[ www.correiobraziliense.com.br/euestudante ]
Esporte na
escola
As ginastas Camila Rodrigues e Aline Gomes (foto) são
alunas do Centro de Educação Física e Desporto de Alto
Rendimento Escolar (antigo Cief), da rede pública. A equipe
coleciona medalhas e boas colocações no Pan-Americano e na
Copa Vancouver, no Canadá. Já imaginou se todas as escolas
e universidades do país investissem na formação de atletas?
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Brasília, segunda-feira, 7 de setembro de 2009 - Ano I, nº 9 CORREIO BRAZILIENSE
Páginas 6 a 13
Bruno Peres/CB/D.A Press
EU 1-28
DICTUM AC FACTUM,
O UDF É MAIS CONQUISTA.
1º lugar na OAB pela 9ª vez consecutiva*.
*EXAME DE ORDEM 2009/1 • Desempenho das Instituições de Ensino Superior Privadas
3704.8888
www.udf.edu.br
Eduardo Sebastião Crisóstomo Barbosa
Fábio Alexandre Oliveira
Nota da Redação
A redução de juros aprovada pelo Conselho Monetário Nacional vale apenas para os novos contratos.
Dione Craveiro
Diferente do publicado no caderno Eu,
estudante do jornal Correio Braziliense,
em 3 de agosto, o Crédito Universitário
PRAVALER financia 100% da mensalidade de qualquer curso universitário
presencial das instituições parceiras que esteja credenciado no
programa. O estudante começa a pagar o financiamento
Patrícia S. Oliveira
Nota da Redação
A matéria sobre a estrutura do ensino superior saiu com outra falha: não citamos
a fonte de pesquisa. Além do Inep, o Guia
do Estudante da Abril 2008 foi consultado. A versão online do caderno, no entanto, foi postada com a correção.
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Diretor de Redação: Josemar Gimenez ([email protected]) Editora-chefe:Ana Dubeux ([email protected]) Editor-executivo:Carlos Marcelo
([email protected]) Editora:Ana Sá ([email protected]) Editor de Arte:João Bosco Adelino de Almeida ([email protected])
Editor de fotografia:Luís Tajes ([email protected]) Arte:Anderson Araújo ([email protected]) e
Leandro Mello ([email protected]) Diagramação:Anderson Araújo ([email protected])
O bardo Neil Young completa 40 anos de carreira solo neste 2009. Desde
que saltou de banda do Buffalo Springfield para buscar seus próprios caminhos.Que têm sido vários:country music,baladas folks,tempestades elétricas. Os primeiros LPs foram relançados no estrangeiro. Este é safra 1969 e
adianta à perfeição todos os estilos de seu autor.
Anti Records (importado). Preço médio: R$ 65,00.
Whitmore é uma revelação do folk blues americano.Tem 31 anos e gravou
quatro CDs.Este é o mais recente.Filho de fazendeiro do Iowa,ele cresceu
literalmente às margens do Rio Mississippi. Canta como se fosse um colhedor de algodão do início do século 20. Como se o velho trovador Leadbelly fosse seu vizinho e companheiro de copo.
Bloodshot (importado). Preço médio: R$ 65,00.
Earle é outra revelação do folk blues.Tem 27 anos e três CDs.Este é o mais
recente. Nascido em Nashville,Tennessee, ele tem pedigree: filho de Steve
Earle,prestigiado cantor e compositor de country music.Mas o rapaz canta
como se fosse um caipira que largou o roçado para entrar na lendária gravadora Sun Records dos anos 1950.
A casa do pode r — Atherton, volume 1
Patrick Corman, Tradução de Roberto Mugiatti
Galera Record; 368 páginas; R$ 34,90
Edgar, um garoto simples e esforçado, vive nos campos da
Terra Média do mundo de Atherton. Devido à escassez de
água,os habitantes dessa região são obrigados a dar quase toda
a produção da aldeia às pessoas da Terra Alta, na qual residem
os mais poderosos e ricos habitantes do planeta.
Combinando visão crítica com criatividade, Patrick Carman, nessa obra de aventura e fantasia, levanta questões sociais que levam os leitores à reflexão. A diferença de benefícios usufruídos pelos habitantes das Terras Alta e Média, por
exemplo, se assemelha muito à desigualdade social existente
no mundo real. O livro agrada, assim, tanto àqueles que buscam severos olhares sobre atitudes da humanidade quanto
àqueles que querem apenas se distrair.
Mesmo com algumas inadequações na tradução e com um
final que,de certo modo,deixa a desejar,a obra é interessante e
peculiar. A Casa do Poder — Atherton agrada, sobretudo, pela
história extremamente intrigante e por atiçar a curiosidade do
leitor, que fica ansioso por saber o que está por vir.
Thales Alexandre, 18 anos, aluno do 3º ano do Colégio Militar.
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Expediente
Reprise Records (importado). Preço médio: R$ 55,00.
MIDNIGHT AT THE MOVIES
Justin Townes Earle
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Os Mutantes partiram da Tropicália-1968 para irem fundo na psicodelia
abrasiva de sua época. Líder deixado no meio do caminho,Arnaldo Baptista
agora voltou a ser pop. Ganhou documentário sobre a carreira errática e
este seu primeiro trabalho solo (1974) voltou às lojas. Periga ser apenas o
melhor disco do rock brasileiro. Belo e maldito.
ANIMALS IN THE DARK
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Universal. Preço médio: R$ 25,00.
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Valério Ayres/CB/D.A Press
Fies
Gostaria de saber se a redução dos juros do financiamento será somente para contratos novos ou se os juros de
quem já terminou o curso e está pagando o Fies também serão reduzidos?
no mês seguinte à contratação e tem até
o dobro do tempo do curso para quitálo. A Ideal Invest é gestora do PRAVALER
e atua como correspondente bancária
do Banco ABC Brasil S.A.
Brasília, segunda-feira, 7 de setembro de 2009
EU 2-27
Exame da OAB
A prova da OAB nada mais é do que uma
reserva de mercado e também um meio
de a OAB aumentar sua receita, cobrando taxas altíssimas dos participantes. A
OAB não está preocupada com a qualidade dos futuros profissionais, mas em
aumentar o seu faturamento.
Alexandre Magno Pinheiro
Foi mal
Cumprimentos pelo oportuno encarte
Eu, estudante. Na última edição, 3 de
agosto, ocorreu pequena incorreção no
artigo A estrutura do ensino superior,
página 9, no quadro bacharelado, está
escrito “o aluno poderá fazer uma pósgraduação strictu sensu (mestrado
e/ou doutorado) ou lato sensu (especialização)”. A forma latina correta é
stricto sensu.
Philips/Divulgação
Nota da Redação
Não há como concorrer por cotas no PAS.
O sistema de cotas é aplicado apenas ao
vestibular tradicional da UnB.
Sou a favor do exame da ordem. Sou
estudante de direito e acho que o exame ainda é pouco para permitir o exercício da advocacia. A mediocridade,
como sempre, impera neste país. Estudante de direito que teme o exame é
porque, realmente, não está apto a esse
nobre exercício.
2 6 /27
Reprise/Divulgação
Cotas
Gosto muito do caderno Eu,estudante,
a equipe está de parabéns! Mas eu tenho uma dúvida. Este ano eu irei fazer
pela primeira fez o PAS, posso participar do sistema de cotas no programa?
Brasília, segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Anti Records/Divulgação
2
Ingrid Melo Matos
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CORREIO BRAZILIENSE
CORREIO BRAZILIENSE
Bloodshot/Divulgação
EU 2-27
E-mails
Informe Publicitário
Guia
Por Bernardo Scartezini
PARA SEMPRE TEU, CAIO F.
De Paula Dip. Editora Record. 504 páginas. Preço: R$ 63,00.
Tiras
Fox/Divulgação
Record/Divulgação
Caio Fernando Abreu era escritor dos
pequenos espaços, horas pequenas. Intimidade.Aproximando-se lentamente
de seus personagens, emprestando de
seus sentimentos mais calados para
tornar viva uma prosa elegante e sedutora. Porque o mundo de Caio Fernando (1948-1996) era bem este aqui.
Com carros de escapamentos barulhentos, esquinas vazias de domingo,
um passo apertado para fugir da chuva
de fim de tarde, o cheirinho de incenso
de sândalo, o mapa astral rabiscado na
última folha do caderno. Caio Fernando deixou uma obra significativa em
gêneros diversos... Do conto (O ovo apunhalado, 1975) ao romance (Onde
andará Dulce Veiga, 1990), passando por quase memórias (Limite branco,
1971) e crônicas várias para a imprensa (Pequenas epifanias, de 1986 a
1995), além de teatro (A maldição do Vale Negro, 1988).Todos esses títulos, e
outros (como as antologias Ovelhas negras e Mel & girassóis), são periodicamente reeditados e devem ganhar novas versões, embalados pela constante revalorização da obra do escritor. Revalorização que ganha agora uma
biografia íntima e fraterna, feita pela jornalista e amiga Paula Dip, seguindo
de perto momentos desse escritor gaúcho que viveu as liberdades,as paranóias e a morte de sua época entre Porto Alegre,São Paulo,Amsterdã,Londres. Sua obra mais marcante, a reunião de contos Morangos mofados
(1982),já inspirou filmes e peças de teatro.Talvez seja mesmo este o centro
de sua arte: pequenas narrativas de solidão na grande metrópole.A cidade
que une e afasta, aproxima e impossibilita encontros e descobertas.A herança de um rapaz gentil que cultivava roseiras no jardim do hospital e escrevia sobre os canteiros de cimento da cidade.“Será possível plantar morangos aqui? Ou se não aqui, procurar algum lugar em outro lugar? Frescos
morangos vivos vermelhos.Achava que sim. Que sim. Sim.”
Geração coca-cola
Quando os Paralamas do Sucesso assinaram com uma gravadora, Herbert Vianna tratou de descolar um contrato para seus
amigos de adolescência brasiliense, a Legião Urbana. Natural
que a camaradagem entre as bandas levasse a Rede Globo, tempos depois, a convidá-las para um encontro musical. Que agora
ganha formato de DVD.A Legião ainda estava às voltas com seu
passado punk (o LP Que país é este?) e os Paralamas vinham da
melhor safra (o LP Bora Bora).O registro visual hoje parece precário, mas é fiel lembrança de uma época pré-MTV. E por falar
em MTV, o programa Acústico feito pela Legião em 1991 ganhou
reedição em DVD. Divertido ver Renato Russo a infiltrar espontaneidade na cartilha perfeitinha da MTV, pegando a plateia
no contrapé. Renato aproveita um intervalo da filmagem para
cantar uma balada dos Menudos. Só de onda.
LEGIÃO URBANA E PARALAMAS JUNTOS
EMI Music. Preço médio: R$ 45,00.
LEGIÃO URBANA ACÚSTICO MTV
EMI Music. Preço médio: R$ 45,00.
A alma imortal
Josefel Zanatas é o maior anti-herói do cinema brasileiro.Conhecido pela alcunha de Zé do Caixão, o camarada derramou sangue em dois clássicos de nossa marginália: À meia-noite levarei
sua alma (1963) e Esta noite encarnarei em teu cadáver (1966).
Por seus crimes, Zanatas puxou 40 anos de cadeia. E este A encarnação do demônio (2008) é seu retorno às ruas.Ele ainda procura a “mulher ideal” para ter um filho e dar continuidade a seu
sangue herege. A trama é assim simples, similar às anteriores.
Mas, desta vez, Zanatas se vê atormentado pelas próprias assombrações — e acossado pela violência policial na grande cidade. Nessas décadas que separam os filmes, José Mojica Marins se tornou artista mui cultuado. E agora teve dinheiro e talentosos cúmplices para realizar em plenas cores as mais sádicas
perversões — e emergir do purgatório, literalmente.
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Os morangos e a cidade
EMI/Divulgação
Livros, CDs, filmes, DVDs
A ENCARNAÇÃO DO DEMÔNIO
Direção de José Mojica Marins. Com José Mojica Marins e Milhem Cortaz. Distribuidora Fox/ Videolar. Preço médio: R$ 32,00.
Por Caio Gomez, do Correio
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Hyperlink
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Brasília, segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Tudo ao mesmo tempo agora
Cansado das listinhas meio sem graça de resultados do Google ao fazer uma pesquisa básica? Então experimente digitar qualquer palavra no www.spezify.com — e ficar de boca aberta com o número e a variedade de resultados apresentados em um painel com uma colagem de links e fotos
que parecem não ter mais fim! Além da utilidade da ferramenta de busca, é superdivertido digitar
qualquer coisa, como o seu sobrenome, por exemplo, e com a ajuda daquela mãozinha que serve
de cursor para arrastar imagens, dar uma olhada na cara das figuras remotas que fazem ou já fizeram parte da sua família. Para quem não tem tempo ou paciência de ver tudo, ao clicar na chave de
fenda no canto superior direito da tela, é possível editar suas preferências e fazer sua pesquisa apenas por textos, ou por imagens, ou ainda seus sites de busca prediletos.
Internet/Reprodução
Cansou de ouvir sempre as mesmas músicas no seu i-Pod? Na rádio virtual www.jango.com , você pode escolher uma estação
que só toca Madonna, por exemplo, e também escutar as seleções musicais de outros usuários.
E nem só de pop ou rock vive a
Jango.com: fãs de hip-hop, country e rap também têm várias bandas, artistas e faixas para escolher. As músicas ainda vêm acompanhadas das biografias dos músicos, imagens e vídeos.
INÚTIL – Mas todo mundo adora!
Tudo bem que já virou modinha receber e-mails carregadíssimos com placas de trânsito engraçadinhas e
suas interpretações duvidosas como “proibido dançar
break em ambiente com gravidade zero”. Quer ir direto à
fonte? Dê uma olhadinha neste link, no blog.fspina:
blog.fspina.com.br/category/placas/ e divirta-se com mensagens como “Messias em treinamento”, “área de encontro de homens-sombra com foguete propulsor”, e a já
clássica “Proibido dançar Bee Gees”.
Fotos: José Varella/CB/D.A Press
Internet/Reprodução
O que os roqueiros psicodélicos do
Fleetwood Mac têm a ver com o rei
da guitarra romântica Roy Orbison?
E qual é a relação entre um certo integrante do Boston, banda de pop
que é a cara dos anos 80,e o som pesado do cavaleiro das trevas Ozzy
Osbourne? Em bandtoband.com, dá
para perceber que mesmo bandas
que aparentemente não têm nada
em comum e provocariam discussões
intermináveis entre seus fãs de
carteirinha podem ser muito bem
farinha do mesmo saco rock ‘n roll.
Além de trazer todas as capas dos álbuns da carreira das bandas ou artistas-solo, o site traça uma verdadeira
árvore genealógica, mostrando quais
músicos fizeram parte de qual outra
banda, ou deram uma palhinha aqui
ou fizeram uma participaçãozinha especial ali, numa teia musical que
parece não ter fim. Será que o velho
ditado “diga-me com quem andas
que te direi quem és” também vale
nesse caso? Investigar essas relações
perigosas é diversão pura.
Você se lembra daquelas bonequinhas de papel que a gente
vestia com um monte de roupinhas – de papel também
(lógico)? Pois esses dias de estilista de moda em duas dimensões ficaram no passado mesmo. No Roiworld
(www.roiworld.com), meninas (e a mulherada também) podem brincar de vestir celebridades como Jennifer Aniston,
ícones da moda como a Princesa Diana e até estrelas teen
como Demi Lovato com uma série de roupas e acessórios
pra lá de fashion. Se o seu gosto para moda não for lá essas
coisas, não se preocupe: é só pedir dicas de combinação de
peças para montar seu look. O site também funciona como
uma rede social, e você pode fazer amizade com outros
amantes da moda.
Nathalya Hoerlle, 22 anos
Relógio - Michael Kors
"Não tiro ele do pulso"
Becky Bloom, delírios de
consumo da 5º avenida Sophie Kinseller
De acordo com Nathalya Hoerlle, quem vai para Nova York
pela primeira vez fica impressionado com os preços dos artigos
de marca, que são caríssimos aqui no Brasil. "Uma coisa que eu
comprei no exterior que jamais compraria aqui foi minha bolsa
Louis Vitton. Nunca achei que um dia eu teria uma autêntica. E
quando eu comprei em NY,foi emocionante,já que aqui uma custa
uns R$ 5mil e lá eu paguei 700 dólares", afirma. Nathalya confessa
ser uma legítima consumista de boas marcas e bons preços e, de
preferência, de produtos estrangeiros.
O estilo heleninha é inspirado em Heleninha Bordon, filha de
Donata Meirelles e criadora da grife 284. Nathalya, como Heleninha Bordon, adora viajar para comprar roupas e acessórios de
marca e qualidade. "Eu viajo para ver qual é a tendência da moda,
adquiri-la e trazer alguns itens de maquiagem que não são vendidos aqui no Brasil", afirma.Além de colecionar muitos lápis pretos
para olhos da marca Too faced, ela conta que também adora colecionar óculos de sol e calça jeans.
Quem se encontrar com essa exploradora do mundo da moda
nunca a verá sem maquiagem e de cabelos esticados com escova.
"Eu nunca faço chapinha,mas faço intervenções no cabelo,fiz luzes
californianas", explica Nathalya. Em seu dia a dia, ela adota o visual
básico: blusa, camiseta ou polo, calça jeans, rasteirinha ou All Star,
todos de marcas de qualidade e algumas compradas longe daqui.
Os brincos são pequenos para não tirar a atenção dos anéis grandes e do relógio grandes e dourado Michael Kors.
Mas quem pensa que Nathalya é fútil porque é consumista está
errado.Ela está se formando em direito e todo o dinheiro que gasta é do próprio bolso. "Trabalho em um escritório de direito desde o 1º semestre. Então, junto salário para viajar", diz. Próximos
destinos? "Sonho em conhecer Paris, Londres, Frankfurt… toda a
Europa", confessa.
Máquina digial
Canon
Óculos de sol
Gucci
Maquiagem
lápis de olho (Too
faced), blush
líquido (Benefit),
rímel (Givenchy),
pó Bronzeador
(Estée Lauder)
Perfume
The Beat Burberry
Camiseta - Abercrombie
"Adoro essa loja porque os atendentes são modelos
e dentro delas eles te atendem sem camisa!"
CMYK
Ligações perigosas
Brincando de boneca
Coisas que não vivo sem
EU 4-25
Um novo sorvete afrodisíaco, a nova campanha nonsense de
uma marca conhecida de balas, a última declaração de amor
mais ridícula da internet, ou o lançamento de robôs movidos à
luz solar: notícias curiosas assim podem não dar capa de jornal,
mas informam de maneira divertida quem passa o dia em frente
à tela do computador. No site updateordie.com, “garimpeiros” de
notícias e curiosidades do mundo inteiro — e com a mesma “obsessão” de ficar atualizados o dia inteiro. Ansiedade à parte, o site
ainda traz dicas de música, cinema, gastronomia, moda e meio
ambiente, e foi criado exatamente para atualizar quem não tem
tempo de visitar os milhares de sites que gostaria sobre assuntos
tão variados.
Deu de cara com alguma pessoa com o seu sobrenome, mas que você nunca viu antes? Tire suas
dúvidas montando a árvore genealógica de sua família no site www.myheritage.com.br, com um
software que permite reunir nomes e imagens. No site, também dá para formar uma comunidade
da sua família — e manter contato com aquela tia do interior que apertava sua bochecha quando
você era criança — e até procurar antepassados obscuros. Quem sabe até dá para descolar uma
herança perdida por aí.
Heleninha
Internet/Reprodução
Atualize-se
ou morra
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CORREIO BRAZILIENSE
Por Ana Paula Corradini
CORREIO BRAZILIENSE
Guitarra - Studio
e Melodia
"Eu a tenho há 4
anos e busco
uma banda para
poder tocar"
Pedro Henrique Melo de
Sousa, 20 anos
Correio Braziliense, SIG Quadra 2 nº 340
CEP 70610-901
A cada semana é exibido um vídeo sobre um livro
recomendado pelo PAS. Não perca!
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Federal e no país: Enem, vestibular, PAS, estágio, exposições, notícias do MEC, da UnB, intercâmbio e demais universidades do país, prêmios, passe estudantil, Fies, avaliações, eventos educativos ou culturais.
Eu, estudante no Twitter!
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Quer estudar fora?
Saiba quais são os programas de estudo na Irlanda e o
que é preciso para estudar ou trabalhar nesse país
Celular
Nokia (modelo
N95) - "Sou
viciado no
sistema
operacional
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Symbian"
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o circuito interno
do teclado"
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com questões sobre epidemia, abrangendo as disciplinas de biologia, química, história, literatura, música, geografia,matemática, física e português.
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Tênis (Vans) com cabos USB
Over Street - "Comprei junto
com a minha namorada, que
tem um igual. Então, é como
se fosse nossa aliança”
Se você é estiloso na escola, no cursinho
ou no câmpus, mande sua foto para sair
neste espaço:
UnB
Game Boy
"Minha relíquia"
Pedro sempre foi aquele tipo de aluno que senta na
primeira carteira da sala de aula. E, além disso, seus amigos
sempre o apelidaram como Dexter,por causa do desenho
O laboratório de Dexter. De acordo com ele, esse apelido é
devido à sua semelhança, tanto física e de perfil nerd, com
o personagem. "Eu era baixinho, gordinho, cabelo encaracolado e usava a inseparável armação grossa dos óculos.
Uso até hoje", diz. "Além de tudo, nunca fiz questão de
procurar a minha turma", completa.
Ele conta ainda que só começou a aceitar que era
nerd de uns três anos para cá. "Aceitei o meu perfil
quando comecei a escutar geek rock", confessa Pedro.
Geek rock é um gênero musical que tem como temas o
isolamento, a solidão, o amor não correspondido e um
fascínio pela cultura pop nerd, como comic books, ficção
científica e fantasia. "A partir dos 17 anos comecei a escutar Weezer, Fountains of Wayne,The Ataris, Death
Cab for Cutie, e comecei a me vestir como eles, um estilo parecido com os anos 50, 60", explica Pedro. Ele
também toca guitarra há quatro anos, mas nunca participou de uma banda de geek rock.
O estilo nerd parece ter saído do armário do vovô.As
estampas não se combinam, e o pulôver de lã e o blazer
listrado voltam com tudo para os armários dos nerds saudosos. "Tenho Buddy Holly, o precursor do rock como
ícone de estilo", declara Pedro. Mesmo com roupas saudosistas, a característica nerd que idolatra o passado termina por aí. Pedro adora programar linux, tem um blog só
de tecnologia (www.erros523.com) e está conectado pelo
facebook, twitter, orkut e MSN "o tempo que a bateria do
celular permite".
Como posso
participar?
Brasília, segunda-feira, 7 de setembro de 2009
No www.correiobraziliense.com.br/euestudante
Valor referente ao Pré –PAS Semestral nas unidades de Taguatinga,em todos os turnos.Valor promocional com desconto somente
para ex-alunos ALUB, para pagamento em cheque, dinheiro ou cartão.Conforme disponibilidade de vagas.
EU 5-24
CMYK
Nerd
4/5
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Coisas que não vivo sem
Meu estilo
CORREIO BRAZILIENSE
EU 6-23
Capa
22/23
Bola Murcha
Camila de Magalhães
Engenharia
Apesar de ainda ser minoria, a
mulherada dos cursos de engenharia da Universidade de Brasília
está aí para provar que já vem ganhando espaço. A estudante de
engenharia de redes Ethel Gondim, 19 anos, defende que é errado pensar que só os homens se
dão bem na área de exatas.“Mesmo existindo um pouco de preconceito, quem gosta de cálculos
não tem medo de entrar no curso”, garante.
Quéssia de Noronha, 20, é uma
das seis mulheres entre 34 homens na sala de aula do 6º semestre de engenharia mecânica.“Me
sinto um pouco especial, a gente
surpreende as pessoas, pois ninguém espera que você faça engenharia, ainda mais mecânica”, observa.Vanessa Oliveira, 22, também
da engenharia mecânica, admite
que ainda há preconceito.“A gente
entra nos laboratórios e os técnicos acham que estamos perdidas,
que não somos alunas”.
O curso - Há várias opções de
áreas dentro da engenharia. Na
UnB, são oferecidos cursos de graduação em engenharia mecânica,
civil, mecatrônica, elétrica, automotiva, de redes de comunicação,
agronômica, florestal, de energia,
eletrônica, de computação e de
software. O início de todos eles é
bem parecido. Nos três primeiros
semestres, o aluno lida com matérias de cálculo e física. Em seguida,
entram as disciplinas específicas.
No caso de mecânica, projetos de
máquinas, mecânica dos fluidos,
transferência de calor. Já em redes
de computação, teoria da informação, redes de comunicação de dados e telecomunicações.A engenharia civil aborda estruturas e
construção civil, geotecnia, recursos hídricos e meio ambiente,
transportes e sistemas construtivos e materiais.
Duração - média de 5 anos.
Áreas de trabalho - consultoria, concepção de projetos, controle de qualidade.
Gustavo Borges, 36, ex-nadador, quatro vezes medalhista olímpico, recordista
brasileiro em medalhas pan-americanas, recordista brasileiro em medalhas da
Copa do Mundo, recordista mundial de natação.
Evandro Teixeira/COB
"Dentro do cenário esportivo, o Brasil tem uma tradição de
formação de clubes.Várias universidades entram com conceito de clube, não de universidade. O modelo americano é
difícil de ser seguido, onde há esportes fortíssimos. Mas
poderíamos ter uma organização, incentivos para que universidades tivessem parques adequados e competições adequadas para os clubes, não só Jogos Universitários, que não
sei se é uma forma muito competitiva. No entanto, o investimento tem que ser de maneira ampla, em todos os níveis. O
Brasil também merece atenção voltada para o aspecto de conhecimento dos
profissionais ao redor. Falta capacitação”.
"Brasília é muito carente de pistas para atletismo.Aqui a única pista oficial
é a do CIEF, mas há uma burocracia danada para treinarmos. Em termos
de estrutura, a cidade deixa muito a desejar. Atleta bom tem demais, porém a região é muito carente em termos de empresários.Muitos atletas já
tiveram que deixar a cidade. Aparecem patrocínios de São Paulo e Rio de
Janeiro e os atletas têm que abrir mão daqui. Sobradinho, onde comecei,
agora que tem uma pista,com muita dificuldade.As quadras estão destruídas. Poderiam sair atletas de lá. Já vi muitos amigos se perderem em drogas, tiros. Eles se desviaram para outro lado pela falta de condições. Para
ser atleta de ponta,tem que ralar muito.Brasília não tem projeto.É difícil ver atleta de iniciação”.
Hudson de Souza, 32, corredor meio-fundista (800m a 5 km), tem 12 títulos de campeão
brasileiro, cinco recordes sul-americanos, quatro medalhas em Jogos Pan-americanos,
participou de três jogos olímpicos e quatro mundiais. É bolsista da Universidade Católica de Brasília.
Na UnB
Confira o número de alunos matriculados em cada um dos cursos tradicionalmente masculinos
Curso
homens
mulheres
Administração (diurno)
300
266
Administração (noturno)
304
148
Economia
317
146
Direito (diurno)
184
131
Direito (noturno)
264
124
Engenharia civil
334
99
Engenharia elétrica
329
66
Engenharia mecânica
362
31
Engenharia de redes de comunicação
221
44
Engenharia florestal
197
224
* Dados da Universidade de Brasília
CMYK
Este ano, a Secretaria de
Esporte e Lazer do DF
recebeu R$ 12 milhões
para investimento. Parte
dos recursos é destinada
aos programas Bolsa
Atleta e Compete,
Brasília. O primeiro contempla atualmente 125
atletas indicados pelas
federações e que não têm
apoio empresarial. O
benefício atende prioritariamente atletas estudantis, aproximadamente
50% do benefício. O
restante é dividido entre
as categorias de participação esportiva estadual
(21,4%),nacional (17,4%),
internacional (11,1%) e
olímpica (1,6%).
Já o programa Compete,Brasília atendeu 662
atletas de janeiro a julho
deste ano. Foram
custeadas 80 passagens
terrestres e 582 aéreas
para disputarem competições nacionais e internacionais. “Embora
estejamos aquém da necessidade, o que fazemos
aqui não acontece nos
outros estados”, garante
o secretário Aguinaldo
de Jesus.
Grandes atletas analisam os problemas do país nessa área
Rodrigo Rosenthal/Divulgacao
CMYK
A
Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press
Investimento
público
EU 6-23
vida de Lucas Morais, 17
anos, mudou completamente de dois anos para
cá. Estudante da rede pública e
morador de Recanto das Emas,
sua rotina era ir de casa para a
escola, no Guará, e vice-versa. Lá
começou a se interessar pelo
basquete e a se destacar no esporte, com uma ajudinha de sua
altura. Ele mede nada menos do
que 2 metros.
A primeira chance veio com
a seletiva de basquete na escolinha Lance Livre, terceirizada pelo Colégio Santa Dorotéia. Foi
convidado para integrar a seleção brasiliense, ganhou bolsa de
estudos na escola particular e
até aluguel de uma quitinete
bem próxima à instituição, na
Asa Norte, para facilitar o acesso aos estudos e treinos durante
a semana.
Ele divide o apartamento com
o colega David Henrique Conrado, 16. Morador de Sobradinho, o
garoto madrugava para chegar às
aulas a tempo e ficava fora de casa
até tarde para treinar.
O jovem tem consciência de
que a vida no esporte não é fácil.
“Se não continuar no basquete,
pelo menos tenho os estudos”,
pondera. Mas seu sonho é representar o país na seleção brasileira de basquete.
David e Lucas são exemplos
de uma minoria de jovens do Distrito Federal que conseguiram
apoio no esporte e tem um futuro brilhante pela frente. Para milhares de estudantes, o cenário é
bem diferente.
Das 1.070 escolas de ensino
básico do DF — públicas e particulares — , 43% não têm quadras
de esportes. No resto do país, a
realidade é ainda menos animadora: 73% das quase 200 mil escolas
não têm espaço para prática desportiva. Os dados são do Censo
Escolar 2008, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos Pesquisas Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação.
Iano Andrade/CB/D.A Press
Por que as escolas e universidades brasileiras não investem em esporte? E
saiba sobre os planos dos governos local e federal para apoiar os jovens atletas
Brasília, segunda-feira, 7 de setembro de 2009
CORREIO BRAZILIENSE
Carreira
6/7
Conheça mais sobre alguns cursos tradicionalmente masculinos e saiba
a opinião das estudantes sobre a presença feminina nessas áreas
Administração
Professor do curso de administração da UnB há 34 anos, Carlos Alberto Torres afirma que a porcentagem de mulheres sempre foi significativa na instituição, mas o maior
aumento da presença feminina
ocorreu na última década.“Pareceme que o número de mulheres já
superou o de homens”, comenta.
Entre as hipóteses para o crescimento da procura,Torres aponta a
a vocação para organizar e sistematizar processos, além de maior
acessibilidade.A aluna do 5º semestre na UnB Natasha Wiedmann, 22,
destaca o dinamismo e criatividade
das mulheres, que, segundo ela, dão
um “toque mais leve para a administração”. Já a colega Bárbara Bravim,
21,afirma que escolheu o curso por
ser amplo e poder focar em diversas perspectivas.
O curso — Assim como as demais faculdades, o curso de admi-
nistração começa com noções de
várias áreas. Estão no currículo introduções à economia, matemática,
sociologia, psicologia e contabilidade. Depois, o foco vai para mercadologia, finanças, recursos humanos, orçamento, processo decisório
e mercado financeiro.
Áreas de trabalho — Finanças,
administração de pessoas, marketing, administração da produção e
administração geral.
Duração — média de 5 anos.
"São poucas as universidades que incentivam o
esporte.Eles não têm uma visão de que vão colher um fruto a longo prazo.Tem muita universidade que acha que, investindo hoje, vai colher
o fruto amanhã. Mas leva um ano, um ano e
meio. A gente perde muito atleta para fora porque não há esse investimento. No Brasil, o esporte é clubístico. Na universidade, você pode
estudar e ter todo o acompanhamento. Seria
mais fácil para o atleta. Numa faculdade que possa propor a bolsa
para o aluno atleta, há tranquilidade para os pais e o adolescente não
vai precisar optar por deixar a prática esportiva”.
Rebeca Gusmão, 24, nadadora, medalhista de ouro nos Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro 2007. Cursa educação física no
UniCeub, de onde é ex-bolsista. Representa o Centro universitário
no futebol feminino.
"Brasília tem um potencial humano enorme. Há muitas crianças ansiosas porque tem
muito espaço e pouca oportunidade de desenvolver a prática esportiva.Todos os colégios particulares têm ginásios bons e de qualidade. O que falta é o apoio, que, aos poucos, o governo e iniciativa privada estão entendendo que é importante para a juventude não optar pela criminalidade.Na minha época,o esporte tinha um certo glamour. A
aula de educação física era o momento mais esperado pela turma. Mas o apoio ao esporte se perdeu junto com o interesse pela educação física. Minha torcida é para que
as pessoas, o governo e a iniciativa privada entendam que esporte é uma ferramenta
imprescindível na formação do cidadão, passa lições, regras e valores muito importantes. Sou filha de mecânico com dona de casa, passei por uma realidade dura de brigas de rua em Taguatinga e
o esporte me abriu um horizonte enorme. Quando saí, senti muito, mas tive que sair porque sabia que a cidade não oferecia estrutura para minha vida.Mas Brasília pode novamente ressuscitar e alimentar sonhos de
muitos atletas”.
Leila Barros, 37, foi atleta da seleção brasileira de vôlei, medalhista nas Olimpíadas de Atlanta (Estados
Unidos), em 1996, e jogou por cinco anos no vôlei de praia. Ela toca um projeto social em Brasília, Amigos
do Vôlei, ao lado da também ex-jogadora da seleção brasileira Ricarda Negrão, 38.
EU 7-22
A quantidade de mulheres no
curso de economia da UnB ainda é bem inferior ao número
de homens. É o que constata a
estudante do 3º semestre Sofia
Hauschild, 18. Na turma dela,
são 10 mulheres para 40 homens.“Quando as pessoas pensam em economista, já imaginam um cara de óculos e engravatado”, comenta. Mas as representantes do sexo feminino
não ficam para trás.
“Os homens falam que as mulheres têm menos capacidade
para a matemática, mas a gente
está provando que não é bem
assim”, ressalta Ana Carolina
Carvalho, 19. Elas esbanjam nos
cálculos e utilizam a sensibilidade para resolver problemas. O
desempenho nas notas é igual
ou superior ao dos homens.
O curso — O início do curso
é marcado por matérias introdutórias a áreas afins. É o caso
de introdução à economia, direito, ciência política, contabilidade, estatística, cálculo e história econômica geral. A partir
da segunda metade, entram
matérias mais específicas, como macroeconomia, microeconomia, econometria, economia industrial e economia política. Não há estágio obrigatório, mas as oportunidades costumam aparecer a partir do
quinto semestre.
Duração — 4 anos.
Áreas de trabalho — O
economista pode trabalhar em
consultorias, bancos públicos e
privados, área de finanças, pesquisa, fundos de pensão e até
como gestor.
Daniel Ferreira/CB/D.A Press
Economia
Carlos Silva/Esp. CB/D.A Press
Valério Ayres/Esp. CB/D.A Press
Embora o orçamento do Ministério do Esporte tenha aumentado
nos últimos anos, de R$ 371,3 milhões em 2003 para R$ 1,3 bilhão em
2009, os recursos ainda são insuficientes para um bom desenvolvimento do esporte em nível nacional, conforme destaca o ministro Orlando
Silva. "As escolas também precisam aprimorar seu caráter de espaços
formadores de atletas. Elas sempre foram os locais mais indicados para
o processo de estímulo e formação esportiva, para além das aulas de
educação física", observa.
Silva também lembra a importância da ação de empresas privadas.
“O Ministério do Esporte, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte,
tem estimulado o empresariado brasileiro a investir nessa área fazendo uso da aplicação direta dos impostos devidos”, afirma.“É importante reforçar essa possibilidade, pois ela pode significar aumento direto de investimentos no esporte e ser uma chance importante e rica para nossa juventude e nossa população”.
O investimento ainda precário no esporte se reflete no desempenho do país em competições. Nas Olimpíadas de Pequim, no ano passado, o Brasil ficou na 23ª posição geral, com 15 medalhas. Os Estados Unidos ficaram em segundo, atrás da China, mas conseguiram
nada menos do que 110 medalhas.
Na terra do Tio Sam, o esporte é levado a sério desde a escola. E
aqueles que se destacam são convidados para estudar nas universidades privadas do país para representar as instituições em campeonatos
nacionais e internacionais. E há muitos brasileiros que acabam aproveitando esse benefício para alcançar passos maiores no mundo competitivo, como o nadador Gustavo Borges, ex-bolsista da Universidade de
Michigan, onde formou-se em economia.
Durante encontro com cerca de 25 atletas da equipe brasileira de
natação no mês passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao
ministro do Esporte,Orlando Silva,que fale com os reitores das universidades públicas federais e das instituições privadas para encontrar formas de apoiar os nadadores com bolsas de estudo, a exemplo do que
acontece nos Estados Unidos.
Caio Gomez/CB/D.A Press
Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press
EU 7-22
As colegas Lara Borges,Aimée Feijão, Marina Lacerda, Juliana Litaiff e Ana Beatriz Robalinho (foto)se encontraram no curso e têm planos ambiciosos para o
mercado de trabalho. Uma parte pretende se tornar
juíza e outra, procuradora.“Resolvi desde pequeninha”,
comenta a futura juíza Ana Beatriz. Já Alice Braatz prefere se dedicar à advocacia.
O curso - Nos primeiros semestres, há aulas de introdução à sociologia,filosofia,economia e ciência política.A
partir do terceiro semestre, as matérias entram mais na
prática do direito.Os alunos estudam direito privado,público, penal, civil, constitucional, administrativo, tributário,
trabalhista e de sucessões. Nos dois últimos anos, há o
estágio obrigatório. No caso da Universidade de Brasília,
ele ocorre no núcleo de prática jurídica em Ceilândia.
Duração - 5 anos (diurno) ou 6 anos (noturno).
Áreas de trabalho - Para exercer a advocacia,o bacharel de direito deve passar pelas duas etapas da prova
da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O profissional também pode optar pela área acadêmica ou pelo
serviço público, em cargos como juiz, promotor, defensor público, auditor militar, procurador e delegado.
Camila de Magalhães
CMYK
Mas ainda há esperança para que o esporte brasiliense
dê uma guinada. Reforma de ginásios, criação de novos
campos para escolinhas e cobertura de todas as quadras de escolas públicas do DF estão nos planos da Secretaria de Esporte e Lazer.A última,segundo o secretário Aguinaldo de Jesus,está em fase de licitação.As obras
devem começar até o fim do ano.
Uma nova forma de aliar esporte e educação, na
avaliação do secretário, é a construção de 14 grandes
vilas olímpicas nas cidades do DF.A primeira deve ser
inaugurada em 16 de outubro, em Samambaia. Segundo Aguinaldo, cada vila olímpica vai abrigar 5 mil estudantes no contra-turno da escola.“Queremos transformar a escolinha num centro de excelência do esporte de Brasília, pinçando aquele aluno ou pessoa da
comunidade que seria um atleta de ponta amanhã e
trazê-lo para os centros com bolsa atleta, passagens e
atendimento médico”.
Para cuidar da saúde desse grupo, também será
criado o Instituto do Atleta, um centro de tratamento
médico com apoio de profissionais da saúde pública
do DF, seguindo o modelo de Cuba. Serão oferecidos
serviços de nutricionista, fisioterapeuta, ortopedista,
psicólogo, com custo zero. Em fase de licitação, as instalações estão sendo preparadas para que se possa
construir o projeto no ginásio e conjunto aquático
Cláudio Coutinho, ao lado do estádio Mané Garrincha.A ideia é atender não só estudantes da educação
básica, mas também a comunidade.
Outra aposta é a criação de um centro de excelência do esporte no Eixo Monumental.A área utilizada será a do Centro Poliesportivo Ayrton Senna
(antigo Departamento de Educação Física, Esportes
e Recreação - Defer). Em breve, o Centro de Educação Física e Desporto de Alto Rendimento Escolar
(Cefare, antigo Cief) deve tornar-se uma referência
ainda maior.
CMYK
Direito
Até Lula já pediu aos reitores
para apoiar os atletas
GDF quer construir
vilas olímpicas
Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press
Brasília, segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Conheça escolas que investem em esportes no Distrito Federal. Algumas delas terceirizam
os serviços de professores, outras oferecem bolsas de estudo ou patrocínio aos atletas
Cadu Gomes/CB/D.A Press
Esporte terceirizado
As meninas do vôlei
Em 2003, o técnico Fernando
Alves era treinador do Instituto
Amigos do Vôlei na Candangolândia, conheceu o coordenador de esportes do colégio
Nossa Senhora de Fátima, Fabrício Carvalho, e sugeriu levar
para a escola atletas de destaque com bolsas de estudos.A
ideia foi aprovada e hoje, 40 jogadoras recebem bolsas permanentes, de 50% a 100%.
Meninas não só da Candangolândia ganharam a oportunidade de dar um salto na vida após
serem convidadas para deixar a
escola pública e representar o
colégio particular Nossa Senhora de Fátima no time de voleibol. Garotas de Ceilândia,
Santa Maria,Taguatinga, Gama,
São Sebastião, Guará, Cruzeiro,
Riacho Fundo I e II, Samambaia
e até Santo Antônio do Descoberto tiveram seus destinos
modificados pelo projeto.
Noely Oliveira, 15 anos, estava cansada das aulas de educa-
ção física praticadas ao sol e resolveu começar o treinamento
de voleibol perto de casa, na
Candangolândia.“Entrei no vôlei porque achava bonito usar
joelheira, mas só vim usar há
pouco tempo”, lembra.
Há três anos, ela e a irmã foram convidadas para estudar no
Nossa Senhora de Fátima.“Mudou muita coisa, conheci recursos, aprendi a me virar sozinha,
andar de ônibus.” A moça acorda todos os dias às 6h para ir às
aulas e treina três vezes por semana.“Meu sonho é entrar na
seleção brasileira, mas, se não
der,pelo menos a gente tentou.”
Desde o início, o trabalho já
colhe frutos. Logo no primeiro
ano, a equipe venceu os Jogos
Escolares do DF e garantiu o 5º
lugar nas Olimpíadas Escolares
Brasileiras. Hoje, é tetracampeã
do JEDF.Tainara Holanda, 16
anos, está na seleção brasiliense
de voleibol.“Meu sonho é ser
jogadora profissional, não falo
só em seleção brasileira, mas
em continuar jogando”, diz.
A ex-aluna Tandara, de Vicente Pires, hoje está jogando
por um time de Brusque (SC) e
foi eleita a melhor atacante da
América do Sul em 2005, quando foi campeã mundial pela seleção brasileira infanto-juvenil.
“Para mim, não há o que pague
esse reconhecimento”, afirma
Fernando Alves.“Ganho muito
mais com o prazer de ver as
meninas brilharem do que com
o lado financeiro da profissão.”
O mesmo aconteceu com os
meninos do futsal, cujo projeto
começou no ano passado, com
30 bolsas permanentes, parte
para alunos carentes, parte para
alunos da escola que se destacam no esporte . Para manter o
benefício, é preciso ter bom desempenho nos estudos.
As inscrições, uniformes e
transporte para jogos são custeados, assim como a preparação física,com equipamentos de
musculação e o atendimento de
um fisioterapeuta.
CMYK
O incentivo à permanência no
esporte não é restrito aos alunos
Lucas Morais e David Henrique
Conrado. Doze alunos do basquete, handebol e voleibol recebem
bolsas integrais e parciais a partir
de 50% no Colégio Santa Dorotéia. O benefício é dado não só a
jovens carentes, mas também a antigos alunos da escola que têm talento esportivo.
O carro-chefe da escola é o
basquete, que se sobressai hoje,
com cinco jogadores da seleção
brasiliense. Há alunos moradores
de Planaltina, Brazlândia, Sobradinho e Recanto das Emas.
Breno Sena, 16 anos, começou
a estudar na escola a partir da 8ª
série, quando foi convidado para
receber bolsa de estudos integral.
Foi convocado para a seletiva da
seleção brasileira em sua categoria. Guilherme Parreira Passos, 17,
também ingressou para a escola
por causa do projeto.
O trabalho com bolsa para atle-
tas já dura 30 anos, mas é condicionado às boas notas nas disciplinas escolares. Para isso, contam
com acompanhamento pedagógico e reforço escolar, se necessário, pois são liberados em algumas
etapas para viagens e repõem o
conteúdo depois.
Há uma década, os treinamentos são dados por profissionais de
uma empresa terceirizada, a Lance
Livre, porém na estrutura da escola. Nos federativos, representam a
Lance Livre.
O colégio arca ainda com custos de inscrições, uniforme, apoio
de fisioterapia, transporte para jogos e não cobra pela participação
dos atletas nas equipes.
“Muitos estudantes querem vir
para cá porque, além do estudo
bom, tem o incentivo ao esporte”,
destaca o coordenador do basquete, Ricardo Oliveira.
O resultado é satisfatório na
vida escolar, como disciplina, organização e trabalho de comando,
conforme destaca a supervisora
pedagógica Valéria Calmon.
EU 8-21
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Iano Andrade/CB/D.A Press
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Termo de Cooperação Técnica: Distrito Federal / Secretaria de Estado de Educação / Diários Associados / Correio Braziliense S/A.
EU 8-21
Capa
do
Os alunos com mais conteú
na sala de aula, e mais
informação na internet.
O Leio e Escrevo meu Futuro vai muito mais longe. Além de chegar às 199 escolas da rede de ensino público do DF, o projeto
chega até milhares de internautas. Para isso, o Correio Braziliense e o Governo do Distrito Federal desenvolveram um
hotsite exclusivo, que funciona como um canal direto entre os alunos e o projeto. Quem acessa www.leioeescrevomeufuturo.
com.br encontra informações atualizadas, ferramentas de interação com os professores, cobertura editorial e muitas
novidades. E ainda: BLOG para aproximação dos alunos com os educadores; QUIZ com assuntos diversos de interesse
dos jovens; DICAS de português, gramática e ortografia e ESPAÇO para divulgação das iniciativas geradas nas escolas.
CORREIO BRAZILIENSE
Carreira
O domínio da
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turma do batom
Áreas como engenharia,
administração de empresas,
economia e advocacia,
profissões majoritariamente
masculinas, passaram a atrair
mais a atenção das mulheres
colher profissões diferentes”, explica a especialista.
Na avaliação de Heitor Kuser,
fundador e presidente do Instituto
Brasileiro de Desenvolvimento
Econômico e Social (Ibdes) e da
Caixa de Assistência das Profissões
(CAP), o aumento do número de
mulheres em profissões tradicionalmente masculinas também é reflexo da necessidade de um incremento na renda familiar.
O ingresso feminino nessas
áreas é visto de forma positiva por
Kuser.“O comprometimento com
suas atividades e com as ações colocadas da empresa ou da instituição, principalmente, nos cargos de
chefia é a grande diferença e o que
tem gerado o reconhecimento
dos empregadores e também dos
colegas”, aponta.
A mudança é sentida na pele
por Valdelice Teodoro, presidente
do Conselho Nacional de Técnicos Radiologistas pela terceira
gestão.“A mulher está ocupando a
gerência em profissões com maior
número de profissionais do sexo
masculino porque está desbravando para conhecer o novo e marcando o território com competência”, analisa.
conta com uma referência em plataforma de salto e piscina, o que
chamou a atenção do paraense Ian
Matos, 20 anos. Ele deixou o Norte
do país para tentar a vida no esporte e conseguiu o patrocínio do Mackenzie.“Eu me joguei, não tinha
muita coisa a perder”, comenta o
campeão brasileiro e pan-americano de salto sincronizado.
O investimento também tem
gerado alguns frutos internos no
colégio, como a motivação dos alunos ao esporte. Hoje, 48 alunos do
ensino fundamental e médio estão
divididos entre a escolinha e o treinamento de saltos ornamentais.
O estudante Thiago Cirilo, 16
anos, é um deles. Inspirado pelo
pai, saltava do trampolim em casa.
Mas, ao ver os atletas olímpicos,
resolveu começar a treinar de
verdade. “Gostaria muito de seguir a carreira, competir e chegar
ao nível deles”, adianta.
O Mackenzie concede dez bolsas (de 20% a 50%) a alunos que integram as equipes de natação, handebol,futsal,saltos ornamentais,vôlei e basquete.O critério para receber o benefício é estudar na escola
há, pelo menos, um ano, ter boas
notas e não repetir de ano.
“Nosso estímulo é pegar os
menores para terem tempo de
chegar ao nível de ponta”, resume
o coordenador de esportes em
Brasília, Adailton Santanna. Um
exemplo desse investimento é a
corredora Ana Paula Brandão, que
ingressou na escola na 3ª série e
só saiu ao fim do ensino médio,
sempre com bolsa.
Além das bolsas, a escola oferece o apoio da infraestrutura,parque
esportivo, professores capacitados,
pagamento de inscrições e transporte para torneios locais.As viagens internacionais são parcerias
entre pais e escola.
EU 9-20
Num passado não muito distante, quando se pensava em juristas,
só vinham à cabeça nomes masculinos. Os cargos de juiz, procurador, promotor e advogado eram
dominados pelos homens. Nos últimos 30 anos, essa realidade mudou. Muitas mulheres largaram os
tanques e fogões para se dedicar a
profissões tradicionalmente exercidas pelo sexo oposto.
Prova disso é a turma do 2º semestre de direito diurno na UnB,
onde o número de mulheres superou o de homens, conforme conta
a estudante Juliana Litaiff, 19 anos.
No grupo de calouros, diz ela, a
maioria é masculina, mas a presença feminina não fica muito para
trás. Mas o total de matrículas na
faculdade de direito da UnB aponta para uma maioria masculina. São
448 homens e 255 mulheres.
Mesmo assim, Juliana afirma
não observar qualquer forma de
preconceito, tanto que a diretora
da faculdade de direito é uma mulher.“As opiniões de ambos os sexos têm a mesma validade”, garante a estudante.
Pesquisa realizada pela profes-
sora Regina Madalozzo, do Insper
Instituto de Ensino e Pesquisa, revela que o número de profissionais mulheres na área do direito
quase triplicou de 1978 para 2007.
Passou de 18% para 44%. A tendência do aumento se repete em
outras carreiras.A quantidade de
engenheiras duplicou nos últimos
30 anos. Subiu de 5% para 10%.As
profissionais formadas em administração representavam 17% e
passaram para 36%.
Os dados foram colhidos da
Pesquisa Nacional de Amostras
por Domicílio, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O objetivo de Regina era desvendar a distribuição
ocupacional de homens e mulheres no Brasil nos anos de 1978,
1988, 1998 e 2007.
A professora do Insper destaca
que a maior inserção das mulheres
no mercado de trabalho se deu na
década de 1980, quando cerca de
50% das mulheres economicamente ativas estavam trabalhando.“Primeiro, elas conquistaram apenas a
entrada, mas depois conquistaram a
qualificação e perceberam que podem ser tão capazes quanto os homens.Isso abriu possibilidade de es-
Patrocínio para atletas
Desde 2003, o Mackenzie investe
em categorias profissionais,patrocinando atletas de alto rendimento.
Sete atletas e uma equipe integram
o quadro esportivo da instituição.
Em São Paulo,o apoio vai para o nadador paraolímpico Daniel Dias,
outros dois para-atletas, uma equipe de vôlei feminina e um time de
futebol feminino.Em Brasília, os beneficiados são os atletas da equipe
olímpica brasileira de saltos ornamentais, César Castro, Hugo Parisi
e Ian Mattos.
O apoio foi responsável pelo
retorno do brasiliense Hugo Parisi, 25 anos, à cidade de origem, já
que ele teve de se mudar para o
Rio de Janeiro para dar prosseguimento à carreira no salto ornamental.“Sempre tive vontade de
voltar, mas não aparecia oportunidade concreta”, observa.
A estrutura da capital federal
Brasília, segunda-feira, 7 de setembro de 2009
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EU 9-20
Camila de Magalhães
Cadu Gomes/CB/D.A Press
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CORREIO BRAZILIENSE
Capa
Brasília, segunda-feira, 7 de setembro de 2009
APESAR DA FAMA, NEM SEMPRE ESSA GALERA
TEM NOTAS BAIXAS OU SE DÁ MAL NA VIDA
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CAMILA RODRIGUES E ALINE GOMES
BRILHAM NA GINÁSTICA RÍTMICA
Investindo em
atletas de ponta
As atletas contam que muitas
participações em campeonatos se
deram com ajuda do programa
Compete, Brasília, da Secretaria de
Esporte e Lazer do DF. Mas elas já
deixaram de participar de campeonatos internacionais por falta de patrocínio. A escassez de recursos e a
burocracia para participação em
campeonatos fora do DF é o principal problema enfrentado no Cefare, segundo o coordenador do local, Guilherme Samy.
Ele diz que o centro faz o que
pode, mas nem sempre consegue
ajudar os atletas em viagens.“A verba não atende a todas as necessidades,mas,se não fosse a Secretaria de
Educação, não participaríamos de
nada”, revela.“O esporte em Brasília
é feito com suor, é extremamente
talentoso, mas não tem o apoio que
precisa”,lamenta o coordenador.
O ingresso no Cefare se dá de
duas maneiras. A primeira é por
meio da visita de professores aos
centros de iniciação desportivas
(CIDs) em todas as cidades do DF
para descobrir talentos e levá-los
para treinar.A outra possibilidade
é que os estudantes vão ao Cefare
em qualquer época do ano para
fazer testes e avaliar a possibilidade de entrada.
Handebol é forte
Há seis anos, a equipe de professores esportivos do Sigma conseguiu despertar na escola
a necessidade de oferecer aos alunos escolinhas de esportes.Até lá, os estudantes apenas participavam das aulas de educação física.
Foram montadas equipes do ensino fundamental e médio para participação em competições de voleibol, basquete, futsal e handebol, sem custos para os atletas.
Os bons resultados foram aparecendo e
a instituição decidiu, no ano passado, conceder bolsas parciais de 15% a todos os atletas
das equipes. O pré-requisito é que eles tenham, no mínimo, nota 7 em todas as disciplinas escolares. “Conseguimos melhorar
muito o rendimento dos alunos”, comemora
o coordenador de educação física, Carlos
Roberto Teles. Dezesseis atletas recebem
hoje o desconto.
Além do benefício, a escola arca com todas as despesas de inscrições em campeonatos locais e nacionais, além de transporte para torneios locais e uniformes. O time de
handebol feminino do ensino médio é a menina dos olhos do coordenador.As garotas
foram vice-campeãs do campeonato da Federação Regional do Desporto em 2008, conquistaram a medalha de bronze nos Jogos Escolares do DF em 2007, além da sexta colocação no Curitiba International Cup no mesmo ano.Várias atletas são convocadas para a
seleção brasiliense de handebol.
Zuleika de Souza/CB/D.A Press
“Fui da turma do fundão por
muitos anos. Desde a 5ª série,
quando estudava em um colégio de freiras em Penápolis (SP),
de tanto ser mandada para fora
de sala de aula, colocavam eu e
mais dois meninos no fundo, cada um em uma fileira. Cheguei a
levar até suspensão porque
aprontava muito mesmo.Além
de falar muito durante a aula, eu
fazia bagunça. Colocava apelido
nos colegas, desenhava as pessoas na lousa, adorava brincar
de luta.Também colava rabo no
bumbum dos outros, pintava
com corretivo as unhas de
quem dormia na sala. Mas nunca respondi o professor. No
ensino médio, continuei na turma do fundão. Eu ficava mandando entregar presente
bizarro na classe quando era
aniversário de alguém. Soltava o
perfume mais fedido que existia
para ficar o fedor a aula toda,
também tinha aquele ‘peido de
véia’, colocava ovo no ventilador.Apesar disso, minhas notas eram boas.Tenho que admitir que colava bastante, eu sabia
colar.Tenho saudade daquela
época. Mas acho que o trabalho
no Pânico na TV é uma extensão disso tudo”.
Maria Paula Fidalgo, 38 anos
Psicóloga, atriz e apresentadora
do programa humorístico Casseta & Planeta, da TV Globo
Sabrina Sato, 28 anos
Humorista do Pânico na TV,
participou do BBB 3 e foi dançarina
do Domingão do Faustão
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Como o próprio nome diz, o Centro de Educação Física e Desporto
de Alto Rendimento Escolar (Cefare, antigo Cief) é uma instituição do
governo do DF voltada para o desenvolvimento de atletas de ponta
em idade escolar.As equipes de ginástica rítmica, ginástica acrobática,
atletismo, natação, nado sincronizado, boxe e judô são formadas por
215 estudantes, em sua maioria da
rede pública de ensino, que treinam
e competem pela Secretaria de
Educação em torneios escolares e
federativos. O local também é utilizado por escolas da rede para prática de educação física e escolinhas
esportivas. Não há recursos da Secretaria do Esporte e Lazer.
Com exceção do atletismo, os
demais esportistas não recebem
bolsas para participar das equipes.
O incentivo é o treinamento de
qualidade e a estrutura oferecidos.
Apesar disso, os resultados são excelentes. Em ação há dez anos, a
equipe de ginástica rítmica, com
alunos de 4 a 23 anos, é um dos
maiores destaques do centro.Coleciona 17 medalhas em campeonatos brasileiros e ótimas colocações
no pan-americano e na Copa Vancouver, no Canadá.
A ginasta heptacampeã brasiliense Camila Rodrigues (esquerda na foto), 19 anos, treina no grupo desde o começo.Ao longo dos
anos, conseguiu importantes colocações em torneios nacionais.
Quando estava para terminar o ensino médio, veio a dúvida sobre o
que fazer. Continuar no esporte ou
largá-lo? Ela não pensou duas vezes.
Resolveu cursar educação física na
Universidade Católica de Brasília,
onde recebe bolsa, e continuar a fazer o que gosta. Hoje, além de atleta, ela é estagiária e treinadora de
pequenas ginastas lá mesmo,no Cefare.“A ginástica foi o que deu sentido à minha vida”, desabafa.
Aline Gomes (direita na foto), 22, tem a história bem parecida com a da colega de equipe e de
faculdade Camila.A jovem começou a treinar ginástica rítmica na
mesma época e não largou mais o
esporte.“É uma paixão, não consigo me ver fazendo outra atividade”, revela a bicampeã brasileira
em conjuntos, campeã individual
do Torneio Nacional de Ginástica
Rítmica em 2002 e quarto lugar
em conjuntos no Panamericano da
Venezuela, em 2001.
Apesar da fama, nem sempre os mem- gente”, relata Jomar.
O estudante do 2º semestre de engebros da turma do fundão têm notas baixas ou se dão mal na vida. No Centro de nharia na UnB Pedro Souto, 18, sempre foi
Ensino Médio Setor Oeste (Cemso), nem o terror dos professores em sala de aula no
a turma com melhor desempenho no 3º ensino fundamental e médio. Sentava no
ano se salva da bagunça. Os alunos pres- canto da sala,com a galera do fundão,jogava
giz nos colegas, fazia piatam atenção nas aulas,
das o tempo todo e muimas, se houver uma breta bagunça. Foi mandado
cha, aproveitam para bapara fora de sala diversas
ter papo e rir muito. Eri- Resistência
ck Allison, 16, prefere » A coordenadora pedagógica de uma vezes e até mudado de
lugar para sentar em frensentar-se distante do
escola particular, Zuleide Caldeiron,
destaca que antigamente as turmas
te ao quadro negro.
professor para ter mais
eram muito mais bagunceiras. Ela obApesar de ninguém
liberdade dentro de sala.
serva que os alunos são muito cobraacreditar
— nem os
“Acaba criando um amdos pelos professores, que sabem das
professores,
nem a fabiente mais descontraídificuldades e do desinteresse em almília
—,
Pedro
ingresdo lá atrás”,justifica.
gumas matérias.“Há uma resistência
em querer ser interessado, ninguém
sou na Universidade de
quer ser chamado de nerd”, explica.
Brasília por meio do
Aulas monótonas
“Mas hoje o cara que é estudioso
Programa de Avaliação
Jomar Dias, 17, adere à
não precisa ser bobão”, pondera.
Seriada (PAS). “O proideia há bastante tempo
fessor de matemática fae explica que a maioria
lava que minha nota não
dos colegas tem facilidade em compreender o conteúdo. Por ia dar para passar, que era melhor escolher
conta disso, quando as aulas ficam monó- outro curso, mas eu pensei: quer saber?
tonas, a mania de conversar vem à tona. Vou fazer o que eu quero. E deu certo.”
Pedro atribui o sucesso aos bons pro“Quando junta esse pessoal, só sai piada”,
fessores, que passavam o conteúdo essencomenta Vinícius Gomes.
Em um episódio em que um grupo jogava cial durante as aulas, pela manhã e à tarde.
truco em sala de aula, Gustavo de Almeida, “Ficava zoando, mas prestava atenção na
aula”, garante. No 3º ano, passou a sentar
17,lembra que foi mandado para a direção.
“Uma vez, montei um aviãozinho e mi- mais na frente.“Gostava de ficar desenhanrei num moleque da frente, mas foi rápido do,era o jeito de eu ficar calado”.Se não fidemais e bateu no professor de química. zesse isso, ficava inquieto. A atitude deixaEle perguntou quem tinha feito aquilo e va os professores nervosos. Mas quando
dissemos que tinha sido o vento, mas ele faziam perguntas sobre o conteúdo, nindeu pontos negativos para um monte de guém respondia, apenas o rapaz.
“Quando eu estudava no Objetivo, era bem da turma do fundão.Tocava uma zona horrorosa
na escola. Fazia comentários,
piadinhas, jogava bolinhas de papel. Uma coisa bem criançona
mesmo, que só tem graça dentro da sala. Foi uma fase do segundo grau (ensino médio). Fazer parte da turma do fundão
faz com você tenha habilidades
sociais que vão te ajudar para o
resto da vida. Hoje em dia é difícil para o pai exigir do filho que
se concentre o tempo todo na
educação formal porque fora da
escola tem muita informação
também, na internet, em blogs.
A pessoa faz uma mixagem e isso dá instrumentos para ela se
fazer. Por um lado, é legal ter a
formação acadêmica e conseguir um diploma, mas tem a coisa social, da criatividade e descontração. Sem dúvida nenhuma, a rebeldia também é importante para aprender a se colocar. Esse momento tem que ser
vivido na juventude, pois, mais
tarde, a vida vai exigir responsabilidade, comprometimento e
não dá para viver na turma da
bagunça. Na faculdade, fiquei interessada em psicologia e sentava na turma da frente”.
EU 10-19
Aureliza Correa/Esp. CB/D.A Press
Bruno Peres/CB/D.A Press
Daniel Ferreira/CB/D.A Press
EU 10-19
18/19
Dúvida
CORREIO BRAZILIENSE
Você pergunta, a gente responde
12/13
Filipe Guedes/Divulgação
Consultório
de português
CMYK
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Escreva para
Rafael Ohana/CB/D.A Press
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
As gramáticas classificam o posto que como locução conjuntiva concessiva. Joga no
time de embora, mesmo que, apesar de. Mas a
ideia do verso é causal.“Que não seja imortal porque é chama”. Vinicius errou? Artista
tem licença poética. Pode pisar a língua sem
susto. O poetinha empregou o posto que como popularmente se emprega, mas não como manda a norma culta.
Rafael Ohana/CB/D.A Press
Georgia, as duas construções merecem nota
10.Ambas dão o mesmo recado. Só muda o
jeitinho de dizer.Vamos à análise dos ilustres
enunciados?
Na oração “Por amor ao filho
lançou-se o pai ao rio”, quais
os termos que exercem a
função de sujeito e objeto,
visto que “o pai” é agente e
paciente da ação?
Denny Elder Peixoto
Denny,a ordem inversa é calo no pé.Pra fazer
a análise sintática, ponha a frase na ordem direta (O pai lançou-se ao rio por amor ao filho.) Vamos à análise?
É proibido entrar no parque.
O período tem duas orações:
Oração principal: é proibido
Oração subordinada substantiva
subjetiva reduzida de particípio:
entrar no parque
A entrada no parque é proibida.
Aí temos uma oração:
Sujeito simples: a entrada no parque
Predicado nominal: é proibida
Predicativo: proibida
Rafael Ohana/CB/D.A Press
Meyrianne Almeida Barbosa
A ordem direta torna o enunciado mais claro
e, em consequência, mais fácil.Veja: Não me
responsabilizo mais pelo projeto se as
questões ainda não discutidas tiverem de ser
decididas no último instante.
A classificação fica mole, mole:
Oração principal: Não me responsabilizo
mais pelo projeto
Oração subordinada adverbial condicional: se as questões ainda não discutidas
tiverem de ser decididas no último instante
Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press
Na garra
As equipes esportivas da Universidade de Brasília (UnB) são organizadas pelos próprios alunos, com
apoio da Associação Atlética Acadêmica da instituição. Foi assim que
surgiu a equipe feminina de basquete
(foto). As atletas já haviam praticado o esporte na escola, conheciamse e resolveram montar um time. O
empenho foi tão grande que as moças foram campeãs dos Jogos Universitários do DF e garantiram uma
vaga nas Olimpíadas Universidades,
ocorridas no mês passado em Fortaleza (CE).Terminaram o campeonato em 9º lugar na primeira divisão.
“A gente tinha três bolas para
o time”, comenta Daniele Leão, 22
anos , estudante de estatítica. Segundo ela, o que a fez permanecer
treinando foi o amor ao esporte.
Depois de procurarem a atlética,
conseguiram uniforme e ultimamente, passagens aéreas para viajar a Fortaleza.
Este semestre,lembra a estudante de direito Adriana Mindêllo, 21
anos,as atletas tiveram acesso à academia do Centro Olímpico, mais
bolas foram compradas e há apoio
de fisioterapeutas e psicólogos.
O técnico de basquete Carlos
Gomes está há 10 anos na chefia
do time e sempre trabalhou como
voluntário.“Este é o primeiro ano
que o esporte recebe auxílio da
UnB para contratação”, revela. As
melhorias antecipam o que virá
com o Programa de Desenvolvimento do Esporte e Valorização
do Atleta da UnB, lançado este
mês pelo Decanato de Assuntos
Comunitários (DAC).
A ideia é incentivar mais a participação dos atletas em competições esportivas e avançar no atendimento não só do atleta, mas de
toda a comunidade universitária
para usar o esporte e o lazer como instrumento para qualidade de
vida e integração.
De acordo com a diretora de
esporte, arte e cultura do DAC,
Lucila Rondon, a ação prevê a contratação temporária de técnicos
para 14 modalidades esportivas
para treinamentos mais rigorosos;
concessão de bolsas atletas a partir deste mês (inicialmente serão
50); auxílio-esporte (passagens de
ônibus); reforma e construção da
estrutura física para treinos; fundação de novos clubes; parcerias internas para atendimento médico,
psicológico, nutricional e fisioterapêutico; parcerias externas para
suporte ao deslocamento em caso
de competições; observatório esportivo com pesquisas; além de
agenda esportiva e de lazer para as
mais de 30 mil pessoas que circulam pela universidade.
“ Essa é a nossa meta, não se sabe se será possível atingí-la, mas vamos fazer todo o esforço”, destaca
Lucila Rondon.
EU 13-16
Sujeito: pai
Predicado verbal: lançou-se ao rio por
amor ao filho
Núcleo: lançou
Objeto direto (quem lança lança alguém ou alguma coisa): se
Adjunto adverbial de lugar: ao rio
Adjunto adverbial de causa: por amor ao
filho
Núcleo: amor
Complemento nominal: ao filho
“Se tiverem que ser
decididas no último instante
as questões ainda não
discutidas, não me
responsabilizo mais pelo
projeto”. As orações estão na
ordem inversa. Como
reescrevê-las na ordem
direta? Qual das duas formas
é preferível?
Ao contrário de alguns anos, quando o Centro Universitário de Brasília (UniCeub) patrocinava atletas
de ponta como a nadadora Rebeca
Gusmão e oferecia mais bolsas com
maior porcentagem de desconto,
hoje praticamente se restringe a incentivar a participação dos alunos
no esporte. Cerca de mil estudantes praticam modalidades como
futsal, voleibol, handebol, basquete,
futebol de campo, natação, jiu jitsu,
karatê e boxe chinês, sem custo.
Desse total, apenas 20 recebem
bolsas parciais de 25%, todas distribuídas pelo Diretório Central Acadêmico (DCE).
“Temos a oferta de estrutura e
oportunidade para que alunos pratiquem esportes dentro do UniCeub”, observa o professor Daniel
Veloso. Além disso, o centro universitário cobre as despesas de inscrições, passagem e uniformes, no
caso de participação dos atletas em
campeonatos universitários.
Aluno de relações internacionais, Udson Santos (foto), 22 anos,
recebe a bolsa atleta por se destacar na natação. Nas categorias
50m e100m livre, ele tem títulos
como campeão do Centro-Oeste,
campeão brasiliense, finalista do
campeonato brasileiro e das olimpíadas universitárias.
“Acho importante ter um auxílio por causa do esporte, mas deveria ter mais”, opina Udson. A estudante do 4º semestre de educação
física Raquel Rosa Araújo, também
nadadora e dona de títulos locais e
regionais, recebe bolsa de estudos
por ter conseguido boa colocação
no vestibular, mas isso a impediu de
ter uma bolsa atleta. Para ela, isso a
deixa desmotivada para representar a faculdade nos campeonatos.
tições federativas e universitárias são custeadas pela universidade. É o caso de inscrições, taxas de arbitragem, deslocamento e hospedagem. Os uniformes
são de empréstimo.
Vitor Braga, (foto) 18 anos,
calouro em gestão financeira, faz
parte da equipe de judô. Ele começou no esporte há cinco anos,
por incentivo do tio, o judoca Mário Tranquilini, e já é dono de títulos como campeão pan-americano júnior, campeão brasileiro regional sênior e campeão brasileiro juvenil. Na equipe feminina, o
destaque é Gislaine Garcia, 18, estudante de educação física. Ela é
vice-campeã pan-americana júnior meio-pesado, campeã sulamericana juvenil meio-pesado e
tetracampeã brasileira.
Informações: 3356-9041.
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EU 13-16
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Corte no patrocínio e
aposta nos alunos
Georgia Almeida Magalhães
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
A Universidade Católica de Brasília (UCB) conta com o Programa
Sistemático de Treinamento Universitário. São oferecidas atividades desportivas — para todos os
atletas universitários da Católica –
em 19 modalidades. Os cerca de
400 atletas têm seguro saúde,
atendimento de fisioterapia, treinamento complementar e musculação. Aqueles que se destacam
são convidados a receber a bolsa
atleta, com descontos na mensalidade. Atletas de rendimento —
com reconhecimento regional, nacional e internacional também recebem apoio. Por serem alunos,
ganham bolsas de até 80%. Há ainda seis atletas paraolímpicos, com
títulos mundiais.
As participações em compe-
[email protected]
Estão corretas as frases: “A
entrada no parque é
proibida” e “É proibido
entrar no parque”? Qual a
função sintática de
“entrada” e “entrar”?
Pra quem não se lembra, eis o “Soneto da fidelidade”, referido pela Marina:
Bolsa atleta: desconto
nas mensalidades
DAD SQUARISI
Rafael Ohana/CB/D.A Press
Marina Senra Rabello
Zuleika de Souza/CB/D.A Press
[email protected]
No verso de Vinícius de
Moraes "Que não seja eterno,
posto que é chama" o termo
"posto que" está empregado
de forma correta?
Brasília, segunda-feira, 7 de setembro de 2009
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4/5 Brasília, segunda-feira, 7 de setembro de 2009