Nome do Pesquisador(Aluno): Wagner Fernandes de Souza Nome do Orientador: Adeney de Freitas Bueno Titulação do Orientador: Doutor Instituição: Embrapa Soja Curso para apresentação: AGRONOMIA SELETIVIDADE DE DIFERENTES INSETICIDAS UTILIZADOS NA CULTURA DA SOJA A ADULTOS DE Trichogramma pretiosum RILEY (HYMENOPTERA: TRICHOGRAMMATIDAE) A importância dos parasitóides de ovos do gênero Trichogramma deve-se, principalmente, ao fato dos mesmos atacar a fase de ovo de inúmeras pragas agrícolas, controlando-as antes mesmo de causarem danos às culturas. Ainda, em programas de Manejo Integrado de Pragas (MIP) é recomendável utilizar diversas táticas de controle com o intuito de reduzir os danos causados pelos insetos-praga. Sendo assim, o estudo de seletividade torna-se importante, pois o controle químico, muitas vezes, é indispensável. Com o objetivo de avaliar o impacto de diferentes inseticidas utilizados na cultura da soja sobre T. pretiosum e a capacidade de parasitismo dos parasitóides sobreviventes foi conduzido ensaio em laboratório, segundo as normas padronizadas da “International Organization for Biological Control” (IOBC). Os tratamentos foram aplicados diretamente sobre placas de vidro (2 mm de espessura e tamanho de 13x13 cm) através de pulverizador tipo Torre de Potter, calibrados para depositar 1,75±0,25 mg de calda por cm2. Depois de receberem os tratamentos as placas permaneceram à temperatura ambiente por cerca de três horas, para secagem completa da calda aplicada e, em seguida, os adultos foram liberados sobre as placas em gaiolas padronizadas pela IOBC. Os inseticidas utilizados (tratamentos) foram : espiromesifeno 144 g ia/ha (Oberon 600 ml/ha); flubendiamida 12 g ia/ha (Belt 25 ml/ha); flubendiamida 33,6 g ia/ha (Belt 70 ml/ha); espirotetramate 30g+imidacloprido 90 g ia/ha (Movento Plus 480 SC 250ml/ha); éster metílico de óleo de soja 360 g/ha (Aureo 500 ml/ha); espirotetramate 30g+imidacloprido 90 g ia/ha+éster metílico de óleo de soja 360 g/ha (Movento Plus 250 ml+Aureo 500 ml/ha); clorpirifós 480 g ia/ha (Lorsban 1000ml/ha); cletodim 108 g ia/ha (Select 240 EC 450 ml/ha); clorimurom-etílico 20 g ia/ha (Clorim 80 g/ha) e água (testemunha). Dentre todos os tratamentos utilizados no ensaio, os inseticidas espirotetramate 30 g + imidacloprido 90 g ia/ha + éster metílico de óleo de soja 360 g/ha; clorpirifós 480 g ia/ha foram os únicos classificados como (classe 4). Todos os demais inseticidas testados foram inócuos (classe 1). Os resultados mostraram que o desenvolvimento do parasitóide T. pretiosum pode ser afetado, mas dependendo do produto aplicado o inseto apresenta tolerância a aplicação dos inseticidas. Portanto, a adoção de produtos fitossanitários seletivos aos inimigos naturais deve ser sempre priorizada dentro de programas de manejo integrado de pragas. Palavras-chave: controle biológico, parasitóide de ovos, manejo integrado de pragas Nome do Pesquisador(Aluno): Renato Sandoli Filho; Douglas Mariani Zeffa Nome do Orientador: Vânia Moda Cirino Titulação do Orientador: Pós Doutorado Instituição: Centro Universitário Filadélfia - UniFil Curso para apresentação: AGRONOMIA Avaliação e Seleção de Cultivares de Amendoim com Elevado Teor de Óleo Adaptados às Condições Edafoclimáticas do Estado do Paraná. O amendoim (Arachis hypogaea L.) é uma oleaginosa cultivada em todo mundo e possui um alto teor de óleo, o que faz dessa cultura uma matéria-prima com grande potencial para a produção de biodiesel. O objetivo do presente estudo é avaliar o desempenho agronômico de dez cultivares de amendoim com alto teor de óleo em diferentes regiões produtoras do Paraná, com a finalidade de selecionar as mais adaptadas para serem indicadas para cultivo no Estado. O experimento, foi estabelecido na safra das águas de 2009/2010 e seca de 2010 nas Estações Experimentais do IAPAR localizadas em Londrina, Irati, Paranavaí, Palotina e Xambrê. A data de semeadura sempre foi efetuada obedecendo ao zoneamento agrícola do amendoim para o estado do Paraná. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso, com cinco repetições. As parcelas foram constituídas de quatro linhas de 4m espaçadas 0,60m, com uma densidade de semeadura de 20 sementes viáveis por metro. Para a realização do presente estudo foram utilizadas as cultivares IAC Tatu ST, IAPAR 25 Tição, Tégua, IAC Poetara, IAC Tatuí, IAC Tupã, IAC Oirã, IAC Caiapó, BRS Havana e BR 01. Foi efetuada análise de variância individual para cada local, e o teste de homogeneidade de variância do erro, efetuando-se posteriormente a análise de variância conjunta para os dez locais. A adaptabilidade e estabilidade fenotípica foram estimadas pelo método de Eberhart e Russell (1966). As médias dos tratamentos foram agrupadas pelo método de Scott e Knott, (1974) a 5% e 1% de probabilidade. A análise de variância conjunta para os dez ambientes revelou efeitos significativos de genótipos, ambiente e interação genótipos por ambientes a 1% de probabilidade pelo teste F e um comportamento diferenciado dos genótipos frente às variações ambientais. Quanto a adaptação, todas as cultivares apresentaram coeficiente de regressão linear estatisticamente igual a 1 indicando que apresentaram um ampla adaptabilidade. As cultivares IAC Tatu ST, IAC Oirã, IAC Tatuí, IAC Poetara, BRS Havana e BR 01 obtiveram desvios de regressão estatisticamente igual à zero, associados aos maiores valores de R², sendo, portanto, consideradas estáveis e previsíveis. As cultivares IAC Oirã, BRS Havana e IAC Tatu ST destacaram-se das demais por apresentar ampla adaptabilidade, alta previsibilidade de comportamento e médias de produção elevadas, podendo ser cultivadas no Paraná, para obtenção de matéria prima visando à produção de biodiesel. Palavras-chave: Arachis hypogaea L., biodiesel, interação genótipo por ambiente Nome do Pesquisador(Aluno): Tiago Adalberto de Oliveira Franco Rossetto; Luíz Miguel de Barros; Allan Paulo Rispar Bianchini; Paulo Cesar Tiossi. Nome do Orientador: Nelson da Silva Fonseca Junior Titulação do Orientador: Doutor Instituição: Universidade Estadual de Londrina – UEL. Curso para apresentação: AGRONOMIA REAÇÃO DE GENÓTIPOS DE FEIJOEIRO À GERMINAÇÃO NAS VAGENS A perda por brotação das sementes nas vagens, antes da colheita do feijão é um risco freqüente que os agricultores sofrem. No melhoramento genético, normalmente esta característica não é sistematicamente avaliada, tornando o desempenho, por ocasião da colheita, da nova cultivar, uma incógnita a ser descoberta pelo produtor. Visando verificar a existência de variabilidade genética entre genótipos de feijoeiro do grupo carioca e grupo preto foi estabelecido este estudo. Foram colhidas pelo menos cinco plantas de duas repetições do ensaio paranaense de genótipos em cultivo no estado, dos grupos comerciais cores e preto, conduzido em blocos ao acaso em quatro repetições, na safra águas 2009 em Londrina, estado do Paraná. Estas plantas foram colhidas após a maturação fisiológica, ficando armazenadas em barracão ventilado, quando então se separou manualmente, de seis a dez vagens por planta. Foram avaliadas, brotação nas vagens em rolos de papel umedecidos, mantidos em germinador, nas temperaturas de 30 e 20ºC (±3ºC) por oito e 16 horas respectivamente, durante três e quatro dias. Em cada rolo, foram colocadas vagens de uma única planta. Anotou-se o número de vagens brotadas, o número de sementes germinadas por vagem e a intensidade de germinação de cada semente, com notas de zero a três, sendo 0, sem germinação, 1 para sementes com radículas menores de 0,5 cm, 2 entre 0,5 e 1,5 cm e 3 para radículas superiores a 1,5 cm e teste de germinação apenas das sementes. Foi detectada variabilidade genética, destacando-se como resistente à brotação na vagem os genótipos BRS Estilo, IPR Tangará e IAC Alvorada para o grupo cores e BRS Supremo, BRS Valente e IPR Gralha para o grupo preto, enquanto que os mais sensíveis foram IAPAR 31, BRS Pontal e IPR Siriri no grupo cores e LP 05-82, IPR Uirapuru e LP 04-72 no grupo preto. Palavras-chave: Dano por umidade, Phaseolus vulgaris L., estresse abiótico Nome do Pesquisador(Aluno): Ana Claudia Vieira Nome do Orientador: Ayres de Oliveira Menezes Junior Titulação do Orientador: Doutor Instituição: Universidade Estadual de Londrina - UEL Curso para apresentação: AGRONOMIA AMOSTRAGEM E DINÂMICA POPULACIONAL DE INSETOS-PRAGA EM POMARES DE MACIERA. O cultivo da macieira vem se desenvolvendo no Paraná como uma alternativa para diversificação em áreas agrícolas de produção familiar. O objetivo do estudo foi avaliar a flutuação de Grapholita molesta e das moscas-das-frutas em pomares de maçã, na região norte do Paraná. Dois pomares comerciais de maçã, localizados nos municípios de Cambé e São Sebastião da Amoreira, foram monitorados entre os meses de novembro de 2009 e maio de 2010. A população de G. molesta, foi avaliada quinzenalmente com o uso de armadilhas Delta, contendo pastilhas de feromônio sexual. Para as moscas-das-frutas foram utilizadas armadilhas do tipo Mcphail, contendo 600 ml de proteína hidrolisada como atrativo. A espécie de moscas-dasfrutas predominante foi Ceratitis capitata, cujas populações apresentaram correlação positiva com a temperatura, no pomar de Cambé. A mariposa-oriental foi capturada durante todo o período amostral e apresentou correlação positiva com a temperatura, no pomar de S.S. da Amoreira.A mariposa-oriental, G. molesta, é praga-chave em pomares de pessegueiro, ameixeira, macieira e pereira (HICKEL et al., 2003). Os danos são causados pelas lagartas que broqueiam as frutas. Nos frutos, as lagartas penetram,preferencialmente, pela região do pedúnculo ou do cálice e alimentam-se da polpa próximo à região carpelar (HICKEL et al., 2007). Os danos ocorrentes pelas moscas-das-frutas são pelas deformações resultantes da atividade de oviposição e as galerias provocadas pelas larvas durante sua alimentação na polpa dos frutos (KOVALESKI; RIBEIRO, 2002). Para a elaboração das estratégias de controle dos insetos, deve-se conhecer a flutuação populacional, através do monitoramento das suas populações.Dessa forma, o estudo objetivou avaliar a flutuação das moscas-dasfrutas e de G. molesta em pomares de maçã. O monitoramento foi realizado em dois pomares de macieira, cultivar Eva, localizados nos municípios de Cambé (23º14’22.7”S e 51º13’09.3” O) e São Sebastião da Amoreira (23º23’16.1”S e 50º45’59.8” O). Para G. molesta utilizou-se duas armadilhas delta, contendo feromônio sexual sintético, instaladas a 1,5m de altura em cada pomar. A troca dos septos com feromônio ocorreu a cada 30 dias juntamente com o piso colante. Os insetos eram contados e retirados das armadilhas a cada vistoria.O monitoramento das moscas-das-frutas foi realizado com auxilio de duas armadilhas do tipo McPhail, contendo 600 ml de proteína hidrolisada isca mosca® da empresa Isca Tecnologias como atrativo, que era trocado quinzenalmente. As armadilhas foram instaladas na porção interna da copa das árvores, na borda e interior do pomar, a uma altura de 1,5 metros do solo. O número de insetos coletados foi comparado entre as duas áreas através do teste nãoparamétrico de Mann-Whitney. Os dados de flutuação populacional dos insetos foram correlacionados com fatores como chuva e temperatura, através do teste de Spearman. Para os dados de temperatura utilizou-se a média durante o intervalo de coleta, enquanto que para chuva considerou-se o total acumulado durante o mesmo período.As maiores populações de G. molesta ocorreram no pomar de Cambé, com vários picos a partir dos meses de fevereiro (Figura 1). Apesar do número de adultos capturados no pomar demonstrar seu potencial como praga da macieira, as maiores populações ocorreram em períodos onde não existe a presença de frutos nas plantas, reduzindo a importância dos danos ao ataque dos ponteiros. Dentre os fatores climáticos analisados, somente a temperatura apresentou correlação positiva com o incremento das coletas de adultos, e apenas no pomar de São Sebastião da Amoreira (rs=0,51, p=0,004).A espécie de mosca-das-frutas predominante nas duas áreas foi Ceratitis capitata, o que provavelmente está relacionado à presença de cafezais próximos aos pomares, em ambos locais, e cujos frutos servem de hospedeiro para essa espécie. As populações foram semelhantes nas duas áreas, não diferindo significativamente, apesar da observação de pico populacional em maio/2010, ocorrido em S.S. da Amoreira (Figura 2). Em Cambé, as coletas apresentaram correlação moderada e positiva com a temperatura (rs=0,62, p=0,014). Sua capacidade de infringir danos à cultura da macieira necessita ser esclarecido, através da observação direta de frutos afetados por larvas. Figura 1 – Número médio de adultos de Grapholita molesta coletados em armadilhas Delta, em dois pomares de macieira cv. Eva. Cambé e São S. da Amoreira, Paraná, 2009-2010.Figura 2 – Número médio de adultos de Ceratitis capitata coletados em armadilhas McPhail, em dois pomares de macieira cv. Eva. Cambé e São S. da Amoreira, Paraná, 2009-2010.Populações da mariposa-oriental estiveram presentes durante todo o período avaliado, em ambos os pomares, constituindo uma praga potencial à cultura, no Paraná.Ceratitis capitata é a espécie predominante nos pomares da região, mas sua ação sobre os frutos da macieira necessita ser esclarecida.À Fundação Araucária pela concessão de bolsa de inclusão social às autoras Ana Claudia Vieira e Mariane Felicio. Palavras-chave: Mariposa oriental, maça Eva, monitoramento Nome do Pesquisador(Aluno): Stephano Augusto Xicareli Casanova; Hiury Henrique Claro; Juscélio Donizete Cardoso Nome do Orientador: Diva Souza Andrade Titulação do Orientador: Doutora Instituição: Centro Universitário Filadélfia; Centro Universitário Filadélfia; Universidade Estadual de Londrina Curso para apresentação: AGRONOMIA EFICIÊNCIA SIMBIÓTICA DE ESTIRPES DE RIZÓBIOS ISOLADAS DE AMENDOINZEIRO. O amendoinzeiro (Arachis hypogaea) é uma importante oleaginosa, pois seus grãos podem ser utilizados na alimentação humana e animal, na produção de biodiesel. Embora seja amplamente cultivado, ainda existem vários fatores limitantes da produção dessa leguminosa e o nitrogênio é um dos principais. No entanto, a fixação biológica de nitrogênio (FBN) é uma alternativa economicamente e ambientalmente viável para o suprimento deste nutriente à cultura. Sendo assim, o objetivo deste estudo foi autenticar e avaliar a eficiência simbiótica de estirpes isoladas de amendoinzeiro em casa de vegetação. Foram utilizadas 34 estirpes de rizóbios (IPRAh) de amendoinzeiro da Coleção de Microrganismos de interesse do Agronegócio do Laboratório de Microbiologia do Solo do IAPAR. Também foram incluídas as estirpes de Rhizobium tropici (SEMIAs 4077, 4080 e 4088) recomendadas para feijoeiro e a de Bradyrhizobium sp (SEMIA6144) para amendoinzeiro. O experimento foi conduzido em vasos de Leonard com areia e vermiculita, esterilizados, em casa de vegetação na estação do IAPAR Londrina, PR. Foram incluídos dois tratamentos controles sem inoculação, sendo um com 777 mg de N (NH4NO3) por vaso e outro sem N. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com três repetições. Após 66 dias da emergência foram avaliados a formação de nódulos nas raízes, determinado a massa seca e o teor de N-total da parte aérea. Na avaliação de autenticação das estirpes 98% das inoculada e as SEMIAs formaram nódulos na raiz do amendoinzeiro. Nos tratamento inoculados com as estirpes IPR-Ah 1000 e 1514, os valores médios da massa seca da parte aérea variaram de 1,15 a 3,14 g planta-1, respectivamente. Os tratamentos inoculados com as estirpes de R. tropici apresentaram valores de 1,41 a 2,23 g planta-1 e a de Bradyrhizobium sp (SEMIA 6144) de amendoim de 4,14 g planta-1. Os tratamentos controles não inoculado e com N-mineral apresentaram valores de 1,14 g e de 7,03 g planta-1, respectivamente, também, foi diferente entre As estirpes testadas apresentaram variação quanto ao O N-total na parte aérea, com médias de 3,77 a 22,52 mg planta-1 respectivamente nas IPR-Ah 1278 e 1178. A estirpe SEMIA 6144 teve valor de 22,70 mg N-total planta-1 e os tratamentos não inoculado apresentou 3,32 mg planta-1 e o com N-mineral 36,94 mg planta-1. A maioria das estirpes formaram nódulos nas raízes do amendoinzeiro, no entanto, a massa seca e N-total da parte aérea foram menores em relação à SEMIA 6144. Palavras-chave: Bradyrhizobium, fixação biológica de nitrogênio, N-total Nome do Pesquisador(Aluno): Allan Paulo rispar Bianchini; Tiago Adalberto de Oliveira Franco Rossetto; Luiz Miguel de Barros Nome do Orientador: Nelson da Silva Fonseca Junior Titulação do Orientador: Doutor Instituição:Universidade Estadual de Londrina - UEL Curso para apresentação: AGRONOMIA GENÉTICA QUANTITATIVA APLICADA À INTERAÇÃO GENÓTIPOS X AMBIENTES EM FEIJÃO DO GRUPO COMERCIAL CARIOCA NO ESTADO DO PARANÁ. Para o lançamento de novas cultivares comerciais, o melhorista tem diante de si uma série de dados experimentais, obtidos em locais representativos da região e durante um número suficiente de anos que representa as variações climáticas da região. Diante desses dados freqüentemente o melhorista se depara com a interação Genótipo X Ambiente dificultando a seleção dos melhores genótipos. Para aproveitar as combinações favoráveis específicas, deve-se lançar mão da regionalização. Sendo que esta pressupõe um maior critério e detalhamento da recomendação/indicação de cultivares, mediante a aplicação de técnicas de genética quantitativa. O presente trabalho teve por objetivo avaliar a performance agronômica, com enfoque para o rendimento de grãos, a estabilidade e adaptabilidade geral ou específica a ambientes favoráveis ou desfavoráveis, de linhagens e cultivares de feijoeiro pertencentes ao grupo cores, desenvolvidas pelo programa de melhoramento genético do IAPAR. Os ensaios utilizados foram de dois tipos, os intermediários e os ensaios para determinação do valor de cultivo e uso (VCU). O delineamento utilizado foi blocos ao acaso com quatro repetições. Foram conduzidos em épocas de semeadura e locais representativos das regiões produtoras de feijão no Paraná, durante as safras de 2006/2007, 2007/2008 e 2008/2009. Inicialmente procedeu-se a análise de variância individual e posteriormente a análise conjunta. Para a análise de estabilidade e adaptabilidade utilizou-se as metodologias de regressão linear única e bi-segmentada. As linhagens LP 05-74, LP 05-77 e LP 05-83 apresentaram méritos significativos para serem indicadas como novas cultivares, quando comparadas com as testemunhas Carioca e IAPAR 81. Palavras-chave:regionalização, estabilidade e adaptabilidade fenotípica, Phaseolus vulgaris Nome do Pesquisador(Aluno): DIOGO FERNANDO SATURNO Nome do Orientador: DIVA SOUZA ANDRADE Titulação do Orientador: PhD MICROBIOLOGIA DE SOLOS Instituição: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA - UEL Curso para apresentação: AGRONOMIA DIVERSIDADE DE BACTÉRIAS DIAZOTRÓFICAS QUE BRACATINGA PARA RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS. NODULAM Os teores de N nos solos brasileiros, de um modo geral, não são elevados e, com a intensificação da agricultura, as exigências nutricionais de N são cada vez maiores, conseqüentemente, se faz necessária a reposição deste nutriente nos solos.Nesse contexto, o processo de fixação biológica de nitrogênio (FBN) assume grande importância, porque além de ser uma tecnologia de baixo custo, representa uma alternativa para aumentar os rendimentos nacionais e, também, contribui para a manutenção da fertilidade o solo e para a preservação ambiental. Espécies de bactérias diazotróficas em simbiose com leguminosas fixam biologicamente o nitrogênio atmosférico. A Mimosa scabrella, conhecida como bracatinga, é uma espécie florestal nativa no sul do Brasil utilizada na conservação de solos. O objetivo deste estudo foi isolar e avaliar as características fenotípicas e genéticas de bactérias em simbiose com a bracatinga. Foram utilizados solos coletados de área sob cultivos de milho, soja, pupunha e solos de mata, de 32 municípios do estado do Paraná. Os isolados foram crescidos em meio de cultura extrato de levedura-manitol-ágar e caracterizadas morfo-fisiologicamente. Em referência foi utilizada uma estirpe de Rhizobium sp (SEMIA 6165). O DNA total das bactérias foi amplificado para as regiões repetitivas, utilizando técnica do BOX-PCR, com o primer 5’ GTACGGCAAGGCGACGCTGACG 3’. A caracterização morfológica dos isolados mostrou que a maioria possui tamanho entre 2 mm a 4 mm, forma circular, textura úmida, produzem goma e possuem elevação. Todas as estirpes apresentaram colônias com borda e superfícies lisas, absorvem corante e são opacas. Quanto ao pH, 61% acidificaram o meio e nenhuma produziu melanina assim como a estirpe referência. As estirpes isoladas de bracatinga apresentaram alta diversidade genética sem relação com o histórico da área de origem. Palavras-chave: Mimosa scabrella, Rhizobium sp., DNA, PCR-BOX Nome do Pesquisador(Aluno): Sergio Wacelkoski; Felipe Augusto Sartori; Renato Sandoli Filho Nome do Orientador: Fábio Suano de Souza e Miriam Cristina Maretti Titulação do Orientador: Doutor Instituição: Centro Universitário Filadélfia Curso para apresentação: AGRONOMIA HORTA – CAMPUS PALHANO Foi implantada e está sendo desenvolvida pelos acadêmicos do Curso de Agronomia, uma horta no Campus Palhano, onde além de pesquisa e aprendizado dos alunos, ocorrerá o fornecimento de material para uso em outros cursos (Gastronomia e Nutrição), doação do excedente para associações filantrópicas e processamento do material produzido na Disciplina de Tecnologia e Conservação de Produtos Agropecuários no 3º ano do Curso de Agronomia. Este projeto é permanente e será mantido durante todo o curso. Objetiva-se proporcionar aos acadêmicos o conhecimento prático na área de olericultura, integrando o ensino, a pesquisa e a extensão, através da condução de diferentes culturas e tipos de manejo em hortaliças As culturas foram escalonadas em função da colheita, estabelecendo um intervalo de 15 a 20 dias para o plantio de culturas repetidas. As mudas estão sendo produzidas em bandejas com substrato a base de casca de arroz carbonizado, compostagem e fertilizante de rápida disponibilidade de nutrientes na casa de vegetação disponibilizada no campus. Tem-se como objetivos específicos identificar processos de semeadura, adubação e colheita de hortaliças, bem como as práticas usuais para o controle de pragas e doenças; conhecer e identificar técnicas de manejo de solo; buscar informações bibliográficas a fim de propor avanços ao desenvolvimento das técnicas utilizadas; proporcionar o conhecimento de técnicas referentes à horticultura, como a produção de compostagem e húmus, desenvolver atividades relacionadas aos processos de pós-colheita, como armazenamento, conservação, sanitização, processamento mínimo, tecnologia de transformação de alimentos, marketing e comercialização, promovendo a interdisciplinaridade através da inclusão de áreas afins do curso e utilizar área e casas de vegetação no Campus Palhano. Palavras-chave: olericultura; hortaliças; técnicas de manejo de solo.