Acontece neste mês a XX Romaria Frei Bruno Jornal da Paróquia Santa Teresinha - Catedral de Joaçaba Ano XI - Nº 147 - fevereiro de 2010 Página 2 Palavras do Pároco Página 4 Zilda Arnz: Nosso Eterno Obrigado Página 5 Campanha de Conscientização e Prevenção às Drogas Página 8 Assembléia da Pastoral Paroquial Página 5 O Ano Litúrgico O mês de fevereiro é muito importante para nossa Paróquia, nele realizamos a tradicional Romaria em honra à Frei Bruno que, na sua XX edição, se torna especial por celebrar os 50 anos de falecimento de nosso amado Bruno Linden. Esta edição do Guia Paroquial trás esclarecimentos sobre o Ano Litúrgico e a Quaresma, uma homenagem em nome do povo joaçabense à Zilda Arnz, um breve histórico sobre a vida de Frei Bruno e s o b r e o s preparativos da romaria, além de matérias que informam sobre os trabalhos da Igreja e as datas de missas e atividades pastorais. Como sempre e s t a m o s à disposição para qualquer duvida, no expediente abaixo encontrasse nosso email, sintam-se à vontade para mandar matérias e sugestões, com a ajuda de todos o Jornal Guia P a r o q u i a l desempenhará melhor seu trabalho: i n f o r m a r e esclarecer. Uma boa leitura à todos. Expediente - Impresso da Paróquia Santa Teresinha. - Fone(49) 3522.1294 E-mai: - [email protected] - Reportagens e Pesquisas: Kerolen Marca, Fernanda Marca e demais colaboradores Diagramação e Arte final: Kerolen Marca. Impressão: Gráfica Blumen Catanduvas-SC. Olá meus irmãos e minhas irmãs, mais uma vez, venho até vocês com uma palavra de vida, de fé e de esperança, em nome do Senhor Jesus e da Santa Igreja. Em nosso querido e belo Brasil, costumamos dizer que a vida volta ao normal depois do carnaval. Porém, havemos de lembrar que somos brasileiros, cristãos católicos e que a vida não para e que para nós é colocado umAno Litúrgico. A liturgia é a celebração do Mistério Pascal de Cristo. Em volta deste núcleo fundamental da nossa fé, celebramos no Ano Litúrgico a memória do Ressuscitado na vida de cada pessoa e de cada comunidade. O Ano Litúrgico “revela todo o mistério do Cristo no decorrer do ano, desde a encarnação e nascimento até a ascensão, ao pentecostes e à expectativa da feliz esperança da vinda do Senhor”. Ele assim nos propõe um caminho espiritual, ou seja, a vivência da graça própria de cada aspecto do mistério de cristo, presente e operante nas diversas festas e nos diversos tempos litúrgicos. Em síntese, através do Ano Litúrgico, os fiéis fazem a experiência de se configurar ao seu Senhor e dele aprendem a viver “os seus sentimentos”. Que todos nós batizados, nos sentamos verdadeiramente Igreja e vivamos o Ano Litúrgico testemunhando o nosso Batismo e assim, sendo Sol da Terra e luz do mundo. Pe. Paulo Ramos da Silva O Ano litúrgico é o período de doze meses, divididos em tempos litúrgicos, onde se celebram como memorial, os mistérios de Cristo, assim como a memória dos Santos. passam a ser denominados dias litúrgicos. A celebração do Domingo e das Solenidades, porém, começa com as Vésperas (na parte da tarde) do dia anterior. O Ano Litúrgico constitui o calendário oficial da Igreja Católica Apostólica Romana, sendo adotado, normalmente, em todos os países católicos e também em alguns protestantes. O Ano Litúrgico ou Eclesiástico é o período do tempo que a Igreja Católica representa aos fiéis a obra da Redenção de Nosso Senhor Jesus Cristo. Durante o ano inteiro celebramos a vida de Cristo, desde a sua em Encarnação no seio da Virgem Maria, passando pelo seu Nascimento, Paixão, Morte, Ressurreição, até a sua Ascensão e a vinda do Espírito Santo. Mas enquanto civilmente se comemoram fatos passados que aconteceram uma vez e não acontecerão mais, (muito embora esses fatos influenciem a nossa vida até os dias de hoje), no Ano Litúrgico, além da comemoração, vivemos na atualidade, no dia-a-dia de nossas vidas, todos os aspectos da salvação operada por Cristo. A celebração dos acontecimentos da Salvação é atualizada, tornada presente na vida atual dos crentes. Essa comemoração se realiza por meio das épocas religiosas e festas que instituiu. Dentre os Dias Litúrgicos da semana, no primeiro dia, ou seja, no Domingo (Dia do Senhor), a Igreja celebra o Mistério Pascal de Jesus, obedecendo à tradição dos Apóstolos. Por esse motivo, o Domingo deve ser tido como o principal dia de festa. Por exemplo: no dia 7 de Setembro comemora-se o Dia da Independência do Brasil. Pois bem, esse fato aconteceu uma única vez na História do mundo. Já do ponto de vista religioso, no Ano Litúrgico, a cada Natal é Cristo que nasce no meio das famílias humanas, é Cristo que sofre e morre na cruz na Semana Santa, é Cristo que ressuscita na Páscoa, é Cristo que derrama o Espírito Santo sobre a Igreja no dia de Pentecostes. De forma que, ao fazermos memória das atitudes e dos fatos ocorridos com Jesus no passado, essas mesmas atitudes e fatos tornam-se presentes e atuantes, acontecem hoje, no aqui e agora da vida dos crentes. É diferente do ano civil e comercial, que começa normalmente no dia 1º de janeiro. O início do Ano Litúrgico não está determinado por um dia fixo do ano civil; começa com o Primeiro Domingo do Advento e termina com a última semana depois de Pentecostes. Antes, porém, vale a pena lembrar que o Ano Litúrgico é composto de dias, e que esses dias são santificados pelas celebrações litúrgicas do povo de Deus, principalmente pelo Sacrifício Eucarístico e pela Liturgia das Horas. Por esses dias serem santificados, eles Cada rito litúrgico da Igreja Católica tem o seu Calendário Litúrgico próprio, com mais ou menos diferenças em relação ao Calendário Litúrgico do Rito romano, o mais conhecido. No entanto, para todos os ritos litúrgicos é idêntico o significado do Ano litúrgico, assim como a existência dos diversos tempos litúrgicos e das principais festas litúrgicas. A Igreja estabeleceu uma seqüência de leituras bíblicas que se repetem a cada três anos, nos domingos e nas solenidades, além de ter algumas que são fixas, como é o caso das leituras sobre as comemorações d o s santos. As Leituras dos dias da semana, são divididas em Ano A, B e C. No "Ano A" temos as leituras do Evangelho de Mateus; no "Ano B", são as de Marcos e no "Ano C", são as de Lucas. Já o Evangelho de João é reservado para as ocasiões especiais, principalmente para as grandes festas e solenidades. Nos dias da semana, temos leituras diferentes para os anos pares e para os anos ímpares. Deste modo que foi proposto pela Igreja, de três em três anos, se acompanharmos a liturgia diária, teremos lido quase toda a Bíblia. Este Calendário Litúrgico oficial da Igreja tem leituras bíblicas apropriadas para as comemorações de cada santo em particular, perfazendo um total de 161 comemorações. Destas, apenas 10 têm leituras próprias. Aí também estão as 15 solenidades e 25 festas, com leituras obrigatórias, as 64 comemorações necessárias e 94 comemorações facultativas, com leituras opcionais. O Calendário apresenta também 44 leituras referentes à ressurreição de Jesus Cristo, além de diversas leituras para os Santos, Doutores da Igreja, Mártires, Virgens, Pastores e Nossa senhora. Segue sendo referência fundamental no p r o c e s s o evangelizador à paróquia com suas comunidades eclesiais de base, seus movimentos e grupos apostólicos, e para que a mesma se faça “paróquia missionária”, a missão esta sendo chamada a ser um dinamismo permanente de grande importância. A missão exige não só a convocação dos discípulos missionários, mas também das comunidades eclesiais. Importante fenômeno de nosso tempo é a aparição e a difusão de diversas formas de voluntariado missionário, formado em parte por jovens, que estão dispostos a oferecer tempo e talento para a missão. Destaque especial merece os grupos e associações de crianças missionárias, pois isto cria uma dinâmica especial nas famílias. Também é importante o empenho dos imigrantes como discípulos missionários os quais “são chamados a ser nova semente de evangelização, como aqueles imigrantes e missionários que trouxeram a fé cristã à nossa América”. Aparecida (V Conferência) assumiu “clara e decidida opção pela formação dos membros de nossas comunidades, em favor de todos os batizados, qualquer que seja a função que desenvolvem na igreja”. 55 I m p r e g n a d a d e espiritualidade missionária deve estar à formação, que é impulso do espírito, o qual motiva todas as áreas da existência, penetra e também configura a vocação específica de cada pessoa. Desta forma se desenvolve a espiritualidade própria de presbíteros, de religiosos e religiosas, de pais de família, de empresários, de catequistas, etc... Cada uma das vocações tem um modo concreto e diferente de viver a espiritualidade, que dá profundidade e entusiasmo para o exercício concreto de suas tarefas. Você conhece a história do Domingo? Quando 01 02 a 27 02 04 04 05 06 07 09 10 11 12 a 16 13 14 15 17 18 20 21 23 24 25 27 28 O que Encontro c/ Lideres da Pastoral da Criança Reunião de Equipes de Liturgia da Catedral Inscrições, transferências e troca horário na Catequese Clube de Mães – Pia União de Santo Antonio Encontro c/ Coordenação do Bocado do Pobre Reunião da Comissão Administrativa da Catedral Tarde Artesanatos Membros do Apostolado da Oração Missa do Sagrado Coração de Jesus – Apost. Oração Reunião c/ todos os Ministros Extraordinários de Comum Reunião do Conselho de Pastoral Paroquial Encontro com os Encarcerados – Past. Carcerária Oração do Terço em Honra Nª Srª das Graças Batizados Curso preparação ao Sacramento Batismo (pais e padr.) Festa da Padroeira Nª Srª de Lourdes Festa do Padroeiro São Brás Reunião do Conselho de Pastoral da Catedral Clube de Mães – Pia União de Santo Antonio Enc. Equipe de apoio da Pastoral da Criança Reunião do Comitium – Legião de Maria Encontro Apostolado da oração Carnaval Encontro c/ Catequistas e Coordenadores Catequese Curso de Metodologia do trabalho p/ Lideranças da PJ Batizados Batizados Festa de Nª Srª de Lourdes Louvor de Carnaval Reunião Pré Comitium – Legião de Maria Reunião das Equipes de Liturgia da Catedral Encontro da Pastoral Familiar Quarta-feira Cinzas – Início Quaresma e Abert CF/10 Encontro Equipe de apoio da Pastoral da Criança Tarde Artesanatos Membros do Apostolado da Oração Escola de Teologia para Leigos Encontro Diocesano de coordenadores de Catequese Encontro com os Encarcerados – Past. Carcerária Batizados Curso preparação ao Sacramento Batismo (pais e padr.) Festa da Padroeira Nª Srª de Lourdes Promoção – Almoço Reunião Equipes de Liturgia da Catedral Clube de Mães – Pia União de Santo Antonio Encontro Equipe de apoio da Pastoral da Criança Inicio das atividades da Pastoral da Saúde Tarde Artesanatos Membros do Apostolado da Oração Formação para Guias da Oficina de Oração e Vida Batizados XX ROMARIA PENITENCIAL FREI BRUNO Local Sala Past. Criança Sala de Liturgia Centro Catequético Centro de Pastoral Semin. Servos Pobres Casa paroquial Centro de Pastoral Catedral Auditório Frei Edgard Auditório Frei Edgard Presídio de Joaçaba Monumento BR 282 Br. Cruzeiro do Sul Auditório Frei Edgard Br. Boa Vista São Brás Sala de Trabalhos Centro de Pastoral Sala Pastoral Criança Auditório Frei Edgard Centro de Pastoral CESMAR Auditório Frei Edgard Vila Remor Catedral Gruta do Km 20 Concórdia Sala da legião de Maria Sala de Liturgia Casa Paroquial Todas as comunidades Sala Pastoral Criança Centro de Pastoral Auditório Frei Edgard Secretariado Diocesano Presídio de Joaçaba Br. Boa Vista Vila Remor Linha Abatti Duas Casas Sala de Liturgia Centro de Pastoral Sala Pastoral Criança Sala Pastoral Saúde Centro de Pastoral Vila Cachoeirinha Catedral / Cemitério Horário 14 / 17 hs 19h00m 14 / 17 hs 19h00m 14 / 17 hs 15 e 19 hs 20 hs 14 às 17hs 14h00m 15h00m 19h00m 08 as 11hs 09h30m 10h00m 19h45m 14 / 17 hs 14 / 17 hs 14 / 16 hs 14 / 17 hs 09 / 16 hs Dia todo 19h00m 08h00m 10h00m Dia todo 14h00m 19h00m 19h30m 14 / 17 hs 14 / 17 hs 9/ 17hs 09/ 11hs 14h00m 19h00m 08 as 11hs 10h00m 12h00m 19h00m 14 / 17 hs 14 / 17 hs 13h30 /17hs 14 / 17 hs 09 / 12 hs 19h00m 08h00m A história do domingo nasce na luz e na Ressurreição de Jesus. No primeiro dia da semana, quando as mulheres forma para embalsamar seu corpo, já não o encontraram mais. No domingo, Jesus apareceu vivo a vários de seus discípulos, sozinhos ou reunidos; comeu e bebeu com eles e falou-lhes do Reino de Deus e da missão que tinham que levar adiante (Mt 28, 5-9; Lc 24, 13-49; Jo 20, 11-18). O dia de Petencostes, vinda do espírito Santo, também aconteceu no domingo (At 2, 1-11). Por tradição apostólica que tem sua origem do dia mesmo da ressurreição de Cristo, a Igreja celebra cada oitavo dia o mistério pascal, naquele que se chama justamente Dia do senhor ou de Domingo. Neste dia, pois, devem os fiéis reunir-se em assembléia para ouvirem a Palavra de Deus e participarem da Eucaristia, e assim recordarem a paixão, ressurreição e glória do Senhor Jesus. O domingo, conforme rezamos no Prefácio IX dos domingos do Tempo Comum, é o dia em que a família de Deus se reúne. Que você e sua Família vão ao encontro da celebração da Santa Missa e assim abastecidos por Deus, por meio da Igreja, tenham combustível (fé) suficiente para tocar o carro da Vida no decorrer da semana no testemunho do projeto do Reino de Deus. Pe. Paulo Ramos da Silva OPORTUNIDADE PARA VIAGENS • SANTUÁRIO DE SANTA PAULINA e BALNEÁRIO CAMBORIÚ: DIAS 13 e 14/03/2010 • SANTUÁRIO DE APARECIDA/SP e RIO DE JANEIRO: DIAS 01 a 04/04/2010 Informações e Reservas: Srª Nair Slongo Lojas Bel Ponto fone (49) 3522 1767 E Secretaria Paroquial de Joaçaba fone (49) 3522 1294 E-mail: [email protected] Zilda Arnz - O céu ganhou mais um anjo Zilda Arns foi o que todos nós, ou muitos de nós, gostaríamos de ser ou de ter sido: uma pessoa de infinita dedicação às suas crianças, à sua gente, ao seu país e ao seu mundo. Ela morreu como viveu: chacoalhando em desconfortáveis jipes militares, aos 75 anos, numa guerra contra a pobreza, a sujeira, a ignorância. A favor da vida. Morreu para que tantos outros vivessem no pequeno Haiti, o mais miserável país da América Latina, quase um encrave da África pobre na região. Médica, especializada em educação física e pediatria, coordenadora da Pastoral da Criança da CNBB, Zilda foi indicada três vezes pelo Brasil para o Prêmio Nobel da Paz. Merecia, e seria uma honra para cada um de nós. Mas ela não era só brasileira, era do mundo. Suas soluções simples, baratas e enormemente eficazes cruzaram fronteiras e foram salvar vidas em 15, 20 países pobres da América Latina e da África. Coisas assim como lavar as mãos, tomar banho, aproveitar os alimentos até o último detalhe. Quem não leu sobre macerar cascas de ovos para adicionar cálcio à alimentação de pobres? Quem não sabe da mistura caseira para salvar crianças de desnutrição e desidratação? Sua história e seus ideais se confundem com os de um ícone mundial, que foi Madre Tereza de Calcutá. Mas Zilda não era freira, não usava hábito e dedicou sua vida à vida alheia, mantendo-se bonita, vaidosa, imensamente feminina. Não interpretou um papel. Era apenas ela mesma em ação. Se Zilda Arns tivesse morrido de uma doença qualquer, de um acidente qualquer, mesmo assim sua morte teria imensa repercussão e geraria uma tristeza nacional. Quis o destino, ou a sua saga, que ela morresse no Haiti, num terremoto.Torna-se, portanto, uma personagem única, cercado por símbolos e exemplos que deixam marcas, rastros. Zilda, definitivamente, não passou pela vida em vão. Pode-se repetir que ninguém é insubstituível, mas a dra. Zilda Arns, vítima do terremoto que arruinou o Haiti, era, sim, uma pessoa imprescindível. Nela mostrava-se imperceptível a distância entre intenções e ações. Formada em medicina e movida por profundo espírito evangélico - era irmã do cardeal dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo emérito de São Paulo -, fundou a Pastoral da Criança, alarmada com o alto índice de mortalidade infantil no Brasil. Em iniciativas de voluntariado podem-se mapear dois tipos de pessoas: as que, primeiro, agem, põem o bloco na rua e depois buscam os recursos, e as que se enredam no cipoal das fontes financiadoras e jamais passam da utopia à topia. Zilda Arns arregaçou as mangas e, inspirada na pedagogia de Paulo Freire, encontrou, primeiro, recursos humanos capazes de mobilizar milhares de pessoas em prol da drástica redução da mortalidade infantil: mães e pais das crianças de 0 a seis anos atendidas pela pastoral transformados em agentes multiplicadores. Ela, sim, fez o milagre da multiplicação dos pães, ou seja, da vida. Aonde chega a Pastoral da Criança, o índice de mortalidade infantil cai, no primeiro ano, no mínimo 20%. Seu método de atenção às gestantes pobres e às crianças desnutridas tornou-se paradigma mundial, adotado hoje em vários países da América Latina e da África. Por essa razão, ela estava no Haiti, onde pagou com a morte sua dedicação em salvar vidas. Trabalhamos juntos no Fome Zero. No lançamento do programa, em 2003, ela discordou de exigir dos beneficiários comprovantes de gastos em alimentos, de modo a garantir que o dinheiro não se destinasse a outras compras. Oded Grajew e eu a apoiamos: ressaltamos que apresentar comprovantes não era relevante, valia como forma de verificar resultados. Haveria que confiar na p a l a v r a d o s beneficiários. Em março de 2004, no momento em que o governo trocava o Fome Zero pelo Bolsa Família, ela me convocou a Curitiba, sede da Pastoral da Criança. Em reunião com José Tubino, da FAO, e dom Aloysio Penna, arcebispo de Botucatu (SP), que representava a CNBB, debatemos as mudanças na área social do governo. Expus as tensões internas na área social, sobretudo a decisão de acabar com os comitês gestores, pelos quais a sociedade civil atuava na gestão pública. Zilda Arns temia que o Bolsa Família priorizasse a mera transferência de renda, submetendo-se à orientação que propõe tratar a pobreza com políticas compensatórias, sem tocar nas estruturas que promovem e asseguram a desigualdade social. Acreditava que as políticas sociais do governo só teriam êxito consolidado se combinassem políticas de transferência de renda e mudanças estruturantes, ações emergenciais e educativas, como qualificação profissional. Dias após a reunião, ela publicou, neste espaço da Folha, o artigo "Fôlego para o Fome Zero", no qual frisava que a política social "não deve estar sujeita à política econômica. É hora de mudar esse paradigma. É a política econômica que deve estar sujeita ao combate à fome e à miséria". E alertava: "Erradicar os comitês gestores seria um grave erro, por destruir uma capilaridade popular que fortalece o empoderamento da sociedade civil; (...) por reforçar o poder de prefeitos e vereadores que nem sempre primam pela ética e pela lisura no trato com os recursos públicos. O governo não deve temer a parceria da sociedade civil, representada pelos comitês gestores". O apelo da mãe da Pastoral da Criança não foi ouvido. Os comitês gestores foram erradicados e, assim, a participação da sociedade civil nas políticas sociais do governo. Apesar de tudo, o ministro Patrus Ananias logrou aprimorar o Bolsa Família e o índice de redução da miséria absoluta no país, conforme dados recentes do Ipea. Falta encontrar a porta de saída aos beneficiários, de modo a produzirem a própria renda. Zilda Arns nos deixa, de herança, o exemplo de que é possível mudar o perfil de uma sociedade com ações comunitárias, voluntárias, da sociedade civil, ainda que o poder público e a iniciativa privada permaneçam indiferentes ou adotem simulacros de responsabilidade social. Se milhares de jovens e adultos brasileiros sobreviveram às condições de pobreza em que nasceram, devem isso em especial à dra. Zilda Arns, que merece, sem exagero, o titulo perene de mãe da pátria. " Como os pássaros, que cuidam de seus filhos ao fazer um ninho no alto das árvores e nas mo n t a n h a s , l o n g e d o s predadores, das ameaças e dos perigos e mais perto de Deus, devemos cuidar de nossos filhos como um bem sagrado, promover o respeito a seus direitos e protegê-los ". Dra. Zilda Arns Neumann Frei Bruno Frei Bruno era um homem simples, mas envolvente, falava com calma e sabedoria. Quem estava próximo a ele sentia uma alegria inexplicável, parecia que tudo era mais bonito e harmonioso. Era dedicado ao povo, fazia batizados, casamentos, benzia casas e dava conforto aos doentes através de palestras e orações. Usava batina marrom desbotada e surrada pelo tempo, sandálias, um grande rosário na cintura, vestimenta de padres Franciscanos, um guarda- chuva velho que, às vezes, lhe servia de guarda-sol, e boina na cabeça. Sempre recomendou uso de água benta nas casas, até chamava algumas senhoras de 'mamai' mamãe, pelo imenso carinho que sentia a todos, era uma espécie de proteção para quem o rodeava. Uma vez lhe perguntaram sobre o futuro da cidade, ele respondeu: "O mundo e o ser humano passarão por grandes transformações, sobre o futuro de Joaçaba, muitas controvérsias, discussões, que no final a verdade aparecerá acima de tudo." Pedia a todos para rezarem o terço diariamente, e para ficarem atentos ao comportamento de seus filhos, pois poderiam se arrependerem mais tarde. Curou inúmeras doenças, ajudou inúmeras pessoas, previu alguns acontecimentos, enfim era verdadeiramente um Santo. A romaria penitencial faz parte de uma das maiores demonstrações de fé católica manifestada em Joaçaba e no Estado de Santa Catarina. A Caminhada se faz para celebrar um fato, uma tomada de posição religiosa ou uma proposta de vida comunitária e pessoal, e leva o nome Frei Bruno em respeito a esse frade franciscano que foi um autêntico homem de Deus, um exemplo de humildade e simplicidade. Definida como uma penitência pelos pecados ou um modo de refazer-se espiritualmente, é r e a l i z a d a anualmente no município de Joaçaba, como um tradicional evento católico, sempre 15 dias após o carnaval. Saindo da Catedral Santa Terezinha, segue a caminhada de fé rumo ao cemitério municipal, onde é celebrada a Santa Missa no Preparativos Precisa-se de voluntários para colaborar na confecção de bandeirinhas, entrega de panfletos, barracas autorizadas e outras atividades que contribuam para a XX Romaria Frei Bruno. Interessados ligar para (49) 35222807 e falar com Alcione Weiss ou na secretaria da catedral (49) 3522-1294. Neste ano, em especial, serão organizados momentos especiais durante a romaria, levando em conta que em 2010 celebra-se o cinquentenário de falecimento de Frei Bruno. Toda ajuda é bem vinda e, com certeza, esta romaria marcará a vida de todos os devotos. Jazigo de Frei Bruno (e Franciscanos). Milhares de pessoas vindas de municípios distantes, de várias localidades, acompanham a trajetória de penitência confiantes na poderosa intercessão de Frei Bruno, frade do povo, que fez história através da humildade e dedicação, modelo de vida como servo de Deus a favor dos mais simples, que é lembrado até os dias de hoje, já na XX edição da Romaria. Neste ano de 2010, celebramos a XX Romaria Penitencial Frei Bruno, em nossa Diocese de joaçaba. Como sempre, a Romaria parte da Catedral Sta. Teresinha do Menino Jesus até o cemitério Frei Edgar. Esta Romaria tem um caráter especial neste ano, pois celebram-se os 50 anos de falecimento de Frei Bruno. A cada Romaria, maior é a participação do povo de Deus, e este ano não será diferente. No documento Lumen Gentium, do CVII (nº 40) nos diz: “todos os fiéis cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados a plenitude de vida cristã e à perfeição da caridade.” Portanto eu, você sua família, todos os devotos de Frei Bruno, somos chamados à santidade. A cada Romaria, aumenta nossa responsabilidade e a nossa busca da santidade diária, no trabalho, nos nossos relacionamentos, na Igreja e dentro da família. Todos fazemos nossos pedidos de bênçãos e graças, porém não devemos deixar de pedir a Frei Bruno a graça da santidade, da vivência do batismo e da perseverança no seguimento de Jesus e a fidelidade à Igreja CatólicaApostólica Romana. Frei Bruno foi um homem de Oração, de fé, que também nós sejamos pessoas de oração, de fé... que a nossa devoção a ele, nos leve ao encontro do nosso irmão(ã), com uma palavra de esperança, de carinho, de fraternidade, de perdão e de reconciliação se preciso for. Pe. Paulo Ramos da Silva Tempo de Quaresma O tempo de Quaresma vai da quarta-feira de cinzas até a Missa da Ceia do Senhor. É o tempo para preparar a celebração da Páscoa. Quaresma é um tempo forte de Oração e penitencias buscando assim colocar em pratica a Palavra de deus. Dentro do tempo da Quaresma, a Conferencia Nacional de Bispos do Brasil promove a Campanha da F raternidade Ecumênica, cuja finalidade principal é vivenciar e assumir a dimensão comunitária e social da Quaresma. A Campanha da F raternidade ilumina de modo particular os gestos fundamentais desse tempo litúrgico: a oração, o jejum e a esmola. Neste ano, o tema da Campanha é: Economia e Vida. E o lema é: “Não podeis adorar a Deus e ao dinheiro.” (Mt 6,24). Peço ao Bom Deus que todas a famílias celebrem em suas casas e com a comunidade os Encontros dos Grupos de reflexão. Pe. Paulo Ramos da Silva Qual o significado destes 40 dias? Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer. O que os cr istãos devem fazer no tempo de Quaresma? A Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quartafeira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma conseqüência da penitência. Ainda é costume jejuar dur ante este tempo? qualquer época do ano. A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função. O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado. O que é a Campanha da Fr ater nidade? O percurso da Quaresma é acompanhado pela realização da Campanha da Fraternidade – a maior campanha da solidariedade do mundo cristão. Cada ano é contemplado um tema urgente e necessário. A Campanha da Fraternidade é uma atividade ampla de evangelização que ajuda os cristãos e as pessoas de boa vontade a concretizarem, na prática, a transformação da sociedade a partir de um problema específico, que exige a participação de todos na sua solução. Ela tornou-se tão especial por provocar a renovação da vida da igreja e ao mesmo tempo resolver problemas reais. Seus objetivos per manentes são: despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor: exigência central do Evangelho. Renovar a consciência da responsabilidade de todos na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária. Sim, ainda é costume jejuar na Quaresma, ainda que ele seja válido em CELEBRAÇÕES E OUTRAS ATIVIDADES SEMANAIS E MENSAIS Adoração ao Santíssimo Apostolado da Oração Atendimento dos Padres Encontro Equipes de Liturgia Grupo de Oração RCC Missa da Saúde e Novena de Nª Srª Perpétuo Socorro Missa do Sag. Cor. de Jesus Missa Hosp. Santa Teresinha Missa Hospital São Miguel 3ª quinta-feira do mês Quinta-feira Terças e sextas- feiras segundas feiras Terça-feira Quarta-feira Quarta-feira 1ª sexta-feira do mês Terça-feira 1ª e 3ª quinta feira do mês Oração do Terço em honra Nª 1º Sábado do mês Srª das Graças Pastoral da Criança Quarta-feira Pastoral da Saúde Quarta-feira Pia União Santo Antonio Terça-feira Pastoral da Juventude 2ª a sábado Terça, quinta, sextafeira e sábado Missas na Catedral 19 hs 14 / 17 hs 08 / 17 hs 19h00m 14 e 20hs 20 hs 15 hs Catedral Centro de Pastoral Secretaria Paroquial Sala anexa a Catedral Centro de Catequese 15 hs 15 hs 14 hs Catedral Capela do Hospital Capela do Hospital 15 hs Monumento – BR 282 em frente CPJ Sala Pastoral da Cça Sala Pastoral Saúde Centro de Pastoral Centro de Pastoral 14 / 16hs 13h30/17hs 14 / 17 hs 07h30 / 11h30m 19h00m Quarta-feira 15 hs Domingo 08 e 19 hs DIA 07 07 14 21 21 O QUE? Festa do Padroeiro Festa da Padroeira Nª Sr ª Lourdes Festa de Nª Srª de Lourdes Festa da Padroeira Nª Srª Lourdes Promoção almoço ONDE? São Brás Br. Boa Vista / Monte Belo Gruta Km 20 Linha Abatti Duas Casas Catedral Dia 06: 18h00m - Capela São Roque Duas Casas: ANGELO ROSANELLI e PATRÍCIA DANIELA DADALT 18h00m - Capela São José Br. Cruzeiro do Sul: CRISTIANO MARINO RECH e CAROLINA EGER 18h00m - Capela São Francisco Assis Flor da Serra EMERSON DILDA e SERLEI ANDRIONI 20h30m Catedral Santa Teresinha do Menino Jesus THIAGO JOSÉ NICHELI e GEISIANE BRESSANELI AGENDA DE MISSA NAS COMUNIDADES D A TA 03 06 07 13 14 17 H O R Á R IO 1 5h 00m 1 9h 30m 1 5h 00m 1 9h 00m 0 9h 30m 1 0h 00m 1 1h 00m 1 5h 00m 1 9h 00m 1 0h 00m 0 9h 00m 1 0h 00m 1 0h 30m 1 5h 00m 1 9h 00m 19 1 9h 30m 1 5h 00m 20 1 9h 00m 21 0 9h 30m 1 0h 00m 1 9h 00m 23 24 1 9h 30m 1 9h 30m 25 1 5h 00m 1 9h 30m C O M U N ID A D E A LTO RO C H ED O JA R D IM A LV O R A D A S A N T O A N T O N IO B R . A N Z O L IN B R . B O A V IS T A SÃ O B R Á S SA NTA HE LENA L O T . A R M IN D O M . H A R O B R . C L A R A A D É L IA G R U T A - K M 20 N O V A P E T R Ó P O L IS SA NTA HE LENA KM 16 SA N TA C LA R A e N ª SRª DA S G RAÇA S S A N T A L U Z IA e SA N TA TER EZA L I N H A A N T IN H A L IN H A B O N I T I N H O e L IN H A F IC A N H A C R U Z E IR O D O S U L e FLOR D A S ER R A BR. FREI BRU N O L IN H A A B A T T I V ILA R E M O R e M E N IN O D E U S A N DE T A CASSIA R IT A E D JD E C A S S IA STA.SRITA ALVORADA V IL A C O R D A Z Z O e V IL A C A C H O E I R I N H A D UA S C A SA S JO Ã O P A U L O II 1 Por que se amotinam as nações, e os povos tramam em vão? 2 Os reis da terra se levantam, e os príncipes juntos conspiram contra o Senhor e contra o seu ungido, dizendo: 3 Rompamos as suas ataduras, e sacudamos de nós as suas cordas. 4 Aquele que está sentado nos céus se rirá; o Senhor zombará deles. 5 Então lhes falará na sua ira, e no seu furor os confundirá, dizendo: 6 Eu tenho estabelecido o meu Rei sobre Sião, meu santo monte. 7 Falarei do decreto do Senhor; ele me disse: Tu és meu Filho, hoje te gerei. 8 Pede-me, e eu te darei as nações por herança, e as extremidades da terra por possessão. 9 Tu os quebrarás com uma vara de ferro; tu os despedaçarás como a um vaso de oleiro. 10 Agora, pois, ó reis, sede prudentes; deixai-vos instruir, juízes da terra. 11 Servi ao Senhor com temor, e regozijai-vos com tremor. 12 Beijai o Filho, para que não se ire, e pereçais no caminho; porque em breve se inflamará a sua ira. Bem-aventurados todos aqueles que nele confiam P a r ó q u i a : S a n ta T e r e s i n h a - J o a ç a b a – S C M o v i m e n to C a ix a - M ê s d e : D E Z E M B R O D E 2 0 0 9 D E SP E SA S C u lto s e M i ss a s ( p r o g r a m a s d a r á d io , h ó s tia s) A q u is . d e B íb li as , L i v r o s e F o lh e to s ( As s in . J o r n a i s, I m p r es s ã o G u i a P a r o q u ia l; 2 ª p a r ce la li vr o s p / E n co n tr o c / N o iv o s ; l ivr o s p a s to r a i s, et c) C ô n g r u a d o s P ad r es ( sa lá r io p a d r es ) E s p ó r tu l as d e m is s as ( p a d r es e b is p o ) M a te r ial d e L im p e za (d iv er s o s ca s a p a r o q u ia l, P a v . F r e i B r u n o e I g r ej a ) A lim en ta çã o ( ca s a p a r o q u ia l) C o n s er v aç ão ( ch a v es , m a ter ia l elé tr ico , p a r c. So m d a C a te d r a l, c o r tin a s , e tc ) S alá r io s e o r d en ad o s (F u n cio n á r io s – m ê s d e n o ve m b r o e 2 ª p a r c . 1 3 º sa lá r io ) E n ca r g o s s o c ia is (I N S Sº , F G T S , P is ) M a te r ial d e e sc r itó ri o ( d iv er s o s m a te r ia is d e e x p e d ie n t e) G a sto s c / C ap ela s (r e to r n o d e d ízim o s ) S er v i ço s P r e s tad o s ( a s se s s o r ia p a s to r a l, E s c B ib lica , m a n u t. R ed e Vid a ) C o m b u s tív eis e L u b r if ic an tes Á gu a (C on sum o de á gu a ) E n er g ia E lé tr ic a ( C o n su m o d e E n e r g ia E lé tr ica ) T e le fo n e ( U s o d e te lef o n e ) C o n tr ib u iç ão ao S em in á r io ( m a n u te n ç ã o e s tu d a n t es ) T a x a s e C o le ta s – M i tr a ( C o le ta E v an g . R $ 4 . 2 3 7 , 4 9 ; 1 ª p a r c. T ax a D io c R $ 5 .2 5 0 ,0 0 ) E n co n tr o s, C u r s o s e P a le s tr as ( E sc . B í b lic a , As se m b l. P a r o q ; E n c . M i n is tr o s ) E v en tu a is d es p es a s ( g r a tif. p / fu n c io n . e c a te q u is ta s ; m e n s a l. T v a C a b o , I n te r n et, g á s ; la v a ç ã o t ú n i ca s 1 ª E u ca r is tia , ce s ta s d e n a ta l fu n cio n e c o la b o r a d o r es , e tc ) S eg u r o s ( ú ltim a p a r ce la s eg u r o S a v eir o C o n s er v aç ão d e V e ícu lo s ( D o cu m e n t o s V W P ó lo 1 .6 ) ) F e s tas e P ro m o ç õ e s ( d es p e s as c/ ja n ta r d e c o n f r ate r . A n d r ad e C o n s tr u ç õ e s L td a ) M ó v e is , U te n s ílio s e M áq u in as ( 1 jg d e E s to fa d o s , 1 e s ca d a d e a lu m ín io ) S O M A DE S PE S AS . 3.8 28,0 0 4.2 23,0 0 3.0 90,0 0 1.5 40,0 0 1 62,7 5 6 08,9 9 8.3 11,3 6 8.8 48,3 5 4.7 27,6 9 70,0 0 5.8 17,2 5 1.0 48,0 0 4 51,6 3 1 30,6 7 7 90,2 2 4 19,0 3 1.4 04,5 9 9.4 87,4 9 1.0 83,9 2 2.2 17,3 0 1 25,3 4 1 61,4 0 7.0 36,9 0 1.3 61,0 0 66.9 44,8 8 R EC EIT AS C o let as D o m in ic ais C o let as p a ra v o ca çõ es ( ca te d r a l e c o m u n id a d e s ) C o let as p / C am p a n h a d a E v a n g eli za çã o ( C at ed r al e C o m u n id ad es ) D o a çõ es e sp o n tân e as D o n at iv o s P e s so as J u r íd ica s V is ita s à s c o m u n id a d e s ( c o le ta s d a s m is s a s n a s c o m u n id a d e s ) D íz im o s M atr iz D íz im o s C o m u n id ad es A lu g u é is - E s ta c io n a m e n to I n t en çõ es d e M is s as R e ce ita s d a C at eq u e se ( L iv r o s , a lu g u e l t ú n i ca s 1 ª E u ca r is tia ) C o ta F ix a ( C o n tr ib . d a s c o m u n id a d e s T ax a D io c es a n a ) E v en tu a is re c eita s ( c er tid õ e s , le m b . b a ti sm o , p r o c . m a tr im . ; l v d e E n c . N a t a l) R e ce ita s d e F e s tas e P r o m o çõ es ( J an tar d a A n d r a d e C o n s tr u çõ es L td a ) S O M A R E C E IT AS 3.4 12,9 3 1.4 04,5 9 4.2 37,4 9 1.2 94,0 0 1.7 20,0 0 1.3 26,5 6 16.9 63,0 0 22.9 30,0 0 8 80,0 0 2.3 97,0 0 3 00,0 0 6.9 70,0 0 1.2 48,5 0 12.4 50,0 0 77.5 34,0 7 SALDO 10.589,19 Oficinas de Oração e Vida No dia 5 de Dezembro de 2009, reuniram-se no Centro de Formação João Paulo II, todos os Guias das Oficinas de Oração e Vida , sob a coordenação local da Sra. Maria de Lourdes Carvalho, que, com seus dons de delicadeza e serenidade, acolheu a todos com muito carinho, para dia mensal do Guia. O dia mensal do Guia tem por objetivo: a)- Encontrar-se com os irmãos Guias, uns com os outros, orar juntos, crescer no sentido de família, dar e receber informações sobre o andamento das Oficinas, repasse de notícias das coordenações, local, zonal e nacional. b)- Deserto, momento para retirar-se em silêncio e solidão, para estar á sós com o Senhor, ao menos por 4 horas, meditando a sua Palavra , vivendo segundo as características e estilo de Jesus. c)- Formação, estudo das Cartas Circulares do Frei Ignácio, documentos e orientações diversas, onde todos os Guias tem oportunidade de aprender e crescer na fé. d)- Convivência fraterna, como membros de uma família, com muito amor e alegria. Em 2009, as Oficinas de Oração e Vida estiveram presentes, nas Paróquias de: Joaçaba, Herval D'Oeste, Luzerna, Catanduvas, Irani, Ponte Serrada, Concórdia, Lacerdópolis, Ouro, Capinzal, onde muitas pessoas, através de um método ordenado e eficaz, meditando a Palavra e com variadas modalidades de oração, encontraram a paz. São Brás é conhecido como protetor da garganta, justamente porque ao se dirigir para o martírio lhe foi apresentado uma mãe desesperada com seu filho que estava sufocado por uma espinha de peixe entalada na garganta, diante desta situação o Santo curou milagrosamente a criança. São Brás é padroeiro do Bairro São Brás e dia 07 deste mês acontece festa na comunidade para celebra-lo. (Oficinas de Oração e Vida J oaçaba) Nossa Senhora de Lourdes é o nome usado para se referir à aparição mariana que teria sido presenciada por várias pessoas em ocasiões distintas, em torno de Lourdes, França. As aparições de Nossa Senhora de Lourdes começaram no dia 11 de fevereiro de 1858, quando Bernadette Soubirous, camponesa com 14 anos, foi questionada por sua mãe, pois afirmava ter visto uma "dama" na gruta de Massabielle, cerca de uma milha da cidade, enquanto ela estava recolhendo lenha com a irmã e um amigo. A "dama" também apareceu em outras ocasiões para Bernadette até os dezessete anos. Em homenagem à Nossa Senhora de Lourdes os bairros Boa Vista (dia 07), Linha Abatti (dia 21) e Km 20 (dia 14) celebrarão uma festa em suas comunidades. Dízimo Ízimo é o sinal visível de participação na vida da comunidade. Dízimo é uma contribuição espontânea que o batizado faz na comunidade onde vive sua vida cristã. Consciente da sua pertença à comunidade, o cristão assume o compromisso de ajudar a mantê-la, oferecendo parte dos seus rendimentos pessoais ou familiares. É um dever e ao mesmo tempo um direito que nasce com a vocação cristã recebida no Batismo. Para quem é batizado o Dízimo é questão de justiça porque recebendo os bens espirituais sente-se, responsavelmente, movido a partilhar os bens materiais. Dízimo é uma Pastoral, um método eficaz de evangelização, uma catequese que ensina o cristão a ser mais Igreja. Dizimista é aquele que se converte e se dispõe a partilhar seu tempo, dons e bens com os demais membros da Igreja. Dízimo é gesto concreto de partilha com os irmãos (At 4,34). Além de contribuir e manter a comunidade, o Dízimo permite que Iodos colaborem segundo suas possibilidades, oferecendo parte dos seus bens. A comunidade por sua vez pode dar melhores condições de vida para as pessoas mais carentes. Por isso se diz que Dízimo é essencialmente gesto de partilha. Por ele o cristão supera as tentações do egoísmo e da apropriação e se solidariza com o próximo. Os primeiros cristãos entenderam muito bem essa prática! Por isso dividiam o que possuíam com os pobres e não havia necessitados entre eles (At 4,34). Assim o Dízimo toma--se uiia oferta sagrada porque exige o desapego pessoal e a valorização do próximo. Dízimo é expressão de amor e gratidão a Deus (Gn 14,18-20). Através do Dízimo manifesta-se a fé em Deus, reconhecido como Senhor providente. E uma maneira de viver a esperança no seu Reino de justiça e uma forma concreta de praticar a caridade. Por ele se reconhece a soberania de Deus sobre todas as criaturas. Tudo o que temos e somos pertence a Ele. E através do Dízimo lhe devolvemos pequena parcela do muito que Ele, generosamente, nos dá. O sentido do Dízimo não está tanto no valor oferecido, mas na intenção com que é doado. Dízimo não é, portanto uma questão de dinheiro, mas de fé. Oferece o Dízimo quem acredita em Deus. Não basta ter o dinheiro é... preciso, ter também para... devolver o Dízimo.