Relatório Estadual
SANTA CATARINA
Relatório Estadual
SANTA CATARINA
EM NÚMEROS
Santa Catarina
SEBRAE
2010
Relatório Estadual
© 2010 SEBRAE/SC
Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina.
Todos os direitos reservados e protegidos por lei de 19/02/1998. Nenhuma parte deste material, sem
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CONSULTORIA TÉCNICA
Borba Capacitação e Consultoria Empresarial Ltda.
CAPA
Meer Marketing e Comunicação
S491s
Sebrae/SC
Santa Catarina em Números: Santa Catarina/ Sebrae/SC .-- Florianópolis:
Sebrae/SC, 2010. 127p.
1. Estudos e Pesquisas. 2. Sebrae.
Ferreira, Cláudio. III. Grapeggia, Mariana.
Douglas Luiz. VI. Título.
I. Cândido, Marcondes da Silva. II.
IV. Silva, Jackson André da. V. Três,
CDU : 338 (816.4 Santa Catarina)
Relatório Estadual
CONSELHO DELIBERATIVO:
Presidente - José Zeferino Pedrozo – FAESC
Vice-Presidente - Alcantaro Corrêa – FIESC
Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina – BADESC
Banco do Brasil S.A.
Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul - BRDE
Caixa Econômica Federal - CAIXA
Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina - FAESC
Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina FAMPESC
Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina - FACISC
Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina - FCDL
Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina - FIESC
Federação do Comércio do Estado de Santa Catarina - FECOMÉRCIO
Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras - CERTI
Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável - SDS
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - SENAI/DR-SC
Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC
DIRETORIA DO SEBRAE/SC:
Carlos Guilherme Zigelli - Diretor Superintendente
Anacleto Ângelo Ortigara - Diretor Técnico
José Alaor Bernardes - Diretor Administrativo Financeiro
COORDENAÇÃO TÉCNICA SEBRAE/SC:
Marcondes da Silva Cândido
Cláudio Ferreira
Mariana Grapeggia
Douglas Luis Três
Jackson André da Silva
Relatório Estadual
APRESENTAÇÃO
A criação da série “Santa Catarina em Números” teve origem na
necessidade do SEBRAE/SC em refinar suas ações de planejamento, com o
levantamento de um conjunto de informações sobre aspectos econômicos e sociais
que permitam caracterizar os recortes territoriais, onde estão inseridas as Micro e
Pequenas Empresas (MPE) do estado.
A experiência adquirida pela instituição em projetos voltados ao segmento
das MPE, e a adoção de um modelo de gestão orientado para os resultados, têm
demonstrado a importância de se conhecer com amplitude os territórios de sua
atuação.
A série traz a evolução dos indicadores estudados, com números
nacionais, estaduais e regionais, permitindo avaliar a representatividade, os avanços
e o perfil de cada município, coordenadoria regional e do estado. Desta forma, os
dados coletados, pela sua abrangência e possibilidades de comparação, ajudam a
contribuir para o planejamento de projetos do SEBRAE/SC, além de colaborar com
outros agentes/instituições interessadas em promoverem políticas públicas ou ações
de desenvolvimento local, e apoiar futuros empresários/empreendedores de
pequeno porte.
A iniciativa deste estudo não se esgota na sua publicação. A partir dele
será gerada uma base de dados de cada um dos municípios do estado, que será
atualizada periodicamente, de maneira a contornar a defasagem da informação com
o transcorrer do tempo.
Esta publicação é parte do nosso esforço em atender a missão de
“promover a competitividade e desenvolvimento sustentável das MPE e fomentar o
empreendedorismo” com a geração, utilização e disseminação do conhecimento
como fator gerador de riqueza, valor e equidade social.
Diretoria Executiva do SEBRAE/SC
Relatório Estadual
SUMÁRIO
1
INTRODUÇÃO ..................................................................................................... 9
2
ASPECTOS GERAIS ......................................................................................... 11
3
ASPECTOS POPULACIONAIS ......................................................................... 14
4
3.1
POPULAÇÃO TOTAL .......................................................................................................... 14
3.2
TAXA MÉDIA ANUAL DE CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO ............................................ 15
3.3
DENSIDADE DEMOGRÁFICA ............................................................................................ 15
3.4
DISTRIBUIÇÃO POPULACIONAL SEGUNDO O GÊNERO E LOCALIZAÇÃO .................. 16
3.5
FAIXA ETÁRIA DA POPULAÇÃO ........................................................................................ 16
ASPECTOS SOCIAIS ........................................................................................ 19
4.1
INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO HUMANO ........................................................ 19
4.1.1
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M)................................................. 19
4.1.2
IFDM – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal ................................................... 21
4.2
INCIDÊNCIA DE POBREZA ................................................................................................ 22
4.3
SAÚDE ................................................................................................................................. 22
4.3.1
Taxa Bruta de Natalidade ................................................................................................ 22
4.3.2
Taxa de Mortalidade Infantil ............................................................................................ 23
4.3.3
Esperança de Vida ao Nascer ......................................................................................... 24
4.3.4
Unidades de Saúde ......................................................................................................... 24
4.3.5
Leitos Hospitalares .......................................................................................................... 26
4.3.6
Número de Leitos Hospitalares por 1.000 Habitantes ..................................................... 26
4.3.7
Número de Profissionais Ligados à Saúde ..................................................................... 27
4.4
EDUCAÇÃO ......................................................................................................................... 28
4.4.1
Alunos Matriculados por Dependência Administrativa .................................................... 28
4.4.2
Distribuição do Número de Alunos por Modalidade de Ensino – 2007 ........................... 29
4.4.3
Número de Estabelecimentos de Ensino e Docentes ..................................................... 30
4.4.4 Indicadores de Atendimento Educacional e Nível Educacional da Criança e da
População Adulta .......................................................................................................................... 31
5
4.4.5
Índice da Educação Básica – IDEB ................................................................................. 32
4.4.6
Relação de Escolas Técnicas Profissionalizantes e Número de Alunos ........................ 33
4.5
DOMICÍLIOS ........................................................................................................................ 33
4.6
REDE SÓCIOASSISTENCIAL ............................................................................................. 34
4.7
SEGURANÇA PÚBLICA ...................................................................................................... 34
ASPECTOS ECONÔMICOS .............................................................................. 36
5.1
5.1.1
5.2
PRODUTO INTERNO BRUTO............................................................................................. 36
PIB Per Capita ................................................................................................................. 38
BALANÇA COMERCIAL ...................................................................................................... 39
5.2.1
Montante das Exportações e Importações ...................................................................... 40
5.2.2
Números de Empresas Exportadoras ............................................................................. 41
Relatório Estadual
5.2.3
5.3
Principais Destinos das Exportações e Origem das Importações .................................. 41
VALOR ADICIONADO FISCAL - VAF .................................................................................. 44
5.3.1
5.4
VAF das Principais Atividades Econômicas .................................................................... 44
EMPRESAS E EMPREGOS ................................................................................................ 46
5.4.1
Evolução do Estoque de Empresas e Empregos ............................................................ 46
5.4.2
Taxa de Criação de Empresas e Empregos ................................................................... 47
5.4.3
Caracterização do Porte Empresarial .............................................................................. 47
5.4.4
Perfil setorial das Empresas e Empregos ....................................................................... 49
5.4.5
Representatividade das Atividades Econômicas ............................................................ 50
5.4.6
Número de Empregos Ligados ao Transporte ................................................................ 52
5.4.7 Número de Empregos Ligados ao Serviço de Informação, Atividades de Tecnologia da
Informação (TI) e Atividades de Telecomunicações .................................................................... 53
5.4.8
Relação Habitante por Emprego ..................................................................................... 53
5.4.9
Indicativo de Empresas para o Setor Informal ................................................................ 54
5.4.10
5.5
Saldo de Admissões e Demissões .............................................................................. 54
RENDA MÉDIA DA POPULAÇÃO ....................................................................................... 55
5.5.1
Renda Per Capita ............................................................................................................ 55
5.5.2
Salários Médios Segundo as Atividades Econômicas .................................................... 56
5.6
FINANÇAS PÚBLICAS ........................................................................................................ 57
5.6.1
Receitas por Fontes......................................................................................................... 57
5.6.2
Receita Orçamentária Per Capita .................................................................................... 58
5.6.3
Receita Própria Per Capita .............................................................................................. 58
5.7
SETOR PRIMÁRIO .............................................................................................................. 58
5.7.1
Lavoura Temporária ........................................................................................................ 58
5.7.2
Lavoura Permanente ....................................................................................................... 60
5.7.3
Rebanho .......................................................................................................................... 61
5.7.4
Produtos de Origem Animal ............................................................................................ 61
5.7.5
Pesca e Aquicultura ......................................................................................................... 61
5.8
SETORES TRADICIONAIS, EMERGENTES E COM TENDÊNCIAS DE EXPANSÃO ....... 63
5.8.1 Aspectos Metodológicos Utilizados para a Identificação de Setores de Atividades
Econômicas Prioritárias ................................................................................................................ 63
6
5.8.2
Setores Tradicionais ........................................................................................................ 67
5.8.3
Setores Emergentes ........................................................................................................ 68
5.8.4
Setores com Tendência de Expansão............................................................................. 68
INFRAESTRUTURA .......................................................................................... 70
6.1
ENERGIA ELÉTRICA .......................................................................................................... 70
6.2
ÁGUA E SANEAMENTO ...................................................................................................... 71
6.2.1
Abastecimento de Água .................................................................................................. 71
6.2.2
Saneamento Básico......................................................................................................... 72
6.3
INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTE ............................................................................. 72
Relatório Estadual
6.3.1
Portos e Aeroportos ......................................................................................................... 72
6.3.2
Rodovias que cortam Santa Catarina.............................................................................. 74
6.4
ESTRUTURA DE TELECOMUNICAÇÕES ......................................................................... 74
6.5
PRINCIPAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO .......................................................................... 75
6.6
SISTEMA FINANCEIRO ...................................................................................................... 75
6.7
ENTIDADES EMPRESARIAIS E DE CLASSE .................................................................... 75
6.8
FROTA DE VEÍCULOS ........................................................................................................ 76
REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 79
CONCEITOS, NOTAS EXPLICATIVAS E LISTA DE SIGLAS .................................. 83
CONCEITOS E NOTAS EXPLICATIVAS .......................................................................................... 83
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS............................................................................................. 99
APÊNDICE A - Relação das
Coordenadorias Regionais e municípios
integrantes............................................................................................................... 102
APÊNDICE B Relação de empresas do estado, segundo o porte e
representatividade ................................................................................................... 105
APÊNDICE C Relação de empregos do estado, segundo o porte e
representatividade ................................................................................................... 114
LISTA DE GRÁFICOS E TABELAS ........................................................................ 124
LISTA DE GRÁFICOS ..................................................................................................................... 124
LISTA DE TABELAS ....................................................................................................................... 126
Relatório Estadual
1 INTRODUÇÃO
O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina
(SEBRAE/SC) é uma instituição de cunho técnico que tem por finalidade apoiar e
aprimorar o desenvolvimento das atividades empresariais de pequeno porte no
estado. Em sua atuação estratégica e inovadora busca constantemente fazer com
que o universo dos pequenos negócios tenha as melhores condições para uma
evolução sustentável. Para atingir seu objetivo, a organização volta sua atenção
para o fomento e difusão de programas e projetos que visam à promoção e o
fortalecimento das micro e pequenas empresas catarinenses.
A série “Santa Catarina em Números – 2010” representa o desejo dessa
instituição de reunir uma base de informações consistente, que permita orientar os
pequenos empresários na tomada de decisões, bem como ser uma referência de
pesquisa para estudiosos a respeito do perfil sócio-econômico dos 293 municípios
catarinenses, do recorte geográfico das nove Coordenadorias Regionais de atuação
do SEBRAE/SC e do estado.
As informações coletadas no decorrer deste trabalho foram extraídas de
fontes fidedignas e de acesso público junto a órgãos federais, estaduais e
municipais. Além da coleta dos dados, houve a preocupação em realizar-se uma
análise dos mesmos, fazendo um comparativo das regionais com outras referências,
mapeando, assim, cada localidade de acordo com sua evolução e
representatividade estadual.
A pesquisa está estruturada em cinco capítulos, que analisam o estado em
diversos aspectos, de acordo com seus Dados Gerais, Populacionais, Sociais,
Econômicos e, por último, em sua Infraestrutura. Ao final do documento é
disponibilizado para o leitor conceitos e notas técnicas que integram o estudo e
possibilitam uma avaliação mais consistente em relação ao perfil das empresas e
empregos existentes no estado. Nesta obra constam ainda dois CDs que permitem a
mesma leitura dos aspectos abordados para cada um dos municípios catarinense e
de suas macrorregiões.
As informações ora apresentadas não exaurem a possibilidade da
utilização de novos indicadores, contudo, reproduzem uma base de conhecimento
considerada essencial para os cidadãos formarem uma idéia do cenário atual de
Santa Catarina.
9
Relatório Estadual
10
Relatório Estadual
2 ASPECTOS GERAIS
Santa Catarina é um Estado privilegiado, seus 95,4 mil km 2, integram 293
municípios que juntos reúnem uma fascinante diversidade geográfica composta por
praias de areias brancas, matas tropicais e serras nevadas. Somam-se a estes
contrastes a riqueza de uma população de cerca de 6,1 milhões de habitantes, que
traz a influência de mais de 50 etnias, predominantemente marcada por
portugueses, italianos, alemães e em menor medida por poloneses.
Na economia, estes contrastes se repetem. Uma agricultura forte, baseada
em minifúndios rurais, divide espaço com um parque industrial atuante, o quarto
maior do país. Indústrias de grande porte e milhares de pequenas empresas
espalham-se, fazendo do estado a sétima maior economia brasileira pelo tamanho
de seu Produto Interno Bruto de 2006. Estimativas preliminares para 2007 apontam
para um PIB da ordem de R$ 104,6 bilhões e para 2008, R$ 118,2 bilhões. De
acordo com dados de 2006, o setor secundário participa com 34,5%, o setor terciário
com 58,6% e o primário com 6,9% do PIB catarinense.
Santa Catarina é detentor de um poderoso e diversificado parque industrial
distribuído por várias regiões e também configurado por importantes arranjos
produtivos. No Oeste, Meio Oeste e Extremo Oeste destaca-se a agroindústria. Ao
Sul, o complexo cerâmico, mineral, químico e de confecções de artigos do vestuário,
no Planalto catarinense o complexo madeireiro, papel e celulose, no Vale do Itajaí o
complexo têxtil, ao Norte o complexo eletro-metalmecânico e um importante pólo
moveleiro e por último e não menos importante o complexo tecnológico distribuído
em três importantes pólos, na capital do estado - Florianópolis, e também nas
cidades de Blumenau e Joinville.
Figura 1: Território catarinense segundo divisão territorial e principais concentrações produtivas.
11
Relatório Estadual
O turismo catarinense é também uma importante fonte econômica para o
estado, tendo como importantes atrativos, belas paisagens litorâneas, complexos
termominerais, serras, turismo rural, religioso e um atraente calendário de eventos e
festas culturais.
O dinamismo da economia catarinense reflete-se nos elevados índices de
crescimento, alfabetização, emprego e renda per capita, muito superiores à média
nacional. Santa Catarina é o segundo estado brasileiro em qualidade de vida.
Quadro 1 - Aspectos gerais e históricos
Localização
Aspectos do estado
Região Sul do Brasil
Estados limítrofes
Paraná e Rio Grande do Sul
Mesorregiões IBGE
6 (Grande Florianópolis, Norte Catarinense, Oeste Catarinense,
Serrana, Sul Catarinense e Vale do Itajaí)
Capital
Florianópolis (27°35'48"S 48°32'57"O)
Número de municípios
293
Coordenadorias
Regionais segundo
SEBRAE/SC e número de
municípios *
Extremo Oeste (30); Foz do Itajaí (20); Grande Florianópolis (16);
Meio Oeste (32); Norte (26); Oeste (58); Serra Catarinense (29);
Sul (43); Vale do Itajaí (39).
Área territorial
95.346,2 km²
Estimativa Populacional
de 2009
6.118.743 habitantes
Densidade demográfica
2009
64,2 hab/km²
Clima
O clima de Santa Catarina é subtropical úmido. As temperaturas
médias variam bastante de acordo com o local: são mais baixas
nas regiões serranas e mais elevadas no litoral, no sudeste e no
oeste catarinense. As chuvas são bem distribuídas durante o ano,
atingindo, em média, 1.500 mm anuais.
Relevo
Com 77% de seu território acima de 300m de altitude e 52% acima
de 600m, Santa Catarina figura entre os estados brasileiros de
mais forte relevo. Quatro unidades, que se sucedem de leste para
oeste, compõem o quadro morfológico: a baixada litorânea, a
serra do Mar, o planalto paleozóico e o planalto basáltico.
Colonização.
PIB 2006
PIB per capita 2006
Ao longo da história de Santa Catarina, sucessivas correntes
migratórias moldaram a ocupação do território com uma rica
diversidade de costumes. A diversidade étnica inclui o indígena
que reúnem grupos Xokleng, Guarani e Kaingang, o negro
africano, povos europeus (portugueses, açorianos, alemães,
italianos, ucranianos, poloneses, austríacos), árabes (sírios e
libaneses) e orientais (japoneses).
R$ 93,2 Bilhões (7º nacional)
R$ 15.637,69 (4º nacional)
Fontes: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Estimativa Populacional 2009. - Governo do Estado de
Santa Catarina, Secretaria de Estado do Planejamento, Dados Estatísticos Municipais 2008 - Assessoria de
Planejamento do SEBRAE/SC (ASSPLAN), Estrutura Organizacional das Coordenadorias Regionais - Federação
Catarinense de Municípios (FECAM) - Santa Catarina Turismo S/A (SANTUR).
Nota: As coordenadorias regionais e seus respectivos municípios são detalhados no Apêndice A.
12
Relatório Estadual
13
Relatório Estadual
3 ASPECTOS POPULACIONAIS
No decorrer desta seção são apresentados dados populacionais de Santa
Catarina, com recortes para a evolução populacional, taxa média de crescimento,
densidade demográfica e sua distribuição segundo gênero, localização e faixa etária.
3.1
POPULAÇÃO TOTAL
A população de Santa Catarina apresentou um aumento de 14,2% desde o
último censo demográfico realizado em 2000. De acordo com as estimativas do
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o ano de 2009, a
população estadual é de 6.118.743 habitantes, o equivalente a 3,2% da população
nacional.
Gráfico 1 – População total de Santa Catarina no período 1980/2009
4.541.994
4.875.244
5.356.360
5.866.568
5.845.042
6.118.743
3.628.292
1980
1991
1996
2000
2005
2007
2009
Fonte: IBGE, Diretoria de Estatística, Geografia e Cartografia.
Notas: 1 Censos Demográficos 1980, 1991 e 2000.
2 Contagem Populacional 1996 e 2007
3 Estimativas populacionais de 2005 e 2009.
De acordo com a distribuição geográfica adotada pelo SEBRAE/SC, a
Coordenadoria Regional Norte com 1.193.767 habitantes é a mais populosa do
estado. O gráfico 2 demonstra a representatividade populacional de 2009, segundo
o comparativo das coordenadorias.
Gráfico 2 – População
populacional - 2009
relativa
das coordenadorias,
19,5%
segundo
Participação populacional 2009
14,6%
14,6%
12,9%
11,8%
10,1%
6,8%
Norte
estimativa
Grande
Florianópolis
Sul
Vale do Itajaí
Foz do Itajaí
Fonte: IBGE, Diretoria de Estatística, Geografia e Cartografia.
Nota: Estimativa populacional de 2009.
14
Oeste
Serra
Catarinense
5,6%
Meio Oeste
4,0%
Extremo
Oeste
Relatório Estadual
Joinville é a cidade mais populosa do estado, seguida por Florianópolis,
Blumenau, São José e Criciúma. Com base nas estimativas populacionais do IBGE,
em 2009, estes cinco municípios respondiam por 26,1% da população catarinense.
3.2
TAXA MÉDIA ANUAL DE CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO
O comparativo dos dados do Censo Demográfico de 2000 e das
estimativas populacionais do IBGE para 2009 demonstram que o estado apresentou
nos últimos 9 anos uma taxa média de crescimento populacional da ordem de 1,5%
ao ano (Gráfico 3). No mesmo período, as maiores taxas médias de crescimento
foram registradas na Regional Foz do Itajaí (3%) e na Regional Norte, 1,7% ao ano.
Considerando o período avaliado, Santa Catarina apresentou uma taxa
acumulada de crescimento populacional de 14,2%.
Gráfico 3 – Taxa de crescimento médio anual da população catarinense e brasileira
no período 2000/2009
1,5%
1,3%
Santa Catarina
Brasil
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do IBGE - apoiados no Censo Demográfico
2000 e Estimativa Populacional 2009.
3.3
DENSIDADE DEMOGRÁFICA
Baseado nas estimativas populacionais de 2009, Santa Catarina
apresentou uma densidade demográfica de 64,2 hab/km2, índice bastante superior a
média brasileira que é de 22,5 hab/km2.
Com base em dados de 2009, o gráfico 4 apresenta a densidade
demográfica das coordenadorias regionais.
Gráfico 4 – Densidade demográfica, das coordenadorias regionais – 2009
164,7
hab/km2
183,8
Foz do Itajaí
93,1
Grande
Florianópolis
Sul
80,0
Norte
70,1
Vale do Itajaí
50,5
Oeste
43,9
Extremo
Oeste
33,7
Meio Oeste
18,9
Serra
Catarinense
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do IBGE - apoiados na Estimativa
Populacional 2009.
Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente de densidade demográfica.
15
Relatório Estadual
3.4
DISTRIBUIÇÃO POPULACIONAL SEGUNDO O GÊNERO E LOCALIZAÇÃO
A distribuição populacional por gênero segundo dados do IBGE extraídos
do Censo 2000, aponta que, no estado, os homens representam 49,8% da
população e as mulheres, 50,2%. A Tabela 1 e o Gráfico 5 apresentam dados
populacionais segundo sexo e situação do domicílio.
Tabela 1 – População residente por situação do domicílio e sexo, em Santa
Catarina, no período 1980/2000
Sexo
Ano
Total
1980
1991
1996
2000
3.628.292
4.541.994
4.875.244
5.356.360
Homens
1.830.657
2.275.714
2.438.768
2.669.311
Mulheres
1.797.635
2.266.280
2.436.476
2.687.049
Localidade
Urbana
Rural
2.154.250
1.474.042
3.208.537
1.333.457
3.565.130
1.310.114
4.217.931
1.138.429
Fonte: IBGE, Diretoria de Estatística, Geografia e Cartografia.
Notas: 1 Censos Demográficos 1980, 1991 e 2000.
2 Contagem Populacional 1996.
Gráfico 5 – Participação relativa da população residente por sexo e situação do
domicílio, em Santa Catarina - 2000
78,7%
50,2%
49,8%
21,3%
Homens
Mulheres
Urbana
Rural
Fonte: IBGE, Diretoria de Estatística, Geografia e Cartografia, Contagem Populacional 2007.
3.5
FAIXA ETÁRIA DA POPULAÇÃO
A estrutura etária de uma população habitualmente é dividida em três
faixas: os jovens, que compreendem do nascimento até 19 anos; os adultos, dos 20
anos até 59 anos; e os idosos, dos 60 anos em diante. Segundo esta organização,
Santa Catarina, em 2007, os jovens representavam 33,7% da população, os adultos
56,5% e os idosos, 9,8%.
Gráfico 6 – Distribuição relativa por faixa etária da população de Santa Catarina 2007
18,4% 17,5%
15,3% 14,2%
9,6%
8,3%
5,7%
5,6%
3,0%
1,3%
Menos
de 1 ano
1a4
anos
5a9
anos
10 a 19
anos
20 a 29
anos
30 a 39
anos
40 a 49
anos
50 a 59
anos
60 a 69
anos
1,1%
70 a 79 80 anos Idade
anos
ou mais ignorada
Fonte: IBGE, Diretoria de Estatística, Geografia e Cartografia, Contagem Populacional 2007.
16
0,0%
Relatório Estadual
Ainda relacionado à faixa etária da população compete mencionar a
questão da população economicamente ativa (PEA), que se caracteriza por
abranger todos os indivíduos de um lugar que, em tese, estariam aptos ao trabalho,
ou seja, todos os indivíduos ocupados e desempregados.
No Brasil, o IBGE calcula a PEA como o conjunto de pessoas que estão
trabalhando ou procurando emprego. Apesar do trabalho de crianças ser proibido no
Brasil, o IBGE calcula a PEA considerando pessoas a partir dos 10 anos de idade,
uma vez que a realidade no país mostra uma situação diferente do que prega a lei.
Tomando por base a metodologia do IBGE, a PEA do estado no ano de
2007 representava 84,7% dos habitantes.
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Relatório Estadual
18
Relatório Estadual
4 ASPECTOS SOCIAIS
Esta seção apresenta uma visão geral de Santa Catarina sobre o ponto de
vista de seus aspectos sociais. Deste modo, realizou-se um estudo do desempenho
catarinense nos últimos anos frente à evolução de seus indicadores de
desenvolvimento humano, suas ações no campo da saúde e da educação, e da
condição dos domicílios. Por fim, buscou-se levantar a presença de instituições
integrantes da rede socioassistencial do estado.
4.1
INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO HUMANO
A caracterização da qualidade de vida no estado apoiou-se no uso de
indicadores reconhecidos e amplamente utilizados, como é o caso do Índice de
Desenvolvimento Humano (IDH) e o Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal
(IFDM). Em ambos os casos, foram avaliados aspectos relacionados à educação,
longevidade, emprego e renda, acesso ao trabalho, condições habitacionais e outras
variáveis que integram alguns dos indicadores de desenvolvimento humano
mencionados.
A variação metodológica, bem como o distanciamento do período de
publicação destes indicadores, aponta diferenças, sobretudo na classificação
estadual, especialmente quando se estabelece comparativos entre os indicadores.
4.1.1 Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M)
Em 2000, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal de Santa
Catarina era 0,822. Segundo a classificação do PNUD, o estado posicionava-se
entre as regiões consideradas de alto desenvolvimento humano, IDH maior que 0,8.
De acordo com este indicador, Santa Catarina é o segundo melhor estado brasileiro
em qualidade de vida (Tabela 2).
Tabela 2 – Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M), segundo
Unidades da Federação - 2000
Unidades da Federação
IDH- Colocação
M
nacional
2000
2000
Unidades da Federação
IDH- Colocação
M
nacional
2000
2000
Distrito Federal
Santa Catarina
São Paulo
Rio Grande do Sul
Rio de Janeiro
Paraná
Mato Grosso do Sul
Goiás
Mato Grosso
Minas Gerais
Espírito Santo
Amapá
Roraima
Rondônia
0,844
0,822
0,820
0,814
0,807
0,787
0,778
0,776
0,773
0,773
0,765
0,753
0,746
0,735
Pará
Amazonas
Tocantins
Pernambuco
Rio Grande do Norte
Ceará
Acre
Bahia
Sergipe
Paraíba
Piauí
Alagoas
Maranhão
Brasil
0,723
0,713
0,710
0,705
0,705
0,700
0,697
0,688
0,682
0,661
0,656
0,649
0,636
0,766
1º
2º
3º
4º
5º
6º
7º
8º
9º
10º
11º
12º
13º
14º
15º
16º
17º
18º
19º
20º
21º
22º
23º
24º
25º
26º
27º
Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil.
19
Relatório Estadual
Conforme demonstra a Tabela 3, no período de 1991 a 2000, o IDH-M
catarinense acumulou uma evolução de 9,9%. O maior avanço foi determinado pela
dimensão educação, que no mesmo período evoluiu 12,1%.
Tabela 3 – Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Santa Catarina
- 1991/2000
Ano
Ano 1991
Ano 2000
Evolução no período 1991/2000
Educação
0,808
0,906
12,1%
Longevidade
0,753
0,811
7,7%
Renda
0,682
0,750
10,0%
IDH Municipal
0,748
0,822
9,9%
Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil.
Em relação aos demais estados do Brasil, Santa Catarina apresenta uma
situação boa. Contudo, compete mencionar que embora Santa Catarina desfrute de
uma situação privilegiada quanto a este indicador, o estado contempla consideráveis
contrastes em relação ao índice de desenvolvimento humano de seus municípios.
Tal situação faz com que coexistam baixos e elevados índices de desenvolvimento.
Diante do panorama catarinense, a maior depressão dos indicadores de
desenvolvimento humano está mais fortemente concentrada na Coordenadoria
Regional Serra Catarinense.
O mapa a seguir apresenta a condição do IDH-M dos municípios segundo
o panorama estadual.
Figura 2: Situação do IDH-M segundo o comparativo estadual
Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil.
Florianópolis, capital do estado, detém o maior IDH-M (0,875) e o pior, está
localizado no município de Timbó Grande.
20
Relatório Estadual
4.1.2 IFDM – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal
Em 2000, com um Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal de
0,6383, Santa Catarina ocupava a 6ª posição no ranking nacional. Já em 2006, o
estado aparece na 4ª colocação, superado somente por São Paulo, Paraná e Rio de
Janeiro, respectivamente, 1º, 2º e 3º colocados. A Tabela 4 destaca os resultados do
IFDM de 2006 para as Unidades da Federação.
Tabela 4 – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM), segundo Unidades
da Federação - 2006
Unidades da Federação
IFDM
2006
Colocação
nacional
2006
São Paulo
Paraná
Rio de Janeiro
Santa Catarina
Minas Gerais
Rio Grande do Sul
Espírito Santo
Distrito Federal
Goiás
Mato Grosso do Sul
Mato Grosso
Sergipe
Pernambuco
Rio Grande do Norte
0,864
0,807
0,803
0,792
0,791
0,752
0,752
0,738
0,696
0,694
0,655
0,649
0,639
0,637
1º
2º
3º
4º
5º
6º
7º
8º
9º
10º
11º
12º
13º
14º
Unidades da Federação
IFDM
2006
Rondônia
Tocantins
Ceará
Roraima
Amazonas
Acre
Paraíba
Bahia
Amapá
Pará
Piauí
Maranhão
Alagoas
Brasil
0,634
0,632
0,632
0,630
0,610
0,599
0,595
0,592
0,592
0,590
0,583
0,572
0,562
0,738
Colocação
nacional
2006
15º
16º
17º
18º
19º
20º
21º
22º
23º
24º
25º
26º
27º
Fonte: Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal.
No período de 2000 a 2006, o IFDM catarinense acumulou uma evolução
de 24%. O maior avanço deste indicador foi impulsionado pela dimensão emprego e
renda, que no mesmo período evoluiu 63,2%.
Tabela 5 – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM) de Santa Catarina 2000/2006
Ano
Ano 2000
Ano 2005
Ano 2006
Evolução no período 2000/2006
Emprego &
Renda
0,489
0,771
0,798
63,2%
Educação
Saúde
IFDM
0,694
0,775
0,755
8,8%
0,732
0,808
0,821
12,2%
0,638
0,785
0,792
24,0%
Fonte: Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal.
Segundo este indicador, em 2006, Jaraguá do Sul é o município de maior
qualidade de vida do estado (IFDM 0,8774). Em Santa Catarina o menor índice está
localizado em Capão Alto (IFDM 0,4218).
21
Relatório Estadual
4.2
INCIDÊNCIA DE POBREZA
Segundo dados do IBGE relacionados ao Mapa de Pobreza e
Desigualdade dos Municípios Brasileiros - 2003, a incidência de pobreza em Santa
Catarina atinge 27,2% da população. A pobreza absoluta é medida a partir de
critérios definidos por especialistas que analisam a capacidade de consumo das
pessoas, sendo considerada pobre aquela pessoa que não consegue ter acesso a
uma cesta alimentar e a bens mínimos necessários a sua sobrevivência.
A figura 3 demonstra um panorama dos municípios catarinenses frente à
incidência de pobreza.
Figura 3: Mapa de pobreza e desigualdade dos municípios catarinenses
Fonte: IBGE, Mapa de Pobreza e Desigualdade dos Municípios Brasileiros – 2003.
4.3
SAÚDE
A avaliação do desempenho estadual em relação aos aspectos ligados à
saúde foi associada ao acompanhamento de indicadores demográficos, natalidade e
mortalidade, bem como ao mapeamento dos recursos físicos e humanos disponíveis
na área da saúde.
4.3.1 Taxa Bruta de Natalidade
Em 2002, a taxa bruta de natalidade de Santa Catarina era de 15,5
nascidos vivos por mil habitantes (Tabela 6). Em 2006, esta taxa passou para 14,1
nascidos vivos por mil habitantes, representando no período uma queda de 9%. No
período de 2002 a 2006, o país apresentou uma queda de 10% desta taxa.
22
Relatório Estadual
Tabela 6 – Taxa bruta de natalidade por 1.000 habitantes, segundo Brasil e Santa
Catarina no período 2002-2006
Ano
Santa Catarina
Brasil
2002
2003
2004
2005
2006
15,5
14,8
15,0
14,4
14,1
17,5
17,2
16,9
16,5
15,8
Fonte: Ministério da Saúde, Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC).
Em 2006, a menor taxa bruta de natalidade foi registrada na Coordenadoria
Regional Grande Florianópolis, 13,1 nascidos por 1.000 habitantes. A maior taxa
deste indicador está localizada na Regional Serra Catarinense (15,8).
O Gráfico 7 apresenta o comparativo da taxa bruta de natalidade no âmbito
das coordenadorias regionais.
nascidos por 1.000
habitantes
Gráfico 7 – Taxa bruta de natalidade por 1.000 habitantes, segundo as
coordenadorias regionais - 2006
15,8
Reg. Serra
Catarinense
15,0
Regional
Norte
14,9
Reg. Meio
Oeste
14,6
Foz do Itajaí
14,0
Regional
Oeste
13,7
13,1
Vale do Itajaí Regional Sul
13,1
Reg.
Extremo
Oeste
13,1
Grande
Florianópolis
Fonte: Ministério da Saúde, Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC).
Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente da taxa de natalidade.
4.3.2 Taxa de Mortalidade Infantil
Em 2006, a taxa de mortalidade infantil no estado era de 12,6 óbitos para
cada 1.000 nascidos vivos, enquanto que a média brasileira era de 16,4 óbitos para
cada 1.000 nascidos vivos, conforme demonstra a Tabela 7.
Tabela 7 – Mortalidade infantil por 1.000 nascidos vivos, segundo Brasil e Santa
Catarina no período 2002-2006
Ano
Santa Catarina
Brasil
2002
2003
2004
2005
2006
15,3
14,1
13,6
12,6
12,6
19,3
18,9
17,9
17,0
16,4
Fonte: Ministério da Saúde, Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e Sistema de Informações de
Nascidos Vivos (SINASC).
Nota: Considera apenas os óbitos e nascimentos coletados pelo SIM/SINASC.
O Gráfico 8 apresenta o comparativo da taxa de mortalidade infantil nas
coordenadorias regionais.
23
Relatório Estadual
óbitos infantis / 1.000
nascidos vivos
Gráfico 8 – Taxa de mortalidade infantil por 1.000 nascidos vivos , segundo as
coordenadorias regionais - 2006
19,5
18,7
13,8
Reg. Meio
Oeste
Reg. Serra
Catarinense
Reg.
Extremo
Oeste
13,3
12,0
Regional Sul Foz do Itajaí
11,5
Regional
Oeste
11,1
Grande
Florianópolis
10,7
Regional
Norte
10,1
Vale do Itajaí
Fonte: Ministério da Saúde, Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC).
Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente da taxa de mortalidade infantil.
4.3.3 Esperança de Vida ao Nascer
De acordo com dados do Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento (PNUD), em 2000, a expectativa de vida catarinense era de 73,7
anos. Neste ano, a média da expectativa de vida brasileira era de 68,6 anos.
No gráfico 9 tem-se a representação do comparativo deste indicador para o
ano de 2000.
Gráfico 9 – Esperança de vida ao nascer (em anos), segundo as coordenadorias
regionais - 2000
74,5
Regional
Oeste
74,3
Regional
Norte
74,2
74,2
Reg.
Extremo
Oeste
Vale do
Itajaí
74,1
73,5
73,4
Grande
Foz do Itajaí Regional Sul
Florianópolis
73,3
Reg. Meio
Oeste
71,7
Reg. Serra
Catarinense
Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil.
Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente da expectativa de vida.
4.3.4 Unidades de Saúde
Santa Catarina conta com 9.334 unidades de saúde. A tipologia dos
estabelecimentos presentes no estado é detalhada conforme a Tabela 8.
24
Relatório Estadual
Tabela 8 – Número de unidades de saúde por tipo de estabelecimento, segundo
Brasil e Santa Catarina – dez./2007
Tipo de estabelecimento
Centro de parto normal
Centro de saúde/unidade básica de saúde
Central de regulação de serviços de saúde
Clínica especializada/ambulatório especializado
Consultório isolado
Cooperativa
Farmácia
Hospital especializado
Hospital geral
Hospital dia
Laboratório Central de Saúde Pública - LACEN
Policlínica
Posto de saúde
Pronto socorro especializado
Pronto socorro geral
Secretaria de saúde
Unidade autorizadora
Unidade de serviço de apoio de diagnose e terapia
Unidade de saúde da família
Unidade de vigilância em saúde
Unidade de vigilância epidemiologia (antigo)
Unidade de vigilância sanitária (antigo)
Unidade mista
Unidade móvel de nível pré-hospitalar/urgência/emergência
Unidade móvel fluvial
Unidade móvel terrestre
Pronto socorro de hospital geral (antigo)
Pronto socorro traumato-ortopédico (antigo)
Tipo de estabelecimento não informado
Total
Santa
Catarina
Brasil
1.430
10
1.383
4.699
2
11
21
203
21
3
188
370
6
15
9
781
0
75
8
58
41
9.334
19
30.341
312
24.585
74.721
217
344
1.251
5.183
351
37
4.052
11.042
139
557
250
14.317
0
2.337
1
934
293
26
808
2
172.119
Fonte: Ministério da Saúde, Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).
Nota: Sinal convencional utilizado:
- Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento.
Considerando o número total de estabelecimentos de saúde, a maior
representatividade deles está concentrada na Regional Norte (Gráfico 10).
25
Relatório Estadual
Gráfico 10 – Comparativo da representatividade do total de estabelecimentos de
saúde, segundo as coordenadorias regionais – dez./2007
19,0%
13,6%
13,5%
13,4%
12,8%
9,9%
Norte
Vale do Itajaí Foz do Itajaí
Sul
Oeste
7,8%
Grande
Serra
Florianópolis Catarinense
5,8%
4,0%
Meio Oeste
Extremo
Oeste
Fonte: Ministério da Saúde, Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).
Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente de participação no total de estabelecimentos de saúde.
4.3.5 Leitos Hospitalares
Em 2007, a Santa Catarina contava com 16.130 leitos de internação. Os
mais representativos em números absolutos estão relacionados ao atendimento
clínico e cirúrgico. Do total de leitos existentes no estado, 12.119 leitos (75%),
realizam atendimentos pelo Sistema Único de Saúde – SUS. A Tabela 9 apresenta a
disponibilidade de leitos de internação segundo o tipo de especialidade.
Tabela 9 – Número de leitos de internação existentes por tipo de especialidade,
segundo Brasil e Santa Catarina – dez./2007
Especialidade
Santa Catarina
Brasil
3.399
5.782
1.155
1.967
1.994
1.649
184
16.130
112.258
147.010
36.479
62.754
66.688
68.665
6.598
500.452
Cirúrgicos
Clínicos
Complementares
Obstétrico
Pediátrico
Outras Especialidades
Hospital/DIA
Total
Fonte: Ministério da Saúde, Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).
Notas: Leitos complementares: Unidades de Tratamento Intensivo, Unidades Intermediárias, Unidades de
Isolamento.
4.3.6 Número de Leitos Hospitalares por 1.000 Habitantes
No estado, em 2007, havia 2,5 leitos de internação para cada 1.000
habitantes, índice que cai para 1,9 quando considerado os leitos disponibilizados
pelo Sistema Único de Saúde – SUS. No mesmo ano, conforme demonstrado na
Tabela 10, no Brasil eram 2,5 leitos hospitalares para cada 1.000 habitantes,
reduzindo para 1,8 leitos quando avaliada a oferta do SUS.
Tabela 10 – Número de leitos de internação por 1.000 habitantes, segundo Brasil e
Santa Catarina – nov./2007
Leitos de internação por 1.000 habitantes
Leitos existentes por 1.000 habitantes
Leitos SUS por 1.000 habitantes
Santa Catarina
Brasil
2,5
1,9
2,5
1,8
Fonte: Ministério da Saúde, Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).
Nota: Não inclui leitos complementares.
26
Relatório Estadual
Gráfico 11 – Comparativo do número de leitos de internação por 1.000 habitantes,
segundo as coordenadorias regionais – nov./2007
Leitos existentes por 1.000 habitantes
Leitos SUS por 1.000 habitantes
2,5
3,6
Extremo
Oeste
2,8
3,4
2,5
3,2
Grande
Serra
Florianópolis Catarinense
2,4
3,2
Meio Oeste
2,1
2,0
1,8
2,7
2,6
2,4
1,2
Oeste
Sul
1,7
Vale do Itajaí Foz do Itajaí
1,3
1,5
Norte
Fonte: Ministério da Saúde, Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).
Nota: Não inclui leitos complementares.
Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente do número total de leitos/1000 habitantes.
4.3.7 Número de Profissionais Ligados à Saúde
Em 2007 eram 66.387 profissionais ligados à saúde em Santa Catarina. A
Tabela 11 detalha a especialidade e o número de profissionais disponíveis no estado
e no Brasil.
Tabela 11 – Número de profissionais vinculados por tipo de categoria, segundo
Brasil e Santa Catarina – dez./2007
Recursos humanos vinculados segundo as categorias
selecionadas
Médicos
.. Anestesista
.. Cirurgião Geral
.. Clínico Geral
.. Gineco Obstetra
.. Médico de Família
.. Pediatra
.. Psiquiatra
.. Radiologista
Cirurgião dentista
Enfermeiro
Fisioterapeuta
Fonoaudiólogo
Nutricionista
Farmacêutico
Assistente social
Psicólogo
Auxiliar de Enfermagem
Técnico de Enfermagem
Santa
Catarina
23.577
930
1.187
4.427
2.341
1.485
2.340
499
897
5.664
3.531
1.541
500
300
1.833
625
1.082
7.510
6.118
Brasil
634.003
24.979
32.021
127.230
68.730
32.252
63.514
12.653
24.211
112.611
117.763
37.062
12.976
11.759
36.955
18.698
28.324
320.145
125.294
Fonte: Ministério da Saúde, Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).
Nota: Se um profissional tiver vínculo com mais de um estabelecimento, ele será contado tantas vezes quantos
vínculos houver.
27
Relatório Estadual
4.4
EDUCAÇÃO
Os dados apresentados nesta seção foram coletados do Ministério da
Educação e do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil. A organização destas
informações permite avaliações sobre a evolução de diversos indicadores
relacionados à educação em Santa Catarina.
4.4.1 Alunos Matriculados por Dependência Administrativa
Santa Catarina tem 1.540.971 alunos matriculados (não inclusos os alunos
do ensino superior), sendo este número resultado do balanço do Ministério da
Educação relativo ao ano de 2007. Na comparação dos dados de 2003 a 2007
houve um decréscimo de 4,5% no número de matrículas no estado (Tabela 12 e
Gráfico 12).
É oportuno mencionar que na maioria dos municípios brasileiros tem-se
observado uma redução do número de matrículas. Este fato pode ser, em parte,
explicado por dois fatores. O primeiro deles está relacionado ao ajuste da
metodologia de contagem do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio
Teixeira (INEP), que evita a duplicidade da contagem de matrículas, e o segundo
está ligado à desaceleração do número de nascimentos, o que segundo o próprio
Ministério da Educação exerce um efeito direto sobre o número de matriculados.
Com relação a oferta destas matrículas, a rede municipal e estadual juntas
respondem por 87,7% do número de alunos matriculados.
Tabela 12 – Número de alunos matriculados por dependência administrativa em
Santa Catarina no período 2003-2007
Ano
Municipal
Estadual
Federal
Privada
Total (*)
2003
2004
2005
2006
2007
% relativo em 2007
Evolução 2003/2007
608.152
625.883
627.151
633.869
632.627
41,1%
4,0%
805.330
789.117
739.495
814.390
718.510
46,6%
-10,8%
4.556
3.815
8.094
8.216
6.481
0,4%
42,3%
196.095
194.576
206.634
204.654
183.353
11,9%
-6,5%
1.614.133
1.613.391
1.581.374
1.661.129
1.540.971
100%
-4,5%
Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), Sistema de
Estatísticas Educacionais (Edudata) e Censo Escolar.
Nota: (*) Não estão computados os alunos do ensino superior.
Gráfico 12 – Número de alunos matriculados em Santa Catarina no período 20032007
1.614.133
2003
1.613.391
2004
1.581.374
2005
1.661.129
2006
1.540.971
2007
Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), Sistema de
Estatísticas Educacionais (Edudata) e Censo Escolar.
Nota: Não estão computados os alunos do ensino superior.
28
Relatório Estadual
A participação das coordenadorias no número de alunos matriculados em
Santa Catarina no ano de 2007 é demonstrada no Gráfico 13.
Gráfico 13 – Participação relativa das coordenadorias no número de alunos
matriculados em Santa Catarina - 2007
20,4%
14,5%
12,7%
12,5%
11,3%
10,8%
7,4%
Norte
Sul
Vale do Itajaí
Grande
Florianópolis
Foz do Itajaí
Oeste
Serra
Catarinense
6,4%
Meio Oeste
4,0%
Extremo
Oeste
Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), Sistema de
Estatísticas Educacionais (Edudata) e Censo Escolar.
Nota: 1 Não estão computados os alunos do ensino superior.
2 Resultados apresentados em ordem decrescente do número de matriculados.
4.4.2 Distribuição do Número de Alunos por Modalidade de Ensino – 2007
Os dados extraídos do Ministério da Educação apontam que em 2007 o
maior contingente de alunos matriculados no estado estava relacionado ao ensino
fundamental e médio. A Tabela 13 demonstra o número de alunos matriculados
segundo as modalidades de ensino em 2007.
Tabela 13 – Distribuição dos alunos por modalidade de ensino em Santa Catarina 2007
Modalidades
Creche
Pré-escola
Ensino Fundamental
Ensino Médio
Educação Profissional (Nível Técnico)
Educação Especial
Educação de Jovens e Adultos
Total
Alunos
% relativo
87.610
145.756
912.823
236.934
29.816
26.440
101.592
1.540.971
5,7%
9,5%
59,2%
15,4%
1,9%
1,7%
6,6%
100,0%
Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), Censo Escolar.
Nota: 1 Não estão computados os alunos do ensino superior.
2 Alunos de Escolas Especiais, Classes Especiais e Incluídos.
Além dos alunos matriculados na educação básica, havia, em 2007, um
total de 202.739 alunos matriculados no ensino superior.
29
Relatório Estadual
Gráfico 14 – Distribuição dos alunos por modalidade ensino em Santa Catarina 2007
1,7%
6,6%
5,7%
9,5%
1,9%
Creche
Pré-escola
15,4%
Ensino Fundamental
Ensino Médio
Educação Profissional (Nível Técnico)
Educação Especial
Educação de Jovens e Adultos
59,2%
Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), Censo Escolar.
Nota: 1 Não estão computados os alunos do ensino superior.
2 Alunos de Escolas Especiais, Classes Especiais e Incluídos.
4.4.3 Número de Estabelecimentos de Ensino e Docentes
No período de 2002 a 2006 o número de estabelecimentos de ensino e
docentes do estado, registrou uma alta de respectivamente, 3,9%, e 5,3%, conforme
demonstram as Tabelas 14 e 15.
No Gráfico 15 é apresentada a participação relativa das coordenadorias em
relação à disponibilidade do número de estabelecimentos de ensino e docentes no
ano de 2006.
Tabela 14 – Número de estabelecimentos de ensino segundo a modalidade - Santa
Catarina 2002/2006
Modalidade de ensino
Creche
Pré-escola
Ensino Fundamental
Ensino Médio
Educação Profissional (Nível Técnico)
Educação Especial
Educação de Jovens e Adultos
Superior
Total
2002
2006
1.328
3.425
4.500
843
...
209
430
70
10.805
1.704
4.077
3.932
844
...
278
386
...
11.221
Evolução
2002/2006
28,3%
19,0%
-12,6%
0,1%
...
33,0%
-10,2%
...
3,9%
Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), Sistema de
Estatísticas Educacionais (Edudata).
Nota: 1 Não estão computadas instituições de ensino superior.
2 Sinal convencional utilizado:
... Dado numérico não disponível.
30
Relatório Estadual
Tabela 15 – Número de docentes segundo a modalidade de ensino - Santa Catarina
2002/2006
Número de docentes segundo a modalidade
de ensino
Creche
Pré-escola
Ensino Fundamental
Ensino Médio
Educação Profissional (Nível Técnico)
Educação Especial*
Educação de Jovens e Adultos
Superior
Total
2002
2006
6.739
10.219
48.380
16.199
...
2.241
4.978
...
88.756
7.904
11.419
50.315
15.704
...
2.924
5.215
...
93.481
Evolução
2002/2006
17,3%
11,7%
4,0%
-3,1%
...
30,5%
4,8%
...
5,3%
Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), Sistema de
Estatísticas Educacionais (Edudata).
Nota: 1 Não estão computadas instituições de ensino superior.
2 Sinal convencional utilizado:
... Dado numérico não disponível.
Gráfico 15 – Participação relativa das coordenadorias no
estabelecimentos de ensino e docentes de Santa Catarina - 2006
número
de
Estabelecimentos de ensino
Docentes
17,5%
15,6%
13,1%
16,6%
Norte
16,1%
Sul
13,8%
Vale do Itajaí
11,1%
13,7%
11,6%
10,8%
Oeste
7,5%
10,5%
10,3%
9,5%
6,4%
Grande
Serra
Florianópolis Catarinense
Foz do Itajaí
6,5%
Meio Oeste
4,6%
4,8%
Extremo
Oeste
Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), Censo Escolar.
Nota: 1 Não estão computados os alunos do ensino superior.
2 Alunos de Escolas Especiais, Classes Especiais e Incluídos.
3 Resultados apresentados em ordem decrescente da participação no número de estabelecimentos de
ensino.
4.4.4 Indicadores de Atendimento Educacional e Nível Educacional da Criança
e da População Adulta
Na década de 90 o estado conseguiu melhorar seu desempenho frente a
diversos indicadores de atendimento à educação. Ressalta-se, neste sentido, a
redução da taxa de analfabetismo e a melhoria dos índices de acesso da população
das diferentes faixas etárias às diversas modalidades de ensino.
As Tabelas 16 e 17 apontam, respectivamente, indicadores relacionados
ao atendimento e nível educacional da população infantil e adulta de Santa Catarina
em 1991 e 2000.
31
Relatório Estadual
Tabela 16 – Indicadores de atendimento educacional a criança – Santa Catarina 1991/2000
Indicador
Ano
1991
Ano
2000
% de crianças de 5 a 6 anos na escola
% de crianças de 7 a 14 anos na escola
% de crianças de 7 a 14 anos com acesso ao curso fundamental
% de crianças de 7 a 14 anos com mais de um ano de atraso escolar
% de crianças de 7 a 14 anos analfabetas
% de crianças de 10 a 14 anos na escola
% de crianças de 10 a 14 anos com mais de um ano de atraso escolar
% de crianças de 10 a 14 anos com menos de quatro anos de estudo
% de crianças de 10 a 14 anos analfabetas
31,5%
85,9%
85,5%
23,7%
8,5%
83,1%
35,9%
44,6%
2,9%
73,8%
96,7%
95,0%
13,1%
3,5%
96,0%
19,2%
29,3%
1,1%
Evolução
do
indicador
1991/2000
134,0%
12,6%
11,2%
-44,5%
-59,0%
15,5%
-46,6%
-34,4%
-63,8%
Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil.
Tabela 17 – Nível educacional da população adulta (25 anos ou mais) – Santa
Catarina - 1991/2000
Ano 1991
Ano 2000
Evolução do
indicador
1991/2000
5,2
6,2
18,3%
Percentual de pessoas de 25 anos ou mais analfabetas
11,5%
7,5%
-35,3%
Percentual de pessoas de 25 anos ou mais com menos
de quatro anos de estudo
31,1%
22,8%
-26,8%
Percentual de pessoas de 25 anos ou mais com menos
de oito anos de estudo
72,1%
63,1%
-12,4%
Percentual de pessoas de 25 anos ou mais de idade
com doze anos ou mais de estudo
6,3%
9,0%
41,8%
Percentual de pessoas de 25 anos ou mais
frequentando curso superior
0,8%
1,9%
136,3%
Indicador
Média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou
mais de idade
Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil.
4.4.5 Índice da Educação Básica – IDEB
Em 2007, a média do IDEB alcançada pelo estado foi de 4,7 para os anos
iniciais do ensino fundamental e 4,1 para os anos finais (Tabela 18). Para 2007, a
meta projetada era de, respectivamente, 4,4 e 4,1 para os anos iniciais e finais do
ensino fundamental.
Tabela 18 – Índice da Educação Básica (IDEB) de Santa Catarina - 2005/2007
IDEB Observado
Fases de ensino
2005
4,3
4,1
3,5
Anos Iniciais do ensino fundamental
Anos Finais do ensino fundamental
Ensino médio
2007
4,7
4,1
3,8
Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), Índice de
Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB).
32
Relatório Estadual
4.4.6 Relação de Escolas Técnicas Profissionalizantes e Número de Alunos
Segundo dados do Sistema Nacional de Informações da Educação
Profissional e Tecnológica (SISTEC), em 2009, Santa Catarina contava com 142
instituições de ensino técnico profissionalizante. No mesmo ano, dados preliminares
do Censo Escolar 2009 apontavam a existência de 34.723 alunos matriculados
nesta modalidade de ensino.
4.5
DOMICÍLIOS
Com base em dados do Censo Demográfico de 2000, Santa Catarina
possuía 1.498.742 domicílios, deste total 79,4% eram próprios, 12,5% alugados,
7,6% eram cedidos e 0,4% tinham outra forma de ocupação.
Tabela 19 – Condição de ocupação dos domicílios de Santa Catarina – 2000
Tipologia
Santa Catarina
Brasil
1.190.558
187.957
113.522
6.705
1.498.742
33.306.136
6.403.325
4.532.093
553.547
44.795.101
Próprio
Alugado
Cedido
Outra forma
Total
Fonte: IBGE, Diretoria de Estatística, Geografia e Cartografia, Censo Demográfico 2000.
O Gráfico 16 ilustra comparativos da condição de ocupação dos domicílios
em Santa Catarina e no Brasil.
Gráfico 16 – Condição de ocupação dos domicílios, segundo Brasil e Santa Catarina
- 2000
Brasil
Santa Catarina
Santa Catarina
Brasil
Próprio
79,4%
74,4%
Alugado
12,5%
14,3%
Cedido
7,6%
10,1%
Outra forma
0,4%
1,2%
Fonte: IBGE, Diretoria de Estatística, Geografia e Cartografia, Censo Demográfico 2000.
De acordo com o recorte regional adotado pelo SEBRAE/SC e os dados
extraídos do Censo Populacional de 2000, a Coordenadoria Regional Norte
concentra 18,9% dos domicílios, seguida pela Regional Sul com 15,3% e a Grande
Florianópolis com 14,6%.
O Gráfico 17 apresenta a participação das coordenadorias no total de
domicílios do estado.
33
Relatório Estadual
Gráfico 17 – Participação relativa das coordenadorias no número total de domicílios
de Santa Catarina - 2000
18,9%
15,3%
14,6%
13,1%
10,5%
10,2%
7,2%
Norte
Sul
Grande Florianópolis
Vale do Itajaí
Foz do Itajaí
Oeste
6,0%
4,3%
Serra Catarinense Meio Oeste Extremo Oeste
Fonte: IBGE, Diretoria de Estatística, Geografia e Cartografia, Censo Demográfico 2000.
Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente da participação no número de domicílios.
4.6
REDE SÓCIOASSISTENCIAL
A identificação das instituições ligadas a ações de assistência social
presentes no estado foram obtidas através do Sistema Único de Assistência Social –
SUAS do Ministério do Desenvolvimento Social – MDS.
Segundo levantamentos realizados em setembro de 2009, Santa Catarina
somava 1.666 instituições de assistência social, cadastradas junto ao Ministério do
Desenvolvimento Social. A regional Norte abriga 315 destas instituições, seguida
pelas regionais Sul e Grande Florianópolis, ambas com 242 instituições de
assistência social.
4.7
SEGURANÇA PÚBLICA
Santa Catarina, em 2007, registrou 2.710 óbitos por causas violentas.
Neste mesmo ano, os óbitos ocasionados em decorrência de acidentes de
transporte representaram 49,2% das mortes (Tabela 20).
Tabela 20 – Número de óbitos por causas violentas - Santa Catarina 2003-2007
Causa
Acidentes de Transportes
Outros Acidentes
Acidentes Não especificados
Homicídio
Suicídio
Eventos cuja intenção é indeterminada
Demais causas externas
Total de Santa Catarina
2003
2004
2005
2006
2007
1.681
647
139
651
410
174
32
3.734
1.841
632
153
628
427
183
20
3.884
1.893
617
114
611
448
173
27
3.883
1.905
634
62
638
380
126
21
3.766
1.333
476
43
462
295
82
19
2.710
Fonte: Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria de Estado da Saúde, Sistema de Informações de
Mortalidade (SIM).
34
Relatório Estadual
35
Relatório Estadual
5 ASPECTOS ECONÔMICOS
Nesta seção é apresentada uma visão geral de Santa Catarina sob o ponto
de vista de seu desempenho econômico nos últimos anos. Deste modo, foram
estudados aspectos como produto interno bruto, balança comercial, valor adicionado
fiscal, volume de empresas e empregos, renda da população, finanças públicas e
movimentações realizadas pelo setor primário. Neste capítulo também são
apresentados levantamentos de setores tradicionais, emergentes e com tendências
de crescimento e participação na movimentação econômica estadual.
5.1
PRODUTO INTERNO BRUTO
Segundo dados do IBGE e da Secretaria de Estado do Planejamento de
Santa Catarina, em 2006 o PIB catarinense atingiu o montante de R$ 93,2 bilhões,
assegurando ao estado a manutenção da 7ª posição relativa no ranking nacional
(Tabela 21). As estimativas preliminares para 2007 apontam para um PIB da ordem
de R$ 104,6 bilhões e para 2008, R$ 118,2 bilhões.
Tabela 21 – Produto interno bruto a preços correntes, segundo Unidades de
Federação - 2006
Produto Interno Bruto 2006
Unidades da
(Bilhões
Particip.
Unidades da
Posição
Federação
R$)
Nacional
Federação
São Paulo
802,6
1º
33,9% Mato Grosso
Rio de Janeiro
275,4
2º
11,6% Maranhão
Minas Gerais
214,8
3º
9,1%
Mato G. do Sul
Rio Grande do Sul
156,9
4º
6,6%
Rio G. do Norte
Paraná
136,7
5º
5,8%
Paraíba
Bahia
96,6
6º
4,1%
Alagoas
Santa Catarina
93,2
7º
3,9%
Sergipe
Distrito Federal
89,6
8º
3,8%
Rondônia
Goiás
57,1
9º
2,4%
Piauí
Pernambuco
55,5
10º
2,3%
Tocantins
Espírito Santo
52,8
11º
2,2%
Amapá
Ceará
46,3
12º
2,0%
Acre
Pará
44,4
13º
1,9%
Roraima
Brasil
Amazonas
39,2
14º
1,7%
(Bilhões
Particip.
Posição
R$)
Nacional
35,3
15º
1,5%
28,6
16º
1,2%
24,4
17º
1,0%
20,6
18º
0,9%
20,0
19º
0,8%
15,8
20º
0,7%
15,1
21º
0,6%
13,1
22º
0,6%
12,8
23º
0,5%
9,6
24º
0,4%
5,3
25º
0,2%
4,8
26º
0,2%
3,7
27º
0,2%
2.369,8
100,0%
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais, Produto Interno Bruto dos Municípios 2006.
Nota: Valores do PIB a preços correntes ordenados de forma decrescente.
No comparativo da evolução deste indicador ao longo do período 20022006, Santa Catarina apresentou um crescimento acumulado de 67,2%, contra um
aumento nacional de 60,4% (Tabela 22).
36
Relatório Estadual
Tabela 22 – Produto interno bruto a preços correntes, segundo Brasil e Santa no
período de 2002-2006
Período
2002
2003
2004
2005
2006
Evolução 2002/2006
Santa Catarina
Produto Interno
Posição
Bruto (R$ mil)
nacional
55.731.863
8º
66.848.534
7º
77.392.991
7º
85.316.275
7º
93.173.498
7º
67,2%
-
Participação
nacional
3,8%
3,9%
4,0%
4,0%
3,9%
-
Brasil
(R$ mil)
1.477.821.769
1.699.947.694
1.941.498.358
2.147.239.292
2.369.796.546
60,4%
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais - Governo do Estado de Santa Catarina,
Secretaria do Estado do Planejamento, Produto Interno Bruto dos Municípios.
A Tabela 23 apresenta o montante do PIB 2006, segundo as
coordenadorias regionais. Neste ano, a Regional Norte respondeu por 24,6% da
composição do PIB catarinense.
Tabela 23 – Composição do Produto interno bruto 2006, segundo as coordenadorias
regionais
Coordenadoria
Norte
Vale do Itajaí
Foz do Itajaí
Grande Florianópolis
Sul
Oeste
Meio Oeste
Serra Catarinense
Extremo Oeste
Santa Catarina
Brasil
Produto Interno
Bruto (R$ mil)
22.940.398
12.843.612
12.666.012
12.348.332
10.181.256
8.858.899
5.834.014
4.757.176
2.743.800
93.173.498
2.369.796.546
Produto Interno Bruto 2006
Participação
Posição
estadual
estadual
24,6%
1º
13,8%
2º
13,6%
3º
13,3%
4º
10,9%
5º
9,5%
6º
6,3%
7º
5,1%
8º
2,9%
9º
100,0%
-
Evolução
2002/2006
74,2%
62,3%
93,3%
72,6%
61,3%
46,2%
55,6%
55,3%
55,8%
67,2%
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais - Governo do Estado de Santa Catarina,
Secretaria do Estado do Planejamento, Produto Interno Bruto dos Municípios.
Nota: Valores do PIB a preços correntes ordenados de forma decrescente.
Na avaliação dos setores produtivos de Santa Catarina a agropecuária
contribuiu com 6,9%, a indústria com 34,5% e os serviços1 com 58,6% do PIB
estadual.
O gráfico 19 apresenta a composição do Valor Adicionado Bruto de 2006,
integrando a administração pública e impostos.
1
O VAB do setor de prestação de serviços inclui o setor do comércio.
37
Relatório Estadual
Gráfico 18 - Composição do valor adicionado bruto (VAB) de Santa Catarina – 2006
47.798.470
(R$ mil)
28.129.972
8.848.858
5.644.007
Agropecuária
Indústria
Serviços
Adm. Pública
11.601.049
Impostos
Fonte: Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria do Estado do Planejamento, Produto Interno Bruto dos
Municípios.
A Tabela 24 apresenta o comparativo do valor adicionado bruto de 2006
das coordenadorias.
Tabela 24 – Composição do valor adicionado bruto 2006, segundo as
coordenadorias regionais
Coordenadoria Regional
Extremo Oeste
Foz do Itajaí
Grande Florianópolis
Meio Oeste
Norte
Oeste
Serra Catarinense
Sul
Vale do Itajaí
Santa Catarina
Agropecuária
22,0%
2,5%
2,7%
12,5%
3,7%
12,4%
16,7%
7,9%
6,1%
6,9%
Participação no VAB - 2006
Indústria
25,5%
26,2%
18,3%
42,3%
43,3%
37,3%
30,7%
35,4%
38,7%
34,5%
Serviços
52,5%
71,3%
79,0%
45,2%
53,0%
50,3%
52,6%
56,7%
55,2%
58,6%
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais - Governo do Estado de Santa Catarina,
Secretaria do Estado do Planejamento, Produto Interno Bruto dos Municípios.
5.1.1 PIB Per Capita
Santa Catarina possuía em 2006, um PIB per capita da ordem de
R$ 15.637,69, colocando o estado na 4ª posição do ranking nacional. No período de
2002 a 2006, o PIB per capita catarinense acumulou um crescimento de 56,9%
contra uma elevação de 49,9% da média nacional.
Em 2006, a Coordenadoria Regional Norte possuía um PIB per capta de
R$ 19.574,64, o maior no comparativo das nove coordenadorias. Considerando a
evolução deste indicador no período de 2002 a 2006, a maior alta acumulada foi de
70,1%, registrada na Regional Foz do Itajaí (Tabela 26).
38
Relatório Estadual
Tabela 25 – Produto Interno Bruto per capita (preços correntes), segundo Unidades
da Federação - 2006
Unidades da Federação
PIB per capita
2006
Posição
Unidades da Federação
PIB per capita
2006
Posição
Distrito Federal
37.600
1º
Rondônia
8.391
15º
São Paulo
19.548
2º
Sergipe
7.560
16º
Rio de Janeiro
17.695
3º
Tocantins
7.210
17º
Santa Catarina
15.638
4º
Acre
7.041
18º
Espírito Santo
15.236
5º
Bahia
6.922
19º
Rio Grande do Sul
14.310
6º
Rio Grande do Norte
6.754
20º
Paraná
13.158
7º
Pernambuco
6.528
21º
Mato Grosso
12.350
8º
Pará
6.241
22º
Amazonas
11.829
9º
Ceará
5.636
23º
Minas Gerais
11.028
10º
Paraíba
5.507
24º
Mato Grosso do Sul
10.599
11º
Alagoas
5.164
25º
Goiás
9.962
12º
Maranhão
4.628
26º
Roraima
9.075
13º
Piauí
4.213
27º
Brasil
12.688
Amapá
8.543
14º
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais - Governo do Estado de Santa Catarina,
Secretaria do Estado do Planejamento, Produto Interno Bruto per capita dos Municípios.
Tabela 26 – Produto Interno Bruto per capita (preços correntes), segundo
Coordenadorias Regionais - 2006
Coordenadoria
Regional
Norte
Foz do Itajaí
Vale do Itajaí
Meio Oeste
Oeste
Grande Florianópolis
Extremo Oeste
Sul
Serra Catarinense
Santa Catarina
Brasil
PIB per capita 2006
Colocação
1º
2º
3º
4º
5º
6º
7º
8º
9º
-
Reais ($)
19.575
19.117
16.946
16.268
14.884
13.940
12.438
11.479
11.363
15.638
12.688
Evolução 2002/2006
59,1%
70,1%
51,9%
46,1%
40,5%
54,0%
63,5%
51,2%
49,8%
56,9%
49,9%
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais - Governo do Estado de Santa Catarina,
Secretaria do Estado do Planejamento, Produto Interno Bruto per capita dos Municípios.
5.2
BALANÇA COMERCIAL
Em 2008, a balança comercial catarinense apresentou um superávit da
ordem de US$ 287 milhões, um desempenho bastante reduzido quando comparado
ao superávit de US$ 2,4 bilhões registrado em 2007 (queda de 88%).
O volume exportado por Santa Catarina em 2008 foi de US$ 8,26 bilhões, o
que representou uma alta de 11,85% em relação a 2007. Por outro lado, o volume
importado atingiu US$ 7,97 bilhões, o equivalente a um aumento de 59,38%
comparado a 2007.
Para efeito de comparação, o saldo da balança comercial do Brasil em
2008 foi de US$ 24,7 bilhões, uma queda de 38% em relação aos US$ 40 bilhões
registrados em 2007. As exportações fecharam o ano em US$ 197,9 bilhões
(crescimento de 23% em relação a 2007). Já as importações fecharam 2008 em US$
173 bilhões (crescimento de 44% em relação a 2007).
39
Relatório Estadual
5.2.1 Montante das Exportações e Importações
Conforme demonstra a Tabela 27, em 2008, a balança comercial de Santa
Catarina apresentou um saldo positivo de US$ 286.913,00. No período de 2004 a
2008, suas exportações e importações apresentaram um crescimento acumulado de
69,8% e 428,1%, respectivamente.
Tabela 27 – Balança Comercial catarinense no período 2004-2008
Ano
2004
2005
2006
2007
2008
Evolução 2004/2008
Exportações
US$ FOB
4.862.608
5.594.239
5.982.112
7.381.839
8.256.219
69,8%
Importações
US$ FOB
1.508.950
2.188.540
3.468.768
5.000.221
7.969.306
428,1%
Saldo
3.353.658
3.405.699
2.513.344
2.381.618
286.913
-91,4%
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Secretaria de Comércio Exterior
(SECEX), Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior (DEPLA), Balança Comercial
Brasileira por UF.
O Gráfico 19 apresenta a evolução da balança comercial da região.
Milhões US$
Gráfico 19 – Balança comercial de Santa Catarina no período 2004-2008
9
8
7
6
5
4
3
2
1
0
2004
2005
2006
2007
2008
Exportações
4.862.608
5.594.239
5.982.112
7.381.839
8.256.219
Importações
1.508.950
2.188.540
3.468.768
5.000.221
7.969.306
Saldo
3.353.658
3.405.699
2.513.344
2.381.618
286.913
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Secretaria de Comércio Exterior
(SECEX), Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior (DEPLA), Balança Comercial
Brasileira por UF.
Antes da análise dos dados regionais, compete destacar as diferenças de
metodologia para o cômputo das exportações por Unidade de Federação e
municípios. Segundo definição da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), para a
Unidade da Federação, o critério para as exportações leva em conta o estado
produtor da mercadoria, independentemente de onde está localizada a empresa
exportadora. Já no critério para as exportações por municípios leva-se em conta o
domicílio fiscal da empresa exportadora, ou seja, os produtos contabilizados são de
empresas com sede no município, independentemente de onde a mercadoria foi
produzida.
Neste sentido, cumpre assinalar que a análise do desempenho da balança
comercial das nove coordenadorias foi realizada segundo o critério domicílio fiscal.
A tabela a seguir apresenta a participação das coordenadorias nas ações
de exportação e importação de 2008.
40
Relatório Estadual
Gráfico 20 – Participação relativa das coordenadorias nas exportações e
importações catarinenses - 2008
Norte
Foz do Itajaí
Vale do Itajaí
Oeste
Sul
Serra
Meio Oeste
Extremo Oeste
Grande Fpolis
Norte
Foz do Itajaí
Vale do Itajaí
Oeste
Sul
Serra
Meio Oeste
Importações
17,7%
47,1%
7,5%
1,7%
9,1%
0,6%
1,4%
Extremo Oeste Grande Fpolis
0,8%
14,2%
Exportações
35,2%
31,9%
11,5%
5,5%
5,3%
3,8%
2,8%
2,6%
1,3%
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Secretaria de Comércio Exterior
(SECEX), Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior (DEPLA), Balança Comercial
Brasileira por Municípios.
Nota: 1 Critério domicílio fiscal.
2 Resultados apresentados em ordem decrescente de participação.nas exportações.
5.2.2 Números de Empresas Exportadoras
A Tabela 28 apresenta o número de empresas exportadoras do estado
segundo o enquadramento do volume de suas exportações.
Tabela 28 - Número de empresas exportadoras da Santa Catarina, segundo as
faixas de valores exportados (US$ FOB) em 2008
Faixa exportada (US$ FOB)
Número de empresas
Até US$ 1 milhão
Entre US$ 1 e 10 milhões
Entre US$ 10 e 50 milhões
Acima de US$ 50 milhões
1.087
339
74
28
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Secretaria de Comércio Exterior
(SECEX), Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior (DEPLA), Balança Comercial
Brasileira por Municípios.
Nota: Critério de Domicílio Fiscal.
5.2.3 Principais Destinos das Exportações e Origem das Importações
Os três principais países de destino das exportações catarinenses de 2008
foram: Estados Unidos, Japão e Argentina. Juntos, estes países representaram
26,9% das exportações do estado (Tabela 29).
A União Européia foi o destino de 27,4% das exportações catarinenses,
seguida pela Ásia (exclusive Oriente Médio) com 16%, Estados Unidos incluindo
Porto Rico (13,9%), MERCOSUL com 10,5% e a ALADI com 10,1%. Os demais
blocos totalizaram 22,2%.
41
Relatório Estadual
Tabela 29 - Principais países de destino das exportações de Santa Catarina no
período de 2007-2008
2008 (Jan/Dez)
Ordem
Var % (US$
F.O.B.)
2007 (Jan/Dez)
Descrição
US$ F. O.B.
1º
Estados Unidos
2º
Part %
US$ F. O.B.
Part %
2008/2007
1.114.136.711
13,5%
1.277.363.371
17,3%
-12,8%
Japão
558.283.361
6,8%
328.738.280
4,5%
69,8%
3º
Argentina
548.702.909
6,7%
522.451.783
7,1%
5,0%
4º
Países Baixos
(Holanda)
548.157.642
6,6%
432.771.120
5,9%
26,7%
5º
Alemanha
365.663.475
4,4%
367.245.174
5,0%
-0,4%
6º
Reino Unido
326.758.868
4,0%
297.356.521
4,0%
9,9%
7º
Federação da Rússia
246.088.976
3,0%
190.472.823
2,6%
29,2%
8º
Hong Kong
231.140.836
2,8%
152.846.599
2,1%
51,2%
9º
México
206.478.033
2,5%
194.333.392
2,6%
6,3%
10º
África do Sul
205.085.457
2,5%
189.515.344
2,6%
8,2%
11º
Venezuela
199.323.214
2,4%
175.926.498
2,4%
13,3%
12º
Itália
195.695.567
2,4%
187.879.467
2,6%
4,2%
13º
Chile
181.775.398
2,2%
160.973.000
2,2%
12,9%
14º
China
177.176.512
2,2%
129.048.768
1,8%
37,3%
15º
Paraguai
160.955.709
2,0%
113.159.577
1,5%
42,2%
16º
Espanha
160.399.984
1,9%
181.709.116
2,5%
-11,7%
17º
França
158.128.383
1,9%
157.494.325
2,1%
0,4%
18º
Uruguai
154.361.996
1,9%
102.953.498
1,4%
49,9%
19º
Bélgica
149.830.195
1,8%
126.199.417
1,7%
18,7%
20º
Ucrânia
138.418.054
1,7%
111.774.158
1,5%
23,8%
21º
Cingapura
129.765.671
1,6%
116.989.262
1,6%
10,9%
22º
Emirados Árabes
Unidos
109.889.795
1,3%
69.882.009
1,0%
57,3%
23º
Arábia Saudita
109.730.645
1,3%
109.167.223
1,5%
0,5%
24º
Canadá
92.055.105
1,1%
98.363.858
1,3%
-6,4%
25º
Angola
91.950.536
1,1%
49.248.445
0,7%
86,7%
26º
Peru
80.824.174
1,0%
53.863.455
0,7%
50,1%
27º
Bolívia
62.836.904
0,8%
47.281.535
0,6%
32,9%
28º
Suécia
56.770.799
0,7%
42.850.061
0,6%
32,5%
29º
Austrália
56.414.247
0,7%
65.156.598
0,9%
-13,4%
30º
Equador
53.870.957
0,7%
34.106.135
0,5%
58,0%
Demais Países
16,8%
1.294.718.665
17,5%
7,0%
31º
1.385.549.066
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Secretaria de Comércio Exterior
(SECEX), Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior (DEPLA), Balança Comercial
Brasileira por UF.
No que se refere à origem das importações catarinenses de 2008, assinalase a atuação da Ásia (exclusive Oriente Médio) com uma representatividade de
26,8%, seguido pela ALADI com 14,8%, o MERCOSUL com 15,9%, a União
Européia (14,5%) e os Estados Unidos 8,5%. Os demais blocos responderam por
6% da origem das importações catarinenses.
A Tabela 30 apresenta os principais países de origem das importações de
Santa Catarina.
42
Relatório Estadual
Tabela 30 - Principais países de origem das importações de Santa Catarina no
período de 2007-2008
2008 (Jan/Dez)
Ordem
Var % (US$
F.O.B.)
2007 (Jan/Dez)
Descrição
US$ F. O.B.
Part %
US$ F. O.B.
Part %
2008/2007
1.622.241.335
20,4%
927.146.281 18,54%%
75,0%
82,4%
1º
China
2º
Chile
959.049.878
12,0%
525.810.113
10,5%
3º
Argentina
946.077.372
11,9%
701.406.915
14,0%
34,9%
4º
Estados Unidos
673.399.173
8,5%
416.887.287
8,3%
61,53$
5º
Alemanha
348.282.347
4,4%
293.742.467
5,9%
18,6%
6º
Peru
323.787.620
4,1%
211.539.728
4,2%
53,1%
7º
Índia
276.439.653
3,5%
90.292.814
1,8%
206,2%
8º
Itália
186.858.848
2,3%
137.012.561
2,7%
36,4%
9º
Coréia do Sul
182.224.488
2,3%
104.085.431
2,1%
75,1%
10º
Uruguai
175.822.479
2,2%
150.139.772
3,0%
17,1%
11º
Indonésia
162.969.569
2,0%
154.359.471
3,1%
5,6%
12º
Paraguai
148.003.265
1,9%
109.178.359
2,2%
35,6%
13º
Taiwan
139.416.070
1,8%
98.377.105
1,97$
41,7%
14º
Tailândia
135.562.866
1,7%
98.067.630
2,0%
38,2%
15º
Malásia
130.962.376
1,6%
81.976.517
1,6%
59,8%
16º
Japão
128.399.590
1,6%
67.954.943
1,4%
89,0%
17º
Espanha
116.694.189
1,5%
55.529.772
1,1%
110,2%
18º
Federação da Rússia
99.424.659
1,3%
47.412.757
1,0%
109,7%
19º
França
97.566.701
1,2%
44.004.222
0,9%
121,7%
20º
México
90.360.915
1,1%
56.845.845
1,1%
59,0%
21º
Áustria
83.392.736
1,1%
46.821.071
0,9%
78,1%
22º
Hong Kong
78.811.321
1,0%
79.268.776
1,6%
-0,6%
23º
Suíça
55.543.772
0,7%
31.950.346
0,6%
73,8%
24º
Ucrânia
52.071.209
0,7%
19.752.198
0,4%
163,6%
25º
Venezuela
49.733.444
0,6%
17.232.521
0,3%
188,6%
26º
Marrocos
46.063.931
0,6%
22.365.081
0,5%
106,0%
27º
Reino Unido
44.361.907
0,6%
18.187.953
0,4%
143,9%
28º
Portugal
43.790.965
0,6%
29.067.323
0,6%
50,7%
29º
Países Baixos (Holanda)
42.004.024
0,5%
23.954.154
0,5%
75,4%
30º
Canadá
37.606.110
0,5%
27.666.492
0,6%
35,9%
Demais Países
6,2%
312.185.443
6,2%
57,7%
31º
492.383.211
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Secretaria de Comércio Exterior
(SECEX), Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior (DEPLA), Balança Comercial
Brasileira por UF.
43
Relatório Estadual
5.3
VALOR ADICIONADO FISCAL - VAF
Segundo dados da Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina,
em 2007 o VAF catarinense atingiu as cifras de R$ 69,6 bilhões. Considerando o
período de 2003-2007, a evolução acumulada do VAF foi de 57%.
VAF (R$)
Gráfico 21 - Valor adicionado fiscal (VAF) de Santa Catarina no período 2003-2007
53.721.428.762
60.870.064.578
61.909.302.718
69.608.669.185
44.327.956.103
2003
2004
2005
2006
2007
Fonte: Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria de Estado da Fazenda, Valor Adicionado Fiscal, Índice
de participação dos municípios no produto da arrecadação do ICMS.
De acordo com o recorte regional adotado pelo SEBRAE, a participação
das coordenadorias na composição do VAF catarinense de 2007 está disposta
conforme o Gráfico 22.
Gráfico 22 – Participação relativa das coordenadorias regionais na composição do
VAF 2007
25,4%
13,5%
12,4%
10,9%
10,8%
10,0%
7,7%
6,1%
3,2%
Norte
Vale do Itajaí Foz do Itajaí
Oeste
Sul
Grande
Florianópolis
Meio Oeste
Serra
Catarinense
Extremo
Oeste
Fonte: Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria de Estado da Fazenda, Valor Adicionado Fiscal, Índice
de participação dos municípios no produto da arrecadação do ICMS.
5.3.1 VAF das Principais Atividades Econômicas
A tabela a seguir detalha o Valor Adicionado Fiscal gerado pelos 20 grupos
de atividades econômicas de maior expressão no período 2005-2007.
44
Relatório Estadual
Tabela 31 - Valor adicionado fiscal de Santa Catarina, organizado segundo os 20
grupos de atividades econômicas mais representativas - 2007
Grupos de atividades
econômicas - versão CNAE 2.0
2005
2006
2007
Partic.
Evolução
VAF
2005/2007
2007
GRUPO 101 - Abate e fabricação de
5.558.833.737 4.753.610.913 5.718.698.104
8,2%
2,9%
produtos de carne
GRUPO 351 - Geração, transmissão
1.617.064.555 3.605.943.669 4.563.514.705
6,6%
182,2%
e distribuição de energia elétrica
GRUPO 468 - Comércio atacadista
4.405.828.547 3.665.031.171 4.391.967.485
6,3%
-0,3%
especializado em outros produtos
GRUPO 141 - Confecção de artigos
1.881.151.044 2.248.770.184 2.291.482.168
3,3%
21,8%
do vestuário e acessórios
GRUPO 611 - Telecomunicações por
1.922.007.202 1.950.290.188 2.217.831.543
3,2%
15,4%
fio
GRUPO 463 - Comércio atacadista
especializado em produtos
1.705.898.736 1.668.126.699 2.077.373.102
3,0%
21,8%
alimentícios, bebidas e fumo
GRUPO 493 - Transporte rodoviário
1.821.905.028 1.734.861.984 2.067.577.467
3,0%
13,5%
de carga
GRUPO 462 - Comércio atacadista
de matérias primas agrícolas e
1.573.568.955 1.687.586.562 1.902.808.927
2,7%
20,9%
animais vivos
GRUPO 471 - Comércio varejista não
1.440.775.537 1.604.875.892 1.881.077.458
2,7%
30,6%
especializado
GRUPO 222 - Fabricação de
1.605.361.812 1.623.828.466 1.704.229.959
2,4%
6,2%
produtos de material plástico
GRUPO 473 - Comércio varejista de
combustíveis para veículos
1.289.346.852 1.373.216.350 1.501.716.246
2,2%
16,5%
automotores
GRUPO 478 - Comércio varejista de
produtos novos não especificados
1.215.350.327 1.382.514.649 1.454.680.335
2,1%
19,7%
anteriormente e de produtos usados
GRUPO 106 - Moagem, fabricação de
produtos amiláceos e de alimentos
1.062.808.709 1.167.271.917 1.348.351.854
1,9%
26,9%
para animais
GRUPO 612 - Telecomunicações
854.037.759
976.780.808
1.290.864.389
1,9%
51,1%
sem fio
GRUPO 245 - Fundição
941.902.119
1.088.485.968 1.132.145.492
1,6%
20,2%
GRUPO 135 - Fabricação de
977.704.277
969.322.561
1.083.339.859
1,6%
10,8%
artefatos têxteis, exceto vestuário
GRUPO 275 - Fabricação de
689.940.194
899.715.272
1.009.735.175
1,5%
46,4%
eletrodomésticos
GRUPO 332 - Instalação de
3.927.959
1.091.747.521
999.878.045
1,4%
25355,4%
máquinas e equipamentos
GRUPO 475 - Comércio varejista de
equipamentos de informática e
873.039.095
966.900.303
971.436.091
1,4%
11,3%
comunicação; equipamentos e artigos
GRUPO 172 - Fabricação de papel,
795.284.959
934.057.773
946.327.607
1,4%
19,0%
cartolina e papel cartão
Demais atividades
28.634.327.177 26.516.363.869 29.053.633.174 41,7%
1,5%
Fonte: Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria de Estado da Fazenda, Valor Adicionado Fiscal, Índice
de participação dos municípios no produto da arrecadação do ICMS.
Nota: 1 Grupos de atividades econômicas (CNAE 2.0) organizados em ordem decrescente do VAF com base em
2007.
2 Resultados apresentados em ordem decrescente de participação do VAF de 2007.
45
Relatório Estadual
5.4
EMPRESAS E EMPREGOS
Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, no ano de 2008
Santa Catarina possuía um total de 374.629 empresas formalmente estabelecidas.
Estas empresas, tomando como referência o mês de dezembro de 2008, foram
responsáveis por 1.777.604 empregos com carteira assinada.
A caracterização do porte empresarial utilizou como critério a classificação
por número de funcionários, utilizada pelo Sistema SEBRAE. Segundo este critério,
as microempresas e pequenas empresas representam, respectivamente, 94% e
5,1% dos estabelecimentos do estado. As microempresas e pequenas empresas
juntas geraram 892.208 empregos, o equivalente a 50,2% dos postos de trabalho.
5.4.1 Evolução do Estoque de Empresas e Empregos
O Gráfico 23 apresenta, em números absolutos, a evolução do volume de
empresas e empregos em Santa Catarina no período de 2004 a 2008.
Gráfico 23 - Número de empresas e empregos formais em Santa Catarina no
período de 2004-2008
325.018
2004
339.814
Empresas
348.932 361.221
2005
Empregos
374.629
1.406.247 1.486.969
2006
2007
2004
2008
1.777.604
1.598.454 1.697.800
2005
2006
2007
2008
Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego, Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).
De acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego, o Gráfico 24
apresenta a participação relativa das coordenadorias regionais no número de
empresas e empregos de Santa Catarina no ano de 2008.
Gráfico 24 – Participação relativa das coordenadorias no número de empresas e
empregos de Santa Catarina - 2008
Empresas
19,5%
20,4%
14,7%
17,5%
Norte
Empregos
14,9%
Grande
Florianópolis
14,0%
Vale do Itajaí
11,8%
11,8%
13,1%
13,0%
Sul
Foz do Itajaí
9,3%
11,3%
Oeste
5,6%
6,4%
Meio Oeste
4,4%
5,7%
Serra
Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego, Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).
Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente da participação relativa empresarial.
46
2,4%
4,2%
Extremo Oeste
Relatório Estadual
5.4.2 Taxa de Criação de Empresas e Empregos
No período de 2004 a 2008, a taxa média de criação de empresas no
estado foi 3,6% e a de empregos, 6,0% ao ano. O comparativo da taxa acumulada
de criação de empresas e empregos no período de 2004 a 2008 é apresentado no
Gráfico 25.
Gráfico 25 - Taxa acumulada de criação de empresas e empregos, segundo Brasil e
Santa Catarina no período 2004/2008
Empresas
Empregos
26,4%
15,3%
25,6%
12,6%
Santa Catarina
Santa Catarina
Brasil
Brasil
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de
Informações Sociais.
No mesmo período, a maior taxa média de criação de empresas foi
registrada na Regional Foz do Itajaí, 5,2% ao ano. A Coordenadoria Regional Oeste,
com 8,1% ao ano foi a coordenadoria que apresentou a maior taxa média de
geração de empregos.
As menores taxas médias de criação de empresas e empregos foram
registradas na Coordenadoria Regional Serra Catarinense, 2,5% e 2,1% ao ano,
respectivamente.
5.4.3 Caracterização do Porte Empresarial
De acordo com o critério de classificação do porte empresarial já exposto,
as 374.629 empresas formais e os 1.777.604 empregos existentes no estado em
2008, são detalhados em números absolutos e participação relativa nos gráficos a
seguir.
Gráfico 26 - Número de empresas e empregos formais em Santa Catarina, segundo
o porte - 2008
352.145
Empregos
Empresas
643.116
ME
19.279
2.002
1.203
PE
MDE
GE
441.190
450.201
243.097
ME
PE
MDE
GE
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de
Informações Sociais.
Nota: Portes - microempresa (ME), pequena empresa (PE), média empresa (MDE), e grande empresa (GE).
47
Relatório Estadual
Gráfico 27 - Participação relativa das empresas e empregos formais em Santa
Catarina, segundo o porte - 2008
Empresas
Empregos
5,1%
24,8%
36,2%
0,5%
0,3%
ME
PE
MDE
GE
25,3%
ME
PE
MDE
GE
94,0%
13,7%
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de
Informações Sociais.
De acordo com dados da RAIS, torna-se oportuno mencionar que 219.730
das 352.145 microempresas (62,4%) declararam não ter gerado empregos em 2008.
As Tabelas 32 e 33 apresentam, respectivamente, o número de empresas
e empregos das coordenadorias regionais, segundo o porte empresarial.
Tabela 32 - Número de empresas nas coordenadorias, segundo o porte e
participação relativa - 2008
Coordenadoria
Regional Norte
Grande Florianópolis
Vale do Itajaí
Regional Sul
Foz do Itajaí
Oeste
Meio Oeste
Serra Catarinense
Extremo Oeste
Total
65.428
55.836
52.356
49.139
48.559
42.258
23.945
21.246
15.862
Micro
61.237
51.853
49.057
46.279
45.473
40.169
22.693
20.040
15.344
Empresas 2008
Pequenas Médias
3.585
395
3.386
327
2.803
339
2.476
251
2.707
238
1.802
174
1.048
128
1.033
103
439
47
Grandes
211
270
157
133
141
113
76
70
32
Ranking das
(%)
empresas Estadual
1º
17,5%
2º
14,9%
3º
14,0%
4º
13,1%
5º
13,0%
6º
11,3%
7º
6,4%
8º
5,7%
9º
4,2%
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de
Informações Sociais.
Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente do número de empresas.
Tabela 33 - Número de empregos nas coordenadorias, segundo o porte e
participação relativa - 2008
Empregos 2008
Ranking dos
(%)
empregos
Estadual
Total
Micro
Pequenas Médias
Grandes
363.126
Grande Florianópolis
64.908
70.133
28.866
199.219
1º
20,4%
347.019
Norte
74.548
87.442
51.868
133.161
2º
19,5%
261.790
Vale do Itajaí
69.746
71.678
48.102
72.264
3º
14,7%
210.371
Sul
63.741
60.850
33.818
51.962
4º
11,8%
209.428
Foz do Itajaí
61.729
62.124
27.672
57.903
5º
11,8%
165.599
Regional Oeste
43.527
41.784
18.715
61.573
6º
9,3%
98.802
Meio Oeste
24.183
23.304
16.184
35.131
7º
5,6%
78.638
Serra Catarinense
23.276
22.420
12.038
20.904
8º
4,4%
42.831
Extremo Oeste
15.532
10.466
5.834
10.999
9º
2,4%
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de
Informações Sociais.
Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente do número de empregos.
Coordenadoria
48
Relatório Estadual
5.4.4 Perfil setorial das Empresas e Empregos
No que se refere ao recorte setorial, o segmento de prestação de serviços
é o mais representativo em número de empresas e empregos. A representação da
configuração setorial estadual é detalhada no Gráfico 28.
Gráfico 28 - Número de empresas e empregos formais de Santa Catarina, segundo o
setor - 2008
Empregos
Empresas
149.032
670.848
152.574
715.031
346.259
62.885
45.466
10.138
Primário
Secundário
Terciário Comércio
Primário
Terciário Serviços
Secundário
Terciário Comércio
Terciário Serviços
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de
Informações Sociais.
Os gráficos 28 e 29 apresentam de forma comparativa a configuração
setorial das coordenadorias regionais.
Gráfico 29 – Configuração setorial das empresas, segundo as coordenadorias
regionais - 2008
37,4%
48,1%
47,6%
42,7%
40,1%
45,1%
39,7%
35,5%
37,2%
40,6%
37,6%
11,6%
0,6%
14,1%
2,9%
12,7%
7,4%
16,9%
2,4%
13,6%
3,7%
Grande
Florianópolis
Extremo
Oeste
Meio Oeste
Norte
Oeste
42,3%
18,9%
1,4%
Foz do Itajaí
Primário
Secundário
36,8%
34,7%
37,5%
39,4%
43,8%
37,1%
20,2%
1,3%
24,1%
Sul
Vale do Itajaí
12,6%
11,3%
Serra
Terciário/Comércio
1,4%
Terciário/Serviços
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de
Informações Sociais.
Gráfico 30 – Configuração setorial dos empregos, segundo as coordenadorias
regionais - 2008
38,5%
68,2%
23,6%
30,8%
36,0%
32,5%
30,3%
22,7%
16,9%
17,3%
19,8%
35,3%
48,7%
45,8%
1,5%
4,1%
Norte
Oeste
36,4%
18,2%
43,1%
1,5%
13,0%
0,6%
3,4%
Grande
Florianópolis
Extremo
Oeste
Foz do Itajaí
Primário
11,7%
Meio Oeste
Secundário
Terciário/Comércio
36,0%
32,8%
21,7%
23,3%
28,3%
14,0%
Serra
42,8%
29,6%
17,4%
52,4%
1,1%
0,6%
Sul
Vale do Itajaí
Terciário/Serviços
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de
Informações Sociais.
49
Relatório Estadual
5.4.5 Representatividade das Atividades Econômicas
O estoque de empresas e empregos estadual, bem como sua
representatividade e porte, está apoiado nas 21 seções da (CNAE) versão 2.0. Cabe
ressaltar que nos APÊNDICES B e C estas informações estão disponíveis em um
nível maior de detalhamento, possibilitado pela utilização dos Grupos da CNAE
(versão 2.0). As tabelas a seguir apresentam o número de empresas e empregos de
Santa Catarina em 2008, organizadas segundo seções da CNAE – 2.0.
Tabela 34 - Número de empresas estabelecidas em Santa Catarina classificadas por
porte e participação relativa - 2008
Seção de Atividade Econômica,
segundo classificação CNAE versão 2.0
Seção A - Agricultura, pecuária,
produção florestal, pesca e
aqüicultura
Seção B - Indústrias extrativas
Seção C - Indústrias de
transformação
Seção D - Eletricidade e gás
Seção E - Água, esgoto, atividades
de gestão de resíduos e
descontaminação
Seção F - Construção
Seção G - Comércio; reparação de
veículos automotores e motocicletas
Seção H - Transporte, armazenagem
e correio
Seção I - Alojamento e alimentação
Seção J - Informação e comunicação
Seção K - Atividades financeiras, de
seguros e serviços relacionados
Seção L - Atividades imobiliárias
Seção M - Atividades profissionais,
científicas e técnicas
Seção N - Atividades administrativas
e serviços complementares
Seção O - Administração pública,
defesa e seguridade social
Seção P - Educação
Seção Q - Saúde humana e serviços
sociais
Seção R - Artes, cultura, esporte e
recreação
2008
Evol.
Partic. 2006/08
(%)
Total
ME
PE
MDE
GE
10.138
9.306
717
71
44
2,7%
5,3%
782
719
55
5
3
0,2%
-1,8%
46.888
42.580
3.489
696
123
12,5%
5,6%
307
260
26
19
2
0,1%
70,6%
1.043
911
112
19
1
0,3%
11,1%
13.865
13.018
764
77
6
3,7%
24,6%
149.032 141.392
7.020
407
213
39,8%
5,6%
18.319
16.884
1.193
142
100
4,9%
7,3%
26.486
7.349
24.859
6.776
1.532
491
74
49
21
33
7,1%
2,0%
6,6%
-2,9%
5.220
4.538
625
38
19
1,4%
22,7%
3.536
3.464
70
2
-
0,9%
25,3%
13.144
12.572
518
33
21
3,5%
16,4%
22.099
21.120
755
95
129
5,9%
11,1%
1.066
575
122
66
303
0,3%
-10,8%
4.290
3.499
620
88
83
1,1%
8,5%
9.974
9.481
389
44
60
2,7%
8,2%
6.819
6.680
124
12
3
1,8%
11,0%
65
39
8,9%
5,3%
-
-
0,3%
22,8%
-
-
0,0%
23,5%
2.002
1.203
100,0%
7,4%
Seção S - Outras atividades de
33.310
32.550
656
serviços
Seção T - Serviços domésticos
941
940
1
Seção U - Organismos internacionais
21
21
e outras instituições extraterritoriais
Total
374.629 352.145 19.279
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de
Informações Sociais.
Nota: Sinal convencional utilizado:
- Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento.
50
Relatório Estadual
Tabela 35 - Número de empregos formais em Santa Catarina, segundo o porte e
participação relativa - 2008
Seção de Atividade
Econômica, segundo
classificação CNAE versão 2.0
Seção A - Agricultura,
pecuária, produção florestal,
pesca e aqüicultura
Seção B - Indústrias
extrativas
Seção C - Indústrias de
transformação
Seção D - Eletricidade e gás
Seção E - Água, esgoto,
atividades de gestão de
resíduos e descontaminação
Seção F - Construção
Seção G - Comércio;
reparação de veículos
automotores e motocicletas
Seção H - Transporte,
armazenagem e correio
Seção I - Alojamento e
alimentação
Seção J - Informação e
comunicação
Seção K - Atividades
financeiras, de seguros e
serviços relacionados
Seção L - Atividades
imobiliárias
Seção M - Atividades
profissionais, científicas e
técnicas
Seção N - Atividades
administrativas e serviços
complementares
Seção O - Administração
pública, defesa e seguridade
social
Seção P - Educação
Seção Q - Saúde humana e
serviços sociais
Seção R - Artes, cultura,
esporte e recreação
Seção S - Outras atividades
de serviços
Seção T - Serviços
domésticos
Seção U - Organismos
internacionais e outras
instituições extraterritoriais
Total
2008
Evol.
Partic. 2006/08
(%)
Total
ME
PE
MDE
GE
45.466
15.758
13.393
5.121
11.194
2,6%
-3,1%
7.711
1.805
2.319
1.149
2.438
0,4%
22,4%
563.768
114.844
140.712
140.233
167.979
31,7%
9,1%
7.268
345
1.310
3.786
1.827
0,4%
127,8%
13.130
2.595
4.879
4.464
1.192
0,7%
13,6%
78.971
27.652
28.680
12.517
10.122
4,4%
40,8%
346.259
153.553
123.438
27.301
41.967
19,5%
15,9%
79.973
17.969
23.655
9.727
28.622
4,5%
16,1%
61.745
24.657
27.328
4.816
4.944
3,5%
13,8%
29.050
5.539
9.571
3.217
10.723
1,6%
11,0%
23.933
5.692
11.745
2.471
4.025
1,3%
-22,2%
3.173
1.765
1.285
123
-
0,2%
29,0%
26.955
9.779
9.591
2.188
5.397
1,5%
37,1%
112.594
21.684
14.356
6.668
69.886
6,3%
13,5%
227.135
1.109
2.971
4.867
218.188
12,8%
1,4%
56.899
5.035
12.596
5.992
33.276
3,2%
24,1%
40.122
10.320
7.614
3.135
19.053
2,3%
4,3%
6.613
2.526
2.251
834
1.002
0,4%
6,3%
46.004
17.739
12.496
4.488
11.281
2,6%
9,5%
826
815
11
-
-
0,0%
15,2%
9
9
-
-
-
0,0%
28,6%
1.777.604
441.190
450.201
243.097
643.116
100,0%
11,2%
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de
Informações Sociais.
Nota: Sinal convencional utilizado:
- Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento.
51
Relatório Estadual
5.4.6 Número de Empregos Ligados ao Transporte
Tabela 36 - Empregos ligados ao setor de transportes em Santa Catarina - 2008
Grupos de Atividades Econômicas,
segundo classificação
CNAE - versão 2.0
Empregos
Remuneração
Média (R$)
(%) no total
de empregos
do estado
Evolução
(empregos)
2006/08
Grupo 491 - Transporte ferroviário e
metroferroviário
296
1.565,61
0,02%
36,4%
Grupo 492 - Transporte rodoviário de
passageiros
19.052
1.082,26
1,07%
6,2%
Grupo 493 - Transporte rodoviário de
carga
38.537
998,90
2,17%
12,1%
Grupo 494 - Transporte dutoviário
27
6.841,37
0,00%
8,0%
Grupo 495 - Trens turísticos, teleféricos
e similares
111
1.015,96
0,01%
13,3%
Grupo 501 - Transporte marítimo de
cabotagem e longo curso
42
3.773,06
0,00%
-51,7%
Grupo 502 - Transporte por navegação
interior
255
1.107,65
0,01%
12,8%
Grupo 503 - Navegação de apoio
115
2.966,83
0,01%
-2,5%
Grupo 509 - Outros transportes
aquaviários
114
1.089,14
0,01%
86,9%
Grupo 511 - Transporte aéreo de
passageiros
691
1.625,34
0,04%
160,8%
Grupo 512 - Transporte aéreo de carga
61
2.331,78
0,00%
117,9%
-
-
0,00%
0%
Grupo 521 - Armazenamento, carga e
descarga
8.078
1.319,49
0,45%
61,3%
Grupo 522 - Atividades auxiliares dos
transportes terrestres
2.206
856,24
0,12%
31,7%
Grupo 523 - Atividades auxiliares dos
transportes aquaviários
2.339
2.398,43
0,13%
26,6%
Grupo 524 - Atividades auxiliares dos
transportes aéreos
534
2.109,99
0,03%
-23,5%
Grupo 525 - Atividades relacionadas à
organização do transporte de carga
1.780
1.115,42
0,10%
48,1%
Total
74.238
1.122,29
4,18%
16,2%
Grupo 513 - Transporte espacial
Fonte: MTE, Relação Anual de Informações Sociais.
Nota: Sinal convencional utilizado:
- Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento.
52
Relatório Estadual
5.4.7 Número de Empregos Ligados ao Serviço de Informação, Atividades de
Tecnologia da Informação (TI) e Atividades de Telecomunicações
Tabela 37 - Empregos ligados aos serviços de informação, atividades de TI e
atividades de telecomunicações em Santa Catarina - 2008
Grupos de Atividades Econômicas,
segundo classificação
CNAE - versão 2.0
Empregos
Remuneração
Média (R$)
(%) no total
de empregos
do estado
Evolução
(empregos)
2006/08
GRUPO 611 - Telecomunicações por
fio
907
3.790,34
0,05%
323,8%
GRUPO 612 - Telecomunicações sem
fio
413
2.967,91
0,02%
39,1%
GRUPO 613 - Telecomunicações por
satélite
6
837,36
0,00%
100,0%
GRUPO 614 - Operadoras de televisão
por assinatura
499
1.342,84
0,03%
134,3%
GRUPO 619 - Outras atividades de
telecomunicações
450
1.188,57
0,03%
-17,9%
8.317
2.148,33
0,47%
51,6%
7.178
842,47
0,40%
-8,2%
2.436
883,12
0,14%
-34,6%
20.206
1.580,71
38,68%
4852,5%
GRUPO 620 - Atividades dos serviços
de tecnologia da informação
GRUPO 631 - Tratamento de dados,
hospedagem na internet e outras
atividades relacionadas
GRUPO 639 - Outras atividades de
prestação de serviços de informação
Total
Fonte: MTE, Relação Anual de Informações Sociais.
5.4.8 Relação Habitante por Emprego
Em 2008, no estado de Santa Catarina a concorrência por uma colocação
no mercado de trabalho formal determinava uma relação de 3,4 habitantes por
emprego. No Brasil, esta relação era de 4,8.
De acordo com o recorte territorial adotado pelo SEBRAE/SC, a melhor
relação habitante por emprego de 2008 foi verificada na Grande Florianópolis, e a
pior no Extremo Oeste (Gráfico 31).
Gráfico 31 - Relação habitante por emprego, segundo coordenadorias regionais 2008
5,3
2,4
3,0
3,4
Grande
Vale do Itajaí Foz do Itajaí
Florianópolis
3,4
Regional
Norte
3,5
Meio Oeste
3,7
Regional
Oeste
5,8
4,2
Regional Sul
Serra
Catarinense
Extremo
Oeste
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de
Informações Sociais e nas estimativas populacionais do IBGE de 2008.
Nota: Resultados apresentados em ordem crescente da relação habitante/emprego.
53
Relatório Estadual
5.4.9 Indicativo de Empresas para o Setor Informal
A indisponibilidade de informações sobre o mercado informal inibe o
estabelecimento de estimativas precisas. Frente a esta condição foram coletadas
informações sobre o mercado informal de alguns setores do estado e país (Tabela
38).
Tabela 38 - Estimativas de empresas para o setor informal estadual e nacional- 2003
Empresas do setor
informal - 2003
Setores de atividade
Indústria - exceto serviços industriais
de utilidade pública
Construção civil
Comércio
Serviços - exceto administração
pública
Total
Empresas do setor
formal MTE - RAIS/CAGED
2003
Empresas
informais em
relação ao nº de
empresas formais
SC
Brasil
SC
Brasil
SC
Brasil
46.289
1.630.580
43.037
551.581
1,1
3,0
56.978
75.344
1.808.840
3.403.804
9.371
126.220
180.777
2.736.760
6,1
0,6
10,0
1,2
77.307
3.370.881
122.521
2.291.863
0,6
1,5
255.918
10.214.105
301.149
5.760.981
0,85
1,77
Fonte: IBGE, Economia Informal Urbana (Ecinf) 2003.
5.4.10 Saldo de Admissões e Demissões
Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego extraídos do
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, em 2008, o saldo de admissões
e demissões do estado apresentou um resultado positivo de 73.906 empregos
(Gráfico 32).
Gráfico 32 - Saldo de admissões e demissões de Santa Catarina – 2004-2008
100.000
90.000
80.000
70.000
60.000
50.000
40.000
30.000
20.000
10.000
0
90.751
83.630
73.906
2004
63.630
61.322
2005
2006
2007
2008
Fonte: MTE, Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).
A Tabela 39 apresenta o saldo de admissões e demissões em 2008,
segundo as seções da CNAE versão 2.0.
54
Relatório Estadual
Tabela 39 - Saldo de admissões e demissões no Brasil, Santa Catarina e Santa
Catarina em 2008, segundo seções da CNAE versão 2.0
Seção de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão
2.0
Santa Catarina
Brasil
97
1.020
13.826
6
17.443
11.101
155.155
1.223
503
8.293
10.033
20.568
6.133
958
1.468
1.349
440
2.215
8.221
1.924
2.578
2.586
56
-102
28
-1
73.906
211.519
399.995
102.156
63.666
41.882
30.850
6.139
63.761
180.981
9.829
37.828
76.970
5.335
28.216
-152
11
1.452.201
Seção A - Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aqüicultura
Seção B - Indústrias extrativas
Seção C - Indústrias de transformação
Seção D - Eletricidade e gás
Seção E - Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e
descontaminação
Seção F - Construção
Seção G - Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas
Seção H - Transporte, armazenagem e correio
Seção I - Alojamento e alimentação
Seção J - Informação e comunicação
Seção K - Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados
Seção L - Atividades imobiliárias
Seção M - Atividades profissionais, científicas e técnicas
Seção N - Atividades administrativas e serviços complementares
Seção O - Administração pública, defesa e seguridade social
Seção P - Educação
Seção Q - Saúde humana e serviços sociais
Seção R - Artes, cultura, esporte e recreação
Seção S - Outras atividades de serviços
Seção T - Serviços domésticos
Seção U - Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais
Total
Fonte: MTE, Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).
5.5
RENDA MÉDIA DA POPULAÇÃO
A caracterização da renda da população foi avaliada por dois aspectos. O
primeiro, ligado à renda per capita; e o segundo, aos valores médios dos salários
pagos em 2008 na região.
5.5.1 Renda Per Capita
Tabela 40 - Renda Per Capita de Santa Catarina 1991-2000
Ano 1991
Ano 2000
Evolução
1991/2000
Renda per Capita (R$)
232,27
348,72
50,1%
Percentual da renda proveniente de rendimentos do
trabalho
85,0%
73,0%
-14,1%
Percentual da renda proveniente de transferências
governamentais, 1991
9,7%
14,6%
50,3%
Percentual de pessoas com mais de 50% da sua
renda
proveniente
de
transferências
governamentais
6,9%
11,9%
73,1%
Indicador
Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil.
55
Relatório Estadual
5.5.2 Salários Médios Segundo as Atividades Econômicas
Tabela 41 - Salário de ocupação médio, segundo Brasil e Santa Catarina em 2008,
organizado pelas seções da CNAE versão 2.0
2008
SEC CNAE 20 - Seção de Atividade Econômica, segundo
classificação CNAE - versão 2.1
Seção A - Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e
aqüicultura
Santa Catarina
Brasil
(R$)
(R$)
796,21
766,52
Seção B - Indústrias extrativas
1.717,87
4.194,26
Seção C - Indústrias de transformação
1.154,34
1.467,01
Seção D - Eletricidade e gás
5.633,23
4.511,42
Seção E - Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e
descontaminação
1.426,50
1.693,23
Seção F - Construção
931,18
1.140,29
Seção G - Comércio; reparação de veículos automotores e
motocicletas
914,70
935,04
1.157,64
1.311,52
682,37
680,66
Seção J - Informação e comunicação
1.470,28
2.316,51
Seção K - Atividades financeiras, de seguros e serviços
relacionados
2.803,45
3.550,60
919,76
1.127,16
1.377,80
1.861,82
870,98
879,91
Seção O - Administração pública, defesa e seguridade social
2.137,42
2.011,41
Seção P - Educação
2.036,05
1.895,88
Seção Q - Saúde humana e serviços sociais
1.109,22
1.265,81
Seção R - Artes, cultura, esporte e recreação
871,13
1.028,43
Seção S - Outras atividades de serviços
952,08
1.037,37
Seção T - Serviços domésticos
509,91
528,99
Seção U - Organismos internacionais e outras instituições
extraterritoriais
2.190,22
2.361,92
Média Salarial
1.253,73
1.436,70
Seção H - Transporte, armazenagem e correio
Seção I - Alojamento e alimentação
Seção L - Atividades imobiliárias
Seção M - Atividades profissionais, científicas e técnicas
Seção N - Atividades
complementares
administrativas
e
Fonte: MTE, Relação Anual de Informações Sociais.
56
serviços
Relatório Estadual
5.6
FINANÇAS PÚBLICAS
5.6.1 Receitas por Fontes
Tabela 42 - Fontes de receitas de Santa Catarina – 2007-2008
Categorias/
Subcategorias Econômicas
Receitas correntes
Receita
realizada 2007
(R$)
Receita
realizada 2008
(R$)
Participação Variação
2008
07/08
8.771.914.061,31 10.729.874.941,65
93,0%
22,3%
8.070.509.401,98
9.202.414.879,31
79,8%
14,0%
De Contribuições*
704.471.952,38
784.857.487,88
6,8%
11,4%
Patrimonial*
207.513.284,54
554.339.217,37
4,8%
167,1%
Agropecuária*
2.037.238,74
2.338.490,68
0,0%
14,8%
Industrial*
5.543.200,26
6.372.482,43
0,1%
15,0%
126.677.939,06
136.647.581,13
1,2%
7,9%
2.564.955.765,28
3.427.200.690,20
29,7%
33,6%
233.238.127,70
376.421.020,77
3,3%
61,4%
-3.143.032.848,63
-3.760.716.908,12
-32,6%
19,7%
Rec. Intra-orçamentária corrente
299.515.079,25
552.922.757,05
4,8%
84,6%
Receitas de capital
227.056.651,75
253.424.246,79
2,2%
11,6%
Operações de Crédito
70.150.446,52
195.037.003,64
1,7%
178,0%
Alienação de Bens
70.710.938,06
11.818.362,59
0,1%
-83,3%
Amortização de Empréstimos
29.859.455,18
34.019.065,69
0,3%
13,9%
Transferências de Capital
13.441.671,97
12.549.814,87
0,1%
-6,6%
Outras Receitas de Capital
42.894.140,02
0,00
0,0%
-100,0%
2.469.719,58
2.325.260,35
0,0%
-5,8%
100,0%
24,1%
Tributária*
De Serviços*
Transferências Correntes*
Outras Receitas Correntes*
Deduções da Renda
Rec. Intra-orçamentária de capital
TOTAL
9.300.955.511,89 11.538.547.205,84
Fonte: Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina - Indicadores Financeiros e Sociais dos Municípios de
SC 2007.
Nota: Com exceção da Arrecadação federal gerada no município e Arrecadação de ICMS gerada no município,
todos os valores monetários registrados nesta planilha estão atualizados para 01 de janeiro de 2009, pela
variação do IGP-DI.
57
Relatório Estadual
5.6.2 Receita Orçamentária Per Capita
No período de 2003 a 2007, a média estadual da receita orçamentária per
capita evoluiu 40,7% (Tabela 43).
Tabela 43 - Receita orçamentária per capita de Santa Catarina - 2003/2007
Ano
Média Estadual Receita "per Capita" (R$)
2003
2004
2005
2006
2007
Evolução 2003/2007
1.258,43
1.354,45
1.523,35
1.681,63
1.770,27
40,7%
Fonte: Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina - Indicadores Financeiros e Sociais dos Municípios de
SC 2007.
Nota: Com exceção da Arrecadação federal gerada no município e Arrecadação de ICMS gerada no município,
todos os valores monetários registrados nesta planilha estão atualizados para 01 de janeiro de 2009, pela
variação do IGP-DI.
5.6.3 Receita Própria Per Capita
No período de 2003 a 2007, a média estadual da receita própria per capita
aumentou 37%.
Tabela 44 - Receita própria per capita de Santa Catarina - 2003/2007
Ano
Média Estadual Receita Própria "Per Capita" (R$)
2003
2004
2005
2006
2007
Evolução 2003/2007
194,24
195,18
187,46
234,27
266,12
37,0%
Fonte: Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina - Indicadores Financeiros e Sociais dos Municípios de
SC 2007.
Nota: Com exceção da Arrecadação federal gerada no município e Arrecadação de ICMS gerada no município,
todos os valores monetários registrados nesta planilha estão atualizados para 01 de janeiro de 2009, pela
variação do IGP-DI.
5.7
SETOR PRIMÁRIO
A análise do setor primário está baseada em dados do Censo Agropecuário
do IBGE referentes ao período de 2003 a 2007.
Neste tópico são apresentados resultados das lavouras temporárias,
lavouras permanentes, o efetivo do rebanho e os produtos de origem animal.
5.7.1 Lavoura Temporária
Baseado nos dados do IBGE sobre a produção agrícola de 2007, no que se
refere à produção de lavouras temporárias, Santa Catarina é o maior produtor
nacional de cebola, o segundo maior no cultivo de arroz e fumo e o terceiro de alho.
O desempenho das lavouras temporárias existentes no estado é detalhado
na Tabela 45.
58
Relatório Estadual
Tabela 45 - Quantidade produzida, área plantada e valor da produção das lavouras
temporárias de Santa Catarina - 2003/2007
Principais Produtos
Abacaxi
Alho
Arroz (em casca)
Aveia (em grão)
Batata - doce
Batata - inglesa
Cana-de-açúcar
Cebola
Feijão (em grão)
Fumo (em folha)
Mandioca
Melancia
Melão
Milho (em grão)
Soja (em grão)
Tomate
Trigo (em grão)
Total
Quantidade produzida
(Toneladas)
2003
877
15.656
1.034.558
19.806
42.325
128.207
648.989
409.553
188.626
213.339
538.930
22.349
808
4.310.934
712.175
129.096
171.969
8.588.197
2007
605
16.474
1.038.438
18.393
48.981
102.507
734.562
431.002
214.924
249.015
633.216
63.801
3.793.364
1.111.456
136.764
203.334
8.796.836
Área plantada
(Hectare)
2003
67
2.145
143.670
20.694
2.388
10.083
16.728
25.905
146.942
120.899
28.417
900
58
856.427
257.086
2.507
77.541
1.712.457
2007
54
1.796
154.812
24.160
3.056
7.384
17.740
20.795
130.528
121.969
32.451
2.577
694.993
385.696
2.308
81.675
1.681.994
Evolução no período
2,4%
-1,8%
2003/2007
Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal.
Nota: Sinal convencional utilizado:
- Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento.
Valor da produção
(Em mil reais)
2003
378,00
31.832,00
606.044,00
4.952,00
13.306,00
60.669,00
45.106,00
161.029,00
223.479,00
812.755,00
84.139,00
5.883,00
644,00
1.188.930,00
403.675,00
82.936,00
52.244,00
3.778.001
2007
562,00
45.273,00
428.106,00
14.145,00
25.216,00
37.253,00
70.162,00
206.493,00
124.096,00
1.045.179,00
91.274,00
16.514,00
1.046.087,00
516.015,00
71.363,00
98.852,00
3.836.590
1,6%
O gráfico a seguir apresenta comparativos da evolução da lavoura
temporária.
Gráfico 33 - Comparativo da evolução da lavoura temporária segundo Brasil e Santa
Catarina no período 2003/2007
Lavoura Temporária
Quantidade produzida
Área plantada
Valor da produção
Santa Catarina
2,4%
-1,8%
1,5%
Brasil
30,4%
6,5%
9,7%
Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal.
59
Relatório Estadual
5.7.2 Lavoura Permanente
Baseado nos dados do IBGE sobre a produção agrícola de 2007, no que se
refere à produção de lavouras permanentes, Santa Catarina destaca-se como o
maior produtor nacional de maçã e o terceiro maior de banana.
O desempenho das lavouras temporárias existentes no estado é detalhado
na Tabela 46.
Tabela 46 - Quantidade produzida, área plantada e valor da produção das lavouras
permanentes de Santa Catarina - 2003/2007
Quantidade
produzida
(Toneladas)
Principais Produtos
Banana
Erva-mate - folha verde
Figo
Goiaba
Laranja
Maçã
Mamão
Maracujá
Palmito
Pera
Pêssego
Tangerina
Uva
Total
2003
618.403
52.474
384
63
143.071
475.095
40
8.229
1.569
1.757
29.788
6.877
41.709
1.379.459
2007
655.973
37.909
52
28
125.118
598.680
40
5.904
1.786
2.217
8.943
6.016
54.603
1.497.269
Área plantada
(Hectare)
2003
29.714
13.025
39
7
9.649
16.348
4
624
552
146
3.544
786
3.671
78.109
Evolução no período
8,5%
2003/2007
Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal.
2007
31.090
11.349
10
4
8.020
19.259
4
398
1.334
206
2.733
728
4.915
80.050
2,5%
Valor da produção
(Em mil reais)
2003
128.130,00
7.666,00
274,00
11,00
27.199,00
296.855,00
44,00
3.458,00
4.662,00
1.324,00
13.148,00
2.396,00
23.813,00
508.980
2007
230.754,00
8.094,00
52,00
28,00
23.198,00
385.591,00
50,00
2.544,00
3.002,00
2.336,00
12.926,00
3.200,00
56.114,00
727.889
43,0%
Considerando a safra 2007 de produtos da lavoura permanente, maçã e
banana foram os produtos de maior representatividade econômica para o estado.
O gráfico a seguir apresenta comparativos da evolução da lavoura
permanente.
Gráfico 34 - Comparativo da evolução da lavoura permanente segundo Brasil e
Santa Catarina no período 2003/2007
Lavoura Permanente
Quantidade produzida
Área plantada
Valor da produção
Santa Catarina
8,5%
2,5%
43,0%
Brasil
9,0%
-0,4%
32,1%
Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal.
60
Relatório Estadual
5.7.3 Rebanho
Santa Catarina detém o maior rebanho nacional de suínos e o segundo de
frangos. O rebanho estadual tem seu detalhamento na tabela que segue.
Tabela 47 - Efetivo do rebanho em Santa Catarina - 2003/2007
Ano
2003
2007
Evolução
2003/2007
Asininos (cabeças)
507
594
17,2%
Bovinos (cabeças)
Tipo de rebanho (em cabeças)
3.189.825
3.488.992
9,4%
Bubalinos (cabeças)
18.649
22.845
22,5%
Caprino (cabeças)
35.394
49.812
40,7%
Codornas (cabeças)
299.238
208.585
-30,3%
Coelhos (cabeças)
42.867
34.678
-19,1%
Equinos (cabeças)
130.275
98.716
-24,2%
Galinhas (cabeças)
12.626.669
17.713.562
40,3%
Galos, frangas, frangos e pintos (cabeças)
133.025.935
157.392.562
18,3%
Muar (cabeças)
2.646
2.238
-15,4%
Ovino (cabeças)
202.412
241.089
19,1%
Suínos (cabeças)
5.432.143
7.156.013
31,7%
155.006.560
186.409.686
20,3%
Total
Fonte: IBGE - Pesquisa Pecuária Municipal.
5.7.4 Produtos de Origem Animal
O estado catarinense, segundo dados de 2007, é o quarto maior produtor
de mel e quinto na produção de leite. Os produtos de origem animal têm sua
produção e evolução relacionada na tabela 48.
Tabela 48 - Produção de origem animal em Santa Catarina - 2003/2007
Tipo de rebanho (em cabeças)
Lã (kg)
Leite (mil litros)
Mel de abelha (kg)
Ovos de Codorna (mil dúzias)
Ovos de Galinha (mil dúzias)
Total
Ano
2003
193.416
1.332.286
4.511.043
4.895
172.036
6.213.676
2007
245.862
1.865.570
3.470.963
3.374
203.677
5.789.446
Evolução
2003/2007
27,1%
40,0%
-23,1%
-31,1%
18,4%
-6,8%
Fonte: IBGE, Pesquisa Pecuária Municipal.
5.7.5 Pesca e Aquicultura
Segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, no Brasil, a produção
pesqueira industrial de 2007, alcançou um volume estimado de 1.072.226 toneladas,
o que correspondeu a um crescimento de 2% quando comparado com o ano
anterior. Segundo o mesmo ministério, esta produção correspondeu a R$ 3,6
bilhões.
A pesca desempenha importante papel na economia catarinense, o estado
é o maior produtor de pescado e crustáceos do país. Os cerca de 500 quilômetros
de litoral contribuem para que a atividade pesqueira de Santa Catarina seja bastante
diversificada, tendo sua produção baseada em diversas espécies de peixes,
61
Relatório Estadual
crustáceos e moluscos, capturados por diferentes tipos de embarcações e métodos
de pesca.
Em 2007 Santa Catarina alcançou o primeiro lugar na produção de
pescado nacional com um volume de 184.493,5 toneladas (um incremento de 11,9%
em relação a 2006), seguido pelo Paraná com uma produção de 129.981,5
toneladas. No mesmo ano, Santa Catarina respondeu pelo segundo maior valor da
produção pesqueira com R$ 412,2 milhões, superado somente pelo Paraná com um
valor de produção pesqueira da ordem de R$ 439,4 milhões.
É oportuno mencionar que segundo dados do boletim estatístico da pesca
industrial de Santa Catarina, em 2008, o município de Itajaí foi responsável pelo
desembarque de 74.454.344 kg de pescado, o equivalente a 55,4% da produção
pesqueira industrial. Seguido por Navegantes com 29,2% e Porto Belo com 6,6%
produção pesqueira industrial.
A aquicultura nacional respondeu por 27% da produção pesqueira
brasileira representando em 2007 uma produção de 289.049,5 toneladas. A
produção aquícola catarinense, somando a maricultura e a água doce, alcançaram
neste ano, um total de 34.795 toneladas, o que equivale a 23,2% do que produz a
pesca extrativa do Estado. Em 2007 a maricultura representou 34% da produção
aquícola catarinense.
De modo especial, a maricultura com foco no cultivo de moluscos vem se
desenvolvendo ano após ano no estado. A maricultura realizada em Santa Catarina
surgiu como uma alternativa para substituir a pesca artesanal decadente, em
decorrência do aumento da pesca industrial e do não respeito do período do defeso
de algumas espécies. Estimativas indicam que no período de 1984 a 1990, a pesca
artesanal foi responsável por 16% da captura de pescado no estado, vindo a
alcançar em 1998, uma participação de 7%. A princípio, a maricultura foi
vislumbrada como uma alternativa de complementação de renda para os pescadores
artesanais, mas, com o decorrer dos anos, passou a representar a principal fonte de
renda (ICEPA, 2004).
A Universidade Federal de Santa Catarina e a Empresa de Pesquisa
Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) são as precursoras da
atividade de maricultura, fornecendo tecnologia e assistência técnica aos produtores.
A atuação destas entidades foi decisiva para o amadurecimento da aquicultura
estadual.
Dois projetos estruturantes estão contribuindo fortemente para solucionar
os gargalos da cadeia produtiva de moluscos. São eles: Arranjo Produtivo Local da
Malacocultura (APL) e o Projeto de Indicação Geográfica da Ostra de Florianópolis.
Estes projetos reúnem produtores, pesquisadores e extensionistas em comitês
gestores na busca de soluções e alternativas para o setor, promovendo a integração
interpessoal e interinstitucional, fortalecendo as ações e otimizando resultados e
recursos. Registra-se neste sentido, a atuação do SEBRAE junto a estas
instituições.
Santa Catarina, segundo dados da Epagri produziu em 2008, 2.213
toneladas de ostras. Neste ano, Florianópolis respondeu por 53,2% da produção
estadual, Palhoça 38% e São José 4,5%.
Com relação ao cultivo de mexilhões, em 2008, o excesso de chuvas
verificado em Santa Catarina determinou alta mortalidade deste molusco em função
da queda da salinidade da água do mar que atingiu índices mínimos, além de ter
comprometido a safra de 2009, com a mortalidade massiva das sementes oriundas
dos coletores artificiais. Considerando o volume da produção estadual de 10.891
62
Relatório Estadual
toneladas, os destaques em 2008 ficaram por conta dos municípios de Palhoça, com
5.299 toneladas, representando 47,8% da produção catarinense, Penha, com 1.596
toneladas, representando 14,7% e São Francisco do Sul com 9,2% da produção
catarinense (Epagri/Cedap 2008).
5.8
SETORES TRADICIONAIS, EMERGENTES E COM TENDÊNCIAS DE
EXPANSÃO
5.8.1 Aspectos Metodológicos Utilizados para a Identificação de Setores de
Atividades Econômicas Prioritárias
Nesta etapa do estudo, os setores de atividades econômicas foram
separados em três categorias: tradicionais, emergentes e com tendências de
expansão. A composição de cada categoria seguiu a presente orientação
metodológica:
Tradicionais: Atividades econômicas predominantes no estado com
base no VAF, número de empresas e empregos;
Emergentes: Atividades que demonstram evolução expressiva
quanto ao VAF, número de empresas e empregos e tem assumido
maior participação na economia do estado;
Tendências de expansão: Setores de pouca representatividade na
economia do estado, que demonstram potencial de crescimento
expressivo.
Visando destacar tais atividades econômicas, com método único e
estruturado, foi desenvolvida uma matriz de pontuação, aplicada para o nível de
Grupos (3 dígitos) da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).
Premissas
1. Os Grupos de Atividade Econômica (GAEs) caracterizados pela
atuação do poder público foram excluídos da seleção de setores,
assim como GAEs que compreendem atividades de grandes
empresas (provedores de serviço de utilidade pública, como
distribuição e geração de energia) e atividades com características
peculiares que dificultam o planejamento de ações setoriais
(Atividades de organizações sindicais). A seguir são destacados os
Grupos de Atividade Econômica (51 do total de 285) que foram
excluídos da análise:
o GRUPO 351 - Geração, transmissão e distribuição de
energia elétrica
o GRUPO 352 - Produção e distribuição de combustíveis
gasosos por redes urbanas
o GRUPO 353 - Produção e distribuição de vapor, água quente
e ar condicionado
o GRUPO 360 - Captação, tratamento e distribuição de água
o GRUPO 370 - Esgoto e atividades relacionadas
o GRUPO 381 - Coleta de resíduos
o GRUPO 382 - Tratamento e disposição de resíduos
o GRUPO 390 - Descontaminação e outros serviços de gestão
de resíduos
o GRUPO 531 - Atividades de Correio
o GRUPO 532 - Atividades de malote e de entrega
63
Relatório Estadual
o GRUPO 641 - Banco Central
o GRUPO 642 - Intermediação monetária depósitos à vista
o GRUPO 643 - Intermediação não monetária outros
instrumentos de captação
o GRUPO 644 - Arrendamento mercantil
o GRUPO 645 - Sociedades de capitalização
o GRUPO 646 - Atividades de sociedades de participação
o GRUPO 647 - Fundos de investimento
o GRUPO 649 - Atividades de serviços financeiros não
especificados anteriormente
o GRUPO 652 - Seguros saúde
o GRUPO 653 - Resseguros
o GRUPO 654 - Previdência complementar
o GRUPO 655 - Planos de saúde
o GRUPO 661 - Atividades auxiliares dos serviços financeiros
o GRUPO 662 - Atividades auxiliares dos seguros, da
previdência complementar e dos planos de saúde
o GRUPO 663 - Atividades de administração de fundos por
contrato ou comissão
o GRUPO 841 - Administração do estado e da política
econômica e social
o GRUPO 842 - Serviços coletivos prestados pela
administração pública
o GRUPO 843 - Seguridade social obrigatória
o GRUPO 851 - Educação infantil e ensino fundamental
o GRUPO 852 - Ensino médio
o GRUPO 853 - Educação superior
o GRUPO 854 - Educação profissional de nível técnico e
tecnológico
o GRUPO 855 - Atividades de apoio à educação
o GRUPO 859 - Outras atividades de ensino
o GRUPO 861 - Atividades de atendimento hospitalar
o GRUPO 862 - Serviços móveis de atendimento a urgências e
de remoção de pacientes
o GRUPO 863 - Atividades de atenção ambulatorial
executadas por médicos e odontólogos
o GRUPO 864 - Atividades de serviços de complementação
diagnóstica e terapêutica
o GRUPO 865 - Atividades de profissionais da área de saúde,
exceto médicos e odontólogos
o GRUPO 866 - Atividades de apoio à gestão de saúde
o GRUPO 869 - Atividades de atenção à saúde humana não
especificadas anteriormente
o GRUPO 871 - Atividades de assistência a idosos, deficientes
físicos, imunodeprimidos e convalescentes
o GRUPO 872 - Atividades de assistência psicossocial e à
saúde a portadores de distúrbios psíquicos
o GRUPO 873 - Atividades de assistência social prestadas em
residências coletivas e particulares
o GRUPO 880 - Serviços de assistência social sem alojamento
64
Relatório Estadual
o GRUPO 941 - Atividades de organizações associativas
patronais, empresariais e profissionais
o GRUPO 942 - Atividades de organizações sindicais
o GRUPO 943 - Atividades de associações de defesa de
direitos sociais
o GRUPO 949 - Atividades de organizações associativas não
especificadas anteriormente
o GRUPO 970 - Serviços domésticos
o GRUPO 990 - Organismos internacionais e outras
instituições extraterritoriais
2. Foram excluídos GAEs que possuem representatividade inferior a
0,05% em relação ao volume total de empresas do estado.
3. Também não compreendem a análise, os GAEs que apresentaram
Valor Adicionado Fiscal igual a zero em 2007 e Quociente
Locacional zerado em 2008.
A metodologia de análise seguiu critério de pontuação para cada variável
seguindo a régua de ponderação exposta no quadro a seguir:
Quadro 2: Régua de pontuação para priorização de setores de atividades
econômicas prioritárias
Pontuação
Variável
Quociente Locacional
Representatividade do
VAF (ano 2007) do GAE
em relação ao estado
Representatividade do
número de empresas
(ano 2008) do GAE em
relação ao estado
Representatividade do
número de empregos
(ano 2008) do GAE em
relação ao estado
Evolução do VAF do
GAE entre os anos de
2005 e 2007
Evolução do número de
empresas do GAE entre
os anos de 2006 e 2008
Evolução do número de
empregos do GAE entre
os anos de 2006 e 2008
0
1
2
3
4
5
6
x=0
x<1
1≤x<
1,5
1,5 ≤ x <
2
2≤x<
2,5
2,5 ≤ x <
3
3≤x
x = 0,0%
x ≤ 0,3%
0,3% < x
≤ 0,5%
0,5% < x
≤ 1,0%
1,0% < x
≤ 2,0%
2,0% < x
≤ 3,0%
3,0% < x
x = 0,0%
x ≤ 0,3%
0,3% < x
≤ 0,5%
0,5% < x
≤ 1,0%
1,0% < x
≤ 2,0%
2,0% < x
≤ 3,0%
3,0% < x
x = 0,0%
x ≤ 0,3%
0,3% < x
≤ 0,5%
0,5% < x
≤ 1,0%
1,0% < x
≤ 2,0%
2,0% < x
≤ 3,0%
3,0% < x
x ≤ 0,0%
0<x≤
10,0%
10,0% < x
≤ 25,0%
25,0% < x
≤ 50,0%
50,0% < x
≤ 75,0%
75,0% < x
≤ 100,0%
100,0% <
x
x ≤ 0,0%
0<x≤
10,0%
10,0% < x
≤ 25,0%
25,0% < x
≤ 50,0%
50,0% < x
≤ 75,0%
75,0% < x
≤ 100,0%
100,0% <
x
x ≤ 0,0%
0<x≤
10,0%
10,0% < x
≤ 25,0%
25,0% < x
≤ 50,0%
50,0% < x
≤ 75,0%
75,0% < x
≤ 100,0%
100,0% <
x
Setores Tradicionais
Para seleção de dez setores classificados como tradicionais utilizou-se a
seguinte metodologia de cálculo: As pontuações auferidas para cada variável
elencada para definição dos setores tradicionais foram multiplicadas por um
respectivo peso (peso total igual a 100%) e somadas, quais sejam:
a) Quociente Locacional * 10%;
b) Representatividade do VAF (ano 2007) do GAE em relação ao
estado * 50%;
65
Relatório Estadual
c) Representatividade do número de empresas (ano 2008) do GAE em
relação ao estado * 20%;
d) Representatividade do número de empregos (ano 2008) do GAE em
relação ao estado * 20%.
A classificação dos setores tradicionais partiu da ordenação dos setores com
maior valor resultante das somas da pontuação das variáveis elencadas acima,
multiplicadas pelo respectivo peso. Para os casos de empate entre dois ou mais
grupos de atividade econômica, o fator seguinte para seleção foi o maior valor
adicionado fiscal de cada GAE.
Setores Emergentes
A composição dos cinco setores qualificados como emergentes não contou
com os dez setores anteriormente elencados como tradicionais. A pontuação
acumulada pelos GAEs restantes também foi utilizada como critério para seleção
dos emergentes, visto que tais setores devem apresentar considerável participação
no VAF, volume de empresas e empregos.
Para seleção destes setores foi utilizada como premissa a necessidade que
a evolução do VAF no período 2005-2007, e de empresas e empregos no período
2006-2008, seja positiva. Os GAEs selecionados também deveriam como premissa,
para análise, ter participação mínima de 0,2% em relação ao VAF do estado. As
variáveis selecionadas foram somadas relacionadas aos seguintes pesos:
a) Pontuação acumulada na seleção de setores tradicionais * 20%;
b) Evolução do VAF do GAE entre os anos de 2005 e 2007 * 40%;
c) Evolução do número de empresas do GAE entre os anos de 2006 e
2008 * 20%;
d) Evolução do número de empregos do GAE entre os anos de 2006 e
2008 * 20%;
A classificação dos setores emergentes partiu da ordenação dos setores
com maior valor resultante das somas da pontuação das variáveis elencadas acima,
multiplicadas pelo respectivo peso. Semelhante à análise anterior, os casos de
empate entre dois ou mais grupos de atividade econômica teve como fator seguinte
para seleção o maior valor adicionado fiscal de cada GAE.
Tendências Expansão
Os cinco setores definidos como tendências regionais também devem
possuir evolução positiva do VAF no período 2005-2007, e de empresas e empregos
no período 2006-2008. Foram atribuídos pesos para a soma das seguintes variáveis:
a) Quociente Locacional * 40%;
b) Evolução do VAF do GAE entre os anos de 2005 e 2007 * 20%;
c) Evolução do número de empresas do GAE entre os anos de 2006 e
2008 * 20%;
d) Evolução do número de empregos do GAE entre os anos de 2006 e
2008 * 20%.
A classificação dos setores definidos como tendências partiu da ordenação
dos setores com maior valor resultante das somas da pontuação das variáveis
elencadas acima, multiplicadas pelo respectivo peso. Caso haja empate entre dois
ou mais grupos de atividade econômica, o fator seguinte para seleção foi o maior
quociente locacional de cada GAE.
66
Relatório Estadual
5.8.2 Setores Tradicionais
Seguindo a metodologia exposta, a tabela a seguir apresenta os grupos de
atividades econômicas classificadas como setores tradicionais.
Tabela 49 – Grupos de atividades econômicas classificados como setores
tradicionais, organizados em ordem crescente da CNAE
QL de
Grupos de Atividades
SC em
Econômicas - versão CNAE
relação
2.0
ao BR
GRUPO 101 - Abate e
fabricação de produtos de
carne
GRUPO 141 - Confecção de
artigos do vestuário e
acessórios
GRUPO 162 - Fabricação de
produtos de madeira, cortiça
e material trançado, exceto
móveis
GRUPO 222 - Fabricação de
produtos de material plástico
GRUPO 463 - Comércio
atacadista especializado em
produtos alimentícios,
bebidas e fumo
GRUPO 468 - Comércio
atacadista especializado em
outros produtos
GRUPO 471 - Comércio
varejista não especializado
GRUPO 475 - Comércio
varejista de equipamentos de
informática e comunicação;
equipamentos e artigos de
uso doméstico
GRUPO 478 - Comércio
varejista de produtos novos
não especificados
anteriormente e de produtos
usados
GRUPO 493 - Transporte
rodoviário de carga
VAF 2007
(R$)
Número
Número
Evolução
VAF
Evolução
de
de
de
(Evolução Empresas
Empresas Empregos
Empregos
2005/2007) 2006/2008
2008
2008
2006/2008
1,98
5.790.749.497
720
56.773
3%
14%
9%
2,17
2.352.585.276
11.040
89.060
21%
6%
10%
3,10
754.577.873
2.724
26.458
-9%
-1%
-9%
1,46
1.672.586.545
1.408
31.250
5%
3%
1%
1,27
2.123.125.434
4.397
18.090
24%
6%
20%
1,27
4.443.889.139
2.782
10.336
1%
8%
25%
0,74
1.964.371.385
14.886
61.611
30%
-2%
18%
0,86
1.012.335.294
15.859
31.967
12%
11%
18%
0,96
1.489.313.186
36.946
58.872
25%
3%
10%
1,70
2.116.123.907
12.788
38.537
13%
5%
12%
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de
Informações Sociais.
67
Relatório Estadual
5.8.3 Setores Emergentes
Seguindo a metodologia exposta, a tabela a seguir apresenta os grupos de
atividades econômicas classificadas como setores emergentes.
Tabela 50 – Grupos de atividades econômicas classificados como setores
emergentes, organizados em ordem crescente da CNAE
QL de
Grupos de Atividades
SC em
Econômicas - versão CNAE
relação
2.0
ao BR
GRUPO 105 - Laticínios
Número
Número
Evolução
VAF
Evolução
de
de
de
(Evolução Empresas
Empresas Empregos
Empregos
2005/2007) 2006/2008
2008
2008
2006/2008
VAF 2007
(R$)
0,95
698.559.573
608
4.693
62%
11%
23%
2,00
252.400.156
194
6.045
54%
15%
26%
1,07
232.537.695
1.120
3.116
608%
3%
18%
GRUPO 332 - Instalação de
máquinas e equipamentos
1,38
1.000.863.857
365
1.258
25381%
14%
7%
GRUPO 469 - Comércio
atacadista não especializado
1,13
712.824.320
731
3.692
106%
7%
37%
GRUPO 293 - Fabricação de
cabines, carrocerias e
reboques para veículos
automotores
GRUPO 331 - Manutenção e
reparação de máquinas e
equipamentos
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de
Informações Sociais.
5.8.4 Setores com Tendência de Expansão
Tabela 51 – Grupos de atividades econômicas classificados como setores com
tendência de expansão, organizados em ordem crescente da CNAE
Grupos de Atividades
Econômicas - versão
CNAE 2.0
GRUPO 132 - Tecelagem,
exceto malha
GRUPO 134 Acabamentos em fios,
tecidos e artefatos têxteis
GRUPO 283 - Fabricação
de tratores e de máquinas e
equipamentos para a
agricultura e pecuária
GRUPO 422 - Obras de
infra estrutura para energia
elétrica, telecomunicações,
água, esgoto e transporte
por dutos
GRUPO 951 - Reparação e
manutenção de
equipamentos de
informática e comunicação
QL de
SC em
relação
ao BR
VAF 2007
(R$)
Número
Número
Evolução
VAF
Evolução
de
de
de
(Evolução Empresas
Empresas Empregos
Empregos
2005/2007) 2006/2008
2008
2008
2006/2008
3,39
375.118.428
262
9.580
13%
30%
19%
4,60
264.334.681
881
10.781
29%
21%
15%
2,29
170.965.214
272
5.006
20%
17%
97%
0,90
9.544.810
266
11.061
112%
31%
120%
0,60
12.799.016
753
931
74%
81%
110%
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de
Informações Sociais.
68
Relatório Estadual
69
Relatório Estadual
6 INFRAESTRUTURA
Nesta seção apresenta-se uma visão geral de Santa Catarina sob o ponto
de vista de sua infraestrutura. Neste tópico são apresentados dados sobre a
infraestrutura energética, abastecimento de água e saneamento básico,
infraestrutura de transporte, meios de comunicação, dados sobre a frota de veículos,
sistema financeiro, estrutura de telecomunicações e de entidades empresariais
presentes na região.
6.1
ENERGIA ELÉTRICA
A matriz energética catarinense é composta por quatro combustíveis
principais: combustíveis fósseis e derivados de cana-de-açúcar; gás natural, carvão
mineral e energia elétrica gerada por usinas hidrelétricas, termelétricas e três
parques eólicos (dois no município de Água Doce e um em Bom Jardim da Serra).
Segundo informações do Governo do Estado de Santa Catarina, o estado
possui 83 empreendimentos de geração de energia elétrica em operação e há outras
19 obras previstas no Plano Decenal do Ministério de Minas e Energia, das quais
nove já estão autorizadas ou licitadas. Essas obras assegurarão a auto-suficiência
da oferta em Santa Catarina pelo menos até 2015.
O estado foi contemplado pela rede de distribuição de gás natural. Esta
rede beneficia 29 municípios, atravessando o estado no sentido norte/sul,
mostrando-se com uma alternativa energética para a frota catarinense e à indústria,
sobretudo, para os setores metalmecânico e têxtil no norte e o cerâmico ao sul.
O fornecimento de energia elétrica atinge todos os municípios
catarinenses, com distribuição, em sua maior parte, feita pela Centrais Elétricas de
Santa Catarina (CELESC), empresa administrada pelo Governo Estadual. Santa
Catarina possui o maior índice de eletrificação rural do Brasil, aproximadamente
100%.
Em Santa Catarina, o número de unidades consumidoras de energia
elétrica apresentou um aumento de 13,1% no período de 2004 a 2008. A evolução
do consumo de energia no mesmo período foi de 25,9%.
Tabela 52 – Consumidores e consumo de energia elétrica em Santa Catarina no
período de 2004-2008
Ano
2004
2005
2006
2007
2008
Evolução no período
2004/2008
Nº de unidades
consumidoras
Consumo Total
(kW/h)
Média de Consumo
Anual Per Capita
(kW/h)
1.942.592
2.006.287
2.070.825
2.171.742
2.197.866
13.756.579.550
13.649.124.205
13.069.753.526
16.697.778.515
17.324.645.812
7.081,6
6.803,2
6.311,4
7.688,7
7.882,5
13,1%
25,9%
11,3%
Fonte: Centrais Elétricas de Santa Catarina (CELESC)
No estado, a classe de consumidores residenciais representa 21,9% do
consumo de energia elétrica, a industrial 47,6%, a comercial 14,5% e a rural 10,1%
(Tabela 53).
70
Relatório Estadual
Tabela 53 – Número de consumidores e demanda de energia elétrica, segundo
tipologia das unidades consumidoras - Santa Catarina – 2008
Tipo de consumidor
Residencial
Industrial
Comercial
Rural
Poderes Públicos
Iluminação Pública
Serviço Público
Consumo Próprio
Total
Nº de unidades
consumidoras
1.710.254
69.957
175.056
222.026
17.793
386
2.016
378
2.197.866
Consumo total
(kW/h)
3.787.730.018
8.217.904.999
2.507.417.899
1.736.970.446
308.621.272
444.823.653
250.908.532
15.131.642
17.269.508.461
Representatividade
no consumo
21,9%
47,6%
14,5%
10,1%
1,8%
2,6%
1,5%
0,1%
100,0%
Fonte: Centrais Elétricas de Santa Catarina (CELESC)
6.2
ÁGUA E SANEAMENTO
6.2.1 Abastecimento de Água
Em Santa Catarina a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento
(CASAN), sociedade de economia mista é a principal concessionária de água e
esgoto do estado. No território catarinense, assinala-se também, a presença de
municípios que possuem seus próprios sistemas municipais de tratamento e
distribuição de água; coleta e tratamento de esgoto e o recolhimento de resíduos
sólidos.
Segundo dados do IBGE relativos a 2000, Santa Catarina possuía
1.117.430 domicílios ligados a rede geral de abastecimento de água, representando
74,6% do total de domicílios existentes no estado. Outros 21,7% dos domicílios
recebiam água através da canalização de poços e nascentes (Tabela 54).
Tabela 54 – Indicadores de abastecimento de água em Santa Catarina - 2000
Indicadores de abastecimento de água - 2000
Ligados a rede geral
Canalizados poço ou nascente
Não canalizados poços ou nascentes
Outros canalizados
Outros não canalizados
Total de domicílios
Domicílios
% relativo
1.117.430
325.355
19.255
32.733
3.969
1.498.742
74,6%
21,7%
1,3%
2,2%
0,3%
100,0%
Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000.
Segundo o PNUD, em 1991, Santa Catarina tinha 90,3% de sua população
abastecida com água, enquanto que a média nacional no mesmo ano era de 71,5%
da população.
Em 2000, Santa Catarina elevou o atendimento para 96,4% da população,
e a média nacional passou para 80,8%. Tomando por base os dados de 2000, o
Gráfico 35, apresenta comparativos do abastecimento de água frente ao panorama
nacional.
71
Relatório Estadual
Gráfico 35 - População abastecida com água, segundo Brasil e Santa Catarina no
período 1991/2000
90,3%
96,4%
71,5%
Santa Catarina
80,8%
Brasil
1991 2000
Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil.
6.2.2 Saneamento Básico
O sistema de coleta e tratamento de esgoto catarinense tem sua
caracterização conforme descreve a Tabela 55.
Tabela 55 – Indicadores de saneamento básico em Santa Catarina - 2000
Santa Catarina
Domicílios
% relativo
Indicadores de saneamento básico - 2000
Ligados a rede de esgoto ou pluvial
Fossa séptica
Fossa rudimentar
Vala
Rio, lago ou mar
Outro escoadouro
Sem banheiro ou sanitário
Total de domicílios
292.268
809.764
267.908
62.571
32.494
10.118
23.619
1.498.742
19,5%
54,0%
17,9%
4,2%
2,2%
0,7%
1,6%
100,0%
Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000.
6.3
INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTE
6.3.1 Portos e Aeroportos
São cinco os portos de Santa Catarina: São Francisco do Sul, Navegantes,
Itajaí, Imbituba e Laguna. Sendo que apenas os quatro primeiros têm destaque na
exportação de produtos catarinenses.
A distância rodoviária da capital Florianópolis em relação aos principais
portos do estado é detalhada no quadro 3.
Quadro 3 – Distância rodoviária de Florianópolis em relação aos portos catarinenses
Porto/Cidade
Porto de Imbituba
Porto de Itajaí
Porto de Laguna
Porto de Navegantes
Porto de São Francisco do Sul
Distância em km
91
91
113
91
175
Fonte: Editora Abril Guia Quatro Rodas Rodoviário 2007.
Nota: Distância rodoviária calculada com base na rota mais curta.
72
Relatório Estadual
O sistema aeroviário de Santa Catarina conta com uma rede de 18
aeroportos públicos distribuídos por todas as regiões do estado. Quatro são de
responsabilidade da Infraero e estão localizados nos municípios de Florianópolis,
Forquilhinha, Joinville e Navegantes. Os demais aeroportos são administrados pelos
municípios por meio de convênio com o Governo do Estado.
Estão em construção dois aeroportos, o Regional Sul, no município de
Jaguaruna, e o Regional do Planalto Serrano, em Correia Pinto. Eles irão
proporcionar um significativo acréscimo de qualidade na infraestrutura aeroportuária
do estado.
Estão projetados ainda mais dois aeroportos: um em São Joaquim e outro
na região do Contestado, entre Joaçaba e Catanduvas. O quadro 4 destaca a
relação dos aeroportos de Santa Catarina.
Quadro 4 – Rede de aeroportos públicos de Santa Catarina
Municípios
Coordenadoria Regional
Tipo
Vôo regular
Operação visual diurna e noturna (VFR)
Curitibanos
Serra Catarinense
Aeroporto Local
D
Joaçaba
Meio Oeste
Aeroporto Local
C
São Miguel do Oeste
Extremo Oeste
Aeroporto Local
D
Operação visual e por instrumentos diurna e noturna (VFR/IFR)
Chapecó
Oeste
Aeroporto Regional
A
Florianópolis
Grande Florianópolis
Aeroporto Infraero
A
Forquilhinha
Sul
Aeroporto Infraero
C
Joinville
Norte
Aeroporto Infraero
A
Navegantes
Foz do Itajaí
Aeroporto Infraero
A
Operação somente vôo diurno (VFR diurno)
Blumenau
Vale do Itajaí
Aeroporto Local
D
Caçador
Meio Oeste
Aeroporto Local
C
Concórdia
Oeste
Aeroporto Local
D
Dionísio Cerqueira
Extremo Oeste
Aeroporto Local
D
Lages
Serra Catarinense
Aeroporto Local
D
Laguna *
Sul
Aeroporto Local
D
Lontras
Vale do Itajaí
Aeroporto Local
D
São Joaquim *
Serra Catarinense
Aeroporto Local
D
Três Barras
Norte
Aeroporto Local
D
Videira
Meio Oeste
Aeroporto Local
D
Fonte: Secretaria de Estado de Infraestrutura de Santa Catarina; Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC)
Nota: (*) Interditado por falta de segurança operacional, na época da coleta das informações; (A) Operação de
aeronaves com mais de 61 assentos; (B) Operação de aeronaves entre 31 e 60 assentos; (C) Operação de
aeronaves de até 30 assentos; (D) Sem operação de vôo regular.
O quadro 5 apresenta a distância da capital – Florianópolis, em relação aos
principais aeroportos catarinenses.
73
Relatório Estadual
Quadro 4 – Distância rodoviária de Florianópolis em relação aos principais
aeroportos catarinenses
Aeroporto/Cidade
Aeroporto Hercílio Luz - Florianópolis
Aeroporto Diomício Freitas - Forquilhinha
Aeroporto Lauro Carneiro de Loyola - Joinville
Aeroporto Ministro Victor Konder - Navegantes
Aeroporto Serafin Enoss Bertaso - Chapecó
Distância em km
202
169
91
522
Fonte: Editora Abril, Guia Quatro Rodas Rodoviário 2007.
Nota: Distância rodoviária calculada com base na rota mais curta.
6.3.2 Rodovias que cortam Santa Catarina
Quadro 5 – Rodovias que cortam o estado, segundo dependência administrativa 2009
Discriminação
Sentido norte/sul
BR 101 trecho norte
BR 101 trecho sul
BR 116
BR 153
BR 158
BR 163
Sentido leste/oeste
BR 280
BR 282
BR 283
BR 285
Diagonal
BR 386
De ligação
BR 470
BR 475
BR 477
BR 480
BR 486
Administração
Federal (sob concessão)
Federal
Federal (sob concessão)
Federal
Federal
Federal
Federal
Federal
Estadual
Estadual
Estadual
Federal
Estadual
Estadual
Estadual
Estadual
Fonte: Governo do estado de Santa Catarina, Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina
(CIASC), Mapa Interativo de SC.
6.4
ESTRUTURA DE TELECOMUNICAÇÕES
O setor de telecomunicações atende toda Santa Catarina. Segundo dados
da Teleco, em 2009, haviam no estado 1.624.212 linhas fixas instaladas, destas,
1.347.195 estavam em serviço. A empresa OI, antiga Brasil Telecom é a
responsável pela maior parte destes clientes. Assinala-se ainda a presença da
empresa Global Village Teleccom (GVT) presente em 12 cidades: Balneário
Camboriú, Blumenau, Brusque, Criciúma, Florianópolis, Içara, Itajaí, Jaraguá do Sul,
Joinville, Palhoça, São José e Tubarão.
A telefonia móvel, segundo dados da Teleco referentes a fevereiro de
2010, opera 5.866.000 linhas. São quatro as operadoras neste setor: a TIM, a Vivo,
a Oi e a Claro. Segundo levantamentos realizados em setembro de 2009, junto a
74
Relatório Estadual
estas operadoras, o serviço de telefonia móvel estava indisponível para 53 dos
municípios catarinenses.
6.5
PRINCIPAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO
No estado foram identificados canais abertos de TV (Globo, Rede Vida,
Cultura, Record, Record News, Bandeirantes e SBT), 87 emissoras de rádio FM, 95
emissoras de rádio AM, 117 rádios comunitárias e185 jornais de circulação estadual,
regional e local. Santa Catarina possui em seu território, um total de 525 agências e
postos dos Correios.
6.6
SISTEMA FINANCEIRO
O sistema financeiro de Santa Catarina é constituído por 2.896 postos e
agências bancárias, 72 cooperativas de crédito e 16 agências de microcrédito. A
Tabela 56 detalha a tipologia das instituições que integram o sistema financeiro
catarinense.
Tabela 56 – Número de agências e postos bancários segundo o tipo de dependência
- Santa Catarina (out/2009)
Tipo de dependência
Quantidade
Agências bancárias
923
Posto Avançado de Atendimento - PAA
20
Posto Bancário de Arrecadação e Pagamento - PAP
1
Posto de Atendimento Bancário - PAB
368
Posto de Atendimento Bancário Eletrônico - PAE
1.583
Posto de Atendimento Transitório - PAT
1
Total de Agências e postos bancários
2.896
Cooperativas de crédito
72
Agências de Microcrédito
16
Fontes: Banco Central do Brasil (BACEN), Departamento de Monitoramento do Sistema Financeiro de Gestão
da Informação - Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina - Agência de Fomento
do Estado de Santa Catarina S.A (BADESC).
6.7
ENTIDADES EMPRESARIAIS E DE CLASSE
Em Santa Catarina foram identificadas 811 entidades empresariais e de
classe, assim dispostas:
123 entidades integrantes do sistema da Federação das
Associações Comerciais e Industriais de Santa Catarina – FACISC;
169 entidades ligadas à Federação das Câmaras de Dirigentes
Lojistas de Santa Catarina – FCDL/SC;
23 instituições ligadas à Federação das Associações de Micro e
Pequenas Empresas de Santa Catarina; e
496 sindicatos (patronais e de trabalhadores).
75
Relatório Estadual
6.8
FROTA DE VEÍCULOS
Segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN), no
ano de 2008 Santa Catarina possuía 2.904.009 veículos, sendo 1.689.780
automóveis. A evolução acumulada da frota de veículos catarinense nos últimos
cinco anos foi de 41,3%, contra uma evolução de 38,9% da frota nacional.
Tabela 57 – Frota de veículos de Santa Catarina no período 2004-2008
Ano
Tipologia
2004
2005
2006
2007
2008
1.267.614
1.360.042
1.450.976
1.566.190
1.689.780
-
-
2
3
2
Caminhão
94.929
99.933
103.580
107.525
111.770
Caminhão Trator
23.890
25.614
27.045
28.727
30.923
Automóvel
Bonde
Caminhonete
59.627
82.270
101.983
126.556
174.867
Camioneta
114.801
107.345
102.234
94.994
66.985
408
420
413
426
358
Ciclomotor
1.401
1.418
1.418
1.426
1.432
Microônibus
6.046
6.525
6.891
7.216
7.555
Motocicleta
354.914
405.229
460.254
520.589
573.113
Motoneta
56.238
71.807
95.514
121.343
141.899
Ônibus
11.890
12.420
12.982
13.444
14.040
Chassi Plataforma
Quadriciclo
9
10
9
10
10
Reboque
25.570
27.149
28.849
31.141
33.958
Semi-Reboque
32.978
35.849
38.118
41.071
44.031
419
486
555
635
670
Trator Esteira
8
8
8
8
8
Trator Rodas
1.289
1.333
1.393
1.596
1.759
Triciclo
46
69
95
115
141
Utilitário
2.486
3.508
4.901
7.003
10.216
365
334
315
266
492
2.054.928
2.241.769
2.437.535
2.670.284
2.904.009
Side-Car
Outros
Total de veículos
Fonte: DENATRAN - Departamento Nacional de Trânsito
Nota: Sinal convencional utilizado:
- Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento.
Gráfico 36 – Participação relativa da frota total de veículos, segundo as
coordenadorias regionais - 2008
18,4%
15,3%
15,3%
14,6%
12,7%
9,7%
Norte
Sul
Grande
Florianópolis
Vale do
Itajaí
Foz do Itajaí
Oeste
5,3%
5,2%
Meio Oeste
Serra
Catarinense
3,6%
Extremo
Oeste
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do DENATRAN - apoiados na Relação
Anual de Informações Sociais.
Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente de participação da frota estadual.
76
Relatório Estadual
No ano de 2008, Santa Catarina atingiu a marca de 2,1 habitantes para
cada veículo, segundo dados do DENATRAN, a média nacional é de 3,5 habitantes
por veículos (Gráfico 30).
Gráfico 37 - Comparativo do número de habitantes por veículo, segundo Brasil e
Santa Catarina - 2004/2008
habitantes por
veículos
4,6
3,5
2,8
2,1
Santa Catarina
Brasil
2004
2008
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do DENATRAN - e nas estimativas
populacionais do IBGE de 2008.
O gráfico a seguir apresenta o comparativo da relação habitante por
veículo nas coordenadorias regionais.
habitantes por veículos
Gráfico 38 - Comparativo do número de habitantes por veículo, segundo
coordenadorias regionais - 2008
2,8
1,8
Vale do
Itajaí
1,9
Foz do Itajaí
2,0
Grande
Florianópolis
2,0
Sul
2,2
Oeste
2,2
2,3
Norte
Extremo
Oeste
2,3
Meio Oeste
Serra
Catarinense
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do DENATRAN - e nas estimativas
populacionais do IBGE de 2008.
77
Relatório Estadual
78
Relatório Estadual
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80
Relatório Estadual
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SANTA CATARINA. Secretaria de Estado do Planejamento. Dados estatísticos
municipais. Disponível em < http://www.spg.sc.gov.br/dados_munic.php>. Acesso
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Agropecuária. Disponível em <http://www.spg.sc.gov.br/dados_munic.php>. Acesso
em: 28 ago. 2009.
______ Secretaria de Estado do Planejamento. Dados estatísticos municipais:
Energia elétrica. Disponível em <http://www.spg.sc.gov.br/dados_munic.php>.
Acesso em: 28 ago. 2009.
SINDICATO E ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS DO ESTADO DE SANTA
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81
Relatório Estadual
82
Relatório Estadual
CONCEITOS, NOTAS EXPLICATIVAS E LISTA DE SIGLAS
CONCEITOS E NOTAS EXPLICATIVAS
ASPECTOS POPULACIONAIS
População Total
Número total de pessoas residentes e sua estrutura relativa em determinado
espaço geográfico no ano considerado. Os aspectos populacionais basearam-se nos dados
divulgados pelo IBGE, através dos Censos Demográficos de 1980, 1991 e 2000; na
Contagem da População, em 1996 e 2007; e nas projeções demográficas (Estimativas
Populacionais) para 2005 e 2009.
Censo Populacional
O Censo Demográfico, previsto para ser realizado a cada 10 anos. Os mais
recentes foram realizados em 1980, 1991 e 2000.
Contagem da População
O ano de 2007 apresenta resultados da população residente em 1° de abril de
2007, encaminhados pelo IBGE ao Tribunal de Contas da União em 14 de novembro de
2007. Para os municípios com mais de 170.000 habitantes (Blumenau, Criciúma,
Florianópolis, Joinville e São José) não houve contagem da população e, nesses casos, foi
considerada a estimativa do IBGE para a mesma data.
Taxa Média Anual de Crescimento da População
Percentual de incremento médio anual da população residente em determinado
espaço geográfico, no período considerado. As estimativas de crescimento da população
são realizadas pelo método geométrico. Em termos técnicos, para a obtenção da taxa de
crescimento (r) subtrai-se 1 da raiz enésima do quociente entre a população final (Pt) e a
população no começo do período considerado (P0), multiplicando-se o resultado por 100,
sendo “n” igual ao número de anos no período.
Densidade Demográfica
Indica a razão entre a população de um determinado espaço geográfico e sua
área territorial. Este indicador demonstra a concentração média de habitantes por quilômetro
quadrado. A densidade demográfica regional referente ao ano de 2009 foi calculada pelo
SEBRAE/SC estabelecendo comparativos no âmbito estadual nacional.
Distribuição Populacional segundo gênero e localização
Identifica o número de habitantes em termos percentuais quanto ao sexo
(masculino e feminino) e localidade em que vive no município/região/estado (área urbana e
rural) no período 1980/2000.
Faixa Etária da População
Representa a faixa etária populacional de um determinado espaço geográfico.
Estimativa Populacional em 2009
Representa o número de habitantes que um determinado espaço geográfico
deverá possuir no referido ano. Estas estimativas foram obtidas através das Projeções
demográficas (Estimativas Populacionais) a partir de bases censitárias, elaboradas
anualmente pelo IBGE para o Tribunal de Contas da União e adotadas oficialmente pelo
país.
83
Relatório Estadual
ASPECTOS SOCIAIS
Indicadores de Desenvolvimento Humano
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)
Mede o nível de desenvolvimento humano utilizando como critérios indicadores de
educação (alfabetização e taxa de matrícula), longevidade (esperança de vida ao nascer) e
renda (PIB per capita). O IDH foi criado na década de 90, mas a sua metodologia permitiu
retornar ao tempo e, baseado nos censos populacionais de 1970 e 1980, calcular o IDH dos
municípios brasileiros com datas retroativas. O IDH combina três componentes básicos do
desenvolvimento humano:
a longevidade, que reflete, entre outras coisas, as condições de saúde da
população; medida pela esperança de vida ao nascer;
a educação; medida por uma combinação da taxa de alfabetização de
adultos e a taxa combinada de matrícula nos níveis de ensino fundamental,
médio e superior;
a renda; medida pelo poder de compra da população, baseado no PIB per
capita ajustado ao custo de vida local para torná-lo comparável entre
países e regiões, através da metodologia conhecida como paridade do
poder de compra (PPC).
O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) a um (desenvolvimento
humano total). O PNUD estabeleceu três faixas para classificar o país ou localidade:
0,000 < 0,500 baixo desenvolvimento humano
0,500 < 0,800 médio desenvolvimento humano
0,800 < 1,000 alto desenvolvimento humano
O índice tem como fonte o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento
- Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil.
Índice de Desenvolvimento Humano no Municipal (IDH-M)
Embora meçam as mesmas dimensões, os indicadores levados em conta no IDH
municipal (IDH-M) são mais adequados para avaliar as condições de núcleos sociais
menores. O IDH-M é uma síntese de três dimensões do desenvolvimento humano:
longevidade, educação e renda. Cada uma dessas dimensões é avaliada por um sub-índice
específico, e o IDH-M é calculado a partir da média aritmética desses três sub-índices.
A dimensão educação é a única avaliada por dois indicadores: taxa bruta de
frequência à escola e taxa de alfabetização. A dimensão longevidade é medida pela
esperança de vida ao nascer, e a dimensão renda pela renda domiciliar per capita. O índice
varia entre o mínimo de 0 e o máximo de 1.
Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM)
Foi construído para atender a uma das ações propostas no Mapa do
Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro. O IFDM propõe-se a suprir a inexistência de
um parâmetro para medir o desenvolvimento socioeconômico dos municípios e distingue-se
por ter periodicidade anual, recorte municipal e abrangência nacional. Os dados oficiais mais
recentes que estão disponíveis, específicos para os municípios e utilizados para medir as
três áreas (emprego e renda, educação e saúde) que compõem o índice, são de 2006.
As fontes de dados do IFDM são oficiais e sua metodologia permite a comparação
quantitativa serial e temporal dos municípios analisados, possibilitando a agregação por
estados. A comparação entre municípios ao longo do tempo mostra, com precisão, se uma
melhor posição no ranking se deveu a fatores exclusivos de um determinado município ou à
piora dos demais.
O IFDM varia numa escala de 0 (pior) a 1 (melhor) para classificar o
desenvolvimento humano do país, dos estados e dos municípios. Os critérios de análise
84
Relatório Estadual
estabelecem quatro categorias: baixo (de 0 a 0,4), regular (0,4001 a 0,6), moderado (de
0,6001 a 0,8) e alto (0,8001 a 1) desenvolvimento municipal.
Incidência de Pobreza
Segundo dados do IBGE relacionados ao Mapa de Pobreza e Desigualdade dos
Municípios Brasileiros em 2003, a pobreza absoluta é medida a partir de critérios definidos
por especialistas que analisam a capacidade de consumo das pessoas, sendo considerada
pobre aquela pessoa que não consegue ter acesso a uma cesta alimentar e de bens
mínimos necessários a sua sobrevivência.
Saúde
Taxa Bruta de Natalidade
Número de nascidos vivos, por mil habitantes, na população residente em
determinado espaço geográfico, no ano considerado.
Taxa Mortalidade Infantil
Número de óbitos de menores de um ano de idade, por mil nascidos vivos, na
população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado.
Esperança de Vida ao Nascer
Número médio de anos de vida esperados para um recém-nascido, mantido o
padrão de mortalidade existente na população residente, em determinado espaço
geográfico, no ano considerado.
Unidades de Saúde na Região
Indica o número de unidades de saúde em um determinado espaço geográfico
segundo a sua tipologia em dez/2007.
Tipologia dos Estabelecimentos de Saúde
Centro de Parto Normal - Unidade intra-hospitalar ou isolada,
especializada no atendimento da mulher no período gravídico e puerperal,
conforme especificações da PT/MS/985/99.
Centro de Saúde/Unidade Básica de Saúde - Unidade para realização de
atendimentos de atenção básica integral a uma população, de forma
programada ou não, nas especialidades básicas, podendo oferecer
assistência odontológica e de outros profissionais de nível superior. A
assistência deve ser permanente e prestada por médico generalista ou
especialista nestas áreas. Podendo ou não oferecer: SADT e Pronto
atendimento 24 Horas.
Clínica Especializada/Ambulatório de Especialidade - Clínica Especializada
destinada à assistência ambulatorial em apenas uma especialidade/área
da assistência. (Centro Psicossocial/Reabilitação etc.)
Consultório Isolado - Sala isolada destinada à prestação de assistência
médica ou odontológica ou de outros profissionais de saúde de nível
superior.
Cooperativa - Instituição civil de direito privado, constituída por membros
de determinado grupo social que objetiva desenvolver ações ou serviços
de assistência à saúde.
Farmácia - Unidade pública isolada para dispensação de medicamentos
excepcionais/alto custo.
Hospital Especializado - Hospital destinado à prestação de assistência à
saúde em uma única especialidade/área. Podendo dispor de serviço de
85
Relatório Estadual
Urgência/Emergência e SADT e/ou habilitações especiais. Geralmente de
referência regional, macrorregional ou estadual.
Hospital Geral - Hospital destinado à prestação de atendimento nas
especialidades básicas, por especialistas e/ou outras especialidades
médicas. Deve dispor também de SADT de média complexidade. Podendo
dispor de serviço de Urgência/Emergência e/ ou habilitações especiais.
Hospital Dia - Unidades especializadas no atendimento de curta duração
com caráter intermediário entre a assistência ambulatorial e a internação.
Policlínica - Unidade de saúde para prestação de atendimento ambulatorial
em várias especialidades, incluindo ou não as especialidades básicas,
podendo ainda ofertar outras especialidades não médicas. Podendo ou
não oferecer: SADT e Pronto Atendimento 24 Horas.
Posto de Saúde - Unidade destinada à prestação de assistência a uma
determinada população, de forma programada ou não, por profissional de
nível médio, com a presença intermitente ou não do profissional médico.
Pronto Socorro Especializado - Unidade destinada à prestação de
assistência em uma ou mais especialidades, a pacientes com ou sem risco
de vida, cujos agravos necessitam de atendimento imediato.
Pronto Socorro Geral - Unidade destinada à prestação de assistência a
pacientes com ou sem risco de vida, cujos agravos necessitam de
atendimento imediato. Podendo ter ou não internação.
Unidade Autorizadora de Tratamento Fora de Domicílio (TFD) Isolada Unidade autorizadora de Tratamento Fora de Domicilio, isolada de um
estabelecimento de saúde.
Unidade de Serviço de Apoio de Diagnose e Terapia - Unidades isoladas
onde são realizadas atividades que auxiliam a determinação de
diagnóstico e/ou complementam o tratamento e a reabilitação do paciente.
Unidade de Saúde da Família - Unidade pública específica para prestação
de assistência em atenção contínua programada nas especialidades
básicas e com equipe multidisciplinar para desenvolver as atividades que
atendam as diretrizes do Programa de Saúde da Família do Ministério da
Saúde. Quando a equipe funcionar em unidade não específica deverá ser
informado o Serviço/Classificação.
Unidade de Vigilância Sanitária - Unidade Operacional estruturada em
espaço físico próprio ou não, para desenvolvimento de ações
relacionadas à Vigilância Sanitária.
Unidade Mista - Unidade de saúde básica destinada à prestação de
atendimento em atenção básica e integral à saúde, de forma programada
ou não, nas especialidades básicas, podendo oferecer assistência
odontológica e de outros profissionais, com unidade de internação, sob
administração única. A assistência médica deve ser permanente e
prestada por médico especialista ou generalista. Pode dispor de
urgência/emergência e SADT básico ou de rotina. Geralmente de nível
hierárquico 5.
Unidade Móvel para Atendimento de Nível Pré-Hospitalar - Veículo
terrestre, aéreo ou aquático destinado a prestar atendimento de urgência
e emergência pré-hospitalar a paciente vítima de agravos a sua saúde
(Portaria GM/MS nº 2.048, de 05/11/2002).
Unidade Móvel Fluvial - Barco/navio equipado, como unidade de saúde,
contendo, no mínimo, um consultório médico e uma sala de curativos,
podendo ter consultório odontológico.
Unidade Móvel Terrestre - Veículo automotor equipado, especificamente,
para prestação de atendimento ao paciente.
86
Relatório Estadual
Leitos de internação
Indica o número de leitos hospitalares por especialidade existentes em
determinado espaço geográfico em dezembro de 2007.
Número de leitos hospitalares por 1.000 habitantes
Representa o número de leitos disponíveis em determinado espaço geográfico
para um grupo de 1.000 habitantes em dezembro de 2007. O cálculo é realizado através do
número de leitos disponíveis no espaço geográfico selecionado, dividido pelo total de sua
população e multiplicado por 1.000. Não existem recomendações da OMS em relação ao
número ideal de leitos para cada 1.000 habitantes. Para efeito comparativo, esse indicador
acompanha a disponibilidade de leitos para cada grupo de 1.000 habitantes no Estado de
Santa Catarina e do Brasil.
Leitos Hospitalares
Número de leitos hospitalares conveniados ou contratados pelo Sistema Único de
Saúde (SUS), por mil habitantes residentes, em determinado espaço geográfico, em
dez/2007.
Número de Profissionais na Área da Saúde
Número de profissionais de saúde em atividade, por mil habitantes, segundo
categorias, em determinado espaço geográfico, no ano considerado.
Educação
Alunos Matriculados por Dependência Administrativa
Identifica o número de alunos cuja gestão educacional está sob a
responsabilidade do governo municipal, estadual, federal ou da iniciativa privada. Esse
indicador ainda demonstra a evolução do número de alunos entre os anos de 2003 e 2007 e
sua respectiva evolução em percentual. Neste indicador não estão computados os alunos do
ensino superior.
Distribuição do Número de Alunos por Modalidade de Ensino
Indica o número de alunos por modalidade de ensino, independentemente do
caráter de subordinação de um estabelecimento de ensino (municipal, estadual, federal ou
privado) no ano de 2007.
Número de Estabelecimentos de Ensino na Região
Indica o número de estabelecimentos de ensino existentes em determinado
espaço geográfico, por modalidade ensino independente da subordinação administrativa no
período 2002/2006.
Número de Docentes na Região
Indica o número de professores que lecionam em determinado espaço geográfico
por modalidade de ensino, independente da subordinação administrativa no período
2002/2006.
Modalidades de Ensino
Creche - Instituição de assistência social que presta atendimento a
crianças de até três anos de idade, no âmbito da Educação Infantil.
Pré-escola - Modalidade da Educação Infantil que presta atendimento a
crianças de quatro a seis anos de idade.
Educação Infantil - Trata-se da primeira etapa da educação básica e tem
como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de
idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social,
complementando a ação da família e da comunidade. A educação infantil
87
Relatório Estadual
é oferecida em creches ou entidades equivalentes e pré-escolas.
Educação Básica - Compreende a educação infantil (creche e pré-escola),
ensino fundamental e ensino médio.
Ensino Fundamental - Nível de ensino obrigatório (e gratuito na escola
pública), com duração mínima de 8 (oito) anos, podendo ser organizado
em séries, ciclos ou disciplinas. Tem por objetivo a formação básica do
cidadão, mediante o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo
como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita, e do cálculo; a
compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da
tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade; o
desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a
aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e
valores; o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de
solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida
social. O ensino fundamental é presencial, sendo o ensino a distância
utilizado como complementação da aprendizagem ou em situações
emergenciais.
Fundamental Total: Ensino Fundamental de 1ª a 8ª série.
Fundamental 1ª a 4ª: Ensino Fundamental de 1ª a 4ª série.
Fundamental 5ª a 8ª: Ensino Fundamental de 5ª a 8ª série.
Ensino Médio - Nível de ensino com duração mínima de três anos. Tratase da etapa final da educação básica. Tem por finalidades a consolidação
e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino
fundamental, possibilitando o prosseguimento de estudos; a preparação
básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar
aprendendo, de modo a ser capaz de adaptar-se com flexibilidade a novas
condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores; o aprimoramento
do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o
desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico; a
compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos
produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada
disciplina.
Educação Especial - É uma modalidade de educação escolar oferecida na
rede regular de ensino ou em escolas especializadas, para educandos
portadores de necessidades especiais. A oferta de educação especial
dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de zero a seis
anos, durante a educação infantil, e o atendimento educacional é feito em
classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das
condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas
classes comuns de ensino regular.
Educação de Jovens e Adultos (EJA) - Destina-se àqueles que não
tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e
médio na idade própria. É organizada em cursos e exames supletivos,
habilitando o aluno/candidato ao prosseguimento de seus estudos em
caráter regular.
Educação Especial (Integração, sem Sala de Recursos) - Destina-se ao
atendimento escolar de alunos portadores de necessidades educativas
especiais, que frequentam salas de aula comuns da rede regular de
ensino sem a necessidade de complementação e/ou suplementação de
seus estudos por acompanhamento de professores especializados em
ambiente adequado, com equipamentos e recursos pedagógicos próprios
às necessidades educacionais desses alunos. Essa forma de atendimento
é dirigida a alunos que se encontram totalmente integrados às classes
comuns, podendo ou não contar com a colaboração de outros
88
Relatório Estadual
profissionais para auxiliá-los no processo de aprendizagem, tais como
psicólogos escolares.
Educação Especial (Integração, com Sala de Recursos) - Destina-se ao
atendimento escolar de alunos portadores de necessidades educativas
especiais, que frequentam salas de aula comuns da rede regular de
ensino, com complementação e/ou suplementação de seus estudos, feito
por acompanhamento de professores especializados em ambiente
adequado, com equipamentos e recursos pedagógicos próprios às
necessidades educacionais desses alunos.
Educação Especial (Classes Especiais) - Destina-se ao atendimento
escolar de alunos portadores de necessidades educativas especiais, com
dificuldades acentuadas de aprendizagem ou condições de comunicação
e sinalização diferentes dos demais alunos, e que requerem o
acompanhamento intenso e contínuo. As classes especiais têm caráter
transitório e são regidas por professores especializados, com o propósito
de preparar o aluno para a integração em salas comuns.
Educação Especial (Exclusivamente Educação Especial) - Destina-se à
educação escolar dirigida aos portadores de necessidades educativas
especiais, na impossibilidade de integração do educando às classes
comuns de Educação Básica regular, e é realizada em escolas
especializadas no adequado atendimento àqueles que apresentam
necessidades e condições pessoais muito diferenciadas dos demais
alunos, em função da gravidade de suas condições motoras, neurológicas
e de comunicação oral. Apresentam uma proposta pedagógica
integralmente especializada, com infraestrutura adequada e recursos
humanos (docentes,
administradores
escolares,
coordenadores
pedagógicos, psicólogos, fonoaudiólogos, orientadores educacionais) com
formação específica.
Educação Superior - Abrange os seguintes cursos e programas: cursos
sequenciais por campo de saber, de diferentes níveis de abrangência,
abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos pelas
instituições de ensino; graduação, aberto a candidatos que tenham
concluído o ensino médio ou equivalente e tenham sido classificados em
processo seletivo; pós-graduação, compreendendo programas de
mestrado e doutorado, cursos de especialização, aperfeiçoamento e
outros, aberto a candidatos diplomados em cursos de graduação e que
atendam às exigências das instituições de ensino; extensão, aberto a
candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos em cada caso pelas
instituições de ensino.
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB)
Foi criado pelo INEP em 2007 e representa a iniciativa pioneira de reunir num só
indicador dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: fluxo
escolar e média de desempenho nas avaliações. Ele agrega ao enfoque pedagógico dos
resultados das avaliações em larga escala do INEP a possibilidade de resultados sintéticos,
facilmente assimiláveis, e que permitem traçar metas de qualidade educacional para os
sistemas.
O IDEB é calculado a partir de dois componentes: taxa de rendimento escolar
(aprovação) e médias de desempenho nos exames padronizados aplicados pelo INEP. Os
índices de aprovação são obtidos a partir do Censo Escolar, realizado anualmente pelo
INEP. As médias de desempenho utilizadas são as da Prova Brasil (para IDEBS de escolas
e municípios) e do SAEB (no caso dos IDEBs dos estados e nacional).
89
Relatório Estadual
Domicílios
Condição de Ocupação dos Domicílios
Informa o número de habitantes que possuem casa própria, alugada, cedida ou
ainda outra forma de ocupação em 2000, em determinado espaço geográfico.
Segurança
Número de óbitos por causas violentas
Demonstra as causas de óbitos decorrentes de causas violentas em determinado
espaço geográfico.
Rede Socioassistencial
Informa a relação de instituições ligadas à assistência social presentes em
determinado espaço geográfico.
90
Relatório Estadual
ASPECTOS ECONÔMICOS
Produto Interno Bruto - PIB
Produto Interno Bruto - PIB
É o principal medidor do crescimento econômico de uma região, seja ela uma
cidade, um estado, um país ou mesmo um grupo de nações. Sua medida é feita a partir da
soma do valor de todos os serviços e bens produzidos na região escolhida em um período
determinado. São medidas a produção na indústria, na agropecuária, no setor de serviços, o
consumo das famílias, o gasto do governo, o investimento das empresas e a balança
comercial.
Produto Interno Bruto Per Capita
Os indicadores econômicos agregados (produto, renda, despesa) indicam os
mesmos valores para a economia de forma absoluta. Dividindo-se esse valor pela
população de um determinado espaço geográfico, obtém-se um valor médio per capita:
O valor per capita foi o primeiro indicador utilizado para analisar a qualidade de
vida em um país. Países podem ter um PIB elevado por serem grandes e terem muitos
habitantes, mas seu PIB per capita pode ser baixo, já que a renda total é dividida por muitas
pessoas, como é o caso da Índia ou da China.
Valor Adicionado Bruto a Preços Básicos – Total
Saídas de mercadorias mais prestação de serviços de transporte (frete) e de
comunicações deduzidas às entradas de mercadorias e insumos utilizados.
É o Valor Adicionado Bruto a Preços Básicos que compõem o cálculo do Produto
Interno Bruto (PIB).
Balança Comercial
Balança Comercial
Registra o resultado das transações de bens (exportações e importações) entre
um país e o resto do mundo. Caso o valor das exportações supere o das importações, a
balança comercial apresenta um superávit. Caso o contrário ocorra, tem-se um déficit da
balança comercial. O saldo da balança comercial é utilizado no cálculo do Balanço de
Pagamentos.
Exportações
Vendas de bens e serviços de um país em outro.
Importações
Bens e serviços produzidos no exterior e vendidos internamente.
Critérios de Mensuração
Segundo definição da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), para a Unidade
da Federação, o critério para o cômputo das exportações leva em conta o estado produtor
da mercadoria, independentemente de onde está localizada a empresa exportadora. Já no
critério para as exportações por municípios leva-se em conta o domicílio fiscal da empresa
exportadora, ou seja, os produtos contabilizados são de empresas com sede no município
independente de onde a mercadoria foi produzida.
91
Relatório Estadual
Empresas e Empregos
Empresas/Estabelecimentos
Apresenta, segundo dados da RAIS, valores absolutos do contingente de
empresas/estabelecimentos formais em determinado espaço geográfico no ano
considerado. Os números apresentados ao longo do documento consideram todos os
estabelecimentos, sejam eles empregadores em 31/12 ou não.
O estudo apresentado também avaliou a representatividade chamada RAIS
Negativa, composta dos estabelecimentos que não tiveram vínculos ao longo do ano.
Número de Empregos
O número de empregos (postos de trabalho) corresponde ao total de vínculos
empregatícios ativos, é diferente do número de pessoas empregadas, pois um mesmo
indivíduo pode estar ocupando mais de um posto de trabalho na data de referência – 31/12.
Como vínculo empregatício entende-se a relação de emprego mantida com o
empregador durante o ano-base e que se estabelece sempre que ocorrer trabalho
remunerado com submissão hierárquica ao empregador e horário pré-estabelecido por este.
Esta relação pode ser regida pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) ou pelo Regime
Jurídico Único, no caso de empregado estatutário.
Taxa de criação de empresas e empregos
Representa o percentual de incremento médio anual de empresas e empregos em
determinado espaço geográfico, no período considerado. As taxas médias de criação de
empresas e empregos são realizadas pelo método geométrico. Em termos técnicos, para a
obtenção da taxa de crescimento (r) subtrai-se 1 da raiz enésima do quociente entre a
número de empresas ou empregos final (Et) e o número de empresas ou empregos no
começo do período considerado (E0), multiplicando-se o resultado por 100, sendo “n” igual
ao número de anos no período.
A taxa acumulada de criação de empresas e empregos considera o percentual de
incremento acumulado entre o período final e inicial analisado.
Porte empresarial
A caracterização do porte empresarial utilizou como critério a classificação por
número de funcionários, utilizada pelo Sistema SEBRAE. Optou-se pela utilização do critério
de classificação por número de funcionários em razão das informações sobre o
enquadramento do porte não estarem disponíveis pelo critério de faturamento. O presente
critério não possui fundamentação legal. Para fins legais, vale o previsto na legislação do
Simples (Lei 123 de 15 de dezembro de 2006). Os critérios para o enquadramento do porte
estão dispostos conforme a tabela a seguir.
Porte empresarial, segundo o número de funcionários
Agropecuária, Comércio e
Porte
Indústria
Serviços
Microempresa (ME)
Até 19
Até 9
Pequena empresa (PE)
De 20 a 99
De 10 a 49
Média empresa (MDE)
De 100 a 499
De 50 a 99
Grande empresa (GE)
Acima de 499
Acima de 99
Setores produtivos
Primário – Compreende a Agricultura, pecuária, produção floresta, pesca
e aquicultura.
Secundário – Compreende ao setor industrial,
Terciário – Abrange as atividades relacionadas ao comércio e prestação
de serviços. Visando uma melhor estratificação o comércio foi separado
do setor de serviços.
92
Relatório Estadual
Quociente Locacional - QL
O Quociente Locacional é um indicador largamente adotado, tanto na literatura de
economia regional como em estudos destinados a ações governamentais, principalmente
em âmbito estadual. É adequado para regiões de porte médio, nas quais os resultados
obtidos são coerentes, pois para regiões menores ou maiores, os resultados são distorcidos,
dado que:
Em uma região de pequeno porte, a presença de uma única empresa de
porte considerável produz um indicador alto para o setor em que atua,
sem que haja uma concentração de empresas conforme a conceituação
de cluster;
Em uma região de grande porte, dada a grande capacidade produtiva
instalada, mesmo que haja uma concentração industrial importante em
determinado setor, o QL resultante pode ser baixo.
O objetivo do Quociente Locacional é comparar duas estruturas setoriasespaciais. Assim, o quociente é dado pela razão entre a atividade produtiva em estudo e a
atividade produtiva de referência. A atividade produtiva pode ser medida, entre outros, por
índices de emprego, valor da produção e valor adicionado. O QL foi calculado conforme é
apresentado a seguir.
E
E
Q L ij=
E
ij
i•
•j
=
Q u o c ie n te lo c a c io n a l d o s e to r
i n a r e g iã o j;
E ••
onde: E
ij
E
i•
= e m p r e s a s n o s e to r i d a r e g iã o j;
=
Σ
i
E
ij
= e m p r e s a s e m to d o s o s
s e to r e s d a r e g iã o j;
E
•j
=
Σ
j
E
ij
= e m p r e s a s n o s e to r i e m
to d a s a s r e g iõ e s ;
E ••=
Σ
Σ
i
j
E
ij
= e m p r e s a s e m to d o s
o s s e to r e s d e to d a s a s r e g iõ e s
Se o valor do quociente for menor do que um, a atividade econômica é menos
concentrada na região do que em nível estadual. Se for maior do que um, a atividade
econômica é mais concentrada na região do que em nível estadual.
Valor Adicionado Fiscal (VAF)
Valor Adicionado Fiscal (VAF)
Na contabilidade pública e de acordo com o Art. 3°, parágrafo 1°, da Lei
Complementar Federal n° 63/90, para efeito do cálculo do Fundo de Participação dos
Municípios o valor adicionado corresponderá, para cada município, ao valor das
mercadorias saídas, acrescido do valor das prestações de serviços, no seu território,
deduzido o valor das mercadorias entradas, em cada ano civil. Neste estudo foram
realizados comparativos da evolução deste indicador ao longo do período de 2003 a 2007.
Paralelamente foram detalhados os 20 grupos de atividades econômicas (CNAE versão 2.0)
mais representativas frente ao indicador no ano de 2007.
93
Relatório Estadual
Renda da População
Renda per capita
É a razão da somatória das rendas das pessoas ocupadas ou beneficiárias de
transferências governamentais, ou beneficiários de outras rendas, independentemente de
sua origem e fonte pagadora pelo número de habitantes de determinado espaço geográfico.
Geralmente a renda per capita é inferior à renda média.
Salários Médios
Representa a média dos salários pagos aos empregados, segundo as seções da
CNAE versão 2.0. Os valores apresentados têm como referência o ano de 2008.
Setor Primário
Informa os principais produtos agrícolas, criações e produtos de origem animal do
em determinado espaço geográfico.
Lavoura Temporária
Informa a produção, a área plantada e o valor da produção dos principais produtos
das lavouras temporárias em determinado espaço geográfico nos anos de 2003 e 2007,
assim como sua respectiva evolução.
Lavoura Permanente
Informa a produção, a área plantada e o valor da produção dos principais produtos
das lavouras permanentes em determinado espaço geográfico nos anos de 2003 e 2007,
assim como sua respectiva evolução.
Efetivo do Rebanho
Informa o rebanho de um determinado espaço geográfico segundo a sua tipologia
e em número de cabeças nos anos de 2003 e 2007, assim como sua respectiva evolução.
Produtos de origem animal
Informa os principais produtos de origem animal produzidos em determinado
espaço geográfico nos anos de 2003 e 2007, assim como sua respectiva evolução.
Finanças Públicas
Receita
Registra o montante das receitas em determinado espaço geográfico segundo
suas fontes de origem. Os valores monetários registrados nesta tabela estão atualizados
para 01 de janeiro de 2009, pela variação do IGP-DI. Para a atualização foram utilizados os
índices 1,422110734310; 1,305403370103; 1,223769470739; 1,204339409793 e
1,146724278000 para atualização dos valores dos anos de 2003, 2004, 2005, 2006 e 2007,
respectivamente.
Receita Corrente - Registra o valor total da arrecadação das receitas
tributária, de contribuições, patrimoniais, agropecuárias, industriais, de
serviços, as transferências correntes e outras receitas correntes.
IPTU - Valor total da arrecadação de imposto sobre a propriedade predial
e territorial urbana, de competência municipal. Tem como fato gerador a
propriedade, o domínio útil ou a posse de bem imóvel por natureza ou por
acessão física, como definido na lei civil, localizado na zona urbana do
município. (Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional Portaria Nº 180, de 21 de maio de 2001, alterações contempladas na
Portaria Nº 326, de 27/08/2001);
IRRF - Imposto de Renda Retido nas Fontes sobre os Rendimentos do
94
Relatório Estadual
Trabalho: Registra o valor da arrecadação de receita do Imposto de
Renda sobre pagamento de salários, inclusive adiantamentos de salários
a qualquer título, indenizações sujeitas à tributação, ordenados,
vencimentos, proventos de aposentadoria, reserva ou reforma, pensões
civis ou militares, soldos, pró labore, remuneração indireta, retirada,
vantagens, subsídios, comissões, corretagens, benefícios da previdência
social e privada (renda mensal), honorários, direitos autorais e
remunerações por quaisquer outros serviços prestados, inclusive as
relativas a empreitadas de obras exclusivamente de trabalho e as
decorrentes de fretes e carretos em geral;
ISS - Registra o valor total da arrecadação de imposto sobre serviços de
qualquer natureza de competência dos municípios. Tem como fato
gerador a prestação, por empresa ou profissional autônomo, com ou sem
estabelecimento fixo, de serviços constantes em lista própria;
ITBI - Valor total da arrecadação de imposto sobre transmissão "intervivos" de bens imóveis e de direitos reais sobre imóveis de competência
municipal, incide sobre o valor venal dos bens ou direitos transmitidos ou
cedidos. Tem o fato gerador no momento da lavradura do instrumento ou
ato que servir de título às transmissões ou às cessões;
Taxas - Valor total das receitas de taxas cobradas pelos municípios, no
âmbito de suas respectivas atribuições. Tem como fato gerador o
exercício regular do poder de polícia, ou a utilização, efetiva ou potencial,
de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou
postos à sua disposição;
Contribuição de Melhoria - Valor total das receitas de taxas cobradas
pelos municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições. Tem como
fato gerador o exercício regular do poder de polícia, ou a utilização, efetiva
ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao
contribuinte ou postos à sua disposição.
Receita de Contribuições - Valor total da arrecadação da receita de
contribuições sociais. Compete exclusivamente à União instituir
contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de
interesse das categorias profissionais ou econômicas, como instrumento
de intervenção nas respectivas áreas. Os Estados, o Distrito Federal e os
Municípios poderão instituir contribuição, cobrada de seus servidores,
para o custeio, em benefício destes, de sistemas de previdência e
assistência social.
Receita Patrimonial - Valor total da arrecadação da receita patrimonial
referente ao resultado financeiro da fruição do patrimônio, seja decorrente
de bens imobiliários ou mobiliários, seja de participação societária.
Receita Agropecuária - Valor total da arrecadação da receita de produção
vegetal, animal, derivados e outros. Receitas decorrentes das seguintes
atividades ou explorações agropecuárias:
a) agricultura (cultivo do solo), inclusive hortaliças e flores;
b) pecuária (criação, recriação ou engorda de gado e de animais de
pequeno porte);
c) atividades de beneficiamento ou transformação de produtos
agropecuários em instalações existentes nos próprios
estabelecimentos (excetuam-se as usinas de açúcar, fábricas de
polpa, de madeira, serrarias e unidades industriais com produção
licenciada, que são classificadas como industriais).
Receita Industrial - Valor total da arrecadação da receita da indústria de
extração mineral, de transformação, de construção e outros, proveniente
das atividades industriais definidas como tais pela Fundação Instituto
95
Relatório Estadual
Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.
Receita de Serviços - Valor total da arrecadação da receita originária da
prestação de serviços, tais como atividades comerciais, financeiras, de
transporte, de comunicação, de saúde, de armazenagem, de serviços
científicos e tecnológicos, de metrologia, agropecuários etc.
Transferências Correntes - Valor dos recursos recebidos de outras
pessoas de direito público ou privado, independente de contraprestação
direta de bens e serviços.
ICMS - Valor da arrecadação de receita de transferência da participação
de municípios na arrecadação do Imposto sobre a Circulação de
Mercadorias e Prestação de Serviços - ICMS, pelo estado.
FPM - Valor total das receitas recebidas através de cota-parte do fundo de
participação dos municípios.
Outras Transferências e Deduções Fundef/Fundeb - Representa o total
dos recursos orçamentários arrecadados com as transferências correntes
das Cotas do ITR, IPI/Exportação, IPVA, Desoneração do ICMS e Outras
Transferências Correntes, menos o valor repassado pelo município ao
FUNDEF, e mais as Transferências Multigovernamentais do FUNDEF.
Outras Receitas Correntes - Valor total da arrecadação de outras receitas
correntes, tais como multas, juros, restituições, indenizações, receita da
dívida ativa, aplicações financeiras e outras.
Receita de Capital - Registra o valor total da categoria econômica que
compreende as operações de crédito, alienação de bens, amortização de
empréstimos, transferências de capital e outras receitas de capital.
Operações de Crédito - Valor total da receita decorrente da colocação de
títulos públicos ou de empréstimos obtidos junto a entidades estatais ou
particulares internas ou externas.
Alienação de Bens - Valor total da receita decorrente da alienação de
bens móveis e imóveis.
Amortização de Empréstimos - Valor total da receita relativa à
amortização de empréstimos concedidos em títulos.
Transferências de Capital - Valor total das transferências de capital
(transferências inter e intragovernamentais, instituições privadas, ao
exterior e a pessoas), tendo por finalidade concorrer para a formação de
um bem de capital, estando vinculadas à constituição ou aquisição do
mesmo.
Outras Receitas de Capital - Valor total arrecadado com outras receitas
vinculadas ao acréscimo patrimonial da unidade. Encontram-se no
desdobramento desse título a integralização do capital social, os saldos
de exercícios anteriores e as outras receitas.
Receita Orçamentária Per Capita
Receita orçamentária dividida pela população de determinado espaço geográfico.
Média Estadual da Receita Per Capita
Somatório da Receita Total "Per Capita" de todos os municípios, dividido por 293
(número de municípios do Estado).
Receita Própria Per Capita
Receita própria dividida pela de determinado espaço geográfico.
Média Estadual da Receita Própria Per Capita
Somatório da Receita Própria "Per Capita" de todos os municípios dividido por 293
(número de municípios do Estado).
96
Relatório Estadual
INFRAESTRUTURA
Energia Elétrica
Número de Consumidores e Consumo de Energia Elétrica
Indica o consumo em kW/h e o número de consumidores no período de 2004 a
2008, em determinado espaço geográfico e no estado de Santa Catarina, assim como o
consumo per capita de energia elétrica e as respectivas evoluções no período em
percentual. É identificado também o perfil das unidades consumidoras de determinado
espaço geográfico em 2008. Os dados estão restritos às unidades consumidoras atendidas
pelas Centrais Elétricas de Santa Catarina SA – CELESC.
Abastecimento de Água e Saneamento
Indicadores de Abastecimento de Água e Saneamento
Informa os principais indicadores de abastecimento de água tratada para a
população, assim como sua existência ou não, de sistema de saneamento e suas
características básicas.
Meios de Comunicação
Principais Meios de Comunicação
Informa os principais meios de comunicação a que a população de determinado
espaço geográfico possui acesso. Rádios (AM e FM), Jornais, TVs e Agências de Correios.
Frota
Frota de Veículos
Através de dados do Departamento Nacional de Trânsito, este indicador procura
demonstrar a evolução da frota de veículos em determinado espaço geográfico entre os
anos de 2004 e 2008, segundo a tipologia do veículo.
Automóvel - veículo automotor destinado ao transporte de passageiros,
com capacidade para até oito pessoas, exclusive o condutor.
Bonde - veículo de propulsão elétrica que se move sobre trilhos.
Caminhão - veículo automotor destinado ao transporte de carga, com
carroçaria e peso bruto total superior a 3500 Kg.
Caminhão Trator - veículo automotor destinado a tracionar ou arrastar
outro.
Caminhonete - veículo automotor destinado ao transporte de carga, com
peso bruto total de até 3.500 Kg.
Camioneta - veículo automotor, misto, com quatro rodas, com carroçaria,
destinado ao transporte simultâneo ou alternativo de pessoas e carga no
mesmo compartimento.
Chassi Plataforma - veículo inacabado, com equipamento que permita seu
deslocamento em vias de rolamento, preparado para receber carroçaria
de ônibus.
Ciclomotor - veículo de duas ou três rodas, provido de um motor de
combustão interna cuja cilindrada não exceda a 50 cm3 (3,05 polegadas
cúbicas) e cujo micro-ônibus - velocidade máxima de fabricação não
exceda a 50 Km/h.
Micro-ônibus - veículo automotor de transporte coletivo com capacidade
para até 20 passageiros.
97
Relatório Estadual
Motocicleta - veículo automotor de duas rodas, com ou sem side-car,
dirigido em posição montada.
Motoneta - veículo automotor de duas rodas, dirigido por condutor em
posição sentada.
Ônibus - veículo automotor de transporte coletivo com capacidade para
mais de 20 passageiros, ainda que, em virtude de adaptações com vista a
maior comodidade destes, transporte número menor.
Quadriciclo - veículo de estrutura mecânica igual às motocicletas,
possuindo eixos dianteiro e traseiro, dotados de quatro rodas.
Reboque - veículo destinado a ser engatado atrás de um veículo
automotor.
Semirreboque - veículo de um ou mais eixos que se apoia na sua unidade
tratora ou é a ela ligado por meio de articulação.
Side-car - carro ou caçamba provido de uma roda acoplada na lateral da
motocicleta.
Outros - argumento que não se enquadra em nenhuma definição
estabelecida.
Trator esteira - trator que se movimenta por meio de esteira.
Trator rodas - trator que se movimenta sobre rodas, podendo ter chassi
rígido ou articulado.
Triciclo - veículo rodoviário automotor de estrutura mecânica igual à
motocicleta, dotado de três rodas.
Utilitário - veículo misto caracterizado pela versatilidade do seu uso,
inclusive fora da estrada.
98
Relatório Estadual
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
ADJORI – Associação dos Jornais do Interior de Santa Catarina
AMPE – Associação das Micro e Pequenas Empresas
ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações
ASSPLAN – Assessoria de Planejamento do SEBRAE/SC
BACEN – Banco Central do Brasil
BADESC – Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina S/A
CadÚnico – Cadastro Único para Programas Sociais
CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados
CDL – Câmara de Dirigentes Lojistas
CELESC – Centrais Elétricas de Santa Catarina
CIASC – Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina
CNAE – Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNES – Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde
DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito
DEPLA – Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior
ECINF – Economia Informal Urbana
EDUDATA – Sistema de Estatísticas Educacionais
FECAM – Federação Catarinense de Municípios
FIESC – Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina
FIRJAN – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro
FOB – Free On Board
FPM – Fundo de Participação dos Municípios
FUNDEB – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação
FUNDEF – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental
GAE – Grupo de Atividade Econômica
GE – Grande Empresa
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços
IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
IDF – Índice de Desenvolvimento Familiar
IDH – Índice de Desenvolvimento Humano
IFDM – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal
INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira
IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano
IRRF – Imposto de Renda Retido na Fonte
ISS – Imposto Sobre Serviços
ITBI – Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis
MDE – Média Empresa
MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
MDS – Ministério do Desenvolvimento Social
ME – Microempresa
MTE – Ministério do Trabalho e Emprego
99
Relatório Estadual
PAA – Posto Avançado de Atendimento
PAB – Posto de Atendimento Bancário
PAE – Posto de Atendimento Bancário Eletrônico
PAP – Posto Bancário de Arrecadação e Pagamento
PAT – Posto de Atendimento Transitório
PE – Pequena Empresa
PEA – População Economicamente Ativa
PIB – Produto Interno Bruto
PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento
QL – Quociente Locacional
RAIS – Relação Anual de Informações Sociais
SANTUR – Santa Catarina Turismo S/A
SC – Santa Catarina (o estado de)
SDR – Secretaria de Desenvolvimento Regional
SEBRAE – Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas
SECEX – Secretaria de Comércio Exterior
SIM – Sistema de Informações sobre Mortalidade
SINASC – Sistema de Informações de Nascidos Vivos
SISTEC – Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica
SUAS – Sistema Único de Assistência Social
SUS – Sistema Único de Saúde
TI – Tecnologia da Informação
VAB – Valor Adicionado Bruto
VAF – Valor Adicionado Fiscal
CONVENÇÕES ESTATÍSTICAS
... Dado numérico não disponível
– Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento
100
Relatório Estadual
101
Relatório Estadual
APÊNDICE A Relação das Coordenadorias Regionais e municípios
integrantes
102
Relatório Estadual
Coordenadoria Regional Extremo Oeste
Anchieta; Bandeirante; Barra Bonita; Belmonte; Caibi; Cunha Porã;
Descanso; Dionísio Cerqueira; Flor do Sertão; Guaraciaba; Guarujá
do Sul; Iporã do Oeste; Iraceminha; Itapiranga; Maravilha; Mondaí;
Palma Sola; Palmitos; Paraíso; Princesa; Riqueza; Romelândia;
Santa Helena; Santa Terezinha do Progresso; São João do Oeste;
São José do Cedro; São Miguel da Boa Vista; São Miguel do
Oeste; Tigrinhos; Tunápolis.
Coordenadoria Regional Foz do Itajaí
Balneário Camboriú; Balneário Piçarras; Bombinhas; Botuverá;
Brusque; Camboriú; Canelinha; Guabiruba; Ilhota; Itajaí; Itapema;
Leoberto Leal; Luiz Alves; Major Gercino; Navegantes; Nova
Trento; Penha; Porto Belo; São João Batista; Tijucas.
Coordenadoria Regional Grande Florianópolis
Águas Mornas; Alfredo Wagner; Angelina; Anitápolis; Antônio
Carlos; Biguaçu; Florianópolis; Garopaba; Governador Celso
Ramos; Palhoça; Paulo Lopes; Rancho Queimado; Santo Amaro da
Imperatriz; São Bonifácio; São José; São Pedro de Alcântara.
Coordenadoria Regional Meio Oeste
Água Doce; Arroio Trinta; Caçador; Calmon; Capinzal; Catanduvas;
Erval Velho; Fraiburgo; Herval d'Oeste; Ibiam; Ibicaré; Iomerê; Ipira;
Jaborá; Joaçaba; Lacerdópolis; Lebon Régis; Luzerna; Macieira;
Matos Costa; Ouro; Peritiba; Pinheiro Preto; Piratuba; Rio das
Antas; Salto Veloso; Tangará; Timbó Grande; Treze Tílias; Vargem
Bonita; Videira; Zortéa.
Coordenadoria Regional Norte
Araquari; Balneário Barra do Sul; Barra Velha; Bela Vista do Toldo;
Campo Alegre; Canoinhas; Corupá; Garuva; Guaramirim;
Irineópolis; Itaiópolis; Itapoá; Jaraguá do Sul; Joinville; Mafra; Major
Vieira; Massaranduba; Monte Castelo; Papanduva; Porto União; Rio
Negrinho; São Bento do Sul; São Francisco do Sul; São João do
Itaperiú; Schroeder; Três Barras.
Coordenadoria Regional Oeste
Abelardo Luz; Águas de Chapecó; Águas Frias; Alto Bela Vista;
Arabutã; Arvoredo; Bom Jesus; Bom Jesus do Oeste; Campo Erê;
Caxambu do Sul; Chapecó; Concórdia; Cordilheira Alta; Coronel
Freitas; Coronel Martins; Cunhataí; Entre Rios; Faxinal dos Guedes;
Formosa do Sul; Galvão; Guatambu; Ipuaçu; Ipumirim; Irani; Irati;
Itá; Jardinópolis; Jupiá; Lajeado Grande; Lindóia do Sul; Marema;
Modelo; Nova Erechim; Nova Itaberaba; Novo Horizonte; Ouro
Verde; Paial; Passos Maia; Pinhalzinho; Planalto Alegre; Ponte Serrada; Presidente Castelo
Branco; Quilombo; Saltinho; Santiago do Sul; São Bernardino; São Carlos; São Domingos;
São Lourenço d'Oeste; Saudades; Seara; Serra Alta; Sul Brasil; União do Oeste; Vargeão;
Xanxerê; Xavantina; Xaxim.
103
Relatório Estadual
Coordenadoria Regional Serra Catarinense
Abdon Batista; Anita Garibaldi; Bocaina do Sul; Bom Jardim da
Serra; Bom Retiro; Brunópolis; Campo Belo do Sul; Campos
Novos; Capão Alto; Celso Ramos; Cerro Negro; Correia Pinto;
Curitibanos; Frei Rogério; Lages; Monte Carlo; Otacílio Costa;
Painel; Palmeira; Ponte Alta; Ponte Alta do Norte; Rio Rufino;
Santa Cecília; São Cristóvão do Sul; São Joaquim; São José do
Cerrito; Urubici; Urupema; Vargem.
Coordenadoria Regional Sul
Araranguá; Armazém; Balneário Arroio do Silva; Balneário Gaivota;
Braço do Norte; Capivari de Baixo; Cocal do Sul; Criciúma; Ermo;
Forquilhinha; Grão Pará; Gravatal; Içara; Imaruí; Imbituba; Jacinto
Machado; Jaguaruna; Laguna; Lauro Muller; Maracajá; Meleiro;
Morro da Fumaça; Morro Grande; Nova Veneza; Orleans; Passo de
Torres; Pedras Grandes; Praia Grande; Rio Fortuna; Sangão; Santa
Rosa de Lima; Santa Rosa do Sul; São João do Sul; São Ludgero;
São Martinho; Siderópolis; Sombrio; Timbé do Sul; Treviso; Treze de Maio; Tubarão; Turvo;
Urussanga.
Coordenadoria Regional Vale do Itajaí
Agrolândia; Agronômica; Apiúna; Ascurra; Atalanta; Aurora;
Benedito Novo; Blumenau; Braço do Trombudo; Chapadão do
Lageado; Dona Emma; Doutor Pedrinho; Gaspar; Ibirama; Imbuia;
Indaial; Ituporanga; José Boiteux; Laurentino; Lontras; Mirim Doce;
Petrolândia; Pomerode; Pouso Redondo; Presidente Getúlio;
Presidente Nereu; Rio do Campo; Rio do Oeste; Rio do Sul; Rio
dos Cedros; Rodeio; Salete; Santa Terezinha; Taió; Timbó;
Trombudo Central; Vidal Ramos; Vítor Meireles; Witmarsum.
104
Relatório Estadual
APÊNDICE B Relação de empresas do estado, segundo o porte e representatividade
105
Relatório Estadual
Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0
Grupo 011 - Produção de lavouras temporárias
Grupo 012 - Horticultura e floricultura
Grupo 013 - Produção de lavouras permanentes
Grupo 014 - Produção de sementes e mudas certificadas
Grupo 015 - Pecuária
Grupo 016 - Atividades de apoio à agricultura e à pecuária; atividades de pós colheita
Grupo 017 - Caça e serviços relacionados
Grupo 021 - Produção florestal - florestas plantadas
Grupo 022 - Produção florestal - florestas nativas
Grupo 023 - Atividades de apoio à produção florestal
Grupo 031 - Pesca
Grupo 032 - Aqüicultura
Grupo 050 - Extração de carvão mineral
Grupo 060 - Extração de petróleo e gás natural
Grupo 071 - Extração de minério de ferro
Grupo 072 - Extração de minerais metálicos não ferrosos
Grupo 081 - Extração de pedra, areia e argila
Grupo 089 - Extração de outros minerais não metálicos
Grupo 091 - Atividades de apoio à extração de petróleo e gás natural
Grupo 099 - Atividades de apoio à extração de minerais, exceto petróleo e gás natural
Grupo 101 - Abate e fabricação de produtos de carne
Grupo 102 - Preservação do pescado e fabricação de produtos do pescado
Grupo 103 - Fabricação de conservas de frutas, legumes e outros vegetais
Grupo 104 - Fabricação de óleos e gorduras vegetais e animais
Grupo 105 - Laticínios
Grupo 106 - Moagem, fabricação de produtos amiláceos e de alimentos para animais
Grupo 107 - Fabricação e refino de açúcar
Grupo 108 - Torrefação e moagem de café
Grupo 109 - Fabricação de outros produtos alimentícios
Grupo 111 - Fabricação de bebidas alcoólicas
Grupo 112 - Fabricação de bebidas não alcoólicas
Grupo 121 - Processamento industrial do fumo
Grupo 122 - Fabricação de produtos do fumo
Grupo 131 - Preparação e fiação de fibras têxteis
Grupo 132 - Tecelagem, exceto malha
Grupo 133 - Fabricação de tecidos de malha
Grupo 134 - Acabamentos em fios, tecidos e artefatos têxteis
Grupo 135 - Fabricação de artefatos têxteis, exceto vestuário
ME
1.809
276
1.067
47
2.185
1.797
1
1.126
82
470
311
135
75
4
3
18
492
99
8
20
614
95
332
13
558
568
23
27
2.181
197
74
16
46
94
215
328
778
867
106
PE
91
43
97
1
190
74
102
5
47
65
2
9
1
1
28
11
2
3
59
15
14
2
42
96
2
123
15
15
2
3
24
33
36
83
89
Empresas - 2008
MDE
6
1
14
19
5
13
5
7
1
5
25
1
2
2
8
12
12
1
2
2
1
19
8
18
19
22
GE
2
18
7
4
4
6
3
3
22
4
2
2
2
6
2
1
9
Total
1.908
320
1.196
48
2.401
1.880
1
1.245
87
528
386
138
92
5
3
19
520
110
10
23
720
115
348
19
608
676
23
29
2.318
213
91
20
50
139
262
384
881
987
Representatividade
Estadual
Nacional
0,51%
2,41%
0,09%
4,02%
0,32%
2,53%
0,01%
3,61%
0,64%
1,34%
0,50%
4,35%
0,00%
4,00%
0,33%
12,55%
0,02%
4,88%
0,14%
14,29%
0,10%
18,53%
0,04%
4,33%
0,02%
15,31%
0,00%
1,26%
0,00%
0,51%
0,01%
1,40%
0,14%
4,27%
0,03%
3,54%
0,00%
2,11%
0,01%
3,01%
0,19%
10,36%
0,03%
18,49%
0,09%
9,68%
0,01%
2,43%
0,16%
4,98%
0,18%
6,74%
0,01%
3,29%
0,01%
1,17%
0,62%
7,13%
0,06%
5,09%
0,02%
4,47%
0,01%
21,74%
0,01%
9,71%
0,04%
7,93%
0,07%
17,79%
0,10%
22,12%
0,24%
24,15%
0,26%
10,25%
QL
0,46
0,77
0,48
0,69
0,26
0,83
0,76
2,39
0,93
2,73
3,53
0,83
2,92
0,24
0,10
0,27
0,81
0,68
0,40
0,57
1,98
3,53
1,85
0,46
0,95
1,29
0,63
0,22
1,36
0,97
0,85
4,15
1,85
1,51
3,39
4,22
4,60
1,95
Relatório Estadual
Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0
Grupo 141 - Confecção de artigos do vestuário e acessórios
Grupo 142 - Fabricação de artigos de malharia e tricotagem
Grupo 151 - Curtimento e outras preparações de couro
Grupo 152 - Fabricação de artigos para viagem e de artefatos diversos de couro
Grupo 153 - Fabricação de calçados
Grupo 154 - Fabricação de partes para calçados, de qualquer material
Grupo 161 - Desdobramento de madeira
Grupo 162 - Fabricação de produtos de madeira, cortiça e material trançado, exceto móveis
Grupo 171 - Fabricação de celulose e outras pastas para a fabricação de papel
Grupo 172 - Fabricação de papel, cartolina e papel cartão
Grupo 173 - Fabricação de embalagens de papel, cartolina, papel cartão e papelão ondulado
Grupo 174 - Fabricação de produtos diversos de papel, cartolina, papel cartão e papelão ondulado
Grupo 181 - Atividade de impressão
Grupo 182 - Serviços de pré-impressão e acabamentos gráficos
Grupo 183 - Reprodução de materiais gravados em qualquer suporte
Grupo 191 - Coquerias
Grupo 192 - Fabricação de produtos derivados do petróleo
Grupo 193 - Fabricação de biocombustíveis
Grupo 201 - Fabricação de produtos químicos inorgânicos
Grupo 202 - Fabricação de produtos químicos orgânicos
Grupo 203 - Fabricação de resinas e elastômeros
Grupo 204 - Fabricação de fibras artificiais e sintéticas
Grupo 205 - Fabricação de defensivos agrícolas e desinfestantes domissanitários
Grupo 206 - Fabricação de sabões, detergentes, produtos de limpeza, cosméticos, produtos de
perfumaria e de higiene pessoal
Grupo 207 - Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes, lacas e produtos afins
Grupo 209 - Fabricação de produtos e preparados químicos diversos
Grupo 211 - Fabricação de produtos farmoquímicos
Grupo 212 - Fabricação de produtos farmacêuticos
Grupo 221 - Fabricação de produtos de borracha
Grupo 222 - Fabricação de produtos de material plástico
Grupo 231 - Fabricação de vidro e de produtos do vidro
Grupo 232 - Fabricação de cimento
Grupo 233 - Fabricação de artefatos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso e materiais
semelhantes
Grupo 234 - Fabricação de produtos cerâmicos
Grupo 239 - Aparelhamento de pedras e fabricação de outros produtos de minerais não metálicos
Grupo 241 - Produção de ferro gusa e de ferroligas
Grupo 242 - Siderurgia
Grupo 243 - Produção de tubos de aço, exceto tubos sem costura
ME
10.137
285
44
236
588
57
2.157
2.472
19
48
194
243
837
391
21
12
19
14
70
42
20
7
12
PE
791
27
2
10
60
1
90
208
6
15
37
27
34
18
3
2
4
2
5
1
-
Empresas - 2008
MDE
98
8
1
2
13
18
38
17
10
7
2
1
3
1
1
GE
14
3
1
1
6
3
3
-
Total
11.040
323
48
248
662
58
2.265
2.724
25
83
244
277
873
410
21
15
21
14
77
44
25
9
13
Representatividade
Estadual
Nacional
2,95%
11,36%
0,09%
7,43%
0,01%
3,11%
0,07%
4,36%
0,18%
3,68%
0,02%
3,67%
0,60%
15,05%
0,73%
16,26%
0,01%
10,96%
0,02%
15,26%
0,07%
9,68%
0,07%
7,33%
0,23%
6,41%
0,11%
2,98%
0,01%
3,23%
0,00%
51,72%
0,01%
5,37%
0,00%
1,78%
0,02%
4,23%
0,01%
4,23%
0,01%
5,79%
0,00%
6,29%
0,00%
3,76%
276
15
2
-
293
0,08%
4,47%
0,85
137
201
8
58
234
1.139
58
4
11
15
1
5
28
200
14
2
5
7
3
9
62
4
1
7
-
153
223
9
66
271
1.408
76
7
0,04%
0,06%
0,00%
0,02%
0,07%
0,38%
0,02%
0,00%
8,72%
5,64%
2,69%
4,20%
6,41%
7,66%
6,91%
2,17%
1,66
1,08
0,51
0,80
1,22
1,46
1,32
0,41
QL
2,17
1,42
0,59
0,83
0,70
0,70
2,87
3,10
2,09
2,91
1,85
1,40
1,22
0,57
0,62
9,86
1,02
0,34
0,81
0,81
1,10
1,20
0,72
1.248
83
7
-
1.338
0,36%
8,99%
1,71
981
549
12
33
12
110
15
1
2
4
22
1
2
-
4
2
1.117
565
13
37
18
0,30%
0,15%
0,00%
0,01%
0,00%
9,36%
5,77%
2,25%
3,79%
4,08%
1,78
1,10
0,43
0,72
0,78
107
Relatório Estadual
Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0
Grupo 244 - Metalurgia dos metais não ferrosos
Grupo 245 - Fundição
Grupo 251 - Fabricação de estruturas metálicas e obras de caldeiraria pesada
Grupo 252 - Fabricação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras
Grupo 253 - Forjaria, estamparia, metalurgia do pó e serviços de tratamento de metais
Grupo 254 - Fabricação de artigos de cutelaria, de serralheria e ferramentas
Grupo 255 - Fabricação de equipamento bélico pesado, armas de fogo e munições
Grupo 259 - Fabricação de produtos de metal não especificados anteriormente
Grupo 261 - Fabricação de componentes eletrônicos
Grupo 262 - Fabricação de equipamentos de informática e periféricos
Grupo 263 - Fabricação de equipamentos de comunicação
Grupo 264 - Fabricação de aparelhos de recepção, reprodução, gravação e amplificação de áudio e
vídeo
Grupo 265 - Fabricação de aparelhos e instrumentos de medida, teste e controle; cronômetros e
relógios
Grupo 266 - Fabricação de aparelhos eletromédicos e eletroterapêuticos e equipamentos de
irradiação
Grupo 267 - Fabricação de equipamentos e instrumentos ópticos, fotográficos e cinematográficos
Grupo 268 - Fabricação de mídias virgens, magnéticas e ópticas
Grupo 271 - Fabricação de geradores, transformadores e motores elétricos
Grupo 272 - Fabricação de pilhas, baterias e acumuladores elétricos
Grupo 273 - Fabricação de equipamentos para distribuição e controle de energia elétrica
Grupo 274 - Fabricação de lâmpadas e outros equipamentos de iluminação
Grupo 275 - Fabricação de eletrodomésticos
Grupo 279 - Fabricação de equipamentos e aparelhos elétricos não especificados anteriormente
Grupo 281 - Fabricação de motores, bombas, compressores e equipamentos de transmissão
Grupo 282 - Fabricação de máquinas e equipamentos de uso geral
Grupo 283 - Fabricação de tratores e de máquinas e equipamentos para a agricultura e pecuária
Grupo 284 - Fabricação de máquinas ferramenta
Grupo 285 - Fabricação de máquinas e equipamentos de uso na extração mineral e na construção
Grupo 286 - Fabricação de máquinas e equipamentos de uso industrial específico
Grupo 291 - Fabricação de automóveis, camionetas e utilitários
Grupo 292 - Fabricação de caminhões e ônibus
Grupo 293 - Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para veículos automotores
Grupo 294 - Fabricação de peças e acessórios para veículos automotores
Grupo 295 - Recondicionamento e recuperação de motores para veículos automotores
Grupo 301 - Construção de embarcações
Grupo 303 - Fabricação de veículos ferroviários
Grupo 304 - Fabricação de aeronaves
Grupo 305 - Fabricação de veículos militares de combate
ME
124
247
1.446
40
781
703
1.102
56
54
13
PE
9
50
58
9
75
20
103
6
10
2
Empresas - 2008
MDE
2
14
7
2
11
3
9
3
1
1
GE
4
2
1
Total
135
315
1.511
51
867
726
1.216
65
65
17
22
1
1
-
24
0,01%
4,78%
0,91
75
9
-
1
85
0,02%
7,59%
1,45
9
1
-
-
10
0,00%
2,33%
0,44
7
2
58
51
79
80
42
113
73
544
239
135
22
572
3
6
173
185
88
62
2
1
-
8
9
14
7
5
12
8
76
24
12
2
106
14
28
6
12
-
1
5
7
2
5
3
7
15
7
2
15
6
9
1
5
-
4
2
3
1
2
1
1
4
1
-
8
2
75
60
100
89
54
128
91
636
272
147
26
694
3
6
194
226
95
80
2
1
-
0,00%
0,00%
0,02%
0,02%
0,03%
0,02%
0,01%
0,03%
0,02%
0,17%
0,07%
0,04%
0,01%
0,19%
0,00%
0,00%
0,05%
0,06%
0,03%
0,02%
0,00%
0,00%
0,00%
3,29%
5,26%
9,49%
14,42%
6,15%
9,04%
7,09%
5,99%
6,00%
8,84%
12,01%
10,12%
6,74%
12,67%
1,36%
9,09%
10,51%
5,55%
5,43%
11,75%
2,30%
0,86%
0,00%
0,63
1,00
1,81
2,75
1,17
1,72
1,35
1,14
1,14
1,68
2,29
1,93
1,28
2,42
0,26
1,73
2,00
1,06
1,04
2,24
0,44
0,16
-
108
Representatividade
Estadual
Nacional
0,04%
5,05%
0,08%
9,47%
0,40%
8,35%
0,01%
6,20%
0,23%
8,76%
0,19%
6,46%
0,00%
0,00%
0,32%
8,39%
0,02%
4,20%
0,02%
5,62%
0,00%
2,64%
QL
0,96
1,80
1,59
1,18
1,67
1,23
1,60
0,80
1,07
0,50
Relatório Estadual
Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0
Grupo 309 - Fabricação de equipamentos de transporte não especificados anteriormente
Grupo 310 - Fabricação de móveis
Grupo 321 - Fabricação de artigos de joalheria, bijuteria e semelhantes
Grupo 322 - Fabricação de instrumentos musicais
Grupo 323 - Fabricação de artefatos para pesca e esporte
Grupo 324 - Fabricação de brinquedos e jogos recreativos
Grupo 325 - Fabricação de instrumentos e materiais para uso médico e odontológico e de artigos
ópticos
Grupo 329 - Fabricação de produtos diversos
Grupo 331 - Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos
Grupo 332 - Instalação de máquinas e equipamentos
Grupo 351 - Geração, transmissão e distribuição de energia elétrica
Grupo 352 - Produção e distribuição de combustíveis gasosos por redes urbanas
Grupo 353 - Produção e distribuição de vapor, água quente e ar condicionado
Grupo 360 - Captação, tratamento e distribuição de água
Grupo 370 - Esgoto e atividades relacionadas
Grupo 381 - Coleta de resíduos
Grupo 382 - Tratamento e disposição de resíduos
Grupo 383 - Recuperação de materiais
Grupo 390 - Descontaminação e outros serviços de gestão de resíduos
Grupo 411 - Incorporação de empreendimentos imobiliários
Grupo 412 - Construção de edifícios
Grupo 421 - Construção de rodovias, ferrovias, obras urbanas e obras de arte especiais
Grupo 422 - Obras de infraestrutura para energia elétrica, telecomunicações, água, esgoto e
transporte por dutos
Grupo 429 - Construção de outras obras de infraestrutura
Grupo 431 - Demolição e preparação do terreno
Grupo 432 - Instalações elétricas, hidráulicas e outras instalações em construções
Grupo 433 - Obras de acabamento
Grupo 439 - Outros serviços especializados para construção
Grupo 451 - Comércio de veículos automotores
Grupo 452 - Manutenção e reparação de veículos automotores
Grupo 453 - Comércio de peças e acessórios para veículos automotores
Grupo 454 - Comércio, manutenção e reparação de motocicletas, peças e acessórios
Grupo 461 - Representantes comerciais e agentes do comércio, exceto de veículos automotores e
motocicletas
Grupo 462 - Comércio atacadista de matérias-primas agrícolas e animais vivos
Grupo 463 - Comércio atacadista especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo
Grupo 464 - Comércio atacadista de produtos de consumo não alimentar
Grupo 465 - Comércio atacadista de equipamentos e produtos de tecnologias de informação e
Empresas - 2008
MDE
GE
2
41
1
1
-
QL
PE
6
209
2
2
2
5
156
7
1
-
164
0,04%
4,71%
0,90
450
1.091
350
253
6
1
226
109
158
27
377
14
1.413
6.022
474
19
26
13
25
1
34
9
22
5
40
2
33
411
73
3
3
2
19
8
2
6
1
2
1
37
13
1
2
1
2
473
1.120
365
299
7
1
268
120
187
33
419
16
1.447
6.470
562
0,13%
0,30%
0,10%
0,08%
0,00%
0,00%
0,07%
0,03%
0,05%
0,01%
0,11%
0,00%
0,39%
1,73%
0,15%
6,08%
5,59%
7,24%
5,06%
3,24%
2,33%
7,71%
6,17%
6,13%
11,70%
9,95%
5,80%
4,90%
6,08%
5,49%
1,16
1,07
1,38
1,90
0,93
1,16
1,05
221
35
7
3
266
0,07%
4,70%
0,90
805
657
1.209
1.234
983
3.314
6.868
7.213
1.605
42
32
44
42
52
227
219
457
83
7
4
3
5
60
1
6
2
1
8
-
854
693
1.257
1.276
1.040
3.609
7.088
7.676
1.690
0,23%
0,18%
0,34%
0,34%
0,28%
0,96%
1,89%
2,05%
0,45%
3,81%
7,31%
5,33%
5,65%
4,56%
7,24%
8,20%
5,07%
5,73%
0,73
1,39
1,02
1,08
0,87
1,38
1,56
0,97
1,09
7.978
64
8
3
8.053
2,15%
6,16%
1,17
749
4.029
4.029
256
71
294
220
14
5
44
14
2
3
30
6
1
828
4.397
4.269
273
0,22%
1,17%
1,14%
0,07%
6,02%
6,68%
7,33%
6,10%
1,15
1,27
1,40
1,16
109
Total
42
3.383
99
13
76
81
Representatividade
Estadual
Nacional
0,01%
4,62%
0,90%
10,79%
0,03%
3,62%
0,00%
5,02%
0,02%
13,36%
0,02%
7,04%
ME
34
3.132
97
11
74
75
0,88
2,06
0,69
0,96
2,55
1,34
Relatório Estadual
Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0
comunicação
Grupo 466 - Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos, exceto de tecnologias de
informação e comunicação
Grupo 467 - Comércio atacadista de madeira, ferragens, ferramentas, materiais elétricos e materiais
de construção
Grupo 468 - Comércio atacadista especializado em outros produtos
Grupo 469 - Comércio atacadista não especializado
Grupo 471 - Comércio varejista não especializado
Grupo 472 - Comércio varejista de produtos alimentícios, bebidas e fumo
Grupo 473 - Comércio varejista de combustíveis para veículos automotores
Grupo 474 - Comércio varejista de material de construção
Grupo 475 - Comércio varejista de equipamentos de informática e comunicação; equipamentos e
artigos de uso doméstico
Grupo 476 - Comércio varejista de artigos culturais, recreativos e esportivos
Grupo 477 - Comércio varejista de produtos farmacêuticos, perfumaria e cosméticos e artigos
médicos, ópticos e ortopédicos
Grupo 478 - Comércio varejista de produtos novos não especificados anteriormente e de produtos
usados
Grupo 479 - Comércio ambulante e outros tipos de comércio varejista
Grupo 491 - Transporte ferroviário e metroferroviário
Grupo 492 - Transporte rodoviário de passageiros
Grupo 493 - Transporte rodoviário de carga
Grupo 494 - Transporte dutoviário
Grupo 495 - Trens turísticos, teleféricos e similares
Grupo 501 - Transporte marítimo de cabotagem e longo curso
Grupo 502 - Transporte por navegação interior
Grupo 503 - Navegação de apoio
Grupo 509 - Outros transportes aquaviários
Grupo 511 - Transporte aéreo de passageiros
Grupo 512 - Transporte aéreo de carga
Grupo 513 - Transporte espacial
Grupo 521 - Armazenamento, carga e descarga
Grupo 522 - Atividades auxiliares dos transportes terrestres
Grupo 523 - Atividades auxiliares dos transportes aquaviários
Grupo 524 - Atividades auxiliares dos transportes aéreos
Grupo 525 - Atividades relacionadas à organização do transporte de carga
Grupo 531 - Atividades de Correio
Grupo 532 - Atividades de malote e de entrega
Grupo 551 - Hotéis e similares
Grupo 559 - Outros tipos de alojamento não especificados anteriormente
Grupo 561 - Restaurantes e outros serviços de alimentação e bebidas
Empresas - 2008
MDE
GE
QL
PE
1.090
115
7
2
1.214
0,32%
7,06%
1,35
1.436
127
12
2
1.577
0,42%
8,86%
1,69
2.494
663
13.895
10.946
1.859
9.436
268
53
747
428
674
711
16
6
124
10
14
21
4
9
120
4
7
2.782
731
14.886
11.388
2.547
10.175
0,74%
0,20%
3,97%
3,04%
0,68%
2,72%
6,67%
5,90%
3,88%
3,64%
5,31%
4,24%
1,27
1,13
0,74
0,69
1,01
0,81
15.086
754
16
3
15.859
4,23%
4,49%
0,86
5.590
113
4
-
5.707
1,52%
4,58%
0,87
7.099
235
2
1
7.337
1,96%
3,86%
0,74
35.757
1.146
33
10
36.946
9,86%
5,03%
0,96
47
2.426
11.916
8
2
7
18
13
41
40
12
383
708
155
64
339
259
446
1.534
429
22.003
120
776
1
1
3
4
5
6
2
55
38
27
9
39
73
34
373
32
1.023
27
65
3
14
2
8
5
3
12
3
26
39
2
40
31
1
1
2
13
3
4
1
2
8
5
49
2.613
12.788
9
3
8
22
17
46
51
14
465
751
194
78
382
346
483
1.941
461
23.070
0,00%
0,01%
0,70%
3,41%
0,00%
0,00%
0,00%
0,01%
0,00%
0,01%
0,01%
0,00%
0,00%
0,12%
0,20%
0,05%
0,02%
0,10%
0,09%
0,13%
0,52%
0,12%
6,16%
0,00%
4,55%
4,31%
8,90%
4,21%
4,69%
2,19%
1,90%
5,92%
6,79%
3,04%
5,51%
0,00%
4,66%
3,12%
7,26%
5,56%
6,69%
3,89%
4,89%
6,04%
6,03%
6,73%
0,87
0,82
1,70
0,80
0,89
0,42
0,36
1,13
1,30
0,58
1,05
0,89
0,59
1,38
1,06
1,28
1,15
1,15
1,28
110
Total
Representatividade
Estadual
Nacional
ME
Relatório Estadual
Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0
Grupo 562 - Serviços de catering, bufê e outros serviços de comida preparada
Grupo 581 - Edição de livros, jornais, revistas e outras atividades de edição
Grupo 582 - Edição integrada à impressão de livros, jornais, revistas e outras publicações
Grupo 591 - Atividades cinematográficas, produção de vídeos e de programas de televisão
Grupo 592 - Atividades de gravação de som e de edição de música
Grupo 601 - Atividades de rádio
Grupo 602 - Atividades de televisão
Grupo 611 - Telecomunicações por fio
Grupo 612 - Telecomunicações sem fio
Grupo 613 - Telecomunicações por satélite
Grupo 614 - Operadoras de televisão por assinatura
Grupo 619 - Outras atividades de telecomunicações
Grupo 620 - Atividades dos serviços de tecnologia da informação
Grupo 631 - Tratamento de dados, hospedagem na internet e outras atividades relacionadas
Grupo 639 - Outras atividades de prestação de serviços de informação
Grupo 641 - Banco Central
Grupo 642 - Intermediação monetária depósitos à vista
Grupo 643 - Intermediação não monetária outros instrumentos de captação
Grupo 644 - Arrendamento mercantil
Grupo 645 - Sociedades de capitalização
Grupo 646 - Atividades de sociedades de participação
Grupo 647 - Fundos de investimento
Grupo 649 - Atividades de serviços financeiros não especificadas anteriormente
Grupo 651 - Seguros de vida e não vida
Grupo 652 - Seguros saúde
Grupo 653 - Resseguros
Grupo 654 - Previdência complementar
Grupo 655 - Planos de saúde
Grupo 661 - Atividades auxiliares dos serviços financeiros
Grupo 662 - Atividades auxiliares dos seguros, da previdência complementar e dos planos de saúde
Grupo 663 - Atividades de administração de fundos por contrato ou comissão
Grupo 681 - Atividades imobiliárias de imóveis próprios
Grupo 682 - Atividades imobiliárias por contrato ou comissão
Grupo 691 - Atividades jurídicas
Grupo 692 - Atividades de contabilidade, consultoria e auditoria contábil e tributária
Grupo 701 - Sedes de empresas e unidades administrativas locais
Grupo 702 - Atividades de consultoria em gestão empresarial
Grupo 711 - Serviços de arquitetura e engenharia e atividades técnicas relacionadas
Grupo 712 - Testes e análises técnicas
ME
893
329
617
343
96
279
66
103
73
5
22
225
2.514
1.036
1.068
930
39
3
6
1.049
3
608
291
28
4
38
55
422
1.051
11
2.026
1.438
1.909
2.446
2.138
2.268
64
111
PE
104
21
64
16
11
101
12
9
10
6
14
116
62
49
485
16
12
26
18
2
8
13
16
29
22
48
101
177
20
99
6
Empresas - 2008
MDE
9
2
10
1
6
1
1
3
1
18
1
5
28
1
2
6
1
2
3
6
2
8
-
GE
8
3
4
1
1
1
18
3
2
11
2
1
5
2
5
6
1
Total
1.014
352
694
359
108
380
88
114
85
5
32
240
2.666
1.102
1.124
1.454
58
3
6
1.062
3
634
309
30
4
48
79
438
1.081
11
2.048
1.488
2.015
2.629
2.165
2.381
71
Representatividade
Estadual
Nacional
0,27%
3,98%
0,09%
4,56%
0,19%
5,04%
0,10%
2,78%
0,03%
3,60%
0,10%
5,95%
0,02%
4,54%
0,03%
4,05%
0,02%
4,16%
0,00%
1,63%
0,01%
6,17%
0,06%
4,21%
0,71%
2,94%
0,29%
3,97%
0,30%
5,68%
0,00%
0,00%
0,39%
5,35%
0,02%
4,70%
0,00%
2,86%
0,00%
5,36%
0,28%
4,78%
0,00%
0,04%
0,17%
4,81%
0,08%
5,62%
0,01%
4,92%
0,00%
4,40%
0,01%
4,52%
0,02%
3,03%
0,12%
3,71%
0,29%
3,97%
0,00%
0,48%
0,55%
8,51%
0,40%
5,72%
0,54%
4,92%
0,70%
5,79%
0,00%
0,00%
0,58%
4,03%
0,64%
4,13%
0,02%
3,58%
QL
0,76
0,87
0,96
0,53
0,69
1,13
0,86
0,77
0,79
0,31
1,18
0,80
0,56
0,76
1,08
1,07
1,62
1,09
0,94
1,10
0,77
0,79
0,68
Relatório Estadual
Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0
Grupo 721 - Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais
Grupo 722 - Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências sociais e humanas
Grupo 731 - Publicidade
Grupo 732 - Pesquisas de mercado e de opinião pública
Grupo 741 - Design e decoração de interiores
Grupo 742 - Atividades fotográficas e similares
Grupo 749 - Atividades profissionais, científicas e técnicas não especificadas anteriormente
Grupo 750 - Atividades veterinárias
Grupo 771 - Locação de meios de transporte sem condutor
Grupo 772 - Aluguel de objetos pessoais e domésticos
Grupo 773 - Aluguel de máquinas e equipamentos sem operador
Grupo 774 - Gestão de ativos intangíveis não financeiros
Grupo 781 - Seleção e agenciamento de mão de obra
Grupo 782 - Locação de mão de obra temporária
Grupo 783 - Fornecimento e gestão de recursos humanos para terceiros
Grupo 791 - Agências de viagens e operadores turísticos
Grupo 799 - Serviços de reservas e outros serviços de turismo não especificados anteriormente
Grupo 801 - Atividades de vigilância, segurança privada e transporte de valores
Grupo 802 - Atividades de monitoramento de sistemas de segurança
Grupo 803 - Atividades de investigação particular
Grupo 811 - Serviços combinados para apoio a edifícios
Grupo 812 - Atividades de limpeza
Grupo 813 - Atividades paisagísticas
Grupo 821 - Serviços de escritório e apoio administrativo
Grupo 822 - Atividades de tele atendimento
Grupo 823 - Atividades de organização de eventos, exceto culturais e esportivos
Grupo 829 - Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas
Grupo 841 - Administração do estado e da política econômica e social
Grupo 842 - Serviços coletivos prestados pela administração pública
Grupo 843 - Seguridade social obrigatória
Grupo 851 - Educação infantil e ensino fundamental
Grupo 852 - Ensino médio
Grupo 853 - Educação superior
Grupo 854 - Educação profissional de nível técnico e tecnológico
Grupo 855 - Atividades de apoio à educação
Grupo 859 - Outras atividades de ensino
Grupo 861 - Atividades de atendimento hospitalar
Grupo 862 - Serviços móveis de atendimento a urgências e de remoção de pacientes
Grupo 863 - Atividades de atenção ambulatorial executadas por médicos e odontólogos
ME
49
35
1.288
63
88
527
1.485
212
443
1.616
488
32
278
552
32
1.162
39
165
64
20
7.569
477
337
1.241
91
498
6.016
455
83
37
1.154
126
127
127
108
1.857
220
14
5.021
112
PE
30
41
2
18
23
1
19
12
48
5
61
2
42
29
5
142
56
9
73
10
8
234
115
5
2
307
56
26
15
1
215
119
72
Empresas - 2008
MDE
9
1
2
2
1
18
2
1
24
1
7
13
5
2
21
65
1
33
8
16
2
29
25
2
GE
5
1
1
4
14
1
40
2
7
23
8
6
1
23
290
10
3
10
12
37
4
1
19
52
2
Total
93
36
1.332
65
88
547
1.509
213
462
1.628
536
32
288
645
36
1.206
39
258
72
20
7.725
569
346
1.327
109
507
6.294
925
98
43
1.504
202
206
148
110
2.120
416
14
5.097
Representatividade
Estadual
Nacional
0,02%
5,77%
0,01%
3,55%
0,36%
4,15%
0,02%
3,29%
0,02%
3,64%
0,15%
5,51%
0,40%
4,02%
0,06%
4,97%
0,12%
3,45%
0,43%
7,49%
0,14%
3,34%
0,01%
4,69%
0,08%
4,73%
0,17%
8,94%
0,01%
2,80%
0,32%
5,20%
0,01%
2,93%
0,07%
4,11%
0,02%
3,98%
0,01%
3,70%
2,06%
4,92%
0,15%
4,38%
0,09%
4,99%
0,35%
3,50%
0,03%
3,99%
0,14%
3,80%
1,68%
4,65%
0,25%
5,04%
0,03%
3,43%
0,01%
5,76%
0,40%
2,51%
0,05%
2,92%
0,05%
3,63%
0,04%
4,24%
0,03%
1,38%
0,57%
4,22%
0,11%
3,09%
0,00%
3,38%
1,36%
4,25%
QL
1,10
0,68
0,79
0,63
0,69
1,05
0,77
0,95
0,66
1,43
0,64
0,89
0,90
1,70
0,53
0,99
0,56
0,78
0,76
0,70
0,94
0,83
0,95
0,67
0,76
0,73
0,89
-
Relatório Estadual
Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0
Grupo 864 - Atividades de serviços de complementação diagnóstica e terapêutica
Grupo 865 - Atividades de profissionais da área de saúde, exceto médicos e odontólogos
Grupo 866 - Atividades de apoio à gestão de saúde
Grupo 869 - Atividades de atenção à saúde humana não especificadas anteriormente
Grupo 871 - Atividades de assistência a idosos, deficientes físicos, imunodeprimidos e
convalescentes, e de infraestrutura e apoio a pacientes prestadas em residências coletivas e
particulares
Grupo 872 - Atividades de assistência psicossocial e à saúde a portadores de distúrbios psíquicos,
deficiência mental e dependência química
Grupo 873 - Atividades de assistência social prestadas em residências coletivas e particulares
Grupo 880 - Serviços de assistência social sem alojamento
Grupo 900 - Atividades artísticas, criativas e de espetáculos
Grupo 910 - Atividades ligadas ao patrimônio cultural e ambiental
Grupo 920 - Atividades de exploração de jogos de azar e apostas
Grupo 931 - Atividades esportivas
Grupo 932 - Atividades de recreação e lazer
Grupo 941 - Atividades de organizações associativas patronais, empresariais e profissionais
Grupo 942 - Atividades de organizações sindicais
Grupo 943 - Atividades de associações de defesa de direitos sociais
Grupo 949 - Atividades de organizações associativas não especificadas anteriormente
Grupo 951 - Reparação e manutenção de equipamentos de informática e comunicação
Grupo 952 - Reparação e manutenção de objetos e equipamentos pessoais e domésticos
Grupo 960 - Outras atividades de serviços pessoais
Grupo 970 - Serviços domésticos
Grupo 990 - Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais
Total
Empresas - 2008
MDE
GE
6
3
1
3
2
QL
PE
92
16
2
25
272
27
-
-
299
0,08%
5,36%
-
72
6
1
-
79
0,02%
6,63%
-
99
261
764
89
128
3.692
2.007
848
1.210
10.412
12.841
736
2.455
4.048
940
21
352.145
14
16
5
1
69
49
37
44
248
166
16
38
107
1
19.279
1
5
3
6
3
2
5
28
18
1
2
9
2.002
1
1
2
4
6
18
5
6
1.203
115
282
772
90
128
3.768
2.061
891
1.265
10.706
13.030
753
2.495
4.170
941
21
374.629
0,03%
0,08%
0,21%
0,02%
0,03%
1,01%
0,55%
0,24%
0,34%
2,86%
3,48%
0,20%
0,67%
1,11%
0,25%
0,01%
100,00%
3,26%
3,89%
3,65%
4,87%
6,43%
9,62%
9,19%
5,62%
6,30%
7,22%
5,85%
3,14%
6,58%
4,49%
7,97%
2,67%
5,24%
0,70
0,93
1,23
1,83
1,75
0,60
1,25
0,86
-
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de Informações Sociais.
Nota: Sinal convencional utilizado:
- Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento.
113
Total
1.160
1.630
95
787
Representatividade
Estadual
Nacional
0,31%
4,41%
0,44%
4,06%
0,03%
5,72%
0,21%
4,08%
ME
1.059
1.613
93
757
-
Relatório Estadual
APÊNDICE C Relação de empregos do estado, segundo o porte e representatividade
114
Relatório Estadual
Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0
Grupo 011 - Produção de lavouras temporárias
Grupo 012 - Horticultura e floricultura
Grupo 013 - Produção de lavouras permanentes
Grupo 014 - Produção de sementes e mudas certificadas
Grupo 015 - Pecuária
Grupo 016 - Atividades de apoio à agricultura e à pecuária; atividades de pós colheita
Grupo 017 - Caça e serviços relacionados
Grupo 021 - Produção florestal - florestas plantadas
Grupo 022 - Produção florestal - florestas nativas
Grupo 023 - Atividades de apoio à produção florestal
Grupo 031 - Pesca
Grupo 032 - Aqüicultura
Grupo 050 - Extração de carvão mineral
Grupo 060 - Extração de petróleo e gás natural
Grupo 071 - Extração de minério de ferro
Grupo 072 - Extração de minerais metálicos não ferrosos
Grupo 081 - Extração de pedra, areia e argila
Grupo 089 - Extração de outros minerais não metálicos
Grupo 091 - Atividades de apoio à extração de petróleo e gás natural
Grupo 099 - Atividades de apoio à extração de minerais, exceto petróleo e gás natural
Grupo 101 - Abate e fabricação de produtos de carne
Grupo 102 - Preservação do pescado e fabricação de produtos do pescado
Grupo 103 - Fabricação de conservas de frutas, legumes e outros vegetais
Grupo 104 - Fabricação de óleos e gorduras vegetais e animais
Grupo 105 - Laticínios
Grupo 106 - Moagem, fabricação de produtos amiláceos e de alimentos para animais
Grupo 107 - Fabricação e refino de açúcar
Grupo 108 - Torrefação e moagem de café
Grupo 109 - Fabricação de outros produtos alimentícios
Grupo 111 - Fabricação de bebidas alcoólicas
Grupo 112 - Fabricação de bebidas não alcoólicas
Grupo 121 - Processamento industrial do fumo
Grupo 122 - Fabricação de produtos do fumo
Grupo 131 - Preparação e fiação de fibras têxteis
Grupo 132 - Tecelagem, exceto malha
Grupo 133 - Fabricação de tecidos de malha
Grupo 134 - Acabamentos em fios, tecidos e artefatos têxteis
Grupo 135 - Fabricação de artefatos têxteis, exceto vestuário
Grupo 141 - Confecção de artigos do vestuário e acessórios
ME
3.221
547
2.116
95
4.017
2.644
1.608
112
406
848
144
104
6
31
1.319
251
23
71
1.604
292
630
12
1.135
1.342
13
72
5.680
351
143
30
47
292
694
950
2.690
2.098
26.506
115
PE
1.567
857
1.723
11
3.635
1.345
2.045
73
953
1.154
30
413
55
42
974
554
181
100
2.365
524
524
166
1.895
4.203
83
4.264
565
683
119
66
1.318
1.339
1.706
3.595
3.576
30.730
Empregos - 2008
MDE
GE
407
418
54
932
5.574
1.463
2.501
360
493
954
584
355
1.278
533
346
63
1.149
2.438
5.988
46.816
335
3.044
323
477
1.255
1.663
1.705
2.568
3.929
474
568
281
287
4.366
1.683
1.502
6.045
4.184
1.317
3.849
647
4.020
12.377
17.762
14.062
Total
5.613
1.458
10.345
106
11.616
4.842
5.191
185
2.992
2.881
237
4.104
55
6
73
2.293
805
204
171
56.773
4.195
1.477
1.910
4.693
7.250
13
155
16.441
1.390
1.394
430
400
7.659
9.580
8.157
10.781
22.071
89.060
Representatividade
Estadual
Nacional
0,32%
1,39%
0,08%
3,94%
0,58%
3,79%
0,01%
1,00%
0,65%
2,51%
0,27%
3,66%
0,00%
0,00%
0,29%
7,93%
0,01%
2,87%
0,17%
5,71%
0,16%
30,99%
0,01%
2,62%
0,23%
71,45%
0,00%
0,21%
0,00%
0,02%
0,00%
0,32%
0,13%
4,30%
0,05%
3,29%
0,01%
0,57%
0,01%
4,93%
3,19%
14,37%
0,24%
31,17%
0,08%
3,46%
0,11%
5,95%
0,26%
4,84%
0,41%
6,78%
0,00%
0,00%
0,01%
0,78%
0,92%
5,76%
0,08%
2,95%
0,08%
2,16%
0,02%
13,77%
0,02%
3,10%
0,43%
12,25%
0,54%
17,01%
0,46%
33,44%
0,61%
29,42%
1,24%
17,85%
5,01%
14,67%
QL
0,31
0,87
0,84
0,22
0,56
0,81
1,76
0,64
1,27
6,88
0,58
15,85
0,05
0,00
0,07
0,95
0,73
0,13
1,09
3,19
6,92
0,77
1,32
1,07
1,51
0,00
0,17
1,28
0,65
0,48
3,06
0,69
2,72
3,78
7,42
6,53
3,96
3,26
Relatório Estadual
Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0
Grupo 142 - Fabricação de artigos de malharia e tricotagem
Grupo 151 - Curtimento e outras preparações de couro
Grupo 152 - Fabricação de artigos para viagem e de artefatos diversos de couro
Grupo 153 - Fabricação de calçados
Grupo 154 - Fabricação de partes para calçados, de qualquer material
Grupo 161 - Desdobramento de madeira
Grupo 162 - Fabricação de produtos de madeira, cortiça e material trançado, exceto móveis
Grupo 171 - Fabricação de celulose e outras pastas para a fabricação de papel
Grupo 172 - Fabricação de papel, cartolina e papel cartão
Grupo 173 - Fabricação de embalagens de papel, cartolina, papel cartão e papelão ondulado
Grupo 174 - Fabricação de produtos diversos de papel, cartolina, papel cartão e papelão ondulado
Grupo 181 - Atividade de impressão
Grupo 182 - Serviços de pré-impressão e acabamentos gráficos
Grupo 183 - Reprodução de materiais gravados em qualquer suporte
Grupo 191 - Coquerias
Grupo 192 - Fabricação de produtos derivados do petróleo
Grupo 193 - Fabricação de biocombustíveis
Grupo 201 - Fabricação de produtos químicos inorgânicos
Grupo 202 - Fabricação de produtos químicos orgânicos
Grupo 203 - Fabricação de resinas e elastômeros
Grupo 204 - Fabricação de fibras artificiais e sintéticas
Grupo 205 - Fabricação de defensivos agrícolas e desinfestantes domissanitários
Grupo 206 - Fabricação de sabões, detergentes, produtos de limpeza, cosméticos, produtos de
perfumaria e de higiene pessoal
Grupo 207 - Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes, lacas e produtos afins
Grupo 209 - Fabricação de produtos e preparados químicos diversos
Grupo 211 - Fabricação de produtos farmoquímicos
Grupo 212 - Fabricação de produtos farmacêuticos
Grupo 221 - Fabricação de produtos de borracha
Grupo 222 - Fabricação de produtos de material plástico
Grupo 231 - Fabricação de vidro e de produtos do vidro
Grupo 232 - Fabricação de cimento
Grupo 233 - Fabricação de artefatos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso e materiais
semelhantes
Grupo 234 - Fabricação de produtos cerâmicos
Grupo 239 - Aparelhamento de pedras e fabricação de outros produtos de minerais não metálicos
Grupo 241 - Produção de ferro gusa e de ferroligas
Grupo 242 - Siderurgia
Grupo 243 - Produção de tubos de aço, exceto tubos sem costura
Grupo 244 - Metalurgia dos metais não ferrosos
Empregos - 2008
MDE
GE
2.033
3.450
119
769
265
2.664
504
2.957
7.527
4.295
4.190
2.051
2.364
2.303
1.266
296
102
332
129
138
-
QL
PE
942
75
311
2.673
30
3.584
8.255
241
830
1.392
1.415
1.133
570
155
103
222
41
191
26
-
591
650
217
-
1.458
0,08%
1,97%
0,44
401
621
11
176
955
3.755
174
4
407
782
25
234
1.065
8.255
522
87
1.067
1.531
499
1.864
14.014
814
103
5.226
-
1.875
2.934
36
909
3.884
31.250
1.510
194
0,11%
0,17%
0,00%
0,05%
0,22%
1,76%
0,08%
0,01%
6,38%
4,37%
0,61%
1,07%
4,09%
9,82%
4,64%
1,42%
1,41
0,97
0,14
0,24
0,91
2,18
1,03
0,31
4.044
2.868
1.444
-
8.356
0,47%
8,93%
1,98
4.029
1.735
21
88
28
327
4.363
514
37
130
158
318
5.060
157
629
594
4.478
1.097
-
17.930
2.406
58
847
1.283
1.239
1,01%
0,14%
0,00%
0,05%
0,07%
0,07%
11,56%
3,57%
0,23%
1,00%
8,45%
2,46%
2,57
0,79
0,05
0,22
1,88
0,55
116
Total
7.099
1.014
1.097
7.143
173
12.565
26.458
319
7.217
6.698
3.371
3.301
1.575
20
216
220
12
736
126
253
157
154
Representatividade
Estadual
Nacional
0,40%
23,58%
0,06%
2,64%
0,06%
3,54%
0,40%
2,44%
0,01%
1,30%
0,71%
14,29%
1,49%
22,35%
0,02%
2,45%
0,41%
18,82%
0,38%
12,03%
0,19%
6,20%
0,19%
4,69%
0,09%
4,17%
0,00%
0,43%
0,01%
90,38%
0,01%
1,14%
0,00%
0,01%
0,04%
2,18%
0,01%
0,63%
0,01%
2,13%
0,01%
3,76%
0,01%
2,05%
ME
674
51
521
1.302
143
6.024
6.381
78
146
639
690
1.872
903
20
61
117
12
182
85
62
2
16
5,23
0,59
0,79
0,54
0,29
3,17
4,96
0,54
4,18
2,67
1,38
1,04
0,93
0,10
20,05
0,25
0,00
0,48
0,14
0,47
0,83
0,46
Relatório Estadual
Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0
Grupo 245 - Fundição
Grupo 251 - Fabricação de estruturas metálicas e obras de caldeiraria pesada
Grupo 252 - Fabricação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras
Grupo 253 - Forjaria, estamparia, metalurgia do pó e serviços de tratamento de metais
Grupo 254 - Fabricação de artigos de cutelaria, de serralheria e ferramentas
Grupo 255 - Fabricação de equipamento bélico pesado, armas de fogo e munições
Grupo 259 - Fabricação de produtos de metal não especificados anteriormente
Grupo 261 - Fabricação de componentes eletrônicos
Grupo 262 - Fabricação de equipamentos de informática e periféricos
Grupo 263 - Fabricação de equipamentos de comunicação
Grupo 264 - Fabricação de aparelhos de recepção, reprodução, gravação e amplificação de áudio e
vídeo
Grupo 265 - Fabricação de aparelhos e instrumentos de medida, teste e controle; cronômetros e
relógios
Grupo 266 - Fabricação de aparelhos eletromédicos e eletroterapêuticos e equipamentos de
irradiação
Grupo 267 - Fabricação de equipamentos e instrumentos ópticos, fotográficos e cinematográficos
Grupo 268 - Fabricação de mídias virgens, magnéticas e ópticas
Grupo 271 - Fabricação de geradores, transformadores e motores elétricos
Grupo 272 - Fabricação de pilhas, baterias e acumuladores elétricos
Grupo 273 - Fabricação de equipamentos para distribuição e controle de energia elétrica
Grupo 274 - Fabricação de lâmpadas e outros equipamentos de iluminação
Grupo 275 - Fabricação de eletrodomésticos
Grupo 279 - Fabricação de equipamentos e aparelhos elétricos não especificados anteriormente
Grupo 281 - Fabricação de motores, bombas, compressores e equipamentos de transmissão
Grupo 282 - Fabricação de máquinas e equipamentos de uso geral
Grupo 283 - Fabricação de tratores e de máquinas e equipamentos para a agricultura e pecuária
Grupo 284 - Fabricação de máquinas ferramenta
Grupo 285 - Fabricação de máquinas e equipamentos de uso na extração mineral e na construção
Grupo 286 - Fabricação de máquinas e equipamentos de uso industrial específico
Grupo 291 - Fabricação de automóveis, camionetas e utilitários
Grupo 292 - Fabricação de caminhões e ônibus
Grupo 293 - Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para veículos automotores
Grupo 294 - Fabricação de peças e acessórios para veículos automotores
Grupo 295 - Recondicionamento e recuperação de motores para veículos automotores
Grupo 301 - Construção de embarcações
Grupo 303 - Fabricação de veículos ferroviários
Grupo 304 - Fabricação de aeronaves
Grupo 305 - Fabricação de veículos militares de combate
Grupo 309 - Fabricação de equipamentos de transporte não especificados anteriormente
Empregos - 2008
MDE
GE
2.859
9.203
1.516
401
2.609
469
1.686
1.930
528
156
400
1.121
QL
PE
2.111
2.036
383
3.079
625
4.166
309
253
78
46
20
377
-
443
0,02%
2,32%
0,51
236
409
-
2.058
2.703
0,15%
11,40%
2,53
14
20
-
-
34
0,00%
0,72%
0,16
19
136
98
238
286
90
374
195
1.927
926
460
54
2.170
5
19
616
631
224
193
75
401
443
684
273
339
540
306
2.863
1.127
449
76
5.016
585
1.356
213
513
350
101
1.359
1.441
234
1.106
661
1.492
2.197
1.168
419
2.100
828
1.592
115
1.137
371
10.025
7.065
7.585
550
1.785
506
4.016
3.815
837
-
120
11.921
541
2.363
793
8.600
1.575
9.578
7.537
5.006
909
549
9.792
5
19
6.045
7.394
552
2.680
796
0,01%
0,00%
0,67%
0,03%
0,13%
0,04%
0,48%
0,09%
0,54%
0,42%
0,28%
0,05%
0,03%
0,55%
0,00%
0,00%
0,34%
0,42%
0,03%
0,15%
0,00%
0,00%
0,00%
0,04%
3,49%
0,00%
30,69%
5,84%
4,18%
5,69%
19,25%
5,01%
16,97%
6,43%
8,78%
4,57%
2,57%
11,44%
0,01%
0,09%
11,69%
2,58%
6,46%
9,11%
0,00%
0,00%
0,00%
2,64%
0,77
6,81
1,30
0,93
1,26
4,27
1,11
3,77
1,43
1,95
1,01
0,57
2,54
0,00
0,02
2,59
0,57
1,43
2,02
0,59
117
Total
14.907
7.063
915
7.962
2.758
11.630
982
584
1.637
Representatividade
Estadual
Nacional
0,84%
18,83%
0,40%
6,05%
0,05%
6,05%
0,45%
6,92%
0,16%
4,90%
0,00%
0,00%
0,65%
6,69%
0,06%
2,51%
0,03%
1,44%
0,09%
6,75%
ME
734
3.511
131
2.274
1.664
3.848
145
175
38
4,18
1,34
1,34
1,54
1,09
1,48
0,56
0,32
1,50
Relatório Estadual
Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0
Grupo 310 - Fabricação de móveis
Grupo 321 - Fabricação de artigos de joalheria, bijuteria e semelhantes
Grupo 322 - Fabricação de instrumentos musicais
Grupo 323 - Fabricação de artefatos para pesca e esporte
Grupo 324 - Fabricação de brinquedos e jogos recreativos
Grupo 325 - Fabricação de instrumentos e materiais para uso médico e odontológico e de artigos
ópticos
Grupo 329 - Fabricação de produtos diversos
Grupo 331 - Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos
Grupo 332 - Instalação de máquinas e equipamentos
Grupo 351 - Geração, transmissão e distribuição de energia elétrica
Grupo 352 - Produção e distribuição de combustíveis gasosos por redes urbanas
Grupo 353 - Produção e distribuição de vapor, água quente e ar condicionado
Grupo 360 - Captação, tratamento e distribuição de água
Grupo 370 - Esgoto e atividades relacionadas
Grupo 381 - Coleta de resíduos
Grupo 382 - Tratamento e disposição de resíduos
Grupo 383 - Recuperação de materiais
Grupo 390 - Descontaminação e outros serviços de gestão de resíduos
Grupo 411 - Incorporação de empreendimentos imobiliários
Grupo 412 - Construção de edifícios
Grupo 421 - Construção de rodovias, ferrovias, obras urbanas e obras de arte especiais
Grupo 422 - Obras de infraestrutura para energia elétrica, telecomunicações, água, esgoto e
transporte por dutos
Grupo 429 - Construção de outras obras de infraestrutura
Grupo 431 - Demolição e preparação do terreno
Grupo 432 - Instalações elétricas, hidráulicas e outras instalações em construções
Grupo 433 - Obras de acabamento
Grupo 439 - Outros serviços especializados para construção
Grupo 451 - Comércio de veículos automotores
Grupo 452 - Manutenção e reparação de veículos automotores
Grupo 453 - Comércio de peças e acessórios para veículos automotores
Grupo 454 - Comércio, manutenção e reparação de motocicletas, peças e acessórios
Grupo 461 - Representantes comerciais e agentes do comércio, exceto de veículos automotores e
motocicletas
Grupo 462 - Comércio atacadista de matérias-primas agrícolas e animais vivos
Grupo 463 - Comércio atacadista especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo
Grupo 464 - Comércio atacadista de produtos de consumo não alimentar
Grupo 465 - Comércio atacadista de equipamentos e produtos de tecnologias de informação e
comunicação
Empregos - 2008
MDE
GE
8.335
983
129
-
QL
PE
8.754
80
56
69
160
309
291
394
-
994
0,06%
2,41%
0,53
857
1.640
537
344
1
841
178
293
83
1.185
15
1.567
15.133
1.324
654
783
517
1.211
99
1.496
579
1.010
209
1.516
69
1.305
15.119
2.928
429
693
204
3.786
1.741
610
1.649
215
249
198
5.812
2.395
1.152
1.827
1.192
1.768
3.092
3.116
1.258
7.168
100
4.078
1.367
4.144
507
2.950
84
3.070
36.064
8.415
0,17%
0,18%
0,07%
0,40%
0,01%
0,00%
0,23%
0,08%
0,23%
0,03%
0,17%
0,00%
0,17%
2,03%
0,47%
6,98%
3,52%
7,51%
6,11%
3,85%
0,00%
3,43%
3,78%
5,50%
2,14%
10,53%
7,27%
4,23%
4,63%
3,22%
1,55
0,78
1,67
1,36
0,85
0,76
0,84
1,22
0,48
2,34
1,61
0,94
1,03
0,71
532
1.588
1.092
7.849
11.061
0,62%
6,68%
1,48
1.389
1.352
2.261
2.159
1.935
2.584
7.861
10.425
1.767
1.613
1.069
1.685
1.472
1.901
5.599
3.541
7.567
1.525
1.171
559
429
861
3.961
71
402
154
505
1.027
-
4.173
2.980
4.880
3.631
4.697
13.171
11.473
18.394
3.446
0,23%
0,17%
0,27%
0,20%
0,26%
0,74%
0,65%
1,03%
0,19%
1,42%
4,65%
3,19%
4,07%
4,32%
5,87%
7,33%
5,15%
4,70%
0,32
1,03
0,71
0,90
0,96
1,30
1,63
1,14
1,04
1.507
1.245
550
513
3.815
0,21%
6,68%
1,48
1.004
4.117
4.146
1.311
6.008
3.772
298
2.924
980
423
5.041
1.323
3.036
18.090
10.221
0,17%
1,02%
0,57%
5,96%
4,98%
4,01%
1,32
1,11
0,89
276
276
148
150
850
0,05%
3,29%
0,73
118
Total
26.077
236
70
210
400
Representatividade
Estadual
Nacional
1,47%
11,39%
0,01%
1,43%
0,00%
3,39%
0,01%
6,10%
0,02%
3,56%
ME
8.005
156
14
141
111
2,53
0,32
0,75
1,35
0,79
Relatório Estadual
Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0
Grupo 466 - Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos, exceto de tecnologias
de informação e comunicação
Grupo 467 - Comércio atacadista de madeira, ferragens, ferramentas, materiais elétricos e
materiais de construção
Grupo 468 - Comércio atacadista especializado em outros produtos
Grupo 469 - Comércio atacadista não especializado
Grupo 471 - Comércio varejista não especializado
Grupo 472 - Comércio varejista de produtos alimentícios, bebidas e fumo
Grupo 473 - Comércio varejista de combustíveis para veículos automotores
Grupo 474 - Comércio varejista de material de construção
Grupo 475 - Comércio varejista de equipamentos de informática e comunicação; equipamentos e
artigos de uso doméstico
Grupo 476 - Comércio varejista de artigos culturais, recreativos e esportivos
Grupo 477 - Comércio varejista de produtos farmacêuticos, perfumaria e cosméticos e artigos
médicos, ópticos e ortopédicos
Grupo 478 - Comércio varejista de produtos novos não especificados anteriormente e de produtos
usados
Grupo 479 - Comércio ambulante e outros tipos de comércio varejista
Grupo 491 - Transporte ferroviário e metroferroviário
Grupo 492 - Transporte rodoviário de passageiros
Grupo 493 - Transporte rodoviário de carga
Grupo 494 - Transporte dutoviário
Grupo 495 - Trens turísticos, teleféricos e similares
Grupo 501 - Transporte marítimo de cabotagem e longo curso
Grupo 502 - Transporte por navegação interior
Grupo 503 - Navegação de apoio
Grupo 509 - Outros transportes aquaviários
Grupo 511 - Transporte aéreo de passageiros
Grupo 512 - Transporte aéreo de carga
Grupo 513 - Transporte espacial
Grupo 521 - Armazenamento, carga e descarga
Grupo 522 - Atividades auxiliares dos transportes terrestres
Grupo 523 - Atividades auxiliares dos transportes aquaviários
Grupo 524 - Atividades auxiliares dos transportes aéreos
Grupo 525 - Atividades relacionadas à organização do transporte de carga
Grupo 531 - Atividades de Correio
Grupo 532 - Atividades de malote e de entrega
Grupo 551 - Hotéis e similares
Grupo 559 - Outros tipos de alojamento não especificados anteriormente
Grupo 561 - Restaurantes e outros serviços de alimentação e bebidas
Grupo 562 - Serviços de catering, bufê e outros serviços de comida preparada
ME
PE
1.536
2.228
2.170
3.706
682
12.571
10.447
4.854
14.573
Empregos - 2008
MDE
GE
382
466
2.241
763
4.946
930
14.821
6.992
11.472
12.589
1.072
493
8.606
667
874
1.452
18.472
11.891
1.041
4.975
1.797
252
9.836
3.686
134
36.044
19.001
2.077
33
1.725
12.846
3
19
16
30
28
31
276
871
191
44
438
919
499
3.047
520
19.815
1.275
2.529
14.955
27
39
56
99
84
122
30
1.273
776
466
150
779
1.698
572
7.505
561
17.326
1.936
2.028
4.470
155
902
146
522
340
154
793
217
1.697
2.458
661
119
Total
Representatividade
Estadual
Nacional
QL
4.612
0,26%
5,14%
1,14
301
5.475
0,31%
6,55%
1,45
612
1.587
25.613
616
1.804
10.336
3.692
61.611
18.722
17.200
30.418
0,58%
0,21%
3,47%
1,05%
0,97%
1,71%
5,43%
3,67%
4,68%
3,80%
6,16%
5,07%
1,21
0,82
1,04
0,84
1,37
1,12
563
31.967
1,80%
4,42%
0,98
-
7.024
0,40%
3,78%
0,84
178
13.834
0,78%
3,02%
0,67
1.750
58.872
3,31%
4,68%
1,04
263
12.770
6.266
111
180
386
5.627
413
1.160
409
1.037
1.350
593
3.001
296
19.052
38.537
27
111
42
255
115
114
691
61
8.078
2.206
2.339
534
1.780
4.447
1.288
13.599
1.081
40.192
6.873
0,00%
0,02%
1,07%
2,17%
0,00%
0,01%
0,00%
0,01%
0,01%
0,01%
0,04%
0,00%
0,00%
0,45%
0,12%
0,13%
0,03%
0,10%
0,25%
0,07%
0,77%
0,06%
2,26%
0,39%
0,00%
0,62%
2,97%
6,40%
3,08%
48,05%
0,42%
2,49%
2,08%
3,99%
1,29%
2,22%
0,00%
8,69%
2,54%
7,21%
1,72%
3,49%
3,52%
3,37%
5,46%
5,77%
4,69%
3,35%
0,14
0,66
1,42
0,68
10,66
0,09
0,55
0,46
0,88
0,29
0,49
1,93
0,56
1,60
0,38
0,77
0,78
0,75
1,21
1,28
1,04
0,74
Relatório Estadual
Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0
Grupo 581 - Edição de livros, jornais, revistas e outras atividades de edição
Grupo 582 - Edição integrada à impressão de livros, jornais, revistas e outras publicações
Grupo 591 - Atividades cinematográficas, produção de vídeos e de programas de televisão
Grupo 592 - Atividades de gravação de som e de edição de música
Grupo 601 - Atividades de rádio
Grupo 602 - Atividades de televisão
Grupo 611 - Telecomunicações por fio
Grupo 612 - Telecomunicações sem fio
Grupo 613 - Telecomunicações por satélite
Grupo 614 - Operadoras de televisão por assinatura
Grupo 619 - Outras atividades de telecomunicações
Grupo 620 - Atividades dos serviços de tecnologia da informação
Grupo 631 - Tratamento de dados, hospedagem na internet e outras atividades relacionadas
Grupo 639 - Outras atividades de prestação de serviços de informação
Grupo 641 - Banco Central
Grupo 642 - Intermediação monetária depósitos à vista
Grupo 643 - Intermediação não monetária outros instrumentos de captação
Grupo 644 - Arrendamento mercantil
Grupo 645 - Sociedades de capitalização
Grupo 646 - Atividades de sociedades de participação
Grupo 647 - Fundos de investimento
Grupo 649 - Atividades de serviços financeiros não especificadas anteriormente
Grupo 651 - Seguros de vida e não vida
Grupo 652 - Seguros saúde
Grupo 653 - Resseguros
Grupo 654 - Previdência complementar
Grupo 655 - Planos de saúde
Grupo 661 - Atividades auxiliares dos serviços financeiros
Grupo 662 - Atividades auxiliares dos seguros, da previdência complementar e dos planos de
saúde
Grupo 663 - Atividades de administração de fundos por contrato ou comissão
Grupo 681 - Atividades imobiliárias de imóveis próprios
Grupo 682 - Atividades imobiliárias por contrato ou comissão
Grupo 691 - Atividades jurídicas
Grupo 692 - Atividades de contabilidade, consultoria e auditoria contábil e tributária
Grupo 701 - Sedes de empresas e unidades administrativas locais
Grupo 702 - Atividades de consultoria em gestão empresarial
Grupo 711 - Serviços de arquitetura e engenharia e atividades técnicas relacionadas
Grupo 712 - Testes e análises técnicas
Empregos - 2008
MDE
GE
142
601
854
75
314
593
56
627
72
112
213
153
54
1.247
3.199
87
4.931
356
254
1.838
2.246
50
262
108
119
409
1.409
-
QL
PE
432
1.285
332
138
1.774
370
148
173
110
259
2.393
1.164
993
9.179
405
139
464
292
36
181
300
260
766
489
55
-
1.310
0,07%
3,81%
0,85
7
775
990
2.234
3.582
542
1.410
69
421
864
1.836
2.981
383
2.003
99
123
164
366
125
649
-
313
1.513
2.042
110
7
1.196
1.977
4.547
6.929
2.563
6.104
278
0,00%
0,07%
0,11%
0,26%
0,39%
0,00%
0,14%
0,34%
0,02%
0,16%
4,98%
3,67%
4,25%
6,56%
0,00%
2,70%
3,10%
2,02%
0,03
1,10
0,82
0,94
1,46
0,60
0,69
0,45
120
Total
870
3.541
589
268
2.201
1.375
907
413
6
499
450
8.317
7.178
2.436
16.670
761
5
468
981
595
53
5
338
2.198
542
Representatividade
Estadual
Nacional
0,05%
3,15%
0,20%
4,00%
0,03%
3,55%
0,02%
7,05%
0,12%
6,74%
0,08%
2,89%
0,05%
2,53%
0,02%
1,10%
0,00%
0,23%
0,03%
3,85%
0,03%
1,15%
0,47%
4,24%
0,40%
10,39%
0,14%
4,78%
0,00%
0,00%
0,94%
3,44%
0,04%
4,05%
0,00%
0,00%
0,00%
0,35%
0,03%
1,77%
0,00%
0,00%
0,06%
3,88%
0,03%
1,77%
0,00%
0,98%
0,00%
0,80%
0,02%
2,55%
0,12%
3,34%
0,03%
1,44%
ME
296
801
257
55
427
98
76
56
6
23
137
1.478
996
833
3.407
44
5
221
517
303
17
5
38
80
282
0,70
0,89
0,79
1,56
1,50
0,64
0,56
0,24
0,05
0,85
0,26
0,94
2,30
1,06
0,76
0,90
0,08
0,39
0,86
0,39
0,22
0,18
0,57
0,74
0,32
Relatório Estadual
Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0
Grupo 721 - Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais
Grupo 722 - Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências sociais e humanas
Grupo 731 - Publicidade
Grupo 732 - Pesquisas de mercado e de opinião pública
Grupo 741 - Design e decoração de interiores
Grupo 742 - Atividades fotográficas e similares
Grupo 749 - Atividades profissionais, científicas e técnicas não especificadas anteriormente
Grupo 750 - Atividades veterinárias
Grupo 771 - Locação de meios de transporte sem condutor
Grupo 772 - Aluguel de objetos pessoais e domésticos
Grupo 773 - Aluguel de máquinas e equipamentos sem operador
Grupo 774 - Gestão de ativos intangíveis não financeiros
Grupo 781 - Seleção e agenciamento de mão de obra
Grupo 782 - Locação de mão de obra temporária
Grupo 783 - Fornecimento e gestão de recursos humanos para terceiros
Grupo 791 - Agências de viagens e operadores turísticos
Grupo 799 - Serviços de reservas e outros serviços de turismo não especificados anteriormente
Grupo 801 - Atividades de vigilância, segurança privada e transporte de valores
Grupo 802 - Atividades de monitoramento de sistemas de segurança
Grupo 803 - Atividades de investigação particular
Grupo 811 - Serviços combinados para apoio a edifícios
Grupo 812 - Atividades de limpeza
Grupo 813 - Atividades paisagísticas
Grupo 821 - Serviços de escritório e apoio administrativo
Grupo 822 - Atividades de tele atendimento
Grupo 823 - Atividades de organização de eventos, exceto culturais e esportivos
Grupo 829 - Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas
Grupo 841 - Administração do estado e da política econômica e social
Grupo 842 - Serviços coletivos prestados pela administração pública
Grupo 843 - Seguridade social obrigatória
Grupo 851 - Educação infantil e ensino fundamental
Grupo 852 - Ensino médio
Grupo 853 - Educação superior
Grupo 854 - Educação profissional de nível técnico e tecnológico
Grupo 855 - Atividades de apoio à educação
Grupo 859 - Outras atividades de ensino
Grupo 861 - Atividades de atendimento hospitalar
Grupo 862 - Serviços móveis de atendimento a urgências e de remoção de pacientes
Grupo 863 - Atividades de atenção ambulatorial executadas por médicos e odontólogos
ME
21
4
686
22
38
578
460
133
471
1.149
660
15
92
505
13
1.250
38
111
95
6
10.130
442
201
1.694
107
250
4.455
1.050
39
20
1.745
171
105
172
34
2.808
281
17
5.691
121
PE
796
680
28
274
501
10
311
159
818
99
1.418
60
666
834
153
2.403
1.333
127
1.220
223
180
4.352
2.810
134
27
6.562
1.415
611
358
19
3.631
2.706
1.160
Empregos - 2008
MDE
GE
574
1.174
59
132
145
119
100
97
1.606
1.179
3.461
131
53
571
1.768
16.879
53
1.262
534
1.224
891
23.550
317
5.761
139
6.225
160
1.506
9.187
4.780
187.192
29.762
87
1.234
2.060
1.355
549
2.169
1.185
24.435
144
919
576
2.054
3.822
1.788
17.419
155
384
Total
2.565
63
1.643
50
38
971
1.061
143
782
1.308
1.478
15
1.894
6.563
204
2.540
38
19.592
1.563
6
14.291
26.216
328
8.992
6.694
590
19.500
195.832
29.935
1.368
11.722
4.304
26.336
1.593
629
12.315
22.194
17
7.390
Representatividade
Estadual
Nacional
0,14%
6,45%
0,00%
0,69%
0,09%
2,73%
0,00%
0,81%
0,00%
2,39%
0,05%
6,07%
0,06%
2,65%
0,01%
3,28%
0,04%
2,14%
0,07%
5,40%
0,08%
2,05%
0,00%
1,12%
0,11%
1,27%
0,37%
2,12%
0,01%
0,40%
0,14%
4,76%
0,00%
1,36%
1,10%
4,17%
0,09%
6,98%
0,00%
0,56%
0,80%
2,71%
1,47%
4,52%
0,02%
3,55%
0,51%
7,19%
0,38%
2,13%
0,03%
3,08%
1,10%
3,73%
11,02%
2,64%
1,68%
3,30%
0,08%
4,22%
0,66%
2,98%
0,24%
3,27%
1,48%
4,58%
0,09%
3,67%
0,04%
4,34%
0,69%
5,75%
1,25%
2,77%
0,00%
0,54%
0,42%
4,04%
QL
1,43
0,15
0,61
0,18
0,53
1,35
0,59
0,73
0,47
1,20
0,45
0,25
0,28
0,47
0,09
1,06
0,30
0,93
1,55
0,12
0,60
1,00
0,79
1,60
0,47
0,68
0,83
0,59
0,73
0,94
0,66
0,73
1,02
0,81
0,96
1,28
0,61
0,12
0,90
Relatório Estadual
Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0
Grupo 864 - Atividades de serviços de complementação diagnóstica e terapêutica
Grupo 865 - Atividades de profissionais da área de saúde, exceto médicos e odontólogos
Grupo 866 - Atividades de apoio à gestão de saúde
Grupo 869 - Atividades de atenção à saúde humana não especificadas anteriormente
Grupo 871 - Atividades de assistência a idosos, deficientes físicos, imunodeprimidos e
convalescentes, e de infraestrutura e apoio a pacientes prestadas em residências coletivas e
particulares
Grupo 872 - Atividades de assistência psicossocial e à saúde a portadores de distúrbios psíquicos,
deficiência mental e dependência química
Grupo 873 - Atividades de assistência social prestadas em residências coletivas e particulares
Grupo 880 - Serviços de assistência social sem alojamento
Grupo 900 - Atividades artísticas, criativas e de espetáculos
Grupo 910 - Atividades ligadas ao patrimônio cultural e ambiental
Grupo 920 - Atividades de exploração de jogos de azar e apostas
Grupo 931 - Atividades esportivas
Grupo 932 - Atividades de recreação e lazer
Grupo 941 - Atividades de organizações associativas patronais, empresariais e profissionais
Grupo 942 - Atividades de organizações sindicais
Grupo 943 - Atividades de associações de defesa de direitos sociais
Grupo 949 - Atividades de organizações associativas não especificadas anteriormente
Grupo 951 - Reparação e manutenção de equipamentos de informática e comunicação
Grupo 952 - Reparação e manutenção de objetos e equipamentos pessoais e domésticos
Grupo 960 - Outras atividades de serviços pessoais
Grupo 970 - Serviços domésticos
Grupo 990 - Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais
Total
Empregos - 2008
MDE
GE
370
596
60
231
468
QL
PE
1.677
266
38
501
212
489
-
-
701
0,04%
2,27%
0,50
70
139
71
-
280
0,02%
3,56%
0,79
90
208
252
27
28
1.339
880
743
1.575
5.387
4.639
571
2.059
2.765
815
9
441.190
271
367
96
22
1.239
894
765
807
4.851
3.167
280
641
1.985
11
450.201
94
366
180
421
233
132
378
1.960
1.178
80
106
654
243.097
186
171
831
1.771
3.014
4.548
849
1.099
643.116
641
941
528
49
28
3.170
2.838
3.411
5.774
16.746
9.833
931
2.806
6.503
826
9
1.777.604
0,04%
0,05%
0,03%
0,00%
0,00%
0,18%
0,16%
0,19%
0,32%
0,94%
0,55%
0,05%
0,16%
0,37%
0,05%
0,00%
100,00%
1,28%
1,01%
3,95%
0,66%
1,02%
2,71%
7,23%
5,15%
4,20%
4,69%
3,36%
2,36%
5,49%
3,76%
6,89%
0,17%
4,51%
0,28
0,22
0,88
0,15
0,23
0,60
1,60
1,14
0,93
1,04
0,75
0,52
1,22
0,83
1,53
0,04
1,00
Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de Informações Sociais.
Nota: Sinal convencional utilizado:
- Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento.
122
Total
4.375
1.439
134
2.010
Representatividade
Estadual
Nacional
0,25%
3,60%
0,08%
2,16%
0,01%
0,75%
0,11%
2,35%
ME
1.732
1.113
96
810
0,80
0,48
0,17
0,52
Relatório Estadual
123
Relatório Estadual
LISTA DE GRÁFICOS E TABELAS
LISTA DE GRÁFICOS
Gráfico 1 – População total de Santa Catarina no período 1980/2009 ................ 14
Gráfico 2 – População relativa das coordenadorias, segundo estimativa
populacional - 2009 ....................................................................................... 14
Gráfico 3 – Taxa de crescimento médio anual da população catarinense e
brasileira no período 2000/2009 .................................................................... 15
Gráfico 4 – Densidade demográfica, das coordenadorias regionais – 2009 ........ 15
Gráfico 5 – Participação relativa da população residente por sexo e situação do
domicílio, em Santa Catarina - 2000 ............................................................. 16
Gráfico 6 – Distribuição relativa por faixa etária da população de Santa Catarina 2007 .............................................................................................................. 16
Gráfico 7 – Taxa bruta de natalidade por 1.000 habitantes, segundo as
coordenadorias regionais - 2006 ................................................................... 23
Gráfico 8 – Taxa de mortalidade infantil por 1.000 nascidos vivos , segundo as
coordenadorias regionais - 2006 ................................................................... 24
Gráfico 9 – Esperança de vida ao nascer (em anos), segundo as coordenadorias
regionais - 2000 ............................................................................................ 24
Gráfico 10 – Comparativo da representatividade do total de estabelecimentos de
saúde, segundo as coordenadorias regionais – dez./2007 ........................... 26
Gráfico 11 – Comparativo do número de leitos de internação por 1.000 habitantes,
segundo as coordenadorias regionais – nov./2007 ....................................... 27
Gráfico 12 – Número de alunos matriculados em Santa Catarina no período 20032007 .............................................................................................................. 28
Gráfico 13 – Participação relativa das coordenadorias no número de alunos
matriculados em Santa Catarina - 2007 ........................................................ 29
Gráfico 14 – Distribuição dos alunos por modalidade ensino em Santa Catarina 2007 .............................................................................................................. 30
Gráfico 15 – Participação relativa das coordenadorias no número de
estabelecimentos de ensino e docentes de Santa Catarina - 2006 .............. 31
Gráfico 16 – Condição de ocupação dos domicílios, segundo Brasil e Santa
Catarina - 2000 ............................................................................................. 33
Gráfico 17 – Participação relativa das coordenadorias no número total de
domicílios de Santa Catarina - 2000 ............................................................. 34
Gráfico 18 - Composição do valor adicionado bruto (VAB) de Santa Catarina –
2006 .............................................................................................................. 38
Gráfico 19 – Balança comercial de Santa Catarina no período 2004-2008 .......... 40
Gráfico 20 – Participação relativa das coordenadorias nas exportações e
importações catarinenses - 2008 .................................................................. 41
124
Relatório Estadual
Gráfico 21 - Valor adicionado fiscal (VAF) de Santa Catarina no período 20032007 .............................................................................................................. 44
Gráfico 22 – Participação relativa das coordenadorias regionais na composição do
VAF 2007 ...................................................................................................... 44
Gráfico 23 - Número de empresas e empregos formais em Santa Catarina no
período de 2004-2008 ................................................................................... 46
Gráfico 24 – Participação relativa das coordenadorias no número de empresas e
empregos de Santa Catarina - 2008 ............................................................. 46
Gráfico 25 - Taxa acumulada de criação de empresas e empregos, segundo Brasil
e Santa Catarina no período 2004/2008 ....................................................... 47
Gráfico 26 - Número de empresas e empregos formais em Santa Catarina,
segundo o porte - 2008 ................................................................................. 47
Gráfico 27 - Participação relativa das empresas e empregos formais em Santa
Catarina, segundo o porte - 2008.................................................................. 48
Gráfico 28 - Número de empresas e empregos formais de Santa Catarina,
segundo o setor - 2008 ................................................................................. 49
Gráfico 29 – Configuração setorial das empresas, segundo as coordenadorias
regionais - 2008 ............................................................................................ 49
Gráfico 30 – Configuração setorial dos empregos, segundo as coordenadorias
regionais - 2008 ............................................................................................ 49
Gráfico 31 - Relação habitante por emprego, segundo coordenadorias regionais 2008 .............................................................................................................. 53
Gráfico 32 - Saldo de admissões e demissões de Santa Catarina – 2004-2008.. 54
Gráfico 33 - Comparativo da evolução da lavoura temporária segundo Brasil e
Santa Catarina no período 2003/2007 .......................................................... 59
Gráfico 34 - Comparativo da evolução da lavoura permanente segundo Brasil e
Santa Catarina no período 2003/2007 .......................................................... 60
Gráfico 35 - População abastecida com água, segundo Brasil e Santa Catarina no
período 1991/2000 ........................................................................................ 72
Gráfico 29 – Participação relativa da frota total de veículos, segundo as
coordenadorias regionais - 2008 ................................................................... 76
Gráfico 37 - Comparativo do número de habitantes por veículo, segundo Brasil e
Santa Catarina - 2004/2008 .......................................................................... 77
Gráfico 38 - Comparativo do número de habitantes por veículo, segundo
coordenadorias regionais - 2008 ................................................................... 77
125
Relatório Estadual
LISTA DE TABELAS
Tabela 1 – População residente por situação do domicílio e sexo, em Santa
Catarina, no período 1980/2000 .................................................................... 16
Tabela 2 – Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M), segundo
Unidades da Federação - 2000 ..................................................................... 19
Tabela 3 – Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Santa
Catarina - 1991/2000 .................................................................................... 20
Tabela 4 – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM), segundo
Unidades da Federação - 2006 ..................................................................... 21
Tabela 5 – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM) de Santa
Catarina - 2000/2006 .................................................................................... 21
Tabela 6 – Taxa bruta de natalidade por 1.000 habitantes, segundo Brasil e Santa
Catarina no período 2002-2006 .................................................................... 23
Tabela 7 – Mortalidade infantil por 1.000 nascidos vivos, segundo Brasil e Santa
Catarina no período 2002-2006 .................................................................... 23
Tabela 8 – Número de unidades de saúde por tipo de estabelecimento, segundo
Brasil e Santa Catarina – dez./2007 .............................................................. 25
Tabela 9 – Número de leitos de internação existentes por tipo de especialidade,
segundo Brasil e Santa Catarina – dez./2007 ............................................... 26
Tabela 10 – Número de leitos de internação por 1.000 habitantes, segundo Brasil
e Santa Catarina – nov./2007........................................................................ 26
Tabela 11 – Número de profissionais vinculados por tipo de categoria, segundo
Brasil e Santa Catarina – dez./2007 .............................................................. 27
Tabela 12 – Número de alunos matriculados por dependência administrativa em
Santa Catarina no período 2003-2007 .......................................................... 28
Tabela 13 – Distribuição dos alunos por modalidade de ensino em Santa Catarina
- 2007 ............................................................................................................ 29
Tabela 14 – Número de estabelecimentos de ensino segundo a modalidade Santa Catarina 2002/2006 ............................................................................ 30
Tabela 15 – Número de docentes segundo a modalidade de ensino - Santa
Catarina 2002/2006 ....................................................................................... 31
Tabela 16 – Indicadores de atendimento educacional a criança – Santa Catarina 1991/2000 ..................................................................................................... 32
Tabela 17 – Nível educacional da população adulta (25 anos ou mais) – Santa
Catarina - 1991/2000 .................................................................................... 32
Tabela 18 – Índice da Educação Básica (IDEB) de Santa Catarina - 2005/2007 . 32
Tabela 19 – Condição de ocupação dos domicílios de Santa Catarina – 2000.... 33
Tabela 20 – Número de óbitos por causas violentas - Santa Catarina 2003-200734
Tabela 21 – Produto interno bruto a preços correntes, segundo Unidades de
Federação - 2006 .......................................................................................... 36
126
Relatório Estadual
Tabela 22 – Produto interno bruto a preços correntes, segundo Brasil e Santa no
período de 2002-2006 ................................................................................... 37
Tabela 23 – Composição do Produto interno bruto 2006, segundo as
coordenadorias regionais .............................................................................. 37
Tabela 24 – Composição do valor adicionado bruto 2006, segundo as
coordenadorias regionais .............................................................................. 38
Tabela 25 – Produto Interno Bruto per capita (preços correntes), segundo
Unidades da Federação - 2006 ..................................................................... 39
Tabela 26 – Produto Interno Bruto per capita (preços correntes), segundo
Coordenadorias Regionais - 2006................................................................. 39
Tabela 27 – Balança Comercial catarinense no período 2004-2008 .................... 40
Tabela 28 - Número de empresas exportadoras da Santa Catarina, segundo as
faixas de valores exportados (US$ FOB) em 2008 ....................................... 41
Tabela 29 - Principais países de destino das exportações de Santa Catarina no
período de 2007-2008 ................................................................................... 42
Tabela 30 - Principais países de origem das importações de Santa Catarina no
período de 2007-2008 ................................................................................... 43
Tabela 31 - Valor adicionado fiscal de Santa Catarina, organizado segundo os 20
grupos de atividades econômicas mais representativas - 2007 .................... 45
Tabela 32 - Número de empresas nas coordenadorias, segundo o porte e
participação relativa - 2008 ........................................................................... 48
Tabela 33 - Número de empregos nas coordenadorias, segundo o porte e
participação relativa - 2008 ........................................................................... 48
Tabela 34 - Número de empresas estabelecidas em Santa Catarina classificadas
por porte e participação relativa - 2008 ......................................................... 50
Tabela 35 - Número de empregos formais em Santa Catarina, segundo o porte e
participação relativa - 2008 ........................................................................... 51
Tabela 36 - Empregos ligados ao setor de transportes em Santa Catarina 2008 .............................................................................................................. 52
Tabela 37 - Empregos ligados aos serviços de informação, atividades de TI e
atividades de telecomunicações em Santa Catarina - 2008.......................... 53
Tabela 38 - Estimativas de empresas para o setor informal estadual e nacional2003 .............................................................................................................. 54
Tabela 39 - Saldo de admissões e demissões no Brasil, Santa Catarina e Santa
Catarina em 2008, segundo seções da CNAE versão 2.0 ............................ 55
Tabela 40 - Renda Per Capita de Santa Catarina 1991-2000 .............................. 55
Tabela 41 - Salário de ocupação médio, segundo Brasil e Santa Catarina em
2008, organizado pelas seções da CNAE versão 2.0 ................................... 56
Tabela 42 - Fontes de receitas de Santa Catarina – 2007-2008 .......................... 57
Tabela 43 - Receita orçamentária per capita de Santa Catarina - 2003/2007 ...... 58
Tabela 44 - Receita própria per capita de Santa Catarina - 2003/2007 ............... 58
127
Relatório Estadual
Tabela 45 - Quantidade produzida, área plantada e valor da produção das
lavouras temporárias de Santa Catarina - 2003/2007 ................................... 59
Tabela 46 - Quantidade produzida, área plantada e valor da produção das
lavouras permanentes de Santa Catarina - 2003/2007 ................................. 60
Tabela 47 - Efetivo do rebanho em Santa Catarina - 2003/2007 ......................... 61
Tabela 48 - Produção de origem animal em Santa Catarina - 2003/2007............ 61
Tabela 49 – Grupos de atividades econômicas classificados como setores
tradicionais, organizados em ordem crescente da CNAE ............................. 67
Tabela 50 – Grupos de atividades econômicas classificados como setores
emergentes, organizados em ordem crescente da CNAE ............................ 68
Tabela 51 – Grupos de atividades econômicas classificados como setores com
tendência de expansão, organizados em ordem crescente da CNAE .......... 68
Tabela 52 – Consumidores e consumo de energia elétrica em Santa Catarina no
período de 2004-2008 ................................................................................... 70
Tabela 53 – Número de consumidores e demanda de energia elétrica, segundo
tipologia das unidades consumidoras - Santa Catarina – 2008 .................... 71
Tabela 54 – Indicadores de abastecimento de água em Santa Catarina - 2000 .. 71
Tabela 55 – Indicadores de saneamento básico em Santa Catarina - 2000 ........ 72
Tabela 56 – Número de agências e postos bancários segundo o tipo de
dependência - Santa Catarina (out/2009) ..................................................... 75
Tabela 57 – Frota de veículos de Santa Catarina no período 2004-2008 ............ 76
128
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