Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação
XXII Prêmio Expocom 2015 – Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação
Diva
Dandara Santos ¹
Luciana Leme Souza e Silva ²
Centro Universitário de Rio Preto – UNIRP, São José do Rio Preto, SP.
RESUMO
Este artigo visa evidenciar elementos essenciais para a construção do roteiro piloto do
seriado de TV “Diva” como também, compartilhar os processos criativos na concepção
de personagens, ambientes e de conflitos. Tendo em vista a atual situação
socioeconômica brasileira, inserimos no roteiro elementos que transgridam a população,
conceitos sobre corrupção, com o intuito de “amenizar” a alienação para com assuntos
que são muitas vezes maquiados pela grande mídia. Em suma, o episódio é
caracterizado pela busca de respostas para o suicídio de um importante empresário
colombiano e líder de uma organização criminosa, Juan Perez, “tio” da celebridade
tachada como “Diva” pela mídia, Daiana Pereira, o oposto de Daiana Perez, sua
verdadeira personalidade que possui um evidente desvio de caráter que é explicitamente
transgredido no momento em que assume ser quem realmente não é.
PALAVRAS-CHAVES: Diva; corrupção; tráfico; roteiro; série.
1 INTRODUÇÃO
O roteiro do episódio piloto da série “Diva” tem em sua essência o “thriller psicológico”
devido às atrocidades desencadeadas pela personagem principal Daiana Perez, ao
começar a receber vídeos e ligações póstumas de seu pai, líder de uma quadrilha de
traficante de drogas, que se suicidou por não aguentar a pressão de ter suas falcatruas
descobertas, e saber quem o denunciou é o ponto de partida do episódio, aonde
personagens secundários vão atrás de Ian, um caçador de recompensas contratado por
Matheus Cordopatri, político que via Juan Perez como uma “pedra em seu sapato”, para
se infiltrar no meio do colombiano e roubá-lo. Contudo, Ian, o caçador, acaba se
tornando a caça. Após denunciar e realizar um roubo milionário nos cofres de Perez, a
mando de Cordopatri, ele faz o mesmo com seu contratante e como um “bônus” toma
posse de um pen drive que contém todos os arquivos de corrupção, lavagem de dinheiro
e participação no narcotráfico o que ocasionaria um escândalo nacional.
________________________
1
Trabalho submetido ao XXII Prêmio Expocom 2015, na Categoria Cinema e Audiovisual, modalidade Roteiro
Ficção.
1
Aluno líder do grupo e estudante do 3º. Semestre do Curso Comunicação Social: Publicidade e Propaganda email:
[email protected]
²
Orientador do trabalho. Professor do Curso Comunicação Social: Publicidade e Propaganda email:
[email protected]
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XXII Prêmio Expocom 2015 – Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação
2 OBJETIVO
O roteiro começou a se desenvolver em 2014 como um exercício da matéria de
“Estética e Criatividade”, ministrada para o curso de Comunicação Social, com
bacharelado em Publicidade e Propaganda do Centro Universitário de Rio Preto. Tendo
sua finalização na matéria de Introdução a RCTV.
3 JUSTIFICATIVA
Em um primeiro momento, Diva fora idealizado como um curta-metragem, todavia ao
destrinchar seus objetivos e conteúdo, decidiu-se concretizá-lo como uma série televisiva. Em
suma, o episódio se inicia com o suicídio de Juan Perez, um importante empresário colombiano,
dono de uma indústria de laticínios, contudo é conhecido como “Barão Branco”, pois o ramo
leiteiro é apenas uma “máscara” para a realidade obscura; Perez na verdade é dono de um dos
maiores cartéis colombianos, tendo laços com a Farc (Forças Armadas Revolucionárias da
Colômbia), logo um líder nato do narcotráfico que tem como papel transpor que o tráfico não é
um “mal de favela” e sim algo hierárquico que tem, por fim, expostos somente seus “peões”, e
ficando implícitos os verdadeiros líderes do crime organizado. O mesmo ocorre com os
personagens do clã Cordopatri, uma família de grande influencia política no Brasil,
principalmente no estado de São Paulo, também tem sua renda complementada por desvio de
verbas públicas, e tráfico de drogas. Logo, estão em constante desavença com o colombiano,
pelo fato de acreditarem em ideologias distintas. Neste instante somos introduzidos à política
em si, Perez compartilha sua riqueza com seus próximos, enquanto os Cordopatri retêm para si a
riqueza de seu trabalho. Todavia as organizações se unem por um mesmo objetivo, após a morte
de seus líderes, que é impedir que eles viessem à tona para a sociedade. Para a criação da trama
foi levado em consideração a seguinte definição dada por Adriano Oliveira em seu artigo “As
Peças e os Mecanismos do Crime Organizado em Sua Atividade Tráfico de Drogas”:
“Quando uma organização é formada, seu objetivo deve ser
verificado. A compreensão do propósito permitirá que os mecanismos
de funcionamento e os interesses da organização sejam visualizados
(Olson, 1999:17). Assim, quando uma organização criminosa decide
buscar agentes estatais para cooperar com ela, evidencia-se que o
Estado é um meio que poderá proporcionar o aumento dos seus
benefícios, ou garantir o funcionamento estável das suas atividades.
Regras que viabilizam instituições podem ser criadas
intencionalmente pelos atores para possibilitar acordos. Por exemplo:
um grupo de indivíduos (grupo A) deseja maximizar seus benefícios,
mas só pode conseguir seu objetivo se cooperar com o grupo B, que
também deseja fazer o mesmo. Os grupos desejam a cooperação, mas
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faltam regras que as possibilitem. Nesse sentido, as regras serão
criadas pelos grupos para regulamentar e orientar suas ações,
possibilitando, assim, a maximização dos benefícios de todos.”
(OLIVEIRA, 2007, p.703).
Seguindo o conselho de Syd Field em “O manual do roteirista”, foi feita uma série de
pesquisas tanto para a criação individual das personagens principais, quanto do próprio
conflito que seriam inseridas. “A informação que você coleta permite-lhe operar numa
posição de escolha e responsabilidade.” É necessário se aprofundar, sabendo-se que a
história é sobre a pessoa, em determinado lugar, vivendo sua “coisa”. É preciso rechear
o conteúdo, por isso a busca por conteúdo é essencial, “quanto mais você sabe, mais
pode se comunicar”.
O roteiro de “Diva” tem como finalidade trazer à tona a reflexão da busca desenfreada
do individuo pelo poder, tal como ele ultrapassa a ética e a moral da sociedade para um
bem próprio, sem pensar nas consequências futuras. Um exemplo é a corrupção,
também abordada no filme Tropa de Elite 2 (2010), o longa mostra políticos corruptos
do Rio em aliança com milícias. Mas a cena final abre o escopo da crítica para todo o
Congresso Nacional. Deixando explicito o enraizamento desvio de moralidade na
sociedade brasileira. Outro filme a ser citado é Os Herdeiros (1970) que conta a história
de Jorge Ramos, um ambicioso jornalista que faz de tudo para conseguir mais poder e
corrompe todos no sistema político de sua cidade. O filme traça paralelos com a história
política do Brasil desde a revolução de 1930 até o início da ditadura militar. O primeiro
golpe que Ramos dá é em um barão do café, a quem ele convence ser um homem de
caráter e consegue casar com sua filha. Pouco tempo depois, com a queda de Vargas no
pós-guerra, o jornalista engana o sogro e foge com a esposa para a capital. Em busca de
uma rápida ascensão, ele recorre a chantagens e estelionato para conseguir o que quer.
Já na série americana Boardwalk Empire (2010), que teve seu piloto dirigido pelo
cineasta Martin Scorsese, se passa no período da Lei Seca em 1920 onde o político
Nuck Thompson condena o álcool em uma Reunião da Liga Pró-Temperança Feminina,
onde é notado por Margaret, uma dona de casa que pede a ele um emprego para seu
abusivo marido. Mais tarde, naquela mesma noite, o duas-caras Nucky diz
privativamente para seus chefes no governo sobre a oportunidade de alto lucro na venda
de bebidas alcoólicas. Ou seja, o político viu em um “bem” uma fonte de lucro e poder
que jamais teria se o álcool estivesse legalizado. Inclusive nesse mesmo período se tem
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inicio as grandes máfias ítalo-americanas, que veem nisto uma porta de entrada para um
submundo do comercio de produtos ilícitos que resulta em um retorno financeiro alto e
imediato. E assim como o político americano, Matheus Cordopatri, deputado de grande
influência no estado de São Paulo, abraçando as causas da população carente, tal como
o tráfico em zonas periféricas, o que resulta em sua aprovação perante o eleitorado.
Contudo as escuras se beneficia da fraqueza dessa população, sendo o principal
fornecedor de drogas, adquiridas com paraguaios. O que gera uma intriga com Juan,
colombiano que tenta vender sua droga no estado já monopolizado pela organização dos
Cordopatri. Segundo Zaverucha e Oliveira no artigo de opinião “Reflexões sobre os
crimes organizados”:
“O tráfico de drogas ameaça a existência legal do poder estatal no
Brasil. A atuação da organização Diamante revela que as instituições
do Estado são usadas para facilitar atividades criminosas e proteger
atores ilícitos. Diante disso, é necessário refletir sobre a eficiência das
instituições, uma vez que elas são passíveis de influência de grupos
criminosos. Quando essa influência se torna efetiva, as funções
constitucionais do Estado são descaracterizadas e, por consequência,
sua razão de existir. Nesse caso, a sociedade poderá passar a
reconhecer o poder estatal como um estorvo, e não mais como um
conjunto de instituições que provê o bem comum”. (ZAVERUCHA E
OLIVEIRA, 2006).
A escolha do título da série se deu através da controvérsia e ambiguidade que a palavra
Diva ocasiona: “Diva é uma divindade feminina, uma deusa. No sentido figurado é uma
mulher muito bonita. É um substantivo feminino derivado do latim divus (deusa).”¹ A
palavra passou a ser usada para estrelas do mundo do cinema e da música e num sentido
mais lato também designa uma mulher muito formosa ou uma musa. E musa é
popularmente utilizado como referência à mulher bela que inspira ou desperta o desejo
no público. Características da protagonista anti-heroica Daiana, que ao assumir uma
nova identidade e se tornar uma celebridade, visa seduzir a todos para “ocultar” seu
verdadeiro eu que é o extremo oposto pregado pelas “musas”. Porém em uma música da
cantora americana Beyoncé, Diva (2009) a palavra ganha um novo significado com a
frase “Diva is a female version of a hustla”, traduzido “Diva é a versão feminina do
malandro”. Dessa forma os atributos principais de uma “musa” se assemelham com o
de um malandro, características especificadas por Venceslau Souza no artigo
“Malandragem e Cidadania: Novas Pistas”.
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“Malandragem define-se como um conjunto de artimanhas utilizadas
para se obter vantagem em determinada situação (vantagens estas
muitas vezes ilícitas). Caracteriza-se pela engenhosidade e sutileza.
Sua execução exige destreza, carisma, lábia e quaisquer características
que permitam a manipulação de pessoas ou resultados, de forma a
obter o melhor destes, e da maneira mais fácil possível. Contradiz a
argumentação lógica, o labor e a honestidade, pois a malandragem
pressupõe que tais métodos são incapazes de gerar bons resultados.”
(DE SOUZA, 2008, p. 113).
Em suma, ambos usam de seu carisma e lábia para obterem o que desejam como
também o nome da série visa chamar a atenção para que “nem tudo é o que parece ser”.
4 MÉTODOS E TÉCNICAS UTILIZADOS.
Segundo Doc Comparato, em seu livro “Da criação ao roteiro”, o autor transcreve os
aspectos fundamentais para a concepção de um roteiro, assim como, também aborda
detalhadamente as seis etapas a serem seguidas para se chegar ao produto final, contudo
alerta que não existem receitas magistrais: apenas talento e trabalho.
Os aspectos são denominados logos, pathos e ethos. Logos é a palavra, o discurso, a
organização verbal de um roteiro. O Pathos é reconhecido como a dor, a tristeza, ou
seja, é a projeção da vida em ação, que necessita do ato dramático para impulsioná-la, e
por fim converter as personagens em heróis ou vítimas. E por último temos o Ethos, a
ética, a moral, o significado e intenção da história. “Tudo é escrito para produzir uma
influência”. (COMPARATO, 2007, p.28)
No roteiro do piloto de “Diva” é relevante dizer que o Pathos que é a tentativa das
personagens em tentarem esconder suas atividades ilegais de serem expostas, sendo os
protagonistas, pessoas com uma grande visibilidade de mídia, que se descobertos podem
vir a perder tudo. Perante tal busca, é dada a intenção da série que é evidenciar que a
busca desenfreada pelo poder transformou o individuo em um ser selvagem, uma
sociedade violenta que devido a interesses egoístas e gananciosos se perdeu no caminho
do altruísmo e passou a se destruir sozinha. Assim como animais vivemos em uma
constante guerra onde se vive de aparências, onde se rouba, mata e fingimos que é um
ciclo natural. O ser humano virou seu próprio predador. E este é o Ethos, levantar a
questão de autoconhecimento a um meio que muitas vezes desconhece o submundo das
organizações criminosas. Então se levanta a questão: “O que um indivíduo em risco é
capaz de fazer para se proteger por um interesse egoísta”?
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Ainda na obra de Doc Comparato ele propõe em sua obra seis etapas que nos leva ao
produto final do roteiro, sendo eles: a manifestação da ideia (descobrir, isolar e definir
ideias dramaticamente pertinentes); a composição do conflito (deve ser concretizado por
meio de palavras, se constrói a storyline); a criação dos personagens (é feita uma
biografia de cada personagem); a montagem da ação dramática (a maneira em que irá se
contar a história) que nos leva a noção de tempo dramático (duração de cada cena); e
por fim a unidade dramática (o produto final, o roteiro pronto).
“A escrita de um roteiro exige uma disciplina especifica. Deve-se
avançar por partes. É uma estrutura que obedece a uma estrutura
lógica. A personalidade do escritor pode, sem dúvida, matizar partes.”
(COMPARATO, 2009, p.29).
A caracterização dos personagens foi feita de acordo com o que Syd Field sugere em “O
Manual do Roteiro”: “Forme seus personagens criando biografias para eles e depois os
revele através de suas ações e possíveis traços físicos. Ação é personagem” (FIELD,
1982, p.29).
Com isto em mente definimos Daiana Perez e Matheus Cordopatri como os personagens
principais que tem sua necessidade de manter intacto o sobrenome que carregam, em
um turbilhão de acontecimentos que colocam em risco o “império” de ambos, o que os
obrigam a abandonar uma rixa política para juntos alcançarem o mesmo objetivo.
Ambos possuem o caráter anti-heroico, conforme cita Flávio Campos em seu livro
Roteiro de cinema e televisão:
“(...) o anti-herói é errado, talvez feio e (um pouco) mau. Mas, como o
herói, é o personagem pelo qual narrador e espectador torcem, com
quem se emocionam se identificam e querem ser vitorioso, feliz e
eventualmente perdoado.” (CAMPOS, 2007, p.155)
5 DESCRIÇÃO DE PRODUTO OU PROCESSO
Para que a ideia fosse transposta para o roteiro, foi necessário um estudo sobre o tema
abordado. Com isso foi necessário pesquisas sobre o tema de organizações criminosas,
noticias de corrupção e estudos sociológicos sobre a corrupção, para que pudesse ser
construído o enredo, conflitos e personagens.
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Coletadas as informações necessárias, no momento da escrita, nos deparamos com a
possibilidade de abordar dentro de algumas cenas as sete artes como uma forma de
refletir a personalidade do personagem. Desta maneira os signos têm como objetivo
ajudar a contar a história. Como por exemplo, na primeira cena, somos introduzidos ao
som melancólico do violoncelo na canção “Song of Solitude”, e tal antecipa que a cena
terá uma carga dramática maior. A dança é caracterizada pelos movimentos de Juan
Perez em sua introspecção sobre sua vida, o teatro e a literatura estão em seu monólogo,
onde se tem como objetivo evidenciar a necessidade do personagem, que é encontrar
sua própria paz. Analisamos sua busca por ela através das cores do ambiente em que
está. A predominância do branco é uma alusão à tranquilidade, porém a mesma é
quebrada pelo vermelho de suas cortinas que deixa explicita a força e influência de seu
dono. A arquitetura e esculturas renascentistas transpõem a ideia de a inteligência e o
conhecimento é primordial para Perez.
Deve-se ressaltar a importância das músicas na estruturação das cenas, foi essencial na
elaboração do roteiro, pois através da música de Beyoncé que nasceu a ideia da história.
Desta forma, assim como a cultura contemporânea é um pouco de cada período
artístico, definimos Diva como uma releitura dos aspectos sociais, artísticos e
psicológicos da sociedade moderna.
6 CONSIDERAÇÕES
A construção do roteiro se iniciou de forma empírica, a autora tinha conhecimentos
superficiais sobre o tema que tinha interesse em abordar. Todavia durante as aulas de
“Estética e Criatividade” e Introdução a RCTV pode-se perceber a importância de
conhecer primeiro à estrutura, o modo como é feito para que o desenvolvimento do
projeto seja efetivo. E como citado por Syd Field: “Escrever um roteiro é um processo
passo a passo. Um passo de cada vez.” Foi necessário paciência, disciplina e pesquisa. E
é imensurável a felicidade ao ver um primeiro roteiro ganhar forma e sair da mente e ir
para o papel, são desejo da autora que um dia a série venha a ser produzida. Por isso é
previsto que em 2016, “Diva” seja inscrito em um concurso que visa incentivar a
produção de séries nacionais.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação
XXII Prêmio Expocom 2015 – Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação
CAMPOS, Flávio de. Roteiro de Cinema e Televisão. Rio de Janeiro, Ed. Jorge Zahar,
2007.
COMPARATO, Doc. Da Criação ao Roteiro: Teoria e Prática. São Paulo, Ed. Summus,
2009.
FIELD, Syd. Manual do Roteiro. São Paulo: Editora Objetivo, 1982.
OLIVEIRA, Adriano. As Peças e os Mecanismos do Crime Organizado em Sua
Atividade Tráfico de Drogas. Revista de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, Vol. 50, no 4,
2007, pp. 699 a 720.
ZAVERUCHA, Jorge e OLIVEIRA, Adriano. (2006). Reflexões sobre o Crime
Organizado.
São
Paulo:
Folha
de
S.
Paulo,
16
de
agosto
de
2006.
(http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1608200609.htm)
DE SOUZA, Venceslau Alves. Malandragem e Cidadania: Novas Pistas. São Paulo:
PUC-SP, 2008.
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