FACULDADE DE SOROCABA PROJETO PEDAGOGICO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO SOROCABA - 2015 Sumário 1 1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6 1.7 FACULDADE DE SOROCABA .................................................................... 04 Considerações Iniciais ...................................................................................... 04 Histórico ............................................................................................................ 05 Desenvolvimento ............................................................................................... 05 Missão ................................................................................................................ 06 Finalidades............................................................................................06 Inserção Regional ............................................................................................. 08 Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso................................ 14 2 CURSO DE ADMINISTRAÇÃO .................................................................. 17 2.1 Identificação do Curso ..................................................................................... 17 2.2 Condições de Oferta e Formas de Acesso ao Curso ...................................... 18 2.3 Justificativa de Implantação do Curso ........................................................... 18 2.4 Concepção do Curso..........................................................................................20 2.5 Missão do Curso ............................................................................................. 21 2.6 Princípios Norteadores .................................................................................... 21 2.7 Linhas Básicas e Diferenciadores do Curso de Administração....................22 2.8 Perfil do Curso ................................................................................................. 24 2.9 Políticas Institucionais no âmbito do curso .................................................... 24 2.10 Objetivos Gerais do Curso ............................................................................. 26 2.11 Seleção dos Conteúdos. ................................................................................... 27 2.12 Princípios Metodológicos ................................................................................ 28 2.13 Perfil Desejado do Egresso.............................................................................. 30 2.14 Competências e Habilidades a Serem Desenvolvidas ..............................31 2.15 Organização Didático-Pedagógica ...................................................................... 33 2.16 Organização Curricular .................................................................................. 33 2.17 Inovações Significativas .................................................................................. 34 2.18 Matriz Curricular ............................................................................................ 36 2.19 Planejamento das Disciplinas ......................................................................... 38 2.20 Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem .............................................. 39 2.21 Integração entre Teoria e Prática .................................................................. 42 2.22 Atividades Interdisciplinares.................................................................42 2.23 Estágio Curricular Supervisionado ............................................................... 43 2.23.1 Diretrizes Gerais do Estagio Supervisionado ...................................... 45 2.24 Atividades Complementares ........................................................................... 46 2.25 Trabalho de Conclusão de Curso ................................................................... 47 2.26 Atividades de Extensão ................................................................................... 48 2.27 Empresa Júnior ............................................................................................... 49 2.28 Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs no processo ensino aprendizagem ............................................................................................... 50 2.29 Coordenação do Curso de Administração de Empresas .............................. 50 2.29.1 - Dados do Coordenador ...................................................................... 51 3. CORPO DOCENTE ......................................................................................... 53 3.1 Caracterização .................................................................................................. 53 3.2 Perfil Esperado do Docente ............................................................................. 53 3.3 Das Atividades Docentes .................................................................................. 54 3.4 Das Atividades de Ensino................................................................................. 54 3.5 Plano de Cargos, Salários e Carreira dos Docentes ...................................... 55 3.6 Programa Institucional de Educação Continuada ......................................... 55 3.7 Corpo Docente ................................................................................................... 56 3 3.8 Titulação e jornada do corpo docente ............................................................. 56 3.9 Núcleo Docente Estruturante - NDE ................................................................ 57 4. Corpo Discente .................................................................................................... 58 4.1 Perfil do Corpo Discente ................................................................................... 58 4.2 Atenção aos Discentes ........................................................................................ 59 4.2.1 Apoio Pedagógico .................................................................................... 59 4.2.2 Apoio à Participação em Eventos .............................................................. 60 4.2.3 Apoio Psicopedagógico ............................................................................. 60 4.2.4 Mecanismo de Nivelamento ...................................................................... 60 4.2.5 Acompanhamento de Egressos .................................................................. 61 4.2.6 Bolsas de Estudo........................................................................................ 61 5. INFRAESTRUTURA ......................................................................................... 62 5.1 Infraestrutura para Funcionamento ................................................................ 62 5.2 Salas de Aula ...................................................................................................... 62 5.3 Instalações Físicas para os Docentes ................................................................ 63 5.4 Laboratório de Informática .............................................................................. 63 5.5 CPD – Centro de Processamento de dados ..................................................... 64 5.6 Recursos Audiovisuais....................................................................................... 64 5.7 Equipamentos e Mobiliário .............................................................................. 65 5.7.1 Equipamentos e Mobiliário Existentes no Laboratório ........................... 65 5.7.2 Equipamentos e Mobiliário Existentes na Secretaria .............................. 65 5.7.3 Equipamentos e Mobiliário Existentes na Diretoria ................................ 65 5.7.4 Equipamentos e Mobiliário Existentes nas Coordenações de Cursos66 5.7.5 Equipamentos e Mobiliário Existentes na Sala de Professores ............... 66 5.7.6 Equipamentos e Mobiliário Existentes Recursos Humanos .................... 67 5.7.7 Equipamentos e Mobiliário Existentes em Projetos Sociais ................... 67 5.7.8 Equipamentos e Mobiliário Existentes nas Salas de Aulas ..................... 67 5.7.9 Equipamentos e Mobiliário Existentes no Pátio .................................... 70 5.7.10 Equipamentos e Mobiliário Existentes na Cozinha ............................... 70 5.7.11 Equipamentos e Mobiliário Existentes na Biblioteca ............................ 71 5.8 Biblioteca ............................................................................................................ 71 5.8.1 Acervo Atual de Livros por Assuntos ..................................................... 71 5.8.2 Política Institucional para Atualização e Expansão do Acervo ............ 72 5.8.3 Espaço Físico ........................................................................................ 74 5.8.4 Administração e Acesso ao Acervo ...................................................... 74 5.8.5 Informatização do Sistema de Catalogação e Produção Estatística ...... 74 5.8.6 Serviços Prestados................................................................................. 75 5.8.7 Processos Técnicos .............................................................................. 76 5.8.8 Recursos Humanos ................................................................................ 76 5.9 Redes de Informação..............................................................................77 3 LISTA DE QUADROS Quadro nº 01 - Dados Gerais da Mantenedora .................................................... 05 Quadro nº 02 - Dados de Identificação ............................................................... 17 Quadro nº 03 – Quadro Docentes ....................................................................... 56 Quadro nº 04 – Titulação e Jornada de Trabalho do corpo Docente ................... 56 Quadro nº 06 - Núcleo Docente Estruturante ...................................................... 57 Quadro nº 07 - Descrição das Salas de Aula ...................................................... 62 Quadro nº 08 - Instalações Físicas para Docentes e Administração .................... 63 Quadro nº 09 - Laboratório de Informática ......................................................... 63 Quadro nº 10 – CPD Centro de Processamento de Dados .................................. 64 Quadro nº 11 - Recursos Audiovisuais e Multimídia .......................................... 65 Quadro nº 12 - Acervo atual de Livros por assuntos ........................................... 71 Quadro nº 13 - Redes de Informação ................................................................... 77 Quadro nº 14 - Bibliotecas Virtuais ..................................................................... 77 LISTA DE ANEXOS ANEXO 01 – Atendimento aos Requisitos Legais e Normativos.............................78 ANEXO 02 – Ementário do Curso de Administração ..............................................80 ANEXO 03 – Bibliografia básica e complementar do curso de Administração........92 ANEXO 04 - Regulamento das atividades complementares....................................114 ANEXO 05 – Regulamento de Estágio Supervisionado...........................................117 ANEXO 06 – Regulamento das Atividades Extensionistas......................................130 4 1 FACULDADE DE SOROCABA 1.1 Considerações Iniciais Vivemos na época da sociedade da informação, caracterizada por uma rápida ampliação do conhecimento e do acesso facilitado as novas tecnologias, mediante enorme desenvolvimento dos meios de comunicação e informação. É uma época com enorme significado para todos, em particular àqueles que compõem o mundo educacional e empresarial que estarão no foco de nossas atividades de ensino. Características dessa fase do desenvolvimento humano são as rápidas e abruptas mudanças mercadológicas e suas implicações para os que buscam o aprendizado nas áreas acadêmicas. Novos mercados surgem e amadurecem, enquanto outros desaparecem. O mesmo ocorre com produtos e serviços. Estas transformações colaboram com o desenvolvimento científico e tecnológico, baseados nas necessidades dos mercados consumidores, e na difusão de novas tecnologias para a sociedade. Todo esse processo nas áreas de atividades econômico-financeiro levou a uma enorme ampliação do leque de oportunidades, exigindo o profissional de grande agilidade para se posicionar no mercado. As implicações destes fenômenos para quem busca o ensino são amplas. Os discentes precisam do aprendizado ágil e eficaz, que acompanhe todas as alterações do mercado e os qualifiquem para serem competitivos nas diversas áreas de atuação. As Instituições de Ensino precisam atender essas demandas de modo eficiente, respondendo prontamente às tendências dos mercados e adequando-se para não tornarem-se obsoletas. O processo de ensino-aprendizado nas Instituições de Ensino não deve somente ater-se ao acúmulo do conhecimento do conteúdo e informação, mas compreendendo o estudante, identificando necessidades, motivações, interesses. Promovendo um maior envolvimento dos alunos com os conteúdos e objetivos do curso criando um perfil crítico, sem abrir mão dos conteúdos ou da criatividade. Com essas preocupações que pessoas atuantes nas atividades de pesquisa das áreas de Ciências Administrativas e Econômico-Financeiras, e com experiências relevantes no mercado empresarial, reuniram-se constituindo a Sociedade Educacional Vieira César Almeida S/C Ltda., em Sorocaba, primeira mantenedora da Faculdade de Sorocaba, atualmente mantida pelo União Nacional das Instituições Educacionais São Paulo - UNIESP, resultado do processo de Transferência de Mantença - Portaria SESu/MEC Nº. 1841, de 23 de dezembro de 2009. 5 1.2 Histórico A Faculdade de Sorocaba foi credenciada pelo Instituto Superior em Gestão Empresarial pela Portaria nº 3.910 de 14 de novembro de 2005, mantida pela Sociedade Educacional Vieira César Almeida. Houve transferência de mantenedora pela Portaria SESu/ME nº 244 em 18 de março de 2008, para Sociedade Brasileira de Educação Renascentista. Posteriormente a mantida foi transferida para a mantenedora Instituto Educacional do Estado de São Paulo,– IESP, Portaria SESu/MEC nº 1841 de 23 de dezembro de 2009 publicada no DO no dia 24 de dezembro de 2009, atualmente denominada União Nacional das Instituições Educacionais São Paulo. A União Nacional das Instituições Educacionais São Paulo - UNIESP, pessoa jurídica de direito privado, com sede e foro em São Paulo, na Capital e filial nesta cidade, com CNPJ nº. 63.083.869/0001-67, com o Estatuto registrado e microfilmado no 1º. Oficial de Registro de Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica. De conformidade com seu Estatuto e registros cartoriais, tem como objetivos fundamentais: a Educação, o Ensino, a Investigação e a Formação Profissional, bem como o Desenvolvimento Científico, Tecnológico, Filosófico e Artístico da região na qual está inserida. Quadro nº 01 – Dados Gerais da Mantenedora NOME ENDEREÇO CIDADE: ATOS LEGAIS UNIÃO NACIONAL DAS INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO Rua Conselheiro Crispiniano, 116. Centro CEP 01037-000 São Paulo SP Estatuto Social Consolidado e arquivado no 1º. Oficial de Registro de Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica sob nº 000372555 em 04 de fevereiro de 2011. Última Ata de Assembleia Geral em 05 de novembro de 2012, registrada e microfilmada sob nº 393.637 em 11 de dezembro de 2012. SITE: FONE (DDD) FAX: PRESIDENTE: www.uniesp.edu.br / (11) 3241-8700 José Fernando Pinto da Costa Fonte: Direção: 2015 6 1.3 Desenvolvimento A Faculdade de Sorocaba passou a denominar-se UNIÃO NACIONAL DAS INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS SÃO PAULO – UNIESP, conforme Ata da Assembleia Geral Extraordinária, registrada no 1º. Oficial de registro de Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica. A Faculdade de Sorocaba foi credenciada pela Portaria SESu/MEC Nº. 3.910 de 14 de Novembro de 2005, que autorizou o funcionamento do Curso de Administração. A Faculdade de Sorocaba tem como meta possibilitar a educação para todos, ou seja, dar novas oportunidades de realizar um curso universitário devido a dificuldades financeiras. Baseando-se em uma proposta de caráter humanístico e social, a Faculdade de Sorocaba preza pela educação solidária. Sendo assim, mantém convênios com empresas, sindicatos, órgãos públicos e entidades assistenciais, que oferecem a concessão de bolsas de estudos aos seus conveniados. Em contrapartida, incentiva as instituições a participarem de projetos sociais promovendo a responsabilidade social, por meio de atividades voluntárias de seus colaboradores. 1.4 Missão A Faculdade de Sorocaba assume como missão: “Alcançar a oferta e a prática de uma educação solidária, possibilitando a educação para todos e a inserção social por meio da qualidade de ensino, da atuação voltada para o desenvolvimento sustentável, na prática de mensalidades compatíveis com a realidade socioeconômica da região e de incentivo e apoio estudantil, por meio de parcerias e de projetos sociais voltados ao atendimento da comunidade”. 1.5 Finalidades 7 A Faculdade de Sorocaba está voltada para a formação integral do ser humano como cidadão e tem por finalidades: I – estimular a cultura acadêmica e a investigação científica e do pensamento reflexivo; II – formar profissionais nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em diversos setores e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, além de contribuir com seu continuo aperfeiçoamento; III – fomentar o trabalho de pesquisa científica, para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e difusão da cultura, e, desse modo, facilitar a integração do homem e o meio em que vive; IV – promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade difundindo assim, o saber através do ensino, da publicação ou de outras formas de comunicação; V – suscitar o desejo e realização permanentes do aperfeiçoamento cultural e profissional integrando os conhecimentos adquiridos geração após geração; VI – estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade; VII – sensibilizar os alunos sobre problemas regionais e nacionais com vistas a uma melhor intervenção em sua comunidade; e, VIII – promover a extensão, aberta à participação da população, visando à universalização das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural, científica e tecnológica geradas na instituição. Para a consecução dessa finalidade a faculdade se empenhará no desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa, extensão e difusão do conhecimento, bem como contribuir para o progresso do País, de acordo com os grandes objetivos da Educação Nacional definidos no artigo 30 da lei 9394/96, na Constituição Federal e demais legislação pertinente, especialmente para: • • • • • o pluralismo de ideias e concepções pedagógicas; a valorização da experiência extraescolar; a dinâmica participativa e responsável; o respeito à liberdade e apreço à tolerância; a vinculação entre educação escolar, trabalho e práticas sociais. A Faculdade pode ministrar as seguintes modalidades de curso: • Graduação, aberto a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo; • De extensão, abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos, em cada caso, pelos órgãos competentes da Faculdade. 8 1.6 Inserção Regional A cidade de Sorocaba está situada ao lado da Rodovia Castelo Branco, no Km 78. Fundada em 1654, tem uma história que remonta ao tempo dos tropeiros que faziam a rota entre São Paulo e a bacia do Prata, com a cidade funcionando como escala e entreposto. Nela se desenvolveu então importante atividade comercial, estando, assim, na raiz dos desdobramentos que, séculos depois, levaram ao MERCOSUL. Atualmente a cidade de Sorocaba tem uma população de 600.678, segundo dados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, e está localizada na região sudoeste do Estado de São Paulo, a 96 Km de distância da Capital - São Paulo, limitando-se ao norte com Porto Feliz; ao sul com Votorantim; ao leste com Mairinque; ao nordeste com Itu; ao oeste com Araçoiaba da Serra; ao sudoeste com Salto de Pirapora e a Noroeste com Iperó. Hoje, a economia de Sorocaba está concentrada no setor industrial – a cidade possui polo dessa natureza, de concentração de indústrias e serviços. A cidade vem crescendo com um fluxo de pessoas que procuram conciliar a qualidade de vida com a oferta de oportunidade e trabalho. Sorocaba é considerada polo regional, sendo inclusive sede da região administrativa, abrangendo outros municípios da região e está bem próxima das Regiões Metropolitanas de São Paulo (capital) e Campinas (interior), consideradas as principais do Estado de São Paulo, por seus níveis de desenvolvimento industrial e econômico Assim sendo, a mantenedora, por meio de sua mantida, pretende suprir a demanda da região em cursos específicos e direcionados. 1.6.1 Aspectos Políticos e Administrativos, Renda e População: A Faculdade de Sorocaba, localizada na cidade do mesmo nome, Região Oeste da Região Metropolitana da Grande São Paulo, está localizada em uma das mais dinâmicas e populosas regiões do Estado de São Paulo. Situada na porção centro-sul do Estado de São Paulo, a Região Administrativa de Sorocaba ocupa um território de 41.077 km2, o que corresponde a 16,5% do território estadual, sendo a maior RA paulista. É composta por 79 municípios, distribuídos em cinco regiões de governo: de Avaré, de Botucatu, de Itapetininga, de Itapeva e de Sorocaba. Desde 2005, encontra-se em processo de tramitação na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, o Projeto de Lei Complementar nº 33/2005, que cria a Região Metropolitana de Sorocaba e o Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Sorocaba. No Projeto de criação da Região Metropolitana de Sorocaba fariam parte os seguintes municípios: Alumínio, Araçoiaba da Serra, Cabreúva, Capela do Alto, Iperó, Itu. Mairinque, Piedade, Porto Feliz, Salto, Salto de Pirapora, Sarapuí, São Roque e Votorantim. Sorocaba possui uma área de 449,122 km², sendo 55% de área 9 urbana e 45% de área rural. Sua população estimada, em 2012, é de 600.678 habitantes. É o terceiro município mais populoso do interior paulista e o quarto maior mercado consumidor do Estado fora da região metropolitana da capital, com um potencial de consumo per capita anual estimado em 2,4 mil dólares para a população urbana (602 mil pessoas) e 917 dólares para a rural (7,2 mil pessoas), sendo, também, a oitava cidade brasileira com maior potencial de consumo. Regiões muito próximas a Sorocaba são consideradas as maiores regiões metropolitanas do estado de São Paulo, são elas: Jundiaí, São Paulo, Campinas e Santos cujas populações, somadas à de Sorocaba, ultrapassam 29 milhões de habitantes, ou seja, mais de 80% da população do Estado de São Paulo. 1.6.2 Geografia Física e Humana da Região de Sorocaba: As bases físicas sobre as quais se encontra o município de Sorocaba começaram a ganhar forma há milhões de anos, com a definição geológica da bacia do rio Sorocaba, na chamada depressão periférica. Nela desponta, como destaque, o morro do Araçoiaba, polo magnético regional, cercado pelas milenares trilhas indígenas do Peabiru, o caminho transul-americano, que ligava os oceanos Atlântico e Pacífico. Ao longo dele, os primeiros habitantes da região, os indígenas, ainda na fase do nomadismo, construíam suas aldeias. Às margens do rio Sorocaba habitavam os tupiniquins, do grupo tupi. Documentos residuais são encontrados acidentalmente, de tempos em tempos, sob a forma de urnas funerárias e objetos de pedra lascada e polida. Os incas e os índios brasileiros praticavam o comércio entre si, realizando-se as trocas entre grupos das mais diferentes regiões. Durante escavações efetuadas para a instalação do sistema de esgoto, em fevereiro de 2006, foram encontrados pedaços de cerâmica rústica a cerca de dez quilômetros do centro da cidade, no bairro Brigadeiro Tobias. 1.6.3 Aspectos Históricos da Região de Sorocaba: Na época do desbravamento do Brasil, existia na região apenas uma encruzilhada destacada por uma frondosa paineira, que ainda hoje se encontra no bairro batizado como Árvore Grande. Encontravam-se ali índios, sertanistas, tropeiros e bandeirantes em viagem e ali paravam para descansar e comercializar suas mercadorias. Os Bandeirantes passavam por esta região quando iam para Minas Gerais e Mato Grosso a procura de ouro, prata e ferro. Em 1589, o português Afonso Sardinha esteve no morro de Araçoiaba, à procura do ouro mas não o encontrou, encontrando porém, minério de ferro. No local, neste ano, Afonso Sardinha construiu a primeira casa da região, que deu origem à fundação da Vila de Nossa Senhora da Ponte de Monte Serrat, mudando-se para a Vila de São Filipe, no Itavuvu, em 1611. 10 Por ordem do então governador-geral do Brasil (período entre 1591 e 1602), Dom Francisco de Sousa, foi inaugurado o pelourinho (símbolo do poder real), na Vila de Nossa Senhora da Ponte de Monte Serrat, no morro de Araçoiaba, em 1599. Após o retorno de D Francisco à Corte, o capitão Baltasar Fernandes instalou-se na região, em 1654 com a família e escravaria vindos de Santana de Parnaíba, nas terras que recebeu do rei de Portugal. Fundou então, a 15 de agosto de 1654, um povoado com o nome de Sorocaba. Sorocaba vem do tupi “soroc” (rasgar) e “aba”, morfema nominalizador. Assim, Sorocaba significa “rasgão” ou “terra rasgada”. A palavra tupi entra também em Vossoroca, bairro de Votorantim. Para incentivar o povoamento, Baltasar Fernandes doou terras aos beneditinos de Parnaíba para que estes construíssem um convento e uma escola, para funcionarem como um centro gerador de cultura e catequese. O povoado foi elevado a município no dia 3 de março de 1661, passando a chamar-se Vila de Nossa Senhora da Ponte de Sorocaba e, na ocasião, foi instalada a primeira Câmara Municipal. Até então, a principal fonte de renda era o comércio de índios como escravos. A partir do século XVII, foi gradativamente substituída pelo comércio de mulas. O coronel Cristóvão Pereira de Abreu, um dos fundadores do Estado do Rio Grande do Sul, conduziu pelas ruas do povoado a primeira tropa de muares no ano de 1733, inaugurando, assim, o ciclo do tropeirismo. Sorocaba tornou-se um marco obrigatório para os tropeiros devido a sua posição estratégica, eixo econômico entre as regiões Norte, Nordeste e Sul. Com o fluxo de tropeiros, o povoado ganhou uma feira onde os brasileiros de todos os Estados reuniam-se para comercializar animais, a famosa Feira de Muares de Sorocaba. Este fluxo intenso de pessoas e riquezas promoveu o desenvolvimento do comércio e das indústrias caseiras, baseadas na confecção de facas, facões, redes de pesca, doces e objetos de couro para a montaria. Sorocaba pertenceu à comarca de Itu desde 1811 e até a criação da comarca de Sorocaba, em 30 de março de 1871. A diocese foi criada em 1924 e suas atividades começaram em 1925. 1.6.4 Aspectos da Economia de Sorocaba Com a inauguração da Estrada de Ferro Sorocabana (EFS), em 1875, indústrias têxteis de origem inglesa instalaram-se na cidade, tornando-a conhecida como a Manchester Paulista. Posteriormente, com a decadência da atividade têxtil na cidade, foi necessária a instalação de outros tipos de indústrias. A partir da década de 11 1970, o parque industrial foi diversificado e o panorama de diversificação das atividades econômicas é raramente visto em outros municípios brasileiros. Sorocaba é a quinta cidade em desenvolvimento econômico do Estado, com investimentos da ordem de 3,5 bilhões de dólares, com cinco bilhões de dólares de Produto Interno Bruto (PIB). Suas indústrias exportam para mais de 115 países, gerando impostos da ordem de 370 milhões de dólares por ano. Localizada numa região privilegiada, próxima a vias de acesso rodoviário e hidroviário que a ligam aos grandes centros de consumo e a levam na direção dos demais países do Mercosul (Argentina, Uruguai e Paraguai), Sorocaba oferece atrativo adicional às empresas: uma estrutura de qualificação de mão de obra que cobre com qualidade o nível operacional. O parque industrial de Sorocaba possui excelente infraestrutura de estradas, transportes públicos, rede de energia elétrica, telecomunicações, disposição de lixo, água potável, com mais de 25 milhões de metros quadrados para cerca de 1500 indústrias. As principais atividades econômicas são: indústrias de máquinas, siderurgia e metalurgia pesada, autopeças, indústrias têxteis, equipamentos agrícolas, químicas, petroquímicas farmacêuticas, papel e celulose, produção de cimento, energia eólica, eletrônica, ferramentas, telecomunicações entre outras, ostentando, assim, uma economia progressista e com alto grau de tecnologia de ponta. Inaugurado em 2012, o Parque Tecnológico contribuir significativamente com o desenvolvimento da cidade e da região. O Parque Tecnológico de Sorocaba (PTS) é um ambiente criado para atrair e acomodar empresas intensivas em tecnologia, instituições de ensino e pesquisa, assim como empresas de consultoria ou organizações, públicas e/ou privadas, que possam oferecer serviços de apoio técnico e de mercado. Desta forma, o PTS facilitará, às partes interessadas, o acesso ao conhecimento bem como ao mercado, pela aproximação com possíveis desenvolvimentos e inovação tecnológica assim como oportunidades comerciais, em nível nacional e internacional. 1.6.5 Transportes e Logística de Distribuição de Produtos: A Região Administrativa de Sorocaba possui posição privilegiada quanto à logística, sendo servida por importantes rodovias, como a Castelo Branco (SP-280) e a Raposo Tavares (SP-270), que ligam a região com a capital e constituem passagem para o oeste paulista; a Santos Dumont (SP-075), que une Sorocaba a Campinas; e a Marechal Rondon (SP-300). A rede ferroviária, operada pela Ferroban, possibilita a conexão com a capital e o Porto de Santos. O Aeroporto Estadual de Sorocaba é importante polo de manutenção de aviões, registra uma das maiores movimentações do Estado em pousos e decolagens. O município de Conchas possui um porto fluvial, na Hidrovia Tietê-Paraná, que possibilita a saída de mercadorias para o Centro-Oeste e o Sul do Brasil, constituindo alternativa de integração com o Mercosul. Em maio de 2010 a Companhia Paulista dos Trens Metropolitanos (CPTM) conclui estudos sobre os ramais para a Baixada Santista e Sorocaba por meio de linhas de trens de passageiros. 12 Diariamente, o sistema de transporte urbano de Sorocaba transporta cerca de 150.000 passageiros. Sorocaba possui dois terminais urbanos, onde é possível ao usuário fazer baldeações de linhas sem precisar pagar nova tarifa. 1.6.6 Infraestrutura de Sorocaba. Sorocaba é a cidade paulista que conta com um dos melhores índices de distribuição de água potável e rede coletora de esgoto que chegam respectivamente a 99% e 96% da população. O sistema de coleta, tratamento e distribuição de água é um dos mais modernos e o abastecimento da zona industrial é completado com poços artesianos, que garantem o fornecimento ininterrupto. Sorocaba mantém, hoje, em pleno funcionamento, 23 poços semi artesianos localizados nos bairros mais distantes e que totalizam uma vazão de 403.200 litros por hora ou 112 litros por segundo. Esses poços têm água analisada diariamente, para garantir o padrão de qualidade do líquido quanto às condições físico-químicas e bacteriológicas. Distribuindo água tratada a 99% dos imóveis existentes, Sorocaba possui hoje um dos melhores sistemas de abastecimento de água do País, com capacidade de reservação da ordem de 78 milhões de litros, com mais de 99% dos imóveis (aproximadamente 190 mil) – entre residenciais, comerciais e industriais – recebendo água tratada através de um sistema de distribuição que totaliza 1.800 quilômetros de tubulações. A rede de coleta e afastamento de esgoto de Sorocaba, com 1.030 quilômetros de extensão, atende 98% da população e permanece em constante expansão, na exata medida do crescimento da cidade. A primeira estação de tratamento de esgoto de Sorocaba, ETE S-1, entrou em operação em maio de 2005 e tem capacidade para tratar até 100 milhões de litros de esgoto por dia, ou seja, 44% do total dos efluentes sanitários despejados no rio Sorocaba. A cidade é servida por uma boa infraestrutura na área da saúde com muitos hospitais como Hospital Santa Lucinda, Conjunto Hospitalar de Sorocaba, Santa Casa de Misericórdia, Hospital Evangélico, Hospital Samaritano, UNIMED e o Regional que atendem não só a população municipal como toda a região. Destaca-se o Hospital Oftalmológico de Sorocaba sendo o hospital que mais realiza transplante e captação de córneas no Brasil. 13 1.6.7 Panorama Social - Índice Paulista de Responsabilidades Segundo o IPRS-2004, Sorocaba, Águas de Santa Bárbara, Alumínio, Boituva, Botucatu, Cerquilho e Salto pertencem ao Grupo 1, que reúne municípios com bons níveis nas três dimensões avaliadas, que são: riqueza, longevidade e escolaridade. 1.6.8 Aspectos Educacionais da Região de Sorocaba A Região de Sorocaba possui condições excepcionalmente favoráveis ao desenvolvimento da educação de sua população, nos mais variados aspectos, que vão desde a diversidade de cursos de formação superior oferecidos a uma completa infraestrutura para pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico. Sorocaba possui seis universidades, sendo quatro privadas: Centro de Ciências Médicas e Biológicas da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Universidade de Sorocaba (UNISO) e Universidade Paulista (UNIP), Anhanguera, e duas públicas: Universidade Estadual Paulista (UNESP) e Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Possui também nove faculdades: Faculdade de Direito de Sorocaba (FADI), Faculdade de Engenharia de Sorocaba (FACENS), Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo - Sorocaba (FATEC-SO), Faculdade de Educação Física da Associação Cristã de Moços de Sorocaba (FEFISO), Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação (ESAMC), Faculdade Ipanema, Faculdades SENAI, Faculdades Anhanguera e a Faculdade de Sorocaba. São quatrocentas escolas públicas, municipais e privadas, de ensino fundamental a médio, muitas com cursos profissionalizantes. Também estão presentes na cidade grandes instituições como o Senai, Senac, Escola Técnica Estadual Rubens de Farias e Souza, Escola Técnica Estadual Fernando Prestes de Albuquerque e o Colégio Politécnico de Sorocaba, instituição filantrópica que oferece ensino médio e técnico, mantida pelo Jornal Cruzeiro do Sul, de Sorocaba. Sorocaba e região têm grande necessidade de, continuamente, buscar otimizar as qualificações para o seu mercado de trabalho, de maneira que atenda o dinamismo de uma das regiões mais ricas e promissoras do Estado de São Paulo. A economia forte e diversificada, a excelente infraestrutura de transportes e comunicação aliada aos níveis de escolaridade, qualidade de vida, demografia, crescimento da economia, tanto de base industrial quanto de serviços, com a inserção no mercado da América Latina (Mercosul), acenam e justificam um aumento de investimento, tanto público quanto privado, no Ensino Superior de qualidade. A Faculdade de Sorocaba já aceitou o desafio e segue, confiante, seu planejamento na busca da qualidade do seu trabalho e na linha de Ensino a que se propôs. Na Sorocaba de ontem, dos bandeirantes e tropeiros, dos comerciantes de muares, das pequenas indústrias de alimentos, doces, farinhas, couro, arreios, já se encontrava a promessa que hoje é a realidade presente nessa Região Administrativa. 14 Assim, acreditando na Educação, a Faculdade de Sorocaba está inserida e atuante na construção do futuro, investindo e acreditando no potencial e na força da população. 1.7 Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso O Projeto da Autoavaliação da Faculdade de Sorocaba está amparado na legislação vigente, disposto na Lei Federal nº 10.861, de 14 de abril de 2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), na Portaria nº 2051, de 9 de julho de 2004, do Ministro de Estado da Educação e nas Orientações Gerais para Auto-avaliação Institucional formuladas pela CONAES. A avaliação periódica do curso decorrente dos processos dos processos internos e externos, bem como em função da dinamicidade do mesmo, será ponto vital para a reciclagem e realimentação, sendo que a difusão dos resultados, por meios de comunicação massivos e interativos, deverá garantir o permanente contato com a comunidade acadêmica assegurando a retroalimentação do processo de avaliação da Faculdade. Para isso serão feitas reuniões individuais e ou coletivas com docentes, discentes e funcionários da instituição, além de reuniões internas, por setor, para buscar alternativas para resolver os problemas no âmbito do curso. Nessa perspectiva, o processo de Autoavaliação Institucional da Faculdade de Sorocaba, volta-se para o atendimento de uma tríplice exigência, no objetivo de tornarse: • processo contínuo de aperfeiçoamento do desempenho acadêmico; • ferramenta para o planejamento da gestão universitária; • processo sistemático de prestação de contas à comunidade interna e externa. Isso significa acompanhar metodicamente as ações desenvolvidas na Instituição a fim de verificar se as funções e prioridades determinadas coletivamente estão sendo realizadas e atendidas. É esse contraponto entre o pretendido e o realizado que dá o sentido à Auto avaliação Institucional nas organizações universitárias. Assim, os princípios norteadores da Autoavaliação Institucional na Faculdade de Sorocaba, identificam-se: • pela aceitação e conscientização da necessidade de avaliação por parte de todos os segmentos envolvidos; • pelo reconhecimento da legitimidade e pertinência dos princípios norteadores e dos critérios a serem adotados; • pelo envolvimento direto de todos os segmentos da comunidade acadêmica na sua execução e na implementação de medidas para a melhoria do desempenho institucional. 15 Nesse sentido, a Faculdade de Sorocaba: • a avaliação deve ser um processo institucional envolvendo aspectos indissociáveis das atividades-fim e atividades meio, necessários à sua realização. Para tanto, deve buscar uma análise simultânea do seu conjunto de dimensões relevantes ou, a partir de prioridades definidas no âmbito da Instituição e dos recursos disponíveis, hierarquizar, cronologicamente, o tratamento de cada uma delas; • a proposta de avaliação deve integrar, num processo global, esforços e experiências de avaliação já existentes na Faculdade de Sorocaba, englobando aspectos quantitativos e qualitativos, bem como as demais experiências de instituições congêneres. • o processo avaliativo deve aliar a estratégia de avaliação interna à avaliação externa, combinando subsídios e juízos de valor dos indivíduos comprometidos com a Instituição, (porque nela desenvolvem algum tipo de atividade), com o julgamento de pessoas que a ela não estão ligadas por vínculos profissionais; • a avaliação deve prever a efetiva e intensa participação de seus membros, tanto na definição dos procedimentos e de formas de implementação, como na utilização dos resultados, traduzidos em objetivos e metas, voltadas ao aperfeiçoamento da Instituição; • o processo de avaliação deve apresentar legitimidade técnica sendo, que, para tanto, dependerá de método científico para coleta e tratamento dos dados, a partir de critérios pré-definidos; • o processo de avaliação deve ser contínuo e sistemático, visando a realimentação e aperfeiçoamento permanente do próprio processo avaliativo da Instituição. Significa, portanto, o acompanhamento metódico das ações desenvolvidas pela Instituição com o fim de verificar se os objetivos, finalidades e prioridades, definidas coletivamente, estão sendo realizadas e atendidas. Enquanto processo global: • possibilita identificação de fatos que afetam, positiva ou negativamente, seu desempenho e adequação, relevância e qualidade de todas as atividades desenvolvidas e serviços prestados pelo curso. • oferece subsídios para que a Instituição e as pessoas envolvidas em todos os seus segmentos possam atuar de forma planejada, corrigindo distorções identificadas e aperfeiçoando elementos dos serviços prestados. Assim, a principal finalidade desta avaliação é levantar no conjunto de atividades cumpridas pela instituição, a causa de suas dificuldades e instrumentalizando o corpo docente e técnico-administrativo, para as fragilidades e potencialidades nas dez dimensões previstas em lei. Os resultados da Avaliação Institucional são divulgados na Instituição e servem para o planejamento de ações, e uma melhor qualificação institucional, priorizando ações de curto, médio e longo prazo, o que possibilita: 16 • repensar a Instituição como uma entidade ajustada às mudanças da sociedade, em termos sociais, políticos, econômicos e tecnológicos, dentre outros; • a recomendação de estratégias, objetivos, metas e ações futuras com vistas à melhoria da qualidade de ensino, iniciação científica, extensão, gestão, missão, comunicação e políticas institucionais, infraestrutura física e responsabilidade social; • implementação de ações corretivas que possibilitem o aperfeiçoamento do desempenho institucional; • firmar valores que conduzam a excelência do ensino e da gestão universitária, tendo como base os interesses dos docentes, discentes, técnicoadministrativos e sociedade em geral, nas áreas de atuação da Faculdade de Sorocaba; • indicar diretrizes para a tomada de decisão da gestão universitária, servindo como subsídios para o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI, o Projeto Pedagógico Institucional – PPI e os Projetos Pedagógicos dos Cursos. 2. CURSO DE ADMINISTRAÇÃO 2.1 Identificação do Curso O curso de Administração está alocado no campo do União Nacional das Instituições Educacionais São Paulo, Faculdade de Sorocaba, localizada no município de Sorocaba. O Projeto Pedagógico do curso segue as diretrizes lançadas pela instituição de ensino superior. Por esse motivo, o projeto deve refletir a missão, objetivos e a forma como pretende interagir e contar com a sociedade para atender às suas necessidades educacionais, compreendendo suas características socioculturais compatibilizando estas ações com as diretrizes da instituição, currículos e política governamental. Educativa para o nível superior. O título concedido ao concluinte deste Curso é de Bacharel em Administração. O curso é estruturado de forma que atenda o Parecer CES/CNE 0134/2003, aprovado em 04/06/2003 referente às Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Administração; a Resolução 1/2004; a Resolução 04, de 13/07/2005 e o parecer CES/CNE 023/2005 aprovado em 03/02/2005, que retifica a Resolução 01/2004. O curso tem como bases legais a legislação educacional brasileira em vigor e a legislação específica sobre o Administrador (áreas de atuação, código de ética, entre outros documentos). 17 Quadro nº 02– Dados de Identificação Mantida IDENTIFICAÇÃO Faculdade de Sorocaba Credenciamento Portaria nº 3.910 14 de novembro 2005 Curso Oferecido ADMINISTRAÇÃO Autorização Portaria nº 3.910 14 de novembro 2005 Endereço Telefone Avenida Dr. Álvaro Soares, 572 – Centro – Sorocaba CEP 18010-191. (15) 3211-8335 Site www.uniesp.edu.br/sorocaba Representantes Legais Demetrius Abrão Bigaran- Diretor José Passos– Secretário de Registros Acadêmicos Fonte: Coordenação 2015 2.2 Condições de Oferta e Formas de Acesso ao Curso CURSO: Administração - Bacharelado VAGAS: 200 vagas anuais (100 vagas por semestre) TURNOS: Diurno e Noturno TURMAS: 50 alunos por turma INTEGRALIZAÇÃO: Mínimo: 8 Semestres. Máximo: 12 Semestres. INGRESSO: Processo Seletivo Semestral As formas de acesso ao curso obedecem às normas legais vigentes e estão definidas no Regimento Geral da UNIESP, reproduzido a seguir: “Art. 59 - O processo seletivo destina-se a avaliar a formação recebida pelos candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e a classificá-los dentro do estrito limite das vagas oferecidas. Parágrafo único. As inscrições para processo seletivo são abertas em edital, do qual constarão os cursos oferecidos com as respectivas vagas, os prazos de inscrição, a documentação exigida para a inscrição, a relação das provas, os critérios de classificação e demais informações úteis. Art. 60. O processo seletivo abrange conhecimentos comuns às diversas formas de escolaridade do ensino médio, sem ultrapassar este nível de complexidade, que serão avaliados através de provas, na forma disciplinada pelo Conselho Superior. Art. 61. A classificação é feita pela ordem decrescente dos resultados obtidos, sem ultrapassar o limite das vagas fixadas, excluídos os candidatos que não obtiverem os níveis mínimos estabelecidos pelo Conselho Superior. 18 § 1º. A classificação obtida é válida para a matrícula no período letivo para o qual se realiza a seleção, tornando-se nulos seus efeitos se o candidato classificado deixar de requerê-la ou, em o fazendo, não apresentar a documentação regimental completa, dentro dos prazos fixados. § 2º. Na hipótese de restarem vagas poderá realizar-se novo processo seletivo, ou nelas poderão ser matriculados portadores de diploma de graduação, conforme legislação vigente”. 2.3 Justificativa de Implantação do curso A UNIESP sondou não só a região, mas também o mercado de trabalho. Segundo este levantamento há uma carência de profissionais com uma formação adequada às exigências do empresário local. A instituição consciente da realidade nacional e confiando nas perspectivas para o país optou em atender estas demandas especialmente pelo anseio demonstrado pela comunidade local em conjugar os estudos, próximos da residência, com o exercício profissional. O curso de Administração visa à formação de profissionais capacitados a responderem às rápidas mudanças, líderes de grupos de trabalho educados com ênfase na atuação junto às pequenas e medias empresas, pois estas representam a maioria das organizações sediadas no entorno da faculdade. O curso se propõe a atender a realidade do ambiente empresarial e, simultaneamente, promover as mudanças reclamadas no campo da Administração. Estas ações, certamente, redundariam na melhoria da oferta de empregos e de renda para a comunidade, uma vez que estão sendo inseridos profissionais capacitados à disposição das organizações da região. Desde 1952, ano em que se iniciou o ensino de administração no Brasil, mais de 200 mil profissionais formaram-se nos cursos de administração existentes, para um total de, aproximadamente, 500 mil empresas existentes no País. Considerando-se os números e a especificidade do trabalho, pode-se concluir que a demanda por administradores está longe de ser suprida. É importante ressaltar que, apesar do número absoluto em termos quantitativos, a qualidade dos profissionais formados ainda esta longe do ideal. Não se admite mais que o bacharel em Administração seja um mero especialista em sua área de atuação, ou, então, ter sido preparado exclusivamente para gerir as grandes corporações. Observa-se, nesse sentido, que as organizações necessitam não só de um único administrador, mas, sim, de vários desde o âmbito de execução a cúpula da gestão organizacional. Outra consideração importante diz respeito à formação dos profissionais da Administração, que devem ser generalistas, como recomendado pela Comissão de Especialistas de Ensino de Administração – CEEAD/SESU/MEC. Eles devem atuar como agentes de mudanças, estar apto a gerir os mais diferentes sistemas organizacionais, com espírito empreendedor. O atendimento a esse pressuposto resulta, inquestionavelmente, na adequação da qualidade do profissional formado. 19 Adicionalmente, deve ser considerado também o grande número de micros, pequenas e médias empresas carentes, na sua maioria, de técnicas administrativas e de gestão mais elaborada. Os problemas e dificuldades que elas enfrentam podem ser em sua maioria, sanados por profissionais devidamente preparados para compreenderem as suas características e necessidades, orientando-as com relação ao desenvolvimento e manutenção num mercado cada vez mais competitivo e globalizado. O curso de Administração da Faculdade de Sorocaba visa contemplar os objetivos propostos mediante a oferta de disciplinas especificamente desenhadas para contemplar esses segmentos da economia nacional como, por exemplo, “Empreendedorismo e Gestão de Pequenas e Médias Empresas”, “Planejamento Estratégico e Administração de Negócios”, “Gestão de Pessoas”, “Administração da Produção e Operações” e “Administração de Materiais e Logística”, entre outras. Espera-se assim, contribuir de maneira significativa para o atendimento das demandas do mercado de trabalho. O trabalho desses procedimentos pode ser dividido em duas situações: de um lado, a efetiva abertura de promissores horizontes, onde o administrador por meio do conhecimento adquirido e de sua formação adequada estará apto para enfrentar os desafios do mercado de trabalho; e de outro, as empresas que poderão contar com os profissionais perfeitamente capacitados para suprir as suas necessidades. Conforme mencionado, é importante destacar a enorme potencialidade empresarial e populacional da região onde se situa o UNIESP. A concentração de micros, pequenas e médias empresas e a grande demanda para realizar o curso de Administração contribuem de forma marcante para o perfeito entrosamento entre a instituição e a sociedade, da mesma forma que a interação entre profissional e o mercado de trabalho. A instituição implantou o Curso de Administração, atendendo a região onde o curso está instalado, com o objetivo de contribuir com a juventude da região, que necessita, rapidamente, preencher as vagas das repartições públicas, dos estabelecimentos comerciais, das indústrias, dos transportes, das comunicações, dos serviços e demais atividades que necessitam de pessoal altamente qualificado para as suas atividades estruturais no campo administrativo. 2.4 Concepção do Curso O Curso de Administração está organizado com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais e pautado por uma visão interdisciplinar que concebe sua organização didático-pedagógica a partir da aplicação dos saberes e da percepção da complexidade da realidade. Propõe ainda novas dimensões para o Bacharel em Administração fundamentadas em princípios coerentes aliando a aptidão com as mudanças e com a responsabilidade social, tendo em vista as exigências tecnológicas, econômicas e sociais. 20 O mercado de trabalho exige um novo profissional habilitado para atuar em atividades de diferentes áreas, com sólida formação, amplitude de conhecimentos e informações, habilidades e atitudes éticas. Assim, um profissional de administração com esse perfil e com sólidos conhecimentos dos elementos tecnológicos na área está apto, para atuar nas diferentes organizações, utilizando-se dos saberes construído. A proposta do curso passa por uma concepção que legitima uma integração entre teoria e prática, ação e reflexão, indivíduo e coletividade. Contempla a aquisição e a participação do saber como uma ação cultural, resultante da interação de indivíduos e cidadãos, com vistas a preparar o aluno para o campo de trabalho, dentro de princípios sociais de ética e moral. 2.5 Missão do Curso O Curso de Administração propicia condições facilitadoras para que o Bacharel em Administração, formado pela Faculdade de Sorocaba seja preparado para a realidade das atividades do segmento, tendo atitudes e procedimentos norteados pelos seguintes parâmetros: • Dirigido para atividades globais (preparado para os negócios, independente do nível de atuação geográfica); • Conhecimento amplo do mercado (apoiado em informações e estatísticas); • Competitivo (apoiado no saber e conhecedor das necessidades e do ambiente); • Responsabilidade integral (dirigido para a satisfação total do cliente, respeitando a ética e o meio ambiente). O projeto pedagógico é flexível o suficiente para o desenvolvimento das competências específicas dos alunos, respeitando as especificidades da UNIESP e da Região. Sendo assim, pode-se destacar como missão do curso: desenvolver administradores capacitados para atuar na ciência da Administração com competência, integridade, domínio das técnicas, normas, princípios e práticas de Administração, com senso crítico, visão global de negócios, diferenciais humanísticos, sociais e éticos, por meio de um currículo interdisciplinar que proporcione a integração entre teoria e prática. Por essa razão, a vocação do Curso de Administração é formar um profissional que saiba identificar, mensurar, analisar e interpretar adequadamente os diversos modelos de gestão empresarial a partir da utilização correta da linguagem administrativa, auxiliando o processo decisório nas organizações públicas e privadas, e, sobretudo, com disposição para enfrentar desafios na sua profissão. 21 2.6 Princípios Norteadores As atividades a serem desenvolvidas pelo curso de Administração fundamentam-se nos seguintes princípios: • qualidade: entendida não só como busca de eficiência, eficácia e efetividade do processo ensino – aprendizagem – educação – desenvolvimento proposto pelo curso, mas também como concretização de sua responsabilidade social e ética perante alunos, docentes, funcionários, técnicos e a sociedade em geral; • capacitação técnica: envolvendo aquisição dos conhecimentos básicos e essenciais ao curso, visando resultados positivos; • atualização constante: no sentido da busca e adequação permanente de suas propostas e ações ao desenvolvimento da sociedade, das ciências, artes e tecnologias; • globalização: evitando a compartimentalização dos conhecimentos e das ações, buscando as possibilidades naturais de interdisciplinaridade decorrentes da análise, discussão e entendimento da formação do homem como “cidadão do mundo”; • cidadania: visando ao direcionamento das suas funções de ensino, pesquisa, extensão para a formação de profissionais críticos, conscientes, capazes de contribuir para a transformação social, em busca da melhoria da qualidade de vida da população, sustentada por justiça e equidade sociais, apoiando os gestores das entidades na busca da eficácia das organizações; • participação: entendida como democratização das decisões, resultante da integração de todos os segmentos envolvidos no seu processo decisório; • flexibilidade: significando adequação permanente às necessidades e possibilidades de sua clientela e aos novos eixos direcionadores da sociedade e suas organizações, de hoje e do futuro; • parceria: possibilitando garantir entre educandos e educadores ações comuns em benefício da aprendizagem de ambos, além de integração com a comunidade externa; • transparência: nas decisões e ações educacionais visando um processo de crescimento e confiança mútua de todos os envolvidos; • integração entre ensino-pesquisa-extensão: voltados à busca e aplicação da verdade em benefício de melhor qualidade de vida para o homem e a sociedade em geral; • regionalidade: buscando parceria com órgãos governamentais e a iniciativa privada, contribuindo para o desenvolvimento auto-sustentado da região onde a instituição está inserida, e à promoção de novas tecnologias que possam elevar o nível científico, técnico-cultural e ético do homem da região; • democracia: tendo em vista aperfeiçoar as relações sociais fundadas nos critérios de justiça social, além de ampliar as possibilidades de participação de todas as camadas da própria instituição e da sociedade nas decisões que lhe são próprias, fortalecendo a identidade cultural entre as pessoas envolvidas, a autonomia nas relações com as outras regiões e mesmo com outros países, sempre direcionadas pelos princípios da igualdade e da liberdade. 22 2.7 Linhas Básicas e Diferenciadores do Curso Orientam a ação acadêmica do curso de Administração as seguintes linhas: No Ensino • ultrapassar a simples memorização mecânica de conhecimentos; • estimular a construção do conhecimento a partir de vivências coletivas e desafiadoras; • ir além da formação das habilidades necessárias ao exercício da profissão de administrador; • preocupar-se com a formação de atitudes éticas e sociais que possibilitem o desenvolvimento do compromisso com um futuro mais justo e equitativo para a humanidade; • proporcionar aos alunos o desenvolvimento de sua capacidade crítica e criativa a partir de atividades didático-pedagógicas que exijam raciocínios lógicos mais complexos para a solução de problemas; • possibilitar que o aluno busque auto-aprimoramento permanente nos aspectos: pessoal, social e profissional, entendendo que sua formação de administrador não se esgota com a conclusão do curso formal; • conscientizar a respeito da responsabilidade ética e social de cada aluno como futuro profissional; • desenvolver trabalho educacional que garanta interpelações positivas entre as pessoas envolvidas, com reflexos no seu ambiente interno e externo. Na Pesquisa • produzir novos conhecimentos que possibilitem entendimento mais eficiente, eficaz e efetivo no campo da Administração. Contribuindo para o aperfeiçoamento dos conhecimentos pertinentes à Administração; • propiciar o desenvolvimento da ação criadora e da reflexão que permitam encontrar novos indicadores para as ações em organizações públicas ou privadas. Na Extensão • possibilitar a troca de conhecimentos e serviços entre curso e comunidade externa, com benefícios para ambas; • garantir avaliação permanente da ação educacional pela comunidade que, por sua vez, definirá os parâmetros para a ação acadêmica do curso. Nesse sentido a ação extensionista do curso deve refletir o seu enraizamento no contexto social, construindo a base para os programas de ensino e para a produção do saber, e assim: 23 • interligar ensino e pesquisa de forma que a extensão congregue programas que integrem as ações universitárias; • desenvolver programas interdisciplinares que possibilitem ações efetivas, voltadas para a necessidade da região, de forma a concretizar o comprometimento permanente com a transformação da comunidade; • diversificar atividades extensionistas abrangendo serviços específicos da área de Administração através do estágio supervisionado, programas institucionais, projetos para intervenções de realidade, atividades culturais, seminários, palestras, wokshops e outros. 2.8 Perfil do Curso O curso de Administração busca garantir aos seus alunos: • formação básica envolvendo a construção de uma cultura geral que lhes permita situar-se, de forma consciente e crítica, frente às diretrizes e tendências da sociedade; • formação profissionalizante que lhes permita construir conhecimentos básicos, essenciais ao curso, e inteirar-se das conquistas científicas, sociais, políticas e tecnológicas na área de Administração; • formação ética e humanista capaz de possibilitar o desenvolvimento de uma personalidade íntegra, responsável, como profissionais formador de consciência, para ‘ser’ e ‘agir’, no campo administrativo; • iniciação científica capacitando-os a desenvolver sua criatividade e o gosto pela pesquisa acadêmica nas áreas da administração. Este perfil diferenciado será alcançado a partir da estrutura da matriz curricular, integrando-se disciplinas com uma cuidadosa seleção dos conteúdos dos docentes e do acompanhamento cotidiano de suas ações. O exemplo de competência, compromisso e retidão de caráter constituir-se-á no verdadeiro sustentáculo de nossa ação educacional, baseada em princípios sócio-políticos, éticos e morais. 2.9 Políticas Institucionais no âmbito do curso A Instituição, como um todo, busca, de forma integrada e coerente, a realização concreta dos objetivos descritos no Regimento Geral, no Plano de Desenvolvimento Institucional, no Projeto Pedagógico Institucional e nos Projetos dos Cursos de Licenciatura e Graduação que abordam as políticas institucionais, destacando-se as políticas de ensino, pesquisa e extensão: Ensino: Propiciar ao aluno uma formação global que lhe permita construir competências, hábitos, habilidades e atitudes de forma crítica e criativa, como pessoa e 24 como cidadão, qualificando-o profissionalmente, tornando-o ciente de suas responsabilidades, usando para isso os recursos do conhecimento em seus vários níveis e modalidades, além das vivências e intervenções em realidades do seu cotidiano próximo ou remoto; Pesquisa: Desenvolver o gosto pela pesquisa, a ação criadora, responsável e ética, a partir de uma postura de investigação, reflexão, de curiosidade perante o novo e o diferente, buscando novos conhecimentos e procedimentos que possam complementar e estimular o ensino-aprendizagem a alcançar graus mais elevados de excelência e melhorar a qualidade de vida da população envolvida; Extensão: Integrar de forma efetiva e permanente, as atividades de extensão às suas propostas de ensino e de pesquisa para que possam corresponder às necessidades e possibilidades da instituição envolvida, da realidade local e regional e da sociedade como um todo, unindo por objetivos comuns as suas comunidades interna e externa com beneficio para ambas. O Projeto Pedagógico do Curso de Administração da Faculdade de Sorocaba mantém articulação com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), atendendo às políticas voltadas a graduação, buscando a qualificação, a dinamização, a diversificação e a ampliação de oportunidades que resultem na melhoria da qualidade acadêmica e de sua contribuição ao desenvolvimento científico, tecnológico e social na região de abrangência. A Faculdade de Sorocaba, para atender de modo cada vez mais satisfatório à realidade social e profissional, local e regional, pretende trabalhar com currículos flexíveis, possibilitando aproveitamento de estudos e de competências, bem como a inserção do aluno na vida profissional, enquanto dá continuidade à sua formação acadêmica de forma a: a) Priorizar a integração do ensino, da pesquisa e da extensão; b) Oferecer estímulos para permanência de seus alunos, oferecendo atendimento psicopedagógico, nivelamento e bolsas de estudo. c) Priorizar a formação de profissionais e cidadãos socialmente responsáveis e empreendedores nas diferentes áreas do conhecimento, aptos à participação no desenvolvimento da sociedade em que interagem; d) Estabelecer áreas preferenciais para o desenvolvimento de cursos, orientando-os para responder às demandas do mercado de trabalho local, regional e nacional; e) Aprimorar a qualidade do estudante universitário, na sua formação científica, que reflita no preparo profissional, capacitado a enfrentar os desafios da sociedade contemporânea; f) Implementar ações que contribuam para o desenvolvimento social e para o desenvolvimento da investigação científica e tecnológica. 25 Para atender de forma especial à articulação, o Curso de Administração da Faculdade de Sorocaba, proporcionará ao aluno, além da sua formação técnico-profissional, sua formação como cidadão participativo. A Faculdade adota ainda um processo de gestão democrática de sua estrutura garantindo a participação de representantes de diferentes segmentos no processo das decisões, oportunizando assim iniciativas, decisões e ações coletivas e organizadas. De acordo com o Regimento Geral da Faculdade de Sorocaba, cabe, em conjunto com a direção da faculdade, com o Conselho Superior, com o Coordenador e com o Colegiado de Curso e mais recentemente com ao NDE (Núcleo Docente Estruturante) a gestão, e a articulação com as demais instâncias acadêmico-administrativas da IES, visando a realização dos objetivos do curso em consonância com a finalidade da Instituição. As políticas da tecnologia da informação implantadas na Faculdade de Sorocaba estão diretamente ligadas ao ensino e pesquisa e extensão, funcionando como facilitadores do processo ensino aprendizagem. A política de Recursos Humanos valoriza o desenvolvimento das relações harmônicas entre os integrantes de sua comunidade acadêmica. A instituição adotando o estímulo à criatividade e à participação de docentes e não docentes em todas as atividades da instituição, o incentivo e apoio à produção científica e às iniciativas individuais ou de setores administrativos ou acadêmicos; a capacitação docente e/ou técnico-profissional; o aprimoramento das condições de trabalho, com a preocupação constante da atualização salarial de todos os colaboradores; e a busca permanente de elevados padrões éticos para o desempenho profissional de docentes e não docentes, com objetivo que esta política reflita no bom desempenho das atividades docentes e não docentes, visando a qualidade no ensino. A prática das Políticas Institucionais e sua articulação refletem, na realidade, o previsto nos documentos oficiais da Faculdade, pois a Instituição busca, de forma integrada e coerente, a realização concreta dos objetivos 2.10 Objetivos Gerais do Curso A Faculdade de Sorocaba propõe para o seu curso de Administração os seguintes objetivos: • formar bacharéis em Administração ágeis, críticos e criativos, para enfrentar a concorrência do mercado de trabalho, competentes e compromissados, 26 propiciando-lhes o exercício consciente da cidadania solidária, a possibilidade de contribuírem para o processo de humanização das relações sociais; • propiciar estudos aprofundados no campo da Administração, qualificando academicamente os alunos para as atividades próprias dos administradores; • capacitar profissionais no processo administrativo de organizações para uma compreensão crítica e sistêmica da realidade brasileira e internacional, refletindo sobre as condicionantes econômicas e políticas que direcionam as empresas e seus profissionais, nas múltiplas relações funcionais que estabelecem; • possibilitar a formação do administrador capaz de aliar competência técnica, compromisso ético, disciplina democrática e contribuir para a transformação do meio social onde atua; • contribuir para que os profissionais da administração elaborem produções científicas de qualidade e relevância e para efetivação de atividades de extensão com excelência, que atendam às reais necessidades da comunidade e estimulem seu crescimento técnico e cultural; • capacitar profissionais de administração para que possam auto-motivar-se e auto-realizar-se a partir de uma ação gerencial e de administração de qualidade, holística e interdisciplinar; • qualificar profissionais para atuar na área gerencial das complexas organizações da sociedade ou na prestação de serviços. • instrumentalizar os futuros gestores para a administração através de uma visão sistêmica dos negócios empresariais; 2.11 Seleção dos Conteúdos A seleção de conteúdos para a formação de administradores tem como diretrizes: • garantir os conhecimentos para a consciência crítica necessária; • possibilitar o conhecimento das modernas tendências administrativas, bem como o conhecimento dos princípios administrativos das diferentes áreas, sua historicidade, seus paradigmas e suas especificidades; • contemplar diferentes âmbitos do conhecimento profissional do administrador; • articulação entre teoria e prática; • considerar a avaliação como recurso de orientação das práticas pedagógicas e de busca de autonomia para atuação na área da administração. A seleção de conteúdos é definida pelos professores que ministram as disciplinas, com aprovação do núcleo docente estruturante (NDE) e do colegiado de curso. Busca desenvolver um processo de educação global, de seus alunos, ultrapassa a fragmentação do conhecimento, da cultura e das artes, valoriza processos coletivas, sócio-interacionistas de ensino-aprendizagem, educação e desenvolvimento. 27 Nesse sentido, os conteúdos proporão uma passagem gradativa do ensino tradicional, centrado no professor, para uma proposta sócio-interacionistas de educação, centrada na interação do aluno com o grupo. Essa seleção visa possibilitar ao aluno, dentro de seu processo de formação, o desenvolvimento de habilidades teóricas-práticas para a administração, propiciando condições favoráveis à criatividade, cooperação, investigação, responsabilidade, raciocínio abstrato, uso da linguagem, atenção concentrada, imaginação, sociabilidade, desembaraço, liderança, iniciativa e perseverança. 2.12 Princípios Metodológicos A proposta pedagógica do curso de Administração da Faculdade de Sorocaba está baseada nas teorias sócio-interacionistas da educação. Portanto, os docentes deverão construir a competência para realizar atividades que transcendam a mera transmissão de conhecimentos, mas que possibilite raciocínios mais complexos, como a formulação de hipóteses, projeções, associações entre outros. O ensino prevê uma gama variada e diversificada de ações e atividades que proporcione o melhor entendimento daquilo que está sendo discutido e aplicado em sala de aula, como: trabalhos diversificados, pesquisa de campo, o ensino programado, dinâmico, a pesquisa, além de outros que promovam a participação dos discentes e o uso de ferramentas específicas, como a informática. Os princípios metodológicos contemplam o planejamento por excelência, criando conexão com os Planos de Ensino das diferentes disciplinas da matriz curricular. Os Planos de Ensino conferem dinâmica da disciplina através da especificação da operacionalização das disciplinas, abordando os seguintes tópicos: o ementário, os objetivos, o conteúdo programático, as bibliografias básica e complementar, a carga horária, o método e os critérios de avaliação. As individualizações dos professores visam expor os conteúdos programáticos e a natureza gradativa da exposição, que deve servir de mecanismo conceptivo do processo ensinoaprendizagem, como de seus resultados. O curso de Administração busca harmonizar os princípios filosóficos da mantenedora com as novas propostas e tendências educacionais nos cursos de Administração. Como nenhum modelo é completo em si, dentre as contribuições dos pesquisadores e educadores na linha educacional, o curso de Administração, por meio do trabalho acadêmico, procura seguir uma linha abrangente e complementar. A proposta metodológica do Curso de Administração: O conhecimento se constrói a partir da constante interação aluno-professor e conteúdos (curriculares e procedimentais). O papel do professor é o de ser um facilitador de experiências entre o saber e o educando, caminhando-o em direção a ele e 28 compartilhando conhecimentos e vivencias como profundo conhecedor da sua área de atuação. Os alunos constroem o seu conhecimento a partir da sua interação constante com os conteúdos, com os colegas, com os professores e por meio das múltiplas relações de aprendizagem proporcionadas pelo ambiente acadêmico da Faculdade. Estas relações dos alunos ocorrem de forma progressiva e gradual, se voltando para a busca de soluções e de crescimento. Os professores devem despertar no educando o interesse pela descoberta dos saberes no domínio da arte da administração, através de um relacionamento de proximidade, mas principalmente complementar e interativo. Este direcionamento – através do incentivo à pesquisa, a análise, a reflexão e a prática – deve possibilitar um descobrimento por parte dos alunos das suas competências, habilidades e atitudes nos mais variados campos – profissional, social, administrativo e gerencial, entre outros. A proposta metodológica do curso de Administração visa possibilitar uma progressão contínua dos alunos com base nos resultados da aprendizagem demonstrados ao longo dos semestres. Esta progressão é feita respeitando a individualidade e a capacidade dos alunos, bem como a inter-relação entre os conteúdos. Apesar disso, os alunos são desafiados a trabalharem e a interagirem em equipes e grupos, através da troca de experiência e do crescimento, motivando o desenvolvimento de habilidades de relacionamento interpessoal. A prática acadêmica busca ser a realidade dos ideais propostos. Porém, sabe-se que a aplicação deve ser flexível e dinâmica perante ao ambiente em frequente aprimoramento, além do estágio de transformação em que se encontra o educando. Por isso, a faculdade procura suprir estas lacunas, sendo um exemplo na formação de procedimentos e de caracteres. Os procedimentos de ensino se referem às estratégias que os docentes podem empregar para transmitir os conhecimentos a respeito dos conteúdos das diversas disciplinas. Entre eles salientam-se os seguintes: a) apresentação de filmes ou segmentos de filmes: permite transmitir conceitos e se constitui num substitutivo de experiências reais. As aulas tornar-se-ão mais agradáveis que as tradicionais. A exibição, de filmes deve ser acompanhada de intervenções do docente, em passagens específicas, para que a ligação entre as cenas e o assunto que está em discussão seja estabelecida. b) palestras de professores e profissionais convidados: este procedimento permite trazer aos alunos, testemunhos do que se discute em sala de aula, bem como, que profissionais possam traçar paralelos entre a teoria e a prática, pois a variação da trajetória profissional enriquece os conhecimentos escolares; c) tecnologia da informação: a tecnologia da Informação e recursos multimídia permitem aos docentes uma vasta gama de recursos que podem ser empregados para o ensino. Software de apresentação com animação, documentários e depoimentos gravados em CD-ROM são algumas das opções; 29 d) simulações ou Jogos de empresas: novos softwares que empregam recursos mais modernos de Tecnologia da Informação estão disponíveis e permitem oportunidades de treino em tomada de decisão e em gestão de negócios de uma forma geral; e) seminários: podem ser preparados e apresentados pelos alunos. Com o cuidado para que todos os componentes do grupo participem. Sugere-se que o docente escolha, no momento da apresentação, o aluno que irá expor a parte do seminário. Outra alternativa é incluir no momento da avaliação uma parcela da nota em função da quantidade de alunos presentes à exposição; f) exercícios práticos em sala: exercícios realizados em sala de aula, individualmente ou em grupo. Promovendo a discussão entre os grupos, com sua meditação; g) leitura de livros e revistas técnicas e de negócios: livros ou artigos de revistas que envolvam a disciplina ajudam a manter a atualidade do conteúdo, desde que sejam lidos por todos, discutidos em sala de aula e incluídos nas avaliações. Os procedimentos supra-relacionados e outros que poderão ser identificados pelos docentes deverão ser empregados parcimoniosamente e de forma mesclada para que se possa aproveitá-los da melhor forma possível em cada ponto específico das disciplinas. 2.13 Perfil Desejado do Egresso O Currículo do Curso de Administração propicia a formação de profissionais socialmente responsáveis e competentes para participarem das organizações, cujo perfil desejado está de acordo com as diretrizes curriculares nacionais do curso de Graduação, conforme Resolução nº 4 de 13 de julho de 2005, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação. O Curso de Bacharelado em Administração busca ensejar condições para que o Administrador esteja capacitado a compreender as questões científicas, técnicas, sociais, econômicas e financeiras, em âmbito nacional e internacional nos diferentes modelos de organização. Assegurando conhecimento sobre inovações tecnológicas e instrumentalizando a capacidade critico-analítica através da tecnologia da informação. Nesse sentido, o curso deve formar profissionais aptos a atuar num mercado altamente competitivo e em constante transformação, cujas opções possuem um impacto profundo na vida social, econômica e no meio ambiente das sociedades. Prevê-se uma formação ao mesmo tempo generalista – no sentido tanto de conhecimentos com uma ampla visão de mundo quanto especializada com conhecimentos profissionais adequados para atender às demandas de empregos na região. O Projeto contempla as relações entre o conhecimento teórico e as exigências da prática cotidiana da profissão. Para tanto, o curso oferece aos alunos oportunidades de exercer e aperfeiçoar seus conhecimentos na busca de métodos e técnicas para o melhor atendimento aos clientes, o eficiente desenvolvimento de produtos, a operação e 30 gestão responsáveis no mercado e o planejamento das atividades. Isto ocorrerá mediante um processo de aprendizagem que envolva, paulatinamente, todos os níveis de complexidade organizacional. O projeto leva em conta o fato de que, o sucesso profissional do Bacharel em Administração dependerá da solidez da formação técnica e teórica, mediante ampla formação cultural (vertical e horizontal), adquiridas no curso de graduação, mas também em grande medida da capacidade de “auto gerir seu conhecimento”. Pretendese, dessa forma, que o egresso do curso seja dotado de características básicas, tais como: • responsabilidade social e ética profissional; • formação humanística, que o habilite a compreender o meio social, político, econômico e cultural no qual está inserido, • tomar decisões eficazes num mundo diversificado e em constante transformação: • visão global, para entender de maneira ampla e plena o contexto no qual a organização está inserida; • formação técnica e científica, que o habilite a atuar na administração das organizações, a desenvolver atividades específicas da prática profissional; • capacidade de atuar de maneira integrada nos diversos níveis da estrutura organizacional; • capacidade de compreender as necessidades de aperfeiçoamento profissional constante; • autoconfiança para desempenhar as suas funções de maneira efetiva; • expressar-se com clareza e de modo crítico e criativo; • liderança e capacidade para lidar com pessoas de maneira efetiva; • capacidade para utilizar da melhor forma possível os recursos financeiros, materiais e patrimoniais; • compreensão da administração de maneira sistêmica, integrada e estratégica, e de suas relações com o meio ambiente; • visão holística, além de integrar o ambiente interno e externo; • iniciativa, rapidez e flexibilidade na tomada de decisões; • capacidade de planejamento e desenvolvimento da própria carreira profissional; • capacidade para conciliar sua função de especialista com uma visão generalista, que possibilite entender a administração da organização como um todo; • capacidade empreendedora, tanto internamente quanto externamente organização; 31 2.14 Competências e Habilidades a Serem Desenvolvidas Para que o Profissional de Administração seja competente, o curso é desenhado para prover uma formação que contenha aspectos teóricos e práticos. Quanto aos aspectos teóricos, o curso contemplará as diversas correntes da Administração, possibilitando uma reflexão sobre o fenômeno, dentro do contexto passado, presente e futuro e suas inter-relações geográficas, sócio-culturais e econômicas. As questões teóricas serão inseridas de modo a proporcionar um embasamento adequado para que o profissional possa refletir sobre a Administração, sua origem e evolução além de conhecer as diversas escolas e correntes de pensamento Administrativo. Quanto aos aspectos práticos, o projeto prevê trabalhos interdisciplinares, iniciação cientifica, atividades da empresa júnior, visitas técnicas, atividades complementares, estágio supervisionado, consultoria empresarial, que promovam a competência dos formandos, com o manejo de técnicas e instrumentos em condições novas e desafiadoras. O curso foi desenhado para que a experiência prática traga um constante pensar sobre “o que fazer”, “como fazer” e o “por que fazer”, buscando constantemente, com criatividade, soluções para os problemas. Com o objetivo de contribuir para a formação do perfil do profissional desejado, o curso possibilita o desenvolvimento das seguintes competências e habilidades, de acordo com a Resolução 4, sendo elas: • reconhecer e definir problemas, equacionar soluções, pensar estrategicamente, introduzir modificações no processo produtivo, atuar preventivamente, transferir e generalizar conhecimentos e exercer, em diferentes graus de complexidade, o processo da tomada de decisão; • desenvolver expressão e comunicação compatíveis com o exercício profissional, inclusive nos processos de negociação e nas comunicações interpessoais ou intergrupais; • refletir e atuar criticamente sobre a esfera da produção, compreendendo sua posição e função na estrutura produtiva sob seu controle e gerenciamento; • desenvolver raciocínio lógico, crítico e analítico para operar com valores e formulações matemáticas presentes nas relações formais e causais entre fenômenos produtivos, administrativos e de controle, de modo criativo diante dos diferentes contextos organizacionais e sociais; • ter iniciativa, criatividade, determinação, vontade política e administrativa, vontade de aprender, abertura às mudanças e consciência da qualidade e das implicações éticas do seu exercício profissional; • desenvolver capacidade de transferir conhecimentos da vida e da experiência cotidianas para o ambiente de trabalho e do seu campo de atuação profissional, em diferentes modelos organizacionais, revelando-se um profissional adaptável; • desenvolver capacidade para elaborar, implementar e consolidar projetos 32 em organizações; • desenvolver capacidade para realizar consultoria em gestão e administração, emitir pareceres e perícias administrativas, gerenciais, organizacionais, estratégicas e operacionais. 2.15 Organização Didático-Pedagógica O curso de Administração está organizado numa perspectiva moderna e está dividido em oito semestres, ao longo de quatro anos, nos quais busca-se inter-relacionar os conteúdos numa dimensão linear e progressiva, fazendo com que o discente apresente uma progressão de conhecimento com a inter-relação crescente entre as disciplinas e prática profissional. O Curso de Administração busca meios e recursos, utilizando-se da aplicação teoria e prática e da interdisciplinaridade, para manter em contínuo aprimoramento o curso oferecido, resguardando, assim, o alto padrão de qualidade que a instituição tem apresentado em todo serviço educacional oferecido adequado a sua organização didático-pedagógica a esta concepção. Para formar Administradores profissionais com este perfil e alcançar os objetivos propostos, o Curso foi concebido com uma estrutura flexível para permitir sua constante atualização e atender aos preceitos legais em vigor. A estrutura do curso de Administração da Faculdade de Sorocaba é resultante de um processo de adequação aos condicionantes ambientais, procurando responder desafios, incluindo: • as demandas sociais da cidade de Sorocaba e seu entorno; • as características econômicas e de desenvolvimento típicas da Região onde se situa a faculdade; • o campo de conhecimento da Administração, devidamente caracterizado como uma Ciência Social Aplicada, focada na adequação das empresas, organizações ou instituições ao ambiente de mercado onde estão inseridas; • os objetivos institucionais do União Nacional das Instituições Educacionais São Paulo, conforme o Art. 3º. de seu Regimento Geral; • a Filosofia e os Princípios do União Nacional das Instituições Educacionais São Paulo, conforme explicitados em seus documentos; • a prioridade do conhecimento e do desenvolvimento de competências necessárias ao exercício profissional; • a aplicação de estratégias de ensino diversificadas que prioriza o raciocínio e o uso das faculdades cognitivas, potencializando a interação entre alunoprofessor e aluno-aluno para a construção de conhecimentos coletivos. 33 2.16 Organização Curricular Baseado na Resolução no 4, de 13 de julho de 2005, CNE, e nas Diretrizes Curriculares para o curso de Administração está estruturado de forma a contemplar disciplinas em sua organização curricular cujos conteúdos atendem os seguintes campos interligados de formação, sendo eles conteúdos de: • • • • Formação Básica Formação Profissional Estudos Quantitativos e suas Tecnologias Formação Complementar A matriz curricular está organizada em oito e semestres letivos, com uma carga horária total de horas/aula de disciplinas obrigatórias, além das atividades de Estágio; Atividades interdisciplinares e Atividades complementares, assim distribuídas: TOTAL DA CARGA HORÁRIA CURSO Carga Horária (1) CH de disciplinas presenciais (2) CH de Estágio Supervisionado (3) CH EAD (4) CH de Atividades Complementares Carga horária total do curso (1) + (2) + (3)+ (4) Disciplinas Optativas Optativa I- Gestão Ambiental Optativa II- Negociação 3480 3480 Hora aula 3000 300 480 200 3680 Hora relógio 2499,75 300 480 200 3.646,64 Hora aula semestral 40 40 Disciplinas Conteúdos Formação Básica Matemática Matemática Financeira Ética e Responsabilidade Social Contabilidade I e II Contab. Gestão Estratégica de Custos I Psicologia Organizacional Estatística Economia Sociologia Filosofia Direito Empresarial 3479,75 34 Conteúdos Formação Profissional Teorias da Administração I, II. Administração Mercadológica Administração de Materiais e Logística Administração da Produção e Operações Gestão Estratégica de Pessoas Adm. Financeira e Orçamentária I e II Tecnologia da Informação Gestão da Qualidade e Produtividade Planejamento Estratégico Organizacional Sistema Informação Gerencial Desenvolvimento Organizacional Conteúdo de Estudos Quantitativos Projeto Interdisciplinar: Práticas Empresarias Gestão e Análise de Projetos Conteúdo Formação Complementar Metodologia do Trabalho Científico Comunicação Empresarial Linguagem e Interpretação de Textos Empreendedorismo e Novos Negócios Gestão Empresarial Sustentável Tópicos Especiais I e II Mercado de Capitais Administração de Negócios Internacionais Direito Tributário Direito Trabalhista Gestão de Pequenas e Médias Empresas Optativas I e II Estudos da Realidade Contemporânea 2.17 Inovações Significativas O curso de Administração contempla as seguintes inovações, visando à flexibilidade de organização dos componentes curriculares, a criação de oportunidades diferenciadas de integralização do curso por parte dos alunos com as atividades e estágios e atividades complementares e trabalhos de cursos. 35 • Estágio Curricular Supervisionado - O projeto do Curso de Administração prevê 300 horas de estágio curricular supervisionado, a ser cumprido pelo aluno, sob a orientação de um professor, a partir do 5° semestre. A concepção do projeto de estágio considera que o aluno tenha contato com o ambiente real de trabalho. A inovação nesse sentido não é exatamente a existência do estágio curricular supervisionado, mas a concepção deste integrado ao processo de ensino-aprendizagem, conforme ficará evidente nos tópicos seguintes. É importante ainda destacar que o estágio sendo oferecido a partir da conclusão metade do curso, cria mais condições de envolvimento dos alunos no curso de Administração, bem como fornece subsídios para o entendimento das teorias e práticas administrativas. Pelo seu caráter implementador de desempenhos profissionais, antes mesmo de se considerar concluído o curso, é importante que, à proporção que os resultados do estágio forem sendo verificados, interpretados e avaliados, o estagiário esteja consciente do seu perfil, para que ele reconheça a necessidade da retificação do aprofundamento, nos conteúdos em que detectar equívocos ou insegurança de domínio. Nesse sentido, um elenco de disciplinas é colocado à disposição do aluno para correção ou complementação da carência de conhecimentos. • Atividades Complementares - As atividades complementares devem proporcionar aos discentes a liberdade de aprender, co-responsabilidade na própria formação, autonomia profissional, gerenciamento da própria carreira, interdisciplinaridade, articulação com a pós-graduação, etc. As atividades complementares são de caráter extra-classe, sem atribuição de nota, mas constando como atividades cumpridas e com comprovação formalizada. São também condição para obtenção do diploma e podem ser desenvolvidas a qualquer época do ano, inclusive nas férias e recessos escolares. Devem ser desenvolvidos pelo menos três tipos de atividades diferentes ao longo curso, realizadas na própria Instituição ou em outras, de forma presencial ou à distância. O aluno cumprirá uma carga horária total de 200 horas de atividades complementares e interdisciplinares à sua formação, tais como: pesquisas, iniciação cientifica independente, cursos ou atividades de extensão, disciplinas de outros cursos e/ou instituições, eventos técnicos, científicos e culturais, grupos de estudos, viagens de estudos, visitas técnicas, artigos publicados, atividades de representação acadêmica, estágios extracurriculares, atividades livres, oficinas laboratoriais, dentre outras. As atividades complementares se caracterizam como práticas acadêmicas apresentadas sob múltiplos formatos, tendo em vista essencialmente complementar e sintonizar o currículo pedagógico vigente, ampliar os horizontes do conhecimento e sua aplicação e prática para além da aula, favorecer o relacionamento entre grupos e a convivência com as diferenças sociais, favorecer a tomada de iniciativa dos alunos, dentre várias possibilidades. 2.18 Matriz Curricular 36 COMPONENTE CURRICULAR Linguagem e Interpretação de Texto Contabilidade I Economia Matemática Teoria Geral da Administração I Projeto Integrador: Cidadania e Responsabilidade Social SUBTOTAL Contabilidade II Direito Empresarial Filosofia Sociologia Tecnologia da Informação Teoria Geral da Administração II Projeto Integrador: Cidadania e Responsabilidade Social SUBTOTAL Contabilidade e Gestão Estratégica de Custos Organização, Sistemas e Métodos. Estatística e Probabilidade Ética e Responsabilidade Social Psicologia Organizacional Matemática Financeira Projeto Integrador: Cidadania e Responsabilidade Social SUBTOTAL CARGA HORÁRIA SEMESTRAL CH CH Total Semanal Semestral 1o SEMESTRE 4 80 80 4 80 80 4 80 80 4 80 80 4 80 80 EAD 60 60 Hora Relógio 66.66 66,66 66.66 66,66 66,66 60 20 460 2o SEMESTRE 4 80 4 80 2 40 2 40 4 80 4 80 EAD 60 460 393.3 80 80 40 40 80 80 60 66,66 66,66 33.33 33.33 66,66 66,66 60 20 460 3O SEMESTRE 4 80 460 393.3 80 66,66 4 4 2 2 4 80 80 40 40 80 80 80 40 40 80 66,66 66,66 33.33 33.33 66,66 EAD 60 60 60 20 460 460 393.3 37 3 4o SEMESTRE Sistemas de Informação Gerencial 2 Administração Financeira e Orçamentária I 4 Gestão Estratégica de Marketing 4 Legislação Tributária e Fiscal 2 Legislação Trabalhista e Previdenciária 2 Gestão Estratégica de Pessoas 4 Empreendedorismo, Criatividade e Inovação 2 Projeto Integrador: Cidadania e Responsabilidade Social SUBTOTAL Administração Mercadológica Análise Estratégica de Finanças Investimentos Gestão da Produção Logística Administração Financeira e Orçamentária II Fundamentos de Comércio Exterior Projeto Interdisciplinar: Plano de Negócios Projeto Integrador: Cidadania e Responsabilidade Social SUBTOTAL Projeto Integrador: Cidadania e Responsabilidade Social SUBTOTAL Tópicos Especiais em Administração I Gestão e Análise de Projetos Gestão da Qualidade e Produtividade Administração de Empresas e Serviços Pesquisa em Administração Optativa II- Negociação SUBTOTAL 40 80 80 40 40 80 40 33,33 66,66 66,66 33,33 33,33 66,66 33,33 EAD 60 60 60 20 5o SEMESTRE 2 e 4 460 460 393.3 40 80 40 80 33,33 66.66 4 4 2 2 80 80 40 40 80 80 40 40 66,66 66,66 33,33 33,33 EAD 60 60 60 420 420 359,97 80 40 80 40 66,66 33,33 4 4 2 2 80 80 40 40 80 80 40 40 66,66 66,66 33,33 33,33 EAD 60 60 60 18 7o SEMESTRE 4 4 2 4 2 2 420 420 359,97 80 80 40 80 40 40 80 80 40 80 40 40 66.66 66.66 33,33 66,66 33,33 33,33 EAD 60 60 60 18 420 420 359.97 18 6o SEMESTRE 4 Práticas 2 Desenvolvimento Organizacional Projeto Interdisciplinar: Empresariais Administração de Materiais Planejamento Estratégico Organizacional Administração da Produção e Operações Optativa I- Gestão Ambiental Projeto Integrador: Cidadania e Responsabilidade Social 40 80 80 40 40 80 40 38 4 8o SEMESTRE Tópicos Especiais em Administração II 4 80 Administração de Negócios 4 80 Internacionais Gestão de Pequenas e Médias Empresas 2 40 Mercado de Capitais 4 80 Estudo da Realidade Contemporânea 2 40 Projeto Integrador: Cidadania e Responsabilidade Social 80 80 66.66 66.66 40 80 40 33,33 66,66 33,33 EAD 60 60 60 16 380 380 326,64 3480 3480 300 200 3479,75 Hora aula 3000 300 480 200 3680 Hora relógio 2499,75 300 480 200 3.646,64 Hora aula semestral 40 40 SUBTOTAL Estágio Supervisionado Atividade Complementar TOTAL DA CARGA HORÁRIA CURSO Carga Horária (1) CH de disciplinas presenciais (2) CH de Estágio Supervisionado (3) CH EAD (4) CH de Atividades Complementares Carga horária total do curso (1) + (2) + (3)+ (4) Disciplinas Optativas Optativa I- Gestão Ambiental Optativa II- Negociação 4.10 Planejamento das Disciplinas Semestralmente, os professores a partir das ementas do curso, elaboram os planejamentos de ensino das disciplinas que compõem a matriz curricular sob sua responsabilidade. Os planejamentos serão entregues ao coordenador do curso antes do início do próximo semestre, sendo os mesmos revisados e disponibilizados para divulgação no início de cada semestre. Assim, no início do semestre letivo, o material elaborado é discutido com os alunos, conforme as disciplinas elencadas para cada semestre. Este procedimento tem como objetivo permitir que os alunos acompanhem o desenvolvimento dos conteúdos, monitorando o cumprimento efetivo dos programas estabelecidos para o curso. A revisão contínua dos planejamentos de ensino constitui-se numa ferramenta permanente para atualização dos conteúdos e da bibliografia de cada componente curricular. 4.11 Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem 39 O curso de Administração da Faculdade de Sorocaba reconhece a capacidade em seus alunos para construir o próprio conhecimento por meio da modalidade de processo de Acompanhamento Contínuo. Trata-se de um processo dinâmico que identifica limitações e propõe estratégias adequadas para superar defasagens e erros, valorizar os acertos, sempre com o entendimento de um processo em aperfeiçoamento. O processo da verificação do rendimento acadêmico tem como pressuposto básico a certeza de que “não haverá ensino se não houver aprendizagem”, as consequências são: “aulas meramente expositivas não permitem ao professor fazer a avaliação contínua preconizada, pelas normas institucionais”. Assim, é necessário ao professor desenvolver atividades que lhe permitam aproximar-se do aluno e, como educador, fazer de sua ação pedagógica um desafio pessoal e profissional, que consiste em construir com seus alunos conhecimentos científicos, rigorosos e contextualizados para influenciar atitudes e desenvolver as habilidades. Envolve o acompanhamento contínuo de conteúdo programático, efetivado ao longo do período letivo, considerando a necessidade do discente de adquirir conhecimentos, hábitos, habilidades e atitudes que o levem à competência profissional e sua integração com a sociedade e o mercado de trabalho. No que se refere à avaliação do desempenho do discente no acompanhamento contínuo de conteúdo programático está condicionada à frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do total das aulas previstas no calendário escolar, atribuir-seão notas semestrais para cada disciplina, numa escala numérica de zero a 10 (dez), através da aplicação de pelo menos dois instrumentos diferenciados de avaliação. Ao término do semestre letivo, a nota final de cada disciplina será o registro do aproveitamento global do discente. O discente deverá ter nota igual ou superior a 7,0 (sete vírgula zero) em todas as disciplinas. O exame final será aplicado ao aluno que obtiver média semestral inferior a 7,0 (sete) e não inferior a 3,0 (três). A avaliação no curso de Administração da Faculdade de Sorocaba está regulamentada no Regimento Geral, abrangendo os artigos de 71 a 75. Dentre os mecanismos usualmente empregados para a avaliação podemos destacar: • • • • • • • • Acompanhamento das atividades e participação em sala de aula; Realização de trabalhos de pesquisa em grupo e individualmente; Provas; Avaliações interdisciplinares; Seminários; Participação nas discussões promovidas em sala de aula; Realização e apresentação de trabalhos; Realização e apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso; 40 • relatório. Realização do Estágio Supervisionado e a apresentação do respectivo O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nos exercícios escolares. Compete ao professor da disciplina elaborar os exercícios escolares sob a forma de prova e demais trabalhos, bem como julgar os resultados. Os exercícios escolares de verificação são: trabalhos de avaliação, trabalhos de pesquisa e outras formas previstas no plano de ensino da disciplina. A apuração do rendimento escolar é feita por disciplina, conforme as atividades curriculares, estipuladas nos Planos de Ensino, aprovados pelo Colegiado de Curso. O aproveitamento é avaliado por meio de verificações e da frequência, expressando-se o resultado de cada avaliação em notas de zero a dez, como exprime o Regimento Geral da Faculdade. Reproduzimos abaixo, na íntegra, os preceitos regimentais sobre avaliação. Art. 71 - A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência e o aproveitamento escolar, nos termos do Regimento da Faculdade. Art. 72 - A frequência às aulas e demais atividades escolares é obrigatória e permitida apenas aos alunos matriculados. § 1º - Independente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado na disciplina o aluno que não obtiver frequência de, no mínimo, 75 % das aulas e demais atividades realizadas, exceto no ensino a distância. § 2º - A verificação e o registro de frequência são de responsabilidade do professor e seu controle, para efeito do parágrafo anterior, da Secretária Acadêmica. § 3º - O aluno poderá requerer junto à Secretária Acadêmica, nos prazos fixados no Calendário Escolar, a realização de prova repositiva, a fim de concluir uma das avaliações componentes da média semestral que não tenha sido avaliado. § 4º - O aluno convocado para integrar o Conselho de Sentença em Tribunal do Júri, Prestar Serviço Militar obrigatório ou Serviço da Justiça Eleitoral, assim como portadores de doenças infectocontagiosas e gestantes têm direito a atendimento especial (Exercícios Domiciliares) na forma da legislação em vigor. Art. 73 - A aferição do rendimento escolar de cada disciplina é feita através de notas inteiras de zero a dez, permitindo-se a fração de 5 décimos. § 1º - As notas com centésimos entre 0,01 a 0,24 e 0,51 a 0,74 sofrerão arredondamento para baixo 0,01 a 0,24 Ex.: 5,21 – a nota será 5,0 0,25 a 0,49 Ex.: 5,37 – a nota será 5,5. 41 § 2º - As notas com centésimos entre 0,25 a 0,49 e 0,75 a 0,99 serão arredondadas para cima. 0,51 a 0,74 Ex.: 5,68 – a nota será 5,5 0,75 a 0,99 Ex.: 5,82 – a nota será 6,0. Art. 74 - O aproveitamento escolar é avaliado pelo acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas, trabalhos, exercícios escolares e outros e, caso necessário, no exame final. § 1º - Dentre os trabalhos escolares de aplicação, há pelo menos uma avaliação escrita em cada disciplina no semestre. § 2º - O professor pode submeter os alunos a diversas formas de avaliações, tais como: projetos, seminários, pesquisas bibliográficas e de campo, relatórios, cujos resultados podem culminar com atribuição de uma nota representativa de cada avaliação bimestral. § 3º - Em qualquer disciplina, os alunos que obtiverem média semestral de aprovação igual ou superior a sete (7,0) e frequência igual ou superior a setenta e cinco por cento (75%) são considerados aprovados. § 4º - É considerado promovido ao semestre ou módulo subsequente, o aluno que for aprovado em todos componentes curriculares ou que ficar reprovado, no máximo, em três componentes que compõem a matriz curricular, independente dos semestres ou módulos nos quais os mesmos estão inseridos. Art. 75. O exame final será aplicado ao aluno que obtiver média semestral inferior a sete (7,0), e não inferior a três (3,0). § 1º - O resultado final não poderá ser inferior a cinco (5,0), correspondendo ao cálculo aritmético entre a média semestral e a nota do exame final. § 2º - O aluno que obtiver média semestral menor que 3,0 (três) ou média final menor que 5,0 (cinco) será reprovado. 4.12 Integração entre Teoria e Prática A principal característica da Administração é ser uma ciência social aplicada, o que lhe dá um caráter tipicamente prático. Esse caráter está presente no curso de Administração da Faculdade de Sorocaba e, de maneira mais acentuada na maioria das disciplinas de formação profissional, notadamente pelo próprio conteúdo cujo objetivo é ensinar a administrar ou ensinar a usar para administrar os recursos e fatores existentes nas áreas funcionais da organização. Em outras palavras, a essência da disciplina é a prática da Administração, o que é facilmente verificado em suas ementas e programas. 42 As atividades em aula evidenciam o tratamento prático do assunto que está sendo ensinado. A total integração entre Teoria e Prática tem seu auge na realização do Estágio Supervisionado, e do Trabalho de Conclusão de Curso, cuja ênfase é a aplicação prática de todo o currículo ensinado aos alunos, oportunidade oferecidas pelas empresas participantes do Programa de Estágio Supervisionado, como objetivo é a proposição de uma solução para os problemas reais das empresas. Aliado a estes componentes, as Atividades Complementares completam a formação profissional do aluno objetivando estimular a participação em experiências diversificadas, às possibilitam e complementam a aquisição de competências e habilidades. 4.13 Atividades Interdisciplinares É característica da Administração como campo de conhecimento utilizar-se do conhecimento de diversas outras ciências e áreas, e de tal maneira, integra a sua aplicação na prática da gestão. É importante destacar a visão pedagógica do currículo que, embora apresente as disciplinas como unidades agregadoras de conhecimento, identificadas por um título, está organizado com o objetivo de construir habilidades, competências e atitudes nos discentes, por meio de didáticas diferenciadas. Sob essa visão, os métodos são importantes instrumentos para promover a interdisciplinaridade, ou seja, a integração das contribuições dos diversos componentes de conhecimento contidos nas disciplinas. Para tanto a organização do processo de ensino-aprendizagem privilegiará atividades que permitam manter essa característica inata da Administração, tais como a definição de situações problemas e projetos que necessariamente precisam das contribuições simultâneas de diversas disciplinas. Tal situação estimula a investigação, as formas de raciocínio em rede, o pensamento e a solução de problemas complexos. Permitindo que os alunos se acostumem a enfrentar situações inesperadas produzindo estratégias para resolvê-las. Por meio de projetos interdisciplinares procura-se relacionar as disciplinas de forma a garantir que o currículo em sua execução seja multifacetado. Dessa maneira, aproximam-se disciplinas que tenham possibilidades metodológicas semelhantes no intuito de desenvolver projetos em conjunto, tais como: • Estágio Supervisionado – início no quinto semestre; • Empresa Junior – consultoria empresarial que visa integrar a Faculdade com a Comunidade através do oferecimento de prestação de serviços de assessoria e treinamento pelos próprios alunos; 43 • Atividades Complementares – realizadas ao longo de todo o curso, é uma série de atividades extras que visam colocar o aluno como responsável pela criação de sua formação, através do entendimento do seu papel como administrador e interação entre as várias disciplinas vivenciadas; • Planos de negócios Com currículo adequado, estágio supervisionado, atividades práticas de estágios e projetos, a faculdade oferece: • Semana de Administração – atividade interclasses e interdisciplinar onde são abordados assuntos de relevância para as funções do Administrador, além de palestras com profissionais dos vários campos da Administração; • Visitas Técnicas – palestra com empresários de segmentos de mercado variados abordando temas específicos relacionados a uma disciplina; Com esses instrumentos didáticos, a interdisciplinaridade, a problematização, a contextualização e os diferentes ambientes de aprendizado contribuem para a formação das habilidades, competências e atitudes do futuro administrador. 4.14 Estágio Curricular Supervisionado O estágio é o campo de treinamento, o espaço de aprendizagem, da realização das ideias do curso de Administração, onde uma variedade de situações, de atividades de aprendizagem profissional se manifestam para o estagiário tendo em vista sua profissionalização. O estágio é o locus onde a identidade profissional do aluno é gerada, construída e referida; volta-se para o desenvolvimento de uma ação vivenciada, reflexiva e crítica e, por isso, deve ser planejado gradativa e sistematicamente. O Estágio Supervisionado é um componente curricular que visa à aplicação dos princípios e conceitos e a consolidação da relação teoria/prática como forma de proporcionar ao aluno uma aprendizagem social, profissional e cultural, possibilitandolhe atuar numa realidade concreta. A conclusão do Estágio Supervisionado constitui condição para integralização do currículo. As atividades do Estágio Supervisionado são exclusivamente práticas e podem ser desenvolvidas em organizações públicas, privadas e do terceiro setor, ou além da própria instituição (Art. 7º Resolução nº 4 de 13/07/2005) onde os alunos possam desenvolver atividades inerentes à sua profissão em formação. Estágio Supervisionado constitui-se em um trabalho, cujas atividades práticas são exercidas mediante fundamentação teórica prévia ou simultaneamente adquirida. Tem como finalidade integrar o processo de ensino-pesquisa-aprendizagem; propiciar 44 aos alunos experiências no mercado de trabalho; gerar trabalhos técnicos que produzam pesquisas relevantes para os parceiros: aluno, organizações e UNIESP. O Projeto de Estágio Supervisionado do Curso de Administração da Faculdade de Sorocaba possui regulamento próprio. O desenvolvimento do Estágio Supervisionado busca compreender os fundamentos gerenciais práticos, objetivando o exercício da visão crítica do desenvolvimento empresarial e estudar os instrumentos e técnicas da pesquisa social aplicada; a elaboração final, apresentação de Relatório de Estágio e um Diagnostico empresarial. Dessa forma, o trabalho de articulação teoria-prática realizado durante o Estágio Supervisionado deve oportunizar ao aluno vivenciar as possibilidades e limites da ação profissional, nas mais diversas áreas de atuação, no âmbito público e privado e a experiência de articulação com outras áreas profissionais que propiciam reflexões e contribuições de caráter interdisciplinar. A discussão do processo teórico-prático culmina na elaboração do diagnostico empresarial, no qual se vislumbra a construção de um plano de ação. Para dar soluções as necessidades identificadas nas empresas. Além dessas, envolvem outras situações que surgem e são percebidas pelos alunos ou pelo professor orientador que tornam o estágio mais atraente e enriquecedor. Os objetivos das atividades de estágio supervisionado para os alunos são os seguintes: • Dar oportunidade de contato profissional que possibilite ingresso no mercado de trabalho; • capacitar à construção da postura do administrador empreendedor; • possibilitar que vivenciem no cotidiano das organizações ou na prestação de serviços administrativos os fatos teóricos estudados no curso; • proporcionar oportunidade de desenvolver suas capacidades e habilidades, analisar situações e propor mudanças no ambiente organizacional e societário; • completar o processo ensino–aprendizagem, através da conscientização das dificuldades individuais e incentivar a busca de alternativas para superá-las e do aprimoramento pessoal e profissional; • atenuar o impacto da passagem da vida de estudante para a vida profissional, possibilitando mais oportunidades de conhecimento da filosofia, diretrizes, do funcionamento das organizações e da comunidade; • facilitar o processo de atualização dos conteúdos disciplinares permitindo adequar aqueles de caráter profissionalizantes às constantes inovações tecnológicas, políticas, sociais econômicas as quais estão sujeitas; • incentivar o desenvolvimento das potencialidades individuais, propiciando o surgimento de novas gerações de profissionais empreendedores, capazes de adotar modelos de gestão, métodos e processos inovadores, novas tecnologias e metodologias alternativas; • promover a integração e estimular a interação entre escola, empresa e comunidade; 45 4.14.1 Diretrizes Gerais do Estágio O Estágio Supervisionado deverá ser realizado em organizações idôneas e legalmente reconhecidas, inclusive a empregadora do aluno, e tem por objetivo desenvolver atividades voltadas ao aprendizado profissional propiciando, ao estudante, treinamento e aperfeiçoamento técnico cultural e científico, de forma a proporcionar capacitação para o exercício das atividades que compõem as atribuições de um administrador de organizações e empreendimentos; No que tange às áreas específicas de atuação o estágio destina-se a articular o referencial teórico da área com a prática. Neste sentido, o estudante deverá identificar os pontos fortes e fracos dos processos de organização, atinentes à área de concentração escolhida, de forma a permitir que sejam apontadas possibilidades de melhorias; A duração do estágio supervisionado é de 300 horas que devem ser cumpridas a partir do quinto semestre do curso. O trabalho com ou sem vínculo empregatício, em áreas aderentes às disciplinas do curso pode, a critério da coordenação do curso e à vista de declaração da organização onde tal trabalho foi ou é prestado, ser equiparado ao estágio, desde que cumpridos os requisitos estipulados. É exigido dos estagiários a conduta ética adequada, enquanto integrantes da comunidade da Faculdade de Sorocaba. Durante o estágio o aluno deverá entregar, periodicamente, relatório das atividades desenvolvidas e das horas cumpridas em estágio, além de desenvolver o trabalho de análise da organização onde está realizando o estágio. Ao final do curso deverá apresentar um relatório que contenha um sumário do que foi exercitado e aprendido no período, bem como os pontos controversos que demandem discussões e reflexões e que estimulem trabalhos posteriores. 4.15 Atividades Complementares Caracterização – As atividades complementares se caracterizam como práticas acadêmicas apresentadas sob múltiplos formatos, tendo em vista essencialmente complementar e sintonizar o currículo pedagógico vigente, ampliar os horizontes do conhecimento e sua aplicação e prática para além da aula, favorecer o relacionamento entre grupos e a convivência com as diferenças sociais, favorecer a tomada de iniciativa dos alunos, dentre várias possibilidades. 46 Comprovação – As atividades complementares deverão ser comprovadas pelos alunos por relatórios, declarações, atestados ou certificados emitidos pela entidade promotora (se fora do campus), ou convalidadas no registro acadêmico do aluno (se realizada no âmbito interno da Instituição). Relatórios – Na confecção do relatório, o aluno produzirá um texto de forma a conter o descritivo claro e consistente da atividade, interpretando, problematizando e relatando o conteúdo técnico adquirido, bem como os benefícios proporcionados e recebidos. A Instituição poderá, circunstancialmente, contatar as entidades nas quais foram desenvolvidas as atividades para obtenção de referências e comprovação de fatos e atividades. Desenvolvimento – Poderão ser desenvolvidas atividades de inúmeras formas e maneiras dentro e fora do campus da Instituição, em que a participação do discente pode ser na forma ativa ou passiva, ou seja, na condição de participante ou palestranteinstrutor-apresentador. As atividades podem ser desenvolvidas pela própria Instituição, como palestras, seminários, congressos, conferências, sessões técnicas, jornadas acadêmicas e ciclos de estudos atendendo interesses gerais ou específicos. Na área de pesquisa, o discente poderá desenvolver trabalho teórico ou empírico com o objetivo de que se possa visualizar os conteúdos das disciplinas e do curso em sua projeção social real, com a finalidade de que a formação universitária não seja restrita apenas à aplicação e à interpretação do conhecimento, mas que sejam formados profissionais para também construí-lo. Cabem nesta categoria projetos que envolvem implementação real, pesquisa teórica, oficina, formação de grupos de estudo e de interesse com produção intelectual, etc. Outras possibilidades de cumprimento das atividades complementares envolvem a prestação de serviço em questões ligadas à cidadania, família, saúde, educação, meio ambiente, movimentos solidários, voluntariado em entidades filantrópicas e ONGs, a participação em programas em que o discente possa experimentar a função social do conhecimento produzido. O aluno poderá participar de atividades desenvolvidas por órgãos públicos ou privados, antecipando junto ao Coordenador de Curso responsável a sua participação mediante um pequeno projeto expressando os aspectos gerais das atividades, incluindo o cronograma do trabalho proposto, horários das atividades e os dados da entidade na qual o projeto será desenvolvido. Nesta categoria o aluno pode e deve pesquisar ambientes aos quais possa levar seus conhecimentos de forma criativa e produtiva. No final, o aluno deverá fazer um relatório detalhado e circunstanciado, bem como declaração ou certificado emitido pela entidade, atestando as atividades desenvolvidas em papel timbrado e assinado sobre carimbo da Direção, conforme Regulamento a disposição, na Instituição. 4.16 Atividades de Extensão 47 As atividades de extensão, previstas no art. 44, inciso IV, da LDB (Lei 9.394/96), cuja finalidade básica, dentre outras, consiste em propiciar à comunidade o estabelecimento de uma relação de reciprocidade com a instituição, é parte integrante deste projeto pedagógico. Por essa razão, na faculdade a atividade de extensão se materializa através da vinculação do aluno a um Projeto de Extensão. São diretrizes de Extensão da Faculdade de Sorocaba: • A articulação e o diálogo com a sociedade, para que as ações e transformações aconteçam reciprocamente; • A integração entre ensino, pesquisa e extensão para que as ações extensionistas integrem as ações universitárias; • Programas extensionistas compromissados com as necessidades da região, de forma a concretizar o comprometimento permanente com o social e a sua transformação; • A utilização diversificada de modalidades e meios de atividades de extensão, sob a forma de serviços, programas institucionais, de intervenção educativa, atividades culturais e de vínculo da prática profissional dos alunos; • O trabalho extensionista refletindo a integração da Faculdade no contexto social como base para programas de ensino e para a produção do saber, recolhendo insumos para a constante revisão, revitalização e aperfeiçoamento da ação acadêmica universitária. As atividades extensionistas estão voltadas: • À maior qualificação técnico-profissional de docentes, discentes e técnicos; • À melhoria das condições de vida da população; • À busca de eficiência, eficácia e efetividade para os programas gerenciais e educacionais da instituição e da comunidade local e regional. A Faculdade pretende oferecer diversas atividades de extensão por ano, que incluem seminários, cursos de pequena duração, congressos, workshops, fóruns de debates e oficinas, com professores e profissionais de alto nível técnico e acadêmico, como forma de proporcionar aos alunos a interação e integração com esses profissionais de notório destaque no mercado de trabalho. • • • • • Seminários sobre temas atuais da administração; Cursos para técnicos de administração; Orientações gerais sobre técnicas de consultoria; Orientação sobre gestão em micro negócios informais; Fóruns de debates administrativos 4.17 Empresa Júnior 48 Teve início a criação da UnUNIESP Júnior, uma Associação Civil sem fins lucrativos, da Faculdade de Sorocaba, com o apoio de Professores do Curso de Administração, da Direção da Faculdade, e seus órgãos administrativos. A missão da UnUNIESP Junior é disponibilizar atividades aos alunos de Administração, que promovam o desenvolvimento pessoal, acadêmico e profissional, atendendo à necessidade de formar um profissional crítico, empreendedor e com preocupação humanística, ética e social. Representa também, uma oportunidade integradora dos vários conhecimentos e da teoria com a prática. Os objetivos específicos da UnUNIESP Júnior são: I. Proporcionar aos seus membros associados às condições necessárias para a aplicação prática de conhecimentos teóricos relativos à sua área de formação profissional, desenvolvendo seus conhecimentos técnicos e acadêmicos; II. Incentivar o espírito empreendedor dos seus participantes, possibilitando o surgimento de novas lideranças; III. Desenvolver atividades que promovam a melhoria econômica e social da comunidade em que a UnUNIESP Júnior atua, quando procurada por terceiros ou por interesses próprios, auxiliando no desenvolvimento profissional, pessoal e humanístico do futuro profissional; IV. Valorizar alunos e professores perante a sociedade e no âmbito acadêmico; V. Propiciar a interação entre acadêmicos e a comunidade. A UnUNIESP Júnior realizará no início de cada semestre um processo seletivo para novos alunos que estejam interessados em participar de suas atividades. O Estatuto da UnUNIESP Junior e os Projetos encontram-se na Faculdade para consulta. 4.18 Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs no processo ensino-aprendizagem Utilização da tecnologia de informação e de comunicação para desenvolver atividades que ampliem a capacidade de melhorar: • A flexibilidade de organização dos componentes curriculares; • A criação de oportunidades diferenciadas de integralização do curso por parte dos alunos; • A realização de atividades práticas e estágios. • Uso de software e internet. 49 A estrutura de Tecnologia da Informação da IES é composta por 02 laboratórios de informática, onde cada laboratório possui 25 computadores com acesso a internet, totalizando 50 computadores funcionais. A Faculdade de Sorocaba também conta com os seguintes recursos de informação e comunicação e de acesso ao corpo docente e discente: • Sistema RM, de gestão acadêmica, financeiro e de biblioteca. O aluno tem acesso ao Portal do aluno, via web. Nele é possível acompanhar a situação acadêmica, bem como dos boletos para pagamentos de mensalidades. Neste portal o aluno também tem acesso à relatórios acadêmicos, tais como histórico parcial e atestado de matrícula. • Neste mesmo sistema há a interface do docente, que tem acesso via portal do professor, que realiza o controle de frequência, registra matérias lecionadas e notas. • Grupo de Informações do Curso (Face: UnUNIESP ADM Sorocaba) atualizado em tempo real. • Núcleo de Desenvolvimento Profissional (NDP) oferecendo vagas de empregos em Sorocaba e região. • Plataforma Moodle para qualificação do coordenador e técnico administrativo. • Rede Wirelles interna para conexão à internet, com link dedicado. • Softwares de planilhas eletrônicas, editores de texto, de apresentação. • Software específicos para o curso. • Os coordenadores têm acesso aos diretórios no servidor da IES, armazenando com segura suas informações. • E-mails coorporativos aos coordenadores, possibilitando acesso aos demais professores e alunos. • Mural de avisos no próprio site e no portal do aluno. • TV UnUNIESP no site da instituição. 4.19 Coordenação do Curso de Administração O coordenador do Curso de Administração, que também é professor do curso, dedica-se em tempo integral às atividades acadêmicas e administrativas, que abrangem a supervisão do corpo docente para implantação deste projeto. Sua competência e atribuições estão expressas no Regimento Geral da Faculdade, conforme reproduzido abaixo: Art. 17. Compete ao Coordenador de Curso: I - convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso; II - representar a Coordenadoria de Curso perante as autoridades e órgãos da Faculdade; 50 III - elaborar o horário escolar do curso e fornecer à Diretoria os subsídios para a organização do calendário acadêmico; IV - orientar, coordenar e supervisionar as atividades do curso; V - fiscalizar a observância do regime escolar e o cumprimento dos programas e planos de ensino, bem como a execução dos demais projetos da Coordenadoria; VI - acompanhar e autorizar estágios curriculares e extracurriculares no âmbito de seu curso; VII - homologar aproveitamento de estudos e propostas de adaptações de curso; VIII - exercer o poder disciplinar no âmbito do curso; IX - executar e fazer cumprir as decisões do Colegiado de Curso e as normas dos demais órgãos da Faculdade; X - exercer as demais atribuições previstas neste Regimento e aquelas que lhe forem atribuídas pelo Diretor Geral e demais órgãos da Faculdade. Dentre suas atividades dá suporte às necessidades do corpo discente, convocando e coordenando ações específicas para estes fins, bem como efetua reuniões com os representantes de sala, colegiado, e com o corpo discente para a identificação de possíveis problemas e do bom andamento do curso. Essa vivência como docente lhe traz subsídios para uma gestão mais profissionalizada, pautada na prática diária com alunos e com docentes. 4.19.1 Dados do Coordenador Nome: Edmilson Ribeiro Graduação: Administração Especialização: Gestão Estratégica de Negócios Mestrado: Mestre em Educação 51 3 CORPO DOCENTE 3.1 Caracterização O corpo docente da Faculdade de Sorocaba especialmente os do curso de Administração, pretende atender as exigências da legislação educacional nos aspectos legais requeridos. 3.2 Perfil esperado do Docente Os professores do curso devem estar permanentemente preocupados com a aprendizagem fruto do processo reflexivo e da abordagem interdisciplinar, dando prioridade à progressiva autonomia dos alunos e reflexos na melhoria do desempenho. Devem estar voltados para o desenvolvimento tanto no próprio corpo docente, quanto no discente, das características humanas requeridas pela atual sociedade em termos de espírito empreendedor, visão estratégica e generalista, compreensão holística da realidade e adaptabilidade aos cenários de mudança. O corpo docente do curso deve estar imbuído da necessidade de aperfeiçoamento constante e contínuo de sua qualificação, competência técnica, cultural e pedagógica, atitudes responsáveis e éticas, demonstrando comprometimento com o futuro do país e da instituição, capacidade para trabalho coletivo, interdisciplinar e organizado, além de possibilitar aumento gradativo de sua carga horária de trabalho na instituição. A sua comprovada experiência na área do curso e suas habilitações são fundamentais ao bom êxito das atividades. Para desempenhar com qualidade suas funções, os docentes devem; • construir conhecimentos, competências, habilidades e atitudes previstas para atuação na educação superior; • estar consciente de que sua formação deve contemplar os diferentes âmbitos do conhecimento profissional de sua área de atuação; • entender que a seleção dos conteúdos do curso deve orientar-se por transsender o simples conteúdo ministrado nas diferentes etapas do ensino do Curso de Administração; • saber tratar os conteúdos a serem ensinados no curso, de modo articulado com suas didáticas específicas; • entender que a avaliação é processo que deve orientar o trabalho do professor e a autonomia dos alunos em relação ao seu processo de aprendizagem e a qualificação de profissionais preparados para iniciar a carreira docente. 52 3.3 Das Atividades Docentes A ocupação da carga horária docente deverá ser distribuída nas seguintes atividades, inerentes ao cargo de Professor: • • • • atividades de ensino; atividades de pesquisa e de extensão; atividades de capacitação; atividades de administração e de representação. A prioridade máxima de distribuição da carga horária deve ser dada ao ensino, considerando que o processo ensino-aprendizagem constitui a atividade fim da instituição. As aulas devem ser distribuídas de acordo com as necessidades de cada curso, priorizando o atendimento para o processo ensino-aprendizagem, preponderando os aspectos educativo e coletivo sobre os aspectos administrativo e individual. A destinação de carga horária para atendimento extra-classe aos alunos será efetuada de acordo com critérios estabelecidos para cada Curso, devidamente aprovados nos colegiados competentes, com aprovação da mantenedora. 3.4 Das Atividades de Ensino Entende-se como atividade de ensino, as aulas presenciais e não presenciais, o atendimento extra-classe aos alunos, as pendências, a orientação de estágio curricular obrigatório, de trabalho de conclusão de curso e de iniciação científica. Para a garantia da qualidade de ensino, a diversidade de unidade curricular na carga horária do professor deverá ser submetida a critérios estabelecidos pelo colegiado do curso de Administração. A distribuição, efetivação, e controle da carga horária semanal do professor é de responsabilidade e orientação do coordenador do curso, com a aprovação da mantenedora. O professor deverá reservar um percentual da carga horária semanal de aulas para atividades didático-pedagógicas. A carga horária dedicada às atividades didático-pedagógicas destina-se à preparação de aulas e de materiais e recursos didáticos, à avaliação, às reuniões pedagógicas, às atividades dos grupos de estudo entre outras atividades voltadas à melhoria da relação ensino-aprendizagem. 53 3.5 Plano de Cargos, Salários e Carreira dos Docentes. A Faculdade de Sorocaba e sua Mantenedora adotam uma política de recursos humanos que valoriza os seus quadros profissionais – docentes e não docentes, visto que consideram que os educadores necessitam de ambiente democrático para o desenvolvimento de sua complexa tarefa na produção e transmissão do saber e na formação integral do educando. Assim, a instituição tem, como princípios fundamentais, em sua política de recursos humanos. • o desenvolvimento de relações harmônicas entre os integrantes de sua comunidade acadêmica; • o estímulo à criatividade e à participação de docentes e não docentes em todas as atividades da instituição, formais e informais; • o incentivo e o apoio à produção científica dos professores e às iniciativas individuais ou de setores administrativos ou acadêmicos para a capacitação docente e/ou técnico-profissional; • o aprimoramento das condições de trabalho, com a preocupação constante da atualização dos padrões salariais de sua comunidade trabalhadora; • a busca permanente de elevados padrões éticos no desempenho profissional de docentes e não- docentes. Encontra-se na Instituição, à disposição, o “PLANO DE CARREIRA UNIESP”. 3.6 Programa Institucional de Educação Continuada A Instituição mantém um Programa Institucional de Educação Continuada, de caráter permanente, com recursos próprios, com o objetivo de proporcionar possibilidades de reciclagem, aperfeiçoamento e capacitação profissional dos docentes e técnicos administrativos, visando aprimoramento do seus recursos humanos, para a consequente melhoria das suas atividades. As regras e as normas de funcionamento encontram-se editadas em Portaria específica para este fim, à disposição, na Instituição. 3.7 Corpo Docente Quadro nº. 3 – Quadro de docentes Docentes do Curso de Administração Docentes Titulação Acir de Souza Mestre Anderson Santos Mestre Andréa Sant`Anna Clemente Mestre Regime de Trabalho Parcial Parcial Horista 54 Carlos Roberto Campos Edmilson Ribeiro Émerson Henrique João Émerson Pereira Elpídio Mendes Fábio Rogério dos Santos Fernando de Simone Neto Gislaine Vilas Boas Simões Ilson Juliano Barreto Israel Mendes Juliana Albuquerque Abelaneda Márcia Marins Mendes Marcio Luis Felix de Souza de Faria Marcos Rueda Guzmán Marco Antonio Lopes Rachel Alves Aguiar Renata Maldonado Silveira Romão Robson Nunes Correa Ronaldo Fernandes Rodrigues Roberto Franciulli Samanta Aparecida Lazarini Soraya Ap. Marinho Helaehil Valmir Antonio de Arruda Wander Edmundo de Medeiros Fonte: Coordenação 2015 3.8 Especialista Mestre Especialista Especialista Especialista Mestre Mestre Doutor Especialista Especialista Especialista Especialista Especialista Mestre Especialista Especialista Especialista Especialista Especialista Especialista Mestre Especialista Especialista Horista Parcial Horista Horista Horista Horista Horista Parcial Parcial Horista Parcial Parcial Horista Horista Horista Horista Horista Horista Horista Horista Integral Horista Parcial Titulação e Jornada de Trabalho do Corpo Docente Quadro nº. 4– Síntese da Titulação dos Docentes Titulação Especialista Mestrado Doutorado TOTAL No docentes 17 08 01 26 % docentes 67% 29% 04% 100% Fonte: Coordenação 2015 Quadro nº. 5 – Síntese da Jornada dos Docentes Jornada de Trabalho Docente Integral Parcial Horista TOTAL Fonte: Coordenação 2015 No Docentes 01 08 17 26 % Docentes 04% 29% 67% 100% 55 3.9 Núcleo Docente Estruturante - NDE O Núcleo Docente Estruturante – NDE é responsável direto pela elaboração e implantação do projeto pedagógico do Curso de Administração e é formado por um grupo de professores totalmente habilitados, que possuem experiência, visando à elaboração e implementação de um curso que atenda à legislação em vigor e os anseios de qualidade de ensino, expressos neste Projeto Pedagógico, e é composto pelos seguintes professores: Quadro nº 06 – Núcleo Docente Estruturante Docente Titulação Acir de Souza Mestre Anderson Santos Mestre Edmilson Ribeiro Mestre Ilson Juliano Barreto Doutor Soraya Ap. Marinho Heaehil Mestre Regime Trabalho Parcial Parcial Parcial Parcial Integral Fonte: Coordenação 2015 4 CORPO DISCENTE 4.1 Perfil do Corpo Discente Para ser aluno de um dos cursos da Faculdade de Sorocaba é necessário demonstrar competências para lidar, com os conteúdos mínimos que integram os diferentes componentes do núcleo comum do currículo do ensino médio. Deve apresentar raciocínio lógico, ter redação coerente, coesa, concatenada abertura para a construção de novos conhecimentos, além de uma consciência do contexto no qual está inserido. Como a formação no ensino médio apresenta um alto grau de irregularidade a Faculdade de Sorocaba oferece programas de Nivelamento para todos os discentes. No ensino tradicional o aluno ocupa um papel passivo no processo educativo, o que gera um conhecimento impessoal e meramente mnemônico dos conteúdos. Dinâmica que só pode ser transformada pela mudança no paradigma de ensino tradicional. 56 O que se pode aí constatar é a imensa responsabilidade educacional e social do processo educacional, ao verificar-se que, com relação aos pressupostos que devem ser assimilados pelo corpo discente, a maior parcela deles está efetivamente mais ao alcance do docente do que do aprendiz. Tal reconhecimento, entretanto, passa despercebido na educação tradicional, posto que normalmente estas questões fogem ao conteúdo da matéria. Não queremos uma instituição repositória do conhecimento, a intenção é democratizar o conhecimento. A seguir estão discriminados os pressupostos para o aprendiz, nos quais uma simples análise demonstra já a necessidade da influência e participação docente, que se faz indispensável para a sua incorporação: • • • • • • • • • Aprendizagem da estrutura básica do processo de ensino (forma); Conhecimento com relação às suas características como aprendiz; Certeza de estar inserido no estudo (conteúdo) de preferência; Abertura para o desenvolvimento das orientações necessárias; Participação em atendimento extra-classe; Predisposição para o estudo; Atitude ativa e de participação; Desenvolvimento do espírito colaborativo; Adoção de condutas externas compatíveis e favoráveis. Partindo-se da essência da presente proposta para explicitar estes pressupostos, não se pode conceber a possibilidade do estudante alcançar um bom nível de aproveitamento se não tiver conhecimento dos meios de aprendizagem mais favoráveis à sua pessoa, para viabilizar os procedimentos mais adequados ao seu próprio estudo. Muito embora a necessária e indispensável participação do professor no auxílio a vários dos aspectos aqui mencionados, existem outros inacessíveis ao docente e que dependem fundamentalmente da conscientização, responsabilidade e maturidade do aprendiz. Veja-se que a escolha do curso adequado, a predisposição para o estudo, o comportamento social, a experiência extra-classe e o modus vivendi do aluno compõem um conjunto de elementos com os quais os professores podem dialogar e estimular. Tratando-se aqui, entretanto, de um estudo sobre populações de quase adultos, entende-se como já razoavelmente desenvolvidas muitas dessas características, sendo suficiente, muitas vezes, apenas a ação de um mediador, onde a figura do mestre pode se fazer presente. A Faculdade de Sorocaba adota com política dar apoio aos seus discentes, principalmente aqueles oriundos de escolas públicas, levando em conta as dificuldades que os alunos apresentam ao ingressarem no ensino superior. 4.2 Atenção aos Discentes 57 4.2.1 Apoio Pedagógico A Direção e a Coordenação da Faculdade de Sorocaba são os órgãos responsáveis pelo apoio pedagógico ao discente, por meio de: • Atendimento individual e coletivo, com o objetivo de orientá-los no processo de aprendizagem. • Reunião com os representantes de sala a fim de discutir e solucionar os problemas que porventura existirem, deliberar sobre suas questões acadêmicas e pedagógicas. • Visitas às salas de aula para discussão sobre o andamento do curso, comunicações importantes dentre outras. • Divulgação de eventos culturais e pedagógicos relacionados à área de interesse do curso. O atendimento individualizado e por grupos dá-se nos seguintes horários: DIA Segunda-Feira Terça-Feira Quinta-Feira Sexta-Feira 4.2.2 HORÁRIO LOCAL 9h às 12h 9h às 12h e 18h às 22h 9h às 12h e 19h às 22h 9h às 12h e 14h às 18h Sala de Coordenação Sala de Coordenação Sala de Coordenação Sala de Coordenação Apoio à Participação em Eventos A Faculdade de Sorocaba assume como política institucional apoiar os alunos para que participem dos eventos que possam contribuir para a atualização e aperfeiçoamento de sua formação. Este apoio é realizado através de divulgação e na forma de facilitador de transporte aos alunos para eventos, visitas, publicação de artigos científicos, elaboração de jornais e murais didático-pedagógicos, congressos, seminários, encontros e outras atividades voltadas para a formação adequada e atual dos discentes. 4.2.3 Apoio Psicopedagógico É política da Faculdade de Sorocaba garantir, na medida de suas possibilidades e necessidades dos interessados, apoio psicopedagógico aos seus alunos a partir do trabalho dos docentes dos cursos nas áreas envolvidas, por meio da 58 contratação de um profissional devidamente qualificado. Dessa forma, o aluno da Faculdade será atendido em suas necessidades e dificuldades referentes a sua vida escolar e à sua aprendizagem, mediante o agendamento de horário. Para os discentes que necessitam de atendimento psicopedagógico, a diretoria e ou coordenação de curso encaminharão para o apoio psicopedagógico, realizado por um psicólogo em sala reservada. 4.2.4 Mecanismo de Nivelamento Considerando as dificuldades apresentadas pelos alunos que chegam aos seus diferentes cursos, com defasagens significativas em componentes básicos no processo de aprendizagem nos diferentes cursos oferecidos, a Faculdade de Sorocaba oferece aos seus alunos um processo de ensino-aprendizado realizado a partir de metodologias diferenciadas Matemática, informática e Linguagem e interpretação de textos, que os auxiliem a vencer suas dificuldades básicas e desenvolver um bom curso. 4.2.5 Bolsas de Estudo São oferecidas bolsas a alunos que necessitam possibilitando continuar seus estudos. É política institucional oferecer aos alunos bolsa na forma de percentual de desconto nas mensalidades de até 50%, contra a prestação de trabalho social voluntário, por meio do Programa Universitário Cidadão. A Instituição mantém convênios, tais como: PROUNI, Escola da Família, FIES, Universidade na Alfabetização, Jovens Acolhedores, Órgãos Públicos e parcerias com Empresas e Prefeituras da região. 5 INFRA ESTRUTURA 59 5.1 Infra-Estrutura para Funcionamento A área física em que se encontra localizada as Faculdade de Sorocaba corresponde a 3.134,70 m2, sendo que as instalações prediais em área construída estão na ordem de 1.945 m2. Os recursos infra-estruturais, tecnológicos e acadêmicos quanto às salas de aula, biblioteca, laboratórios, equipamentos, informatização e outros, tanto gerais quanto por áreas, são descritos a seguir: 5.2 Salas de Aula As salas de aula somam 1.163 m2, sendo que, variam de 41 m2 a 89 m2, com capacidade de 1.900 alunos. Novas salas de aulas serão alocadas à medida que os cursos forem sendo implantados. 60 Quadro nº. 7 – Descrição das Salas de Aula SALA/N° 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 5.3 ÁREA/M2 50 50 61 60 56 41 41 41 41 82 64 76 60 60 89 65 62 85 85 50 50 40 40 LOCALIZAÇÃO 1º Bloco 1º Bloco 1º Bloco 1º Bloco 1º Bloco 1º Bloco 1º Bloco 1º Bloco 1º Bloco 1º Bloco 1º Bloco 1º Bloco 2º Bloco 2º Bloco 2º Bloco 3º Bloco 3º Bloco 3º Bloco 3º Bloco 2º Bloco 2º Bloco 1º Bloco 1º Bloco CAPACIDADE / ALUNOS 50 50 60 56 54 40 40 40 40 80 60 70 60 60 80 63 60 80 80 50 50 40 40 Instalações Físicas para os Docentes As instalações físicas para os docentes encontram-se em espaço físico de 26 m2 distribuído em ambientes junto à sala de apoio de 16 m², objetivando efetiva integração. Assim, neste espaço estão instaladas a Diretoria, Coordenação dos Cursos, a Secretaria, a Recepção e o Projetos Sociais, Sala de Professores, Sala da Empresa Junior. O espaço físico destinado a todas as atividades administrativas atende satisfatoriamente as necessidades atuais, conferindo uma dinâmica apropriada à execução dos trabalhos em cada setor e entre eles. O quadro a seguir, sumariza esta descrição. 61 Quadro nº. 08 – Instalações Físicas para Docentes e Administração. INSTALAÇÕES FÍSICAS PARA OS DOCENTES/DIREÇÃO/COORDENAÇÕES E AUXILIARES ADMINISTRATIVOS AMBIENTES ÁREA/M2 LOCALIZAÇÃO Recepção 25 Térreo Secretaria 25 Térreo Projetos Sociais 12 Térreo Diretoria 9 Térreo Salas de Coordenação de Cursos 7 Térreo Sala dos Professores 26 Piso Superior Sala de Apoio Professores 16 Piso Superior Sala da Empresa Junior 9 Piso Superior Sanitários 2 Piso Superior Fonte: Diretoria – 2013 5.4 Laboratório de Informática Quadro nº. 9 – Laboratório de Informática Laboratório 01 COMPUTADORES 22 USO/FINALIDA LOCALIZAÇAO ÁREA/M DE 2 Aulas e pesquisas 65 2º Bloco CAPACIDADE DE ALUNOS P/ TURNO 180 Laboratório 02 COMPUTADORES 24 USO/FINALIDA LOCALIZAÇAO ÁREA/M DE 2 Aulas e pesquisas 61 2º Bloco CAPACIDADE DE ALUNOS P/ TURNO 200 62 5.5 Tecnologia da Informação Quadro nº. 10– Equipamentos de TI Equipamento Especificação Quantidade Servidor HP Poland ML 110 c/ monitor, teclado e mouse 01 Switch Linksys sr 224 – 24 portas 01 Switch Encore enh924-aut. 24 portas (direção) 01 Roteador Cisco (wireless) 02 Roteador TP-link (wireless) 02 Hub Switch Encore 08 portas (secretaria) 01 Estabilizador Régua 04 tomada 01 Central telefônica PABX Simems HiPatch 1190 01 No-break Netstation SMS 01 No-break Seidem c/ Bateria externa 01 Modem Dsl 500b (comodato) 02 Pach Panel Furukawa 24 portas 02 Rack 4U´s 2,00 / 0,70 metros 02 Rack 4U´s 0,70 / 0,60 metros 01 Rack 4U`s 0,70 / 0,60 metros (direção) 01 Fonte: Diretoria – 2013 5.6 Recursos Audiovisuais Quadro nº. 11 – Recursos Audiovisuais e Multimídia Equipamento Especificação Quantidade Datashow Epson Powerlite S5 + 02 Datashow Epson Powerlite S12 + 03 Data show LG DLD DS254 - SD 02 Cx Acústica amplificada Concept sound CS 300 02 Cx som mini s/marca, c/ entrada Pendrive e cartão 04 Micro System CD / K7 / AM-FM 01 Fonte: Diretoria – 2013 63 5.7 - Equipamentos e Mobiliário 5.7.1 - Equipamentos e Mobiliário Existentes no Laboratório Laboratório de informática Laboratório 01 – 12 mesas com 48 cadeiras, 22 computadores completos (monitor, teclado, mouse e cpu), mesa e cadeira do professor, lousa (quadro branco), 15 estabilizadores, rack pequeno, roteador tplink, switch planet 24 portas e ar condicionado silvermaxi. Laboratório 02 – 12 mesas com 48 cadeiras, 24 computadores completos (monitor, teclado, mouse e cpu), mesa e cadeira do professor, lousa (quadro branco), 06 estabilizadores, rack pequeno, switch planet 24 portas e ar condicionado silvermaxi. 5.7.2 - Equipamentos e Mobiliário Existentes na Secretaria Secretaria Balcão de atendimento com 5 baias 8 cadeiras 1 impressora 8 computadores 4 telefones 2 armários 8 arquivos 2 mesas 1 ar condicionado 2 ventiladores 1 bebedouro 5.7.3 - Equipamentos e Mobiliário Existentes na Diretoria Diretoria 3 mesas 7 cadeiras 1 ventilador 1 computador 5.7.4 - Equipamentos e Mobiliário Existentes nas Coordenações de Cursos Coordenação de Administração 1 arquivo 2 armários 1 mesa 1 computador 3 cadeiras 1 telefone 64 Coordenação de Ciências Contábeis 1 arquivo 2 armários 1 mesa 1 computador 3 cadeiras 1 telefone Coordenação de Pedagogia 2 arquivo 2 armários 1 mesa 1 computador 3 cadeiras 1 telefone 5.7.5 - Equipamentos e Mobiliário Existentes na Sala de Professores Sala dos Professores 2 mesas grandes 1 arquivo 1 armário 1 mesa de apoio 1 bebedouro 1 mesa para café 1 ventilador 5.7.6 - Equipamentos e Mobiliário Existentes no Recursos Humanos RH 1 arquivo 1 armário 1 mesa 1 computador 3 cadeiras 1 telefone 1 ventilador 5.7.7 - Equipamentos e Mobiliário Existentes em Projetos Sociais Projetos Sociais 7 arquivos 1 armário 1 mesa 2 computadores 4 cadeiras 1 telefone 1 ar condicionado 65 5.7.8 - Equipamentos e Mobiliário Existentes nas Salas de Aulas Sala 1 46 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 2 46 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 3 59 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 4 56 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 5 54 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 6 39 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 7 39 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores 66 Sala 8 39 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 9 39 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 10 80 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 11 62 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 12 74 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 13 58 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 14 58 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores 67 Sala 15 87 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 16 63 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 17 60 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 18 83 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 19 83 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 20 43 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 21 45 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores 68 Sala 22 33 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 23 45 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores Sala 24 40 carteiras 1 mesa de professor 1 cadeira de professor 1 lousa 3 ventiladores 5.7.9 - Equipamentos e Mobiliário Existentes no Pátio Pátio interno 2 mesas 06 cadeiras 5.7.10 - Equipamentos e Mobiliário Existentes na Cozinha Cozinha 1 armário 1 fogão 1 pia 1 geladeira 1 microondas 1 mesa 3 cadeiras 5.7.11 - Equipamentos e Mobiliário Existentes na Biblioteca 18 mesas redondas 121 cadeiras 05 ventiladores 02 computadores 01 impressora 07 estantes 01 bancada 69 5.8 Biblioteca A Biblioteca da Faculdade de Sorocaba proporciona suporte para o desenvolvimento das funções de ensino, pesquisa e extensão, caracterizando-se como uma biblioteca universitária, apresenta estrutura monolítica, tendo centralizada a gestão da seleção, aquisição, tratamento técnico da informação e da prestação de serviços aos usuários, conforme recomendam os padrões para este tipo de biblioteca. O Regulamento da Biblioteca, que especifica a estrutura organizacional e as atribuições do setor, encontra-se à disposição, na Instituição, para eventual consulta. A Biblioteca atua como órgão facilitador das atividades auxiliando professores, alunos e pesquisadores mediante a promoção do conhecimento nas diversas áreas de atuação dos cursos da Faculdade de Sorocaba. 5.8.1 Acervo Atual de Livros por Assuntos Quadro nº. 12– Acervo atual de Livros LIVROS PERIÓDICOS Áreas Ciências Exatas da Terra Ciências Humanas Ciências Sociais Aplicadas Ciências da Saúde Lingüística, Letras e Artes Outros Total Títulos 78 734 707 04 134 40 Volumes 388 3663 2471 07 367 40 Nacionais 0 19 23 02 08 0 1697 6936 52 A Biblioteca está sendo constantemente atualizada, sendo incorporadas as bibliografias básicas e complementares na medida em que os cursos são implantados, mediante sugestões fornecidas pelos professores e usuários. 70 5.8.2 Política Institucional para Atualização e Expansão do Acervo Considerando a Biblioteca um repositório da informação, o acervo está em constante expansão e atualização nos diversos tipos de materiais bibliográficos existentes e necessários para formação e informação dos usuários. A aquisição de livros e periódicos é feita através de solicitação à Biblioteca. Cabe ao bibliotecário efetuar o processo de seleção que abrange: a) Definição: Seleção é um processo decisório fundamental no controle bibliográfico da literatura em oferta e de acordo com as necessidades inerentes da população usuária potencial, que determinam as melhores opções para a aquisição. b) Objetivos: A política de seleção da Faculdade de Sorocaba visa atender os objetivos de ensino, pesquisa e extensão dos cursos de graduação e futuramente de pósgraduação, servindo ainda como orientação ao bibliotecário para a melhor utilização dos recursos para a formação e desenvolvimento da coleção. c) Responsabilidade: A responsabilidade do processo de seleção cabe: à direção, bibliotecário, professores e coordenadores de cada disciplina da unidade. Instrumentos auxiliares da seleção A seleção do acervo é feita com auxílio à consulta de: • Bibliografias básicas das disciplinas • Catálogos comerciais de editores, livrarias, editoras e associações profissionais. • Sugestão de diretores, professores, coordenadores de cursos, alunos e bibliotecário. Critérios básicos de seleção Ao selecionar, para cada tipo de material são utilizados critérios básicos como: Livros e obras de referência a) Importância do assunto para a Biblioteca; b) Valor da obra (conteúdo); c) Escassez de material sobre o assunto; d) Língua do texto; e) Autoridade do autor; f) Citação em fontes bibliográficas; g) Data de publicação; h) Quantidade de exemplares necessários na Biblioteca. Periódicos: a) Áreas de interesse da Biblioteca; b) Áreas de abrangência do periódico; 71 c) Citação em fontes bibliográficas; d) Qualidade dos índices e conteúdo; e) Solicitação pelo usuário; f) Custo da assinatura; g) Autoridade do editor; h) Quantidade de assinaturas necessárias para a Biblioteca. Audiovisual (materiais especiais) a) Importância do material para a Biblioteca; b) Autoridade do autor; c) Autoridade do publicador; d) Qualidade visual e auditiva; e) Solicitação do usuário; f) Previsão de uso; g) Quantidade necessária para a Biblioteca A compra de material bibliográfico é de responsabilidade da biblioteca. A aquisição é feita atendendo a solicitação de professores, alunos, direção e dos coordenadores de curso, através de impresso próprio para “Solicitação de Aquisição de Material Bibliográfico” devidamente justificada. É responsabilidade do bibliotecário: a) Receber as solicitações de aquisição de material bibliográfico b) Verificar a existência da obra na biblioteca • se positivo, adquirir de acordo necessidade de mais exemplares • se negativo, proceder com o processo de aquisição da obra. c) Fazer cotação, em pelo menos três livrarias e/ou editoras d) Encaminhar a solicitação para aprovação da direção e) Receber Nota Fiscal f) Passar Nota Fiscal devidamente assinada para o setor financeiro efetuar o pagamento g) Receber o material bibliográfico adquirido h) Informar ao solicitante sobre o recebimento do material i) Arquivar Processo 5.8.3 Espaço Físico da Biblioteca ÁREA TOTAL RECEPÇÃO E ACERVO 295,75m2 92m2 LEITURA/ESTUDO GRUPO 4,80 m2 4,80 m2 72 A Biblioteca possui ambiente adequado às atividades de prestação de serviços de informação, sendo que a iluminação, mobiliário, tonalidade de ambiente e comunicação visual, atendem aos padrões arquitetônicos vigentes. A Biblioteca está num ambiente de fácil acesso considerando os padrões utilizados para o grande fluxo de pessoas e facilidade de manutenção que o espaço requer. O ambiente atual da Biblioteca está dividido da seguinte forma: 5.8.4 Administração e Acesso ao Acervo A Biblioteca funciona, de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e aos sábados das 8h às 12hs, totalizando uma carga horária semanal de 74 horas. 5.8.5 Informatização do Sistema de Catalogação, Consulta, Empréstimo e Produção Estatística A informatização da Biblioteca vem sendo desenvolvida de acordo com as necessidades institucionais e necessidades de adequação dos processos técnicos, sendo o sistema atual o programa Biblioteca Livre (BIBIVRE) Trata-se de um programa livre desenvolvido pela Sociedade dos Amigos da Biblioteca Nacional (SABIN) com apoio da COPPE/UFRJ, no desenvolvimento do projeto nas versões, 1.0 e 2.0, projeto esse patrocinado inicialmente pela IBM-Brasil e desde 2007 seu patrocinador exclusivo é o Instituto Itaú Cultural. Possui compatibilidade com os sistemas operacionais Unix, Linux, Windows (XP/Vista/7) e qualquer outro onde funcionem os aplicativos Java, Tomcat e PostgresSQL e uma interface gráfica amigável que facilita a utilização dos usuários da biblioteca além de disponibilização de novas versões para atualização das ferramentas utilizadas. A versão utilizada pela biblioteca da Faculdade de Sorocaba é a 3.0.12 com previsão de atualização do sistema para a versão atual 3.0.20 até o final desse semestre. 73 A utilização do BIBLIVRE foi justamente para suprir a demanda informacional da instituição e por possibilitar realizar os principais procedimentos realizados em bibliotecas, tais como: • • A busca e a recuperação da informação, A circulação, mediante o controle do acesso para consulta, a reserva, o empréstimo e a devolução de exemplares do acervo, • A catalogação de material bibliográfico e de multimídias, inclusive com controle de autoridades e de vocabulário, • O controle do processo de aquisição de novos itens para o acervo, • Manutenção do sistema com reindexação das bases de dados e geração de cópia de segurança.Com relação aos processos técnicos da Biblioteca, o sistema permite: • • • • • • • • formato AACR-2 para catalogação, compatibilidade com o formato MARC, protocolo de comunicação Z39.50 e padrão ISO 2709, gerenciamento integrado dos dados e funções da biblioteca, alimentação de dados on-line, geração de relatórios e estatísticas, quantificação do acervo, geração de etiquetas com códigos de barras O sistema permite mostrar e verificar os processos realizados através de relatórios como: Relatórios pré-formatados de Sumário do Catálogo, Estatística por Classificação Dewey, por Usuário, Todos os Usuários, Pedidos de Aquisição Efetuados Por Período, Empréstimos em Atraso, Total de Pesquisas por Período, Inclusões de Obras por Período, Bibliografia do Autor, Empréstimos por Período. 5.8.6 Serviços Prestados Os serviços aos usuários incluem • • • • • • • • • Comutação Bibliográfica (COMUT/SCAD) Elaboração de ficha Catalográfica Orientação em referências bibliográficas (ABNT) Pesquisa e levantamento bibliográfico Orientação e normalização de trabalhos acadêmicos Consulta local Empréstimo domiciliar Serviços de devolução, renovação e reserva Treinamento dos recursos da biblioteca 74 O sistema de empréstimo domiciliar é exclusivo à comunidade universitária, realizado, atualmente, no balcão de atendimento onde o usuário pode realizar empréstimos portanto um documento com foto. Podem ser retirados livros e outras materiais complementares como multimeios. O Regulamento da Biblioteca, que normaliza o empréstimo, encontra-se à disposição, na Instituição, para eventual consulta. 5.8.7 Processos Técnicos O serviço de processamento técnico concentra-se nas atividades de seleção, aquisição, registro, catalogação e classificação do acervo. A catalogação adotada segue o Código de Catalogação, AACR2 (Anglo-American Cataloguing Rules) e a classificação adotada é a CDD - Classificação Decimal Dewey, sendo que, para a notação de autor é utilizada a Tabela "PHA". Os livros adquiridos até o presente momento foram processados em sua totalidade, estando igualmente informatizados. A disposição do acervo é pelo assunto classificado e a recuperação da informação pode ser realizada por palavras-chave como autor, título, assunto. 5.8.8 Recursos Humanos A Biblioteca conta com 02 (duas) Bibliotecárias e mais 03 (três) auxiliares de Biblioteca com conhecimentos específicos para auxiliar e orientar adequadamente os usuários. 75 5.9 Redes de Informação A Faculdade de Sorocaba opera com um provedor de acesso à Internet disponibilizado aos alunos, professores e técnico-administrativos, sem nenhum custo aos mesmos, objetivando ampliar seus conhecimentos. Disponibilizamos aos discentes dois laboratórios de informática e 02 terminais para acesso direto à Internet na Biblioteca. Quadro nº. 13 Redes de Informação Internet velocidade 08 MB (NET) Internet velocidade 10 MB (telefonia/vivo) Quadro nº. 14 Bibliotecas Virtuais INSTITUIÇÃO ENDEREÇO ELETRÔNICO Portal domínio público http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp Periódicos Capes http://www.periodicos.capes.gov.br/ 76 ANEXOS ANEXO 1 Ementário do Curso de Administração Período: 1º Semestre Disciplina: LINGUAGEM E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS Ementa Os maiores obstáculos do estudo e da aprendizagem estão diretamente relacionados com a correspondente dificuldade que o estudante encontra na exata compreensão dos textos teóricos, a disciplina pretende criar condições de interpretação, e desenvolvimento de textos, destacando a adequação da língua formal (norma culta) e a sua relação com os níveis da fala. Disciplina: CONTABILIDADE I Ementa A disciplina enfoca os conceitos básicos da Contabilidade, trabalha a dinâmica do patrimônio das empresas e simula sua movimentação, caracteriza a estrutura que compõe o Balanço e demais peças contábeis. Ensina métodos e técnicas para registro do exercício dos principais fatos contábeis. Com a fundamentação da teoria e o exercício da prática, o aluno reúne condições de elaborar balancetes baseados nos princípios contábeis. Disciplina: ECONOMIA Ementa A disciplina deve propiciar, através da informação orientada, a obtenção de uma visão global da economia, por meio da compreensão e da importância da economia nacional e internacional nas organizações empresariais, face aos novos conceitos de mercado e seus aspectos econômicos e sociais, incluindo a economia verde. Nossa meta é fornecer subsídios aos alunos para que possam desvendar o funcionamento da Ciência Econômica, do que ela se ocupa, quais dificuldades que ela enfrenta quando tenta formular alternativas viáveis para resolução dos problemas sociais, qual o seu objeto de estudo, como ela pode interferir em nossas vidas e na sociedade. Ao mesmo tempo, procurar dotar os alunos de capacidade analítica e desenvolver a lógica econômica, para que ele possa entender as questões macro (grandes agregados econômicos) e microeconômicas (mercados / consumidores / produtores / preços). Disciplina: MATEMÁTICA Ementa A disciplina se propõe a discutir conhecimentos matemáticos básicos como conjuntos; funções do 1º grau; funções do 2º grau e pontos de máximo e mínimo, servindo como 77 instrumento na aprendizagem das demais disciplinas afins. Seu objetivo é mostrar aos alunos a aplicação da matemática nas mais diversas áreas, principalmente em administração; Possibilitar condições de resolverem problemas práticos da administração que envolvem aplicações básicas de cálculo diferencial e integral como noções de limite, derivadas e aplicações do estudo das derivadas. Disciplina: TEORIA GERAL DE ADMINISTRAÇÃO I Ementa A disciplina tem como objetivo contextualizar a Revolução Industrial sob os aspectos: social, cultural, político, científico, tecnológico e artístico. Abordar as origens da Administração: da racionalização do trabalho, da padronização da produção e da produção em massa. Estudar as Teorias Administrativas: Científica Clássica e Humanística. Conhecer a Teoria da Burocracia, a Estruturalista, a Comportamental e as experiências de Hawthorne. Apresentar a evolução e as tendências da Administração. Período: 2º Semestre Disciplina: CONTABILIDADE II Ementa A disciplina, baseada nos conceitos adquiridos em Contabilidade I, trabalha as particularidades que envolvem os lançamentos de ajuste para fechamento do balanço, como as operações com mercadorias, métodos de controle de estoque, apuração e contribuição de impostos sobre compras e vendas. Ensina cálculo, apuração de impostos e contribuições sobre folha de pagamento, inclusive provisões de 13º salário, férias e seus impostos incidentes. Modela e encerra o Balanço Patrimonial e Demonstração de Resultado. Disciplina: DIREITO EMPRESARIAL Ementa A disciplina estuda as relações humanas e suas limitações da vida em sociedade organizada e disciplinada, noções de cultura e diversidade cultural. É de fundamental importância para que o aluno consiga não somente entender as regras do mundo empresarial, suas responsabilidades e dificuldades legais, como as leis atuais que regem o mercado. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES. Estudo do Art. 1o O Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana criado pela Lei no 4.319, de 16 de março de 1964, passa a denominar-se Conselho Nacional dos Direitos Humanos - CNDH, com finalidade, composição, competência, prerrogativas e estrutura organizacional definidas por esta Lei. Disciplina: FILOSOFIA Ementa A Filosofia é o pensar crítico sobre todas as áreas do saber e do agir humanos, que revela seus princípios e valores e possibilita a visão de outros mundos, outros modos de vida, fundamentados em outros princípios. Na práxis, a reflexão filosófica conduz ao bom senso, através do equilíbrio entre a atitude cética, que coloca em dúvida a possibilidade de certezas absolutas e universais do conhecimento, e a dogmática, que recusa as evidências da experiência. A Filosofia abrange o livre exercício da razão treinada, que descobre os significados mais profundos da realidade e dialoga com ideias e teorias do passado e do presente e contribui para a construção de projetos individuais e 78 coletivos de vida que nos levem à plenitude do que podemos ser. Análise das Concepções e questões éticas e étnicas da sociedade. O papel do negro, do índio e da mulher na sociedade brasileira. Disciplina: SOCIOLOGIA Ementa A Sociologia é a ciência que estuda a sociedade, isto é, o homem como ser econômico, político, religioso, ético, artístico, e que é dominado por inúmeros interesses. Seu estudo volta-se para os mais variados tipos ou espécies de análises empíricas ou teorias que se reportam aos fatos sociais.relações de Poder, participação politica e direito dos cidadãos. Neste sentido, o aluno, é convidado a participar do processo de construção e de dominação dos fenômenos de que trata em proveito do homem, bem como da formação cultural do Brasil e sua miscigenação. Disciplina: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Ementa A disciplina de Tecnologia da Informação visa qualificar o aluno de administração para o entendimento da dimensão teórica e prática da informática, ou seja, proporcionar-lhe uma ampla visão acerca das diversas ferramentas disponíveis no mercado e suas implicações, possibilitando, assim, a utilização da informática na administração (editor de texto, planilhas, apresentações gráficas); o uso estratégico da tecnologia da informação na administração; o desenvolvimento de ambientes eficientes e eficazes da tecnologia da informação; a aplicação da tecnologia da informação nas diversas áreas da empresa para obtenção de vantagens competitivas; a utilização da internet como business; a globalização e o desenvolvimento de estratégias competitivas. Disciplina: TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO II Ementa A disciplina Teoria Geral da Administração II, tem como meta conduzir o estudante às praticas gerenciais através das estratégias administrativas. O aluno terá a habilidade em efetuar diagnósticos de situações, dimensionar recursos e planejar suas aplicações. Para uma visão global do gerenciamento das organizações, também contempla a evolução do pensamento administrativo com as modernas práticas gerenciais. 3º Semestre Disciplina: CONTABILIDADE E GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS Ementa A disciplina tem como objetivo treinar os alunos, apresentando alguns estudos de casos e exercícios práticos abordando os conceitos consagrados de contabilização dos custos, propondo roteiro técnico seguro de conceitos e passos para a confecção de planilhas para análise e apuração de custos, propiciando-lhes o raciocínio necessário e prático para conhecer como os custos são apurados e contabilizados no processo de produção. Disciplina: ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS Ementa A disciplina pretende abordar os conceitos de organizações e dos sistemas administrativos. Explicando as estruturas organizacionais, os modelos de gestão para melhoria, o aperfeiçoamento de processos organizacionais, suas metodologias de 79 análises e solução de problemas. Visa analisar os ambientes interno e externo, explorar as técnicas de levantamento de informações e a otimização do espaço físico. Disciplina: ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE Ementa O objetivo é apresentar aos alunos uma introdução aos princípios gerais da estatística descritiva e probabilidade, apresentando as ideias elementares de estatística sobre a organização de dados em tabelas e gráficos; medidas descritivas, noção de variabilidade de dados de observação e análise de dados obtidos através de levantamentos e de experimentos apropriadamente delineados na solução de problemas dos campos da Administração. Disciplina: ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL Ementa A disciplina aborda noções de ética e valores, propiciando um entendimento reflexivo acerca de temas como: Benefícios da empresa ética. Responsabilidade Social e a Gestão Ambiental. O lugar do ser humano dentro de uma empresa. Numa época em que culturas diferentes estão cada vez mais entrelaçadas e precisam conviver dentro dos ambientes organizacionais é necessário instigar o pensar, para que os alunos desenvolvam conceitos sobre cultura e diversidade cultural, formação cultural do Brasil e miscigenação (imigrantes, indígenas e afro-descendentes). Disciplina: PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL Ementa O estudo da psicologia e sua relação com outras áreas de conhecimento é fundamental para que o aluno perceba a complexidade do comportamento humano e aprenda a lidar com essa questão no dia-a-dia das organizações. Deste modo, a disciplina pretende abordar noções sobre os principais estudos da psicologia, tais como as várias teorias psicológicas, os processos de desenvolvimento do comportamento humano, bem como os aspectos gerais que envolvem o funcionamento e desenvolvimento das organizações. A psicologia, deste modo, deve contextualizar o homem não apenas interessando-se pelo que ocorre com o indivíduo, mas sim trabalhar com os acontecimentos do comportamento interpessoal. Disciplina: MATEMÁTICA FINANCEIRA Ementa Enfatizar a importância do estudo da matemática financeira para os administradores, tornando-os plenamente capacitados para o exercício da sua profissão. 4º Semestre Disciplina: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL Ementa A disciplina desenvolve no aluno habilidades na da utilização de tecnologia adequada dentro das organizações, estabelecendo a importância do planejamento e uso de informações para obter conhecimento para a tomada de decisão. O aluno vai aprender princípios da Engenharia da Informação e saber especificar as características necessárias 80 de um SIG para uma organização, tornando-o preparado para elaborar o Plano Diretor de Sistemas de Informação de uma organização. Disciplina: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA I Ementa A disciplina Administração Financeira e Orçamentária I tem como meta preparar o aluno para realizar análises de projetos, seja ele único ou por comparação, utilizando-se, para isso, de ferramentas da matemática financeira e conhecimentos de economia. A disciplina também tem como objetivo preparar o aluno para compreender a função do gestor financeiro de uma organização, entendendo sua constituição, tipos de tributações entre outros aspectos relevantes. Disciplina: GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING Ementa A disciplina pretende abordar a importância do Marketing para o século XXI, estudando o processo de análise de oportunidades de mercado, tomada de decisões em marketing, canais de marketing, logística de mercado, comunicações integradas de marketing, administração da força de vendas. Disciplina: LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA E FISCAL Ementa A disciplina introduz os conhecimentos jurídico-legais próprios da área tributária, tais como base de cálculo, alíquota, competência tributária, bem como o estudo dos impostos em espécie. Objetiva a consciência jurídica necessária à correta responsabilização, cumprimento e otimização do planejamento e administração tributários. Ademais, abrange o estudo dos aspectos internacionais da tributação, proporcionando uma leitura interdisciplinar com disciplinas, como contabilidade e negócios internacionais. Disciplina: LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDÊNCIÁRIA Ementa A matéria introduz os conhecimentos jurídico-legais mínimos e necessários ao bom desempenho das funções, enquanto futuros administradores de empresa, de modo que possuam conhecimentos tais como: relações de emprego e trabalho, contrato de trabalho, acidente de trabalho, assédio e dano moral, bem como a abordagem do instituto da greve. Estatuto do Idoso. Disciplina: GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS Ementa Nesta disciplina teremos uma análise dos principais enfoques na área de Gestão de Pessoas no Brasil e no mundo, discutiremos todos os problemas enfrentados pelas organizações na área de RH. Estudaremos as funções e a importância da área para o desenvolvimento organizacional, preparando os nossos profissionais para o dia a dia das organizações. A disciplina aborda as rotinas do departamento pessoal utilizando como ferramenta um software disponível para os alunos. Será abordado também temas como a formação cultural do Brasil – miscigenação. 81 Disciplina: EMPREENDEDORISMO, CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO Ementa A disciplina pretende mostrar a nova realidade do mundo, a necessidade de desenvolver o espírito empreendedor para sobreviver no mercado de trabalho. Vamos trabalhar com os alunos o perfil empreendedor e as possibilidades criativas que a gestão ambiental vem oferecendo. 5º Semestre Disciplina: ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA Ementa A disciplina torna familiar a base teórica e a prática contemporânea, procurando demonstrar métodos e técnicas para compreensão e análise das organizações e sua gestão de marketing. Focaliza essencialmente a teoria central do Marketing, tendo como base o cliente. Disciplina: ANALISE ESTRATÉGICA DE FINANCIAS E INVESTIMENTOS Ementa A política de investimentos considera o crescimento do mercado analisando o cenário macroeconômico nacional e internacional e também suas implicações. Torna-se imprescindível uma análise econômica rígida e criteriosa de um projeto de investimento. Alguns métodos de avaliação de investimentos são feitos através das projeções de Fluxos de Caixa, sendo estes os cálculos do Valor Presente Líquido, da Taxa Interna de Retorno e o Payback Descontado, visando demonstrar a viabilidade do investimento ou, ainda, visualizar se os projetos são economicamente viáveis ou não. Pontos como custo do capital, custos operacionais, preços, rentabilidade, oportunidades, volumes operados, taxas de risco, taxas de atratividade são alguns itens indispensáveis a uma boa avaliação, que visa diminuir as incertezas e a maximizar a criação de valor para os investidores, a sociedade e para a perpetuação do projeto realizado. Disciplina: GESTÃO DA PRODUÇÃO LOGÍSTICA Ementa O conteúdo do curso abrange a gestão do processo produtivo de uma empresa desde a sua origem (fornecedor) até o seu destino final (cliente), incluindo os processos internos (planejamento, produção, armazenamento e movimentação de materiais, etc.) e os processos externos (distribuição e transporte, sistema de informações logísticas, etc.). Serão apresentados os métodos e ferramentas que fazem parte do universo do conceito moderno de Logística, visando o incessante aprimoramento das empresas e dos profissionais da administração para a obtenção de maiores níveis de competitividade. Com uma abordagem sobre logística reversa. Disciplina: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA II Ementa A disciplina de Administração Financeira e Orçamentária tem como objetivo preparar o aluno para a aplicação dos conceitos básicos sobre mercado (oferta e demanda) e a formação de preços em mercados competitivos, formando habilidades e conhecimento nas decisões financeiras de uma organização. As atividades financeiras também são ministradas e praticadas em forma de simulações empresariais. Nessas práticas estão 82 contempladas as decisões financeiras a longo prazo, os controles orçamentários e os planejamentos táticos e estratégicos. Disciplina: FUNDAMENTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR Ementa Oferecer aos alunos conhecimentos gerais do ambiente do Comércio Internacional, bem como da política brasileira de comércio exterior, e a infra-estrutura proporcionada pelos órgãos do governo para apoiar e facilitar as transações internacionais. Terão noções da estrutura de comércio exterior necessária na empresa, e do papel do Administrador no apoio a esta importante área de negócios da empresa. Os alunos deverão ter ainda noções das principais modalidades de negócio internacional e dos principais “termos” de comércio internacional (Incoterms), bem como noções de câmbio. Disciplina: PROJETOS INTERDISCIPLINARES: PLANO DE NEGÓCIOS Ementa São abordados os aspectos estratégicos, gerenciais e operacionais que subsidiam a elaboração do plano de negócios. Os alunos desenvolvem a elaboração de um plano de negócios alinhado a outras disciplinas como Administração financeira e orçamentária e Administração Mercadológica, com intenção de medir a viabilidade de transformar uma ideia em um negócio. Disciplina: METODOLOGIA CIENTÍFICA Ementa Introdução ao estudo da metodologia da pesquisa científica. As bases para o processo criativo de trabalhos de natureza científica: Competências, Habilidades e atitudes investigativas. Realização de pesquisas e trabalhos com rigor científico e profundidade de exploração. Analisar, verificar, compreender, inter-relacionar e desenvolver o conhecimento na utilização das fontes de pesquisa, análise científica, pesquisas qualitativas, estudos de caso, história de vida, monografias, bibliografias especializadas. 6º Semestre Disciplina: DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Ementa Como a inserção do Brasil diante de um novo conceito identitário de país em desenvolvimento, influencia as novas dinâmicas de desenvolvimento organizacional no ambiente corporativo. Aliada à política de responsabilidade social das empresas através do equilíbrio sustentável entre produção e meio-ambiente (ação interna) e prática social pela empresa junto à comunidade (ação externa), a disciplina de Desenvolvimento Organizacional apresenta ao aluno ferramentas teóricas que o inserem numa visão reformulada em torno do papel de uma Administração moderna e transformadora perante a sociedade. A abordagem da cultura japonesa corporativa e suas diferenças com a cultura empresarial ocidental também é alvo de abordagem. A compreensão de diferenças entre o modelo mecanicista de gestão, vigente a partir da revolução industrial do século XVIII e o modelo de gestão orgânica, em voga a partir dos séculos XX e XXI, permitem ao aluno entender as razões das principais transformações corporativas onde aumento e eficiência de produção caminham juntos com o estímulo à qualidade de vida do trabalhador. Para alcançar essa finalidade, o aluno se debruça sobre os principais campos de estudos motivacionais a partir da teoria 83 de Empowerment, compreendendo que tais mudanças são impulsionadas pelo fenômeno da Globalização econômica e social. A partir desta visão, o aluno poderá aplicar os seus fundamentos na prática, seja como líder ou gestor na área de Recursos Humanos ou como parte essencial da engrenagem administrativa onde qualidades como cultura, adaptação e planejamento estratégico integram a sua formação profissional como indivíduo. Disciplina: PROJETO INTERDISCIPLINAR: PRÁTICAS EMPRESARIAIS Ementa A disciplina aborda a relação entre o histórico dos jogos empresarias e das dinâmicas de grupo; focando os diversos tipos de jogos de empresas, assim como a sua aplicabilidade interligada ao clima organizacional. Para tanto, discute-se as fases do processo criativo e a construção dos jogos empresariais, abrangendo o desenvolvimento de competências através dos jogos. Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Ementa O conteúdo do curso abrange a administração dos materiais de uma empresa desde a sua compra (fornecedor) até a expedição do produto para seu destino final (cliente). Serão apresentados os métodos e ferramentas para a administração de compras e a gestão dos estoques abrangendo seu dimensionamento, controle e análise, que fazem parte do universo do conceito moderno de Logística, visando o incessante aprimoramento das empresas e dos profissionais da administração para a obtenção de maiores níveis de competitividade. Disciplina: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL Ementa O aluno terá a visão do Planejamento Estratégico sob várias óticas: histórico, importância, principais conceitos. Na fundamentação teórica, abordamos as principais escolas formadoras das técnicas para, então, assumir o escopo prático da disciplina: análise de ambientes, montagem de cenários, trabalhando a questão da Inteligência Competitiva dentro das empresas, num ambiente de competição empresarial. O aluno terá conhecimento das metodologias e etapas do planejamento estratégico em detalhes e será capaz, ao fim do curso, de formular um plano estratégico, utilizando ferramentas consagradas como a matriz SWOT, Porter, BSC, matriz BCG entre outros. Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES Ementa A disciplina torna familiar a base teórica e a prática contemporânea. Conceitua a Produção e suas Operações e são abordados temas relacionados a processos de produção e serviços, tecnologias de produção e serviços, teorias de produção, modelagem de problemas de produção e serviços, planejamento e tomada de decisão e administração da qualidade. Habilita as tomadas de decisões sobre: Localização, produto, tempos e métodos, layout e logística. 84 7º Semestre Disciplina: TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO I Ementa Esta disciplina tem por finalidade preparar o aluno para a utilização das tecnologias da informação e comunicação, gestão do conhecimento em diversas área gerenciais de uma organização inserida num contexto de mudanças rápidas e buscas contínuas por inovação. Responsabilidade social e ambiental nas organizações e serviços também fazem parte da formação do discente nesta disciplina. Disciplina: GESTÃO E ANÁLISE DE PROJETOS Ementa Este programa foi elaborado com o objetivo de capacitar o aluno na análise de projetos de investimentos. Cada vez mais, torna-se vital para as organizações a tomada de decisões sobre a aquisição, manutenção ou abandono de ativos fixos para fazer frente ao processo de reestruturação tecnológica e das novas tendências mercadológicas. Para tanto, os projetos de investimento são um instrumental fundamental para a tomada de decisões, cujo fracasso ou sucesso afetarão os resultados futuros da empresa e, consequentemente, de seus acionistas. Assim, analisar as estimativas de um projeto torna-se fundamental para se tomar as decisões de investimento. O programa abordará as etapas de um projeto. Para tanto, se faz necessário entender o plano de negócios (business plan), visando analisar fatores como Localização, Escala, Engenharia de um Projeto, Análise de Mercado e Concorrência. O aluno desenvolverá saberes aplicados aos Aspectos Econômicos, Financeiros, Meio Ambiente e Jurídico. Compõe ainda a base de conhecimento, estudos voltados para as estimativas de Demanda; Orçamentos de Investimento; Financiamento Bancário – linhas de crédito: BNDES – PROGER; Operações Estruturadas; Indicadores para avaliar projetos: (Pay back simples, pay back descontado, TIR, VPL, Custo Médio Ponderado de Capital, valor econômico agregado,Valor de mercado agregado, Break Even e fluxo de caixa. Serão desenvolvidos modelos de projetos de investimento que sigam as orientações dos principais agentes financeiros, como BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Banco do Brasil S/A., SEBRAE – Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, para os setores industrial, comercial, serviços e agropecuários. Disciplina: GESTÃO DA QUALIDADE E PRODUTIVIDADE Ementa O objetivo desta disciplina é capacitar os alunos na Gestão da Qualidade, atividade essencial atualmente na administração de qualquer empresa, independentemente do seu tamanho ou ramo de atividade. Será apresentado o conceito de Qualidade Total e sua aplicação como modelo de excelência na administração, buscando a eficiência e a eficácia organizacionais. O conteúdo do curso abrange a aplicação em qualquer processo dos modelos e ferramentas que fazem parte do universo da Gestão da Qualidade, visando o melhoramento contínuo das empresas e dos profissionais da administração para a obtenção de maiores níveis de competitividade. 85 Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS E SERVIÇOS Ementa Para se manter competitiva no mercado, uma empresa precisa estar preparada para as mudanças que ocorrem em seu ramo. Na área da prestação de serviços, principalmente, a capacidade de adaptação às mudanças exige um sistema de gestão capaz de garantir o sucesso do empreendimento e a compreensão da própria organização. O objetivo da disciplina é ajudar o aluno a compreender a concepção atual da gestão de serviços e orientá-los a estudar os princípios e fundamentos da prestação de serviços. Para tanto, deverão analisar as relações interpessoais, as situações de vendas, das negociações e da satisfação do cliente levando em consideração as boas e as más práticas, procurando também soluções para os conflitos. Analisar estratégias de vendas e as novas possibilidades de mercado. Disciplina: PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO Ementa A disciplina tem como foco introduzir o aluno ao estudo da Metodologia da pesquisa científica com abordagem dos Tipos de conhecimento, do Método Científico, valorização da criação e autenticidade, incentivo, direcionamento e elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso conforme as Normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). 8º Semestre Disciplina: TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO II Ementa A disciplina de Tópicos Especiais em Administração II tem como meta forjar no aluno as habilidades para as analises das situações e possíveis soluções. O aluno terá aptidão para desenvolver estratégias competitivas e análises de ambientes empresariais. Também são objetos de estudos nesta disciplina as culturas organizacionais, métodos de trabalho, capacidade de inovar e formas de manter a organização competitiva num mercado competitivo. Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS Ementa O aluno será levado a entender as vantagens e desvantagens econômicas das práticas do comércio internacional para os países e as principais teorias do comércio internacional, suas implicações e suas problemáticas (sociais, ambientais, políticas e econômicas); aprenderá a compreender plenamente as políticas que os governos adotam quanto ao comércio internacional, bem como seu impacto sobre a sociedade a fim de perceber os arranjos, experiências e tentativas de coordenação das políticas macroeconômicas no campo internacional. Disciplina: GESTÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS Ementa A disciplina foca a lei geral das PME’s, bem como as facilidades propiciadas pelo governo para a sua concepção, e também o significado das Pequenas e Médias Empresas no cenário econômico e social brasileiro, propondo exercícios práticos que abordam os conceitos consagrados de gestão empresarial. 86 Disciplina: MERCADO DE CAPITAIS Ementa A disciplina de mercado de capitais deve propiciar ao aluno ter uma visão abrangente e qualitativa dos mercados financeiros e de capitais, as instituições que os compõe o sistema financeiro nacional e internacional, os produtos financeiros e sua utilização para os diversos agentes econômicos. Disciplina: ESTUDO DA REAALIDADE CONTEMPORÂNEA I Ementa Cultura e Arte; Avanços tecnológicos; Ciência, tecnologia e sociedade; Democracia, ética e cidadania; Ecologia/biodiversidade; Globalização e política internacional; Políticas públicas: educação, habitação, saneamento, saúde, transporte, segurança, defesa, desenvolvimento sustentável. Relações de trabalho; Responsabilidade social: setor público, privado, terceiro setor; Sociodiversidade e multiculturalismo: violência, tolerância/intolerância, inclusão/exclusão e relações de gênero; Tecnologias de Informação e Comunicação; Vida urbana e rural. DISCIPLINAS OPTATIVAS Disciplina: LIBRAS Ementa Apresentação de conceitos para o entendimento da língua brasileira de sinais. Proximidade com o mundo da surdez. Técnicas e procedimentos de lingüística através dos sinais. Ênfase no tratamento de aspectos da linguagem relacionados. Práticas identitárias, comunicativas, argumentativas, educacionais buscando desenvolver a expressão visual-espacial. Disciplina: FORMAÇÃO NOVOS GESTORES: COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Ementa A disciplina visa analisar a importância da Liderança na Administração. Conhecer os tipos de liderança históricos e contemporâneos. Contextualizar a Liderança na Teoria Administrativa. Abordar a importância da Gestão do conhecimento e a competitividade no mercado atual. Discutir temas tais como: Competências, Habilidades, Atitudes, Criatividade e Grupos Criativos, e, sobre tudo, o Desenvolvimento sustentável . Disciplina: GESTÃO AMBIENTAL Ementa A disciplina Gestão Ambiental, objetiva preparar o discente para o domínio de habilidades que englobam questões ligadas a Gestão Ambiental, administração Sustentável e desenvolvimento social sustentável, definindo conceitos teóricos, bem como, entendimento e delimitação de responsabilidades e perspectivas e cenários futuros para aplicação na administração. A disciplina destaca, no aspecto ligado ao Meio Ambiente, questões ligadas à Legislação Ambiental, em especial à fundamentação e aplicabilidade de legislação que estabelece a obrigatoriedade de procedimento de EIA/RIMA, a implantação de Sistemas de Gestão Ambiental e procedimentos para Certificação Ambiental. Aborda também tipos de contaminação ambiental e ações mitigadoras em relação a impactos ambientais. 87 Disciplina: COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL Ementa O curso de Comunicação Empresarial tem como meta preparar o aluno para o domínio de habilidades que englobam a sua autopromoção, o relacionamento interpessoal e pleno conhecimento do processo comunicativo que envolve a escrita, argumentação, clareza de ideias, senso crítico na recepção, análise e transmissão da informação, ferramentas essenciais hoje para se fazer entender e compreender os mecanismos que garantem o sucesso nas relações profissionais. A disciplina também aborda outras áreas que visam uma formação multifacetada na esfera administrativa como o mundo dos negócios, administração de marketing, estratégias de venda, introdução de um produto no mercado, análise de seus efeitos na sociedade de consumo e a compreensão dos efeitos da “globalização” no mundo das empresas e da comunicação. Disciplina: SISTEMAS INTEGRADOS E COMÉRCIO Ementa A disciplina pretende mostrar os impactos da tecnologia na gestão organizacional. Os Sistemas Integrados de Gestão Empresarial (ERP). Fluxo de Informações. E-business. Soluções integradas de TI: Customer Relationship Management (CRM), Supply Chain Management (SCM) e Business Intelligence (BI). Segurança em ERP. ERP na prática. Tendências Disciplina: NEGOCIAÇÃO Ementa A disciplina aborda duas fases distintas de aprendizado, começando com o estudo de situações de venda e negociações, analisando boas e más práticas para embasar o conhecimento de como efetuar vendas adequadamente. Em seguida, abrange os aspectos de gestão das equipes de vendas, priorizando a motivação e incentivos de equipes e técnicas de previsão de demanda, carteirização e campanhas de promoções. 88 ANEXO 3 Bibliografia básica de complementar do Curso de Administração Período: 1º Semestre Disciplina: LINGUAGEM E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS BIBLIOGRAFIA BÁSICA BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2009. CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Lexikon, 2008. MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental. São Paulo: Atlas, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GUIMARAES, Thelma de C. Comunicação e Linguagem. São Paulo: Pearson, 2011. AZEREDO, José Carlos de. Iniciação à sintaxe do Português. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007. CAMARA JÚNIOR, J. Mattoso. Manual de expressão oral e escrita. Petrópolis: Vozes, 2008. LERNER, Delia. Ler e escrever na escola. Porto Alegre: Artmed, 2008. ORLANDI, Eni Pulcinelli. Discurso e leitura. São Paulo: Cortez, 2006. SOARES, Magda Becker; CAMPOS, Edson Nascimento. Técnica de redação. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2004. Disciplina: CONTABILIDADE I Carga horária: 80 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA IUDÍCIBUS, Sérgio. Contabilidade Introdutória. 11.ed. São Paulo: Atlas, 2010 PADOVEZE, Clóvis Luis. Manual da Contabilidade Básica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2009 MARTINS, Eliseu; IUDICIBUS, Sérgio. Manual de Contabilidade Societária. São Paulo: Atlas, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Básica Fácil. 26.ed. São Paulo: Saraiva, 2009 RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Geral Fácil. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2009 BASSO, Irani Paulo. Contabilidade Geral Básica. 4.ed. Unijui, 2011. ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Contabilidade avançada: textos, exemplos e exercícios resolvidos. São Paulo: Atlas, 2007. MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. 13.ed. São Paulo: Atlas, 2008. Disciplina: ECONOMIA Carga horária: 80 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA MANKIW, Gregory N. Introdução a economia. 5.ed. Rio de Janeiro: Cengage, 2010. VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. Economia: Micro e Macro. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2011. PINHO, Diva Benevides, Vasconcellos, Marco Antonio Sandoval de. Manual De Economia: Equipe de Professores da USP. São Paulo: Saraiva. 2006 89 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LESSA, Carlos Francisco; CASTRO, Antônio Barros de. Introdução a Economia. 38.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2011. ROSSETTI, José Pascoal. Introdução à Economia. 9.ed. São Paulo: Atlas, 2003. KRUGMAN, Paul, R. Economia Internacional. 8.ed. São Paulo: Pearson, 2010. VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; GARCIA, Manoel E. Fundamentos de economia. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2004 FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. 34ª Ed. São Paulo: Cia das letras, 2007. Disciplina: MATEMÁTICA Carga horária: 80 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA STEWART, James. Cálculo. 6.ed. Rio de Janeiro: Cengage Learning, 2009. vol. 1 SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para os cursos de Economia, Administração e Ciências Contábeis. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2008. vol. 1 WEIR, Maurice D.; HASS, Joel; GIORDANO, Frank R.; Cálculo. Rio de Janeiro: Addison-Wesley, 2008. vol. 1 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FLEMING, Diva Marilia; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: Funções, Limite, Derivação e Integração. 6. ed. São Paulo: Prentice- Hall, 2007 ANTON, Howard; BIVENS, Irl C.; DAVIS, Stephen. Cálculo. 8.ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. vol. 1 ÁVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. vol.1. HARIKI, Seiji; ABDOUNUR, Oscar João. Matemática aplicada: administração, economia, contabilidade. São Paulo: Saraiva, 2003. ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2008. Disciplina: TEORIA GERAL DE ADMINISTRAÇÃO I Carga horária: 80 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Administração: Teorias, processos e práticas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à administração. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2007. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Estratégia empresarial & Vantagem competitiva: como estabelecer, implementar e avaliar. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2007. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Teoria Geral da Administração: uma abordagem prática. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2010. PERUSSI FILHO. Sérgio; ESCRIVAO FILHO, Edmundo. Teorias de Administração. São Paulo: Saraiva, 2010. KWASNICKA, Eunice Lacava. Introdução à administração. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. MONTANA, Patrick J. Administração I. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2003. DRUCKER, Peter F. Introdução à Administração. 3.ed. São Paulo: Pioneira, 2002. 90 MORGAN, Gareth. Imagens da organização: edição executiva. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002. MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Administração para empreendedores. 2.ed. São Paulo: Pearson, 2011. Período: 2º Semestre Disciplina: CONTABILIDADE II Carga horária: 80 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA IUDÍCIBUS, Sérgio. Contabilidade Introdutória. 11.ed. São Paulo: Atlas, 2010 PADOVEZE, Clóvis Luis. Manual da Contabilidade Básica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2009 MORANTE, Antonio S. Contabilidade: Noções para análise de resultado de balanço patrimonial. São Paulo: Atlas, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Básica Fácil. 26.ed. São Paulo: Saraiva, 2009 RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Geral Fácil. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2009 BASSO, Irani Paulo. Contabilidade Geral Básica. 4.ed. Unijui, 2011. ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Contabilidade avançada: textos, exemplos e exercícios resolvidos. São Paulo: Atlas, 2007. MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. 13.ed. São Paulo: Atlas, 2008. Disciplina: DIREITO EMPRESARIAL Carga horária: 80 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial. São Paulo: Saraiva, 2010. – Volumes 1e2 COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de Direito Comercial: Direito de Empresa. São Paulo: Saraiva, 2010. TOMAZETTE, Marlon. Curso de Direito Empresarial. 3.ed. São Paulo: Atlas. 2011. Vol. 1 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR OLIVEIRA, James Eduardo. Código de Defesa do Consumidor. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2011. COELHO, Fábio Ulhoa. Comentários à Nova Lei de Falências e Recuperação de Empresas. São Paulo: Saraiva, 2010. GRINOVER, Ada Pelegrini. Código de Defesa do Consumidor: Comentado pelos Autores do anteprojeto. São Paulo: Saraiva, 2007. DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. 24.ed. São Paulo: Atlas, 2011. MARRARA, Thiago. Princípios de Direito Administrativo. São Paulo: Atlas, 2012. Legislação Federal vigente no Brasil. Disciplina: FILOSOFIA Carga horária: 40 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARANHA, Maria Lúcia de A. e Martins, Maria Helena P. Temas de Filosofia. 3.ed. São Paulo: Moderna, 2005. 91 CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 10.ed. São Paulo: Ática, 1999. MATTAR NETO, João Augusto. Filosofia e Ética na Administração. 2.ed. Saraiva, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARANHA, Maria Lúcia de A. e Martins, Maria Helena P. Filosofando. Introdução à Filosofia. 2.ed. São Paulo: Moderna, 1993. PIEPER, Josef . O que é filosofar? 3.ed. São Paulo: Loyola, 2009. JASPERS, Karl. Introdução ao Pensamento Filosófico. 16.ed. Cultrix, 2011. SEVERINO, Antônio. Filosofia. São Paulo: Cortez, 2007. PRADO JÚNIOR, Caio. O que é filosofia. São Paulo: Brasiliense, 2007 Disciplina: SOCIOLOGIA Carga horária: 40 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASTRO, Celso Antonio P. de. Sociologia Aplicada à Administração. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2003. MARCONDES, Reynaldo C. Sociologia Aplicada à Administração. 7.ed. São Paulo: Saraiva, 2011. DIAS, Reynaldo. Introdução a Sociologia. 2.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2010. GIL, Antônio C.. O que é Sociologia. São Paulo: Atlas, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DURKHEIM, E. As regras do método sociológico. 3.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. COSTA, Cristina. Sociologia: Introdução a Ciência da Sociedade. São Paulo: Moderna, 2011. BRIDI, Maria Aparecida. Sociologia: um olhar crítico. São Paulo: Contexto, 2009. TOMAZI, N. D. Iniciação à Sociologia. 2ª ed. São Paulo: Atual, 2000. TURNER, J. H. Sociologia. São Paulo: Pearson Makron, 2005. Disciplina: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Carga horária: 80 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA MANZANO, André Luiz N. G. Estudo Dirigido De Microsoft Office Excel 2010. São Paulo: Érica, 2010. MANZANO, André Luiz N. G.;MANZANO, Maria Izabel N. G. Estudo Dirigido De Microsoft Office Word 2010. São Paulo: Érica, 2010. REZENDE, Denis Alcides. Tecnologia da Informação Aplicada a Sistemas de Informação Empresariais. 8.ed. São Paulo: Atlas, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LAURINDO, Fernando José Barbin. Tecnologia Da Informação. São Paulo: Atlas, 2008. ALVES, Willian P. Informática Fundamental: Introdução ao processamento de dados. São Paulo: Érica. 2010. ALBERTIN, Luiz Alberto. Administração de Informática. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2009. CAPRON, H. L.; JOHNSON, J. A. Introdução à Informática. 8.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004. MANZANO, André L. N. G.; MANZANO, Maria I. N. G. Informática Básica. 6.ed. São Paulo: Érica, 2004. NORTON, Peter. Introdução à Informática. São Paulo: Makron Books, 2004 92 Disciplina: TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO II Carga horária: 80 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Administração: Teorias, processos e práticas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à administração. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2007. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Estratégia empresarial & Vantagem competitiva: como estabelecer, implementar e avaliar. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2007. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Teoria Geral da Administração: uma abordagem prática. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2010. PERUSSI FILHO. Sérgio; ESCRIVAO FILHO, Edmundo. Teorias de Administração. São Paulo: Saraiva, 2010. KWASNICKA, Eunice Lacava. Introdução à administração. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. MONTANA, Patrick J. Administração I. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2003. DRUCKER, Peter F. Introdução à Administração. 3.ed. São Paulo: Pioneira, 2002. MORGAN, Gareth. Imagens da organização: edição executiva. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002. MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Administração para empreendedores. 2.ed. São Paulo: Pearson, 2011. Período: 3º Semestre Disciplina: CONTABILIDADE E GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS Carga horária: 80 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARTINS, E. Contabilidade de Custos. 9.ed. São Paulo:Atlas, 2008. LEONE, George S. Guerra. Contabilidade de Custos. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2008 MEGLIORINI, Evandir. Custos: Análise e Gestão. 3.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MONTANA, Patrick J., CHARNOV, Bruce H. Administração. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2003. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2010. LINZ, Luiz dos Santos. Gestão de Custos: Contabilidade, Controle e Análise. São Paulo: Atlas, 2010. PEREZ, José H.; OLIVEIRA, Luís M. de; COSTA, Rogério G. Gestão Estratégica de Custos: Textos e Testes com as Respostas. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2011. PADOVEZE, Clóvis Luis. Manual da Contabilidade Básica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2009 Disciplina: ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS Carga horária: 80 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARAÚJO, Luis Cesar G. de. Organização, Sistemas e Métodos e as tecnologias de gestão empresarial. São Paulo: Atlas. 2011. Vol.1 93 CHIAVENATO, Idalberto. Iniciação a Sistemas, Organização e Métodos. São Paulo: Manole. 2010. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas, Organização e Métodos. São Paulo: Atlas, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSEN, Marcell Van. Modelos de Gestão. São Paulo: Prentice Hall. 2010. BALLESTERO ALVAREZ, Maria Esmeralda. Manual de Organização, Sistemas e Métodos. São Paulo: Atlas, 2011. CARDOSO, Rodolfo. Gestão Organizacional: O Desafio da Construção do Modelo de Gestão. São Paulo: Saraiva, 2010. LATTAS, Maria Virgínia. Organização, Sistemas e Métodos: OSM. São Paulo: Pearson, 2011. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Estrutura Organizacional: Uma Abordagem para Resultado e Competitividade. São Paulo: Atlas, 2011. Disciplina: ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE Carga horária: 80 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARTINS, Gilberto de A.; DOMINGUES, Osmar. Estatística Geral e Aplicada. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2011. LARSON, Ron; FARBER, Betsy. Estatística Aplicada. 4.ed. São Paulo: Person/PrenticeHall, 2010 MORETTIN, Pedro Alberto; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Estatística Básica. 6.ed. São Paulo: Saraiva, 2010 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KAZMIER, Leonard, J. Estatística Aplicada a Administração e Economia. 4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. COSTA, Giovani G. O. Curso de Estatística Básica: Teoria e Prática. São Paulo: Atlas, 2011. GRIFFITHS, Dawn; Use a Cabeça!: Estatística. São Paulo: Alta Books, 2009. LAPPONI, Juan Carlos. Estatística usando Excel. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005 FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2008. Disciplina: ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL Carga horária: 40 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA SROUR, Robert Henry. Ética empresarial: o ciclo virtuoso dos negócios. 3.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2009. ALONSO, Félix Luiz. Curso de Ética em Administração. São Paulo: Atlas, 2010. SROUR, Robert Henry. Casos de Ética Empresarial. Rio de Janeiro: Campus, 2011. BENNETT, Carole. Ética Profissional. Rio de Janeiro: Cengage, 2008 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PEIXOTO, Adão José. 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Gestão da Qualidade. 4.ed. Rio de Janeiro: FGV, 2011. OLIVEIRA, O.J.. Gestão da Qualidade: Tópicos Avançados. São Paulo: Cengage Learning, 2003. ASSEN, M. Van. Modelos de Gestão. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Normas NBR ISO série 9000 : 2008 – Sistemas de Gestão da Qualidade. MOREIRA, Daniel Augusto.Administração da Produção. 2.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. MELLO, Carlos Henrique Pereira; SAN, Carlos Eduardo. ISO 9001:2008: Sistema de Gestão da Qualidade para Operações de Produção e Serviços. São Paulo: Atlas, 2009. Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS E SERVIÇOS 104 Carga horária: 80 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA FITZSIMMONS, James A. Administração de Serviços: Operações, Estratégia e Tecnologia da Informação. São Paulo: Bookman, 2011. LIMA, Rosalvo. O ABC Da Empresa de Serviços: Como Gerir uma Empresa de Serviços e Transformá-la em Sucesso. São Paulo: Futura, 2008. NOGUEIRA, José Francisco. Administração Estratégica de Serviços. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COVAS, Terezinha. Gestão Estratégica em Empresas de Serviços Privada e Pública. São Paulo: Nobel, 2008. LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing de Serviços. São Paulo: Atlas, 2008. LOVELOCK, Christopher. Marketing de Serviços: Pessoas, Tecnologia e Estratégia. São Paulo: Prentice Hall, 2011 MELLO, Carlos Henrique Pereira. Gestão do Processo de Desenvolvimento de Serviços. São Paulo: Atlas, 2010. SARQUIS, Alessio Bessa. Estratégias de Marketing para Serviços. São Paulo: Atlas, 2009. Disciplina: PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO Carga horária: 40 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA RUDIO, Franz Victor. Introdução ao Projeto de Pesquisa Cientifica. Petrópolis: Vozes, 2009. AZEVEDO, I. B. de. O prazer da produção científica. Diretrizes para a elaboração de trabalhos acadêmicos. 12.ed. São Paulo: Hagnos, 2008. ECO, Umberto, Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, M.C.M., Construindo o saber: técnicas de metodologia científica. 19.ed. Campinas, Papirus, 2008. SEVERINO, Antonio J., Metodologia do trabalho científico. 23.ed. São Paulo: Cortez, 2007. ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução a Metodologia do Trabalho Científico. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2010. GIL, Antonio C., Como elaborar projetos de pesquisa, 4.ed São Paulo, Atlas, 2008. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Cientifica. São Paulo: Atlas, 2010. ABNT, Associação brasileira das normas técnicas, Tópico: Normas técnicas para a produção de Monografias, dissertações e teses. 105 Período: 8º Semestre Disciplina: TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO II Carga horária: 80 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARAÚJO, Luis Cesar G. de. Organizações, sistemas e métodos e as tecnologias de gestão organizacional. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2009. vol.1 BEAL, Adriana. Gestão estratégica da informação: como transformar a informação e a tecnologia da informação em fatores de crescimento e de alto desempenho nas organizações. São Paulo: Atlas, 2004. DRUCKER, Peter Ferdinand. 50 casos reais de administração: edição comemorativa. São Paulo: Cengage Learning, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HESSELBEIN, Marshall Goldsmith. A nova organização do futuro: visões, estratégias e insights dos maiores líderes do pensamento estratégico. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. MUKHERJEE, Amit Shankar. A estratégia da teia de aranha: como criar relacionamentos estratégicos para protejer-se da crise, promover a inovação e continuar crescendo. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. MOREIRA, Daniel Augusto. QUEIROZ, Ana Carolina S. Inovação organizacional e tecnológica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2007. OLIVEIRA, Djalma Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: Conceitos, Metodologia e Prática. 29.ed. São Paulo: Atlas, 2011. PORTER, Michael E. Estratégia Competitiva. Rio de Janeiro: Campus, 2005. Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS Carga horária: 80 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA GHEMAWAT, Pankaj. Redefinindo estratégia global. Porto Alegre: Bookman, 2008. AMTUCCI, Marcos (Org.). Internacionalização de empresas. teoria, problemas e casos. São Paulo Atlas, 2008 RACY, Joaquim Carlos. Introdução a Gestão de Negócios Internacionais. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MAIA, Jayme de Mariz. Economia Internacional e Comércio Exterior. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2011 SARFATI, Gilberto. Teoria das Relações Internacionais. São Paulo: Saraiva, 2005 BARROSO, Darlan. Direito Internacional. São Paulo: RT, 2011. LEITE, Antonio Dias. A economia brasileira: de onde viemos e onde estamos. Rio de Janeiro: Campus, 2011. MAIA, Jaime de Mariz. Economia Internacional e Comércio Exterior. 14.ed. São Paulo: Atlas, 2011. Disciplina: GESTÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS Carga horária: 40 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIAGIO, Luiz Arnaldo. Plano de Negócios: Estratégia para Micro e Pequenas Empresas. Rio de Janeiro: Manole, 2011. LEMES JR, Antonio Barbosa. Administrando Pequenas e Micro Empresas. Rio de Janeiro: Campus, 2010. 106 MANGIERI, Francisco Ramos. Super Simples Anotado e Comparado: Lei Complementar nº 123, de 24 de Dezembro de 2006. São Paulo: Edipro, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARROS, Ageu. Gestão Estratégica nas Pequenas e Médias Empresas. São Paulo: Ciência Moderna, 2008. MARCONDES, Luciana Passos. Empreendedorismo Estratégico: Criação e Gestão de Pequenas Empresas. Rio de Janeiro: Cengage, 2008. PASSOS, Alfredo. Inteligência Competitiva pra Pequenas e Médias Empresas. São Paulo: LCTE, 2008. SANTOS, Edno Oliveira. Administração Financeira da Pequena e Média Empresa. São Paulo: Atlas, 2010. SANTOS, Rubens da Costa. Manual de Gestão Empresarial. São Paulo: Atlas, 2008. Disciplina: MERCADO DE CAPITAIS Carga horária: 80 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA PINHEIRO, Juliano Lima. Mercado de Capitais. São Paulo: Atlas, 2001. MISUMI, Jorge. Mercado de Capitais. O que é e Como Funciona. Rio de Janeiro: Campus, 2008 ROCCA, Carlos Antonio. Mercado de capitas e Agenda de Reforma. Rio de Janeiro: Campus, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CORDEIRO, Marcos Pires. Economia para Administradores. São Paulo: Saraiva, 2005. KERR, Roberto. Mercado Financeiro e de Capitais. São Paulo: Pearson, 2011. FORTUNA , Eduardo. Mercado Financeiro: produtos e serviços. 12.ed. Rio de Janeiro: Qualimark, 1999. FRANKENBERG, Louis. Seu Futuro Financeiro: você é o maior responsável. São Paulo: Campus, 1999. MELLAGI, Armando Filho. Mercado Financeiro e de Capitais: uma introdução. São Paulo: Atlas, 1994. VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval; GARCIA, Manuel E. Fundamentos de Economia. São Paulo: Atlas, 2004. Disciplina: ESTUDO DA REALIDADE CONTEMPORÂNEA I Carga horária: 40 H/A DISCIPLINAS OPTATIVAS Disciplina: LIBRAS Carga horária: 40 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA PEREIRA, Maria Cristina da Cunha. Libras: Conhecimento Além dos Sinais. São Paulo: Pearson, 2011. QUADROS, Ronice Miller. Língua de Sinais: Instrumentos de Avaliação. Porto Alegre: Artmed, 2011. SLOWSKI, Vilma Geni. Educação Bilíngue para Surdos: Concepções e Implicações Práticas. Curitiba: Juruá, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 107 BRITO, Lucinda Ferreira. Por Uma Gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2010. CARVALHO, Ilza Silva de. Comunicação por Língua de Sinais Brasileira. São Paulo: Senac, 2005. FALCÃO, Luiz Alberico. Surdez, Cognição Visual e Libras. São Paulo: Luiz Alberico, 2011. FIGUEIRA, Alexandre dos Santos. Material de Apoio para o Aprendizado de Libras. São Paulo: Phorte, 2011. HONORA, Márcia. Livro Ilustrado de Língua Brasileira de Sinais. São Paulo: Ciranda Cultural, 2010. Vol. 2 Disciplina: FORMAÇÃO DE NOVOS GESTORES – COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Carga horária: 40 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de Marketing: A Bíblia do Marketing. 12.ed. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2006. DRUMMOND, Virginia Souza. Confiança e Liderança nas Organizações. São Paulo: Thompson, 2007. BUCHSBAUM, Marcio. Negócios S/A: Administração na Prática. Rio de Janeiro: Cengage, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Adriana; ROSSETTI, José Paschoal. Governança Corporativa: Fundamentos, Desenvolvimento e Tendências. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2007 CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento, Recrutamento e Seleção de Pessoal. São Paulo: Manole, 2008. QUINN, Robert E. Competências Gerenciais: Princípios e Aplicações. Rio de Janeiro: Campus, 2011. VERGARA. Sylvia Constant. Gestão de Pessoas. São Paulo: Atlas, 2012. BOWDITCH, James L. Elementos de Comportamento Organizacional. São Paulo: Thompson, 2011. Disciplina: GESTÃO AMBIENTAL Carga horária: 40 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBIERI,José Carlos . Responsabilidade Social Empresarial e Empresa Sustentável . São Paulo: Saraiva, 2008. DIAS, Reinaldo Gestão Ambiental: Responsabilidade Social e Sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2007. BARBIERI, José Carlos. Gestão Ambiental Empresarial: Conceitos, Modelos e Instrumentos. São Paulo: Saraiva, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALIGRERI, Lilian. Gestão Sócio Ambiental: Responsabilidade e Sustentabilidade do Negócio. São Paulo: Atlas, 2009. SAVITZ , Andrew . A empresa Sustentável: O Verdadeiro Sucesso é Lucro com Responsabilidade Social e Ambiental. Rio de Janeiro: Campus, 2007. MARQUES, José R. Sustentabilidade e Temas Fundamentais de Direito Ambiental. São Paulo: Millennium, 2009. MOREIRA, Maria Suely. Estratégia e implantação do sistema de gestão ambiental. 6.ed. São Paulo: INDG, 2006. 108 SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. ISO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental: Implantação Objetiva e Econômica. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2011 Disciplina: COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL Carga horária: 40 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA TOMASI, Carolina; MEDEIROS, Bosco João. Comunicação Empresarial. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2006. COLNAGO, Camila Krohling. Comunicação Empresarial: Planejamento e Gestão. São Paulo: All Print, 2011. TAVARES, Maurício.Comunicação Empresarial e Planos de Comunicação. São Paulo: Atlas, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LESLY, Philip. Os Fundamentos de Relações Públicas e da Comunicação. Administração e Negócios. São Paulo: Pioneira, 2000. HARVARD BUSINESS REVIEW. Marketing e Vendas. Rio de Janeiro: Campus, 2010. HOHLFELDT, Antonio; MARTINO, C. Luiz; FRANÇA, Veiga Vera. Teorias da Comunicação. Conceitos, escolas e tendências. Rio de Janeiro: Vozes, 2003. KOTLER, Philipp. Administração de Marketing. São Paulo: Atlas, 1996. PASQUALLE, P.P. Comunicação Integrada de Marketing. Rio de Janeiro: Campus, 2011. Disciplina: SISTEMAS INTEGRADOS E COMÉRCIO Carga horária: 40 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALBERTÃO, Sebastião Edmar. ERP Sistemas de Gestão Empresarial. São Paulo: Iglu, 2008. CAIÇARA JR, Cícero. Sistemas Integrados de Gestão ERP: Uma Abordagem Gerencial. Curitiba: Ibpex, 2008. CANUTO, Simone. Implementando ERP. Principais Passos para a Aquisição e Implementação de um Sistema de Gestão Empresarial. São Paulo: LCTE, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAMPOS, Luiz Fernando Rodrigues. Supply Chain: Uma Visão Gerencial. Curitiba: Ibpex, 2010. MADRUGA, Roberto. Guia de Implementação de Marketing de Relacionamento e CRM. São Paulo: Atlas, 2010. REZENDE, Denis Alcides. Tecnologia da Informação: Aplicada a Sistemas de Informação Empresariais. São Paulo: Atlas, 2011. SANTOS, Aldemar de Araújo. Informática na Empresa: Inclui Capítulos sobre ERP e XBRL. São Paulo: Atlas, 2010. TURBAN, Efraim. Business Intelligence: Um Enfoque Gerencial para a Inteligência do Negócio. Porto Alegre: Bookman, 2010. 109 Disciplina: NEGOCIAÇÃO Carga horária: 40 H/A BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Administração de Vendas. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2005. MEINBERG, José Luiz. Gestão de Vendas. Rio de Janeiro: FGV, 2011. COSTA, Clóvis Correa da. Estratégia de Negócios. São Paulo: Saraiva, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DALLEDONE, Jorge. Gestão de serviços: A Chave do sucesso nos negócios. Rio de Janeiro: Senac Nacional, 2009. CORTELLA, Mario Sergio. Qual é a tua obra?: inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética. 4. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. BENEDICTO, GIDEON C. Aprendizagem e Gestão do Conhecimento. Campinas: Alínea, 2008. ROCHA, Lígia Carvalho. Criatividade e Inovação. Rio de Janeiro: LTC, 2009. COVAS, Terezinha. Gestão Estratégica em Empresas de Serviços Privada e Pública. São Paulo: Nobel, 2008. 110 ANEXO 4 Regulamento das Atividades Complementares SEÇÃO I - Dos objetivos Art. 1º As atividades complementares têm como objetivo incentivar o aluno a participar de experiências diversificadas que contribuam para a sua formação humana e profissional, atendendo às diretrizes nacionais. SEÇÃO II – Do órgão responsável Art. 2º A Coordenação Pedagógica é o órgão responsável pela análise, julgamento, avaliação e validação das atividades complementares realizadas pelos alunos, e a secretaria acadêmica será responsável pelo arquivamento, registro e cômputo da carga horária realizada. SEÇÃO III - Das normas Art. 3º Serão consideradas apenas as atividades com temas pertinentes à educação e que complementem a estrutura curricular do curso. § 1O Estágio Supervisionado não é considerado Atividade Complementar, para fins de aproveitamento de carga horária e é normatizado em regulamento próprio. Art. 4º Todas as atividades complementares deverão ser obrigatoriamente comprovadas por meio de certificados e/ou declarações emitidos por órgão competente devidamente reconhecido pela Faculdade de Sorocaba. O processo se dará da seguinte forma: §1 - A atividade deverá ser registrada em ficha própria, devidamente preenchida pelo aluno (digitada ou com caneta azul / preta), e assinada por professor responsável pela supervisão da mesma (quando for o caso). §2 - As atividades complementares deverão ser entregues no final de cada semestre letivo cursado, ou seja, última semana de Junho e última semana de Novembro. §3 - É de responsabilidade do(a) aluno(a) tanto o preenchimento, quanto a solicitação da assinatura do(a) professor(a) / coordenador(a) responsável pela atividade até o último dia do mês que a mesma ocorreu, caso contrário não serão validadas. §4 - A validação dar-se-á mediante a entrega da ficha devidamente preenchida com as respectivas cópias de originais comprobatórias das atividades complementares, para avaliação e posterior deferimento pela coordenação. 111 §5 - Após deferimento ou indeferimento, a coordenação do curso emite e encaminha parecer à secretaria acadêmica que se responsabilizará pelo arquivamento e controle das atividades complementares. Art.5º O aluno deverá acumular 200 (duzentas) horas, ao longo do curso, em quatro ou mais atividades complementares reconhecidas pela Coordenação Pedagógica, contabilizando no máximo 20 horas em cada tipo de atividade (ver Art. 6º). SEÇÃO IV - Das atividades complementares Art. 6º As atividades complementares, bem como o número de horas computadas, estão listadas no quadro abaixo: Semana de Contábeis oferecida pela FACULDADE DE SOROCABA Semana de Inclusão e Diversidade oferecida pela FACULDADE DE SOROCABA Monitor em disciplinas do curso (mínimo de 1 semestre) Escola da Família/Clube da Escola/Sabe Tudo Total de horas validadas Documentação comprobatória 25 hs Declaração e/ou certificado 25 hs Declaração e/ou certificado 20 hs/semestre 10 hs/ semestre Formação de Professores/ Estagiários (Governo Municipal e/ou Estadual) 10 hs/semestre Participação em Núcleo de Pesquisa da FACULDADE DE SOROCABA 10 hs/semestre Cursos de extensão (máximo de 30 horas) 20% das horas por semestre Participação em Palestras e/ou Seminários 2hs Declaração do em papel timbrado da FACULDADE DE SOROCABA com assinatura do profº responsável. Declaração em papel timbrado do órgão competente devidamente assinado. Declaração em papel timbrado do órgão competente devidamente assinado. Declaração em papel timbrado da FACULDADE DE SOROCABA com assinatura do profº responsável. Cópia do certificado (deve conter o nº de horas e/ou programação completa. Assinar lista de presença e anexar cópia da declaração emitida por órgão competente devidamente 112 Peças de Teatro indicadas pelos professores 4hrs assinada. Declaração em papel timbrado da FACULDADE DE SOROCABA com assinatura do profº responsável. SEÇÃO V - Das disposições gerais e transitórias Art. 7º Os casos omissos e/ou não contemplados neste regimento serão resolvidos pelo Colegiado. Art. 8º Este Regulamento entra em vigor na data da sua publicação.