jornal do COOPERATIVISMO GAÚCHO - ano 39 - número 1025 - janeiro de 2012
Aprendiz Cooperativo
estreia em 2012
Páginas 12 e 13
Escoop realiza
primeiro vestibular
Prova foi realizada no dia 8 de janeiro, no
Centro de Formação Profissional Cooperativista,
em Porto Alegre. Aprovados iniciarão o Curso
Superior de Tecnologia em Gestão de Cooperativas
no dia 1º de março.
Páginas 8 e 9
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janeiro de 2012
opinião
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O segmento da economia onde estão inseridas
as cooperativas é um dos que mais cresce no mundo
e no Brasil. Este crescimento não é expresso por
aumento de cooperativas, mas sim por um aumento
significativo de cooperados e uma gradativa compreensão de que essa forma de organização social
proporciona efetivamente uma forma real de ganho
de renda extra e também que se trata de um modelo
de negócio sério. Pode, inclusive, ser considerada
uma das formas mais avançadas de organização da
sociedade civil. Entretanto, esse crescimento pode
estar, em alguns casos, sendo realizado de forma
não sustentada, o que pode gerar uma situação
problemática para o sistema cooperativo brasileiro.
É verdade que as cooperativas estão investindo
seriamente no preparo de seus dirigentes e colaboradores, o que é muitíssimo salutar para o sucesso
econômico da instituição cooperativa. A falha,
porém, ocorre no preparo dos associados.
As cooperativas ainda não se estruturaram adequadamente para prestar uma educação cooperativa
que atenda às prerrogativas cooperativistas. Precisase encontrar a fórmula ideal para operacionalizar
este relacionamento, visto sua enorme importância
no contexto da educação individualista/capitalista e
neo-liberal e a contribuição e capacidade de modificação social que a educação cooperativa pode
proporcionar no processo da educação/capacitação
no nosso país. Todavia, é essencial encontrar atividades e intervenções de um processo de educação
cooperativa e expelir as dificuldades e fatores impeditivos que, de maneira geral ou concretamente,
impedem um dinâmico avanço nesta ordem.
Tem-se muito claro que, de maneira geral, não há
consciência do associado do seu verdadeiro papel
na cooperativa e fica evidente que muitos não sabem
identificar o que representa ser associado de uma
Divulgação
Educação Cooperativista: o
cooperativismo desconhecido
Mário José Konzen
cooperativa de Crédito, por exemplo, muito menos
especificar suas principais características. Há ainda
a confusão do associado do que faz a cooperativa
de Crédito e os bancos comerciais. Está patente que
o cooperativismo se faz insuficientemente presente
na análise de diferenças entre as cooperativas de
Crédito e os bancos. Somente destacam as diferenças de tarifas, prestação de serviço, o bom atendimento e taxas de juros diferenciados. Em geral existe
baixo grau de conhecimento de todas e das reais
vantagens e desvantagens em ser associado de uma
cooperativa de Crédito. A maioria, especialmente no
início da associação, praticamente busca vantagens
pessoais, sequer tem noção do fator da coletividade e
cooperação. Ou quando o mesmo não é afetado com
alguma particularidade, simplesmente acredita não
existirem vantagens ou desvantagens na cooperativa.
As mesmas observações podem ser consideradas nas cooperativas Agropecuárias, onde os associados muitas vezes não acreditam serem diferentes
de “clientes”.
Cabe então aos que já puderam perceber e
vivenciar o potencial presente na cooperação,
quando pessoas se unem através de uma instituição jurídica, com todas as suas características,
também ajudar a construir e contribuir para uma
educação maior do cooperativismo. Aplicar a
teoria de antepassados que diziam que “todos
têm oportunidades para acender luzes”. Então,
por que não fazê-lo em toda parte que andemos?
Dizer e mostrar para as pessoas as oportunidades
e benefícios quando se coopera? É claro que ninguém perde quando o número aumenta, quando
mais pessoas se juntam a nós. Mas com isso nós
podemos acender uma luz para iluminar. Sem
esquecer que “quem acende a luz é o primeiro a
se beneficiar da claridade”.
Necessário se faz que os dirigentes de cooperativas brasileiras, além de vivenciar, valorizem
e apliquem a educação cooperativa. Com uma
adequada educação pode-se trazer ainda mais
qualificação e participação e gerar um aumento
de sentimento de pertencimento e de identidade
com a sua cooperativa, alçando, com isso, uma
maior fidelidade e confiança. O estudo e os processos educativos utilizados compreendem um
resgate e uma construção de práticas solidárias
pelos associados e sua gestão enquanto negócio
coletivo. Então a educação cooperativista entra
como ferramenta participativa na reestruturação
de empreendimentos solidários como são as
cooperativas, deixando fluir a relação entre cooperativa, associados, parceiros institucionais
não governamentais e governamentais.
Mário José Konzen
Vice-presidente da Sicredi Pioneira
expediente
O Interior é uma publicação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul – SESCOOP/RS.
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Cooperativismo discute plano
de eventos do Ano Internacional
Este ano foi definido como o
Ano Internacional das Cooperativas
e o momento é de muito trabalho
para sistema cooperativista de todo
o mundo. Unidades estaduais do
Sistema OCB de todo o Brasil estão
definindo seu calendário de eventos,
projetos e ações voltadas ao Ano
Internacional. O Sistema OcergsSescoop/RS está fazendo sua parte.
Com a agenda comum definida desde o final do ano passado,
o cooperativismo gaúcho agora
está debatendo a programação
dos eventos. No dia 12 de janeiro, cooperativas ligadas a jovens e crianças se reuniram no
Centro de Formação Profissional
Cooperativista para tratar de três
eventos reservados especialmente a
jovens de 14 a 24 anos: o Fórum do
Jovem Cooperativista Gaúcho (09
de março, na Expodireto Cotrijal),
“O Jovem Canta o Cooperativismo”
(7 de julho, em Porto Alegre) e o
“Mundo Cooperativo Jovem”, um
grande encontro que será realizado
em Porto Alegre no dia 1º dezembro.
Participaram da reunião representantes de 17 cooperativas,
da Casa Cooperativa de Nova
Petrópolis e da Competence, agência responsável pela campanha
de comunicação do Sescoop/RS.
Todos contribuíram com sugestões
e terão participação direta no contato com os jovens participantes
dos eventos, que são promovidos
pelo Sescoop/RS.
Governo participa
dos debates
O ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa),
Mendes Ribeiro Filho, recebeu, no
dia 11 de janeiro, representantes
da Organização das Cooperativas
Brasileiras (OCB) e outras instituições para definir ações conjuntas que
coloquem o cooperativismo no centro da agenda de discussões de especialistas, governos e empresários
durante todo o ano. Participaram da
reunião os superintendentes da OCB,
Renato Nobile, e do Serviço Nacional
de Aprendizagem do Cooperativismo
(Sescoop), Luís Tadeu Prudente
Santos.
O ministro considera que o fomento a linhas de crédito que beneficiem
o setor será outra forma de fortalecer
o cooperativismo. “No Brasil, temos
grandes exemplos de que, por meio da
união e cooperação, podemos ir mais
longe do que se estivéssemos sozinhos”. Em sua avaliação, o segmento
conquistou importantes resultados ao
longo de 2011.
Entre os exemplos de cooperativas, a Agrária (PR) foi citada pelo
secretário de Desenvolvimento
Agropecuário e Cooperativismo,
E r i k s o n C a m a rg o C h a n d o h a .
Atualmente, ela figura entre as 11
cooperativas paranaenses com
maior movimentação econômicofinanceira, chegando a R$ 1,27
bilhão em 2011, o que representa
um crescimento de 16,5% em comparação ao ano anterior.
Os superintendentes da OCB e
do Sescoop representaram o presidente do Sistema OCB, Márcio
Lopes de Freitas, no encontro. Ele
avalia que ações coletivas, como a
reunião do dia 11, são fundamentais
para a conquista de objetivos comuns e consolidação do movimento.
Além da OCB e do Ministério da
Agricultura, o evento contou com
representantes dos ministérios do
Desenvolvimento Agrário; Trabalho
e Emprego; União Nacional de
Cooperativas de Agricultura Familiar
(Unicafes) e Central de Cooperativas
e Empreendimentos Solidários
(Unisol).
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2012: Ano Internacional da Cooperativas
janeiro
jane
ja
ane
neiririroo de 22012
0112
Ano Internacional será destaque na 13ª Expodireto Cotrijal
A declaração da ONU sobre o Ano Internacional
das Cooperativas motivou a organização da
Expodireto Cotrijal a dar um enfoque especial
ao sistema cooperativo gaúcho e brasileiro na
13ª edição da Feira.
Segundo o presidente da Cotrijal, Nei César
Mânica, o objetivo é mostrar a força do cooperativismo dentro do agronegócio e do setor
primário. “Vamos mostrar o cooperativismo
de Trabalho, de Crédito, de Produção e unir a
FecoAgro/RS, o Sistema Ocergs-Sescoop/RS e
a CCGL para energizar as ações cooperativistas
na Feira”, destaca Mânica, revelando que uma
dessas ações acontecerá no Recanto Temático,
com a participação da Coprel.
Na última edição da Feira, em 2011, o cooperativismo já foi destaque com a realização do
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1º Seminário Internacional do Cooperativismo,
desenvolvido pelo Sistema Ocergs-Sescoop/
RS, Sicredi, FecoAgro/RS e Cotrijal. O evento
reuniu lideranças e produtores brasileiros e
estrangeiros.
Feira deve mais uma
vez mostrar sua força
econômico-social
Ao longo dos anos, a Expodireto Cotrijal
tem mostrado força política ao debater assuntos relevantes para o agronegócio e contribuir
com o encaminhamento de soluções para
problemas que afligem os agricultores. Em
2011, o Código Florestal Brasileiro ganhou
evidência na Feira. O debate reuniu as mais
influentes personalidades políticas e levou
à organização de um mutirão para arrecadar
assinaturas e solicitar a votação imediata das
mudanças propostas no Código (na época,
pelo deputado Aldo Rebelo).
Com o objetivo de aproveitar a visita do
grande número de políticos que prestigiam a
Feira, em 2012, além da importância do cooperativismo, devem ser debatidos outros assuntos
que estão em destaque no meio agrícola e que
dependem de encaminhamento via Congresso
Nacional ou outros órgãos legislativos, executivos e judiciários.
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janeiro de 2012
Ano Internacional do
Cooperativismo é lançado no RS
O diretor-geral da FAO (Organização das Nações
Unidas para a Agricultura e Alimentação), José
Graziano da Silva, disse, no dia 24 de janeiro, que
“a FAO precisa do cooperativismo muito mais do que
o cooperativismo precisa da FAO”. A manifestação
ocorreu durante a cerimônia de lançamento do Ano
Internacional do Cooperativismo no Rio Grande
do Sul. O evento, no Palácio Piratini, contou com
a presença do governador Tarso Genro e diversas
autoridades que, posteriormente, participaram
de uma reunião extraordinária do Conselho de
Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), cuja
pauta principal foi a estiagem.
Graziano citou que as cooperativas representam
30% da produção da agricultura familiar no mundo.
Pela importância que representa no cenário mundial, as melhores práticas do cooperativismo, entre
elas a desenvolvida no Rio Grande do Sul, precisam
chegar aos países que possuem sérios problemas
de alimentação. Ele citou uma conversa que teve
com o governador Tarso Genro e com o secretário
de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo
(SDR), Ivar Pavan, na qual trataram da experiência
gaúcha e da possibilidade de levar a assistência
técnica e consultores do Rio Grande do Sul para
outros países, através da FAO, a fim de expor o
conhecimento e as experiências bem sucedidas.
Assim como o governador Tarso Genro, que
afirmou que o Programa Gaúcho do Cooperativismo
é uma conquista para todo o Estado e cuja elaboração envolveu diversos setores e movimentos
sociais, “sem que nenhum deles tenha perdido sua
identidade”, Graziano também elogiou o Programa,
lançado no ano passado e coordenado pela SDR.
Disse que é um modelo a ser difundido, porque o
cooperativismo ajuda a organizar a produção e os
mercados. “Agora, os espaços de consumo e de
produção têm um outro passo a seguir, isto é, o
envolvimento com o cooperativismo. E no Brasil, o
Rio Grande do Sul está na cabeça deste processo”,
lembrou o diretor-geral da FAO.
O secretário Ivar Pavan afirmou que “para
o RS é uma boa notícia ter 2012 como o Ano
Caroline Bicocchi
2012: Ano Internacional das Cooperativas
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Governador Tarso Genro e o diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, durante ato de lançamento do Ano Estadual das Cooperativas
Internacional dedicado às cooperativas”. Lembrou
que o Estado reúne dois milhões de associados
em 13 ramos de atividade, que os números do
cooperativismo gaúcho movimentam 10% do PIB
(Produto Interno Bruto) e as cooperativas agrícolas
somam 59% do PIB agropecuário.
“As cooperativas exercem um papel importantíssimo no desenvolvimento econômico e social
do Rio Grande do Sul e, muitas vezes, fazem o
papel do próprio poder público. Pensando nisso,
o Governo do Estado decidiu fazer das cooperativas uma grande força política e econômica
para o desenvolvimento, ao unir todos os setores
em torno de uma única proposta, o Programa do
Cooperativismo Gaúcho”, afirmou Pavan. O secretário desejou vida longa às cooperativas e que elas
sejam a grande estratégia de desenvolvimento do
Estado, do Brasil e do mundo.
Em nome das cooperativas, a manifestação
foi do presidente da Federação das Cooperativas
Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/
RS), Rui Polidoro Pinto. Ele afirmou estar bastante
satisfeito com o lançamento do Ano Internacional
do Cooperativismo no Rio Grande do Sul e que o
Programa Gaúcho do Cooperativismo vem para contribuir com o desenvolvimento do setor no Estado.
Fonte: Governo do RS (Secom)
Pesquisa aponta crescimento do cooperativismo no mundo
Segundo o relatório “Global Business Ownership 2012”, encomendado pela
Organização das Cooperativas do Reino Unido (Coopeeratives UK), o número
de pessoas ligadas a cooperativas no mundo chega a 1 bilhão, bem acima
do número de acionistas de empresas com capital, que é 328 milhões. “As
cooperativas estão aproveitando o momento que a economia mundial oferece
e conquistando um maior espaço econômico e social”, avalia o presidente
da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas.
Para Freitas, o grande diferencial do cooperativismo é ser formado por
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organizações de pessoas. “Estamos falando de um movimento que valoriza e
prioriza o capital humano e não o lucro. Logicamente que, ao ser constituída,
a cooperativa atende às necessidades sociais, mas também econômicas
de um grupo. Afinal, tem o objetivo de gerar trabalho e renda com inclusão
social”, ressalta. Além destas questões, Freitas argumenta que o cooperativismo é uma atividade socialmente responsável, que promove naturalmente
o desenvolvimento sustentável, gerando crescimento para as comunidades
onde está presente.
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O Sistema Ocergs-Sescoop/RS recebeu,
no dia 23 de janeiro, a visita do presidente do
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Mauro
Luciano Hauschild, para uma conversa informal.
Participaram da reunião, além de representantes
do Instituto, o vice-presidente do Sistema OcergsSescoop/RS, Irno Pretto, e o superintendente,
Norberto Tomasini; o presidente da FecoAgro/
RS (Federação da Cooperativas Agropecuárias do
RS), Rui Polidoro Pinto; o diretor da Faculdade
de Tecnologia do Cooperativismo - Escoop, Derli
Schmidt; e o vice-presidente da Central Sicredi
Sul, Gerson Seefeld.
Segundo Hauschildt, o INSS está presente com
suas agências em 1.077 municípios brasileiros,
devendo chegar a 1.600 até 2015. Hoje, o Instituto
é responsável pelo pagamento de R$ 300 bilhões
em benefícios, distribuídos por instituições financeiras conveniadas, como é o caso do Sicredi, para
cerca de 600 milhões de brasileiros. “A expectativa
é que a gente traga mais 42 milhões de brasileiros
para dentro do sistema da Previdência”, afirma o
presidente.“O Instituto tem dezenas de milhares
de casos de pessoas que estão aposentadas há
mais tempo do que contribuíram e pode chegar o
momento em que a conta não vai fechar”.
Carolina Barcelos
INSS convida cooperativas a
debaterem a questão previdenciária
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Sescoop/RS
janeiro de 2012
Representantes do INSS e do Sistema Ocergs-Sescoop/RS se reuniram para uma conversa no dia 23 de janeiro. Ao centro, o presidente
do INSS, Hauschildt, e o vice-presidente do Sistema, Irno Pretto
O presidente do Instituto fez um convite ao sistema
cooperativista: “queremos criar uma pauta para começar a discutir a questão da previdência com a Ocergs, a
OCB e as cooperativas. Trata-se de uma pauta importante, uma pauta social, que diz respeito aos associados”.
Derli Schmidt ressaltou que o sistema cooperativo do Rio Grande do Sul tem cerca de 2 milhões
de associados e 50 mil empregados. Além de
2012 ser o Ano Internacional das Cooperativas,
em 2011 o sistema recebeu boas notícias, como o
credenciamento da Escoop pelo MEC. “Estamos em
um momento de crescimento, consolidando vários
aspectos, como a Faculdade do Cooperativismo.
Estamos caminhando em direção à qualificação do
cooperativismo”, disse Schmidt.
Hauschildt encerrou a visita se colocando à disposição das cooperativas. “Para qualquer questão,
dúvida ou alguma outra agenda. O Sistema tem
acesso a qualquer canal que precisar, devido a sua
representatividade”.
A Fecolã (Federação das Cooperativas
de Lã do Brasil) homenageou, na tarde de
18 de janeiro, dois de seus sete expresidentes: Hermes Silva Pinto e Carlos
Silveira Gadret. Agora, eles fazem parte
da Galeria de Presidentes da Federação.
As fotos foram descerradas na sede da
Fecolã, em Porto Alegre, na presença de
representantes do setor cooperativista,
amigos e família dos homenageados.
O atual presidente da Federação
e proponente da homenagem, Álvaro
Lima da Silva, salientou que 2012 é um
ano muito oportuno: “Estamos no Ano
Internacional das Cooperativas e, em
fevereiro, a Fecolã fará 60 anos. Estes
fatos enriquecem o momento”, disse ele.
Hermes Silva Pinto iniciou sua
trajetória na Fecolã em junho de 1975,
como conselheiro administrativo. Ao
término do mandato no Conselho, em
79, foi eleito presidente da Fecolã,
cargo desempenhado por mais três
mandatos – até 91. Quando deixou a
presidência, voltou a ser membro do
Conselho de Administração, no qual
permaneceu até 1997.
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Carolina Barcelos
Fecolã presta homenagem a ex-presidentes
para um grande desenvolvimento do
setor e nos fez conhecer muito sobre a
lã”, disse.
O vice-presidente do Sistema
Ocergs-Sescoop/RS, Irno Pretto, esteve
presente na cerimônia e cumprimentou
os homenageados e suas esposas.
“Parabéns. É muito bonito ver a história
sendo escrita nesta parede”, declarou.
A Fecolã
Hermes Silva Pinto (e) e Carlos Silveira Gadret (d) agora fazem parte da Galeria de Presidentes da
Federação
Hermes descerrou sua foto na galeria ao lado da esposa, Helena Maria,
e afirmou se sentir honrado pela
homenagem. “Os 12 anos que passei
nesta casa serviram muito para que eu
formasse meu conhecimento de vida.
É uma honra receber esta homenagem
junto com Gadret”, declarou.
O sucessor de Hermes, Carlos
Silveira Gadret, iniciou seu trabalho pela
Fecolã como conselheiro suplente de
Administração. Desempenhou a função
de 1979 a 82, quando passou a ser
conselheiro titular, até 85. Em maio desse
ano, foi eleito vice-presidente, cumprindo
mandato até 1988, quando foi reeleito.
Em 91, a Assembleia Geral Ordinária
da Federação o elegeu presidente, em
mandato que acabou em 1994.
Gadret também descerrou sua imagem na Galeria ao lado da esposa,
Raquel. “Mais do que tudo, eu aprendi
muito aqui na Fecolã, especialmente com
meu antecessor, Hermes, que contribui
A Fecolã foi fundada por cooperativas de produtores de lã em 12
de fevereiro de 1952, sob o título de
Federação das Cooperativas de Lã
do Rio Grande do Sul Ltda. Com a
ampliação da área de ação, porém,
a Federação passou a ser do Brasil.
Em seus 60 anos de existência, a
entidade teve oito presidentes: Fernando
Chagas Riet, Brigadeiro Canabarro Lucas,
Coronel Brasil Lago, José da Cunha Ratto,
Mário Altamirano Belleza, Hermes Silva
Pinto, Carlos Silveira Gadret e o atual
dirigente, Álvaro Lima da Silva.
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janeiro de 2012
Conselho diretor da OCB discute
ações em Brasília
OCB/Divulgação
Sescoop
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Conselho Diretor da OCB se reuniu em Brasília no dia 17 de janeiro
O emprego das boas práticas de governança
corporativa está entre os princípios da moderna
administração organizacional do cooperativismo. O assunto foi tratado no dia 17 de janeiro,
em Brasília (DF), pelo Conselho Diretor da
Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB),
do qual faz parte o presidente do Sistema OcergsSescoop/RS, Vergilio Perius. Durante a reunião,
também foram elaboradas estratégias de mobilização do setor pela aprovação definitiva do novo
Código Florestal. A previsão é que a matéria seja
votada na Câmara dos Deputados ainda em março.
O Ano Internacional das Cooperativas – 2012,
estabelecido pela Organização das Nações
Unida (ONU), foi outro assunto tratado pelos
conselheiros, segundo o assessor Estratégico da
OCB, Mauricio Landi. “Falamos das ações e da
força-tarefa que faremos para que este ano seja
singular e realmente demonstre o compromisso do
segmento com o desenvolvimento global”, disse.
Entre outros temas da pauta, Landi destacou
a reforma estatutária da OCB e a parceria com a
Agência de Cooperação Nacional de Transporte
Terrestre.
Cooperativas batem recorde em exportações
As cooperativas brasileiras registraram um resultado recorde em vendas
ao exterior no ano de 2011, alcançando US$ 6,1 bilhões em exportações,
com crescimento de 39,8% em relação a 2010 (US$ 4,4 bilhões). Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
(MDIC) e também indicam saldo positivo da balança comercial, que fechou
em US$ 5,8 bilhões, com incremento de 40,4% no comparativo ao mesmo
período do último ano, quando atingiu US$ 4,1 bilhões.
Para o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB),
Márcio Lopes de Freitas, os números confirmam não só as projeções
feitas pelo segmento, mas a receptividade dos produtos cooperativistas
no mercado internacional. “Os doze meses de 2011 foram de crescimento,, o qque reflete a qqualidade crescente dos itens oferecidos ppelo setor.
Além disso, temos trabalhado para manter a relação comercial com
destinos tradicionais e, ao mesmo tempo, buscado novas oportunidades
de negócio”, diz o executivo.
e 31,3% do total. Na terceira colocação, está Minas Gerais (US$ 885,5
milhões; 14,3%), seguida do Rio Grande do Sul (US$ 363,6 milhões;
5,9%) e Santa Catarina (US$ 312,7 milhões; 5,1%).
Mercados  No acumulado de janeiro a dezembro de 2011, os
Estados Unidos aparecem como o principal mercado de destino dos
produtos cooperativistas. No ano passado, o país comprou US$ 739,2
milhões, o correspondente a 12% do total das vendas do movimento. A
China, que figurou como o maior comprador durante vários meses, fechou
o período na segunda posição, com US$ 736,1 milhões e 11,9%. Em
seguida, vêm os Emirados Árabes (US$ 526,3 milhões; 8,5%), Alemanha
(US$ 441,5 milhões; 7,2%) e Países Baixos (US$ 311,9 milhões; 5,1%).
Produtos  No grupo de produtos exportados pelas cooperativas,
continua em primeiro lugar o complexo sucroalcooleiro, com US$ 2,2
bilhões, respondendo por 36,7% do total. Em seguida, aparece o complexo soja, com US$ 1,3 bilhão e 20,5%. Café em grãos fechou o período
com US$ 893,3 milhões, representando 13,6% das vendas. Carne de
frango também está entre os principais itens e registrou US$ 569,9
milhões, correspondendo a 9,2%.
Estados exportadores  Na relação dos estados exportadores, São Paulo continuou na liderança, totalizando US$
2,1 bilhões, respondendo por 33,7% dos negócios do setor.
Paraná aparece na segunda posição, com US$ 1,9 bilhão
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Cooperativismo
janeiro de 2012
Sicredi apresenta perspectivas
para a economia em 2012
O cenário econômico internacional, principalmente o europeu, deverá ser o principal
termômetro também para a economia brasileira
em 2012, Ano Internacional das Cooperativas. A
avaliação foi apresentada em dezembro, na palestra “Cenário Econômico e Perspectivas 2012”,
apresentada pelo diretor de Economia e Riscos
do Banco Cooperativo Sicredi, Júlio Cardozo,
pelo gerente de Análise Econômica e Riscos
de Mercado, Alexandre Englert Barbosa, e pelo
consultor econômico Marcelo Portugal.
O Sicredi acredita que a economia global terá
um desempenho menor, de 3,7% e 3,0% em 2011
e 2012, respectivamente. “A menor demanda de
produtos manufaturados é um indicador de desaceleração mais forte no futuro, especialmente para
zona do Euro”, explicou Marcelo Portugal. Entre
os três principais motores da economia global,
Estados Unidos, China e Europa, esta última é a
que apresenta os principais fatores de fraqueza
no crescimento. “O pior cenário futuro é o de
um padrão desordenado, com a saída da zona do
Euro de países como Portugal, Grécia e outros de
economia mais fraca. No entanto, a estratégia atual
tem sido conceder mais prazo para possibilitar o
ajuste fiscal, como vem funcionando com a Irlanda
e Portugal”, assinalou. No momento, o que se
tenta evitar a todo custo é uma crise bancária, mas
Portugal apontou que há sinais desanimadores:
os bancos americanos não financiam os bancos
europeus; o dólar está se valorizando e o crédito
para exportação já é mais escasso no Brasil.
Ainda segundo o consultor, nos Estados Unidos
haverá recuperação, mas apenas gradual, com o
agravante do desemprego elevado e desempenho
fraco no mercado imobiliário e de crédito, com problemas políticos na concessão de estímulos fiscais
e monetários. Já a China apresenta um crescimento
mais robusto, mas, ainda assim, descendente, com
inflação em desaceleração.
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Cenário brasileiro é de
força no mercado interno
Baseado no contexto internacional, a projeção
de Barbosa para 2012 é de crescimento de 3,3%
no PIB brasileiro, inflação de 5,6% (ainda longe
do centro da meta de 4,5% estabelecida pelo
governo) e taxa Selic na casa dos 10%. “O final
de 2011 está evidenciando uma desaceleração
na economia, que deverá apresentar recuperação
ao longo do próximo ano, limitado pelo setor de
serviços, que não sofreu com a crise de 2008 e
se encontra aquecido pela forte demanda interna”, comentou, salientando ainda o crescimento
da renda fomentado por um aumento do salário
mínimo previsto para 14% em 2012. “O crédito
também deve seguir crescendo, diante da queda
dos juros e do afrouxamento de medidas como a
redução da exigência de capital, depósito compulsório, entre outras”, disse Barbosa.
O câmbio brasileiro é que deve sofrer grandes
oscilações, devido ao ‘nervosismo’ do mercado.
Apesar da taxa de R$ 1,75 para o dólar valer
tanto para o fim de 2011 quanto para 2012, o
período deve ser marcado por altas e quedas ao
redor desse valor. “Em parte isso acontece pelos
choques vindos do mercado internacional, que
afetam a entrada e saída de dólares do Brasil”,
esclareceu. Se a crise se intensificar, o gerente
assinala a possibilidade de a redução da Selic
ficar ainda mais abaixo dos 10% estimados
pelo Sicredi. Os principais riscos para o Brasil
estão em uma eventual ruptura da economia
internacional e estão localizados principalmente
na indústria, que pode sofrer mais com os segmentos ligados a investimento e crédito, além
das exportações para os países europeus mais
atingidos pela crise.
Para Márcio Port, presidente da Sicredi Pioneira
RS, “os associados de cooperativas de Crédito
podem melhorar o cenário econômico nacional de
2012 utilizando os produtos e serviços das suas
próprias cooperativas, tendo em vista que todo o
resultado gerado por uma cooperativa permanece
na região onde atua. Estudos mostram que a comunidade da região da Sicredi Pioneira RS economizou
em 2011 o montante de R$ 60 milhões em virtude
dos preços justos e distribuição do resultado aos
associados”.
Investimentos refletem
incerteza da crise
Cardozo concluiu a análise do mercado financeiro apontando apreensão dos investidores relativa
à inflação, visível no comportamento da bolsa e do
mercado de juros. “Em 2011, o mercado de juros
futuros sofreu um choque no sentido de queda
das taxas. O prêmio de risco agora é negativo. A
extensão desse choque e suas consequências ainda
são incertas”, observou. Cardozo acredita numa
maturidade maior da economia brasileira, resultando na aproximação do Brasil com a avaliação
de risco dos países mais desenvolvidos, graças à
crise de dívida soberana europeia.
Para a Bolsa de Valores, o diretor nota um
comportamento mais favorável do Ibovespa quando comparado às bolsas americana e europeia no
curto prazo. “Resta saber se este é um movimento
duradouro: como a bolsa é o mercado mais sujeito à
atuação do investidor estrangeiro, a crise europeia e
a situação fiscal americana vão ditar, mais uma vez,
o rumo do Ibovespa no próximo ano. A diferença é
que estamos em um preço cada vez mais atrativo”,
considerou, apontando a queda de cerca de 18%
sofrida pela Bovespa em 2011.
07/02/2012 15:38:16
8
janeiro de 2012
Vestibular
Escoop realiza seu primeiro vestibular
A Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo - Escoop realizou, no dia 8 de janeiro, seu primeiro
vestibular. Mais de 90 pessoas se inscreveram para o Curso Superior de Tecnologia em Gestão de
Cooperativas, que diplomará os alunos como Tecnólogos em Gestão de Cooperativas.
A prova, com duração de duas horas e meia, foi de redação e teve como tema “2012, o Ano
Internacional das Cooperativas”, instituído pela ONU. O candidato devia produzir um texto dissertativo
de 30 linhas, em terceira pessoa. A avaliação foi feita sobre o tema, leitura, compreensão e estrutura
textual, com atribuição de nota de zero a dez.
Oportunidade para todos
Fotos: Carolina Barcelos
O Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Cooperativas não é destinado exclusivamente a pessoas
relacionadas ao cooperativismo, mas a grande maioria dos inscritos tem alguma ligação com o sistema.
Cenir Bagesteiro Ribeiro, por exemp
exemplo, trabalha na Unicred há quatro meses, como
assistente administrativa na área de convênios. Antes deste emprego, Cenir não
en na Cooperativa indicada por uma amiga.
tinha contato com o sistema – entrou
Agora, porém, ela já fala sobre cooperativismo com propriedade. “Pretendo
po muito tempo. O sistema propõe uma maneira
continuar no cooperativismo por
U
diferente de ver as coisas. Na Unicred,
a atenção dada às pessoas, o ambiente
bom
de trabalho, tudo é muito bom”.
Cenir ficou sabendo do vesti
vestibular da Escoop através de um e-mail que
d vulgava as inscrições, mas já estava procurando cursos de capacitação na
di
divulgava
crescimen do sistema cooperativista, já que 2012 é o
área, “por causa do crescimento
d Cooperativas”, explica ela.
Ano Internacional das
fo aprovada, Cenir se mostra empolgada com o
Agora que foi
“Pr
Curso. “Pretendo
abrir novos horizontes e aprender basc
tante. O cooperativismo
está crescendo muito, abrindo
op
, por
p isso creio que
q é possível
p
novas oportunidades,
issto adiante”.
levar isto
Josiane Jardim Soares da Silva já tem mais experiência que Cenir
no cooperativismo. Ela trabalha no Sicredi há quatro anos e meio,
como gerente de negócios.
Formada em Administração de Empresas, Josiane estava
ção na área de cooperativismo.
pesquisando uma pós-graduação
Viu o Curso da Escoop como uma oportunidade de aprenderr
m teoria, já que, segundo ela, a
mais sobre o cooperativismo em
prática vem naturalmente, com o trabalho.“Espero que o Curso
cimento e, posteriormente,
me permita agregar mais conhecimento
eas e funções”, planeja
talvez até operar em outras áreas
ela, após a aprovação.
Camila Bettin Ávila tam
também é formada em Administração e trabalha
no Sicredi há dois an
anos, como gerente de pessoa física. Escolheu
o Curso de Tecnolog
Tecnologia em Gestão de Cooperativas para aprender
um pouco mais sobr
sobre a teoria do cooperativismo. “Nunca tive um
curso específico de cooperativismo, onde a teoria fosse aplicada.
Esta vai ser uma opo
oportunidade de aplicar conhecimentos teóricos
ao meu trabalho.Esp
trabalho.Espero que isso se traduza no trabalho com o
aassociado
as
sociado do Sicredi e até mesmo na prospecção de novos assocciados”,
ci
ados”, afirma Cami
Camila.
A futura tecnóloga em gestão de cooperativas tem planos de carreira
no Sicredi, mas
m não descarta trabalhar em outras áreas do
cooperativis
cooperativismo, já que o curso é abrangente e não tratará
so o ramo no qual ela trabalha, o Crédito.
apenas sobre
Interior Janeiro 2012.indd 8
Veja a lista dos
aprovados:
Esta é a lista dos aprovados no vestibular
da Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo
(Escoop), em ordem de classificação:
1. Nelson Krug Bezerra
2. Mario Fernando Rousselet Gonçalves
3. Adiles Marina Justo
4. Bernardete Pilatti
5. Estevan Maciel Krabbe
6. Eleu Tadeu dos Santos
7. Josiane Jardim Soares da Silva
8. Savio da Rosa Terra
9. Veber Vargas de Vargas
10. Milene de Lacerda Danemberg
11. Camila Bettin Avila
12. Neida Vidal Pereira
13. Isolete Lopes da Rosa
14. Carlos Alberto Aroldi
15. Zaira Adelina Charão Longaray
16. Diego da Silva Fernandes
17. Maria José Dutra dos Santos
18. Vera Regina Neitzke
19. Romihl Leonardo Brandeburski dos Santos
20. Failange de Souza e Silva
21. Fábio Canisio Bartzen
22. Rosangela Almeida Viana
23. Rosangele Bergamo Braga
24. Gelson de Casser Timotheo
25. Joni Meira Niederauer
26. Cleber Pereira
27. Miriam Coiro
28. Edison do Nascimento Webster
29. Leandro Vasques Cardoso
30. Fabio Wobeto
31. Marcia Machado Ravazzolo
32. Ceni Bagesteiro Ribeiro
33. Ana Maria Dier
34. Fabio Alex da Silva Antunes
35. Sergio Jesus Marques da Silva
36. Sergio Ricardo Cardoso Pereira
37. Luciana Parmegiani Cardoso
38. João Francisco da Silva
39. Marco Antonio da Silva
40. Juliano Silvada Silva
41. Gleice Barbosa Piegas
42. Gabriella Meneghini
43. Tatiana Maria da Silva
44. Susi Patricia Mira
45. José Luis Lopes de Souza
46. Eliandro Pereira Lopes
47. Monica de Souza Rodrigues
48. Anderson Maier Rodrigues
49. Nitelmar Rogerio Lopes dos Santos
50. Antonio Carlos Braga
07/02/2012 15:38:20
Primeiro colocado: um sonho realizado
O dono do primeiro lugar no vestibular da Escoop é cooperativista
há pouco tempo. Nelson Krug Bezerra, de 52 anos, é porteiro no Centro
de Formação Profissional Cooperativista do Sescoop/RS, em Porto
Alegre, há um ano.
Casado e com dois filhos, Nelson já trabalhou como gerente de estacionamento e supervisor de segurança patrimonial. Ele conta que fazer faculdade
sempre foi um sonho, adiado muitas vezes ao longo da vida, por motivos
diversos. Quando soube do vestibular da Escoop, resolveu se inscrever.
“Eu vi este vestibular como uma oportunidade de crescimento. Gosto da
minha profissão, mas quero crescer. Tenho a ambição – não desmedida,
mas saudável – de crescer e me destacar dentro do Sistema. Nunca é tarde
para estudar”, diz ele, que considera o vestibular, além de um presente, um
incentivo e exemplo para os filhos, de 20 e 15 anos de idade.
Nelson diz que foi confiante para a prova, mas que o primeiro lugar foi
uma grande surpresa. Ele se preparou lendo matérias, artigos e sites sobre
cooperativismo. “Pesquisei vários assuntos, li bastante, escrevi tudo numa
folha e organizei em parágrafos, montando a redação. Atribuo o primeiro lugar
aos dados que utilizei no texto”, diz ele, que também estudou bastante sobre
o Ano Internacional das Cooperativas.
O futuro universitário está empolgado com o início das aulas. “Estou bem
ansioso com o dia 1º de março. Quero sentar na minha cadeira com lápis,
borracha e caderno e estudar muito. Sinto-me como uma criança indo para
a escola”, diz. Depois de formado, ele quer trabalhar em cooperativas ou no
próprio Sescoop/RS – na área de gestão, é claro.
Como empregado do Sescoop/RS, Nelson já aprendeu
ante sobre o sistema cooperativista. “Trabalhando
bastante
ede da Escoop, vejo que o Sescoop/RS está
na sede
empenhando muito bem as suas funções
desempenhando
maiss importantes, que são a Promoção Social e
rmação Profissional. Acho que o cooperatia Formação
vismoo deve buscar no mercado cada vez mais
profissionais que tenham qualificação em todos
mbitos, para contribuírem com o sucesso
os âmbitos,
destee sistema que está dando certo no mundo
”, opina.
todo”,
S,,
Além de trabalhar no Sescoop/RS,
on é associado do Sicredi
Nelson
or isso conquistou
a
e por
bolsaa de estudos.
9
Vestibular
janeiro
jane
neiroo de 22012
0122
01
O Curso
O Curso Superior de Tecnologia em Gestão de
Cooperativas tem duração média de dois anos e
meio a três anos. É autorizado pelo Ministério da
Educação (Portaria 290, de 22/07/2011, publicada no Diário Oficial da União de 25/07/2011)
e tem carga-horária total de 1.620 horas ou 108
créditos acadêmicos. As disciplinas serão ofertadas de segunda a sexta-feira, no período da noite,
podendo haver opções de horários alternativos,
com aulas nos turnos matutino e vespertino, nas
sextas-feiras e aos sábados. Os alunos deverão se
matricular em pelo menos quatro disciplinas por
semestre, o equivalente a 16 créditos.
O Curso tem como objetivos específicos
oportunizar aos acadêmicos a formação ne-
Interior Janeiro 2012.indd 9
cessária em administração de cooperativas,
que os capacite a promover o alinhamento
da tecnologia de gestão aos objetivos organizacionais; corroborar para que a tecnologia
da gestão seja aplicada de forma alinhada
com os objetivos organizacionais, através de
uma proposta metodológica que promova a
integração de conteúdos; contribuir para o
desenvolvimento na área de gestão de cooperativas e atender às necessidades regionais e
nacionais quanto à formação de profissionais
para atuar na área de gestão de cooperativas.
Ao final do Curso, o aluno será diplomado
como Tecnólogo em Gestão de Cooperativas
e terá condições de integrar conhecimentos
técnico-científicos nas áreas de Ciência
Organizacional, Administração, Contabilidade,
Recursos Humanos, Marketing, Finanças,
Planejamento, Direito, Educação, Economia
e História, sendo capaz de absorver, propor
e aplicar tecnologias de gestão cooperativa
para identificação e resolução de problemas
organizacionais das sociedades cooperativas.
Associados e empregados de cooperativas
têm possibilidade de adquirir bolsas de estudo
no valor de até 70% do investimento total. Para
pleitear o benefício, o aluno deve comprovar, no ato da matrícula, o vínculo com uma
cooperativa registrada e regular no Sistema
Ocergs-Sescoop/RS.
07/02/2012 15:38:37
coluna técnica
10 janeiro de 2012
A representatividade do Sindicato
nas negociações coletivas
Denilson Prestes, advogado, pós-graduado em Direito Civil – UFRGS/FMP – Assessor Jurídico – Sindicato-Ocergs
Com o inicio de um novo ano, começam as negociações das Convenções Coletivas para o período
de 2012, buscando aglutinar os direitos sociais, econômicos e políticos frente às relações de trabalho que
envolvem os entes patronais (cooperativas) e de outro
lado os seus colaboradores (empregados que laboram
nas cooperativas), representados respectivamente
pelo Sindicato Patronal das Cooperativas (SindicatoOcergs) e de outro lado Sindicato dos Empregados
dentro dos seus respectivos ramos (Crédito, Comércio,
Alimentação, Transporte e outros).
Neste contexto, podemos identificar as funções
da negociação coletiva da seguinte forma: a normativa seria a criação de normas aplicáveis às relações
de emprego; a obrigacional, a criação de normas válidas para os sujeitos da negociação; a compositiva,
visando superar o conflito existente entre as partes;
a política, que resultaria do diálogo entre grupos
sociais, como forma de suplantar divergências;
a econômica, que seria forma de distribuição da
riqueza social, pela participação dos colaboradores
na vida e desenvolvimento da cooperativa.
Alfred J. Ruprecht, sem tratar da matéria de forma
sistemática, como Mascaro aponta, dentro dos fins e
da importância de negociação coletiva, o que pode
ser traduzido como funções de negociação que, além
de social (exemplificando: plano de saúde, seguro
de vida, assistência ao acidentado, etc.) que se
ampara Cosmópolis1 seriam as seguintes: normativa,
moderadora, por trazer as pretensões das partes a
limites justos e possibilidades reais, e política, por
favorecer o diálogo, com a democratização das relações de trabalho. Registre-se que de todas estas
funções, sobressai a função normativa, pois, nos
mais das vezes, o principal objetivo da negociação
é criar normas e condições de trabalho.
Por tal razão, a função normativa, juntamente
com a lei, é uma das fontes do Direito Individual do
Trabalho e traça também diretrizes para normas de
seguridades social e de política econômica e social,
que revela sua extraordinária importância, ou seja,
significa a exteriorização da liberdade como valor
supremo do indivíduo, tanto como cidadão quanto
como produtor.
Desse modo, o Sindicato patronal (Sindicato
e Organização das Cooperativas do Estado do Rio
Grande do Sul-Ocergs) exerce a função normativa
através da representatividade, se encarregando de
cuidar dos interesses dos seus associados (cooperativas) representando-os nas negociações coletivas e
em outros procedimentos que se façam necessários.
Assim, a ordem jurídica reconhece e dá validade
a esses instrumentos. Integra-os no seu macromodelo jurídico, desde que preenchidos os pressupostos
de elaboração e validade estabelecido pela legislação, sendo a negociação coletiva a expressão do
princípio da autonomia coletiva dos particulares e
da liberdade sindical.
Neste escopo, o papel das entidades sindicais, seja Sindicato Patronal, seja Sindicato de
Empregados, é de suma importância para dar suporte às partes, sempre dando ênfase e observância
ao dever de informação, que impõem às partes a
obrigação de negociar dando conhecimento à outra
das informações necessárias para que a discussão
da matéria que é objeto de negociação possa ser
travada à luz de um real conhecimento das partes
sobre suas respectivas situações e condições.
Por fim, temos que a participação efetiva dos
sindicatos nas negociações coletivas, como se
depreende do art.1142, §2º, da Constituição Federal
e, de forma mais expressa, nos art.611 (caput) e
art.616 (caput), da CLT, deixa claro a obrigatoriedade da participação dos mesmos nas negociações
coletivas, primando pelo princípio da informação
e boa fé contratual a fim de garantir a qualidade e
igualdade nas condições de trabalho.
1
Segundo Mario Pasco Cosmópolis, citado por Alfredo Ruprecht, a função social da negociação tem as seguintes características: a) é meio de conciliação de conflitos sociais; b) iguala as partes; c) é fonte dinâmica do Direito
do Trabalho e d) evita ou modera a competição desleal entres as empresas (na obra do segundo Relações coletivas de trabalho. Tradução Edilson Alkmin Cunha. São Paulo: LTr, 1995. p. 264).
2
Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004).
§ 2º Recusando-se qualquer das partes à negociação coletiva ou à arbitragem, é facultado às mesmas, de comum acordo, ajuizar dissídio coletivo de natureza econômica, podendo a Justiça do Trabalho decidir o conflito,
respeitadas as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho, bem como as convencionadas anteriormente. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)
As cooperativas registradas e regulares podem encaminhar questionamentos à Assessoria Jurídica do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, através
do endereço eletrônico [email protected] ou acessando o link “Pergunte ao Jurídico”, disponível no site www.ocergs.coop.br.
Siga-nos pelo Twitter: http://twitter.com/dir_cooperativo.
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Divulgação
Cooperativas gaúchas estudam
o cooperativismo alemão
“A organização do
cooperativismo alemão
é muito moderna
e seguramente
absorveremos muito
deste modelo, que
tem se mostrado
altamente competitivo
e eficaz”, acredita
Pretto. Para ele, a
viagem despertou a
conscientização sobre
a necessidade de se
constituírem Centrais
para que se tenha
escala, alavancando
assim os preços e
conquistando novos
mercados.
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11
Cooperativismo
janeiro de 2012
Cooperativas gaúchas que produzem laticínios estiveram na Alemanha, conhecendo mais sobre o cooperativismo do país europeu
Uma delegação formada pelas cooperativas
CCGL, Languiru, Cosuel, Piá e Santa Clara, além
da Ocergs, representada pelo vice-presidente, Irno
Augusto Pretto, esteve na Alemanha no último mês
de novembro, conhecendo um pouco mais sobre
o cooperativismo alemão e avaliando possíveis
parcerias com o país europeu.
De acordo com Pretto, umas das pautas
discutidas na viagem foi a possibilidade de se
firmar uma parceria entre cooperativas gaúchas
e Centrais alemãs para a produção de sorvetes.
“Seria o perfeito modelo de sociedade intercooperativa”, explica o vice-presidente. “As Centrais
alemãs trariam a indústria, produtos de alta aceitação no mercado europeu e gestão qualificada”.
Foi apontada também a possibilidade de se criar
uma central de inseminação artificial de bovino
leiteiro e outra de geração de energia via fontes
orgânicas.
O grupo que esteve na viagem elogiou muito
o sistema de auditoria das cooperativas alemãs,
sugerindo a implantação no Sistema OcergsSescoop/RS. “A organização do cooperativismo
alemão é muito moderna e seguramente absorveremos muito deste modelo, que tem se mostrado
altamente competitivo e eficaz”, acredita Pretto.
Para ele, a viagem despertou a conscientização
sobre a necessidade de se constituírem Centrais
para que se tenha escala, alavancando assim os
preços e conquistando novos mercados.
Premiação do Mapa destaca o cooperativismo
O Prêmio Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo, promovido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária
e Abastecimento (Mapa) no ano de 2012, terá o cooperativismo como um dos temas a serem trabalhados
por alunos de instituições públicas de educação profissional e tecnológica de todo o País. O objetivo da
premiação é estimular a aplicação dos conhecimentos técnico-científicos adquiridos pelos estudantes na
construção de ideias, tecnologias e empreendimentos inovadores. “A ideia central é que os projetos contribuam para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental dos territórios, geração de trabalho e renda,
inclusão produtiva e social e inovação tecnológica”, afirmou o Secretário de Desenvolvimento Agropecuário
e Cooperativismo do Mapa, Erikson Chandoha.
A iniciativa reforça as ações que o Mapa e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) estão
promovendo em comemoração ao Ano Internacional das Cooperativas.
O lançamento do edital está previsto para o dia 10 de fevereiro de 2012 e o período de inscrições
deverá se estender até 10 de agosto. Para participar, os alunos interessados deverão desenvolver projetos
que se enquadrem em uma das cinco temáticas: Tecnologia da Informação, Inovação Tecnológica, Inclusão
Produtiva pelo Cooperativismo ou pelo Associativismo, Plano de Negócio de Micro ou Pequena Empresa
Inovadora e Tecnologias Sociais e Assistivas. Após passarem por um processo de análise e avaliação, os
três projetos que alcançarem a maior pontuação em cada temática serão premiados no dia 16 de novembro.
“O tema ‘Inclusão Produtiva pelo Cooperativismo ou pelo Associativismo’ representa uma excelente
oportunidade de apresentar ao público jovem o cooperativismo e o seu importante papel como indutor do
desenvolvimento socioeconômico do país e como promotor de integração social”, ressaltou Chadoha. Mais
informações sobre a premiação podem ser encontradas no site do Mapa: http://www.agricultura.gov.br.
07/02/2012 15:38:54
Carolina Barcelos
Sescoop/RS
12 janeiro de 2012
Sescoop apresenta material do
Programa Aprendiz Cooperativo
A matriz do Programa
Aprendiz Cooperativo
foi divulgada para
todos os estados
durante o II Encontro
de Coordenadores
da Aprendizagem do
Sescoop. No evento,
os representantes das
unidades estaduais
tiveram a oportunidade
de conhecer a
metodologia e os
materiais didáticos e
de apoio do programa.
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Desde 2006, o Sescoop/RS (unidade gaúcha do Serviço Nacional de Aprendizagem do
Cooperativismo) participa do programa Jovem
Aprendiz, desenvolvido em cumprimento à Lei
Federal 10.097/2000, que determina que as empresas devem ter, em seu quadro de empregados, no
mínimo 5% e no máximo 15% de Jovens Aprendizes,
com funções que exijam formação profissional.
O Programa começou tímido no Estado, mas,
em 2007, o Sescoop/RS fez importantes alterações:
elaborou de um programa pedagógico com estrutura
curricular voltada às necessidades das cooperativas,
tendo o cooperativismo como tema transversal, e incluiu
cooperativas Educacionais como executoras, levando o
Projeto a somar mais de 3.500 alunos em um período
de cinco anos.
Este ano, porém, o Sescoop reformulou intensamente o Jovem Aprendiz, que passou a se chamar
“Aprendiz Cooperativo”. De acordo com o gerente do
departamento de Promoção Social do Sescoop/RS,
José Zigomar Vieira dos Santos, as mudanças são
significativas. “A reformulação é bastante abrangente.
Um dos aspectos modificados é o conteúdo programático, que tinha 14 módulos e passou a ter oito. O
material também foi incrementado pelos professores
e as cooperativas passaram a receber manuais sobre o
Programa”, conta Zigomar.
A matriz do Programa Aprendiz Cooperativo foi
divulgada para todos os estados durante o II Encontro
de Coordenadores da Aprendizagem do Sescoop.
No evento, os representantes das unidades estaduais
tiveram a oportunidade de conhecer a metodologia e
os materiais didáticos e de apoio do Programa. “No
primeiro semestre de 2012, os Estados estarão aptos a
apresentar às cooperativas todo material para, de fato,
executar o programa”, destacou a gerente de Formação e
Qualificação Profissional, Andrea Sayar. Todo o material
didático foi disponibilizado aos coordenadores, incluindo os manuais de operacionalização, do professor e de
gestão e avaliação do Programa.
07/02/2012 15:38:58
Rio Grande do Sul está
preparado
O Aprendiz Cooperativo é um dos maiores projetos do Sescoop/RS. Este ano terá a participação
de 1.344 jovens, mas, de acordo com a equipe da
unidade gaúcha, este número pode chegar a 1.500
no segundo semestre. Assim como no Jovem
Aprendiz, as cooperativas Educacionais Coopeeb,
Coeducars, Cooperconcórdia, Coopatere Cootrael
serão as executoras.
Zigomar acredita que o Aprendiz Cooperativo
beneficia a vida profissional dos jovens, além de
contribuir para a formação de um quadro social de
qualidade nas cooperativas, preparado para enfrentar
os desafios do mercado. “O Programa foi estruturado
de maneira a criar espaços de reflexão e participação
para que o aprendiz amplie suas potencialidades
humanas e sociais e desenvolva um espírito empreendedor e cooperativo”, afirma ele.
Segundo o gerente de Promoção Social, um
dos grandes diferenciais do Aprendiz Cooperativo
em relação ao Jovem Aprendiz é que o primeiro
atenderá todos estados da federação, respeitando
as diversidades, particularidades e necessidades
de cada estado, sem perder as diretrizes gerais, que
valem para todos.
Além disso, os conteúdos programáticos, que
agora são chamados de unidades temáticas, terão as
dimensões teórica e prática articuladas entre si, partindo
do menor para o maior grau de complexidade. “Esta
metodologia foi desenvolvida durante dois anos por um
comitê nacional, que teve a participação do Sescoop/
RS”, conta Zigomar. “A concepção de matriz curricular
fundamenta-se na percepção da educação como um
processo contínuo e autônomo, que desenvolva competências exigíveis ao longo da vida profissional”, diz ele.
Vagas para a execução
prática do Programa
Veja quais municípios terão aprendizes cooperativos e quais são as cooperativas gaúchas que
disponibilizarão vagas para a execução prática
do Programa:
• Encantado: Cosuel e Certel
• Lajeado: Unimed VTRP, Certel e Sicredi Vale
do Taquari
Sescoop busca parcerias
para o Projeto
• Porto Alegre: Confederação Sicredi, Central
Sicredi Sul, Sicredi União Metropolitana,
Unicred Central, Cooperativa Habitacional
Geraldo Santana, Federação Unimed/RS,
Unimed Central, Unimed Porto Alegre
Na segunda quinzena de janeiro, o Sescoop iniciou
uma série de reuniões com diversas entidades, visando
identificar possíveis parcerias. As primeiras foram com
representantes do Centro Integrado Empresa-Escola
(CIEE) e Centro Paula Souza da Fundação Instituto de
Pesquisas Econômicas (CPS/Fipe), em São Paulo (SP).
De acordo com a gerente de Formação e Qualificação
Profissional do Sescoop, o objetivo é mapear alternativas que facilitem a execução e acompanhamento do
Programa nos estados. “Nosso foco principal será justamente auxiliar as unidades estaduais na operacionalização e gestão das atividades, particularmente aquelas
que encontram um pouco mais de dificuldade em razão,
por exemplo, de quadro de pessoal reduzido”, diz.
Além da preocupação com a gestão, nesta etapa o
Sescoop também vai verificar quesitos relacionados à
atuação das entidades enquanto formadoras. “Nestas
reuniões vamos avaliar, além da questão da infraestrutura
das instituições, sua capacidade e experiência como
formadoras de professores”, diz. Segundo Andréa,
os profissionais que atuarão no programa Aprendiz
Cooperativo precisam de conhecimento e linguagem
próprios. “O público a ser formado por eles é constituído de jovens, que por si só já caracterizam um grupo
diferenciado. Além disso, atua em cooperativas, que são
instituições de natureza também diferenciada, por isso,
é fundamental que os professores que trabalharão com
este público sejam muito bem orientados”, ressalta.
Jovem Aprendiz formou mais de 3.500 alunos em cinco anos. Na foto, a formatura de
uma das turmas, realizada no espaço do Sescoop/RS no parque da Expodireto Cotrijal
• Teutônia: Certel, Languiru e Sicredi Ouro Branco
• Picada Café: Coopershoes
• Carlos Barbosa: Santa Clara, Certel e Sicredi
Serrana
• Erechim: Aurora Alimentos, SicrediNorte
• Espumoso: Cotriel e Sicredi Espumoso
• Frederico Westphalen: Cotrifred e Sicredi
• Ibirubá: Cotribá e Sicredi Ibirubá
• Não-Me-Toque: Cotrijal e Sicredi Alto Jacuí
• Nova Petrópolis: Piá, Certel e SicrediPioneira
• Panambi: Cotripal e Sicredi Panambi
• Sananduva: Majestade, Sicredi Altos da
Serra e Coasa
• Santa Cruz do Sul: Certel, Sicredi Vale do
Rio Pardo e Unimed
• Sarandi: Cotrisal, Sicredi Região da
Produção, Aurora Alimentos
• Soledade: Coagrisol, Certel e Sicredi Botucaraí
• Tapera: Cotrisoja, Santa Clara e Sicredi Rota
das Terras
• Taquari: Certaja, Ouro do Sul e Certel
• Cruz Alta: Unimed Cruz Alta, Cotribá,
Coceagro, CCGL e SicrediPlanalto
Luana Trevisol
Nem todos os estados executavam o Jovem
Aprendiz. Este é um dos diferenciais do Aprendiz
Cooperativo: trata-se de um programa nacional, para
todas as unidades do Sescoop.
Segundo Andréa, a interlocução com as unidades
estaduais é essencial para conhecer as necessidades
e adequar o programa às realidades dos estados. “Esta
é a oportunidade que temos, enquanto unidade gestora
do programa em âmbito nacional, de ouvir os anseios
e realidades dos estados, uma vez que, aqui, nós não
operacionalizamos as ações”, explicou. A gestora
afirma, ainda, que estão previstos encontros anuais de
manutenção, além de mais um encontro no primeiro
semestre de 2012, para a avaliação de demandas e
encaminhamento de questões de ordem legal.
13
Sescoop/RS
janeiro
jane
ja
neiririroo de 22012
ne
0122
01
• Cerro Largo: Sicredi Serro Azul
• Ijuí: Unimed Noroeste, Crehnor, Ceriluz,
Sicredi União e Cotrijuí
• Santa Rosa: Unimed Santa Rosa, Comtul,
Cotrirosa, Coopermil e Cooperluz
• Santo Ângelo: Unimed Missões,
SicrediUnião e Cotrisa
• São Luiz Gonzaga: Coopatrigo, Sicredi
União, Cotrijuí e Cermissões
• Três de Maio: Cotrimaio, Certhil,
Cooperagrícola e Comtul
• Salvador das Missões: Cooperoque e Cotrisul
• Caçapava do Sul: Sicredi e Unimed Santa Maria
• Santa Maria: Sicredi Região Centro
• Montenegro: Unimed Vale do Caí
Interior Janeiro 2012.indd 13
07/02/2012 15:39:26
Cooperativas
14 janeiro de 2012
Cosuel lança programa de
gestão compartilhada
A Cosuel, de Encantado, é pioneira no Brasil
em um importante projeto para beneficiar pequenos
produtores rurais. Trata-se do Programa Associativo
de Produção Leiteira, que busca reunir produtores em
torno de um empreendimento de produção associativa,
proporcionando o aumento da produtividade e da renda
dos associados.
A proposta do programa é simples. Cada propriedade forma uma espécie de núcleo, composto por uma
média de 20 famílias, com um mínimo de 200 vacas
alojadas. Os produtores serão sócios do empreendimento, adquirindo suas cotas de acordo com o número
de animais alojados. A infraestrutura, a tecnologia e a
administração técnica são de responsabilidade da cooperativa, enquanto a gestão é executada em conjunto,
pela Cosuel e as famílias associadas.
Os ganhos do produtor são fundamentados no
número de vacas cotadas e na alimentação do animal,
que é de responsabilidade das famílias. A Cooperativa
se responsabilizará pela tecnologia na alimentação,
com a proposta de um sistema moderno para mistura
dos nutrientes.
De acordo com o presidente da Cosuel, Gilberto
Piccinini, o padrão de produção desse programa garantirá maior qualidade do leite e, em consequência,
melhor preço e melhor qualidade de vida aos agricultores, já que a carga horária de trabalho será reduzida.
Apesar da redução do volume de trabalho,
estima-se que vacas que hoje produzem até 12
litros de leite por dia passem a produzir mais de
24 litros, devido ao controle de qualidade. Sob esta
perspectiva, a previsão de crescimento da receita do
associado é de 168% dentro de seis a nove anos.
De acordo com o diretor superintendente da
Cosuel, Carlos Alberto Freitas, outros benefícios
gerados pelo Programa são a eliminação da sazonalidade de produção e redução dos custos de frete e
assistência técnica. Ele lembra ainda que o aumento
da renda tem efeito multiplicador, gerando ganhos
Interior Janeiro 2012.indd 14
Vinícius Flôres
Programa visa unir pequenos produtores em propriedades
com uma média de 200 vacas, geridas por cerca de 20 famílias
Uma visita à Galícia incentivou a Cosuel a implantar o programa. Representantes da Cosuel, políticos e lideranças regionais
participaram da viagem, realizada em 2010
para a economia como um todo. “A Cosuel não visa
lucrar em cima do produtor com esse programa. O
sistema de cooperativismo serve para o crescimento
de todos”, destaca ele.
O programa foi apresentado ao secretário da
Agricultura do Rio Grande do Sul, Luiz Fernando
Mainardi, em novembro de 2011. ‘É um dia histórico
para o Estado”, afirmou. “Com esse programa, vemos
que o futuro nos reserva um espaço extraordinário no
mercado mundial”.
Atualmente, a indústria leiteira representa
2,67% do PIB do Estado. Até 2020, a Cosuel
pretende fazer com que essas unidades atinjam
a média de 30 litros de leite ao dia, chegando
a 9.150 litros por lactação, faixa dos maiores
produtores do mundo. Atualmente, 49% da renda
das propriedades rurais do Vale do Taquari são
oriundas da indústria leiteira.
Para o associado Juari Ceratti, de Coqueiro
Baixo, o projeto tem uma ótima perspectiva de
futuro. Ele ressalta que a mão-de-obra no campo
está cada dia mais escassa. Já para Marlinho Salini,
produtor de Vespasiano Corrêa, o programa permitirá mais descanso nos finais de semana, já que, hoje,
a atividade leiteira demanda muito de sua atenção.
A Cooperativa está em fase de negociação com
prefeituras da região que estejam interessadas em
apoiar o projeto. A iniciativa para implantação do
Programa Associativo de Produção Leiteira surgiu
após uma viagem à Galícia, na Espanha, feita em 2010
por membros da Cooperativa, políticos e lideranças
regionais.
07/02/2012 15:39:44
Divulgação/Camol
Camol promove encontro de mulheres
São José do Ouro sediou, no final do ano passado, o 2º Encontro de Mulheres Cooperativistas da
Camol. A segunda edição do evento, realizado de
dois em dois anos, foi promovida pela Camol com o
apoio da CCN (Central de Cooperativas do Nordeste
do RS) e do Sescoop/RS.
Cerca de 500 mulheres assistiram ao palestrante
especialista em motivação humana Ainor Lotério, de
Santa Catarina, que falou a respeito da participação
efetiva da mulher na cooperativa, além de abordar
a vida familiar, a auto-estima, a liderança e a força
feminina cooperativista.
O encontro ainda teve bênção religiosa,
pronunciamento do presidente da Camol, Adilo
Gelain, apresentações audiovisuais e almoço de
encerramento com a presença de autoridades do
setor agrícola.
15
cooperativas
janeiro de 2012
Encontro de Mulheres Cooperativistas da Camol reuniu cerca de 500 participantes em São José do Ouro
Cotrijuí é destaque em homenagem
São Luiz Gonzaga sediou, no dia 13 de dezembro, a entrega de comendas às
empresas que mais contribuíram para a formação do Valor Adicionado do ICMS
(retorno do imposto ao município). A Cotrijuí foi destaque no evento, ocupando
o primeiro lugar do ranking de 20 empresas homenageadas.
É o segundo ano consecutivo em que a Cotrijuí lidera a lista, por sua
Unidade Frigorífica (suínos), em São Luiz Gonzaga, com o índice de 23,26%
de participação no índice de retorno de ICMS.
A Coopatrigo, de São Luiz Gonzaga, ficou em segundo lugar.
Cosulati recebe
colaboradores para
celebrar resultados
Supermercado Santa Clara tem nova unidade
em São Pedro
novo espaço, agora de propriedade da Santa Clara,
o supermercado passa a oferecer aos consumidores
da região de São Pedro maior variedade de produtos.
Além de linhas variadas de alimentos e bebidas,
padaria, açougue, hortifrutigranjeiros, produtos
de limpeza, perfumaria e espaço agropecuário, a
nova unidade do Supermercado Santa Clara possui
também uma loja de confecções.
Na presença de autoridades, funcionários, associados e imprensa, o
presidente da Santa Clara, Rogerio Bruno Sauthier, inaugura a nova filial
ao lado da vice-prefeita de São Pedro da Serra, Iara Sanders Roesler
Interior Janeiro 2012.indd 15
Divulgação/Santa Clara
A Cooperativa Santa Clara inaugurou, em
dezembro de 2011, as novas instalações de seu
supermercado em São Pedro da Serra. A filial tem
área construída de 1.200 m² e está localizada na
avenida Pedro Chies, nº 303, no Centro de São
Pedro da Serra.
A Cooperativa já mantinha uma filial no município desde 1985, em um prédio alugado. Com o
Cerca de 1.500 pessoas, entre colaboradores, associados, familiares e convidados
de Pelotas, Canguçu, Capão do Leão e Morro
Redondo se reuniram na tradicional confraternização de final de ano dos colaboradores da
Cosulati, no dia 10 de dezembro. O evento, organizado pelo Departamento de Comunicação
da Cooperativa, foi realizado no Centro de
Eventos de Pelotas.
A confraternização assinalou o encerramento das atividades do ano da Cosulati e celebrou
os resultados positivos alcançados durante o
ano. Além de homenagens e pronunciamentos
da equipe de diretoria, os coordenadores da
iniciativa programaram atividades específicas
para as crianças, com recreação de brinquedos
infláveis, distribuição de presentes, show de
mágica e chegada do Papai Noel. Houve sorteio
de uma moto Honda Fan 125, duas TVs LCD
e quatro viagens com acompanhante para o
Beto Carrero.
“A festa não é apenas uma confraternização,
é um momento de integração entre os colaboradores e reconhecimento do trabalho de cada
um no ano que passou”, afirma a coordenadora
do evento, Viviane Retzlaff.
07/02/2012 15:39:48
Languiru inaugura supermercado
Éderson Moisés Käfer
Cooperativas
16 janeiro de 2012
Novo Supermercado Languiru, inaugurado em 25 de janeiro, fica em Bom Retiro do Sul
No dia 25 de janeiro, a Cooperativa Languiru
inaugurou, no município de Bom Retiro do Sul,
seu novo supermercado. A inauguração foi prestigiada pelo Conselho de Administração, Conselho
Fiscal, associados e clientes. A quarta loja da
Cooperativa, que entrou em funcionamento no
dia 26 de janeiro, empregará 34 colaboradores e
disponibilizará em torno de 10 mil itens de mer-
cearia, açougue, confeitaria, padaria, hortifruti,
ferragens e insumos.
Segundo o presidente Dirceu Bayer, é possível ver
o crescimento da Languiru através de seus investimentos. Para ele, a Cooperativa reforça gradativamente a
sua posição entre as maiores organizações do Rio
Grande do Sul. “Queremos desenvolver o aspecto social, porque a Languiru é do Vale do Taquari”, afirmou.
Bayer observa que, com o supermercado, a Languiru
resgata sua tradição no município, lembrando que
muitos associados de Bom Retiro são destaques na
produção de matéria prima. “O supermercado está
sendo inaugurado para a Languiru ficar mais próxima
de seus produtores. Da mesma forma, nossos clientes e fornecedores são fundamentais”, sintetizou. O
presidente frisou que a Cooperativa cresce porque o
associado acredita nela. “Nós viemos para somar e
crescer com o município, além de melhorarmos as
condições sócio econômicas dos nossos associados”, afirmou.
Ressaltando o planejamento da Languiru, o
vice-presidente Renato Kreimeier comentou que ela
é referência no cooperativismo gaúcho. “É um dia
especial para a Cooperativa e a região. É um grande
sonho que vem ao encontro aos associados. Um belo
supermercado, sem dúvida um dos mais bonitos da
região”, falou.
O coordenador da loja, Robson Luís de Souza,
agradeceu aos coordenadores e colaboradores dos
outros supermercados da Languiru, que ajudaram
a montar a loja de Bom Retiro do Sul.
O prefeito de Bom Retiro do Sul, Celso Pazuch,
relembrou o histórico da Languiru no município e
agradeceu à Cooperativa por mais uma vez investir
no município.
Lançada pedra fundamental do Hospital
Unimed Litoral Sul
A pedra fundamental do Hospital Unimed Litoral Sul
foi lançada oficialmente no dia 27 de janeiro, em cerimônia realizada na sede da Cooperativa para autoridades,
médicos cooperados, imprensa, dirigentes de outras
Unimeds e convidados.
O Hospital ficará localizado na própria sede da
Cooperativa, numa área de 6 mil metros quadrados. O investimento será de 25 milhões e a estimativa é de geração
de 500 empregos, entre diretos e indiretos. A complexidade
é média, dimensionado para 80 leitos de internação, cinco
salas de cirurgia e cerca de 15% dos leitos para cuidados
intensivos de adulto, pediatria e neonatal.
Os principais serviços serão centro cirúrgico; centro
obstétrico – maternidade com Labor Delivery Room;
internações clínicas e cirúrgicas – adulto e pediátricas;
UTI adulto pediátrica e neonatal, Centro de Diagnósticos
e Pronto Atendimento.
O dimensionamento será de cinco salas cirúrgicas; 80 leitos de internação; 12 leitos UTI e 11
salas integrando o Centro de Diagnósticos (análises
clínicas, raio X telecomandado, ultrassonografia,
densitometria óssea, mamografia, tomografia e
ressonância nuclear magnética).
O complexo terá uma estrutura moderna, com destaque especial para os requisitos de sustentabilidade,
integração inter-setorial, fluxos operacionais e eficiência
econômico-financeira, além de atender os programas
de certificação correspondentes à acreditação nacional
e internacional vigentes.
O projeto de implantação do Hospital Unimed e
Centro de Diagnósticos foi aprovado por unanimidade
em Assembleia Geral Extraordinária, no dia 18 de julho
de 2011. “A decisão tomada garantirá condições de
trabalho aos cooperados e atendimento aos nossos
clientes, além de permitir a sustentabilidade da nossa
cooperativa, firmando nossa posição no desenvolvimento
de Rio Grande e região”, afirma o presidente do Conselho
de Administração da Unimed Litoral Sul, Carlos Faria.
O Hospital Unimed tem como objetivo oferecer
seus serviços aos beneficiários dos planos de saúde
do Sistema Unimed, aos seus médicos cooperados e à
comunidade da região de abrangência, que compreende
os municípios de Rio Grande, São José do Norte, Santa
Vitória do Palmar e Chuí. A previsão é que ele entre em
operação em julho de 2014.
Hospital da Unimed Litoral Sul deve ficar pronto em julho de 2014
Interior Janeiro 2012.indd 16
07/02/2012 15:39:57
Unimed VTRP doa brinquedos
arrecadados em ação
Divulgação/Unimed VTRP
Uniodonto e Unicursos
encerram mais
uma turma
A Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo
(VTRP) lançou, em novembro de 2011, o Troca
Solidária, para comemorar o alcance de mil fãs
em sua página no Facebook (http://www.facebook.com/unimedvtrp). O objetivo do projeto,
que ainda está em execução, é arrecadar brinquedos e livros infantis para instituições que atendem
crianças em situação de vulnerabilidade social.
Quem fizer a doação nos pontos de Atendimento
ao Cliente Unimed em Santa Cruz do Sul, Lajeado
e São Jerônimo, recebe um brinde ecológico da
Cooperativa. São sacolas, frasqueiras e estojos
feitos com lonas reutilizadas.
Em Santa Cruz do Sul, já foram arrecadados
cerca de 80 brinquedos e livros, que foram re-
passados à Coomcat (Cooperativa de Catadores
e Recicladores de Santa Cruz do Sul) no dia 29
de dezembro. A entidade realizou, no dia 30,
uma festa de encerramento, quando o Papai Noel
entregou os presentes aos filhos de catadores
cooperados.
A arrecadação continuará até quando durarem
os estoques de brindes. Serão beneficiadas,
além da Coomcat, o Abrigo Mary Taranger, de
Rio Pardo; a Casa Lar Saidan, de Lajeado; a Casa
da Criança Ceci Leite Costa, de Taquari, e a Obra
Social São Cristóvão, de Lajeado. O desenvolvimento da ação pode ser acompanhado nas redes
sociais da Unimed VTRP: http://www.facebook.
com/unimedvtrp e http://twitter.com/unimedvtrp.
Unidonto VTRP/Divulgação
Representante da Coomcat recebeu brinquedos e livros arrecadados pela Unimed
Mais uma turma de auxiliares de saúde bucal
(ASB), profissionais responsáveis pelo atendimento
inicial e preparação dos pacientes no consultório,
formou-se em Lajeado, no dia 16 de dezembro. O curso, com300 horas de aulas teóricas e práticas e mais
100 horas de estágio, foi promovido pela Unicursos,
que presta cursos na área da saúde, e pela Uniodonto.
Para ser um auxiliar de saúde bucal, é necessário registro do CRO/RS (Conselho Regional de
Odontologia do RS). Segundo o coordenador do curso,
Diego Augusto Pretto, o curso atende às necessidades
do mercado e dos dentistas. “Uma das características
de nossos cursos é que geralmente cinco ou seis
alunos que ainda não trabalham na área estão, antes
do final do curso, prestando seus serviços em clínicas
ou consultórios particulares”, afirma.
17
cooperativas
janeiro de 2012
Parte da turma, que formou 20 alunasno curso
de Auxiliar de Saúde Bucal, e três professores
O Sindicato Rural de Lajeado garantiu, através de convênio
firmado com a Uniodonto Vales do Taquari e Rio Pardo (VTRP),
tratamento odontológico e serviços ampliados a seus sócios e
funcionários. Cerca de duas mil pessoas serão beneficiadas pela
parceria, sem que o custo do plano aumente.
O presidente do Sindicato, Adilson Metz, explica que o
Sindicato paga a taxa mensal do convênio e o associado pagará
apenas a taxa de prestação extras, caso houver. “O convênio foi
firmado com a Uniodonto por ela ser a maior cooperativa de saúde
odontológica do Brasil, com 40 anos de atividade e garantia pelos
serviços prestados”, afirma Metz.
O convênio inclui atendimento em horário comercial, urgência 24 horas em Lajeado e urgência nacional, através da rede de
mais de 25 mil dentistas pelo Brasil. O atendimento comercial
é feito na Clínica de Especialidades da Uniodonto, localizada
na Rua Júlio de Castilhos, no Centro de Lajeado, onde há sete
dentistas e seis gabinetes odontológicos. A Uniodonto ainda
conta com 29 dentistas associados no município e mais 236
pela região.
Interior Janeiro 2012.indd 17
Divulgação
Sindicato Rural e Uniodonto VTRP firmam parceria
Presidente do Sindicato, Adilson Metz, e presidente da Uniodonto VTRP, Irno Pretto, firmaram parceria
no dia 1o de dezembro
07/02/2012 15:40:10
cooperativas
18 janeiro de 2012
Clientes da Unimed VTRP vão usar a biometria no processo de atendimento
A partir deste mês, clientes da Unimed Vales do
Taquari e Rio Pardo (Unimed VTRP) que procurarem
consultórios de médicos cooperados em Lajeado,
Estrela, Arroio do Meio, Cruzeiro do Sul e Santa Clara do
Sul poderão fazer o cadastramento de suas impressões
digitais. A Cooperativa está trabalhando para a completa
informatização de seu processo de atendimento e o uso
da biometria vai substituir, gradualmente, a atual senha
do cartão magnético.
Depois de coletada a impressão digital do cliente
na primeira vez que ele comparecer a um consultório
habilitado, esta será sua forma de acesso a todos os
outros pontos de atendimento igualmente informatizados
– laboratórios, clínicas de fisioterapia e diagnóstico por
imagem e hospitais. “Essa mudança vai facilitar e agilizar
o acesso do paciente, que não precisará memorizar ou
ficar procurando sua senha. Ou ainda, muitas vezes,
ligar para o SAC para obter esta informação”, explica
o vice-presidente da Unimed VTRP, Aldo Pricladnitzki.
Outra novidade é a possibilidade de o histórico de
atendimento do paciente ser armazenado no sistema.
Assim, se o cliente autorizar o acesso do médico, este
poderá obter informações sobre consultas e exames
realizados. Segundo Pricladnitzki, essa ferramenta deverá
contribuir para uma melhora na qualidade da assistência
médica, agilizando o diagnóstico médico.
O novo sistema está sendo implantado por etapas,
nos 670 pontos de atendimento espalhados pelos 59
municípios da área de abrangência da Cooperativa:
vales do Taquari e Rio Pardo e região do Jacuí. A meta
da organização é habilitar, até o final deste ano, todos os
médicos cooperados, secretárias e atendentes desses
locais para o uso da biometria, além de cadastrar os mais
de 180 mil clientes da Unimed VTRP.
Além da praticidade, a informatização do processo
q
de atendimento terá como consequência
também a
redução no consumo de papel, que deve
ximachegar a uma economia de aproximano.
damente cinco toneladas por ano.
Segundo o supervisor da áreaa
de Tecnologia da Informação daa
Cooperativa, Daniel Hallmann, ass
guias impressas de autorizaçõess
devem sair de circulação no pro-cesso de atendimento. “Quandoo
o médico requisitar algum examee
ade laboratório, por exemplo, o pa-
Saiba mais
• A impressão digital (biometria) substituirá a senha do cartão, mas não o cartão Unimed. Ele é o documento
que identifica a pessoa como cliente.
• Até o final deste ano a senha do cartão continuará valendo em pontos de atendimento que utilizem o sistema
atual, até que estes também migrem para o novo.
• Em alguns casos não será possível o uso da identificação biométrica. Pessoas com menos de 6 anos ou
com mais de 75 anos, além daquelas que em decorrência do exercício da profissão tenham a pele dos
dedos desgastada, poderão usar apenas o cartão, sem precisar de senha ou de identificação biométrica.
• O cliente da Unimed VTRP que tiver um plano com abrangência nacional e precisar de atendimento em
outra região que não possui identificação biométrica terá assistência apenas apresentando o cartão.
• Outras informações podem ser obtidas na Unimed VTRP, pelo 0800 051 1166 (SAC 24 horas).
Cuide Agora em Ação já tem seis episódios
Uma das ações comemorativas aos 40 anos da Unimed Porto Alegre é o “Cuide Agora em
Ação”, um programa transmitido pela internet e composto por oito vídeos, 17 posts em texto, fotos, tweets e geolocalização dos seis participantes. O objetivo é retratar a importância de uma vida
saudável e de hábitos preventivos. Os episódios são publicados no hotsite especial dos 40 anos:
www.unimedportoalegre40anos.com.br.
Sete vídeos já estão no site, com dicas sobre gravidez e maternidade, saúde e desenvolvimento da
criança, escolha profissional, bem-estar na terceira idade e saúde do adulto. Os episódios são produzidos
com a participação de pessoas que possuem um perfil que se encaixe no assunto abordado, como uma
mãe e seu recém-nascido, uma adolescente que prestará vestibular e uma idosa de hábitos saudáveis.
Após assistir o episódio, o público pode enviar mais dicas ao participante e ainda concorrer a uma
viagem para Chapada Diamantina, Costão do Santinho ou Porto de Galinhas.
Interior Janeiro 2012.indd 18
ciente não receberá nenhum documento em papel. Ao
chegar neste prestador de serviço, o cliente fornecerá
sua impressão digital e o atendente conseguirá visualizar no sistema todos os exames solicitados”, explica.
Unimed Porto
Alegre inaugura
Laboratório em
Gravataí
A Unimed Porto Alegre inaugurou,
no dia 5 de janeiro, um Laboratório em
Gravataí, que deve beneficiar 32 mil
clientes da Cooperativa na região. No
local podem ser realizadas coletas de
exames clínicos e emissão de guias para
exames e internações. O posto de coleta
do Laboratório já está em funcionamento
junto à unidade da Unimed Porto Alegre
no município, na Rua Adolfo Inácio
Barcelos, 888. O local fica aberto de
segunda a sexta-feira, das 7h às 19h e
nos sábados, das 7h às 13h.
O Laboratório Unimed conta atualmente com cinco unidades de atendimento em Porto Alegre, além de
estruturas em Cachoeirinha, Canoas,
Gravataí e Esteio.
07/02/2012 15:40:20
Coprel comemora 44 anos
Divulgação/Coprel
Transformadores na cor laranja sinalizam a presença
da Coprel em 72 municípios gaúchos
Sistema Interligado de Energia garante
fornecimento em épocas de estiagem
Com a escassez de chuva no Estado, muitas áreas têm suas rotinas modificadas. A produtividade
do meio agrícola, que tem o desenvolvimento de suas lavouras e rebanhos afetado pela falta de
água, e o racionamento para o abastecimento humano, que já ocorre em algumas cidades, são
alguns exemplos.
Mas outro segmento que também sente os reflexos da seca é a geração de energia elétrica
em Pequenas Centrais Hidrelétricas. A Certel, que opera com as PCH’s Salto Forqueta, no rio
Forqueta, entre Putinga e São José do Herval, e Boa Vista, no arroio Boa Vista, em Linha Geraldo,
Estrela, informa que a vazão dos leitos está muito reduzida. “A geração de energia está em 10% da
capacidade total”, afirma o diretor de geração da Cooperativa, Julio Cesar Salecker.
A solução para que não haja racionamento de energia elétrica nestas condições está no Sistema
Interligado Nacional, que conta com o apoio de grandes usinas hidrelétricas, como Itaipu, no Paraná,
e Tucuruí, no Pará, que têm água represada nas estruturas e ajudam as barragens menores. “Quando
a vazão é pequena, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) aumenta a geração nas usinas
com grandes lagos, aciona as termelétricas e, em último caso, restringe carga”, explica.
Salecker acrescenta que a média mensal de precipitações precisa voltar ao normal, entre 120 e
170 milímetros/mês, para manter o fornecimento, e ressalta que, se chover uma média de 15mm/
semana, o problema é amenizado. “Existe sempre uma crítica muito forte à construção de grandes
usinas devido aos seus impactos ambientais, mas elas são fundamentais para que tenhamos energia
com confiança de fornecimento. Afinal, o nosso desenvolvimento depende de energia”, avalia.
Interior Janeiro 2012.indd 19
Muita luz e
prosperidade
Mais um ano inicia. É tempo de avaliação, de
novas projeções, de pensamentos positivos e de
recarregar as energias.
A cada dia somos desafiados, temos novos propósitos e novas ideias. Assim foi em 2011, quando
percebemos o constante crescimento da demanda de
energia elétrica, e com enorme alegria, projetamos
investimentos para atender as necessidades.
Passou o tempo em que a energia elétrica era
somente para iluminar as casas. Hoje, ela é mais! É
oportunidade para quem acredita que é possível gerar
renda e viver com qualidade no interior. Estamos felizes! O meio rural cresce, as famílias cooperantes melhoram suas receitas, desenvolvem suas propriedades
e novas indústrias acreditam no potencial da região.
A Coprel, através do fornecimento constante de
energia elétrica de qualidade, quer acompanhar e
incentivar esse desenvolvimento. Novas redes trifásicas estão sendo projetadas, tecnologias estão sendo
inseridas no trabalho e o grande investimento de
2012: a construção de uma nova subestação 20MVA
com tensão de 69/13,8kV, em Ibirubá.
Com previsão de investimento de mais de 6
milhões de reais, essa subestação irá disponibilizar
mais energia para a região do Alto Jacuí, beneficiando
principalmente os municípios de Ibirubá, Quinze de
Novembro,, Fortaleza dos Valos,, Selbach,, Colorado e
anha Marinho.
Saldanha
stamos preparados para os
Estamos
desafifios.
os. Acreditamos que 2012
será um bom ano e contamos
com o apoio de cada família
ligadaa na Coprel.
ânio Vital Stefanello, presidente
Jânio
da Coprel Cooperativa de Energia
Divulgação/Coprel
A Coprel Cooperativa de Energia, com sede em Ibirubá, foi fundada por um grupo de agricultores no dia 14 de janeiro de 1968, quando a luz elétrica era uma realidade exclusivamente
urbana. Ao completar 44 anos, a Cooperativa tem muitos motivos para comemorar.
Hoje, a Coprel 173 colaboradores e participa da vida de mais de 46 mil famílias em 72
municípios, abrangendo 21 mil km² nas regiões da Produção, Alto Jacuí, Alto da Serra do
Botucaraí, Nordeste, Noroeste Colonial, Central, Rio da Várzea, Norte e Vale do Rio Pardo. Leva
energia para a área rural e urbana de 14 destes município e, em vários outros, atende também as
áreas industriais e loteamentos. Possui 171.408 postes - mais de 80% de concreto – e 15.232
transformadores. Mais de 17 mil quilômetros de rede ligam o homem do campo e da cidade
ao desenvolvimento.
19
cooperativas
janeiro de 2012
07/02/2012 15:40:23
Samuel Dickel Bünecker
cooperativas
20 janeiro de 2012
Quase uma tonelada a menos em 20 semanas de reeducação alimentar
Participantes que eliminaram mais de dez quilos foram parabenizados
na festa de encerramento do 17º Peso Leve
Mais de 200 pessoas compareceram ao encerramento da 17ª edição do programa de reeducação
alimentar Peso Leve, na noite de 14 de janeiro, em
Teutônia. Realizada na sede do Clube Esportivo e
Recreativo Teutoniense, a festa permitiu comemorar
a eliminação de 956 quilos – o equivalente a 9,4
metros de cintura diminuídos – em 20 semanas de
reeducação alimentar com atividades físicas, brincadeiras, apoio comportamental e integração. Dos 295
participantes que iniciaram esta edição em Lajeado,
Peso Leve tem inscrições abertas
Já está aberto o período de inscrições para a 18ª edição do Peso Leve. No primeiro semestre de
2012, o Programa será realizado a partir do dia 27 de fevereiro em Arroio do Meio (às segundas-feiras,
das 15h às 17h, no Centro Cultural), em Travesseiro (às segundas-feiras, das 18h30min às 20h30min,
na sede do Esporte Clube Travesseirense), em Teutônia (às terças, das 14h30min às 16h30min, no
salão da Comunidade Católica de Languiru),em Lajeado (às terças, das 18h30min às 20h30min, no
salão da Paróquia São Cristóvão) e em Barão (às quartas-feiras, das 18h30min às 20h30min, em local
a ser definido). São necessários grupos de, no mínimo, 50 inscritos para cada local.
Coordenado pelo Departamento de Relações Institucionais da cooperativa, o Peso Leve conta
com equipe multidisciplinar formada por nutricionista, professores de educação física, psicóloga,
assistente social, técnica de enfermagem e fisioterapeuta. Em 17 edições, o programa já auxiliou
3.389 pessoas a emagrecerem 12.800 quilos.
Travesseiro, Arroio do Meio e Teutônia, 221 chegaram
até a final, uma permanência de 75%. Destes, 110 não
faltaram em nenhum encontro.
Um vídeo editado pelo Departamento de Relações
Institucionais, com entrevistas e flashes do programa,
foi uma das atrações da noite, fazendo os participantes se emocionarem. A nutricionista Helena Conrad
dos Santos e o professor de educação física Leandro
Tiggemann apresentaram os resultados alcançados
pelo grupo. A diminuição de peso foi de 371 quilos
em Lajeado, 203 em Arroio do Meio, 160 em Teutônia
e 222 em Travesseiro.
Quanto à prática de atividades físicas, obteve-se
uma média de 3,1 dias por semana de exercícios.
Implantou-se o teste Vai e Vem, de caminhada, que
atingiu 638 metros percorridos e 6,2% de melhora no
condicionamento físico dos participantes.
O presidente da Certel, Egon Édio Hoerlle, e o
vice-presidente, Erineo José Hennemann, cumprimentaram os participantes chamando-os de herois
pela conquista. “Além de reeducar o corpo e a mente,
o Peso Leve também enfatiza a importância do coleguismo e da união entre as pessoas”, avalia Hoerlle.
Lara Fuhr, de Arroio do Meio, foi campeã em eliminação de peso do programa, com 22 quilos e 950 gramas
emagrecidos. “Coloquei em prática tudo o que a gente
aprendeu e deu certo. Queria emagrecer 19 quilos e 800
gramas e acabei superando esta expectativa”, afirma.
Ela conta porque procurou o Peso Leve. “Escutei
na rádio e me interessei, então me inscrevi e fui fazer.
Tinha colesterol, triglicerídios e pressão arterial altos,
mas já estou bem melhor”. Lara ainda cita os principais
fatores que contribuem para o sucesso deste programa
de reeducação alimentar. “É preciso exercício físico,
alimentação correta e pensamento positivo. Já estou
ansiosa para participar da próxima edição”, recomenda.
A fim de evitar que seus consumidores
sejam prejudicados pela falta de eletricidade,
a Certel Energia realiza obras e melhorias
em sua rede elétrica de forma planejada. As
manutenções no sistema de distribuição são
feitas sempre nas primeiras horas da manhã,
em horários previamente divulgados nas rádios da região e no programa Contato Direto.
O Centro de Operação do Sistema (COS) da
Cooperativa também informa com antecedência
os associados e empresas e faz as eventuais
interrupções em comum acordo.
Segundo o vice-presidente da Certel,
Erineo José Hennemann, estas medidas são
fundamentais para que a confiabilidade do
fornecimento não seja prejudicada. “Mais de 55
mil associados dependem da energia elétrica
para o desempenho de suas atividades. No
caso específico de quem é agricultor, a falta
de energia em horários de maior temperatura,
como à tarde, pode resultar na mortalidade de
animais, entre outros prejuízos”, explica.
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Pauline Klein
Certel Energia programa desligamentos
Manutenção com linha energizada afasta o risco da falta de luz
Hennemann destaca que, há 11 anos, a cooperativa conta com atividades de manutenção
com linha energizada, que possibilitam trabalhos
em contato com rede de 13,8 mil volts sem
desligá-la. E, para diminuir ainda mais a incidência de desligamentos, a cooperativa adquiriu
recentemente seu segundo caminhão equipado
para manutenção em redes ligadas. “É um ca-
minhão maior, com duas cestas que alcançam
uma altura de 13 metros, facilitando a troca de
cruzetas e outros trabalhos. É uma importante
atividade que o consumidor não percebe, pois
afasta o risco da falta de luz e de prejuízos”,
afirma Hennemann, observando que a operação
à distância em rede energizada de 69 mil volts
é realizada desde 1991.
07/02/2012 15:40:42
Unicred Central RS e BRDE firmam parceria para linhas de crédito
A Unicred Central RS assinou, no dia 20 de
janeiro, o termo de cooperação técnica com o
Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo
Sul (BRDE). A parceria permitirá às 19 unidades
singulares ligadas à Unicred Central RS oferecer aos
cooperados uma nova fonte de recursos, conforme as
linhas de crédito disponíveis junto ao BRDE, buscando estimular projetos que gerem desenvolvimento
nas localidades.
O termo de cooperação busca viabilizar aos
associados da cooperativa de crédito no Estado a obtenção de linhas de financiamento para a realização
de projetos como ampliação de hospitais, clínicas
de saúde, aquisição de equipamentos, entre outros,
tanto para pessoa física quanto jurídica.
“Essa é mais uma fonte de crédito que disponibilizaremos aos nossos cooperados para que ampliem
seus negócios e desenvolvam novos projetos”,
comentou o diretor-presidente da Unicred Central
RS, Léo Airton Trombka. Ele acrescentou que a
parceria firmada também servirá de incentivo para
que outros profissionais e empresas se associem
às cooperativas localizadas no Rio Grande do Sul.
Já o vice-presidente do BRDE, Carlos Henrique
Horn, destacou que o relacionamento com o segmento cooperativista tem trazido benefícios para
ambas as partes. “Os investimentos realizados são
seguros e confiáveis”, afirmou.
Para o gerente de Planejamento do BRDE,
Carlos José Ponzoni, o acordo permitirá aos só-
cios das cooperativas usufruírem dos montantes
disponíveis no Banco, conforme os interesses
de cada associado da Unicred. “A singular terá a
oportunidade de ampliar sua carteira de cooperados
e, ao mesmo tempo, de compartilhar rendimentos,
sem que perca projetos para outras instituições”,
avaliou.
A Unicred Central RS conta com um ativo total
de mais de R$ 956 milhões, sendo que aproximadamente 50% estão emprestados aos seus
cooperados, e um patrimônio líquido de quase
R$ 157 milhões. São 56 agências no Estado e 26
mil associados. Já o BRDE conta com patrimônio
líquido de R$ 1,250 bilhão e 35 mil clientes nos
três estados do Sul do País.
21
cooperativas
janeiro de 2012
Com o objetivo de esclarecer as principais
dúvidas sobre a resolução 3.658/11, que
vigora desde o dia 22 de janeiro, a Central
Rede Transporte se reuniu com duas grandes
administradoras de pagamento eletrônico de
frete: a IPC e a DBTrans. O encontro ocorreu
no dia 10 de janeiro, no Centro de Formação
Profissional Cooperativista do Sescoop/RS, em
Porto Alegre.
James Vanin, gerente comercial da IPC,
apresentou sua empresa e comentou os principais pontos da resolução 3.658/11, destacando
a extinção da carta-frete e a determinação do
pagamento de frete do transportador autônomo
de cargas por meio de depósito em conta bancária ou outro meio regulamentado pela ANTT
(Agência Nacional de Transportes Terrestres). O
gerente comercial da DBTrans, Ramiro Llorens,
e o consultor Edson Fernandes apresentaram
o sistema Rodocred Frete, destacando que o
objetivo principal do governo é formalizar o
mercado de transporte rodoviário.
Para Paré, o trabalho da Central Rede
Transporte é viabilizar o cumprimento da
legislação da conta frete pelas cooperativas
sem traumas na operação e com menor custo
possível. “Considerando o volume financeiro
de negócio das cooperativas de Transporte,
Divulgação/Central Rede Transporte
Rede Transporte promove reunião sobre Conta-frete
Reunião das cooperativas de Transporte foi realizada no Centro
de Formação Profissional Cooperativista, em Porto Alegre
temos condições de customizar uma solução com
benefício para todos envolvidos”, afirma.
Estiveram presentes o presidente da Central
Rede Transporte, Abel Moreira Paré, o vicepresidente, Luiz Hélio Girotto, o diretor financeiro
Roberto Brezolin, o diretor operacional, José
Luis Santin, o secretário Astrogildo dos Santos,
e o coordenadordo Conselho Fiscal, Luis
Geraldo Santini, além de representantes de sete
cooperativas de Transporte.
Cotracaaró reúne associados e colaboradores
A Cotracaaró (Cooperativa dos Transportadores Autônomos de Cargas Caaró), de Caibaté, realizou, no dia 29 de novembro, mais uma edição do Encontro
de Associados e Colaboradores. Os convidados foram recepcionados com um jantar e assistiram à apresentação de Beto Pires, humorista e músico da
cidade de Santa Maria, e show de Renan e Rafael.
Participaram do evento representantes do setor de transportes, concessionárias de veículos, autoridades locais e cooperativas como a Cermissões, de
Caibaté, representada pelo presidente Diamantino Marquês dos Santos.
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cooperativas
22 janeiro de 2012
Selo comemorativo marca
centenário da Santa Clara
Dando início às ações voltadas para o centenário
da Cooperativa Santa Clara, que será celebrado em
2012, a marca apresentou, em dezembro, seu selo
comemorativo. Desenhado em tons de dourado, o selo
mantém o logotipo da Santa Clara que, reconhecido
pelo consumidor, confirma a tradição da marca. O
número cem, estilizado, coroa o logotipo, trazendo
sofisticação e remetendo à nobreza de um século
de história. Desenvolvido pela agência Núcleo de
Propaganda, de Porto Alegre, o selo comemorativo
do centenário estampará materiais especiais como
produtos, materiais de expediente e publicitários.
A Cooperativa Santa Clara comemora seu
centenário em 10 de abril de 2012. Hoje, é a mais
antiga cooperativa de laticínios em atividade no
Brasil, oferecendo ao consumidor mais de 200
itens entre produtos de laticínios e frigorífico.
divulgação/Cotripal
Cotripal inaugura novo supermercado
A Cotripal inaugurou, no dia 20 de dezembro, o
novo Supermercado Panambi, localizado no bairro
Arco-Íris. A solenidade de abertura contou com a
presença de diversas autoridades, fornecedores,
associados e clientes em um café da manhã,
quando foram apresentados os detalhes da obra e
funcionamento do estabelecimento.
O novo supermercado tem instalações modernas e comunicação visual que confere facilidade
de localização dos produtos e leveza ao ambiente.
As seções, compostas por padaria, confeitaria,
açougue, hortifrutigranjeiros, além de lanchonete,
depósito de produtos e vasilhames, central de
congelados com câmaras frias e mezanino para
a administração, distribuídos em uma área de
2.648m². O estacionamento disponibiliza vagas
para 150 carros e mais 40 motos.
O meio ambiente também foi contemplado na
construção, já que foram utilizados equipamentos
ecologicamente corretos para a refrigeração e
iluminação da área. Uma estação compacta de
tratamento de efluentes (ETE) também está na
lista dos recursos que preservam o meio ambiente. A ETE serve para tratar os esgotos sanitários
produzidos no local, de forma a reaproveitar os
recursos hídricos. A água tratada será utilizada para
limpeza, e não para o consumo humano. O telhado
do supermercado é composto por telhas térmicas
especiais que têm tecnologia para isolamento
térmico. A vantagem está na economia de energia,
durabilidade, resistência e conforto da clientela.
“Este novo empreendimento vem para trazer
mais retorno ao nosso associado, gerar mais
empregos e negócios, fazer circular e multiplicar
riquezas, implicando em mais renda e impostos,
de modo a colaborar com a vocação desenvolvimentista do município e região. Além disso, deve
ajudar a reduzir o fluxo de caminhões, carros e
pedestres no centro da cidade. Para isso, inclusive,
houve um esforço incrível por parte dos nossos colaboradores e prestadores de serviço envolvidos na
obra para dar condições de inauguração nesta data,
semana do Natal, pois assim podemos oferecer à
população duas opções de local para compras”,
falou o gerente de Comunicação e Marketing da
Cotripal, Marco André Regis.
No mesmo local do Supermercado fica também o
Autocentro Goodyear, com área de 1.768 m2, preparado especialmente para as necessidades do negócio.
O supervisor do Autocentro, Jorge Volkmann, diz que
no local há mais espaço para expandir os negócios,
além de equipamentos novos e modernos.
Segundo o presidente da Cooperativa, Germano
Döwich, a construção do supermercado e a transferência do Autocentro são um sonho antigo e
tiveram como objetivo seguir com a política de
investimentos no desenvolvimento socioeconômico do quadro associativo, bem como das
comunidades onde a Cooperativa está inserida.
“Acreditamos que vale a pena investir nas comunidades das quais a Cotripal faz parte. Por isso,
esse novo empreendimento vem para gerar mais
empregos e negócios, aumentar a circulação de
riquezas no local, gerar impostos e incentivar o
crescimento”, explica.
Segundo o vice-prefeito de Panambi, José Luiz
de Mello Almeida, “a Cooperativa traz para o nosso
município prosperidade, empregos e serviço de
qualidade. A história de sucesso que construímos
teve a participação fundamental da Cotripal”.
Conab comercializa
364,25 mil toneladas
de trigo
Os leilões de Prêmio de Escoamento de Produto
(PEP) e de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor
(Pepro) seguem concentrando a atenção do mercado
de trigo, mesmo com subsídios mais baixos. No dia
27 de janeiro, foi arrematada a subvenção equivalente
a 364,25 mil toneladas, 96% da oferta total de 380 mil
toneladas. A Companhia Nacional de Abastecimento
(Conab) reduziu o valor da subvenção em 10% no caso
do trigo destinado ao Nordeste e/ou mercado externo
e em até 30% para o produto comercializado dentro
do País. Ainda assim, houve disputa e os prêmios
fecharam bem abaixo do preço de abertura. Foi o caso
do trigo do Rio Grande do Sul a ser transferido para o
Nordeste ou outros países, cujo PEP inicial era de R$
152,50 a tonelada e saiu a R$ 98 a tonelada, queda
de 36%. No PEP para qualquer Estado, o valor caiu de
R$ 37,70 a tonelada para R$ 19 a tonelada, no caso
do trigo paranaense, e de R$ 37,70 a tonelada para
R$ 23,20 a tonelada, caso do trigo gaúcho.
Com PEP e Pepro, o governo busca reduzir o custo
do frete ao comprador, ao mesmo tempo em que assegura ao vendedor um preço mínimo pelo produto. Pelo
trigo pão negociado no leilão, produtor deve receber
R$ 477,00 a tonelada. O comprador que participou do
remate recebeu R$ 19,00 a tonelada, o que significa
que desembolsará de fato R$ 458,00 a tonelada.
Argentina
Moinhos e tradings se movimentam no mercado
interno ao mesmo tempo em que negociam trigo na
Argentina. Segundo o representante da importadora
e exportadora Serra Morena, Walter Von Mühlen,
o mercado ainda espera que um volume maior de
licenças de exportação seja disponibilizado. No início
de janeiro, o governo argentino anunciou a liberação
de um volume de três milhões de toneladas, mas
isso ainda não aconteceu de fato. Apesar de prometer
menos burocracia nas vendas externas de trigo, o governo ainda deve controlar a emissão dos documentos,
liberando-os em etapas, acredita Mühlen.
A perspectiva de alta das cotações da commodity no mercado internacional está por trás dessa
estratégia. Com a Rússia reduzindo o ritmo de suas
exportações, o mercado deixa de ser “inundado”
de trigo do leste Europeu e os preços ficam menos
pressionados. Além disso, o anúncio do Federal
Reserve, de manutenção de juros baixos nos Estados
Unidos até 2014, sugere aos participantes que os
investidores voltarão ao mercado de commodities e
os preços do produto tornarão a subir. “Hoje temos
o preço do trigo argentino equiparável ao do soft
americano e a tendência é de que se aproxime mais
do hard” (tipo pão) - diz o analista.
Fonte: Agência Estado
Novo Supermercado Panambi tem mais de 2.600 m² e
sua construção é ecologicamente responsável
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A 13ª edição da Expodireto Cotrijal foi lançada
oficialmente no dia 30 de janeiro, na Sociedade
Libanesa, em Porto Alegre. O evento iniciou com uma
coletiva de imprensa com o presidente da Cotrijal,
Nei César Mânica, que afirma que o momento é de
retomada para a agricultura gaúcha e de expectativa
para uma grande exposição no mês de março.
Mais de 40 profissionais da comunicação,
entre jornalistas, radialistas e fotógrafos, estiveram
presentes na cerimonia. Em mais de uma hora de
entrevista, foram abordados temas como os desafios
da Expodireto para 2012, os principais temas que
estarão em discussão e as expectativas de público e
comercialização para a exposição.
Mânica destacou a ampliação da área internacional
e os mais de 70 países que já confirmaram presença.
“Estamos preparando uma grande Expodireto, que
estará ainda mais internacional. Também estaremos
debatendo temas importantes como o seguro rural e
desenvolvendo ações que farão parte das comemorações do Ano Internacional das Cooperativas”, declarou
Mânica, que também fez referência aos 55 anos da
Cotrijal, comemorados em 2012.
Após a entrevista, autoridades e representantes do
agronegócio, além da imprensa, estiveram reunidos para
conhecer as perspectivas para a Expodireto Cotrijal 2012.
Expodireto:
Trabalhos estão em
ritmo acelerado
Com menos de 40 dias para o início da
Expodireto Cotrijal 2012, intensificam-se os
trabalhos no parque, para que sejam concluídas, nos próximos dias, as alterações
propostas na infraestrutura, que visam melhor
atender expositores e visitantes.
As modificações mais expressivas estão
acontecendo na parte central do parque, com
o deslocamento da Área Internacional para
o antigo estacionamento de expositores e a
ampliação do espaço destinado às máquinas
e implementos agrícolas. A nova área totaliza
14 mil m² e contará com ruas calçadas e lotes
gramados. Segundo os organizadores, na Área
Internacional as mudanças visam principalmente proporcionar maior visibilidade para os
expositores estrangeiros.
Com a conclusão dessa obra, que deve
ocorrer no início de fevereiro, o foco será a
organização do parque para liberação do início
da montagem dos estandes. Também está em
andamento a construção da Casa do Sicredi,
segunda instituição que terá sua estrutura fixa
no parque, assim como já acontece com o
Sistema Ocergs-Sescoop/RS.
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Divulgação/Cotrijal
Cotrijal lança a Expodireto oficialmente
Expodireto Cotrijal 2012 foi lançada no dia 30 de janeiro.
Feira ocorre de 5 a 9 de março, em Não-Me-Toque
Mânica destacou a importância da nova área do
parque em que o Pavilhão Internacional (International
Point) estará localizado, dos avanços tecnológicos
e dos mais diversos lançamentos que acontecerão
durante a feira. “Preocupados sim, com medo,
não. Temos a oportunidade para mostrar a pujança
do agronegócio e para isso temos a Expodireto,
23
Expodireto Cotrijal 2012
janeiro de 2012
que é do cooperativismo e do Rio Grande do Sul”,
completou o presidente, chamando a atenção para
o momento apreensivo que o setor está passando
devido à estiagem.
A Expodireto Cotrijal 2012 acontece de 5 a 9 de
março, no Parque da Expodireto Cotrijal, em NãoMe-Toque.
Confirmada programação do 4º Fórum
Nacional do Milho
A 4ª edição do Fórum Nacional do Milho,
que será realizada no dia 5 de março, durante a
Expodireto Cotrijal 2012, em Não-Me-Toque, já
está com a programação confirmada.
Este ano, o evento terá um formato diferente,
com a realização de um painel que visa promover
uma ampla interação entre os diversos elos da
cadeia produtiva com o Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (Mapa), que vai colher
informações, contribuições e demandas.
Os participantes serão estimulados ao debate
através de uma publicação a ser distribuída no início
do evento, contendo manifestações de entidades
regionais e setoriais vinculadas à produção e ao
consumo de milho. “Nosso objetivo é aprofundar o
debate sobre políticas públicas em tempos de crises,
estiagem e super safra”, salienta o coordenador do
encontro, Odacir Klein. “Para tanto, os debatedores
serão representantes dos segmentos de sementes,
máquinas agrícolas, avicultura, suinocultura e
produção de milho, com possibilidade de ampla
interação com os presentes e internautas, o que
permitirá uma visão sistêmica desde a formação
da lavoura até a mesa do consumidor. Só assim
poderemos dar segurança e incentivar cada vez mais
a produção de milho no Brasil para exercermos o
papel de protagonistas na produção de alimentos
que o mundo espera de nós”.
Klein também enfatiza que o Fórum do Milho
prima pela interação, de forma que as contribui-
ções decorrentes do evento darão origem a uma
publicação, que será encaminhada aos integrantes
do Governo e às entidades vinculadas ao agronegócio. “A revista do 3º Fórum Nacional do Milho,
que ocorreu em 2011, apresentou propostas de
planejamento geomercadológico para o milho.
O cenário deste ano, totalmente diverso do que
tínhamos no ano passado, demonstra a importância
de propostas consistentes, que sejam decorrentes
de uma convergência dos interesses dos diversos
integrantes da cadeia produtiva e tenham os olhos
voltados ao futuro”, complementa Fabrício Klein,
responsável pela execução do fórum.
O evento, que ocorrerá no auditório central
do Parque da Expodireto Cotrijal a partir das
14 horas, terá transmissão ao vivo pelo portal
www.forumdomilho.com.br. É realizado em uma
parceria de Klein & Associados, Cotrijal e ApromilhoRS, com apoio institucional da FecoAgro/RS. O painel, sob o título “Interação com o MAPA - Políticas
em tempos de crises, estiagens e super safras”,
terá na coordenação Odacir Klein, com participação
dos seguintes debatedores: Caio Tibério da Rocha,
secretário de Política Agrícola do MAPA; Francisco
Turra, presidente da União Brasileira de Avicultura
(Ubabef); Marcelo Lopes, presidente da Associação
Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS); Narciso
Barison Neto, presidente da Associação Brasileira de
Sementes e Mudas (Abrasem) e Eduardo Copetti,
engenheiro agrônomo da Semeato S/A.
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Edição 01 de 2012 - Sistema OCERGS