CÂMARA AMERICANA DE COMÉRCIO AMCHAM BRASIL RELATÓRIO SOBRE A AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA – ANVISA 2010 AMCHAM – American Chamber of Commerce A. NOTA INTRODUTÓRIA São Paulo, novembro de 2010 Há praticamente uma década o Brasil passa por um processo de reestruturação visando a crescer num mundo de economia globalizada. O País adotou um modelo para a ampliação da sua infra-estrutura que prevê a participação de capitais privados e, para tanto, precisa assegurar um ambiente regulatório adequado para atrair e manter investimentos. Dessa forma, faz-se necessário que as agências reguladoras cumpram seu papel. A Amcham- Câmara Americana de Comércio para o Brasil, entende que as agências reguladoras devem atuar com independência política e autonomia financeira. Para isso, é fundamental que sejam lideradas por direções tecnicamente qualificadas, que ajam com transparência e seriedade no objetivo de promover a eficiência em sua função reguladora e respeitem o atendimento ao setor privado e a proteção ao consumidor. Tais características são peças fundamentais para a criação de um ambiente regulatório saudável que permita, entre outras coisas, o investimento de longo prazo. O presente estudo dá continuidade ao trabalho iniciado em 2005 no exame da ANVISA sob a ótica do setor regulado. Este trabalho foi conduzido pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE) em parceria com o subgrupo ANVISA da Força Tarefa de Agências Reguladoras da Amcham, constituído por colaboradores voluntários, que atuam junto à Agência desde sua criação na qualidade de advogados, consultores e representantes de empresas dos setores de (1) Alimentos; (2) Medicamentos; (3) Produtos para saúde; (4) Cosméticos; (5) Saneantes; (6) Insumos Farmacêuticos; e que buscam participar ativamente da construção da regulação. Estabelecida em 1919, a Amcham é uma entidade sem fins lucrativos, com atuação independente dos governos brasileiro e americano. É a maior associação binacional da América Latina e a maior Câmara de Comércio fora dos Estados Unidos. Reúne aproximadamente 5.200 empresas associadas em 11 unidades: Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, São Paulo, Salvador e Uberlândia. Das empresas associadas, 80% tem capital nacional e 20% são multinacionais. A missão da Amcham é servir seus associados influenciando construtivamente políticas públicas no Brasil e nos Estados Unidos, promovendo o comércio, o investimento e a cidadania empresarial. Para a realização deste estudo, ouvimos, durante o mês de Setembro e Outubro de 2010, os principais agentes envolvidos: empresas e associações ligadas ao mercado regulado pela ANVISA. Eduardo Imperatriz Fonseca Diretor de Relações Governamentais 3 AMCHAM – American Chamber of Commerce Este documento foi elaborado com a colaboração de membros da Força Tarefa de Marcos Regulatórios e de seu Sub-Grupo ANVISA da Amcham. Agradecemos aos participantes, que muito contribuíram para a realização deste trabalho com suas análises, ideias e sugestões. Presidente do Conselho Alexandre Silva Presidente da Força Tarefa de Marcos Regulatórios Fernando Pinheiro Coordenador da Força Tarefa ANVISA Rodrigo Alberto Correia da Silva Amcham – Staff CEO Luiz Gabriel Cepeda Rico Diretor de Relações Governamentais Eduardo Imperatriz Fonseca Responsável pela Pesquisa e Elaboração do Relatório 2010 Fernanda Murachovsky Atendimento e Planejamento IBOPE Katia Ratnieks Márcia Freire Diagramação Konsept design & projetos Capa Laís Svingal É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. 4 AMCHAM – American Chamber of Commerce INDEX A. NOTA INTRODUTÓRIA ...................................................................................... 3 B. SUMÁRIO EXECUTIVO ....................................................................................... 7 C. OBJETIVOS E METODOLOGIA ........................................................................... 9 D. INTRODUÇÃO ................................................................................................ 11 Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA ......................................................... 11 D.1 Histórico .................................................................................................................. 11 D.2 Estrutura Organizacional .......................................................................................... 13 D.3 Processo Decisório .................................................................................................. 14 D.4 Finalidade Institucional ............................................................................................ 14 E. PERCEPÇÃO: ANÁLISES DAS RESPOSTAS ......................................................... 17 E.1 Medicamentos e Insumos ......................................................................................... 17 Coordenação de Insumos (COINS) ................................................................................ 18 E.2 Alimentos ................................................................................................................. 55 E.3 Saneantes ................................................................................................................ 89 E.4 Cosméticos ............................................................................................................ 121 E.5 Tecnologia e Produtos para Saúde ........................................................................ 153 QUESTIONÁRIO 2010....................................................................................... 194 5 AMCHAM – American Chamber of Commerce B. SUMÁRIO EXECUTIVO A Amcham – Câmara Americana de Comércio para o Brasil acredita que a melhor maneira de criar um ambiente favorável aos negócios, com marco regulatório estável, previsível e confiável é através do diálogo entre o setor público e o setor privado. Por meio de uma pesquisa com diversas empresas consultadas estrategicamente divididas por setor de atuação e pelo número de funcionários, o presente estudo foi elaborado pela Força Tarefa de Anvisa da Amcham, em parceria com o IBOPE Inteligência, com o objetivo de avaliar a percepção em relação às atividades desenvolvidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, apontando aspectos positivos e que merecem melhorias em sua atuação geral e no que diz respeito às gerências específicas reguladoras dos setores em questão, assim como sugestões para seu aperfeiçoamento. Assim como no ano anterior, em 2010 a avaliação procurou focar nas gerências específicas, uma vez que cada uma delas tem uma relação bastante singular com o setor correspondente. Desta forma, procurou-se aprofundar a abrangência da análise, o que possibilitou diagnosticar avanços e obstáculos de cada uma delas. Nesta sexta edição, foram notados progressos importantes na melhoria do diálogo com os entes regulados, na busca de maior transparência nos processos, e também na eficiência da regulação. Nesse sentido seguem abaixo os principais pontos verificados na pesquisa, que podem ser uma plataforma para um diálogo bilateral na busca de soluções que sejam mutuamente vantajosas, permitindo um aumento da eficiência e qualidade da regulação e um melhor canal de entendimento e comunicação com o setor privado. • As empresas que tem relacionamento com a ANVISA são bastante críticas em relação a atuação da agência: o percentual de avaliações negativas é maior do que as avaliações positivas: 28% contra 18%. • A avaliação é diferenciada por gerência. Enquanto para os setores de Saneantes e Cosméticos a avaliação é bastante positiva, e melhorou frente a 2009, a gerência de Alimentos teve performance aquém a 2009. As empresas de Produtos para Saúde e Medicamentos e Insumos ainda percebem grande espaço para melhoria, mas tiveram resultados mais favoráveis do que no ano anterior. • Para todas as gerências, de maneira geral, as empresas mostram-se otimistas em relação à melhoria no processo de trabalho da ANVISA, conforme quadro abaixo. GERÊNCIA TEM MELHORADO AO MENOS PARCIALMENTE Saneantes 91% Cosméticos 83% Alimentos 89% Produtos para Saúde 64% Medicamentos e Insumos 55% 7 AMCHAM – American Chamber of Commerce • A opinião de que a ANVISA executa as normas de maneira uniforme tem melhor avaliação do que em 2009 para Saneantes, Produtos para Saúde e Insumos, mas piorou notadamente para Alimentos. • As reuniões pessoais tiveram destaque para todas as gerências, frente a anos anteriores, como meio de comunicação mais eficiente entre a empresa e a Anvisa. • O e-mail e o 0800 perdem espaço • Para grande parte dos entrevistados, o telefone raramente/ nunca foi considerado eficiente como meio de comunicação utilizado • As empresas se ressentem também de previsibilidade em relação ao prazo de finalização da análise, especialmente para Produtos para Saúde, Insumos e Alimentos. Mesmo assim 8 ocorreram avanços frente a 2009, exceto para o setor de Alimentos. • Apesar de apontar melhoria em relação a 2009, parcela expressiva dos entrevistados são críticos no que diz respeito ao impacto das exigências e atuação da ANVISA na legalização de produtos e empresas, como dificultador das inovações e melhorias. • Foi positiva a avaliação, frente ao ano anterior, sobre a freqüência com que a impossibilidade de obtenção de licenças de importação por demora na aprovação/publicação de renovação/ alteração de autorização de funcionamento prejudica a disponibilidade de produtos. Mas ainda é alto o percentual de entrevistados descontentes, demonstrando espaço para melhorias. AMCHAM – American Chamber of Commerce C. OBJETIVOS E METODOLOGIA A Amcham realiza desde 2005 pesquisas de avaliação da ANVISA – Agencia Nacional de Vigilância Sanitária, colhendo opiniões de seus associados, iniciativa que se insere em um projeto mais abrangente de avaliação do papel das agências regulatórias no Brasil. A partir de 2010 decidiu contratar o IBOPE Inteligência para a realização da pesquisa, utilizando a mesma metodologia amostral e de coleta de dados dos anos anteriores para garantir a comparabilidade dos resultados. O objetivo desta pesquisa é avaliar a atuação da ANVISA no cumprimento de suas funções e competências institucionais. O estudo levantou, mediu e analisou a percepção dos representantes do empresariado brasileiro associados da AMCHAM, com relacionamento com a ANVISA, em relação às atividades desenvolvidas pela agência. Foram apontados aspectos positivos e que merecem melhorias em sua atuação geral e no que diz respeito às gerências específicas reguladoras. Em função do interesse dos associados da AMCHAM optouse por avaliar as atividades da ANVISA relacionadas aos seguintes produtos sujeitos à vigilância sanitária: • • • • • Alimentos, Cosméticos, Medicamentos e Insumos Farmacêuticos, Produtos para a Saúde e Saneantes Os resultados da pesquisa são utilizados como subsídios para a AMCHAM realizar gestões junto à ANVISA e outras instituições políticas e governamentais, visando o aperfeiçoamento das atividades de fiscalização e regulação sanitária da Agência, de modo a aprimorar a contribuição do órgão para o desenvolvimento de negócios no Brasil. O questionário aplicado foi estruturado pelo IBOPE Inteligência, com base nos questionários já aplicados pela AMCHAM no passado e submetido à aprovação do cliente, antes do início dos trabalhos de campo, que aconteceram entre 17 de setembro 2010 e 08 de outubro de 2010 por meio de entrevistas qualitativas pela internet. Participaram desta pesquisa empresas associadas à AMCHAM ou associações parceiras (Abenutri, Abiad, Abimed, Abimo, Abipla, Abrifar, Associquim) atuantes em áreas de competência regulatória da ANVISA, estimado em menos de 1.000 empresas representadas por profissionais que lidam com as atividades ligadas à agência e cujo perfil pode ser encontrado no final deste relatório. Todos os participantes foram contactados previamente e concordaram com a participação neste projeto. A seleção da amostra foi, portanto, intencional, por exaustão da listagem disponibilizada pela AMCHAM, com cerca de 130 contatos, de associados da Amcham e das associações, que se comprometeram junto a Amcham a responder a entrevista. O quadro abaixo indica o número de empresas participantes em cada setor analisado. Setores Amostra Alimentos 30 Saneantes 22 Cosméticos 28 Medicamentos e Insumos Farmacêuticos 25 Produtos para Saúde 65 Total 114 9 AMCHAM – American Chamber of Commerce Importante dizer que além de apontar deficiências, a pesquisa mostra avanços no trabalho da Agência que devem ser reconhecidos. Surge também, em meio aos comentários deixados pelos respondentes, sugestões de como o setor privado 10 pode auxiliar a Agência na busca por melhores práticas e maior eficiência. Nesse sentido, a Amcham procura, através deste trabalho e de outras ações, estar ao lado da Anvisa para melhorar o ambiente regulatório e empresarial no Brasil. AMCHAM – American Chamber of Commerce D. INTRODUÇÃO Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA D.1 HISTÓRICO Um breve olhar sobre a História mundial evidencia que as ações de controle sanitário têm sua origem diretamente ligada ao aumento das relações entre os povos e ao desenvolvimento do comércio, desencadeando a necessidade de um controle autorizado sobre os produtos envolvidos nas trocas comerciais. A regulação, desta forma, torna-se essencial para o desenvolvimento econômico, e a noção de vigilância sanitária se insere nessa lógica de mercado, a partir do momento em que opera a defesa e proteção da saúde coletiva. No Brasil, o legislador constitucional de 1988 instituiu na Carta Política que o direito à saúde é direito social. Nos artigos 196 a 200 ficou assegurado que o direito à saúde será exercido mediante a implementação de políticas sociais e econômicas, reguladas, fiscalizadas e controladas pelo Poder Público, que deve pautar sua atuação no sentido de reduzir o risco de doenças e garantir a todos o acesso às ações e aos serviços para promoção, proteção ou recuperação da saúde. Em obediência às determinações constitucionais, a legislação ordinária estabeleceu diversos critérios para o alcance das metas traçadas pela Lei Maior. E o arcabouço jurídico que daí adveio constituiu- se num ramo do Direito que visa a impedir ou diminuir riscos e danos à saúde da coletividade – o Direito Sanitário. Com a edição da Lei Orgânica da Saúde (Lei n.º 8.080/90 e 8.142/90), implementou- se o conceito de vigilância sanitária: “um conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde, abrangendo: I. o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionem com a saúde, compreendidas todas as etapas e processos, da produção ao consumo; II. o controle da prestação de serviços que se relacionam diretamente ou indiretamente com a saúde.” A evolução legislativa levou à criação de um Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, concebido pela Lei nº. 9.782, de 26 de janeiro de 1999, também responsável pela instituição de uma agência reguladora competente para implementar e executar as atividades de vigilância sanitária: a Agên- cia Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA. A ANVISA foi criada como autarquia sob regime especial, vinculada ao Ministério da Saúde, com sede e foro no Distrito Federal, prazo de duração indeterminado e atuação em todo território nacional. A natureza de autarquia especial conferida a ela é caracterizada pela independência administrativa, pela estabilidade de seus dirigentes e pela autonomia financeira. Esse conceito abarca, ainda, a competência regulatória para intervir no domínio econômico. A ANVISA, além de implementar e executar as atividades de vigilância sanitária contempladas na Lei n.º 9.782/99, tem ainda as seguintes atribuições: 1) Coordenar o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária; 2) Fomentar e realizar estudos e pesquisas no âmbito de suas atribuições; 3) Estabelecer normas e propor, acompanhar e executar as políticas, as diretrizes e as ações de vigilância sanitária; 4) Estabelecer normas e padrões sobre limites de contaminantes, resíduos tóxicos, desinfetan11 AMCHAM – American Chamber of Commerce 5) 6) 7) 8) 9) 10) 11) 12) 13) 14) 15) 12 tes, metais pesados e outros que envolvam risco à saúde; Intervir, temporariamente, na administração de entidades produtoras que sejam financiadas, subsidiadas ou mantidas com recursos públicos, assim como nos prestadores de serviços e ou produtores exclusivos ou estratégicos para o abastecimento do mercado nacional, obedecido o disposto em legislação específica ; Administrar e arrecadar a Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária; Autorizar o funcionamento de empresas de fabricação, distribuição e importação de determinados produtos especificados em lei; Anuir com a importação e a exportação dos produtos mencionados pela legislação; Conceder registros de produtos, segundo as normas de sua área de atuação; Conceder e cancelar o Certifi cado de Cumprimento de Boas Práticas de Fabricação; Exigir, mediante regulamentação específica, o credenciamento ou a certificação de conformidade no âmbito do Sinmetro – Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial de instituições, produtos e serviços sob regime de vigilância sanitária, segundo sua classe de risco; Interditar, como medida de vigilância sanitária, os locais de fabricação, controle, importação, armazenamento, distribuição e venda de produtos e de prestação de serviços relativos à saúde, em caso de violação da legislação pertinente ou de risco iminente à saúde; Proibir a fabricação, a importação, o armazenamento, a distribuição e a comercialização de produtos e insumos, em caso de violação da legislação pertinente ou de risco iminente à saúde; Cancelar a autorização, inclusive a especial, de funcionamento de empresas, em caso de violação da legislação pertinente ou de risco iminente à saúde; Coordenar as ações de vigilância sanitária realizadas por todos os laboratórios que compõem 16) 17) 18) 19) 20) 21) 22) 23) a Rede Oficial de Laboratórios de Controle de Qualidade em Saúde; Estabelecer, coordenar e monitorar os sistemas de vigilância toxicológica e farmacológica; Promover a revisão e a atualização periódica da farmacopéia; Manter sistema de informação contínuo e permanente para integrar suas atividades com as demais ações de saúde, com prioridade para as ações de vigilância epidemiológica e assistência ambulatorial e hospitalar; Monitorar e auditar os órgãos e as entidades estaduais, distritais e municipais que integram o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, incluindo-se os laboratórios oficiais de controle de qualidade em saúde; Coordenar e executar o controle da qualidade de bens e de determinados produtos estabelecidos em lei, por meio de análises previstas na legislação sanitária ou de programas especiais de monitoramento da qualidade em saúde; Fomentar o desenvolvimento de recursos humanos para o sistema e a cooperação técnicocientífica nacional e internacional; Autuar e aplicar as penalidades previstas em lei; e Monitorar a evolução dos preços de medicamentos, equipamentos, componentes, insumos e serviços de saúde. Ressalte-se, todavia, que no Regimento Interno da ANVISA – Portaria n.º 354/2006 – estão previstas, ainda, as atividades de: 1) Controle, fiscalização e acompanhamento, sob o prisma da legislação sanitária, da propaganda e publicidade de produtos submetidos ao regime de vigilância sanitária; 2) Avaliação, registro e fiscalização de produtos, atividades e projetos relacionados a organismos geneticamente modificados, e 3) Coordenação e execução das ações de vigilância sanitária nas áreas de portos, aeroportos, fronteiras, entrepostos e terminais alfandegários. AMCHAM – American Chamber of Commerce relatos, produtos de higiene, cosméticos, perfumes e saneantes domissanitários da seguinte forma: as Secretarias detêm a competência específica de fiscalização corriqueira das empresas que realizam essas atividades, e a ANVISA exerce a fiscalização quando da concessão de suas autorizações e de seus certificados, podendo, ainda, agir em cooperação com as Secretarias em regime de competência concorrente (SILVA, p.12). Além das atribuições acima relacionadas, a ANVISA partilha com as Secretarias de Vigilância Sanitária – Visas estaduais e municipais – competência para a fiscalização de estabelecimentos que exerçam as atividades de extração, produção, fabricação, transformação, sintetização, purificação, fracionamento, embalagem, reembalagem,importação, exportação, armazenagem de medicamentos, drogas, insumos farmacêuticos, cor- D.2 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL A Lei nº. 9.782/99 determina que a gerência e a administração da ANVISA serão exercidas por uma Diretoria Colegiada, composta por até cinco membros indicados e nomeados pelo presidente da República após aprovação do Congresso Nacional, com mandato de três anos, admitida uma única recondução, por igual período. À Diretoria Colegiada vinculam-se a Ouvidoria e o Conselho Consultivo, órgão colegiado que acompanha e aprecia o desenvolvimento das atividades realizadas, requerendo informações e fazendo proposições a respeito das ações da Agência. A completa estrutura organizacional da autarquia foi alterada pela Portaria nº. 354, de 11 de agosto de 2006, que instituiu seu novo Regimento Interno. OUVIDORIA Atualmente, mais enxuta, a Agência conta com quatro assessorias, quatro núcleos, três gerências gerais de gestão operacional, doze gerências gerais de processos organizacionais, uma gerência de vínculo direto e um centro, além da Procuradoria, da Corregedoria e da Auditoria. No geral, a principal inovação trazida pelo novo Regimento Interno foi a criação de assessorias –unidades consultivas e de assessoramento direto ao diretor-presidente, que não desempenham funções executivas – e de núcleos de apoio à gestão estratégica, com caráter operacional e executivo, vinculados hierarquicamente à Diretoria. Ressalte-se, ainda, que algumas gerências gerais de processos organizacionais tiveram sua estrutura bastante alterada, como foi o caso da Gerência Geral de Medicamentos – GGMED.1 CONSELHO CONSULTIVO DIRETORIA COLEGIADA GABINETE DO DIRETOR-PRESIDENTE ÓRGÃOS DE ASSISTÊNCIA DIRETA AO DIRETOR-PRESIDENTE NÚCLEOS GERÊNCIAS-GERAIS DE GESTÃO OPERACIONAL GERÊNCIAS-GERAIS DE PROCESSOS ORGANIZACIONAIS GERÊNCIAS DE VÍNCULO DIRETO CENTRO ASSESSORIAS PROCR CORGE AUDIT APLAN NADAV GGGAF GGALI GGCOS ASCOM NAINT GGRHU GGIMP GGLAS ASEGI NAREM GGTIN GGMED GGPAF GGSAN GGPRO GGTES GGSTO GGTPS GGTOX NUVIG SUBORDINAÇÃO VINCULAÇÃO GPTDA CGTEC 0 Portaria n 354, de 11 de agosto de 2006 Republicada no DOU de 21 de agosto de 2006 2 2 SILVA, Rodrigo Alberto Correia da. Controle de preços de medicamentos. São Paulo, Febrafarma, 135 páginas, 2004. 13 AMCHAM – American Chamber of Commerce D.3 PROCESSO DECISÓRIO Por tratar-se de autarquia especial e, portanto, entidade afeta ao Direito Público, aplicam-se à atuação da ANVISA os princípios que norteiam o Direito Administrativo, dentre os quais se destacam o da segurança jurídica, da supremacia do interesse público sobre o privado, da legalidade (atos adstritos ao dispositivo legal), da impessoalidade e da motivação, entre outros. Dentre as competências da ANVISA, os atos normativos de regulamentação e regulação de produtos e serviços são objeto de Resoluções da Diretoria Colegiada, enquanto os atos afetos às atividades do setor regulado (autorizações de funcionamento, registros de produtos e certificados de cumprimento de boas práticas de fabricação, bem como seus respectivos atos de revalidação, etc.) são atribuições das Gerências e Gerências Gerais, sujeitas à aprovação do diretor-presidente. Por oportuno, saliente-se que os processos administrativos em trâmite perante a ANVISA estão sujeitos ao princípio do contraditório – direito de defesa – e do duplo grau de jurisdição – direito de recorrer das decisões a instância hierarquicamente superior. Como regra geral, a Diretoria Colegiada da ANVISA é a última instância para propositura de recurso administrativo, e, embora a Agência esteja vinculada ao Ministério da Saúde, não há subordinação hierárquica com relação às decisões tomadas pela autarquia. Conforme determinação do Regimento Interno da Agência, em princípio as iniciativas de projetos de lei ou de alteração de normas administrativas a serem propostas pela ANVISA que impliquem afetação de direitos sociais do setor de saúde ou dos consumidores poderão ser precedidas de audiência pública, na qual serão ouvidos os depoimentos das partes interessadas. O que se observa na prática, porém, é a realização de consultas públicas que antecedem tão-somente a proposição de ato administrativo, em que se confere aos participantes – agentes e consumidores – a possibilidade de encaminhar seus pleitos, suas opiniões e suas sugestões para a nova regulamentação proposta. D.4 FINALIDADE INSTITUCIONAL Por serem agentes de regulação de mercado, às agências reguladoras brasileiras coube o dever de atenção para criar e manter a estabilidade do ambiente regulatório no País. Afinal, não é outra a razão para a criação desses órgãos – “Fruto da própria dificuldade do Estado, hoje, de impor unilateralmente seus desideratos sobre a sociedade, mormente no domínio econômico, faz-se necessário que a atuação estatal seja pautada pela negociação, transparência e permeabilidade aos interesses e necessidades dos regulados.” (MARQUES, p.12 ). E, foi nessa esteira que se pautou o entendimento do legislador ao criar a ANVISA, quando lhe imputou como finalidade institucional a promoção e a proteção da saúde da população por intermédio do controle sanitário da produção e da 14 comercialização de produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária, bem como a fiscalização dos portos, aeroportos e fronteiras e a interface com outros órgãos da Administração Pública para tratar de assuntos na área de vigilância sanitária. Com efeito, vale ressaltar ser evidente o esforço da ANVISA para cumprir a finalidade institucional que lhe foi atribuída. No entanto, por vezes a Agência deixa de observar que sua atuação compreende o binômio missão sanitária x dever de incentivo à atividade econômica. Tal binômio, registre-se, deve estar em constante equilíbrio, razão pela qual não pode a Agência, ao executar sua tarefa regulatória, criar barreiras ao desenvolvimento do mercado, impondo exigências que desestimulam o investimento. Ao contrário: a missão AMCHAM – American Chamber of Commerce da ANVISA é participar, junto com a sociedade, da construção do acesso de um ambiente regulatório saudável, assegurado pela proteção e promoção da saúde pública: Missão “Proteger e promover a saúde da população garantindo a segurança sanitária de produtos e serviços e participando da construção de seu acesso.” E não é só. No exercício de suas funções, o corpo funcional da ANVISA deve atender aos valores institucionais, agindo com transparência e incentivando a participação do setor regulado na atividade regulatória, inclusive com a realização de audiências públicas e a formação de grupos de trabalho antes da emissão de normas regulamentadoras. E mais: deve a Agência procurar viabilizar constantemente o acesso do setor regulado às autoridades administrativas, criando um canal de comunicação efetivo, visando à real eficiência do sistema. Valores “Conhecimento como fonte da ação Transparência Cooperação Responsabilização2” O papel regulador da ANVISA, assim como o de qualquer outra agência reguladora, tem seu foco no desenvolvimento econômico do País, ainda que sua função institucional adjacente tenha direcionamento distinto (garantia e segurança dos produtos e serviços sujeitos à vigilância sanitária). Sendo assim, a visão da ANVISA deve pautar-se pela busca do bem-estar social por meio da conjugação de sua efi ciência na implementação das ações de vigilância sanitária com a função, que também possui, de estimular o desenvolvimento econômico. Visão “Ser agente da transformação do sistema descentralizado de vigilância sanitária em uma rede, ocupando um espaço diferenciado e legitimado pela população, como reguladora e promotora do bemestar social.” A despeito das críticas aqui suscitadas, especialmente quanto à limitação da contribuição dada pela Agência para a expansão da concorrência e dos investimentos nos mercados que regula, bem como os burocráticos procedimentos internos, que acabam por criar barreiras ao desenvolvimento econômico, serve a presente pesquisa, também, para que o setor regulado possa expressar sua satisfação com a preocupação da ANVISA na melhoria da qualidade do serviço. Apesar de ainda haver muito a ser feito, a institucionalização do Programa de Implantação e Melhoria da Gestão da Qualidade – Pimaq e sua integração com todas as áreas da Agência, por exemplo, certamente trará melhorias na prestação do serviço. A ANVISA, ao agir com maior transparência, ao buscar a constante harmonização de seus procedimentos e ao dar cumprimento efetivo aos prazos legais, iniciará um ciclo virtuoso que, ao fim, acabará por atender à sua finalidade institucional. 2 2 MARQUES Neto, Floriano de Azevedo. Agências Reguladoras: Instrumentos do fortalecimento do Estado ABAR – Associação Brasileira de Agências de Regulação. Porto Alegre, Outubro de 2003 – 64 páginas; Acesso: www.abar.org.br 15 AMCHAM – American Chamber of Commerce E. PERCEPÇÃO: ANÁLISES DAS RESPOSTAS E.1 Medicamentos e Insumos Se de modo geral as empresas que tem relacionamento com a ANVISA a avaliam negativamente em 2010, a gerência de Medicamentos e Insumos Farmacêuticos recebeu avaliação ainda mais negativa, com apenas 9% das empresas satisfeitas com a sua atuação. No entanto, as avaliações negativas tenderam a decair no comparativo com períodos anteriores, e grande parte das empresas respondentes afirma que a ANVISA frequentemente atende satisfatoriamente as funções para a qual foi criada, com instalações adequadas. As opiniões se polarizam quando indagados se a Anvisa tem melhorado seus processos de trabalho. Metade dos entrevistados avalia que os processos tem melhorado parcialmente. Os entrevistados são bem críticos ao avaliarem a compatibilidade da força de trabalho da ANVISA com o desempenho das funções: 73% afirmam que essa adequação ocorre raramente ou nunca.Por outro lado, a maioria (82%) nota demonstração de compromisso da ANVISA com uma regulamentação de melhor qualidade. Da mesma forma, 82% entendem que a incorporação da “análise de impacto regulatório como ferramenta” para identificar os potenciais impactos econômicos da atuação regulatória sobre as empresas contribui para a melhoria da qualidade da regulação, ao menos parcialmente. A maioria dos entrevistados (68%) acredita que a implementação da “Agenda Regulatória Anual” trouxe maior transparência para a ANVISA e 36% atribuem ao Programa “Boas Práticas Regulatórias” impacto positivo para melhoria do ambiente regulatório. Melhorou consideravelmente, frente aos anos anteriores, a avaliação sobre a uniformidade da interpretação e execução das normas regulatórias. Mesmo assim, 68% dos entrevistados avaliam que a atuação da Anvisa no sentido de garantir uma aplicação adequada e harmônica das normas regulatórias e fiscalizatórias pelos agentes estaduais e municipais está abaixo das expectativas. Alguns respondentes acreditam que a legislação não uniformiza a conduta, causando insegurança e falta de uniformidade dos entendimentos. No que diz respeito às exigências, os respondentes afirmam que em geral elas estão de acordo com a legislação vigente, no entanto, não há uniformidade entre os técnicos que avaliam o processo, abrindo espaço para a realização de exigências desnecessárias, dependendo do responsável pelo processo. É preocupante também a existência de casos de extravios de documentos dentro da agência, e a resolução de casos como este se mostram particularmente complicados e mais difíceis ainda de serem justificados internamente na empresa e para a matriz. Para evitar esse tipo de problema, sugere-se que fiquem disponibilizados na internet o número do processo, sua localização e uma perspectiva do prazo de finalização. O problema é que os próprios técnicos afirmam não ser possível confiar no site porque ele nem sempre está atualizado. Para evitar confusões, a data da última atualização poderia ficar registrada para que as empresas possam entender se o processo está ou não em dia. Similarmente, no tocante à alteração do valor das taxas, em 2010, os entrevistados se mostraram bastante céticos quanto ao embasamento jurídico e técnico. Por outro lado, alguns afirmam que tem sido mais simples agendar reuniões porque os pedidos tem sido atendidos com mais facilidade e transparência. Outro ponto que fez parte da pesquisa foi a Câmara de Medicamentos, que tem função de dar o menor preço possível para um medicamento novo. Sua avaliação em 2010 foi tão negativa quanto a de 2007, com 67% afirmando que ela é inadequada às necessidades da saúde do país. 17 AMCHAM – American Chamber of Commerce A falsificação na área de medicamentos vem crescendo significativamente nos últimos anos, e é um problema particularmente prejudicial à saúde do consumidor, podendo levar até à morte. Assim, no que diz respeito ao combate à falsificação – função também da Anvisa - , qualquer ação tomada é benéfica. O problema é a forma como estas ações são implementadas. É essencial que a opinião do setor seja levada em consideração, melhorando o diálogo e não apenas comunicando o que deve ser feito. Coordenação de Insumos (COINS) Em 2009 foi iniciada a avaliação da regulação de empresas que produzem insumos, e em 2010 decidiu-se por incluir algumas perguntas específicas sobre o assunto ao final dos questionamentos da gerência de medicamentos. A coordenação de insumos (COINS) teve sua avaliação dividida entre positiva (50%) e negativa (50%), deixando evidente que é necessário melhorar a dinâmica dos processos. Por outro lado, a COINS talvez seja um dos poucos setores da agência a atender telefonemas e responder questionamentos encaminhados aos e-mails dos agentes sanitários. A própria coordenadora do setor esclarece em palestras “atendemos telefones e respondemos e-mails”. É preciso divulgar este tipo de ferramenta para todo o setor. A facilidade de comunicação com os técnicos, por sua vez, é facilitada quando feita diretamente, mas prejudicada se for realizada por meio do 0800. Em relação à ferramenta de cadastro de insumos ativos, disponibilizada no site da ANVISA, apesar de a avaliação demonstrar que ela frequentemente apresenta algum problema, devemos observar 18 que nenhum respondentes escolheu o “Sempre” e apenas 13% optaram pelo “Nunca”. Vale lembrar que o Cadastramento é feito apenas uma vez. A aplicação pela ANVISA das normas relativas a Insumos Farmacêuticos (RDC 249/05, RDC 204/06, RDC 57/09 e IN 15/09) contribui para uma melhor qualidade e segurança do produto final “raramente” e “nunca” para 65% das empresas. Inclusive, a RDC 57/09, cuja resolução deixou muitas dúvidas, deveria ter sido republicada, o que até o momento não aconteceu. Ainda, a falta de harmonização dos temas críticos entre a Anvisa e a Visa Local prejudicam o entendimento de outras resoluções. No caso de empresas distribuidoras que precisam renovar a Autorização de Funcionamento (AFE) e a Autorização de Funcionamento Especial (AE) anualmente, muitos dos processos de concessão e renovação são prejudicados devido ao fato de que muitas das distribuidoras não só distribuem insumos mas também medicamentos, ou seja, ainda tramita pela GGMED, dificultando a dinâmica das análises e publicação. AMCHAM – American Chamber of Commerce P1 - Em termos de avaliação geral, dê uma nota para atuação da ANVISA como um todo, sendo 1 a menor e 5 a maior (%) Grau de Satisfação geral ANVISA: 18% 3 28% 15 54 5 4 20 3 8 2 1 Maior Nota Menor Nota Base: Amostra (111) P2 - Em termos de avaliação geral, dê uma nota para a atuação desta gerência da ANVISA que sua empresa tem relacionamento, sendo 1 a menor nota e 5 a maior. (%) Satisfação com a Anvisa: Gerência de Medicamentos e Coordenação de Insumos Farmacêuticos Grau de Satisfação ANVISA: 9% 2010 9 2009 9 59 27 43 6 2008 32% 43 53 5 5 4 41 4 3 2 Maior Nota 0 1 Menor Nota Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P3 - A ANVISA atende às funções para a qual foi criada de maneira satisfatória? (%) 68 55 58 42 0 4 Sempre 38 32 3 0 Frequentemente 2008 Raramente 2009 0 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 19 AMCHAM – American Chamber of Commerce P4 - As instalações da Anvisa permitem uma boa acomodação para o atendimento das empresas? (%) 2010 68 23 Sim Parcialmente 5 5 Não Desconheço Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P5 - A Anvisa tem melhorado seus processos de trabalho para qualificar o atendimento às empresas ? (%) 2010 50 45 5 Sim 0 Parcialmente Não Deconheço Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P6 - Em sua opinião, a força de trabalho da Agência é compatível com o desempenho das funções institucionais? (%) 2010 59 23 14 5 Sempre Frequentemente Raramente Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 20 Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P7 - A ANVISA interpreta e executa as normas regulatórias de maneira uniforme? (%) 50 45 50 42 41 38 17 0 0 0 5 3 Sempre Frequentemente 2008 Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P8 - Os atos normativos da ANVISA respeitam a hierarquia da legislação? (%) 74 67 73 25 15 5 4 Sempre 23 12 4 0 Frequentemente 2008 Raramente 2009 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P9 - Em relação à atuação da Anvisa no sentido de garantir uma aplicação adequada e harmônica das normas regulatórias e fiscalizatórias pelos agentes estaduais e municipais de vigilância sanitária, a agência: (%) 59 32 9 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 21 AMCHAM – American Chamber of Commerce P10 - A Anvisa tem demonstrado compromisso com uma regulação de melhor qualidade? (%) 82 2010 14 5 Sim Não Desconheço Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P11 - O Programa de Boas Práticas Regulatórias da Anvisa tem contribuído para um ambiente regulatório de melhor qualidade, maior transparência e credibilidade para atuação e investimento da sua empresa no país? (%) 2010 45 36 18 Sim Não Desconheço Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P12 - A instituição de uma Agenda Regulatória anual trouxe maior transparência para as ações regulatórias da Anvisa? (%) 68 2010 18 Sim Não 14 Desconheço Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 22 AMCHAM – American Chamber of Commerce P13 - Em sua opinião, a realização de audiências públicas virtuais com os Diretores da Diretoria Colegiada da Anvisa amplia a transparência e facilita a interlocução com sua empresa? (%) 2010 36 32 27 5 Sim Parcialmente Não Desconheço Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P14 - Na sua opinião, a incorporação da Análise Impacto Regulatório como ferramenta para identificar os potenciais impactos econômicos da atuação regulatória sobre as empresas pode contribuir para a melhoria da qualidade da regulação? (%) 2010 50 32 14 5 Sim Parcialmente Não Desconheço Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P15 - Na sua opinião, a análise, cobrança e alteração do valor das taxas pela Gerência de Gestão da Arrecadação (GEGAR) é feita com embasamento jurídico e técnico adequado? (%) 67 41 38 45 38 22 17 9 17 0 Sempre 5 3 Frequentemente 2008 Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 23 AMCHAM – American Chamber of Commerce P16 - Na sua opinião, qual seria o meio de comunicação mais eficiente entre a sua empresa e a ANVISA? (%) 50 31 22 21 21 21 18 14 10 12 19 16 9 16 0 Reuniões presenciais E-mail (fale conosco e Anvis@tende) Internet Associação de classes 2008 0 Telefone s/e 2009 2009 0 6 5 Telefone (central de atendimento 0800 642 9782) 5 5 Reuniões virtuais 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P17 - Dos meios de comunicação utilizados pela ANVISA, qual tem sido o mais eficiente para atender às suas necessidades? (%) 48 33 29 24 19 19 Reuniões presenciais 14 10 5 0 Associação de classes E-mail (fale conosco e Anvis@tende) 2008 Internet Telefone 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P18 - Quando a empresa utiliza Internet, e-mail, telefone, para solucionar dúvidas, ou reclamações sobre processos, o tempo de resposta da ANVISA é feito: (%) 27 33 41 38 18 8 Em menos de 5 dias Entre 5 e 10 dias Entre 11 e 30 dias 2009 14 13 Entre 31 e 60 dias 8 Acima de 60 dias 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 24 0 0 Não sabe AMCHAM – American Chamber of Commerce P19 - Com que frequência as formas não presenciais de comunicação com a ANVISA (telefone, e-mail, fax) são meios eficazes para solucionar problemas e/ou esclarecer dúvidas, evitando exigências adicionais no processo e acelerando a conclusão da análise? (%) 63 47 47 45 32 4 3 29 23 Sempre 4 3 0 Frequentemente 2008 Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P20 - Com que frequência o telefone é eficiente como meio de comunicação utilizado? (%) 50 46 41 29 25 9 0 0 Sempre Frequentemente 2009 Raramente Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P21 - Com que frequência e-mail ou fax são eficientes como meio de comunicação utilizado? (%) 58 45 45 38 9 4 0 Sempre 0 Frequentemente Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 25 AMCHAM – American Chamber of Commerce P22 - Havendo necessidade de uma reunião presencial, quanto tempo após a solicitação a reunião é realizada? (%) 53 27 26 23 50 13 9 0 Até uma semana Entre 1 e 2 semanas Entre mais de 2 e 3 semanas 2009 Mais de 3 semanas 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P23 - Com que frequência os seus pedidos de reunião são atendidos? (%) 2010 62 24 14 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P24 - No caso de negativa da solicitação de reunião, o motivo para o não atendimento no pedido é: 2010 18 18 18 18 A questão é solucionada por outros meios Não há pessoal disponível para atendimento Não há motivo explícito A reunião agendada é cancelada pela Anvisa 14 5 A gerência não Recebemos a A resposta realiza reuniões resposta da enviada à para o assunto Anvisa, mas nem empresa não é solicitado pela sempre o assunto eficiente/ não empresa é solucionado permite discussão e avaliação de cenários Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 26 5 5 Até o momento não agendamos nenhuma reunião AMCHAM – American Chamber of Commerce P25 - As reuniões presenciais são efetivas para solucionar os problemas apontados? (%) 71 48 44 39 35 13 10 9 10 13 10 0 Sempre Frequentemente Raramente 2008 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P26 - O atendimento e encaminhamento de protocolo da UNIAP (Unidade de Atendimento ao Público) está adequado em termos temporais e qualitativos? (%) 71 68 52 39 32 16 4 3 Sempre 8 6 0 Frequentemente 2008 0 Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P27 - A ANVISA é pró-ativa na comunicação com o setor regulado relativa a temas que impactam os serviços prestados pela Agência? (%) 50 55 50 41 0 0 Sempre 5 0 Frequentemente 2009 Raramente Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 27 AMCHAM – American Chamber of Commerce P28 - Os relatórios anuais de atividades publicados com os resultados das ações da Anvisa contém informações úteis para sua empresa ou setor em que atua? (%) 2010 64 14 14 9 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P29 - O Boletim Eletrônico de Boas Práticas Regulatórias tem contribuído com informações regulatórias de interesse da sua empresa? (%) 2010 59 32 9 0 Sim Parcialmente Não Desconheço Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P30 - De maneira geral, dentro da experiência de sua empresa, com que frequência a Anvisa consegue tratar adequadamente as solicitações urgentes? (%) 59 54 55 38 27 25 16 0 4 Sempre 5 Frequentemente 2008 Raramente 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 28 14 4 Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P31 - Quanto ao conteúdo, utilidade e disponibilidade do sistema, o peticionamento eletrônico: (%) 2010 55 23 23 Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P32 - Quanto ao conteúdo, utilidade, disponibilidade do sistema e atualização, os bancos de dados da Anvisa: (%) 2010 64 18 14 5 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P33 - Nos diversos procedimentos realizados pela ANVISA, os critérios para análise e a coerência na elaboração de exigências variam de técnico para técnico? (%) 42 46 41 49 42 50 9 8 9 0 Sempre Frequentemente 2008 Raramente 2009 4 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 29 AMCHAM – American Chamber of Commerce P34 - Nos diversos processos submetidos à avaliação da ANVISA é possível para a empresa ter uma previsibilidade ou estimativa de prazo para a finalização da análise? (%) 54 50 38 32 14 5 4 4 Sempre Frequentemente Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P35 - A resposta da ANVISA em eventuais casos de denúncia sobre produtos clandestinos/ informais, em termos de eficiência e qualidade é: (%) 69 52 41 38 27 27 19 4 8 0 10 0 Muito satisfatório Satisfatória Pouco 2008 5 0 Insatisfatória 2009 0 Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P36 - Na sua opinião, a ANVISA tem mecanismos claros e amigáveis que viabilizem o acompanhamento e os resultados satisfatórios de denúncias sobre produtos clandestinos/ informais de maneira: (%) 41 41 32 20 20 0 32 14 20 20 18 5 0 Muito satisfatório Satisfatória 2008 Pouco satisfatória 2009 Insatisfatória 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 30 20 18 Desconheço AMCHAM – American Chamber of Commerce P37 - A ANVISA internaliza as Resoluções e Acordos do Mercosul de que foi signatária? (%) 70 50 47 39 33 25 20 11 0 0 Sempre Frequentemente 2008 Raramente 2009 5 0 Nunca/ Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P38 - Na sua opinião, a ANVISA orienta adequadamente seus representantes para se preparar e participar das reuniões do Mercosul com definições claras e cumpre os prazos de discussão para avançar nos temas urgentes? (%) 61 50 32 17 4 18 17 0 Sempre Frequentemente 2009 Raramente Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P39 - Na sua opinião, a ANVISA trabalha no Mercosul e em fóruns internacionais buscando em todos os departamentos de sua gestão a harmonização com a regulamentação global, minimizando barreiras de inovação tecnológica? (%) 45 45 36 27 23 9 5 Sempre 9 Frequentemente 2009 Raramente Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 31 AMCHAM – American Chamber of Commerce P40 - A ANVISA busca alinhamento com o setor regulado em relação aos seus posicionamentos no MERCOSUL e em fóruns internacionais? (%) 55 41 27 9 32 27 9 0 Sempre Frequentemente Raramente 2009 Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P41 - Considerando que muitas empresas têm seus produtos registrados em outros órgãos de fiscalização em outros países, as exigências e atuação da ANVISA na legalização de produtos e empresas dificultam a inovação e melhorias nos setores regulados por essa agência? (%) 65 59 52 32 13 15 20 18 18 3 Sempre Frequentemente Raramente 2008 2009 0 5 Nunca/ Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P42 - Com que frequência as Resoluções da Anvisa são claras? (%) 59 44 0 4 Sempre 48 41 55 38 3 0 Frequentemente 2008 Raramente 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 32 4 Nunca 5 AMCHAM – American Chamber of Commerce P43 - Com que frequência a Anvisa leva em consideração as sugestões enviadas em consultas públicas? (%) 2010 81 19 0 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P44 - Com que frequência a Anvisa disponibiliza para a sociedade as sugestões recebidas às consultas públicas? (%) 2010 63 37 0 Sempre 0 Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P45 - A atuação da ANVISA no sentido de garantir uma aplicação de entendimento e comunicação adequadas e harmônicas interdepartamentais (por ex. das áreas técnicas com GEGAR, GGIMP, etc.) é: (%) interdepartamentais é: 70 68 22 9 0 23 9 0 Muito satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória 2009 Insatisfatória 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 33 AMCHAM – American Chamber of Commerce P46 - Na sua opinião, a Anvisa apresenta métricas ao setor regulado englobando todas as etapas de atuação (do protocolo à publicação) com clareza sobre a posição de análise de processos de registro e alteração de registro? (%) 55 52 19 5 32 24 14 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P47 - A partir da data de protocolo em quanto tempo, aproximadamente, é finalizado o exercício do controle sanitário nas importações de sua empresa? (%) 62 50 39 33 23 8 0 0 24 horas 8 6 23 22 14 14 0 0 48 horas 72 horas 2008 96 horas 2009 0 Mais de 96 horas 0 Não Sabe 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P48 - Com que frequência a impossibilidade de obtenção de licenças de importação por demora na aprovação/publicação de renovação/ alteração de autorização de funcionamento prejudica a disponibilidade de produtos? (%) 40 45 35 25 25 10 10 Sempre Frequentemente 2009 Raramente 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 34 10 Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P49 - Na sua percepção há uniformização nos procedimentos de fiscalização para liberação das importações de mercadorias submetidas ao regime de vigilância sanitária? (%) 67 56 42 42 33 28 17 11 5 0 Sempre Frequentemente 2008 0 0 Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P50 - Na sua percepção há uniformização na análise técnica relativa à liberação das importações de mercadorias submetidas ao regime de vigilância sanitária? (%) 76 59 27 24 14 0 0 Sempre Frequentemente 2009 0 Raramente Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P51 - Como a sua empresa avalia a performance das atividades de vigilância sanitária no desembaraço aduaneiro nos portos e aeroportos citados abaixo? (%) 12 Aerop. Guarulhos - SP 12 Porto de Santos - SP 8 Porto de Itajaí - SC Aerop. do Galeão - RJ 4 Aerop. de Viracopos - SP 4 Porto de Paranaguá - PR 4 Porto de Rio Grande - RS 4 Porto de Suape - PE 4 Porto de Sepetiba - Rio de Janeiro - RJ 4 Porto São Francisco do Sul - SC 4 Porto de Vitória - ES 4 Portos e Aeroportos com avaliações positivas: Excedem as expectativas Atendem as suas expectativas Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 35 AMCHAM – American Chamber of Commerce P51 - Como a sua empresa avalia a performance das atividades de vigilância sanitária no desembaraço aduaneiro nos portos e aeroportos citados abaixo? (%) 64 Aerop. de Guarulhos - SP Aerop. de Viracopos - SP 32 Porto de Macaé - RJ 4 Porto de Santos - SP 32 Porto de Vila do Conde - PA 4 Porto de Paranaguá - PR 4 Porto de Rio Grande - RS 4 Aerop. do Galeão - RJ 20 Aerop. de Congonhas - SP 20 Porto de Suape - PE 4 Porto de Sepetiba - RJ 4 Porto de Salvador - BA 4 Porto de Tubarão - ES 4 Porto S. Francisco do Sul - SC 4 Porto de Itaqui - MA 4 Porto de Pecem - CE 4 12 Porto do Rio de Janeiro - RJ Porto de Manaus - AM 8 Porto de Vitória - ES 8 Porto de São Sebastião - SP 8 Est. Aduaneira de Anápolis - GO 8 Portos e Aeroportos com avaliações negativas: Não Atendem as suas expectativas Estão abaixo das expectativas Aerop. de Manaus - AM 4 Porto de Aratu - BA 4 Aerop. de Salvador - BA 4 Porto de Itajaí - SC 4 Aerop. de Recife - PE 4 Est. Aduaneira Porto Belo - SC 4 Est. Aduaneira do Dist. Federal 4 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P52 - A orientação prestada pela ANVISA aos interessados, referente às exigências sanitárias é? (%) 50 52 52 48 43 33 17 0 0 0 Rápida e adequada Morosa mas adequada 2008 5 0 Rápida mas inadequada 2009 Morosa e inadequada 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P53 - Em sua opinião, o intercâmbio de informações entre a ANVISA e a Receita Federal, Banco Central, Decex, entre outros gestores das atividades de comércio exterior, quanto às práticas e procedimentos que devem ser observados com vistas ao desembaraço aduaneiro das mercadorias importadas sujeitas ao regime de vigilância sanitária ocorrem: (%) 58 45 58 45 37 26 0 5 Sempre 11 9 0 Frequentemente 2008 Raramente 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 36 Nunca 5 AMCHAM – American Chamber of Commerce P54 - Sua empresa já teve alguma exigência / indeferimento de processos relativos à importação questionáveis com as normas aplicáveis? (%) 62 57 33 31 0 5 50 23 23 8 5 Sempre Frequentemente Raramente 2008 2009 5 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P55 - Qual o tempo médio, a partir da data do protocolo, que sua empresa leva para aprovação de Licença de Importação pela ANVISA, descontado o tempo de cumprimento de exigências (pré-embarque)? (%) 55 52 38 31 30 23 10 Até 05 dias 24 14 8 De 06 a 15 dias 2008 De 16 a 30 dias 2009 5 10 Mais de 30 dias 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P56 - No seu entendimento as exigências realizadas pela ANVISA e relacionadas à Licença de Importação estão em conformidade com os regulamentos técnicos vigentes? (%) 2010 55 41 5 Sempre 0 Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 37 AMCHAM – American Chamber of Commerce P57 - Qual o tempo médio, a partir da data do protocolo, que sua empresa leva para aprovação de licença de importação pós-embarque, descontado o tempo de cumprimento de exigências? (%) 2010 50 35 15 0 Até 05 dias De 06 a 15 dias De 16 a 30 dias Mais de 30 dias Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P58 - Você considera que as condições de armazenamento junto ao recinto alfandegário são adequadas? (%) 2010 52 33 14 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P59 - O atendimento dos servidores da ANVISA, no que tange à prestação de informações são esclarecedoras à sua empresa? (%) 54 45 50 50 41 31 8 0 Sempre 8 5 Frequentemente 2008 Raramente 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 38 5 Nunca 5 AMCHAM – American Chamber of Commerce P60 - Das exigências recebidas, com que frequência a documentação solicitada pelo PAF já havia sido apresentada à área técnica competente? (%) 90 55 31 38 31 0 45 10 0 Sempre 0 Frequentemente 2008 0 Raramente 2009 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P61 - Em sua opinião existe burocracia desnecessária nos processos de importação/exportação? (%) 2010 57 24 19 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P62 - Em sua opinião a falta de regulamentação existente para remessa/ recebimento de material biológico do e para o exterior interferem nos resultados de sua empresa? (%) 2010 29 35 35 Raramente Nunca 0 Sempre Frequentemente Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) 39 AMCHAM – American Chamber of Commerce P63 - Como é sua percepção da relação entre a GGPAF e as PAFs locais no resultado de seus processos empresariais? (%) 2010 68 18 14 0 Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P64 - Na sua percepção, o número de funcionários da ANVISA em Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados é suficiente para atender as necessidades de sua empresa? (%) 2010 45 36 14 5 Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P65 - Qual o tempo aproximado para a primeira manifestação de um processo de concessão de autorização de funcionamento? (%) 2010 32 14 De 3 a 4 meses 18 23 9 De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses De 10 a 18 meses 5 Mais de 18 meses Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (15) 40 Não se aplica AMCHAM – American Chamber of Commerce P66 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de concessão de autorização de funcionamento quando não há exigência de adequação da documentação por parte da empresa? (%) 38 38 25 19 10 5 De 3 a 4 meses 14 21 13 0 De 5 a 6 meses 0 De 7 a 9 meses 2008 36 33 25 24 De 10 meses ou mais 2009 Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (14) P67 - Qual o tempo aproximado para a primeira manifestação de um processo de renovação de autorização de funcionamento? (%) 29 24 19 14 De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses 10 De 7 a 9 meses 5 De 10 a 18 meses Mais de 18 meses Não se aplica Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (21) P68 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de renovação de autorização de funcionamento quando não há exigência de adequação da documentação por parte da empresa? (%) 4 13 14 17 35 29 19 17 13 5 0 De 1 a 2 meses* De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses 2009 33 De 7 a 9 meses De 10 meses ou mais Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (15) 41 AMCHAM – American Chamber of Commerce P69 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de alteração de autorização de funcionamento? (%) 56 35 0 25 22 20 20 17 6 0 De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses 2009 De 10 meses ou mais 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (20) P70 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de concessão de autorização de funcionamento especial? (%) 55 27 0 5 0 De 1 a 2 meses 14 5 De 3 a 4 meses 5 0 5 a 6 meses 30 10 7 a 9 meses 2009 50 10 meses ou mais Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (10) P71 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de renovação de autorização de funcionamento especial? (%) 33 25 5 10 0 De 1 a 2 meses 8 De 3 a 4 meses 14 5 a 6 meses 2009 33 14 7 a 9 meses 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (12) 42 43 10 meses ou mais AMCHAM – American Chamber of Commerce P72 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de alteração de autorização de funcionamento especial? (%) 45 0 5 0 De 1 a 2 meses 14 5 De 3 a 4 meses 21 27 21 10 9 5 a 6 meses 43 7 a 9 meses 2009 10 meses ou mais Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (11) P73 - Qual o tempo aproximado para obtenção de certificação de boas práticas de fabricação ou distribuição com inspeção incluindo publicação no DOU? (%) 60 40 26,67 30 13,33 0 6,67 0 De 1 a 2 meses 5 13,33 12 De 3 a 4 meses 18 47 24 5 5 a 6 meses 2008 7 a 9 meses 2009 10 ou mais 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (17) P74 - Qual o tempo aproximado para obtenção da primeira certificação de boas práticas de fabricação extra-zona incluindo publicação no DOU? (%) 33 42 37 24 24 0 5 De 3 a 4 meses 5 10 5 a 6 meses 0 5 7 a 9 meses 0 10 a 12 meses 2009 16 0 De 13 meses ou mais Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (21) 43 AMCHAM – American Chamber of Commerce P75 - Na sua opinião, nas inspeções realizadas na sua empresa, os técnicos estavam capacitados adequadamente para realizar a inspeção internacional da sua fábrica? (%) 2010 52 29 14 5 Sempre Frequentemente Raramente Não realizei inspeção internacional Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (25) P76 - As unidades da GGIMP estão abertas para discutir e orientar as empresas sobre temas contidos na legislação, tais como autorização de funcionamento ou certificação de boas práticas de fabricação e distribuição? (%) 52 47 39 48 43 29 18 6 9 Sempre 5 4 Frequentemente 2008 Raramente 2009 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (21) P77 - A Anvisa disponibiliza outros meios ou canais para discutir e orientar as empresas sobre dúvidas na legislação? (%) 2010 57 33 10 0 Sempre Frequentemente Raramente Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (21) 44 Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P109 - Com que frequência a sua empresa enfrenta problemas com o recebimento de exigências como, por exemplo, extravios, incerteza quanto ao início da contagem do prazo, duplicidade no recebimento de exigências, etc? (%) 70 56 49 39 22 12 14 6 0 35 33 33 32 30 33 5 6 10 4 Sempre Frequentemente 2005 52 43 2006 Raramente 2007 2008 10 6 0 Nunca 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e Insumos Farmacêuticos (21) P110 - Quanto à transparência na condução dos diversos processos, a atuação da ANVISA: (%) 2010 67 19 14 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (21) P111 - Quanto tempo, em média, um processo de sua empresa, já deferido pela respectiva gerência técnica, demora até a sua publicação? (referência à GEORA) (%) 45 39 27 4 7 14 29 36 21 29 25 10 Até 2 semanas 7 De 2 a 4 semanas 2007 De 5 a 6 semanas 2008 14 20 4 0 De 7 a 8 semanas 2009 0 0 0 Mais de 9 semanas 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (20) 45 AMCHAM – American Chamber of Commerce P112 - Em sua opinião, a atuação da ANVISA na análise e viabilização dos protocolos de pesquisa clínica: (%) 2010 50 43 7 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (12) P113 - Qual o tempo médio que sua empresa leva para obter a anuência da Anvisa para um protocolo de pesquisa clínica? (%) 2010 36 29 21 7 De 1 a 2 meses 7 De 2 a 3 meses De 3 a 4 meses De 4 a 5 meses Mais de 5 meses Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (14) P114 - Qual o tempo médio que sua empresa leva para aprovação de registro de produto novo junto à ANVISA, desconsiderando eventuais exigências? (%) 6465 53 28 262625 17 14 19 21 4 6 0 0 2 0 Até 3 meses 2005 0 0 4 9 5 6 De 3 a 6 meses 2006 4 56 4445 9 25 9 0 0 0 0 0 De 7 a 9 meses 2007 De 10 a 12 meses De 13 a 18 meses De 19 a 24 meses 2008 2009 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (18) 46 17 2010 AMCHAM – American Chamber of Commerce P115 - Na sua opinião, a Anvisa é clara sobre a posição de análise de processos de registro e alteração em registro de medicamentos? (%) 58 57 45 45 37 25 11 7 0 10 0 Sempre Frequentemente Raramente 2008 2009 5 Nunca 2010 P116 - Qual o tempo médio para aprovação de alteração em registro para produtos de sua empresa? (%) 57 4 0 3 4 0 0 Até 3 meses 8 7 12 7 0 5 De 3 a 6 meses 2005 13 14 13 22 21 33 21 21 19 11 De 7 a 9 meses 2006 42 5 2007 2008 42 26 16 De 10 a 12 meses 51 32 22 32 37 000 De 13 a 18 meses De 19 meses ou mais 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (19) P117 - A interpretação e aplicação, pela ANVISA, das normas relativas à propaganda de medicamentos: (%) 2010 50 39 11 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (18) 47 AMCHAM – American Chamber of Commerce P118 - Em sua opinião, a interpretação e aplicação, pela ANVISA, das normas relativas às parcerias (co-marketing e co-promotion) atende às necessidades do setor regulado de modo: (%) 69 40 39 35 26 23 0 0 0 0 0 63 61 50 50 41 33 20 18 8 0 Muito satisfatório Satisfatório 2005 2006 Pouco Satisfatório 2007 4 10 11 Insatisfatório 2008 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos(18) P119 – Na experiência de sua empresa, o controle de preços pela Anvisa, após a obtenção do registro, tem impacto no tempo de liberação para comercialização de novos produtos? (%) 38 39 59 51 47 41 39 21 18 18 8 Sempre Frequentemente 2007 6 3 Raramente 2008 2009 6 5 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (17) P120 - Como você avalia a função e as decisões da CMED (Câmara de Medicamentos)? (%) 92 80 72 45 39 33 28 20 Adequada às necessidades da saúde do país 2006 2007 Inadequada às necessidades da saúde do país 2008 20092 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (19) 48 39 9 8 2005 67 62 55 2009 2010 AMCHAM – American Chamber of Commerce P121 - Sua empresa já teve algum indeferimento de processo não condizente com as normas aplicáveis? (%) 61 48 46 49 33 50 44 40 31 33 40 2 0 8 3 4 6 0 Sempre 2005 Frequentemente 2006 Raramente 2007 23 23 22 13 10 10 Nunca 2008 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (20) P122 - Sua empresa já teve alguma exigência de processo não condizente com os regulamentos e as normas aplicáveis? (%) 2010 55 40 5 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (20) P123 - Qual o tempo aproximado para análise de cumprimento de exigência? (%) 52 36 14 5 até 30 dias 45 35 30 14 21 30 14 0 0 De 31 a 60 dias De 61 a 90 dias 2008 2009 Mais de 90 dias 0 5 Não sei 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (20) 49 AMCHAM – American Chamber of Commerce P124 – Em sua opinião, existe uniformização da aplicação de critérios de fiscalização entre a Gerência Geral de Inspeção e Controle de Medicamentos e Produtos – GGIMP, e as área de Inspeção das VISAS (Estaduais) e COVISAS (Municipais)? (%) 2010 50 40 5 5 Sempre Frequentemente Raramente Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos(20) P125 - Qual a sua avaliação em relação ao desempenho geral da gerência Geral de Inspeção e Controle de Medicamentos e Produtos – GGIMP? (%) 2010 50 40 5 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas 5 Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (20) P126 - Qual sua avaliação em relação ao desempenho geral da Coordenação de Insumos (COINS)? (%) 2010 50 40 10 0 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (10) 50 Não se aplica AMCHAM – American Chamber of Commerce P127 - Quando se faz necessário solicitar alguma informação ou sanar dúvidas junto à Coordenação de Insumos via e-mail ou telefone (Anvis@tende, Central de Atendimento), com que frequência a obtenção de retorno é satisfatória e rápida? (%) 2010 46 38 8 Sempre 8 Frequentemente Raramente Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (13) P128 – Com que frequência a sua empresa tem algum problema quanto à ferramenta de cadastro de insumos ativos, disponibilizada no site da ANVISA? (%) 2010 56 31 13 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (16) P129 – Com que frequência a aplicação pela ANVISA das normas relativas a Insumos Farmacêuticos (RDC 249/05, RDC 204/06, RDC 57/09 e IN 15/09) contribui para uma melhor qualidade e segurança do produto final? (%) 2010 41 35 24 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos(17) 51 AMCHAM – American Chamber of Commerce P130 - Em sua opinião, com que frequência as normas relativas a Insumos Farmacêuticos (RDC 249/05, RDC 204/06 e RDC 57/09) são claras? (%) 2010 44 33 17 6 Sempre Frequentemente Raramente Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (18) P131 - No caso de empresas distribuidoras que precisam renovar a Autorização de Funcionamento (AFE) e a Autorização de Funcionamento Especial (AE) anualmente, qual a sua avaliação em relação ao prazo de análise dos processos pela Coordenação de Insumos (COINS)? (%) 2010 44 33 22 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas 2010 Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (9) P132 - A certificação da Anvisa pela OPAS na pré-qualificação na área de medicamentos traz benefícios para sua empresa? (%) 2010 38 29 33 0 Sim Parcialmente Não Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (21) 52 Desconheço AMCHAM – American Chamber of Commerce P133 - As ações de combate à falsificação de medicamentos realizadas pela Anvisa trazem benefícios para sua empresa? (%) 2010 40 35 20 5 Sim Parcialmente Não Desconheço Base: Se relaciona com a gerência de Medicamentos e/ou Coordenação de Insumos Farmacêuticos (20) 53 AMCHAM – American Chamber of Commerce E.2 Alimentos A avaliação da gerência de Alimentos é mais positiva que a avaliação total da Anvisa, no entanto piorou em 2010, após sensível melhora no ano anterior. Isto se deve, dentre outros fatores, à grande demora nos prazos de registro e na dificuldade em agendarse audiências ou mesmo em se obter respostas para dúvidas importantes. Além disso, apesar do esforço para atualização de algumas portarias por parte da Anvisa, as mesmas continuam pouco consolidadas e muito aquém da legislação dos demais países americanos e europeus, dificultando o comércio internacional e estimulando o contrabando. A consolidação da legislação atual, de modo a simplificar e aproximar-se das legislações internacionais que se baseiam na Segurança (hoje são muitas RDCs e portarias para uma mesma categoria de produto), facilitariam a análise dos processos, diminuiriam as divergências na interpretação das normas bem como a necessidade de exigências em processos de registro, o que gera re-trabalho. Com isso, a Anvisa conseguiria cumprir com seus prazos. Mesmo assim, a maioria dos entrevistados (89%) avalia que os processos tem melhorado ao menos parcialmente, e apenas 11% pensa o inverso. E grande parte dos respondentes é otimista: 67% dos respondentes acredita que a ANVISA tem demonstrado compromisso com uma regulação de melhor qualidade. A maioria dos entrevistados acredita que sempre ou frequentemente a ANVISA atende as funções para a qual foi criada, porém, cresceram frente aos anos anteriores as avaliações negativas, passando de 10% para 33%. Novamente houve uma piora dos níveis de satisfação – os piores resultados foram em 2010, quando comparados com os dois anos anteriores. O fato de grande parte do pessoal da agência estar comprometido com a análise de registros faz com que sobre pouca equipe para fazer a real fiscalização do mercado, monitorando o pós-venda. Este monitoramento pode ser estimulado via parcerias com as Associações do setor, que buscam pelo mesmo objetivo. Hoje, a atuação da Anvisa é dependente de denúncias, e não acontece por uma fiscalização ativa frequente. Apesar de ter melhorado consistentemente os que avaliam que a ANVISA consegue sempre ou frequentemente tratar adequadamente as solicitações urgentes - a Anvisa já deu um grande passo ao aumentar o numero de produtos sujeitos à notificação ao invés de registro, mas precisa ainda concluir a Consulta Pública 95 e garantir que os produtos colocados no mercado sob notificação estejam de fato dentro das normas da Anvisa - o fato de não ser possível efetuar denúncias na área de Alimentos pelo site da Anvisa – Notivisa, e pela ouvidoria (a reposta é que deve-se procurar as Visas Municipais) é outro agravante. É necessário dar mais responsabilidade para o setor regulado, consolidar e simplificar a legislação. Além disso, um canal pelo site principal da Anvisa para denúncias também de alimentos é fundamental. A Anvisa atua apenas após denúncias, e ainda, principalmente de denúncias orientadas. Há hoje uma grande desconfiança sobre a validade de uma denúncia sobre produtos informais. No caso de alimentos, a resposta não vem da Anvisa já que a fiscalização compete às Visas Municipais. A ANVISA necessita integrar-se adequadamente ao SNVS para dar a devida visibilidade às ações de pós vigilância que deverão ser feitas a partir de agora. Para se ter sucesso, é necessário que se dê o devido retorno ao denunciante, desde que seja legítima e sustentável sua denúncia. A falta de pessoal aparece em todos os relatórios como um dos principais aspectos a receberem atenção. Há um contingente razoável (41%) de respondentes que acredita que a força de trabalho da agência não é compatível com o desempenho de suas funções. As principais explicações para este fato podem ser a grande demora nas concessões de registros e exigências diferentes para problemas iguais (alto grau de subjetividade). Mais da metade dos respondentes avaliam favoravelmente a compatibilidade 55 AMCHAM – American Chamber of Commerce da força de trabalho da ANVISA com o desempenho das funções, mas é expressivo o percentual que afirma que essa adequação ocorre raramente ou nunca. O setor regulado reconhece que a agência buscou realizar mudanças. O aumento da transparência de seus atos e o maior número de reuniões com o setor regulado, geram uma participação ainda maior na sugestão de melhorias dos processos, o que é fortemente recomendado para que as mudanças realizadas estejam no caminho certo. Além disso, devem levar em consideração processos que permitam a sugestão por parte do setor regulado com antecedência. Sem que isso aconteça, fica a impressão de que a opinião das empresas e associações é ouvida apenas como “pro-forma” no final do processo, sem ser considerada na decisão final. Um exemplo disto são as consultas públicas. São polarizadas as opiniões no que se refere à percepção de que a ANVISA leva em conta e disponibiliza as sugestões enviadas nestes fóruns. A disponibilização deveria acontecer com mais detalhes de informação, e com alguns dias de antedecendia à Audiência Publica, para que os participantes possam se preparar com os temas que gostariam de levantar para discussão. A maioria dos respondentes (67%) acredita que a realização de audiências públicas virtuais com os Diretores da Diretoria Colegiada amplia a transparência e interlocução com a empresa. Embora a maioria dos respondentes tenha uma percepção positiva da Audiência Pública Virtual, para alguns respondentes ela não facilita a interlocução com as empresas. Apesar de poderem de fato ampliar a transparência, não substituem o benefício da real interlocução em uma Audiência Pública presencial. Melhorar a plataforma das Audiências Públicas de tal forma que permitam uma real interlocução com os cidadãos – dando chance de haver perguntas e respostas em tempo real, seria uma sugestão para a agência. Enquanto isto não ocorre, deve-se manter o formato presencial. Estes foruns só são válidos se o processo for democrático, com a devida e necessária participação do setor regulado em audi56 ências, indicação de quais são as sugestões feitas e o motivo pelo qual não poderiam ser aceitas. A existência de um canal aberto entre a Anvisa e o setor regulado é bastante importante porque permite que erros não se repitam e garante a necessária transparência para os atos da agência. As reuniões pessoais ganham preferência como meio de comunicação mais eficiente em 2010 para quase a metade dos entrevistados talvez porque são consideradas efetivas para resolução de problemas para a grande maioria dos entrevistados. Entretanto, o e-mail e as associações foram considerados os meios mais eficientes para atender as necessidades da empresa. Durante as reuniões presenciais, é possível discutir casos específicos e pessoais de cada empresa, o que muitas vezes trata de decisões estratégicas e segredos de empresas que não podem ser divididos em Associações de Classe. Além disso, como é comum a divergência na interpretação das normas, uma reunião presencial gera uma ata que pode ser usada como documento no momento do peticionamento de um novo registro, mostrando que a empresa seguiu exatamente o que foi orientada a fazer. Deve-se rever o sistema de atendimento por telefone, totalmente inadequado para lidar com o Setor Regulado (atendentes não especializados e despreparados), que deveria fazer uma triagem do telefonema por meio de uma central e um direcionamento para a gerência ou equipe responsável e treinada para uma adequada orientação. Outro fato importante seria diminuir as divergências de interpretações de modo a não ser mais necessário que a empresa tenha uma ata para comprovar que o documento apresentado é exatamente o que fora requisitado pela agência. É possível fazer uma preleção do assunto da reunião por e-mail ou telefone, de modo a tentar apresentar uma solução ao requerente sem que tenha necessidade de reunião presencial. Ou seja, sempre que solicitada uma reunião, um técnico competente poderia entrar em contato com o requerente, e tentar solucionar as dúvidas por telefone. AMCHAM – American Chamber of Commerce O tempo de resposta, porém, ainda é muito lento. Cerca de 38% das respostas ocorrem com mais de 30 dias. Muitas vezes, a empresa precisa insistir algumas vezes, mandar e-mail e ligar até obter a resposta. O ideal seria que as respostas seguissem uma ordem de solicitação ou de urgência. Já o e-mail é essencial para que seja aberto número de protocolo que depois pode ser acompanhado por telefone. Não deveria ser necessária a cobrança da resposta de um e-mail por telefone, mas sim um retorno com o prazo da resposta. Dessa forma, as empresas saberiam o quanto aguardar até entrar em contato novamente. Uma ideia seria notificar com um e-mail o momento do encaminhamento do protocolo, ou manter um sistema de monitoramento on line, como dos correios. Para os telefonemas, deveria ser aberto um número de protocolo para acompanhamento. A criação de um mailing segmentado, que receberia um newsletter com o resumo das atividades da agência sobre um determinado setor, traria mais informações às empresas. A divulgação desta informação seria feita pelas Associações, por exemplo. Seu formato seria como o de um relatório, similarmente ao que se sugere sobre a Agenda Anvisa, cuja apresentação é um bom instrumento. A maioria dos entrevistados (74%) acredita que a implementação da “Agenda Regulatória Anual” trouxe maior transparência para a ANVISA, e 79% dos entrevistados acreditam que os relatórios anuais de atividades publicados com resultados das ações da ANVISA contém informações sempre ou frequentemente relevantes. Porém, o andamento destes trabalhos sugeridos pela agenda ainda é uma incógnita e sugere-se, portanto, relatórios trimestrais sobre o seu andamento. Outros 79% entendem que a incorporação da “análise de impacto regulatório como ferramenta” para identificar os potenciais impactos econômicos da atuação regulatória sobre as empresas contribui para a melhoria da qualidade da regulação, ao menos parcialmente. É necessário implantar-se tal ferra- menta, que já foi lançada em 2009 e até o momento não foi aplicada a nenhuma das Resoluções da área de alimentos durante o período de consultas públicas, além de comunicar melhor o setor regulado, que aparentemente desconhece esta ação. O “Programa de Boas Práticas Regulatórias” da Anvisa, para 42% dos entrevistados, tem contribuído para um ambiente regulatório de melhor qualidade, mas 38% desconhecem o programa. Por outro lado, os respondentes se mostram mais insatisfeitos em 2010 com a Anvisa no que se refere à apresentação de métricas ao setor regulado englobando todas as etapas de atuação (do protocolo à publicação). Sobre a posição de análise de processos de registro e alteração de registro, 56% avaliam que raramente ou nunca isso ocorre com clareza, contra 32% em 2009. Cresce, em relação a 2009, as opiniões de que a ANVISA raramente interpreta e executa as normas regulatórias de maneira uniforme, e 55% avaliam que está abaixo ou não atende as expectativas no tocante à aplicação adequada e harmônica das normas regulatórias e fiscalizatórias. Piora nítida se percebe também no grau de satisfação em relação à execução uniforme das normas regulatórias, principalmente pelo enorme número de processos que são praticamente iguais e recebem exigências diferentes, ou mesmo indeferimento ou deferimento sem motivo definido. Por exemplo, algumas Visas Municipais têm competência de analisar registros, e outras não. Isto pode facilitar as empresas desta região específica, seja pela proximidade ou relacionamento mais íntimos com os técnicos regionais. A descentralização pode ser benéfica, porém quando é uniforme/homogênea (a interpretação dos processos e prazo de entrega sejam semelhantes) ou democrática (ou seja, se for de livre escolha a VISA para qual a empresa encaminha seu processo, de modo a não gerar benefícios a algumas regiões especificas apenas). Similarmente, ocorre aumento de 32% em 2009 para 40% em 2010 da percepção de que raramente a ANVISA é clara em suas resoluções. 57 AMCHAM – American Chamber of Commerce Aumentou também o percentual de respondentes cuja empresa frequentemente teve alguma exigência/ indeferimento de processos relativos à importação questionáveis com as normas aplicáveis. Cresce a insatisfação dos respondentes sobre a atuação da Anvisa no sentido de garantir uma aplicação de entendimento e comunicação adequadas e harmônicas interdepartamentais (por exemplo das áreas técnicas com GEGAR, GGIMP, etc.), e 67% dos respondentes avaliam essa atuação como insatisfatória ou pouco satisfatória. Outro ponto a ser melhorado é o fato de a Anvisa utilizar um sistema positivo de legislação, diferente do que é praxe no direito comum. Ou seja, normalmente em uma Lei, se não está escrito que tal aspecto não pode ser realizado, então naturalmente entende-se que ele é permitido. Já nos regulamentos da Anvisa, alguns respondentes afirmam perceber o oposto, de que quando não está escrito que é permitido, então aquilo é proibido. Isto causa confusão e subjetividade porque a interpretação de um regulamento da agência é totalmente diferente da interpretação de uma lei Federal, e os que não se atentam a esta diferença acabam sendo prejudicados. Com isso, a percepção de que há muita subjetividade nas análises de processos e exigências feitas pelos técnicos é muito grande, chegando a 93% das respostas. Tal impressão aumentou bastante de 2009 para 2010 (antes era de 76%). Em relação aos anos anteriores houve um aumento de exigência/ indeferimento de processo não condizente com as normas aplicáveis: em 2008 – 15%, 2009 – 12% e em 2010 – 41% das empresas responderam que tiveram processos sempre ou frequentemente indeferidos não condizentes com as normas aplicáveis. Existe, portanto, uma necessidade de dar-se a devida transparência para os processos, uniformidade, além de buscar-se critérios mais objetivos para a análise dos processos de registros. Inclusive, quando uma empresa busca orientações, normalmente, é direcionada ao site da Anvisa ou então à portaria que regulamenta o tema. 58 Porém, nem sempre uma única portaria é suficiente para compreender todas as exigências, e pior ainda, muitas vezes o site está fora do ar e não é possível consultar a legislação indicada. A consolidação da legislação, melhora do site e manuais práticos para diferentes assuntos disponíveis para download no site, dando o passo a passo para cada tipo de exigência mais frequente, seria a solução deste problema. As ferramentas eletrônicas da Anvisa necessitam também de melhorias. De acordo com alguns respondentes, não é incomum que o peticionamento eletrônico esteja fora do ar, bem como outros serviços como a consulta de Portarias/RDCs. Faz-se urgente atualizar o sistema Datavisa para poder fazer com que o Banco de Dados reflita a realidade e esteja disponível 24 horas por dia. A utilidade e disponibilidade do sistema de peticionamento eletrônico atende a expectativa da maioria dos entrevistados. Quase metade dos entrevistados avalia que a utilidade e disponibilidade do sistema de atualização de bancos de dados da Anvisa atende as expectativas da empresa. 73% das empresas respondentes com relacionamento com o setor de alimentos avalia positivamente o “Boletim eletrônico de boas práticas regulatórias”, mas 27% o desconhecem . Assim, apesar de os pontos positivos e negativos percebidos na pesquisa de 2010, é preciso consolidar e simplificar a legislação brasileira de modo a minimizar barreiras de inovação tecnológicas, e buscar harmonias com regulamentação global. Para 60% das empresas, a ação da ANVISA é inibidora de inovação e melhorias, principalmente pelo grande tempo necessário para a obtenção de registro sanitário. O aumento no tempo de finalização do exercício de controle sanitário nas importações da empresa também contribui para esta situação, com 78% dos entrevistados avaliando que a demora na aprovação, publicação de renovação, alteração de autorização de funcionamento prejudica a disponibilidade de produto frequentemente ou sempre. AMCHAM – American Chamber of Commerce P1 - Em termos de avaliação geral, dê uma nota para atuação da ANVISA como um todo, sendo 1 a menor e 5 a maior (%) Grau de Satisfação geral ANVISA:(%) 18% 3 28% 15 54 5 4 20 3 8 2 Maior Nota 1 Menor Nota Base: Amostra (111) P2 - Em termos de avaliação geral, dê uma nota para a atuação desta gerência da ANVISA que sua empresa tem relacionamento, sendo 1 a menor nota e 5 a maior. (%) Grau de Satisfação ANVISA: Gerência Alimentos 26% 4 2010 2009 26% 22 48 7 19 43 2008 32 25 55 5 4 3 7 14 4 18 3 2 Maior Nota 1 Menor Nota Base: Se relaciona com gerência de Alimentos (27) P3 - A ANVISA atende às funções para a qual foi criada de maneira satisfatória? (%) 68 10 72 63 10 4 Sempre 26 22 17 0 Frequentemente 2008 Raramente 2009 0 7 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (27) 59 AMCHAM – American Chamber of Commerce P4 - As instalações da Anvisa permitem uma boa acomodação para o atendimento das empresas? (%) 2010 50 23 15 Sim 12 Parcialmente Não Desconheço Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (30) P5 - A Anvisa tem melhorado seus processos de trabalho para qualificar o atendimento às empresas ? (%) 2010 67 22 11 0 Sim Parcialmente Não Deconheço Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (27) P6 - Em sua opinião, a força de trabalho da Agência é compatível com o desempenho das funções institucionais? (%) 2010 48 41 7 Sempre 4 Frequentemente Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (27) 60 Raramente Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P7 - A ANVISA interpreta e executa as normas regulatórias de maneira uniforme? (%) 57 55 44 41 35 18 8 21 11 4 3 Sempre Frequentemente 2008 Raramente 2009 4 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (27) P8 - Os atos normativos da ANVISA respeitam a hierarquia da legislação? (%) 69 59 50 32 31 19 10 18 12 0 Sempre Frequentemente 2008 Raramente 2009 0 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (26) P9 - Em relação à atuação da Anvisa no sentido de garantir uma aplicação adequada e harmônica das normas regulatórias e fiscalizatórias pelos agentes estaduais e municipais de vigilância sanitária, a agência: (%) 2010 44 48 7 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (27) 61 AMCHAM – American Chamber of Commerce P10 - A Anvisa tem demonstrado compromisso com uma regulação de melhor qualidade? (%) 2010 67 22 11 Sim Não Desconheço Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (27) P11 - O Programa de Boas Práticas Regulatórias da Anvisa tem contribuído para um ambiente regulatório de melhor qualidade, maior transparência e credibilidade para atuação e investimento da sua empresa no país? (%) 2010 42 38 19 Sim Não Desconheço Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (26) P12 - A instituição de uma Agenda Regulatória anual trouxe maior transparência para as ações regulatórias da Anvisa? (%) 74 2010 19 7 Sim Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (27) 62 Não Desconheço AMCHAM – American Chamber of Commerce P13 - Em sua opinião, a realização de audiências públicas virtuais com os Diretores da Diretoria Colegiada da Anvisa amplia a transparência e facilita a interlocução com sua empresa? (%) 2010 37 30 22 11 Sim Parcialmente Não Desconheço Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (27) P14 - Na sua opinião, a incorporação da Análise Impacto Regulatório como ferramenta para identificar os potenciais impactos econômicos da atuação regulatória sobre as empresas pode contribuir para a melhoria da qualidade da regulação? (%) 2010 41 37 22 0 Sim Parcialmente Não Desconheço Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (27) P15 - Na sua opinião, a análise, cobrança e alteração do valor das taxas pela Gerência de Gestão da Arrecadação (GEGAR) é feita com embasamento jurídico e técnico adequado? (%) 65 62 46 31 23 27 22 9 8 Sempre 0 Frequentemente 2008 Raramente 2009 4 4 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (26) 63 AMCHAM – American Chamber of Commerce P16 - Na sua opinião, qual seria o meio de comunicação mais eficiente entre a sua empresa e a ANVISA? (%) 46 35 26 Reuniões presenciais 27 26 23 15 15 15 15 Internet E-mail (fale conosco e Anvis@tende) 2008 14 12 8 Associação de classes 2009 8 4 Telefone (central de atendimento 0800 642 9782) 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (26) P17 - Dos meios de comunicação utilizados pela ANVISA, qual tem sido o mais eficiente para atender às suas necessidades? (%) 31 31 35 31 23 12 E-mail (fale conosco e Anvis@tende) 15 8 Associação de classes 15 0 Reuniões presenciais Internet 2008 0 Telefone (central de atendimento 0800) 0 Telefone S/E 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (26) P18 - Quando a empresa utiliza Internet, e-mail, telefone, para solucionar dúvidas, ou reclamações sobre processos, o tempo de resposta da ANVISA é feito: (%) 38 23 27 26 30 Em menos de 5 dias Entre 5 e 10 dias Entre 11 e 30 dias 2008 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (27) 64 19 8 4 19 4 Entre 31 e 60 dias 2010 Acima de 60 dias 0 4 Não sabe AMCHAM – American Chamber of Commerce P19 - Com que frequência as formas não presenciais de comunicação com a ANVISA (telefone, e-mail, fax) são meios eficazes para solucionar problemas e/ou esclarecer dúvidas, evitando exigências adicionais no processo e acelerando a conclusão da análise? (%) 59 55 37 35 37 33 22 3 Sempre 7 8 0 Frequentemente 2008 Raramente 2009 4 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (27) P20 - Com que frequência o telefone é eficiente como meio de comunicação utilizado? (%) 33 41 39 25 14 21 19 7 Sempre Frequentemente 2009 Raramente Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (27) P21 - Com que frequência e-mail ou fax são eficientes como meio de comunicação utilizado? (%) 56 36 32 30 25 11 Sempre 7 Frequentemente 2009 Raramente 4 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (27) 65 AMCHAM – American Chamber of Commerce P22 - Havendo necessidade de uma reunião presencial, quanto tempo após a solicitação a reunião é realizada? (%) 39 9 32 36 30 28 22 4 Até uma semana Entre 1 e 2 semanas Entre mais de 2 e 3 semanas 2009 Mais de 3 semanas 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (25) P23 - Com que frequência os seus pedidos de reunião são atendidos? (%) 2010 50 33 8 8 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (24) P24 - No caso de negativa da solicitação de reunião, o motivo para o não atendimento no pedido é: (%) 2010 29 29 19 10 Não há pessoal disponível para atendimento Não há motivo explícito A questão é solucionada por outros meios Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (21) 66 A reunião agendada é cancelada pela Anvisa 10 A gerência não realiza reuniões para o assunto solicitado pela empresa 5 Resposta depois do prazo requisitado AMCHAM – American Chamber of Commerce P25 - As reuniões presenciais são efetivas para solucionar os problemas apontados? (%) 78 58 52 32 30 16 13 8 Sempre Frequentemente 2008 9 5 0 Raramente 2009 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (23) P26 - O atendimento e encaminhamento de protocolo da UNIAP (Unidade de Atendimento ao Público) está adequado em termos temporais e qualitativos? (%) termos temporais e qualitativos? 78 58 52 32 30 16 13 8 Sempre Frequentemente 9 5 0 Raramente 2008 2009 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (24) P27 - A ANVISA é pró-ativa na comunicação com o setor regulado relativa a temas que impactam os serviços prestados pela Agência? (%) 62 33 30 30 27 8 Sempre 7 Frequentemente 2009 Raramente 4 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (26) 67 AMCHAM – American Chamber of Commerce P28 - Os relatórios anuais de atividades publicados com os resultados das ações da Anvisa contém informações úteis para sua empresa ou setor em que atua? (%) 2010 54 23 15 8 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (26) P29 - O Boletim Eletrônico de Boas Práticas Regulatórias tem contribuído com informações regulatórias de interesse da sua empresa? (%) 2010 54 27 19 0 Sim Parcialmente Não Desconheço Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (26) P30 - De maneira geral, dentro da experiência de sua empresa, com que frequência a Anvisa consegue tratar adequadamente as solicitações urgentes? (%) 46 44 41 50 41 30 11 15 8 11 0 Sempre Frequentemente 2008 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (26) 68 Raramente 2009 2010 Nunca 4 AMCHAM – American Chamber of Commerce P31 - Quanto ao conteúdo, utilidade e disponibilidade do sistema, o peticionamento eletrônico: (%) 73 27 0 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (22) P32 - Quanto ao conteúdo, utilidade, disponibilidade do sistema e atualização, os bancos de dados da Anvisa: (%) 48 36 16 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (25) P33 - Nos diversos procedimentos realizados pela ANVISA, os critérios para análise e a coerência na elaboração de exigências variam de técnico para técnico? (%) 62 62 38 38 31 26 13 15 8 8 0 Sempre Frequentemente 2008 Raramente 2009 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (26) 69 AMCHAM – American Chamber of Commerce P34 - Nos diversos processos submetidos à avaliação da ANVISA é possível para a empresa ter uma previsibilidade ou estimativa de prazo para a finalização da análise? (%) 35 40 35 36 23 20 8 4 Sempre Frequentemente Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (25) P35 - A resposta da ANVISA em eventuais casos de denúncia sobre produtos clandestinos/ informais, em termos de eficiência e qualidade é: (%) 57 50 42 33 25 21 15 21 Muito satisfatório 10 7 4 3 Satisfatória Pouco satisfatória 2008 13 0 Insatisfatória 2009 0 Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (24) P36 - Na sua opinião, a ANVISA tem mecanismos claros e amigáveis que viabilizem o acompanhamento e os resultados satisfatórios de denúncias sobre produtos clandestinos/ informais de maneira: (%) 50 30 30 22 13 21 13 13 4 4 Muito satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória 2009 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (24) 70 Insatisfatória 2010 Desconheço AMCHAM – American Chamber of Commerce P37 - A ANVISA internaliza as Resoluções e Acordos do Mercosul de que foi signatária? (%) 56 41 30 30 24 35 30 5 4 Sempre 26 20 Frequentemente 2008 Raramente 2009 0 Nunca/ Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (25) P38 - Na sua opinião, a ANVISA orienta adequadamente seus representantes para se preparar e participar das reuniões do Mercosul com definições claras e cumpre os prazos de discussão para avançar nos temas urgentes? (%) 48 37 33 26 32 16 4 Sempre 4 Frequentemente 2009 Raramente Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (25) P39 - Na sua opinião, a ANVISA trabalha no Mercosul e em fóruns internacionais buscando em todos os departamentos de sua gestão a harmonização com a regulamentação global, minimizando barreiras de inovação tecnológica? (%) 68 38 23 19 19 16 16 0 Sempre Frequentemente 2009 Raramente Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (25) 71 AMCHAM – American Chamber of Commerce P40 - A ANVISA busca alinhamento com o setor regulado em relação aos seus posicionamentos no MERCOSUL e em fóruns internacionais? (%) 60 35 31 20 19 15 20 0 Sempre Frequentemente Raramente 2009 Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (25) P41 - Considerando que muitas empresas têm seus produtos registrados em outros órgãos de fiscalização em outros países, as exigências e atuação da ANVISA na legalização de produtos e empresas dificultam a inovação e melhorias nos setores regulados por essa agência? (%) 49 44 28 17 40 31 28 28 16 12 3 Sempre Frequentemente Raramente 2008 2009 4 Nunca/ Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (25) P42 - Com que frequência as Resoluções da Anvisa são claras? (%) 64 57 60 40 31 5 7 Sempre 0 0 Frequentemente 2008 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (25) 72 32 Raramente 2009 2010 4 Nunca 0 AMCHAM – American Chamber of Commerce P43 - Com que frequência a Anvisa leva em consideração as sugestões enviadas em consultas públicas? (%) 2010 48 48 4 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (25) P44 - Com que frequência a Anvisa disponibiliza para a sociedade as sugestões recebidas às consultas públicas? (%) 2010 48 44 4 4 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (25) P45 - A atuação da ANVISA no sentido de garantir uma aplicação de entendimento e comunicação adequadas e harmônicas interdepartamentais (por ex. das áreas técnicas com GEGAR, GGIMP, etc.) é: (%) 63 46 33 38 13 4 0 Muito satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória 2009 4 Insatisfatória 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (24) 73 AMCHAM – American Chamber of Commerce P46 - Na sua opinião, a Anvisa apresenta métricas ao setor regulado englobando todas as etapas de atuação (do protocolo à publicação) com clareza sobre a posição de análise de processos de registro e alteração de registro? (%) 55 52 39 23 14 9 4 Sempre Frequentemente Raramente 2009 4 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (23) P47 - A partir da data de protocolo em quanto tempo, aproximadamente, é finalizado o exercício do controle sanitário nas importações de sua empresa? (%) 67 42 25 11 11 21 16 8 0 0 24 horas 48 horas 72 horas 96 horas 2009 Mais de 96 horas 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (12) P48 - Com que frequência a impossibilidade de obtenção de licenças de importação por demora na aprovação/publicação de renovação/ alteração de autorização de funcionamento prejudica a disponibilidade de produtos? (%) 55 23 21 32 26 14 Sempre Frequentemente 2009 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (22) 74 Raramente 2010 21 9 Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P49 - Na sua percepção há uniformização nos procedimentos de fiscalização para liberação das importações de mercadorias submetidas ao regime de vigilância sanitária? (%) 61 50 42 37 30 25 25 21 9 0 0 Sempre Frequentemente 2008 0 Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (23) P50 - Na sua percepção há uniformização na análise técnica relativa à liberação das importações de mercadorias submetidas ao regime de vigilância sanitária? (%) 55 42 37 32 16 5 9 5 Sempre Frequentemente Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (22) P51 - Como a sua empresa avalia a performance das atividades de vigilância sanitária no desembaraço aduaneiro nos portos e aeroportos citados abaixo? (%) Aerop. de Guarulhos - SP 27 Porto de Santos - SP 17 Aerop. de Viracopos - SP 13 Aerop. de Congonhas - SP 10 Aerop. de Manaus - AM 7 Porto de Manaus - AM 7 Porto de Paranaguá - PR 7 Portos e Aeroportos que receberam as avaliações mais Positivas: Excedem as expectativas Atendem as suas expectativas Porto de Sepetiba - RJ - RJ 3 Porto de Salvador - BA 3 Porto de Tubarão - ES 3 Porto S. Fco do Sul - SC 3 Porto de Itaqui - MA 3 Porto de Pecem - CE 3 Porto de Vitória - ES 3 Porto de Aratu - BA 3 Porto de S. Sebastião - SP 3 Porto de Itajaí - SC 3 Aerop. do Galeão - RJ 3 Aerop. de Salvador - BA 3 Aerop. de Recife - PE 3 Porto de Macaé - RJ 3 Porto de Vila do Conde - PA 3 Porto de Rio Grande - RS 3 Est. Aduan. de Anápolis - GO 3 Porto de Suape - PE 3 Est. Aduan. Porto Belo - SC 3 Porto do Rio de Janeiro - RJ 3 Est. Aduan. do DF 3 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (23) 75 AMCHAM – American Chamber of Commerce P51 - Como a sua empresa avalia a performance das atividades de vigilância sanitária no desembaraço aduaneiro nos portos e aeroportos citados abaixo? (%) 50 Aerop. de Viracopos - SP Est. Aduan. de Anápolis - GO 41 Aerop. de Guarulhos - SP 36 Porto de Santos - SP 23 Aerop. de Congonhas - SP Aerop. do Galeão - RJ 14 Aerop. de Manaus - AM 14 Aerop. de Recife - PE 14 Porto de Manaus - AM 14 Porto de Paranaguá - PR 14 Bottom 2 boxes: Avaliações mais Negativas Não atendem as expectativas Estão abaixo das expectativas 9 Porto do Rio de Janeiro - RJ 5 Porto de Sepetiba - RJ 5 Porto de Salvador - BA 5 Porto de Tubarão - ES 5 Porto S. Francisco do Sul - SC 5 Porto de Itaqui - MA 5 Porto de Pecem - CE 5 Porto de Vitória - ES 5 Porto de Aratu - BA 5 Aeroporto de Salvador - BA 9 Porto de Macaé - RJ 9 Porto de Vila do Conde - PA 9 Porto de Rio Grande - RS 9 Porto de São Sebastião - SP 5 Porto de Suape - PE 9 Est. Aduan. Porto Belo - SC 5 Porto de Itajaí - SC 9 Est. Aduan. do DF 5 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (23) P52 - A orientação prestada pela ANVISA aos interessados, referente às exigências sanitárias é? (%) 57 54 45 29 14 9 27 21 18 17 8 0 Rápida e adequada Morosa mas adequada 2008 Rápida mas inadequada 2009 Morosa e inadequada 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (22) P53 - Em sua opinião, o intercâmbio de informações entre a ANVISA e a Receita Federal, Banco Central, Decex, entre outros gestores das atividades de comércio exterior, quanto às práticas e procedimentos que devem ser observados com vistas ao desembaraço aduaneiro das mercadorias importadas sujeitas ao regime de vigilância sanitária ocorrem: (%) 55 50 47 42 20 11 5 0 Sempre Frequentemente 2009 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (19) 76 Raramente 2010 Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P54 - Sua empresa já teve alguma exigência / indeferimento de processos relativos à importação questionáveis com as normas aplicáveis? (%) 62 57 48 39 29 14 0 0 29 13 10 0 Sempre Frequentemente Raramente 2008 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (21) P55 - Qual o tempo médio, a partir da data do protocolo, que sua empresa leva para aprovação de Licença de Importação pela ANVISA, descontado o tempo de cumprimento de exigências (pré-embarque)? (%) 60 50 50 33 30 20 17 15 13 5 Até 05 dias 0 De 06 a 15 dias 2008 De 16 a 30 dias 2009 7 Mais de 30 dias 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (20) P56 - No seu entendimento as exigências realizadas pela ANVISA e relacionadas à Licença de Importação estão em conformidade com os regulamentos técnicos vigentes? (%) 2010 58 32 11 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (19) 77 AMCHAM – American Chamber of Commerce P57 - Qual o tempo médio, a partir da data do protocolo, que sua empresa leva para aprovação de licença de importação pós-embarque, descontado o tempo de cumprimento de exigências? (%) 2010 70 20 5 5 Até 05 dias De 06 a 15 dias De 16 a 30 dias Mais de 30 dias Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (20) P58 - Você considera que as condições de armazenamento junto ao recinto alfandegário são adequadas? (%) 50 45 5 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (20) P59 - O atendimento dos servidores da ANVISA, no que tange à prestação de informações são esclarecedoras à sua empresa? (%) 54 45 43 8 36 29 33 9 4 0 Sempre Frequentemente 2008 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (22) 78 29 Raramente 2009 2010 Nunca 9 AMCHAM – American Chamber of Commerce P60 - Das exigências recebidas, com que frequência a documentação solicitada pelo PAF já havia sido apresentada à área técnica competente? (%) 67 65 47 33 32 25 16 5 0 5 Sempre 5 0 Frequentemente 2008 Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (20) P61 - Em sua opinião existe burocracia desnecessária nos processos de importação/exportação? (%) 55 40 5 Sempre Frequentemente 0 Raramente Nunca Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (20) P62 - Em sua opinião a falta de regulamentação existente para remessa/ recebimento de material biológico do e para o exterior interferem nos resultados de sua empresa? (%) 46 23 42 21 16 23 21 8 Sempre Frequentemente 2009 Raramente Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (19) 79 AMCHAM – American Chamber of Commerce P63 - Como é sua percepção da relação entre a GGPAF e as PAFs locais no resultado de seus processos empresariais? (%) 2010 63 31 6 Muito Satisfatório 0 Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (16) P64 - Na sua percepção, o número de funcionários da ANVISA em Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados é suficiente para atender as necessidades de sua empresa? (%) 2010 53 26 21 0 Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (19) P65 - Qual o tempo aproximado para a primeira manifestação de um processo de concessão de autorização de funcionamento? (%) 2010 28 11 De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (18) 80 6 De 7 a 9 meses 11 De 10 a 18 meses 6 Mais de 18 meses AMCHAM – American Chamber of Commerce P66 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de concessão de autorização de funcionamento quando não há exigência de adequação da documentação por parte da empresa? (%) 52 33 30 17 0 De 3 a 4 meses 33 22 18 9 4 0 0 1a2 meses* 33 24 De 5 a 6 meses 17 6 0 De 7 a 9 meses 0 De 10 ou mais meses Não se aplica *Opção não disponível em 2010 2008 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (17) P67 - Qual o tempo aproximado para a primeira manifestação de um processo de renovação de autorização de funcionamento? (%) 2010 29 24 6 0 De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses 0 De 10 a 18 meses Mais de 18 meses Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (17) P68 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de renovação de autorização de funcionamento quando não há exigência de adequação da documentação por parte da empresa? (%) 43 29 41 35 24 14 14 0 1-2 meses* 0 0 De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses * Opção não disponível em 2010 De 7 a 9 meses 2009 0 De 10 ou mais meses 0 Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (17) 81 AMCHAM – American Chamber of Commerce P69 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de alteração de autorização de funcionamento? (%) 62 43 31 29 14 14 0 0 De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses 2009 8 0 De 10 meses ou mais 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (13) P70 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de concessão de autorização de funcionamento especial? (%) 62 58 21 19 7 De 1 a 2 meses 10 5 De 3 a 4 meses 7 5 a 6 meses 7 0 5 7 a 9 meses 2009 0 10 meses ou mais Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (14) P71 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de renovação de autorização de funcionamento especial? (%) 64 27 23 0 De 1 a 2 meses 5 De 3 a 4 meses 0 0 0 5 a 6 meses Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (15) 9 7 7 a 9 meses 2009 82 66 0 10 meses ou mais 2010 Não se aplica AMCHAM – American Chamber of Commerce P72 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de alteração de autorização de funcionamento especial? (%) 66 64 27 23 5 0 De 1 a 2 meses 0 De 3 a 4 meses 9 0 5 a 6 meses 7 0 7 a 9 meses 2009 0 10 meses ou mais Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (15) P73 - Qual o tempo aproximado para obtenção de certificação de boas práticas de fabricação ou distribuição com inspeção incluindo publicação no DOU? (%) 67 60 33 33 17 17 0 0 0 De 1 a 2 meses 0 De 3 a 4 meses 25 20 8 7 5 a 6 meses 2008 13 7 a 9 meses 2009 10 meses ou mais 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (13) P74 - Qual o tempo aproximado para obtenção da primeira certificação de boas práticas de fabricação extra-zona incluindo publicação no DOU? (%) incluindo publicação no DOU? 67 20 0 De 3 a 4 meses 17 13 0 0 7 0 5a6 meses 5 7 2008 7 0 10 a 12 meses 2009 66 17 0 7a9 meses 75 0 De 13 ou mais meses Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (15) 83 AMCHAM – American Chamber of Commerce P75 - Na sua opinião, nas inspeções realizadas na sua empresa, os técnicos estavam capacitados adequadamente para realizar a inspeção internacional da sua fábrica? (%) 2010 18 59 18 6 Sempre Frequentemente Raramente Não realizei inspeção internacional Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (17) P76 - As unidades da GGIMP estão abertas para discutir e orientar as empresas sobre temas contidos na legislação, tais como autorização de funcionamento ou certificação de boas práticas de fabricação e distribuição? (%) 67 54 44 31 25 17 15 6 Sempre 17 25 0 0 Frequentemente 2008 Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (13) P77 - A Anvisa disponibiliza outros meios ou canais para discutir e orientar as empresas sobre dúvidas na legislação? (%) 2010 47 37 11 Sempre 5 Frequentemente Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (19) 84 Raramente Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P78 - Qual o tempo médio que sua empresa leva para aprovação de registro novo junto à ANVISA, descontando eventuais exigências? (%) 39 17 17 21 23 11 0 0 Até 3 meses 44 39 33 33 28 2007 13 17 17 11 27 22 6 De 10 a 12 2008 23 19 0 De 7 a 9 meses 2006 33 27 11 7 6 De 3 a 6 meses 2005 33 24 Mais de 18 meses 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (18) P79 - Qual o tempo médio que sua empresa leva para aprovação de registro de produto importado, descontando eventuais exigências? (%) 50 26 13 40 33 21 7 0 3 13 Até 3 meses 14 22 29 21 7 2007 7 7 0 0 De 10 a 12 meses 2008 28 24 22 17 21 De 7 a 9 meses 2006 33 33 31 28 13 De 3 a 6 meses 2005 33 Mais de 18 meses 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (14) P80 - Qual o tempo médio para aprovação de alteração em registro? (%) 53 31 31 25 9 0 Até 3 meses 2005 33 19 31 44 38 22 33 19 7 25 13 13 13 16 16 13 33 20 19 9 9 0 De 3 a 6 meses 2006 De 7 a 9 meses 2007 2008 0 De 10 a 12 meses 2009 7 Mais de 18 meses 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (15) 85 AMCHAM – American Chamber of Commerce P81 - Na sua experiência, quando a sua empresa entra em contato com a Anvisa sobre a posição de análise de processos de registro e alteração em registro de produtos alimentícios, a resposta é clara e objetiva? (%) 57 45 50 39 30 15 25 15 6 3 Sempre Frequentemente Raramente 2008 2009 6 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (18) P82 - Em sua opinião, a atividade de fiscalização externa exercida pela ANVISA no setor de alimentos é: P83 - Em sua opinião, a atividade de fiscalização técnica/ documental exercida pela ANVISA no setor de alimentos é: P84 - Em sua opinião, a atividade de fiscalizatória no mercado (por exemplo nos pontos de venda), exercida pela Anvisa é: Atividade de fiscalização exercida pela ANVISA Externa 55 5 Técnica/ documental Mercado (PDV) Base 40 41 53 47 6 42 5 4 3 Maior Nota 11 2 1 Menor Nota Base: Se relaciona com a gerência de alimentos P85 - Como você avalia o atendimento das consultas eletrônicas por parte da Gerência de Produtos Especiais (GPESP)? (%) 2010 47 35 12 6 Muito satisfatório Satisfatória Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (17) 86 Pouco satisfatória Insatisfatória AMCHAM – American Chamber of Commerce P86 - As solicitações de agendamento de audiência pessoal no parlatório para esclarecimento de dúvidas relativas a processos de registro / revalidação são atendidas? (%) 2010 50 28 11 11 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (18) P87 - Sabe-se que a área de alimentos é municipalizada e que o protocolo dos documentos é realizado na vigilância sanitária local. Entretanto, tal documentação segue para ANVISA para decisão e posterior publicação no Diário Oficial da União (DOU). Em sua opinião, o acompanhamento desse trâmite até referida publicação é: 70 55 50 50 50 38 25 25 35 29 25 15 0 65 25 15 5 0 0 Pleno Possível 2005 Difícil 2006 2007 0 0 5 12 6 Impossível 2008 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (17) P88 - Sua empresa já teve alguma exigência/ indeferimento de processo não condizente com as normas aplicáveis? (%) 75 48 38 10 13 0 0 44 41 38 15 12 6 5 0 Sempre 2005 35 31 25 59 54 Frequentemente 2006 2007 Raramente 2008 0 3 50 0 Nunca 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (17) 87 AMCHAM – American Chamber of Commerce P89 - Qual o tempo aproximado para análise da Anvisa de cumprimento de exigência? (%) 59 52 40 30 15 15 15 18 12 15 18 0 Até 30 dias 12 0 De 30 a 60 dias De 60 a 90 dias 2008 Mais de 90 dias 2009 Não sei/ Prefiro não responder 2010 Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (30) ESPAÇO PARA COMENTÁRIOS: (%) METODOLOGIA 3 Todos os produtos da empresa na área de alimentos são dispensados da obrigatoriedade de registro 3 SISTEMATIZAÇÃO 3 Deveria ter um site único em que os processos pudessem ser acompanhados 3 MOROSIDADE 3 A análise dos processos é muito lenta 3 Não respondeu Base: Se relaciona com a gerência de alimentos (30) 88 7 Existe uma situação intermediária, muitos registros ficaram dispensados e isto deve alterar a rotina 0 87 AMCHAM – American Chamber of Commerce E.3 Saneantes Neste ano de 2010 a gerência de Saneantes teve avaliação bem mais positiva do que a avaliação geral da ANVISA, e os resultados foram incrementados se comparados com os anos anteriores. Um exemplo é que 70% acredita que sempre ou frequentemente a ANVISA atende as funções para a qual foi criada. O otimismo aparece também com 81% dos respondentes que acreditam que a ANVISA tem demonstrado compromisso com uma regulação de melhor qualidade. Da mesma forma, o ‘Programa de Boas Práticas Regulatórias” da Anvisa, para 48% dos entrevistados, tem contribuído para um ambiente regulatório de melhor qualidade, mas 24% desconhece o programa. 90% entendem que a incorporação da “análise de impacto regulatório como ferramenta” para identificar os potenciais impactos econômicos da atuação regulatória sobre as empresas contribui para a melhoria da qualidade da regulação, ao menos parcialmente, e a maioria dos entrevistados (67%) acredita que a implementação da “Agenda Regulatória Anual” trouxe maior transparência para a agência. Para metade das empresas que participaram da pesquisa, os relatórios anuais de atividades publicados com resultados das ações da ANVISA contém informações sempre ou frequentemente relevantes. Mas outros 50% tem avaliação negativa. Os respondentes mostraram satisfação em relação aos processos de trabalho e instalações da ANVISA, que melhorou ao menos parcialmente para 91%. Apenas 10% apontaram o inverso. Foi avaliado que alguns processos implementados pela Agência, como a avaliação do impacto dos regulamentos no setor regulado e a Agenda Regulatória garantem uma maior transparência nas ações tomadas pela ANVISA. A compatibilidade da força de trabalho da ANVISA com o desempenho das funções foram avaliados favoravelmente para 67% dos respondentes, mas é expressivo o percentual que afirmam que essa adequação ocorre raramente ou nunca (34%). A avaliação positiva é explicada pelo fato de ter caído frente ao ano anterior o percentual de entrevistados que avaliam que a demora na aprovação, publicação de renovação, alteração de autorização de funcionamento prejudica a disponibilidade de produto frequentemente ou sempre, indicando que este tipo de situação se torna mais incomum. As opiniões são polarizadas no que se refere a percepção de que a ANVISA leva em conta e disponibiliza as sugestões enviadas em consultas públicas. Mas apenas 37% dos respondentes avalia que sempre ou quase sempre a ANVISA disponibiliza para a sociedade as sugestões recebidas às consultas públicas. Quando questionados sobre audiências virtuais, grande parte das empresas de saneantes desconhece este procedimento. Neste caso, é necessária mais divulgação por parte da ANVISA e das Gerências para dar visibilidade a este trabalho e garantir o uso por parte do setor regulado. As audiências virtuais podem facilitar o acesso às Gerências, especialmente quando se trata de micro e pequenas empresas, que não têm disponibilidade ou recursos para deslocamento. Um dos pontos que chama a atenção no questionário é a mudança da melhor forma de comunicação com a ANVISA. Nos anos anteriores os respondentes entenderam que a melhor maneira de se comunicar com a Agência era através de e-mail. Neste ano, a maioria optou pelas reuniões presenciais. Este pode ser um reflexo da demora nas respostas por e-mail. Ao fazer um questionamento, atualmente, demoram cerca de 10 dias para serem respondidas. Este pode ser um resultado negativo da implantação do ANVISA@tende, que burocratizou o contato com as Gerências. Em relação às reuniões presenciais, estas são agendadas com certa agilidade, facilitando o acesso das empresas. Quando não acontecem, na maioria das vezes é decorrente da falta de 89 AMCHAM – American Chamber of Commerce técnicos para atendimento. Isto ocorre pois atualmente a GGSAN possui apenas 07 técnicos para atuação. A demanda por aprovação de registro de produtos e participação em treinamentos para divulgação e esclarecimentos de regulamentos publicados acaba dificultando o atendimento interno. Apesar da alteração da melhor forma de comunicação, as empresas entendem que telefone, fax e e-mail são bons recursos para esclarecimento das dúvidas, e foi destacada a importância das entidades de classe do setor como interlocutoras entre o setor regulado e a Agência regulatória. O peticionamento eletrônico também foi bem avaliado pelos respondentes. A interpretação e execução das normas regulatórias de forma uniforme sempre é pauta do questionário desta pesquisa. Em 2010, cresce também, em relação a 2009, as opiniões de que isso raramente acontece. No entanto 53% avaliam que a ANVISA está abaixo ou não atende as expectativas no tocante a aplicação adequada e harmônica das normas regulatórias e fiscalizatórias. Verificou-se também aumento da crítica em relação à falta de uniformização nos procedimentos e análise técnica de fiscalização para liberação 90 das importações de mercadorias submetidas ao regime de vigilância sanitária. Por outro lado, no setor de Saneantes ocorre aumento de 63% em 2009 para 73% em 2010 da percepção de que sempre ou frequentemente a ANVISA é clara em suas resoluções. No que diz respeito às exigências, declinou também o percentual de respondentes cuja empresa raramente teve alguma exigência/ indeferimento de processos relativos à importação questionáveis com as normas aplicáveis. Cresce a satisfação dos respondentes sobre a atuação da ANVISA no sentido de garantir uma aplicação de entendimento e comunicação adequadas e harmônicas interdepartamentais (por ex. das áreas técnicas com GEGAR, GGIMP, etc.) com 76% dos respondentes apontando que isso ocorre sempre ou frequentemente. No que diz respeito às métricas, os respondentes se mostram mais satisfeitos em 2010 com a Anvisa englobando todas as etapas de atuação (do protocolo à publicação), 52% avaliam que a posição de análise de processos de registro e alteração de registro ocorre com clareza sempre ou frequentementente, versus 41% com essa opinião em 2009. AMCHAM – American Chamber of Commerce P1 - Em termos de avaliação geral, dê uma nota para atuação da ANVISA como um todo, sendo 1 a menor e 5 a maior (%) 18% 3 28% 15 54 5 4 20 3 8 2 1 Maior Nota Menor Nota Base: Amostra (111) P2 - Em termos de avaliação geral, dê uma nota para a atuação desta gerência da ANVISA que sua empresa tem relacionamento, sendo 1 a menor nota e 5 a maior. (%) 65% 30 2010 2009 2008 10% 35 5 37 7 37 5 4 10 25 53 5 50 7 3 2 Maior Nota 1 Menor Nota Base: Se relaciona com Gerência de Saneantes (20) P3 - A ANVISA atende às funções para a qual foi criada de maneira satisfatória? (%) 74 62 48 29 21 11 24 17 0 Sempre 16 0 Frequentemente Raramente 0 Nunca Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (21) 91 AMCHAM – American Chamber of Commerce P4 - As instalações da Anvisa permitem uma boa acomodação para o atendimento das empresas? (%) 57 19 Sim Parcialmente 10 14 Não Desconheço Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (21) P5 - A Anvisa tem melhorado seus processos de trabalho para qualificar o atendimento às empresas ? (%) 48 43 10 0 Sim Parcialmente Não Deconheço Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (21) P6 - Em sua opinião, a força de trabalho da Agência é compatível com o desempenho das funções institucionais? (%) 67 29 5 0 Sempre Frequentemente Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (21) 92 Raramente Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P7 - A ANVISA interpreta e executa as normas regulatórias de maneira uniforme? (%) 63 57 48 29 27 21 19 17 11 5 0 Sempre Frequentemente Raramente 2008 2009 5 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (21) P8 - Os atos normativos da ANVISA respeitam a hierarquia da legislação? (%) 62 56 52 38 33 29 19 11 0 Sempre 0 Frequentemente 2008 0 Raramente 2009 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (21) P9 - Em relação à atuação da Anvisa no sentido de garantir uma aplicação adequada e harmônica das normas regulatórias e fiscalizatórias pelos agentes estaduais e municipais de vigilância sanitária, a agência: (%) 48 48 5 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (21) 93 AMCHAM – American Chamber of Commerce P10 - A Anvisa tem demonstrado compromisso com uma regulação de melhor qualidade? (%) 81 2010 10 Sim Não 10 Desconheço Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (21) P11 - O Programa de Boas Práticas Regulatórias da Anvisa tem contribuído para um ambiente regulatório de melhor qualidade, maior transparência e credibilidade para atuação e investimento da sua empresa no país? (%) 2010 48 29 Sim Não 24 Desconheço Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (21) P12 - A instituição de uma Agenda Regulatória anual trouxe maior transparência para as ações regulatórias da Anvisa? (%) 67 2010 29 5 Sim Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (21) 94 Não Desconheço AMCHAM – American Chamber of Commerce P13 - Em sua opinião, a realização de audiências públicas virtuais com os Diretores da Diretoria Colegiada da Anvisa amplia a transparência e facilita a interlocução com sua empresa? (%) 2010 52 29 14 5 Sim Parcialmente Não Desconheço Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (21) P14 - Na sua opinião, a incorporação da Análise Impacto Regulatório como ferramenta para identificar os potenciais impactos econômicos da atuação regulatória sobre as empresas pode contribuir para a melhoria da qualidade da regulação? (%) 2010 57 33 10 0 Sim Parcialmente Não Desconheço Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (21) P15 - Na sua opinião, a análise, cobrança e alteração do valor das taxas pela Gerência de Gestão da Arrecadação (GEGAR) é feita com embasamento jurídico e técnico adequado? (%) 71 71 52 28 18 0 Sempre 17 19 5 12 3 Frequentemente 2008 Raramente 2009 5 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (21) 95 AMCHAM – American Chamber of Commerce P16 - Na sua opinião, qual seria o meio de comunicação mais eficiente entre a sua empresa e a ANVISA? (%) 69 33 35 23 19 12 14 6 19 14 14 0 Reuniões presenciais Internet E-mail (fale conosco e Anvis@tende) 2008 Telefone (central de atendimento 0800 6429782) 2009 9 10 0 8 10 6 Associação de classes Reuniões virtuais 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (21) P17 - Dos meios de comunicação utilizados pela ANVISA, qual tem sido o mais eficiente para atender às suas necessidades? (%) 63 25 25 11 0 E-mail (fale conosco e Anvis@tende) Associação de classes 20 11 Reuniões presenciais 15 15 0 Internet 2008 16 Telefone - 2009 0 Telefone (central de atendimento 0800 6429782) 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (21) P18 - Quando a empresa utiliza Internet, e-mail, telefone, para solucionar dúvidas, ou reclamações sobre processos, o tempo de resposta da ANVISA é feito: (%) 68 48 24 19 5 Em menos de 5 dias 5 Entre 5 e 10 dias Entre 11 e 30 dias 2009 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (21) 96 11 5 Entre 31 e 60 dias 2010 11 0 Acima de 60 dias 0 5 Não sabe AMCHAM – American Chamber of Commerce P19 - Com que frequência as formas não presenciais de comunicação com a ANVISA (telefone, e-mail, fax) são meios eficazes para solucionar problemas e/ou esclarecer dúvidas, evitando exigências adicionais no processo e acelerando a conclusão da análise? (%) 59 58 48 33 26 25 16 14 Sempre 9 6 Frequentemente 2008 Raramente 2009 5 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (21) P20 - Com que frequência o telefone é eficiente como meio de comunicação utilizado? (%) 53 43 29 21 11 Sempre 19 16 10 Frequentemente 2009 Raramente Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (21) P21 - Com que frequência e-mail ou fax são eficientes como meio de comunicação utilizado? (%) 53 52 29 26 21 14 5 0 Sempre Frequentemente 2009 Raramente Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (21) 97 AMCHAM – American Chamber of Commerce P22 - Havendo necessidade de uma reunião presencial, quanto tempo após a solicitação a reunião é realizada? (%) 40 25 22 33 22 25 22 10 Até uma semana Entre 1 e 2 semanas Entre mais de 2 e 3 semanas 2009 Mais de 3 semanas 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (20) P23 - Com que frequência os seus pedidos de reunião são atendidos? (%) 2010 45 45 10 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (20) P24 - No caso de negativa da solicitação de reunião, o motivo para o não atendimento no pedido é: (%) 2010 44 33 11 Não há pessoal disponível para atendimento A questão é solucionada por outros meios Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (9) 98 A reunião agendada é cancelada pela Anvisa 11 A gerência não realiza reuniões para o assunto solicitado pela empresa AMCHAM – American Chamber of Commerce P25 - As reuniões presenciais são efetivas para solucionar os problemas apontados? (%) 71 57 45 40 29 20 20 15 3 0 Sempre Frequentemente 2008 0 Raramente 2009 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (20) P26 - O atendimento e encaminhamento de protocolo da UNIAP (Unidade de Atendimento ao Público) está adequado em termos temporais e qualitativos? (%) 48 47 47 47 36 32 16 13 5 3 0 Sempre Frequentemente 2008 Raramente 2009 5 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (19) P27 - A ANVISA é pró-ativa na comunicação com o setor regulado relativa a temas que impactam os serviços prestados pela Agência? (%) 50 50 39 30 15 11 5 0 Sempre Frequentemente 2009 Raramente Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (20) 99 AMCHAM – American Chamber of Commerce P28 - Os relatórios anuais de atividades publicados com os resultados das ações da Anvisa contém informações úteis para sua empresa ou setor em que atua? (%) 2010 45 35 15 5 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (20) P29 - O Boletim Eletrônico de Boas Práticas Regulatórias tem contribuído com informações regulatórias de interesse da sua empresa? (%) 2010 45 30 25 0 Sim Parcialmente Não Desconheço Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (20) P30 - De maneira geral, dentro da experiência de sua empresa, com que frequência a Anvisa consegue tratar adequadamente as solicitações urgentes? (%) 53 50 45 36 30 26 13 11 Sempre 10 7 Frequentemente 2008 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (20) 100 Raramente 2009 2010 11 Nunca 10 AMCHAM – American Chamber of Commerce P31 - Quanto ao conteúdo, utilidade e disponibilidade do sistema, o peticionamento eletrônico: (%) 2010 45 45 10 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (20) P32 - Quanto ao conteúdo, utilidade, disponibilidade do sistema e atualização, os bancos de dados da Anvisa: (%) 2010 50 40 10 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (20) P33 - Nos diversos procedimentos realizados pela ANVISA, os critérios para análise e a coerência na elaboração de exigências variam de técnico para técnico? (%) 47 47 45 39 45 30 25 7 Sempre Frequentemente 2008 5 Raramente 2009 10 0 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (20) 101 AMCHAM – American Chamber of Commerce P34 - Nos diversos processos submetidos à avaliação da ANVISA é possível para a empresa ter uma previsibilidade ou estimativa de prazo para a finalização da análise? (%) 45 42 35 37 21 15 5 0 Sempre Frequentemente Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (20) P35 - A resposta da ANVISA em eventuais casos de denúncia sobre produtos clandestinos/ informais, em termos de eficiência e qualidade é: (%) 50 44 37 40 29 25 25 21 15 4 0 10 0 Muito satisfatório 0 Satisfatória Pouco satisfatória 2008 Insatisfatória 2009 0 Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (20) P36 - Na sua opinião, a ANVISA tem mecanismos claros e amigáveis que viabilizem o acompanhamento e os resultados satisfatórios de denúncias sobre produtos clandestinos/ informais de maneira: (%) 45 35 30 15 0 18 18 10 0 Muito satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória 2009 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (20) 102 29 Insatisfatória 2010 Desconheço AMCHAM – American Chamber of Commerce P37 - A ANVISA internaliza as Resoluções e Acordos do Mercosul de que foi signatária? (%) ç q g 85 71 50 29 24 15 21 6 Sempre Frequentemente 2008 0 Raramente 2009 0 0 0 Nunca/ Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (20) P38 - Na sua opinião, a ANVISA orienta adequadamente seus representantes para se preparar e participar das reuniões do Mercosul com definições claras e cumpre os prazos de discussão para avançar nos temas urgentes? (%) 53 40 20 21 25 16 11 Sempre Frequentemente 2009 15 Raramente Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (20) P39 - Na sua opinião, a ANVISA trabalha no Mercosul e em fóruns internacionais buscando em todos os departamentos de sua gestão a harmonização com a regulamentação global, minimizando barreiras de inovação tecnológica? (%) 47 40 32 30 20 11 11 Sempre Frequentemente 2009 10 Raramente Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (20) 103 AMCHAM – American Chamber of Commerce P40 - A ANVISA busca alinhamento com o setor regulado em relação aos seus posicionamentos no MERCOSUL e em fóruns internacionais? (%) 50 47 21 20 21 20 11 10 Sempre Frequentemente Raramente 2009 Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (20) P41 - Considerando que muitas empresas têm seus produtos registrados em outros órgãos de fiscalização em outros países, as exigências e atuação da ANVISA na legalização de produtos e empresas dificultam a inovação e melhorias nos setores regulados por essa agência? (%) 59 52 37 32 29 24 8 12 26 16 5 Sempre 0 Frequentemente Raramente 2008 2009 Nunca/ Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (19) P42 - Com que frequência as Resoluções da Anvisa são claras? (%) 63 68 55 39 3 0 Sempre 5 26 3 Frequentemente 2008 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (19) 104 32 Raramente 2009 2010 5 Nunca 0 AMCHAM – American Chamber of Commerce P43 - Com que frequência a Anvisa leva em consideração as sugestões enviadas em consultas públicas? (%) 2010 42 37 16 5 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (19) P44 - Com que frequência a Anvisa disponibiliza para a sociedade as sugestões recebidas às consultas públicas? (%) 2010 37 26 26 11 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (19) P45 - A atuação da ANVISA no sentido de garantir uma aplicação de entendimento e comunicação adequadas e harmônicas interdepartamentais (por ex. das áreas técnicas com GEGAR, GGIMP, etc.) é: (%) 50 39 44 28 17 0 22 0 Muito satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória 2009 Insatisfatória 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (18) 105 AMCHAM – American Chamber of Commerce P46 - Na sua opinião, a Anvisa apresenta métricas ao setor regulado englobando todas as etapas de atuação (do protocolo à publicação) com clareza sobre a posição de análise de processos de registro e alteração de registro? (%) 47 41 41 37 12 5 0 Sempre Frequentemente Raramente 2009 11 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (19) P47 - A partir da data de protocolo em quanto tempo, aproximadamente, é finalizado o exercício do controle sanitário nas importações de sua empresa? (%) 68 67 17 0 0 24 horas 0 0 48 horas 21 17 11 0 72 horas 0 96 horas 2009 Mais de 96 horas Não sei/ prefiro não responder 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (16) P48 - Com que frequência a impossibilidade de obtenção de licenças de importação por demora na aprovação/publicação de renovação/ alteração de autorização de funcionamento prejudica a disponibilidade de produtos? (%) 39 31 31 38 31 23 8 0 Sempre Frequentemente 2009 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (16) 106 Raramente 2010 Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P49 - Na sua percepção há uniformização nos procedimentos de fiscalização para liberação das importações de mercadorias submetidas ao regime de vigilância sanitária? (%) 60 40 55 41 36 29 18 12 9 0 Sempre 0 Frequentemente 2008 0 Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (17) P50 - Na sua percepção há uniformização na análise técnica relativa à liberação das importações de mercadorias submetidas ao regime de vigilância sanitária? (%) 55 53 36 24 12 12 9 0 Sempre Frequentemente Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (17) P51 - Como a sua empresa avalia a performance das atividades de vigilância sanitária no desembaraço aduaneiro nos portos e aeroportos citados abaixo? (%) 14 Porto de Santos - SP Aerop. de Guarulhos - SP 9 Aerop. de Viracopos - SP 9 Porto do Rio de Janeiro - RJ 9 Aerop. de Recife - PE 5 Porto de Suape - PE 5 Aerop. do Galeão - RJ 5 Aerop. de Congonhas - SP 5 Porto de Sepetiba - RJ - RJ 5 Portos e Aeroportos que receberam as avaliações mais positivas: Excedem as expectativas Atendem as suas expectativas Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (22) 107 AMCHAM – American Chamber of Commerce P51 - Como a sua empresa avalia a performance das atividades de vigilância sanitária no desembaraço aduaneiro nos portos e aeroportos citados abaixo? (%) 50 Aer. Viracopos - SP 41 Aer. Guarulhos - SP Porto de Itajaí - SC 9 Est. Aduan. de Anápolis - GO 9 36 Porto de Santos - SP Aer. Congonhas - SP Porto do Rio de Janeiro - RJ 5 Porto de Sepetiba - RJ 5 Porto de Salvador - BA 5 Porto de Tubarão - ES 5 Porto São Francisco do Sul - SC 5 Porto de Itaqui - MA 5 23 Aeroporto do Galeão - RJ Aeroporto de Manaus - AM 14 14 Aeroporto de Recife - PE 14 Porto de Manaus - AM 14 Porto de Paranaguá - PR Aeroporto de Salvador - BA 14 Portos e Aeroportos que receberam as avaliações mais negativas: Não atendem as suas expectativas Estão abaixo das expectativas Porto de Pecem - CE 5 9 Porto de Vitória - ES 5 Porto de Macaé - RJ Porto de Vila do Conde - PA 9 Porto de Aratu - BA 5 9 Porto de São Sebastião - SP 5 Porto de Rio Grande - RS 9 Est. Aduaneira Porto Belo - SC Porto de Suape - PE 9 Es. Aduaneira do Distrito Federal 5 5 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (22) P52 - A orientação prestada pela ANVISA aos interessados, referente às exigências sanitárias é? (%) 60 56 42 40 32 31 26 13 0 0 Rápida e adequada 0 Morosa mas adequada 2008 0 Rápida mas inadequada 2009 Morosa e inadequada 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (19) P53 - Em sua opinião, o intercâmbio de informações entre a ANVISA e a Receita Federal, Banco Central, Decex, entre outros gestores das atividades de comércio exterior, quanto às práticas e procedimentos que devem ser observados com vistas ao desembaraço aduaneiro das mercadorias importadas sujeitas ao regime de vigilância sanitária ocorrem: (%) 50 41 35 30 20 18 6 0 Sempre Frequentemente 2009 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (17) 108 Raramente 2010 Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P54 - Sua empresa já teve alguma exigência / indeferimento de processos relativos à importação questionáveis com as normas aplicáveis? (%) 60 29 20 0 59 35 24 35 20 12 6 0 Sempre Frequentemente 2008 Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (17) P55 - Qual o tempo médio, a partir da data do protocolo, que sua empresa leva para aprovação de Licença de Importação pela ANVISA, descontado o tempo de cumprimento de exigências (pré-embarque)? (%) 75 60 44 25 31 30 13 0 Até 05 dias 13 10 0 De 06 a 15 dias 2008 De 16 a 30 dias 2009 0 Mais de 30 dias 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (16) P56 - No seu entendimento as exigências realizadas pela ANVISA e relacionadas à Licença de Importação estão em conformidade com os regulamentos técnicos vigentes? (%) 2010 53 24 24 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (17) 109 AMCHAM – American Chamber of Commerce P57 - Qual o tempo médio, a partir da data do protocolo, que sua empresa leva para aprovação de licença de importação pós-embarque, descontado o tempo de cumprimento de exigências? (%) 2010 69 19 6 6 Até 05 dias De 06 a 15 dias De 16 a 30 dias Mais de 30 dias Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (16) P58 - Você considera que as condições de armazenamento junto ao recinto alfandegário são adequadas? (%) 2010 44 44 13 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (16) P59 - O atendimento dos servidores da ANVISA, no que tange à prestação de informações são esclarecedoras à sua empresa? (%) 47 40 60 53 53 32 11 0 0 Sempre 0 Frequentemente 2008 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (19) 110 Raramente 2009 2010 0 Nunca 5 AMCHAM – American Chamber of Commerce P60 - Das exigências recebidas, com que frequência a documentação solicitada pelo PAF já havia sido apresentada à área técnica competente? (%) 64 56 40 40 20 38 18 9 9 6 0 0 Sempre Frequentemente Raramente 2008 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (16) P61 - Em sua opinião existe burocracia desnecessária nos processos de importação/exportação? (%) 2010 47 29 Sempre Frequentemente 12 12 Raramente Nunca Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (17) P62 - Em sua opinião a falta de regulamentação existente para remessa/ recebimento de material biológico do e para o exterior interferem nos resultados de sua empresa? (%) p 71 50 33 17 18 12 0 Sempre Frequentemente 2009 0 Raramente Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (17) 111 AMCHAM – American Chamber of Commerce P63 - Como é sua percepção da relação entre a GGPAF e as PAFs locais no resultado de seus processos empresariais? (%) 2010 50 38 13 0 Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (16) P64 - Na sua percepção, o número de funcionários da ANVISA em Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados é suficiente para atender as necessidades de sua empresa? (%) 2010 59 29 12 0 Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (17) P65 - Qual o tempo aproximado para a primeira manifestação de um processo de concessão de autorização de funcionamento? (%) 2010 47 21 11 De 3 a 4 meses 5 De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (19) 112 11 De 10 a 18 meses 5 Mais de 18 meses Não se aplica AMCHAM – American Chamber of Commerce P66 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de concessão de autorização de funcionamento quando não há exigência de adequação da documentação por parte da empresa? (%) 50 0 25 12 16 6 0 De 1 a 2 Meses 25 18 De 5 a 6 meses 0 De 7 a 9 meses 2008 2009 46 18 16 12 11 11 0 De 3 a 4 meses 35 De 10 meses ou mais Mais de 18 meses 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (19) P67 - Qual o tempo aproximado para a primeira manifestação de um processo de renovação de autorização de funcionamento? (%) 26 11 5 0 De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses 5 De 10 a 18 meses Mais de 18 meses Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (19) P68 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de renovação de autorização de funcionamento quando não há exigência de adequação da documentação por parte da empresa? (%) 50 6 De 1 a 2 meses 13 21 0 De 3 a 4 meses 16 13 6 De 5 a 6 meses 13 5 De 7 a 9 meses 2009 De 10 meses ou mais 53 5 Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (19) 113 AMCHAM – American Chamber of Commerce P69 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de alteração de autorização de funcionamento? (%) 36 14 35 29 29 24 14 6 De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses 7 6 De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses 2009 De 10 meses ou mais 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (17) P70 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de concessão de autorização de funcionamento especial? (%) 73 13 0 21 0 De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses 13 5 0 0 0 De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses 5 De 10 a 18 meses 2009 69 Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (19) P71 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de renovação de autorização de funcionamento especial? (%) 79 74 21 0 0 De 1 a 2 meses 7 De 3 a 4 meses 0 7 0 De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses 2009 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (19) 114 7 0 5 De 10 meses ou mais 2010 Não se Aplica AMCHAM – American Chamber of Commerce P72 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de alteração de autorização de funcionamento especial? (%) 79 0 16 7 0 De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses 7 5 0 De 5 a 6 meses 7 0 De 7 a 9 meses 5 De 10 a 18 meses 2009 74 Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (19) P73 - Qual o tempo aproximado para obtenção de certificação de boas práticas de fabricação ou distribuição com inspeção incluindo publicação no DOU? (%) 40 20 25 17 14 0 0 0 40 33 29 17 14 28 0 De 1 a 2 meses 8 0 De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses 2008 De 10 meses ou mais 2009 15 Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (14) P74 - Qual o tempo aproximado para obtenção da primeira certificação de boas práticas de fabricação extra-zona incluindo publicação no DOU? (%) publicação no DOU? 83 81 25 0 0 De 3 a 4 meses 0 25 8 0 0 De 5 a 6 meses 0 8 0 De 7 a 9 meses 2008 25 0 25 0 De 10 a 12 meses 2009 19 De 12 ou mais Não aplicável 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (16) 115 AMCHAM – American Chamber of Commerce P75 - Na sua opinião, nas inspeções realizadas na sua empresa, os técnicos estavam capacitados adequadamente para realizar a inspeção internacional da sua fábrica? (%) 89 2010 11 0 0 Sempre Frequentemente Raramente Não realizei inspeção internacional Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (19) P76 - As unidades da GGIMP estão abertas para discutir e orientar as empresas sobre temas contidos na legislação, tais como autorização de funcionamento ou certificação de boas práticas de fabricação e distribuição? (%) 80 79 50 25 0 0 Sempre 20 14 13 13 7 0 Frequentemente Raramente 2008 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (16) P77 - A Anvisa disponibiliza outros meios ou canais para discutir e orientar as empresas sobre dúvidas na legislação? (%) 47 2010 32 11 Sempre 11 Frequentemente Base: Se relaciona com a Gerência de Saneantes (19) 116 Raramente Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P90 - Você considera que a atual legislação sanitária para saneantes é um estímulo à informalidade por sua dificuldade de interpretação e/ou dificuldade de fiscalização? (%) 78 67 58 67 65 58 42 42 33 33 35 22 Sim 2005 Não 2006 2007 2008 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de saneantes (19) P91 - Você considera que uma simplificação da legislação sanitária aplicável a saneantes diminuiria a informalidade no setor? (%) 100 73 74 69 58 55 45 42 31 27 26 0 Sim 2005 Não 2006 2007 2008 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de saneantes (19) P92 - Na sua opinião, a ANVISA se mantém atualizada em relação a legislação internacional para harmonização interna do setor? (%) 58 67 61 58 42 Sim 2007 42 39 33 Não 2008 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de saneantes (18) 117 AMCHAM – American Chamber of Commerce P93 - Em sua opinião, a ANVISA atua com transparência no processo de regulação da área de saneantes? (%) 70 50 25 30 61 58 67 53 33 26 10 26 25 20 16 21 9 0 0 Sempre 2005 Frequentemente 2006 Raramente 2007 2008 0 0 0 0 0 Nunca 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de saneantes (19) P94 - Com que frequência os informes técnicos estao sendo usados como ferramentas de esclarecimento das regulamentações vigentes? (%) 2010 35 29 35 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a gerência de saneantes (17) P95 - Você considera que o sistema de notificação online simplificou a regularização dos produtos de Risco 1? (%) 94 2010 6 Sim Base: Se relaciona com a gerência de saneantes (18) 118 Não AMCHAM – American Chamber of Commerce P96 - Qual o tempo médio que sua empresa leva para aprovação de registro de produto novo junto à ANVISA, desconsiderando eventuais exigências? (%) 44 22 11 11 0 3 0 0 11 22 17 19 45 42 26 33 33 22 17 De 31 a 45 dias 2006 7 0 De 16 a 30 dias 2005 28 11 0 0 Até 15 dias 33 25 22 50 44 2007 De 46 a 60 dias 2008 Mais de 60 dias 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de saneantes (18) P97 - Sua empresa já teve alguma exigência/ indeferimento de processo não condizente com as normas aplicáveis? (%) 95 50 48 48 0 0 0 5 0 Sempre 2005 33 13 11 0 Frequentemente 2006 35 35 22 17 17 0 44 38 33 0 56 Raramente 2007 2008 Nunca 2009 2010 Base: Se relaciona com a gerência de saneantes (18) P98 - Em sua opinião, a atividade de monitoramento do mercado exercida pela Anvisa é: (%) 2010 39 39 17 6 Muito satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória Base: Se relaciona com a gerência de saneantes (18) 119 AMCHAM – American Chamber of Commerce P99 - Em sua opinião, em relação às atividades de monitoramento e fiscalização pelos agentes estaduais e municipais de vigilância sanitária, a agência: (%) 2010 50 39 11 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Base: Se relaciona com a gerência de saneantes (18) 120 Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas AMCHAM – American Chamber of Commerce E.4 Cosméticos Apesar de a Anvisa ter recebido avaliação mais negativa, a gerência de Cosméticos não segue a tendência e vem apresentando resultados favoráveis ao longo dos anos. Em 2010 metade das empresas deste setor avaliaram positivamente sua gerência, e apenas 17% ofereceram avaliações negativas. No caso da Anvisa como um todo, as avaliações negativas somaram 28% do total. Quase 80% das empresas respondentes, em 2010, afirma que a ANVISA frequentemente atende satisfatoriamente as funções para a qual foi criada, com instalações adequadas, versus 68% em 2009. A maioria dos entrevistados (83%) avalia que os processos tem melhorado ao menos parcialmente, e apenas 9% pensa o inverso. Outros 88% nota demonstração de compromisso da agência com uma regulamentação de melhor qualidade. A incorporação da “análise de impacto regulatório como ferramenta” para identificar os potenciais impactos econômicos da atuação regulatória sobre as empresas contribui para a melhoria da qualidade da regulação para 79%, ao menos parcialmente. O ‘Programa de Boas Práticas Regulatórias” da Anvisa, para 71% dos entrevistados, tem contribuído para um ambiente regulatório de melhor qualidade e 66% acredita que os relatórios anuais de atividades publicados com resultados das ações da ANVISA contém informações sempre ou frequentemente relevantes. A maioria dos entrevistados (66%) acredita que a implementação da “Agenda Regulatória Anual” trouxe maior transparência.Verificou-se também melhoria na avaliação sobre a adequação do protocolo UNIAP, em 2010, com 79% dos respondentes avaliando como sempre/ frequentemente adequado versus 61% no ano anterior. A metade dos respondentes desconhece, mas 1/3 acredita que as realizações de audiências públicas virtuais com os Diretores da Diretoria Colegiada amplia a transparência e interlocução com a empresa. As avaliações positivas refletem, portanto, uma melhora na satisfação geral com a GGCOS, e boa parcela desta tendência se dá em relação à possibilidade, cada vez mais acessível, de se agendar reuniões com os técnicos e obter retorno das dúvidas e esclarecimentos que a indústria necessita para ter um bom andamento de seus processos. Ainda, a avaliação da força de trabalho da agência, que foi considerada compatível com o desempenho das suas funções para 67%, contribuem para esta análise. A resposta deu um maior percentual de frequentemente, porém, ressalta o fato de 29% terem respondido “raramente”. Pode-se concluir que estes 29% provêm de empresas maiores que possuem um maior número de processos e que sentem no dia-a-dia a falta de agilidade de alguns processos, principalmente, quando caem em exigência. Quando isso acontece, mesmo que a exigência seja respondida rapidamente, o processo volta para o início da fila de análise e chega muitas vezes a atrasar o lançamento do produto. Empresas que possuem poucos produtos Grau 2 não conseguem perceber esta dificuldade pois a aprovação é automática após o peticionamento, contribuindo para elevar o índice de “frequentemente compatível”. Apesar de a utilidade e disponibilidade do sistema de peticionamento eletrônico atender a expectativa de pouco mais da metade dos entrevistados, a necessidade de melhoria é clara. Ele foi considerado lento, apresentando erros com muita frequência, e o retorno com a solução dos técnicos da ANVISA é moroso e às vezes a única saída é refazer o processo ou fazer uma nova notificação. Não há atualizações dos campos técnicos sobre embalagens e formas de apresentação dos produtos pois as opções existentes no formulário já estão defasadas e não acompanham a evolução tecnológica do setor. Não é visível a utilidade e disponibilidade do sistema de atualização de bancos de dados 121 AMCHAM – American Chamber of Commerce da Anvisa – as menções negativas são a maioria (63%). Mais da metade das empresas com relacionamento com o setor de cosméticos desconhece o “Boletim eletrônico de boas práticas regulatórias” e 34% acreditam que o boletim contribuiu com informações de interesse a empresa. Com alto grau de desconhecimento ainda assim 34% atribuem ao Programa “Boas Práticas Regulatórias” impacto positivo para melhoria do ambiente regulatório. Quanto à eficácia no trato das solicitações urgentes, as empresas também tendem a se mostrar mais receptivas em 2010 do que no ano anterior, 52% dos entrevistados avaliam que essa adequação frequentemente ocorre, contra 28% em 2009. Mesmo no tocante à alteração do valor das taxas a avaliação é mais positiva do que em outras franquias, e em 2010 84% dos entrevistados acreditam que sempre ou frequentemente é feita com o embasamento jurídico e técnico adequado. Percebe-se uma tendência a cada ano de aumento da avaliação de que a ANVISA frequentemente é clara nas suas resoluções: 70% em 2010 versus 63% em 2009. Por outro lado, aumentou frente ao ano anterior de 22% para 38% o percentual dos que consideram que raramente a ANVISA interpreta e executa de maneira uniforme as normas regulatórias. E as opiniões ficam polarizadas na avaliação da atuação da ANVISA no sentido de garantir uma aplicação adequada e harmônica das normas regulatórias e fiscalizatórias pelos agentes estaduais e municipais. Aqui também se percebe um aumento discreto no índice de “frequentemente” porém um aumento muito mais significativo no índice “raramente”, o que permite inferir que a percepção é de que, se há interpretação de questões iguais de forma diferente por técnicos diferentes da mesma gerência, é porque não existe um bom alinhamento e aplicação uniforme das normas regulatórias. Isso fica bem claro na análise de processos e, principalmente, em análise de textos de rotulagem de produtos similares. Com um técnico o apelo é aprovado, quando o 122 outro processo passa pela análise de outro técnico, ele sofre correções, apresentando o mesmo apelo. Alguns critérios de análise são subjetivos, e para corrigir o problema sugere-se implantar eventos de capacitação dos técnicos da ANVISA para alinhamento do entendimento da legislação em vigor. A avaliação da existência de métricas, com “raramente” para 33% e “frequentemente” para 48% indicam que, apesar de existirem métricas, as etapas se alteram no site sem justificativa, assim como as datas. Dependendo do dia que se faz a consulta, se encontra uma data de “em tramitação” diferente, ou ainda, “aguardando análise desde” com datas que se alternam sem motivo explicável. Deve ser mais bem esclarecido o significado de cada termo na consulta à situação de documentos, e uma vez colocado neste banco, não haver alterações a menos que o processo passe para a etapa seguinte. No que diz respeito à comunicação com a Anvisa, similarmente às demais gerências, as reuniões pessoais e a Internet ganham preferência em relação aos anos anteriores, e junto com o e-mail são os meios de comunicação entre a empresa e a ANVISA considerados mais eficientes para metade dos entrevistados. Em 2010 cresce a aprovação da eficácia da internet e reuniões, em contrapartida o e-mail perde a eficácia comparando com o ano de 2009. Houve também comentários a respeito do “0800” disponibilizado para o atendimento. Para muitos, ele foi considerado um meio totalmente ineficaz, uma vez que os atendentes não são técnicos e tentam interpretar a pergunta para passar para a área técnica. No final, é comum que a resposta obtida não tenha relação com a pergunta feita. Seria essencial colocar pessoas com conhecimento técnico para direcionar as perguntas ou encaminhar diretamente para o técnico da Gerência. Ao longo da série histórica avaliada, percebe-se um aumento no tempo de finalização do exercício de controle sanitário nas importações da empresa. Para o setor de cosméticos, aumenta a percepção AMCHAM – American Chamber of Commerce de que a demora na aprovação, publicação de renovação, alteração de autorização de funcionamento prejudica a disponibilidade de produto. Além disso, em 2010, ocorreu aumento da crítica em relação à falta de uniformização nos procedimentos e análise técnica de fiscalização para liberação das importações de mercadorias submetidas ao regime de vigilância sanitária. Quanto às orientações sobre as exigências sanitárias fornecidas pela ANVISA, elas melhoraram sua adequação, mas perderam agilidade. Em 2010 43% dos entrevistados avaliaram as orientações como “Morosas mas adequadas”, frente a 21% em 2009 que avaliaram dessa maneira. Apesar disto, os respondentes afirmam que na rotina normal, com exceção dos trâmites antes do Natal, ou seja, de outubro em diante, a tramitação nos Portos, Aeroportos e Fronteiras se dá de forma normal, dentro dos prazos previstos. Porém, nesta época do ano, percebem-se atrasos enormes para liberação de LI´s, problema causado também pelo preparado insuficiente dos funcionários. Com isso, os cronogramas de lançamento de novos produtos são prejudicados, com a Anvisa inspecionando muita vezes itens que não são sujeitos à sua anuência, como acessórios. A agência deveria se preparar para o período de fim de ano com a contratação de pessoas em caráter temporário para atender à sazonalidade do período de final de ano, quando as demandas estão aquecidas e o setor de PAF´s não consegue atendê-las adequadamente. Finalmente, cabe ressaltar que a internalização das resoluções e acordos do Mercosul de que a ANVISA foi signatária melhora a performance em relação ao ano anterior, com 91% de menções positivas em 2010 versus 82% em 2009. 71% dos entrevistados avalia positivamente a ação da ANVISA no Mercosul e em fóruns internacionais buscando harmonização com a regulamentação global, minimizando barreiras de inovação tecnológica, e 68% acreditam que a Anvisa busca alinhamento com o setor regulado em relação aos seus posicionamentos no Mercosul. 123 AMCHAM – American Chamber of Commerce P1 - Em termos de avaliação geral, dê uma nota para atuação da ANVISA como um todo, sendo 1 a menor e 5 a maior (%) 18% 3 28% 15 54 5 4 20 3 8 2 1 Maior Nota Menor Nota Base: Amostra (111) P2 - Em termos de avaliação geral, dê uma nota para a atuação desta gerência da ANVISA que sua empresa tem relacionamento, sendo 1 a menor nota e 5 a maior. 50% 8 2010 2009 2008 17% 42 6 3 33 39 13 44 20 4 6 67 5 4 6 10 3 2 Maior Nota 1 Menor Nota Base: Se relaciona com Gerência de Cosméticos (24) P3 - A ANVISA atende às funções para a qual foi criada de maneira satisfatória? (%) 79 70 11 68 19 5 Sempre 17 4 0 Frequentemente 2008 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) 124 26 Raramente 2009 2010 0 Nunca 0 AMCHAM – American Chamber of Commerce P4 - As instalações da Anvisa permitem uma boa acomodação para o atendimento das empresas? (%) 2010 67 17 8 Sim Parcialmente Não 8 Desconheço Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) P5 - A Anvisa tem melhorado seus processos de trabalho para qualificar o atendimento às empresas ? (%) 2010 54 29 8 Sim Parcialmente Não 8 Deconheço Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) P6 - Em sua opinião, a força de trabalho da Agência é compatível com o desempenho das funções institucionais? (%) 2010 67 29 4 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) 125 AMCHAM – American Chamber of Commerce P7 - A ANVISA interpreta e executa as normas regulatórias de maneira uniforme? (%) 61 63 43 43 38 22 14 11 0 0 Sempre Frequentemente Raramente 2008 2009 6 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) P8 - Os atos normativos da ANVISA respeitam a hierarquia da legislação? (%) 79 61 67 33 21 21 0 Sempre Frequentemente 13 6 0 Raramente 2008 2009 0 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) P9 - Em relação à atuação da Anvisa no sentido de garantir uma aplicação adequada e harmônica das normas regulatórias e fiscalizatórias pelos agentes estaduais e municipais de vigilância sanitária, a agência: (%) 2010 50 46 4 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) 126 Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas AMCHAM – American Chamber of Commerce P10 - A Anvisa tem demonstrado compromisso com uma regulação de melhor qualidade? (%) 88 Sim 2010 4 8 Não Desconheço Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) P11 - O Programa de Boas Práticas Regulatórias da Anvisa tem contribuído para um ambiente regulatório de melhor qualidade, maior transparência e credibilidade para atuação e investimento da sua empresa no país? (%) 2010 71 21 8 Sim Não Desconheço Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) P12 - A instituição de uma Agenda Regulatória anual trouxe maior transparência para as ações regulatórias da Anvisa? (%) 2010 63 25 13 Sim Não Desconheço Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) 127 AMCHAM – American Chamber of Commerce P13 - Em sua opinião, a realização de audiências públicas virtuais com os Diretores da Diretoria Colegiada da Anvisa amplia a transparência e facilita a interlocução com sua empresa? (%) 2010 50 17 17 17 Sim Parcialmente Não Desconheço Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) P14 - Na sua opinião, a incorporação da Análise Impacto Regulatório como ferramenta para identificar os potenciais impactos econômicos da atuação regulatória sobre as empresas pode contribuir para a melhoria da qualidade da regulação? (%) 46 33 17 4 Sim Parcialmente Não Desconheço Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) P15 - Na sua opinião, a análise, cobrança e alteração do valor das taxas pela Gerência de Gestão da Arrecadação (GEGAR) é feita com embasamento jurídico e técnico adequado? (%) 67 63 46 35 19 22 21 13 11 0 Sempre Frequentemente 2008 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) 128 Raramente 2009 2010 0 Nunca 4 AMCHAM – American Chamber of Commerce P16 - Na sua opinião, qual seria o meio de comunicação mais eficiente entre a sua empresa e a ANVISA? (%) 50 29 21 15 14 Internet 33 29 21 14 10 Reuniões presenciais E-mail (fale conosco e Anvis@tende) 2008 0 15 8 Telefone (central de atendimento 0800 642 9782) 2009 14 8 6 Associação de classes 7 4 Reuniões virtuais 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) P17 - Dos meios de comunicação utilizados pela ANVISA, qual tem sido o mais eficiente para atender às suas necessidades? (%) 61 29 22 29 21 17 6 E-mail (fale conosco e Anvis@tende) 6 Internet Reuniões presenciais 2009 6 Associação de classes 4 Telefone (central de atendimento 0800 642 9782) 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) P18 - Quando a empresa utiliza Internet, e-mail, telefone, para solucionar dúvidas, ou reclamações sobre processos, o tempo de resposta da ANVISA é feito: (%) 46 44 25 29 28 11 Em menos de 5 dias Entre 5 e 10 dias Entre 11 e 30 dias 2009 6 Entre 31 e 60 dias 11 0 0 Acima de 60 dias 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) 129 AMCHAM – American Chamber of Commerce P19 - Com que frequência as formas não presenciais de comunicação com a ANVISA (telefone, e-mail, fax) são meios eficazes para solucionar problemas e/ou esclarecer dúvidas, evitando exigências adicionais no processo e acelerando a conclusão da análise? (%) 56 52 24 50 33 28 17 17 13 Sempre 7 Frequentemente Raramente 2008 2009 4 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) P20 - Com que frequência o telefone é eficiente como meio de comunicação utilizado? (%) 56 52 24 50 33 28 17 17 13 7 Sempre Frequentemente 2008 Raramente 2009 4 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) P21 - Com que frequência e-mail ou fax são eficientes como meio de comunicação utilizado? (%) 63 56 22 22 21 17 0 Sempre Frequentemente 2008 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) 130 Raramente 2009 2010 0 Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P22 - Havendo necessidade de uma reunião presencial, quanto tempo após a solicitação a reunião é realizada? (%) 45 38 38 30 20 19 6 5 Até uma semana Entre 1 e 2 semanas Entre mais de 2 e 3 semanas 2009 Mais de 3 semanas 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (20) P23 - Com que frequência os seus pedidos de reunião são atendidos? (%) 2010 71 29 0 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (21) P24 - No caso de negativa da solicitação de reunião, o motivo para o não atendimento no pedido é: (%) 33 A questão é solucionada por outros meios 2010 24 Não há pessoal disponível para atendimento 14 Não há motivo explícito 10 A reunião agendada é cancelada pela Anvisa 10 A gerência não realiza reuniões para o assunto solicitado pela empresa 5 Recebemos a resposta da Anvisa, mas nem sempre o assunto é solucionado 5 Até o momento não agendamos nenhuma reunião Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (21) 131 AMCHAM – American Chamber of Commerce P25 - As reuniões presenciais são efetivas para solucionar os problemas apontados? (%) 75 68 55 35 19 18 14 7 6 Sempre Frequentemente 3 0 Raramente 2008 2009 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (22) P26 - O atendimento e encaminhamento de protocolo da UNIAP (Unidade de Atendimento ao Público) está adequado em termos temporais e qualitativos? (%) 70 61 50 39 37 22 10 9 3 0 Sempre Frequentemente 2008 0 Raramente 2009 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) P27 - A ANVISA é pró-ativa na comunicação com o setor regulado relativa a temas que impactam os serviços prestados pela Agência? (%) 67 56 44 33 0 0 Sempre 0 Frequentemente Raramente 2009 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) 132 2010 0 Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P28 - Os relatórios anuais de atividades publicados com os resultados das ações da Anvisa contém informações úteis para sua empresa ou setor em que atua? (%) 2010 58 25 8 8 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) P29 - O Boletim Eletrônico de Boas Práticas Regulatórias tem contribuído com informações regulatórias de interesse da sua empresa? (%) 2010 52 30 13 4 Sim Parcialmente Não Desconheço Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) P30 - De maneira geral, dentro da experiência de sua empresa, com que frequência a Anvisa consegue tratar adequadamente as solicitações urgentes? (%) 52 48 56 39 28 28 10 14 11 6 0 Sempre Frequentemente 2008 Raramente 2009 9 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) 133 AMCHAM – American Chamber of Commerce P31 - Quanto ao conteúdo, utilidade e disponibilidade do sistema, o peticionamento eletrônico: (%) 2010 52 39 9 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) P32 - Quanto ao conteúdo, utilidade, disponibilidade do sistema e atualização, os bancos de dados da Anvisa: (%) 2010 50 38 13 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) P33 - Nos diversos procedimentos realizados pela ANVISA, os critérios para análise e a coerência na elaboração de exigências variam de técnico para técnico? (%) 56 50 33 35 48 40 7 Sempre Frequentemente 2008 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) 134 11 17 3 Raramente 2009 2010 0 Nunca 0 AMCHAM – American Chamber of Commerce P34 - Nos diversos processos submetidos à avaliação da ANVISA é possível para a empresa ter uma previsibilidade ou estimativa de prazo para a finalização da análise? (%) 61 39 33 0 35 28 4 0 Sempre Frequentemente Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) P35 - A resposta da ANVISA em eventuais casos de denúncia sobre produtos clandestinos/ informais, em termos de eficiência e qualidade é: (%) 61 67 58 26 9 7 27 17 13 13 4 0 Muito satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória 2008 2009 0 0 Insatisfatória 0 Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) P36 - Na sua opinião, a ANVISA tem mecanismos claros e amigáveis que viabilizem o acompanhamento e os resultados satisfatórios de denúncias sobre produtos clandestinos/ informais de maneira: (%) 63 41 29 24 0 17 13 8 6 0 Muito satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória 2009 Insatisfatória Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (24) 135 AMCHAM – American Chamber of Commerce P37 - A ANVISA internaliza as Resoluções e Acordos do Mercosul de que foi signatária? (%) 68 63 56 31 23 19 13 Sempre Frequentemente 2008 19 5 Raramente 2009 0 5 0 Nunca/ Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (22) P38 - Na sua opinião, a ANVISA orienta adequadamente seus representantes para se preparar e participar das reuniões do Mercosul com definições claras e cumpre os prazos de discussão para avançar nos temas urgentes? (%) 59 50 32 18 14 12 5 Sempre Frequentemente 12 Raramente 2009 Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (22) P39 - Na sua opinião, a ANVISA trabalha no Mercosul e em fóruns internacionais buscando em todos os departamentos de sua gestão a harmonização com a regulamentação global, minimizando barreiras de inovação tecnológica? (%) 52 29 29 24 19 18 29 0 Sempre Frequentemente Raramente 2009 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (21) 136 2010 Desconheço AMCHAM – American Chamber of Commerce P40 - A ANVISA busca alinhamento com o setor regulado em relação aos seus posicionamentos no MERCOSUL e em fóruns internacionais? (%) 59 53 24 18 9 6 Sempre Frequentemente 18 14 Raramente 2009 Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (22) P41 - Considerando que muitas empresas têm seus produtos registrados em outros órgãos de fiscalização em outros países, as exigências e atuação da ANVISA na legalização de produtos e empresas dificultam a inovação e melhorias nos setores regulados por essa agência? (%) 53 46 48 41 30 19 19 6 22 15 0 0 Sempre Frequentemente 2008 Raramente 2009 Nunca/ Desconheço 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) P42 - Com que frequência as Resoluções da Anvisa são claras? (%) 65 63 70 33 3 0 Sempre 29 4 26 0 Frequentemente 2008 Raramente 2009 6 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) 137 AMCHAM – American Chamber of Commerce P43 - Com que frequência a Anvisa leva em consideração as sugestões enviadas em consultas públicas? (%) 2010 57 38 5 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (21) P44 - Com que frequência a Anvisa disponibiliza para a sociedade as sugestões recebidas às consultas públicas? (%) 2010 55 32 14 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (22) P45 - A atuação da ANVISA no sentido de garantir uma aplicação de entendimento e comunicação adequadas e harmônicas interdepartamentais (por ex. das áreas técnicas com GEGAR, GGIMP, etc.) é: (%) 39 6 11 10 0 Muito satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória 2009 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (21) 138 48 44 43 2010 Insatisfatória AMCHAM – American Chamber of Commerce P46 - Na sua opinião, a Anvisa apresenta métricas ao setor regulado englobando todas as etapas de atuação (do protocolo à publicação) com clareza sobre a posição de análise de processos de registro e alteração de registro? (%) 2010 48 33 19 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (21) P47 - A partir da data de protocolo em quanto tempo, aproximadamente, é finalizado o exercício do controle sanitário nas importações de sua empresa? (%) 100 67 29 33 14 0 0 24 horas 0 7 0 0 48 horas 0 72 horas 2008 29 21 96 horas 2009 0 Mais de 96 horas 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (21) P48 - Com que frequência a impossibilidade de obtenção de licenças de importação por demora na aprovação/publicação de renovação/ alteração de autorização de funcionamento prejudica a disponibilidade de produtos? (%) 56 50 43 28 17 0 7 0 Sempre Frequentemente Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (18) 139 AMCHAM – American Chamber of Commerce P49 - Na sua percepção há uniformização nos procedimentos de fiscalização para liberação das importações de mercadorias submetidas ao regime de vigilância sanitária? (%) 62 53 42 33 33 33 23 8 8 0 5 0 Sempre Frequentemente 2008 Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (19) P50 - Na sua percepção há uniformização na análise técnica relativa à liberação das importações de mercadorias submetidas ao regime de vigilância sanitária? (%) 61 58 33 33 8 0 6 0 Sempre Frequentemente Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (18) P51 - Como a sua empresa avalia a performance das atividades de vigilância sanitária no desembaraço aduaneiro nos portos e aeroportos citados abaixo? (%) 14 Aerop. de Guarulhos - SP 11 Porto de Santos - SP Aerop. de Viracopos - SP 7 Aerop. de Recife - PE 7 Porto de Manaus - AM 7 Porto de Paranaguá - PR 7 Porto de Suape - PE 7 Porto de Itajaí - SC 7 Portos e Aeroportos que receberam as avaliações mais positivas: Excedem as expectativas Atendem as suas expectativas 4 Porto de Rio Grande - RS 4 Porto do Rio de Janeiro - RJ 4 Porto de Sepetiba - RJ - RJ 4 Porto de Salvador - BA 4 Porto de Tubarão - ES 4 Porto S. Fco do Sul - SC 4 Porto de Itaqui - MA 4 Porto de Pecem - CE 4 Aerop. do Galeão - RJ 4 Porto de Vitória - ES 4 Aerop. de Manaus - AM 4 Porto de Aratu - BA 4 Aerop. de Congonhas - SP 4 Porto de S. Sebastião - SP 4 Est. Aduan. de Anápolis - GO 4 Aerop. de Salvador - BA 4 Est. Aduan. Porto Belo - SC 4 Porto de Macaé - RJ 4 Est. Aduan. do DF 4 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) 140 Porto de Vila do Conde - PA AMCHAM – American Chamber of Commerce P51 - Como a sua empresa avalia a performance das atividades de vigilância sanitária no desembaraço aduaneiro nos portos e aeroportos citados abaixo? (%) Aeroporto de Viracopos - SP 43 Porto de Santos - SP Porto de Rio Grande - RS 4 Porto de Suape - PE 4 Porto de Sepetiba - Rio de Janeiro - RJ 4 Porto de Salvador - BA 4 Porto de Tubarão - ES 4 Porto São Francisco do Sul - SC 4 Porto de Itaqui - MA 4 Porto de Pecem - CE 4 Porto de Vitória - ES 4 Porto de Aratu - BA 4 Porto de São Sebastião - SP 4 Porto de Itajaí - SC 4 Estação Aduaneira de Anápolis - GO 4 Estação Aduaneira Porto Belo - SC 4 Estação Aduaneira do Distrito Federal 4 32 Aeroporto de Guarulhos - SP 29 Aeroporto de Congonhas- SP 18 Aeroporto do Galeão - RJ 11 Aeroporto de Manaus - AM 7 Aeroporto de Recife - PE 7 Porto do Rio de Janeiro - RJ 7 Aeroporto de Salvador - BA 4 Porto de Macaé - RJ 4 Porto de Vila do Conde - PA 4 Porto de Manaus - AM 4 Porto de Paranaguá - PR 4 Portos e Aeroportos que receberam as avaliações mais negativas: Não Atendem as suas expectativas Estão abaixo das expectativas Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) P52 - A orientação prestada pela ANVISA aos interessados, referente às exigências sanitárias é? (%) 67 43 21 21 17 33 29 29 30 9 0 0 Rápida e adequada Morosa mas adequada 2008 Rápida mas inadequada 2009 Morosa e inadequada 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) P53 - Em sua opinião, o intercâmbio de informações entre a ANVISA e a Receita Federal, Banco Central, Decex, entre outros gestores das atividades de comércio exterior, quanto às práticas e procedimentos que devem ser observados com vistas ao desembaraço aduaneiro das mercadorias importadas sujeitas ao regime de vigilância sanitária ocorrem: (%) 68 58 50 50 26 25 8 0 8 0 Sempre 0 Frequentemente 2008 Raramente 2009 5 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (19) 141 AMCHAM – American Chamber of Commerce P54 - Sua empresa já teve alguma exigência / indeferimento de processos relativos à importação questionáveis com as normas aplicáveis? (%) 67 56 40 33 31 25 35 13 0 0 0 0 Sempre Frequentemente 2008 Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (20) P55 - Qual o tempo médio, a partir da data do protocolo, que sua empresa leva para aprovação de Licença de Importação pela ANVISA, descontado o tempo de cumprimento de exigências (pré-embarque)? (%) 61 50 50 20 22 20 11 0 Até 05 dias 20 10 6 0 De 06 a 15 dias 2008 De 16 a 30 dias 2009 Mais de 30 dias 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (18) P56 - No seu entendimento as exigências realizadas pela ANVISA e relacionadas à Licença de Importação estão em conformidade com os regulamentos técnicos vigentes? (%) 74 2010 26 0 Sempre 0 Frequentemente Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (19) 142 Raramente Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P57 - Qual o tempo médio, a partir da data do protocolo, que sua empresa leva para aprovação de licença de importação pós-embarque, descontado o tempo de cumprimento de exigências? (%) 2010 61 28 6 6 Até 05 dias De 06 a 15 dias De 16 a 30 dias Mais de 30 dias Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (18) P58 - Você considera que as condições de armazenamento junto ao recinto alfandegário são adequadas? (%) 2010 74 21 5 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (19) P59 - O atendimento dos servidores da ANVISA, no que tange à prestação de informações são esclarecedoras à sua empresa? (%) 62 68 50 50 23 27 8 0 8 0 Sempre 0 Frequentemente 2008 Raramente 2009 5 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (22) 143 AMCHAM – American Chamber of Commerce P60 - Das exigências recebidas, com que frequência a documentação solicitada pelo PAF já havia sido apresentada à área técnica competente? (%) 100 56 50 40 39 10 0 0 0 Sempre 0 Frequentemente 2008 0 Raramente 2009 6 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (18) P61 - Em sua opinião existe burocracia desnecessária nos processos de importação/exportação? (%) 2010 63 26 11 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (19) P62 - Em sua opinião a falta de regulamentação existente para remessa/ recebimento de material biológico do e para o exterior interferem nos resultados de sua empresa? (%) 2010 38 15 8 Sempre Frequentemente Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (13) 144 38 Raramente Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P63 - Como é sua percepção da relação entre a GGPAF e as PAFs locais no resultado de seus processos empresariais? (%) 2010 56 39 6 0 Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (18) P64 - Na sua percepção, o número de funcionários da ANVISA em Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados é suficiente para atender as necessidades de sua empresa? (%) 2010 65 24 12 0 Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (17) P65 - Qual o tempo aproximado para a primeira manifestação de um processo de concessão de autorização de funcionamento? (%) 81 14 0 Até 1 mês De 01 a 03 meses De 04 a 06 meses 5 0 De 07 a 09 meses Mais de 09 meses 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) 145 AMCHAM – American Chamber of Commerce P66 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de concessão de autorização de funcionamento quando não há exigência de adequação da documentação por parte da empresa? (%) 57 24 14 Até 3 meses De 03 a 06 meses De 07 a 09 meses 5 0 De 10 a 12 meses Mais de 12 meses 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) P67 - Qual o tempo aproximado para a primeira manifestação de um processo de renovação de autorização de funcionamento? (%) 65 62 31 56 30 25 13 Até 30 dias 8 De 31 a 60 dias 2008 4 De 61 a 90 dias 2009 0 6 0 Mais de 90 dias 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) P68 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de renovação de autorização de funcionamento quando não há exigência de adequação da documentação por parte da empresa? (%) 50 33 11 Até 3 meses De 03 a 06 meses De 07 a 09 meses 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) 146 6 De 10 a 12 meses 0 Mais de 12 meses AMCHAM – American Chamber of Commerce P69 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de alteração de autorização de funcionamento? (%) 2010 24 29 24 10 De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses 10 5 De 7 a 9 meses De 10 a 18 meses Mais de 18 meses Não se aplica Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (21) P70 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de concessão de autorização de funcionamento especial? (%) 69 8 0 De 1 a 2 meses 8 10 De 3 a 4 meses 8 10 0 De 5 a 6 meses 10 8 De 7 a 9 meses 5 De 10 meses ou mais 2009 65 Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (20) P71 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de renovação de autorização de funcionamento especial? (%) 69 8 0 De 1 a 2 meses 8 15 De 3 a 4 meses 8 8 5 De 5 a 6 meses 5 0 De 7 a 9 meses 2009 75 0 De 10 meses ou mais Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (20) 147 AMCHAM – American Chamber of Commerce P72 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de alteração de autorização de funcionamento especial? (%) 77 15 8 0 8 0 De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses 8 5 De 5 a 6 meses 5 0 0 De 7 a 9 meses De 10 meses ou mais 2009 75 Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (20) P73 - Qual o tempo aproximado para obtenção de certificação de boas práticas de fabricação ou distribuição com inspeção incluindo publicação no DOU? (%) 40 25 20 0 0 0 De 1 a 2 meses 22 11 25 De 3 a 4 meses 22 13 0 44 40 32 0 De 5 a 6 meses 2008 5 0 De 7 a 9 meses 2009 De 10 meses ou mais Não aplicável 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (16) P74 - Qual o tempo aproximado para obtenção da primeira certificação de boas práticas de fabricação extra-zona incluindo publicação no DOU? (%) 78 67 17 0 0 De 3 a 4 meses 17 0 0 0 0 De 5 a 6 meses 6 0 De 7 a 9 meses 2008 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (18) 148 0 17 22 12 0 De 10 a 12 meses 2009 65 De 13 meses ou mais 2010 Não aplicável AMCHAM – American Chamber of Commerce P75 - Na sua opinião, nas inspeções realizadas na sua empresa, os técnicos estavam capacitados adequadamente para realizar a inspeção internacional da sua fábrica? (%) 83 2010 13 4 0 Sempre Frequentemente Raramente Não realizei inspeção internacional Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) P76 - As unidades da GGIMP estão abertas para discutir e orientar as empresas sobre temas contidos na legislação, tais como autorização de funcionamento ou certificação de boas práticas de fabricação e distribuição? (%) 83 71 53 40 24 17 0 Sempre 0 0 0 Frequentemente 2008 Raramente 2009 7 5 Nunca 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (21) P77 - A Anvisa disponibiliza outros meios ou canais para discutir e orientar as empresas sobre dúvidas na legislação? (%) 2010 57 35 4 Sempre 4 Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) 149 AMCHAM – American Chamber of Commerce P100 - Sua empresa já teve alguma exigência/indeferimento de processo não condizente com as normas aplicáveis? (%) 71 62 52 50 48 33 21 17 22 14 17 5 4 0 Sempre 22 7 0 33 26 29 26 0 Freqüentemente 2005 21 19 2006 Raramente 2007 2008 Nunca 2009 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) P101 - Você já perdeu algum prazo de lançamento de produto por atraso na análise de processos, descontando eventuais exigências? (%) 64 50 54 44 37 33 22 15 6 0 0 0 19 38 28 27 23 17 19 9 8 0 Sempre Freqüentemente 2005 44 44 2006 Raramente 2007 Nunca 2008 2009 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (22) P102 - Em sua opinião, a Gerência de Cosméticos é acessível no atendimento de sua empresa para discutir necessidades específicas? (%) 71 70 56 33 50 42 44 26 17 17 14 2005 42 30 14 11 9 22 0 Sempre Freqüentemente 2006 2007 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (22) 150 33 Raramente 2008 0 0 0 Nunca 2009 2010 0 0 AMCHAM – American Chamber of Commerce P103 - Em sua opinião, a Gerência de Cosméticos é sensível às necessidades de estratégia das empresas no que diz respeito ao lançamento de produtos no mercado externo? (Exemplo: produtos que são fabricados no Brasil, mas são comercializados externamente e, para isso, precisam do registro / notificação ou emissão de Certidões ou Declarações não previstas nos modelos padronizados da Gerência). (%) 58 41 40 24 20 50 53 13 Sempre 2005 0 32 25 24 8 44 43 40 35 12 5 0 Freqüentemente 2006 Raramente 2007 2008 8 9 7 11 Nunca 2009 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (22) P104 – Para um processo que não sofreu exigência, qual o tempo médio para aprovação de registro de produto (GRAU II) junto à ANVISA? (%) 81 14 0 Até 1 mês De 01 a 03 meses De 04 a 06 meses 5 0 De 07 a 09 meses Mais de 09 meses 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) P105 – Para um processo que sofreu exigência, qual o tempo médio para aprovação de registro de produto (GRAU II) junto à ANVISA? (%) 57 24 Até 3 meses 14 De 03 a 06 meses De 07 a 09 meses 5 0 De 10 a 12 meses Mais de 12 meses 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) 151 AMCHAM – American Chamber of Commerce P106 - Qual o tempo aproximado que a Anvisa leva para análise de cumprimento de exigência? (%) 65 62 31 56 30 25 13 8 Até 30 dias De 31 a 60 dias 4 De 61 a 90 dias 2008 2009 6 0 0 Mais de 90 dias 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) P107 - Qual o tempo médio para aprovação de alteração em registro junto à ANVISA (para os produtos não sujeitos a anuência)? (%) 50 33 11 Até 3 meses De 03 a 06 meses 6 De 07 a 09 meses 0 De 10 a 12 meses Mais de 12 meses 2010 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (23) P108 - Na sua opinião, quando a sua empresa entra em contato com a Anvisa sobre a posição de análise de processos de registro e alteração em registro de cosméticos, o atendimento é claro e objetivo? (%) 59 59 44 44 41 32 11 9 0 Sempre 0 0 Freqüentemente 2008 Base: Se relaciona com a Gerência de Cosméticos (22) 152 Raramente 2009 2010 0 Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce E.5 Tecnologia e Produtos para saúde De modo geral as empresas que tem relacionamento com a ANVISA avaliam negativamente a agência, sendo o percentual de avaliações negativas maior do que as avaliações positivas: 28% contra 18%. A avaliação da gerência de Produtos para Saúde é mais negativa que a avaliação total da Anvisa, apesar de ter melhorado em 2010 em comparação com o ano anterior. Além disso, as avaliações negativas caíram ligeiramente no comparativo com períodos anteriores, e 56% das empresas respondentes, em 2010, afirmam que a ANVISA frequentemente atende satisfatoriamente as funções para a qual foi criada, com instalações adequadas, versus 47% em 2009. A maioria dos entrevistados (64%) avalia que os processos têm melhorado ao menos parcialmente, mas 1/3 pensa o inverso. A maioria dos entrevistados (75%) nota a demonstração de compromisso da ANVISA com uma regulamentação de melhor qualidade. 82% entendem que a incorporação da “análise de impacto regulatório como ferramenta” para identificar os potenciais impactos econômicos da atuação regulatória sobre as empresas contribui para a melhoria da qualidade da regulação, ao menos parcialmente. Com alto grau de desconhecimento, ainda assim 49% atribuem ao Programa “Boas Práticas Regulatórias” impacto positivo para melhoria do ambiente regulatório. A maioria dos entrevistados (54%) acredita que a implementação da “Agenda Regulatória Anual” trouxe maior transparência para a ANVISA. 61% dos entrevistados acredita que os relatórios anuais de atividades publicados com resultados das ações da ANVISA contém informações sempre ou frequentemente relevantes, mas acreditam que as ações deveriam ser mais bem divulgadas, assim como seus resultados. Por outro lado, apenas 35% dos entrevistados avaliam favoravelmente a compatibilidade da força de trabalho da ANVISA com o desempenho das funções, 65% afirmam que essa adequação ocorre raramente ou nunca. Neste último ano, apesar da melhoria nos processos, o atendimento com as empresas piorou muito em todos os aspectos. Seguindo os modelos dos anos anteriores, a Gerência Geral de Tecnologia e Produtos para Saúde - GGTPS teve o questionário subdividido em questões gerais e questões para as três gerências Tecnologia de Equipamentos, Artigos e Materiais e Produtos para Diagnóstico In Vitro. Em 2010 observamos uma melhora na satisfação da Gerência Geral de Tecnologia de Produtos para a Saúde, alavancada pela Gerência de Produtos para Diagnóstico de uso in vitro que apresenta os melhores tempos de análise e melhores notas de desempenho. Ainda do ponto de vista de satisfação enquanto a Gerência de Produtos para Diagnóstico de Uso “in vitro” teve uma avaliação de condução dos diversos processos como satisfatória, as outras duas gerências foram avaliadas como pouco satisfatórias, o que demonstra que os processos internos utilizados por essa Gerência podem ser considerados como modelo a ser seguido pelas demais. As Gerências de Tecnologia de Equipamentos e Materiais tiveram as avaliações com longos tempos de primeira manifestação de registro de novos produtos mesmo tendo sido publicada Resolução de Cadastro que teoricamente agilizaria os tempos de análises de outros produtos, o que na prática não se observou. Considerando que a área de produtos para saúde se baseia na tecnologia e os equipamentos e produtos têm suas versões atualizadas muito rapidamente – muitas vezes a diferença entre uma atualização e outra é de 3 ou 4 anos, não sendo preciso fazer a revalidação – a questão de prazos é bastante relevante e impactante para as empresas. A sugestão seria, então, agilizar a pré-comercialização. A Gvit, por sua vez, conseguiu diminuir seus prazos para re153 AMCHAM – American Chamber of Commerce gistro, o que é bem aceitável apesar de os processos serem mais simples. Além do longo tempo de espera, existe também uma dificuldade geral em acompanhar os processos. Isso porque depois de protocolado, as datas no site não condizem com a data real do protocolo. O atual tempo e custo para concessão de registro de produto pela ANVISA servem de barreira para o acesso a novos produtos e novas tecnologias por empresas brasileiras. Seria preciso buscar a harmonização regulatória global, firmando acordos com Agências Regulatórias de outros países, reduzindo necessidade de fiscalização de linhas de produção in loco através da aceitação de certificações de reconhecimento internacional, e simplificando processos de registro de produtos certificados por essas agências. Através de Acordos de Harmonização, a ANVISA poderia adicionar exigências que considera indispensáveis para que essas agências passassem a adotar em seus países, já que esse processo é de mão dupla. O principal instrumento de trabalho conjunto entre a Anvisa e o setor privado são as Consultas e Audiências Públicas, momento nos quais ambos os lados expõem suas opiniões e sugerem qual seria o melhor caminho para que a regulação seja mais eficiente. Assim, apesar de a ANVISA ser considerada transparente nos processos de audiências e consultas publicas, as sugestões enviadas para essas consultas publicas não são levadas em consideração para 69% dos participantes desta pesquisa. Em 2009 a percepção dos entrevistados era ainda mais negativa. E ainda quando se fala da frequência com que a ANVISA disponibiliza para a sociedade sugestões recebidas em consultas públicas as respostas negativas tem incremento (70% avaliam que isso raramente ou nunca ocorre). A comunicação do setor regulado com a Anvisa é prioritária, porém a disponibilidade desta em se comunicar com as empresas é essencial para que possa existir as duas vias necessárias para o estabelecimento de um dialogo. Os meios de comu154 nicação mais eficientes para mais de metade dos entrevistados em 2010 foram as reuniões pessoais e a Internet, ganhando preferência em relação ao ano anterior. A reunião presencial é o meio de comunicação considerado mais efetivo para a resolução de problemas. Apesar de ser considerado o meio mais utilizado, alguns respondentes comentaram sobre a dificuldade de agendamento. Em relação aos outros meios de comunicação, alguns informam que as respostas são muito gerais, não direcionadas ao caso, empresa ou pergunta, e nem sempre são conclusivas. Uma sugestão deixada foi que os agendamentos sejam feitos diretamente com os setores envolvidos. O e-mail, fax e outros meios de comunicação não são considerados eficazes pelas empresas respondentes. O canal de comunicação criado recentemente pela ANVISA (“0800” ) é operado por pessoas que não possuem conhecimento técnico e cujo treinamento ainda deixa a desejar, acarretando demora no atendimento e fazendo com que a resposta muitas vezes não seja realizada no prazo acordado. Questões simples que poderiam ser prontamente atendidas nem sequer são avaliadas. Casos abertos na ouvidoria são delegados para outras áreas, e não há analise da ouvidoria. Esse canal normalmente, em outras instituições, tem isenção e faz a avaliação do conteúdo da resposta. O canal de Ouvidoria ou Fale Conosco é efetivo para dúvidas de baixa complexidade, facilmente respondidas por aplicação de legislação vigente. Frente ao ano anterior, aumentou de 37% para 44% o percentual dos que consideram que frequentemente a ANVISA interpreta e executa de maneira uniforme as normas regulatórias. Mesmo assim, 66% dos respondentes avaliam que a atuação da ANVISA no sentido de garantir uma aplicação adequada e harmônica das normas regulatórias e fiscalizatórias pelos agentes estaduais e municipais está abaixo das expectativas. O setor privado sente que em reuniões em associações ou em palestras, a agência costuma res- AMCHAM – American Chamber of Commerce ponder a dúvidas e perguntas não com base na interpretação da agência, mas sim de acordo com o que o representante em questão imagina ser mais adequado em responder. Com isso, não é incomum que as empresas recebam outras orientações quando questionam outro colaborador da agência. Um exemplo foi a informação que com a RDC 25 as empresas não seriam prejudicadas caso a Agência não conseguisse realizar todas as inspeções solicitadas. O que a nota técnica esclarece é que processos de novos registros serão indeferidos (independente da causa do atraso) caso não sejam peticionados com o certificado de boas práticas de fabricação sem ao menos entrar em exigência e conceder a empresa meio de esclarecimentos pela não apresentação do certificado. Como as inspeções internacionais não tem prazo para serem realizadas após a solicitação, estão sendo verificados prejuizos para as empresas que demoram muito tempo para agendar as certificações. Isso acarreta tempo extra no processo de registro e esse tempo não é previsível. A RDC 25 é um assunto que tem particularmente preocupado as empresas que notam a falta estrutura da agência para aplicar as normas da forma como gostaria. O processo de liberação de um registro se torna mais moroso porque além dos prazos para a liberação do processo há um agravamento pois a inspeção deve ser realizada antes do peticionamento. Além do impacto de tempo, após o indeferimento as empresas precisariam pagar novamente a mesma taxa porque seguiram uma orientação dada pela agência anteriormente à publicação da RDC. O ideal seria que tais protocolos não sejam indeferidos, mas continuem na fila. Existe ainda certa indefinição sobre a Lei n° 11972 que define que o Certificado tem validade de dois anos, mas o pagamento da taxa seria anual. A resposta obtida da ANVISA é que a lei ainda não está regulamentada. Quanto às taxas de registro e indeferimento, o que a RDC 25 define é que só poderia ser submetido um novo registro se tiver certificado de boas práticas de fabricação emitida pela ANVISA. Ainda, no que diz respeito à legislação internacional na área de inspeção, a Anvisa não foi considerada alinhada. A ISO 19001 solicita agendamento de inspeção com pelo menos 6 meses de antecedência, e a Anvisa pede sugestão de data após 60 dias, mas o agendamento acontece após 8 meses. Como exemplo, a agência iniciou a colocação de uma agenda de inspeções no site, mas após junho não a atualizou mais. Ter uma agenda atualizada com data de solicitação pela empresa e agendamento pela ANVISA contribui para a transparência de suas ações, além de permitir que a empresa possa ter noção da data aproximada em que será inspecionada. Outras dúvidas comuns ao setor dizem respeito ao registro em família, assunto sobre o qual as empresas ainda esperam uma publicação para formalização das orientações. As regras são bastante importantes para que a relação entre o regulador e o regulado tenha como base normas claras, mas é importante também que estas existam para os dois lados, aumentando, então, a segurança jurídica. Por outro lado, a internalização das resoluções e acordos do Mercosul de que a ANVISA foi signatária melhora a performance em relação ao ano anterior, com 69% de menções positivas em 2010 versus 55% em 2009. 40% dos entrevistados desconhece a ação da ANVISA no Mercosul e em fóruns internacionais buscando harmonização com a regulamentação global, minimizando barreiras de inovação tecnológica. Não há entendimento claro também sobre a liberação de importações de reagentes não regularizados na ANVISA, caracterizados como reagentes montados (kit) nos laboratórios de análises clínicas para serem utilizados exclusivamente na mesma instituição. Pelo fato de não ser aplicáveis ao Regulamento Técnico de Produtos para Diagnóstico de uso in vitro, levando ao indeferimento da Licença de Importação e interdição do produto por não es155 AMCHAM – American Chamber of Commerce tar previsto na Resolução RDC 81, de 05/11/2008, sugere-se a publicação de regras atualizadas, sempre claras e adequadas, para as diversas necessidades do setor regulado de importação/exportação dos diferentes tipos de materiais. A falta de uniformidade nas análises e entendimentos faz com que sejam necessários treinamentos efetivos com funcionários e inspetores da agência. A legislação, se for mais precisa, evita diferentes interpretações. Algumas vezes ainda existem divergências entre as legislações estaduais e federais, o que ocasiona um problema maior na obtenção dos resultados. Há também frequência, especialmente em temas e resultados de inspeções, de desacordo entre os inspetores da mesma Visa. A lista de excessões (Cadastro de Produtos para Saúde) não é clara, e há necessidade de que seja mais objetiva. Como foi criada com o intuito de ser dinâmica, o prejuízo é alto quando a consulta ou solicitação de esclarecimentos sobre produtos semelhantes não retorne com uma resposta. A cada ano percebe-se uma tendência de aumento da avaliação de que a ANVISA frequentemente é clara nas suas resoluções: 48% em 2010 versus 33% em 2008. As exigências de fato são bem formuladas porque os técnicos têm bastante conhecimento sobre o assunto, porém, falta pessoal para atender todas as empresas reguladas. Por outro lado, as exigências realizadas pela ANVISA relacionadas à Licença de Importação algumas vezes excedem as estabelecidas na RDC 81 de 2008, quanto ao seu preenchimento. Houve caso de indeferimento de Licença de Importação por não ter sido informado no seu corpo o teor do seu respectivo termo de compromisso. Quanto as orientações sobre às exigências sanitárias fornecidas pela ANVISA, elas pioraram sua adequação e agilidade. Em 2010 37% dos entrevistados avaliaram as orientações como “Morosas e inadequadas”, frente a 31% em 2009 que avaliaram dessa maneira. 156 De acordo com a Resolução 81 de 2008, que regulamenta a importação, todos os termos de responsabilidade e declarações entregues à ANVISA necessitam estar com assinaturas de representantes legal e técnico reconhecidos em cartório e as cópias de registro de produtos ANVISA precisam estar autenticadas. Mesmo não havendo regulamentação própria, as exportações de material biológico precisam ser acompanhadas de declarações e termos de exportação com assinaturas de representantes legais, técnicos e pesquisadores envolvidos. Para o recolhimento de taxas de fiscalização sanitária há diversos fatos geradores e códigos de serviços semelhantes, com mesmo valor de taxa. A falta de regulamentação para remessa (exportação) de material biológico para o exterior faz com que a ANVISA adote as mesmas exigências estabelecidas para a importação de material biológico regrada pela Resolução 81 de 2008, tornando a exportação burocratizada. A regulamentação para recebimento (importação) de material biológico do exterior existe (Resolução 81 de 2008), e possui exigências burocráticas que inviabilizam a sua liberação dentro do tempo de estabilidade do material biológico, inviabilizando assim a exportação de serviços de diagnótico laboratorial, pois se não há como receber as amostras, não há como oferecer esse serviço a potenciais clientes no exterior. Para solucionar esta situação, sugerese desenvolver, junto com o setor regulado, regulamentação que possa estimular a exportação de serviços de medicina diagnóstica, viabilizando o recebimento de material biológico relacionado. O atendimento dos servidores da ANVISA junto aos Portos, Aeroportos e Fronteiras tem sido informar ao setor regulado que “o processo necessita estar de acordo com a RDC”. A percepção é que a PAF e a GGPAF cumpre o estabelecido em regulamentação formal. Para outras situações, ou para situações previstas em regulamentação, a autonomia para decisão não lhes cabe e se tornam dependentes de parecer da área técnica da ANVISA/Brasília. AMCHAM – American Chamber of Commerce A descentralização poderia ser a solução, delegando de maneira progressiva autonomia, sempre acompanhada da formalização de regulamentação pertinente, evitando tramitação operacional em Brasília. Mas para isso, a legislação e regulamentação devem ser bem claras, para a fiscalização local e o setor regulado. Além disso, as PAFs não têm informações da área técnica, e solicitam às empresas informações que já estão na ANVISA. Uma intranet ou rede eficiente que permita interação entre GGPAF, PAFs, área técnica, para atender às solicitações criada pela própria Agência diminuiria o problema. A estrutura disponível para armazenamento foi tema de questionamento na pesquisa de 2010, e foi chamada atenção ao fato de que a INFRAERO em Viracopos e Guarulhos não possui área para carga congelada a temperaturas de -20oC e abaixo. Também inexiste comprovação de que houve tratamento adequado de armazenagem em todo o período desde a chegada da carga. A ANVISA poderia tomar ações junto à INFRAERO, solicitando essa melhoria. 157 AMCHAM – American Chamber of Commerce P1 - Em termos de avaliação geral, dê uma nota para atuação da ANVISA como um todo, sendo 1 a menor e 5 a maior (%) Grau de Satisfação geral ANVISA:(%) 18% 3 28% 15 54 5 20 4 3 8 2 1 Maior Nota Menor Nota Base: Amostra (111) P2 - Em termos de avaliação geral, dê uma nota para a atuação desta gerência da ANVISA que sua empresa tem relacionamento, sendo 1 a menor nota e 5 a maior. (%) Grau de Satisfação ANVISA: Produtos para Saúde 20% 2010 2 36% 18 48 2009 0 3 16 52 39 2008 0 6 57 5 16 6 31 4 3 6 2 Maior Nota 1 Menor Nota Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P3 - A ANVISA atende às funções para a qual foi criada de maneira satisfatória? (%) 59 54 53 44 2 3 Sempre 43 2 0 Freqüentemente 2008 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) 158 39 Raramente 2009 0 Nunca 2010 2 AMCHAM – American Chamber of Commerce P4 - As instalações da Anvisa permitem uma boa acomodação para o atendimento das empresas? (%) 2010 62 16 16 5 Sim Parcialmente Não Desconheço Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P5 - A Anvisa tem melhorado seus processos de trabalho para qualificar o atendimento às empresas ? (%) 2010 54 34 10 Sim 2 Parcialmente Não Deconheço Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P6 - Em sua opinião, a força de trabalho da Agência é compatível com o desempenho das funções institucionais? (%) 2010 44 33 21 2 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) 159 AMCHAM – American Chamber of Commerce P7 - A ANVISA interpreta e executa as normas regulatórias de maneira uniforme? (%) 60 35 37 46 46 44 17 2 0 2 0 Sempre Frequentemente Raramente 2008 2009 10 Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P8 - Os atos normativos da ANVISA respeitam a hierarquia da legislação? (%) 77 64 59 35 26 11 13 10 3 3 0 Sempre Frequentemente Raramente 2008 2009 0 Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P9 - Em relação à atuação da Anvisa no sentido de garantir uma aplicação adequada e harmônica das normas regulatórias e fiscalizatórias pelos agentes estaduais e municipais de vigilância sanitária, a agência: (%) 2010 51 34 15 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) 160 Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas AMCHAM – American Chamber of Commerce P10 - A Anvisa tem demonstrado compromisso com uma regulação de melhor qualidade? (%) 75 2010 18 7 Sim Não Desconheço Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P11 - O Programa de Boas Práticas Regulatórias da Anvisa tem contribuído para um ambiente regulatório de melhor qualidade, maior transparência e credibilidade para atuação e investimento da sua empresa no país? (%) 2010 49 38 13 Sim Não Desconheço Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P12 - A instituição de uma Agenda Regulatória anual trouxe maior transparência para as ações regulatórias da Anvisa? (%) 2010 54 21 Sim Não 25 Desconheço Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) 161 AMCHAM – American Chamber of Commerce P13 - Em sua opinião, a realização de audiências públicas virtuais com os Diretores da Diretoria Colegiada da Anvisa amplia a transparência e facilita a interlocução com sua empresa? (%) 2010 33 23 23 21 Sim Parcialmente Não Desconheço Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P14 - Na sua opinião, a incorporação da Análise Impacto Regulatório como ferramenta para identificar os potenciais impactos econômicos da atuação regulatória sobre as empresas pode contribuir para a melhoria da qualidade da regulação? (%) 2010 33 35 27 4 De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses Mais de 6 meses 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P15 - Na sua opinião, a análise, cobrança e alteração do valor das taxas pela Gerência de Gestão da Arrecadação (GEGAR) é feita com embasamento jurídico e técnico adequado? (%) p p g q p 67 52 39 34 29 14 10 1 0 33 De 1 a 2 meses 10 4 0 De 3 a 4 meses 2007 12 10 De 5 a 6 meses 2008 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) 162 27 14 18 De 7 a 8 meses 2009 2010 14 11 De 9 meses ou mais AMCHAM – American Chamber of Commerce P16 - Na sua opinião, qual seria o meio de comunicação mais eficiente entre a sua empresa e a ANVISA? (%) 2010 40 27 17 10 6 De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 8 meses De 9 a 12 meses Mais de 12 meses 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P17 - Dos meios de comunicação utilizados pela ANVISA, qual tem sido o mais eficiente para atender às suas necessidades? (%) 31 30 27 16 15 Reuniões presenciais 22 30 18 9 Internet E-mail 10 9 15 Reuniões virtuais 2008 2009 10 9 12 Associação de classes 17 15 3 Telefone 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P18 - Quando a empresa utiliza Internet, e-mail, telefone, para solucionar dúvidas, ou reclamações sobre processos, o tempo de resposta da ANVISA é feito: (%) 49 34 16 Reuniões presenciais 22 28 12 3 E-mail (fale conosco e Anvis@tende) 2009 12 19 0 0 5 Telefone - s/e - 2009 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) 163 AMCHAM – American Chamber of Commerce P19 - Com que frequência as formas não presenciais de comunicação com a ANVISA (telefone, e-mail, fax) são meios eficazes para solucionar problemas e/ou esclarecer dúvidas, evitando exigências adicionais no processo e acelerando a conclusão da análise? (%) 17 17 8 Em menos de 5 dias 23 18 34 30 23 20 Entre 31 e 60 dias Acima de 60 dias ou sem resposta 9 Entre 5 e 10 dias Entre 11 e 30 dias 2009 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P20 - Com que frequência o telefone é eficiente como meio de comunicação utilizado? (%) 60 55 15 6 24 20 17 3 Sempre Frequentemente 2009 Raramente Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P21 - Com que frequência e-mail ou fax são eficientes como meio de comunicação utilizado? (%) 55 50 35 37 12 Sempre Frequentemente 2009 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) 164 5 3 3 Raramente 2010 Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P22 - Havendo necessidade de uma reunião presencial, quanto tempo após a solicitação a reunião é realizada? (%) 53 39 23 3 30 28 20 4 Até uma semana Entre 1 e 2 semanas Entre mais de 2 e 3 semanas 2009 Mais de 3 semanas 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P23 - Com que frequência os seus pedidos de reunião são atendidos? (%) 53 39 5 4 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P24 - No caso de negativa da solicitação de reunião, o motivo para o não atendimento no pedido é: (%) 61 63 49 31 13 19 18 16 6 4 Sempre 18 Frequentemente 2008 Raramente 2009 2 Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) 165 AMCHAM – American Chamber of Commerce P25 - As reuniões presenciais são efetivas para solucionar os problemas apontados? (%) p q 63 48 41 44 40 22 2 0 15 10 7 Sempre Frequentemente 2008 Raramente 2009 8 Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P26 - O atendimento e encaminhamento de protocolo da UNIAP (Unidade de Atendimento ao Público) está adequado em termos temporais e qualitativos? (%) p q 63 48 41 44 40 22 2 0 Sempre 15 10 7 Frequentemente Raramente 2008 2009 8 Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P27 - A ANVISA é pró-ativa na comunicação com o setor regulado relativa a temas que impactam os serviços prestados pela Agência? (%) Agência? 56 32 46 39 12 12 3 0 Sempre Frequentemente 2009 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) 166 Raramente 2010 Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P28 - Os relatórios anuais de atividades publicados com os resultados das ações da Anvisa contém informações úteis para sua empresa ou setor em que atua? (%) 2010 48 20 18 13 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P29 - O Boletim Eletrônico de Boas Práticas Regulatórias tem contribuído com informações regulatórias de interesse da sua empresa? (%) 47 28 17 8 Sim Parcialmente Não Desconheço Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P30 - De maneira geral, dentro da experiência de sua empresa, com que frequência a Anvisa consegue tratar adequadamente as solicitações urgentes? (%) 64 54 23 0 3 Sempre 20 53 25 23 13 20 2 Frequentemente 2008 Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) 167 AMCHAM – American Chamber of Commerce P31 - Quanto ao conteúdo, utilidade e disponibilidade do sistema, o peticionamento eletrônico: (%) 55 35 8 2 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P32 - Quanto ao conteúdo, utilidade, disponibilidade do sistema e atualização, os bancos de dados da Anvisa: (%) 47 40 13 0 Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P33 - Nos diversos procedimentos realizados pela ANVISA, os critérios para análise e a coerência na elaboração de exigências variam de técnico para técnico? (%) 63 55 52 34 42 43 2 Sempre Frequentemente 2008 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) 168 3 Raramente 2009 2010 5 0 0 Nunca 2 AMCHAM – American Chamber of Commerce P34 - Nos diversos processos submetidos à avaliação da ANVISA é possível para a empresa ter uma previsibilidade ou estimativa de prazo para a finalização da análise? (%) 57 46 46 32 12 9 0 0 Sempre Frequentemente Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P35 - A resposta da ANVISA em eventuais casos de denúncia sobre produtos clandestinos/ informais, em termos de eficiência e qualidade é: (%) 60 50 39 31 30 26 20 4 3 17 13 6 0 Muito satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória 2008 0 Insatisfatória 2009 0 Desconheço 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P36 - Na sua opinião, a ANVISA tem mecanismos claros e amigáveis que viabilizem o acompanhamento e os resultados satisfatórios de denúncias sobre produtos clandestinos/ informais de maneira: (%) 56 20 7 0 Muito satisfatório 19 20 11 7 Satisfatória Pouco satisfatória 2009 50 10 Insatisfatória Desconheço 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) 169 AMCHAM – American Chamber of Commerce P37 - A ANVISA internaliza as Resoluções e Acordos do Mercosul de que foi signatária? (%) 65 48 52 45 41 31 7 4 3 Sempre 4 Frequentemente 2008 Raramente 2009 0 0 Nunca/ Desconheço 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P38 - Na sua opinião, a ANVISA orienta adequadamente seus representantes para se preparar e participar das reuniões do Mercosul com definições claras e cumpre os prazos de discussão para avançar nos temas urgentes? (%) 57 47 33 17 3 21 21 2 Sempre Frequentemente 2009 Raramente Desconheço 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P39 - Na sua opinião, a ANVISA trabalha no Mercosul e em fóruns internacionais buscando em todos os departamentos de sua gestão a harmonização com a regulamentação global, minimizando barreiras de inovação tecnológica? (%) 43 20 3 27 33 40 0 Sempre Frequentemente 2009 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) 170 33 Raramente 2010 Desconheço AMCHAM – American Chamber of Commerce P40 - A ANVISA busca alinhamento com o setor regulado em relação aos seus posicionamentos no MERCOSUL e em fóruns internacionais? (%) 53 32 30 37 30 17 2 0 Sempre Frequentemente Raramente 2009 Desconheço 2010 P41 - Considerando que muitas empresas têm seus produtos registrados em outros órgãos de fiscalização em outros países, as exigências e atuação da ANVISA na legalização de produtos e empresas dificultam a inovação e melhorias nos setores regulados por essa agência? (%) 58 53 43 33 17 30 21 18 13 0 Sempre Frequentemente Raramente 2008 2009 3 10 Nunca/ Desconheço 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P42 - Com que frequência as Resoluções da Anvisa são claras? (%) 61 50 48 46 46 33 0 0 Sempre 4 0 Frequentemente 2008 Raramente 2009 6 7 Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) 171 AMCHAM – American Chamber of Commerce P43 - Com que frequência a Anvisa leva em consideração as sugestões enviadas em consultas públicas? (%) 64 60 52 32 26 18 2 18 5 0 Sempre 17 6 Frequentemente 2008 Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P44 - Com que frequência a Anvisa disponibiliza para a sociedade as sugestões recebidas às consultas públicas? (%) 51 26 19 4 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P45 - A atuação da ANVISA no sentido de garantir uma aplicação de entendimento e comunicação adequadas e harmônicas interdepartamentais (por ex. das áreas técnicas com GEGAR, GGIMP, etc.) é: (%) 52 43 32 30 27 16 0 0 Muito satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória 2009 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) 172 2010 Insatisfatória AMCHAM – American Chamber of Commerce P46 - Na sua opinião, a Anvisa apresenta métricas ao setor regulado englobando todas as etapas de atuação (do protocolo à publicação) com clareza sobre a posição de análise de processos de registro e alteração de registro? (%) 54 42 27 23 3 32 19 0 Sempre Frequentemente Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P47 - A partir da data de protocolo em quanto tempo, aproximadamente, é finalizado o exercício do controle sanitário nas importações de sua empresa? (%) importações de sua empresa? 75 52 14 17 11 6 48 horas 17 8 72 horas 96 horas 2009 Mais de 96 horas 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (36) P48 - Com que frequência a impossibilidade de obtenção de licenças de importação por demora na aprovação/publicação de renovação/ alteração de autorização de funcionamento prejudica a disponibilidade de produtos? (%) 48 40 37 28 24 12 11 0 Sempre Frequentemente 2009 Raramente Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (57) 173 AMCHAM – American Chamber of Commerce P49 - Na sua percepção há uniformização nos procedimentos de fiscalização para liberação das importações de mercadorias submetidas ao regime de vigilância sanitária? (%) 58 33 33 56 33 28 28 6 5 Sempre Frequentemente 11 6 3 Raramente 2008 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P50 - Na sua percepção há uniformização na análise técnica relativa à liberação das importações de mercadorias submetidas ao regime de vigilância sanitária? (%) 61 50 32 31 13 6 2 Sempre Frequentemente Raramente 2009 5 Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P51 - Como a sua empresa avalia a performance das atividades de vigilância sanitária no desembaraço aduaneiro nos portos e aeroportos citados abaixo? (%) 28 Aerop. de Guarulhos - SP 3 Porto de Itajaí - SC Aerop. de Viracopos - SP 18 Porto de Santos - SP 5 Porto do Rio de Janeiro - RJ 5 Porto de Macaé - RJ 2 Porto de Rio Grande - RS 2 Porto de Sepetiba - RJ 2 Aerop. do Galeão - RJ 3 Porto de Salvador - BA 2 Aerop. de Recife - PE 3 Porto de Tubarão - ES 2 Porto de Suape - PE 3 Porto São Francisco do Sul - SC 2 Porto de Pecem - CE 2 Porto de Aratu - BA 2 Portos e Aeroportos com avaliação positiva: Excedem as expectativas Atendem as suas expectativas 3 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (61) 174 2 11 Porto de Paranaguá - PR Porto de Vitória - ES Aerop. de Salvador - BA 17 Aerop. de Congonhas - SP AMCHAM – American Chamber of Commerce P51 - Como a sua empresa avalia a performance das atividades de vigilância sanitária no desembaraço aduaneiro nos portos e aeroportos citados abaixo? (%) Aeroporto de Viracopos - SP 46 Aeroporto de Guarulhos - SP Porto de Macaé - RJ 6 Porto de Vila do Conde - PA 6 Porto de Manaus - AM 6 Porto de Paranaguá - PR 6 Porto de Suape - PE 6 Porto de Sepetiba - RJ 6 Porto de Salvador - BA 6 Porto de Tubarão - ES 6 Porto São Francisco do Sul - SC 6 Porto de Itaqui - MA 6 Porto de Pecem - CE 6 Porto de Aratu - BA 6 Porto de S. Sebastião - SP 6 Est. Aduaneira de Anápolis - GO 6 Est. Aduaneira Porto Belo - SC 6 Est. Aduaneira do Distrito Federal 6 43 Porto de Santos - SP 28 Aeroporto de Congonhas - SP 15 Aeroporto do Galeão - RJ 11 Porto de Itajaí - SC 11 Aeroporto de Manaus - AM 8 Porto de Rio Grande - RS 8 Porto do Rio de Janeiro - RJ 8 Porto de Vitória - ES 8 Aeroporto de Salvador -BA 6 Aeroporto de Recife - PE 6 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (61) P52 - A orientação prestada pela ANVISA aos interessados, referente às exigências sanitárias é? (%) 69 50 42 31 13 13 37 19 10 6 0 Rápida e adequada Morosa mas adequada 10 Rápida mas inadequada 2008 2009 Morosa e inadequada 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P53 - Em sua opinião, o intercâmbio de informações entre a ANVISA e a Receita Federal, Banco Central, Decex, entre outros gestores das atividades de comércio exterior, quanto às práticas e procedimentos que devem ser observados com vistas ao desembaraço aduaneiro das mercadorias importadas sujeitas ao regime de vigilância sanitária ocorrem: (%) 50 50 40 38 51 31 19 10 0 Sempre 4 0 Frequentemente 2008 Raramente 2009 7 Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) 175 AMCHAM – American Chamber of Commerce P54 - Sua empresa já teve alguma exigência / indeferimento de processos relativos à importação questionáveis com as normas aplicáveis? (%) 47 48 53 36 29 26 24 21 12 0 3 0 Sempre Frequentemente 2008 Raramente 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P55 - Qual o tempo médio, a partir da data do protocolo, que sua empresa leva para aprovação de Licença de Importação pela ANVISA, descontado o tempo de cumprimento de exigências (pré-embarque)? (%) 61 50 47 24 29 23 20 18 11 11 0 Até 05 dias De 06 a 15 dias 2008 De 16 a 30 dias 2009 7 Mais de 30 dias 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P56 - No seu entendimento as exigências realizadas pela ANVISA e relacionadas à Licença de Importação estão em conformidade com os regulamentos técnicos vigentes? (%) 2010 57 34 9 0 Sempre Frequentemente Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (56) 176 Raramente Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P57 - Qual o tempo médio, a partir da data do protocolo, que sua empresa leva para aprovação de licença de importação pós-embarque, descontado o tempo de cumprimento de exigências? (%) 2010 47 25 20 7 Até 05 dias De 06 a 15 dias De 16 a 30 dias Mais de 30 dias Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P58 - Você considera que as condições de armazenamento junto ao recinto alfandegário são adequadas? (%) 2010 55 25 11 9 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P59 - O atendimento dos servidores da ANVISA, no que tange à prestação de informações são esclarecedoras à sua empresa? (%) 59 55 47 45 35 6 3 Sempre 35 5 0 Frequentemente 2008 Raramente 2009 6 3 Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) 177 AMCHAM – American Chamber of Commerce P60 - Das exigências recebidas, com que frequência a documentação solicitada pelo PAF já havia sido apresentada à área técnica competente? (%) 58 44 36 42 36 29 21 10 9 Sempre 7 Frequentemente 2008 Raramente 2009 5 3 Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P61 - Em sua opinião existe burocracia desnecessária nos processos de importação/exportação? (%) 2010 47 31 20 2 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P62 - Em sua opinião a falta de regulamentação existente para remessa/ recebimento de material biológico do e para o exterior interferem nos resultados de sua empresa? (%) 61 45 27 25 10 15 15 2 Sempre Frequentemente 2009 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) 178 Raramente 2010 Nunca AMCHAM – American Chamber of Commerce P63 - Como é sua percepção da relação entre a GGPAF e as PAFs locais no resultado de seus processos empresariais? (%) 2010 50 37 13 0 Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P64 - Na sua percepção, o número de funcionários da ANVISA em Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados é suficiente para atender as necessidades de sua empresa? (%) 2010 44 31 24 0 Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P65 - Qual o tempo aproximado para a primeira manifestação de um processo de concessão de autorização de funcionamento? (%) 2010 19 21 16 11 2 De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses De 10 a 18 meses Mais de 18 meses Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) 179 AMCHAM – American Chamber of Commerce P66 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de concessão de autorização de funcionamento quando não há exigência de adequação da documentação por parte da empresa? (%) 22 28 13 24 16 22 22 43 33 32 7 3 De 3 a 4 meses 28 De 5 a 6 meses 6 De 7 a 9 meses 2008 0 De 10 meses ou mais 2009 Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (65) P67 - Qual o tempo aproximado para a primeira manifestação de um processo de renovação de autorização de funcionamento? (%) 2010 48 34 10 7 De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses 0 De 7 a 9 meses De 10 a 18 meses Mais de 18 meses Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (29) P68 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de renovação de autorização de funcionamento quando não há exigência de adequação da documentação por parte da empresa? (%) 56 43 27 7 18 0 De 1 a 2 meses* De 3 a 4 meses 7 14 7 De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses 2009 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (25) 180 10 7 5 De 10 meses ou mais 2010 Não se aplica AMCHAM – American Chamber of Commerce P69 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de alteração de autorização de funcionamento? (%) 34 11 7 26 19 De 1 a 2 meses 25 26 22 19 11 De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses 2009 De 10 meses ou mais 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (25) P70 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de concessão de autorização de funcionamento especial? (%) 80 63 4 0 De 1 a 2 meses 11 19 4 De 3 a 4 meses 4 5 0 De 5 a 6 meses 4 De 7 a 9 meses 2009 7 De 10 meses ou mais Mais de 18 meses 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (11) P71 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de renovação de autorização de funcionamento especial? (%) 81 35 24 12 12 0 De 1 a 2 meses 18 7 5 2 De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses 2009 5 De 10 meses ou mais 0 Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (9) 181 AMCHAM – American Chamber of Commerce P72 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de alteração de autorização de funcionamento especial? (%) 82 54 17 8 17 5 4 4 De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses 5 4 De 7 a 9 meses De 10 meses ou mais 2009 Não se aplica 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (10) P73 - Qual o tempo aproximado para obtenção de certificação de boas práticas de fabricação ou distribuição com inspeção incluindo publicação no DOU? (%) p ç 70 53 10 6 18 9 24 16 23 13 7 De 3 a 4 meses 52 De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses 2008 2009 De 10 meses ou mais 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (44) P74 - Qual o tempo aproximado para obtenção da primeira certificação de boas práticas de fabricação extra-zona incluindo publicação no DOU? (%) 20 0 4 De 3 a 4 meses 4 7 4 12 2 De 5 a 6 meses 11 7 De 7 a 9 meses 2008 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (39) 182 33 27 28 33 38 28 8 De 10 a 12 meses 2009 35 De 13 ou mais 2010 Não aplicável AMCHAM – American Chamber of Commerce P75 - Na sua opinião, nas inspeções realizadas na sua empresa, os técnicos estavam capacitados adequadamente para realizar a inspeção internacional da sua fábrica? (%) 2010 54 27 13 5 2 Sempre Frequentemente Raramente nunca Não realizei inspeção internacional Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (56) P76 - As unidades da GGIMP estão abertas para discutir e orientar as empresas sobre temas contidos na legislação, tais como autorização de funcionamento ou certificação de boas práticas de fabricação e distribuição? (%) 61 44 32 0 3 Sempre 44 38 37 15 13 10 3 Frequentemente Raramente 2008 2009 Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (52) P77 - A Anvisa disponibiliza outros meios ou canais para discutir e orientar as empresas sobre dúvidas na legislação? (%) 2010 58 27 11 4 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) 183 AMCHAM – American Chamber of Commerce P134 - Quanto tempo aproximado para análise (primeira manifestação) de cadastro de equipamento? (%) 2010 33 35 27 4 De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses Mais de 6 meses 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P135 - Quanto tempo aproximado para análise (primeira manifestação) de registro novo de equipamentos? (%) p p g q p 67 52 39 34 29 De 1 a 2 meses 10 4 0 0 27 14 10 1 33 De 3 a 4 meses 2007 De 5 a 6 meses 2008 18 14 12 10 De 7 a 8 meses 2009 14 11 De 9 meses ou mais 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P136 - Quanto tempo aproximado para análise de alteração (primeira manifestação) em registro de equipamentos? (%) 2010 40 27 6 De 3 a 4 meses 17 10 De 5 a 6 meses De 7 a 8 meses 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) 184 De 9 a 12 meses Mais de 12 meses AMCHAM – American Chamber of Commerce P137 – Sua empresa já teve alguma exigência em processo não condizente com a legislação e as normas aplicáveis a equipamentos? (%) 2010 46 36 15 3 Sempre Frequentemente Raramente Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P138 - Sua empresa já teve algum indeferimento de processo não condizente com a legislação e as normas aplicáveis a equipamentos? (%) 2010 44 33 21 3 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P139 - Qual o tempo aproximado para análise de cumprimento de exigência em processo da área de equipamentos até a publicação do DOU? (%) 2010 33 38 8 5 Até 30 dias De 31 a 60 dias De 61 a 90 dias De 91 a 120 dias 15 Mais de 120 dias Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) 185 AMCHAM – American Chamber of Commerce P140 - Quanto tempo aproximado para análise (primeira manifestação) de registro de produtos para diagnóstico de uso in vitro que não exijam Análise Prévia (INCQS)? (%) 2010 39 32 13 16 De 7 a 8 meses Mais de 9 meses 0 De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P141 - Quanto tempo aproximado para análise (primeira manifestação) de registro de produtos para diagnóstico de uso in vitro que exigem Análise Prévia (INCQS)? (%) 2010 25 22 16 De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses 22 16 De 5 a 6 meses De 7 a 8 meses Mais de 9 meses 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P142 - Quanto tempo aproximado para análise (primeira manifestação) de alteração de registro de produtos para diagnóstico de uso in vitro que não exige Análise Prévia? (%) 38 28 15 23 28 23 22 13 9 0 De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses 2009 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) 186 De 7 a 8 meses 2010 Mais de 9 meses AMCHAM – American Chamber of Commerce P143 - Como você avalia o atendimento da Gerência de Produtos para Diagnóstico de Uso In Vitro (GEVIT)? (%) 2010 47 31 13 Muito satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória 9 Insatisfatória Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P144 - Quanto à transparência na condução dos diversos processos, a atuação da Gerência de Produtos para Diagnóstico de Uso In Vitro (GEVIT) é: (%) 2010 53 25 Muito satisfatório Satisfatória 13 9 Pouco satisfatória Insatisfatória Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P145 – Sua empresa já teve alguma exigência em processo não condizente com a legislação e as normas aplicáveis a produtos in vitro? (%) 2010 75 25 0 0 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) 187 AMCHAM – American Chamber of Commerce P146 - Sua empresa já teve algum indeferimento de processo não condizente com a legislação e as normas aplicáveis a produtos in vitro? (%) 2010 69 31 0 Sempre 0 Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P147 - Qual o tempo aproximado para análise de cumprimento de exigência em processo da área de produtos in vitro até a publicação do DOU? (%) 2010 69 31 0 Sempre 0 Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P148 - Como você avalia o atendimento da Gerência de Tecnologia de Equipamentos (GQUIP)? (%) 47 36 15 2 Muito satisfatório Satisfatória Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) 188 Pouco satisfatória Insatisfatória AMCHAM – American Chamber of Commerce P149 - Quanto à transparência na condução dos diversos processos, a atuação da Gerência de Tecnologia de Equipamentos (GQUIP) é: (%) 47 36 15 2 Muito satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P150 - Quanto tempo aproximado para análise (primeira manifestação) de cadastro de materiais? (%) 2010 43 31 14 12 De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses Mais de 6 meses Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P151 - Quanto tempo aproximado para análise (primeira manifestação) de registro novo de materiais? (%) 2010 2 2 De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses 54 22 20 De 5 a 6 meses De 7 a 8 meses Mais de 9 meses Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) 189 AMCHAM – American Chamber of Commerce P152 - Quanto tempo aproximado para análise (primeira manifestação) de alteração de registro de materiais? (%) 2010 54 20 18 6 2 De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 8 meses Mais de 9 meses Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P153- Sua empresa já teve alguma exigência em processo não condizente com a legislação e as normas aplicáveis à materiais? (%) 2010 46 37 15 2 Sempre Frequentemente Raramente Nunca Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P154 - Sua empresa já teve algum indeferimento de processo não condizente com a legislação e as normas aplicáveis a materiais? (%) 2010 34 32 34 Raramente Nunca 0 Sempre Frequentemente Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) 190 AMCHAM – American Chamber of Commerce P155 - Qual o tempo aproximado para análise de cumprimento de exigência em processo da área de materiais até a publicação do DOU? (%) 2010 31 26 24 17 2 Até 30 dias De 31 a 60 dias De 61 a 90 dias De 91 a 120 dias Mais de 120 dias Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P156 - Como você avalia o atendimento da Gerência de Tecnologia e Materiais de Uso em Saúde (GEMAT)? (%) 2010 50 32 18 0 Muito satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P157 - Quanto à transparência na condução dos diversos processos, a atuação da Gerência de Tecnologia e Materiais de Uso em Saúde (GEMAT) é: (%) 2010 52 30 16 2 Muito satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) 191 AMCHAM – American Chamber of Commerce P158 - As unidades da GGTPS estão abertas para discutir e orientar as empresas sobre temas pouco claros na legislação ou novas regulamentações? (%) 65 60 63 55 44 42 42 42 30 27 5 5 7 6 0 24 20 8 10 4 Sempre Freqüentemente 2005 2006 Raramente 2007 2008 8 8 16 10 Nunca 2009 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P159- Com que frequência a ANVISA complementa a legislação com entendimentos internos que alteram seu conteúdo? (%) 52 45 14 39 31 10 7 Sempre Frequentemente Raramente 2009 2 Nunca 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P160 - Com qual frequência houve reconsideração após solicitação da requerente em casos de erro no indeferimento de processos de registro? (%) 52 50 31 26 13 8 Sempre 17 21 4 Frequentemente 2008 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) 192 31 21 Raramente 2009 2010 Nunca 27 AMCHAM – American Chamber of Commerce P161 - Em sua opinião, a Anvisa esta alinhada à legislação internacional no que diz respeito a Registro de produtos para saúde? (%) 58 58 49 42 51 42 Sim Não 2008 2009 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P162 - A área de Inspeção esta alinhada a legislação internacional? (%) 63 58 42 37 Sim Não 2009 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) P163 - A área de Tecnovigilância está alinhada a legislação internacional? (%) 73 59 41 27 Sim Não 2009 2010 Base: Se relaciona com Gerência de Produtos para Saúde (55) 193 AMCHAM – American Chamber of Commerce QUESTIONÁRIO 2010 Orientações de preenchimento A presente pesquisa foi organizada da seguinte forma: • Primeiramente questões a respeito da empresa onde o Sr(a) trabalha • Na sequência, o(a) senhor(a) deverá indicar quais gerências dentro da Anvisa a sua empresa possui relacionamento, e responderá questionários relativos a cada uma delas: Alimentos, Cosméticos, Medicamentos e Insumos Farmacêuticos, Produtos para a Saúde e Saneantes. Cada questionário é composto de 77 perguntas comuns – que têm como objetivo comparar a atuação das gerências em temas essenciais para o setor regulado – e cerca de 15 perguntas específicas do setor indicado. É importante que em cada questionário o(a) senhor(a) tenha em mente a gerência que está avaliando. Assinale somente uma das alternativas dispostas em cada questão e sinta-se à vontade para adicionar eventuais comentários nos espaços destacados abaixo de cada bloco para o enriquecimento deste estudo. Caso você não se sinta apto a responder determinada questão, deixa-a em branco e especifique o motivo na área destinada ao comentário.Apreciaríamos se o questionário fosse respondido até o dia 01/10/2010. O tempo de preenchimento necessário é de aproximadamente 35 minutos por bloco relativo a cada gerência da Anvisa que sua empresa tem relacionamento, por isso, o sistema permite que Sr (a) entre e saia do questionário quantas vezes forem necessárias, voltando a respondê-lo sempre do ponto exato de onde parou. Sugerimos que o senhor programe a sua agenda para que possa completar o questionário até o período informado acima. PA. Para que possamos delinear esse panorama geral e setorial da ANVISA solicitamos que seja(m) indicado(s) o(s) setor(es) de relacionamento de sua empresa junto à Anvisa: Alimentos Saneantes Cosméticos Medicamentos e Insumos Farmacêuticos Produtos para saúde 194 1 2 3 4 5 AMCHAM – American Chamber of Commerce Questionário Perfil dos Participantes PB. Quantos funcionários a sua empresa possui? Até 50 funcionários De 51 a 100 funcionários De 101 a 500 funcionários Mais de 500 funcionários 1 2 3 4 PC. Qual é o ramo de atividade da sua empresa? Indústria Serviços Comércio 1 2 3 1 2 3 4 98 PE. Qual é a sua idade? Até 24 anos De 25 a 30 anos De 31 a 40 anos De 41 a 50 anos 51 anos ou mais 1 2 3 4 5 PF. SEXO (RU) Masculino Feminino 1 2 PG. Qual é a sua escolaridade? Fundamental Completo 2º Grau Completo Superior Completo Pós-graduação/ Mestrado/ Doutorado completo 1 2 3 4 PH. Qual é a sua formação profissional? Químico Físico Biólogo Farmacêutico Engenheiro Advogado Outro: (ESPECIFIQUE) 1 2 3 4 5 6 98 PI. Há quanto tempo você trabalha com atividades ligadas a ANVISA? Até 6 meses De 7 meses a 1 ano De 1 a 4 anos De 5 a 10 anos Mais de 10 anos Departamento Regulatório Departamento Jurídico Não há departamento específico para a atividade Outros: Escreva__________________________________ 1 2 3 98 PK. Na empresa ou entidade em que trabalha como estão distribuídas as funções ligadas à agência? Apenas uma equipe responsável direta pelas funções relacionadas a ANVISA As funções relacionadas à ANVISA estão fragmentadas pela empresa 1 2 Avaliação Geral da Anvisa 1– Em termos de avaliação geral, dê uma nota para atuação da ANVISA como um todo, sendo 1 a menor e 5 a maior. PD. Qual o seu cargo na empresa? CEO/ Presidente / Diretor Geral Diretor / Vice Presidente Gerente Chefe/supervisor/coordenador/ analista/ assistente Outros (ESPECIFIQUE) PJ. Em qual departamento da sua empresa a sua atividade está inserida? 1 2 3 4 5 Menor nota 1 2 3 4 Maior nota 5 Não se aplica 99 As perguntas abaixo devem ser respondidas pensando na gerência Anvisa escolhida 2 - Em termos de avaliação geral, dê uma nota para a atuação desta gerência da ANVISA que sua empresa tem relacionamento, sendo 1 a menor nota e 5 a maior. Menor nota 1 2 3 4 Maior nota 5 Não se aplica 99 3 - A ANVISA atende às funções para a qual foi criada de maneira satisfatória? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 4. As instalações da Anvisa permitem uma boa acomodação para o atendimento das empresas? Sim Parcialmente Não Desconheço 1 2 3 99 5. A Anvisa tem melhorado seus processos de trabalho para qualificar o atendimento às empresas (simplificação, desburocratização, celeridade, informatização etc.)? Sim Parcialmente Não Desconheço 1 2 3 99 6 - Em sua opinião, a força de trabalho da Agência é compatível com o desempenho das funções institucionais? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 195 AMCHAM – American Chamber of Commerce 7 – A ANVISA interpreta e executa as normas regulatórias de maneira uniforme? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 8 - Os atos normativos da ANVISA respeitam a hierarquia da legislação? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 9 – Em relação à atuação da Anvisa no sentido de garantir uma aplicação adequada e harmônica das normas regulatórias e fiscalizatórias pelos agentes estaduais e municipais de vigilância sanitária, a agência: Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas 1 2 3 99 10 - A Anvisa tem demonstrado compromisso com uma regulação de melhor qualidade? Sim Não Desconheço 1 2 99 11- O Programa de Boas Práticas Regulatórias da Anvisa tem contribuído para um ambiente regulatório de melhor qualidade, maior transparência e credibilidade para atuação e investimento da sua empresa no país? Sim Não Desconheço 1 2 99 12 - A instituição de uma Agenda Regulatória anual trouxe maior transparência para as ações regulatórias da Anvisa? Sim Não Desconheço 1 2 99 13 - Em sua opinião, a realização de audiências públicas virtuais com os Diretores da Diretoria Colegiada da Anvisa amplia a transparência e facilita a interlocução com sua empresa? Sim Parcialmente Não Desconheço 1 2 3 99 14 - Na sua opinião, a incorporação da Análise Impacto Regulatório como ferramenta para identificar os potenciais impactos econômicos da atuação regulatória sobre as empresas pode contribuir para a melhoria da qualidade da regulação? Sim Parcialmente Não Desconheço 196 1 2 3 99 15 - Na sua opinião, a análise, cobrança e alteração do valor das taxas pela Gerência de Gestão da Arrecadação (GEGAR) é feita com embasamento jurídico e técnico adequado? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 16 – Na sua opinião, qual seria o meio de comunicação mais eficiente entre a sua empresa e a ANVISA? Internet Telefone (central de atendimento 0800 642 9782) E-mail (fale conosco e Anvis@tende) Associação de classes Reuniões presenciais Reuniões virtuais 1 2 3 4 5 6 17 - Dos meios de comunicação utilizados pela ANVISA, qual tem sido o mais eficiente para atender às suas necessidades? Internet Telefone (central de atendimento 0800 642 9782) E-mail (fale conosco e Anvis@tende) Associação de classes Reuniões presenciais Reuniões virtuais 1 2 3 4 5 6 18 – Quando a empresa utiliza Internet, e-mail, telefone, para solucionar dúvidas, ou reclamações sobre processos, o tempo de resposta da ANVISA é feito: Em menos de 5 dias Entre de 5 e 10 dias Entre de 11 e 30 dias Entre de 31 a 60 dias Acima de 60 dias Não sabe 1 2 3 4 5 6 19 – Com que frequência as formas não presenciais de comunicação com a ANVISA (telefone, e-mail, fax) são meios eficazes para solucionar problemas e/ou esclarecer dúvidas, evitando exigências adicionais no processo e acelerando a conclusão da análise pelo técnico? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 20- Com que frequência o telefone é eficiente como meio de comunicação utilizado? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 21 – Com que frequência e-mail ou fax são eficientes como meio de comunicação utilizado? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 AMCHAM – American Chamber of Commerce 22 – Havendo necessidade de uma reunião presencial, quanto tempo após a solicitação, a reunião é realizada? Até uma semana Entre 1 e 2 semanas Entre mais de 2 e 3 semanas Mais de 3 semanas 1 2 3 4 30 – De maneira geral, dentro da experiência de sua empresa,com que frequência a Anvisa consegue tratar adequadamente as solicitações urgentes? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 23 - Com que frequência os seus pedidos de reunião são atendidos? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 24 - No caso de negativa da solicitação de reunião, o motivo para o não atendimento no pedido é: A indisponibilidade de sala no parlatório A questão é solucionada por outros meios Não há pessoal disponível para atendimento Não há motivo explícito A reunião agendada é cancelada pela Anvisa A gerência não realizada reuniões para o assunto solicitado pela empresa Outro motivo: (ESPECIFIQUE) 1 2 3 4 5 6 98 25 – As reuniões presenciais são efetivas para solucionar os problemas apontados? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 26 - O atendimento e encaminhamento de protocolo da UNIAP (Unidade de Atendimento ao Público) está adequado em termos temporais e qualitativos? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 27 - A ANVISA é pró-ativa na comunicação com o setor regulado relativa a temas que impactam os serviços prestados pela Agência? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 28 - Os relatórios anuais de atividades publicados com os resultados da ações da Anvisa contém informações úteis para sua empresa ou setor em que atua? Sim Parcialmente Não Desconheço 1 2 3 99 29 - O Boletim Eletrônico de Boas Práticas Regulatórias tem contribuído com informações regulatórias de interesse da sua empresa? Sim Parcialmente Não Desconheço 1 2 3 99 31- Quanto ao conteúdo, utilidade e disponibilidade do sistema, o peticionamento eletrônico: Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas 1 2 3 99 32- Quanto ao conteúdo, utilidade, disponibilidade do sistema e atualização, os bancos de dados da Anvisa: Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas 1 2 3 99 33- Nos diversos procedimentos realizados pela ANVISA, os critérios para análise e a coerência na elaboração de exigências variam de técnico para técnico? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 34 - Nos diversos processos submetidos à avaliação da ANVISA é possível para a empresa ter uma previsibilidade ou estimativa de prazo para a finalização da análise? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 35 - A resposta da ANVISA em eventuais casos de denúncia sobre produtos clandestinos/informais foi, em termos de eficiência e qualidade é: Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória Desconheço 1 2 3 4 5 36 - Na sua opinião, a ANVISA tem mecanismos claros e amigáveis que viabilizem o acompanhamento e os resultados satisfatórios de denúncias sobre produtos clandestinos / informais de maneira: Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória Desconheço 1 2 3 4 5 197 AMCHAM – American Chamber of Commerce 37 - A ANVISA internaliza as Resoluções e Acordos do Mercosul de que foi signatária? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 38 – Na sua opinião, a ANVISA orienta adequadamente seus representantes para se preparar e participar das reuniões do Mercosul com definições claras e cumpre os prazos de discussão para avançar nos temas urgentes? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 39 – Na sua opinião, a ANVISA trabalha no Mercosul e em fóruns internacionais buscando em todos os departamentos de sua gestão a harmonização com a regulamentação global, minimizando barreiras de inovação tecnológica? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 40 - A ANVISA busca alinhamento com o setor regulado em relação aos seus posicionamentos no MERCOSUL e em fóruns internacionais? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 41 - Considerando que muitas empresas têm seus produtos registrados em outros órgãos de fiscalização em outros países, as exigências e atuação da ANVISA na legalização de produtos e empresas dificultam a inovação e melhorias nos setores regulados por essa agência? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 42 – Com que frequência as Resoluções da Anvisa são claras? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 43 – Com que frequência a Anvisa leva em consideração as sugestões enviadas em consultas públicas? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 198 1 2 3 99 44 - Com que frequência a Anvisa disponibiliza para a sociedade as sugestões recebidas às consultas públicas? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 45 - Como é a atuação da ANVISA no sentido de garantir uma aplicação de entendimento e comunicação adequadas e harmônicas interdepartamentais (por ex. das áreas técnicas com GEGAR, GGIMP, etc.) Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória 1 2 3 4 46 – Na sua opinião, a Anvisa apresenta métricas ao setor regulado englobando todas as etapas de atuação (do protocolo à publicação) com clareza sobre a posição de análise de processos de registro e alteração de registro? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 47 - A partir da data de protocolo em quanto tempo, aproximadamente, é finalizado o exercício do controle sanitário nas importações de sua empresa? 24 horas 48 horas 72 horas 96 horas Uma semana Mais de uma semana Não sei/ prefiro não responder (ESP) 1 2 3 4 5 6 99 48 – Com que frequência a impossibilidade de obtenção de licenças de importação por demora na aprovação/publicação de renovação/alteração de autorização de funcionamento prejudica a disponibilidade de produtos no mercado? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 49 – Na sua percepção há uniformização nos procedimentos de fiscalização para liberação das importações de mercadorias submetidas ao regime de vigilância sanitária? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 50 – Na sua percepção há uniformização na análise técnica relativa à liberação das importações de mercadorias submetidas ao regime de vigilância sanitária? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 AMCHAM – American Chamber of Commerce 51 – Como a sua empresa avalia a performance das atividades de vigilância sanitária no desembaraço aduaneiro nos portos e aeroportos citados abaixo? Portos/Aeroportos Aeroporto do Galeão-RJ Aeroporto de Guarulhos- SP Aeroporto de Manaus - AM Aeroporto de Congonhas - SP Aeroporto de Viracopos - SP Aeroporto de Salvador - BA Aeroporto de Recife - PE Porto de Macaé - RJ Porto de Vila do Conde - PA Porto de Manaus - AM Porto de Paranaguá - PR Porto de Rio Grande - RS Porto de Suape - PE Porto do Rio de Janeiro - RJ Porto de Sepetiba - Rio de Janeiro - RJ Porto de Salvador - BA Porto de Santos - SP Porto de Tubarão- ES Porto São Francisco do Sul - SC Porto de Itaqui - MA Porto de Pecem - CE Porto de Vitória - ES Porto de Aratu - BA Porto de São Sebastião - SP Porto de Itajaí - SC Estação Aduaneira de Anápolis - GO Estação Aduaneira Porto Belo - SC Estação Aduaneira do Distrito Federal Excedem as expectativas Atendem as suas expectativas Estão abaixo das expectativas Não atendem as expectativas Não utilizo esse aeroporto 1 2 3 4 5 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 52 - A orientação prestada pela ANVISA aos interessados, referente às exigências sanitárias é: Rápida e adequada Morosa mas adequada Rápida mas inadequada Morosa e inadequada 1 2 3 4 53 – Em sua opinião, o intercâmbio de informações entre a ANVISA e a Receita Federal, Banco Central, Decex, entre outros gestores das atividades de comércio exterior, quanto às práticas e procedimentos que devem ser observados com vistas ao desembaraço aduaneiro das mercadorias importadas sujeitas ao regime de vigilância sanitária ocorrem: Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 54 - Sua empresa já teve alguma exigência / indeferimento de processos relativos à importação questionáveis com as normas aplicáveis? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 55 - Qual o tempo médio, a partir da data do protocolo, que sua empresa leva para aprovação de Licença de Importação pela ANVISA, descontado o tempo de cumprimento de exigências (pré-embarque)? Até 05 dias De 06 a 15 dias De 16 a 30 dias Mais de 30 dias 1 2 3 4 56 - No seu entendimento as exigências realizadas pela ANVISA e relacionadas à Licença de Importação estão em conformidade com os regulamentos técnicos vigentes? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 57 - Qual o tempo médio, a partir da data do protocolo, que sua empresa leva para aprovação de licença de importação pós-embarque, descontado o tempo de cumprimento de exigências? Até 05 dias De 06 a 15 dias De 16 a 30 dias Mais de 30 dias 1 2 3 4 199 AMCHAM – American Chamber of Commerce 58 - Você considera que as condições de armazenamento junto ao recinto alfandegário são adequadas? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 59 - O atendimento dos servidores da ANVISA, no que tange à prestação de informações são esclarecedoras à sua empresa? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 60 - Das exigências recebidas, com que frequência a documentação solicitada pelo PAF já havia sido apresentada à área técnica competente? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 61 - Em sua opinião existe burocracia desnecessária nos processos de importação/exportação? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 61. 1. Exemplifique casos de burocracia que, em sua opinião são desnecessárias nos processos de importação/ exportação: 62 – Em sua opinião a falta de regulamentação existente para remessa/ recebimento de material biológico do e para o exterior interferem nos resultados de sua empresa? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 63 - Como é sua percepção da relação entre a GGPAF e as PAFs locais no resultado de seus processos empresariais? Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória 1 2 3 4 64 Na sua percepção, o número de funcionários da ANVISA em Portos Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados é suficiente para atender as necessidades de sua empresa? Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória 200 1 2 3 4 64. 1. ESPAÇO PARA COMENTÁRIOS: Bloco Inspeção As perguntas a seguir são referentes à inspeção 65 - Qual o tempo aproximado para a primeira manifestação de um processo de concessão de autorização de funcionamento? De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses De 10 a 18 meses Mais de 18 meses Não se aplica 1 2 3 4 5 6 66 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de concessão de autorização de funcionamento quando não há exigência de adequação da documentação por parte da empresa? De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses De 10 a 18 meses Mais de 18 meses Não se aplica 1 2 3 4 5 6 67 - Qual o tempo aproximado para a primeira manifestação de um processo de renovação de autorização de funcionamento? De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses De 10 a 18 meses Mais de 18 meses Não se aplica 1 2 3 4 5 6 68 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de renovação de autorização de funcionamento quando não há exigência de adequação da documentação por parte da empresa? De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses De 10 a 18 meses Mais de 18 meses Não se aplica 1 2 3 4 5 6 69 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de alteração de autorização de funcionamento? (desde a submissão do pedidos até a última etapa do processo, descontado o tempo de cumprimento de exigências. Ex: Publicação) De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses De 10 a 18 meses Mais de 18 meses 1 2 3 4 5 6 AMCHAM – American Chamber of Commerce 70 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de concessão de autorização de funcionamento especial? (desde da submissão do pedidos até a última etapa do processo, descontado o tempo de cumprimento de exigências. Ex: Publicação) De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses De 10 a 18 meses Mais de 18 meses Não se aplica 1 2 3 4 5 6 7 71 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de renovação de autorização de funcionamento especial? (desde da submissão do pedidos até a última etapa do processo, descontado o tempo de cumprimento de exigências. Ex: Publicação) De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses De 10 a 18 meses Mais de 18 meses Não se aplica 1 2 3 4 5 6 7 72 - Qual o tempo aproximado para aprovação de um processo de alteração de autorização de funcionamento especial? (desde a submissão dos pedidos até a última etapa do processo descontado o tempo de cumprimento de exigências. Ex: Publicação) De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses De 10 a 18 meses Mais de 18 meses Não se aplica 1 2 3 4 5 6 7 73 – Qual o tempo aproximado para obtenção de certificação de boas práticas de fabricação ou distribuição com inspeção incluindo publicação no DOU? (desde a emissão do pedido descontado o tempo de cumprimento de exigências) De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses De 10 a 12 meses De 13 a 18 meses Mais de 18 meses 1 2 3 4 5 6 74 – Qual o tempo aproximado para obtenção da primeira certificação de boas práticas de fabricação extra-zona incluindo publicação no DOU? (desde o protocolo do pedido, descontado o tempo de cumprimento de exigências) De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 9 meses De 10 a 12 meses De 13 a 18 meses De 19 a 24 meses Mais de 24 meses Não se aplica 1 2 3 4 5 6 7 8 75 - Na sua opinião, na inspeções realizadas na sua empresa, os técnicos estavam capacitados adequadamente para realizar a inspeção internacional da sua fábrica? Sempre Frequentemente Raramente Nunca Não realizei inspeção internacional 1 2 3 4 5 76 - As unidades da GGIMP estão abertas para discutir e orientar as empresas sobre temas contidos na legislação, tais como autorização de funcionamento ou certificação de boas práticas de fabricação e distribuição? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 77 – A Anvisa disponibiliza outros meios ou canais para discutir e orientar as empresas sobre dúvidas na legislação? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 77. 1. ESPAÇO PARA COMENTÁRIOS: Alimentos 78 - Qual o tempo médio que sua empresa leva para aprovação de registro novo junto à ANVISA, descontando eventuais exigências? Até 03 meses De 03 a 06 meses De 07 a 09 meses De 10 a 12 meses De 13 a 18 meses Mais de 18 meses 1 2 3 4 5 6 79 - Qual o tempo médio que sua empresa leva para aprovação de registro de produto importado, descontando eventuais exigências? Até 03 meses De 03 a 06 meses De 07 a 09 meses De 10 a 12 meses De 13 a 18 meses Mais de 18 meses 1 2 3 4 5 6 80 - Qual o tempo médio para aprovação de alteração em registro? Até 03 meses De 03 a 06 meses De 07 a 09 meses De 10 a 12 meses Mais de 12 meses 1 2 3 4 5 201 AMCHAM – American Chamber of Commerce 81 - Na sua experiência, quando a sua empresa entra em contato com a Anvisa sobre a posição de análise de processos de registro e alteração em registro de produtos alimentícios, a resposta é clara e objetiva? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 82 - Em sua opinião, a atividade de fiscalização externa exercida pela ANVISA (por exemplo, a inspeção) no setor de alimentos é: Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória 1 2 3 4 83 - Em sua opinião, a atividade de fiscalização técnica/ documental exercida pela ANVISA (por exemplo, durante a análise do registro) no setor de alimentos é: Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória 1 2 3 4 85 - Como você avalia o atendimento das consultas eletrônicas por parte da Gerência de Produtos Especiais (GPESP)? Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória 1 2 3 4 86 - As solicitações de agendamento de audiência pessoal no parlatório para esclarecimento de dúvidas relativas a processos de registro / revalidação são atendidas? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 87 - Sabe-se que a área de alimentos é municipalizada e que o protocolo dos documentos é realizado na vigilância sanitária local. Entretanto, tal documentação segue para ANVISA para decisão e posterior publicação no Diário Oficial da União (DOU). Em sua opinião, o acompanhamento desse trâmite até referida publicação é: Pleno Possível Difícil Impossível 202 Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 89 - Qual o tempo aproximado para análise da Anvisa de cumprimento de exigência? Até 30 dias De 30 a 60 dias De 61 a 90 dias Mais de 90 dias Não sei/ prefiro não responder (ESP) 1 2 3 4 99 89. 1. ESPAÇO PARA COMENTÁRIOS: 1 2 3 4 84 - Em sua opinião, a atividade de fiscalizatória no mercado (por exemplo nos pontos de venda), exercida pela Anvisa é: Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória 88- Sua empresa já teve alguma exigência/indeferimento de processo não condizente com as normas aplicáveis? 1 2 3 99 Saneantes 90 - Você considera que a atual legislação sanitária para saneantes é um estímulo à informalidade por sua dificuldade de interpretação e/ou dificuldade de fiscalização? Sim Não 1 2 91 - Você considera que uma simplificação da legislação sanitária aplicável a saneantes diminuiria a informalidade no setor? Sim Não 1 2 92 – Na sua opinião, a ANVISA se mantém atualizada em relação a legislação internacional para harmonização interna do setor? Sim Não 1 2 93 - Em sua opinião, a ANVISA atua com transparência no processo de regulação da área de saneantes? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 94 - Com que frequência os informes técnicos estao sendo usados como ferramentas de esclarecimento as regulamentações vigentes? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 AMCHAM – American Chamber of Commerce 95 - Você considera que o sistema de notificação online simplificou a regularização dos produtos de Risco 1? Sim Não 1 2 96 - Qual o tempo médio que sua empresa leva para aprovação de registro de produto novo junto à ANVISA, desconsiderando eventuais exigências? De 15 a 30 dias De 31 a 45 dias De 46 a 60 dias De 61 a 75 dias De 76 a 90 dias Mais de 90 dias 1 2 3 4 5 6 97 - Sua empresa já teve alguma exigência/indeferimento de processo não condizente com as normas aplicáveis? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 98 - Em sua opinião, a atividade de monitoramento do mercado, exercida pela Anvisa é: Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória 1 2 3 4 99 - Em sua opinião, em relação às atividades de monitoramento e fiscalização pelos agentes estaduais e municipais de vigilância sanitária, a agência: Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas 1 2 3 99 99. 1. ESPAÇO PARA COMENTÁRIOS: Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 102 - Em sua opinião, a Gerência de Cosméticos é acessível no atendimento de sua empresa para discutir necessidades específicas? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 103 - Em sua opinião, a Gerência de Cosméticos é sensível às necessidades de estratégia das empresas no que diz respeito ao lançamento de produtos no mercado externo? (Exemplo: produtos que são fabricados no Brasil, mas são comercializados externamente e, para isso, precisam do registro / notificação ou emissão de Certidões ou Declarações não previstas nos modelos padronizados da Gerência). Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 104 – Para um processo que não sofreu exigência, qual o tempo médio para aprovação de registro de produto (GRAU II) junto à ANVISA? Até 1 mês De 01 a 03 meses De 04 a 06 meses De 07 a 09 meses Mais de 09 meses Não se aplica 1 2 3 4 5 6 105 – Para um processo que sofreu exigência, qual o tempo médio para aprovação de registro de produto (GRAU II) junto à ANVISA? Até 3 meses De 03 a 06 meses De 07 a 09 meses De 10 a 12 meses Mais de 12 meses Não se aplica 1 2 3 4 5 6 106 - Qual o tempo aproximado que a Anvisa leva para análise de cumprimento de exigência? Cosméticos 100 - Sua empresa já teve alguma exigência/indeferimento de processo não condizente com as normas aplicáveis? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 101 - Você já perdeu algum prazo de lançamento de produto por atraso na análise de processos, descontando eventuais exigências? 1 2 3 99 Até 30 dias De 31 a 60 dias De 61 a 90 dias Mais de 90 dias 1 2 3 4 203 AMCHAM – American Chamber of Commerce 107 - Qual o tempo médio para aprovação de alteração em registro junto à ANVISA (para os produtos não sujeitos a anuência)? Até 3 meses De 03 a 06 meses De 07 a 09 meses De 10 a 12 meses Mais de 12 meses Não se aplica 1 2 3 4 5 6 108 - Na sua opinião, quando a sua empresa emtra em contato com a Anvisa sobre a posição de análise de processos de registro e alteração em registro de cosméticos, o atendimento é claro e objetivo? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 108. 1. ESPAÇO PARA COMENTÁRIOS: 113 - Qual o tempo médio que sua empresa leva para obter a anuência da Anvisa para um protocolo de pesquisa clínica? Até 01 mês De 01 a 02 meses De 02 a 03 meses De 03 a 4 meses De 04 a 05 meses Mais de 05 meses 1 2 3 4 5 6 114 - Qual o tempo médio que sua empresa leva para aprovação de registro de produto novo junto à ANVISA, desconsiderando eventuais exigências? Até 03 meses De 03 a 06 meses De 07 a 09 meses De 10 a 12 meses De 13 a 18 meses De 19 a 24 meses Mais de 24 meses 1 2 3 4 5 6 7 115 - Na sua opinião, a Anvisa é clara sobre a posição de análise de processos de registro e alteração em registro de medicamentos? Medicamentos e Insumos Farmacêuticos 109 - Com que frequência a sua empresa enfrenta problemas com o recebimento de exigências como, por exemplo, extravios, incerteza quanto ao início da contagem do prazo, duplicidade no recebimento de exigências, etc? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 110 - Quanto à transparência na condução dos diversos processos , a atuação da ANVISA: Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas 1 2 3 99 111 - Quanto tempo, em média, um processo de sua empresa, já deferido pela respectiva gerência técnica, demora até a sua publicação? (referência à GEORA) Até 2 semanas De 2 a 4 semanas De 5 a 6 semanas De 7 a 8 semanas De 9 a 12 semanas Mais de 12 semanas 1 2 3 4 5 6 112 - Em sua opinião, a atuação da ANVISA na análise e viabilização dos protocolos de pesquisa clínica é: Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas 204 1 2 3 99 Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 116 - Qual o tempo médio para aprovação de alteração em registro para produtos de sua empresa? Até 03 meses De 03 a 06 meses De 07 a 09 meses De 10 a 12 meses De 13 a 18 meses De 19 a 24 meses Mais de 24 meses 1 2 3 4 5 6 7 117 - A interpretação e aplicação, pela ANVISA, das normas relativas à propaganda de medicamentos é: Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas 1 2 3 99 118 - Em sua opinião, a interpretação e aplicação, pela ANVISA, das normas relativas às parcerias (co-marketing e co-promotion) atende às necessidades do setor regulado de modo: Muito satisfatório Satisfatório Pouco satisfatório Insatisfatório 1 2 3 99 119 – Na experiência de sua empresa, o controle de preços pela Anvisa, após a obtenção do registro, tem impacto no tempo de liberação para comercialização de novos produtos? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 AMCHAM – American Chamber of Commerce 120 - Como você avalia a função e as decisões da CMED (Câmara de Medicamentos)? Adequada às necessidades da saúde do país Inadequada às necessidades da saúde do país Não sei/ prefiro não responder (ESP) 1 2 99 121 - Sua empresa já teve alguma indeferimento de processo não condizente com as normas aplicáveis? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 122 - Sua empresa já teve alguma exigência de processo não condizente com os regulamentos e as normas aplicáveis? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 123 - Qual o tempo aproximado para análise de cumprimento de exigência? Até 30 dias De 31 a 60 dias De 61 a 90 dias Mais de 90 dias Não sei/ prefiro não responder (ESP) 1 2 3 4 99 124 – Em sua opinião, existe uniformização da aplicaçãoo de critérios de fiscalização entre a Gerência Geral de Inspeção e Controle de Medicamentos e Produtos – GGIMP, e as área de Inspeção das VISAS (Estaduais) e COVISAS (Municipais)? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 99 125 - Qual a sua avaliação em relação ao desempenho geral da gerência Geral de Inspeção e Controle de Medicamentos e Produtos – GGIMP? Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas Não se aplica 1 2 3 4 99 126 - Qual sua avaliação em relação ao desempenho geral da Coordenação de Insumos (COINS)? Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas Não se aplica 1 2 3 4 99 127 - Quando se faz necessário solicitar alguma informação ou sanar dúvidas junto à Coordenação de Insumos via e-mail ou telefone (Anvis@tende, Central de Atendimento), com que frequência a obtenção de retorno é satisfatória e rápida? Sempre Frequentemente Raramente Nunca Não se aplica 1 2 3 4 99 128 – Com que frequência a sua empresa tem algum problema quanto à ferramenta de cadastro de insumos ativos, disponibilizada no site da ANVISA? Sempre Frequentemente Raramente Nunca Não se aplica 1 2 3 4 99 129 – Com que frequência a aplicação pela ANVISA das normas relativas a Insumos Farmacêuticos (RDC 249/05, RDC 204/06, RDC 57/09 e IN 15/09) contribui para uma melhor qualidade e segurança do produto final? Sempre Frequentemente Raramente Nunca Não se aplica 1 2 3 4 99 130 - Em sua opinião, com que frequência as normas relativas a Insumos Farmacêuticos (RDC 249/05, RDC 204/06 e RDC 57/09) são claras? Sempre Frequentemente Raramente Nunca Não se aplica 1 2 3 4 99 131.1 Especifique as normas que, em sua opinião, não são claras: 131 - No caso de empresas distribuidoras que precisam renovar a Autorização de Funcionamento (AFE) e a Autorização de Funcionamento Especial (AE) anualmente, qual a sua avaliação em relação ao prazo de análise dos processos pela Coordenação de Insumos (COINS)? Excede as expectativas Atende as suas expectativas Está abaixo das expectativas Não atende as expectativas Não se aplica 1 2 3 4 99 205 AMCHAM – American Chamber of Commerce 132 - A certificação da Anvisa pela OPAS na pré-qualificação na área de medicamentos traz benefícios para sua empresa? Sim Parcialmente Não Desconheço 1 2 3 99 133 - As ações de combate à falsificação de medicamentos realizadas pela Anvisa trazem benefícios para sua empresa? Sim Parcialmente Não Desconheço 1 2 3 99 133. 1. ESPAÇO PARA COMENTÁRIOS: 138 - Sua empresa já teve algum indeferimento de processo não condizente com a legislação e as normas aplicáveis a equipamentos? Sempre Frequentemente Raramente Nunca Não se aplica 1 2 3 4 99 139 - Qual o tempo aproximado para análise de cumprimento de exigência em processo da área de equipamentos até a publicação do DOU Até 30 dias De 31 a 60 dias De 61 a 90 dias De 91 a 120 dias Mais de 120 dias Não se aplica 1 2 3 4 5 6 140 - Quanto tempo aproximado para análise (primeira manifestação) de registro de produtos para diagnóstico de uso in vitro que não exijam Análise Prévia (INCQS)? Produtos Para Saúde 134 - Quanto tempo aproximado para análise (primeira manifestação) de cadastro de equipamento? De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses Mais de 6 meses 1 2 3 4 135 - Quanto tempo aproximado para análise (primeira manifestação) de registro novo de equipamentos? De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 8 meses De 9 a 12 meses Mais de 12 meses 1 2 3 4 5 6 136 - Quanto tempo aproximado para análise de alteração (primeira manifestação) em registro de equipamentos? De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 8 meses De 9 a 12 meses Mais de 12 meses 1 2 3 4 5 6 137 – Sua empresa já teve alguma exigência em processo não condizente com a legislação e as normas aplicáveis a equipamentos? Sempre Frequentemente Raramente Nunca Não se aplica 206 1 2 3 4 99 De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 8 meses Mais de 9 meses 1 2 3 4 5 141 - Quanto tempo aproximado para análise (primeira manifestação) de registro de produtos para diagnóstico de uso in vitro que exigem Análise Prévia (INCQS)? De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 8 meses Mais de 9 meses 1 2 3 4 5 142 - Quanto tempo aproximado para análise (primeira manifestação) de alteração de registro de produtos para diagnóstico de uso in vitro que não exige Análise Prévia? De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 8 meses Mais de 9 meses 1 2 3 4 5 143 - Como você avalia o atendimento da Gerência de Produtos para Diagnóstico de Uso In Vitro (GEVIT)? Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória 1 2 3 4 144 - Quanto à transparência na condução dos diversos processos a atuação da Gerência de Produtos para Diagnóstico de Uso In Vitro (GEVIT)? Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória 1 2 3 4 AMCHAM – American Chamber of Commerce 145 – Sua empresa já teve alguma exigência em processo não condizente com a legislação e as normas aplicáveis a produtos in vitro? Sempre Frequentemente Raramente Nunca Não se aplica 1 2 3 4 99 146 - Sua empresa já teve algum indeferimento de processo não condizente com a legislação e as normas aplicáveis a produtos in vitro? Sempre Frequentemente Raramente Nunca Não se aplica 1 2 3 4 99 147 - Qual o tempo aproximado para análise de cumprimento de exigência em processo da área de produtos in vitro até a publicação do DOU? Até 30 dias De 31 a 60 dias De 61 a 90 dias De 91 a 120 dias Mais de 120 dias Não se aplica 1 2 3 4 5 6 148 - Como você avalia o atendimento da Gerência de Tecnologia de Equipamentos (GQUIP)? Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória 1 2 3 4 149 - Quanto à transparência na condução dos diversos processos a atuação da Gerência de Tecnologia de Equipamentos (GQUIP)? Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória 1 2 3 4 150 - Quanto tempo aproximado para análise (primeira manifestação) de cadastro de materiais? De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses Mais de 6 meses 1 2 3 4 151 - Quanto tempo aproximado para análise (primeira manifestação) de registro novo de materiais? De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 8 meses Mais de 9 meses 1 2 3 4 5 152 - Quanto tempo aproximado para análise (primeira manifestação) de alteração de registro de materiais? De 1 a 2 meses De 3 a 4 meses De 5 a 6 meses De 7 a 8 meses Mais 9 meses 1 2 3 4 5 153– Sua empresa já teve alguma exigência em processo não condizente com a legislação e as normas aplicáveis à materiais? Sempre Frequentemente Raramente Nunca Não se aplica 1 2 3 4 99 154 - Sua empresa já teve algum indeferimento de processo não condizente com a legislação e as normas aplicáveis a materiais? Sempre Frequentemente Raramente Nunca Não se aplica 1 2 3 4 99 155 – Qual o tempo aproximado para análise de cumprimento de exigência em processo da área de materiais até a publicação do DOU? até 30 dias de 31 a 60 dias de 61 a 90 dias de 91 dias a 120 dias Mais de 120 dias Não se aplica 1 2 3 4 5 6 156 - Como você avalia o atendimento da Gerência de Tecnologia e Materiais de Uso em Saúde (GEMAT)? Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória 1 2 3 4 157 - Quanto à transparência na condução dos diversos processos a atuação da Gerência de Tecnologia e Materiais de Uso em Saúde (GEMAT)? Muito Satisfatório Satisfatória Pouco satisfatória Insatisfatória 1 2 3 4 158 - As unidades da GGTPS estão abertas para discutir e orientar as empresas sobre temas pouco claros na legislação ou novas regulamentações? Sempre Frequentemente Raramente Nunca Não se aplica 1 2 3 4 99 207 AMCHAM – American Chamber of Commerce 159– Com que frequência a ANVISA complementa a legislação com entendimentos internos que alteram seu conteúdo? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 1 2 3 4 160 – Com qual frequência houve reconsideração após solicitação da requerente em casos de erro no indeferimento de processos de registro? Sempre Frequentemente Raramente Nunca 163. 1. ESPAÇO PARA COMENTÁRIOS: 208 1 2 3 4 161 – Em sua opinião, a Anvisa esta alinhada à legislação internacional no que diz respeito a Registro de produtos para saúde? Sim Não 1 2 162 - A área de Inspeção esta alinhada a legislação internacional? Sim Não 1 2 163 - A área de Tecnovigilância está alinhada a legislação internacional? Sim Não 1 2 AMCHAM – American Chamber of Commerce Perfil dos Entrevistados(%) Setor (%) Relacionamento com a Anvisa (%) 8 Alimentos 24 26 Saneantes 68 19 Cosméticos 25 Medicamentos e Insumos Farmacêuticos Indústria Comércio Serviços Nº de Funcionários 22 57 Produtos para saúde Cargo Até 50 funcionários 25 De 51 a 100 funcionários 18 De 101 a 500 funcionários 23 Mais de 500 funcionários 35 Chefe/ supervisor/ coordenador/ analista/ assistente 39 Gerente 38 Diretor / Vice Presidente 8 Responsável Técnico 8 CEO/ Presidente / Diretor Geral 7 Base: Amostra (114) Idade (%) 10 Escolaridade (%) Até 24 anos 2 22 37 3 De 25 a 30 anos De 31 a 40 anos 30 2º Grau Completo Superior Completo 29 De 41 a 50 anos 51 anos ou mais Pós-graduação/ Mestrado/ Doutorado completo 68 Média:38 anos 209 AMCHAM – American Chamber of Commerce Formação profissional (%) Sexo (%) 43 2 Tempo de trabalho em atividades ligadas a Anvisa (%) 2 1 Até 6 meses 18 5 37 De 1 a 4 anos De 5 a 10 anos Feminino Departamento no qual a atividade está inserida (%) Departamento Regulatório 72 Garantia da Qualidade 4 Pesquisa e Desenvolvimento 2 Assuntos Técnicos Governamentais e Institucionais 2 Área Técnica 2 Mais de 10 anos Base: Amostra (114) Distribuição das funções ligadas a Anvisa (%) Não há departamento específico para a atividade 1 11 Fragmentadas pela empresa Outros 26 Apenas uma equipe 73 Não respondeu Base: Amostra (114) 210 Masculino 63 De 7 meses a 1ano 39 41 2 Outros 2 Economista 2 Médico 2 Biomédica 3 Dentista 3 Nutricionista Advogado Químico 5 Tecnólogo 6 Biólogo 8 Administrador Engenheiro Farmacêutico 18 8