FACULDADE DE SOROCABA
PROJETO PEDAGOGICO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
SOROCABA - 2015
Sumário
1
1.1
1.2
1.3
1.4
1.5
1.6
1.7
FACULDADE DE SOROCABA .................................................................... 04
Considerações Iniciais ...................................................................................... 04
Histórico ............................................................................................................ 05
Desenvolvimento ............................................................................................... 05
Missão ................................................................................................................ 06
Finalidades............................................................................................06
Inserção Regional ............................................................................................. 08
Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso................................ 14
2 CURSO DE ADMINISTRAÇÃO .................................................................. 17
2.1 Identificação do Curso ..................................................................................... 17
2.2 Condições de Oferta e Formas de Acesso ao Curso ...................................... 18
2.3 Justificativa de Implantação do Curso ........................................................... 18
2.4 Concepção do Curso..........................................................................................20
2.5 Missão do Curso ............................................................................................. 21
2.6 Princípios Norteadores .................................................................................... 21
2.7 Linhas Básicas e Diferenciadores do Curso de Administração....................22
2.8 Perfil do Curso ................................................................................................. 24
2.9 Políticas Institucionais no âmbito do curso .................................................... 24
2.10 Objetivos Gerais do Curso ............................................................................. 26
2.11 Seleção dos Conteúdos. ................................................................................... 27
2.12 Princípios Metodológicos ................................................................................ 28
2.13 Perfil Desejado do Egresso.............................................................................. 30
2.14 Competências e Habilidades a Serem Desenvolvidas ..............................31
2.15 Organização Didático-Pedagógica ...................................................................... 33
2.16 Organização Curricular .................................................................................. 33
2.17 Inovações Significativas .................................................................................. 34
2.18 Matriz Curricular ............................................................................................ 36
2.19 Planejamento das Disciplinas ......................................................................... 38
2.20 Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem .............................................. 39
2.21 Integração entre Teoria e Prática .................................................................. 42
2.22 Atividades Interdisciplinares.................................................................42
2.23 Estágio Curricular Supervisionado ............................................................... 43
2.23.1 Diretrizes Gerais do Estagio Supervisionado ...................................... 45
2.24 Atividades Complementares ........................................................................... 46
2.25 Trabalho de Conclusão de Curso ................................................................... 47
2.26 Atividades de Extensão ................................................................................... 48
2.27 Empresa Júnior ............................................................................................... 49
2.28 Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs no processo
ensino aprendizagem ............................................................................................... 50
2.29 Coordenação do Curso de Administração de Empresas .............................. 50
2.29.1 - Dados do Coordenador ...................................................................... 51
3. CORPO DOCENTE ......................................................................................... 53
3.1 Caracterização .................................................................................................. 53
3.2 Perfil Esperado do Docente ............................................................................. 53
3.3 Das Atividades Docentes .................................................................................. 54
3.4 Das Atividades de Ensino................................................................................. 54
3.5 Plano de Cargos, Salários e Carreira dos Docentes ...................................... 55
3.6 Programa Institucional de Educação Continuada ......................................... 55
3.7 Corpo Docente ................................................................................................... 56
3
3.8 Titulação e jornada do corpo docente ............................................................. 56
3.9 Núcleo Docente Estruturante - NDE ................................................................ 57
4. Corpo Discente .................................................................................................... 58
4.1 Perfil do Corpo Discente ................................................................................... 58
4.2 Atenção aos Discentes ........................................................................................ 59
4.2.1 Apoio Pedagógico .................................................................................... 59
4.2.2 Apoio à Participação em Eventos .............................................................. 60
4.2.3 Apoio Psicopedagógico ............................................................................. 60
4.2.4 Mecanismo de Nivelamento ...................................................................... 60
4.2.5 Acompanhamento de Egressos .................................................................. 61
4.2.6 Bolsas de Estudo........................................................................................ 61
5. INFRAESTRUTURA ......................................................................................... 62
5.1 Infraestrutura para Funcionamento ................................................................ 62
5.2 Salas de Aula ...................................................................................................... 62
5.3 Instalações Físicas para os Docentes ................................................................ 63
5.4 Laboratório de Informática .............................................................................. 63
5.5 CPD – Centro de Processamento de dados ..................................................... 64
5.6 Recursos Audiovisuais....................................................................................... 64
5.7 Equipamentos e Mobiliário .............................................................................. 65
5.7.1 Equipamentos e Mobiliário Existentes no Laboratório ........................... 65
5.7.2 Equipamentos e Mobiliário Existentes na Secretaria .............................. 65
5.7.3 Equipamentos e Mobiliário Existentes na Diretoria ................................ 65
5.7.4 Equipamentos e Mobiliário Existentes nas Coordenações de Cursos66
5.7.5 Equipamentos e Mobiliário Existentes na Sala de Professores ............... 66
5.7.6 Equipamentos e Mobiliário Existentes Recursos Humanos .................... 67
5.7.7 Equipamentos e Mobiliário Existentes em Projetos Sociais ................... 67
5.7.8 Equipamentos e Mobiliário Existentes nas Salas de Aulas ..................... 67
5.7.9 Equipamentos e Mobiliário Existentes no Pátio .................................... 70
5.7.10 Equipamentos e Mobiliário Existentes na Cozinha ............................... 70
5.7.11 Equipamentos e Mobiliário Existentes na Biblioteca ............................ 71
5.8 Biblioteca ............................................................................................................ 71
5.8.1 Acervo Atual de Livros por Assuntos ..................................................... 71
5.8.2 Política Institucional para Atualização e Expansão do Acervo ............ 72
5.8.3 Espaço Físico ........................................................................................ 74
5.8.4 Administração e Acesso ao Acervo ...................................................... 74
5.8.5 Informatização do Sistema de Catalogação e Produção Estatística ...... 74
5.8.6 Serviços Prestados................................................................................. 75
5.8.7 Processos Técnicos .............................................................................. 76
5.8.8 Recursos Humanos ................................................................................ 76
5.9 Redes de Informação..............................................................................77
3
LISTA DE QUADROS
Quadro nº 01 - Dados Gerais da Mantenedora .................................................... 05
Quadro nº 02 - Dados de Identificação ............................................................... 17
Quadro nº 03 – Quadro Docentes ....................................................................... 56
Quadro nº 04 – Titulação e Jornada de Trabalho do corpo Docente ................... 56
Quadro nº 06 - Núcleo Docente Estruturante ...................................................... 57
Quadro nº 07 - Descrição das Salas de Aula ...................................................... 62
Quadro nº 08 - Instalações Físicas para Docentes e Administração .................... 63
Quadro nº 09 - Laboratório de Informática ......................................................... 63
Quadro nº 10 – CPD Centro de Processamento de Dados .................................. 64
Quadro nº 11 - Recursos Audiovisuais e Multimídia .......................................... 65
Quadro nº 12 - Acervo atual de Livros por assuntos ........................................... 71
Quadro nº 13 - Redes de Informação ................................................................... 77
Quadro nº 14 - Bibliotecas Virtuais ..................................................................... 77
LISTA DE ANEXOS
ANEXO 01 – Atendimento aos Requisitos Legais e Normativos.............................78
ANEXO 02 – Ementário do Curso de Administração ..............................................80
ANEXO 03 – Bibliografia básica e complementar do curso de Administração........92
ANEXO 04 - Regulamento das atividades complementares....................................114
ANEXO 05 – Regulamento de Estágio Supervisionado...........................................117
ANEXO 06 – Regulamento das Atividades Extensionistas......................................130
4
1
FACULDADE DE SOROCABA
1.1
Considerações Iniciais
Vivemos na época da sociedade da informação, caracterizada por uma rápida
ampliação do conhecimento e do acesso facilitado as novas tecnologias, mediante
enorme desenvolvimento dos meios de comunicação e informação. É uma época com
enorme significado para todos, em particular àqueles que compõem o mundo
educacional e empresarial que estarão no foco de nossas atividades de ensino.
Características dessa fase do desenvolvimento humano são as rápidas e
abruptas mudanças mercadológicas e suas implicações para os que buscam o
aprendizado nas áreas acadêmicas. Novos mercados surgem e amadurecem, enquanto
outros desaparecem. O mesmo ocorre com produtos e serviços. Estas transformações
colaboram com o desenvolvimento científico e tecnológico, baseados nas necessidades
dos mercados consumidores, e na difusão de novas tecnologias para a sociedade.
Todo esse processo nas áreas de atividades econômico-financeiro levou a uma
enorme ampliação do leque de oportunidades, exigindo o profissional de grande
agilidade para se posicionar no mercado.
As implicações destes fenômenos para quem busca o ensino são amplas. Os
discentes precisam do aprendizado ágil e eficaz, que acompanhe todas as alterações do
mercado e os qualifiquem para serem competitivos nas diversas áreas de atuação.
As Instituições de Ensino precisam atender essas demandas de modo eficiente,
respondendo prontamente às tendências dos mercados e adequando-se para não
tornarem-se obsoletas.
O processo de ensino-aprendizado nas Instituições de Ensino não deve somente
ater-se ao acúmulo do conhecimento do conteúdo e informação, mas compreendendo o
estudante, identificando necessidades, motivações, interesses. Promovendo um maior
envolvimento dos alunos com os conteúdos e objetivos do curso criando um perfil
crítico, sem abrir mão dos conteúdos ou da criatividade.
Com essas preocupações que pessoas atuantes nas atividades de pesquisa das
áreas de Ciências Administrativas e Econômico-Financeiras, e com experiências
relevantes no mercado empresarial, reuniram-se constituindo a Sociedade Educacional
Vieira César Almeida S/C Ltda., em Sorocaba, primeira mantenedora da Faculdade de
Sorocaba, atualmente mantida pelo União Nacional das Instituições Educacionais São
Paulo - UNIESP, resultado do processo de Transferência de Mantença - Portaria
SESu/MEC Nº. 1841, de 23 de dezembro de 2009.
5
1.2
Histórico
A Faculdade de Sorocaba foi credenciada pelo Instituto Superior em Gestão
Empresarial pela Portaria nº 3.910 de 14 de novembro de 2005, mantida pela
Sociedade Educacional Vieira César Almeida. Houve transferência de mantenedora pela
Portaria SESu/ME nº 244 em 18 de março de 2008, para Sociedade Brasileira de
Educação Renascentista. Posteriormente a mantida foi transferida para a mantenedora
Instituto Educacional do Estado de São Paulo,– IESP, Portaria SESu/MEC nº
1841 de 23 de dezembro de 2009 publicada no DO no dia 24 de dezembro de 2009,
atualmente denominada União Nacional das Instituições Educacionais São Paulo.
A União Nacional das Instituições Educacionais São Paulo - UNIESP,
pessoa jurídica de direito privado, com sede e foro em São Paulo, na Capital e filial
nesta cidade, com CNPJ nº. 63.083.869/0001-67, com o Estatuto registrado e
microfilmado no 1º. Oficial de Registro de Títulos e Documentos e Civil de Pessoa
Jurídica. De conformidade com seu Estatuto e registros cartoriais, tem como objetivos
fundamentais: a Educação, o Ensino, a Investigação e a Formação Profissional, bem
como o Desenvolvimento Científico, Tecnológico, Filosófico e Artístico da região na
qual está inserida.
Quadro nº 01 – Dados Gerais da Mantenedora
NOME
ENDEREÇO
CIDADE:
ATOS LEGAIS
UNIÃO NACIONAL DAS INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS DO
ESTADO DE SÃO PAULO
Rua Conselheiro Crispiniano, 116. Centro CEP 01037-000
São Paulo
SP
Estatuto Social Consolidado e arquivado no 1º. Oficial de Registro de
Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica sob nº 000372555
em 04 de fevereiro de 2011. Última Ata de Assembleia Geral em
05 de novembro de 2012, registrada e microfilmada sob nº 393.637
em 11 de dezembro de 2012.
SITE:
FONE (DDD)
FAX:
PRESIDENTE:
www.uniesp.edu.br
/ (11) 3241-8700
José Fernando Pinto da Costa
Fonte: Direção: 2015
6
1.3
Desenvolvimento
A Faculdade de Sorocaba passou a denominar-se UNIÃO NACIONAL DAS
INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS SÃO PAULO – UNIESP, conforme Ata da
Assembleia Geral Extraordinária, registrada no 1º. Oficial de registro de Títulos e
Documentos e Civil de Pessoa Jurídica.
A Faculdade de Sorocaba foi credenciada pela Portaria SESu/MEC Nº.
3.910 de 14 de Novembro de 2005, que autorizou o funcionamento do Curso de
Administração.
A Faculdade de Sorocaba tem como meta possibilitar a educação para todos,
ou seja, dar novas oportunidades de realizar um curso universitário devido a
dificuldades financeiras.
Baseando-se em uma proposta de caráter humanístico e social, a Faculdade de
Sorocaba preza pela educação solidária. Sendo assim, mantém convênios com
empresas, sindicatos, órgãos públicos e entidades assistenciais, que oferecem a
concessão de bolsas de estudos aos seus conveniados. Em contrapartida, incentiva as
instituições a participarem de projetos sociais promovendo a responsabilidade social,
por meio de atividades voluntárias de seus colaboradores.
1.4
Missão
A Faculdade de Sorocaba assume como missão:
“Alcançar a oferta e a prática de uma educação solidária,
possibilitando a educação para todos e a inserção social por
meio da qualidade de ensino, da atuação voltada para o
desenvolvimento sustentável, na prática de mensalidades
compatíveis com a realidade socioeconômica da região e de
incentivo e apoio estudantil, por meio de parcerias e de projetos
sociais voltados ao atendimento da comunidade”.
1.5
Finalidades
7
A Faculdade de Sorocaba está voltada para a formação integral do ser
humano como cidadão e tem por finalidades:
I – estimular a cultura acadêmica e a investigação científica e do pensamento
reflexivo;
II – formar profissionais nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a
inserção em diversos setores e para a participação no desenvolvimento da sociedade
brasileira, além de contribuir com seu continuo aperfeiçoamento;
III – fomentar o trabalho de pesquisa científica, para o desenvolvimento da
ciência e da tecnologia e difusão da cultura, e, desse modo, facilitar a integração do
homem e o meio em que vive;
IV – promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos
que constituem patrimônio da humanidade difundindo assim, o saber através do ensino,
da publicação ou de outras formas de comunicação;
V – suscitar o desejo e realização permanentes do aperfeiçoamento cultural e
profissional integrando os conhecimentos adquiridos geração após geração;
VI – estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em
particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e
estabelecer com esta uma relação de reciprocidade;
VII – sensibilizar os alunos sobre problemas regionais e nacionais com vistas a
uma melhor intervenção em sua comunidade; e,
VIII – promover a extensão, aberta à participação da população, visando à
universalização das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural, científica e
tecnológica geradas na instituição.
Para a consecução dessa finalidade a faculdade se empenhará no
desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa, extensão e difusão do
conhecimento, bem como contribuir para o progresso do País, de acordo com os grandes
objetivos da Educação Nacional definidos no artigo 30 da lei 9394/96, na Constituição
Federal e demais legislação pertinente, especialmente para:
•
•
•
•
•
o pluralismo de ideias e concepções pedagógicas;
a valorização da experiência extraescolar;
a dinâmica participativa e responsável;
o respeito à liberdade e apreço à tolerância;
a vinculação entre educação escolar, trabalho e práticas sociais.
A Faculdade pode ministrar as seguintes modalidades de curso:
•
Graduação, aberto a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou
equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo;
•
De extensão, abertos a candidatos que atendam aos requisitos
estabelecidos, em cada caso, pelos órgãos competentes da Faculdade.
8
1.6
Inserção Regional
A cidade de Sorocaba está situada ao lado da Rodovia Castelo Branco, no Km
78. Fundada em 1654, tem uma história que remonta ao tempo dos tropeiros que faziam
a rota entre São Paulo e a bacia do Prata, com a cidade funcionando como escala e
entreposto. Nela se desenvolveu então importante atividade comercial, estando, assim,
na raiz dos desdobramentos que, séculos depois, levaram ao MERCOSUL.
Atualmente a cidade de Sorocaba tem uma população de 600.678, segundo
dados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, e está localizada na
região sudoeste do Estado de São Paulo, a 96 Km de distância da Capital - São Paulo,
limitando-se ao norte com Porto Feliz; ao sul com Votorantim; ao leste com Mairinque;
ao nordeste com Itu; ao oeste com Araçoiaba da Serra; ao sudoeste com Salto de
Pirapora e a Noroeste com Iperó.
Hoje, a economia de Sorocaba está concentrada no setor industrial – a cidade
possui polo dessa natureza, de concentração de indústrias e serviços. A cidade vem
crescendo com um fluxo de pessoas que procuram conciliar a qualidade de vida com a
oferta de oportunidade e trabalho.
Sorocaba é considerada polo regional, sendo inclusive sede da região
administrativa, abrangendo outros municípios da região e está bem próxima das
Regiões Metropolitanas de São Paulo (capital) e Campinas (interior), consideradas as
principais do Estado de São Paulo, por seus níveis de desenvolvimento industrial e
econômico Assim sendo, a mantenedora, por meio de sua mantida, pretende suprir a
demanda da região em cursos específicos e direcionados.
1.6.1 Aspectos Políticos e Administrativos, Renda e População:
A Faculdade de Sorocaba, localizada na cidade do mesmo nome, Região
Oeste da Região Metropolitana da Grande São Paulo, está localizada em uma das mais
dinâmicas e populosas regiões do Estado de São Paulo. Situada na porção centro-sul do
Estado de São Paulo, a Região Administrativa de Sorocaba ocupa um território de
41.077 km2, o que corresponde a 16,5% do território estadual, sendo a maior RA
paulista. É composta por 79 municípios, distribuídos em cinco regiões de governo: de
Avaré, de Botucatu, de Itapetininga, de Itapeva e de Sorocaba.
Desde 2005, encontra-se em processo de tramitação na Assembleia Legislativa
do Estado de São Paulo, o Projeto de Lei Complementar nº 33/2005, que cria a Região
Metropolitana de Sorocaba e o Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana
de Sorocaba. No Projeto de criação da Região Metropolitana de Sorocaba fariam parte
os seguintes municípios: Alumínio, Araçoiaba da Serra, Cabreúva, Capela do Alto,
Iperó, Itu. Mairinque, Piedade, Porto Feliz, Salto, Salto de Pirapora, Sarapuí, São
Roque e Votorantim. Sorocaba possui uma área de 449,122 km², sendo 55% de área
9
urbana e 45% de área rural. Sua população estimada, em 2012, é de 600.678
habitantes. É o terceiro município mais populoso do interior paulista e o quarto maior
mercado consumidor do Estado fora da região metropolitana da capital, com um
potencial de consumo per capita anual estimado em 2,4 mil dólares para a população
urbana (602 mil pessoas) e 917 dólares para a rural (7,2 mil pessoas), sendo, também,
a oitava cidade brasileira com maior potencial de consumo. Regiões muito próximas a
Sorocaba são consideradas as maiores regiões metropolitanas do estado de São Paulo,
são elas: Jundiaí, São Paulo, Campinas e Santos cujas populações, somadas à de
Sorocaba, ultrapassam 29 milhões de habitantes, ou seja, mais de 80% da população do
Estado de São Paulo.
1.6.2 Geografia Física e Humana da Região de Sorocaba:
As bases físicas sobre as quais se encontra o município de Sorocaba
começaram a ganhar forma há milhões de anos, com a definição geológica da bacia do
rio Sorocaba, na chamada depressão periférica. Nela desponta, como destaque, o morro
do Araçoiaba, polo magnético regional, cercado pelas milenares trilhas indígenas do
Peabiru, o caminho transul-americano, que ligava os oceanos Atlântico e Pacífico. Ao
longo dele, os primeiros habitantes da região, os indígenas, ainda na fase do
nomadismo, construíam suas aldeias.
Às margens do rio Sorocaba habitavam os tupiniquins, do grupo tupi.
Documentos residuais são encontrados acidentalmente, de tempos em tempos, sob a
forma de urnas funerárias e objetos de pedra lascada e polida. Os incas e os índios
brasileiros praticavam o comércio entre si, realizando-se as trocas entre grupos das
mais diferentes regiões. Durante escavações efetuadas para a instalação do sistema de
esgoto, em fevereiro de 2006, foram encontrados pedaços de cerâmica rústica a cerca
de dez quilômetros do centro da cidade, no bairro Brigadeiro Tobias.
1.6.3 Aspectos Históricos da Região de Sorocaba:
Na época do desbravamento do Brasil, existia na região apenas uma
encruzilhada destacada por uma frondosa paineira, que ainda hoje se encontra no bairro
batizado como Árvore Grande. Encontravam-se ali índios, sertanistas, tropeiros e
bandeirantes em viagem e ali paravam para descansar e comercializar suas mercadorias.
Os Bandeirantes passavam por esta região quando iam para Minas Gerais e
Mato Grosso a procura de ouro, prata e ferro. Em 1589, o português Afonso Sardinha
esteve no morro de Araçoiaba, à procura do ouro mas não o encontrou, encontrando
porém, minério de ferro. No local, neste ano, Afonso Sardinha construiu a primeira
casa da região, que deu origem à fundação da Vila de Nossa Senhora da Ponte de
Monte Serrat, mudando-se para a Vila de São Filipe, no Itavuvu, em 1611.
10
Por ordem do então governador-geral do Brasil (período entre 1591 e 1602),
Dom Francisco de Sousa, foi inaugurado o pelourinho (símbolo do poder real), na Vila
de Nossa Senhora da Ponte de Monte Serrat, no morro de Araçoiaba, em 1599. Após o
retorno de D Francisco à Corte, o capitão Baltasar Fernandes instalou-se na região,
em 1654 com a família e escravaria vindos de Santana de Parnaíba, nas terras
que recebeu do rei de Portugal. Fundou então, a 15 de agosto de 1654, um povoado
com o nome de Sorocaba.
Sorocaba vem do tupi “soroc” (rasgar) e “aba”, morfema nominalizador.
Assim, Sorocaba significa “rasgão” ou “terra rasgada”. A palavra tupi entra também em
Vossoroca, bairro de Votorantim.
Para incentivar o povoamento, Baltasar Fernandes doou terras aos beneditinos
de Parnaíba para que estes construíssem um convento e uma escola, para funcionarem
como um centro gerador de cultura e catequese.
O povoado foi elevado a município no dia 3 de março de 1661, passando a
chamar-se Vila de Nossa Senhora da Ponte de Sorocaba e, na ocasião, foi
instalada a primeira Câmara Municipal.
Até então, a principal fonte de renda era o comércio de índios como escravos.
A partir do século XVII, foi gradativamente substituída pelo comércio de mulas.
O coronel Cristóvão Pereira de Abreu, um dos fundadores do Estado do Rio
Grande do Sul, conduziu pelas ruas do povoado a primeira tropa de muares no ano de
1733, inaugurando, assim, o ciclo do tropeirismo.
Sorocaba tornou-se um marco obrigatório para os tropeiros devido a sua
posição estratégica, eixo econômico entre as regiões Norte, Nordeste e Sul. Com o
fluxo de tropeiros, o povoado ganhou uma feira onde os brasileiros de todos os Estados
reuniam-se para comercializar animais, a famosa Feira de Muares de Sorocaba.
Este fluxo intenso de pessoas e riquezas promoveu o desenvolvimento do
comércio e das indústrias caseiras, baseadas na confecção de facas, facões, redes de
pesca, doces e objetos de couro para a montaria.
Sorocaba pertenceu à comarca de Itu desde 1811 e até a criação da comarca de
Sorocaba, em 30 de março de 1871. A diocese foi criada em 1924 e suas atividades
começaram em 1925.
1.6.4 Aspectos da Economia de Sorocaba
Com a inauguração da Estrada de Ferro Sorocabana (EFS), em 1875,
indústrias têxteis de origem inglesa instalaram-se na cidade, tornando-a conhecida
como a Manchester Paulista. Posteriormente, com a decadência da atividade têxtil na
cidade, foi necessária a instalação de outros tipos de indústrias. A partir da década de
11
1970, o parque industrial foi diversificado e o panorama de diversificação das
atividades econômicas é raramente visto em outros municípios brasileiros.
Sorocaba é a quinta cidade em desenvolvimento econômico do Estado, com
investimentos da ordem de 3,5 bilhões de dólares, com cinco bilhões de dólares de
Produto Interno Bruto (PIB). Suas indústrias exportam para mais de 115 países,
gerando impostos da ordem de 370 milhões de dólares por ano. Localizada numa região
privilegiada, próxima a vias de acesso rodoviário e hidroviário que a ligam aos grandes
centros de consumo e a levam na direção dos demais países do Mercosul (Argentina,
Uruguai e Paraguai), Sorocaba oferece atrativo adicional às empresas: uma estrutura
de qualificação de mão de obra que cobre com qualidade o nível operacional.
O parque industrial de Sorocaba possui excelente infraestrutura de estradas,
transportes públicos, rede de energia elétrica, telecomunicações, disposição de lixo,
água potável, com mais de 25 milhões de metros quadrados para cerca de 1500
indústrias. As principais atividades econômicas são: indústrias de máquinas, siderurgia
e metalurgia pesada, autopeças, indústrias têxteis, equipamentos agrícolas, químicas,
petroquímicas farmacêuticas, papel e celulose, produção de cimento, energia eólica,
eletrônica, ferramentas, telecomunicações entre outras, ostentando, assim, uma
economia progressista e com alto grau de tecnologia de ponta. Inaugurado em 2012, o
Parque Tecnológico contribuir significativamente com o desenvolvimento da cidade e
da região. O Parque Tecnológico de Sorocaba (PTS) é um ambiente criado para atrair e
acomodar empresas intensivas em tecnologia, instituições de ensino e pesquisa, assim
como empresas de consultoria ou organizações, públicas e/ou privadas, que possam
oferecer serviços de apoio técnico e de mercado. Desta forma, o PTS facilitará, às partes
interessadas, o acesso ao conhecimento bem como ao mercado, pela aproximação com
possíveis desenvolvimentos e inovação tecnológica assim como oportunidades
comerciais, em nível nacional e internacional.
1.6.5 Transportes e Logística de Distribuição de Produtos:
A Região Administrativa de Sorocaba possui posição privilegiada quanto à
logística, sendo servida por importantes rodovias, como a Castelo Branco (SP-280) e a
Raposo Tavares (SP-270), que ligam a região com a capital e constituem passagem
para o oeste paulista; a Santos Dumont (SP-075), que une Sorocaba a Campinas; e a
Marechal Rondon (SP-300). A rede ferroviária, operada pela Ferroban, possibilita a
conexão com a capital e o Porto de Santos.
O Aeroporto Estadual de Sorocaba é importante polo de manutenção de aviões,
registra uma das maiores movimentações do Estado em pousos e decolagens.
O município de Conchas possui um porto fluvial, na Hidrovia Tietê-Paraná,
que possibilita a saída de mercadorias para o Centro-Oeste e o Sul do Brasil,
constituindo alternativa de integração com o Mercosul. Em maio de 2010 a Companhia
Paulista dos Trens Metropolitanos (CPTM) conclui estudos sobre os ramais para a
Baixada Santista e Sorocaba por meio de linhas de trens de passageiros.
12
Diariamente, o sistema de transporte urbano de Sorocaba transporta cerca de
150.000 passageiros. Sorocaba possui dois terminais urbanos, onde é possível ao
usuário fazer baldeações de linhas sem precisar pagar nova tarifa.
1.6.6 Infraestrutura de Sorocaba.
Sorocaba é a cidade paulista que conta com um dos melhores índices de
distribuição de água potável e rede coletora de esgoto que chegam respectivamente a
99% e 96% da população. O sistema de coleta, tratamento e distribuição de água é um
dos mais modernos e o abastecimento da zona industrial é completado com poços
artesianos, que garantem o fornecimento ininterrupto.
Sorocaba mantém, hoje, em pleno funcionamento, 23 poços semi artesianos
localizados nos bairros mais distantes e que totalizam uma vazão de 403.200 litros por
hora ou 112 litros por segundo. Esses poços têm água analisada diariamente, para
garantir o padrão de qualidade do líquido quanto às condições físico-químicas e
bacteriológicas.
Distribuindo água tratada a 99% dos imóveis existentes, Sorocaba possui hoje
um dos melhores sistemas de abastecimento de água do País, com capacidade de
reservação da ordem de 78 milhões de litros, com mais de 99% dos imóveis
(aproximadamente 190 mil) – entre residenciais, comerciais e industriais – recebendo
água tratada através de um sistema de distribuição que totaliza 1.800 quilômetros de
tubulações.
A rede de coleta e afastamento de esgoto de Sorocaba, com 1.030 quilômetros
de extensão, atende 98% da população e permanece em constante expansão, na exata
medida do crescimento da cidade.
A primeira estação de tratamento de esgoto de Sorocaba, ETE S-1, entrou em
operação em maio de 2005 e tem capacidade para tratar até 100 milhões de litros de
esgoto por dia, ou seja, 44% do total dos efluentes sanitários despejados no rio
Sorocaba.
A cidade é servida por uma boa infraestrutura na área da saúde com muitos
hospitais como Hospital Santa Lucinda, Conjunto Hospitalar de Sorocaba, Santa Casa
de Misericórdia, Hospital Evangélico, Hospital Samaritano, UNIMED e o Regional que
atendem não só a população municipal como toda a região.
Destaca-se o Hospital Oftalmológico de Sorocaba sendo o hospital que mais
realiza transplante e captação de córneas no Brasil.
13
1.6.7 Panorama Social - Índice Paulista de Responsabilidades
Segundo o IPRS-2004, Sorocaba, Águas de Santa Bárbara, Alumínio,
Boituva, Botucatu, Cerquilho e Salto pertencem ao Grupo 1, que reúne municípios
com bons níveis nas três dimensões avaliadas, que são: riqueza, longevidade e
escolaridade.
1.6.8 Aspectos Educacionais da Região de Sorocaba
A Região de Sorocaba possui condições excepcionalmente favoráveis ao
desenvolvimento da educação de sua população, nos mais variados aspectos, que vão
desde a diversidade de cursos de formação superior oferecidos a uma completa
infraestrutura para pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico.
Sorocaba possui seis universidades, sendo quatro privadas: Centro de Ciências
Médicas e Biológicas da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP),
Universidade de Sorocaba (UNISO) e Universidade Paulista (UNIP), Anhanguera, e
duas públicas: Universidade Estadual Paulista (UNESP) e Universidade Federal de São
Carlos (UFSCar).
Possui também nove faculdades: Faculdade de Direito de Sorocaba (FADI),
Faculdade de Engenharia de Sorocaba (FACENS), Faculdade de Tecnologia do Estado
de São Paulo - Sorocaba (FATEC-SO), Faculdade de Educação Física da Associação
Cristã de Moços de Sorocaba (FEFISO), Escola Superior de Administração, Marketing
e Comunicação (ESAMC), Faculdade Ipanema, Faculdades SENAI, Faculdades
Anhanguera e a Faculdade de Sorocaba. São quatrocentas escolas públicas,
municipais e privadas, de ensino fundamental a médio, muitas com cursos
profissionalizantes. Também estão presentes na cidade grandes instituições como o
Senai, Senac, Escola Técnica Estadual Rubens de Farias e Souza, Escola Técnica
Estadual Fernando Prestes de Albuquerque e o Colégio Politécnico de Sorocaba,
instituição filantrópica que oferece ensino médio e técnico, mantida pelo Jornal
Cruzeiro do Sul, de Sorocaba.
Sorocaba e região têm grande necessidade de, continuamente, buscar otimizar
as qualificações para o seu mercado de trabalho, de maneira que atenda o dinamismo
de uma das regiões mais ricas e promissoras do Estado de São Paulo. A economia forte
e diversificada, a excelente infraestrutura de transportes e comunicação aliada aos níveis
de escolaridade, qualidade de vida, demografia, crescimento da economia, tanto de
base industrial quanto de serviços, com a inserção no mercado da América Latina
(Mercosul), acenam e justificam um aumento de investimento, tanto público quanto
privado, no Ensino Superior de qualidade. A Faculdade de Sorocaba já aceitou o
desafio e segue, confiante, seu planejamento na busca da qualidade do seu trabalho e na
linha de Ensino a que se propôs.
Na Sorocaba de ontem, dos bandeirantes e tropeiros, dos comerciantes de
muares, das pequenas indústrias de alimentos, doces, farinhas, couro, arreios, já se
encontrava a promessa que hoje é a realidade presente nessa Região Administrativa.
14
Assim, acreditando na Educação, a Faculdade de Sorocaba está inserida e atuante na
construção do futuro, investindo e acreditando no potencial e na força da população.
1.7
Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso
O Projeto da Autoavaliação da Faculdade de Sorocaba está amparado na
legislação vigente, disposto na Lei Federal nº 10.861, de 14 de abril de 2004, que
instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), na Portaria
nº 2051, de 9 de julho de 2004, do Ministro de Estado da Educação e nas Orientações
Gerais para Auto-avaliação Institucional formuladas pela CONAES.
A avaliação periódica do curso decorrente dos processos dos processos internos
e externos, bem como em função da dinamicidade do mesmo, será ponto vital para a
reciclagem e realimentação, sendo que a difusão dos resultados, por meios de
comunicação massivos e interativos, deverá garantir o permanente contato com a
comunidade acadêmica assegurando a retroalimentação do processo de avaliação da
Faculdade.
Para isso serão feitas reuniões individuais e ou coletivas com docentes,
discentes e funcionários da instituição, além de reuniões internas, por setor, para buscar
alternativas para resolver os problemas no âmbito do curso.
Nessa perspectiva, o processo de Autoavaliação Institucional da Faculdade de
Sorocaba, volta-se para o atendimento de uma tríplice exigência, no objetivo de tornarse:
• processo contínuo de aperfeiçoamento do desempenho acadêmico;
• ferramenta para o planejamento da gestão universitária;
• processo sistemático de prestação de contas à comunidade interna e externa.
Isso significa acompanhar metodicamente as ações desenvolvidas na
Instituição a fim de verificar se as funções e prioridades determinadas coletivamente
estão sendo realizadas e atendidas. É esse contraponto entre o pretendido e o realizado
que dá o sentido à Auto avaliação Institucional nas organizações universitárias.
Assim, os princípios norteadores da Autoavaliação Institucional na Faculdade
de Sorocaba, identificam-se:
•
pela aceitação e conscientização da necessidade de avaliação por parte de
todos os segmentos envolvidos;
•
pelo reconhecimento da legitimidade e pertinência dos princípios
norteadores e dos critérios a serem adotados;
•
pelo envolvimento direto de todos os segmentos da comunidade
acadêmica na sua execução e na implementação de medidas para a melhoria do
desempenho institucional.
15
Nesse sentido, a Faculdade de Sorocaba:
•
a avaliação deve ser um processo institucional envolvendo aspectos
indissociáveis das atividades-fim e atividades meio, necessários à sua
realização. Para tanto, deve buscar uma análise simultânea do seu conjunto de
dimensões relevantes ou, a partir de prioridades definidas no âmbito da
Instituição e dos recursos disponíveis, hierarquizar, cronologicamente, o
tratamento de cada uma delas;
•
a proposta de avaliação deve integrar, num processo global, esforços e
experiências de avaliação já existentes na Faculdade de Sorocaba,
englobando aspectos quantitativos e qualitativos, bem como as demais
experiências de instituições congêneres.
•
o processo avaliativo deve aliar a estratégia de avaliação interna à
avaliação externa, combinando subsídios e juízos de valor dos indivíduos
comprometidos com a Instituição, (porque nela desenvolvem algum tipo de
atividade), com o julgamento de pessoas que a ela não estão ligadas por
vínculos profissionais;
•
a avaliação deve prever a efetiva e intensa participação de seus membros,
tanto na definição dos procedimentos e de formas de implementação, como na
utilização dos resultados, traduzidos em objetivos e metas, voltadas ao
aperfeiçoamento da Instituição;
•
o processo de avaliação deve apresentar legitimidade técnica sendo, que,
para tanto, dependerá de método científico para coleta e tratamento dos dados,
a partir de critérios pré-definidos;
•
o processo de avaliação deve ser contínuo e sistemático, visando a
realimentação e aperfeiçoamento permanente do próprio processo avaliativo da
Instituição.
Significa, portanto, o acompanhamento metódico das ações desenvolvidas pela
Instituição com o fim de verificar se os objetivos, finalidades e prioridades, definidas
coletivamente, estão sendo realizadas e atendidas. Enquanto processo global:
•
possibilita identificação de fatos que afetam, positiva ou negativamente,
seu desempenho e adequação, relevância e qualidade de todas as atividades
desenvolvidas e serviços prestados pelo curso.
•
oferece subsídios para que a Instituição e as pessoas envolvidas em todos
os seus segmentos possam atuar de forma planejada, corrigindo distorções
identificadas e aperfeiçoando elementos dos serviços prestados.
Assim, a principal finalidade desta avaliação é levantar no conjunto de
atividades cumpridas pela instituição, a causa de suas dificuldades e instrumentalizando
o corpo docente e técnico-administrativo, para as fragilidades e potencialidades nas dez
dimensões previstas em lei.
Os resultados da Avaliação Institucional são divulgados na Instituição e servem
para o planejamento de ações, e uma melhor qualificação institucional, priorizando
ações de curto, médio e longo prazo, o que possibilita:
16
•
repensar a Instituição como uma entidade ajustada às mudanças da
sociedade, em termos sociais, políticos, econômicos e tecnológicos, dentre
outros;
•
a recomendação de estratégias, objetivos, metas e ações futuras com
vistas à melhoria da qualidade de ensino, iniciação científica, extensão, gestão,
missão, comunicação e políticas institucionais, infraestrutura física e
responsabilidade social;
•
implementação de ações corretivas que possibilitem o aperfeiçoamento
do desempenho institucional;
•
firmar valores que conduzam a excelência do ensino e da gestão
universitária, tendo como base os interesses dos docentes, discentes, técnicoadministrativos e sociedade em geral, nas áreas de atuação da Faculdade de
Sorocaba;
•
indicar diretrizes para a tomada de decisão da gestão universitária,
servindo como subsídios para o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI,
o Projeto Pedagógico Institucional – PPI e os Projetos Pedagógicos dos Cursos.
2.
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
2.1
Identificação do Curso
O curso de Administração está alocado no campo do União Nacional das
Instituições Educacionais São Paulo, Faculdade de Sorocaba, localizada no município
de Sorocaba.
O Projeto Pedagógico do curso segue as diretrizes lançadas pela instituição de
ensino superior. Por esse motivo, o projeto deve refletir a missão, objetivos e a forma
como pretende interagir e contar com a sociedade para atender às suas necessidades
educacionais, compreendendo suas características socioculturais compatibilizando estas
ações com as diretrizes da instituição, currículos e política governamental. Educativa
para o nível superior.
O título concedido ao concluinte deste Curso é de Bacharel em
Administração.
O curso é estruturado de forma que atenda o Parecer CES/CNE 0134/2003,
aprovado em 04/06/2003 referente às Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de
graduação em Administração; a Resolução 1/2004; a Resolução 04, de 13/07/2005 e o
parecer CES/CNE 023/2005 aprovado em 03/02/2005, que retifica a Resolução
01/2004.
O curso tem como bases legais a legislação educacional brasileira em vigor e a
legislação específica sobre o Administrador (áreas de atuação, código de ética, entre
outros documentos).
17
Quadro nº 02– Dados de Identificação
Mantida
IDENTIFICAÇÃO
Faculdade de Sorocaba
Credenciamento
Portaria nº 3.910 14 de novembro 2005
Curso Oferecido
ADMINISTRAÇÃO
Autorização
Portaria nº 3.910 14 de novembro 2005
Endereço
Telefone
Avenida Dr. Álvaro Soares, 572 – Centro – Sorocaba CEP
18010-191.
(15) 3211-8335
Site
www.uniesp.edu.br/sorocaba
Representantes Legais
Demetrius Abrão Bigaran- Diretor
José Passos– Secretário de Registros Acadêmicos
Fonte: Coordenação 2015
2.2
Condições de Oferta e Formas de Acesso ao Curso
CURSO: Administração - Bacharelado
VAGAS: 200 vagas anuais (100 vagas por semestre)
TURNOS: Diurno e Noturno
TURMAS: 50 alunos por turma
INTEGRALIZAÇÃO: Mínimo: 8 Semestres.
Máximo: 12 Semestres.
INGRESSO: Processo Seletivo Semestral
As formas de acesso ao curso obedecem às normas legais vigentes e estão
definidas no Regimento Geral da UNIESP, reproduzido a seguir:
“Art. 59 - O processo seletivo destina-se a avaliar a formação recebida pelos
candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e a classificá-los
dentro do estrito limite das vagas oferecidas.
Parágrafo único. As inscrições para processo seletivo são abertas em edital,
do qual constarão os cursos oferecidos com as respectivas vagas, os prazos de inscrição,
a documentação exigida para a inscrição, a relação das provas, os critérios de
classificação e demais informações úteis.
Art. 60. O processo seletivo abrange conhecimentos comuns às diversas
formas de escolaridade do ensino médio, sem ultrapassar este nível de complexidade,
que serão avaliados através de provas, na forma disciplinada pelo Conselho Superior.
Art. 61. A classificação é feita pela ordem decrescente dos resultados obtidos,
sem ultrapassar o limite das vagas fixadas, excluídos os candidatos que não obtiverem
os níveis mínimos estabelecidos pelo Conselho Superior.
18
§ 1º. A classificação obtida é válida para a matrícula no período letivo para o
qual se realiza a seleção, tornando-se nulos seus efeitos se o candidato classificado
deixar de requerê-la ou, em o fazendo, não apresentar a documentação regimental
completa, dentro dos prazos fixados.
§ 2º. Na hipótese de restarem vagas poderá realizar-se novo processo seletivo,
ou nelas poderão ser matriculados portadores de diploma de graduação, conforme
legislação vigente”.
2.3
Justificativa de Implantação do curso
A UNIESP sondou não só a região, mas também o mercado de trabalho.
Segundo este levantamento há uma carência de profissionais com uma formação
adequada às exigências do empresário local. A instituição consciente da realidade
nacional e confiando nas perspectivas para o país optou em atender estas demandas
especialmente pelo anseio demonstrado pela comunidade local em conjugar os estudos,
próximos da residência, com o exercício profissional.
O curso de Administração visa à formação de profissionais capacitados a
responderem às rápidas mudanças, líderes de grupos de trabalho educados com ênfase
na atuação junto às pequenas e medias empresas, pois estas representam a maioria das
organizações sediadas no entorno da faculdade. O curso se propõe a atender a realidade
do ambiente empresarial e, simultaneamente, promover as mudanças reclamadas no
campo da Administração. Estas ações, certamente, redundariam na melhoria da oferta
de empregos e de renda para a comunidade, uma vez que estão sendo inseridos
profissionais capacitados à disposição das organizações da região.
Desde 1952, ano em que se iniciou o ensino de administração no Brasil, mais
de 200 mil profissionais formaram-se nos cursos de administração existentes, para um
total de, aproximadamente, 500 mil empresas existentes no País. Considerando-se os
números e a especificidade do trabalho, pode-se concluir que a demanda por
administradores está longe de ser suprida. É importante ressaltar que, apesar do número
absoluto em termos quantitativos, a qualidade dos profissionais formados ainda esta
longe do ideal. Não se admite mais que o bacharel em Administração seja um mero
especialista em sua área de atuação, ou, então, ter sido preparado exclusivamente para
gerir as grandes corporações.
Observa-se, nesse sentido, que as organizações necessitam não só de um único
administrador, mas, sim, de vários desde o âmbito de execução a cúpula da gestão
organizacional. Outra consideração importante diz respeito à formação dos profissionais
da Administração, que devem ser generalistas, como recomendado pela Comissão de
Especialistas de Ensino de Administração – CEEAD/SESU/MEC. Eles devem atuar
como agentes de mudanças, estar apto a gerir os mais diferentes sistemas
organizacionais, com espírito empreendedor. O atendimento a esse pressuposto resulta,
inquestionavelmente, na adequação da qualidade do profissional formado.
19
Adicionalmente, deve ser considerado também o grande número de micros,
pequenas e médias empresas carentes, na sua maioria, de técnicas administrativas e de
gestão mais elaborada. Os problemas e dificuldades que elas enfrentam podem ser em
sua maioria, sanados por profissionais devidamente preparados para compreenderem as
suas características e necessidades, orientando-as com relação ao desenvolvimento e
manutenção num mercado cada vez mais competitivo e globalizado.
O curso de Administração da Faculdade de Sorocaba visa contemplar os
objetivos propostos mediante a oferta de disciplinas especificamente desenhadas para
contemplar esses segmentos da economia nacional como, por exemplo,
“Empreendedorismo e Gestão de Pequenas e Médias Empresas”, “Planejamento
Estratégico e Administração de Negócios”, “Gestão de Pessoas”, “Administração da
Produção e Operações” e “Administração de Materiais e Logística”, entre outras.
Espera-se assim, contribuir de maneira significativa para o atendimento das demandas
do mercado de trabalho.
O trabalho desses procedimentos pode ser dividido em duas situações: de um
lado, a efetiva abertura de promissores horizontes, onde o administrador por meio do
conhecimento adquirido e de sua formação adequada estará apto para enfrentar os
desafios do mercado de trabalho; e de outro, as empresas que poderão contar com os
profissionais perfeitamente capacitados para suprir as suas necessidades.
Conforme mencionado, é importante destacar a enorme potencialidade
empresarial e populacional da região onde se situa o UNIESP. A concentração de
micros, pequenas e médias empresas e a grande demanda para realizar o curso de
Administração contribuem de forma marcante para o perfeito entrosamento entre a
instituição e a sociedade, da mesma forma que a interação entre profissional e o
mercado de trabalho.
A instituição implantou o Curso de Administração, atendendo a região onde o
curso está instalado, com o objetivo de contribuir com a juventude da região, que
necessita, rapidamente, preencher as vagas das repartições públicas, dos
estabelecimentos comerciais, das indústrias, dos transportes, das comunicações, dos
serviços e demais atividades que necessitam de pessoal altamente qualificado para as
suas atividades estruturais no campo administrativo.
2.4
Concepção do Curso
O Curso de Administração está organizado com base nas Diretrizes
Curriculares Nacionais e pautado por uma visão interdisciplinar que concebe sua
organização didático-pedagógica a partir da aplicação dos saberes e da percepção da
complexidade da realidade. Propõe ainda novas dimensões para o Bacharel em
Administração fundamentadas em princípios coerentes aliando a aptidão com as
mudanças e com a responsabilidade social, tendo em vista as exigências tecnológicas,
econômicas e sociais.
20
O mercado de trabalho exige um novo profissional habilitado para atuar em
atividades de diferentes áreas, com sólida formação, amplitude de conhecimentos e
informações, habilidades e atitudes éticas. Assim, um profissional de administração com
esse perfil e com sólidos conhecimentos dos elementos tecnológicos na área está apto,
para atuar nas diferentes organizações, utilizando-se dos saberes construído.
A proposta do curso passa por uma concepção que legitima uma integração
entre teoria e prática, ação e reflexão, indivíduo e coletividade. Contempla a aquisição e
a participação do saber como uma ação cultural, resultante da interação de indivíduos e
cidadãos, com vistas a preparar o aluno para o campo de trabalho, dentro de princípios
sociais de ética e moral.
2.5
Missão do Curso
O Curso de Administração propicia condições facilitadoras para que o Bacharel
em Administração, formado pela Faculdade de Sorocaba seja preparado para a
realidade das atividades do segmento, tendo atitudes e procedimentos norteados pelos
seguintes parâmetros:
•
Dirigido para atividades globais (preparado para os negócios,
independente do nível de atuação geográfica);
•
Conhecimento amplo do mercado (apoiado em informações e
estatísticas);
•
Competitivo (apoiado no saber e conhecedor das necessidades e do
ambiente);
•
Responsabilidade integral (dirigido para a satisfação total do cliente,
respeitando a ética e o meio ambiente).
O projeto pedagógico é flexível o suficiente para o desenvolvimento das
competências específicas dos alunos, respeitando as especificidades da UNIESP e da
Região. Sendo assim, pode-se destacar como missão do curso:
desenvolver administradores capacitados para atuar na ciência
da Administração com competência, integridade, domínio das
técnicas, normas, princípios e práticas de Administração, com
senso crítico, visão global de negócios, diferenciais
humanísticos, sociais e éticos, por meio de um currículo
interdisciplinar que proporcione a integração entre teoria e
prática.
Por essa razão, a vocação do Curso de Administração é formar um profissional
que saiba identificar, mensurar, analisar e interpretar adequadamente os diversos
modelos de gestão empresarial a partir da utilização correta da linguagem
administrativa, auxiliando o processo decisório nas organizações públicas e privadas, e,
sobretudo, com disposição para enfrentar desafios na sua profissão.
21
2.6
Princípios Norteadores
As atividades a serem desenvolvidas pelo curso de Administração
fundamentam-se nos seguintes princípios:
•
qualidade: entendida não só como busca de eficiência, eficácia e
efetividade do processo ensino – aprendizagem – educação – desenvolvimento proposto
pelo curso, mas também como concretização de sua responsabilidade social e ética
perante alunos, docentes, funcionários, técnicos e a sociedade em geral;
•
capacitação técnica: envolvendo aquisição dos conhecimentos básicos e
essenciais ao curso, visando resultados positivos;
•
atualização constante: no sentido da busca e adequação permanente de
suas propostas e ações ao desenvolvimento da sociedade, das ciências, artes e
tecnologias;
•
globalização: evitando a compartimentalização dos conhecimentos e das
ações, buscando as possibilidades naturais de interdisciplinaridade decorrentes da
análise, discussão e entendimento da formação do homem como “cidadão do mundo”;
•
cidadania: visando ao direcionamento das suas funções de ensino,
pesquisa, extensão para a formação de profissionais críticos, conscientes, capazes de
contribuir para a transformação social, em busca da melhoria da qualidade de vida da
população, sustentada por justiça e equidade sociais, apoiando os gestores das entidades
na busca da eficácia das organizações;
•
participação: entendida como democratização das decisões, resultante
da integração de todos os segmentos envolvidos no seu processo decisório;
•
flexibilidade: significando adequação permanente às necessidades e
possibilidades de sua clientela e aos novos eixos direcionadores da sociedade e suas
organizações, de hoje e do futuro;
•
parceria: possibilitando garantir entre educandos e educadores ações
comuns em benefício da aprendizagem de ambos, além de integração com a
comunidade externa;
•
transparência: nas decisões e ações educacionais visando um processo
de crescimento e confiança mútua de todos os envolvidos;
•
integração entre ensino-pesquisa-extensão: voltados à busca e
aplicação da verdade em benefício de melhor qualidade de vida para o homem e a
sociedade em geral;
•
regionalidade: buscando parceria com órgãos governamentais e a
iniciativa privada, contribuindo para o desenvolvimento auto-sustentado da região onde
a instituição está inserida, e à promoção de novas tecnologias que possam elevar o nível
científico, técnico-cultural e ético do homem da região;
•
democracia: tendo em vista aperfeiçoar as relações sociais fundadas nos
critérios de justiça social, além de ampliar as possibilidades de participação de todas as
camadas da própria instituição e da sociedade nas decisões que lhe são próprias,
fortalecendo a identidade cultural entre as pessoas envolvidas, a autonomia nas relações
com as outras regiões e mesmo com outros países, sempre direcionadas pelos princípios
da igualdade e da liberdade.
22
2.7
Linhas Básicas e Diferenciadores do Curso
Orientam a ação acadêmica do curso de Administração as seguintes linhas:
No Ensino
•
ultrapassar a simples memorização mecânica de conhecimentos;
•
estimular a construção do conhecimento a partir de vivências coletivas e
desafiadoras;
•
ir além da formação das habilidades necessárias ao exercício da profissão
de administrador;
•
preocupar-se com a formação de atitudes éticas e sociais que possibilitem
o desenvolvimento do compromisso com um futuro mais justo e equitativo para a
humanidade;
•
proporcionar aos alunos o desenvolvimento de sua capacidade crítica e
criativa a partir de atividades didático-pedagógicas que exijam raciocínios lógicos mais
complexos para a solução de problemas;
•
possibilitar que o aluno busque auto-aprimoramento permanente nos
aspectos: pessoal, social e profissional, entendendo que sua formação de administrador
não se esgota com a conclusão do curso formal;
•
conscientizar a respeito da responsabilidade ética e social de cada aluno
como futuro profissional;
•
desenvolver trabalho educacional que garanta interpelações positivas
entre as pessoas envolvidas, com reflexos no seu ambiente interno e externo.
Na Pesquisa
•
produzir novos conhecimentos que possibilitem entendimento mais
eficiente, eficaz e efetivo no campo da Administração. Contribuindo para o
aperfeiçoamento dos conhecimentos pertinentes à Administração;
•
propiciar o desenvolvimento da ação criadora e da reflexão que permitam
encontrar novos indicadores para as ações em organizações públicas ou privadas.
Na Extensão
•
possibilitar a troca de conhecimentos e serviços entre curso e
comunidade externa, com benefícios para ambas;
•
garantir avaliação permanente da ação educacional pela comunidade que,
por sua vez, definirá os parâmetros para a ação acadêmica do curso.
Nesse sentido a ação extensionista do curso deve refletir o seu enraizamento no
contexto social, construindo a base para os programas de ensino e para a produção do
saber, e assim:
23
•
interligar ensino e pesquisa de forma que a extensão congregue
programas que integrem as ações universitárias;
•
desenvolver programas interdisciplinares que possibilitem ações efetivas,
voltadas para a necessidade da região, de forma a concretizar o comprometimento
permanente com a transformação da comunidade;
•
diversificar atividades extensionistas abrangendo serviços específicos da
área de Administração através do estágio supervisionado, programas institucionais,
projetos para intervenções de realidade, atividades culturais, seminários, palestras,
wokshops e outros.
2.8
Perfil do Curso
O curso de Administração busca garantir aos seus alunos:
•
formação básica envolvendo a construção de uma cultura geral que lhes
permita situar-se, de forma consciente e crítica, frente às diretrizes e tendências da
sociedade;
•
formação profissionalizante que lhes permita construir conhecimentos
básicos, essenciais ao curso, e inteirar-se das conquistas científicas, sociais, políticas e
tecnológicas na área de Administração;
•
formação ética e humanista capaz de possibilitar o desenvolvimento de
uma personalidade íntegra, responsável, como profissionais formador de consciência,
para ‘ser’ e ‘agir’, no campo administrativo;
•
iniciação científica capacitando-os a desenvolver sua criatividade e o
gosto pela pesquisa acadêmica nas áreas da administração.
Este perfil diferenciado será alcançado a partir da estrutura da matriz
curricular, integrando-se disciplinas com uma cuidadosa seleção dos conteúdos dos
docentes e do acompanhamento cotidiano de suas ações. O exemplo de competência,
compromisso e retidão de caráter constituir-se-á no verdadeiro sustentáculo de nossa
ação educacional, baseada em princípios sócio-políticos, éticos e morais.
2.9
Políticas Institucionais no âmbito do curso
A Instituição, como um todo, busca, de forma integrada e coerente, a realização
concreta dos objetivos descritos no Regimento Geral, no Plano de Desenvolvimento
Institucional, no Projeto Pedagógico Institucional e nos Projetos dos Cursos de
Licenciatura e Graduação que abordam as políticas institucionais, destacando-se as
políticas de ensino, pesquisa e extensão:
Ensino: Propiciar ao aluno uma formação global que lhe permita construir
competências, hábitos, habilidades e atitudes de forma crítica e criativa, como pessoa e
24
como cidadão, qualificando-o profissionalmente, tornando-o ciente de suas
responsabilidades, usando para isso os recursos do conhecimento em seus vários níveis
e modalidades, além das vivências e intervenções em realidades do seu cotidiano
próximo ou remoto;
Pesquisa: Desenvolver o gosto pela pesquisa, a ação criadora, responsável e ética, a
partir de uma postura de investigação, reflexão, de curiosidade perante o novo e o
diferente, buscando novos conhecimentos e procedimentos que possam complementar e
estimular o ensino-aprendizagem a alcançar graus mais elevados de excelência e
melhorar a qualidade de vida da população envolvida;
Extensão: Integrar de forma efetiva e permanente, as atividades de extensão às suas
propostas de ensino e de pesquisa para que possam corresponder às necessidades e
possibilidades da instituição envolvida, da realidade local e regional e da sociedade
como um todo, unindo por objetivos comuns as suas comunidades interna e externa com
beneficio para ambas.
O Projeto Pedagógico do Curso de Administração da Faculdade de Sorocaba mantém
articulação com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e o Plano de Desenvolvimento
Institucional (PDI), atendendo às políticas voltadas a graduação, buscando a
qualificação, a dinamização, a diversificação e a ampliação de oportunidades que
resultem na melhoria da qualidade acadêmica e de sua contribuição ao desenvolvimento
científico, tecnológico e social na região de abrangência.
A Faculdade de Sorocaba, para atender de modo cada vez mais satisfatório à realidade
social e profissional, local e regional, pretende trabalhar com currículos flexíveis,
possibilitando aproveitamento de estudos e de competências, bem como a inserção do
aluno na vida profissional, enquanto dá continuidade à sua formação acadêmica de
forma a:
a) Priorizar a integração do ensino, da pesquisa e da extensão;
b) Oferecer estímulos para permanência de seus alunos, oferecendo
atendimento psicopedagógico, nivelamento e bolsas de estudo.
c) Priorizar a formação de profissionais e cidadãos socialmente responsáveis e
empreendedores nas diferentes áreas do conhecimento, aptos à participação
no desenvolvimento da sociedade em que interagem;
d) Estabelecer áreas preferenciais para o desenvolvimento de cursos,
orientando-os para responder às demandas do mercado de trabalho local,
regional e nacional;
e) Aprimorar a qualidade do estudante universitário, na sua formação
científica, que reflita no preparo profissional, capacitado a enfrentar os
desafios da sociedade contemporânea;
f) Implementar ações que contribuam para o desenvolvimento social e para o
desenvolvimento da investigação científica e tecnológica.
25
Para atender de forma especial à articulação, o Curso de Administração da Faculdade
de Sorocaba, proporcionará ao aluno, além da sua formação técnico-profissional, sua
formação como cidadão participativo.
A Faculdade adota ainda um processo de gestão democrática de sua estrutura
garantindo a participação de representantes de diferentes segmentos no processo das
decisões, oportunizando assim iniciativas, decisões e ações coletivas e organizadas.
De acordo com o Regimento Geral da Faculdade de Sorocaba, cabe, em conjunto com
a direção da faculdade, com o Conselho Superior, com o Coordenador e com o
Colegiado de Curso e mais recentemente com ao NDE (Núcleo Docente Estruturante) a
gestão, e a articulação com as demais instâncias acadêmico-administrativas da IES,
visando a realização dos objetivos do curso em consonância com a finalidade da
Instituição.
As políticas da tecnologia da informação implantadas na Faculdade de Sorocaba estão
diretamente ligadas ao ensino e pesquisa e extensão, funcionando como facilitadores do
processo ensino aprendizagem.
A política de Recursos Humanos valoriza o desenvolvimento das relações harmônicas
entre os integrantes de sua comunidade acadêmica. A instituição adotando o estímulo à
criatividade e à participação de docentes e não docentes em todas as atividades da
instituição, o incentivo e apoio à produção científica e às iniciativas individuais ou de
setores administrativos ou acadêmicos; a capacitação docente e/ou técnico-profissional;
o aprimoramento das condições de trabalho, com a preocupação constante da
atualização salarial de todos os colaboradores; e a busca permanente de elevados
padrões éticos para o desempenho profissional de docentes e não docentes, com
objetivo que esta política reflita no bom desempenho das atividades docentes e não
docentes, visando a qualidade no ensino.
A prática das Políticas Institucionais e sua articulação refletem, na realidade, o previsto
nos documentos oficiais da Faculdade, pois a Instituição busca, de forma integrada e
coerente, a realização concreta dos objetivos
2.10
Objetivos Gerais do Curso
A Faculdade de Sorocaba propõe para o seu curso de Administração os
seguintes objetivos:
•
formar bacharéis em Administração ágeis, críticos e criativos, para
enfrentar a concorrência do mercado de trabalho, competentes e compromissados,
26
propiciando-lhes o exercício consciente da cidadania solidária, a possibilidade de
contribuírem para o processo de humanização das relações sociais;
•
propiciar estudos aprofundados no campo da Administração,
qualificando academicamente os alunos para as atividades próprias dos administradores;
•
capacitar profissionais no processo administrativo de organizações para
uma compreensão crítica e sistêmica da realidade brasileira e internacional, refletindo
sobre as condicionantes econômicas e políticas que direcionam as empresas e seus
profissionais, nas múltiplas relações funcionais que estabelecem;
•
possibilitar a formação do administrador capaz de aliar competência
técnica, compromisso ético, disciplina democrática e contribuir para a transformação do
meio social onde atua;
•
contribuir para que os profissionais da administração elaborem produções
científicas de qualidade e relevância e para efetivação de atividades de extensão com
excelência, que atendam às reais necessidades da comunidade e estimulem seu
crescimento técnico e cultural;
•
capacitar profissionais de administração para que possam auto-motivar-se
e auto-realizar-se a partir de uma ação gerencial e de administração de qualidade,
holística e interdisciplinar;
•
qualificar profissionais para atuar na área gerencial das complexas
organizações da sociedade ou na prestação de serviços.
•
instrumentalizar os futuros gestores para a administração através de uma
visão sistêmica dos negócios empresariais;
2.11 Seleção dos Conteúdos
A seleção de conteúdos para a formação de administradores tem como
diretrizes:
•
garantir os conhecimentos para a consciência crítica necessária;
•
possibilitar o conhecimento das modernas tendências administrativas,
bem como o conhecimento dos princípios administrativos das diferentes áreas, sua
historicidade, seus paradigmas e suas especificidades;
•
contemplar diferentes âmbitos do conhecimento profissional do
administrador;
•
articulação entre teoria e prática;
•
considerar a avaliação como recurso de orientação das práticas
pedagógicas e de busca de autonomia para atuação na área da administração.
A seleção de conteúdos é definida pelos professores que ministram as
disciplinas, com aprovação do núcleo docente estruturante (NDE) e do colegiado de
curso. Busca desenvolver um processo de educação global, de seus alunos, ultrapassa a
fragmentação do conhecimento, da cultura e das artes, valoriza processos coletivas,
sócio-interacionistas de ensino-aprendizagem, educação e desenvolvimento.
27
Nesse sentido, os conteúdos proporão uma passagem gradativa do ensino
tradicional, centrado no professor, para uma proposta sócio-interacionistas de educação,
centrada na interação do aluno com o grupo.
Essa seleção visa possibilitar ao aluno, dentro de seu processo de formação, o
desenvolvimento de habilidades teóricas-práticas para a administração, propiciando
condições favoráveis à criatividade, cooperação, investigação, responsabilidade,
raciocínio abstrato, uso da linguagem, atenção concentrada, imaginação, sociabilidade,
desembaraço, liderança, iniciativa e perseverança.
2.12 Princípios Metodológicos
A proposta pedagógica do curso de Administração da Faculdade de Sorocaba
está baseada nas teorias sócio-interacionistas da educação. Portanto, os docentes
deverão construir a competência para realizar atividades que transcendam a mera
transmissão de conhecimentos, mas que possibilite raciocínios mais complexos, como a
formulação de hipóteses, projeções, associações entre outros.
O ensino prevê uma gama variada e diversificada de ações e atividades que
proporcione o melhor entendimento daquilo que está sendo discutido e aplicado em sala
de aula, como: trabalhos diversificados, pesquisa de campo, o ensino programado,
dinâmico, a pesquisa, além de outros que promovam a participação dos discentes e o
uso de ferramentas específicas, como a informática.
Os princípios metodológicos contemplam o planejamento por excelência,
criando conexão com os Planos de Ensino das diferentes disciplinas da matriz
curricular. Os Planos de Ensino conferem dinâmica da disciplina através da
especificação da operacionalização das disciplinas, abordando os seguintes tópicos: o
ementário, os objetivos, o conteúdo programático, as bibliografias básica e
complementar, a carga horária, o método e os critérios de avaliação. As
individualizações dos professores visam expor os conteúdos programáticos e a natureza
gradativa da exposição, que deve servir de mecanismo conceptivo do processo ensinoaprendizagem, como de seus resultados.
O curso de Administração busca harmonizar os princípios filosóficos da
mantenedora com as novas propostas e tendências educacionais nos cursos de
Administração. Como nenhum modelo é completo em si, dentre as contribuições dos
pesquisadores e educadores na linha educacional, o curso de Administração, por meio
do trabalho acadêmico, procura seguir uma linha abrangente e complementar.
A proposta metodológica do Curso de Administração:
O conhecimento se constrói a partir da constante interação aluno-professor e
conteúdos (curriculares e procedimentais). O papel do professor é o de ser um
facilitador de experiências entre o saber e o educando, caminhando-o em direção a ele e
28
compartilhando conhecimentos e vivencias como profundo conhecedor da sua área de
atuação.
Os alunos constroem o seu conhecimento a partir da sua interação constante
com os conteúdos, com os colegas, com os professores e por meio das múltiplas
relações de aprendizagem proporcionadas pelo ambiente acadêmico da Faculdade. Estas
relações dos alunos ocorrem de forma progressiva e gradual, se voltando para a busca
de soluções e de crescimento.
Os professores devem despertar no educando o interesse pela descoberta dos
saberes no domínio da arte da administração, através de um relacionamento de
proximidade, mas principalmente complementar e interativo. Este direcionamento –
através do incentivo à pesquisa, a análise, a reflexão e a prática – deve possibilitar um
descobrimento por parte dos alunos das suas competências, habilidades e atitudes nos
mais variados campos – profissional, social, administrativo e gerencial, entre outros.
A proposta metodológica do curso de Administração visa possibilitar uma
progressão contínua dos alunos com base nos resultados da aprendizagem demonstrados
ao longo dos semestres.
Esta progressão é feita respeitando a individualidade e a capacidade dos alunos,
bem como a inter-relação entre os conteúdos. Apesar disso, os alunos são desafiados a
trabalharem e a interagirem em equipes e grupos, através da troca de experiência e do
crescimento, motivando o desenvolvimento de habilidades de relacionamento
interpessoal.
A prática acadêmica busca ser a realidade dos ideais propostos. Porém, sabe-se
que a aplicação deve ser flexível e dinâmica perante ao ambiente em frequente
aprimoramento, além do estágio de transformação em que se encontra o educando. Por
isso, a faculdade procura suprir estas lacunas, sendo um exemplo na formação de
procedimentos e de caracteres.
Os procedimentos de ensino se referem às estratégias que os docentes podem
empregar para transmitir os conhecimentos a respeito dos conteúdos das diversas
disciplinas. Entre eles salientam-se os seguintes:
a)
apresentação de filmes ou segmentos de filmes: permite transmitir
conceitos e se constitui num substitutivo de experiências reais. As aulas tornar-se-ão
mais agradáveis que as tradicionais. A exibição, de filmes deve ser acompanhada de
intervenções do docente, em passagens específicas, para que a ligação entre as cenas e o
assunto que está em discussão seja estabelecida.
b)
palestras de professores e profissionais convidados: este procedimento
permite trazer aos alunos, testemunhos do que se discute em sala de aula, bem como,
que profissionais possam traçar paralelos entre a teoria e a prática, pois a variação da
trajetória profissional enriquece os conhecimentos escolares;
c)
tecnologia da informação: a tecnologia da Informação e recursos
multimídia permitem aos docentes uma vasta gama de recursos que podem ser
empregados para o ensino. Software de apresentação com animação, documentários e
depoimentos gravados em CD-ROM são algumas das opções;
29
d)
simulações ou Jogos de empresas: novos softwares que empregam
recursos mais modernos de Tecnologia da Informação estão disponíveis e permitem
oportunidades de treino em tomada de decisão e em gestão de negócios de uma forma
geral;
e)
seminários: podem ser preparados e apresentados pelos alunos. Com o
cuidado para que todos os componentes do grupo participem. Sugere-se que o docente
escolha, no momento da apresentação, o aluno que irá expor a parte do seminário. Outra
alternativa é incluir no momento da avaliação uma parcela da nota em função da
quantidade de alunos presentes à exposição;
f)
exercícios práticos em sala: exercícios realizados em sala de aula,
individualmente ou em grupo. Promovendo a discussão entre os grupos, com sua
meditação;
g)
leitura de livros e revistas técnicas e de negócios: livros ou artigos de
revistas que envolvam a disciplina ajudam a manter a atualidade do conteúdo, desde que
sejam lidos por todos, discutidos em sala de aula e incluídos nas avaliações.
Os procedimentos supra-relacionados e outros que poderão ser identificados
pelos docentes deverão ser empregados parcimoniosamente e de forma mesclada para
que se possa aproveitá-los da melhor forma possível em cada ponto específico das
disciplinas.
2.13 Perfil Desejado do Egresso
O Currículo do Curso de Administração propicia a formação de profissionais
socialmente responsáveis e competentes para participarem das organizações, cujo perfil
desejado está de acordo com as diretrizes curriculares nacionais do curso de Graduação,
conforme Resolução nº 4 de 13 de julho de 2005, da Câmara de Educação Superior do
Conselho Nacional de Educação.
O Curso de Bacharelado em Administração busca ensejar condições para que o
Administrador esteja capacitado a compreender as questões científicas, técnicas, sociais,
econômicas e financeiras, em âmbito nacional e internacional nos diferentes modelos de
organização. Assegurando conhecimento sobre inovações tecnológicas e
instrumentalizando a capacidade critico-analítica através da tecnologia da informação.
Nesse sentido, o curso deve formar profissionais aptos a atuar num mercado
altamente competitivo e em constante transformação, cujas opções possuem um impacto
profundo na vida social, econômica e no meio ambiente das sociedades. Prevê-se uma
formação ao mesmo tempo generalista – no sentido tanto de conhecimentos com uma
ampla visão de mundo quanto especializada com conhecimentos profissionais
adequados para atender às demandas de empregos na região.
O Projeto contempla as relações entre o conhecimento teórico e as exigências
da prática cotidiana da profissão. Para tanto, o curso oferece aos alunos oportunidades
de exercer e aperfeiçoar seus conhecimentos na busca de métodos e técnicas para o
melhor atendimento aos clientes, o eficiente desenvolvimento de produtos, a operação e
30
gestão responsáveis no mercado e o planejamento das atividades. Isto ocorrerá mediante
um processo de aprendizagem que envolva, paulatinamente, todos os níveis de
complexidade organizacional.
O projeto leva em conta o fato de que, o sucesso profissional do Bacharel em
Administração dependerá da solidez da formação técnica e teórica, mediante ampla
formação cultural (vertical e horizontal), adquiridas no curso de graduação, mas
também em grande medida da capacidade de “auto gerir seu conhecimento”. Pretendese, dessa forma, que o egresso do curso seja dotado de características básicas, tais como:
•
responsabilidade social e ética profissional;
•
formação humanística, que o habilite a compreender o meio social,
político, econômico e cultural no qual está inserido,
•
tomar decisões eficazes num mundo diversificado e em constante
transformação:
•
visão global, para entender de maneira ampla e plena o contexto no qual
a organização está inserida;
•
formação técnica e científica, que o habilite a atuar na administração das
organizações, a desenvolver atividades específicas da prática profissional;
•
capacidade de atuar de maneira integrada nos diversos níveis da estrutura
organizacional;
•
capacidade de compreender as necessidades de aperfeiçoamento
profissional constante;
•
autoconfiança para desempenhar as suas funções de maneira efetiva;
•
expressar-se com clareza e de modo crítico e criativo;
•
liderança e capacidade para lidar com pessoas de maneira efetiva;
•
capacidade para utilizar da melhor forma possível os recursos
financeiros, materiais e patrimoniais;
•
compreensão da administração de maneira sistêmica, integrada e
estratégica, e de suas relações com o meio ambiente;
•
visão holística, além de integrar o ambiente interno e externo;
•
iniciativa, rapidez e flexibilidade na tomada de decisões;
•
capacidade de planejamento e desenvolvimento da própria carreira
profissional;
•
capacidade para conciliar sua função de especialista com uma visão
generalista, que possibilite entender a administração da organização como um todo;
•
capacidade empreendedora, tanto internamente quanto externamente
organização;
31
2.14 Competências e Habilidades a Serem Desenvolvidas
Para que o Profissional de Administração seja competente, o curso é desenhado
para prover uma formação que contenha aspectos teóricos e práticos. Quanto aos
aspectos teóricos, o curso contemplará as diversas correntes da Administração,
possibilitando uma reflexão sobre o fenômeno, dentro do contexto passado, presente e
futuro e suas inter-relações geográficas, sócio-culturais e econômicas.
As questões teóricas serão inseridas de modo a proporcionar um embasamento
adequado para que o profissional possa refletir sobre a Administração, sua origem e
evolução além de conhecer as diversas escolas e correntes de pensamento
Administrativo.
Quanto aos aspectos práticos, o projeto prevê trabalhos interdisciplinares,
iniciação cientifica, atividades da empresa júnior, visitas técnicas, atividades
complementares, estágio supervisionado, consultoria empresarial, que promovam a
competência dos formandos, com o manejo de técnicas e instrumentos em condições
novas e desafiadoras. O curso foi desenhado para que a experiência prática traga um
constante pensar sobre “o que fazer”, “como fazer” e o “por que fazer”, buscando
constantemente, com criatividade, soluções para os problemas.
Com o objetivo de contribuir para a formação do perfil do profissional
desejado, o curso possibilita o desenvolvimento das seguintes competências e
habilidades, de acordo com a Resolução 4, sendo elas:
• reconhecer e definir problemas, equacionar soluções, pensar
estrategicamente, introduzir modificações no processo produtivo, atuar
preventivamente, transferir e generalizar conhecimentos e exercer, em diferentes graus
de complexidade, o processo da tomada de decisão;
• desenvolver expressão e comunicação compatíveis com o exercício
profissional, inclusive nos processos de negociação e nas comunicações interpessoais ou
intergrupais;
• refletir e atuar criticamente sobre a esfera da produção, compreendendo
sua posição e função na estrutura produtiva sob seu controle e gerenciamento;
• desenvolver raciocínio lógico, crítico e analítico para operar com valores e
formulações matemáticas presentes nas relações formais e causais entre fenômenos
produtivos, administrativos e de controle, de modo criativo diante dos diferentes
contextos organizacionais e sociais;
• ter iniciativa, criatividade, determinação, vontade política e administrativa,
vontade de aprender, abertura às mudanças e consciência da qualidade e das
implicações éticas do seu exercício profissional;
• desenvolver capacidade de transferir conhecimentos da vida e da
experiência cotidianas para o ambiente de trabalho e do seu campo de atuação
profissional, em diferentes modelos organizacionais, revelando-se um profissional
adaptável;
• desenvolver capacidade para elaborar, implementar e consolidar projetos
32
em organizações;
• desenvolver capacidade para realizar consultoria em gestão e
administração, emitir pareceres e perícias administrativas, gerenciais, organizacionais,
estratégicas e operacionais.
2.15 Organização Didático-Pedagógica
O curso de Administração está organizado numa perspectiva moderna e está
dividido em oito semestres, ao longo de quatro anos, nos quais busca-se inter-relacionar
os conteúdos numa dimensão linear e progressiva, fazendo com que o discente
apresente uma progressão de conhecimento com a inter-relação crescente entre as
disciplinas e prática profissional.
O Curso de Administração busca meios e recursos, utilizando-se da aplicação
teoria e prática e da interdisciplinaridade, para manter em contínuo aprimoramento o
curso oferecido, resguardando, assim, o alto padrão de qualidade que a instituição tem
apresentado em todo serviço educacional oferecido adequado a sua organização
didático-pedagógica a esta concepção.
Para formar Administradores profissionais com este perfil e alcançar os
objetivos propostos, o Curso foi concebido com uma estrutura flexível para permitir sua
constante atualização e atender aos preceitos legais em vigor.
A estrutura do curso de Administração da Faculdade de Sorocaba é resultante
de um processo de adequação aos condicionantes ambientais, procurando responder
desafios, incluindo:
•
as demandas sociais da cidade de Sorocaba e seu entorno;
•
as características econômicas e de desenvolvimento típicas da Região
onde se situa a faculdade;
•
o campo de conhecimento da Administração, devidamente caracterizado
como uma Ciência Social Aplicada, focada na adequação das empresas, organizações
ou instituições ao ambiente de mercado onde estão inseridas;
•
os objetivos institucionais do União Nacional das Instituições
Educacionais São Paulo, conforme o Art. 3º. de seu Regimento Geral;
•
a Filosofia e os Princípios do União Nacional das Instituições
Educacionais São Paulo, conforme explicitados em seus documentos;
•
a prioridade do conhecimento e do desenvolvimento de competências
necessárias ao exercício profissional;
•
a aplicação de estratégias de ensino diversificadas que prioriza o
raciocínio e o uso das faculdades cognitivas, potencializando a interação entre alunoprofessor e aluno-aluno para a construção de conhecimentos coletivos.
33
2.16 Organização Curricular
Baseado na Resolução no 4, de 13 de julho de 2005, CNE, e nas Diretrizes
Curriculares para o curso de Administração está estruturado de forma a contemplar
disciplinas em sua organização curricular cujos conteúdos atendem os seguintes campos
interligados de formação, sendo eles conteúdos de:
•
•
•
•
Formação Básica
Formação Profissional
Estudos Quantitativos e suas Tecnologias
Formação Complementar
A matriz curricular está organizada em oito e semestres letivos, com uma carga
horária total de horas/aula de disciplinas obrigatórias, além das atividades de
Estágio; Atividades interdisciplinares e Atividades complementares, assim
distribuídas:
TOTAL DA CARGA HORÁRIA
CURSO
Carga Horária
(1) CH de disciplinas presenciais
(2) CH de Estágio Supervisionado
(3) CH EAD
(4) CH de Atividades Complementares
Carga horária total do curso (1) + (2) + (3)+ (4)
Disciplinas Optativas
Optativa I- Gestão Ambiental
Optativa II- Negociação
3480
3480
Hora aula
3000
300
480
200
3680
Hora relógio
2499,75
300
480
200
3.646,64
Hora aula semestral
40
40
Disciplinas
Conteúdos Formação Básica
Matemática
Matemática Financeira
Ética e Responsabilidade Social
Contabilidade I e II
Contab. Gestão Estratégica de Custos I
Psicologia Organizacional
Estatística
Economia
Sociologia
Filosofia
Direito Empresarial
3479,75
34
Conteúdos Formação Profissional
Teorias da Administração I, II.
Administração Mercadológica
Administração de Materiais e Logística
Administração da Produção e Operações
Gestão Estratégica de Pessoas
Adm. Financeira e Orçamentária I e II
Tecnologia da Informação
Gestão da Qualidade e Produtividade
Planejamento Estratégico Organizacional
Sistema Informação Gerencial
Desenvolvimento Organizacional
Conteúdo de Estudos Quantitativos
Projeto Interdisciplinar: Práticas Empresarias
Gestão e Análise de Projetos
Conteúdo Formação Complementar
Metodologia do Trabalho Científico
Comunicação Empresarial
Linguagem e Interpretação de Textos
Empreendedorismo e Novos Negócios
Gestão Empresarial Sustentável
Tópicos Especiais I e II
Mercado de Capitais
Administração de Negócios Internacionais
Direito Tributário
Direito Trabalhista
Gestão de Pequenas e Médias Empresas
Optativas I e II
Estudos da Realidade Contemporânea
2.17 Inovações Significativas
O curso de Administração contempla as seguintes inovações, visando à
flexibilidade de organização dos componentes curriculares, a criação de oportunidades
diferenciadas de integralização do curso por parte dos alunos com as atividades e
estágios e atividades complementares e trabalhos de cursos.
35
•
Estágio Curricular Supervisionado - O projeto do Curso de
Administração prevê 300 horas de estágio curricular supervisionado, a ser cumprido
pelo aluno, sob a orientação de um professor, a partir do 5° semestre. A concepção do
projeto de estágio considera que o aluno tenha contato com o ambiente real de trabalho.
A inovação nesse sentido não é exatamente a existência do estágio curricular
supervisionado, mas a concepção deste integrado ao processo de ensino-aprendizagem,
conforme ficará evidente nos tópicos seguintes.
É importante ainda destacar que o estágio sendo oferecido a partir da conclusão
metade do curso, cria mais condições de envolvimento dos alunos no curso de
Administração, bem como fornece subsídios para o entendimento das teorias e práticas
administrativas.
Pelo seu caráter implementador de desempenhos profissionais, antes mesmo de
se considerar concluído o curso, é importante que, à proporção que os resultados do
estágio forem sendo verificados, interpretados e avaliados, o estagiário esteja consciente
do seu perfil, para que ele reconheça a necessidade da retificação do aprofundamento,
nos conteúdos em que detectar equívocos ou insegurança de domínio. Nesse sentido,
um elenco de disciplinas é colocado à disposição do aluno para correção ou
complementação da carência de conhecimentos.
•
Atividades Complementares - As atividades complementares devem
proporcionar aos discentes a liberdade de aprender, co-responsabilidade na própria
formação,
autonomia
profissional,
gerenciamento
da
própria
carreira,
interdisciplinaridade, articulação com a pós-graduação, etc. As atividades
complementares são de caráter extra-classe, sem atribuição de nota, mas constando
como atividades cumpridas e com comprovação formalizada. São também condição
para obtenção do diploma e podem ser desenvolvidas a qualquer época do ano, inclusive
nas férias e recessos escolares. Devem ser desenvolvidos pelo menos três tipos de
atividades diferentes ao longo curso, realizadas na própria Instituição ou em outras, de
forma presencial ou à distância. O aluno cumprirá uma carga horária total de 200 horas
de atividades complementares e interdisciplinares à sua formação, tais como: pesquisas,
iniciação cientifica independente, cursos ou atividades de extensão, disciplinas de outros
cursos e/ou instituições, eventos técnicos, científicos e culturais, grupos de estudos,
viagens de estudos, visitas técnicas, artigos publicados, atividades de representação
acadêmica, estágios extracurriculares, atividades livres, oficinas laboratoriais, dentre
outras.
As atividades complementares se caracterizam como práticas acadêmicas
apresentadas sob múltiplos formatos, tendo em vista essencialmente complementar e
sintonizar o currículo pedagógico vigente, ampliar os horizontes do conhecimento e sua
aplicação e prática para além da aula, favorecer o relacionamento entre grupos e a
convivência com as diferenças sociais, favorecer a tomada de iniciativa dos alunos,
dentre várias possibilidades.
2.18 Matriz Curricular
36
COMPONENTE CURRICULAR
Linguagem e Interpretação de Texto
Contabilidade I
Economia
Matemática
Teoria Geral da Administração I
Projeto Integrador: Cidadania e
Responsabilidade Social
SUBTOTAL
Contabilidade II
Direito Empresarial
Filosofia
Sociologia
Tecnologia da Informação
Teoria Geral da Administração II
Projeto Integrador: Cidadania e
Responsabilidade Social
SUBTOTAL
Contabilidade e Gestão Estratégica de
Custos
Organização, Sistemas e Métodos.
Estatística e Probabilidade
Ética e Responsabilidade Social
Psicologia Organizacional
Matemática Financeira
Projeto Integrador: Cidadania e
Responsabilidade Social
SUBTOTAL
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
CH
CH
Total
Semanal
Semestral
1o SEMESTRE
4
80
80
4
80
80
4
80
80
4
80
80
4
80
80
EAD
60
60
Hora Relógio
66.66
66,66
66.66
66,66
66,66
60
20
460
2o SEMESTRE
4
80
4
80
2
40
2
40
4
80
4
80
EAD
60
460
393.3
80
80
40
40
80
80
60
66,66
66,66
33.33
33.33
66,66
66,66
60
20
460
3O SEMESTRE
4
80
460
393.3
80
66,66
4
4
2
2
4
80
80
40
40
80
80
80
40
40
80
66,66
66,66
33.33
33.33
66,66
EAD
60
60
60
20
460
460
393.3
37
3
4o SEMESTRE
Sistemas de Informação Gerencial
2
Administração Financeira e Orçamentária I
4
Gestão Estratégica de Marketing
4
Legislação Tributária e Fiscal
2
Legislação Trabalhista e Previdenciária
2
Gestão Estratégica de Pessoas
4
Empreendedorismo, Criatividade e Inovação
2
Projeto Integrador: Cidadania e
Responsabilidade Social
SUBTOTAL
Administração Mercadológica
Análise Estratégica de Finanças
Investimentos
Gestão da Produção Logística
Administração Financeira e Orçamentária II
Fundamentos de Comércio Exterior
Projeto Interdisciplinar: Plano de Negócios
Projeto Integrador: Cidadania e
Responsabilidade Social
SUBTOTAL
Projeto Integrador: Cidadania e
Responsabilidade Social
SUBTOTAL
Tópicos Especiais em Administração I
Gestão e Análise de Projetos
Gestão da Qualidade e Produtividade
Administração de Empresas e Serviços
Pesquisa em Administração
Optativa II- Negociação
SUBTOTAL
40
80
80
40
40
80
40
33,33
66,66
66,66
33,33
33,33
66,66
33,33
EAD
60
60
60
20
5o SEMESTRE
2
e
4
460
460
393.3
40
80
40
80
33,33
66.66
4
4
2
2
80
80
40
40
80
80
40
40
66,66
66,66
33,33
33,33
EAD
60
60
60
420
420
359,97
80
40
80
40
66,66
33,33
4
4
2
2
80
80
40
40
80
80
40
40
66,66
66,66
33,33
33,33
EAD
60
60
60
18
7o SEMESTRE
4
4
2
4
2
2
420
420
359,97
80
80
40
80
40
40
80
80
40
80
40
40
66.66
66.66
33,33
66,66
33,33
33,33
EAD
60
60
60
18
420
420
359.97
18
6o SEMESTRE
4
Práticas
2
Desenvolvimento Organizacional
Projeto
Interdisciplinar:
Empresariais
Administração de Materiais
Planejamento Estratégico Organizacional
Administração da Produção e Operações
Optativa I- Gestão Ambiental
Projeto Integrador: Cidadania e
Responsabilidade Social
40
80
80
40
40
80
40
38
4
8o SEMESTRE
Tópicos Especiais em Administração II
4
80
Administração
de
Negócios
4
80
Internacionais
Gestão de Pequenas e Médias Empresas
2
40
Mercado de Capitais
4
80
Estudo da Realidade Contemporânea
2
40
Projeto Integrador: Cidadania e
Responsabilidade Social
80
80
66.66
66.66
40
80
40
33,33
66,66
33,33
EAD
60
60
60
16
380
380
326,64
3480
3480
300
200
3479,75
Hora aula
3000
300
480
200
3680
Hora relógio
2499,75
300
480
200
3.646,64
Hora aula semestral
40
40
SUBTOTAL
Estágio Supervisionado
Atividade Complementar
TOTAL DA CARGA HORÁRIA
CURSO
Carga Horária
(1) CH de disciplinas presenciais
(2) CH de Estágio Supervisionado
(3) CH EAD
(4) CH de Atividades Complementares
Carga horária total do curso (1) + (2) + (3)+ (4)
Disciplinas Optativas
Optativa I- Gestão Ambiental
Optativa II- Negociação
4.10 Planejamento das Disciplinas
Semestralmente, os professores a partir das ementas do curso, elaboram os
planejamentos de ensino das disciplinas que compõem a matriz curricular sob sua
responsabilidade. Os planejamentos serão entregues ao coordenador do curso antes do
início do próximo semestre, sendo os mesmos revisados e disponibilizados para
divulgação no início de cada semestre. Assim, no início do semestre letivo, o material
elaborado é discutido com os alunos, conforme as disciplinas elencadas para cada
semestre. Este procedimento tem como objetivo permitir que os alunos acompanhem o
desenvolvimento dos conteúdos, monitorando o cumprimento efetivo dos programas
estabelecidos para o curso.
A revisão contínua dos planejamentos de ensino constitui-se numa ferramenta
permanente para atualização dos conteúdos e da bibliografia de cada componente
curricular.
4.11 Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem
39
O curso de Administração da Faculdade de Sorocaba reconhece a capacidade
em seus alunos para construir o próprio conhecimento por meio da modalidade de
processo de Acompanhamento Contínuo. Trata-se de um processo dinâmico que
identifica limitações e propõe estratégias adequadas para superar defasagens e erros,
valorizar os acertos, sempre com o entendimento de um processo em aperfeiçoamento.
O processo da verificação do rendimento acadêmico tem como pressuposto
básico a certeza de que “não haverá ensino se não houver aprendizagem”, as
consequências são: “aulas meramente expositivas não permitem ao professor fazer a
avaliação contínua preconizada, pelas normas institucionais”.
Assim, é necessário ao professor desenvolver atividades que lhe permitam
aproximar-se do aluno e, como educador, fazer de sua ação pedagógica um desafio
pessoal e profissional, que consiste em construir com seus alunos conhecimentos
científicos, rigorosos e contextualizados para influenciar atitudes e desenvolver as
habilidades.
Envolve o acompanhamento contínuo de conteúdo programático, efetivado ao
longo do período letivo, considerando a necessidade do discente de adquirir
conhecimentos, hábitos, habilidades e atitudes que o levem à competência profissional e
sua integração com a sociedade e o mercado de trabalho.
No que se refere à avaliação do desempenho do discente no acompanhamento
contínuo de conteúdo programático está condicionada à frequência mínima de 75%
(setenta e cinco por cento) do total das aulas previstas no calendário escolar, atribuir-seão notas semestrais para cada disciplina, numa escala numérica de zero a 10 (dez),
através da aplicação de pelo menos dois instrumentos diferenciados de avaliação.
Ao término do semestre letivo, a nota final de cada disciplina será o registro do
aproveitamento global do discente.
O discente deverá ter nota igual ou superior a 7,0 (sete vírgula zero) em todas
as disciplinas. O exame final será aplicado ao aluno que obtiver média semestral inferior
a 7,0 (sete) e não inferior a 3,0 (três).
A avaliação no curso de Administração da Faculdade de Sorocaba está
regulamentada no Regimento Geral, abrangendo os artigos de 71 a 75.
Dentre os mecanismos usualmente empregados para a avaliação podemos
destacar:
•
•
•
•
•
•
•
•
Acompanhamento das atividades e participação em sala de aula;
Realização de trabalhos de pesquisa em grupo e individualmente;
Provas;
Avaliações interdisciplinares;
Seminários;
Participação nas discussões promovidas em sala de aula;
Realização e apresentação de trabalhos;
Realização e apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso;
40
•
relatório.
Realização do Estágio Supervisionado e a apresentação do respectivo
O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo do
aluno e dos resultados por ele obtidos nos exercícios escolares. Compete ao professor da
disciplina elaborar os exercícios escolares sob a forma de prova e demais trabalhos, bem
como julgar os resultados. Os exercícios escolares de verificação são: trabalhos de
avaliação, trabalhos de pesquisa e outras formas previstas no plano de ensino da
disciplina.
A apuração do rendimento escolar é feita por disciplina, conforme as atividades
curriculares,
estipuladas
nos
Planos
de
Ensino,
aprovados
pelo
Colegiado de Curso. O aproveitamento é avaliado por meio de verificações e da
frequência, expressando-se o resultado de cada avaliação em notas de zero a dez, como
exprime o Regimento Geral da Faculdade. Reproduzimos abaixo, na íntegra, os
preceitos regimentais sobre avaliação.
Art. 71 - A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo
sobre a frequência e o aproveitamento escolar, nos termos do Regimento da Faculdade.
Art. 72 - A frequência às aulas e demais atividades escolares é obrigatória e
permitida apenas aos alunos matriculados.
§ 1º - Independente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado na
disciplina o aluno que não obtiver frequência de, no mínimo, 75 % das aulas e demais
atividades realizadas, exceto no ensino a distância.
§ 2º - A verificação e o registro de frequência são de responsabilidade do
professor e seu controle, para efeito do parágrafo anterior, da Secretária Acadêmica.
§ 3º - O aluno poderá requerer junto à Secretária Acadêmica, nos prazos
fixados no Calendário Escolar, a realização de prova repositiva, a fim de concluir uma
das avaliações componentes da média semestral que não tenha sido avaliado.
§ 4º - O aluno convocado para integrar o Conselho de Sentença em Tribunal do
Júri, Prestar Serviço Militar obrigatório ou Serviço da Justiça Eleitoral, assim como
portadores de doenças infectocontagiosas e gestantes têm direito a atendimento especial
(Exercícios Domiciliares) na forma da legislação em vigor.
Art. 73 - A aferição do rendimento escolar de cada disciplina é feita através de
notas inteiras de zero a dez, permitindo-se a fração de 5 décimos.
§ 1º - As notas com centésimos entre 0,01 a 0,24 e 0,51 a 0,74 sofrerão
arredondamento para baixo
0,01 a 0,24 Ex.: 5,21 – a nota será 5,0
0,25 a 0,49 Ex.: 5,37 – a nota será 5,5.
41
§ 2º - As notas com centésimos entre 0,25 a 0,49 e 0,75 a 0,99 serão
arredondadas para cima.
0,51 a 0,74 Ex.: 5,68 – a nota será 5,5
0,75 a 0,99 Ex.: 5,82 – a nota será 6,0.
Art. 74 - O aproveitamento escolar é avaliado pelo acompanhamento contínuo
do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas, trabalhos, exercícios escolares e
outros e, caso necessário, no exame final.
§ 1º - Dentre os trabalhos escolares de aplicação, há pelo menos uma avaliação
escrita em cada disciplina no semestre.
§ 2º - O professor pode submeter os alunos a diversas formas de avaliações,
tais como: projetos, seminários, pesquisas bibliográficas e de campo, relatórios, cujos
resultados podem culminar com atribuição de uma nota representativa de cada avaliação
bimestral.
§ 3º - Em qualquer disciplina, os alunos que obtiverem média semestral de
aprovação igual ou superior a sete (7,0) e frequência igual ou superior a setenta e cinco
por cento (75%) são considerados aprovados.
§ 4º - É considerado promovido ao semestre ou módulo subsequente, o aluno
que for aprovado em todos componentes curriculares ou que ficar reprovado, no
máximo, em três componentes que compõem a matriz curricular, independente dos
semestres ou módulos nos quais os mesmos estão inseridos.
Art. 75. O exame final será aplicado ao aluno que obtiver média semestral
inferior a sete (7,0), e não inferior a três (3,0).
§ 1º - O resultado final não poderá ser inferior a cinco (5,0), correspondendo ao
cálculo aritmético entre a média semestral e a nota do exame final.
§ 2º - O aluno que obtiver média semestral menor que 3,0 (três) ou média final
menor que 5,0 (cinco) será reprovado.
4.12 Integração entre Teoria e Prática
A principal característica da Administração é ser uma ciência social aplicada, o
que lhe dá um caráter tipicamente prático. Esse caráter está presente no curso de
Administração da Faculdade de Sorocaba e, de maneira mais acentuada na maioria das
disciplinas de formação profissional, notadamente pelo próprio conteúdo cujo objetivo é
ensinar a administrar ou ensinar a usar para administrar os recursos e fatores existentes
nas áreas funcionais da organização. Em outras palavras, a essência da disciplina é a
prática da Administração, o que é facilmente verificado em suas ementas e programas.
42
As atividades em aula evidenciam o tratamento prático do assunto que está sendo
ensinado.
A total integração entre Teoria e Prática tem seu auge na realização do Estágio
Supervisionado, e do Trabalho de Conclusão de Curso, cuja ênfase é a aplicação prática
de todo o currículo ensinado aos alunos, oportunidade oferecidas pelas empresas
participantes do Programa de Estágio Supervisionado, como objetivo é a proposição de
uma solução para os problemas reais das empresas.
Aliado a estes componentes, as Atividades Complementares completam a
formação profissional do aluno objetivando estimular a participação em experiências
diversificadas, às possibilitam e complementam a aquisição de competências e
habilidades.
4.13 Atividades Interdisciplinares
É característica da Administração como campo de conhecimento utilizar-se do
conhecimento de diversas outras ciências e áreas, e de tal maneira, integra a sua
aplicação na prática da gestão.
É importante destacar a visão pedagógica do currículo que, embora apresente
as disciplinas como unidades agregadoras de conhecimento, identificadas por um título,
está organizado com o objetivo de construir habilidades, competências e atitudes nos
discentes, por meio de didáticas diferenciadas. Sob essa visão, os métodos são
importantes instrumentos para promover a interdisciplinaridade, ou seja, a integração
das contribuições dos diversos componentes de conhecimento contidos nas disciplinas.
Para tanto a organização do processo de ensino-aprendizagem privilegiará
atividades que permitam manter essa característica inata da Administração, tais como a
definição de situações problemas e projetos que necessariamente precisam das
contribuições simultâneas de diversas disciplinas. Tal situação estimula a investigação,
as formas de raciocínio em rede, o pensamento e a solução de problemas complexos.
Permitindo que os alunos se acostumem a enfrentar situações inesperadas produzindo
estratégias para resolvê-las.
Por meio de projetos interdisciplinares procura-se relacionar as disciplinas de
forma a garantir que o currículo em sua execução seja multifacetado. Dessa maneira,
aproximam-se disciplinas que tenham possibilidades metodológicas semelhantes no
intuito de desenvolver projetos em conjunto, tais como:
•
Estágio Supervisionado – início no quinto semestre;
•
Empresa Junior – consultoria empresarial que visa integrar a Faculdade
com a Comunidade através do oferecimento de prestação de serviços de assessoria e
treinamento pelos próprios alunos;
43
•
Atividades Complementares – realizadas ao longo de todo o curso, é uma
série de atividades extras que visam colocar o aluno como responsável pela criação de
sua formação, através do entendimento do seu papel como administrador e interação
entre as várias disciplinas vivenciadas;
•
Planos de negócios
Com currículo adequado, estágio supervisionado, atividades práticas de
estágios e projetos, a faculdade oferece:
•
Semana de Administração – atividade interclasses e interdisciplinar onde
são abordados assuntos de relevância para as funções do Administrador, além de
palestras com profissionais dos vários campos da Administração;
•
Visitas Técnicas – palestra com empresários de segmentos de mercado
variados abordando temas específicos relacionados a uma disciplina;
Com esses instrumentos didáticos, a interdisciplinaridade, a problematização, a
contextualização e os diferentes ambientes de aprendizado contribuem para a formação
das habilidades, competências e atitudes do futuro administrador.
4.14 Estágio Curricular Supervisionado
O estágio é o campo de treinamento, o espaço de aprendizagem, da realização
das ideias do curso de Administração, onde uma variedade de situações, de atividades
de aprendizagem profissional se manifestam para o estagiário tendo em vista sua
profissionalização. O estágio é o locus onde a identidade profissional do aluno é gerada,
construída e referida; volta-se para o desenvolvimento de uma ação vivenciada,
reflexiva e crítica e, por isso, deve ser planejado gradativa e sistematicamente.
O Estágio Supervisionado é um componente curricular que visa à aplicação dos
princípios e conceitos e a consolidação da relação teoria/prática como forma de
proporcionar ao aluno uma aprendizagem social, profissional e cultural, possibilitandolhe atuar numa realidade concreta.
A conclusão do Estágio Supervisionado constitui condição para integralização
do currículo.
As atividades do Estágio Supervisionado são exclusivamente práticas e podem
ser desenvolvidas em organizações públicas, privadas e do terceiro setor, ou além da
própria instituição (Art. 7º Resolução nº 4 de 13/07/2005) onde os alunos possam
desenvolver atividades inerentes à sua profissão em formação.
Estágio Supervisionado constitui-se em um trabalho, cujas atividades práticas
são exercidas mediante fundamentação teórica prévia ou simultaneamente adquirida.
Tem como finalidade integrar o processo de ensino-pesquisa-aprendizagem; propiciar
44
aos alunos experiências no mercado de trabalho; gerar trabalhos técnicos que produzam
pesquisas relevantes para os parceiros: aluno, organizações e UNIESP. O Projeto de
Estágio Supervisionado do Curso de Administração da Faculdade de Sorocaba possui
regulamento próprio.
O desenvolvimento do Estágio Supervisionado busca compreender os
fundamentos gerenciais práticos, objetivando o exercício da visão crítica do
desenvolvimento empresarial e estudar os instrumentos e técnicas da pesquisa social
aplicada; a elaboração final, apresentação de Relatório de Estágio e um Diagnostico
empresarial.
Dessa forma, o trabalho de articulação teoria-prática realizado durante o
Estágio Supervisionado deve oportunizar ao aluno vivenciar as possibilidades e limites
da ação profissional, nas mais diversas áreas de atuação, no âmbito público e privado e
a experiência de articulação com outras áreas profissionais que propiciam reflexões e
contribuições de caráter interdisciplinar.
A discussão do processo teórico-prático culmina na elaboração do diagnostico
empresarial, no qual se vislumbra a construção de um plano de ação. Para dar soluções
as necessidades identificadas nas empresas. Além dessas, envolvem outras situações
que surgem e são percebidas pelos alunos ou pelo professor orientador que tornam o
estágio mais atraente e enriquecedor.
Os objetivos das atividades de estágio supervisionado para os alunos são os
seguintes:
•
Dar oportunidade de contato profissional que possibilite ingresso no
mercado de trabalho;
•
capacitar à construção da postura do administrador empreendedor;
•
possibilitar que vivenciem no cotidiano das organizações ou na prestação
de serviços administrativos os fatos teóricos estudados no curso;
•
proporcionar oportunidade de desenvolver suas capacidades e
habilidades, analisar situações e propor mudanças no ambiente organizacional e
societário;
•
completar o processo ensino–aprendizagem, através da conscientização
das dificuldades individuais e incentivar a busca de alternativas para superá-las e do
aprimoramento pessoal e profissional;
•
atenuar o impacto da passagem da vida de estudante para a vida
profissional, possibilitando mais oportunidades de conhecimento da filosofia, diretrizes,
do funcionamento das organizações e da comunidade;
•
facilitar o processo de atualização dos conteúdos disciplinares permitindo
adequar aqueles de caráter profissionalizantes às constantes inovações tecnológicas,
políticas, sociais econômicas as quais estão sujeitas;
•
incentivar o desenvolvimento das potencialidades individuais,
propiciando o surgimento de novas gerações de profissionais empreendedores, capazes
de adotar modelos de gestão, métodos e processos inovadores, novas tecnologias e
metodologias alternativas;
•
promover a integração e estimular a interação entre escola, empresa e
comunidade;
45
4.14.1
Diretrizes Gerais do Estágio
O Estágio Supervisionado deverá ser realizado em organizações idôneas e
legalmente reconhecidas, inclusive a empregadora do aluno, e tem por objetivo
desenvolver atividades voltadas ao aprendizado profissional propiciando, ao estudante,
treinamento e aperfeiçoamento técnico cultural e científico, de forma a proporcionar
capacitação para o exercício das atividades que compõem as atribuições de um
administrador de organizações e empreendimentos;
No que tange às áreas específicas de atuação o estágio destina-se a articular o
referencial teórico da área com a prática. Neste sentido, o estudante deverá identificar os
pontos fortes e fracos dos processos de organização, atinentes à área de concentração
escolhida, de forma a permitir que sejam apontadas possibilidades de melhorias;
A duração do estágio supervisionado é de 300 horas que devem ser cumpridas
a partir do quinto semestre do curso.
O trabalho com ou sem vínculo empregatício, em áreas aderentes às disciplinas
do curso pode, a critério da coordenação do curso e à vista de declaração da organização
onde tal trabalho foi ou é prestado, ser equiparado ao estágio, desde que cumpridos os
requisitos estipulados.
É exigido dos estagiários a conduta ética adequada, enquanto integrantes da
comunidade da Faculdade de Sorocaba.
Durante o estágio o aluno deverá entregar, periodicamente, relatório das
atividades desenvolvidas e das horas cumpridas em estágio, além de desenvolver o
trabalho de análise da organização onde está realizando o estágio. Ao final do curso
deverá apresentar um relatório que contenha um sumário do que foi exercitado e
aprendido no período, bem como os pontos controversos que demandem discussões e
reflexões e que estimulem trabalhos posteriores.
4.15 Atividades Complementares
Caracterização – As atividades complementares se caracterizam como
práticas acadêmicas apresentadas sob múltiplos formatos, tendo em vista essencialmente
complementar e sintonizar o currículo pedagógico vigente, ampliar os horizontes do
conhecimento e sua aplicação e prática para além da aula, favorecer o relacionamento
entre grupos e a convivência com as diferenças sociais, favorecer a tomada de iniciativa
dos alunos, dentre várias possibilidades.
46
Comprovação – As atividades complementares deverão ser comprovadas
pelos alunos por relatórios, declarações, atestados ou certificados emitidos pela entidade
promotora (se fora do campus), ou convalidadas no registro acadêmico do aluno (se
realizada no âmbito interno da Instituição).
Relatórios – Na confecção do relatório, o aluno produzirá um texto de forma a
conter o descritivo claro e consistente da atividade, interpretando, problematizando e
relatando o conteúdo técnico adquirido, bem como os benefícios proporcionados e
recebidos. A Instituição poderá, circunstancialmente, contatar as entidades nas quais
foram desenvolvidas as atividades para obtenção de referências e comprovação de fatos
e atividades.
Desenvolvimento – Poderão ser desenvolvidas atividades de inúmeras formas
e maneiras dentro e fora do campus da Instituição, em que a participação do discente
pode ser na forma ativa ou passiva, ou seja, na condição de participante ou palestranteinstrutor-apresentador.
As atividades podem ser desenvolvidas pela própria Instituição, como
palestras, seminários, congressos, conferências, sessões técnicas, jornadas acadêmicas e
ciclos de estudos atendendo interesses gerais ou específicos.
Na área de pesquisa, o discente poderá desenvolver trabalho teórico ou
empírico com o objetivo de que se possa visualizar os conteúdos das disciplinas e do
curso em sua projeção social real, com a finalidade de que a formação universitária não
seja restrita apenas à aplicação e à interpretação do conhecimento, mas que sejam
formados profissionais para também construí-lo. Cabem nesta categoria projetos que
envolvem implementação real, pesquisa teórica, oficina, formação de grupos de estudo e
de interesse com produção intelectual, etc.
Outras possibilidades de cumprimento das atividades complementares
envolvem a prestação de serviço em questões ligadas à cidadania, família, saúde,
educação, meio ambiente, movimentos solidários, voluntariado em entidades
filantrópicas e ONGs, a participação em programas em que o discente possa
experimentar a função social do conhecimento produzido. O aluno poderá participar de
atividades desenvolvidas por órgãos públicos ou privados, antecipando junto ao
Coordenador de Curso responsável a sua participação mediante um pequeno projeto
expressando os aspectos gerais das atividades, incluindo o cronograma do trabalho
proposto, horários das atividades e os dados da entidade na qual o projeto será
desenvolvido. Nesta categoria o aluno pode e deve pesquisar ambientes aos quais possa
levar seus conhecimentos de forma criativa e produtiva. No final, o aluno deverá fazer
um relatório detalhado e circunstanciado, bem como declaração ou certificado emitido
pela entidade, atestando as atividades desenvolvidas em papel timbrado e assinado sobre
carimbo da Direção, conforme Regulamento a disposição, na Instituição.
4.16 Atividades de Extensão
47
As atividades de extensão, previstas no art. 44, inciso IV, da LDB (Lei
9.394/96), cuja finalidade básica, dentre outras, consiste em propiciar à comunidade o
estabelecimento de uma relação de reciprocidade com a instituição, é parte integrante
deste projeto pedagógico. Por essa razão, na faculdade a atividade de extensão se
materializa através da vinculação do aluno a um Projeto de Extensão.
São diretrizes de Extensão da Faculdade de Sorocaba:
•
A articulação e o diálogo com a sociedade, para que as ações e
transformações aconteçam reciprocamente;
•
A integração entre ensino, pesquisa e extensão para que as ações
extensionistas integrem as ações universitárias;
•
Programas extensionistas compromissados com as necessidades da
região, de forma a concretizar o comprometimento permanente com o social e a sua
transformação;
•
A utilização diversificada de modalidades e meios de atividades de
extensão, sob a forma de serviços, programas institucionais, de intervenção educativa,
atividades culturais e de vínculo da prática profissional dos alunos;
•
O trabalho extensionista refletindo a integração da Faculdade no contexto
social como base para programas de ensino e para a produção do saber, recolhendo
insumos para a constante revisão, revitalização e aperfeiçoamento da ação acadêmica
universitária.
As atividades extensionistas estão voltadas:
•
À maior qualificação técnico-profissional de docentes, discentes e
técnicos;
•
À melhoria das condições de vida da população;
•
À busca de eficiência, eficácia e efetividade para os programas gerenciais
e educacionais da instituição e da comunidade local e regional.
A Faculdade pretende oferecer diversas atividades de extensão por ano, que
incluem seminários, cursos de pequena duração, congressos, workshops, fóruns de
debates e oficinas, com professores e profissionais de alto nível técnico e acadêmico,
como forma de proporcionar aos alunos a interação e integração com esses profissionais
de notório destaque no mercado de trabalho.
•
•
•
•
•
Seminários sobre temas atuais da administração;
Cursos para técnicos de administração;
Orientações gerais sobre técnicas de consultoria;
Orientação sobre gestão em micro negócios informais;
Fóruns de debates administrativos
4.17 Empresa Júnior
48
Teve início a criação da UnUNIESP Júnior, uma Associação Civil sem fins
lucrativos, da Faculdade de Sorocaba, com o apoio de Professores do Curso de
Administração, da Direção da Faculdade, e seus órgãos administrativos. A missão da
UnUNIESP Junior é disponibilizar atividades aos alunos de Administração, que
promovam o desenvolvimento pessoal, acadêmico e profissional, atendendo à
necessidade de formar um profissional crítico, empreendedor e com preocupação
humanística, ética e social. Representa também, uma oportunidade integradora dos
vários conhecimentos e da teoria com a prática.
Os objetivos específicos da UnUNIESP Júnior são:
I. Proporcionar aos seus membros associados às condições necessárias para a
aplicação prática de conhecimentos teóricos relativos à sua área de formação
profissional, desenvolvendo seus conhecimentos técnicos e acadêmicos;
II. Incentivar o espírito empreendedor dos seus participantes, possibilitando o
surgimento de novas lideranças;
III. Desenvolver atividades que promovam a melhoria econômica e social da
comunidade em que a UnUNIESP Júnior atua, quando procurada por terceiros ou por
interesses próprios, auxiliando no desenvolvimento profissional, pessoal e humanístico
do futuro profissional;
IV. Valorizar alunos e professores perante a sociedade e no âmbito acadêmico;
V. Propiciar a interação entre acadêmicos e a comunidade.
A UnUNIESP Júnior realizará no início de cada semestre um processo seletivo
para novos alunos que estejam interessados em participar de suas atividades.
O Estatuto da UnUNIESP Junior e os Projetos encontram-se na Faculdade para
consulta.
4.18 Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs no processo
ensino-aprendizagem
Utilização da tecnologia de informação e de comunicação para desenvolver
atividades que ampliem a capacidade de melhorar:
•
A flexibilidade de organização dos componentes curriculares;
•
A criação de oportunidades diferenciadas de integralização do curso por
parte dos alunos;
•
A realização de atividades práticas e estágios.
•
Uso de software e internet.
49
A estrutura de Tecnologia da Informação da IES é composta por 02
laboratórios de informática, onde cada laboratório possui 25 computadores com acesso a
internet, totalizando 50 computadores funcionais.
A Faculdade de Sorocaba também conta com os seguintes recursos de
informação e comunicação e de acesso ao corpo docente e discente:
•
Sistema RM, de gestão acadêmica, financeiro e de biblioteca. O aluno
tem acesso ao Portal do aluno, via web. Nele é possível acompanhar a situação
acadêmica, bem como dos boletos para pagamentos de mensalidades. Neste
portal o aluno também tem acesso à relatórios acadêmicos, tais como histórico
parcial e atestado de matrícula.
•
Neste mesmo sistema há a interface do docente, que tem acesso via portal
do professor, que realiza o controle de frequência, registra matérias lecionadas
e notas.
•
Grupo de Informações do Curso (Face: UnUNIESP ADM Sorocaba)
atualizado em tempo real.
•
Núcleo de Desenvolvimento Profissional (NDP) oferecendo vagas de
empregos em Sorocaba e região.
•
Plataforma Moodle para qualificação do coordenador e técnico
administrativo.
•
Rede Wirelles interna para conexão à internet, com link dedicado.
•
Softwares de planilhas eletrônicas, editores de texto, de apresentação.
•
Software específicos para o curso.
•
Os coordenadores têm acesso aos diretórios no servidor da IES,
armazenando com segura suas informações.
•
E-mails coorporativos aos coordenadores, possibilitando acesso aos
demais professores e alunos.
•
Mural de avisos no próprio site e no portal do aluno.
•
TV UnUNIESP no site da instituição.
4.19 Coordenação do Curso de Administração
O coordenador do Curso de Administração, que também é professor do curso,
dedica-se em tempo integral às atividades acadêmicas e administrativas, que abrangem a
supervisão do corpo docente para implantação deste projeto. Sua competência e
atribuições estão expressas no Regimento Geral da Faculdade, conforme reproduzido
abaixo:
Art. 17. Compete ao Coordenador de Curso:
I - convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso;
II - representar a Coordenadoria de Curso perante as autoridades e órgãos da
Faculdade;
50
III - elaborar o horário escolar do curso e fornecer à Diretoria os subsídios para
a organização do calendário acadêmico;
IV - orientar, coordenar e supervisionar as atividades do curso;
V - fiscalizar a observância do regime escolar e o cumprimento dos programas
e planos de ensino, bem como a execução dos demais projetos da Coordenadoria;
VI - acompanhar e autorizar estágios curriculares e extracurriculares no âmbito
de seu curso;
VII - homologar aproveitamento de estudos e propostas de adaptações de
curso;
VIII - exercer o poder disciplinar no âmbito do curso;
IX - executar e fazer cumprir as decisões do Colegiado de Curso e as normas
dos demais órgãos da Faculdade;
X - exercer as demais atribuições previstas neste Regimento e aquelas que lhe
forem atribuídas pelo Diretor Geral e demais órgãos da Faculdade.
Dentre suas atividades dá suporte às necessidades do corpo discente,
convocando e coordenando ações específicas para estes fins, bem como efetua reuniões
com os representantes de sala, colegiado, e com o corpo discente para a identificação de
possíveis problemas e do bom andamento do curso. Essa vivência como docente lhe traz
subsídios para uma gestão mais profissionalizada, pautada na prática diária com alunos
e com docentes.
4.19.1
Dados do Coordenador
Nome: Edmilson Ribeiro
Graduação: Administração
Especialização: Gestão Estratégica de Negócios
Mestrado: Mestre em Educação
51
3 CORPO DOCENTE
3.1
Caracterização
O corpo docente da Faculdade de Sorocaba especialmente os do curso de
Administração, pretende atender as exigências da legislação educacional nos aspectos
legais requeridos.
3.2
Perfil esperado do Docente
Os professores do curso devem estar permanentemente preocupados com a
aprendizagem fruto do processo reflexivo e da abordagem interdisciplinar, dando
prioridade à progressiva autonomia dos alunos e reflexos na melhoria do desempenho.
Devem estar voltados para o desenvolvimento tanto no próprio corpo docente, quanto
no discente, das características humanas requeridas pela atual sociedade em termos de
espírito empreendedor, visão estratégica e generalista, compreensão holística da
realidade e adaptabilidade aos cenários de mudança.
O corpo docente do curso deve estar imbuído da necessidade de
aperfeiçoamento constante e contínuo de sua qualificação, competência técnica, cultural
e pedagógica, atitudes responsáveis e éticas, demonstrando comprometimento com o
futuro do país e da instituição, capacidade para trabalho coletivo, interdisciplinar e
organizado, além de possibilitar aumento gradativo de sua carga horária de trabalho na
instituição. A sua comprovada experiência na área do curso e suas habilitações são
fundamentais ao bom êxito das atividades.
Para desempenhar com qualidade suas funções, os docentes devem;
•
construir conhecimentos, competências, habilidades e atitudes previstas
para atuação na educação superior;
•
estar consciente de que sua formação deve contemplar os diferentes
âmbitos do conhecimento profissional de sua área de atuação;
•
entender que a seleção dos conteúdos do curso deve orientar-se por
transsender o simples conteúdo ministrado nas diferentes etapas do ensino do Curso de
Administração;
•
saber tratar os conteúdos a serem ensinados no curso, de modo articulado
com suas didáticas específicas;
•
entender que a avaliação é processo que deve orientar o trabalho do
professor e a autonomia dos alunos em relação ao seu processo de aprendizagem e a
qualificação de profissionais preparados para iniciar a carreira docente.
52
3.3
Das Atividades Docentes
A ocupação da carga horária docente deverá ser distribuída nas seguintes
atividades, inerentes ao cargo de Professor:
•
•
•
•
atividades de ensino;
atividades de pesquisa e de extensão;
atividades de capacitação;
atividades de administração e de representação.
A prioridade máxima de distribuição da carga horária deve ser dada ao ensino,
considerando que o processo ensino-aprendizagem constitui a atividade fim da
instituição. As aulas devem ser distribuídas de acordo com as necessidades de cada
curso, priorizando o atendimento para o processo ensino-aprendizagem, preponderando
os aspectos educativo e coletivo sobre os aspectos administrativo e individual.
A destinação de carga horária para atendimento extra-classe aos alunos será
efetuada de acordo com critérios estabelecidos para cada Curso, devidamente aprovados
nos colegiados competentes, com aprovação da mantenedora.
3.4
Das Atividades de Ensino
Entende-se como atividade de ensino, as aulas presenciais e não presenciais, o
atendimento extra-classe aos alunos, as pendências, a orientação de estágio curricular
obrigatório, de trabalho de conclusão de curso e de iniciação científica.
Para a garantia da qualidade de ensino, a diversidade de unidade curricular na
carga horária do professor deverá ser submetida a critérios estabelecidos pelo colegiado
do curso de Administração.
A distribuição, efetivação, e controle da carga horária semanal do professor é
de responsabilidade e orientação do coordenador do curso, com a aprovação da
mantenedora. O professor deverá reservar um percentual da carga horária semanal de
aulas para atividades didático-pedagógicas. A carga horária dedicada às atividades
didático-pedagógicas destina-se à preparação de aulas e de materiais e recursos
didáticos, à avaliação, às reuniões pedagógicas, às atividades dos grupos de estudo entre
outras atividades voltadas à melhoria da relação ensino-aprendizagem.
53
3.5
Plano de Cargos, Salários e Carreira dos Docentes.
A Faculdade de Sorocaba e sua Mantenedora adotam uma política de
recursos humanos que valoriza os seus quadros profissionais – docentes e não docentes,
visto que consideram que os educadores necessitam de ambiente democrático para o
desenvolvimento de sua complexa tarefa na produção e transmissão do saber e na
formação integral do educando.
Assim, a instituição tem, como princípios fundamentais, em sua política de
recursos humanos.
•
o desenvolvimento de relações harmônicas entre os integrantes de sua
comunidade acadêmica;
•
o estímulo à criatividade e à participação de docentes e não docentes em
todas as atividades da instituição, formais e informais;
•
o incentivo e o apoio à produção científica dos professores e às
iniciativas individuais ou de setores administrativos ou acadêmicos para a
capacitação docente e/ou técnico-profissional;
•
o aprimoramento das condições de trabalho, com a preocupação
constante da atualização dos padrões salariais de sua comunidade trabalhadora;
•
a busca permanente de elevados padrões éticos no desempenho
profissional de docentes e não- docentes.
Encontra-se na Instituição, à disposição, o “PLANO DE CARREIRA
UNIESP”.
3.6
Programa Institucional de Educação Continuada
A Instituição mantém um Programa Institucional de Educação Continuada, de
caráter permanente, com recursos próprios, com o objetivo de proporcionar
possibilidades de reciclagem, aperfeiçoamento e capacitação profissional dos docentes e
técnicos administrativos, visando aprimoramento do seus recursos humanos, para a
consequente melhoria das suas atividades. As regras e as normas de funcionamento
encontram-se editadas em Portaria específica para este fim, à disposição, na Instituição.
3.7
Corpo Docente
Quadro nº. 3 – Quadro de docentes
Docentes do Curso de Administração
Docentes
Titulação
Acir de Souza
Mestre
Anderson Santos
Mestre
Andréa Sant`Anna Clemente
Mestre
Regime de Trabalho
Parcial
Parcial
Horista
54
Carlos Roberto Campos
Edmilson Ribeiro
Émerson Henrique João
Émerson Pereira Elpídio Mendes
Fábio Rogério dos Santos
Fernando de Simone Neto
Gislaine Vilas Boas Simões
Ilson Juliano Barreto
Israel Mendes
Juliana Albuquerque Abelaneda
Márcia Marins Mendes
Marcio Luis Felix de Souza de Faria
Marcos Rueda Guzmán
Marco Antonio Lopes
Rachel Alves Aguiar
Renata Maldonado Silveira Romão
Robson Nunes Correa
Ronaldo Fernandes Rodrigues
Roberto Franciulli
Samanta Aparecida Lazarini
Soraya Ap. Marinho Helaehil
Valmir Antonio de Arruda
Wander Edmundo de Medeiros
Fonte: Coordenação 2015
3.8
Especialista
Mestre
Especialista
Especialista
Especialista
Mestre
Mestre
Doutor
Especialista
Especialista
Especialista
Especialista
Especialista
Mestre
Especialista
Especialista
Especialista
Especialista
Especialista
Especialista
Mestre
Especialista
Especialista
Horista
Parcial
Horista
Horista
Horista
Horista
Horista
Parcial
Parcial
Horista
Parcial
Parcial
Horista
Horista
Horista
Horista
Horista
Horista
Horista
Horista
Integral
Horista
Parcial
Titulação e Jornada de Trabalho do Corpo Docente
Quadro nº. 4– Síntese da Titulação dos Docentes
Titulação
Especialista
Mestrado
Doutorado
TOTAL
No docentes
17
08
01
26
% docentes
67%
29%
04%
100%
Fonte: Coordenação 2015
Quadro nº. 5 – Síntese da Jornada dos Docentes
Jornada de Trabalho Docente
Integral
Parcial
Horista
TOTAL
Fonte: Coordenação 2015
No Docentes
01
08
17
26
% Docentes
04%
29%
67%
100%
55
3.9
Núcleo Docente Estruturante - NDE
O Núcleo Docente Estruturante – NDE é responsável direto pela elaboração
e implantação do projeto pedagógico do Curso de Administração e é formado por um
grupo de professores totalmente habilitados, que possuem experiência, visando à
elaboração e implementação de um curso que atenda à legislação em vigor e os anseios
de qualidade de ensino, expressos neste Projeto Pedagógico, e é composto pelos
seguintes professores:
Quadro nº 06 – Núcleo Docente Estruturante
Docente
Titulação
Acir de Souza
Mestre
Anderson Santos
Mestre
Edmilson Ribeiro
Mestre
Ilson Juliano Barreto
Doutor
Soraya Ap. Marinho Heaehil
Mestre
Regime Trabalho
Parcial
Parcial
Parcial
Parcial
Integral
Fonte: Coordenação 2015
4 CORPO DISCENTE
4.1 Perfil do Corpo Discente
Para ser aluno de um dos cursos da Faculdade de Sorocaba é necessário
demonstrar competências para lidar, com os conteúdos mínimos que integram os
diferentes componentes do núcleo comum do currículo do ensino médio. Deve
apresentar raciocínio lógico, ter redação coerente, coesa, concatenada abertura para a
construção de novos conhecimentos, além de uma consciência do contexto no qual
está inserido. Como a formação no ensino médio apresenta um alto grau de
irregularidade a Faculdade de Sorocaba oferece programas de Nivelamento para
todos os discentes.
No ensino tradicional o aluno ocupa um papel passivo no processo
educativo, o que gera um conhecimento impessoal e meramente mnemônico dos
conteúdos. Dinâmica que só pode ser transformada pela mudança no paradigma de
ensino tradicional.
56
O que se pode aí constatar é a imensa responsabilidade educacional e social
do processo educacional, ao verificar-se que, com relação aos pressupostos que
devem ser assimilados pelo corpo discente, a maior parcela deles está efetivamente
mais ao alcance do docente do que do aprendiz. Tal reconhecimento, entretanto,
passa despercebido na educação tradicional, posto que normalmente estas questões
fogem ao conteúdo da matéria. Não queremos uma instituição repositória do
conhecimento, a intenção é democratizar o conhecimento.
A seguir estão discriminados os pressupostos para o aprendiz, nos quais uma
simples análise demonstra já a necessidade da influência e participação docente, que
se faz indispensável para a sua incorporação:
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Aprendizagem da estrutura básica do processo de ensino (forma);
Conhecimento com relação às suas características como aprendiz;
Certeza de estar inserido no estudo (conteúdo) de preferência;
Abertura para o desenvolvimento das orientações necessárias;
Participação em atendimento extra-classe;
Predisposição para o estudo;
Atitude ativa e de participação;
Desenvolvimento do espírito colaborativo;
Adoção de condutas externas compatíveis e favoráveis.
Partindo-se da essência da presente proposta para explicitar estes
pressupostos, não se pode conceber a possibilidade do estudante alcançar um bom
nível de aproveitamento se não tiver conhecimento dos meios de aprendizagem mais
favoráveis à sua pessoa, para viabilizar os procedimentos mais adequados ao seu
próprio estudo.
Muito embora a necessária e indispensável participação do professor no
auxílio a vários dos aspectos aqui mencionados, existem outros inacessíveis ao
docente e que dependem fundamentalmente da conscientização, responsabilidade e
maturidade do aprendiz. Veja-se que a escolha do curso adequado, a predisposição
para o estudo, o comportamento social, a experiência extra-classe e o modus vivendi
do aluno compõem um conjunto de elementos com os quais os professores podem
dialogar e estimular. Tratando-se aqui, entretanto, de um estudo sobre populações de
quase adultos, entende-se como já razoavelmente desenvolvidas muitas dessas
características, sendo suficiente, muitas vezes, apenas a ação de um mediador, onde a
figura do mestre pode se fazer presente.
A Faculdade de Sorocaba adota com política dar apoio aos seus discentes,
principalmente aqueles oriundos de escolas públicas, levando em conta as
dificuldades que os alunos apresentam ao ingressarem no ensino superior.
4.2
Atenção aos Discentes
57
4.2.1
Apoio Pedagógico
A Direção e a Coordenação da Faculdade de Sorocaba são os órgãos
responsáveis pelo apoio pedagógico ao discente, por meio de:
•
Atendimento individual e coletivo, com o objetivo de orientá-los no
processo de aprendizagem.
•
Reunião com os representantes de sala a fim de discutir e solucionar os
problemas que porventura existirem, deliberar sobre suas questões acadêmicas e
pedagógicas.
•
Visitas às salas de aula para discussão sobre o andamento do curso,
comunicações importantes dentre outras.
•
Divulgação de eventos culturais e pedagógicos relacionados à área de
interesse do curso.
O atendimento individualizado e por grupos dá-se nos seguintes horários:
DIA
Segunda-Feira
Terça-Feira
Quinta-Feira
Sexta-Feira
4.2.2
HORÁRIO
LOCAL
9h às 12h
9h às 12h e 18h às 22h
9h às 12h e 19h às 22h
9h às 12h e 14h às 18h
Sala de Coordenação
Sala de Coordenação
Sala de Coordenação
Sala de Coordenação
Apoio à Participação em Eventos
A Faculdade de Sorocaba assume como política institucional apoiar os
alunos para que participem dos eventos que possam contribuir para a atualização e
aperfeiçoamento de sua formação. Este apoio é realizado através de divulgação e na
forma de facilitador de transporte aos alunos para eventos, visitas, publicação de
artigos científicos, elaboração de jornais e murais didático-pedagógicos, congressos,
seminários, encontros e outras atividades voltadas para a formação adequada e atual
dos discentes.
4.2.3
Apoio Psicopedagógico
É política da Faculdade de Sorocaba garantir, na medida de suas
possibilidades e necessidades dos interessados, apoio psicopedagógico aos seus
alunos a partir do trabalho dos docentes dos cursos nas áreas envolvidas, por meio da
58
contratação de um profissional devidamente qualificado.
Dessa forma, o aluno da Faculdade será atendido em suas necessidades e
dificuldades referentes a sua vida escolar e à sua aprendizagem, mediante o
agendamento de horário.
Para os discentes que necessitam de atendimento psicopedagógico, a
diretoria e ou coordenação de curso encaminharão para o apoio psicopedagógico,
realizado por um psicólogo em sala reservada.
4.2.4 Mecanismo de Nivelamento
Considerando as dificuldades apresentadas pelos alunos que chegam aos
seus diferentes cursos, com defasagens significativas em componentes básicos no
processo de aprendizagem nos diferentes cursos oferecidos, a Faculdade de
Sorocaba oferece aos seus alunos um processo de ensino-aprendizado realizado a
partir de metodologias diferenciadas Matemática, informática e Linguagem e
interpretação de textos, que os auxiliem a vencer suas dificuldades básicas e
desenvolver um bom curso.
4.2.5 Bolsas de Estudo
São oferecidas bolsas a alunos que necessitam possibilitando continuar seus
estudos. É política institucional oferecer aos alunos bolsa na forma de percentual de
desconto nas mensalidades de até 50%, contra a prestação de trabalho social
voluntário, por meio do Programa Universitário Cidadão. A Instituição mantém
convênios, tais como: PROUNI, Escola da Família, FIES, Universidade na
Alfabetização, Jovens Acolhedores, Órgãos Públicos e parcerias com Empresas e
Prefeituras da região.
5 INFRA ESTRUTURA
59
5.1
Infra-Estrutura para Funcionamento
A área física em que se encontra localizada as Faculdade de Sorocaba
corresponde a 3.134,70 m2, sendo que as instalações prediais em área construída estão
na ordem de 1.945 m2.
Os recursos infra-estruturais, tecnológicos e acadêmicos quanto às salas de
aula, biblioteca, laboratórios, equipamentos, informatização e outros, tanto gerais
quanto por áreas, são descritos a seguir:
5.2
Salas de Aula
As salas de aula somam 1.163 m2, sendo que, variam de 41 m2 a 89 m2, com
capacidade de 1.900 alunos. Novas salas de aulas serão alocadas à medida que os
cursos forem sendo implantados.
60
Quadro nº. 7 – Descrição das Salas de Aula
SALA/N°
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
5.3
ÁREA/M2
50
50
61
60
56
41
41
41
41
82
64
76
60
60
89
65
62
85
85
50
50
40
40
LOCALIZAÇÃO
1º Bloco
1º Bloco
1º Bloco
1º Bloco
1º Bloco
1º Bloco
1º Bloco
1º Bloco
1º Bloco
1º Bloco
1º Bloco
1º Bloco
2º Bloco
2º Bloco
2º Bloco
3º Bloco
3º Bloco
3º Bloco
3º Bloco
2º Bloco
2º Bloco
1º Bloco
1º Bloco
CAPACIDADE / ALUNOS
50
50
60
56
54
40
40
40
40
80
60
70
60
60
80
63
60
80
80
50
50
40
40
Instalações Físicas para os Docentes
As instalações físicas para os docentes encontram-se em espaço físico de 26 m2
distribuído em ambientes junto à sala de apoio de 16 m², objetivando efetiva integração.
Assim, neste espaço estão instaladas a Diretoria, Coordenação dos Cursos, a Secretaria,
a Recepção e o Projetos Sociais, Sala de Professores, Sala da Empresa Junior.
O espaço físico destinado a todas as atividades administrativas atende
satisfatoriamente as necessidades atuais, conferindo uma dinâmica apropriada à
execução dos trabalhos em cada setor e entre eles. O quadro a seguir, sumariza esta
descrição.
61
Quadro nº. 08 – Instalações Físicas para Docentes e Administração.
INSTALAÇÕES FÍSICAS PARA OS DOCENTES/DIREÇÃO/COORDENAÇÕES E
AUXILIARES ADMINISTRATIVOS
AMBIENTES
ÁREA/M2
LOCALIZAÇÃO
Recepção
25
Térreo
Secretaria
25
Térreo
Projetos Sociais
12
Térreo
Diretoria
9
Térreo
Salas de Coordenação de Cursos
7
Térreo
Sala dos Professores
26
Piso Superior
Sala de Apoio Professores
16
Piso Superior
Sala da Empresa Junior
9
Piso Superior
Sanitários
2
Piso Superior
Fonte: Diretoria – 2013
5.4
Laboratório de Informática
Quadro nº. 9 – Laboratório de Informática
Laboratório 01
COMPUTADORES
22
USO/FINALIDA
LOCALIZAÇAO
ÁREA/M
DE
2
Aulas e pesquisas
65
2º Bloco
CAPACIDADE
DE ALUNOS
P/ TURNO
180
Laboratório 02
COMPUTADORES
24
USO/FINALIDA
LOCALIZAÇAO
ÁREA/M
DE
2
Aulas e pesquisas
61
2º Bloco
CAPACIDADE
DE ALUNOS
P/ TURNO
200
62
5.5
Tecnologia da Informação
Quadro nº. 10– Equipamentos de TI
Equipamento
Especificação
Quantidade
Servidor
HP Poland ML 110 c/ monitor, teclado e mouse
01
Switch
Linksys sr 224 – 24 portas
01
Switch
Encore enh924-aut. 24 portas (direção)
01
Roteador
Cisco (wireless)
02
Roteador
TP-link (wireless)
02
Hub Switch
Encore 08 portas (secretaria)
01
Estabilizador
Régua 04 tomada
01
Central telefônica PABX
Simems HiPatch 1190
01
No-break
Netstation SMS
01
No-break
Seidem c/ Bateria externa
01
Modem
Dsl 500b (comodato)
02
Pach Panel
Furukawa 24 portas
02
Rack 4U´s
2,00 / 0,70 metros
02
Rack 4U´s
0,70 / 0,60 metros
01
Rack 4U`s
0,70 / 0,60 metros (direção)
01
Fonte: Diretoria – 2013
5.6
Recursos Audiovisuais
Quadro nº. 11 – Recursos Audiovisuais e Multimídia
Equipamento
Especificação
Quantidade
Datashow
Epson Powerlite S5 +
02
Datashow
Epson Powerlite S12 +
03
Data show
LG DLD DS254 - SD
02
Cx Acústica amplificada
Concept sound CS 300
02
Cx som mini
s/marca, c/ entrada Pendrive e cartão
04
Micro System
CD / K7 / AM-FM
01
Fonte: Diretoria – 2013
63
5.7 - Equipamentos e Mobiliário
5.7.1 - Equipamentos e Mobiliário Existentes no Laboratório
Laboratório de informática
Laboratório 01 – 12 mesas com 48 cadeiras, 22 computadores completos (monitor, teclado,
mouse e cpu), mesa e cadeira do professor, lousa (quadro branco), 15 estabilizadores,
rack pequeno, roteador tplink, switch planet 24 portas e ar condicionado silvermaxi.
Laboratório 02 – 12 mesas com 48 cadeiras, 24 computadores completos (monitor, teclado,
mouse e cpu), mesa e cadeira do professor, lousa (quadro branco), 06 estabilizadores,
rack pequeno, switch planet 24 portas e ar condicionado silvermaxi.
5.7.2 - Equipamentos e Mobiliário Existentes na Secretaria
Secretaria
Balcão de atendimento com 5 baias
8 cadeiras
1 impressora
8 computadores
4 telefones
2 armários
8 arquivos
2 mesas
1 ar condicionado
2 ventiladores
1 bebedouro
5.7.3 - Equipamentos e Mobiliário Existentes na Diretoria
Diretoria
3 mesas
7 cadeiras
1 ventilador
1 computador
5.7.4 - Equipamentos e Mobiliário Existentes nas Coordenações de Cursos
Coordenação de Administração
1 arquivo
2 armários
1 mesa
1 computador
3 cadeiras
1 telefone
64
Coordenação de Ciências Contábeis
1 arquivo
2 armários
1 mesa
1 computador
3 cadeiras
1 telefone
Coordenação de Pedagogia
2 arquivo
2 armários
1 mesa
1 computador
3 cadeiras
1 telefone
5.7.5 - Equipamentos e Mobiliário Existentes na Sala de Professores
Sala dos Professores
2 mesas grandes
1 arquivo
1 armário
1 mesa de apoio
1 bebedouro
1 mesa para café
1 ventilador
5.7.6 - Equipamentos e Mobiliário Existentes no Recursos Humanos
RH
1 arquivo
1 armário
1 mesa
1 computador
3 cadeiras
1 telefone
1 ventilador
5.7.7 - Equipamentos e Mobiliário Existentes em Projetos Sociais
Projetos Sociais
7 arquivos
1 armário
1 mesa
2 computadores
4 cadeiras
1 telefone
1 ar condicionado
65
5.7.8 - Equipamentos e Mobiliário Existentes nas Salas de Aulas
Sala 1
46 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 2
46 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 3
59 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 4
56 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 5
54 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 6
39 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 7
39 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
66
Sala 8
39 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 9
39 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 10
80 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 11
62 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 12
74 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 13
58 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 14
58 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
67
Sala 15
87 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 16
63 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 17
60 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 18
83 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 19
83 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 20
43 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 21
45 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
68
Sala 22
33 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 23
45 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
Sala 24
40 carteiras
1 mesa de professor
1 cadeira de professor
1 lousa
3 ventiladores
5.7.9 - Equipamentos e Mobiliário Existentes no Pátio
Pátio interno
2 mesas
06 cadeiras
5.7.10 - Equipamentos e Mobiliário Existentes na Cozinha
Cozinha
1 armário
1 fogão
1 pia
1 geladeira
1 microondas
1 mesa
3 cadeiras
5.7.11 - Equipamentos e Mobiliário Existentes na Biblioteca
18 mesas redondas
121 cadeiras
05 ventiladores
02 computadores
01 impressora
07 estantes
01 bancada
69
5.8
Biblioteca
A Biblioteca da Faculdade de Sorocaba proporciona suporte para o
desenvolvimento das funções de ensino, pesquisa e extensão, caracterizando-se como
uma biblioteca universitária, apresenta estrutura monolítica, tendo centralizada a gestão
da seleção, aquisição, tratamento técnico da informação e da prestação de serviços aos
usuários, conforme recomendam os padrões para este tipo de biblioteca. O Regulamento
da Biblioteca, que especifica a estrutura organizacional e as atribuições do setor,
encontra-se à disposição, na Instituição, para eventual consulta.
A Biblioteca atua como órgão facilitador das atividades auxiliando professores,
alunos e pesquisadores mediante a promoção do conhecimento nas diversas áreas de
atuação dos cursos da Faculdade de Sorocaba.
5.8.1
Acervo Atual de Livros por Assuntos
Quadro nº. 12– Acervo atual de Livros
LIVROS
PERIÓDICOS
Áreas
Ciências Exatas da Terra
Ciências Humanas
Ciências Sociais Aplicadas
Ciências da Saúde
Lingüística, Letras e Artes
Outros
Total
Títulos
78
734
707
04
134
40
Volumes
388
3663
2471
07
367
40
Nacionais
0
19
23
02
08
0
1697
6936
52
A Biblioteca está sendo constantemente atualizada, sendo incorporadas as
bibliografias básicas e complementares na medida em que os cursos são implantados,
mediante sugestões fornecidas pelos professores e usuários.
70
5.8.2 Política Institucional para Atualização e Expansão do Acervo
Considerando a Biblioteca um repositório da informação, o acervo está em
constante expansão e atualização nos diversos tipos de materiais bibliográficos
existentes e necessários para formação e informação dos usuários.
A aquisição de livros e periódicos é feita através de solicitação à Biblioteca.
Cabe ao bibliotecário efetuar o processo de seleção que abrange:
a) Definição: Seleção é um processo decisório fundamental no controle
bibliográfico da literatura em oferta e de acordo com as necessidades inerentes da
população usuária potencial, que determinam as melhores opções para a aquisição.
b) Objetivos: A política de seleção da Faculdade de Sorocaba visa atender os
objetivos de ensino, pesquisa e extensão dos cursos de graduação e futuramente de pósgraduação, servindo ainda como orientação ao bibliotecário para a melhor utilização dos
recursos para a formação e desenvolvimento da coleção.
c) Responsabilidade: A responsabilidade do processo de seleção cabe: à
direção, bibliotecário, professores e coordenadores de cada disciplina da unidade.
Instrumentos auxiliares da seleção
A seleção do acervo é feita com auxílio à consulta de:
• Bibliografias básicas das disciplinas
• Catálogos comerciais de editores, livrarias, editoras e associações
profissionais.
• Sugestão de diretores, professores, coordenadores de cursos, alunos e
bibliotecário.
Critérios básicos de seleção
Ao selecionar, para cada tipo de material são utilizados critérios básicos como:
Livros e obras de referência
a) Importância do assunto para a Biblioteca;
b) Valor da obra (conteúdo);
c) Escassez de material sobre o assunto;
d) Língua do texto;
e) Autoridade do autor;
f) Citação em fontes bibliográficas;
g) Data de publicação;
h) Quantidade de exemplares necessários na Biblioteca.
Periódicos:
a) Áreas de interesse da Biblioteca;
b) Áreas de abrangência do periódico;
71
c) Citação em fontes bibliográficas;
d) Qualidade dos índices e conteúdo;
e) Solicitação pelo usuário;
f) Custo da assinatura;
g) Autoridade do editor;
h) Quantidade de assinaturas necessárias para a Biblioteca.
Audiovisual (materiais especiais)
a) Importância do material para a Biblioteca;
b) Autoridade do autor;
c) Autoridade do publicador;
d) Qualidade visual e auditiva;
e) Solicitação do usuário;
f) Previsão de uso;
g) Quantidade necessária para a Biblioteca
A compra de material bibliográfico é de responsabilidade da biblioteca. A
aquisição é feita atendendo a solicitação de professores, alunos, direção e dos
coordenadores de curso, através de impresso próprio para “Solicitação de Aquisição de
Material Bibliográfico” devidamente justificada.
É responsabilidade do bibliotecário:
a) Receber as solicitações de aquisição de material bibliográfico
b) Verificar a existência da obra na biblioteca
• se positivo, adquirir de acordo necessidade de mais exemplares
• se negativo, proceder com o processo de aquisição da obra.
c) Fazer cotação, em pelo menos três livrarias e/ou editoras
d) Encaminhar a solicitação para aprovação da direção
e) Receber Nota Fiscal
f) Passar Nota Fiscal devidamente assinada para o setor financeiro efetuar o
pagamento
g) Receber o material bibliográfico adquirido
h) Informar ao solicitante sobre o recebimento do material
i) Arquivar Processo
5.8.3
Espaço Físico da Biblioteca
ÁREA TOTAL
RECEPÇÃO E ACERVO
295,75m2
92m2
LEITURA/ESTUDO
GRUPO
4,80 m2
4,80 m2
72
A Biblioteca possui ambiente adequado às atividades de prestação de serviços
de informação, sendo que a iluminação, mobiliário, tonalidade de ambiente e
comunicação visual, atendem aos padrões arquitetônicos vigentes.
A Biblioteca está num ambiente de fácil acesso considerando os padrões
utilizados para o grande fluxo de pessoas e facilidade de manutenção que o espaço
requer.
O ambiente atual da Biblioteca está dividido da seguinte forma:
5.8.4 Administração e Acesso ao Acervo
A Biblioteca funciona, de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e aos sábados
das 8h às 12hs, totalizando uma carga horária semanal de 74 horas.
5.8.5 Informatização do Sistema de Catalogação, Consulta, Empréstimo e
Produção Estatística
A informatização da Biblioteca vem sendo desenvolvida de acordo com as
necessidades institucionais e necessidades de adequação dos processos técnicos, sendo o
sistema atual o programa Biblioteca Livre (BIBIVRE)
Trata-se de um programa livre desenvolvido pela Sociedade dos Amigos da
Biblioteca Nacional (SABIN) com apoio da COPPE/UFRJ, no desenvolvimento do
projeto nas versões, 1.0 e 2.0, projeto esse patrocinado inicialmente pela IBM-Brasil e
desde 2007 seu patrocinador exclusivo é o Instituto Itaú Cultural.
Possui compatibilidade com os sistemas operacionais Unix, Linux, Windows
(XP/Vista/7) e qualquer outro onde funcionem os aplicativos Java, Tomcat e
PostgresSQL e uma interface gráfica amigável que facilita a utilização dos usuários da
biblioteca além de disponibilização de novas versões para atualização das ferramentas
utilizadas.
A versão utilizada pela biblioteca da Faculdade de Sorocaba é a 3.0.12 com
previsão de atualização do sistema para a versão atual 3.0.20 até o final desse semestre.
73
A utilização do BIBLIVRE foi justamente para suprir a demanda informacional
da instituição e por possibilitar realizar os principais procedimentos realizados em
bibliotecas, tais como:
•
•
A busca e a recuperação da informação,
A circulação, mediante o controle do acesso para consulta, a reserva, o
empréstimo e a devolução de exemplares do acervo,
•
A catalogação de material bibliográfico e de multimídias, inclusive com
controle de autoridades e de vocabulário,
•
O controle do processo de aquisição de novos itens para o acervo,
•
Manutenção do sistema com reindexação das bases de dados e geração de
cópia de segurança.Com relação aos processos técnicos da Biblioteca, o sistema
permite:
•
•
•
•
•
•
•
•
formato AACR-2 para catalogação,
compatibilidade com o formato MARC,
protocolo de comunicação Z39.50 e padrão ISO 2709,
gerenciamento integrado dos dados e funções da biblioteca,
alimentação de dados on-line,
geração de relatórios e estatísticas,
quantificação do acervo,
geração de etiquetas com códigos de barras
O sistema permite mostrar e verificar os processos realizados através de
relatórios como: Relatórios pré-formatados de Sumário do Catálogo, Estatística por
Classificação Dewey, por Usuário, Todos os Usuários, Pedidos de Aquisição Efetuados
Por Período, Empréstimos em Atraso, Total de Pesquisas por Período, Inclusões de
Obras por Período, Bibliografia do Autor, Empréstimos por Período.
5.8.6
Serviços Prestados
Os serviços aos usuários incluem
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Comutação Bibliográfica (COMUT/SCAD)
Elaboração de ficha Catalográfica
Orientação em referências bibliográficas (ABNT)
Pesquisa e levantamento bibliográfico
Orientação e normalização de trabalhos acadêmicos
Consulta local
Empréstimo domiciliar
Serviços de devolução, renovação e reserva
Treinamento dos recursos da biblioteca
74
O sistema de empréstimo domiciliar é exclusivo à comunidade universitária,
realizado, atualmente, no balcão de atendimento onde o usuário pode realizar
empréstimos portanto um documento com foto. Podem ser retirados livros e outras
materiais complementares como multimeios. O Regulamento da Biblioteca, que
normaliza o empréstimo, encontra-se à disposição, na Instituição, para eventual
consulta.
5.8.7 Processos Técnicos
O serviço de processamento técnico concentra-se nas atividades de seleção,
aquisição, registro, catalogação e classificação do acervo. A catalogação adotada segue
o Código de Catalogação, AACR2 (Anglo-American Cataloguing Rules) e a
classificação adotada é a CDD - Classificação Decimal Dewey, sendo que, para a
notação de autor é utilizada a Tabela "PHA".
Os livros adquiridos até o presente momento foram processados em sua
totalidade, estando igualmente informatizados. A disposição do acervo é pelo assunto
classificado e a recuperação da informação pode ser realizada por palavras-chave como
autor, título, assunto.
5.8.8 Recursos Humanos
A Biblioteca conta com 02 (duas) Bibliotecárias e mais 03 (três) auxiliares de
Biblioteca com conhecimentos específicos para auxiliar e orientar adequadamente os
usuários.
75
5.9 Redes de Informação
A Faculdade de Sorocaba opera com um provedor de acesso à Internet
disponibilizado aos alunos, professores e técnico-administrativos, sem nenhum custo
aos mesmos, objetivando ampliar seus conhecimentos. Disponibilizamos aos discentes
dois laboratórios de informática e 02 terminais para acesso direto à Internet na
Biblioteca.
Quadro nº. 13 Redes de Informação
Internet velocidade 08 MB (NET)
Internet velocidade 10 MB (telefonia/vivo)
Quadro nº. 14 Bibliotecas Virtuais
INSTITUIÇÃO
ENDEREÇO ELETRÔNICO
Portal domínio público
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp
Periódicos Capes
http://www.periodicos.capes.gov.br/
76
ANEXOS
ANEXO 1
Ementário do Curso de Administração
Período: 1º Semestre
Disciplina: LINGUAGEM E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS
Ementa
Os maiores obstáculos do estudo e da aprendizagem estão diretamente relacionados com
a correspondente dificuldade que o estudante encontra na exata compreensão dos textos
teóricos, a disciplina pretende criar condições de interpretação, e desenvolvimento de
textos, destacando a adequação da língua formal (norma culta) e a sua relação com os
níveis da fala.
Disciplina: CONTABILIDADE I
Ementa
A disciplina enfoca os conceitos básicos da Contabilidade, trabalha a dinâmica do
patrimônio das empresas e simula sua movimentação, caracteriza a estrutura que
compõe o Balanço e demais peças contábeis. Ensina métodos e técnicas para registro do
exercício dos principais fatos contábeis. Com a fundamentação da teoria e o exercício
da prática, o aluno reúne condições de elaborar balancetes baseados nos princípios
contábeis.
Disciplina: ECONOMIA
Ementa
A disciplina deve propiciar, através da informação orientada, a obtenção de uma visão
global da economia, por meio da compreensão e da importância da economia nacional e
internacional nas organizações empresariais, face aos novos conceitos de mercado e
seus aspectos econômicos e sociais, incluindo a economia verde. Nossa meta é fornecer
subsídios aos alunos para que possam desvendar o funcionamento da Ciência
Econômica, do que ela se ocupa, quais dificuldades que ela enfrenta quando tenta
formular alternativas viáveis para resolução dos problemas sociais, qual o seu objeto de
estudo, como ela pode interferir em nossas vidas e na sociedade. Ao mesmo tempo,
procurar dotar os alunos de capacidade analítica e desenvolver a lógica econômica, para
que ele possa entender as questões macro (grandes agregados econômicos) e
microeconômicas (mercados / consumidores / produtores / preços).
Disciplina: MATEMÁTICA
Ementa
A disciplina se propõe a discutir conhecimentos matemáticos básicos como conjuntos;
funções do 1º grau; funções do 2º grau e pontos de máximo e mínimo, servindo como
77
instrumento na aprendizagem das demais disciplinas afins. Seu objetivo é mostrar aos
alunos a aplicação da matemática nas mais diversas áreas, principalmente em
administração; Possibilitar condições de resolverem problemas práticos da
administração que envolvem aplicações básicas de cálculo diferencial e integral como
noções de limite, derivadas e aplicações do estudo das derivadas.
Disciplina: TEORIA GERAL DE ADMINISTRAÇÃO I
Ementa
A disciplina tem como objetivo contextualizar a Revolução Industrial sob os aspectos:
social, cultural, político, científico, tecnológico e artístico. Abordar as origens da
Administração: da racionalização do trabalho, da padronização da produção e da
produção em massa. Estudar as Teorias Administrativas: Científica Clássica e
Humanística. Conhecer a Teoria da Burocracia, a Estruturalista, a Comportamental e as
experiências de Hawthorne. Apresentar a evolução e as tendências da Administração.
Período: 2º Semestre
Disciplina: CONTABILIDADE II
Ementa
A disciplina, baseada nos conceitos adquiridos em Contabilidade I, trabalha as
particularidades que envolvem os lançamentos de ajuste para fechamento do balanço,
como as operações com mercadorias, métodos de controle de estoque, apuração e
contribuição de impostos sobre compras e vendas. Ensina cálculo, apuração de impostos
e contribuições sobre folha de pagamento, inclusive provisões de 13º salário, férias e
seus impostos incidentes. Modela e encerra o Balanço Patrimonial e Demonstração de
Resultado.
Disciplina: DIREITO EMPRESARIAL
Ementa
A disciplina estuda as relações humanas e suas limitações da vida em sociedade
organizada e disciplinada, noções de cultura e diversidade cultural. É de fundamental
importância para que o aluno consiga não somente entender as regras do mundo
empresarial, suas responsabilidades e dificuldades legais, como as leis atuais que regem
o mercado. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES. Estudo do Art. 1o O Conselho de
Defesa dos Direitos da Pessoa Humana criado pela Lei no 4.319, de 16 de março de
1964, passa a denominar-se Conselho Nacional dos Direitos Humanos - CNDH, com
finalidade, composição, competência, prerrogativas e estrutura organizacional definidas
por esta Lei.
Disciplina: FILOSOFIA
Ementa
A Filosofia é o pensar crítico sobre todas as áreas do saber e do agir humanos, que
revela seus princípios e valores e possibilita a visão de outros mundos, outros modos de
vida, fundamentados em outros princípios. Na práxis, a reflexão filosófica conduz ao
bom senso, através do equilíbrio entre a atitude cética, que coloca em dúvida a
possibilidade de certezas absolutas e universais do conhecimento, e a dogmática, que
recusa as evidências da experiência. A Filosofia abrange o livre exercício da razão
treinada, que descobre os significados mais profundos da realidade e dialoga com ideias
e teorias do passado e do presente e contribui para a construção de projetos individuais e
78
coletivos de vida que nos levem à plenitude do que podemos ser. Análise das
Concepções e questões éticas e étnicas da sociedade. O papel do negro, do índio e da
mulher na sociedade brasileira.
Disciplina: SOCIOLOGIA
Ementa
A Sociologia é a ciência que estuda a sociedade, isto é, o homem como ser econômico,
político, religioso, ético, artístico, e que é dominado por inúmeros interesses. Seu estudo
volta-se para os mais variados tipos ou espécies de análises empíricas ou teorias que se
reportam aos fatos sociais.relações de Poder, participação politica e direito dos
cidadãos. Neste sentido, o aluno, é convidado a participar do processo de construção e
de dominação dos fenômenos de que trata em proveito do homem, bem como da
formação cultural do Brasil e sua miscigenação.
Disciplina: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Ementa
A disciplina de Tecnologia da Informação visa qualificar o aluno de administração para
o entendimento da dimensão teórica e prática da informática, ou seja, proporcionar-lhe
uma ampla visão acerca das diversas ferramentas disponíveis no mercado e suas
implicações, possibilitando, assim, a utilização da informática na administração (editor
de texto, planilhas, apresentações gráficas); o uso estratégico da tecnologia da
informação na administração; o desenvolvimento de ambientes eficientes e eficazes da
tecnologia da informação; a aplicação da tecnologia da informação nas diversas áreas da
empresa para obtenção de vantagens competitivas; a utilização da internet como
business; a globalização e o desenvolvimento de estratégias competitivas.
Disciplina: TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO II
Ementa
A disciplina Teoria Geral da Administração II, tem como meta conduzir o estudante às
praticas gerenciais através das estratégias administrativas. O aluno terá a habilidade em
efetuar diagnósticos de situações, dimensionar recursos e planejar suas aplicações. Para
uma visão global do gerenciamento das organizações, também contempla a evolução do
pensamento administrativo com as modernas práticas gerenciais.
3º Semestre
Disciplina: CONTABILIDADE E GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS
Ementa
A disciplina tem como objetivo treinar os alunos, apresentando alguns estudos de casos
e exercícios práticos abordando os conceitos consagrados de contabilização dos custos,
propondo roteiro técnico seguro de conceitos e passos para a confecção de planilhas
para análise e apuração de custos, propiciando-lhes o raciocínio necessário e prático
para conhecer como os custos são apurados e contabilizados no processo de produção.
Disciplina: ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS
Ementa
A disciplina pretende abordar os conceitos de organizações e dos sistemas
administrativos. Explicando as estruturas organizacionais, os modelos de gestão para
melhoria, o aperfeiçoamento de processos organizacionais, suas metodologias de
79
análises e solução de problemas. Visa analisar os ambientes interno e externo, explorar
as técnicas de levantamento de informações e a otimização do espaço físico.
Disciplina: ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE
Ementa
O objetivo é apresentar aos alunos uma introdução aos princípios gerais da estatística
descritiva e probabilidade, apresentando as ideias elementares de estatística sobre a
organização de dados em tabelas e gráficos; medidas descritivas, noção de variabilidade
de dados de observação e análise de dados obtidos através de levantamentos e de
experimentos apropriadamente delineados na solução de problemas dos campos da
Administração.
Disciplina: ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL
Ementa
A disciplina aborda noções de ética e valores, propiciando um entendimento reflexivo
acerca de temas como: Benefícios da empresa ética. Responsabilidade Social e a Gestão
Ambiental. O lugar do ser humano dentro de uma empresa.
Numa época em que culturas diferentes estão cada vez mais entrelaçadas e precisam
conviver dentro dos ambientes organizacionais é necessário instigar o pensar, para que
os alunos desenvolvam conceitos sobre cultura e diversidade cultural, formação cultural
do Brasil e miscigenação (imigrantes, indígenas e afro-descendentes).
Disciplina: PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL
Ementa
O estudo da psicologia e sua relação com outras áreas de conhecimento é fundamental
para que o aluno perceba a complexidade do comportamento humano e aprenda a lidar
com essa questão no dia-a-dia das organizações. Deste modo, a disciplina pretende
abordar noções sobre os principais estudos da psicologia, tais como as várias teorias
psicológicas, os processos de desenvolvimento do comportamento humano, bem como
os aspectos gerais que envolvem o funcionamento e desenvolvimento das organizações.
A psicologia, deste modo, deve contextualizar o homem não apenas interessando-se
pelo que ocorre com o indivíduo, mas sim trabalhar com os acontecimentos do
comportamento interpessoal.
Disciplina: MATEMÁTICA FINANCEIRA
Ementa
Enfatizar a importância do estudo da matemática financeira para os administradores,
tornando-os plenamente capacitados para o exercício da sua profissão.
4º Semestre
Disciplina: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL
Ementa
A disciplina desenvolve no aluno habilidades na da utilização de tecnologia adequada
dentro das organizações, estabelecendo a importância do planejamento e uso de
informações para obter conhecimento para a tomada de decisão. O aluno vai aprender
princípios da Engenharia da Informação e saber especificar as características necessárias
80
de um SIG para uma organização, tornando-o preparado para elaborar o Plano Diretor
de Sistemas de Informação de uma organização.
Disciplina: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA I
Ementa
A disciplina Administração Financeira e Orçamentária I tem como meta preparar o
aluno para realizar análises de projetos, seja ele único ou por comparação, utilizando-se,
para isso, de ferramentas da matemática financeira e conhecimentos de economia.
A disciplina também tem como objetivo preparar o aluno para compreender a função do
gestor financeiro de uma organização, entendendo sua constituição, tipos de tributações
entre outros aspectos relevantes.
Disciplina: GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING
Ementa
A disciplina pretende abordar a importância do Marketing para o século XXI, estudando
o processo de análise de oportunidades de mercado, tomada de decisões em marketing,
canais de marketing, logística de mercado, comunicações integradas de marketing,
administração da força de vendas.
Disciplina: LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA E FISCAL
Ementa
A disciplina introduz os conhecimentos jurídico-legais próprios da área tributária, tais
como base de cálculo, alíquota, competência tributária, bem como o estudo dos
impostos em espécie. Objetiva a consciência jurídica necessária à correta
responsabilização, cumprimento e otimização do planejamento e administração
tributários.
Ademais, abrange o estudo dos aspectos internacionais da tributação, proporcionando
uma leitura interdisciplinar com disciplinas, como contabilidade e negócios
internacionais.
Disciplina: LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDÊNCIÁRIA
Ementa
A matéria introduz os conhecimentos jurídico-legais mínimos e necessários ao bom
desempenho das funções, enquanto futuros administradores de empresa, de modo que
possuam conhecimentos tais como: relações de emprego e trabalho, contrato de
trabalho, acidente de trabalho, assédio e dano moral, bem como a abordagem do
instituto da greve. Estatuto do Idoso.
Disciplina: GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS
Ementa
Nesta disciplina teremos uma análise dos principais enfoques na área de Gestão de
Pessoas no Brasil e no mundo, discutiremos todos os problemas enfrentados pelas
organizações na área de RH. Estudaremos as funções e a importância da área para o
desenvolvimento organizacional, preparando os nossos profissionais para o dia a dia das
organizações. A disciplina aborda as rotinas do departamento pessoal utilizando como
ferramenta um software disponível para os alunos. Será abordado também temas como a
formação cultural do Brasil – miscigenação.
81
Disciplina: EMPREENDEDORISMO, CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO
Ementa
A disciplina pretende mostrar a nova realidade do mundo, a necessidade de desenvolver
o espírito empreendedor para sobreviver no mercado de trabalho. Vamos trabalhar com
os alunos o perfil empreendedor e as possibilidades criativas que a gestão ambiental
vem oferecendo.
5º Semestre
Disciplina: ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA
Ementa
A disciplina torna familiar a base teórica e a prática contemporânea, procurando
demonstrar métodos e técnicas para compreensão e análise das organizações e sua
gestão de marketing. Focaliza essencialmente a teoria central do Marketing, tendo como
base o cliente.
Disciplina: ANALISE ESTRATÉGICA DE FINANCIAS E INVESTIMENTOS
Ementa
A política de investimentos considera o crescimento do mercado analisando o cenário
macroeconômico nacional e internacional e também suas implicações. Torna-se
imprescindível uma análise econômica rígida e criteriosa de um projeto de investimento.
Alguns métodos de avaliação de investimentos são feitos através das projeções de
Fluxos de Caixa, sendo estes os cálculos do Valor Presente Líquido, da Taxa Interna de
Retorno e o Payback Descontado, visando demonstrar a viabilidade do investimento ou,
ainda, visualizar se os projetos são economicamente viáveis ou não.
Pontos como custo do capital, custos operacionais, preços, rentabilidade, oportunidades,
volumes operados, taxas de risco, taxas de atratividade são alguns itens indispensáveis a
uma boa avaliação, que visa diminuir as incertezas e a maximizar a criação de valor
para os investidores, a sociedade e para a perpetuação do projeto realizado.
Disciplina: GESTÃO DA PRODUÇÃO LOGÍSTICA
Ementa
O conteúdo do curso abrange a gestão do processo produtivo de uma empresa desde a
sua origem (fornecedor) até o seu destino final (cliente), incluindo os processos internos
(planejamento, produção, armazenamento e movimentação de materiais, etc.) e os
processos externos (distribuição e transporte, sistema de informações logísticas, etc.).
Serão apresentados os métodos e ferramentas que fazem parte do universo do conceito
moderno de Logística, visando o incessante aprimoramento das empresas e dos
profissionais da administração para a obtenção de maiores níveis de competitividade.
Com uma abordagem sobre logística reversa.
Disciplina: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA II
Ementa
A disciplina de Administração Financeira e Orçamentária tem como objetivo preparar o
aluno para a aplicação dos conceitos básicos sobre mercado (oferta e demanda) e a
formação de preços em mercados competitivos, formando habilidades e conhecimento
nas decisões financeiras de uma organização. As atividades financeiras também são
ministradas e praticadas em forma de simulações empresariais. Nessas práticas estão
82
contempladas as decisões financeiras a longo prazo, os controles orçamentários e os
planejamentos táticos e estratégicos.
Disciplina: FUNDAMENTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR
Ementa
Oferecer aos alunos conhecimentos gerais do ambiente do Comércio Internacional, bem
como da política brasileira de comércio exterior, e a infra-estrutura proporcionada pelos
órgãos do governo para apoiar e facilitar as transações internacionais. Terão noções da
estrutura de comércio exterior necessária na empresa, e do papel do Administrador no
apoio a esta importante área de negócios da empresa. Os alunos deverão ter ainda
noções das principais modalidades de negócio internacional e dos principais “termos”
de comércio internacional (Incoterms), bem como noções de câmbio.
Disciplina: PROJETOS INTERDISCIPLINARES: PLANO DE NEGÓCIOS
Ementa
São abordados os aspectos estratégicos, gerenciais e operacionais que subsidiam a
elaboração do plano de negócios. Os alunos desenvolvem a elaboração de um plano de
negócios alinhado a outras disciplinas como Administração financeira e orçamentária e
Administração Mercadológica, com intenção de medir a viabilidade de transformar uma
ideia em um negócio.
Disciplina: METODOLOGIA CIENTÍFICA
Ementa
Introdução ao estudo da metodologia da pesquisa científica. As bases para o processo
criativo de trabalhos de natureza científica: Competências, Habilidades e atitudes
investigativas. Realização de pesquisas e trabalhos com rigor científico e profundidade
de exploração. Analisar, verificar, compreender, inter-relacionar e desenvolver o
conhecimento na utilização das fontes de pesquisa, análise científica, pesquisas
qualitativas, estudos de caso, história de vida, monografias, bibliografias especializadas.
6º Semestre
Disciplina: DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL
Ementa
Como a inserção do Brasil diante de um novo conceito identitário de país em
desenvolvimento, influencia as novas dinâmicas de desenvolvimento organizacional no
ambiente corporativo. Aliada à política de responsabilidade social das empresas através
do equilíbrio sustentável entre produção e meio-ambiente (ação interna) e prática social
pela empresa junto à comunidade (ação externa), a disciplina de Desenvolvimento
Organizacional apresenta ao aluno ferramentas teóricas que o inserem numa visão
reformulada em torno do papel de uma Administração moderna e transformadora
perante a sociedade. A abordagem da cultura japonesa corporativa e suas diferenças
com a cultura empresarial ocidental também é alvo de abordagem.
A compreensão de diferenças entre o modelo mecanicista de gestão, vigente a partir da
revolução industrial do século XVIII e o modelo de gestão orgânica, em voga a partir
dos séculos XX e XXI, permitem ao aluno entender as razões das principais
transformações corporativas onde aumento e eficiência de produção caminham juntos
com o estímulo à qualidade de vida do trabalhador. Para alcançar essa finalidade, o
aluno se debruça sobre os principais campos de estudos motivacionais a partir da teoria
83
de Empowerment, compreendendo que tais mudanças são impulsionadas pelo fenômeno
da Globalização econômica e social. A partir desta visão, o aluno poderá aplicar os seus
fundamentos na prática, seja como líder ou gestor na área de Recursos Humanos ou
como parte essencial da engrenagem administrativa onde qualidades como cultura,
adaptação e planejamento estratégico integram a sua formação profissional como
indivíduo.
Disciplina: PROJETO INTERDISCIPLINAR: PRÁTICAS EMPRESARIAIS
Ementa
A disciplina aborda a relação entre o histórico dos jogos empresarias e das dinâmicas de
grupo; focando os diversos tipos de jogos de empresas, assim como a sua aplicabilidade
interligada ao clima organizacional. Para tanto, discute-se as fases do processo criativo e
a construção dos jogos empresariais, abrangendo o desenvolvimento de competências
através dos jogos.
Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS
Ementa
O conteúdo do curso abrange a administração dos materiais de uma empresa desde a sua
compra (fornecedor) até a expedição do produto para seu destino final (cliente).
Serão apresentados os métodos e ferramentas para a administração de compras e a
gestão dos estoques abrangendo seu dimensionamento, controle e análise, que fazem
parte do universo do conceito moderno de Logística, visando o incessante
aprimoramento das empresas e dos profissionais da administração para a obtenção de
maiores níveis de competitividade.
Disciplina: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL
Ementa
O aluno terá a visão do Planejamento Estratégico sob várias óticas: histórico,
importância, principais conceitos. Na fundamentação teórica, abordamos as principais
escolas formadoras das técnicas para, então, assumir o escopo prático da disciplina:
análise de ambientes, montagem de cenários, trabalhando a questão da Inteligência
Competitiva dentro das empresas, num ambiente de competição empresarial. O aluno
terá conhecimento das metodologias e etapas do planejamento estratégico em detalhes e
será capaz, ao fim do curso, de formular um plano estratégico, utilizando ferramentas
consagradas como a matriz SWOT, Porter, BSC, matriz BCG entre outros.
Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES
Ementa
A disciplina torna familiar a base teórica e a prática contemporânea. Conceitua a
Produção e suas Operações e são abordados temas relacionados a processos de produção
e serviços, tecnologias de produção e serviços, teorias de produção, modelagem de
problemas de produção e serviços, planejamento e tomada de decisão e administração
da qualidade. Habilita as tomadas de decisões sobre: Localização, produto, tempos e
métodos, layout e logística.
84
7º Semestre
Disciplina: TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO I
Ementa
Esta disciplina tem por finalidade preparar o aluno para a utilização das tecnologias da
informação e comunicação, gestão do conhecimento em diversas área gerenciais de uma
organização inserida num contexto de mudanças rápidas e buscas contínuas por
inovação. Responsabilidade social e ambiental nas organizações e serviços também
fazem parte da formação do discente nesta disciplina.
Disciplina: GESTÃO E ANÁLISE DE PROJETOS
Ementa
Este programa foi elaborado com o objetivo de capacitar o aluno na análise de projetos
de investimentos.
Cada vez mais, torna-se vital para as organizações a tomada de decisões sobre a
aquisição, manutenção ou abandono de ativos fixos para fazer frente ao processo de
reestruturação tecnológica e das novas tendências mercadológicas.
Para tanto, os projetos de investimento são um instrumental fundamental para a tomada
de decisões, cujo fracasso ou sucesso afetarão os resultados futuros da empresa e,
consequentemente, de seus acionistas.
Assim, analisar as estimativas de um projeto torna-se fundamental para se tomar as
decisões de investimento. O programa abordará as etapas de um projeto. Para tanto, se
faz necessário entender o plano de negócios (business plan), visando analisar fatores
como Localização, Escala, Engenharia de um Projeto, Análise de Mercado e
Concorrência.
O aluno desenvolverá saberes aplicados aos Aspectos Econômicos, Financeiros, Meio
Ambiente e Jurídico. Compõe ainda a base de conhecimento, estudos voltados para as
estimativas de Demanda; Orçamentos de Investimento; Financiamento Bancário –
linhas de crédito: BNDES – PROGER; Operações Estruturadas; Indicadores para
avaliar projetos: (Pay back simples, pay back descontado, TIR, VPL, Custo Médio
Ponderado de Capital, valor econômico agregado,Valor de mercado agregado, Break
Even e fluxo de caixa.
Serão desenvolvidos modelos de projetos de investimento que sigam as orientações dos
principais agentes financeiros, como BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social, Banco do Brasil S/A., SEBRAE – Serviço de Apoio às Micro e
Pequenas Empresas, para os setores industrial, comercial, serviços e agropecuários.
Disciplina: GESTÃO DA QUALIDADE E PRODUTIVIDADE
Ementa
O objetivo desta disciplina é capacitar os alunos na Gestão da Qualidade, atividade
essencial atualmente na administração de qualquer empresa, independentemente do seu
tamanho ou ramo de atividade.
Será apresentado o conceito de Qualidade Total e sua aplicação como modelo de
excelência na administração, buscando a eficiência e a eficácia organizacionais.
O conteúdo do curso abrange a aplicação em qualquer processo dos modelos e
ferramentas que fazem parte do universo da Gestão da Qualidade, visando o
melhoramento contínuo das empresas e dos profissionais da administração para a
obtenção de maiores níveis de competitividade.
85
Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS E SERVIÇOS
Ementa
Para se manter competitiva no mercado, uma empresa precisa estar preparada para as
mudanças que ocorrem em seu ramo. Na área da prestação de serviços, principalmente,
a capacidade de adaptação às mudanças exige um sistema de gestão capaz de garantir o
sucesso do empreendimento e a compreensão da própria organização. O objetivo da
disciplina é ajudar o aluno a compreender a concepção atual da gestão de serviços e
orientá-los a estudar os princípios e fundamentos da prestação de serviços. Para tanto,
deverão analisar as relações interpessoais, as situações de vendas, das negociações e da
satisfação do cliente levando em consideração as boas e as más práticas, procurando
também soluções para os conflitos. Analisar estratégias de vendas e as novas
possibilidades de mercado.
Disciplina: PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO
Ementa
A disciplina tem como foco introduzir o aluno ao estudo da Metodologia da pesquisa
científica com abordagem dos Tipos de conhecimento, do Método Científico,
valorização da criação e autenticidade, incentivo, direcionamento e elaboração do
Trabalho de Conclusão de Curso conforme as Normas da ABNT (Associação Brasileira
de Normas Técnicas).
8º Semestre
Disciplina: TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO II
Ementa
A disciplina de Tópicos Especiais em Administração II tem como meta forjar no aluno
as habilidades para as analises das situações e possíveis soluções. O aluno terá aptidão
para desenvolver estratégias competitivas e análises de ambientes empresariais.
Também são objetos de estudos nesta disciplina as culturas organizacionais, métodos de
trabalho, capacidade de inovar e formas de manter a organização competitiva num
mercado competitivo.
Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS
Ementa
O aluno será levado a entender as vantagens e desvantagens econômicas das práticas do
comércio internacional para os países e as principais teorias do comércio internacional,
suas implicações e suas problemáticas (sociais, ambientais, políticas e econômicas);
aprenderá a compreender plenamente as políticas que os governos adotam quanto ao
comércio internacional, bem como seu impacto sobre a sociedade a fim de perceber os
arranjos, experiências e tentativas de coordenação das políticas macroeconômicas no
campo internacional.
Disciplina: GESTÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS
Ementa
A disciplina foca a lei geral das PME’s, bem como as facilidades propiciadas pelo
governo para a sua concepção, e também o significado das Pequenas e Médias
Empresas no cenário econômico e social brasileiro, propondo exercícios práticos que
abordam os conceitos consagrados de gestão empresarial.
86
Disciplina: MERCADO DE CAPITAIS
Ementa
A disciplina de mercado de capitais deve propiciar ao aluno ter uma visão abrangente e
qualitativa dos mercados financeiros e de capitais, as instituições que os compõe o
sistema financeiro nacional e internacional, os produtos financeiros e sua utilização para
os diversos agentes econômicos.
Disciplina: ESTUDO DA REAALIDADE CONTEMPORÂNEA I
Ementa
Cultura e Arte; Avanços tecnológicos; Ciência, tecnologia e sociedade; Democracia,
ética e cidadania; Ecologia/biodiversidade; Globalização e política internacional;
Políticas públicas: educação, habitação, saneamento, saúde, transporte, segurança,
defesa, desenvolvimento sustentável. Relações de trabalho; Responsabilidade social:
setor público, privado, terceiro setor; Sociodiversidade e multiculturalismo: violência,
tolerância/intolerância, inclusão/exclusão e relações de gênero; Tecnologias de
Informação e Comunicação; Vida urbana e rural.
DISCIPLINAS OPTATIVAS
Disciplina: LIBRAS
Ementa
Apresentação de conceitos para o entendimento da língua brasileira de sinais.
Proximidade com o mundo da surdez. Técnicas e procedimentos de lingüística através
dos sinais. Ênfase no tratamento de aspectos da linguagem relacionados. Práticas
identitárias, comunicativas, argumentativas, educacionais buscando desenvolver a
expressão visual-espacial.
Disciplina:
FORMAÇÃO
NOVOS
GESTORES:
COMPORTAMENTO
ORGANIZACIONAL
Ementa
A disciplina visa analisar a importância da Liderança na Administração. Conhecer os
tipos de liderança históricos e contemporâneos. Contextualizar a Liderança na Teoria
Administrativa. Abordar a importância da Gestão do conhecimento e a competitividade
no mercado atual. Discutir temas tais como: Competências, Habilidades, Atitudes,
Criatividade e Grupos Criativos, e, sobre tudo, o Desenvolvimento sustentável .
Disciplina: GESTÃO AMBIENTAL
Ementa
A disciplina Gestão Ambiental, objetiva preparar o discente para o domínio de
habilidades que englobam questões ligadas a Gestão Ambiental, administração
Sustentável e desenvolvimento social sustentável, definindo conceitos teóricos, bem
como, entendimento e delimitação de responsabilidades e perspectivas e cenários
futuros para aplicação na administração.
A disciplina destaca, no aspecto ligado ao Meio Ambiente, questões ligadas à
Legislação Ambiental, em especial à fundamentação e aplicabilidade de legislação que
estabelece a obrigatoriedade de procedimento de EIA/RIMA, a implantação de Sistemas
de Gestão Ambiental e procedimentos para Certificação Ambiental. Aborda também
tipos de contaminação ambiental e ações mitigadoras em relação a impactos ambientais.
87
Disciplina: COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL
Ementa
O curso de Comunicação Empresarial tem como meta preparar o aluno para o domínio
de habilidades que englobam a sua autopromoção, o relacionamento interpessoal e
pleno conhecimento do processo comunicativo que envolve a escrita, argumentação,
clareza de ideias, senso crítico na recepção, análise e transmissão da informação,
ferramentas essenciais hoje para se fazer entender e compreender os mecanismos que
garantem o sucesso nas relações profissionais.
A disciplina também aborda outras áreas que visam uma formação multifacetada na
esfera administrativa como o mundo dos negócios, administração de marketing,
estratégias de venda, introdução de um produto no mercado, análise de seus efeitos na
sociedade de consumo e a compreensão dos efeitos da “globalização” no mundo das
empresas e da comunicação.
Disciplina: SISTEMAS INTEGRADOS E COMÉRCIO
Ementa
A disciplina pretende mostrar os impactos da tecnologia na gestão organizacional. Os
Sistemas Integrados de Gestão Empresarial (ERP). Fluxo de Informações. E-business.
Soluções integradas de TI: Customer Relationship Management (CRM), Supply Chain
Management (SCM) e Business Intelligence (BI). Segurança em ERP. ERP na prática.
Tendências
Disciplina: NEGOCIAÇÃO
Ementa
A disciplina aborda duas fases distintas de aprendizado, começando com o estudo de
situações de venda e negociações, analisando boas e más práticas para embasar o
conhecimento de como efetuar vendas adequadamente. Em seguida, abrange os aspectos
de gestão das equipes de vendas, priorizando a motivação e incentivos de equipes e
técnicas de previsão de demanda, carteirização e campanhas de promoções.
88
ANEXO 3
Bibliografia básica de complementar do Curso de Administração
Período: 1º Semestre
Disciplina: LINGUAGEM E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2009.
CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. Rio
de Janeiro: Lexikon, 2008.
MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental. São Paulo: Atlas, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GUIMARAES, Thelma de C. Comunicação e Linguagem. São Paulo: Pearson, 2011.
AZEREDO, José Carlos de. Iniciação à sintaxe do Português. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 2007.
CAMARA JÚNIOR, J. Mattoso. Manual de expressão oral e escrita. Petrópolis: Vozes,
2008.
LERNER, Delia. Ler e escrever na escola. Porto Alegre: Artmed, 2008.
ORLANDI, Eni Pulcinelli. Discurso e leitura. São Paulo: Cortez, 2006.
SOARES, Magda Becker; CAMPOS, Edson Nascimento. Técnica de redação. Rio de
Janeiro: Ao Livro Técnico, 2004.
Disciplina: CONTABILIDADE I
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
IUDÍCIBUS, Sérgio. Contabilidade Introdutória. 11.ed. São Paulo: Atlas, 2010
PADOVEZE, Clóvis Luis. Manual da Contabilidade Básica. 7.ed. São Paulo: Atlas,
2009
MARTINS, Eliseu; IUDICIBUS, Sérgio. Manual de Contabilidade Societária. São
Paulo: Atlas, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Básica Fácil. 26.ed. São Paulo: Saraiva, 2009
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Geral Fácil. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2009
BASSO, Irani Paulo. Contabilidade Geral Básica. 4.ed. Unijui, 2011.
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Contabilidade avançada: textos, exemplos e exercícios
resolvidos. São Paulo: Atlas, 2007.
MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. 13.ed. São Paulo: Atlas, 2008.
Disciplina: ECONOMIA
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MANKIW, Gregory N. Introdução a economia. 5.ed. Rio de Janeiro: Cengage, 2010.
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. Economia: Micro e Macro. 5.ed. São
Paulo: Atlas, 2011.
PINHO, Diva Benevides, Vasconcellos, Marco Antonio Sandoval de. Manual De
Economia: Equipe de Professores da USP. São Paulo: Saraiva. 2006
89
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LESSA, Carlos Francisco; CASTRO, Antônio Barros de. Introdução a Economia.
38.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2011.
ROSSETTI, José Pascoal. Introdução à Economia. 9.ed. São Paulo: Atlas, 2003.
KRUGMAN, Paul, R. Economia Internacional. 8.ed. São Paulo: Pearson, 2010.
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; GARCIA, Manoel E. Fundamentos
de economia. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2004
FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. 34ª Ed. São Paulo: Cia das letras,
2007.
Disciplina: MATEMÁTICA
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
STEWART, James. Cálculo. 6.ed. Rio de Janeiro: Cengage Learning, 2009. vol. 1
SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para os cursos de Economia,
Administração e Ciências Contábeis. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2008. vol. 1
WEIR, Maurice D.; HASS, Joel; GIORDANO, Frank R.; Cálculo. Rio de Janeiro:
Addison-Wesley, 2008. vol. 1
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FLEMING, Diva Marilia; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: Funções, Limite,
Derivação e Integração. 6. ed. São Paulo: Prentice- Hall, 2007
ANTON, Howard; BIVENS, Irl C.; DAVIS, Stephen. Cálculo. 8.ed. Porto Alegre:
Bookman, 2007. vol. 1
ÁVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC,
2008. vol.1.
HARIKI, Seiji; ABDOUNUR, Oscar João. Matemática aplicada: administração,
economia, contabilidade. São Paulo: Saraiva, 2003.
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 10.ed. São Paulo:
Atlas, 2008.
Disciplina: TEORIA GERAL DE ADMINISTRAÇÃO I
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Administração: Teorias, processos e práticas. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2007.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à administração. 7.ed. São Paulo:
Atlas, 2007.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Estratégia empresarial & Vantagem
competitiva: como estabelecer, implementar e avaliar. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Teoria Geral da Administração: uma
abordagem prática. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PERUSSI FILHO. Sérgio; ESCRIVAO FILHO, Edmundo. Teorias de Administração.
São Paulo: Saraiva, 2010.
KWASNICKA, Eunice Lacava. Introdução à administração. 6.ed. São Paulo: Atlas,
2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 7. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2004.
MONTANA, Patrick J. Administração I. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
DRUCKER, Peter F. Introdução à Administração. 3.ed. São Paulo: Pioneira, 2002.
90
MORGAN, Gareth. Imagens da organização: edição executiva. 2. ed. São Paulo: Atlas,
2002.
MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Administração para empreendedores. 2.ed. São
Paulo: Pearson, 2011.
Período: 2º Semestre
Disciplina: CONTABILIDADE II
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
IUDÍCIBUS, Sérgio. Contabilidade Introdutória. 11.ed. São Paulo: Atlas, 2010
PADOVEZE, Clóvis Luis. Manual da Contabilidade Básica. 7.ed. São Paulo: Atlas,
2009
MORANTE, Antonio S. Contabilidade: Noções para análise de resultado de balanço
patrimonial. São Paulo: Atlas, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Básica Fácil. 26.ed. São Paulo: Saraiva, 2009
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Geral Fácil. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2009
BASSO, Irani Paulo. Contabilidade Geral Básica. 4.ed. Unijui, 2011.
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Contabilidade avançada: textos, exemplos e exercícios
resolvidos. São Paulo: Atlas, 2007.
MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. 13.ed. São Paulo: Atlas, 2008.
Disciplina: DIREITO EMPRESARIAL
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial. São Paulo: Saraiva, 2010. – Volumes
1e2
COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de Direito Comercial: Direito de Empresa. São Paulo:
Saraiva, 2010.
TOMAZETTE, Marlon. Curso de Direito Empresarial. 3.ed. São Paulo: Atlas. 2011.
Vol. 1
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
OLIVEIRA, James Eduardo. Código de Defesa do Consumidor. 5.ed. São Paulo: Atlas,
2011.
COELHO, Fábio Ulhoa. Comentários à Nova Lei de Falências e Recuperação de
Empresas. São Paulo: Saraiva, 2010.
GRINOVER, Ada Pelegrini. Código de Defesa do Consumidor: Comentado pelos
Autores do anteprojeto. São Paulo: Saraiva, 2007.
DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. 24.ed. São Paulo: Atlas,
2011.
MARRARA, Thiago. Princípios de Direito Administrativo. São Paulo: Atlas, 2012.
Legislação Federal vigente no Brasil.
Disciplina: FILOSOFIA
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARANHA, Maria Lúcia de A. e Martins, Maria Helena P. Temas de Filosofia. 3.ed. São
Paulo: Moderna, 2005.
91
CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 10.ed. São Paulo: Ática, 1999.
MATTAR NETO, João Augusto. Filosofia e Ética na Administração. 2.ed. Saraiva,
2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARANHA, Maria Lúcia de A. e Martins, Maria Helena P. Filosofando. Introdução à
Filosofia. 2.ed. São Paulo: Moderna, 1993.
PIEPER, Josef . O que é filosofar? 3.ed. São Paulo: Loyola, 2009.
JASPERS, Karl. Introdução ao Pensamento Filosófico. 16.ed. Cultrix, 2011.
SEVERINO, Antônio. Filosofia. São Paulo: Cortez, 2007.
PRADO JÚNIOR, Caio. O que é filosofia. São Paulo: Brasiliense, 2007
Disciplina: SOCIOLOGIA
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CASTRO, Celso Antonio P. de. Sociologia Aplicada à Administração. 2.ed. São Paulo:
Atlas, 2003.
MARCONDES, Reynaldo C. Sociologia Aplicada à Administração. 7.ed. São Paulo:
Saraiva, 2011.
DIAS, Reynaldo. Introdução a Sociologia. 2.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2010.
GIL, Antônio C.. O que é Sociologia. São Paulo: Atlas, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DURKHEIM, E. As regras do método sociológico. 3.ed. São Paulo: Martins Fontes,
2007.
COSTA, Cristina. Sociologia: Introdução a Ciência da Sociedade. São Paulo: Moderna,
2011.
BRIDI, Maria Aparecida. Sociologia: um olhar crítico. São Paulo: Contexto, 2009.
TOMAZI, N. D. Iniciação à Sociologia. 2ª ed. São Paulo: Atual, 2000.
TURNER, J. H. Sociologia. São Paulo: Pearson Makron, 2005.
Disciplina: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MANZANO, André Luiz N. G. Estudo Dirigido De Microsoft Office Excel 2010. São
Paulo: Érica, 2010.
MANZANO, André Luiz N. G.;MANZANO, Maria Izabel N. G. Estudo Dirigido De
Microsoft Office Word 2010. São Paulo: Érica, 2010.
REZENDE, Denis Alcides. Tecnologia da Informação Aplicada a Sistemas de
Informação Empresariais. 8.ed. São Paulo: Atlas, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LAURINDO, Fernando José Barbin. Tecnologia Da Informação. São Paulo: Atlas,
2008.
ALVES, Willian P. Informática Fundamental: Introdução ao processamento de dados.
São Paulo: Érica. 2010.
ALBERTIN, Luiz Alberto. Administração de Informática. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2009.
CAPRON, H. L.; JOHNSON, J. A. Introdução à Informática. 8.ed. São Paulo: Prentice
Hall, 2004.
MANZANO, André L. N. G.; MANZANO, Maria I. N. G. Informática Básica. 6.ed.
São Paulo: Érica, 2004.
NORTON, Peter. Introdução à Informática. São Paulo: Makron Books, 2004
92
Disciplina: TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO II
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Administração: Teorias, processos e práticas. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2007.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à administração. 7.ed. São Paulo:
Atlas, 2007.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Estratégia empresarial & Vantagem
competitiva: como estabelecer, implementar e avaliar. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Teoria Geral da Administração: uma
abordagem prática. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PERUSSI FILHO. Sérgio; ESCRIVAO FILHO, Edmundo. Teorias de Administração.
São Paulo: Saraiva, 2010.
KWASNICKA, Eunice Lacava. Introdução à administração. 6.ed. São Paulo: Atlas,
2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 7. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2004.
MONTANA, Patrick J. Administração I. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
DRUCKER, Peter F. Introdução à Administração. 3.ed. São Paulo: Pioneira, 2002.
MORGAN, Gareth. Imagens da organização: edição executiva. 2. ed. São Paulo: Atlas,
2002.
MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Administração para empreendedores. 2.ed. São
Paulo: Pearson, 2011.
Período: 3º Semestre
Disciplina: CONTABILIDADE E GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARTINS, E. Contabilidade de Custos. 9.ed. São Paulo:Atlas, 2008.
LEONE, George S. Guerra. Contabilidade de Custos. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2008
MEGLIORINI, Evandir. Custos: Análise e Gestão. 3.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MONTANA, Patrick J., CHARNOV, Bruce H. Administração. 2.ed. São Paulo:
Saraiva, 2003.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
LINZ, Luiz dos Santos. Gestão de Custos: Contabilidade, Controle e Análise. São
Paulo: Atlas, 2010.
PEREZ, José H.; OLIVEIRA, Luís M. de; COSTA, Rogério G. Gestão Estratégica de
Custos: Textos e Testes com as Respostas. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2011.
PADOVEZE, Clóvis Luis. Manual da Contabilidade Básica. 7.ed. São Paulo: Atlas,
2009
Disciplina: ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARAÚJO, Luis Cesar G. de. Organização, Sistemas e Métodos e as tecnologias de
gestão empresarial. São Paulo: Atlas. 2011. Vol.1
93
CHIAVENATO, Idalberto. Iniciação a Sistemas, Organização e Métodos. São Paulo:
Manole. 2010.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas, Organização e Métodos. São
Paulo: Atlas, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASSEN, Marcell Van. Modelos de Gestão. São Paulo: Prentice Hall. 2010.
BALLESTERO ALVAREZ, Maria Esmeralda. Manual de Organização, Sistemas e
Métodos. São Paulo: Atlas, 2011.
CARDOSO, Rodolfo. Gestão Organizacional: O Desafio da Construção do Modelo de
Gestão. São Paulo: Saraiva, 2010.
LATTAS, Maria Virgínia. Organização, Sistemas e Métodos: OSM. São Paulo:
Pearson, 2011.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Estrutura Organizacional: Uma Abordagem
para Resultado e Competitividade. São Paulo: Atlas, 2011.
Disciplina: ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARTINS, Gilberto de A.; DOMINGUES, Osmar. Estatística Geral e Aplicada. 4.ed.
São Paulo: Atlas, 2011.
LARSON, Ron; FARBER, Betsy. Estatística Aplicada. 4.ed. São Paulo:
Person/PrenticeHall, 2010
MORETTIN, Pedro Alberto; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Estatística Básica. 6.ed.
São Paulo: Saraiva, 2010
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KAZMIER, Leonard, J. Estatística Aplicada a Administração e Economia. 4.ed. Porto
Alegre: Bookman, 2006.
COSTA, Giovani G. O. Curso de Estatística Básica: Teoria e Prática. São Paulo: Atlas,
2011.
GRIFFITHS, Dawn; Use a Cabeça!: Estatística. São Paulo: Alta Books, 2009.
LAPPONI, Juan Carlos. Estatística usando Excel. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005
FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística.
6.ed. São Paulo: Atlas, 2008.
Disciplina: ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SROUR, Robert Henry. Ética empresarial: o ciclo virtuoso dos negócios. 3.ed. Rio de
Janeiro: Campus, 2009.
ALONSO, Félix Luiz. Curso de Ética em Administração. São Paulo: Atlas, 2010.
SROUR, Robert Henry. Casos de Ética Empresarial. Rio de Janeiro: Campus, 2011.
BENNETT, Carole. Ética Profissional. Rio de Janeiro: Cengage, 2008
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PEIXOTO, Adão José. Filosofia, educação e cidadania. 2.ed. Campinas: Alínea, 2004
ARRUDA, Maria C. C. de; WHITAKER, Maria do C.; RAMOS, José M. R.
Fundamentos de ética empresarial e econômica. São Paulo: Atlas, 2002.
ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Filosofando: introdução à filosofia. 3.ed. São Paulo:
Moderna, 2003
SHINYASHIKI, Roberto T. Você: a alma do negócio. São Paulo: Gente, 2007.
94
CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO, Código de Ética dos Profissionais
de Administração (CEPA)- Lei nº 4.769, de 9 de setembro de 1965, o Regulamento
aprovado pelo Decreto nº 61.934, de 22 de dezembro de 1967, e o Regimento do CFA
aprovado pela Resolução Normativa CFA n° 392 , de 3 de dezembro de 2010.
Disponível em:
< http://www.crasp.com.br/profissao/codigo_etica.pdf>. Acesso
Disciplina: PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FIORELLI, José Osmir. Psicologia para administradores: integrando teoria e prática. 5.
ed. São Paulo: Atlas, 2008.
ROBBINS, Stephen P.; MARCONDES, Reynaldo Cavalheiro. Comportamento
Organizacional. 11.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2007.
COSTA, Silvia Generalli da. Psicologia Aplicada a Administração. Rio de Janeiro:
Campus, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERGAMINI, C.W. Psicologia aplicada à administração: psicologia do comportamento
organizacional. São Paulo: Atlas, 2005.
SPECTOR, Paul E. Psicologia nas organizações. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
BOCK, Ana Maria B. Psicologias: Uma introdução ao estudo da psicologia. 12. ed. São
Paulo: Saraiva, 2008.
ROBBINS, Stephen P. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva,
2000.
ARONSON, Elliot; WILSON, Timothy D; ARKET, Robin M. Psicologia social. 3.ed.
São Paulo: LTC, 2002.
Disciplina: MATEMÁTICA FINANCEIRA
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIMENES, Cristiano Marchi. Matemática Financeira com HP 12C e Excel: uma
abordagem descomplicada. São Paulo: Prentice Hall, 2006.
GOMES, José M.; MATHIAS, Washington F. Matemática Financeira. 6.ed. Atlas,
2009.
CARVALHO, Luiz Celso Silva de. Matemática Financeira Aplicada. Rio de Janeiro:
FGV, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 10.ed. São Paulo:
Atlas, 2008.
MANZANO, André L. M. G. Estudo Dirigido de Microsoft Office Excel, 2010. São
Paulo: Érica, 2010.
NASCIMENTO, Marco Aurélio. Introdução a Matemática Financeira. São Paulo:
Saraiva, 2012.
SOBRINHO, J.D.V.. Matemática Financeira. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. Matemática financeira: com HP 12c e Excel.
5.ed. São Paulo: Atlas, 2008
95
Período: 4º Semestre
Disciplina: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALVES, William Pereira. Estudo Dirigido de Microsoft Office Access 2010. São Paulo:
Érica, 2010.
CASTELLS, Manuel. A Sociedade em Rede. 10.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007.
JAMES, A. O’Brien. Sistemas de Informação, e as decisões gerenciais na era da
internet. 3.ed .São Paulo: Saraiva, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. Sistemas de informação gerenciais. 7.ed.
São
Paulo: Pearson/Prentice Hall, 2007.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Sistemas de informações gerenciais:
estratégicas táticas operacionais. 13.ed. São Paulo: Atlas, 2010
GORDON, Steven R. GORDON, Judith R. Sistemas de Informação. LTC, 2006.
LAURINDO, Fernando José Barbin. Tecnologia Da Informação. São Paulo: Atlas,
2008.
ALBERTIN, Luiz Alberto. Administração de Informática. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Disciplina: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA I
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MENDES, Sergio. Administração Financeira e orçamentária. São Paulo: Método, 2011 .
LEMES JR, Antonio Barbosa; CHEROBIM, Ana Paula Mussi Szabo. Administração
Financeira. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
ASSAF NETO, Alexandre. Fundamentos de Administração Financeira . São Paulo:
Atlas, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HOJI, Masakazu. Administração Financeira e Orçamentária. 9.ed. São Paulo: Atlas,
2009.
ASSAF NETO. Curso de Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2011.
HOJI, Masakazu. Administração Financeira na Pratica. São Paulo: Atlas, 2011.
ASSAF Neto, Alexandre. Finanças Corporativas e Valor. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2007
ANDRADE, Adriana; Rosseti, José Pascoa. Governança Corporativa. 3.ed. São Paulo:
Atlas, 2007.
Disciplina: GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HOOLEY, Graham. Estratégia de Marketing e Posicionamento Competitivo. São Paulo:
Prentice Hall, 2010.
GESTÃO de Marketing. São Paulo: Pearson, 2011 (vários autores).
ZENONE, Luis Claudio. Gestão Estratégica de Marketing. São Paulo: Atlas, 2011.
96
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAXITO, Fabiano. Logística: Um Enfoque Prático. São Paulo: Saraiva, 2011.
KOTLER, Philip. Marketing pra o Século XXI. Rio de Janeiro: Ediouro, 2010.
PASQUALLE, P.P. Comunicação Integrada de Marketing. Rio de Janeiro: Campus,
2011.
SPIRO, Rosann. Gestão de Força de Vendas. São Paulo: Mcgraw Hill, 2010.
CANAIS de Marketing. São Paulo: Pearson, 2011 (vários autores).
Disciplina: LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA E FISCAL
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MACHADO, Hugo de B. Curso de Direito Tributário. São Paulo: Malheiros, 2011.
FUHRER, Maximiliano R. E. Resumo de Direito Tributário. São Paulo: Malheiros,
2011.
PINTO. Fabiana Lopes. Direito tributário. Rio de Janeiro: Manole, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FABRETTI, Dilene Ramos e Láudio Camargo. Direito Tributário para os Cursos de
Administração e Ciências Contábeis. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2009.
AMARO, Luciano. Direito tributário brasileiro. 14.ed. São Paulo: Saraiva, 2008.
AVILA, Rene Bergman. Direito Processual Tributário. São Paulo: Livraria do
Advogado, 2011.
CARRAZA, Roque Antonio. Curso de Direito Constitucional Tributário. São Paulo:
Malheiros, 2011.
HARADA, Kiyoshi. Direito Financeiro e Tributário. São Paulo: Atlas, 2011.
Legislação Federal vigente no Brasil.
Disciplina: LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARRION, Valentin. Comentários à consolidação das leis do trabalho. 33.ed. São
Paulo: Saraiva, 2008.
CAVALCANTE, Jouberto de Q.P. Curso de Direito do Trabalho. 2.ed. São Paulo:
Atlas, 2011.
MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do Trabalho. 27.ed. São Paulo: Atlas, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AYRES, Dennis de Oliveira; CORRÊA, José Aldo Peixoto. Manual de Prevenção de
Acidentes do trabalho. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2008.
NAZAR, Nelson. Direito econômico e contrato de trabalho: com Análise do Contrato
Internacional do Trabalho. São Paulo: Atlas, 2007.
ZAINAGHI, Domingos Sávio. Curso de Legislação Social: Direito do Trabalho. 12.ed.
São Paulo: Atlas, 2009.
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Iniciação ao direito do trabalho. 34.ed. São Paulo:
LTR, 2009.
MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional. 27.ed. São Paulo: Atlas, 2011.
97
Disciplina: GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
RIBEIRO, Antonio de Lima. Gestão de Pessoas. São Paulo: Saraiva, 2005.
ARAÚJO, L. C. G.; GARCIA, A. A. Gestão de Pessoas: Estratégias e Interpretação
Organizacional. São Paulo: Atlas, 2009.
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos. Rio de Janeiro: Campus, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
VERGARA, S. C. Gestão de Pessoas. São Paulo: Atlas, 2010
ALBUQUERQUE, L. G. e Leite, N. P. Gestão de Pessoas: Perspectivas Estratégicas.
São Paulo: Atlas, 2010
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas: O novo papel dos recursos humanos nas
organizações. Rio de Janeiro: Elservier, 2004.
CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento, Recrutamento e Seleção de Pessoal. São
Paulo: Manole, 2008.
CARVALHO, Antonio V. Administração de Recursos Humanos. Rio de Janeiro:
Cengage, 2011.
Disciplina: EMPREENDEDORISMO, CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LENZI, F.C.; Kiesel, M. D. Empreendedor de Visão. São Paulo: Atlas, 2009
DORNELAS, José C. A. Empreendedorismo – Transformando Ideias em Negócios. Rio
de Janeiro: Campus, 2008.
MARIANO, Sandra. Empreendedorismo Fundamentos e Técnicas para Criatividade.
Rio de Janeiro: LTC, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MENDES, Jerônimo. Manual do Empreendedor: como construir um empreendimento
de sucesso. São Paulo: Atlas, 2009.
DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa. 30.ed. São Paulo: Cultura, 2006.
HASHIMOTO, Marcos. Espírito Empreendedor nas Organizações. São Paulo: Saraiva,
2010.
FERREIRA, M. P; Santos, J. C.; Serra, F. R. Ser empreendedor: pensar, criar e moldar a
nova empresa. São Paulo: Saraiva, 2010
MOREIRA, Daniel Augusto. QUEIROZ, Ana Carolina S. Inovação organizacional e
tecnológica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2007.
Período: 5º Semestre
Disciplina: ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KOTLER, Philip. Administração de Marketing: A bíblia do Marketing. 12.ed. Rio de
Janeiro: Prentice Hall, 2006.
CARVALHO, Pedro Carlos de. Administração Mercadológica. São Paulo: Alínea,
2010.
MILAN, Gabriel Sperandio. Administração Mercadológica: Teoria e Pesquisas. Rio de
Janeiro: Educs, 2009. Vol. 3
98
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PORTER, Michael E. .Estratégia Competitiva: Técnicas para análise de indústrias e da
concorrência. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
OLIVEIRA, Bráulio. Gestão de Marketing. São Paulo: Pearson, 2011.
KOTLER, Philip. Marketing de A a Z. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
LAS CASAS, A. L. Marketing: conceitos, exercícios, casos. São Paulo: Atlas, 2001
OLIVEIRA, Djalma Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: Conceitos,
Metodologia e Prática. 29.ed. São Paulo: Atlas, 2011.
Disciplina: ANÁLISE ESTRATÉGICA DE FINANÇAS E INVESTIMENTOS
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BODIE, Zvi. Investimentos. São Paulo: Mcgraw Hill, 2010.
DAMODARAN, Aswath. Avaliação de Investimentos. Rio de Janeiro: Qualitymark,
2010.
MARTIN, John. Avaliação de Projetos e Investimentos. São Paulo: Bookman, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDREW, James. Payback: A Recompensa Financeira da Inovação. Rio de Janeiro:
Campus, 2008.
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças Corporativas e Valor. São Paulo: Atlas, 2011.
CASAROTTO FILHO, Nelson. Análise de Investimentos. São Paulo: Atlas, 2010.
DAMODARAN, Aswath. Avaliação de Empresas. São Paulo: Prentice Hall, 2008.
DUARTE JR, Antonio Marcos. Gestão de Riscos para Fundos de Investimentos. São
Paulo: Prentice Hall, 2008.
Disciplina: GESTÃO DA PRODUÇÃO E LOGÍSTICA
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DIAS, Marco Aurélio P.. Administração de Materiais: uma abordagem logística. 4.ed.
São Paulo: Atlas, 2010.
BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: Logística Empresarial.
5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
POZO, Hamilton. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais: uma
Abordagem Logística. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MEINDL, Peter. Gestão da Cadeia de Suprimentos. São Paulo: Pearson, 2011.
TAYLOR, David A.. Logística na Cadeia de Suprimentos: uma perspectiva gerencial.
São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
SLACK, Nigel, CHAMBERS, Stuart, JOHNSTON, Robert. Administração da
Produção. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
MARTINS, Petrônio G.; LAUGENI, Fernando P.. Administração da Produção. 2.ed.
São Paulo : Saraiva, 2005. vol.1
MOREIRA, Daniel Augusto.Administração da Produção. 2.ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2008.
99
Disciplina: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA II
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MATARAZZO, Dante C. Análise financeira e de balanços. 6.ed. São Paulo: Atlas,
2008.
ASSAF NETO, Alexandre. Fundamentos de Administração Financeira. São Paulo:
Atlas, 2010.
LEMES JR, Antonio Barbosa; CHEROBIM, Ana Paula Mussi Szabo. Administração
Financeira. 3.ed. São Paulo: Campus, 2010.
MENDES, Sergio. Administração Financeira e orçamentária. São Paulo: Método, 2011.
PADOVEZE, Clóvis Luís; BENEDICTO, Gideon Carvalho de. Análise das
Demonstrações Financeiras. 2.ed. São Paulo: Thomson Learning, 2007.
PERES JUNIOR, José Hernandes. Elaboração das demonstrações contábeis. 3.ed. São
Paulo: Atlas, 2007
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HOJI, Masakazu. Administração Financeira e Orçamentária. 9.ed. São Paulo: Atlas,
2009.
ASSAF NETO, Alexandre. Curso de Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2011.
HOJI, Masakazu. Administração Financeira na Pratica. São Paulo: Atlas, 2011.
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças Corporativas e Valor. São Paulo: Atlas, 2011
ANDRADE, Adriana; Rosseti, José Pascoa. Governança Corporativa. 3.ed. São Paulo:
Atlas, 2007.
Disciplina: FUNDAMENTOS DE COMÉRCIO EXTERIOR
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DIAS, Reinaldo. Comércio Exterior: Teoria e Gestão. São Paulo: Atlas, 2012.
FARO, Ricardo. Curso de Comércio Exterior: Visão e Experiência Brasileira. São
Paulo: Atlas, 2012.
MORINI, Cristiano. Manual de Comércio Exterior. Campinas: Alínea, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AMATUCCI, Marcos. Internacionalização de Empresas: Teoria, Problemas e Casos.
São Paulo: Atlas, 2010.
KKEDI, Samir. ABC do Comércio Exterior: Abrindo as Primeiras Páginas. Rio de
Janeiro: Aduaneiras, 2011
LUDOVICO, Nelson. Como Preparar uma Empresa para o Comércio Exterior. São
Paulo: Saraiva, 2010.
MAIA, Jayme de Mariz. Economia Internacional e Comércio Exterior. São Paulo:
Atlas, 2011.
COMPORTAMENTO Cambial Brasileiro e as Consequências Sobre a Balança
Comercial. Ijuí/RS: Unijui, 2010 (vários autores).
Disciplina: PROJETO INTERDISCIPLINAR: PLANO DE NEGÓCIOS
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DEUTSCHER, José Arnaldo. Plano de Negócios: Um Guia Prático. Rio de Janeiro:
FGV, 2011.
DORNELAS, José Carlos Assis. Plano de Negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2011.
NAKAGAWA, Marcelo. Plano de Negocio: Teoria Geral. São Paulo: Manole, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
100
BIAGIO, Luiz Arnaldo. Plano de Negócios: Estratégia para Micro e Pequenas
Empresas. São Paulo: Manole, 2011.
BIZZOTTO, Carlos Eduardo Negrão. Plano de Negócios para Empreendimentos
Inovadores. São Paulo: Atlas, 2009.
DORNELAS, José Carlos Assis. A Criação de Novos Negócios: Empreendedorismo
para o Século 21. Rio de Janeiro: Campus, 2011.
FERREIRA, Carlos Frederico. Planejar para Empreender: O Passo a Passo para Tornar
o seu Negócio um Sucesso. Viçosa/MG: Aprenda Fácil. 2011
STRELCZUK, Paulo. Como Saber se um Negócio é Bom. (Antes de Fazer Negócio).
São Paulo: Novatec, 2011.
Disciplina: METODOLOGIA CIENTIFICA
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIL, Antonio C., Como elaborar projetos de pesquisa, 4.ed São Paulo, Atlas, 2008.
SEVERINO, Antonio J., Metodologia do trabalho científico. 23.ed. São Paulo: Cortez,
2007.
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução a Metodologia do Trabalho Científico.
8.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AZEVEDO, Israel B. de. O prazer da produção científica. 8.ed. São Paulo: Prazer de
Ler, 2008.
MARCONI, Marina de Andrade;LAKATOS, Eva Maria. Metodologia Científica 5.ed.
São Paulo: Atlas, 2008
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia
Cientifica. São Paulo: Atlas, 2010.
DALBERIO, Maria C. B. Metodologia Cientifica: Desafios e Caminhos. São Paulo:
Paulus, 2009.
CARVALHO, M.C.M., Construindo o saber: técnicas de metodologia científica. 19.ed.
Campinas, Papirus, 2008.
Período: 6º Semestre
Disciplina: DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Iniciação à Administração Geral. 3.ed. São Paulo: Manole,
2009.
ARAÚJO, Luis César G. de. Organização, Sistemas e Métodos e as Tecnologias de
Gestão Empresarial. São Paulo. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2009. vol.1
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Teoria Geral da Administração. Atlas, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARAUJO, Luiz C. G. de. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Atlas, 2010.
BOWDITCH, James L. Elementos de Comportamento Organizacional. São Paulo:
Thompson, 2011.
FREITAS, de Ester Maria. Cultura Organizacional. Evolução e Crítica. São Paulo:
Thomson, 2007.
RIBEIRO, Antonio de Lima. Gestão de Pessoas. São Paulo: Saraiva, 2005.
101
CARDOSO, Rodolfo. Gestão Organizacional: O Desafio da Construção do Modelo de
Gestão. São Paulo: Saraiva, 2010.
Disciplina: PROJETO INTERDISCIPLINAR: PRÁTICAS EMPRESARIAIS
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARRETO, Maria F.M. Dinâmica de Grupo: História, Prática e Vivência. Campinas:
Alínea, 2011.
JALOWITZKI, Marise. Jogos e Técnicas Vivenciais nas Empresas: Guia Prático de
Dinâmica de Grupo. São Paulo: Madras, 2011.
LUPERINI, Roberto. Dinâmicas e Jogos de Empresa. Rio de Janeiro: Vozes, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GRAMIGNA, Rita Maria. Jogos de Empresa. São Paulo: Prentice Hall, 2008.
LUZ, Ricardo. Gestão do Clima Organizacional. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2008.
NONAKA, I. Criação de Conhecimento na Empresa: Como as Empresas Japonesas
Geram a Dinâmica. Rio de Janeiro: Campus, 2009.
TALLARICO, Luciano. Manual de Jogos, Dinâmicas e Atividades de Grupos. Rio de
Janeiro: Vozes, 2011.
TAVARES, Jean Max. Teoria dos Jogos: Aplicada a Estratégia Empresarial. Rio de
Janeiro: Ltc, 2009.
Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DIAS, Marco Aurélio P. Administração de Materiais: Princípios, Conceitos e Gestão.
São Paulo: Atlas, 2010.
GONÇALVES, Paulo. Administração de Materiais. Rio de Janeiro: Campus, 2011.
MARTINS, Petrônio G. Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais. São
Paulo: Saraiva, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DIAS, Marco Aurélio P. Administração de Materiais: Uma abordagem Logística. São
Paulo: Atlas, 2010.
TADEU, Hugo Ferreira Braga. Gestão de Estoques: Fundamentos, Modelos
Matemáticos, e Melhores Práticas Aplicadas. Rio de Janeiro: Cengage, 2010.
PAOLESCHI, Bruno. Almoxarifado e Gestão de Estoques: Do Recebimento, Guarda e
Expedição a Distribuição de Estoques. São Paulo: Erica, 2010.
CAXITO, Fabiano. Logística: Um Enfoque Prático. São Paulo: Saraiva, 2011.
ALTO, Clelio Feres Monte. Técnicas de Compra. Rio de Janeiro: FGV, 2010.
Disciplina: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OLIVEIRA, Djalma Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos,
metodologia e prática. 29.ed. São Paulo: Atlas, 2011.
CERTO, Samuel C, PETER, Paul J. Administração Estratégica: Planejamento e
implantação da Estratégia. São Paulo: Makron Books, 2010
ANDRADE, Arnaldo Rosa de. Planejamento Estratégico: Formulação, Implementação
e Controle. São Paulo: Atlas, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PEREIRA, José Mathias. Curso de Administração Estratégica. São Paulo: Atlas, 2010.
102
PORTER, Michael E. Estratégia competitiva. Rio de Janeiro: Campus, 2005
ALMEIDA, Martinho I. R. Manual de planejamento estratégico. São Paulo: Atlas,
2010.
MINTZBERG, H.; LAMPEL, J.; QUINN, J. B.; GLOSHAL, S. O Processo da
Estratégia: conceitos, contextos e casos selecionados. 4. ed. Porto Alegre: Bookman,
2006.
ANDRADE, Adriano; ROSSETTI, José Paschoal. Governança corporativa:
fundamento, desenvolvimento e tendências. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2007
Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARTINS, Petrônio G.; LAUGENI, Fernando P.. Administração da Produção. 2.ed.
São Paulo : Saraiva, 2005. vol.1
MOREIRA, Daniel Augusto.Administração da Produção. 2.ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2008.
JACOBS, F. Robert. Administração da Produção e de Operações. Porto Alegre:
Bookman, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SLACK, Nigel. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 2009.
WANKE, Peter. Gerência de Operações: Uma Abordagem Logística. São Paulo: Atlas,
2010.
TUBINO, Dalvino Ferrari. Planejamento e Controle da Produção: Teoria e Prática. 2.ed.
São Paulo: Atlas, 2009.
DIAS, Marco Aurélio P.. Administração de Materiais: uma abordagem logística. 4.ed.
São Paulo: Atlas, 2010.
MEINDL, Peter. Gestão da Cadeia de Suprimentos. São Paulo: Pearson, 2011.
Período: 7º Semestre
Disciplina: TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO I
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARAÚJO, Luis Cesar G. de. Organizações, sistemas e métodos e as tecnologias de
gestão organizacional. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2009. Vol. 1
OLIVEIRA, Djalma Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: Conceitos,
Metodologia e Prática. 29.ed. São Paulo: Atlas, 2011.
CERTO, Samuel C, PETER, Paul J. Administração Estratégica: Planejamento e
Implantação da Estratégia. São Paulo: Makron Books, 2010.
ANDRADE, Arnaldo Rosa de. Planejamento Estratégico: Formulação, Implementação
e Controle. São Paulo: Atlas, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, Adriano; ROSSETTI, José Paschoal. Governança corporativa:
fundamento, desenvolvimento e tendências. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2007
FISCHMANN, Adalberto A. Planejamento estratégico na prática. 2.ed. São Paulo:
Atlas, 2007.
GOLEMAN, Daniel. Inteligência emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.
PORTER, Michael E. Estratégia Competitiva. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
PEREIRA, José Mathias. Curso de Administração Estratégica. São Paulo: Atlas, 2010.
103
ALMEIDA, Martinho I. R. Manual de Planejamento Estratégico. São Paulo: Atlas,
2010.
MINTZBERG, H.; LAMPEL, J. QUINN, J. B.; GLOSHAL, S. O Processo da
Estratégia: conceitos, contextos e casos selecionados. 4.ed. Porto Alegre: Bookman,
2006.
GIBSON, Rowan. Repensando o futuro. São Paulo: Makron Books, 1998.
DRUCKER, Peter F. Administrando em tempos de grandes mudanças. 2.ed. São Paulo:
Pioneira, 1995.
Disciplina: GESTÃO E ANÁLISE DE PROJETOS
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KERZNER Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. Porto Alegre: Bookman,
2006.
MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Administração de Projetos: Como Transformar
Idéias em Resultados. São Paulo. Atlas 2010
LIMA, Guilherme P. Gestão de Projetos. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CORREIA NETO, Jocildo. Elaboração e Avaliação de Projetos de Investimento. Rio de
Janeiro: Campus, 2009.
BERKUN, Scott. Arte de Gerenciamento de Projetos. Rio de Janeiro: Artmed, 2008.
MEREDITH, Jack R. Administração de projetos: uma abordagem gerencial. Rio de
Janeiro: LTC, 2003.
BALDAM, Roquemar. Gerenciamento de Processos de Negócios: BPM. São Paulo:
Érica 2007.
BUCHSBAUM, Marcio. Negócios S/A: Administração na Prática. Rio de Janeiro:
Cengage, 2010.
Disciplina: GESTÃO DA QUALIDADE E PRODUTIVIDADE
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ACADEMIA PEARSON. Gestão da Qualidade. São Paulo: Pearson Education do
Brasil, 2011.
CAMPOS, V.F.. TQC : Controle da Qualidade Total (no estilo Japonês ). Minas Gerais:
Fundação Christiano Ottoni/EDG, 2004
CARPINETTI, Luiz C. R. Gestão da Qualidade: ISO 9001-2008. São Paulo: Atlas,
2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
VARANDA, A. R. et al. Gestão da Qualidade. 4.ed. Rio de Janeiro: FGV, 2011.
OLIVEIRA, O.J.. Gestão da Qualidade: Tópicos Avançados. São Paulo: Cengage
Learning, 2003.
ASSEN, M. Van. Modelos de Gestão. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Normas NBR ISO série
9000 : 2008 – Sistemas de Gestão da Qualidade.
MOREIRA, Daniel Augusto.Administração da Produção. 2.ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2008.
MELLO, Carlos Henrique Pereira; SAN, Carlos Eduardo. ISO 9001:2008: Sistema de
Gestão da Qualidade para Operações de Produção e Serviços. São Paulo: Atlas, 2009.
Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS E SERVIÇOS
104
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FITZSIMMONS, James A. Administração de Serviços: Operações, Estratégia e
Tecnologia da Informação. São Paulo: Bookman, 2011.
LIMA, Rosalvo. O ABC Da Empresa de Serviços: Como Gerir uma Empresa de
Serviços e Transformá-la em Sucesso. São Paulo: Futura, 2008.
NOGUEIRA, José Francisco. Administração Estratégica de Serviços. São Paulo: Atlas,
2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COVAS, Terezinha. Gestão Estratégica em Empresas de Serviços Privada e Pública.
São Paulo: Nobel, 2008.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing de Serviços. São Paulo: Atlas, 2008.
LOVELOCK, Christopher. Marketing de Serviços: Pessoas, Tecnologia e Estratégia.
São Paulo: Prentice Hall, 2011
MELLO, Carlos Henrique Pereira. Gestão do Processo de Desenvolvimento de
Serviços. São Paulo: Atlas, 2010.
SARQUIS, Alessio Bessa. Estratégias de Marketing para Serviços. São Paulo: Atlas,
2009.
Disciplina: PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
RUDIO, Franz Victor. Introdução ao Projeto de Pesquisa Cientifica. Petrópolis: Vozes,
2009.
AZEVEDO, I. B. de. O prazer da produção científica. Diretrizes para a elaboração de
trabalhos acadêmicos. 12.ed. São Paulo: Hagnos, 2008.
ECO, Umberto, Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, M.C.M., Construindo o saber: técnicas de metodologia científica. 19.ed.
Campinas, Papirus, 2008.
SEVERINO, Antonio J., Metodologia do trabalho científico. 23.ed. São Paulo: Cortez,
2007.
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução a Metodologia do Trabalho Científico.
10.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
GIL, Antonio C., Como elaborar projetos de pesquisa, 4.ed São Paulo, Atlas, 2008.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia
Cientifica. São Paulo: Atlas, 2010.
ABNT, Associação brasileira das normas técnicas, Tópico: Normas técnicas para a
produção de Monografias, dissertações e teses.
105
Período: 8º Semestre
Disciplina: TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO II
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARAÚJO, Luis Cesar G. de. Organizações, sistemas e métodos e as tecnologias de
gestão organizacional. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2009. vol.1
BEAL, Adriana. Gestão estratégica da informação: como transformar a informação e a
tecnologia da informação em fatores de crescimento e de alto desempenho nas
organizações. São Paulo: Atlas, 2004.
DRUCKER, Peter Ferdinand. 50 casos reais de administração: edição comemorativa.
São Paulo: Cengage Learning, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HESSELBEIN, Marshall Goldsmith. A nova organização do futuro: visões, estratégias e
insights dos maiores líderes do pensamento estratégico. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
MUKHERJEE, Amit Shankar. A estratégia da teia de aranha: como criar
relacionamentos estratégicos para protejer-se da crise, promover a inovação e continuar
crescendo. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
MOREIRA, Daniel Augusto. QUEIROZ, Ana Carolina S. Inovação organizacional e
tecnológica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2007.
OLIVEIRA, Djalma Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: Conceitos,
Metodologia e Prática. 29.ed. São Paulo: Atlas, 2011.
PORTER, Michael E. Estratégia Competitiva. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GHEMAWAT, Pankaj. Redefinindo estratégia global. Porto Alegre: Bookman, 2008.
AMTUCCI, Marcos (Org.). Internacionalização de empresas. teoria, problemas e casos.
São Paulo Atlas, 2008
RACY, Joaquim Carlos. Introdução a Gestão de Negócios Internacionais. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MAIA, Jayme de Mariz. Economia Internacional e Comércio Exterior. 10.ed. São
Paulo: Atlas, 2011
SARFATI, Gilberto. Teoria das Relações Internacionais. São Paulo: Saraiva, 2005
BARROSO, Darlan. Direito Internacional. São Paulo: RT, 2011.
LEITE, Antonio Dias. A economia brasileira: de onde viemos e onde estamos. Rio de
Janeiro: Campus, 2011.
MAIA, Jaime de Mariz. Economia Internacional e Comércio Exterior. 14.ed. São Paulo:
Atlas, 2011.
Disciplina: GESTÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIAGIO, Luiz Arnaldo. Plano de Negócios: Estratégia para Micro e Pequenas
Empresas. Rio de Janeiro: Manole, 2011.
LEMES JR, Antonio Barbosa. Administrando Pequenas e Micro Empresas. Rio de
Janeiro: Campus, 2010.
106
MANGIERI, Francisco Ramos. Super Simples Anotado e Comparado: Lei
Complementar nº 123, de 24 de Dezembro de 2006. São Paulo: Edipro, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARROS, Ageu. Gestão Estratégica nas Pequenas e Médias Empresas. São Paulo:
Ciência Moderna, 2008.
MARCONDES, Luciana Passos. Empreendedorismo Estratégico: Criação e Gestão de
Pequenas Empresas. Rio de Janeiro: Cengage, 2008.
PASSOS, Alfredo. Inteligência Competitiva pra Pequenas e Médias Empresas. São
Paulo: LCTE, 2008.
SANTOS, Edno Oliveira. Administração Financeira da Pequena e Média Empresa. São
Paulo: Atlas, 2010.
SANTOS, Rubens da Costa. Manual de Gestão Empresarial. São Paulo: Atlas, 2008.
Disciplina: MERCADO DE CAPITAIS
Carga horária: 80 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PINHEIRO, Juliano Lima. Mercado de Capitais. São Paulo: Atlas, 2001.
MISUMI, Jorge. Mercado de Capitais. O que é e Como Funciona. Rio de Janeiro:
Campus, 2008
ROCCA, Carlos Antonio. Mercado de capitas e Agenda de Reforma. Rio de Janeiro:
Campus, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CORDEIRO, Marcos Pires. Economia para Administradores. São Paulo: Saraiva, 2005.
KERR, Roberto. Mercado Financeiro e de Capitais. São Paulo: Pearson, 2011.
FORTUNA , Eduardo. Mercado Financeiro: produtos e serviços. 12.ed. Rio de Janeiro:
Qualimark, 1999.
FRANKENBERG, Louis. Seu Futuro Financeiro: você é o maior responsável. São
Paulo: Campus, 1999.
MELLAGI, Armando Filho. Mercado Financeiro e de Capitais: uma introdução. São
Paulo: Atlas, 1994.
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval; GARCIA, Manuel E. Fundamentos de
Economia. São Paulo: Atlas, 2004.
Disciplina: ESTUDO DA REALIDADE CONTEMPORÂNEA I
Carga horária: 40 H/A
DISCIPLINAS OPTATIVAS
Disciplina: LIBRAS
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PEREIRA, Maria Cristina da Cunha. Libras: Conhecimento Além dos Sinais. São
Paulo: Pearson, 2011.
QUADROS, Ronice Miller. Língua de Sinais: Instrumentos de Avaliação. Porto Alegre:
Artmed, 2011.
SLOWSKI, Vilma Geni. Educação Bilíngue para Surdos: Concepções e Implicações
Práticas. Curitiba: Juruá, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
107
BRITO, Lucinda Ferreira. Por Uma Gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro, 2010.
CARVALHO, Ilza Silva de. Comunicação por Língua de Sinais Brasileira. São Paulo:
Senac, 2005.
FALCÃO, Luiz Alberico. Surdez, Cognição Visual e Libras. São Paulo: Luiz Alberico,
2011.
FIGUEIRA, Alexandre dos Santos. Material de Apoio para o Aprendizado de Libras.
São Paulo: Phorte, 2011.
HONORA, Márcia. Livro Ilustrado de Língua Brasileira de Sinais. São Paulo: Ciranda
Cultural, 2010. Vol. 2
Disciplina: FORMAÇÃO DE NOVOS GESTORES – COMPORTAMENTO
ORGANIZACIONAL
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de Marketing: A Bíblia do
Marketing. 12.ed. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2006.
DRUMMOND, Virginia Souza. Confiança e Liderança nas Organizações. São Paulo:
Thompson, 2007.
BUCHSBAUM, Marcio. Negócios S/A: Administração na Prática. Rio de Janeiro:
Cengage, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, Adriana; ROSSETTI, José Paschoal. Governança Corporativa:
Fundamentos, Desenvolvimento e Tendências. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2007
CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento, Recrutamento e Seleção de Pessoal. São
Paulo: Manole, 2008.
QUINN, Robert E. Competências Gerenciais: Princípios e Aplicações. Rio de Janeiro:
Campus, 2011.
VERGARA. Sylvia Constant. Gestão de Pessoas. São Paulo: Atlas, 2012.
BOWDITCH, James L. Elementos de Comportamento Organizacional. São Paulo:
Thompson, 2011.
Disciplina: GESTÃO AMBIENTAL
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBIERI,José Carlos . Responsabilidade Social Empresarial e Empresa Sustentável .
São Paulo: Saraiva, 2008.
DIAS, Reinaldo Gestão Ambiental: Responsabilidade Social e Sustentabilidade. São
Paulo: Atlas, 2007.
BARBIERI, José Carlos. Gestão Ambiental Empresarial: Conceitos, Modelos e
Instrumentos. São Paulo: Saraiva, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALIGRERI, Lilian. Gestão Sócio Ambiental: Responsabilidade e Sustentabilidade do
Negócio. São Paulo: Atlas, 2009.
SAVITZ , Andrew . A empresa Sustentável: O Verdadeiro Sucesso é Lucro com
Responsabilidade Social e Ambiental. Rio de Janeiro: Campus, 2007.
MARQUES, José R. Sustentabilidade e Temas Fundamentais de Direito Ambiental. São
Paulo: Millennium, 2009.
MOREIRA, Maria Suely. Estratégia e implantação do sistema de gestão ambiental.
6.ed. São Paulo: INDG, 2006.
108
SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. ISO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental:
Implantação Objetiva e Econômica. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2011
Disciplina: COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
TOMASI, Carolina; MEDEIROS, Bosco João. Comunicação Empresarial. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 2006.
COLNAGO, Camila Krohling. Comunicação Empresarial: Planejamento e Gestão. São
Paulo: All Print, 2011.
TAVARES, Maurício.Comunicação Empresarial e Planos de Comunicação. São Paulo:
Atlas, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LESLY, Philip. Os Fundamentos de Relações Públicas e da Comunicação.
Administração e Negócios. São Paulo: Pioneira, 2000.
HARVARD BUSINESS REVIEW. Marketing e Vendas. Rio de Janeiro: Campus,
2010.
HOHLFELDT, Antonio; MARTINO, C. Luiz; FRANÇA, Veiga Vera. Teorias da
Comunicação. Conceitos, escolas e tendências. Rio de Janeiro: Vozes, 2003.
KOTLER, Philipp. Administração de Marketing. São Paulo: Atlas, 1996.
PASQUALLE, P.P. Comunicação Integrada de Marketing. Rio de Janeiro: Campus,
2011.
Disciplina: SISTEMAS INTEGRADOS E COMÉRCIO
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALBERTÃO, Sebastião Edmar. ERP Sistemas de Gestão Empresarial. São Paulo: Iglu,
2008.
CAIÇARA JR, Cícero. Sistemas Integrados de Gestão ERP: Uma Abordagem
Gerencial. Curitiba: Ibpex, 2008.
CANUTO, Simone. Implementando ERP. Principais Passos para a Aquisição e
Implementação de um Sistema de Gestão Empresarial. São Paulo: LCTE, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAMPOS, Luiz Fernando Rodrigues. Supply Chain: Uma Visão Gerencial. Curitiba:
Ibpex, 2010.
MADRUGA, Roberto. Guia de Implementação de Marketing de Relacionamento e
CRM. São Paulo: Atlas, 2010.
REZENDE, Denis Alcides. Tecnologia da Informação: Aplicada a Sistemas de
Informação Empresariais. São Paulo: Atlas, 2011.
SANTOS, Aldemar de Araújo. Informática na Empresa: Inclui Capítulos sobre ERP e
XBRL. São Paulo: Atlas, 2010.
TURBAN, Efraim. Business Intelligence: Um Enfoque Gerencial para a Inteligência do
Negócio. Porto Alegre: Bookman, 2010.
109
Disciplina: NEGOCIAÇÃO
Carga horária: 40 H/A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Administração de Vendas. 8. ed. São Paulo: Atlas,
2005.
MEINBERG, José Luiz. Gestão de Vendas. Rio de Janeiro: FGV, 2011.
COSTA, Clóvis Correa da. Estratégia de Negócios. São Paulo: Saraiva, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DALLEDONE, Jorge. Gestão de serviços: A Chave do sucesso nos negócios. Rio de
Janeiro: Senac Nacional, 2009.
CORTELLA, Mario Sergio. Qual é a tua obra?: inquietações propositivas sobre gestão,
liderança e ética. 4. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
BENEDICTO, GIDEON C. Aprendizagem e Gestão do Conhecimento. Campinas:
Alínea, 2008.
ROCHA, Lígia Carvalho. Criatividade e Inovação. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
COVAS, Terezinha. Gestão Estratégica em Empresas de Serviços Privada e Pública.
São Paulo: Nobel, 2008.
110
ANEXO 4
Regulamento das Atividades Complementares
SEÇÃO I - Dos objetivos
Art. 1º As atividades complementares têm como objetivo incentivar o aluno a participar
de experiências diversificadas que contribuam para a sua formação humana e
profissional, atendendo às diretrizes nacionais.
SEÇÃO II – Do órgão responsável
Art. 2º A Coordenação Pedagógica é o órgão responsável pela análise, julgamento,
avaliação e validação das atividades complementares realizadas pelos alunos, e a
secretaria acadêmica será responsável pelo arquivamento, registro e cômputo da carga
horária realizada.
SEÇÃO III - Das normas
Art. 3º
Serão consideradas apenas as atividades com temas
pertinentes à educação e que complementem a estrutura curricular
do curso.
§ 1O Estágio Supervisionado não é considerado Atividade
Complementar, para fins de aproveitamento de carga horária e é
normatizado em regulamento próprio.
Art. 4º Todas as atividades complementares deverão ser obrigatoriamente comprovadas
por meio de certificados e/ou declarações emitidos por órgão competente devidamente
reconhecido pela Faculdade de Sorocaba. O processo se dará da seguinte forma:
§1 - A atividade deverá ser registrada em ficha própria, devidamente preenchida pelo
aluno (digitada ou com caneta azul / preta), e assinada por professor responsável pela
supervisão da mesma (quando for o caso).
§2 - As atividades complementares deverão ser entregues no final de cada semestre
letivo cursado, ou seja, última semana de Junho e última semana de Novembro.
§3 - É de responsabilidade do(a) aluno(a) tanto o preenchimento, quanto a solicitação
da assinatura do(a) professor(a) / coordenador(a) responsável pela atividade até o último
dia do mês que a mesma ocorreu, caso contrário não serão validadas.
§4 - A validação dar-se-á mediante a entrega da ficha devidamente preenchida com as
respectivas cópias de originais comprobatórias das atividades complementares, para
avaliação e posterior deferimento pela coordenação.
111
§5 - Após deferimento ou indeferimento, a coordenação do curso
emite e encaminha parecer à secretaria acadêmica que se
responsabilizará pelo arquivamento e controle das atividades
complementares.
Art.5º O aluno deverá acumular 200 (duzentas) horas, ao longo do curso, em quatro ou
mais atividades complementares reconhecidas pela Coordenação Pedagógica,
contabilizando no máximo 20 horas em cada tipo de atividade (ver Art. 6º).
SEÇÃO IV - Das atividades complementares
Art. 6º As atividades complementares, bem como o número de horas computadas, estão
listadas no quadro abaixo:
Semana de Contábeis oferecida
pela FACULDADE DE
SOROCABA
Semana de Inclusão e
Diversidade oferecida pela
FACULDADE DE SOROCABA
Monitor em disciplinas do curso
(mínimo de 1 semestre)
Escola da Família/Clube da
Escola/Sabe Tudo
Total de
horas
validadas
Documentação comprobatória
25 hs
Declaração e/ou certificado
25 hs
Declaração e/ou certificado
20
hs/semestre
10 hs/
semestre
Formação de Professores/
Estagiários (Governo Municipal
e/ou Estadual)
10
hs/semestre
Participação em Núcleo de
Pesquisa da FACULDADE DE
SOROCABA
10
hs/semestre
Cursos de extensão (máximo de
30 horas)
20% das
horas por
semestre
Participação em Palestras e/ou
Seminários
2hs
Declaração do em papel timbrado
da FACULDADE DE
SOROCABA com assinatura do
profº responsável.
Declaração em papel timbrado do
órgão competente devidamente
assinado.
Declaração em papel timbrado do
órgão competente devidamente
assinado.
Declaração em papel timbrado da
FACULDADE DE SOROCABA
com assinatura do profº
responsável.
Cópia do certificado (deve conter o
nº de horas e/ou programação
completa.
Assinar lista de presença e anexar
cópia da declaração emitida por
órgão competente devidamente
112
Peças de Teatro indicadas pelos
professores
4hrs
assinada.
Declaração em papel timbrado da
FACULDADE DE SOROCABA
com assinatura do profº
responsável.
SEÇÃO V - Das disposições gerais e transitórias
Art. 7º Os casos omissos e/ou não contemplados neste regimento serão resolvidos pelo
Colegiado.
Art. 8º Este Regulamento entra em vigor na data da sua publicação.
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