Acontece neste mês a XX Romaria Frei Bruno
Jornal da Paróquia Santa Teresinha - Catedral de Joaçaba Ano XI - Nº 147 - fevereiro de 2010
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Palavras
do Pároco
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Zilda Arnz:
Nosso Eterno
Obrigado
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Campanha de
Conscientização
e Prevenção
às Drogas
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Assembléia
da Pastoral
Paroquial
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O Ano Litúrgico
O mês de fevereiro é
muito importante
para nossa Paróquia,
nele realizamos a
tradicional Romaria
em honra à Frei
Bruno que, na sua
XX edição, se torna
especial por
celebrar os 50 anos
de falecimento de
nosso amado Bruno
Linden. Esta edição
do Guia Paroquial
trás esclarecimentos
sobre o Ano
Litúrgico e a
Quaresma, uma
homenagem em
nome do povo
joaçabense à Zilda
Arnz, um breve
histórico sobre a
vida de Frei Bruno e
s o b r e
o s
preparativos da
romaria, além de
matérias que
informam sobre os
trabalhos da Igreja e
as datas de missas e
atividades pastorais.
Como sempre
e s t a m o s à
disposição para
qualquer duvida, no
expediente abaixo
encontrasse nosso email, sintam-se à
vontade para
mandar matérias e
sugestões, com a
ajuda de todos o
Jornal Guia
P a r o q u i a l
desempenhará
melhor seu trabalho:
i n f o r m a r e
esclarecer. Uma boa
leitura à todos.
Expediente - Impresso da
Paróquia Santa Teresinha.
- Fone(49) 3522.1294
E-mai:
- [email protected]
- Reportagens e
Pesquisas: Kerolen Marca,
Fernanda Marca e demais
colaboradores Diagramação e Arte final:
Kerolen Marca. Impressão:
Gráfica Blumen Catanduvas-SC.
Olá meus irmãos e minhas irmãs, mais uma vez, venho
até vocês com uma palavra de vida, de fé e de esperança, em
nome do Senhor Jesus e da Santa Igreja.
Em nosso querido e belo Brasil, costumamos dizer que
a vida volta ao normal depois do carnaval.
Porém, havemos de lembrar que somos brasileiros,
cristãos católicos e que a vida não para e que para nós é
colocado umAno Litúrgico.
A liturgia é a celebração do Mistério Pascal de Cristo.
Em volta deste núcleo fundamental da nossa fé, celebramos no
Ano Litúrgico a memória do Ressuscitado na vida de cada
pessoa e de cada comunidade.
O Ano Litúrgico “revela todo o mistério do Cristo no
decorrer do ano, desde a encarnação e nascimento até a
ascensão, ao pentecostes e à expectativa da feliz esperança da
vinda do Senhor”. Ele assim nos propõe um caminho
espiritual, ou seja, a vivência da graça própria de cada aspecto
do mistério de cristo, presente e operante nas diversas festas e
nos diversos tempos litúrgicos.
Em síntese, através do Ano Litúrgico, os fiéis fazem a
experiência de se configurar ao seu Senhor e dele aprendem a
viver “os seus sentimentos”.
Que todos nós batizados, nos sentamos
verdadeiramente Igreja e vivamos o Ano Litúrgico
testemunhando o nosso Batismo e assim, sendo Sol da Terra e
luz do mundo.
Pe. Paulo Ramos da Silva
O Ano litúrgico é o período de doze meses,
divididos em tempos litúrgicos, onde se
celebram como memorial, os mistérios de
Cristo, assim como a memória dos Santos.
passam a ser denominados dias litúrgicos. A
celebração do Domingo e das Solenidades,
porém, começa com as Vésperas (na parte da
tarde) do dia anterior.
O Ano Litúrgico constitui o calendário oficial
da Igreja Católica Apostólica Romana, sendo
adotado, normalmente, em todos os países
católicos e também em alguns protestantes. O
Ano Litúrgico ou Eclesiástico é o período do
tempo que a Igreja Católica representa aos
fiéis a obra da Redenção de Nosso Senhor
Jesus Cristo. Durante o ano inteiro
celebramos a vida de Cristo, desde a sua em
Encarnação no seio da Virgem Maria,
passando pelo seu Nascimento, Paixão,
Morte, Ressurreição, até a sua Ascensão e a
vinda do Espírito Santo. Mas enquanto
civilmente se comemoram fatos passados
que aconteceram uma vez e não acontecerão
mais, (muito embora esses fatos influenciem
a nossa vida até os dias de hoje), no Ano
Litúrgico, além da comemoração, vivemos
na atualidade, no dia-a-dia de nossas vidas,
todos os aspectos da salvação operada por
Cristo. A celebração dos acontecimentos da
Salvação é atualizada, tornada presente na
vida atual dos crentes. Essa comemoração se
realiza por meio das épocas religiosas e festas
que instituiu.
Dentre os Dias Litúrgicos da semana, no
primeiro dia, ou seja, no Domingo (Dia do
Senhor), a Igreja celebra o Mistério Pascal de
Jesus, obedecendo à tradição dos Apóstolos.
Por esse motivo, o Domingo deve ser tido
como o principal dia de festa.
Por exemplo: no dia 7 de Setembro
comemora-se o Dia da Independência do
Brasil. Pois bem, esse fato aconteceu uma
única vez na História do mundo. Já do ponto
de vista religioso, no Ano Litúrgico, a cada
Natal é Cristo que nasce no meio das famílias
humanas, é Cristo que sofre e morre na cruz
na Semana Santa, é Cristo que ressuscita na
Páscoa, é Cristo que derrama o Espírito Santo
sobre a Igreja no dia de Pentecostes. De
forma que, ao fazermos memória das atitudes
e dos fatos ocorridos com Jesus no passado,
essas mesmas atitudes e fatos tornam-se
presentes e atuantes, acontecem hoje, no aqui
e agora da vida dos crentes. É diferente do
ano civil e comercial, que começa
normalmente no dia 1º de janeiro. O início do
Ano Litúrgico não está determinado por um
dia fixo do ano civil; começa com o Primeiro
Domingo do Advento e termina com a última
semana depois de Pentecostes.
Antes, porém, vale a pena lembrar que o Ano
Litúrgico é composto de dias, e que esses dias
são santificados pelas celebrações litúrgicas
do povo de Deus, principalmente pelo
Sacrifício Eucarístico e pela Liturgia das
Horas. Por esses dias serem santificados, eles
Cada rito litúrgico da Igreja Católica tem o
seu Calendário Litúrgico próprio, com mais
ou menos diferenças em relação ao
Calendário Litúrgico do Rito romano, o mais
conhecido. No entanto, para todos os ritos
litúrgicos é idêntico o significado do Ano
litúrgico, assim como a existência dos
diversos tempos litúrgicos e das principais
festas litúrgicas.
A Igreja estabeleceu uma seqüência de
leituras bíblicas que se repetem a cada três
anos, nos domingos e nas
solenidades, além de ter
algumas que são fixas,
como é o caso das
leituras sobre
as comemorações
d o s
santos.
As
Leituras
dos dias da
semana, são
divididas em
Ano A, B e C. No
"Ano A" temos as leituras
do Evangelho de Mateus; no "Ano B", são as
de Marcos e no "Ano C", são as de Lucas. Já o
Evangelho de João é reservado para as
ocasiões especiais, principalmente para as
grandes festas e solenidades. Nos dias da
semana, temos leituras diferentes para os
anos pares e para os anos ímpares. Deste
modo que foi proposto pela Igreja, de três em
três anos, se acompanharmos a liturgia diária,
teremos lido quase toda a Bíblia.
Este Calendário Litúrgico oficial da Igreja
tem leituras bíblicas apropriadas para as
comemorações de cada santo em particular,
perfazendo um total de 161 comemorações.
Destas, apenas 10 têm leituras próprias. Aí
também estão as 15 solenidades e 25 festas,
com leituras obrigatórias, as 64
comemorações necessárias e 94
comemorações facultativas, com leituras
opcionais. O Calendário apresenta também
44 leituras referentes à ressurreição de Jesus
Cristo, além de diversas leituras para os
Santos, Doutores da Igreja, Mártires,
Virgens, Pastores e Nossa
senhora.
Segue sendo
referência
fundamental no
p r o c e s s o
evangelizador à
paróquia com suas comunidades
eclesiais de base, seus movimentos e
grupos apostólicos, e para que a
mesma se faça “paróquia
missionária”, a missão esta sendo
chamada a ser um dinamismo
permanente de grande importância.
A missão exige não só a
convocação dos discípulos
missionários, mas também das
comunidades eclesiais.
Importante fenômeno de
nosso tempo é a aparição e a difusão
de diversas formas de voluntariado
missionário, formado em parte por
jovens, que estão dispostos a oferecer
tempo e talento para a missão.
Destaque especial merece os
grupos e associações de crianças
missionárias, pois isto cria uma
dinâmica especial nas famílias.
Também é importante o
empenho dos imigrantes como
discípulos missionários os quais “são
chamados a ser nova semente de
evangelização, como aqueles
imigrantes e missionários que
trouxeram a fé cristã à nossa
América”.
Aparecida (V Conferência)
assumiu “clara e decidida opção pela
formação dos membros de nossas
comunidades, em favor de todos os
batizados, qualquer que seja a função
que desenvolvem na igreja”. 55
I m p r e g n a d a d e
espiritualidade missionária deve estar
à formação, que é impulso do espírito,
o qual motiva todas as áreas da
existência, penetra e também
configura a vocação específica de
cada pessoa. Desta forma se
desenvolve a espiritualidade própria
de presbíteros, de religiosos e
religiosas, de pais de família, de
empresários, de catequistas, etc...
Cada uma das vocações tem
um modo concreto e diferente de
viver a espiritualidade, que dá
profundidade e entusiasmo para o
exercício concreto de suas tarefas.
Você conhece a história do Domingo?
Quando
01
02 a 27
02
04
04
05
06
07
09
10
11
12 a 16
13
14
15
17
18
20
21
23
24
25
27
28
O que
Encontro c/ Lideres da Pastoral da Criança
Reunião de Equipes de Liturgia da Catedral
Inscrições, transferências e troca horário na Catequese
Clube de Mães – Pia União de Santo Antonio
Encontro c/ Coordenação do Bocado do Pobre
Reunião da Comissão Administrativa da Catedral
Tarde Artesanatos Membros do Apostolado da Oração
Missa do Sagrado Coração de Jesus – Apost. Oração
Reunião c/ todos os Ministros Extraordinários de Comum
Reunião do Conselho de Pastoral Paroquial
Encontro com os Encarcerados – Past. Carcerária
Oração do Terço em Honra Nª Srª das Graças
Batizados
Curso preparação ao Sacramento Batismo (pais e padr.)
Festa da Padroeira Nª Srª de Lourdes
Festa do Padroeiro São Brás
Reunião do Conselho de Pastoral da Catedral
Clube de Mães – Pia União de Santo Antonio
Enc. Equipe de apoio da Pastoral da Criança
Reunião do Comitium – Legião de Maria
Encontro Apostolado da oração
Carnaval
Encontro c/ Catequistas e Coordenadores Catequese
Curso de Metodologia do trabalho p/ Lideranças da PJ
Batizados
Batizados
Festa de Nª Srª de Lourdes
Louvor de Carnaval
Reunião Pré Comitium – Legião de Maria
Reunião das Equipes de Liturgia da Catedral
Encontro da Pastoral Familiar
Quarta-feira Cinzas – Início Quaresma e Abert CF/10
Encontro Equipe de apoio da Pastoral da Criança
Tarde Artesanatos Membros do Apostolado da Oração
Escola de Teologia para Leigos
Encontro Diocesano de coordenadores de Catequese
Encontro com os Encarcerados – Past. Carcerária
Batizados
Curso preparação ao Sacramento Batismo (pais e padr.)
Festa da Padroeira Nª Srª de Lourdes
Promoção – Almoço
Reunião Equipes de Liturgia da Catedral
Clube de Mães – Pia União de Santo Antonio
Encontro Equipe de apoio da Pastoral da Criança
Inicio das atividades da Pastoral da Saúde
Tarde Artesanatos Membros do Apostolado da Oração
Formação para Guias da Oficina de Oração e Vida
Batizados
XX ROMARIA PENITENCIAL FREI BRUNO
Local
Sala Past. Criança
Sala de Liturgia
Centro Catequético
Centro de Pastoral
Semin. Servos Pobres
Casa paroquial
Centro de Pastoral
Catedral
Auditório Frei Edgard
Auditório Frei Edgard
Presídio de Joaçaba
Monumento BR 282
Br. Cruzeiro do Sul
Auditório Frei Edgard
Br. Boa Vista
São Brás
Sala de Trabalhos
Centro de Pastoral
Sala Pastoral Criança
Auditório Frei Edgard
Centro de Pastoral
CESMAR
Auditório Frei Edgard
Vila Remor
Catedral
Gruta do Km 20
Concórdia
Sala da legião de Maria
Sala de Liturgia
Casa Paroquial
Todas as comunidades
Sala Pastoral Criança
Centro de Pastoral
Auditório Frei Edgard
Secretariado Diocesano
Presídio de Joaçaba
Br. Boa Vista
Vila Remor
Linha Abatti
Duas Casas
Sala de Liturgia
Centro de Pastoral
Sala Pastoral Criança
Sala Pastoral Saúde
Centro de Pastoral
Vila Cachoeirinha
Catedral / Cemitério
Horário
14 / 17 hs
19h00m
14 / 17 hs
19h00m
14 / 17 hs
15 e 19 hs
20 hs
14 às 17hs
14h00m
15h00m
19h00m
08 as 11hs
09h30m
10h00m
19h45m
14 / 17 hs
14 / 17 hs
14 / 16 hs
14 / 17 hs
09 / 16 hs
Dia todo
19h00m
08h00m
10h00m
Dia todo
14h00m
19h00m
19h30m
14 / 17 hs
14 / 17 hs
9/ 17hs
09/ 11hs
14h00m
19h00m
08 as 11hs
10h00m
12h00m
19h00m
14 / 17 hs
14 / 17 hs
13h30 /17hs
14 / 17 hs
09 / 12 hs
19h00m
08h00m
A história do domingo nasce
na luz e na Ressurreição de
Jesus. No primeiro dia da
semana, quando as mulheres
forma para embalsamar seu
corpo, já não o encontraram
mais.
No domingo, Jesus
apareceu vivo a vários de seus
discípulos, sozinhos ou
reunidos; comeu e bebeu com
eles e falou-lhes do Reino de
Deus e da missão que tinham
que levar adiante (Mt 28, 5-9;
Lc 24, 13-49; Jo 20, 11-18). O
dia de Petencostes, vinda do
espírito Santo, também
aconteceu no domingo (At 2,
1-11).
Por tradição
apostólica que tem sua origem
do dia mesmo da ressurreição
de Cristo, a Igreja celebra cada
oitavo dia o mistério pascal,
naquele que se chama
justamente Dia do senhor ou de
Domingo. Neste dia, pois,
devem os fiéis reunir-se em
assembléia para ouvirem a
Palavra de Deus e participarem
da Eucaristia, e assim
recordarem a paixão,
ressurreição e glória do Senhor
Jesus.
O domingo, conforme
rezamos no Prefácio IX dos
domingos do Tempo Comum,
é o dia em que a família de
Deus se reúne.
Que você e sua
Família vão ao encontro da
celebração da Santa Missa e
assim abastecidos por Deus,
por meio da Igreja, tenham
combustível (fé) suficiente
para tocar o carro da Vida no
decorrer da semana no
testemunho do projeto do
Reino de Deus.
Pe. Paulo Ramos da Silva
OPORTUNIDADE PARA VIAGENS
• SANTUÁRIO DE SANTA PAULINA e BALNEÁRIO
CAMBORIÚ:
DIAS 13 e 14/03/2010
• SANTUÁRIO DE APARECIDA/SP e RIO DE JANEIRO:
DIAS 01 a 04/04/2010
Informações e Reservas:
Srª Nair Slongo Lojas Bel Ponto fone (49) 3522 1767
E Secretaria Paroquial de Joaçaba fone (49) 3522 1294
E-mail: [email protected]
Zilda Arnz - O céu ganhou mais um anjo
Zilda Arns foi o que todos nós, ou muitos de nós,
gostaríamos de ser ou de ter sido: uma pessoa de
infinita dedicação às suas crianças, à sua gente, ao
seu país e ao seu mundo. Ela morreu como viveu:
chacoalhando em desconfortáveis jipes militares,
aos 75 anos, numa guerra contra a pobreza, a
sujeira, a ignorância. A favor da vida. Morreu para
que tantos outros vivessem no pequeno Haiti, o
mais miserável país da América Latina, quase um
encrave da África pobre na região.
Médica, especializada em educação física e
pediatria, coordenadora da Pastoral da Criança da
CNBB, Zilda foi indicada três vezes pelo Brasil
para o Prêmio Nobel da Paz. Merecia, e seria uma
honra para cada um de nós. Mas ela não era só
brasileira, era do mundo. Suas soluções simples,
baratas e enormemente eficazes cruzaram
fronteiras e foram salvar vidas em 15, 20 países
pobres da América Latina e da África. Coisas
assim como lavar as mãos, tomar banho,
aproveitar os alimentos até o último detalhe.
Quem não leu sobre macerar cascas de ovos para
adicionar cálcio à alimentação de pobres? Quem
não sabe da mistura caseira para salvar crianças de
desnutrição e desidratação? Sua história e seus
ideais se confundem com os de um ícone mundial,
que foi Madre Tereza de Calcutá. Mas Zilda não
era freira, não usava hábito e dedicou sua vida à
vida alheia, mantendo-se bonita, vaidosa,
imensamente feminina. Não interpretou um papel.
Era apenas ela mesma em ação. Se Zilda Arns
tivesse morrido de uma doença qualquer, de um
acidente qualquer, mesmo assim sua morte teria
imensa repercussão e geraria uma tristeza nacional.
Quis o destino, ou a sua saga, que ela morresse no
Haiti, num terremoto.Torna-se, portanto, uma
personagem única, cercado por símbolos e
exemplos que deixam marcas, rastros. Zilda,
definitivamente, não passou pela vida em vão.
Pode-se repetir que ninguém é insubstituível, mas a
dra. Zilda Arns, vítima do terremoto que arruinou o
Haiti, era, sim, uma pessoa imprescindível. Nela
mostrava-se imperceptível a distância entre
intenções e ações. Formada em medicina e movida
por profundo espírito evangélico - era irmã do
cardeal dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo
emérito de São Paulo -, fundou a Pastoral da
Criança, alarmada com o alto índice de mortalidade
infantil no Brasil. Em iniciativas de voluntariado
podem-se mapear dois tipos de pessoas: as que,
primeiro, agem, põem o bloco na rua e depois
buscam os recursos, e as que se enredam no cipoal
das fontes financiadoras e jamais passam da utopia
à topia. Zilda Arns arregaçou as mangas e,
inspirada na pedagogia de Paulo Freire, encontrou,
primeiro, recursos humanos capazes de mobilizar
milhares de pessoas em prol da drástica redução da
mortalidade infantil: mães e pais das crianças de 0 a
seis anos atendidas pela pastoral transformados em
agentes multiplicadores. Ela, sim, fez o milagre da
multiplicação dos pães, ou seja, da vida. Aonde
chega a Pastoral da Criança, o índice de
mortalidade infantil cai, no primeiro ano, no
mínimo 20%. Seu método de atenção às gestantes
pobres e às crianças desnutridas tornou-se
paradigma mundial, adotado hoje em vários países
da América Latina e da África. Por essa razão, ela
estava no Haiti, onde pagou com a morte sua
dedicação em salvar vidas. Trabalhamos juntos no
Fome Zero. No lançamento do programa, em 2003,
ela discordou de exigir dos beneficiários
comprovantes de gastos em alimentos, de modo a
garantir que o dinheiro não se destinasse a outras
compras. Oded Grajew e eu a
apoiamos: ressaltamos
que apresentar
comprovantes não era
relevante, valia como
forma de verificar
resultados. Haveria
que confiar na
p a l a v r a d o s
beneficiários.
Em março de 2004, no
momento em que o
governo trocava o Fome Zero pelo Bolsa Família,
ela me convocou a Curitiba, sede da Pastoral da
Criança. Em reunião com José Tubino, da FAO, e
dom Aloysio Penna, arcebispo de Botucatu (SP),
que representava a CNBB, debatemos as mudanças
na área social do governo. Expus as tensões
internas na área social, sobretudo a decisão de
acabar com os comitês gestores, pelos quais a
sociedade civil atuava na gestão pública. Zilda
Arns temia que o Bolsa Família priorizasse a mera
transferência de renda, submetendo-se à orientação
que propõe tratar a pobreza com políticas
compensatórias, sem tocar nas estruturas que
promovem e asseguram a desigualdade social.
Acreditava que as políticas sociais do governo só
teriam êxito consolidado se combinassem políticas
de transferência de renda e mudanças estruturantes,
ações emergenciais e educativas, como
qualificação profissional. Dias após a reunião, ela
publicou, neste espaço da Folha, o artigo "Fôlego
para o Fome Zero", no qual frisava que a política
social "não deve estar sujeita à política econômica.
É hora de mudar esse paradigma. É a política
econômica que deve estar sujeita ao combate à
fome e à miséria". E alertava: "Erradicar os comitês
gestores seria um grave erro, por destruir uma
capilaridade popular que fortalece o
empoderamento da sociedade civil; (...) por
reforçar o poder de prefeitos e vereadores que nem
sempre primam pela ética e pela lisura no trato com
os recursos públicos. O governo não deve temer a
parceria da sociedade civil, representada pelos
comitês gestores". O apelo da mãe da Pastoral da
Criança não foi ouvido. Os comitês gestores foram
erradicados e, assim, a participação da sociedade
civil nas políticas sociais do governo. Apesar de
tudo, o ministro Patrus Ananias logrou aprimorar o
Bolsa Família e o índice de redução da miséria
absoluta no país, conforme dados recentes do Ipea.
Falta encontrar a porta de saída aos beneficiários,
de modo a produzirem a própria renda.
Zilda Arns nos deixa, de herança, o exemplo de que
é possível mudar o perfil de uma sociedade com
ações comunitárias, voluntárias, da sociedade civil,
ainda que o poder público e a iniciativa privada
permaneçam indiferentes ou adotem simulacros
de responsabilidade social.
Se milhares de jovens e adultos brasileiros
sobreviveram às condições de pobreza em que
nasceram, devem isso em especial à dra. Zilda
Arns, que merece, sem exagero, o titulo perene
de mãe da pátria.
" Como os pássaros, que cuidam
de seus filhos ao fazer um ninho
no alto das árvores e nas
mo n t a n h a s , l o n g e d o s
predadores, das ameaças e dos
perigos e mais perto de Deus,
devemos cuidar de nossos
filhos como um bem sagrado,
promover o respeito a seus
direitos e protegê-los ".
Dra. Zilda Arns Neumann
Frei Bruno
Frei Bruno era um homem
simples, mas envolvente,
falava com calma e sabedoria.
Quem estava próximo a ele
sentia uma alegria inexplicável,
parecia que tudo era mais
bonito e harmonioso. Era
dedicado ao povo, fazia
batizados, casamentos, benzia
casas e dava conforto aos
doentes através de palestras e
orações. Usava batina marrom
desbotada e surrada pelo
tempo, sandálias, um grande
rosário na cintura, vestimenta
de padres Franciscanos, um
guarda- chuva velho que, às
vezes, lhe servia de guarda-sol,
e boina na cabeça. Sempre
recomendou uso de água benta
nas casas, até chamava algumas
senhoras de 'mamai' mamãe,
pelo imenso carinho que sentia
a todos, era uma espécie de
proteção para quem o rodeava.
Uma vez lhe perguntaram sobre
o futuro da cidade, ele
respondeu: "O mundo e o ser
humano passarão por grandes
transformações, sobre o futuro
de Joaçaba, muitas
controvérsias, discussões, que
no final a verdade aparecerá
acima de tudo." Pedia a todos
para rezarem o terço
diariamente, e para ficarem
atentos ao comportamento de
seus filhos, pois poderiam se
arrependerem mais tarde.
Curou inúmeras doenças,
ajudou inúmeras pessoas,
previu alguns acontecimentos,
enfim era verdadeiramente um
Santo. A romaria penitencial
faz parte de uma das maiores
demonstrações de fé católica
manifestada em
Joaçaba e no Estado
de Santa Catarina.
A Caminhada se faz
para celebrar um
fato, uma tomada de
posição religiosa ou
uma proposta de
vida comunitária e
pessoal, e leva o
nome Frei Bruno em
respeito a esse frade
franciscano que foi
um autêntico homem
de Deus, um
exemplo de
humildade e
simplicidade.
Definida como uma
penitência pelos
pecados ou um modo
de refazer-se
espiritualmente, é
r e a l i z a d a
anualmente no município de
Joaçaba, como um tradicional
evento católico, sempre 15 dias
após o carnaval. Saindo da
Catedral Santa Terezinha,
segue a caminhada de fé rumo
ao cemitério municipal, onde é
celebrada a Santa Missa no
Preparativos
Precisa-se de voluntários para
colaborar na confecção de
bandeirinhas, entrega de
panfletos, barracas autorizadas e
outras atividades que contribuam
para a XX Romaria Frei Bruno.
Interessados ligar para (49) 35222807 e falar com Alcione Weiss
ou na secretaria da catedral (49)
3522-1294. Neste ano, em
especial, serão organizados
momentos especiais durante a
romaria, levando em conta que em
2010 celebra-se o cinquentenário
de falecimento de Frei Bruno.
Toda ajuda é bem vinda e, com
certeza, esta romaria marcará a
vida de todos os devotos.
Jazigo de Frei Bruno (e
Franciscanos).
Milhares de pessoas vindas de
municípios distantes, de várias
localidades, acompanham a
trajetória de penitência
confiantes na poderosa
intercessão de Frei Bruno,
frade do povo, que fez história
através da humildade e
dedicação, modelo de vida
como servo de Deus a favor dos
mais simples, que é lembrado
até os dias de hoje, já na XX
edição da Romaria.
Neste ano de 2010, celebramos a XX
Romaria Penitencial Frei Bruno, em nossa
Diocese de joaçaba. Como sempre, a Romaria
parte da Catedral Sta. Teresinha do Menino
Jesus até o cemitério Frei Edgar.
Esta Romaria tem um caráter especial
neste ano, pois celebram-se os 50 anos de
falecimento de Frei Bruno. A cada Romaria,
maior é a participação do povo de Deus, e este
ano não será diferente.
No documento Lumen Gentium, do
CVII (nº 40) nos diz: “todos os fiéis cristãos,
de qualquer estado ou ordem, são chamados a
plenitude de vida cristã e à perfeição da
caridade.” Portanto eu, você sua família, todos
os devotos de Frei Bruno, somos chamados à
santidade.
A cada Romaria, aumenta nossa
responsabilidade e a nossa busca da santidade
diária, no trabalho, nos nossos
relacionamentos, na Igreja e dentro da família.
Todos fazemos nossos pedidos de
bênçãos e graças, porém não devemos deixar
de pedir a Frei Bruno a graça da santidade, da
vivência do batismo e da perseverança no
seguimento de Jesus e a fidelidade à Igreja
CatólicaApostólica Romana.
Frei Bruno foi um homem de Oração,
de fé, que também nós sejamos pessoas de
oração, de fé... que a nossa devoção a ele, nos
leve ao encontro do nosso irmão(ã), com uma
palavra de esperança, de carinho, de
fraternidade, de perdão e de reconciliação se
preciso for.
Pe. Paulo Ramos da Silva
Tempo de Quaresma
O tempo de Quaresma vai da quarta-feira de cinzas até a Missa da Ceia do Senhor. É
o tempo para preparar a celebração da Páscoa. Quaresma é um tempo forte de Oração
e penitencias buscando assim colocar em pratica a Palavra de deus. Dentro do tempo
da Quaresma, a Conferencia Nacional de Bispos do Brasil promove a Campanha da
F raternidade Ecumênica, cuja finalidade principal é vivenciar e assumir a dimensão
comunitária e social da Quaresma. A Campanha da F raternidade ilumina de modo
particular os gestos fundamentais desse tempo litúrgico: a oração, o jejum e a esmola.
Neste ano, o tema da Campanha é: Economia e Vida. E o lema é: “Não podeis adorar
a Deus e ao dinheiro.” (Mt 6,24). Peço ao Bom Deus que todas a famílias celebrem em
suas casas e com a comunidade os Encontros dos Grupos de reflexão.
Pe. Paulo Ramos da Silva
Qual o significado destes 40 dias?
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o
seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e
dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo
deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do
dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto,
dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que
Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos
que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm
sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir
criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai
acontecer.
O que os cr istãos devem fazer no tempo de Quaresma?
A Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quartafeira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a
caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua
vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista
justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então
recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a
oração, a penitência e a caridade, esta última como uma conseqüência da
penitência.
Ainda é costume jejuar dur ante este tempo?
qualquer época do ano. A igreja propõe o jejum principalmente como forma de
sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que,
o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais
abstinências, elas têm a mesma função. O jejum, assim como todas as
penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se
privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os
sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem
deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado
para o bem de alguém necessitado.
O que é a Campanha da Fr ater nidade?
O percurso da Quaresma é acompanhado pela realização da Campanha da
Fraternidade – a maior campanha da solidariedade do mundo cristão. Cada ano
é contemplado um tema urgente e necessário. A Campanha da Fraternidade é
uma atividade ampla de evangelização que ajuda os cristãos e as pessoas de boa
vontade a concretizarem, na prática, a transformação da sociedade a partir de
um problema específico, que exige a participação de todos na sua solução. Ela
tornou-se tão especial por provocar a renovação da vida da igreja e ao mesmo
tempo resolver problemas reais. Seus objetivos per manentes são: despertar o
espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular,
os cristãos na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade, a partir
da justiça e do amor: exigência central do Evangelho. Renovar a consciência da
responsabilidade de todos na promoção humana, em vista de uma sociedade
justa e solidária.
Sim, ainda é costume jejuar na Quaresma, ainda que ele seja válido em
CELEBRAÇÕES E OUTRAS
ATIVIDADES SEMANAIS E MENSAIS
Adoração ao Santíssimo
Apostolado da Oração
Atendimento dos Padres
Encontro Equipes de Liturgia
Grupo de Oração RCC
Missa da Saúde e Novena de
Nª Srª Perpétuo Socorro
Missa do Sag. Cor. de Jesus
Missa Hosp. Santa Teresinha
Missa Hospital São Miguel
3ª quinta-feira do mês
Quinta-feira
Terças e sextas- feiras
segundas feiras
Terça-feira
Quarta-feira
Quarta-feira
1ª sexta-feira do mês
Terça-feira
1ª e 3ª quinta feira do
mês
Oração do Terço em honra Nª 1º Sábado do mês
Srª das Graças
Pastoral da Criança
Quarta-feira
Pastoral da Saúde
Quarta-feira
Pia União Santo Antonio
Terça-feira
Pastoral da Juventude
2ª a sábado
Terça, quinta, sextafeira e sábado
Missas na Catedral
19 hs
14 / 17 hs
08 / 17 hs
19h00m
14 e 20hs
20 hs
15 hs
Catedral
Centro de Pastoral
Secretaria Paroquial
Sala anexa a Catedral
Centro de Catequese
15 hs
15 hs
14 hs
Catedral
Capela do Hospital
Capela do Hospital
15 hs
Monumento – BR
282 em frente CPJ
Sala Pastoral da Cça
Sala Pastoral Saúde
Centro de Pastoral
Centro de Pastoral
14 / 16hs
13h30/17hs
14 / 17 hs
07h30 /
11h30m
19h00m
Quarta-feira
15 hs
Domingo
08 e 19 hs
DIA
07
07
14
21
21
O QUE?
Festa do Padroeiro
Festa da Padroeira Nª Sr ª Lourdes
Festa de Nª Srª de Lourdes
Festa da Padroeira Nª Srª Lourdes
Promoção almoço
ONDE?
São Brás
Br. Boa Vista / Monte Belo
Gruta Km 20
Linha Abatti
Duas Casas
Catedral
Dia 06:
18h00m - Capela São Roque Duas Casas:
ANGELO ROSANELLI e PATRÍCIA DANIELA DADALT
18h00m - Capela São José Br. Cruzeiro do Sul:
CRISTIANO MARINO RECH e CAROLINA EGER
18h00m - Capela São Francisco Assis Flor da Serra
EMERSON DILDA e SERLEI ANDRIONI
20h30m Catedral Santa Teresinha do Menino Jesus
THIAGO JOSÉ NICHELI e GEISIANE BRESSANELI
AGENDA DE MISSA NAS COMUNIDADES
D A TA
03
06
07
13
14
17
H O R Á R IO
1 5h 00m
1 9h 30m
1 5h 00m
1 9h 00m
0 9h 30m
1 0h 00m
1 1h 00m
1 5h 00m
1 9h 00m
1 0h 00m
0 9h 00m
1 0h 00m
1 0h 30m
1 5h 00m
1 9h 00m
19
1 9h 30m
1 5h 00m
20
1 9h 00m
21
0 9h 30m
1 0h 00m
1 9h 00m
23
24
1 9h 30m
1 9h 30m
25
1 5h 00m
1 9h 30m
C O M U N ID A D E
A LTO RO C H ED O
JA R D IM A LV O R A D A
S A N T O A N T O N IO
B R . A N Z O L IN
B R . B O A V IS T A
SÃ O B R Á S
SA NTA HE LENA
L O T . A R M IN D O M . H A R O
B R . C L A R A A D É L IA
G R U T A - K M 20
N O V A P E T R Ó P O L IS
SA NTA HE LENA
KM 16
SA N TA C LA R A e
N ª SRª DA S G RAÇA S
S A N T A L U Z IA e
SA N TA TER EZA
L I N H A A N T IN H A
L IN H A B O N I T I N H O e
L IN H A F IC A N H A
C R U Z E IR O D O S U L e
FLOR D A S ER R A
BR. FREI BRU N O
L IN H A A B A T T I
V ILA R E M O R e
M E N IN O D E U S
A N DE
T A CASSIA
R IT A E
D JD
E C
A S S IA
STA.SRITA
ALVORADA
V IL A C O R D A Z Z O e
V IL A C A C H O E I R I N H A
D UA S C A SA S
JO Ã O P A U L O II
1 Por que se amotinam as nações, e os povos tramam em vão?
2 Os reis da terra se levantam, e os príncipes juntos conspiram
contra o Senhor e contra o seu ungido, dizendo:
3 Rompamos as suas ataduras, e sacudamos de nós as suas
cordas.
4 Aquele que está sentado nos céus se rirá; o Senhor zombará
deles.
5 Então lhes falará na sua ira, e no seu furor os confundirá,
dizendo:
6 Eu tenho estabelecido o meu Rei sobre Sião, meu santo monte.
7 Falarei do decreto do Senhor; ele me disse: Tu és meu Filho,
hoje te gerei.
8 Pede-me, e eu te darei as nações por herança, e as extremidades
da terra por possessão.
9 Tu os quebrarás com uma vara de ferro; tu os despedaçarás
como a um vaso de oleiro.
10 Agora, pois, ó reis, sede prudentes; deixai-vos instruir, juízes
da terra.
11 Servi ao Senhor com temor, e regozijai-vos com tremor.
12 Beijai o Filho, para que não se ire, e pereçais no caminho;
porque em breve se inflamará a sua ira. Bem-aventurados todos
aqueles que nele confiam
P a r ó q u i a : S a n ta T e r e s i n h a - J o a ç a b a – S C
M o v i m e n to C a ix a - M ê s d e : D E Z E M B R O D E 2 0 0 9
D E SP E SA S
C u lto s e M i ss a s ( p r o g r a m a s d a r á d io , h ó s tia s)
A q u is . d e B íb li as , L i v r o s e F o lh e to s ( As s in . J o r n a i s, I m p r es s ã o G u i a P a r o q u ia l; 2 ª
p a r ce la li vr o s p / E n co n tr o c / N o iv o s ; l ivr o s p a s to r a i s, et c)
C ô n g r u a d o s P ad r es ( sa lá r io p a d r es )
E s p ó r tu l as d e m is s as ( p a d r es e b is p o )
M a te r ial d e L im p e za (d iv er s o s ca s a p a r o q u ia l, P a v . F r e i B r u n o e I g r ej a )
A lim en ta çã o ( ca s a p a r o q u ia l)
C o n s er v aç ão ( ch a v es , m a ter ia l elé tr ico , p a r c. So m d a C a te d r a l, c o r tin a s , e tc )
S alá r io s e o r d en ad o s (F u n cio n á r io s – m ê s d e n o ve m b r o e 2 ª p a r c . 1 3 º sa lá r io )
E n ca r g o s s o c ia is (I N S Sº , F G T S , P is )
M a te r ial d e e sc r itó ri o ( d iv er s o s m a te r ia is d e e x p e d ie n t e)
G a sto s c / C ap ela s (r e to r n o d e d ízim o s )
S er v i ço s P r e s tad o s ( a s se s s o r ia p a s to r a l, E s c B ib lica , m a n u t. R ed e Vid a )
C o m b u s tív eis e L u b r if ic an tes
Á gu a (C on sum o de á gu a )
E n er g ia E lé tr ic a ( C o n su m o d e E n e r g ia E lé tr ica )
T e le fo n e ( U s o d e te lef o n e )
C o n tr ib u iç ão ao S em in á r io ( m a n u te n ç ã o e s tu d a n t es )
T a x a s e C o le ta s – M i tr a ( C o le ta E v an g . R $ 4 . 2 3 7 , 4 9 ; 1 ª p a r c. T ax a D io c R $
5 .2 5 0 ,0 0 )
E n co n tr o s, C u r s o s e P a le s tr as ( E sc . B í b lic a , As se m b l. P a r o q ; E n c . M i n is tr o s )
E v en tu a is d es p es a s ( g r a tif. p / fu n c io n . e c a te q u is ta s ; m e n s a l. T v a C a b o , I n te r n et,
g á s ; la v a ç ã o t ú n i ca s 1 ª E u ca r is tia , ce s ta s d e n a ta l fu n cio n e c o la b o r a d o r es , e tc )
S eg u r o s ( ú ltim a p a r ce la s eg u r o S a v eir o
C o n s er v aç ão d e V e ícu lo s ( D o cu m e n t o s V W P ó lo 1 .6 ) )
F e s tas e P ro m o ç õ e s ( d es p e s as c/ ja n ta r d e c o n f r ate r . A n d r ad e C o n s tr u ç õ e s L td a )
M ó v e is , U te n s ílio s e M áq u in as ( 1 jg d e E s to fa d o s , 1 e s ca d a d e a lu m ín io )
S O M A DE S PE S AS
.
3.8 28,0 0
4.2 23,0 0
3.0 90,0 0
1.5 40,0 0
1 62,7 5
6 08,9 9
8.3 11,3 6
8.8 48,3 5
4.7 27,6 9
70,0 0
5.8 17,2 5
1.0 48,0 0
4 51,6 3
1 30,6 7
7 90,2 2
4 19,0 3
1.4 04,5 9
9.4 87,4 9
1.0 83,9 2
2.2 17,3 0
1 25,3 4
1 61,4 0
7.0 36,9 0
1.3 61,0 0
66.9 44,8 8
R EC EIT AS
C o let as D o m in ic ais
C o let as p a ra v o ca çõ es ( ca te d r a l e c o m u n id a d e s )
C o let as p / C am p a n h a d a E v a n g eli za çã o ( C at ed r al e C o m u n id ad es )
D o a çõ es e sp o n tân e as
D o n at iv o s P e s so as J u r íd ica s
V is ita s à s c o m u n id a d e s ( c o le ta s d a s m is s a s n a s c o m u n id a d e s )
D íz im o s M atr iz
D íz im o s C o m u n id ad es
A lu g u é is - E s ta c io n a m e n to
I n t en çõ es d e M is s as
R e ce ita s d a C at eq u e se ( L iv r o s , a lu g u e l t ú n i ca s 1 ª E u ca r is tia )
C o ta F ix a ( C o n tr ib . d a s c o m u n id a d e s T ax a D io c es a n a )
E v en tu a is re c eita s ( c er tid õ e s , le m b . b a ti sm o , p r o c . m a tr im . ; l v d e E n c . N a t a l)
R e ce ita s d e F e s tas e P r o m o çõ es ( J an tar d a A n d r a d e C o n s tr u çõ es L td a )
S O M A R E C E IT AS
3.4 12,9 3
1.4 04,5 9
4.2 37,4 9
1.2 94,0 0
1.7 20,0 0
1.3 26,5 6
16.9 63,0 0
22.9 30,0 0
8 80,0 0
2.3 97,0 0
3 00,0 0
6.9 70,0 0
1.2 48,5 0
12.4 50,0 0
77.5 34,0 7
SALDO
10.589,19
Oficinas de Oração e Vida
No dia 5 de Dezembro de 2009, reuniram-se no Centro de
Formação João Paulo II, todos os Guias das Oficinas de
Oração e Vida , sob a coordenação local da Sra. Maria de
Lourdes Carvalho, que, com seus dons de delicadeza e
serenidade, acolheu a todos com muito carinho,
para dia mensal do Guia.
O dia mensal do Guia tem por objetivo:
a)- Encontrar-se com os irmãos Guias, uns com
os outros, orar juntos, crescer no sentido de família, dar e receber
informações sobre o andamento das Oficinas, repasse de notícias das
coordenações, local, zonal e nacional.
b)- Deserto, momento para retirar-se em silêncio e solidão, para
estar á sós com o Senhor, ao menos por 4 horas, meditando a sua Palavra ,
vivendo segundo as características e estilo de Jesus.
c)- Formação, estudo das Cartas Circulares do Frei Ignácio,
documentos e orientações diversas, onde todos os Guias tem oportunidade
de aprender e crescer na fé.
d)- Convivência fraterna, como membros de uma família, com
muito amor e alegria.
Em 2009, as Oficinas de Oração e Vida estiveram presentes, nas
Paróquias de: Joaçaba, Herval D'Oeste, Luzerna, Catanduvas, Irani, Ponte
Serrada, Concórdia, Lacerdópolis, Ouro, Capinzal, onde muitas pessoas,
através de um método ordenado e eficaz, meditando a Palavra e com
variadas modalidades de oração, encontraram a paz.
São Brás é conhecido como protetor
da garganta, justamente porque ao se
dirigir para o martírio lhe foi
apresentado uma mãe desesperada
com seu filho que estava sufocado por
uma espinha de peixe entalada na
garganta, diante desta situação o
Santo curou milagrosamente a criança.
São Brás é padroeiro do Bairro São Brás
e dia 07 deste mês acontece festa na
comunidade para celebra-lo.
(Oficinas de Oração e Vida J oaçaba)
Nossa Senhora de Lourdes é o
nome usado para se referir à
aparição mariana que teria sido
presenciada por várias pessoas em
ocasiões distintas, em torno de
Lourdes, França. As aparições de
Nossa Senhora de Lourdes
começaram no dia 11 de fevereiro
de 1858, quando Bernadette
Soubirous, camponesa com 14
anos, foi questionada por sua mãe,
pois afirmava ter visto uma "dama"
na gruta de Massabielle, cerca de
uma milha da cidade, enquanto ela
estava recolhendo lenha com a
irmã e um amigo. A "dama"
também apareceu em outras
ocasiões para Bernadette até os
dezessete anos. Em homenagem à
Nossa Senhora de Lourdes os
bairros Boa Vista (dia 07), Linha
Abatti (dia 21) e Km 20 (dia 14)
celebrarão uma festa em suas
comunidades.
Dízimo
Ízimo é o sinal visível de participação na
vida da comunidade. Dízimo é uma
contribuição espontânea que o batizado faz
na comunidade onde vive sua vida cristã.
Consciente da sua pertença à comunidade, o
cristão assume o compromisso de ajudar a
mantê-la, oferecendo parte dos seus
rendimentos pessoais ou familiares. É um
dever e ao mesmo tempo um direito que
nasce com a vocação cristã recebida no
Batismo. Para quem é batizado o Dízimo é
questão de justiça porque recebendo os bens
espirituais sente-se, responsavelmente,
movido a partilhar os bens materiais. Dízimo
é uma Pastoral, um método eficaz de
evangelização, uma catequese que ensina o
cristão a ser mais Igreja. Dizimista é aquele
que se converte e se dispõe a partilhar seu
tempo, dons e bens com os demais membros
da Igreja. Dízimo é gesto concreto de partilha
com os irmãos (At 4,34). Além de contribuir e
manter a comunidade, o Dízimo permite que
Iodos colaborem segundo suas
possibilidades, oferecendo parte dos seus
bens. A comunidade por sua vez pode dar
melhores condições de vida para as pessoas
mais carentes. Por isso se diz que Dízimo é
essencialmente gesto de partilha. Por ele o
cristão supera as tentações do egoísmo e da
apropriação e se solidariza com o próximo.
Os primeiros cristãos entenderam muito
bem essa prática! Por isso dividiam o que
possuíam com os pobres e não havia
necessitados entre eles (At 4,34). Assim o
Dízimo toma--se uiia oferta sagrada porque
exige o desapego pessoal e a valorização do
próximo. Dízimo é expressão de amor e
gratidão a Deus (Gn 14,18-20). Através do
Dízimo manifesta-se a fé em Deus,
reconhecido como Senhor providente. E uma
maneira de viver a esperança no seu Reino de
justiça e uma forma concreta de praticar a
caridade. Por ele se reconhece a soberania
de Deus sobre todas as criaturas. Tudo o que
temos e somos pertence a Ele. E através do
Dízimo lhe devolvemos pequena parcela do
muito que Ele, generosamente, nos dá. O
sentido do Dízimo não está tanto no valor
oferecido, mas na intenção com que é doado.
Dízimo não é, portanto uma questão de
dinheiro, mas de fé. Oferece o Dízimo quem
acredita em Deus. Não basta ter o dinheiro
é... preciso, ter também para... devolver o
Dízimo.
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