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Estudo da Universidade do Porto
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Nos dias de hoje, em que o acesso ao ensino superior está sujeito a “numerus clausus” e
a classificações de entrada cada vez mais elevadas, as escolas defrontam se com a enorme
responsabilidade de preparar os seus alunos para esse ingresso, proporcionando-lhes preparação sólida e conhecimentos plenamente consolidados, no sentido de tornar os percursos dos estudantes no ensino superior o mais possível coroados de êxito, não esquecendo o
competitivo mundo do trabalho.
Para nós, no Colégio de Lamas, esta é
uma prioridade absoluta que começa a ser
planeada desde a entrada dos alunos no ensino secundário, ou seja, no 10º ano. E fazemo-lo com exigência e rigor, porque só com
muito trabalho, método e disciplina pessoal
os alunos alcançarão a meta estabelecida
que, muitas vezes,
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elevadas que parecem inalcançáveis.
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são tão elevadas
exigência é grande
demais, que o traque parecem
balho devia ser mais
inalcançáveis. Mas o
facilitado, que os criColégio está presente térios de avaliação
deviam ser menos
[...] para apoiar
rigorosos, que as dificuldades que nos
os seus alunos e
apresentam são dedefinir estratégias,
masiadas e insuperáveis… Mas o camiprocedimentos
nho só pode ser esse,
e métodos de
porque estamos a
preparar os nossos
trabalho para que
alunos para um peros resultados de
curso de enorme
excelência que todos exigência, que DIFICILMENTE se compaqueremos sejam
dece com os menos
bem
preparados,
alcançados
com os medianos,
com os sofríveis. Não queremos, igualmente,
manipular a realidade: queremos classificações
que reflitam, com o maior rigor possível, o nível
de competências e conhecimentos adquiridos
pelos nossos alunos e que traduzam, efetivamente, aquilo de que são capazes.
Neste quadro, podemos afirmar que os
nossos alunos têm vindo a superar todas as
nossas expetativas pela excelência dos seus resultados escolares. Eles são a prova do sucesso
da dinâmica desta organização educativa e da
forma como fazemos a nossa gestão pedagógica. A este propósito, e para melhor ilustrar o
que pretendo dizer, remeto os leitores para um
estudo da Universidade do Porto, publicado
em janeiro deste ano, pelo Serviço de Melhoria
Contínua. Este estudo, intitulado de “Sumário
analítico do percurso dos estudantes admitidos na Universidade do Porto em 2008/2009,
pelo regime geral”, revela dados que são extremamente elogiosos do trabalho desenvolvido
no Colégio de Lamas e que confirmam que temos vindo a realizar um trabalho pedagógico
sério, consolidado e de qualidade.
De facto, este estudo coloca os nossos
alunos, admitidos na Universidade do Porto
naquele ano, no grupo dos estudantes com
melhor desempenho ao longo do ciclo da
licenciatura (ver quadro 1). Registe-se, ainda,
que o Colégio de Lamas aparece, nesse quadro, num “ranking”, entre escolas públicas e
privadas, como a melhor privada, ou seja, a
escola com mais alunos no “grupo dos 10%
melhores scores”. Veja se, igualmente, a tabela que lista as escolas secundárias de proveniência dos estudantes de Medicina (ver quadro 2) e de que forma contribui o Colégio de
Lamas para o grupo dos melhores.
É importante colocar uma grande quantidade de alunos no ensino superior? É, sim, e
o Colégio tem vindo a cumprir esse objetivo
(em 2010/2011, 82% dos alunos candidatos
ao ensino superior ficaram colocados na 1ª
fase). É importante que, já na Universidade,
os alunos correspondam à elevada exigência
do ensino superior com segurança e competência? Mais do que importante, é decisivo na
seleção daqueles que são realmente os melhores e que, destacando-se na vida académica, vão ter facilitadas as oportunidades de
empregabilidade nas áreas mais desejadas,
não sendo para eles obstáculo a altíssima
competitividade do mundo do trabalho.
Vamos, pois, continuar o bom trabalho
feito e desejar aos nossos alunos do 12º ano,
que estão a terminar o seu percurso escolar e
educativo no Colégio de Lamas, o maior sucesso nos seus exames finais e que venham,
também eles, a integrar o grupo dos melhores das Universidades portuguesas!
notáveis XV
Antigos alunos do Colégio
distinguem-se na vida activa
Luís Ferreira fez um percurso de oito anos no Colégio de
Lamas e, posteriormente, estudou Engenharia Física na
Universidade de Aveiro. A notoriedade entretanto alcançaPercurso
Habilitações Literárias
Colégio
Quadro 1
Tipo
Nome da escola secundária
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PRI
PRI
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PRI
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Escola Secundária Garcia de Orta
Escola Secundária de Ermesinde
Escola Básica e Secundária de Águas Santas
Escola Secundária Dr. Manuel Gomes de Almeida
Colégio Liceal de Santa aria de Lamas
Externato Paulo VI
Escola Secundária de Monserrate
Escola Secundária da Maia
Escola Secundária de Padrão da Légua
Escola Secundária Francisco de Holanda
Escola Secundária de Inês de Castro
Colégio Nossa Senhora do Rosário
Escola Secundária de Gondomar
Escola Secundária de Almeida Garrett
Escola Secundária de Rio Tinto
Escola Secundária Filipa de Vilhena
Escola Secundária Augusto Gomes
Escola Secundária Eça de Queirós - Póvoa de Varzim
Escola Secundária Dr. Manuel Laranjeira
Escola Secundária da Boa Nova - Leça da Palmeira
Escola Secundária de Amarante
Escola Secundária Aurélia de Sousa
Escola Secundária Soares dos Reis
Colégio Luso-Francês
Colégio Internato dos Carvalhos
Escola Secundária Alves Martins
Escola Básica e Secundária Rodrigues de Freitas
Externato Ribadouro
Escola Secundária João Gonçalves Zarco
Escola Secundária Jaime Moniz
Escola Secundária Carolina Michaelis
Escola Secundária de Marco de Canaveses
Admitidos (1) 10% melhores
scores (2)
114
14
57
6
37
4
51
5
50
5
40
4
39
4
68
6
40
3
38
3
38
3
56
4
45
3
97
6
81
5
67
4
66
4
54
3
48
3
33
2
31
2
84
4
41
2
39
2
80
3
57
2
50
2
154
5
40
1
34
1
34
1
33
1
%
(2) / (1)
12%
11%
11%
10%
10%
10%
10%
9%
8%
8%
8%
7%
7%
6%
6%
6%
6%
6%
6%
6%
6%
5%
5%
5%
4%
4%
4%
3%
3%
3%
3%
3%
Admitidos (1) 10% melhores
scores (2)
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
2
2
3
2
3
2
2
1
2
1
2
1
2
1
2
1
2
1
3
1
3
1
3
1
4
1
4
1
5
1
5
1
7
1
8
1
8
1
8
1
9
1
9
1
10
1
60
1
33
1
%
(2) / (1)
100%
100%
100%
100%
100%
100%
100%
100%
67%
67%
50%
50%
50%
50%
50%
50%
33%
33%
33%
25%
25%
20%
20%
14%
13%
13%
13%
11%
11%
10%
2%
3%
Quadro 2
Tipo
Nome da escola secundária
PRI
PRI
PRI
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PRI
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PRI
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PRI
PRI
PRI
PRI
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Centro de Estudos Básico e Secundário - CEBES
Colégio Horizonte
Cooperativa de Ensino Didáxis
Escola Básica e Secundária de Águas Santas
Escola Básica e Secundária de Paredes de Coura
Escola Secundária de Barcelinhos
Escola Secundária de Lousada
Escola Secundária de S. Pedro
Colégio Liceal de Santa Maria de Lamas
Escola Secundária Júlio Dinis de Ovar
Escola Básica e Secundária Rodrigues de Freitas
Escola Secundária Alberto Sampaio
Escola Secundária de Monserrate
Escola Secundária de Santa Maria da Feira
Escola Secundária Emídio Garcia
Escola Secundária Francisco de Holanda
Escola Secundária Alexandre Herculano
Escola Secundária de Ermesinde
Escola Secundária de Rio Tinto
Colégio São Gonçalo
Escola Secundária Garcia de Orta
Escola Secundária de Paredes
Escola Secundária Dr. Manuel Gomes de Almeida
Escola Secundária Aurélia de Sousa
Escola Secundária da Maia
Escola Secundária de Almeida Garrett
Escola Secundária de Mirandela
Colégio de Lamego
Externato Camões
Colégio Luso-Francês
Externato Ribadouro
Escola Secundária de Marco de Canaveses
da levou-o até à Holanda, à Agência Espacial Europeia e,
mais recentemente, à Universidade Internacional do Espaço, nos Estados Unidos. Professor Gautier de Oliveira
Percurso Profissional
Luís Filipe Martins 5º ao 12º •Licenciatura e Mestrado em Engenharia •Foi bolseiro de Investigação Científica pelo Departamento de Física da UniverLeite Ferreira
ano
Física pela Universidade de Aveiro
sidade de Aveiro, trabalhando nas áreas de sensores em fibra ótica e dinâmica
costeira, em colaboração com o Laboratório Nacional de Engenharia Civil
Engenheiro Opto(LNEC) e a Universidade do Algarve (UAlg).
-Eletrónico na Agência
•Estagiou, e posteriormente viria a ser contratado, pelo Centro Tecnológico da
Espacial Europeia (ESA)
Agência Espacial Europeia (ESA, ESTEC), situado em Noordwijk, Holanda, dando
e aluno da Universio seu contributo aos laboratórios de Optoelectrónica e Laser (Laser Lab).
dade Internacional do
•Atualmente
integra o Programa de Estudos Espaciais (SSP, Space Studies
Espaço (ISU)
Program) da Universidade Internacional do Espaço (ISU, International Space
University), a decorrer no Instituto de Tecnologia da Flórida (FIT, Florida Institute
of Technology) e Centro Espacial John F. Kennedy, NASA (NASA-KSC, Kennedy
Space Center).
3
ABRIL | MAIO | JUNHO 2012 | ENTRElinhas | 48 |
O Dia do Colégio
Clube de Geografia no Museu
No início do 3º período, o Museu recebeu alunos e
professores do Clube de Geografia do Colégio. Nestas
deslocações ao Museu, os alunos realizaram uma viagem
imaginária até às planícies alentejanas e tentaram resolver
o mistério do desaparecimento das roupas do sobreiro.
Esta viagem foi complementada com uma oficina de expressão plástica, onde cada participante deu “asas” à sua
imaginação e criou a sua própria obra de arte em cortiça
e outros materiais reutilizáveis.
Por último, houve ainda tempo para uma breve passagem na oficina do colaborador do museu, Sr. Fontes, na
qual alunos e professores tiveram a oportunidade de contactar, ao vivo, com o processo de transformação da cortiça
na produção de objetos artísticos no espaço museológico.
--------------------------------------------------------------------O primeiro passo do projeto
“Sala da Cortiça: Estórias da História”uma nova ramada
para a Sala da Cortiça e a colaboração essencial do grupo de EMRC do Colégio
do Colégio: no âmbito da disciplina e da reflexão “identidade da terra” levar todas as turmas ao Museu para assim
dar início à criação de uma nova ramada para a Sala da
Cortiça. Aceite o desafio, alunos e professores colocaram
mãos à obra e deram início à produção de folhas. Para tal,
o Museu disponibilizou os moldes das folhas em cartão
e a cortiça para a reprodução, gentilmente cedida pela
Amorim Cork Composites.
Como referimos, este foi o primeiro passo deste desafio, pois o objetivo é envolver toda a comunidade neste
projeto, de modo a que todos tenham um pouco de si
presente na Sala/Museu.
Aproveitamos a ocasião para agradecer a todos os
que colaboraram e se envolveram nesta iniciativa, sobretudo aos professores de EMRC Daniela Rodrigues, Elísio
Coelho, Joaquim Rocha, Jorge Alves, Paulo Costa e a todos os alunos do Colégio envolvidos no desafio - Uma
nova ramada para a Sala da Cortiça. Para o próximo ano,
contamos com a vossa ajuda para dar continuidade à iniciativa e, quem sabe, criar assim a maior ramada em cortiça do mundo…
--------------------------------------------------------------------Dramatização da obra O Rapaz de Bronze no Museu
Após o desafio lançado pelo Museu, o 11º ano de Animação Sociocultural do Colégio Liceal de Santa Maria de
Lamas encenou a obra de Sofia de Mello Breyner “O Rapaz de Bronze” na Sala da Estatuária do Museu para um
público muito especial o 5.º E e o 7.º A do Colégio.
Dia dos Museus (18 de Maio) – Alguns momentos de um
dia repleto de atividades: visitas, oficinas, a iniciativa “desfilar para sensibilizar”…
---------------------------------------------------------------------Agenda do Museu | inscrições abertas!
Os três porquinhos no Museu - Comemoração do Dia da
Criança | 01 a 30 de unho - 10h às 12h ou 14:30h às 16:30h |
Público-alvo: crianças a partir dos 3 anos e famílias. Ingresso: 2€ (crianças) e 3€ (adultos). Marcação prévia.
O plano de intervenção para a Sala da Cortiça do Museu, pretendendo reabilitar o espaço do ponto de vista
museológico e museográfico, implica obrigatoriamente a
remoção ou substituição de elementos expositivos degradados. De uma forma geral, os objetos expostos nesta Sala
encontram-se em mau estado de conservação. Em alguns
casos não se afigura possível a tentativa de recuperação,
tendo-se optado pela sua substituição por réplicas. Tal é o
caso da ramada em cortiça, que devido ao seu débil estado
de conservação será substituída por uma nova.
Neste sentido, o Museu lançou um desafio especial
ao Grupo de Educação Moral Religiosa e Católica (EMRC)
Festas Populares, os Santos da casa! – visita e oficina temática | 01 a 30 de junho – 10h às 12h ou 14:30h às 16:30h
| Público-alvo: crianças a partir dos 3 anos e famílias. Ingresso: 2€ (crianças) e 3€ (adultos). Marcação prévia.
Verão no Museu – visitas, jogos e oficinas | 18 de junho a 07
de setembro – 10h às 12h ou 14:30h às 16:30h | Público-alvo: crianças a partir dos 3 anos e famílias. Ingresso: 2€
(crianças) e 3€ (adultos). Marcação prévia.
Informações/marcações:
91 664 76 85, 22 744 74 68 ou [email protected]
cantinho do museu
MUSEU DE LAMAS, UM ESPAÇO SEMPRE VIVO
Projeto L&L
Imagem da caixa da autoria das alunas
Cecília Costa e de Daniela Mário
Estreitando laços
No âmbito do concurso “United box”,
e ao abrigo do Projeto L&L, os alunos do
Colégio e da escola de “3 de fevereiro”, de
Moçambique, criaram uma proposta para
decorar uma caixa de sapatos, uma parceria com a firma Ferreira, Avelar e Irmão.
O texto que ao lado apresentado foi enviado por Daniela Mário, uma aluna que frequenta a referida escola de Moçambique.
Mais uma vez se comemorou e celebrou condignamente, aqui
e com grande projeção no exterior, o dia 5 de maio, desde sempre
chamado Dia do Colégio, em razão do significado desta palavra,
que é, rigorosamente, o de conjunto, comunidade de pessoas,
neste caso, de alunos. É este o seu sentido próprio, estilisticamente falando. Grande comunidade de alunos é, de facto, este Colégio, sabido que o seu número ronda os dois mil e quinhentos. Em
todo o País, e nesta perspetiva, não há escola que se lhe compare.
Também se emprega a mesma palavra para designar este complexo de oito edifícios, todos muito amplos, bem equipados e apetrechados, sete dos quais foram surgindo no decorrer dos anos,
para satisfazer necessidades de acolhimento de uma população
estudantil em crescimento constante. Foram sete fases de novas
instalações que se sucederam ao primeiro edifício, prolongamento do Museu e que também se deve ao grande benemérito desta
Freguesia, Henrique Amorim, que Deus haja. A sétima fase, dois
edifícios aglutinados num só, entrou
em pleno funcionamento este ano leAntónio Vieira
tivo e aí se encontra a nova cantina,
certificada como uma das melhores.
É este complexo escolar designado por colégio, mas já em sentiGrande comunidade de do figurado, como figura de estilo,
portanto, chamada metonímia, que
alunos é, de facto, este
significa mudança de nome. Em sentido próprio, consequentemente não
Colégio, sabido que o
figurado, colégio é a referida Comuseu número ronda os
nidade de Alunos.
É o que acontece com a palavra
dois mil e quinhentos.
igreja que, rigorosamente falando,
Em todo o País, e
por isso em sentido próprio, é a Comunidade dos que, pelo sacramento
nesta perspetiva, não
do Batismo se tornaram discípulos
há escola que se lhe
de Nosso Senhor Jesus Cristo, Seus
irmãos e filhos de Deus como Ele. Já
compare
em sentido figurado ou impropriamente falando, o mesmo vocábulo exprime o lugar ou os edifícios onde se encontram ou reúnem os membros desta Comunidade, a Igreja ou o Povo da Nova Aliança.
Com a nossa Comunidade de Alunos, que celebrou o seu Dia
com entusiasmo, relaciona-se intimamente, naturalmente, por
natureza, uma exemplar, sempre atenta e insubstituível Associação de Pais e Encarregados de Educação.
Relaciona-se também uma plêiade numerosa de professores,
duzentos e dez, que são os maiores e melhores colaboradores de
seus educandos na sua formação integral. Plêiade, por alusão às
estrelas da Constelação das Plêiades, muito admiradas pelo seu
brilho e luminosidade.
Relaciona-se, ainda, com esta numerosa comunidade estudantil, com este Colégio, a modelar e auspiciosa Associação dos
Antigos Alunos do Colégio de Lamas, recentemente instituída
por iniciativa do mui ilustre Dr. Joaquim Paulo de Jesus que, impulsionado pelas novas tecnologias e novas redes comunicacionais, concebeu um vasto e notável programa de ações de caráter
social, cultural, humanitário, solidário e beneficente. Também
adotou, como lema desta Associação, nada mais nada menos que
“honrar, dignificar, respeitar e conservar as mais elevadas tradições do Colégio de Lamas”.
Para o Dr. Paulo de Jesus e seus mais diretos colaboradores
vão as mais vivas e sentidas felicitações.
Uma das mais elevadas tradições do Colégio, se não a mais elevada, é justamente a dedicação e o empenhamento totais na missão essencial de uma escola, que é a educação integral e autêntica
dos seus alunos. Além de ser um espaço vivo de aprendizagem do
saber e do saber fazer, a escola é também um precioso espaço de
formação da personalidade, pelo estímulo e despertar de aptidões
e potencialidades como preparação para viver plenamente a própria vida.
A escola cumpre a sua missão essencial através do exercício
responsável e apaixonado das funções de ensinar e educar, as
quais se exigem e completam mutuamente, abrindo-se à dimensão transcendente ou sobrenatural do ser humano, como obra
admirável de Deus Criador, Redentor e Salvador.
Só esta dimensão nos revela a nossa verdadeira identidade,
isto é, a nossa natureza, origem e destino, por outras palavras,
quem somos, de onde vimos e para onde vamos, quer dizer, qual
o sentido último e definitivo da nossa existência. Este sentido é
consequência direta do sentido que a nossa vida tem neste mundo, quando o seu fundamento e sua orientação é Aquele que Se
apresentou como “O Caminho, a Verdade e a Vida”. O verdadeiro
sentido da nossa existência está na Comunidade instituída por
Jesus Cristo, a Igreja, que é Seu Corpo Místico, do qual é a Cabeça,
tendo como membros os Seus verdadeiros discípulos.
Segundo Bento XVI, “É a Comunidade daqueles que já possuem a vida definitiva, os ‘ressuscitados da morte’ para quem
a vida eterna começa já neste mundo, na medida em que nos
abrimos ao mistério de Deus e O acolhemos entre nós. A ressurreição de Cristo é penhor e causa da nossa própria ressurreição
pela vida nova que nos comunicou no Batismo”.
4
| 48 | ENTRElinhas | ABRIL | MAIO | JUNHO 2012
Visita de estudo a Santiago de Compostela
Um local de peregrinação, mas não só!
No dia 16 de Maio de 2012, os alunos do de Artes Visuais, juntamente com os alunos dos
cursos de Design Gráfico e de Multimédia, realizaram uma visita a Santiago de Compostela.
Esta visita tinha como objetivo conhecer
Centro Galego de Arte Contemporânea, a Catedral, o Parque de S. Domingos de Bonaval e
a cidade galega que é, desde o século IX, um
dos mais significativos lugares de peregrinação da cristandade.
Partimos do Colégio à 6:30h, rumo a Santiago. O ambiente era de grande alegria, pois
estávamos todos muito ansiosos pela realização desta visita.
Uma vez chegados a Santiago, e como o
grupo era numeroso, foi necessário dividirmo-nos por grupos, permitindo uma melhor
gestão dos espaços a visitar.
Da visita à catedral, onde se encontra sepultado o apóstolo Santiago, destacamos a
profusão de estilos. As duas maiores torres do
conjunto são do século XVII, auge do barroco.
Porém, o estilo predominante é o estilo românico. O resultado dessa mistura são ricos e ostentativos detalhes nas fachadas, contrastando
com a conceção sóbria do edifício, marcado
por arcos, paredes maciças e poucas janelas.
O estilo românico da catedral é fruto de uma
campanha cultural empreendida com o objetivo de educar os fiéis e dar monumentalida-
de às relíquias dos santos, assim como a seus
templos. Pretendia-se passar a mensagem de
que somente quem vivesse de acordo com os
preceitos da Igreja chegaria ao Paraíso.
No Centro Galego de Arte Contemporânea,
o CGAC, tomamos contacto com as tendências
e correntes da criação artística contemporânea,
através da visita guiada à exposição “De la Generosidad, obras da colección Helga de Alvear”.
O Museu encontra-se no limite da cidade de
Santiago de Compostela e foi desenhado pelo
arquiteto português Álvaro Siza Vieira.
No final da tarde pudemos descansar e
desfrutar dos maravilhosos jardins do Parque
de S. Domingos de Bonaval, da autoria de Isabel Aguirre e de Álvaro de Siza. São famosas
as vistas panorâmicas sobre a cidade, sobretudo durante as primeiras horas da manhã,
quando o sol, surgindo por detrás, ilumina os
telhados da cidade.
Finalmente, depois de um dia cansativo,
mas muito enriquecedor e divertido, voltamos para Portugal, rumo ao Colégio. Joana
Neves e Ana Mafalda 12º B
CONCURSO “Diários Gráficos”
artes visuais
Com este concurso pretendeu-se recompensar e incentivar a criatividade, bem como o trabalho regular que promovesse e consolidasse a aquisição de competências essenciais na área das
Artes Plásticas.
Após reunião do júri, foram atribuídos os
seguintes prémios:
1º prémio: Bruno Nogueira – 12º B
2º prémio: Joana Neves – 12º B
3º prémio: Ana Mafalda Monteiro – 12º B
Foram ainda atribuídas as seguintes Menções Honrosas:
Alexandra Ramos – 12º B
Joana Marques – 12º B
Os prémios e os diplomas foram entregues
em cerimónia realizada no dia 1 de junho.
Os Professores do subgrupo de desenho
agradecem a todos os participantes e congratulam-se pela alta qualidade dos diários
gráficos a concurso. Professor Abel Silva
Imagem do diário gráfico de Mafalda Monteiro, 12.º B - artes visuais
Gerês – S. Bento da Porta Aberta
visitas de estudo
Uma visita à beleza do interior
No dia catorze de abril, alunos do 8º ano realizaram uma visita
de estudo a S. Bento da Porta Aberta e ao Gerês.
Acordamos todos bem cedo e a viagem começou por volta
das oito horas da manhã. Apesar do sono, foi uma viagem animada: todos cantamos e nos divertirmos até ao destino! Quando chegamos, o tempo estava frio e chuvoso (obra de Santa Escolástica,
irmã gémea de S. Bento, que não cooperou muito). Mas isso não
nos impediu de realizarmos uma ótima visita.
Em Rio Caldo, no adro do templo de S. Bento da Porta Aberta, o professor José Joaquim explicou alguns aspetos sobre
aquele local e sobre a construção do santuário – que, segundo
a tradição, tem origem numa pequena ermida (capela) construída no local, por volta de 1614, cujas portas estavam sempre
abertas, para servir de abrigo a quem passava...
De seguida, deslocamo-nos ao Santuário novo, que sita ao
lado do antigo templo. Depois de uma pequena oração individual, tivemos uma breve explicação acerca dos dez grandes
painéis duplos que retratam a vida do Santo e da sua obra, cujo
lema era “Ora et Labora” (Reza e Trabalha). Proclamado como
“Padroeiro da Europa” e Patriarca dos Monges do Ocidente, atrai
milhares de peregrinos a cada santuário onde é venerado.
Enquanto isto decorria, ganhamos um novo amiguinho: o
Fatruscas! Esse foi um cão que nos acompanhou sempre que
aprendíamos o significado dos painéis (se calhar ele apareceu
porque S. Bento é também o padroeiro dos animais)!
Entretanto, chegou a hora do
almoço e sentamo-nos num sítio abrigado ao lado do santuário e a confraternizar. Um parque com mesas e
bancos onde os peregrinos podem
descansar, tomar as suas refeições e
até divertir-se num lago com barcos,
que nós visitamos mais tarde. Cada
um partilhava a sua comida e fizemos
um enorme piquenique. Foi uma altura em que pudemos falar também
com os professores e desenvolver relações de amizade.
Após o almoço, conhecemos o templo antigo. Aí, depusemos
um arranjo de flores no trono, onde se venera a imagem do santo
e cada um intercedeu a S. Bento. Alguns até pediram que o sol
aparecesse - e isso aconteceu! Fizemos uma oração em conjunto,
agradecendo o dia e um bom regresso… O sol apareceu uns minutinhos enquanto tiramos umas fotos para recordar o momento
e as paisagens, onde o verde da natureza e o azul do céu se conjugam! Seguidamente, apreciamos as barraquinhas com os elementos tradicionais, compramos uma lembrança e espantamos perante a beleza de um lago! Logo após, voltamos para o autocarro em
direção em Parque Nacional Peneda do Gerês.
Como já era de esperar, o tempo não melhorou muito. No
jardim das termas, no Gerês, realizamos uma atividade sobre os
painéis, uma espécie de caça ao tesouro! Com a visita todos conseguimos refletir sobre o ato de peregrinar, a importância da fé...
Enfim, todos se divertiram, mas era necessário regressar
a casa. A viagem de volta foi divertida, como a de ida, e por
volta das cinco horas estávamos de volta a casa. Foi um dia
que todos aproveitamos para aprender coisas novas e nos divertirmos ao mesmo tempo! Daniela Paiva, 8.º H
5
ABRIL | MAIO | JUNHO 2012 | ENTRElinhas | 48 |
VISITA DE ESTUDO À CIDADE DO CONHECIMENTO
Miguel Torga e Coimbra
No dia 12 de maio, as turmas 10ºA2 e 10ºA3 realizaram uma visita de estudo, no âmbito da
disciplina de Português, a uma das mais belas cidades de Portugal, Coimbra, a fim de ficarem a
saber mais sobre o célebre autor Miguel Torga e sobre a cidade.
O autor nasceu a 12 de agosto de 1907, ram recebidos por uma simpática guia, tendo
em S. Martinho de Anta, Trás-os-Montes, e ainda o privilégio de assistir ao Cortejo dos
morreu em Coimbra, a 17 de janeiro de 1995. Bombeiros Voluntários de Coimbra.
O nome verdadeiro do autor era Adolfo Cor- Durante a manhã, os alunos cumpriram o
reia da Rocha e adotou o pseudónimo de Mi- roteiro Miguel Torga, onde puderam apreciar os
guel Torga, em homenagem a dois escritores espaços mais emblemáticos ligados ao autor: o
espanhóis que ele muito admirava, Miguel “Memorial” a Miguel Torga, junto ao Mondego,
Cervantes e Miguel Unamuno; o nome Torga que assinala o centenário do seu nascimento
relaciona-se a planta transmontana do mes- e onde se pode encontrar uma estrofe da sua
mo nome, que tem fortes raízes, o que deixou autoria: “De todos os cilícios, um, apenas/Me foi
grato sofrer:/Cinquenta anos de desassossego/A
o escritor sempre ligado à sua terra natal.
Após a chegada a Coimbra, os alunos fo- ver correr,/Serenas,/As águas do Mondego”;
apreciaram o consultório e a
república onde se hospedou,
enquanto estudante de Medicina; o Colégio de Santo António, a República da Estrela d´
Alva e o Liceu D. João III.
O roteiro Miguel Torga terminou precisamente com a
visita à sua Casa Museu, onde os alunos puderam encontrar o autor na sua plenitude, vendo
os seus objetos pessoais, a sua máquina de escrever, entre outras coisas que demonstraram a
simplicidade da sua vida.
Após o agradável almoço na cantina
pública da Universidade de Coimbra, o grupo
foi encaminhado para a Universidade. No caminho, os alunos depararam-se com algumas
repúblicas burlescas, residências que são alugadas por grupos de estudantes que lá vivem
durante o período de aulas ou mais tempo
ainda, e que são decoradas pelos próprios. No interior da Universidade os alunos visitaram a
Capela de São Miguel, a Sala
do “Exame Privado”, a “Sala dos
Capelos” e a “Casa da Livraria”,
nome pelo qual era conhecida a Biblioteca Joanina, sendo
reconhecida como uma das mais originais e
espetaculares bibliotecas barrocas europeias.
Depois do lanche, nas docas de Coimbra, junto às águas do Mondego, os alunos
despediram-se desta cidade, sentido verdadeiramente que “Coimbra tem mais encanto
na hora da despedida”. Assim, regressaram a
casa, muito animados e divertidos, ficando a
vontade de voltar a Coimbra para fazerem os
seus estudos nesta Universidade. “Coimbra é
Coimbra e o resto são fitas”.Joana Monteiro,
Ana Correia, Jéssica Moreira, 10ºA3
10º AS em visita ao Museu Nacional de História Natural e Ciência
Exposição “jogos e matemática” cativa atenções
No âmbito da disciplina de matemática e do módulo B5 - Jogos e Matemática -, os alunos do 10º ano do Curso
Profissional de Animação Sociocultural deslocaram-se ao Museu Nacional de História Natural e Ciência da Universidade de Lisboa, a 2 de junho de 2012.
Esta visita de estudo foi dinamizada pela professora Lita Correia e
contou também com a presença do
professor Mário César, que fotografou o evento.
Assim que entramos na sala da
exposição “Jogos Matemáticos através dos Tempos”, deparamo-nos
com um gigante Tangram, cujas peças eram os tampos das mesas, com
as quais se pretendia montar as imagens sugeridas na parede.
Tangram é um puzzle chinês muito antigo com a forma de um quadrado decomposto em 7 peças (5 triângulos, 1 quadrado e 1 paralelogramo)
que em conjunto e sem sobreposição, permitem formar várias figuras.
Consta que é possível montar mais
de 1700 figuras com as 7 peças. Este
quebra-cabeças, também conhecido
como jogo das 7 peças, é um instrumento facilitador da compreensão
das formas geométricas, desenvolve
a criatividade e o raciocínio lógico,
que também são fundamentais para
o estudo da Matemática.
Na mesma sala, contemplamos
12 réplicas dos jogos de tabuleiro
mais antigos que se conhecem,
sendo que alguns desses jogos só
existem em manuscritos antigos
e foram construídos pela primeira
vez para esta exposição.
- UR (séc. XXX a.C.)
- Stomachion (séc. III a.C.)
- Pentalfa (séc. IV a.C.)
- Tablut (séc. IV)
- Ludus Regularis (séc. X)
- Rithmomachia (séc. XI)
- Ludus Astronomorum (séc. XIII)
- Ludus Globi (séc. XV)
- Metromachia (séc. XVI)
- Ouranomachia (séc. XVI)
- Icosiano, duas versões (séc. XIX)
- Hex (séc. XX)
- Semáforo (séc. )
Cada um dos jogos encontrava-se contextualizado, e o seu manuseamento foi facilitado pelo facto
de cada um ter ao lado as regras
com exemplos ilustrativos. Passamos aqui um bom e divertido
tempo a resolver desafios, a jogar e
a aprender um conjunto de regras,
representativo de uma tradição
cultural milenar da humanidade,
enraizada em ideias de estratégia,
antecipação e raciocínio.
Esta exposição, que contribuiu para
a sensibilização da Matemática, resulta do trabalho de investigação
do historiador e divulgador Professor Doutor Jorge Nuno Silva (um
dos autores do manual seguido ao
longo das aulas) e foi realizada em
conjunto pelo MNHNC e a Socieda-
de de Professores de Matemática.
A visita a este Museu centrava-se na exposição “Jogos Matemáticos através dos Tempos”, mas
os alunos tiveram acesso a outras
exposições aí patentes: “O Cálculo
de ontem e de hoje” e “Formas &
Fórmulas” que retrata a união entre
a Álgebra e a Geometria, à luz dos
avanços científicos e tecnológicos
do século XXI. Foi um dia em cheio
e bastante educativo. Professora
Lita Correia
Ficamos surpreendidos com a forma como o arquiteto Eduardo Souto
Moura desenhou o estádio, dado que
a cobertura é suportada por cabos
de aço e prevê um sistema de escoamento e aproveitamento das águas
pluviais. O relvado, por sua vez, está
suspenso por colunas e à sua volta
existem aberturas para que a luz natural ilumine o parque de estaciona-
mento que se situa por debaixo.
De seguida, foi-nos dado a conhecer o balneário da equipa visitante,
que está apetrechado para receber da
melhor forma estes atletas, proporcionando lhes bastante conforto.
A passagem pelos camarotes, pela
bancada superior e pela sala de imprensa foi breve, mas enriquecedora.
De facto, o Estádio Axa é um verdadei-
ro palco para os “Guerreiros do Minho”.
Em resumo, foi uma visita de
estudo muito satisfatória, esta que
nos foi proporcionada pelo professor Joaquim Gautier, levando-nos
a conhecer um dos estádios mais
emblemáticos do país e, já por muitos considerado, uma joia da arquitetura moderna mundial. Renata
Costa, 12ºDesporto B
Assim, no dia 2 de maio, com
partida às 13:00 h do Colégio de
Lamas, os alunos deslocaram-se a
Braga, ao Estádio Axa, também conhecido por “A Pedreira”, acompanhados pelo coordenador da atividade, o professor Joaquim Gautier, e
pelos professores Daniela Rodrigues,
Jorge Fernandes e Paulo Santos.
A visita teve o seu início no museu, onde estão expostos todos os
troféus ganhos desde 1921, data da
fundação do clube, os equipamen-
tos das épocas mais importantes, e
também os nomes de todos os presidentes e treinadores que passaram pelo Sporting Clube de Braga.
De seguida, as turmas foram conduzidas até ao relvado, onde foi feito
um breve resumo sobre a conceção
do estádio que, como é sabido, foi
edificado numa antiga pedreira.
Esta foi, para nós, a passagem mais
enriquecedora, pois foram-nos explicados os detalhes mais importantes
da sua construção.
JORNAL DO COLÉGIO LICEAL DE SANTA MARIA DE LAMAS
TRIMESTRAL . ANO XVI
ABRIL | MAIO | JUNHO 2012
www.colegiodelamas.com
[email protected]
Rua do Colégio - Apartado 107
4536-904 Sta Maria de Lamas
Director: Joana Vieira
Editor: Luis Filipe Aguiar
Design e Paginação: Daniel Pedrosa
NOTA: os artigos assinados são da responsabilidade dos autores.
Colaboram nesta Edição:
Textos de: Joana Neves, Ana Mafalda - 12.º B, Daniela Alves - 11º AS, André Costa - 11º A, Miguel Godinho - 12.º A3, Flávio Couto - 11º
A, Rita Magalhães - 11ºA6D, Marcelo - 8ºE, Eva Monteiro - 8ºJ, Isabel Alves - 8ºE, Gonçalo Soares - 9ºI, Ana Beatriz Oliveira - 9ºI, Inês
Albergaria - 9ºI, Filipa Alves - 9ºJ, Maria Alves - 9ºJ, João Gomes - 9º I, Iris - 9ºJ, Raquel Marques - 9ºJ, Inês Soares - 9ºI, Nélson Araújo
- 12º D1, Ana Mafalda Pires - 12º D1, Alexandra Teixeira, Sofia Teixeira, Floriano Gomes, Alexandra Coelho - 11º A6D, André Carvalho,
Silvana Sá - 11º C, Renata Costa - 12ºDesporto B, Joana Monteiro, Ana Correia, Jéssica Moreira - 10ºA3, Daniela Paiva - 8.º H, Daniela
Mário - Escola Secundária 3 de Fevereiro de Inhambane (Moçambique).
Professores: António Vieira, Joana Vieira, Gautier de Oliveira, Carlos Nunes, Rodrigo Vicente, Jacinto Santos, Paulo Costa, Fernando
Vicente, Alexandra Salomé, Conceição Couto, .João Sousa, Luís Filipe Aguiar, Carla Fernandes, Sónia Correia, Nuno Pinho, Mário
César Correia, Maria da Luz, José Eduardo Pascoal, Ricardo Coutada, Lita Correia, Abel Silva, Susana Ferreira.
Fotografias de: Luis Filipe Aguiar, Margarida Coelho, Daniel Pedrosa, Fernando Vicente José Pascoal, João Oliveira - 12.ºB.
ficha
técnica
A propósito da disciplina de Psicologia, cujo tema central deste ano letivo é o “desenvolvimento”, os alunos do 12º Ano de Desporto realizaram
uma visita de estudo relativa a um dos subtemas do programa: organizações e instituições.
visitas de estudo
Visita ao Estádio Axa
6
| 48 | ENTRElinhas | ABRIL | MAIO | JUNHO 2012
Um olhar sobre o Projecto Make It Possible
grande auditório aplaudiu a excelente dramatização dos objeticos do milénio
iniciativas
No passado período, o Colégio contou com duas estudantes estrangeiras
(uma de nacionalidade russa, outra de nacionalidade chinesa), ao abrigo
de um protocolo com a AIESEC da FEP, segundo o qual Svetlana Sukenkho
e Grace Lee tinham como missão dar a conhecer os designados Objectivos
do Milénio, metas que vários governos se comprometeram a realizar, como
forma de facultar a todas as pessoas o acesso à educação, a cuidados de
saúde, alimentação, entre outros.
Mas este não era o único objetivo que Grace e Svetlana tinham de
cumprir – era necessário despertar a
consciência dos jovens para o que podiam fazer pela concretização desses
Objectivos, algo que as duas souberam fazer com maestria, valendo-se
de aulas dinâmicas e de um apelo à
participação activa constante, num
inglês assaz perceptível, envolvendo
todos os alunos das várias turmas participantes e contando com a colaboração dos professores Maria José Oli-
veira, de Economia, Ricardo Coutada e
Rui Lopes, de Geografia; Luísa Coelho
e Lília Pereira, de Inglês, Daniela Rodrigues, de EMRC, sob a coordenação do
professor Manuel Rubens, de Direito.
Como produto do projecto, as
turmas envolvidas foram convidadas
pelas duas estudantes a realizar trabalhos no âmbito dos Objetivos do
Milénio. Os trabalhos foram primeiramente apresentados no auditório
do Colégio, à comunidade escolar.
Depois, representantes das várias tur-
mas implicadas, tiveram por missão
apresentar, em Lisboa, a 23 de março,
explicando, entre outras coisas, o porquê da realização de tais projectos e
qual a sua contribuição na sensibilização para os Objetivos do Milénio.
Para o sucesso do Projeto, cumpre
destacar o envolvimento, a competência e capacidade mobilizadora dos
professores, sobretudo Maria José Oliveira e Ricardo Coutada, que dinamizaram o Projeto para além das salas de
aula e a coordenação discreta, mas eficiente, do professor Manuel Rubens.
Descrito o processo e o produto
do Projeto Make It Possible, teço umas
breves considerações sobre o impacto que a chegada de duas pessoas, de
nacionalidades e perspectivas de vida
diferentes, tiveram sobre os alunos.
PMATE 2012 Mais uma vez
Chegadas em fevereiro - primeiro
Svetlana, mais tarde Grace, devido a
problemas na concessão do visto pelo
governo chinês, foram imediatamente
acolhidas em casa de uma aluna, a Ana
C. Santos, do 12º D1, conforme acerto
prévio com o coordenador do Projeto.
Logo no primeiro dia que passaram no Colégio, com o professor
Ricardo Coutada a servir de cicerone,
a curiosidade perpassou animada por
entre os alunos do secundário, que
não tardaram a promover o contacto
com as recém-chegadas e com elas
travaram conhecimento.
Esta curiosidade, aliada ao carácter dinâmico do professor Ricardo e à
personalidade das duas estudantes,
foi fundamental para o estabelecimento de amizades e para despertar
as consciências e o espírito de iniciati-
va entre todos.
Os praticamente dois meses que
Grace e Svetlana passaram no Colégio foram uma permanente troca de
experiências e de pontos de vista,
constatando-se que a preocupação
com o outro, a simpatia e a boa disposição não são características de um só
povo, mas sim sentimentos universais,
partilhados e cultivados por todos,
seja em português, seja em inglês,
ou noutra língua qualequer. Nélson
Araújo, 12º D1
Universidade de Aveiro | MAISMAT
Chegamos, participamos e vencemos...
À semelhança do que tem acontecido
nos últimos anos, o Colégio participou,
no passado dia 26 de abril, nas competições de ciência do PMATE, que decorreram na Universidade de Aveiro e contaram com a participação de alunos de
escolas de todo o país.
Os alunos de secundário selecionados
prestaram provas nas competições de Biologia, Física e Matemática. Embora quantidade não seja sinónimo de qualidade, foi
com o máximo de alunos que as regras do
jogo permitiram - 30 alunos para cada área
disciplinar - que marcamos a nossa presença. Desta vez qualidade e quantidade
concorreram lado a lado e o nosso Colégio
saiu em grande com o prémio da segunda
melhor escola na disciplina de Física.
A 23 de abril de 2012, debaixo de uma chuva persistente, pela primeira vez os alunos do 5º e 6º ano de
escolaridade, acompanhados pelas professoras Isabel Rodrigues e Rosalina Sá, participaram na competição MaisMat, inserida nas Competições Nacionais de Ciências na Universidade de Aveiro.
Apesar da experiência das equipas de outras escolas, as 15 equipas que o Colégio levou a concurso
não decepcionaram. O nosso Colégio obteve um honroso 26º lugar, num total de 96 escolas. Três equipas
conseguiram atingir o nível 20: Simão Lopes e Corneliu Babian, do 6ºE; Tiago Rodrigues e Íris Santos, do
6ºH; Patrícia Oliveira e Nuno Brás, do 6ºA.
Foi um dia que certamente ficará na memória de todos e será, certamente, uma experiência a repetir.
Individualmente, as equipas ficaram
bem classificadas e os alunos José António
e Bárbara, do 11º A3, sagraram-se a segunda
melhor dupla a nível nacional, no escalão
correspondente à física. E O Flávio Couto e
André costa, do 11º A, obtiveram o segundo
lugar no escalão correspondente à mate- EquaMat
mática do 11º ano.
Os momentos de subida ao palco foram de grande euforia e orgulho. Todos
nós sentimos, alunos e professores, uma
grande alegria e reconhecimento pelo
salão, apercebeu-se das conversas de uma outra mesa, situada num outro ponto
nosso desempenho enquanto escola. A
do mesmo salão.
O fenómeno veio a explicar-se com o facto do teto do salão ter a forma de
um elipsoide, e cada uma das mesas estar localizada nos ponto focal do teto
participação nestas iniciativas projeta ainelíptico.
Estamos perante
a mesma
propriedade
refletora já
da elipse,
no
da mais longe o nome do nosso Colégio e, No dia seguinte,
a 24
de abril
de 2012,
o sol(referida
brilhava
e brilharam também os alunos do 7º ano:
primeiro artigo) responsável pela propagação da luz numa determinada direção
(lâmpada
do dentista).eNa
presenteFerreira,
situação, temos
a 7ºE;
propagação
doBelinha
som nas Nunes e Marta da Costa, do 7ºI; Joaquim F.
independentemente do resultado obtido Catarina direções
Reis Oliveira
Isabel
do
Elisa
F TF .
Um exemplo português é a sala de Teatro Nacional de S. Carlos. A sua
Muitas construções, nomeadamente auditórios, teatros e catedrais têm esta
na competição, contribui positivamente Ferreira ecaraterística
Luís
Filipe
Oliveira, do 7ºI ao atingirem o nível forma
20 elítica
comfoi concebida
ótimosde modo
tempos,
na participação
no
a que os respetivos
focos F1 e F2 se situem
especial de acústica, pelo que se criou o mito das galerias dosno palco e na tribuna (lugar do rei), a fim de proporcionar uma acústica de
murmúrios, isto é, salões projetados num formato parcial de elipsoide, de modoqualidade na tribuna, para o rei e sua corte, claro!
para o enriquecimento
global
dos
alunos
EquaMat.
Os
alunos
do
3º
ciclo
foram
acompanhados
à
na
Universidade
de
Aveiro
pelas
professoras
Lita
existam dois pontos onde duas pessoas, uma em cada um desses pontos
GALERIAS DE MURMÚRIOS que
Os árbitros de futebol podiam dispensar os auriculares de comunicação se
(focos do elipsoide), possam comunicar-se em sussurros, independentemente doos estádios tivessem uma cobertura elipsoidal…
e da instituição. Professora Maria da Luz
Correia eruído
Mªambiente.
João Barroca e prestaram as suas provas com grande entusiasmo.
1
2
ERIAS DE As
Mpalavras,
URMÚRIOS leva-as o vento, diz o ditado popular
Edifício do Capitólio, Washington D.C. (EUA) F1 Statuary Hall (Salão estatuária) Mas é preciso saber para onde as palavras vão, e se, realmente, é o vento que as leva.
TRIBUNA ORQUEST
RA GALERIAS DE MURMÚRIOS
F2 T Imagem gráfica de elipsoides Imagem gráfica
de elipsoides
tangente Prof. Mário César Correia A sala
de espetáculos do Teatro Nacional de
S. Carlos
A sala de espetáculos do Teatro Nacional de S. Carlos é uma elipse de focos F
no palco e F
na tribuna. modo que existam dois pontos onde duas pesé uma elipse de focos F1 no palco e F2 na tribuna.
cateto da
matemática
1
hington D.C. (EUA) Estamos perante a mesma propriedade
refletora da elipse, (referida no primeiro artigo)
responsável pela propagação da luz numa deAs palavras, leva-as o vento, diz o ditado popular.
Mas é preciso saber para onde as palavras vão, e se, realmente, é o vento
terminada direção (lâmpada do dentista). Na
estranho
fenómeno
acústico:
sentado
à
sua
que as leva.
Foi na esplendorosa Statuary Hall (Salão estatuária) do Capitólio, em
presente situação, temos a propagação do som
mesa
num
determinado
ponto
do
salão,
aperWashington D.C. que o sexto presidente dos EUA, John Quincy Adams (17671848), enquanto membro da Câmara dos Representantes (deputado), descobriu
nas direções F1TF2.
cebeu-se
das
conversas
de
uma
outra
mesa,
um estranho fenómeno acústico: sentado à sua mesa num determinado ponto do
Muitas construções, nomeadamente audisituada num outro ponto do mesmo salão.
O fenómeno veio a explicar-se com o facto tórios, teatros e catedrais têm esta caraterística
do teto do salão ter a forma de um elipsoide, e especial de acústica, pelo que se criou o mito
cada uma das mesas estar localizada nos ponto das galerias dos murmúrios, isto é, salões projetados num formato parcial de elipsoide, de
focal do teto elíptico.
F2 Statuary Hall (Salão estatuária) Foi na esplendorosa Statuary Hall (Salão estatuária) do Capitólio, em Washington D.C. que
o sexto presidente dosT EUA, John Quincy Adams (1767-1848), enquanto membro da Câmara
tangente dos Representantes (deputado), descobriu
um
2
F1 soas, uma em cada um desses pontos (focos do
elipsoide), possam comunicar-se em sussurros,
independentemente do ruído ambiente.
Um exemplo português é a sala de Teatro
Nacional de S. Carlos. A sua forma elítica foi concebida de modo a que os respetivos focos F1 e
F2 se situem no palco e na tribuna (lugar do rei),
a fim de proporcionar uma acústica de qualidade na tribuna, para o rei e sua corte, claro!
Os árbitros de futebol podiam dispensar
os auriculares de comunicação se os estádios
tivessem uma cobertura elipsoidal... Prof. Mário
César Correia
7
ABRIL | MAIO | JUNHO 2012 | ENTRElinhas | 48 |
Porto - centro histórico | Alunos de Geografia exploram a cidade
Por professores José Eduardo Pascoal e Ricardo Coutada
Decorreu, no dia 11 de maio de 2012, mais uma iniciativa do grupo de professores de Geografia, que
resultou numa visita de estudo ao centro histórico da cidade do Porto e num minicruzeiro fluvial no rio
Douro, envolvendo alunos de Geografia do 11º ano de escolaridade.
A saída de campo começou no Largo da Sé, o sítio
original do surgimento da cidade do Porto, a partir do
qual se desenrolou um pequeno percurso a pé por
alguns arruamentos do chamado “Porto profundo”.
Aí, os alunos tiveram oportunidade de observar
o casario, assim como alguns aspetos do quotidiano dos seus habitantes. No trajeto que nos levou
ao Cais da Ribeira, observaram-se diversos edifícios
e monumentos de destaque, como a Sé Catedral, o
Paço Episcopal, a estátua equestre de Vímara Peres,
a Estação de S. Bento, o Mercado Ferreira Borges e
o Palácio da Bolsa.
A anteceder o percurso fluvial, houve ainda
tempo para visitar a Casa do Infante – local de nascimento do Infante D. Henrique, o grande impulsionador dos Descobrimentos - onde os alunos tiveram
a oportunidade de conhecer o Museu e o Arquivo
Municipal.
A visita culminou num minicruzeiro fluvial no
rio Douro em barco rabelo, entre a Ponte da Arrábida e a Ponte do Freixo, que constitui um momento ímpar para relaxar e apreciar o crescimento
das cidades do Porto e de Gaia.
Um agradecimento aos professores que colaboraram nesta visita, nomeadamente aos do grupo de História, cujos comentários enriqueceram
culturalmente esta iniciativa.
Amplamente elogiada pelos alunos, aqui ficam alguns comentários desta visita:
“Um conhecimento um pouco mais profundo
de algumas zonas do centro histórico, aliado a
muita diversão. Gostei especialmente da viagem de barco no rio Douro. Foi uma tarde bem
passada!” Alexandra Teixeira - 11º A6D
“A visita de estudo à cidade do Porto foi, para
mim, uma atividade muito enriquecedora. Foi
possível reforçar os meus conhecimentos através da descoberta dos monumentos e dos factos históricos. O que despertou em mim mais
entusiasmo foi o passeio de barco até à foz do
Douro. É importante referir também o convívio
entre alunos e professores, que tornou ainda
mais interessante a visita à cidade do Porto”
Sofia Teixeira, 11º A6D
“Achei a visita de estudo interessante e gostei
particularmente de visitar o Museu da Casa do
Infante” Floriano Gomes, 11º A6D
“Foi uma visita muito educativa e produtiva,
conjugada com a boa disposição de alunos e
professores” Alexandra Coelho, 11º A6D
“Foi uma visita interessante que nos permitiu
explorar e conhecer um pouco mais a parte
histórica da cidade do Porto, desde a descida
da Sé até à Casa do Infante e até mesmo o
minicruzeiro num ambiente de descontração”
André Carvalho, 11º C
“Gostei bastante da visita e achei-a interessante
e educativa, tanto a nível cultural como a nível
lúdico” Silvana Sá, 11º C
Porto - rede de transportes | No dia 18 de Maio os alunos do 11º D1 (Geografia
A), 12º A5D e CD (Geografia C), visitaram a cidade invicta, com o intuito de entrarem
em contacto com os seus diferentes modos de transporte e de perceberem a organização da cidade.
Na praça Carlos Alberto, os alunos
puderam analisar a renovação urbanística levada a cabo pela Porto Vivo (Sociedade de Reabilitação Urbana do Porto);
seguiram depois pela Rua da Fábrica até
à Avenida dos Aliados, onde se localiza a
sede do Banco de Portugal. A paisagem
repleta de edifícios degradados seguia-os para todo o lado, especialmente a
partir do momento em que entraram no
O grupo começou por explorar o aeropor- centro histórico.
to Sá Carneiro, onde teve contacto com A estação de S. Bento, carregada de
dois modos de transporte: o aéreo (avião) história dos transportes em azulejaria, ree o terrestre (metro). Os alunos, depois de cebeu os alunos, que assim dilataram a sua
descobrirem o aeroporto e compreende- cultura. Seguiu-se o almoço – aí, os alunos
rem o seu funcionamento, adquiriram o partilharam as experiências da manhã.
andante. Depois, carregaram-no com o À tarde, o grupo teve a oportunidatítulo Z4 para uma viagem de metro, pas- de de conhecer a Sé e a Casa do Infante,
sando pela estação da Trindade (“placa onde visitou o museu e alargou o seu cogiratória” da rede do metropolitano de su- nhecimento sobre a cidade do Porto. Para
se deslocarem da Sé Catedral à Casa do
perfície), até à estação de Faria Guimarães.
Saindo da estação, dirigiram-se a uma Infante, os alunos carregaram o andante
“ilha”, na freguesia da Lapa, onde analisaram com o título Z2 e viajaram no Funicular
as caraterísticas deste tipo de urbanização dos Guindais (alguns pela primeira vez).
e comprovaram as más condições em que A visita terminou com um minicruvive a população. O grupo visitou, ainda na zeiro (percurso das seis pontes) no rio
mesma freguesia, o bairro social desenhado Douro, em que professores e alunos pupor Siza Vieira e seguiu a pé pela rua de Ce- deram relaxar e apreciar, com outro olhar,
dofeita, constatando o declínio do comércio as transformações no modelado urbano
das cidades do Porto e de Gaia.
tradicional.
Supremo Tribunal de Justiça e Assembleia da República
No dia 26 de abril, os alunos de Direto 12º ano, em conjunto com os alunos
de Economia do 11º ano, deslocaram-se a Lisboa para uma visita de estudo
às instalações do Supremo Tribunal de Justiça e da Assembleia da República. A visita teve como patronos os professores Manuel Rubens, de Direito, e
Maria José Oliveira, de Economia.
Após cerca de três horas de viagem, os alunos chegaram a Lisboa e
deslocaram-se de imediato para o
Supremo Tribunal de Justiça, onde
foram amavelmente recebidos pelo
seu administrador, Dr. Joaquim Delgado que levou os alunos a conhecer a antecâmara do salão nobre e
o salão nobre, apesar de algumas
limitações à movimentação no interior do edifício por causa das sessões
que ocorrem durante a manhã.
No salão nobre, os alunos ficaram
estupefactos e encantados com o
teto, que estava pintado com uma
técnica que lhe dava dimensões
tridimensionais. O guia, depois de
uma agradável dissertação sobre
a história do STJ e o seu papel na
estrutura jurídica, destacou também, neste salão, a propósito das
várias personalidades pintadas nas
paredes, a figura de Mouzinho da
Silveira, pela qual nutria uma enorme admiração. Destacou-o por ser
o grande obreiro da organização
administrativa e judiciária do país,
organização que se mantém atual
até aos nossos dias.
No período da tarde, depois de
um almoço no ISEG, os alunos visitaram a Assembleia da República,
com a prestimosa colaboração do
Dr. Amadeu Albergaria, ex-aluno da
nossa escola e agora deputado do
PSD, pelo círculo de Aveiro, a quem
muito agradecemos a disponibilidade e síntese informativa sobre
o edifício e a Instituição. Os alunos
ficaram a conhecer alguns dos espaços mais nobres do Parlamento,
bem como a sua organização e
funcionamento e tiveram ainda a
possibilidade de assistir a um debate quinzenal, com a presença do Ministro das Finanças, Dr. Vítor Gaspar.
No regresso a casa, os alunos
tiveram ainda a oportunidade de
efetuar uma primeira paragem junto
ao Mosteiro dos Jerónimos para saborear os famosos pastéis de Belém
e uma segunda, na Mealhada, para
degustar umas sandes de leitão.
Esta visita, para além de uma
jornada aprazível de convívio, foi um
importante contributo para o aprofundamento dos nossos conhecimentos sobre duas instituições que
ocupam um lugar de destacaque
entre os demais órgãos de soberania. Ana Mafalda Pires, 12º D1
visitas de estudo
Acolhem alunos do colégio
Entusiasmo e alegria marcam dia pleno de actividades...
5 de Maio, Dia do Colégio
8
| 48 | ENTRElinhas | ABRIL | MAIO | JUNHO 2012
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ABRIL | MAIO | JUNHO 2012 | ENTRElinhas | 48 |
PROJECTO
Tão longe e tão perto
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25 de Maio, English Day, o dia do inglês
Uma iniciativa sempre agradável
Neste dia temático, os docentes do colégio foram convidados para um lanche matinal de
convívio, English and American Tea, que teve lugar na sala dos professores do bar, no 1º intervalo da manhã, com iguarias típicas britânicas e americanas: muffins, cup cakes, scones, tostas, chá
e compotas. Estiveram ainda em exposição alguns trabalhos realizados pelos alunos, cartazes,
maquetes e posters, alusivos aos países de língua inglesa.
Neste dia, os alunos do 3º ciclo e do secundário deslocaram-se ao auditório Dr. Joaquim
Vieira para assistirem a uma peça de teatro.
Hotel Hotel, foi a peça para o secundário,
que decorreu das 09h45m às 11h15m; e Off
With Their Heads, foi a peça de teatro para o 3º
ciclo (14h15m às 15h45m).
Ambas as peças foram da responsabilidade da companhia de teatro britânica, Avalon
Theatre Company, que se deslocou ao nosso colégio. Os discentes de ambos os ciclos
apreciaram bastante as peças de teatro apresentadas, tendo sido visível a satisfação dos
alunos participantes pelo momento cultural
a que assistiram.
No final de cada peça de teatro, à saída
do auditório, os alunos foram ainda surpreendidos com a oferta de um delicioso muffin de
chocolate.
Foi um dia diferente, passado de forma
agradável e também didática. Professora Carla Fernandes
DIA DO COLÉGIO ENGLISH CORNER
No passado dia 5 de maio o grupo de Inglês, 2º ciclo, 3º ciclo e secundário, preparou uma mostra de atividades para a comunidade, a integrar a festa do Dia do Colégio.
Desta mostra destacaram-se os trabalhos realizados pelos alunos, desde telas, maquetes, cartazes, posters a jogos didáticos e clips em papel.
É de salientar o empenho dos alunos envolvidos, quer na participação com trabalhos,
quer na disponibilidade para preparação da
exposição. Houve ainda uma tômbola e rifas
para atribuição de prémios.
Foram muitos os visitantes do Cantinho
do Inglês e muitos os participantes na tômbola do grupo, cujo apuro reverteu a favor
da escola moçambicana associada ao projeto
L&L. Professora Carla Fernandes
Clipart, uma forma de explorar a criatividade
iniciativas inglês
A fim de participar no Dia do Colégio, os alunos do 2º ciclo, à semelhança de anos anteriores,
foram convidados a realizar um trabalho representativo e alusivo às “cores” e cultura britânicas. A
iniciativa pretendia, assim, tornar a banca de Inglês num ponto de referência para a comunidade.
Para este ano, o tema proposto aos alunos foi o Clipart. A atividade consistia na elaboração de um clip gigante, que seria decorado ao sabor da imaginação do aluno.
Como sempre aconteceu, os trabalhos mais
interessantes e criativos foram premiados
(1º- Eduardo Melo, 5ºC; 2º- Gustavo Couto, do
5ºH; 3º- Patrícia, 6ºL).
Dada a grande participação dos alunos e
de trabalhos com grande qualidade, decidiu
se atribuir mais dez menções honrosas.
Os parabéns a todos aqueles que partici-
param, pelo sorriso e alegria que acrescentaram a este dia de festa. Professor Nuno Pinho
tre outras atividades.
As docentes dinamizadoras e responsáveis pelo clube, Carla Fernandes e Sónia
Correia, gostariam de salientar o empenho
dos alunos que frequentaram o Clube na
produção dos jogos temáticos que, no dia 5
de maio, foram expostos na banca reservada
ao grupo, o english corner. Carla Fernandes e
Sónia Correia
ENGLISH CLUB o clube de inglês
As atividades do clube de inglês decorreram à sexta-feira, das 08h00 às 09h30m, no
bloco III.
O clube, frequentado por 25 alunos do
2º e 3º ciclos, partiu com o objetivo de fomentar o gosto pela aprendizagem da língua inglesa, através de uma prática essencialmente lúdica. Neste espaço, os alunos
foram convidados a participar em atividades
de cariz didático, como jogos de exploração
vocabular, lotos temáticos, havendo ainda
lugar à visualização de filmes em Inglês, en-
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ABRIL | MAIO | JUNHO 2012 | ENTRElinhas | 48 |
AUTO DA BARCA DO INFERNO
Uma obra intemporal que ensina pelo riso
No passado dia 11 de maio, os alunos de 9º ano assistiram, no auditório do Colégio à uma encenação, dirigida pelo ator/encenador Rui Pessoa, da obra Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente.
Adorei a representação, pois tinha atores
com imenso talento e profissionalismo e, apesar da peça ter sido escrita no séc. XVI, tinha
uma visão muito atual.
As luzes, o som e a magia estiveram presentes na encenação. Na minha opinião,
foi das melhores peças de teatro que já vi.
Inês Soares, 9ºI
Pura e simplesmente adorei!
A forma como os atores se relacionavam
com a plateia, a forma como davam vida
a cada personagem era pura magia. Por
momentos senti que fazia parte do elenco
e não era uma mera formiga na plateia. A
forma como eles representaram deixou
qualquer um estupefacto. Cada detalhe
executado na perfeição!
Acho que ajudou a compreender, assimilar e até recordar melhor o Auto da Barca
do Inferno, de Gil Vicente. Raquel Marques, 9ºJ
Se me dessem a oportunidade de ver outra vez, eu aceitava, foi mesmo giro e bem
realizado. Iris, 9ºJ
Eu gostei muito do teatro, achei tudo bem
organizado e representado. Surpreendeu-me pela positiva, pois pensava que ia ser
um pouco monótono, mas foi alegre e
divertido. Gostei muito desta experiência.
João Gomes, 9º I
A representação do Auto da Barca do Inferno superou as minhas expetativas. Durante o teatro ouviram-se muitos aplausos,
pois a encenação foi realmente muito boa
e era quase impossível conter as mãos e as
gargalhadas! Maria Alves, 9ºJ
Achei a representação espetacular: os atores
conseguiram fazer-nos sentir uma mistura de
emoções (alegria, pena, euforia…).
O facto de vermos a peça depois de a estudarmos foi muito positivo porque, já conhecedores da obra, ajudou-nos a percebê-la
melhor e de uma forma divertida.
Penso que ninguém vai esquecer as brincadeiras do Parvo, a interação da Brísida e o
descaramento do Frade e do Sapateiro. Foi
uma experiência fantástica! Filipa Alves, 9ºJ
Gostei bastante da peça de teatro. Foi um
espetáculo dinâmico e cheio de vida. O
desempenho dos atores e a sua interação
com os alunos foi uma maneira interessante de captar a atenção do público.
A conjugação dos cenários, da banda sonora e a energia dos atores valorizou o espetáculo e levou os alunos a compreender
melhor a obra.
ecomendo vivamente esta peça de teaR
tro! Ana Beatriz Oliveira, 9ºI
surpreender a plateia com a sua atuação. Recriaram a obra tal como ela é; mas também,
ao interagirem com o público, chamando
alunos ao palco, tornou a peça muito mais
divertida e interessante, pois mesmo conhecendo a obra, estávamos sempre na expetativa do que iria acontecer.
e antemão, já sabíamos que a peça seria
D
bastante divertida, pois já conhecíamos a
obra. No entanto, penso que, mesmo conhecendo a obra, os atores conseguiram
Na minha opinião, o teatro foi um sucesso, diverti-me imenso e foi uma maneira
muito divertida e original de relembrar a
obra. Gonçalo Soares, 9ºI
F oi para mim uma experiência nova. Não
tinha memória de ter assistido a uma peça
de teatro. Apreciei e fiquei com vontade de
assistir a outras peças. Inês Albergaria, 9ºI
FALAR A VERDADE A MENTIR
Uma obra de Almeida Garrett que deleitou o público do 8º ano
Penso que a ida ao auditório para assistir à representação de Falar Verdade a Mentir, de Almeida Garrett, foi
uma ótima experiência. Para além de sair um pouco da rotina, tive a oportunidade de apreciar, ao vivo, uma excelente comédia. E apesar de já ser minha conhecida, agora consegui “sentir” mais a história e estar mais atenta aos
pequenos pormenores que, durante a leitura, não reparei que lá estavam…
Adorei a parte em que chamaram um aluno ao palco - o seu embaraço foi tal que se tornou mesmo
muito engraçado! Quanto aos atores, achei-os bastante profissionais,
pois conseguiram fazer o público
“entrar”, de certa forma, na peça.
Na generalidade, gostei imenso
e penso que deveria haver mais
vezes este tipo de iniciativas. Isabel Alves, 8ºE
Assistir à representação da obra
garrettiana Falar Verdade a Mentir
foi uma experiência única. A obra
em si tem uma linguagem de difícil compreensão aos ouvidos mais
desatentos, mas, durante a representação, era impossível estarem
desatentos, pois os atores representaram de forma tão eloquente,
as suas falas foram tão expressivas,
os seus gestos e expressões faciais
foram tão claros que, realmente, o
enredo não nos conseguiu passar
ao lado. O cenário, os atores, as
luzes e o som levaram-me para
aquela época e fizeram de mim
uma personagem presente.
Foi mesmo muito engraçado.
Diverti-me muito e compreendi
melhor o enredo da obra. Adorei! Eva Monteiro, 8ºJ
Foi muito interessante: os
atores tiveram um bom desempenho, cada um cumpriu o seu
papel de forma excelente. O José
Félix foi mesmo muito engraçado
em todos os papéis que desempenhou enquanto personagem
da história, mas a personagem
de Lord CoocKimbrook foi, sem
sombra de dúvida, a mais cómica.
Fartei-me de rir. Penso que todos
os alunos gostaram. Marcelo, 8ºE
Teatro
No passado dia 20 de abril, os alunos do 11º ano assistiram à representação de uma adaptação da obra Os Maias, de Eça de Queiroz, pela companhia de teatro “Propositário Azul”, no
Grande Auditório do nosso Colégio.
“Os Maias” é a história de três gerações da
família Maia, uma família da alta sociedade
portuguesa da capital, na segunda metade
do século XIX.
A representação centrou-se nos casos
amorosos de Carlos da Maia, o elemento
mais novo da família, nomeadamente com a
Condessa de Gouvarinho e com Maria Eduarda, que mais tarde descobre que é sua irmã.
Outro elemento dominante foi o companheirismo entre ele e João da Ega, com o qual se
volta a reunir dez anos após estes eventos
em Lisboa e que, referindo-se às suas diversas peripécias, lhe diz “Falhámos a vida, menino!”. Destaca¬ se também Dâmaso Salcede,
uma personagem que se intromete na vida
de Carlos da Maia e cuja única preocupação
era o “chique a valer”.
Além de representar as cenas seleciona-
das, os atores explicaram diversos elementos
da obra necessários para a sua compreensão,
não fosse o caso de os alunos os desconhecerem. O cenário, o guarda-roupa, as falas, a
interação com o público e, principalmente,
o humor, tudo contribuiu para uma maior
imersão na peça.
Na minha opinião, os atores conseguiram
colocar o Portugal da segunda metade do
século XIX em cena e fizeram-nos questionar
se a crítica presente nesta obra à sociedade
se aplicará apenas àquela altura, ou se estes
problemas ainda se encontrarão presentes
na sociedade atual.
Os alunos retribuíram com a sua atenção
e com imensos aplausos.
Além dos belos momentos proporcionados
pelos atores, esta peça contribuiu, acima
de tudo, para um melhor entendimento da
obra intemporal desse grande escritor da
língua portuguesa - Eça de Queiroz. Flávio
Henrique Ferreira Couto, 11º A
“A representação d’ Os Maias pela companhia de teatro que nos visitou foi fantástica! Conseguiram captar a atenção de
todos nós com o seu talento. Rita Magalhães; 11ºA6D
Os momentos proporcionados pelos atores foram, sem dúvida, inesperados, únicos e sumptuosos. André Costa,11ºA
iniciativas português
Os Maias – uma representação cativante
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CHECK-UP PARA UMAS FÉRIAS RADICAIS
Professores Fernando Vicente e Alexandra Salomé
ser capaz de…
Nesta edição revelamos alguns
mistérios e curiosidades acerca da Natureza e
também algumas das suas ações químicas,
por vezes naturais, por outras, com a “mão do
Homem”. Deixamos também alguns conselhos
relativos ao bom descanso e ao sucesso escolar!
Terminamos com doçura, pela mão dos nossos
mini cientistas do Clube de Física e Química!
Boas férias! Saudações científicas!
E… boas férias!
Professor Paulo Costa
Curiosidades
A zoologia, como sabes, é a ciência que
estuda os animais. Mas a quantidade de conhecimentos é tal que existem ramos, especialidades, tal como acontece com a medicina. És capaz de relacionar cada um dos ramos
com o seu objeto de estudo? Conhecimentos
de latim, a língua usada nos nomes científicos,
ajudam! Pergunta ou pesquisa para responderes a este desafio. Ora tenta! Nunca sabes
se não será este um nome de uma disciplina
“cadeira” no ensino superior!
ENTOMOLOGIA, estudo dos ____________
ICTIOLOGIA, estudo dos _______________
ORNITOLOGIA , estudo dos _____________
MALACOLOGIA , estudo dos ____________
ciência ENTRElinhas
ALERGOLOGIA Ser capaz de enfrentar, com serenidade e entusiasmo, as coisas que chateiam. Ser
capaz de reconciliar-se com as pessoas de quem se
tem alguma alergia.
CARDIOLOGIA Ser capaz de agir sempre com
um coração sensível, amigo e fraterno. Ser capaz
de viver e expressar, de forma saudável, o amor e a
amizade.
CIRURGIA Ser capaz de operar as mudanças necessárias para se ser mais feliz. Ser capaz de cortar
pela raiz a preguiça, o egoísmo e a maledicência.
DERMATOLOGIA Ser capaz de fazer turismo, indo
para fora cá dentro, (re)descobrindo Portugal. Ser
capaz de valorizar a praia e o sol e desvalorizar a cor
da pele das pessoas.
GASTROENTEROLOGIA Ser capaz de saborear,
com calma e sem pressas, a gastronomia tradicional. Ser capaz de refrescar-se com prazer e beber com
responsabilidade.
GEREATRIA Ser capaz de dar valor à experiência e
à sabedoria dos mais velhos. Ser capaz de conviver
com os avós e demais familiares com mais idade.
INFECTOLOGIA Ser capaz de combater os inimigos do descanso, do sono e da paz interior. Ser
capaz de aproveitar a internet sem se deixar infetar
pela sua dependência.
NEUROLOGIA Ser capaz de refletir sobre a vida
e valorizar mais a consciência bem formada. Ser
capaz de dormir e relaxar mais para relativizar as tensões e preocupações.
OFTALMOLOGIA Ser capaz de ler livros e ver
aquilo que é essencial e invisível aos olhos. Ser capaz de parar e contemplar a beleza e harmonia da
natureza.
ORTOPEDIA Ser capaz de ajudar a família com
gestos concretos de amor e altruísmo. Ser capaz
de estudar, criar, escrever e aprender um instrumento
musical.
OTORRINOLARINGOLOGIA Ser capaz de valorizar e escutar o silêncio que tanto tem para dizer.
Ser capaz de ouvir música que relaxe, divirta e inspire
alegria e festa.
PEDIATRIA Ser capaz de (re)descobrir a criança
pura e espontânea que se tem dentro. Ser capaz
de brincar com os mais pequenos e realizar atividades lúdicas.
PNEUMOLOGIA Ser capaz de identificar aquilo
que polui a vida pessoal e dificulta a respiração.
Ser capaz de procurar o ar puro da praia e da montanha, dos rios e do mar.
PODOLOGIA Ser capaz de caminhar, viajar e visitar monumentos, museus e novas terras. Ser capaz
de ser solidário e ir ao encontro daqueles que mais
precisam.
PSIQUIATRIA Ser capaz de identificar os problemas que precisam de ser resolvidos. Ser capaz de
escolher uma vida divertida, radical, livre, digna e
consciente.
RADIOLOGIA Ser capaz de ver melhor o interior
das pessoas e valorizar o que têm de bom. Ser
capaz de encontrar-se consigo mesmo e com Deus,
pela oração.
REUMATOLOGIA Ser capaz de exercício físico,
para a saúde e equilíbrio do corpo e da mente.
Ser capaz de caminhar, nadar, jogar, cantar, dançar
e divertir-se.
UROLOGIA Ser capaz de valorizar a sexualidade
como expressão do que se é e sente. Ser capaz de
tomar decisões que respeitem a pessoa e a sua dignidade.
------------------------------------------------A beleza da natureza
Em época de acasalamento, tendo com objetivo a reprodução e a manutenção da espécie, quase tudo é feito, é quase dar a vida, por
uma nova vida! Os animais e seus hábitos de
conquista são curiosos e até «encantadores»,
ainda que, por vezes, estranhos para o ser
humano ! Aqui fica um breve excerto de um
livro de George Stilwell, professor universitário
e veterinário!
1) Normalmente são os machos que fazem
a corte, a conquista! Mas não para os cavalos
marinhos! São as fêmeas que conquistam e
defendem o macho de outras «concorrentes»
Devem dizer, «este é meu!»
2) Cisnes, gansos, raposas, coiotes e castores, o
que têm de comum? Contrariamente à maioria dos mamíferos, estes animais são o símbolo
da fidelidade, uma namorada só! Na verdade,
das 5000 espécies de mamíferos do planeta,
poucas apresentam monogamia!
3) Uma pequena borboleta macho de nome
científico Eurema lisa executa uma dança de
oito passos obrigatórios, sem falhas, para que
a borboleta fêmea o aceite! É caso para dizer,
“dança, dança”!
4) Já os pardais cantores impressionam
pelo canto! Têm entre 4 a 13 tipos de
melodias e as fêmeas preferem os machos capazes de cantar maior número de
melodias! Talvez queiram um progenitor
capaz de embalar os filhotes com belas
Clube do ambiente
canções!
5) O inseto louva-a-deus, para acasalar, terá de
perder a vida! Como?! Arrisca a cabeça quando se mete com a sua parceira que depois de
acasalar o come!
6) Um peixe, o esgana-gata, usa a arquitetura para seduzir as fêmeas! Constrói um túnel
com ervas e areia sob o qual a namorada é
convidada a depositar os ovos que serão depois fertilizados por ele!
------------------------------------------------O sono e a escola
É comum ouvir “O aluno tem falta de concentração”! A resposta pode ser muito simples: falta de horas de sono!
O sono não é um momento em que o
corpo fica «desligado»… Durante o sono, o
cérebro fica ocupado a dirigir o funcionamento de todo o organismo (respira-se, o coração
bombeia sangue, os rins produzem urina, etc).
Durante o sono, o corpo descansa, repondo
as energias para o dia seguinte. Sem horas
suficientes de sono, essa tarefa de repouso
e de “carregar baterias” não se realiza e o resultado pode ser grave, quer para a saúde
quer em outras áreas do dia-a-dia, como a
aprendizagem.
Dormir menos significa, sim, ter um raciocínio mais lento. Em idade escolar, é uma
situação muito preocupante, pois crianças e
adolescentes veem as suas dificuldades de
aprendizagem agravadas.
Sem horas suficientes de sono, várias são
as consequências, como por exemplo:
1.Cansaço
2.Hiperatividade
3. Falta de concentração
4. Capacidade de memória enfraquecida
5. Baixa produtividade no trabalho / escola
6. Aumento de peso, obesidade
7. Maior risco para doenças
8. Baixa imunidade (defesa/proteção) a doenças.
Tem noção quantas horas dorme o seu
filho? Sabe que jogos eletrónicos, computadores e telemóveis são aparelhos que interferem com o descanso cerebral… além de
que nos mostram muitas vezes imagens ou
mensagens que ficam “gravadas” no cérebro e
podem depois perturbar o sono e os sonhos!
Agora que estão próximas as férias, é uma
boa altura para EDUCAR O SONO! Todos sairão a ganhar!
------------------------------------------------A acidificação da água das chuvas
Decerto que todos nós já ouvimos falar
em chuvas ácidas, aquelas chuvas que corroem os monumentos, contaminam os solos
e as águas dos rios e lagos, destruindo a vida
aquática e os habitats dos peixes, principalmente. Contudo, esta designação de chuvas
ácidas não é a mais correta, visto que as chuvas ditas normais, por si só são ácidas, ou seja,
o seu pH é aproximadamente 5,6, a 25°C. Estranho, não é? Não tanto assim, pelo menos
até compreendermos a razão.
A justificação para a acidez das águas da
chuva normal prende-se com a simples dissolução do dióxido de carbono atmosférico na
água. Posteriormente, este dióxido de carbono dissolvido reage com a água originando
um ácido fraco, denominado ácido carbónico.
É este ácido, o responsável pela diminuição
do pH da água das chuvas e a sua consequente acidificação. Apesar da sua acidez, a
chuva normal não comporta nenhum risco
para a saúde, não por o ácido carbónico ser
um ácido fraco, mas sim pela simples razão
de estar pouco concentrado. Este processo
que aqui descrevi é um processo natural, ao
invés da formação das “chuvas mais ácidas”,
cuja causa é antropogénica, sendo a atividade
humana a principal culpada. Este aumento de
acidez da água das chuvas deve-se, principalmente, à emissão para a atmosfera de óxidos
de enxofre e azoto pelas indústrias, meios de
transporte e centrais elétricas. Estes poluentes
atmosféricos, os óxidos de enxofre e azoto,
em reação com a água, podem formar ácido
sulfúrico e ácido nítrico, respetivamente. Estes
ácidos, devido à precipitação, atingem a superfície terrestre, provocando consequências
nefastas no nosso planeta.
A ocorrência das chuvas ácidas é típica
de países desenvolvidos e, por conseguinte,
industrializados. Todavia, os países que mais
poluem nem sempre são os mais afetados.
Por exemplo, na Europa os países mais afetados são a Alemanha, a Suécia e a Dinamarca,
sendo que Portugal não é muito afetado pelas
“chuvas mais ácidas”, não obstante se verificar
em alguns monumentos a sua ocorrência.
A título de curiosidade, as chuvas mais ácidas
alguma vez registadas possuíam pH igual a 1,5
e ocorreram na Virgínia, nos Estados Unidos
da América. Em Vénus, um planeta “mesmo
aqui ao lado”, as chuvas ácidas são uma característica deste planeta, devido à sua intensa
atividade vulcânica. Com a constante industrialização, as chuvas ditas normais estão a
tornar-se cada vez mais ácidas, portanto não
arrisquem a vossa própria saúde e não tentem
beber a água das chuvas. André Costa, 11º A
------------------------------------------------Química na cozinha
No clube de Física e Química também
aprendemos, de forma simples, como a Química e a cozinha têm muito em comum. Para
já, ficamo-nos por algumas gulodices: já fizemos bolachas, bolo de chocolate, pipocas,
brigadeiros,…
Aqui fica a nossa última “preparação química”:
Reagentes: 1 lata de leite condensado, 2
colheres de sopa de chocolate em pó, 1 colher
de sobremesa de manteiga, côco ralado (q.b.)
e forminhas de papel frisado.
Procedimento: Num recipiente próprio
para microondas colocar o leite condensado
e o chocolate em pó, misturando bem; levar
ao microondas durante 4 minutos na potência máxima; retirar a mistura e mexer bem;
levar novamente ao microondas por mais 2
minutos; retirar com cuidado e aguardar que
arrefeça; moldar a gosto e polvilhar com côco
ralado. BOM APETITE!Clube de Física e Química
das quartas, Professor Fernando Vicente
QUANTO TEMPO DEMORAM A DESAPARECER DO NOSSO PLANETA?....
Latas de alumínio:
100 a 500 anos
Fósforos: 2 anos
(o mesmo que as pontas de cigarro…)
Garrafas, frascos de vidro ou de
plástico: indeterminado
Fraldas descartáveis: demoram mais tempo a
deteriorar-se do que uma criança a crescer…
3 meses:
Fruta,Guardanapos de papel
100 a 500 anos: Tampas de garrafas,
garrafas plásticas, pilhas
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ABRIL | MAIO | JUNHO 2012 | ENTRElinhas | 48 |
Os nossos escritores
Temos talento: premiados
do Concurso Literário
No passado dia 9 de maio, foram entregues os prémios do Concurso Literário
2011-2012, no Grande Auditório, momentos antes do encontro com a autora Mafalda Moutinho.
Este concurso, que tem como objetivo desenvolver o gosto pela escrita e pela
leitura, tem contado, todos os anos, com
muitos participantes de todos os níveis de
ensino, nas as modalidades de Texto Narrativo, Texto Poético e Texto Livre.
Assim, neste ano letivo, os alunos premiados foram os seguintes:
--------------------------------------------------2º ciclo:
Texto Narrativo:
1º Prémio : Pilar Vieira Ventura- 6ºB
2º Prémio: Renata Rocha – 6º G
3º Prémio Patrícia Martins – 6ºL
Texto Poético:
1º Prémio : Pilar Vieira Ventura- 6ºB
2º Prémio: Catarina Laranjeira – 6º I
3º Prémio : Daniela Isabel Silva – 5º C
Texto Livre:
1º Prémio : Pilar Vieira Ventura- 6ºB
2º Prémio: Filipa Costa Alves – 6º F
--------------------------------------------------3º ciclo:
Texto narrativo
1º Prémio: Ana Beatriz Oliveira – 9ºI
2º Prémio: Carolina Frade Moreira - 8º I
3º Prémio: Daniela Vieira 8º L
Texto poético
1º Prémio: Isabel Almeida Ferreira – 7º E
2º Prémio: Fernando André Pinho – 9º D
3º Prémio:-Sara Alexandra Aguiar – 9º A
Texto livre
1º Prémio: Sara Alexandra Aguiar – 9º A
2º Prémio: Mariana F. Tavares – 9º H
--------------------------------------------------Secundário:
Texto poético
1º Prémio: Rafael Santos Oliveira – 12º A3
2º Prémio: Catarina Vilar Marques 12º A2
Texto livre
1º Prémio: Gustavo Nuno P. Monteiro – 12º A3
2º Prémio: Catarina Vilar Marques – 12º A2
3º Prémio: Rafaela Patrícia Silva – 12º A4
MAFALDA MOUTINHO
Escritora traz “Os Primos” ao colégio
Mafalda Moutinho, autora da coleção “Os Primos”, esteve no nosso Colégio, no dia 9 de maio,
para um encontro com os alunos do 5º e 7º ano, no grande auditório.
Mafalda Moutinho vive em Milão onde,
para além da escrita, faz também trabalhos de
tradução.
A autora abordou as personagens e o
processo que utiliza para a criação das várias
intrigas; referiu as investigações “in loco” que
realiza para a criação dos vários livros que vai
escrevendo.
Os alunos, com entusiasmo, apresentaram
questões, revelando, assim, algum conhecimento da sua obra.
Num tom agradável e delicado, a autora não
pôde esconder a sua satisfação ante as diferentes intervenções dos jovens leitores – e foi com
natural satisfação que verificou que os seus livros
despertam curiosidade e
interesse junto do público
mais jovem.
No final do encontro,
houve lugar a uma sessão de autógrafos.
Depois, a escritora
fez ainda uma breve visita guiada ao colégio e
teceu elogios às instalações – talvez sirva como
pano de fundo para uma
nova intriga de “Os Primos”. Professora Conceição Couto
Em busca dum significado
A geração dos 90, na qual me incluo, nasceu numa época de
relativa prosperidade. Porém, os tempos em que vai atingir a maturidade, os quais estamos a atravessar, não são de todo economicamente e socialmente agradáveis. A escolha de um rumo de vida
é, portanto, uma questão muito importante, comum, e, ao mesmo
tempo, torturante.
Para decidir o que queria fazer com a minha vida, comecei
pelo princípio. “Fez-se luz.” A demanda pelo objetivo de vida começou pelo significado da vida. Navegando
nesta indagação, encontrei quem afirmasse
Miguel Godinho
que não temos qualquer objetivo específico,
12.º A3
um intuito que seja intrínseco ao ser humano, que o encaminhe devido apenas ao simples facto de este existir. Todavia, há quem argumente que, sem
um significado imanente, a vida seria aborrecidíssima e perderia
todo o sentido.
A verdade é que quando me decidi sobre o meu conceito teológico, também passei por um período de crise existencial. Porém,
esta passou. A partir do momento em que me vi ocupado, com
objetivos - seja ser bem sucedido, o de aproveitar a vida ao máximo, ou um outro qualquer - notei que esta crise existencial se
desvanecia. E isso é válido para todos os que permanecem sãos.
A via teológica não me preenchia totalmente, pelo que continuei a minha busca. Concluí que se não temos um objetivo
último, então temos de aproveitar ao máximo o período entre
o nosso nascimento e a nossa morte. E aqui existem muitas e
diversificadas opiniões. Há quem afirme que a melhor maneira
de aproveitar a vida é unicamente através da busca do prazer. O
prazer, ou a ausência de dor, seriam os únicos valores, conceito
que foi introduzido por Epicuro. Esta ideia é interessante; porém, tal como grande parte de outras pessoas, não encontrei nisto um refúgio existencial. Apesar de ser apelativo, o ser humano
luta pela busca de um significado mais universal. O prazer imediato não é suficiente para um objetivo de vida.
O ser humano quer ser lembrado. Para isso os faraós mandaram construir pirâmides e Alexandre Magno formou um dos
maiores impérios da História, tendo dado o seu nome a cerca
de 20 cidades. T.S. Elliot escreveu sobre esta circunstância num
dos seus mais importantes poemas, The Waste Land: “Mostro-te
medo num punhado de pó.”
É, assim, o valor último a que cada jovem com intelecto em
formação chega. Fazer a diferença. Num aforismo atribuído ao
escritor e humorista Leo Rosten, este revela: “O objetivo da vida
não é ser feliz – mas importar, ser produtivo, ser útil, fazer que
haja alguma diferença no mundo devido ao facto de teres vivido.”
A questão com a qual iniciei esta reflexão permanece sem resposta. Isto não é por acaso. Permanece sem resposta, pois existem demasiadas respostas: é cliché, mas cada um deve escolher o seu caminho.
Desde que faça a diferença, que mude o mundo para melhor, ou que,
no mínimo, esteja a tentar fazê-lo, sei que está a viver da maneira
correta. E nunca nos devemos esquecer: as ideias, o pensamento, o
sonho, são o mais importante para mudar o destino, para importar.
Terminaria a minha ponderação com uma secular e intemporal
reflexão: “Tem cuidado com os teus pensamentos, pois estes tornam-se palavras. Tem cuidado com as tuas palavras, pois estas tornam-se
ações. Tem cuidado com as tuas ações pois estas tornam-se hábitos.
Tem cuidado com os teus hábitos pois estes tornam-se caráter. Tem
cuidado com o teu caráter, pois este torna-se o teu destino.”
“Não se tem uma biblioteca para
arrumar os livros, mas para guardar
aqueles que é preciso ler”.
LEITURAS
Uma Fazenda em África
O Caso Rembrandt
Iacobus
de João Pedro Marques
de Daniel Silva
de Matilde Asensi
Editorial Presença, 432 páginas
Editorial Presença, 448 páginas
Sextante Editora, 286 páginas
Uma Fazenda em África, o novo romance de João Pedro
Marques, depois de Os Dias da Febre, passado em 1857, quando
Lisboa estava a ser atingida por uma epidemia de febre-amarela que mataria mais
de 5 mil pessoas, acompanha a vida e as
histórias dos primeiros colonos num território inóspito e selvagem, Moçâmedes,
no sul de Angola. Como é frequente nas
narrativas passadas em África, o exotismo
e a aventura estão bem presentes. África
está toda nas páginas do livro. O romance
de João Pedro Marques está para além de
uma história sobre colonização. Começando por ser uma história de emigração e de luta pela sobrevivência, logo nos envolve
numa intriga onde há personagens que amam e odeiam, que
são felizes e que sofrem. E o amor está presente da primeira à
última página. Uma Fazenda em África é um exemplo da boa
literatura portuguesa. Professor João Sousa
Daniel Silva, autor norte-americano que vende milhões de livros em todo o mundo, está de regresso com a
sua personagem Gabriel Allon, famoso espião israelita. Em Glastonbury, um restaurador de arte é brutalmente assassinado e um quadro
de Rembrandt é misteriosamente
roubado. Gabriel vai tentar encontrar o quadro e os responsáveis
pelo crime, seguindo um rasto de
pistas com início em Amesterdão,
passando por Buenos Aires e terminando em Genebra. Pelo meio descobre terríveis crimes nazis associados ao quadro e enfrenta um multimilionário suíço, conhecido pelo seu altruísmo, mas ligado
ao programa nuclear do Irão. Como habitual nos livros
de Daniel Silva, o leitor pode contar com muita acção,
uma boa dose de tensão e alguns momentos de suspense muito bem conseguidos. Professor João Sousa
O título desta obra de Matilde Asensi, Iacobus, retrata o percurso
de Galcerán de Born, monge hospitalário e médico que, a pedido do
Papa João XXII, dirige curiosa investigação que
o leva até aos remotos esconderijos templários.
A ação tem início no momento em que o Sumo
Pontífice pretende ver esclarecidas as circunstâncias da morte de Clemente V, seu antecessor, e de Filipe, o Belo, rei de França, que ocorreram após a execução do último templário,
Jacques Molay.
O monarca português, D. Dinis, será o gérmen da narrativa quando solicita a Roma permissão para criar a Ordem de Cristo como substituta da Ordem do
Templo, em Portugal.
Será a partir desta investigação que a narrativa se expande num
crescendo de intensidade, o que promove o desejo de acompanhar
a personagem principal na sua busca pela verdade, seguindo-a até
ao final, quando vem terminar os seus dias em território português,
no emblemático castelo de Almourol. Professor Luís Filipe Aguiar
expressão e opinião
Umberto Eco
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João Oliveira (à esquerda) e Sinésio Couceiro (à direita)
pequenos ilustres
Sinésio Couceiro, aluno do 12.º B de artes visuais, é o nome do aluno entrevistado. Fundador do sítio gamingpt.com, lidera uma
quantidade assinalável de fãs de videojogos
que procuram neste espaço, novidades,
eventos e contactos na comunidade gaming
portuguesa.
Antes de mais gostaríamos de saber o
que é o gaming em português?
A palavra gaming em português designa a
cultura dos vídeo-jogos, neste caso a cultura
dos vídeo-jogos em Portugal que se divide
em muitas categorias.
Como surge a ideia de criar um sítio dedicado ao gaming em Portugal?
A ideia surgiu basicamente há três anos. Na
altura, sentia a necessidade de criar um projeto para aprender mais sobre programação
web. E como gostava de jogar, decidi interligar esses dois passatempos. No início, não
imaginava no que o projeto se podia tornar
e só passados alguns meses é que comecei
a perceber que o projecto GamingPT podia ir
para além de um projecto experimental.
Apesar de ter começado desse modo, o
sítio foi ganhando maior complexidade
e profissionalismo. Sentes que agora se
tornou uma grande responsabilidade?
Sim, a responsabilidade aumentou bastante
à medida que a popularidade do portal cresceu. Existe uma necessidade de ter sempre
últimas novidades publicadas para os nossos
visitantes, o que leva a diversas pesquisas diárias. Neste momento, a maior responsabili-
dade do portal é responder aos pedidos e às
obrigações impostas pelos nossos parceiros
internacionais pois sem eles a GamingPT não
teria chegado ao que é hoje.
Quantos utilizadores registados possuem e quem são?
Neste momento não permitimos o registo de
contas aos nossos visitantes sendo que apenas a nossa equipa de redacção tem acesso
as áreas extra do portal. Mesmo assim temos
como um dos objectivos principal a abertura
dos registos para público.
e visitantes?
Temos uma média de 1500 visitas únicas por
dia, uma média difícil de alcançar por portais
de gaming independentes em Portugal. O
nosso recorde até agora foi de 4346 visitas
únicas num dia.
Sentes então que é uma área com crescimento em Portugal?
Durante estes três anos, tive a oportunidade
de observar o núcleo gaming em Portugal e
posso dizer que tem evoluído bastante bem.
Penso que todas as áreas do gaming sendo
os e-sports, a indústria de vídeo-jogos, os
meios de comunicação social, tem evoluído
bastante e tem demonstrado bom trabalho
perante o resto do mundo. Exemplo disso são
os mais de 50 jogos publicados internacionalmente por organizações portuguesas.
E planos futuros para ti e para o sítio?
Os meus planos futuros englobam a continuação dos meus estudos em Novas Tecnologias de Comunicação. Quanto ao sítio,
pretendo continuar com o mesmo mas não
é algo que me preocupe muito neste momento.
Poderá então sair deste projeto um emprego futuro?
Nunca pensei na GamingPT como um emprego; em Portugal é quase impossível viver
de algo relacionado com o gaming, principalmente de um portal de notícias indepen-
dente. Apesar disso, a GamingPT serve para
angariar experiência de trabalho e contactos
profissionais para o futuro.
Apesar de seres um dos fundadores/
responsáveis pelo sítio, são já uma
equipa. Gostaria que nos descrevesses
os outros elementos.
Ao início era apenas eu, mas após o projecto
evoluir, senti a necessidade de uma equipa e
após entrar em contacto com alguns colegas
possuidores de blogues sobre gaming, obtive
uma equipa estável.
Perante o aumento de popularidade e parceiros,
temos vindo a aumentar a equipa, sendo dois
deles meus amigos e colegas de turma.
Neste momento, temos membros em diversos
lugares, de norte a sul de Portugal continental;
temos um membro dos Açores e um da Suíça.
Então acabam por ser principalmente
alunos daqui do Colégio?
Sim, desde do início de 2012 que a equipa da
GamingPT conta com três pessoas do colégio. Havia uma necessidade de aumentar a
equipa e então analisei e testei dois colegas
de turma que neste momento estão a fazer
um excelente trabalho.
Têm feito algumas reviews a jogos e
equipamentos novos no mercado. As
marcas parecem estar interessadas em
que escrevas artigos para a comunidade gamingpt?
Graças ao crescimento do gaming em Portugal e de uma boa evolução a nível de
jogadores e torneios, as marcas estão finalmente a comercializar em Portugal e usam
a GamingPT como forma de obterem um
feedback dos seus materiais. Neste momento,
temos parcerias com todas as marcas gaming
comercializas em Portugal, com especial
atenção para a SteelSeries, ROCCAT, Ozone
Gaming e Microsoft, que são os nossos principais parceiros.
DESPORTO ESCOLAR
Atletas reforçam
visibilidade do Colégio
O Clube do Desporto Escolar esteve, uma vez mais, à altura de todos os que
vivem apaixonadamente o projeto.
É um Clube que sempre honrou
o nome da instituição, levando até
longe o culto do corpo e do movimento. Desde sempre o Desporto
Escolar formou jovens que se destacaram não só pelas suas capacidades físicas, como também pelas
suas qualidades profissionais.
BASQUETEBOL APURADA PARA REGIONAL
O sonho de todos nós vai-se
construindo ao longo de cada competição. Seremos sempre um clube,
onde os atletas sentem fazer parte
de uma família.
Sem dúvida que é aliciante mo-
vimentar todo este núcleo. Primeiro,
porque é forte e, depois, porque surge
todos os anos com novos desafios.
Nos jogos de encerramento do
desporto escolar, em Espinho, no
dia 1 de junho, 15 alunos do colégio
marcaram a sua presença.
Uma vez mais agradecemos a
disponibilidade de todos os que
abraçam este projeto: Direção do
Colégio, Encarregados de Educação,
Professores, Alunos e Funcionários.
Entretanto, o sarau do Desporto Escolar realizar-se-á no pavilhão
de Educação Física, no dia 15 de
junho, com início às 21:00h. Contamos com a presença de todos.
Professor Jacinto Santos
Clube de desporto escolar
URBANAS
Jogos de encerramento do desporto escolar
ANDEBOL 3º E 4º LUGAR CLDE
NESTUM RUGBY APUROU 3 EQUIPAS PARA NACIONAL
COR TA MATO 1º REGION
AL INDIVIDUAL
TÉNIS ALUNA FLÁVIA ARBITRO DOS ENCONTROS
MODERNAS 5º LUGAR NO REGIONAL
Jogos de encerramento do desporto escolar
URBANAS 3º LUGAR REGIONAL
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ABRIL | MAIO | JUNHO 2012 | ENTRElinhas | 48 |
Cátia Batista, uma atleta em destaque
7.º Lugar em Nacional de Coimbra
Decorreu, nos passados dias 5, 6 e 7 de abril, no Complexo Olímpico de Piscinas de Coimbra, a edição de 2012 dos
Campeonatos Nacionais de Juniores e Seniores. Estiveram
presentes 366 nadadores (192 masculinos e 174 femininos),
em representação de 60 Clubes.
O Clube Colégio de Lamas esteve representado pela sua
atleta Júnior Cátia Batista, sob orientação técnica de Paulo Ferreira, coadjuvado pelo delegado Edgar Neto.
A atleta Clube Colégio de Lamas esteve em bom plano,
já que alcançou dois recordes de clube (absolutos e pessoais)
e posicionou-se entre as melhores nadadoras juniores nacionais. Refira-se que é a primeira vez que o clube tem uma nadadora neste Campeonato Nacional, nestes escalões.
Destaque para a prova de 50 m mariposa, na qual ficou
posicionada em 7ª lugar nacional, com o tempo cronómetro
de 30.81 seg., melhorando a sua anterior marca em cerca de
1 segundo; nos 100 m mariposa, obteve também record absoluto de clube e recorde pessoal, com o tempo cronómetro
de 1.09.39 seg., atingindo a 14ª posição nacional; nos 200 m
mariposa, obteve 16ª posição nacional.
Finaliza, assim, da melhor maneira, o ciclo de Inverno do Clube
Colégio de Lamas com presença em todas as provas Nacionais (Campeonato Nacional de Clubes, Campeonato Zonal;
Campeonato Nacional Juvenil e Campeonato Nacional Juniores e Seniores), o que demonstra a qualidade do trabalho que
está a ser desenvolvido pelos nadadores, equipa técnica, dirigentes, tudo com o apoio incansável dos pais. Rodrigo Vicente
-------------------------------------------------------------------------Clube Colégio de Lamas em destaque
O Colégio de Lamas esteve representado por 19 nadadores (6 infantis e 13 juvenis), sob orientação técnica de Paulo
Ferreira, coadjuvado pelo André Figueiredo.
Os resultados foram brilhantes, já que foram alcançados
75 recordes pessoais, 5 recordes do clube absolutos, 5 recordes do clube infantis e 7 recordes do clube juvenis.
Os destaques vão, em primeiro lugar, para toda a equipa,
pois os nadadores melhoraram, significativamente, os seus
tempos.
Individualmente, destacam-se os nadadores Alexandre
Amorim, João Capitão, Beatriz Cardoso e Simão Capitão, uma
vez que se evidenciaram em posições cimeiras, nos diversos
estilos, ao longo dos dois dias de provas.
O nadador Simão Capitão obteve o 2º lugar nos 100 metros bruços com um magnifico tempo de (1.05.90) que é um
dos melhores tempos Nacionais de sempre, no seu escalão.
O Alexandre Amorim, infantil B, obteve o 2º lugar aos 100 metros bruços, a escassos centésimos do segundo do TAC Nacional, e 11º nos 100 metros livres.
A Beatriz Cardoso alcançou 4 RP e 2 RC absolutos, com
destaque para os 100 metros bruços com (1.23.21) perto do
TAC Nacional.
O João Capitão obteve o 4º lugar nos 100 metros mariposa, 100 metros bruços e nos 100 metros costas, com RP.
Os restantes atletas estiveram também em grande plano:
Gabriel Pereira, com 5 RP; Marcelo Rocha, com 3 RP; Rodrigo
Reis, com 4 RP; João Pimentel, com 4 RP; Nuno Soares - que se
estreou esta época - obteve 4 RP; João Guedes, com 5 RP; Rita
Pereira, com 4 RP; António Ferreira, que evoluiu em todas as técnicas de nado; André Petiz, que obteve 4 RP; Joel Peixoto, com
grandes prestações em todos os estilos; Tiago Silva, com 5 RP;
Daniel Magalhães, com 4 RP; David Carvalho, com 5 RP; Nuno
Pinto, com 5 RP e Tiago Santos, com 2 RP.
Por último, resta dar os parabéns aos nadadores, técnicos,
dirigentes e pais (que são incansáveis no apoio a toda a equipa), por esta brilhante prestação que, uma vez mais, levou o
nome do Clube Colégio de Lamas bem alto. Rodrigo Vicente
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Torneio de natação de Valongo
CLamas em 8º lugar
Colégio de Lamas brilha com 75 recordes em Lousada
No torneio de natação do CNValongo, 16 nadadores lamacenses mostraram as suas capacidades - estabeleceram 7 recordes absolutos do clube e 23 recordes pessoais.
PISCINA atividades aquáticas
Actividades de dança, teatro, música, cinema, artes visuais, multimédia, clube
de história, museu de Lamas, inglês, laboratórios, matemática, contos, desportos colectivos, natação, mergulho, ginástica, badminton, ténis de mesa e squash
Dos 5 aos 13 anos, de 02 a 27 de julho de 2012
De Segunda-feira a Sexta-feira, das 9:00h às 17:30h
O preço de inscrição varia conforme a frequência (1, 2, 3 ou 4 semanas),
devendo ser efectuada junto dos serviços administrativos do Complexo
Desportivo do Colégio de Lamas. Mais informações através do 227459140 ou
http://feriasdeverao.colegiodelamas.com
Cada vez mais surge a necessidade
dos jovens ocuparem os seus tempos livres através da participação
em atividades lúdicas, desportivas,
culturais e recreativas, proporcionando-lhes, deste modo, efetivas
condições de melhoria da sua saúde física e psíquica. Fomentar nos
jovens o hábito pela prática da atividade física, apurar a sensibilidade
artística, estimular o convívio social,
promovendo a troca de experiências e saberes, constituem objetivos
importantes do processo educativo.
Neste sentido, pretende o Colégio realizar, nas suas instalações, um
programa de atividades Desportivas e Culturais para ocupação dos
tempos livres, do dia 02 ao dia 27
de julho (de segunda a sexta feira),
no horário compreendido entre as
09:00h e as 17:30h.
Do elenco das atividades desportivas, tendo sempre como objetivo o divertimento, o bem-estar e a
aprendizagem motora, constam as
Os resultados que a seguir se mostram espelham as prestações:
• Cátia Batista, 3º lugar nos 100 metros, com recorde pessoas
nos 100 metros livres;
• Beatriz Cardoso, com RP nos 50 metros L e 50 metros costas;
• Joel Peixoto, com RP nos 400 metros livres;
• Tiago Silva, 9º nos 100 metros costas;
• Simão Capitão, que alcançou RC e RP nos 200 metros estilos;
• João Lopes, com RP nos 100 metros livres;
• Artur Ferreira, com RP e RC nos 50 metros costas;
• Carolina Pais, 8ª nos 100 metros bruços, com RP nos 50 metros livres;
• Daniel Magalhães, com RP nos 50 e 100 metros mariposa;
• Joana Silva, 9ª nos 200 metros estilos e RP nos 50 metros
livres;
• Rita Pereira, com RP nos 100 metros costas e 50 metros livres;
• André Couto, David Carvalho e Tiago Santos, com RP nos 50
metros livres;
• Teresa Alves, com RP nos 50 metros bruços;
Por fim, foram alcançados recordes do clube nas 4 estafetas 4x50 metros livres e estilos, masculina e feminina.
O Clamas ficou em 8º lugar coletivo, entre os 16 clubes.
Parabéns ao grupo presente e a todos os pais que apoiaram e tornaram possível mais esta participação.
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Pólo Aquático
Qualificados para a Final do Campeonato Nacional
No fim-de-semana de 19 e 20 de maio, a equipa juvenil de
Pólo Aquático do Clube Colégio de Lamas qualificou-se para
a fase final do Campeonato Nacional da respetiva categoria.
O 2º lugar alcançado pelos jovens jogadores de Lamas no
torneio intermédio - grupo C, disputado na piscina do Clube
Fluvial Portuense, garantiu a sua presença na derradeira fase
da competição, a mais importante do calendário oficial.
O trajeto até aqui percorrido pela jovem equipa do Colégio de Lamas, única representante do Concelho da Feira,
coloca-a entra as seis melhores formações do País.
Até lá, no dia 7 de junho, na véspera da final do Campeonato Nacional, a formação de Lamas terá ainda um importante desafio. A contar para o Campeonato Regional e sendo a
atual 2ª classificada, a equipa irá enfrentar o Gondomar Cultural, o seu rival direto àquela mesma classificação.
Perto do culminar da época desportiva, o Pólo Aquático do
Clube Colégio de Lamas já faz jus à máxima SEMPER ASCENDES. Além disso, tem vindo a representar Santa Maria de Lamas,
o Concelho da Feira e tem vindo a divulgar uma modalidade
aquática tão rica e tão pouco conhecida entre a população.
ATELIERS de artes visuais
seguintes modalidades: Atividades
Aquáticas (Natação, Polo Aquático,
Mergulho, etc.), Basquetebol, Voleibol, Dança, Ginástica.
No que diz respeito às atividades de âmbito cultural, o contacto
com os Ateliers de Expressão Plástica proporcionará aos jovens novas
experiências relacionadas com o
Desenho (com diferentes materiais
gráficos) e a Pintura, para além do
Cinema. Haverá ainda lugar, no que
toca à Informática e às novas Tecnologias Educativas, para a divulgação
e consequente utilização dos recursos multimédia de que o Colégio
dispõe. Está prevista, também, a
utilização dos laboratórios de Matemática, Português, o Clube de Inglês
e de História para atividades lúdicas
no âmbito destas disciplinas.
Cantina almoço e lanche de manhã e à tarde
No intuito de facultar a todos os
participantes um conjunto de experiências maximamente enriquecedoras, perspetiva-se, de igual modo,
a inclusão de atividades relacionadas
com a Música e Trabalhos Manuais .
Em cada dia o programa será
constituído por Atividades Aquáticas e, alternadamente, por uma
iniciativa de índole desportiva ou
cultural. Será distribuído o lanche a
meio da manhã e da tarde a todos
os alunos. O almoço será servido
entre as 12:00 e as 13:30, no refeitório do Colégio.
O preço de inscrição varia conforme a frequência (1,2,3 ou 4 semanas), devendo a mesma ser efetuada
junto dos serviços administrativos
do Complexo Desportivo deste estabelecimento de ensino.
complexo desportivo
O Torneio Nadador Completo, organizado pela ANNP,
para os escalões de infantis e juvenis, realizou-se na Piscina
Municipal de Lousada e contou com a participação de 356
atletas (216 masculinos e 140 femininos), em representação
de 18 clubes.
Um curso ativo
Nos passados dias 18 de abril, 2, 16 e 17 de
maio tiveram lugar, no Colégio, as apresentações dos cursos profissionais aos alunos
do 9º ano do Colégio, da EB 2,3 de Lourosa,
da EB 2,3 de Paços de Brandão e da EB 2,3 de
Argoncilhe.
Mostras de dança (11º e 12º AS), uma pequena representação humorística, no âmbito
das disciplinas de Área de Expressão Dramática
e Musical, preencheram aqueles momentos.
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O Rapaz de Bronze
Uma representação teatral
No âmbito da disciplina de Área de Expressão
Dramática, a turma AS do 11º ano, a convite
do Museu de Santa Maria de Lamas, representou a peça “O Rapaz de Bronze”, numa das
salas do Museu, para alunos do Colégio, no
dia 20 de Abril.
A mesma peça foi apresentada no Auditório da Junta de Freguesia de Santa Maria de
Lamas, nos dias 19 e 20 de Abril, no âmbito da
Feira do Livro.
A peça tinha como principais destinatários crianças, idosos e algumas pessoas da
CERCI de Santa Maria de Lamas, que foram visitar a feira e assistiram também à peça. Após
a representação, os alunos dançaram e cantaram algumas canções, convidando todos os
presentes a participar e originando uma tarde
diferente, divertida e com muita animação!
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5 de Maio
Comemorava-se o dia do Colégio. No âmbito
das atividades programadas, a turma do 11º
de Animação Sociocultural foi responsável
pela iniciativa da recolha dos alimentos angariados na caminhada solidária. De seguida,
teve lugar uma pequena representação do
rancho folclórico, com 5 danças. Foi uma atividade ovacionada pelos espetadores e originou um convite efetuado pela câmara de
Santa Maria da Feira para uma nova atuação
na feira das artes performativas, em Santa
Maria da Feira.
A turma esteve presente, igualmente, na
exposição de estátuas vivas realizada no âmbito da PAP de uma aluna do 12º AS.
Foi um dia de muito trabalho para o
11ºAS, mas valeu a pena todo o esforço, pois
conseguimos atingir todos os objetivos a que
nos propusemos e tornar este dia num dia
mais animado e solidário.
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Concurso de Artes Performativas
Esta apresentação foi criada no âmbito do
módulo corpo e simbolismo, do Curso Profissional de Animação Sociocultural, em que foram abordados elementos constitutivos das
danças folclóricas: a coreografia, a música e a
técnica utilizada.
A turma apresentou as danças Peão, Água
leva o Regadinho, Margarida Moleira, Malhão,
Velho e, por fim, a Perdiz. A apresentação foi
acompanhada por muitos aplausos do público presente. Foi uma atividade de interesse
para os alunos, pois recordaram os tempos
e as danças dos seus avós, num concurso de
danças atuais.
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Grande Sábio
responsáveis por dinamizar os Jogos de Matemática, para uma turma do 6º ano.
Todos os participantes tiveram uma manhã muito animada, divertida e com muita
alegria para mais tarde recordar!
Da parte de tarde, a turma do 11ºAS foi convidada pela Junta de Freguesia de Santa Maria de
Lamas para, no seu auditório, promover animação às crianças dos Jardins Escolas da freguesia.
Para isso, a turma fez um Flash Move e apresentou várias canções. A turma do 12ºAS, a convite
da turma do 11ºAS, levou os seus jogos tradicionais para as crianças jogarem, “O Ganso de Ouro”.
Foi uma tarde bem divertida para as
crianças, com muita animação e empenho
dos alunos. Professor Carlos Nunes e Daniela
Alves, 11º AS
Dia Mundial da Criança
A turma do 11º AS esteve encarregada de animar as turmas de 5º ano, no Pavilhão, com danças,
fruto das aulas de Área de Expressão Corporal.
animação sociocultural
pinturas faciais, moldagem de balões e decoração da sala de convívio, onde se desenvolveram duas peças de teatro. Decoraram,
também, toda a zona envolvente, incluindo o
bar, com desenhos e cartazes com frases alusivas ao dia e às crianças. Foram, igualmente,
Junho Cultural
Ainda no âmbito da apresentação do rancho,
no dia 5 de Maio, no colégio, a turma de 11ºAS
foi convidada para, no dia 7 de Junho, voltar a
apresentar a actividade do Rancho, realizada
nas aulas de Área de Expressão. Essa proposta tem como base o Junho Cultural em Rio
Meão, no palco ao ar livre.
A turma voltou a aceitar a proposta com
entusiasmo e dedicação, que é a sua imagem
de marca. Professor Carlos Nunes e Daniela
Alves, 11º AS
Dia 1 de Junho, Um dia repleto de animação
A turma do 12º AS foi responsável por
elaborar e dinamizar os Jogos Tradicionais,
atividade que decorreu no campo de jogos,
onde as crianças puderam divertir-se e testar
as suas capacidades.
A turma do 10º AS ficou encarregada das
As turmas de Animação foram convidadas
pelo Grande Sábio para animarem o VI Sarau
de Hip Hop no Europarque, no dia 26 de Maio.
Para o efeito, as alunas fantasiaram-se e
conviveram com as crianças de várias escolas
e infantários. Foram também as alunas de animação do colégio, juntamente com algumas
alunas de animação da escola de Fiães, que
abriram o espetáculo.
Durante o espetáculo, os alunos animadores conviveram com as crianças e incentivaram-nas a participar e a dar o seu melhor.
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Download

ao colégio