita
que seja uma situação “sui generis” falando pelo lado prático se o candidato não for do agrado
do presidente atual este poderá aplicar um processo impedindo a candidatura.
O Conselheiro Luiz Antonio explica que é na condenação, mas antes tem grau de recurso.
Esclarecida a dúvida o Presidente Luis Gustavo coloca em votação: “quem for a favor da
proposta do Conselheiro José Luiz, por favor, queira se manifestar, e, aqueles que forem
contrários a proposta do Conselheiro José Luiz permaneçam como estão, sendo negada a
proposta pela maioria dos presentes.
O Conselheiro José Luiz alegando que o presidente fez inversão na forma da votação pede
que seja novamente votada, sendo feito o encaminhamento novamente a proposta do
Conselheiro José Luiz é negada pela maioria dos presentes.
Continuando, o Conselheiro José Luiz apresenta a última proposta, mas antes já quer
esclarecer que a aprovação de contas da diretoria pode ser agendada uma assembleia antes
da eleição e fazer a aprovação das contas, não tendo nada contra dos integrantes da diretoria
atual. A proposta do Conselheiro José Luiz é: “diretor que tenha as contas em aberto, sem ser
aprovada, possa disputar a eleição”. Há muitas discussões, o Conselheiro José Luiz esclarece
a diferença entre o que está em vigência e a sua proposta. Conselheiro José Luiz: “a minha
proposta é a seguinte: quem da diretoria que não teve as contas aprovadas não pode se
candidatar à diretoria executiva”. Estou falando especificamente a diretor. Há, novamente
discussão em plenário. Retomando o assunto: o Conselheiro José Luiz esclarece que a
diretoria tem as contas aprovadas pelo conselho, então, não há segredo nenhum. Nessa
diretoria qualquer um pode ser candidato porque tem as contas aprovadas pelo conselho. Não
é essa questão. Eu estou propondo uma outra situação. Vamos dizer o seguinte tem uma
diretoria aí que administre o clube de uma forma péssima, um desastre, caótica, cheia de
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dívida, você acha justo um integrante sair candidato novamente à diretoria? é correto isso? É
isso que eu quero deixar claro. Eu não estou falando dessa diretoria, essa diretoria teve suas
contas aprovadas. Então, a minha proposta é a seguinte, nenhuma diretoria, nenhum
integrante da diretoria que não teve suas contas aprovadas pode sair candidato à diretoria. É
essa a minha proposta. O que tem haver com essa diretoria, pelo que eu saiba todas as contas
dessa diretoria tem as contas aprovadas, se vai aprovada pela assembleia é uma outra
situação e além do mais com relação a essa diretoria não tem problema nenhum e para não ter
dúvida o presidente da assembleia que é do conselho marca uma assembleia para abril,
acabou, não tem problema nenhum. A minha proposta é essa, nós não podemos permitir que
uma diretoria ou um integrante de uma diretoria que faça uma administração caótica, mas que
seja bom político, que tenha dom partidário, então, nós vamos ter que fazer aqui no conselho
uma fiscalização mais dois anos em cima dessa pessoa. É essa a minha proposta.
O Vice-Presidente Passarelli faz algumas considerações: “O Conselheiro José Luiz fez uma
proposta com relação ao membro da diretoria que não tenha as contas aprovadas não pode se
candidatar. Perfeito. Que culpa tem o secretário da má administração financeira da tesouraria?
Primeiro e segundo secretário, mas tudo bem. Eu vou colocar uma outra proposta: “que os
membros da diretoria que tenham as suas contas rejeitadas, rejeitadas, não possam ser
candidatos a cargo eletivo”. É diferente não aprovadas é uma coisa, porque ela está em
tramite, está em processo com a comissão fiscal, está em processo em várias coisas que estão
tramitando e não é possível ser aprovado, agora o que foi rejeitada, aí não tem o que fazer. É
uma visão diferente.
O Conselheiro Antonio Claudio fala que: “concorda plenamente com a colocação do VicePresidente Passarelli. E, concordo plenamente com o Miglioli quando você começa a fazer
inquisição a nós, porque quando eu falei do Conselheiro faltoso, não tem questionar, você tem
que dirigir os trabalhos, sair da Mesa pedir que o Vice assuma a presidência, vem ao plenário e
questione. É isso que eu estou falando. Você me questionou também. O Conselheiro Antonio
Claudio finaliza dizendo que tem muitos querendo trabalhar. Só isso.
O Presidente Luis Gustavo pergunta ao Conselheiro José Luiz qual a proposta que quer que
vote primeiro a dele ou a do Conselheiro Passarelli. O Conselheiro José Luiz responde que
abre mão da sua proposta deixando somente a proposta do Conselheiro Passarelli.
Encaminhando para votação: “aqueles que sejam a favor da proposta do Passarelli
permaneçam como estão, os contrários queiram se manifestar, a proposta é aceita por
unanimidade.”
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O Presidente Luis Gustavo passa para o próximo item que é a inclusão de companheira e o
Conselheiro José Antonio Csuka Junior quer fazer algumas colocações que soa pertinentes.
O Conselheiro Csuka explica que em relação ao processo tem que ser nulo e ser devolvido à
diretoria porque as condições para ser sócia não foram cumpridas, cabendo à diretoria
impugnar o pedido quando recebeu e não encaminhar ao conselho, pois o conselho é para
recurso.
O presidente Luis Gustavo faz uma breve explicação do caso em que a titular pede a inclusão
de sua companheira e quando foi feita a pauta incluiu sem ter o parecer da comissão jurídica,
no seu entendimento, seria uma situação que poderia resolver no conselho, porém, o relatório
da comissão jurídica é contrario que o conselho se manifeste e uma vez que a diretoria não se
manifestou, a proposta é de que se devolva o processo para diretoria, conforme solicitação do
Conselheiro Csuka. Colocado em votação é aceite por unanimidade. O Presidente Luis
Gustavo fala que o processo será devolvido à diretoria com o seguinte despacho: “o conselho
somente se manifestará após a decisão da diretoria executiva.”
Passando para o próximo item b.5.
O Presidente Luis Gustavo fala que o item refere-se a apresentação do relatório contábil do 2º
e 3º trimestre de 2010, sendo da comissão fiscal.
O Conselheiro Marcos Meireles faz a leitura do relatório: “EXCELENTÍSSIMO SENHOR
PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO DO TAUBATÉ COUNTRY CLUB. Relatório da
Comissão Fiscal. Com base na determinação estatutária esta Comissão elaborou o presente
relatório contemplando os demonstrativos contábeis e financeiros dos 2º e 3º trimestres de
2010, concluindo pela recomendação de aprovação das contas com as mesmas ressalvas já
elencadas na apresentação do relatório referente ao 1º trimestre de 2010. 1 – Demonstrativos
contábeis. Quanto as peças contábeis apresentadas pelo escritório de contabilidade
encontram-se em conformidade sem apresentar discrepâncias dignas de nota. 2 – Pontos já
ressalvados e que deverão apresentar alteração somente a partir do 4º trimestre de 2010. 2.1 –
Demonstrativos financeiros. 2.2 – Taxas de transferências. 2.3 – Alteração no item despesas.
2.3.1 – Serviços de terceiros. – Contabilidade. - Recursos Humanos. – Advocacia. 2.3.2 –
Contas Telefônicas. - Telefone Analógico. - Telefone Digital. – Nextel. 2.3.3 – Lanches e
refeições. Taubaté, 24 de março de 2011. Assinam Conselheiro Arcione Ferreira Viagi, José
Antonio Csuka Junior e Marcos Vinicio Monteiro Meireles.”
O Conselheiro Hamilton fala que quer fazer três colocações, sendo uma pertinente ao assunto
e outras duas não, mas evitaria fazer uso à tribuna livre.
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O Presidente Luis Gustavo fala que o que é pertinente ao assunto já pode ser colocado.
O Conselheiro Hamilton fala que irá aguardar a tribuna livre, pois são questões que estão
ligadas.
O Presidente Luis Gustavo explica que o relatório da Comissão Fiscal emitiu um parecer sendo
favorável às contas e as ressalvas que foram destacadas nesse parecer elas poderão ser
arrumadas a partir do 4º trimestre para frente porque o relatório já havia sido emitido quando a
comissão fiscal começou a avaliação.
O Conselheiro Hamilton pede vista do processo.
O Presidente Luis Gustavo retira de pauta o processo devido pedido do Conselheiro Hamilton.
O próximo item é referente a um processo do Conselheiro José Luiz a diretoria já respondeu e
o Conselheiro quer fazer a apresentação ao conselho.
O Conselheiro José Luiz fala que é de conhecimento de todos a covardia que fizeram com a
sua pessoa expondo sua família publicamente ao mais baixo nível moral. E o que o conselho
não sabe é que o vice-presidente da diretoria Pedro Luiz de Abreu esteve no fórum fazendo a
defesa do jornalista, esteve na delegacia defendendo o jornalista e chegou ao cumulo de dizer
na delegacia que o jornalista não tem interesse em prejudicar ninguém. Ele é mal informado.
Todas as informações que ele obtinha ele deturpava na imprensa de uma forma ofensiva a
minha honra e da minha família. Na época que o vice-presidente Pedro Luiz de Abreu assumiu
a presidência do Taubaté Country Club ele votou favorável com dois votos de integrante e do
voto minerva para que se continuasse a pagar anúncio do jornal Matéria Prima,
especificamente, tendo em vista que já havia pedido para diretoria que rescindisse o contrato,
porque o jornal matéria prima estava fazendo uma campanha vexatória contra a sua pessoa,
inclusive, permitiram de uma forma ilegal, irregular, que o jornalista pertencesse ao quadro
associativo sem anuência do conselho, Graças ao bom senso do conselho, isso foi suspenso e
ele foi impedido de ingressar no quadro associativo. Eu quero deixar claro que aconteceu
comigo, quem garante que não irá acontecer aos senhores. E a diretoria o deixou a “ver
navios” em momento algum a diretoria deixou exercer o direito de resposta. A diretoria
transgrediu o código civil, transgrediu a constituição, e transgrediu o estatuto social. Então,
entrou com uma petição pedindo que não pagasse jornal que falasse mal do associado. E está
ganhando todas as ações da justiça e depois todos irão ver, quando transitado em julgado, o
que irá fazer com as pessoas que deram sustentáculo vergonhoso, imoral, a esse jornalista, irá
processá-lo ainda não o fez porque não transitou em julgado, já saiu a sentença e o jornalista
está foragido. Se qualquer dos conselheiros emitindo um parecer, emitindo um voto, é um dos
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diretores não gostar e for no jornal que ele compra o anuncio e fizer uma campanha contra
quem irá defender? Uma ação contra honra só de custa é novecentos e poucos reais fora
advogado, o conselho não tem departamento jurídico, não tem advogado, aí tem que ficar
pedindo para diretor. Portanto, como que um conselheiro poderá se defender? O seu recurso
foi o seguinte, a diretoria deu empate na votação, uns diretores eram contra continuar pagando
para qualquer jornal que falasse mal da diretoria e o Pedro Luiz de Abreu deu dois votos
favoráveis para que continuasse pagando, daí então, entrou com recurso para o conselho. O
recurso para o conselho com a finalidade de que nenhum jornal fale mal de associado. Então, é
justo ter uma empresa e a empresa pagar para jornal falar mal? Criticar o conselheiro, criticar o
diretor, isso é permitido, agora ir no jornal e falar que matei o Áureo? Ou que eu peguei o
dinheiro da diretoria? e não tive um direito de defesa e não foi ouvida minha versão. Ninguém o
permitiu se defender. O que pede é que os conselheiros decidam de forma ética, soberana, da
seguinte forma. Nenhum órgão da imprensa pode receber dinheiro da diretoria se falar mal de
associado, não quero saber se é diretor ou se é conselheiro, pode falar mal de associado, mas
não vai receber do clube. A minha proposta é essa que o conselho agora decida a Diretoria
Executiva não pode pagar nenhum centavo, nenhum dinheiro a qualquer órgão da imprensa
que fale mal de associado. É isso que eu quero que seja votado agora.
O Conselheiro Passarelli fala que o conselho tem que ter somente um cuidado, no sentido de
que o clube faz várias vinculações pagas e quando fala mal de associado é um contexto geral
sendo três mil sócios, se falar de Juiz, Delegado, e não demora muito não se publica mais
nada em lugar algum. A seu ver o direito de resposta estando na constituição e aquele que se
sentir ofendido deve procurar seus direitos. O Conselheiro finaliza dizendo que se deve ter
cuidado nesse sentido, por exemplo, o jornal A Voz do Vale se publicar alguma coisa falando
mal do clube, nós não poderemos mais publicar edital de reunião. Quando se trata do lado
pessoal que se possa ver que é contra a pessoa.
O Conselheiro Antonio Claudio fala que o que o Conselheiro José Luiz apresentou tem muita
coerência, pois o pai do presidente do conselho foi humilhado da mesma maneira que o
conselheiro José Luiz e não aconteceu nada, e, em tempo se deve começar a agir desta forma
e não da forma em que o Conselheiro Passarelli colocou, mas sim quando a propaganda é
ruim, maléfica que vem sendo feita é no sentido do TCC, e quando o jornal é pago é dinheiro
do sócio. E, quando sai no jornal falando mal é da pessoa especificamente.
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O Conselheiro Passarelli fala ao Conselheiro Antonio Claudio que não deve ter entendido o que
falou, que na hora da votação deve-se ter o cuidado para não abranger a situação no geral
devendo especificar diretor, conselheiro, devendo ter correlação ao clube.
O Conselheiro Csuka fala que acha louvável, pois como o Conselheiro Marcos Meireles
colocou tem o mailing do clube e tem a revista do clube não precisando pagar jornal é só
arrumar, porque não está funcionando direito, mas começar a explorar.
O Conselheiro Samiro fala que acha interessante a proposta do Conselheiro José Luiz. Está
sendo finalizado os trabalhos do regimento da diretoria e um dos itens do regimento, que
depois será votado pelo conselho, vai de encontro a proposta. O Conselheiro Samiro faz leitura
do artigo: “será vedado o pagamento para compra do anuncio em qualquer veículo de
informação que faça críticas contra os associados do TCC”. Logo Mem seguida: “Qualquer
publicação em informativo do clube de situações e resultado de comissões, envolvendo
qualquer deliberação do conselho, será obrigatório a diretoria executiva proceder ao direito de
resposta quando for sair fora de algum informativo do clube”. “Qualquer deliberação não pode
ser posto em órgão informativo que não seja exclusivo do TCC”. O Conselheiro Samiro finaliza
explicando que será encaminhado ao conselho.
O Presidente Luis Gustavo pergunta ao Conselheiro José Luiz que mesmo tendo apresentado
o artigo do regimento da diretoria quer que faça a deliberação do assunto na data de hoje.
Sendo respondido que sim. O Presidente Luis Gustavo pede que o Conselheiro José Luiz
esclareça o pedido que quer abrangente ou especifico.
O Conselheiro José Luiz explica que o contrato com os órgãos da imprensa é mensal, mas
quer que seja abrangente porque o sócio é dono do clube, todo associado é dono. Portanto,
quando for fazer o contrato deve conter que se falar mal do associado haverá uma multa
descontada no pagamento. E, como será controlado isso, falou mal de associado e o
associado questionar a diretoria, so que a diretoria já tem que por isso no contrato não pode
falar mal, mas se o associado questionar a diretoria aplica multa no jornal.
O Conselheiro Antonio de Moura Abud Junior fala que não vê fundamento legal em nada do
que foi apresentado, pois não falar mal é a coisa mais subjetiva que existe, e, colocar no
contrato que o jornal não pode falar do associado não quer dizer nada porque se fala que o
administrador fez má administração não é falar dele, mas sim vendo a administração. E a
administração pode ser criticada, ninguém está isento de crítica, e estatutariamente não é de
competência do conselho direcionar a diretoria. o “falar mal” é uma coisa subjetiva, não sendo
objetiva que conste da lei. O Conselheiro entende também que o direito de resposta é pessoal,
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é intransferível, cabendo a quem se sentir injuriado processar o clube, a diretoria, o
conselheiro, seja lá quem for, mas a pessoa que decide e não o clube que decide em nome da
pessoa. Na opinião do Conselheiro deve-se parar onde está consultar pessoas do ramo para
que não se caia no ridículo.
O Conselheiro José Luiz discorda do Conselheiro Antonio Abud na condição de sócio e na
condição de integrante da carreira jurídica. Conselheiro José Luiz: “Todos sabem que o
Conselheiro Toninho não tem muita simpatia pela minha pessoa porque eu fui um dos lideres
que acabou com o conselheiro vitalício, ele teve que ir à justiça, entrou com várias ações
contra o clube enquanto eu era presidente da diretoria, para questionar isso. Obviamente ele
deve ter um prazer enorme em ver minha desgraça moral publicamente. Até pela sua forma
ética, pela sua suspeita, que está no nosso ordenamento jurídico, o senhor não deveria se
manifestar para a minha composição, mas eu quero alegar uma outra coisa, diferentemente do
que o senhor alega está na lei sim a ofensa, calunia, injuria, difamação, está expresso na
constituição crime contra honra e dizer que crime contra honra é uma coisa subjetiva, tudo é
subjetivo. E, quando que nós vamos saber se é crítica constritiva ou crítica ofensiva. Será que
alguém acha que os jornais de Taubaté fazem críticas construtivas a alguém? Será que
quando a ata do conselho foi exposta publicamente de forma circense, burlesca, risível, em um
jornaleco, será que os senhores não ficaram ofendidos? Isso não é da minha pessoa, isso é do
conselho, e tem mais dizer Dr. Antonio de Moura Abud Junior que o Conselho não tem o poder
de impor, é justamente isso que nós fazemos aqui impor regras. A finalidade da instituição está
escrito no artigo 4 do estatuto, descumpriu a finalidade nós impomos a regra. Então, eu
pergunto será que alguém aqui acha licita a diretoria comprar anuncio em um jornal que fala
mal de um conselheiro, que fala mal de um diretor, que fala mal de um associado, e que
denigre a honra de um associado? Explicando o que é um processo qualquer advogado cobra
uma ação cível no mínimo três mil reais, pelo direito de resposta, fora as custas, se for na parte
criminal é mais ou menos três mil reais e mais novecentos e vinte reais de custas, depois leva
as testemunhas no fórum, e se conseguir ser vitorioso na ação de direito de resposta o jornal
vai fazer o direito de resposta e uma chacota embaixo. Eu estou passando por isso e sei o que
estou dizendo. Digamos que na interpretação pessoal do Conselheiro Antonio ele tenha razão,
se nós tivéssemos um departamento jurídico no conselho, então, como que vai fazer? Pedir
advogado é direito do associado é estatutário. O Conselheiro José Luiz concorda com
o
Conselheiro Antonio no sentido de que se falar mal o clube não paga, aí poderá falar, mas
pagando não.
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O Conselheiro Antonio Abud fala que não pretendia ocupar nenhuma vez a tribuna, mas fui
obrigado porque entendi que realmente problema pessoal intrínseco à personalidade sua não
pode ser apreciado por terceiro, pois eu que devo decidir se aquilo me atingiu ou não, ninguém
pode me representar nessa situação. Mas, vim aqui mais para corrigir uma infâmia que o
Conselheiro José Luiz fez em dizer “que todos sabem que sou contra a pessoa dele” jamais iria
revelar o que vou falar agora, é só para provar que isso não é verdade é das maiores mentiras
que já vi na minha vida. Quando foi candidato votei nele, minha mulher votou nele, minha filha
nele e nós pedimos aos nossos amigos para que votassem nele. Na lista dele eu assinei
quinhentos reais, o melhor amigo dele assinou cinquenta, para ajudar na campanha, uma
pessoa que é inimiga e como ele diz que todo mundo sabe, não faz o que eu fiz. Ele foi
candidato a vereador eu assinei quinhentos e cinquenta pagar a metade de um carro, o Flavio
me pediu, votei nele, votou nele minha mulher, votou minha filha, votou minha empregada,
votou o marido dela e votou o meu genro. Uma pessoa dessa é inimiga? Onde nós estamos?
Acho que o sentido da coisa o fez perder o juízo. Então, quem faz tudo isso é inimigo. Não é
possível uma pessoa fazer tudo isso ser inimigo declarado da outra pessoa. Eu fiz isso sem
interesse nenhum. ele é delegado eu sou procurador do estado, fiz concurso com dez mil
pessoas para cento e vinte vagas quer dizer que eu também tenho preparo e o meu ordenado
é vinte vezes maior que o ordenado dele. Então, não tem porque de se rum capacho de
alguém ou fazer o que eu fiz por ele se eu fosse inimigo dele. Eu não sou, mas acho que ele é
meu inimigo trato muito bem com a senhora dele, ele se dá muito bem com a minha mulher e a
minhas filhas e eu acho que sou um gentleman para ele e para a senhora dele, tanto que no
carnaval ele ficou com a senhora dele na minha mesa. Então, só para provar a vocês que não
é verdade o que ele falou e além de não ser não é público e notório que eu não gosto dele.
Presidente Luis Gustavo: vamos colocar em votação. A proposta do Dr. José Luiz Miglioli é
que seja proibida o anuncio em jornais onde eles falem mal de qualquer associado do clube.
Jornais, rádio, revista, qualquer veículo de informação. Neste momento há um comentário em
plenário, não sendo possível a captação do microfone.
Presidente Luis Gustavo: exatamente. Que a diretoria seja proibida de veicular anuncio nos
meios de comunicação pago pela Diretoria. Então, aqueles que concordarem com a proposta
do Dr. José Luiz Miglioli permaneçam como estão, os contrários a proposta do Dr. José Luiz
Miglioli queiram se manifestar. Então a proposta do Dr. José Luiz Miglioli que seja proibida o
anuncio em meios de comunicação .... há comentários em plenário, mas fora da captação do
microfone.
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Presidente Luis Gustavo: está proibida, a partir desta votação.
O Conselheiro José Luiz fala que quer fazer o uso da palavra para pedir desculpas ao
Conselheiro Antonio Abud por dois motivos. Toninho cada pessoa tem um temperamento,
quando eu estava falando com os senhores aqui me veio à mente todo sofrimento que passei
você já imaginou Toninho eu tenho filho advogado, eu tenho neta, os meus três filhos estão
fazendo direito, a minha filha tem um belo escritório de marketing em São Paulo e para você ter
ideia a minha filha é chefe do departamento de marketing da Johnson com salário acima de
cem mil reais, a minha filha tem vinte e quatro anos, o escritório de advogado do meu filho tem
seis advogados que trabalham na avenida Jau prédio próprio. Então, não é só vinte por cento
não se somar da família dá uns dez. então, Toninho me desculpa da colocação porque quando
eu estava empolgado nas explanações e você me colocou numa situação, no meu entender,
ridícula. Quando você começou a fazer as explanações do aspecto jurídico eu fiquei numa
redia curta. E, além do mais você como é um homem experiente que já passou pela
administração do clube várias vezes, vai entender esse pedido de desculpas meu. Vamos
esquecer, me desculpa, não era objetivo, você sabe que eu nunca queria fazer isso, mas eu
estava envolvido emocionalmente com o meu problema.
O Presidente Luis Gustavo fala ao Conselheiro Samiro que quando for tratado o assunto na
apresentação do regimento esse assunto já está votado. O Presidente Luis Gustavo explica
que quer fazer uma inclusão num documento que chegou da diretoria executiva em que eles
pedem que seja aberta mais uma portaria com acesso à rua Anízio Ortiz e o pedido é para que
seja montada comissão especial para avaliar a parte técnica e a viabilidade da deliberação
sobre o uso do fundo especial. Os Conselheiros são: Samiro, Luiz Mauro e Marcos Meireles.
O Conselheiro José Luiz fala que estudou durante quatro anos a possibilidade e não foi
convidado a fazer parte da comissão. A diretoria tem todos os dados arquivados porque o
estudo já foi feito anteriormente. O Conselheiro José Luiz pergunta qual é o pedido da diretoria.
O Presidente Luis Gustavo faz a leitura do documento onde a diretoria pede a formação de
comissão especial e após o estudo a liberação do uso do fundo especial.
O Conselheiro José Luiz fala que não entende o que a diretoria quer, pois se eles quiserem
fazer eles que façam, não há problema nisso.
O Presidente Luis Gustavo explica que a diretoria não tem dinheiro suficiente para a realização
do projeto.
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O Conselheiro José Luiz questiona se está sendo pedido uso do fundo especial. O Conselheiro
sugere que devolva o processo para diretoria e que instrua o processo para depois dar
continuidade, sendo estatutário.
O Vice-Presidente Passarelli faz leitura do artigo mencionado: “XIII - deliberar sobre a aplicação
de fundos especiais, criando, para tanto, comissão composta por 3 (três) membros do
Conselho Deliberativo e 2 (dois) da Diretoria Executiva;”
O Conselheiro José Luiz fala que se estão pedindo o uso do fundo especial o processo está
errado, pois deve conter o estudo e os orçamentos para a comissão analisar.
É respondido que o processo já contém todos os documentos.
O Conselheiro Csuka fala ao Conselheiro Marcos Meireles que não é nada pessoal, mas
somente lembra que já teve um problema anterior do Conselheiro Arcione fazer parte da
comissão de obra, sendo da comissão fiscal, portanto, solicita que quem faz parte da comissão
fiscal que não participasse de outra comissão porque há insinuações que a pessoa quer fazer
favorecer o negocio, assim como aconteceu com o Conselheiro Arcione.
O Presidente Luis Gustavo explica que no papel está escrito Maurinho e foi lido Marquinho,
sendo a comissão formada pelos Conselheiros: Samiro, Márcio Vieira e Luiz Mauro.
O Presidente Luis Gustavo fala que não havendo mais nenhum assunto na parte de
expedientes, é aberta para tribuna livre. Estando inscritos os Conselheiros Hamilton e Hilton.
O Conselheiro Hamilton agradece ao Conselheiro José Luiz por conceder a sua fala na tribuna
livre. Primeiro o conselheiro quer falar referente a fala do Conselheiro Marcos sobre sua
ausência na reunião da comissão fiscal. O Conselheiro Hamilton fala que se for mostrado onde
está escrito que tem qu justificar a ausência na comissão fiscal dá a mão à palmatória, mas se
não justificar falou mais uma bobagem na reunião de hoje. O Conselheiro Hamilton pede ao
Presidente que conceda um pouco mais dos cinco minutos por ter declarações importantes a
fazer.
O Presidente Luis Gustavo responde que tem cinco minutos de uso da tribuna podendo ser
prorrogado por mais cinco minutos.
Conselheiro Antonio Hamilton Rocha: Senhores eu tenho três declarações a fazer sendo que a
primeira reputa como importante, a segunda como grave e a terceira como consequência das
anteriores. Solicito que não haja apartes durante essas declarações restando ao final eventual
manifestação de interessados. Primeiramente, um briefing, um breve relato para que os
senhores possam acompanhar o assunto. Os senhores se lembram da reunião do mês de
dezembro quando foi aprovada a liberação de verba do fundo especial do Conselho
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Deliberativo no valor de R$23.000,00 para o projeto de reforma do piso do ginásio um. Mas o
que a maioria dos senhores provavelmente não tem conhecimento é de que naquela mesma
noite, logo após a reunião, no restaurante ficamos sabendo de uma terceira conta bancária do
TCC com saldo de R$85.000,00 cujo extrato a Diretoria nos omitiu. E não vem ao caso se a
recomendação da Comissão Fiscal seria diferente considerando esse extrato omitido,
importando sim, o fato de que a Diretoria nos fez a todos de bobos. Agora, quando da primeira
reunião da Comissão Fiscal deste ano, em fevereiro, o Sr. Arcione apresentou três projetos que
haviam sido aprovados na Comissão de Projetos, da qual ele participa, sugerindo que
recomendássemos a liberação aos projetos alegando que com isso o pessoal não ficaria nos
criticando de truncar os projetos da diretoria e melhorias aos associados. Os Srs. Csuka,
Antônio Carlos e eu não concordamos em razão de não contarmos com informações da atual
situação financeira do Clube para tomarmos alguma decisão e sugerimos que tão logo
tivéssemos concluída a análise da situação financeira do clube poderíamos convocar sessão
extraordinária do Conselho para deliberar sobre o assunto. Nestes termos seria o relatório da
Comissão Fiscal. Diante disso os Srs. Arcione e Marcos falaram que iriam fazer um relatório
paralelo, não como membros da Comissão Fiscal, mas como conselheiros, dizendo de sua
concordância em liberar a verba do fundo especial, criando-nos uma situação constrangedora e
colocando-nos na Berlinda. Esta situação é inusitada, antiética e imoral levando em conta que
quando a maioria toma uma decisão os contrários têm que acatá-la a exemplo das
deliberações do Conselho Deliberativo e de quaisquer outras Comissões. Então mesmo
contrariados, acabamos concordando em recomendar dois projetos fazendo ressalva do não
conhecimento da situação financeira do Clube, o que não deixa de ser um absurdo e
contraditório e por fim foi deliberado e aprovado pelo Conselho na última sessão. Senhores,
essa situação é resultado da permissividade do nosso estatuto e eu explico. O estatuto permite
que um conselheiro participe de duas comissões. Até aí tudo bem. Só que, nesse caso, o Sr
Arcione participa da Comissão de Projetos juntamente com Diretores e depois articula com o
Presidente da Diretoria Executiva, confabula com o Presidente do Conselho Deliberativo e
posteriormente participa da reunião da Comissão Fiscal onde tenta nos enfiar goela abaixo a
idéia de recomendar a liberação de verba do fundo especial do Conselho aos projetos.
Senhores, em minha opinião isso caracteriza no mínimo conflito de interesse. Quero deixar
claro que não tenho absolutamente nada pessoal contra o Sr. Arcione, muito pelo contrário,
mas na verdade convenhamos, ele está fazendo uso dessa abertura do estatuto para fins
políticos. No entanto devo acrescentar que nunca servi e não é agora que vou servir de escada
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ou trampolim para alguém se auto-promover. Aliás, o Sr. Antônio Carlos pediu demissão da
Comissão Fiscal sem nos confidenciar o motivo, mas não tenho dúvida de que foi em razão
dessa ocorrência. “Em minha opinião, esta situação sugere a vedação de membro da
Comissão Fiscal participar de outra Comissão que culmine na utilização de verba do fundo
especial do Conselho Deliberativo. E mais, no silêncio do Estatuto, o Presidente da Comissão
Fiscal foi escolhido e empossado pelo Presidente do Conselho Deliberativo. A exemplo da
determinação estampada nos estatutos dos grandes clubes como o PINHEIROS, PAINEIRAS
etc. e a sua forma democrática de escolha também sugere que o Presidente da Comissão
Fiscal seja eleito pelos seus pares da Comissão.” A minha segunda declaração refere-se ao
fato comentado por um prestigiado conselheiro fato esse confirmado recentemente pelo
Presidente da Diretoria Executiva, Sr. Júlio Lanzilotti que comento a seguir. O Vice Presidente
da Diretoria Executiva, Sr. Pedro Abreu, esteve investigando a minha vida pessoal e não sei se
ainda continua. Presumo que essa infeliz e inescrupulosa iniciativa se deva a tentar descobrir
algo que pudesse me desabonar para chantagear-me nos meus trabalhos fiscalizatórios. Outro
dia comentei o fato com minha família e minha a filha que é advogada criminalista comentou:
Pai você não precisa disso. A pessoa quando chega nesse ponto pode fazer qualquer coisa
como, por exemplo, plantar droga no seu carro e avisar a polícia que você é traficante.
Senhores, eu vou mais longe. É provável que o indivíduo com essa estirpe contrate alguém
para simular um assalto e coloque em risco a minha integridade física ou até mesmo a minha
vida. “Cabível sugestão para se estabelecer a proibição de candidatura de pessoas que
tenham comportamento repreensível e inadequado ao cargo eletivo pretendido.” Finalmente
senhores a terceira e última declaração. Apesar dos obstáculos encontrados e citados em
nosso primeiro relatório, ressalto a minha satisfação e meu orgulho pela participação e pelos
trabalhos desenvolvidos na CF. Confesso que se não fosse o desempenho dos demais
membros da CF certamente não teríamos obtido êxito em nossos trabalhos até o presente
momento. Entretanto, afirmo que acima da vaidade profissional e pessoal estão a minha
dignidade e principalmente o meu caráter e diante dos fatos que acabo de narrar não me resta
alternativa e espero que os senhores entendam e acatem a minha demissão do cargo de
membro da CF.
O Presidente Luis Gustavo fala que quer deixar claro que o Conselheiro Hamilton teve a
liberdade de falar durante dez minutos e quarenta e cinco segundos. A demissão é em caráter
irrevogável? Então, quero registrar a denuncia de mais um membro da comissão fiscal. E só
quer registrar de sua parte alguns consertos que se fazem pertinentes. A comissão que o
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Arcione faz parte a comissão especial de obras ela foi formada pelo Presidente Luiz Antonio e
a eleição do Arcione para comissão fiscal foi posterior. Ele foi eleito para comissão fiscal. Além
de que na pratica já está sendo consertado. Com relação a presidência do Arcione esse fato já
foi resolvido uma vez que internamente houve sim uma eleição e o Conselheiro Arcione foi
eleito presidente da comissão pelos membros da comissão fiscal. E, com relação as acusações
de perseguição pessoal aí é um critério individual que, particularmente, não faria parte da
comissão fiscal do jeito que as coisas estão andando. O trabalho é bem delicado e muito
técnico.
O Conselheiro Marcos Meireles fala que gostaria de esclarecer algumas coisas falando a
verdade dos fatos. Estávamos em cinco pessoas na reunião onde bateu o pé e falou que não
usaria dois peses duas medidas, para fazer uma análise negando o aumento da mensalidade
onde foi baseado o aumento da mensalidade em cima do orçamento do TCC e depois na hora
de analisar o pedido de uso do fundo especial usar outros mil artifícios, que não acha que seria
necessário. O orçamento prevê isso? Não, não prevê. O orçamento tem jeito de enxugar e
fazer isso? Não. Então sou favorável. E, eu e Arcione falamos que iríamos votar a parte e isso
é válido dentro da comissão, isso é um direito. E, na reunião conversei com Csuka, mostrei o
argumento, ele se convenceu e mudou de posição. O Conselheiro Hamilton não contente com
a situação que estava acontecendo ali levantou e o Arcione falou para ele: “Hamilton, o que
está acontecendo?” e nesse momento eu falei: “eu não sou moleque aqui” e ele perguntou se
eu estava chamando de moleque, e minha resposta foi que não, não estava chamando de
moleque. Então, a colocação foi altamente democrática, eu tive o processo de convencimento
do Csuka, ele se convenceu, o Antonio Carlos se convenceu e ele se convenceu também
porque senão ele poderia ter feito o voto a parte. Quanto a eleição já foi explicado. Só sinto o
Arcione não estar presente para fazer outras colocações. O tempo todo, desde quando entrou
no conselho, tento ser ponderado com meus pensamentos. E estaria sendo irresponsável se
tivesse analisado o aumento de mensalidade com uma documentação e depois usar outros
argumentos e colocações para analisar algo que requeria o mesmo peso.
O Conselheiro Hamilton fala que a votação ocorreu em razão do Conselheiro Csuka que se
manifestou contra essa conduta do presidente da comissão fiscal ter sido escolhido pelo
presidente do conselho, quando então, foi eleito o Conselheiro Arcione porque eu não quis me
manifestar, me candidatar a presidente, o que ate achei por bem ele continuar presidente da
comissão fiscal. Agora, que ele foi escolhido pelo presidente do conselho.
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O Conselheiro Csuka fala que sente pela saída do Conselheiro Hamilton que a colaboração
excelente, assim como do Marcos, do Arcione, mas a disponibilidade do Hamilton era maior e
nós vamos perder com isso. E, vamos ficar atentos pelas coisas que estão acontecendo no
clube, olhem só o motivo pelo qual está saindo, sendo investigada a vida particular, coisa
desse canalha vem fazer aqui dentro, eu não concordo com esse tipo de coisa eu sempre fui
contra e falei para o presidente do conselho que o dia que eu estive aqui eu discuti com o
presidente não foi com a pessoa dele, eu sou amigo pessoal dele, essas coisas não podem
acontecer aqui a discussão tem que ficar da porta para dentro, ninguém tem que saber da vida
pessoal da pessoa. Isso que eu não concordo. Agora, se perde uma pessoa que contribuía
muito e aprendi muito com ele lá dentro. Isso é lamentável o que vem acontecendo dentro do
clube e do conselho, deixando acabar com a gente, estão humilhando e acabando com o
conselho. Isso não pode acontecer. Vamos ficar de olho quem vamos eleger para presidente.
O Conselheiro Hilton fala que há vários anos frequenta o carnaval do clube as quatro noites.
Nos dois últimos anos houve confusão no carnaval. No ano passado aconteceu uma briga com
meu filho, não estou dizendo que ele é santo, mas foi com “maloqueirinho”. Esse ano
aconteceu outra coisa. Então o que quer falar é no sentido do controle de convites. Na sua
opinião no próximo ano o conselho deve verificar.
O Conselheiro Luiz Antonio fala que o assunto já está em estudo na comissão em que faz parte
para que as próximas festividades em que houver convites de cortesia é que o sócio titular ou
cônjuge deverá vir com o nome do convidado e assinar a responsabilidade. Fazem parte da
comissão Samiro, Luiz Homero, Luiz Antonio, José Luiz e Marcio Vieira.
O presidente dá a sessão por encerrada.
LUIS GUSTAVO BARBOSA LIMA
PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO
ODORICO PASSARELLI DE CAMPOS JUNIOR
VICE-PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO
HORTON SIDNEI CUNHA
SECRETÁRIO DO CONSELHO DELIBERATIVO
Esta transcrição foi feita pela funcionária Simone Vianna Corrêa Assistente do Conselho Deliberativo
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Ata da Reunião do Conselho Deliberativo realizada em 07/08/2007