SOCIEDADE MINEIRA DE ENGENHEIROS FLORESTAIS
RECONHECIDA DE UTILIDADE PÚBLICA PELA LEI ESTADUAL Nº 8064 DE 02-10-81
Belo Horizonte, 09 de Julho de 2014.
PALAVRA DO PRESIDENTE
O
ENGENHEIRO
FLORESTAL
E
PERSPECTIVAS PRESENTES E FUTURAS
AS
Não há como não dizer do Engenheiro Florestal, sem colocá-lo
intrinsecamente ligado à Mãe Terra e tudo que dela provem. Desde a
formação do solo através da “decomposição” da rocha matriz até o
último orvalho que caí no dossel.
O Engenheiro Florestal é por sua formação um aglutinador, pois
engloba desde as ciências biológicas até as geológicas, passando pela
química no que concernem todos os processos de fabrico ligados à
celulose e todos derivados das árvores e plantas, engendrando nas
artes da política e das relações humanas.
Sendo uma profissão e um profissional de amplo espectro de atuação,
o Engenheiro Florestal é atual e atuante, formando e ajudando a
forma uma Nação mais forte com a utilização racional dos recursos
naturais renováveis.
DIA MUNDIAL
Histórico
DO
ENGENHEIRO
FLORESTAL
–
No dia 12 de julho, comemora-se, por conta de homenagem póstuma
o
Dia
de
São
Gualberto.
São
João
Gualberto
Fundador da Ordem dos Monges Beneditinos Valombrosanos,
Protetor dos Florestais. “Conhecido na mística religiosa como o
“HERÓI DO PERDÃO”, e no âmbito humano-ecológico, o precursor em
ensinar a importância ética de amar e conservar o que a Providência
Divina cria e entrega como benefício à humanidade.”
º.
Av. ÁLVARES CABRAL, 1600 -2 ANDAR-SALA 15 - CEP: 30170-001-BELO HORIZONTE – MG FONE: (31) 3337-4515
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São João Gualberto não só se dedicou ao apostolado religioso e
caritativo, mas, inspirando-se no programa beneditino, resumido no
binômio Reza e Trabalho, exerceu também fecunda missão social
mediante trabalho mais útil, mais sagrado, dedicando-se com os seus
monges à agricultura e à silvicultura. Historiadores e biógrafos de São
João Gualberto nos mostram que ele lançou os primeiros germes para
o cultivo racional dos bosques de Valombrosa e apontam os
Valombrosanos como precursores da lei agrária; pois eles iniciaram a
divisão da propriedade, criaram a burguesia rural, e deram poderoso
impulso ao melhoramento das condições sociais do povo. Os filhos
espirituais de São João Gualberto, para desenvolver o trabalho
iniciado por seu Santo Fundador, tiveram de lutar não somente
contra as dificuldades do terreno, mas vencer preconceitos
profundamente radicados, e interesses egoístas. Entretanto,
confiando em Deus e na boa causa, venceram todos os obstáculos: as
montanhas de Valombrosa foram coroadas de bosques espessos e
ricas florestas. E, ainda hoje, nos montes que rodeiam o Mosteiro de
Valombrosa, onde São João Gualberto começou os primeiros
trabalhos de silvicultura, contemplam-se copadas árvores que fazem
a admiração dos estrangeiros e tornam Valombrosa um dos mais
deliciosos lugares europeus de veraneio e ecoturismo.
O Protetor dos Florestais
Por esta razão em 12 de janeiro de 1952 o Papa Pio XII proclamou
São João Gualberto Protetor dos Florestais. Seu dia se comemora
em 12 de Julho, pois foi nesse dia do ano de 1073 que, na idade de
78 anos, São João Gualberto encerrou a sua jornada laboriosa e
entregou multiplicado, ao Pai Celeste, o talento que havia recebido.
(http://www.sbef.org.br/)
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HISTÓRICO BÁSICO DE CRIAÇÃO DE ESCOLAS INICIAIS NO
BRASIL
A primeira escola a estudar e a formar especialistas em ciência
florestal, no mundo, foi criada em 1811 em Tharandt, na Alemanha.
Em 1825 foi fundada, também na Alemanha, a Universidade de
Gissem, e em 1830 a Academia de Eberswald e a Academia Florestal
de Eisenach. Alguns anos mais tarde surgiram as Universidades de
Carlsruhe, Munich e Tubigem, que também ministram cursos de
Engenharia
Florestal.
A partir de então, outros países também criaram o curso. Na Europa,
cada país possui pelo menos uma escola de Engenharia Florestal.
Na América, a primeira escola foi fundada em 1895, em Baltimore,
nos Estados Unidos. Até 1955 estes países contavam com 37 escolas
e formavam mais de 1000 engenheiros florestais por ano. Os outros
países da América que contam com o curso de Engenharia Florestal
são: Brasil, Canadá, México, Costa Rica, Chile, Argentina, Venezuela,
Cuba e Colômbia. No Brasil, a primeira escola foi instalada em 1960
na cidade de Viçosa, Minas Gerais. Esta escola foi transferida para
Curitiba em 1964, e neste mesmo ano foi criada, através de decreto,
a Escola Superior de Florestas na atual Universidade Federal de
Viçosa.
Reconhecimento: Parecer nº 2.709/76 – Decreto
27/10/76.
Regulamentação: lei nº 5.540, de 04/12/68.
nº78.631,
de
OFERTA DE VAGAS E FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS EM MG
Conforme Bantel (2002), no ano de 2007 deveriam existir 84
cursos de Engenharia Florestal no Brasil e no ano de 2020 estes
deveriam ser em total de 126, distribuídos conforme Tabela 4. A
decisão do governo federal de interiorizar a universidade pública é a
principal razão para a atual elevada alta taxa de crescimento de
novos cursos, contudo observa-se ainda uma grande carência destes
em praticamente todas as Unidades da Federação.
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Tabela 4. Distribuição desejável de cursos de Engenharia Florestal,
nos anos de 2002 e 2020
UF
Mínimo
desejável em
2002
Cursos
existentes
em 2002
Déficit de
cursos em
2002
Número
ideal para
2020
AC
2
2
0
3
AL
1
0
1
2
AM
6
2
4
10
AP
1
1
0
3
BA
5
2
3
8
CE
2
0
2
3
DF
2
1
1
3
ES
2
1
1
3
GO
3
1
2
6
MA
2
0
2
4
MG
6
3
3
10
MS
2
0
2
5
MT
5
2
3
8
PA
5
2
3
6
PB
2
1
1
2
PE
2
1
1
3
PI
2
0
2
3
PR
6
3
3
7
º.
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RJ
3
1
2
3
RN
1
0
1
2
RO
2
1
1
3
RR
1
0
1
2
RS
5
1
4
6
SC
6
4
2
6
SE
1
1
0
2
SP
7
4
3
10
TO
2
0
2
3
Total
84
34
50
126
Fonte: Bantel, 2002
Tabela 5. Cursos de Engenharia Florestal distribuídos por Unidade da
Federação existentes em 2009, seu número ideal para 2020, sua
localização e abrangência de Eco-regiões conforme Figura 1. e Tabela
3.
Obs: a Eco-região de número 50 corresponde às florestas urbanas.
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UF
Existentes
em 2009
Viçosa
M
G
Eco-regiões
24, 31 e 33
Sugestão para
instalação
Eco-regiões
Região Metropolitana de
Belo Horizonte
24, 33 e 50
Eixo Poços de Caldas/
Passos
24 e 29
Janauba
24, 37 e 48
Caratinga
24, 32 e 33
Lavras
24, 31 e 33
Diamantina
24, 33 e 48
Eixo Uberaba/ Uberlândia
24 e 29
Montes Claros
24, 37 e 48
Eixo João Pinheiro/
Pirapora
24 e 48
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Situação, cursos, locais e número de vagas ofertadas em 2014:
Na região sudeste do Brasil, existem 12 cursos de Engenharia
Florestal em 08 instituições de ensino superior.
Instituição
Sigla
Localização
UFSCAR
Sorocaba/SP
Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
UFVJM
Diamantina/MG
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Norte de
Minas Gerais
IFNMG
Salinas/MG
Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva
FAIT
Itapeva/SP
Universidade Federal do Espírito Santo
UFES
Alegre/ES
Faculdade de Agronomia e Engenharia Florestal de Garça
FAEF
Garça/SP
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
UFRRJ
Seropédica/RJ
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
UNESP
Botucatu/SP
Universidade Federal de Viçosa
UFV
Viçosa/MG
Universidade de São Paulo
USP
Piracicaba/SP
Universidade Federal de Lavras
UFLA
Lavras/MG
Universidade Federal de Minas Gerais
UFMG
Montes Claros/MG
Universidade Federal de São Carlos
Universidades e instituições com ensino superior em Engenharia Florestal na Região Sudeste do Brasil.
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Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Salinas
Nome do Curso: Engenharia Florestal
Modalidade: Bacharelado Local de funcionamento:
Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Salinas
Fazenda Varginha, Km 02, MG 404 - Salinas – MG.
Ano de implantação: 2010
Habilitação: Engenheiro Florestal
Número de vagas oferecidas por turma: 30 vagas
Duração do curso: Tempo mínimo – cinco anos
Autorização para funcionamento: Portaria nº 150, de
setembro de 2009
Coordenador do Curso: Profº Wagner Patricio de Sousa Junior
(http://www.ifnmg.edu.br/artigo?id=630)
29
UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E
MUCURI- Campus I- Diamantina
RUA: Rua da Glória, 187 – Centro
TEL: (38) 3532 1200 / 3532 6000
VAGAS: 25 POR SEMESTRE.
(não forneceu informações de formandos)
Universidade Federal de Minas Gerais – Campus Montes Claros
Nome do curso: Engenharia Florestal
Habilitação: Engenharia Florestal
Modalidade: Bacharelado
Título Conferido: Engenheiro Florestal
Regime: Semestral
Turno: Diurno
Número de vagas no vestibular: 40, com entrada única no
primeiro semestre de cada ano
Tempo de integralização: mínimo – 4 anos; referência – 5 anos;
máximo – 8 anos
Carga horária total: 3.645 horas
(http://www.ica.ufmg.br/ica/index.php?option=com_content&view=a
rticle&id=49&Itemid=56)
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UNIVERSIDADE DE FEDERAL VIÇOSA
RUA: Peter Henry Rolfs, S/N, Viçosa- MG
TEL: 31 3899 2400 / 3899 1206
EMAIL: [email protected]
VAGAS: 60 POR ANO
A média de formandos do Curso de Engenharia Florestal da UFV, nos
últimos 6 anos, é 55 engenheiros por ano (Nolasco, 2014).
UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
Modalidade: Bacharelado
Titulação: Engenheiro Florestal
Regime: Semestral
Período: Integral
Duração: 10 semestres
Nº de vagas por semestre: 50
Coordenadora: Prof. Luis Antônio Coimbra Borges
Telefone: (35) 3829-1063
E-mail: luis.borges @ dcf.ufla.br
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SMEF
HISTÓRICO
A Sociedade Mineira de Engenheiros Florestais - SMEF, criada em
20 de setembro de 1966, tem o objetivo de congregar e representar
os Engenheiros Florestais no estado de Minas Gerais. Sua história
tem inicio com a criação da Escola Nacional de Florestas, da
Universidade Rural do Estado de Minas Gerais, UREMG, atual
Universidade Federal de Viçosa, UFV, no ano de 1964. Com a
graduação das primeiras turmas de Engenheiros Florestais no País
e com a criação da profissão do Engenheiro Florestal (Lei № 4.643,
de 31 de maio de 1965), surgiu a necessidade de se criar uma
entidade representativa e corporativa, objetivando a promoção e
valorização profissional, bem como a defesa da profissão do
Engenheiro Florestal. Assim é que, no dia 20 de setembro de 1966,
foi fundada a Sociedade Mineira de Engenheiros Florestais - SMEF,
sendo registrada no Cartório de Registro de Títulos e Documentos
da Cidade de Viçosa, no dia 5 de dezembro de 1966.
Devido ao reconhecimento dos serviços prestados à sociedade
mineira, a SMEF recebeu do Governo de Minas Gerais o Titulo de
Utilidade Pública Estadual, conforme Lei Estadual № 8.064, de 02
de outubro de 1981, publicado no Diário do Executivo, em 08 de
outubro de 1981. Mostrando seu importante papel na busca da
valorização profissional, a SMEF tem realizado importantes
parcerias para desenvolvimento de cursos, seminários, fóruns
temáticos, e outros.
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SMEF – Estatuto - Finalidade
Pessoa jurídica de direito privado, com sede e foro na cidade de
Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, com natureza e número
ilimitado de sócios, tem por finalidade:
A) – Congregar os Engenheiros Florestais do Estado de Minas
Gerais e promover sua valorização profissional;
B) – Representar os Engenheiros Florestais e defender seus
interesses e direitos em âmbito estadual;
C) – Propugnar pela elevação do nível cultural e técnico do
Engenheiro Florestal, pela participação ampla e decisória da classe
dos Engenheiros Florestais na solução dos problemas básicos do
Estado, especialmente aqueles ligados ao campo da Engenharia
Florestal;
D) – Propor aos poderes públicos o estudo e a solução de
problemas Florestais e dos de ordem socioeconômica de interesse
estadual e ou de seus municípios individualmente;
E) – Zelar pela observância do Código de Ética Profissional e pelo
fiel cumprimento das leis que regulamentem o exercício da
profissão;
F) – Promover o apoio ao aperfeiçoamento da Ciência Florestal;
G) – Representar os Engenheiros Florestais do Estado de Minas
Gerais junto á Sociedade Brasileira de Engenheiros Florestais e do
Conselho Regional de Engenharia e Agronomia.
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ENGENHEIRO FLORESTAL - PROFISSIONAL E ATUAÇÃO
Capdeville (1991) assim se manifesta: ”A regulamentação de uma profissão,
por meio de lei, destina-se, principalmente, a estabelecer áreas privativas para
o exercício profissional. Enquanto há espaços para dividir, não há problemas.
Na medida, porém, em que o mercado de trabalho se retrai, passa-se a
defender as posições conquistadas. Quando determinado mercado oferece
muitas oportunidades de trabalho passa-se a reivindicar direitos que retratam
uma realidade da década de 1930”. Dentro das atividades profissionais da
Engenharia Florestal isto aconteceu de forma flagrante, no mínimo três vezes.
A primeira por ocasião dos incentivos fiscais para o reflorestamento nas
décadas de 1960 a 1980. A segunda vez, com a normatização e implantação
do plano de manejo florestal sustentável a partir da década de 1980 e,
atualmente, com a expectativa do Brasil passar de 5 milhões de hectares de
florestas plantadas para 15 milhões até o fim da próxima década.
A partir de julho de 2007 as atividades profissionais previstas aos Engenheiros
Florestais estão relacionadas no Art. 5º da Resolução 1010/65 do CONFEA:
Gestão, supervisão, coordenação, orientação técnica; Coleta de dados, estudo,
planejamento, projeto, especificação; Estudo de viabilidade técnico-econômica
e ambiental; Assistência, assessoria, consultoria; Direção de obra ou serviço
técnico; Vistoria, perícia, avaliação, monitoramento, laudo, parecer técnico,
auditoria, arbitragem; Desempenho de cargo ou função técnica; Treinamento,
ensino, pesquisa, desenvolvimento, análise, experimentação, ensaio,
divulgação técnica, extensão; Elaboração de orçamento; Padronização,
mensuração, controle de qualidade; Execução de obra ou serviço técnico;
Fiscalização de obra ou serviço técnico; Produção técnica e especializada;
Condução de serviço técnico; Condução de equipe de instalação, montagem,
operação, reparo ou manutenção; Execução de instalação, montagem,
operação, reparo ou manutenção; Operação, manutenção de equipamento ou
instalação; Execução de desenho técnico.
Os Setores dos campos de atuação profissional estão classificados nos
seguintes tópicos:
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GEOCIÊNCIAS APLICADAS PARA FINS FLORESTAIS
Sistemas, Métodos, Uso e Aplicações da Topografia, Cartografia e das
Geociências (Aerofotogrametria; Sensoriamento Remoto; Fotointerpretação;
Georreferenciamento); Planejamento Rural e Regional (Ordenamento Territorial
Agrossilvipastoril; Desmembramento; Remembramento; Cadastro Técnico de
Imóveis Rurais); Agrometeorologia; Climatologia Agrícola.
TECNOLOGIAS PARA FINS FLORESTAIS
Sistemas e Métodos Agropecuários e Agrossilvipastoris (Fitotecnia; Zootecnia;
Edafologia; Microbiologia; Fitossanidade; Fitopatologia; Entomologia; Química
Agrícola; Fertilizantes e Fertilização; Corretivos e Correção; Inoculantes e
inoculação; Nutrição Vegetal; Plantas Espontâneas; Plantas Bioativas;
Biometria; Sementes; Mudas; Cultivo em Ambientes Controlados; Propagação
in vitro; Viveiros; Horticultura); Nutrição Animal (Agrostologia; Rações);
Biotecnologia (Engenharia Genética; Melhoramento Animal; Melhoramento
Vegetal); Sistemas de Produção Agropecuária (Tradicionais; em Ambientes
Controlados); Tecnologia de Produtos Agropecuários (Produção; Pós Colheita);
Tecnologia da Transformação de Produtos de (Origem Vegetal; Origem
Animal); Sistemas de Condicionamento do Meio Para (Armazenamento dos
Produtos Agropecuários; Preservação dos Produtos Agrícolas; Conservação de
Produtos Agrícolas; Processamento de Produtos Agrícolas); Silvicultura
(Métodos Silviculturais; Crescimento Florestal; Manejo de Florestas; Produção
Florestal; Processos de Cultivo de Florestas; Processos de Condução de
Florestas; Controle Biológico na Área Florestal; Dendropatologia;
Dendrocirurgia; Formação de Florestas; Proteção de Florestas; Utilização de
Florestas; Reflorestamento; Silvimetria; Fitometria; Inventário Florestal;
Inventários Relativos a Meios Florestais; Sistemas e Métodos de Arborização;
Arborismo); Produtos e Subprodutos Florestais (Tecnologia da Madeira;
Aproveitamento; Colheita; Estoque; Industrialização da Transformação;
Tecnologia da Transformação; Produtos Madeiráveis e Não-Madeiráveis
Oriundos das Florestas); Sistemas de Produção Aquícola (Aquicultura;
Piscicultura); Organismos Aquáticos (Melhoramento; Propagação; Cultivo;
Fisiologia; Biotecnologia); Tecnologia Pesqueira (Dinâmica de Populações e
Avaliações de Estoques Pesqueiros; Inspeção); Biossegurança Agropecuária
(Inspeção Sanitária; Defesa Sanitária; Controle Sanitário; Vigilância Sanitária);
Biossegurança Florestal (Inspeção Fitossanitária; Defesa Fitossanitária;
Controle Fitossanitário; Vigilância Fitossanitária); Biossegurança Pesqueira
(Inspeção Sanitária; Defesa Sanitária; Controle Sanitário; Vigilância Sanitária);
Receituário; Receitas; Rastreabilidade de Produtos Agropecuários; Produtos e
Subprodutos Florestais; Produtos Pesqueiros; Certificação de Produtos
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Agropecuários; Produtos e Subprodutos Florestais; Produtos Pesqueiros;
Licenciamento de Produtos Agropecuários; Produtos e Subprodutos Florestais;
Produtos Pesqueiros; Classificação de Produtos Agropecuários; Produtos e
Subprodutos Florestais; Produtos Pesqueiros; Tecnologia de Ambientação e
Manejo De Plantas; Animais Domésticos; Fauna Silvestre; Outros Organismos;
Bromatologia; Zimotecnia; Embalagens para Comercialização de Produtos
Agrícolas e Derivados; Agricultura de Precisão; Aplicações da Aviação
Agrícola.
ENGENHARIA PARA FINS FLORESTAIS
Tecnologia dos Materiais de Construção; Construções, Edificações e
Instalações para fins (Agropecuários; Agroindustriais; Florestais; Aquícolas;
Pesqueiros); Estruturas de Madeira; Estradas Rurais; Hidráulica Aplicada à
(Irrigação; Drenagem); Barragens no âmbito da categoria; Solos e Obras de
Terra no âmbito da categoria; Hidrologia aplicada a manejo integrado; Manejo
Integrado de Bacias Hidrográficas; Sistemas Mecânicos; Sistemas Térmicos;
Sistemas Agroindustriais(Ergonomia; Métodos de Controle dos Processos
Agropecuários; Métodos de Automação dos Processos Agropecuários);
Mecanização Agrícola (Mecanização da Aplicação de Insumos Agrícolas;
Máquinas Agrícolas; Implementos Agrícolas; Máquinas Agroindustriais;
Implementos Agroindustriais; Equipamentos Agroindustriais; Motores);
Instalações Elétricas de pequeno porte em Baixa Tensão para Fins
(Agropecuários; Silviculturais; Pesqueiras); Fontes de Energia (a partir de
Recursos Naturais Renováveis; a partir de Resíduos Silviculturais);
Conservação de Energia (a partir de Recursos Naturais Renováveis; a partir de
Resíduos Silviculturais); Diagnóstico Energético (Eficientização de Sistemas
Energéticos para fins agropecuários); Métodos, Sistemas e Equipamentos da
Engenharia de Pesca referentes a Localização; Captura; Transporte de
Produtos Pesqueiros; Armazenamento de Produtos Pesqueiros; Tecnologia de
Produtos da Pesca (Matérias Primas Pesqueiras; Beneficiamento;
Processamento; Conservação); Equipamentos de Conforto do Ambiente
Interno para Animais; Plantas; Transporte (Agrícola; Agroindustrial; Produtos e
Insumos Agropecuários; Produtos Florestais; Produtos Fitossanitários;
Agrotóxicos); Navegação.
Meio Ambiente
Ecologia; Biodiversidade (Preservação; Manejo); Ecossistemas (das Florestas
Nativas; de Biomas; de Reflorestamentos; Florestais); Sistemas e Métodos
utilizados em Áreas e Meios Degradados para (Avaliação; Monitoramento;
º.
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SOCIEDADE MINEIRA DE ENGENHEIROS FLORESTAIS
RECONHECIDA DE UTILIDADE PÚBLICA PELA LEI ESTADUAL Nº 8064 DE 02-10-81
Mitigação; Remediação; Recuperação; Manutenção; Aproveitamento Racional);
Sistemas e Métodos utilizados em Ecossistemas e Recursos Naturais
Renováveis para (Planejamento; Conservação e Preservação; Manejo; Gestão;
Avaliação; Monitoramento; Proteção; Mitigação; Manutenção; Recuperação;
Aproveitamento Racional; Desenvolvimento; Proteção); Sistemas e Métodos
utilizados em Ecossistemas Florestais e Biomas para (Manejo; Gestão;
Avaliação; Monitoramento; Proteção; Mitigação; Manutenção; Recuperação;
Aproveitamento Racional; Preservação e Proteção); Meio Ambiente (Avaliação;
Planejamento; Zoneamento Sócio-Ambiental; Viabilização Sócio-Ambiental;
Plano Diretor Florestal; Conservação; Manejo; Gestão; Preservação e
Proteção); Impactos Ambientais (Avaliação; Controle da Poluição Ambiental no
Meio Rural; Controle da Poluição em Florestas; Controle da Poluição Ambiental
nos Corpos d'Água); Planejamento, Conservação, Manejo e Gestão de
Ecossistemas (Aquáticos Continentais; Aquáticos Estuarinos; Aquáticos
Costeiros; Aquáticos Oceânicos); Patrimônio Público e Valores Culturais e
Sócio-Econômicos Associados à Floresta e Meio Ambiente (Conservação;
Proteção); Fitofisionomia Paisagística (Urbana; Rural; Ambiental); Parques e
Jardins; Saneamento referente ao Campo de Atuação Profissional
Agrossilvipastoril (Tratamento de Resíduos e Efluentes; Aproveitamento de
Resíduos e Efluentes; Uso de Resíduos e Efluentes; Reuso de Resíduos e
Efluentes; Controle de Vetores).
Administração e Economia
Política e Desenvolvimento Rural (Política Agrícola; Política Agrária; Política
Agroindustrial;
Política
Florestal;
Política
Pesqueira);
Economia;
Socioeconomia;
Empreendimentos
(Agrossilvipastoris;
Agroindustriais);
Agronegócio; Gestão Empresarial; Administração (Otimização de Sistemas;
Gerenciamento de Projetos; Marketing; Mercado); Crédito Rural;
Associativismo; Cooperativismo.
______________________________________________________
Gabriel Moreira Junqueira
SMEF – PRESIDENTE
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