SOCIEDADE MINEIRA DE ENGENHEIROS FLORESTAIS RECONHECIDA DE UTILIDADE PÚBLICA PELA LEI ESTADUAL Nº 8064 DE 02-10-81 Belo Horizonte, 09 de Julho de 2014. PALAVRA DO PRESIDENTE O ENGENHEIRO FLORESTAL E PERSPECTIVAS PRESENTES E FUTURAS AS Não há como não dizer do Engenheiro Florestal, sem colocá-lo intrinsecamente ligado à Mãe Terra e tudo que dela provem. Desde a formação do solo através da “decomposição” da rocha matriz até o último orvalho que caí no dossel. O Engenheiro Florestal é por sua formação um aglutinador, pois engloba desde as ciências biológicas até as geológicas, passando pela química no que concernem todos os processos de fabrico ligados à celulose e todos derivados das árvores e plantas, engendrando nas artes da política e das relações humanas. Sendo uma profissão e um profissional de amplo espectro de atuação, o Engenheiro Florestal é atual e atuante, formando e ajudando a forma uma Nação mais forte com a utilização racional dos recursos naturais renováveis. DIA MUNDIAL Histórico DO ENGENHEIRO FLORESTAL – No dia 12 de julho, comemora-se, por conta de homenagem póstuma o Dia de São Gualberto. São João Gualberto Fundador da Ordem dos Monges Beneditinos Valombrosanos, Protetor dos Florestais. “Conhecido na mística religiosa como o “HERÓI DO PERDÃO”, e no âmbito humano-ecológico, o precursor em ensinar a importância ética de amar e conservar o que a Providência Divina cria e entrega como benefício à humanidade.” º. Av. ÁLVARES CABRAL, 1600 -2 ANDAR-SALA 15 - CEP: 30170-001-BELO HORIZONTE – MG FONE: (31) 3337-4515 www.smef.org.br - [email protected] - https://www.facebook.com/smef.smef Página 1 de 15 SOCIEDADE MINEIRA DE ENGENHEIROS FLORESTAIS RECONHECIDA DE UTILIDADE PÚBLICA PELA LEI ESTADUAL Nº 8064 DE 02-10-81 São João Gualberto não só se dedicou ao apostolado religioso e caritativo, mas, inspirando-se no programa beneditino, resumido no binômio Reza e Trabalho, exerceu também fecunda missão social mediante trabalho mais útil, mais sagrado, dedicando-se com os seus monges à agricultura e à silvicultura. Historiadores e biógrafos de São João Gualberto nos mostram que ele lançou os primeiros germes para o cultivo racional dos bosques de Valombrosa e apontam os Valombrosanos como precursores da lei agrária; pois eles iniciaram a divisão da propriedade, criaram a burguesia rural, e deram poderoso impulso ao melhoramento das condições sociais do povo. Os filhos espirituais de São João Gualberto, para desenvolver o trabalho iniciado por seu Santo Fundador, tiveram de lutar não somente contra as dificuldades do terreno, mas vencer preconceitos profundamente radicados, e interesses egoístas. Entretanto, confiando em Deus e na boa causa, venceram todos os obstáculos: as montanhas de Valombrosa foram coroadas de bosques espessos e ricas florestas. E, ainda hoje, nos montes que rodeiam o Mosteiro de Valombrosa, onde São João Gualberto começou os primeiros trabalhos de silvicultura, contemplam-se copadas árvores que fazem a admiração dos estrangeiros e tornam Valombrosa um dos mais deliciosos lugares europeus de veraneio e ecoturismo. O Protetor dos Florestais Por esta razão em 12 de janeiro de 1952 o Papa Pio XII proclamou São João Gualberto Protetor dos Florestais. Seu dia se comemora em 12 de Julho, pois foi nesse dia do ano de 1073 que, na idade de 78 anos, São João Gualberto encerrou a sua jornada laboriosa e entregou multiplicado, ao Pai Celeste, o talento que havia recebido. (http://www.sbef.org.br/) º. Av. ÁLVARES CABRAL, 1600 -2 ANDAR-SALA 15 - CEP: 30170-001-BELO HORIZONTE – MG FONE: (31) 3337-4515 www.smef.org.br - [email protected] - https://www.facebook.com/smef.smef Página 2 de 15 SOCIEDADE MINEIRA DE ENGENHEIROS FLORESTAIS RECONHECIDA DE UTILIDADE PÚBLICA PELA LEI ESTADUAL Nº 8064 DE 02-10-81 HISTÓRICO BÁSICO DE CRIAÇÃO DE ESCOLAS INICIAIS NO BRASIL A primeira escola a estudar e a formar especialistas em ciência florestal, no mundo, foi criada em 1811 em Tharandt, na Alemanha. Em 1825 foi fundada, também na Alemanha, a Universidade de Gissem, e em 1830 a Academia de Eberswald e a Academia Florestal de Eisenach. Alguns anos mais tarde surgiram as Universidades de Carlsruhe, Munich e Tubigem, que também ministram cursos de Engenharia Florestal. A partir de então, outros países também criaram o curso. Na Europa, cada país possui pelo menos uma escola de Engenharia Florestal. Na América, a primeira escola foi fundada em 1895, em Baltimore, nos Estados Unidos. Até 1955 estes países contavam com 37 escolas e formavam mais de 1000 engenheiros florestais por ano. Os outros países da América que contam com o curso de Engenharia Florestal são: Brasil, Canadá, México, Costa Rica, Chile, Argentina, Venezuela, Cuba e Colômbia. No Brasil, a primeira escola foi instalada em 1960 na cidade de Viçosa, Minas Gerais. Esta escola foi transferida para Curitiba em 1964, e neste mesmo ano foi criada, através de decreto, a Escola Superior de Florestas na atual Universidade Federal de Viçosa. Reconhecimento: Parecer nº 2.709/76 – Decreto 27/10/76. Regulamentação: lei nº 5.540, de 04/12/68. nº78.631, de OFERTA DE VAGAS E FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS EM MG Conforme Bantel (2002), no ano de 2007 deveriam existir 84 cursos de Engenharia Florestal no Brasil e no ano de 2020 estes deveriam ser em total de 126, distribuídos conforme Tabela 4. A decisão do governo federal de interiorizar a universidade pública é a principal razão para a atual elevada alta taxa de crescimento de novos cursos, contudo observa-se ainda uma grande carência destes em praticamente todas as Unidades da Federação. º. Av. ÁLVARES CABRAL, 1600 -2 ANDAR-SALA 15 - CEP: 30170-001-BELO HORIZONTE – MG FONE: (31) 3337-4515 www.smef.org.br - [email protected] - https://www.facebook.com/smef.smef Página 3 de 15 SOCIEDADE MINEIRA DE ENGENHEIROS FLORESTAIS RECONHECIDA DE UTILIDADE PÚBLICA PELA LEI ESTADUAL Nº 8064 DE 02-10-81 Tabela 4. Distribuição desejável de cursos de Engenharia Florestal, nos anos de 2002 e 2020 UF Mínimo desejável em 2002 Cursos existentes em 2002 Déficit de cursos em 2002 Número ideal para 2020 AC 2 2 0 3 AL 1 0 1 2 AM 6 2 4 10 AP 1 1 0 3 BA 5 2 3 8 CE 2 0 2 3 DF 2 1 1 3 ES 2 1 1 3 GO 3 1 2 6 MA 2 0 2 4 MG 6 3 3 10 MS 2 0 2 5 MT 5 2 3 8 PA 5 2 3 6 PB 2 1 1 2 PE 2 1 1 3 PI 2 0 2 3 PR 6 3 3 7 º. Av. ÁLVARES CABRAL, 1600 -2 ANDAR-SALA 15 - CEP: 30170-001-BELO HORIZONTE – MG FONE: (31) 3337-4515 www.smef.org.br - [email protected] - https://www.facebook.com/smef.smef Página 4 de 15 SOCIEDADE MINEIRA DE ENGENHEIROS FLORESTAIS RECONHECIDA DE UTILIDADE PÚBLICA PELA LEI ESTADUAL Nº 8064 DE 02-10-81 RJ 3 1 2 3 RN 1 0 1 2 RO 2 1 1 3 RR 1 0 1 2 RS 5 1 4 6 SC 6 4 2 6 SE 1 1 0 2 SP 7 4 3 10 TO 2 0 2 3 Total 84 34 50 126 Fonte: Bantel, 2002 Tabela 5. Cursos de Engenharia Florestal distribuídos por Unidade da Federação existentes em 2009, seu número ideal para 2020, sua localização e abrangência de Eco-regiões conforme Figura 1. e Tabela 3. Obs: a Eco-região de número 50 corresponde às florestas urbanas. º. Av. ÁLVARES CABRAL, 1600 -2 ANDAR-SALA 15 - CEP: 30170-001-BELO HORIZONTE – MG FONE: (31) 3337-4515 www.smef.org.br - [email protected] - https://www.facebook.com/smef.smef Página 5 de 15 SOCIEDADE MINEIRA DE ENGENHEIROS FLORESTAIS RECONHECIDA DE UTILIDADE PÚBLICA PELA LEI ESTADUAL Nº 8064 DE 02-10-81 UF Existentes em 2009 Viçosa M G Eco-regiões 24, 31 e 33 Sugestão para instalação Eco-regiões Região Metropolitana de Belo Horizonte 24, 33 e 50 Eixo Poços de Caldas/ Passos 24 e 29 Janauba 24, 37 e 48 Caratinga 24, 32 e 33 Lavras 24, 31 e 33 Diamantina 24, 33 e 48 Eixo Uberaba/ Uberlândia 24 e 29 Montes Claros 24, 37 e 48 Eixo João Pinheiro/ Pirapora 24 e 48 º. Av. ÁLVARES CABRAL, 1600 -2 ANDAR-SALA 15 - CEP: 30170-001-BELO HORIZONTE – MG FONE: (31) 3337-4515 www.smef.org.br - [email protected] - https://www.facebook.com/smef.smef Página 6 de 15 SOCIEDADE MINEIRA DE ENGENHEIROS FLORESTAIS RECONHECIDA DE UTILIDADE PÚBLICA PELA LEI ESTADUAL Nº 8064 DE 02-10-81 Situação, cursos, locais e número de vagas ofertadas em 2014: Na região sudeste do Brasil, existem 12 cursos de Engenharia Florestal em 08 instituições de ensino superior. Instituição Sigla Localização UFSCAR Sorocaba/SP Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri UFVJM Diamantina/MG Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais IFNMG Salinas/MG Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva FAIT Itapeva/SP Universidade Federal do Espírito Santo UFES Alegre/ES Faculdade de Agronomia e Engenharia Florestal de Garça FAEF Garça/SP Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro UFRRJ Seropédica/RJ Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho UNESP Botucatu/SP Universidade Federal de Viçosa UFV Viçosa/MG Universidade de São Paulo USP Piracicaba/SP Universidade Federal de Lavras UFLA Lavras/MG Universidade Federal de Minas Gerais UFMG Montes Claros/MG Universidade Federal de São Carlos Universidades e instituições com ensino superior em Engenharia Florestal na Região Sudeste do Brasil. º. Av. ÁLVARES CABRAL, 1600 -2 ANDAR-SALA 15 - CEP: 30170-001-BELO HORIZONTE – MG FONE: (31) 3337-4515 www.smef.org.br - [email protected] - https://www.facebook.com/smef.smef Página 7 de 15 SOCIEDADE MINEIRA DE ENGENHEIROS FLORESTAIS RECONHECIDA DE UTILIDADE PÚBLICA PELA LEI ESTADUAL Nº 8064 DE 02-10-81 Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Salinas Nome do Curso: Engenharia Florestal Modalidade: Bacharelado Local de funcionamento: Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Salinas Fazenda Varginha, Km 02, MG 404 - Salinas – MG. Ano de implantação: 2010 Habilitação: Engenheiro Florestal Número de vagas oferecidas por turma: 30 vagas Duração do curso: Tempo mínimo – cinco anos Autorização para funcionamento: Portaria nº 150, de setembro de 2009 Coordenador do Curso: Profº Wagner Patricio de Sousa Junior (http://www.ifnmg.edu.br/artigo?id=630) 29 UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI- Campus I- Diamantina RUA: Rua da Glória, 187 – Centro TEL: (38) 3532 1200 / 3532 6000 VAGAS: 25 POR SEMESTRE. (não forneceu informações de formandos) Universidade Federal de Minas Gerais – Campus Montes Claros Nome do curso: Engenharia Florestal Habilitação: Engenharia Florestal Modalidade: Bacharelado Título Conferido: Engenheiro Florestal Regime: Semestral Turno: Diurno Número de vagas no vestibular: 40, com entrada única no primeiro semestre de cada ano Tempo de integralização: mínimo – 4 anos; referência – 5 anos; máximo – 8 anos Carga horária total: 3.645 horas (http://www.ica.ufmg.br/ica/index.php?option=com_content&view=a rticle&id=49&Itemid=56) º. Av. ÁLVARES CABRAL, 1600 -2 ANDAR-SALA 15 - CEP: 30170-001-BELO HORIZONTE – MG FONE: (31) 3337-4515 www.smef.org.br - [email protected] - https://www.facebook.com/smef.smef Página 8 de 15 SOCIEDADE MINEIRA DE ENGENHEIROS FLORESTAIS RECONHECIDA DE UTILIDADE PÚBLICA PELA LEI ESTADUAL Nº 8064 DE 02-10-81 UNIVERSIDADE DE FEDERAL VIÇOSA RUA: Peter Henry Rolfs, S/N, Viçosa- MG TEL: 31 3899 2400 / 3899 1206 EMAIL: [email protected] VAGAS: 60 POR ANO A média de formandos do Curso de Engenharia Florestal da UFV, nos últimos 6 anos, é 55 engenheiros por ano (Nolasco, 2014). UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS Modalidade: Bacharelado Titulação: Engenheiro Florestal Regime: Semestral Período: Integral Duração: 10 semestres Nº de vagas por semestre: 50 Coordenadora: Prof. Luis Antônio Coimbra Borges Telefone: (35) 3829-1063 E-mail: luis.borges @ dcf.ufla.br º. Av. ÁLVARES CABRAL, 1600 -2 ANDAR-SALA 15 - CEP: 30170-001-BELO HORIZONTE – MG FONE: (31) 3337-4515 www.smef.org.br - [email protected] - https://www.facebook.com/smef.smef Página 9 de 15 SOCIEDADE MINEIRA DE ENGENHEIROS FLORESTAIS RECONHECIDA DE UTILIDADE PÚBLICA PELA LEI ESTADUAL Nº 8064 DE 02-10-81 SOCIEDADE MINEIRA DE ENGENHEIROS FLORESTAIS SMEF HISTÓRICO A Sociedade Mineira de Engenheiros Florestais - SMEF, criada em 20 de setembro de 1966, tem o objetivo de congregar e representar os Engenheiros Florestais no estado de Minas Gerais. Sua história tem inicio com a criação da Escola Nacional de Florestas, da Universidade Rural do Estado de Minas Gerais, UREMG, atual Universidade Federal de Viçosa, UFV, no ano de 1964. Com a graduação das primeiras turmas de Engenheiros Florestais no País e com a criação da profissão do Engenheiro Florestal (Lei № 4.643, de 31 de maio de 1965), surgiu a necessidade de se criar uma entidade representativa e corporativa, objetivando a promoção e valorização profissional, bem como a defesa da profissão do Engenheiro Florestal. Assim é que, no dia 20 de setembro de 1966, foi fundada a Sociedade Mineira de Engenheiros Florestais - SMEF, sendo registrada no Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Cidade de Viçosa, no dia 5 de dezembro de 1966. Devido ao reconhecimento dos serviços prestados à sociedade mineira, a SMEF recebeu do Governo de Minas Gerais o Titulo de Utilidade Pública Estadual, conforme Lei Estadual № 8.064, de 02 de outubro de 1981, publicado no Diário do Executivo, em 08 de outubro de 1981. Mostrando seu importante papel na busca da valorização profissional, a SMEF tem realizado importantes parcerias para desenvolvimento de cursos, seminários, fóruns temáticos, e outros. º. Av. ÁLVARES CABRAL, 1600 -2 ANDAR-SALA 15 - CEP: 30170-001-BELO HORIZONTE – MG FONE: (31) 3337-4515 www.smef.org.br - [email protected] - https://www.facebook.com/smef.smef Página 10 de 15 SOCIEDADE MINEIRA DE ENGENHEIROS FLORESTAIS RECONHECIDA DE UTILIDADE PÚBLICA PELA LEI ESTADUAL Nº 8064 DE 02-10-81 SMEF – Estatuto - Finalidade Pessoa jurídica de direito privado, com sede e foro na cidade de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, com natureza e número ilimitado de sócios, tem por finalidade: A) – Congregar os Engenheiros Florestais do Estado de Minas Gerais e promover sua valorização profissional; B) – Representar os Engenheiros Florestais e defender seus interesses e direitos em âmbito estadual; C) – Propugnar pela elevação do nível cultural e técnico do Engenheiro Florestal, pela participação ampla e decisória da classe dos Engenheiros Florestais na solução dos problemas básicos do Estado, especialmente aqueles ligados ao campo da Engenharia Florestal; D) – Propor aos poderes públicos o estudo e a solução de problemas Florestais e dos de ordem socioeconômica de interesse estadual e ou de seus municípios individualmente; E) – Zelar pela observância do Código de Ética Profissional e pelo fiel cumprimento das leis que regulamentem o exercício da profissão; F) – Promover o apoio ao aperfeiçoamento da Ciência Florestal; G) – Representar os Engenheiros Florestais do Estado de Minas Gerais junto á Sociedade Brasileira de Engenheiros Florestais e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia. º. Av. ÁLVARES CABRAL, 1600 -2 ANDAR-SALA 15 - CEP: 30170-001-BELO HORIZONTE – MG FONE: (31) 3337-4515 www.smef.org.br - [email protected] - https://www.facebook.com/smef.smef Página 11 de 15 SOCIEDADE MINEIRA DE ENGENHEIROS FLORESTAIS RECONHECIDA DE UTILIDADE PÚBLICA PELA LEI ESTADUAL Nº 8064 DE 02-10-81 ENGENHEIRO FLORESTAL - PROFISSIONAL E ATUAÇÃO Capdeville (1991) assim se manifesta: ”A regulamentação de uma profissão, por meio de lei, destina-se, principalmente, a estabelecer áreas privativas para o exercício profissional. Enquanto há espaços para dividir, não há problemas. Na medida, porém, em que o mercado de trabalho se retrai, passa-se a defender as posições conquistadas. Quando determinado mercado oferece muitas oportunidades de trabalho passa-se a reivindicar direitos que retratam uma realidade da década de 1930”. Dentro das atividades profissionais da Engenharia Florestal isto aconteceu de forma flagrante, no mínimo três vezes. A primeira por ocasião dos incentivos fiscais para o reflorestamento nas décadas de 1960 a 1980. A segunda vez, com a normatização e implantação do plano de manejo florestal sustentável a partir da década de 1980 e, atualmente, com a expectativa do Brasil passar de 5 milhões de hectares de florestas plantadas para 15 milhões até o fim da próxima década. A partir de julho de 2007 as atividades profissionais previstas aos Engenheiros Florestais estão relacionadas no Art. 5º da Resolução 1010/65 do CONFEA: Gestão, supervisão, coordenação, orientação técnica; Coleta de dados, estudo, planejamento, projeto, especificação; Estudo de viabilidade técnico-econômica e ambiental; Assistência, assessoria, consultoria; Direção de obra ou serviço técnico; Vistoria, perícia, avaliação, monitoramento, laudo, parecer técnico, auditoria, arbitragem; Desempenho de cargo ou função técnica; Treinamento, ensino, pesquisa, desenvolvimento, análise, experimentação, ensaio, divulgação técnica, extensão; Elaboração de orçamento; Padronização, mensuração, controle de qualidade; Execução de obra ou serviço técnico; Fiscalização de obra ou serviço técnico; Produção técnica e especializada; Condução de serviço técnico; Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; Execução de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; Operação, manutenção de equipamento ou instalação; Execução de desenho técnico. Os Setores dos campos de atuação profissional estão classificados nos seguintes tópicos: º. Av. ÁLVARES CABRAL, 1600 -2 ANDAR-SALA 15 - CEP: 30170-001-BELO HORIZONTE – MG FONE: (31) 3337-4515 www.smef.org.br - [email protected] - https://www.facebook.com/smef.smef Página 12 de 15 SOCIEDADE MINEIRA DE ENGENHEIROS FLORESTAIS RECONHECIDA DE UTILIDADE PÚBLICA PELA LEI ESTADUAL Nº 8064 DE 02-10-81 GEOCIÊNCIAS APLICADAS PARA FINS FLORESTAIS Sistemas, Métodos, Uso e Aplicações da Topografia, Cartografia e das Geociências (Aerofotogrametria; Sensoriamento Remoto; Fotointerpretação; Georreferenciamento); Planejamento Rural e Regional (Ordenamento Territorial Agrossilvipastoril; Desmembramento; Remembramento; Cadastro Técnico de Imóveis Rurais); Agrometeorologia; Climatologia Agrícola. TECNOLOGIAS PARA FINS FLORESTAIS Sistemas e Métodos Agropecuários e Agrossilvipastoris (Fitotecnia; Zootecnia; Edafologia; Microbiologia; Fitossanidade; Fitopatologia; Entomologia; Química Agrícola; Fertilizantes e Fertilização; Corretivos e Correção; Inoculantes e inoculação; Nutrição Vegetal; Plantas Espontâneas; Plantas Bioativas; Biometria; Sementes; Mudas; Cultivo em Ambientes Controlados; Propagação in vitro; Viveiros; Horticultura); Nutrição Animal (Agrostologia; Rações); Biotecnologia (Engenharia Genética; Melhoramento Animal; Melhoramento Vegetal); Sistemas de Produção Agropecuária (Tradicionais; em Ambientes Controlados); Tecnologia de Produtos Agropecuários (Produção; Pós Colheita); Tecnologia da Transformação de Produtos de (Origem Vegetal; Origem Animal); Sistemas de Condicionamento do Meio Para (Armazenamento dos Produtos Agropecuários; Preservação dos Produtos Agrícolas; Conservação de Produtos Agrícolas; Processamento de Produtos Agrícolas); Silvicultura (Métodos Silviculturais; Crescimento Florestal; Manejo de Florestas; Produção Florestal; Processos de Cultivo de Florestas; Processos de Condução de Florestas; Controle Biológico na Área Florestal; Dendropatologia; Dendrocirurgia; Formação de Florestas; Proteção de Florestas; Utilização de Florestas; Reflorestamento; Silvimetria; Fitometria; Inventário Florestal; Inventários Relativos a Meios Florestais; Sistemas e Métodos de Arborização; Arborismo); Produtos e Subprodutos Florestais (Tecnologia da Madeira; Aproveitamento; Colheita; Estoque; Industrialização da Transformação; Tecnologia da Transformação; Produtos Madeiráveis e Não-Madeiráveis Oriundos das Florestas); Sistemas de Produção Aquícola (Aquicultura; Piscicultura); Organismos Aquáticos (Melhoramento; Propagação; Cultivo; Fisiologia; Biotecnologia); Tecnologia Pesqueira (Dinâmica de Populações e Avaliações de Estoques Pesqueiros; Inspeção); Biossegurança Agropecuária (Inspeção Sanitária; Defesa Sanitária; Controle Sanitário; Vigilância Sanitária); Biossegurança Florestal (Inspeção Fitossanitária; Defesa Fitossanitária; Controle Fitossanitário; Vigilância Fitossanitária); Biossegurança Pesqueira (Inspeção Sanitária; Defesa Sanitária; Controle Sanitário; Vigilância Sanitária); Receituário; Receitas; Rastreabilidade de Produtos Agropecuários; Produtos e Subprodutos Florestais; Produtos Pesqueiros; Certificação de Produtos º. Av. ÁLVARES CABRAL, 1600 -2 ANDAR-SALA 15 - CEP: 30170-001-BELO HORIZONTE – MG FONE: (31) 3337-4515 www.smef.org.br - [email protected] - https://www.facebook.com/smef.smef Página 13 de 15 SOCIEDADE MINEIRA DE ENGENHEIROS FLORESTAIS RECONHECIDA DE UTILIDADE PÚBLICA PELA LEI ESTADUAL Nº 8064 DE 02-10-81 Agropecuários; Produtos e Subprodutos Florestais; Produtos Pesqueiros; Licenciamento de Produtos Agropecuários; Produtos e Subprodutos Florestais; Produtos Pesqueiros; Classificação de Produtos Agropecuários; Produtos e Subprodutos Florestais; Produtos Pesqueiros; Tecnologia de Ambientação e Manejo De Plantas; Animais Domésticos; Fauna Silvestre; Outros Organismos; Bromatologia; Zimotecnia; Embalagens para Comercialização de Produtos Agrícolas e Derivados; Agricultura de Precisão; Aplicações da Aviação Agrícola. ENGENHARIA PARA FINS FLORESTAIS Tecnologia dos Materiais de Construção; Construções, Edificações e Instalações para fins (Agropecuários; Agroindustriais; Florestais; Aquícolas; Pesqueiros); Estruturas de Madeira; Estradas Rurais; Hidráulica Aplicada à (Irrigação; Drenagem); Barragens no âmbito da categoria; Solos e Obras de Terra no âmbito da categoria; Hidrologia aplicada a manejo integrado; Manejo Integrado de Bacias Hidrográficas; Sistemas Mecânicos; Sistemas Térmicos; Sistemas Agroindustriais(Ergonomia; Métodos de Controle dos Processos Agropecuários; Métodos de Automação dos Processos Agropecuários); Mecanização Agrícola (Mecanização da Aplicação de Insumos Agrícolas; Máquinas Agrícolas; Implementos Agrícolas; Máquinas Agroindustriais; Implementos Agroindustriais; Equipamentos Agroindustriais; Motores); Instalações Elétricas de pequeno porte em Baixa Tensão para Fins (Agropecuários; Silviculturais; Pesqueiras); Fontes de Energia (a partir de Recursos Naturais Renováveis; a partir de Resíduos Silviculturais); Conservação de Energia (a partir de Recursos Naturais Renováveis; a partir de Resíduos Silviculturais); Diagnóstico Energético (Eficientização de Sistemas Energéticos para fins agropecuários); Métodos, Sistemas e Equipamentos da Engenharia de Pesca referentes a Localização; Captura; Transporte de Produtos Pesqueiros; Armazenamento de Produtos Pesqueiros; Tecnologia de Produtos da Pesca (Matérias Primas Pesqueiras; Beneficiamento; Processamento; Conservação); Equipamentos de Conforto do Ambiente Interno para Animais; Plantas; Transporte (Agrícola; Agroindustrial; Produtos e Insumos Agropecuários; Produtos Florestais; Produtos Fitossanitários; Agrotóxicos); Navegação. Meio Ambiente Ecologia; Biodiversidade (Preservação; Manejo); Ecossistemas (das Florestas Nativas; de Biomas; de Reflorestamentos; Florestais); Sistemas e Métodos utilizados em Áreas e Meios Degradados para (Avaliação; Monitoramento; º. Av. ÁLVARES CABRAL, 1600 -2 ANDAR-SALA 15 - CEP: 30170-001-BELO HORIZONTE – MG FONE: (31) 3337-4515 www.smef.org.br - [email protected] - https://www.facebook.com/smef.smef Página 14 de 15 SOCIEDADE MINEIRA DE ENGENHEIROS FLORESTAIS RECONHECIDA DE UTILIDADE PÚBLICA PELA LEI ESTADUAL Nº 8064 DE 02-10-81 Mitigação; Remediação; Recuperação; Manutenção; Aproveitamento Racional); Sistemas e Métodos utilizados em Ecossistemas e Recursos Naturais Renováveis para (Planejamento; Conservação e Preservação; Manejo; Gestão; Avaliação; Monitoramento; Proteção; Mitigação; Manutenção; Recuperação; Aproveitamento Racional; Desenvolvimento; Proteção); Sistemas e Métodos utilizados em Ecossistemas Florestais e Biomas para (Manejo; Gestão; Avaliação; Monitoramento; Proteção; Mitigação; Manutenção; Recuperação; Aproveitamento Racional; Preservação e Proteção); Meio Ambiente (Avaliação; Planejamento; Zoneamento Sócio-Ambiental; Viabilização Sócio-Ambiental; Plano Diretor Florestal; Conservação; Manejo; Gestão; Preservação e Proteção); Impactos Ambientais (Avaliação; Controle da Poluição Ambiental no Meio Rural; Controle da Poluição em Florestas; Controle da Poluição Ambiental nos Corpos d'Água); Planejamento, Conservação, Manejo e Gestão de Ecossistemas (Aquáticos Continentais; Aquáticos Estuarinos; Aquáticos Costeiros; Aquáticos Oceânicos); Patrimônio Público e Valores Culturais e Sócio-Econômicos Associados à Floresta e Meio Ambiente (Conservação; Proteção); Fitofisionomia Paisagística (Urbana; Rural; Ambiental); Parques e Jardins; Saneamento referente ao Campo de Atuação Profissional Agrossilvipastoril (Tratamento de Resíduos e Efluentes; Aproveitamento de Resíduos e Efluentes; Uso de Resíduos e Efluentes; Reuso de Resíduos e Efluentes; Controle de Vetores). Administração e Economia Política e Desenvolvimento Rural (Política Agrícola; Política Agrária; Política Agroindustrial; Política Florestal; Política Pesqueira); Economia; Socioeconomia; Empreendimentos (Agrossilvipastoris; Agroindustriais); Agronegócio; Gestão Empresarial; Administração (Otimização de Sistemas; Gerenciamento de Projetos; Marketing; Mercado); Crédito Rural; Associativismo; Cooperativismo. ______________________________________________________ Gabriel Moreira Junqueira SMEF – PRESIDENTE º. Av. ÁLVARES CABRAL, 1600 -2 ANDAR-SALA 15 - CEP: 30170-001-BELO HORIZONTE – MG FONE: (31) 3337-4515 www.smef.org.br - [email protected] - https://www.facebook.com/smef.smef Página 15 de 15