MASP – METODOLOGIA DE ANÁLISE E
SOLUÇÃO DE PROBLEMAS
CONSULTING
GROUP
A teoria na prática.
1
Comportamentos e Valores Fundamentais de
Solução de Problemas
• Tratar todos os funcionários com confiança e respeito mútuo
– Reconhecer o valor e a contribuição dos Recursos Humanos
• Ver problemas como oportunidades
– Adotar uma cultura que evite que pessoas escondam os problemas
• Expor cedo os problemas e resolvê-los usando a solução eficaz
– Adotar cultura que incentive a proatividade dos funcionários em encontrar
problemas
• Usar a solução de problemas em todas as funções e níveis
– Disseminação da prática de resolução eficaz de problemas
• Avaliar o uso da solução eficaz de problemas
– Os problemas devem ser resolvidos de modo a não serem recorrentes
• Fornecer sustentação necessária para o uso do MASP
– Treinamento, aconselhamento, sistemas, recursos e tempo.
• Reconhecer e recompensar funcionários pela solução de
problemas
2
PROCESSO DE SOLUÇÃO EFICAZ DO PROBLEMA
FONTE: AIAG. CQI-10 – Solução Eficaz de Problemas
3
PROCESSO DE SOLUÇÃO EFICAZ DO PROBLEMA
4
FONTE: AIAG. CQI-10 – Solução Eficaz de Problemas
PROCESSO DE SOLUÇÃO EFICAZ DO PROBLEMA
5
FONTE: AIAG. CQI-10 – Solução Eficaz de Problemas
PROCESSO DE SOLUÇÃO EFICAZ DO PROBLEMA
6
FONTE: AIAG. CQI-10 – Solução Eficaz de Probl
PROCESSO DE SOLUÇÃO EFICAZ DO PROBLEMA
7
FONTE: AIAG. CQI-10 – Solução Eficaz de Probl
PROCESSO DE SOLUÇÃO EFICAZ DO PROBLEMA
CAUSA RAIZ DE
PROCESSO
CAUSA RAIZ DE
CONTROLE
CAUSA RAIZ DE
SISTEMA
8
FONTE: AIAG. CQI-10 – Solução Eficaz de Probl
PROCESSO DE SOLUÇÃO EFICAZ DO PROBLEMA
AÇÃO CORRETIVA
DE PROCESSO
AÇÃO CORRETIVA
DE CONTROLE
AÇÃO CORRETIVA
DE SISTEMA
9
FONTE: AIAG. CQI-10 – Solução Eficaz de Probl
PROCESSO DE SOLUÇÃO EFICAZ DO PROBLEMA
AÇÃO CORRETIVA
DE PROCESSO
AÇÃO CORRETIVA
DE CONTROLE
AÇÃO CORRETIVA
DE SISTEMA
10
FONTE: AIAG. CQI-10 – Solução Eficaz de Probl
MATRIZ DE SOLUÇÃO DE PROBLEMAS
FERRAMENTAS DE NÍVEL BÁSICO
Identificação do
Problema
•Análise de
Pareto
•Índice de
Capacidade
(Qualidade)
•Folha de
Verificação
•É/Não é (análise
de estratificação)
•GUT
•R&R de
instrumentos de
medição
Contenção
•Processo de
contenção
•Estatística
descritiva
Análise de Modo
de Falha e Causa
Raiz
Escolha e
Implementação
de Ações
Corretivas
Controlar e
Padronizar
•Análise de 5 por
quês
•Diagrama de
Causa e Efeito
•Matriz de Causa
e Efeito
•Brainstorming
•Histograma
•Fluxograma
•Análise do Fluxo
de Trabalho
•Benchmarking
•Diagrama de
Dispersão
•Diagrama de
Concentração
•Matriz de
Decisão
•Gráfico de Gantt
•Carta seqüencial
/ Carta de
tendência
•Carta de
Controle
•Plano de
Controle de
Processo
•Poka-Yoke
•Releitura/
Replicação
•Banco de Dados
de Lições
Aprendidas
11
MATRIZ DE SOLUÇÃO DE PROBLEMAS
FERRAMENTAS DE NÍVEL INTERMEDIÁRIO
Identificação do
Problema
•SIPOC
(Fornecedor –
Entrada –
Processo – Saída
– Cliente)
Contenção
Análise de Modo de
Falha e Causa Raiz
•Análise de Modo e
Efeito de Falha
(FMEA)
•Análise de Árvore
de Falhas
•Análise de
Regressão Linear
•Testes de Hipótese
•Gráfico de Paytner
•Análise Multivari
•Diagrama-P /
Projeto de
Parâmetro
Escolha e
Implementação
de Ações
Corretivas
Controlar e
Padronizar
•Controle
Estatístico do
Processo
•Gráfico PréControle
12
MATRIZ DE SOLUÇÃO DE PROBLEMAS
FERRAMENTAS DE NÍVEL AVANÇADO
Identificação do
Problema
•Desdobramento
da Função
Qualidade (QFD)
Contenção
Análise de Modo de
Falha e Causa Raiz
Escolha e
Implementação
de Ações
Corretivas
•Projeto de
Experimentos
(Fatorial Completo e
Fatorial Fracionado)
•Tolerância Estatística
•Teste Até Falhar
•Simulações de
Monte Carlo
•Projeto Robusto
(Taguchi)
Controlar e
Padronizar
13
FONTE: adaptado de AIAG. CQI-10 – Solução Eficaz de Problemas
Gráfico de
Pareto
Diagrama de
causa-efeito
Folha de
Controle
Histograma
Diagrama de
concentração
de defeito
Diagrama de
dispersão
7
Ferramentas
da
Qualidade
Gráfico de
Controle
14
7
FOLHA DE CONTROLE
(OU DE VERIFICAÇÃO)
• Ferramentas de solução de problemas
• IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA
BÁSICO
15
FOLHA DE CONTROLE
• Trata-se de um documento usado para registrar dados.
• Permite a visualização simples das ocorrências de
problemas.
2005
1
2
1
Parede danificada
Problema de máquina
Revestimento insuficiente
Solda desalinhada
3
6
7
2
4
5
2
6
7
8
3
1
3
8
10
3
4
4
3
4
7
1
1
2
9
10
11
12
1
6
4
2
1
2
3
5
16
7
ANÁLISE DE PARETO
• Ferramentas de solução de problemas
• IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA
BÁSICO
17
ANÁLISE DE PARETO
• Mostra a freqüência da ocorrência dos itens e os
organiza do mais freqüente para o menos freqüente.
• Meio visualmente eficaz de demonstrar a importância
relativa de cada causa, problema ou outra condição.
• Princípio de Pareto: 80% dos efeitos são causados por
20% das causas.
18
ANÁLISE DE PARETO
Número de Defeitos detectados em várias operações de um processo
19
ÍNDICE DE CAPACIDADE
• Ferramentas de solução de problemas
• IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA
BÁSICO
20
ÍNDICE DE CAPACIDADE
• Medido através dos indicadores Cp / Cpk
• Mede a habilidade de um processo em atender as
especificações numéricas.
tolerância
Cp 
 100
6  DPI
Bilateral
Zmenor
Cpk 
 100
3
Unilateral
Cp/Cpk < 1 – não capaz
Cp/Cpk >1,33 – capaz
21
É/NÃO É
(ANÁLISE DE ESTRATIFICAÇãO)
• Ferramentas de solução de problemas
• IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA
BÁSICO
22
É / NÃO É
• É um processo que distingue os aspectos associados
com um problema daqueles que poderiam ser, mas
não são.
• Benefícios:
– Padronização (entendimento comum para todos)
– Comunicação (acomoda as diversidades entre os membros
da equipe)
– Plano de Ação (obter informações torna-se atividades do
plano de ação)
23
24
Perguntas a fazer para a comparação E/NÃO É
TAMANHO
QUANDO
ONDE
O QUE
É
NÃO É
Qual o objeto que está dando problema?
Qual objeto poderia estar dando problema,
mas não está?
Ao quê diz respeito o problema?
Ao que o problema poderia dizer respeito,
mas não diz?
Onde está o problema no objeto?
Onde não está visto o problema? O
problema abrange todo o projeto?
Onde ocorre a primeira observação
(geograficamente e/ou no processo)?
Onde mais não está vista a observação?
Quando está sendo relatado o problema
inicial? (tempo)
Quando o problema inicial poderia ter sido
observado, mas não o foi?
A partir do estabelecimento do problema,
quando a condição volta a ocorrer?
Em que outras ocasiões você poderia ter
observado o defeito, mas não o fez?
Qual a tendência? Ela se estabilizou? Ela
desapareceu? Está piorando?
Em que outras tendências poderiam ter sido
observadas, mas não o foram?
Quantos objetos têm o defeito?
Quantos objetos poderiam ter tido defeito,
mas não o tem?
Que porcentagem representa o defeito em
relação ao total?
Quão grande o defeito poderia ter sido, mas
não é?
25
G.U.T
• Ferramentas de solução de problemas
• IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA
BÁSICO
26
G.U.T.
É uma ferramenta que consiste, basicamente, em separar e priorizar os
problemas para fins de análise e posterior resolução. Sua base é
fundamentada no tripé:
“G” – Gravidade – avaliar as conseqüências negativas que podem
trazer para os clientes;
“U” – Urgência – avaliar o tempo necessário ou disponível para
corrigir os problemas levantados;
“T” – Tendência – avaliar o comportamento evolutivo (irá melhorar
ou piorar) da situação.
27
G.U.T.
Como construir o Diagrama GUT
Para cada um dos fatores deve ser atribuída uma nota de acordo com a
relevância de cada problema levantado, (1 = baixo; 3 = médio e 5 = alto).
Em seguida multiplicam-se os três fatores por eles próprios (G x U x T =
OP), onde o OP é o resultado que estabelece a Ordem de Prioridade
para resolução dos problemas apresentados.
Exemplo de um Diagrama GUT
Para facilitar os cálculos e definir as prioridades, deve-se utilizar o
Quadro de Prioridades, onde cada participante analisa e avalia cada
fator, atribuindo-lhes notas 1, 3 ou 5, relacionadas
ao problema levantado.
28
G.U.T.
QUADRO DE PRIORIDADES
RELAÇÃO DOS PROBLEMAS
G
U
T
OP
1
Inexistência de normas procedimentais
5
4
4
80
2
Baixo índice de produtividade
5
5
5
125
3
Má distribuição dos recursos humanos
3
4
3
36
4
Ausência de sinergia
4
4
4
64
5
Estrutura hierárquica desatualizada
2
3
3
18
O Quadro de Prioridades acima demonstra que os problemas
deverão ser resolvidos na seguinte ordem: 2, 1, 4, 3 e finalmente
o problema 5.
29
Análise de sistema de medição
MSA
• Ferramentas de solução de problemas
• IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA
BÁSICO
30
MSA
• Determina a variação do sistema de medição
proporcionalmente à variação do processo e/ou
tolerância permitida.
• Processo pelo qual o sistema de medição é analisado
para avaliar se a qualidade deste sistema está
adequada ao uso
• Análises:
–
–
–
–
–
Linearidade
Estabilidade
Tendência
Repetitividade
Reprodutibilidade
31
SIPOC
(Fornecedor – entrada – processo – saída –
cliente)
• Ferramentas de solução de problemas
• IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA
INTERMEDIÁRIO
32
SIPOC
• É uma ferramenta que possibilita uma simples visão
geral das fronteiras, clientes, fornecedores e
requisitos de um processo que circunda o problema
a ser resolvido.
• Benefícios:
– Identifica claramente as fronteiras do processo em estudo
– Resolve conflitos da equipe
– Assegura que o analista tenha alcance e controle sobre o
processo a serestudado.
– Assegura que a abrangência da solução capture a questão
– Identifica os requisitos (mensuráveis e não-mensuráveis)
33
Nome do processo:
Dono do processo (responsável):
Forneced
ores
Quem
fornece
cada
entrada?
6
Entradas
Processo
Saídas
Quais são
os
recursos
solicitados
pelo
processo?
Clientes
Produto
dos
processos
O que o
processo
espera de
cada
entrada?
5
7
Quem é o
cliente de
cada
saída?
O que
cada
cliente
espera de
cada
saída?
1
2
4
3
34
Nome do processo: PREPARAÇÃO DE CAFÉ
Dono do processo (responsável): FULANO
Forneced
ores
Fornecedor
de serviço de
café
Entradas
Processo
Café
Tipo:
colombiano
Clientes
Café de boa
qualidade
Material
Intensidade:
(forte e
escuro)
Tomador de
café
Água
Fria de
torneira
Temperatura:
quente
Preparador
de café
Preparação
de café
padrão
Rapidez
operacional:
< 5min.
Filtro
Filtros
padrões
Preparar o
café
Quantidade:
360g
Rapidez
operacional <
10min
6
Saídas
5
7
Colocar
na
xícara e
beber
1
2
4
3
35
QFD
QUALITY FUNCTION DEPLOYMENT
• Ferramentas de solução de problemas
• IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA
AVANÇADO
36
QFD
• Ferramenta
sistemática
para traduzir
os requisitos
do cliente
para os
requisitos
apropriados
da empresa.
37
Processo de contenção
• Ferramentas de solução de problemas
• CONTENÇÃO
BÁSICO
38
CONTENÇÃO
• A Contenção é iniciada a qualquer momento, por
qualquer um que descubra ou identifique uma nãoconformidade que irá resultar em insatisfação do cliente
ou consumidor.
• O propósito principal da Contenção é evitar uma nãoconformidade, de modo que não entre na corrente de
valor ou no processo de produção.
39
40
Estatística AMOSTRAL
• Ferramentas de solução de problemas
• CONTENÇÃO
BÁSICO
41
ESTATÍSTICA AMOSTRAL
• Usada para inferir as características de uma população
de dados baseados numa amostra discreta.
• Populações podem ser comparadas para verificar
similaridades e diferenças.
• Estatísticas amostrais básicas: média, mediana, moda,
desvio-padrão, variância e amplitude.
42
7
HISTOGRAMA
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
BÁSICO
43
HISTOGRAMA
• É a representação gráfica da disposição por freqüência
dos pontos de dados, na forma de um gráfico de barras.
• A freqüência de ocorrência dos valores de dados
individuais é mostrada pela altura das barras.
• Permite a visualização da forma da distribuição para
conjuntos grandes de dados
• Limitação: não permite a análise de consistência de
processos ao longo do tempo.
44
HISTOGRAMA
Suponha que sua companhia produza eixos, e as medidas do diâmetro externo
para 50 eixos tenham sido registradas
Diâmetro externo do eixo – peça 12345
45
7
DIAGRAMA DE CAUSA-EFEITO
(DIAGRAMA DE ISHIKAWA
ESPINHA DE PEIXE)
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
BÁSICO
46
DIAGRAMA DE CAUSA-EFEITO
• Usado para analisar todos os aspectos das possíveis
causas de um efeito em particular (ou problema).
• Usado por um grupo de pessoas para identificar, explorar
e demonstrar graficamente, em detalhes, todas as
possíveis causas de um efeito.
47
DIAGRAMA DE CAUSA-EFEITO
Método
Armazenamento
Inadequado
Mão-de-Obra
Falta de
Treinamento
Máquina
Ferramenta
Inadequada
Falta de
Procedimento
Baixa
Qualidade
Material
Perdas no
Processo X
Local Mau
Iluminado
Meio Ambiente
Instrumento
Não Calibrado
Erro na
Dosagem
Medição
48
7
DIAGRAMA DE CONCENTRAÇÃO DE
DEFEITOS
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
BÁSICO
49
DIAGRAMA DE CONCENTRAÇÃO
• Usado como uma ferramenta para analisar criticamente
a localização física de defeitos (não-conformidades) em
uma peça em particular, por um tempo, a fim de
determinar se existem alguns padrões.
• A presença de padrões pode levar às possíveis causas.
50
DIAGRAMA DE CONCENTRAÇÃO
BB
B
Eis um esboço de uma porta de um
veículo onde o inspetor de pintura
registrou:
•a localização de vários furinhos
(marcados com a letra P),
•bolhas (marcadas com a letra B) e
•não-coberturas (marcadas com a letra
C) por um período de tempo.
PPP
P P
P
PPP
C
PPPC
C
C
BB
B
BB
51
7
DIAGRAMA DE DISPERSÃO
(OU GRÁFICO DE DISPERSÃO)
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
BÁSICO
52
DIAGRAMA DE DISPERSÃO
• Fornece uma figura do relacionamento entre duas
variáveis num processo.
• O formato dos pontos dispersos fornece um indício a
respeito da existência de algum relacionamento.
• Quanto mais regular for a distribuição dos pontos,
mais provável a existência de relacionamento entre
os fatores.
• Limitação: um diagrama de dispersão sozinho não
comprova a existência de correlações, apenas
fornece um indício.
• Importante: Correlação não implica necessariamente
em causalidade.
53
DIAGRAMA DE DISPERSÃO
Rendimento
0,80
0,60
0,40
0,20
0,00
0
5
TEMPERATURA
RENDIMENTO
17
19
19
20
22
22
23
23
25
25
0,20
0,25
0,30
0,35
0,40
0,60
0,50
0,60
0,55
0,65
10
15
20
25
30
Temperatura
54
5 por quês
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
BÁSICO
55
5 POR QUÊS
• Trata-se de um ferramenta simples, mas poderosa,
na solução de problemas, que ajuda a determinar a
causa-raiz.
• Muitas vezes nós tendemos a parar de procurar
depois que encontramos somente a causa imediata
do problema e não continuamos a trabalhar para
encontrar a causa raiz subjacente.
• Instruções: analisar criticamente a indicação do
problema e continuar fazendo perguntas para chegar
ao mais baixo nível de definição do problema
(geralmente 5 níveis).
56
5 POR QUÊS
• Problema: você chegou tarde ao trabalho esta manhã.
– 1: Por que você se atrasou para o trabalho nessa manhã?
R: Meu carro não queria pegar.
– 2: Por que seu carro não queria pegar?
R: O motor de arranque não estava fazendo o motor girar.
– 3: Por que o motor de arranque não queria movimentar o
motor?
R: A bateria estava muito fraca.
– 4: Por que a bateria estava com a carga baixa?
R: O alternador não estava produzindo energia suficiente para mantê-la
carregada?
– 5: Por que a produção de energia do alternador estava baixa?
R: A correia do alternador estava escorregando, o que foi corrigido
apertando a correia.
57
benchmarking
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
BÁSICO
58
BENCHMARKING
• Processo de melhoria de desempenho de produto e
processo através de, continuamente, identificar,
entender e adaptar as melhores práticas
(outstanding), processos, características e níveis de
desempenho de produtos e serviços.
• Evita “reinvenção da roda”.
• Leva a idéias “não-padronizadas”.
• Identifica “Melhores de Classe”.
59
BENCHMARKING
• O Benchmarking deve ser um processo contínuo.
Ciclo de Aprendizado
Referenciais comparativos
Inovação
60
BRAINSTORMING
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
BÁSICO
61
BRAINSTORMING
• Ferramenta a ser utilizada quando a causa raiz de um problema não é
claramente conhecida.
• Utiliza o poder multifuncional de pessoas familiarizadas com o processo
para determinar quais as causas de um problema.
• É a precursora e, provavelmente, a mais conhecida das técnicas de
geração de idéias. O Brainstorming é baseado no princípio da total
suspensão do julgamento; dos diversos tipos de pensamentos humanos
devemos destacar dois, o criativo e o crítico, usualmente o que predomina
é o último. Assim, o objetivo da suspensão de julgamento é o de
possibilitar a geração de idéias, superando o pensamento de julgar e
criticar. Só após a geração de um número suficiente de idéias é que se fará
o julgamento de cada uma.
• Então definimos o Brainstorming como uma técnica de estimulação da
criatividade de uma equipe para gerar e esclarecer uma série de idéias,
problemas ou questões.
62
BRAINSTORMING
Como deve ser realizado o Brainstorming
Para a realização do Brainstorming devemos seguir algumas regras
básicas como:
• Eliminar qualquer crítica no primeiro momento do processo, para que
não haja inibições nem bloqueios e surjam o maior número de idéias
possível. “Nenhuma idéia por mais tola ou irracional que possa parecer,
pode ser criticada. Da mesma forma, as boas idéias não são elogiadas
ou endossadas”. Não deve haver julgamento de modo algum,
principalmente dos gestores;
63
BRAINSTORMING
•
Apresentar as idéias tal qual elas surjam na cabeça, sem rodeios,
elaborações ou maiores considerações. As pessoas devem se sentir
muito à vontade, sem medo de “dizer uma bobagem”. Ao contrário, as
idéias mais desejadas são aquelas que parecem disparatadas, “loucas”
e sem sentido, no primeiro momento. Estas idéias costumam oferecer
conexões para outras idéias criativas e até mesmo representarem
soluções;
•
A quantidade gera qualidade. Quanto mais idéias surgirem, melhor.
Maior será a chance de se conseguir, diretamente ou por meio de
associações as boas idéias;
64
BRAINSTORMING
•
Numa segunda etapa, feita a seleção das idéias, aquelas
potencialmente boas devem ser aperfeiçoadas. Nesse processo,
costumam surgir outras idéias. Mas lembre-se: derrubar uma idéia é
mais fácil que implementá-la.
O Brainstorming propriamente dito
1. O processo de Brainstorming é conduzido por um grupo com um
coordenador e um secretário escolhidos;
2. Cada participante recebe, antes da reunião, o enunciado do problema
com todas as informações disponíveis.
65
BRAINSTORMING
3. A sessão do brainstorming começa com a orientação aos participantes
sobre as regras, origem e motivo do problema a ser estudado. Se o
grupo não está acostumado a sessões de brainstorming, é
aconselhável fazer um breve aquecimento e, se necessário, é possível
redefinir o problema em cada ocasião. É importante educar as
pessoas.
4. Ao se definir, finalmente, o problema (anotar em um quadro ou em um
flip-chart por exemplo) é que realmente inicia o brainstorming em si,
com duração aproximada de 40 minutos.
5. Durante esse período cada pessoa do grupo deve estar estimulada e
desinibida para oferecer o maior número
66
de idéias, segundo a regra básica: é proibido criticar.
BRAINSTORMING
6. Todas as idéias devem ser anotadas em local bem visível, sempre
dando-se preferência pela redação original de quem manifesta a idéia.
7. O último passo da sessão consiste na seleção de idéias, nesta fase o
grupo:
 Analisa as diversas sugestões individuais de causas potenciais do
problema;
 Classifica as causas levantadas;
 Combina causas afins e descarta redundâncias;
 Elabora uma lista das causas mais comuns.
67
MATRIZ DE CAUSA E EFEITO
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
BÁSICO
68
MATRIZ DE CAUSA E EFEITO
• Usada para classificar em ordem de importância os
dados de saída dos processos chave (exigências do
cliente) e posteriormente entender como eles se
relacionam com os dados de entrada.
• Usada em conjunto com fluxograma de processos e
age como uma matriz QFD simplificada.
69
MATRIZ DE CAUSA E EFEITO
70
fluxograma
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
BÁSICO
71
FLUXOGRAMA
• Representação gráfica clara de um processo e/ou das
atividades relacionadas, do começo ao fim.
• Permite a identificação do fluxo real ou da seqüência
de eventos de um processo, que qualquer produto
ou serviço segue.
• Comunicam um entendimento claro de cada
processo.
72
FLUXOGRAMA
Projeto ALGÁS
Núcleo de Operações e Distribuições – Fluxos (versão 03)
Núcleo de Operações e Distribuições
Alinhamento de Gás
( Início de Fornecimento)
Núcleo de Operações e Distribuições
Verificação de Consumo
( Pedido do Cliente Residencial / Comercial )
Núcleo de Operações e Distribuições
Núcleo de Operações e Distribuições
Núcleo de Operações e Distribuições
Núcleo de Operações e Distribuições
Acompanhamento de Interferências
na Rede
Coletas de Amostras
Adequação de Fornecimento
(Pressão / Vazão)
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
Núcleo de Operações e Distribuições
Leitura de Medidores
(Cliente Residencial e Comercial)
Formulação de Contratos
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
ARSAL
Núcleo de
Relacionamento
Núcleo de
com Mercado
com Mercado
Cliente
Solicita
adequação de
pressão no
fornecimento
Núcleo de
com Mercado
Fiscaliza a faixa
de duto
Informam
necessidade
N
S
Necessidade de
Manutenção ?
CRM
Elabora
Programação de
coleta de
amostras
e-mail
Verifica
necessidade de
intervenção
imediata
Intervenção
imediata ?
Preenche relatório
de fiscalização
Interfere, orienta e
notifica
Contata e informa
a necessidade
(via telefone)
Relatório de
fiscalização
S
Detecta obra ?
NOD
Planilha de
programação
de coletas de
amostras
NOD
Encaminha
ocorrência e
solicita
acompanhamento
Contata a
contratada e
solicita a
adequação
e-mail
(automático)
Envia
programação para
contratada
Verifica quanto a
contratação /
aquisição de
recursos
Preenche relatório
de fiscalização
N
Coord. de
Integridade
de Rede
NOD
Necessita de
recursos ?
Contratada de
Operação
Verifica
necessidade de
memorial
descritivo
S
Relatório de
fiscalização
Contratada
de
Operação
Verifica existência
de não
conformidade
Núcleo de Operações e Distribuições
NOD
Verifica
necessidade de
troca de
equipamento
Acompanhamento / Abastecimento
de Odorante
e-mail
GSA
N
Acompanha a
intervenção e
preenche relatório
NOD
Nãoconformidade ?
RFG -Relatório de
Acompanhamento
Arquiva o relatório
Verifica se foi
causada por ação
de terceiros
(concessionárias)
NOD
Relatório de
fiscalização
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
N
Contratada
(Manutenção)
S
Colhe amostra
para análise
fisico/químico
(Semanal)
e-mail ou
verbal
RIF
(2 vias)
Verifica
necessidade de
análise da GER
Realizam serviço
de adequação
Necessita
análise da
GER ?
Preenche registro
e assina
S
Contratada
Gerência de
Engenharia
(Montagem)
e-mail ou
informal
Solicita análise da
adequação
Ajusta injeção e
preenche relatório
Amostra
S
Contata
concessionária e
solicita
regularização
Ação de
Terceiros ?
S
Executa
montagem
Contratada
Arquiva o relatório
e baixa ocorrência
N
RAF (2 vias)
NOD
10
RFG -Relatório de
Acompanhamento
Preenche
solicitação de
material
e-mail ou
informal
S
Providencia
regularização
Diretoria
Coletores
N
NOD
Aprova ?
Contata
contratada e
encaminha
solicitação
Descarrega
leituras no
sistema
NOD
Colhe assinatura
do cliente e
direciona vias do
RAF
Contratada
Elabora memorial
descritivo
CRM
GSA
NOD
8
e telefone
Orienta o cliente
quanto aos
procedimentos a
serem tomados
Problema com
equipamento do
cliente ?
Baixa
ocorrência no
sistema
Comunica
necessidade de
odorante
Analisa amostra e
emite relatório
N
Concessionária
Núcleo de
Implantação
de Rede
S
NOD
Retorna parecer
sobre adequação
Executa o serviço,
preenche e assina
o RIF
Informa a
ocorrência e
solicita
regularização
Nível
Ok ?
Preenche relatório
Laboratório
(Operações)
N
Taxa
Ok ?
S
N
S
NOD
11
Amostra
S
Solicita montagem
de CRM (Conjunto
de Regulagem e
Medição)
Realizam as
leituras e retornam
os coletores
Verifica (no ponto
de injeção) a taxa
e o nível
N
S
Montagem ?
Contratada
(Leitura)
Necessita de
memorial ?
Comunica
Diretoria para
aprovação
Memorando
e-mail
Periódicamente
Colhe amostra
para análise
COG
(Diário)
Contratada
N
Coletores
N
Encaminha
solicitação de
contratação /
aquisição
S
Contratada
de
Operação
Contata
contratada e
encaminha
solicitação
Necessita
Troca ?
Gera o RIF
(Registro de Início
de Fornecimento)
Segrega
manualmente e
insere em
coletores
Providencia
atendimento com
operação
Executante da
Obra
Rede
Digita dados no
Sistema
Encaminha
solicitação para
contratada
Prepara
arquivo .TXT
N
Verifica
procedência da
ocorrência e
direciona
Problema com
vazamento ?
Com base nos
registro no sistema
gera rota com
clientes a serem
medidos
NOD
S
N
Gestor /
Assistente
Técnico /
Engenheiro
Realiza inspeção
de consumo e
preenche
formulário
NOD
NOD
CRM
Solicita a
verificação de
análise de
consumo
GSA
Periodicamente (conforme
programação)
Encaminha
ocorrência via
sistema
Relacionamento
DIREX
Relacionamento
com Mercado
com Mercado
Encaminha
ocorrência via
sistema
CRM
Cliente
Norma
Reguladora
Núcleo de
Relacionamento
Cliente
Núcleo de
Contratada de
Operação
Relacionamento
Relatório
e-mail
Núcleo de Operações e Distribuições
N
Lacra o medidor e
colhe assinatura
do cliente no RIF
Manutenção de Clientes
Verifica execução
do serviço e
preenche relatório
Núcleo de Operações e Distribuições
Contratada
Inspeção de Rotina
RAF (1 vias)
RAF (1 vias)
Cliente
NOD
NOD
RIF (1 via)
ARSAL
NOD
Jet Data
NOD
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
RIF (1 via)
RIP - Relatório de
Inspeção de Pista
Núcleo de
Suprimentos e
Contratações
ARSAL
Material
Verifica o nível de
odorante
apontado no
relatório
NOD
Cliente
Memorial
Descritivo
SIGMA
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
Ficha de Inspeção
NOD
Valida as
medições
Núcleo de
Suprimentos
e
Contratações
Programa
(agenda)
abastecimento
com a Contratada
Arquiva o relatório
Solicita verificação
de cliente sem
leitura
NOD
Atualiza dados
no sistema
Programação de
manutenção
Analisa o
resultado da
inspeção
Gera
programação
anual de
manutenção
( preventiva )
S
Insere dados
do RIF no
sistema
Insere dados na
Planilha de
Freqüência de
Inspeção
Preditiva
Rede
Jet Data
Rede
NOD
Protocola o RIF e
encaminha
- Leitura Inicial
- Nº de série do medidor
- Data
- etc
Jet Data
Calcula volume
pela média e/ou
desconto a ser
concedido
Problema com
leitura ?
S
Nível de
Odorante
Ok ?
Prepara relatório
mensal
Contratada
de
Operação
Comunica a
contratada e
solicita ajustes
NOD
4
Abastece ponto de
injeção e solicita
reposição de
odorante
Imprime relatório e
encaminha para
ser entregue ao
cliente
Comunica a
ocorrência e solicita
liberação para
inserção da nova
leitura
Baixa a
ocorrência e
anexa relatório e
ficha de inspeção
Registra e
redireciona
ocorrência no
sistema
Relatório de
verificação
Ficha de Inspeção
NOD
Nas datas das
manutenções / calibrações
previstas na programação
Solicita
equipamento
calibrado
(Medidor)
Encaminha
programação
Jet Data
Contratada
de
Operação
NOD
Providencia
regularização e
preenche relatório de
verificação (rotina)
Solicita compra de
odorante
Solicita relatório
de HSES
(Histórico de
Segurança)
Telefone
Informações para ARSAL
(Alessandra)
Arquiva o relatório
Núcleo de
Suprimentos
e
Contratações
Contratada
(Manutenção
/ Operação)
com Mercado
RIF (1 via)
Núcleo de Operações e Distribuições
NOD
Informa a compra
ea
disponibilização
do odorante
NOD
Realiza
manutenção
conforme
programado
NOD
3
Preenche
relatórios
NOD
1
Relat. de
Manutenção de
Equipamento (2 vias)
Relat. de
Manutenção do
Medidor de Vazão
(2 vias)
NOD
Contratada
Verifica existência
de cliente sem
leitura
Procede releitura
e preenche
relatório
Assina e direciona
vias do Boletim
N
Elabora
programação para
pintura
Relatório HSES
e-mail
N
Gera lista de
volumes a
faturar
GSA
Boletim de
Medição Ok ?
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
Envia
programação de
visita
Medidor calibrado
Encaminha o
medidor para
manutenção /
calibração
Relat. de Calibração
de Computador de
Vazão (2 vias)
Medidor
Cópia do Contrato
Emite Boletim de
Medição ?
Boletim de
Medição (2 vias)
Memorando
NOD
Verifica Boletim de
Medição
Elabora
programação para
medição
Boletim de
Medição (1 via)
Boletim de
Medição (1 via)
Núcleo de
Finanças
Contratada
Relação para
Inspeção
Cliente sem
leitura ?
S
NOD
S
Registra
programação
em planilha
(Excel)
Assessoria
de SMS
Qualquer pessoa
Contratada
Cliente
Comunica
situação de
emergência
(Operações)
Através de telefonema para:
= Plantão ou
= Algás
Comunica
situação de
emergência
Núcleo de
Relacionamento
com Mercado
Verifica se há
disponibilidade de
tempo para leitura
NOD
Assina e
encaminha para
pagamento
Repassa
informação e
solicita a retirada
do produto
Industriais ou GNV
e-mail
NOD
S
Informa
programação de
medição
Laudo de
Calibração
Preenche relatório
de substituição de
medidor
e-mail
Preenche
solicitação de
pagamento
RIP - Relatório de
Inspeção de Pista
Gestor do
NOD
Prepara relatório
com base nos
arquivos de RIP
Eq. calibrado
Núcleo de
Suprimentos
e
Contratações
Relação para
Releitura
N
Boletim de
Medição
S
Verificação de Proteção Catódica
na Rede
Atendimento a Emergência
NOD
Emite relação
para releitura
Núcleo de Operações e Distribuições
Núcleo de
Finanças
Rede
NOD
Núcleo de
Relacionamento
Envia informação
solicitada
Arquiva cópia do
contrato
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
Relatório de
verificação (rotina)
Núcleo de
com Mercado
Ajusta medição
no sistema
Ajusta medição ?
N
Núcleo de
com Mercado
Gera
programação
de visita
RIF (1 via)
Relacionamento
SIGMA
NOD
Acompanha o
contrato em suas
condições
Serviço Ok ?
Relacionamento
NOD
e-mail
Coord. de
Suporte de
TI
Contratada
Prepara Boletim
de Medição
N
Comunica
irregularidade e
solicita reparos
Assessoria
de SMS
S
Atualiza dados
de leitura no
sistema
CRM
S
Verifica
conformidade do
serviço
Protocola via do
RAF e encaminha
RAF (1 vias)
Elabora relatório
de análise
Gera relatório de
inconsistências e
analisa
Relatório
N
N
Verifica se foi
problema de
leitura
Reclamação
procedente ?
N
Cópia do Contrato
S
Coord. de
Integridade
de Rede
Máquina Local
(Usuário)
Verifica inspeção
para validação da
medição
Há
disponibilidade
de tempo ?
Prepara Lista
(arquivo .PDF)
Boletim de
Medição
N
Contratada
de
Operação
S
Informa
programação de
pintura
Contratada
de
Operação
Inspeção Ok ?
Rede
N
Realiza inspeção
conforme
programado
Colhe assinatura
do cliente nos
relatórios
Relatório de
substituição de
medidor
Relat. de Calibração
de Computador de
Vazão (1 via)
Relat. de
Manutenção de
Equipamento (1 via)
Relat. de
Manutenção do
Medidor de Vazão
(1 via)
Relat. de Calibração
de Computador de
Vazão (1 via)
Relat. de
Manutenção de
Equipamento (1 via)
Registra
ocorrência no
sistema
N
Relat. de
Manutenção do
Medidor de Vazão
(1 via)
Inspeção Ok ?
Comunica a
situação irregular
Verifica
necessidade de
substituição de
medidor
NOD
Núcleo de Operações e Distribuições
S
Telefona para o
plantão
Contratada
Retira o odorante
e transporta para
armazenagem
CRM
Atendimento ao SAC
Cliente
NOD
Solicita
equipamento
calibrado
(Medidor)
Preenche relatório
de verificação de
rotina e assina
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
S
Providencia a
regularização
junto a operação
Substituição
de medidor ?
S
Atende a
ocorrência e
verifica se é
vazamento
e-mail
(automático)
N
Mensalmente
Verifica
necessidade de
interrupção
Verifica
regularidade dos
relatórios
Comunica a
disponibilização do
equipamento para
substituição
S
Necessita
interromper ?
Relatórios Ok
?
Colhe assinatura
do cliente no
relatório
S
Arquiva relatórios
Relatório de
Verificação de
Rotina (1 via)
e-mail ou
telefone
Contratada
Verifica se é falta
de Gás
Jet Data
Relat. de
Manutenção do
Medidor de Vazão
(1 via)
Acompanhamento / Conferência
de Medições
Encaminha lista
para faturamento
N
Contratada
Calcula a média
de consumo com
base nos últimos 3
meses
Possível problema
com vazamento
regularizado pela
contratada
e-mail
NOD
Termo de
Responsabilidade
(2 vias)
S
Restabelece
fornecimento
Preenche RAC e
assina
Arquiva o relatório
Serviços de
pintura Ok ?
Termo de
Responsabilidade
(1 via)
RAC
(1 via)
Núcleo de
Rel. com
Mercaqdo
Colaboradores do
NOD
Comunica
irregularidades e
solicita reparos
S
Semanalmente
Encaminha
planilha de análise
fisico/quimico do
Gás (diário)
Informa valor do
PCS, através de
arquivo (diário)
Informa níveis
para o Gestor
Verifica pressão de
fornecimento e
providencia
regularização (se
necessário)
Núcleo de
Finanças
N
Resultados
conformes ?
Colhe assinatura
do cliente e
direciona vias
Cliente
N
Realiza
substituição do
medidor
Coord. de
Suporte de
TI
Petrobrás
S
PTE - Relatório de
Medição de Potencial
Eletro-Químico
N
Medidor calibrado
NOD
Informa composição
química para
atualização de
dados
Contrato
(Programação de
Medição)
Insere volumes
(compra/venda)
GN em planilha
compartilhada
Acompanhamento diário
(Pilar)
Fim
Termo de
Responsabilidade
(1 via)
Planilha de
análise fisico/
quimico do Gás
Valor do PCS
e-mail
NOD
e-mail
NOD
Efetua as
medições nos
city-gates
Insere dados
em planilha
Excel
NOD
Atualiza dados
no sitema
Supervisório
Rede
NOD
Gestor do
NOD
NOD
3
Protocola relatório
e encaminha
Verifica execução
e conformidade
dos serviços de
pintura
Verifica se os
resultados estão
conformes
S
Interrompe o
fornecimento e
orienta o cliente
Executa o serviço
Falta de Gás ?
Relat. de
Manutenção de
Equipamento (1 via)
Coord. de
Integridade
de Rede
Preenche o Termo
de
Responsabilidade
Cliente autoriza
interrupção ?
S
NOD
11
Núcleo de
Suprimentos
e
Contratações
CRM
Relat. de Calibração
de Computador de
Vazão (1 via)
Coord. de
Integridade
de Rede
Problema com
medidor ?
N
Consegue sanar
o vazamento ?
S
N
Contratada
(Manutenção
/ Calibração)
Procedimento de troca de
medidor
Comunica
contratada e
solicita troca do
medidor
N
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
N
Vazamento
Interno ?
Vazamento ?
SIGMA
N
NOD
1
Executa serviços
de pintura
conforme
programado
N
Relatório de
Verificação de
Rotina (1 via)
Núcleo de
Relacionamento
com Mercado
Registra
substituição de
medidor no
sistema
PTE - Relatório de
Medição de Potencial
Eletro-Químico
Verifica se o
cliente autoriza
interrupção no
fornecimento
N
Registra
ocorrência /
solicitação no
sistema
NOD
Núcleo de Operações e Distribuições
Odorante
NOD
10
- Calibração
- Correção de vazamento
- Pintura
- Limpeza
- etc
Problema com
leitura ?
Contratada
de Cons. e
Pintura
Realiza medição e
preenche relatório
S
Contratada
de
Operação
(Operações)
S
Diariamente
Cliente
Colhe assinatura
do cliente e
direciona
Responde
consulta e
baixa
ocorrência
Verifica possibilidade
de solução ou
contratação de
serviços
Relatório de
substituição de
medidor
S
Necessita
contratação ?
Núcleo de
Núcleo de Operações e Distribuições
Supervisório
RAC
(1 via)
CRM
Conferência de Volumes Faturados
( Base de Compressão )
Insere dados
no sistema de
faturamento
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
Prepara processo
para contratação
e-mail
Relacionamento
com Mercado
N
Insere dados
do PCS em
planilha (Excel)
NOD
Supervisório
Relatório de
substituição de
medidor
PTE - Relatório de
Medição de Potencial
Eletro-Químico
NOD
4
Prepara relatórios
mensais para
Agência
Reguladora
NOD
Comunica
disponibilização
do arquivo
Núcleo de Operações e Distribuições
Corte de Fornecimento de Gás
Desligamento de Clientes
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
Suspensão de Fornecimento de Gás
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
Arquiva
documentos
RAC
(1 via)
Religação a Pedido do Cliente
(por Suspensão)
Núcleo de
Núcleo de
Núcleo de
Núcleo de
Finanças
com Mercado
Envia planilha
para Base de
Compressão
Núcleo de
Planejamento
Encaminha
ocorrência via
sistema
Histórico de
Contas do Cliente
(1 via)
Solicitação de
Corte (2 vias)
Jet Data
Gera base de
dados para
faturamento
NOD
Jet Data
e-mail
Gera planilha
Excel conforme
a base para
faturamento
Coord.
Integridade
de Rede
Analisa volumes e
PCS informados
NOD
8
Rede
com Mercado
Núcleo de
Finanças
Interferências para Manutenção
- Instalações (Aço)
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
Religação a Pedido do Cliente
(por Corte)
Coord. de
Suporte de
TI
Base de
Compressão
Volumes a
faturar Ok ?
Confirma volumes
e PCS para
faturamento
Colaboradores do
NOD
Efetuar revisão
dos dados e
providenciar
regularização
Registra
volumes em
planilha Excel
S
Engenheiro
Civil
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
Sr. Raimundo
Núcleo de
Rel. com
Mercado
Gerência de
Engenharia
e-mail
S
N
Cliente
Núcleo de
Implantação
de Rede
N
Informe de
volumes Ok ?
S
Núcleo de Operações e Distribuições
NOD
Encaminha
ocorrência via
sistema
CRM
No final do mês
Volumes e PCS
Ok ?
Planilha com
volume faturado –
Base de
Compressão
Analisa e verifica
os volumes
Rede
Confere dados
da Planilha
Excel com
sistema
N
e-mail
Encaminha
ocorrência via
sistema
Solicita suspensão
do sistema de
medição
Comunica a
disponibilização do
arquivo ou
encaminha relatório
e-mail
Núcleo de
Finanças
Documento de suspensão
encaminhado anexo com a
ocorrência
Planilha de
volume diário
NOD
Jet Data
Núcleo de Operações e Distribuições
Relacionamento
Documento de desligamento
encaminhado anexo com a
ocorrência
Base de
Compressão
e-mail
Insere
resultado no
sistema
Solicita respostas
de
questionamentos
da ARSAL
Núcleo de
Relacionamento
com Mercado
Encaminha
planilha com
volumes/PCS para
validação
Calcula PCS
médio
Insere o PCS
médio em
planilha para
Base de
Compressão
com Mercado
Relacionamento
Rede
Termo de
Responsabilidade
CRM
Cópias dos
Atendimentos
Rede
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
Relacionamento
Encaminha
solicitação de
corte
NOD
4
Petrobrás
Assessoria
Jurídica
Núcleo de Operações e Distribuições
Núcleo de Operações e Distribuições
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
Núcleo de
Finanças
Providencia cópia
dos atendimentos
pertinentes
(Norma ARSAL)
Registra dados
em Planilhas
Excel
Coleta dados de
Pressão
Núcleo de Operações e Distribuições
Baixa
ocorrência no
sistema
Providencia
solução e arquiva
o relatório
Confere dados
entre as planilhas
Rede
e-mail
CRM
Gestor do
Núcleo de
Operações e
Distribuições
CRM
Registra
ocorrência no
sistema
Solicita a
interferência
NOD
Relatório para
faturamento
(planilha excel)
Petrobrás
Núcleo de Operações e Distribuições
N
Contata Base de
Compressão
Solicita religação
NOD
NOD
Imprime o SFG
(Suspensão de
Fornecimento de
Gás)
Insere dados
da suspensão
no sistema
Acompanhamento Pinçamento de Rede
NOD
Protocola uma via
da solicitação e
retorna
Imprime RDC
(Registro de
Desligamento de
Cliente)
Encaminha
solicitação para
operação
CRM
Histórico de
Contas do Cliente
(1 via)
Solicitação de
Corte (1 via)
Núcleo de
Finanças
Programa
interferência
conforme
disponibilidade
Contratada
(Operações)
Contratada
Solicita
acompanhamento
de pinçamento
(PAED)
Contratada
(Operações)
N
Bloqueia a
válvula
N
Informa
impossibilidade de
corte
N
É possível
bloquear ?
S
S
S
Bloqueia o
fornecimento na
válvula
Efetua o corte e
registra dados
Última leitura
Número de série do medidor
Data
etc..
Verificação de Alarmes
SFG
(1 via)
SFG
(1 via)
NOD
Cliente
Solicita o
acompanhamento
RDC
(1 via)
RDC
(1 via)
NOD
Cliente
DAF
S
Relatório de
Religação
(1 via)
Relatório de
Religação
(1 via)
NOD
Cliente
Emite relatório de
permissão de
tratalho
NOD
2
Acompanha a
execução do
serviço
NOD
Boletos
Ok ?
Contratada
Núcleo de
Finanças
(Base de
Compressão)
Prepara e envia
Nota Fiscal
e-mail
Comunica a
solicitação e
agendamento
Contata Petrobrás
e providencia
solução
Petrobrás
Nota Fiscal
Efetua religação
S
Relatório de
Permissão de
Trabalho
Verifica
necessidade de
intervenção no
local
Petrobras
Insere dados
no relatório
(Excel)
Preenche Registro
de Fornecimento
de Gás
e-mail /
telefone
Relatório de conferência e
análise de volume
Núcleo de
Finanças
N
Insere dados
do SFG no
sistema
Histórico de
Contas do Cliente
(1 via)
Solicitação de
Corte (1 via)
Gestor / Coord.
Integridade de
Rede
Confere boletos e
gera relatório
N
Retira CRM ?
Retira
equipamentos
Emite alarme
sonoro
Informa volumes
para faturamento
Contratada
(Operações)
Informa
programação para
operação
Retorna
solicitação de
corte com
anotações
Núcleo de
Relacionament
o com Mercado
Assessoria
de SMS
N
NOD
Preenche o
relatório, assina e
colhe assinatura
do cliente
e-mail
Núcleo de
Finanças
Gestor do
NOD
Entrevista com Srs. Hilaécio,
Marcus, Jaude e Balbino
S
Apoio do
SMS ?
Executa o
desligamento
N
NOD
e-mail
Núcleo de Operações e Distribuições
NOD
e-mail ou
verbal
e-mail /
telefone
Efetua religação
Preenche o
relatório, assina e
colhe assinatura
do cliente
Acesso ao
medidor ?
Retransmite
informe de
impossibilidade de
corte
Rede
Boletos
(Petrobrás)
Supervisório
Encaminha
solicitação para
operação
Verifica
necessidade de
acompanhamento
do SMS
Acesso ao
CRM ?
NOD
2
Preenche o
relatório e assina
Informa o volume
de compressão a
ser faturado
(Operações)
Contratada
Retira o lacre –
Interrompe o
fornecimento e
lacra
Somatório no Volume de
Clientes
Planilha de
Acompanhamento do
Contrato de Compressão da
Base
Insere dados
em planilha
(Excel)
Encaminha
boletos da
Petrobrás para
conferência
Núcleo de
Finanças
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
NOD
Jet Data
Com a presença de 2
operadores
Nota Fiscal
Núcleo de
Implantação
de Rede
Registro de
Religação (2 vias)
(Operações)
Verifica acesso ao
medidor para
executar o corte
Núcleo de
Finanças
Compra e Venda – City Gate Rio Largo
NOD
SFG
(2 vias)
NOD
14
Núcleo de Operações e Distribuições
e-mail ou
verbal
Imprime registro
de religação e
encaminha para
operação
RDC
(2 vias)
Ou encaminhar por e-mail
para a contratada
Planilhas Ok ?
S
Emite Nota Fiscal
com base na
validação dos
volumes
e-mail
Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino
Solicitação de
Corte (1 via)
Insere dados
do RDC no
sistema
Equipamentos
Jet Data
Jet Data
Insere dados
de religação no
sistema
Núcleo de
Suprimentos e
Contratações
Contratada
de
Operação
Contratada
de
Operação
Registro de
Fornecimento de
Gás
Executa
procedimento
necessário
Acompanha o
pinçamento e
preenche relatório
NOD
14
Executa
procedimentos
via sistema
Soluciona
internamente
Necessita
Intervenção ?
Comunica
disponibilização
do relatório
Rede
Encaminha Nota
Fiscal para
verificação
S
Supervisório
Contata operação
e solicita
intervenção
Núcleo de
Finanças
Núcleo de
Planejamento
Engenheiro
Civil
NOD
Jet Data
NOD
Telefone
Protocola o RDC e
encaminha
Comunica
efetivação do
corte
Solicitação de
Corte (1 via)
Histórico de
Contas do Cliente
(1 via)
Protocola o
relatório de
religação e
encaminha
Protocola o SFG e
encaminha
RFG – Registro de
Fornecimento de
Gás
Assessoria
de SMS
Comunica a
conclusão do
serviço
Preenche e assina
relatório de
Permissão de
Trabalho
NOD
Contratada
de
Operação
Comunica
religação
N
Arquiva formulário
Nota Fiscal Ok ?
S
RDC (1 via)
SFG (1 via)
Relatório de
religação (1 via)
Núcleo de
Finanças
NOD
Registro de
Fornecimento de
Gás
Soluciona e
preenche relatório
Atesta Nota Fiscal
e encaminha para
pagamento
e-mail
Relatório de
Permissão de
Trabalho
Núcleo de
Relacionamento
Núcleo de
com Mercado
Núcleo de
Relacionamento
Relacionamento
com Mercado
Colhe assinatura
dos envolvidos do
serviço e libera
para execução
RAE - Relatório de
Atendimento a
Emergência
Verifica se
ocorrência no
sistema
Arquiva o relatório
Nota Fiscal
com Mercado
Núcleo de
Finanças
S
RDC (1 via)
SFG (1 via)
Baixa
ocorrência no
sistema
Ocorrência
via sistema ?
Relatório de
religação (1 via)
RFG – Registro de
Fornecimento de
Gás
NOD
CRM
Núcleo de
Finanças
N
Arquiva o relatório
Comunica
conclusão do
serviço
RAE - Relatório de
Atendimento a
Emergência
Núcleo de
Implantação
de Rede
Página 1
Gerência de
Engenharia
NOD
4
73
74
Análise do fluxo de trabalho
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
BÁSICO
75
ANÁLISE DO FLUXO DE TRABALHO
• Trata-se de uma forma simplificada (porém,
eventualmente, mais detalhada) de representação de
um processo.
• Permite uma análise conjugada de fluxo de atividade,
tempo, gargalos e definição de causas de problemas
(relacionados a processo)
76
ANÁLISE DO FLUXO DE TRABALHO
77
Análise de árvore de falhas (fta)
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
INTERMEDIÁRIO
78
ÁRVORE DE FALHAS
• Processo lógico e estruturado de se analisar as causas
potenciais de falhas de um sistema (perigos), não
identificando os perigos.
• Começa com um evento significativo (no topo), identifica
as causas intermediárias (no meio) e, finalmente, mostra
as causas raiz (no fundo).
• Probabilidades são associadas a cada evento na estrutura
da árvore.
• Usada durante avaliações de Confiabilidade e Segurança
para representar graficamente a interação lógica e as
probabilidade de ocorrência de falhas dos componentes.
79
ÁRVORE DE FALHAS
• Exemplo: considere o sistema de ar comprimido abaixo. Neste sistema, o
compressor funciona enquanto o relé estiver fechado. O controlador abre
o relé quando recebe um sinal do transdutor, indicando que uma pressão
pré-estabelecida foi atingida. A válvula de alívio é um dispositivo de
segurança, abrindo quando exceder uma pressão máxima.
80
ÁRVORE DE FALHAS
81
FMEA
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
INTERMEDIÁRIO
82
FMEA
ANÁLISE DE MODO E EFEITO DE FALHA POTENCIAL (DFMEA)
_____ Sistema
Responsabilidade pelo Projeto: __________________________________________
_____ Subsistema
Número FMEA: __________________________________________________
Página: _________________ de _________________
_____ Componente _________________________________
Data-chave (limite): ____________________________________
Ano(s) Modelo(s) / Programa (s): ___________________________________________
Elaborado por: ____________________________________________________
Data FMEA: ____________________________________________________
Equipe: ________________________________________________________________
Item
Função
Porta
Fechar o veículo
Dianteira LH0000
Requisito
Modo de Falha
Manter a integridade Quebra de integridade
do painel interno da permite contato com o
porta
ambiente pelo painel
interno da porta.
PROBLEMA
Efeito
Painéis internos
inferiores da porta
corroídos
Causa
Borda superior da aplicação de cera
protetora, especificada para os
painéis internos na porta está muito
baixo
Vida deteriorada da
porta, conduzindo a:
- aparência
insatisfatória, devido à Especificada insuficiente espessura
oxidação da pintura ao de cera
longo do tempo
- Função prejudicada
dos mecanismos
internos da porta
CONTROLE ATUAL
Controle Prevenção
Controle Detecção
Requisitos de projeto
Teste de durabilidade do
(#32168) e melhor prática
veículo T-118
(BP3455)
Requisitos de projeto
(#32168) e melhor prática
(BP3455)
S
ÍNDICE
O
D
5
3
7
AÇÕES
NPR Ação recomendada
Teste de laboratório
de corrosão
acelerado
105
Teste de durabilidade do
veículo T-118
Teste de laboratório
de corrosão
acelerado
5
3
7
O desempenho do canto impede o
equipamento de spray de alcançar
todas as áreas
Padrão na indústria MS-1893 Testes de laboratório
físico/químico Relatório
1265.
-
-
Com base nos
resultados de teste
(teste 1481) borda
superior elevada em
125.
NPR
30
5
2
3
30
J. Smith
Eng.
DOE mostra que 25%
da variação na
espessura é aceitável
5
2
3
30
5
1
1
5
5
2
4
40
Nenhum
5
2
5
Auxílio no projeto, com
cabeçote de spray não
funcionando
5
Espaço insuficiente entre painéis,
para acesso do cabeçote do spray
A.TATE
Eng.
RESULTADOS DAS AÇÕES
Ação Implementada
S
O
D
Com base nos
resultados de teste
(teste 1481) borda
5
2
3
superior elevada em
125.
105
Projeto de
experimentos (DOE)
sobre espessura da
cera
Especificada formulação
inapropriada de cera
Resp.
A.TATE
Eng.
5
7
50
Avaliação, pela
T.
equipe, usando
Edwards.
equipamento de
Eng.
spray de produção e
175
cera especificada.
Avaliação de desenho quanto
ao acesso do cabeçote de
spray
5
4
4
80
Avaliação, pela
equipe, usando
boneco de auxílio ao
projeto do spray.
Baseado em testes:
providos 3 furos
adicionais de
ventilação, nas áreas
afetadas
Engenheir Avaliação mostrou
os de
acesso adeqaudo.
carroceria
s
83
Análise de regressão linear
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
INTERMEDIÁRIO
84
REGRESSÃO LINEAR
• Medida de correlação entre a força do relacionamento e
associação de duas variáveis.
• Valida e mensura a análise de correlação.
• Exemplos:
–
–
–
–
–
Acabamento da superfície & tamanho da partícula abrasiva
Vida da ferramenta & velocidade de corte
Resistência à tração & dureza do material
Porosidade da peça fundida & temperatura de fusão
Absenteísmo & horas extras de trabalho
85
REGRESSÃO LINEAR
Análise de Regressão
10000
9000
8000
Y
7000
6000
5000
4000
3000
2000
15
20
25
30
35
40
45
X
86
Testes de hipótese
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
INTERMEDIÁRIO
87
TESTES DE HIPÓTESE
• Usado no planejamento e análise de experimentos
comparativos.
• Mede a significância na comparação de variabilidades e
médias de processo(s).
• Viabiliza a tomada de decisão quando trabalha-se com
dados amostrais.
• Exemplos de testes de hipóteses mais comuns:
–
–
–
–
Teste T
Teste F
Teste Qui-Quadrado
Teste Z
88
Gráfico de paynter
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
INTERMEDIÁRIO
89
GRÁFICO DE PAYNTER
• Trata-se de uma ferramenta de validação de longo prazo
que demonstra a história do problema.
• É usado para monitorar e acompanhar problemas
múltiplos e ocorrências de falha e validar o impacto das
ações de contenção e corretivas por um período de
tempo mais longo.
• As informações do Gráfico de Paynter freqüentemente
são obtidas da análise de Pareto.
90
GRÁFICO DE PAYNTER
Pareto
91
Análise multivari
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
INTERMEDIÁRIO
92
ANÁLISE MULTIVARI
• Ferramenta gráfica utilizada na solução de problemas,
para identificar as fontes de variância.
• Útil para tentar compreender a causa fundamental de
variações na produção.
• Como benefício, a análise multivari ressalta os grupos de
medições que apresentam a mais ampla variação de
medição.
93
ANÁLISE MULTIVARI
Exemplo – Análise do diâmetro das válvulas
• O gráfico a seguir mostra os valores medidos para três
amostras de válvulas (#1, #2, #3) que foram tiradas da
produção em cinco ocasiões diferentes durante o dia (7:00,
9:00, 11:00, 11:30 e 13:30).
• Medições dos diâmetros máximo [1] e mínimo [2] foram
registradas para ambas as extremidades de válvulas
(C=extremidade cortada e F=extremidade livre).
• Neste exemplo, a família que apresenta maior variância é
claramente a “de um tempo para outro no dia”. As medições
apresentam uma tendência das 7 as 11 da manha e, depois,
apresentam uma mudança às 11:30.
• As anotações feitas durante a operação mostraram que são
suspeitos o aumento de temperatura durante a operação e o
reabastecimento do reservatório de líquido refrigerador às 7 e
às 11 horas.
94
ANÁLISE MULTIVARI
Exemplo – Análise do diâmetro das válvulas
95
Diagrama p / projeto do parâmetro
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
INTERMEDIÁRIO
96
DIAGRAMA P / Projeto dos parâmetros
• Diagrama P é um meio para reduzir sistemas complexos e
elementos compreensíveis de forma a capturar
potenciais influências internas e externas sobre a
funcionalidade do sistema, subsistema, montagem ou
componente.
• Projeto dos parâmetros é uma técnica que proporciona
uma forma barata de obter a robustez do produto.
• São técnicas utilizadas para diagnosticar questões onde a
funcionalidade está degradada ou é inaceitável.
• Ferramenta complementar ao FMEA.
97
Exemplo: Sistema de
fricção de freio
automotivo
As questões que estamos
tentando responder:
• O que pode ser controlado?
(fatores de controle)
• Quais as influências externas
(ruídos) que degradam a
saída?
• Como a degradação é
manifestada ao cliente
(estados de erro)
• Exame cuidadoso das
influências irão conduzir a
• análises adicionais e esforços
de otimização (DOE).
98
PROJETO DE EXPERIMENTO (doe)
- FATORIAL COMPLETO
- FATORIAL FRACIONADO
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
AVANÇADA
99
PROJETO DE EXPERIMENTOS
• Método para se obter eficiente e economicamente as informações
necessárias de um produto ou processo, com os menores gastos
possíveis de recursos, por meio da definição de características
desejadas do produto, compreendendo os parâmetros de processo
e realizando testes para estudar os efeitos dos parâmetros.
• Procedimento de alta complexidade técnica.
• Existem diferentes tipos, a saber:
–
–
–
–
–
–
–
–
Fatorial
Fatorial Fracionado
Arranjos ortogonais de Taguchi
Projetos mistos
Projetos de algoritmo ótimo D- e A- (T-)
Projetos de superfícies compostas centrais, não fatoriais
Quadrados Latinos e Greco-Latinos
Projetos de superfícies restritivas e misturas
100
PROJETO DE EXPERIMENTOS
EXEMPLO
• Um DOE foi aplicado no estudo de desgaste de material do sincronizador
utilizado em transmissões pesadas.
– Um DOE foi aplicado no estudo para determinar que efeitos podem ter: o
número do lote, o tipo do óleo e o nível do óleo sobre o desgaste axial do
material do sincronizador.
– A variável de saída a ser medida é o desgaste axial.
– Os níveis das variáveis de entrada controladas são:
• Número do lote (26 e 27)
• Tipo do óleo (Fornecedor 01 e Fornecedor 02)
• Nível do óleo (> 15% e <15%)
– A variável não-controlada que pode influenciar o resultado do teste é o processo
de produção do material da fricção.
– As variáveis de entrada constantes são a temperatura do reservatório, as
pressões, o tempo de atuação e a velocidade diferencial ao longo do
sincronizador.
101
PROJETO DE EXPERIMENTOS - EXEMPLO
– A abordagem do teste foi um DOE fatorial completo de três fatores e dois
níveis (conforme tabela abaixo).
MEDIÇÃO
REPLICAÇÃO
Nível Óleo
Tipo Óleo
N. Lote
Resultados
1
1
15
1
26
0,0155
2
1
15
1
27
0,0080
3
1
15
2
26
0,0125
4
1
15
2
27
0,0135
5
1
-15
1
26
0,0135
6
1
-15
1
27
0,0080
7
1
-15
2
26
0,0180
8
1
-15
2
27
0,0145
9
2
15
1
26
0,0150
10
2
15
1
27
0,0090
11
2
15
2
26
0,0130
12
2
15
2
27
0,0133
13
2
-15
1
26
0,0140
14
2
-15
1
27
0,0090
15
2
-15
2
26
0,0175
16
2
-15
2
27
0,0140
102
PROJETO DE EXPERIMENTOS
EXEMPLO
– Oito amostras por lote estão disponíveis e permitem replicações. As
replicações são usadas na tentativa de reduzir a quantidade de “erro puro”
potencial (ou de erro residual SS total) nos resultados de uma Análise de
Variância (ANOVA) do projeto de experimentos.
– O texto foi realizado e o desgaste axial foi medido.
Fator
SS
Gl
MS
F
P
(1) Nível óleo
0,000005
1
0,000005
23,0061
0,001362
(2) Tipo óleo
0,000037
1
0,000037
179,4802
0,000001
(3) Lote
0,000055
1
0,000055
268,1125
0,000000
1 by 2
0,000014
1
0,000014
65,6809
0,000040
1 by 3
0,000002
1
0,000002
8,5380
0,019233
2 by 3
0,000021
1
0,000021
101,7903
0,000008
1*2*3
0,000008
1
0,000008
38,8116
0,000251
Erro
0,000002
8
0,000000
Total SS
0,0000143
15
Por meio de um estudo
de sensibilidade
paramétrica, conclui-se
que a melhor
combinação é:
-Nível de óleo > 15%
-Tipo de óleo do forn.
01
-Características do lote
27
103
TOLERÂNCIA ESTATÍSTICA
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
AVANÇADA
104
TOLERÂNCIA ESTATÍSTICA
• É a utilização de probabilidade e estatística no projeto de
especificação das tolerâncias para analisar os componentes e
conjuntos montados, de modo a otimizar o custo e a
funcionalidade da manufatura.
• Usado em processos com CEP onde a tolerância total é menor
do que a soma das tolerâncias individuais devido à
probabilidade estatística do empilhamento.
• Em muitos casos permite aos Engenheiros ampliar as
tolerâncias do desenho (reduzindo os custos de produção), e
identificar somente as tolerâncias críticas que exigem controle
mais rígido.
• Trata-se de uma “alocação cuidadosa das tolerâncias
econômicas”.
105
TOLERÂNCIA ESTATÍSTICA
Exemplo
•
•
•
A ilustração abaixo é um exemplo no qual o relacionamento funcional crítico analisado é a
folga “G”, decorrente da otimização dos itens A a F.
A análise estatística e os processos de tolerância relacionam entradas (tolerâncias) com a
saída (folga) e apresentam a distribuição estatística para a folga.
Uma análise de sensibilidade verifica a contribuição percentual que cada tolerância tem na
variação total da folga, a qual é utilizada para conseguir-se a mais cuidadosa e econômica
alocação de tolerâncias dentro do projeto.
106
MATRIZ DE DECISÃO
• Ferramentas de solução de problemas
• ESCOLHA E IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES
CORRETIVAS
BÁSICO
107
MATRIZ DE DECISÃO
• Ferramenta usada para ajudar a avaliar os critérios e
os riscos associados com a seleção da melhor ação
corretiva, quando diversas alternativas são
disponíveis.
• Composta de 3 etapas:
– Identifique os critérios DADOs e DESEJADOs
– Gere alternativas
– Cruze as alternativas com os critérios, de modo a analisar
qual a alternativa mais inteligente.
108
109
GRÁFICO DE GANTT
• Ferramentas de solução de problemas
• ESCOLHA E IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES
CORRETIVAS
BÁSICO
110
GRÁFICO DE GANTT
• Ferramenta usada para controlar cronogramas de
finalização de uma tarefa.
• É uma representação gráfica do início planejado, e
dos tempos / datas de finalização de segmentos
individuais de uma tarefa, os quais, ao estarem todos
completos, realizam a tarefa principal.
• MS Project viabiliza o controle via gráfico de Gantt.
111
GRÁFICO DE GANTT
112
Gráfico seqüencial / gráfico de tendência
• Ferramentas de solução de problemas
• CONTENÇÃO
BÁSICO
113
GRÁFICO SEQUENCIAL / TENDÊNCIA
• Simples representações gráficas de uma
característica de um processo.
• A linha de tendência pode ser inclusa no gráfico
(Excell – Adicionar Linha de Tendência) de modo a
acompanhar a magnitude das mudanças ao longo do
tempo.
– IMPORTANTE: a linha de tendência deve servir apenas
como orientação visual, pois sua significância ainda não é
comprovada estatisticamente. Regressão Linear deve ser
utilizada para prover cientificidade à conclusão.
114
GRÁFICO SEQUENCIAL
TOTAL NCs
y = 3,3601x + 99,076
R² = 0,8838
115
Teste até falhar
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
AVANÇADA
116
Simulações de monte carlo
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
AVANÇADA
117
SIMULAÇÕES DE MONTE CARLO
• Método analítico utilizado para imitar ou emular um
sistema de vida real.
• A simulação de Monte Carlo é um ferramenta para
tomada de decisão que utiliza entradas, com
qualquer tipo de distribuição de probabilidade, a fim
de desenvolver uma distribuição para a saída,
utilizando um modelo de transferência.
118
Projeto robusto - Taguchi
• Ferramentas de solução de problemas
• ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ
AVANÇADA
119
PROJETO ROBUSTO - TAGUCHI
• Processo de tornar um produto ou um processo
insensível aos efeitos de variabilidade sem realmente
remover as fontes de variabilidade.
• O projeto é, então, capaz de atender a respostas
funcionais críticas, mesmo na presença de fontes de
variação (ruídos).
• Por meio de arranjos ortogonais viabiliza o DOE com
o mínimo de investimento possível.
120
Plano de controle de processo
• Ferramentas de solução de problemas
• CONTROLAR E PADRONIZAR
BÁSICO
121
PLANO DE CONTROLE
• É o meio através do qual os requisitos de qualidade
são comunicados para a pessoa responsável pela
execução do trabalho.
122
PLANO DE CONTROLE
Características
Nome do
Processo /
operação
Máquina,
equipa-mento
n°
1.1
1.2
Empilhadeira
Processo
700 á 2000 cps
63 á 65 %
Cola (viscosidade)
45 a 55 seg.
1.4
1.5
1.6
Papel 70-250
Papel (largura)
Papel (diâmetro)
Papel (gramatura)
69,5 a 70,5
785 a 815
238 a 263
Papel (espessura)
0,38 a 0,42
1.8 Papel (delaminação)
1.9 Papel (% umidade)
1.10 Papel (cobb)
Papel 70-310
1.11 Papel (largura)
1.12 Papel (diâmetro)
1.13 Papel (gramatura)
7 minimo
8 maximo
100 a 200
69,5 a 70,5
785 a 815
295 a 325
1.14 Papel (espessura)
0,48 a 0,53
1.15 Papel (delaminação)
1.16 Papel (% umidade)
1.17 Papel (cobb)
Papel 72-310
1.18 Papel (largura)
1.19 Papel (diâmetro)
1.20 Papel (gramatura)
7 minimo
8 maximo
100 a 200
71,5 a 72,5
785 a 815
295 a 325
1.21 Papel (espessura)
Cortador de
Papel
Construção de
tubo
Máquina de
construção de
tubo
4.1
Largura de corte
8.1
Diâmetro do mandril
8.2
Espessura
8.3
Colagem
Certificado
Certificado
Copo-Ford
Paquímetro
Trena
Balança
Medidor
espessura
Certificado
Certificado
Certificado
Paquímetro
Trena
Balança
Medidor
espessura
Certificado
Certificado
Certificado
Amostras
Tamanho
Frequência
1
1
Lote
Lote
Ficha Técnica
Inspeção
1
Lote
Relatório
de
Preparação de Cola
1
1
1
Ficha Técnica
Inspeção
de
Ficha Técnica
Inspeção
de
Ficha Técnica
Inspeção
de
Vide plano de inspeção (DA 2.1.1)
1
1
1
79,9 a 80,2
Paquímetro
1
34,9 a 35,2
Micrômetro
1
Aderência entre as fitas de
papel
de
Lote
Lote
Lote
de
7 minimo
8 maximo
100 a 200
1,7 a 2,1
Método de Controle
Vide plano de inspeção (DA 2.1.1)
de
Paquímetro
Trena
Balança
Medidor
espessura
Certificado
Certificado
Certificado
0,48 a 0,53
1.22 Papel (delaminação)
1.23 Papel (% umidade)
1.24 Papel (cobb)
80-80
Corte de Papel
C/C
Especificação de
Produto/Processo
1.3
1.7
Recebimento
Produto
Addax
Cola (viscosidade)
Cola (% sólidos)
Coragum 747
Métodos
Técnica de
avaliação /
medição
Lote
Lote
Lote
Vide plano de inspeção (DA 2.1.1)
de
1
1
1
Lote
Lote
Lote
A cada início de processo Monitoramento
e troca de bobina
corte de papel
de
Mensal
Ficha de Controle
Paquímetro
Diversos
Durante Processo
Monitoramento de
Produção de Tubos
Ensaio
destrutivo
Diversos
Durante Processo
Visual
123
Poka-yoke
• Ferramentas de solução de problemas
• CONTROLAR E PADRONIZAR
BÁSICO
124
POKA-YOKE
• Prática de projetar produtos ou processos de uma
maneira que evite ou minimize a probabilidade de
erro humano ou mecânico.
• Pode ser aplicado sob várias circunstâncias:
– Produtos que não possam ser fabricados ou montados
incorretamente
– Processo de fabricação que evite peças mal montadas
– Programas de computador que não permitam entrar em
campos incorretos.
125
POKA-YOKE
Exemplo
126
RELEITURA / replicação
• Ferramentas de solução de problemas
• CONTROLAR E PADRONIZAR
BÁSICO
127
RELEITURA/REPLICAÇÃO
• A releitura (ou replicação) dos resultados de solução do
problema é o último passo, mas muito importante no
processo do MASP.
• A replicação significa simplesmente que todos os resultados
do esforço de solução de problema são replicados para
beneficiar outros produtos e peças de uma organização.
• A replicação acelera a habilidade de uma organização para
reduzir o número total de problemas no futuro.
• A replicação deve ser executada em cinco áreas básicas:
–
–
–
–
–
Contenção
Ações Corretivas de Ocorrência
Ações Corretivas de Detecção
Ações Corretivas de Planejamento
Descoberta chaves
128
RELEITURA/REPLICAÇÃO
• Níveis de replicação incluem:
– Mesma linha de produtos, versões diferentes
– Produtos diferentes com possibilidades de modo de falhas
semelhantes
– Produtos diferentes com mesmo processo
– Produtos em desenvolvimento
– Outras áreas de uma dada instalação
– Outras instalações
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Banco de dados de lições aprendidas
• Ferramentas de solução de problemas
• CONTROLAR E PADRONIZAR
BÁSICO
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BANCO DE DADOS DE LIÇÕES APRENDIDAS
• Processo para capturar informações que irão apoiar
melhoria contínua em todas as operações/processos.
• Documentação de lições aprendidas:
–
–
–
–
Formulário de Lições Aprendidas
Lista de Verificação
FMEA
Formulário de computador ou página internet ou intranet
• As Lições Aprendidas precisam ser comunicadas e
mantidas disponíveis para todos os usuários atuais e
potenciais.
–
–
–
–
Envio dos formulários
Inclusão de páginas de Lições Aprendidas na Intranet
Divulgação em jornal ou circuito interno da empresa
Etc.
131
7
Carta de controle – CEP
• Ferramentas de solução de problemas
• CONTROLAR E PADRONIZAR
BÁSICO
INTERMEDIÁRIO
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Gráfico de pré-controle
• Ferramentas de solução de problemas
• CONTROLAR E PADRONIZAR
INTERMEDIÁRIO
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GRÁFICO DE PRÉ-CONTROLE
• Técnica simples,rápida e de fácil uso para assegurar
um adequado CONTROLE da causa raiz.
• Usado para determinar se ocorreu alterações num
processo e se é requerido ação corretiva. Isso pode
ser feito pelo controle por amostragem de duas
unidades de saída de processo, comparando-as com
códigos de cores de Zonas definidas com base na
Tolerância do Processo.
• O Gráfico de Pré-Controle irá assegurar que a média
de processo fique centrada no alvo.
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Imediata
interrupção
GRÁFICO DE PRÉ-CONTROLE
3
1,5
Ajuste ou
interrupção
para
verificação
Média
Processo aceitável
Continuar rodando
1,5
3
Ajuste ou
Imediata
interrupção interrupção
para
136
verificação
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MASP – METODOLOGIA DE ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS