Relatório Estadual SANTA CATARINA Relatório Estadual SANTA CATARINA EM NÚMEROS Santa Catarina SEBRAE 2010 Relatório Estadual © 2010 SEBRAE/SC Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina. Todos os direitos reservados e protegidos por lei de 19/02/1998. Nenhuma parte deste material, sem autorização prévia por escrito do Sebrae, poderá ser reproduzida ou transmitida sejam quais forem os meios empregados: eletrônicos, mecânicos, fotográficos, gravação ou quaisquer outros. CONSULTORIA TÉCNICA Borba Capacitação e Consultoria Empresarial Ltda. CAPA Meer Marketing e Comunicação S491s Sebrae/SC Santa Catarina em Números: Santa Catarina/ Sebrae/SC .-- Florianópolis: Sebrae/SC, 2010. 127p. 1. Estudos e Pesquisas. 2. Sebrae. Ferreira, Cláudio. III. Grapeggia, Mariana. Douglas Luiz. VI. Título. I. Cândido, Marcondes da Silva. II. IV. Silva, Jackson André da. V. Três, CDU : 338 (816.4 Santa Catarina) Relatório Estadual CONSELHO DELIBERATIVO: Presidente - José Zeferino Pedrozo – FAESC Vice-Presidente - Alcantaro Corrêa – FIESC Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina – BADESC Banco do Brasil S.A. Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul - BRDE Caixa Econômica Federal - CAIXA Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina - FAESC Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina FAMPESC Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina - FACISC Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina - FCDL Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina - FIESC Federação do Comércio do Estado de Santa Catarina - FECOMÉRCIO Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras - CERTI Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável - SDS Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - SENAI/DR-SC Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC DIRETORIA DO SEBRAE/SC: Carlos Guilherme Zigelli - Diretor Superintendente Anacleto Ângelo Ortigara - Diretor Técnico José Alaor Bernardes - Diretor Administrativo Financeiro COORDENAÇÃO TÉCNICA SEBRAE/SC: Marcondes da Silva Cândido Cláudio Ferreira Mariana Grapeggia Douglas Luis Três Jackson André da Silva Relatório Estadual APRESENTAÇÃO A criação da série “Santa Catarina em Números” teve origem na necessidade do SEBRAE/SC em refinar suas ações de planejamento, com o levantamento de um conjunto de informações sobre aspectos econômicos e sociais que permitam caracterizar os recortes territoriais, onde estão inseridas as Micro e Pequenas Empresas (MPE) do estado. A experiência adquirida pela instituição em projetos voltados ao segmento das MPE, e a adoção de um modelo de gestão orientado para os resultados, têm demonstrado a importância de se conhecer com amplitude os territórios de sua atuação. A série traz a evolução dos indicadores estudados, com números nacionais, estaduais e regionais, permitindo avaliar a representatividade, os avanços e o perfil de cada município, coordenadoria regional e do estado. Desta forma, os dados coletados, pela sua abrangência e possibilidades de comparação, ajudam a contribuir para o planejamento de projetos do SEBRAE/SC, além de colaborar com outros agentes/instituições interessadas em promoverem políticas públicas ou ações de desenvolvimento local, e apoiar futuros empresários/empreendedores de pequeno porte. A iniciativa deste estudo não se esgota na sua publicação. A partir dele será gerada uma base de dados de cada um dos municípios do estado, que será atualizada periodicamente, de maneira a contornar a defasagem da informação com o transcorrer do tempo. Esta publicação é parte do nosso esforço em atender a missão de “promover a competitividade e desenvolvimento sustentável das MPE e fomentar o empreendedorismo” com a geração, utilização e disseminação do conhecimento como fator gerador de riqueza, valor e equidade social. Diretoria Executiva do SEBRAE/SC Relatório Estadual SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ..................................................................................................... 9 2 ASPECTOS GERAIS ......................................................................................... 11 3 ASPECTOS POPULACIONAIS ......................................................................... 14 4 3.1 POPULAÇÃO TOTAL .......................................................................................................... 14 3.2 TAXA MÉDIA ANUAL DE CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO ............................................ 15 3.3 DENSIDADE DEMOGRÁFICA ............................................................................................ 15 3.4 DISTRIBUIÇÃO POPULACIONAL SEGUNDO O GÊNERO E LOCALIZAÇÃO .................. 16 3.5 FAIXA ETÁRIA DA POPULAÇÃO ........................................................................................ 16 ASPECTOS SOCIAIS ........................................................................................ 19 4.1 INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO HUMANO ........................................................ 19 4.1.1 Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M)................................................. 19 4.1.2 IFDM – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal ................................................... 21 4.2 INCIDÊNCIA DE POBREZA ................................................................................................ 22 4.3 SAÚDE ................................................................................................................................. 22 4.3.1 Taxa Bruta de Natalidade ................................................................................................ 22 4.3.2 Taxa de Mortalidade Infantil ............................................................................................ 23 4.3.3 Esperança de Vida ao Nascer ......................................................................................... 24 4.3.4 Unidades de Saúde ......................................................................................................... 24 4.3.5 Leitos Hospitalares .......................................................................................................... 26 4.3.6 Número de Leitos Hospitalares por 1.000 Habitantes ..................................................... 26 4.3.7 Número de Profissionais Ligados à Saúde ..................................................................... 27 4.4 EDUCAÇÃO ......................................................................................................................... 28 4.4.1 Alunos Matriculados por Dependência Administrativa .................................................... 28 4.4.2 Distribuição do Número de Alunos por Modalidade de Ensino – 2007 ........................... 29 4.4.3 Número de Estabelecimentos de Ensino e Docentes ..................................................... 30 4.4.4 Indicadores de Atendimento Educacional e Nível Educacional da Criança e da População Adulta .......................................................................................................................... 31 5 4.4.5 Índice da Educação Básica – IDEB ................................................................................. 32 4.4.6 Relação de Escolas Técnicas Profissionalizantes e Número de Alunos ........................ 33 4.5 DOMICÍLIOS ........................................................................................................................ 33 4.6 REDE SÓCIOASSISTENCIAL ............................................................................................. 34 4.7 SEGURANÇA PÚBLICA ...................................................................................................... 34 ASPECTOS ECONÔMICOS .............................................................................. 36 5.1 5.1.1 5.2 PRODUTO INTERNO BRUTO............................................................................................. 36 PIB Per Capita ................................................................................................................. 38 BALANÇA COMERCIAL ...................................................................................................... 39 5.2.1 Montante das Exportações e Importações ...................................................................... 40 5.2.2 Números de Empresas Exportadoras ............................................................................. 41 Relatório Estadual 5.2.3 5.3 Principais Destinos das Exportações e Origem das Importações .................................. 41 VALOR ADICIONADO FISCAL - VAF .................................................................................. 44 5.3.1 5.4 VAF das Principais Atividades Econômicas .................................................................... 44 EMPRESAS E EMPREGOS ................................................................................................ 46 5.4.1 Evolução do Estoque de Empresas e Empregos ............................................................ 46 5.4.2 Taxa de Criação de Empresas e Empregos ................................................................... 47 5.4.3 Caracterização do Porte Empresarial .............................................................................. 47 5.4.4 Perfil setorial das Empresas e Empregos ....................................................................... 49 5.4.5 Representatividade das Atividades Econômicas ............................................................ 50 5.4.6 Número de Empregos Ligados ao Transporte ................................................................ 52 5.4.7 Número de Empregos Ligados ao Serviço de Informação, Atividades de Tecnologia da Informação (TI) e Atividades de Telecomunicações .................................................................... 53 5.4.8 Relação Habitante por Emprego ..................................................................................... 53 5.4.9 Indicativo de Empresas para o Setor Informal ................................................................ 54 5.4.10 5.5 Saldo de Admissões e Demissões .............................................................................. 54 RENDA MÉDIA DA POPULAÇÃO ....................................................................................... 55 5.5.1 Renda Per Capita ............................................................................................................ 55 5.5.2 Salários Médios Segundo as Atividades Econômicas .................................................... 56 5.6 FINANÇAS PÚBLICAS ........................................................................................................ 57 5.6.1 Receitas por Fontes......................................................................................................... 57 5.6.2 Receita Orçamentária Per Capita .................................................................................... 58 5.6.3 Receita Própria Per Capita .............................................................................................. 58 5.7 SETOR PRIMÁRIO .............................................................................................................. 58 5.7.1 Lavoura Temporária ........................................................................................................ 58 5.7.2 Lavoura Permanente ....................................................................................................... 60 5.7.3 Rebanho .......................................................................................................................... 61 5.7.4 Produtos de Origem Animal ............................................................................................ 61 5.7.5 Pesca e Aquicultura ......................................................................................................... 61 5.8 SETORES TRADICIONAIS, EMERGENTES E COM TENDÊNCIAS DE EXPANSÃO ....... 63 5.8.1 Aspectos Metodológicos Utilizados para a Identificação de Setores de Atividades Econômicas Prioritárias ................................................................................................................ 63 6 5.8.2 Setores Tradicionais ........................................................................................................ 67 5.8.3 Setores Emergentes ........................................................................................................ 68 5.8.4 Setores com Tendência de Expansão............................................................................. 68 INFRAESTRUTURA .......................................................................................... 70 6.1 ENERGIA ELÉTRICA .......................................................................................................... 70 6.2 ÁGUA E SANEAMENTO ...................................................................................................... 71 6.2.1 Abastecimento de Água .................................................................................................. 71 6.2.2 Saneamento Básico......................................................................................................... 72 6.3 INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTE ............................................................................. 72 Relatório Estadual 6.3.1 Portos e Aeroportos ......................................................................................................... 72 6.3.2 Rodovias que cortam Santa Catarina.............................................................................. 74 6.4 ESTRUTURA DE TELECOMUNICAÇÕES ......................................................................... 74 6.5 PRINCIPAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO .......................................................................... 75 6.6 SISTEMA FINANCEIRO ...................................................................................................... 75 6.7 ENTIDADES EMPRESARIAIS E DE CLASSE .................................................................... 75 6.8 FROTA DE VEÍCULOS ........................................................................................................ 76 REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 79 CONCEITOS, NOTAS EXPLICATIVAS E LISTA DE SIGLAS .................................. 83 CONCEITOS E NOTAS EXPLICATIVAS .......................................................................................... 83 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS............................................................................................. 99 APÊNDICE A - Relação das Coordenadorias Regionais e municípios integrantes............................................................................................................... 102 APÊNDICE B Relação de empresas do estado, segundo o porte e representatividade ................................................................................................... 105 APÊNDICE C Relação de empregos do estado, segundo o porte e representatividade ................................................................................................... 114 LISTA DE GRÁFICOS E TABELAS ........................................................................ 124 LISTA DE GRÁFICOS ..................................................................................................................... 124 LISTA DE TABELAS ....................................................................................................................... 126 Relatório Estadual 1 INTRODUÇÃO O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (SEBRAE/SC) é uma instituição de cunho técnico que tem por finalidade apoiar e aprimorar o desenvolvimento das atividades empresariais de pequeno porte no estado. Em sua atuação estratégica e inovadora busca constantemente fazer com que o universo dos pequenos negócios tenha as melhores condições para uma evolução sustentável. Para atingir seu objetivo, a organização volta sua atenção para o fomento e difusão de programas e projetos que visam à promoção e o fortalecimento das micro e pequenas empresas catarinenses. A série “Santa Catarina em Números – 2010” representa o desejo dessa instituição de reunir uma base de informações consistente, que permita orientar os pequenos empresários na tomada de decisões, bem como ser uma referência de pesquisa para estudiosos a respeito do perfil sócio-econômico dos 293 municípios catarinenses, do recorte geográfico das nove Coordenadorias Regionais de atuação do SEBRAE/SC e do estado. As informações coletadas no decorrer deste trabalho foram extraídas de fontes fidedignas e de acesso público junto a órgãos federais, estaduais e municipais. Além da coleta dos dados, houve a preocupação em realizar-se uma análise dos mesmos, fazendo um comparativo das regionais com outras referências, mapeando, assim, cada localidade de acordo com sua evolução e representatividade estadual. A pesquisa está estruturada em cinco capítulos, que analisam o estado em diversos aspectos, de acordo com seus Dados Gerais, Populacionais, Sociais, Econômicos e, por último, em sua Infraestrutura. Ao final do documento é disponibilizado para o leitor conceitos e notas técnicas que integram o estudo e possibilitam uma avaliação mais consistente em relação ao perfil das empresas e empregos existentes no estado. Nesta obra constam ainda dois CDs que permitem a mesma leitura dos aspectos abordados para cada um dos municípios catarinense e de suas macrorregiões. As informações ora apresentadas não exaurem a possibilidade da utilização de novos indicadores, contudo, reproduzem uma base de conhecimento considerada essencial para os cidadãos formarem uma idéia do cenário atual de Santa Catarina. 9 Relatório Estadual 10 Relatório Estadual 2 ASPECTOS GERAIS Santa Catarina é um Estado privilegiado, seus 95,4 mil km 2, integram 293 municípios que juntos reúnem uma fascinante diversidade geográfica composta por praias de areias brancas, matas tropicais e serras nevadas. Somam-se a estes contrastes a riqueza de uma população de cerca de 6,1 milhões de habitantes, que traz a influência de mais de 50 etnias, predominantemente marcada por portugueses, italianos, alemães e em menor medida por poloneses. Na economia, estes contrastes se repetem. Uma agricultura forte, baseada em minifúndios rurais, divide espaço com um parque industrial atuante, o quarto maior do país. Indústrias de grande porte e milhares de pequenas empresas espalham-se, fazendo do estado a sétima maior economia brasileira pelo tamanho de seu Produto Interno Bruto de 2006. Estimativas preliminares para 2007 apontam para um PIB da ordem de R$ 104,6 bilhões e para 2008, R$ 118,2 bilhões. De acordo com dados de 2006, o setor secundário participa com 34,5%, o setor terciário com 58,6% e o primário com 6,9% do PIB catarinense. Santa Catarina é detentor de um poderoso e diversificado parque industrial distribuído por várias regiões e também configurado por importantes arranjos produtivos. No Oeste, Meio Oeste e Extremo Oeste destaca-se a agroindústria. Ao Sul, o complexo cerâmico, mineral, químico e de confecções de artigos do vestuário, no Planalto catarinense o complexo madeireiro, papel e celulose, no Vale do Itajaí o complexo têxtil, ao Norte o complexo eletro-metalmecânico e um importante pólo moveleiro e por último e não menos importante o complexo tecnológico distribuído em três importantes pólos, na capital do estado - Florianópolis, e também nas cidades de Blumenau e Joinville. Figura 1: Território catarinense segundo divisão territorial e principais concentrações produtivas. 11 Relatório Estadual O turismo catarinense é também uma importante fonte econômica para o estado, tendo como importantes atrativos, belas paisagens litorâneas, complexos termominerais, serras, turismo rural, religioso e um atraente calendário de eventos e festas culturais. O dinamismo da economia catarinense reflete-se nos elevados índices de crescimento, alfabetização, emprego e renda per capita, muito superiores à média nacional. Santa Catarina é o segundo estado brasileiro em qualidade de vida. Quadro 1 - Aspectos gerais e históricos Localização Aspectos do estado Região Sul do Brasil Estados limítrofes Paraná e Rio Grande do Sul Mesorregiões IBGE 6 (Grande Florianópolis, Norte Catarinense, Oeste Catarinense, Serrana, Sul Catarinense e Vale do Itajaí) Capital Florianópolis (27°35'48"S 48°32'57"O) Número de municípios 293 Coordenadorias Regionais segundo SEBRAE/SC e número de municípios * Extremo Oeste (30); Foz do Itajaí (20); Grande Florianópolis (16); Meio Oeste (32); Norte (26); Oeste (58); Serra Catarinense (29); Sul (43); Vale do Itajaí (39). Área territorial 95.346,2 km² Estimativa Populacional de 2009 6.118.743 habitantes Densidade demográfica 2009 64,2 hab/km² Clima O clima de Santa Catarina é subtropical úmido. As temperaturas médias variam bastante de acordo com o local: são mais baixas nas regiões serranas e mais elevadas no litoral, no sudeste e no oeste catarinense. As chuvas são bem distribuídas durante o ano, atingindo, em média, 1.500 mm anuais. Relevo Com 77% de seu território acima de 300m de altitude e 52% acima de 600m, Santa Catarina figura entre os estados brasileiros de mais forte relevo. Quatro unidades, que se sucedem de leste para oeste, compõem o quadro morfológico: a baixada litorânea, a serra do Mar, o planalto paleozóico e o planalto basáltico. Colonização. PIB 2006 PIB per capita 2006 Ao longo da história de Santa Catarina, sucessivas correntes migratórias moldaram a ocupação do território com uma rica diversidade de costumes. A diversidade étnica inclui o indígena que reúnem grupos Xokleng, Guarani e Kaingang, o negro africano, povos europeus (portugueses, açorianos, alemães, italianos, ucranianos, poloneses, austríacos), árabes (sírios e libaneses) e orientais (japoneses). R$ 93,2 Bilhões (7º nacional) R$ 15.637,69 (4º nacional) Fontes: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Estimativa Populacional 2009. - Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria de Estado do Planejamento, Dados Estatísticos Municipais 2008 - Assessoria de Planejamento do SEBRAE/SC (ASSPLAN), Estrutura Organizacional das Coordenadorias Regionais - Federação Catarinense de Municípios (FECAM) - Santa Catarina Turismo S/A (SANTUR). Nota: As coordenadorias regionais e seus respectivos municípios são detalhados no Apêndice A. 12 Relatório Estadual 13 Relatório Estadual 3 ASPECTOS POPULACIONAIS No decorrer desta seção são apresentados dados populacionais de Santa Catarina, com recortes para a evolução populacional, taxa média de crescimento, densidade demográfica e sua distribuição segundo gênero, localização e faixa etária. 3.1 POPULAÇÃO TOTAL A população de Santa Catarina apresentou um aumento de 14,2% desde o último censo demográfico realizado em 2000. De acordo com as estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o ano de 2009, a população estadual é de 6.118.743 habitantes, o equivalente a 3,2% da população nacional. Gráfico 1 – População total de Santa Catarina no período 1980/2009 4.541.994 4.875.244 5.356.360 5.866.568 5.845.042 6.118.743 3.628.292 1980 1991 1996 2000 2005 2007 2009 Fonte: IBGE, Diretoria de Estatística, Geografia e Cartografia. Notas: 1 Censos Demográficos 1980, 1991 e 2000. 2 Contagem Populacional 1996 e 2007 3 Estimativas populacionais de 2005 e 2009. De acordo com a distribuição geográfica adotada pelo SEBRAE/SC, a Coordenadoria Regional Norte com 1.193.767 habitantes é a mais populosa do estado. O gráfico 2 demonstra a representatividade populacional de 2009, segundo o comparativo das coordenadorias. Gráfico 2 – População populacional - 2009 relativa das coordenadorias, 19,5% segundo Participação populacional 2009 14,6% 14,6% 12,9% 11,8% 10,1% 6,8% Norte estimativa Grande Florianópolis Sul Vale do Itajaí Foz do Itajaí Fonte: IBGE, Diretoria de Estatística, Geografia e Cartografia. Nota: Estimativa populacional de 2009. 14 Oeste Serra Catarinense 5,6% Meio Oeste 4,0% Extremo Oeste Relatório Estadual Joinville é a cidade mais populosa do estado, seguida por Florianópolis, Blumenau, São José e Criciúma. Com base nas estimativas populacionais do IBGE, em 2009, estes cinco municípios respondiam por 26,1% da população catarinense. 3.2 TAXA MÉDIA ANUAL DE CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO O comparativo dos dados do Censo Demográfico de 2000 e das estimativas populacionais do IBGE para 2009 demonstram que o estado apresentou nos últimos 9 anos uma taxa média de crescimento populacional da ordem de 1,5% ao ano (Gráfico 3). No mesmo período, as maiores taxas médias de crescimento foram registradas na Regional Foz do Itajaí (3%) e na Regional Norte, 1,7% ao ano. Considerando o período avaliado, Santa Catarina apresentou uma taxa acumulada de crescimento populacional de 14,2%. Gráfico 3 – Taxa de crescimento médio anual da população catarinense e brasileira no período 2000/2009 1,5% 1,3% Santa Catarina Brasil Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do IBGE - apoiados no Censo Demográfico 2000 e Estimativa Populacional 2009. 3.3 DENSIDADE DEMOGRÁFICA Baseado nas estimativas populacionais de 2009, Santa Catarina apresentou uma densidade demográfica de 64,2 hab/km2, índice bastante superior a média brasileira que é de 22,5 hab/km2. Com base em dados de 2009, o gráfico 4 apresenta a densidade demográfica das coordenadorias regionais. Gráfico 4 – Densidade demográfica, das coordenadorias regionais – 2009 164,7 hab/km2 183,8 Foz do Itajaí 93,1 Grande Florianópolis Sul 80,0 Norte 70,1 Vale do Itajaí 50,5 Oeste 43,9 Extremo Oeste 33,7 Meio Oeste 18,9 Serra Catarinense Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do IBGE - apoiados na Estimativa Populacional 2009. Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente de densidade demográfica. 15 Relatório Estadual 3.4 DISTRIBUIÇÃO POPULACIONAL SEGUNDO O GÊNERO E LOCALIZAÇÃO A distribuição populacional por gênero segundo dados do IBGE extraídos do Censo 2000, aponta que, no estado, os homens representam 49,8% da população e as mulheres, 50,2%. A Tabela 1 e o Gráfico 5 apresentam dados populacionais segundo sexo e situação do domicílio. Tabela 1 – População residente por situação do domicílio e sexo, em Santa Catarina, no período 1980/2000 Sexo Ano Total 1980 1991 1996 2000 3.628.292 4.541.994 4.875.244 5.356.360 Homens 1.830.657 2.275.714 2.438.768 2.669.311 Mulheres 1.797.635 2.266.280 2.436.476 2.687.049 Localidade Urbana Rural 2.154.250 1.474.042 3.208.537 1.333.457 3.565.130 1.310.114 4.217.931 1.138.429 Fonte: IBGE, Diretoria de Estatística, Geografia e Cartografia. Notas: 1 Censos Demográficos 1980, 1991 e 2000. 2 Contagem Populacional 1996. Gráfico 5 – Participação relativa da população residente por sexo e situação do domicílio, em Santa Catarina - 2000 78,7% 50,2% 49,8% 21,3% Homens Mulheres Urbana Rural Fonte: IBGE, Diretoria de Estatística, Geografia e Cartografia, Contagem Populacional 2007. 3.5 FAIXA ETÁRIA DA POPULAÇÃO A estrutura etária de uma população habitualmente é dividida em três faixas: os jovens, que compreendem do nascimento até 19 anos; os adultos, dos 20 anos até 59 anos; e os idosos, dos 60 anos em diante. Segundo esta organização, Santa Catarina, em 2007, os jovens representavam 33,7% da população, os adultos 56,5% e os idosos, 9,8%. Gráfico 6 – Distribuição relativa por faixa etária da população de Santa Catarina 2007 18,4% 17,5% 15,3% 14,2% 9,6% 8,3% 5,7% 5,6% 3,0% 1,3% Menos de 1 ano 1a4 anos 5a9 anos 10 a 19 anos 20 a 29 anos 30 a 39 anos 40 a 49 anos 50 a 59 anos 60 a 69 anos 1,1% 70 a 79 80 anos Idade anos ou mais ignorada Fonte: IBGE, Diretoria de Estatística, Geografia e Cartografia, Contagem Populacional 2007. 16 0,0% Relatório Estadual Ainda relacionado à faixa etária da população compete mencionar a questão da população economicamente ativa (PEA), que se caracteriza por abranger todos os indivíduos de um lugar que, em tese, estariam aptos ao trabalho, ou seja, todos os indivíduos ocupados e desempregados. No Brasil, o IBGE calcula a PEA como o conjunto de pessoas que estão trabalhando ou procurando emprego. Apesar do trabalho de crianças ser proibido no Brasil, o IBGE calcula a PEA considerando pessoas a partir dos 10 anos de idade, uma vez que a realidade no país mostra uma situação diferente do que prega a lei. Tomando por base a metodologia do IBGE, a PEA do estado no ano de 2007 representava 84,7% dos habitantes. 17 Relatório Estadual 18 Relatório Estadual 4 ASPECTOS SOCIAIS Esta seção apresenta uma visão geral de Santa Catarina sobre o ponto de vista de seus aspectos sociais. Deste modo, realizou-se um estudo do desempenho catarinense nos últimos anos frente à evolução de seus indicadores de desenvolvimento humano, suas ações no campo da saúde e da educação, e da condição dos domicílios. Por fim, buscou-se levantar a presença de instituições integrantes da rede socioassistencial do estado. 4.1 INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO HUMANO A caracterização da qualidade de vida no estado apoiou-se no uso de indicadores reconhecidos e amplamente utilizados, como é o caso do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e o Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM). Em ambos os casos, foram avaliados aspectos relacionados à educação, longevidade, emprego e renda, acesso ao trabalho, condições habitacionais e outras variáveis que integram alguns dos indicadores de desenvolvimento humano mencionados. A variação metodológica, bem como o distanciamento do período de publicação destes indicadores, aponta diferenças, sobretudo na classificação estadual, especialmente quando se estabelece comparativos entre os indicadores. 4.1.1 Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) Em 2000, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal de Santa Catarina era 0,822. Segundo a classificação do PNUD, o estado posicionava-se entre as regiões consideradas de alto desenvolvimento humano, IDH maior que 0,8. De acordo com este indicador, Santa Catarina é o segundo melhor estado brasileiro em qualidade de vida (Tabela 2). Tabela 2 – Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M), segundo Unidades da Federação - 2000 Unidades da Federação IDH- Colocação M nacional 2000 2000 Unidades da Federação IDH- Colocação M nacional 2000 2000 Distrito Federal Santa Catarina São Paulo Rio Grande do Sul Rio de Janeiro Paraná Mato Grosso do Sul Goiás Mato Grosso Minas Gerais Espírito Santo Amapá Roraima Rondônia 0,844 0,822 0,820 0,814 0,807 0,787 0,778 0,776 0,773 0,773 0,765 0,753 0,746 0,735 Pará Amazonas Tocantins Pernambuco Rio Grande do Norte Ceará Acre Bahia Sergipe Paraíba Piauí Alagoas Maranhão Brasil 0,723 0,713 0,710 0,705 0,705 0,700 0,697 0,688 0,682 0,661 0,656 0,649 0,636 0,766 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º 14º 15º 16º 17º 18º 19º 20º 21º 22º 23º 24º 25º 26º 27º Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil. 19 Relatório Estadual Conforme demonstra a Tabela 3, no período de 1991 a 2000, o IDH-M catarinense acumulou uma evolução de 9,9%. O maior avanço foi determinado pela dimensão educação, que no mesmo período evoluiu 12,1%. Tabela 3 – Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Santa Catarina - 1991/2000 Ano Ano 1991 Ano 2000 Evolução no período 1991/2000 Educação 0,808 0,906 12,1% Longevidade 0,753 0,811 7,7% Renda 0,682 0,750 10,0% IDH Municipal 0,748 0,822 9,9% Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil. Em relação aos demais estados do Brasil, Santa Catarina apresenta uma situação boa. Contudo, compete mencionar que embora Santa Catarina desfrute de uma situação privilegiada quanto a este indicador, o estado contempla consideráveis contrastes em relação ao índice de desenvolvimento humano de seus municípios. Tal situação faz com que coexistam baixos e elevados índices de desenvolvimento. Diante do panorama catarinense, a maior depressão dos indicadores de desenvolvimento humano está mais fortemente concentrada na Coordenadoria Regional Serra Catarinense. O mapa a seguir apresenta a condição do IDH-M dos municípios segundo o panorama estadual. Figura 2: Situação do IDH-M segundo o comparativo estadual Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil. Florianópolis, capital do estado, detém o maior IDH-M (0,875) e o pior, está localizado no município de Timbó Grande. 20 Relatório Estadual 4.1.2 IFDM – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal Em 2000, com um Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal de 0,6383, Santa Catarina ocupava a 6ª posição no ranking nacional. Já em 2006, o estado aparece na 4ª colocação, superado somente por São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro, respectivamente, 1º, 2º e 3º colocados. A Tabela 4 destaca os resultados do IFDM de 2006 para as Unidades da Federação. Tabela 4 – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM), segundo Unidades da Federação - 2006 Unidades da Federação IFDM 2006 Colocação nacional 2006 São Paulo Paraná Rio de Janeiro Santa Catarina Minas Gerais Rio Grande do Sul Espírito Santo Distrito Federal Goiás Mato Grosso do Sul Mato Grosso Sergipe Pernambuco Rio Grande do Norte 0,864 0,807 0,803 0,792 0,791 0,752 0,752 0,738 0,696 0,694 0,655 0,649 0,639 0,637 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º 14º Unidades da Federação IFDM 2006 Rondônia Tocantins Ceará Roraima Amazonas Acre Paraíba Bahia Amapá Pará Piauí Maranhão Alagoas Brasil 0,634 0,632 0,632 0,630 0,610 0,599 0,595 0,592 0,592 0,590 0,583 0,572 0,562 0,738 Colocação nacional 2006 15º 16º 17º 18º 19º 20º 21º 22º 23º 24º 25º 26º 27º Fonte: Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal. No período de 2000 a 2006, o IFDM catarinense acumulou uma evolução de 24%. O maior avanço deste indicador foi impulsionado pela dimensão emprego e renda, que no mesmo período evoluiu 63,2%. Tabela 5 – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM) de Santa Catarina 2000/2006 Ano Ano 2000 Ano 2005 Ano 2006 Evolução no período 2000/2006 Emprego & Renda 0,489 0,771 0,798 63,2% Educação Saúde IFDM 0,694 0,775 0,755 8,8% 0,732 0,808 0,821 12,2% 0,638 0,785 0,792 24,0% Fonte: Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal. Segundo este indicador, em 2006, Jaraguá do Sul é o município de maior qualidade de vida do estado (IFDM 0,8774). Em Santa Catarina o menor índice está localizado em Capão Alto (IFDM 0,4218). 21 Relatório Estadual 4.2 INCIDÊNCIA DE POBREZA Segundo dados do IBGE relacionados ao Mapa de Pobreza e Desigualdade dos Municípios Brasileiros - 2003, a incidência de pobreza em Santa Catarina atinge 27,2% da população. A pobreza absoluta é medida a partir de critérios definidos por especialistas que analisam a capacidade de consumo das pessoas, sendo considerada pobre aquela pessoa que não consegue ter acesso a uma cesta alimentar e a bens mínimos necessários a sua sobrevivência. A figura 3 demonstra um panorama dos municípios catarinenses frente à incidência de pobreza. Figura 3: Mapa de pobreza e desigualdade dos municípios catarinenses Fonte: IBGE, Mapa de Pobreza e Desigualdade dos Municípios Brasileiros – 2003. 4.3 SAÚDE A avaliação do desempenho estadual em relação aos aspectos ligados à saúde foi associada ao acompanhamento de indicadores demográficos, natalidade e mortalidade, bem como ao mapeamento dos recursos físicos e humanos disponíveis na área da saúde. 4.3.1 Taxa Bruta de Natalidade Em 2002, a taxa bruta de natalidade de Santa Catarina era de 15,5 nascidos vivos por mil habitantes (Tabela 6). Em 2006, esta taxa passou para 14,1 nascidos vivos por mil habitantes, representando no período uma queda de 9%. No período de 2002 a 2006, o país apresentou uma queda de 10% desta taxa. 22 Relatório Estadual Tabela 6 – Taxa bruta de natalidade por 1.000 habitantes, segundo Brasil e Santa Catarina no período 2002-2006 Ano Santa Catarina Brasil 2002 2003 2004 2005 2006 15,5 14,8 15,0 14,4 14,1 17,5 17,2 16,9 16,5 15,8 Fonte: Ministério da Saúde, Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC). Em 2006, a menor taxa bruta de natalidade foi registrada na Coordenadoria Regional Grande Florianópolis, 13,1 nascidos por 1.000 habitantes. A maior taxa deste indicador está localizada na Regional Serra Catarinense (15,8). O Gráfico 7 apresenta o comparativo da taxa bruta de natalidade no âmbito das coordenadorias regionais. nascidos por 1.000 habitantes Gráfico 7 – Taxa bruta de natalidade por 1.000 habitantes, segundo as coordenadorias regionais - 2006 15,8 Reg. Serra Catarinense 15,0 Regional Norte 14,9 Reg. Meio Oeste 14,6 Foz do Itajaí 14,0 Regional Oeste 13,7 13,1 Vale do Itajaí Regional Sul 13,1 Reg. Extremo Oeste 13,1 Grande Florianópolis Fonte: Ministério da Saúde, Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC). Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente da taxa de natalidade. 4.3.2 Taxa de Mortalidade Infantil Em 2006, a taxa de mortalidade infantil no estado era de 12,6 óbitos para cada 1.000 nascidos vivos, enquanto que a média brasileira era de 16,4 óbitos para cada 1.000 nascidos vivos, conforme demonstra a Tabela 7. Tabela 7 – Mortalidade infantil por 1.000 nascidos vivos, segundo Brasil e Santa Catarina no período 2002-2006 Ano Santa Catarina Brasil 2002 2003 2004 2005 2006 15,3 14,1 13,6 12,6 12,6 19,3 18,9 17,9 17,0 16,4 Fonte: Ministério da Saúde, Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC). Nota: Considera apenas os óbitos e nascimentos coletados pelo SIM/SINASC. O Gráfico 8 apresenta o comparativo da taxa de mortalidade infantil nas coordenadorias regionais. 23 Relatório Estadual óbitos infantis / 1.000 nascidos vivos Gráfico 8 – Taxa de mortalidade infantil por 1.000 nascidos vivos , segundo as coordenadorias regionais - 2006 19,5 18,7 13,8 Reg. Meio Oeste Reg. Serra Catarinense Reg. Extremo Oeste 13,3 12,0 Regional Sul Foz do Itajaí 11,5 Regional Oeste 11,1 Grande Florianópolis 10,7 Regional Norte 10,1 Vale do Itajaí Fonte: Ministério da Saúde, Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC). Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente da taxa de mortalidade infantil. 4.3.3 Esperança de Vida ao Nascer De acordo com dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em 2000, a expectativa de vida catarinense era de 73,7 anos. Neste ano, a média da expectativa de vida brasileira era de 68,6 anos. No gráfico 9 tem-se a representação do comparativo deste indicador para o ano de 2000. Gráfico 9 – Esperança de vida ao nascer (em anos), segundo as coordenadorias regionais - 2000 74,5 Regional Oeste 74,3 Regional Norte 74,2 74,2 Reg. Extremo Oeste Vale do Itajaí 74,1 73,5 73,4 Grande Foz do Itajaí Regional Sul Florianópolis 73,3 Reg. Meio Oeste 71,7 Reg. Serra Catarinense Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil. Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente da expectativa de vida. 4.3.4 Unidades de Saúde Santa Catarina conta com 9.334 unidades de saúde. A tipologia dos estabelecimentos presentes no estado é detalhada conforme a Tabela 8. 24 Relatório Estadual Tabela 8 – Número de unidades de saúde por tipo de estabelecimento, segundo Brasil e Santa Catarina – dez./2007 Tipo de estabelecimento Centro de parto normal Centro de saúde/unidade básica de saúde Central de regulação de serviços de saúde Clínica especializada/ambulatório especializado Consultório isolado Cooperativa Farmácia Hospital especializado Hospital geral Hospital dia Laboratório Central de Saúde Pública - LACEN Policlínica Posto de saúde Pronto socorro especializado Pronto socorro geral Secretaria de saúde Unidade autorizadora Unidade de serviço de apoio de diagnose e terapia Unidade de saúde da família Unidade de vigilância em saúde Unidade de vigilância epidemiologia (antigo) Unidade de vigilância sanitária (antigo) Unidade mista Unidade móvel de nível pré-hospitalar/urgência/emergência Unidade móvel fluvial Unidade móvel terrestre Pronto socorro de hospital geral (antigo) Pronto socorro traumato-ortopédico (antigo) Tipo de estabelecimento não informado Total Santa Catarina Brasil 1.430 10 1.383 4.699 2 11 21 203 21 3 188 370 6 15 9 781 0 75 8 58 41 9.334 19 30.341 312 24.585 74.721 217 344 1.251 5.183 351 37 4.052 11.042 139 557 250 14.317 0 2.337 1 934 293 26 808 2 172.119 Fonte: Ministério da Saúde, Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). Nota: Sinal convencional utilizado: - Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento. Considerando o número total de estabelecimentos de saúde, a maior representatividade deles está concentrada na Regional Norte (Gráfico 10). 25 Relatório Estadual Gráfico 10 – Comparativo da representatividade do total de estabelecimentos de saúde, segundo as coordenadorias regionais – dez./2007 19,0% 13,6% 13,5% 13,4% 12,8% 9,9% Norte Vale do Itajaí Foz do Itajaí Sul Oeste 7,8% Grande Serra Florianópolis Catarinense 5,8% 4,0% Meio Oeste Extremo Oeste Fonte: Ministério da Saúde, Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente de participação no total de estabelecimentos de saúde. 4.3.5 Leitos Hospitalares Em 2007, a Santa Catarina contava com 16.130 leitos de internação. Os mais representativos em números absolutos estão relacionados ao atendimento clínico e cirúrgico. Do total de leitos existentes no estado, 12.119 leitos (75%), realizam atendimentos pelo Sistema Único de Saúde – SUS. A Tabela 9 apresenta a disponibilidade de leitos de internação segundo o tipo de especialidade. Tabela 9 – Número de leitos de internação existentes por tipo de especialidade, segundo Brasil e Santa Catarina – dez./2007 Especialidade Santa Catarina Brasil 3.399 5.782 1.155 1.967 1.994 1.649 184 16.130 112.258 147.010 36.479 62.754 66.688 68.665 6.598 500.452 Cirúrgicos Clínicos Complementares Obstétrico Pediátrico Outras Especialidades Hospital/DIA Total Fonte: Ministério da Saúde, Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). Notas: Leitos complementares: Unidades de Tratamento Intensivo, Unidades Intermediárias, Unidades de Isolamento. 4.3.6 Número de Leitos Hospitalares por 1.000 Habitantes No estado, em 2007, havia 2,5 leitos de internação para cada 1.000 habitantes, índice que cai para 1,9 quando considerado os leitos disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde – SUS. No mesmo ano, conforme demonstrado na Tabela 10, no Brasil eram 2,5 leitos hospitalares para cada 1.000 habitantes, reduzindo para 1,8 leitos quando avaliada a oferta do SUS. Tabela 10 – Número de leitos de internação por 1.000 habitantes, segundo Brasil e Santa Catarina – nov./2007 Leitos de internação por 1.000 habitantes Leitos existentes por 1.000 habitantes Leitos SUS por 1.000 habitantes Santa Catarina Brasil 2,5 1,9 2,5 1,8 Fonte: Ministério da Saúde, Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). Nota: Não inclui leitos complementares. 26 Relatório Estadual Gráfico 11 – Comparativo do número de leitos de internação por 1.000 habitantes, segundo as coordenadorias regionais – nov./2007 Leitos existentes por 1.000 habitantes Leitos SUS por 1.000 habitantes 2,5 3,6 Extremo Oeste 2,8 3,4 2,5 3,2 Grande Serra Florianópolis Catarinense 2,4 3,2 Meio Oeste 2,1 2,0 1,8 2,7 2,6 2,4 1,2 Oeste Sul 1,7 Vale do Itajaí Foz do Itajaí 1,3 1,5 Norte Fonte: Ministério da Saúde, Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). Nota: Não inclui leitos complementares. Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente do número total de leitos/1000 habitantes. 4.3.7 Número de Profissionais Ligados à Saúde Em 2007 eram 66.387 profissionais ligados à saúde em Santa Catarina. A Tabela 11 detalha a especialidade e o número de profissionais disponíveis no estado e no Brasil. Tabela 11 – Número de profissionais vinculados por tipo de categoria, segundo Brasil e Santa Catarina – dez./2007 Recursos humanos vinculados segundo as categorias selecionadas Médicos .. Anestesista .. Cirurgião Geral .. Clínico Geral .. Gineco Obstetra .. Médico de Família .. Pediatra .. Psiquiatra .. Radiologista Cirurgião dentista Enfermeiro Fisioterapeuta Fonoaudiólogo Nutricionista Farmacêutico Assistente social Psicólogo Auxiliar de Enfermagem Técnico de Enfermagem Santa Catarina 23.577 930 1.187 4.427 2.341 1.485 2.340 499 897 5.664 3.531 1.541 500 300 1.833 625 1.082 7.510 6.118 Brasil 634.003 24.979 32.021 127.230 68.730 32.252 63.514 12.653 24.211 112.611 117.763 37.062 12.976 11.759 36.955 18.698 28.324 320.145 125.294 Fonte: Ministério da Saúde, Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). Nota: Se um profissional tiver vínculo com mais de um estabelecimento, ele será contado tantas vezes quantos vínculos houver. 27 Relatório Estadual 4.4 EDUCAÇÃO Os dados apresentados nesta seção foram coletados do Ministério da Educação e do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil. A organização destas informações permite avaliações sobre a evolução de diversos indicadores relacionados à educação em Santa Catarina. 4.4.1 Alunos Matriculados por Dependência Administrativa Santa Catarina tem 1.540.971 alunos matriculados (não inclusos os alunos do ensino superior), sendo este número resultado do balanço do Ministério da Educação relativo ao ano de 2007. Na comparação dos dados de 2003 a 2007 houve um decréscimo de 4,5% no número de matrículas no estado (Tabela 12 e Gráfico 12). É oportuno mencionar que na maioria dos municípios brasileiros tem-se observado uma redução do número de matrículas. Este fato pode ser, em parte, explicado por dois fatores. O primeiro deles está relacionado ao ajuste da metodologia de contagem do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), que evita a duplicidade da contagem de matrículas, e o segundo está ligado à desaceleração do número de nascimentos, o que segundo o próprio Ministério da Educação exerce um efeito direto sobre o número de matriculados. Com relação a oferta destas matrículas, a rede municipal e estadual juntas respondem por 87,7% do número de alunos matriculados. Tabela 12 – Número de alunos matriculados por dependência administrativa em Santa Catarina no período 2003-2007 Ano Municipal Estadual Federal Privada Total (*) 2003 2004 2005 2006 2007 % relativo em 2007 Evolução 2003/2007 608.152 625.883 627.151 633.869 632.627 41,1% 4,0% 805.330 789.117 739.495 814.390 718.510 46,6% -10,8% 4.556 3.815 8.094 8.216 6.481 0,4% 42,3% 196.095 194.576 206.634 204.654 183.353 11,9% -6,5% 1.614.133 1.613.391 1.581.374 1.661.129 1.540.971 100% -4,5% Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), Sistema de Estatísticas Educacionais (Edudata) e Censo Escolar. Nota: (*) Não estão computados os alunos do ensino superior. Gráfico 12 – Número de alunos matriculados em Santa Catarina no período 20032007 1.614.133 2003 1.613.391 2004 1.581.374 2005 1.661.129 2006 1.540.971 2007 Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), Sistema de Estatísticas Educacionais (Edudata) e Censo Escolar. Nota: Não estão computados os alunos do ensino superior. 28 Relatório Estadual A participação das coordenadorias no número de alunos matriculados em Santa Catarina no ano de 2007 é demonstrada no Gráfico 13. Gráfico 13 – Participação relativa das coordenadorias no número de alunos matriculados em Santa Catarina - 2007 20,4% 14,5% 12,7% 12,5% 11,3% 10,8% 7,4% Norte Sul Vale do Itajaí Grande Florianópolis Foz do Itajaí Oeste Serra Catarinense 6,4% Meio Oeste 4,0% Extremo Oeste Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), Sistema de Estatísticas Educacionais (Edudata) e Censo Escolar. Nota: 1 Não estão computados os alunos do ensino superior. 2 Resultados apresentados em ordem decrescente do número de matriculados. 4.4.2 Distribuição do Número de Alunos por Modalidade de Ensino – 2007 Os dados extraídos do Ministério da Educação apontam que em 2007 o maior contingente de alunos matriculados no estado estava relacionado ao ensino fundamental e médio. A Tabela 13 demonstra o número de alunos matriculados segundo as modalidades de ensino em 2007. Tabela 13 – Distribuição dos alunos por modalidade de ensino em Santa Catarina 2007 Modalidades Creche Pré-escola Ensino Fundamental Ensino Médio Educação Profissional (Nível Técnico) Educação Especial Educação de Jovens e Adultos Total Alunos % relativo 87.610 145.756 912.823 236.934 29.816 26.440 101.592 1.540.971 5,7% 9,5% 59,2% 15,4% 1,9% 1,7% 6,6% 100,0% Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), Censo Escolar. Nota: 1 Não estão computados os alunos do ensino superior. 2 Alunos de Escolas Especiais, Classes Especiais e Incluídos. Além dos alunos matriculados na educação básica, havia, em 2007, um total de 202.739 alunos matriculados no ensino superior. 29 Relatório Estadual Gráfico 14 – Distribuição dos alunos por modalidade ensino em Santa Catarina 2007 1,7% 6,6% 5,7% 9,5% 1,9% Creche Pré-escola 15,4% Ensino Fundamental Ensino Médio Educação Profissional (Nível Técnico) Educação Especial Educação de Jovens e Adultos 59,2% Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), Censo Escolar. Nota: 1 Não estão computados os alunos do ensino superior. 2 Alunos de Escolas Especiais, Classes Especiais e Incluídos. 4.4.3 Número de Estabelecimentos de Ensino e Docentes No período de 2002 a 2006 o número de estabelecimentos de ensino e docentes do estado, registrou uma alta de respectivamente, 3,9%, e 5,3%, conforme demonstram as Tabelas 14 e 15. No Gráfico 15 é apresentada a participação relativa das coordenadorias em relação à disponibilidade do número de estabelecimentos de ensino e docentes no ano de 2006. Tabela 14 – Número de estabelecimentos de ensino segundo a modalidade - Santa Catarina 2002/2006 Modalidade de ensino Creche Pré-escola Ensino Fundamental Ensino Médio Educação Profissional (Nível Técnico) Educação Especial Educação de Jovens e Adultos Superior Total 2002 2006 1.328 3.425 4.500 843 ... 209 430 70 10.805 1.704 4.077 3.932 844 ... 278 386 ... 11.221 Evolução 2002/2006 28,3% 19,0% -12,6% 0,1% ... 33,0% -10,2% ... 3,9% Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), Sistema de Estatísticas Educacionais (Edudata). Nota: 1 Não estão computadas instituições de ensino superior. 2 Sinal convencional utilizado: ... Dado numérico não disponível. 30 Relatório Estadual Tabela 15 – Número de docentes segundo a modalidade de ensino - Santa Catarina 2002/2006 Número de docentes segundo a modalidade de ensino Creche Pré-escola Ensino Fundamental Ensino Médio Educação Profissional (Nível Técnico) Educação Especial* Educação de Jovens e Adultos Superior Total 2002 2006 6.739 10.219 48.380 16.199 ... 2.241 4.978 ... 88.756 7.904 11.419 50.315 15.704 ... 2.924 5.215 ... 93.481 Evolução 2002/2006 17,3% 11,7% 4,0% -3,1% ... 30,5% 4,8% ... 5,3% Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), Sistema de Estatísticas Educacionais (Edudata). Nota: 1 Não estão computadas instituições de ensino superior. 2 Sinal convencional utilizado: ... Dado numérico não disponível. Gráfico 15 – Participação relativa das coordenadorias no estabelecimentos de ensino e docentes de Santa Catarina - 2006 número de Estabelecimentos de ensino Docentes 17,5% 15,6% 13,1% 16,6% Norte 16,1% Sul 13,8% Vale do Itajaí 11,1% 13,7% 11,6% 10,8% Oeste 7,5% 10,5% 10,3% 9,5% 6,4% Grande Serra Florianópolis Catarinense Foz do Itajaí 6,5% Meio Oeste 4,6% 4,8% Extremo Oeste Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), Censo Escolar. Nota: 1 Não estão computados os alunos do ensino superior. 2 Alunos de Escolas Especiais, Classes Especiais e Incluídos. 3 Resultados apresentados em ordem decrescente da participação no número de estabelecimentos de ensino. 4.4.4 Indicadores de Atendimento Educacional e Nível Educacional da Criança e da População Adulta Na década de 90 o estado conseguiu melhorar seu desempenho frente a diversos indicadores de atendimento à educação. Ressalta-se, neste sentido, a redução da taxa de analfabetismo e a melhoria dos índices de acesso da população das diferentes faixas etárias às diversas modalidades de ensino. As Tabelas 16 e 17 apontam, respectivamente, indicadores relacionados ao atendimento e nível educacional da população infantil e adulta de Santa Catarina em 1991 e 2000. 31 Relatório Estadual Tabela 16 – Indicadores de atendimento educacional a criança – Santa Catarina 1991/2000 Indicador Ano 1991 Ano 2000 % de crianças de 5 a 6 anos na escola % de crianças de 7 a 14 anos na escola % de crianças de 7 a 14 anos com acesso ao curso fundamental % de crianças de 7 a 14 anos com mais de um ano de atraso escolar % de crianças de 7 a 14 anos analfabetas % de crianças de 10 a 14 anos na escola % de crianças de 10 a 14 anos com mais de um ano de atraso escolar % de crianças de 10 a 14 anos com menos de quatro anos de estudo % de crianças de 10 a 14 anos analfabetas 31,5% 85,9% 85,5% 23,7% 8,5% 83,1% 35,9% 44,6% 2,9% 73,8% 96,7% 95,0% 13,1% 3,5% 96,0% 19,2% 29,3% 1,1% Evolução do indicador 1991/2000 134,0% 12,6% 11,2% -44,5% -59,0% 15,5% -46,6% -34,4% -63,8% Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil. Tabela 17 – Nível educacional da população adulta (25 anos ou mais) – Santa Catarina - 1991/2000 Ano 1991 Ano 2000 Evolução do indicador 1991/2000 5,2 6,2 18,3% Percentual de pessoas de 25 anos ou mais analfabetas 11,5% 7,5% -35,3% Percentual de pessoas de 25 anos ou mais com menos de quatro anos de estudo 31,1% 22,8% -26,8% Percentual de pessoas de 25 anos ou mais com menos de oito anos de estudo 72,1% 63,1% -12,4% Percentual de pessoas de 25 anos ou mais de idade com doze anos ou mais de estudo 6,3% 9,0% 41,8% Percentual de pessoas de 25 anos ou mais frequentando curso superior 0,8% 1,9% 136,3% Indicador Média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais de idade Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil. 4.4.5 Índice da Educação Básica – IDEB Em 2007, a média do IDEB alcançada pelo estado foi de 4,7 para os anos iniciais do ensino fundamental e 4,1 para os anos finais (Tabela 18). Para 2007, a meta projetada era de, respectivamente, 4,4 e 4,1 para os anos iniciais e finais do ensino fundamental. Tabela 18 – Índice da Educação Básica (IDEB) de Santa Catarina - 2005/2007 IDEB Observado Fases de ensino 2005 4,3 4,1 3,5 Anos Iniciais do ensino fundamental Anos Finais do ensino fundamental Ensino médio 2007 4,7 4,1 3,8 Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). 32 Relatório Estadual 4.4.6 Relação de Escolas Técnicas Profissionalizantes e Número de Alunos Segundo dados do Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (SISTEC), em 2009, Santa Catarina contava com 142 instituições de ensino técnico profissionalizante. No mesmo ano, dados preliminares do Censo Escolar 2009 apontavam a existência de 34.723 alunos matriculados nesta modalidade de ensino. 4.5 DOMICÍLIOS Com base em dados do Censo Demográfico de 2000, Santa Catarina possuía 1.498.742 domicílios, deste total 79,4% eram próprios, 12,5% alugados, 7,6% eram cedidos e 0,4% tinham outra forma de ocupação. Tabela 19 – Condição de ocupação dos domicílios de Santa Catarina – 2000 Tipologia Santa Catarina Brasil 1.190.558 187.957 113.522 6.705 1.498.742 33.306.136 6.403.325 4.532.093 553.547 44.795.101 Próprio Alugado Cedido Outra forma Total Fonte: IBGE, Diretoria de Estatística, Geografia e Cartografia, Censo Demográfico 2000. O Gráfico 16 ilustra comparativos da condição de ocupação dos domicílios em Santa Catarina e no Brasil. Gráfico 16 – Condição de ocupação dos domicílios, segundo Brasil e Santa Catarina - 2000 Brasil Santa Catarina Santa Catarina Brasil Próprio 79,4% 74,4% Alugado 12,5% 14,3% Cedido 7,6% 10,1% Outra forma 0,4% 1,2% Fonte: IBGE, Diretoria de Estatística, Geografia e Cartografia, Censo Demográfico 2000. De acordo com o recorte regional adotado pelo SEBRAE/SC e os dados extraídos do Censo Populacional de 2000, a Coordenadoria Regional Norte concentra 18,9% dos domicílios, seguida pela Regional Sul com 15,3% e a Grande Florianópolis com 14,6%. O Gráfico 17 apresenta a participação das coordenadorias no total de domicílios do estado. 33 Relatório Estadual Gráfico 17 – Participação relativa das coordenadorias no número total de domicílios de Santa Catarina - 2000 18,9% 15,3% 14,6% 13,1% 10,5% 10,2% 7,2% Norte Sul Grande Florianópolis Vale do Itajaí Foz do Itajaí Oeste 6,0% 4,3% Serra Catarinense Meio Oeste Extremo Oeste Fonte: IBGE, Diretoria de Estatística, Geografia e Cartografia, Censo Demográfico 2000. Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente da participação no número de domicílios. 4.6 REDE SÓCIOASSISTENCIAL A identificação das instituições ligadas a ações de assistência social presentes no estado foram obtidas através do Sistema Único de Assistência Social – SUAS do Ministério do Desenvolvimento Social – MDS. Segundo levantamentos realizados em setembro de 2009, Santa Catarina somava 1.666 instituições de assistência social, cadastradas junto ao Ministério do Desenvolvimento Social. A regional Norte abriga 315 destas instituições, seguida pelas regionais Sul e Grande Florianópolis, ambas com 242 instituições de assistência social. 4.7 SEGURANÇA PÚBLICA Santa Catarina, em 2007, registrou 2.710 óbitos por causas violentas. Neste mesmo ano, os óbitos ocasionados em decorrência de acidentes de transporte representaram 49,2% das mortes (Tabela 20). Tabela 20 – Número de óbitos por causas violentas - Santa Catarina 2003-2007 Causa Acidentes de Transportes Outros Acidentes Acidentes Não especificados Homicídio Suicídio Eventos cuja intenção é indeterminada Demais causas externas Total de Santa Catarina 2003 2004 2005 2006 2007 1.681 647 139 651 410 174 32 3.734 1.841 632 153 628 427 183 20 3.884 1.893 617 114 611 448 173 27 3.883 1.905 634 62 638 380 126 21 3.766 1.333 476 43 462 295 82 19 2.710 Fonte: Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria de Estado da Saúde, Sistema de Informações de Mortalidade (SIM). 34 Relatório Estadual 35 Relatório Estadual 5 ASPECTOS ECONÔMICOS Nesta seção é apresentada uma visão geral de Santa Catarina sob o ponto de vista de seu desempenho econômico nos últimos anos. Deste modo, foram estudados aspectos como produto interno bruto, balança comercial, valor adicionado fiscal, volume de empresas e empregos, renda da população, finanças públicas e movimentações realizadas pelo setor primário. Neste capítulo também são apresentados levantamentos de setores tradicionais, emergentes e com tendências de crescimento e participação na movimentação econômica estadual. 5.1 PRODUTO INTERNO BRUTO Segundo dados do IBGE e da Secretaria de Estado do Planejamento de Santa Catarina, em 2006 o PIB catarinense atingiu o montante de R$ 93,2 bilhões, assegurando ao estado a manutenção da 7ª posição relativa no ranking nacional (Tabela 21). As estimativas preliminares para 2007 apontam para um PIB da ordem de R$ 104,6 bilhões e para 2008, R$ 118,2 bilhões. Tabela 21 – Produto interno bruto a preços correntes, segundo Unidades de Federação - 2006 Produto Interno Bruto 2006 Unidades da (Bilhões Particip. Unidades da Posição Federação R$) Nacional Federação São Paulo 802,6 1º 33,9% Mato Grosso Rio de Janeiro 275,4 2º 11,6% Maranhão Minas Gerais 214,8 3º 9,1% Mato G. do Sul Rio Grande do Sul 156,9 4º 6,6% Rio G. do Norte Paraná 136,7 5º 5,8% Paraíba Bahia 96,6 6º 4,1% Alagoas Santa Catarina 93,2 7º 3,9% Sergipe Distrito Federal 89,6 8º 3,8% Rondônia Goiás 57,1 9º 2,4% Piauí Pernambuco 55,5 10º 2,3% Tocantins Espírito Santo 52,8 11º 2,2% Amapá Ceará 46,3 12º 2,0% Acre Pará 44,4 13º 1,9% Roraima Brasil Amazonas 39,2 14º 1,7% (Bilhões Particip. Posição R$) Nacional 35,3 15º 1,5% 28,6 16º 1,2% 24,4 17º 1,0% 20,6 18º 0,9% 20,0 19º 0,8% 15,8 20º 0,7% 15,1 21º 0,6% 13,1 22º 0,6% 12,8 23º 0,5% 9,6 24º 0,4% 5,3 25º 0,2% 4,8 26º 0,2% 3,7 27º 0,2% 2.369,8 100,0% Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais, Produto Interno Bruto dos Municípios 2006. Nota: Valores do PIB a preços correntes ordenados de forma decrescente. No comparativo da evolução deste indicador ao longo do período 20022006, Santa Catarina apresentou um crescimento acumulado de 67,2%, contra um aumento nacional de 60,4% (Tabela 22). 36 Relatório Estadual Tabela 22 – Produto interno bruto a preços correntes, segundo Brasil e Santa no período de 2002-2006 Período 2002 2003 2004 2005 2006 Evolução 2002/2006 Santa Catarina Produto Interno Posição Bruto (R$ mil) nacional 55.731.863 8º 66.848.534 7º 77.392.991 7º 85.316.275 7º 93.173.498 7º 67,2% - Participação nacional 3,8% 3,9% 4,0% 4,0% 3,9% - Brasil (R$ mil) 1.477.821.769 1.699.947.694 1.941.498.358 2.147.239.292 2.369.796.546 60,4% Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais - Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria do Estado do Planejamento, Produto Interno Bruto dos Municípios. A Tabela 23 apresenta o montante do PIB 2006, segundo as coordenadorias regionais. Neste ano, a Regional Norte respondeu por 24,6% da composição do PIB catarinense. Tabela 23 – Composição do Produto interno bruto 2006, segundo as coordenadorias regionais Coordenadoria Norte Vale do Itajaí Foz do Itajaí Grande Florianópolis Sul Oeste Meio Oeste Serra Catarinense Extremo Oeste Santa Catarina Brasil Produto Interno Bruto (R$ mil) 22.940.398 12.843.612 12.666.012 12.348.332 10.181.256 8.858.899 5.834.014 4.757.176 2.743.800 93.173.498 2.369.796.546 Produto Interno Bruto 2006 Participação Posição estadual estadual 24,6% 1º 13,8% 2º 13,6% 3º 13,3% 4º 10,9% 5º 9,5% 6º 6,3% 7º 5,1% 8º 2,9% 9º 100,0% - Evolução 2002/2006 74,2% 62,3% 93,3% 72,6% 61,3% 46,2% 55,6% 55,3% 55,8% 67,2% Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais - Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria do Estado do Planejamento, Produto Interno Bruto dos Municípios. Nota: Valores do PIB a preços correntes ordenados de forma decrescente. Na avaliação dos setores produtivos de Santa Catarina a agropecuária contribuiu com 6,9%, a indústria com 34,5% e os serviços1 com 58,6% do PIB estadual. O gráfico 19 apresenta a composição do Valor Adicionado Bruto de 2006, integrando a administração pública e impostos. 1 O VAB do setor de prestação de serviços inclui o setor do comércio. 37 Relatório Estadual Gráfico 18 - Composição do valor adicionado bruto (VAB) de Santa Catarina – 2006 47.798.470 (R$ mil) 28.129.972 8.848.858 5.644.007 Agropecuária Indústria Serviços Adm. Pública 11.601.049 Impostos Fonte: Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria do Estado do Planejamento, Produto Interno Bruto dos Municípios. A Tabela 24 apresenta o comparativo do valor adicionado bruto de 2006 das coordenadorias. Tabela 24 – Composição do valor adicionado bruto 2006, segundo as coordenadorias regionais Coordenadoria Regional Extremo Oeste Foz do Itajaí Grande Florianópolis Meio Oeste Norte Oeste Serra Catarinense Sul Vale do Itajaí Santa Catarina Agropecuária 22,0% 2,5% 2,7% 12,5% 3,7% 12,4% 16,7% 7,9% 6,1% 6,9% Participação no VAB - 2006 Indústria 25,5% 26,2% 18,3% 42,3% 43,3% 37,3% 30,7% 35,4% 38,7% 34,5% Serviços 52,5% 71,3% 79,0% 45,2% 53,0% 50,3% 52,6% 56,7% 55,2% 58,6% Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais - Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria do Estado do Planejamento, Produto Interno Bruto dos Municípios. 5.1.1 PIB Per Capita Santa Catarina possuía em 2006, um PIB per capita da ordem de R$ 15.637,69, colocando o estado na 4ª posição do ranking nacional. No período de 2002 a 2006, o PIB per capita catarinense acumulou um crescimento de 56,9% contra uma elevação de 49,9% da média nacional. Em 2006, a Coordenadoria Regional Norte possuía um PIB per capta de R$ 19.574,64, o maior no comparativo das nove coordenadorias. Considerando a evolução deste indicador no período de 2002 a 2006, a maior alta acumulada foi de 70,1%, registrada na Regional Foz do Itajaí (Tabela 26). 38 Relatório Estadual Tabela 25 – Produto Interno Bruto per capita (preços correntes), segundo Unidades da Federação - 2006 Unidades da Federação PIB per capita 2006 Posição Unidades da Federação PIB per capita 2006 Posição Distrito Federal 37.600 1º Rondônia 8.391 15º São Paulo 19.548 2º Sergipe 7.560 16º Rio de Janeiro 17.695 3º Tocantins 7.210 17º Santa Catarina 15.638 4º Acre 7.041 18º Espírito Santo 15.236 5º Bahia 6.922 19º Rio Grande do Sul 14.310 6º Rio Grande do Norte 6.754 20º Paraná 13.158 7º Pernambuco 6.528 21º Mato Grosso 12.350 8º Pará 6.241 22º Amazonas 11.829 9º Ceará 5.636 23º Minas Gerais 11.028 10º Paraíba 5.507 24º Mato Grosso do Sul 10.599 11º Alagoas 5.164 25º Goiás 9.962 12º Maranhão 4.628 26º Roraima 9.075 13º Piauí 4.213 27º Brasil 12.688 Amapá 8.543 14º Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais - Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria do Estado do Planejamento, Produto Interno Bruto per capita dos Municípios. Tabela 26 – Produto Interno Bruto per capita (preços correntes), segundo Coordenadorias Regionais - 2006 Coordenadoria Regional Norte Foz do Itajaí Vale do Itajaí Meio Oeste Oeste Grande Florianópolis Extremo Oeste Sul Serra Catarinense Santa Catarina Brasil PIB per capita 2006 Colocação 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º - Reais ($) 19.575 19.117 16.946 16.268 14.884 13.940 12.438 11.479 11.363 15.638 12.688 Evolução 2002/2006 59,1% 70,1% 51,9% 46,1% 40,5% 54,0% 63,5% 51,2% 49,8% 56,9% 49,9% Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais - Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria do Estado do Planejamento, Produto Interno Bruto per capita dos Municípios. 5.2 BALANÇA COMERCIAL Em 2008, a balança comercial catarinense apresentou um superávit da ordem de US$ 287 milhões, um desempenho bastante reduzido quando comparado ao superávit de US$ 2,4 bilhões registrado em 2007 (queda de 88%). O volume exportado por Santa Catarina em 2008 foi de US$ 8,26 bilhões, o que representou uma alta de 11,85% em relação a 2007. Por outro lado, o volume importado atingiu US$ 7,97 bilhões, o equivalente a um aumento de 59,38% comparado a 2007. Para efeito de comparação, o saldo da balança comercial do Brasil em 2008 foi de US$ 24,7 bilhões, uma queda de 38% em relação aos US$ 40 bilhões registrados em 2007. As exportações fecharam o ano em US$ 197,9 bilhões (crescimento de 23% em relação a 2007). Já as importações fecharam 2008 em US$ 173 bilhões (crescimento de 44% em relação a 2007). 39 Relatório Estadual 5.2.1 Montante das Exportações e Importações Conforme demonstra a Tabela 27, em 2008, a balança comercial de Santa Catarina apresentou um saldo positivo de US$ 286.913,00. No período de 2004 a 2008, suas exportações e importações apresentaram um crescimento acumulado de 69,8% e 428,1%, respectivamente. Tabela 27 – Balança Comercial catarinense no período 2004-2008 Ano 2004 2005 2006 2007 2008 Evolução 2004/2008 Exportações US$ FOB 4.862.608 5.594.239 5.982.112 7.381.839 8.256.219 69,8% Importações US$ FOB 1.508.950 2.188.540 3.468.768 5.000.221 7.969.306 428,1% Saldo 3.353.658 3.405.699 2.513.344 2.381.618 286.913 -91,4% Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior (DEPLA), Balança Comercial Brasileira por UF. O Gráfico 19 apresenta a evolução da balança comercial da região. Milhões US$ Gráfico 19 – Balança comercial de Santa Catarina no período 2004-2008 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0 2004 2005 2006 2007 2008 Exportações 4.862.608 5.594.239 5.982.112 7.381.839 8.256.219 Importações 1.508.950 2.188.540 3.468.768 5.000.221 7.969.306 Saldo 3.353.658 3.405.699 2.513.344 2.381.618 286.913 Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior (DEPLA), Balança Comercial Brasileira por UF. Antes da análise dos dados regionais, compete destacar as diferenças de metodologia para o cômputo das exportações por Unidade de Federação e municípios. Segundo definição da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), para a Unidade da Federação, o critério para as exportações leva em conta o estado produtor da mercadoria, independentemente de onde está localizada a empresa exportadora. Já no critério para as exportações por municípios leva-se em conta o domicílio fiscal da empresa exportadora, ou seja, os produtos contabilizados são de empresas com sede no município, independentemente de onde a mercadoria foi produzida. Neste sentido, cumpre assinalar que a análise do desempenho da balança comercial das nove coordenadorias foi realizada segundo o critério domicílio fiscal. A tabela a seguir apresenta a participação das coordenadorias nas ações de exportação e importação de 2008. 40 Relatório Estadual Gráfico 20 – Participação relativa das coordenadorias nas exportações e importações catarinenses - 2008 Norte Foz do Itajaí Vale do Itajaí Oeste Sul Serra Meio Oeste Extremo Oeste Grande Fpolis Norte Foz do Itajaí Vale do Itajaí Oeste Sul Serra Meio Oeste Importações 17,7% 47,1% 7,5% 1,7% 9,1% 0,6% 1,4% Extremo Oeste Grande Fpolis 0,8% 14,2% Exportações 35,2% 31,9% 11,5% 5,5% 5,3% 3,8% 2,8% 2,6% 1,3% Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior (DEPLA), Balança Comercial Brasileira por Municípios. Nota: 1 Critério domicílio fiscal. 2 Resultados apresentados em ordem decrescente de participação.nas exportações. 5.2.2 Números de Empresas Exportadoras A Tabela 28 apresenta o número de empresas exportadoras do estado segundo o enquadramento do volume de suas exportações. Tabela 28 - Número de empresas exportadoras da Santa Catarina, segundo as faixas de valores exportados (US$ FOB) em 2008 Faixa exportada (US$ FOB) Número de empresas Até US$ 1 milhão Entre US$ 1 e 10 milhões Entre US$ 10 e 50 milhões Acima de US$ 50 milhões 1.087 339 74 28 Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior (DEPLA), Balança Comercial Brasileira por Municípios. Nota: Critério de Domicílio Fiscal. 5.2.3 Principais Destinos das Exportações e Origem das Importações Os três principais países de destino das exportações catarinenses de 2008 foram: Estados Unidos, Japão e Argentina. Juntos, estes países representaram 26,9% das exportações do estado (Tabela 29). A União Européia foi o destino de 27,4% das exportações catarinenses, seguida pela Ásia (exclusive Oriente Médio) com 16%, Estados Unidos incluindo Porto Rico (13,9%), MERCOSUL com 10,5% e a ALADI com 10,1%. Os demais blocos totalizaram 22,2%. 41 Relatório Estadual Tabela 29 - Principais países de destino das exportações de Santa Catarina no período de 2007-2008 2008 (Jan/Dez) Ordem Var % (US$ F.O.B.) 2007 (Jan/Dez) Descrição US$ F. O.B. 1º Estados Unidos 2º Part % US$ F. O.B. Part % 2008/2007 1.114.136.711 13,5% 1.277.363.371 17,3% -12,8% Japão 558.283.361 6,8% 328.738.280 4,5% 69,8% 3º Argentina 548.702.909 6,7% 522.451.783 7,1% 5,0% 4º Países Baixos (Holanda) 548.157.642 6,6% 432.771.120 5,9% 26,7% 5º Alemanha 365.663.475 4,4% 367.245.174 5,0% -0,4% 6º Reino Unido 326.758.868 4,0% 297.356.521 4,0% 9,9% 7º Federação da Rússia 246.088.976 3,0% 190.472.823 2,6% 29,2% 8º Hong Kong 231.140.836 2,8% 152.846.599 2,1% 51,2% 9º México 206.478.033 2,5% 194.333.392 2,6% 6,3% 10º África do Sul 205.085.457 2,5% 189.515.344 2,6% 8,2% 11º Venezuela 199.323.214 2,4% 175.926.498 2,4% 13,3% 12º Itália 195.695.567 2,4% 187.879.467 2,6% 4,2% 13º Chile 181.775.398 2,2% 160.973.000 2,2% 12,9% 14º China 177.176.512 2,2% 129.048.768 1,8% 37,3% 15º Paraguai 160.955.709 2,0% 113.159.577 1,5% 42,2% 16º Espanha 160.399.984 1,9% 181.709.116 2,5% -11,7% 17º França 158.128.383 1,9% 157.494.325 2,1% 0,4% 18º Uruguai 154.361.996 1,9% 102.953.498 1,4% 49,9% 19º Bélgica 149.830.195 1,8% 126.199.417 1,7% 18,7% 20º Ucrânia 138.418.054 1,7% 111.774.158 1,5% 23,8% 21º Cingapura 129.765.671 1,6% 116.989.262 1,6% 10,9% 22º Emirados Árabes Unidos 109.889.795 1,3% 69.882.009 1,0% 57,3% 23º Arábia Saudita 109.730.645 1,3% 109.167.223 1,5% 0,5% 24º Canadá 92.055.105 1,1% 98.363.858 1,3% -6,4% 25º Angola 91.950.536 1,1% 49.248.445 0,7% 86,7% 26º Peru 80.824.174 1,0% 53.863.455 0,7% 50,1% 27º Bolívia 62.836.904 0,8% 47.281.535 0,6% 32,9% 28º Suécia 56.770.799 0,7% 42.850.061 0,6% 32,5% 29º Austrália 56.414.247 0,7% 65.156.598 0,9% -13,4% 30º Equador 53.870.957 0,7% 34.106.135 0,5% 58,0% Demais Países 16,8% 1.294.718.665 17,5% 7,0% 31º 1.385.549.066 Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior (DEPLA), Balança Comercial Brasileira por UF. No que se refere à origem das importações catarinenses de 2008, assinalase a atuação da Ásia (exclusive Oriente Médio) com uma representatividade de 26,8%, seguido pela ALADI com 14,8%, o MERCOSUL com 15,9%, a União Européia (14,5%) e os Estados Unidos 8,5%. Os demais blocos responderam por 6% da origem das importações catarinenses. A Tabela 30 apresenta os principais países de origem das importações de Santa Catarina. 42 Relatório Estadual Tabela 30 - Principais países de origem das importações de Santa Catarina no período de 2007-2008 2008 (Jan/Dez) Ordem Var % (US$ F.O.B.) 2007 (Jan/Dez) Descrição US$ F. O.B. Part % US$ F. O.B. Part % 2008/2007 1.622.241.335 20,4% 927.146.281 18,54%% 75,0% 82,4% 1º China 2º Chile 959.049.878 12,0% 525.810.113 10,5% 3º Argentina 946.077.372 11,9% 701.406.915 14,0% 34,9% 4º Estados Unidos 673.399.173 8,5% 416.887.287 8,3% 61,53$ 5º Alemanha 348.282.347 4,4% 293.742.467 5,9% 18,6% 6º Peru 323.787.620 4,1% 211.539.728 4,2% 53,1% 7º Índia 276.439.653 3,5% 90.292.814 1,8% 206,2% 8º Itália 186.858.848 2,3% 137.012.561 2,7% 36,4% 9º Coréia do Sul 182.224.488 2,3% 104.085.431 2,1% 75,1% 10º Uruguai 175.822.479 2,2% 150.139.772 3,0% 17,1% 11º Indonésia 162.969.569 2,0% 154.359.471 3,1% 5,6% 12º Paraguai 148.003.265 1,9% 109.178.359 2,2% 35,6% 13º Taiwan 139.416.070 1,8% 98.377.105 1,97$ 41,7% 14º Tailândia 135.562.866 1,7% 98.067.630 2,0% 38,2% 15º Malásia 130.962.376 1,6% 81.976.517 1,6% 59,8% 16º Japão 128.399.590 1,6% 67.954.943 1,4% 89,0% 17º Espanha 116.694.189 1,5% 55.529.772 1,1% 110,2% 18º Federação da Rússia 99.424.659 1,3% 47.412.757 1,0% 109,7% 19º França 97.566.701 1,2% 44.004.222 0,9% 121,7% 20º México 90.360.915 1,1% 56.845.845 1,1% 59,0% 21º Áustria 83.392.736 1,1% 46.821.071 0,9% 78,1% 22º Hong Kong 78.811.321 1,0% 79.268.776 1,6% -0,6% 23º Suíça 55.543.772 0,7% 31.950.346 0,6% 73,8% 24º Ucrânia 52.071.209 0,7% 19.752.198 0,4% 163,6% 25º Venezuela 49.733.444 0,6% 17.232.521 0,3% 188,6% 26º Marrocos 46.063.931 0,6% 22.365.081 0,5% 106,0% 27º Reino Unido 44.361.907 0,6% 18.187.953 0,4% 143,9% 28º Portugal 43.790.965 0,6% 29.067.323 0,6% 50,7% 29º Países Baixos (Holanda) 42.004.024 0,5% 23.954.154 0,5% 75,4% 30º Canadá 37.606.110 0,5% 27.666.492 0,6% 35,9% Demais Países 6,2% 312.185.443 6,2% 57,7% 31º 492.383.211 Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior (DEPLA), Balança Comercial Brasileira por UF. 43 Relatório Estadual 5.3 VALOR ADICIONADO FISCAL - VAF Segundo dados da Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina, em 2007 o VAF catarinense atingiu as cifras de R$ 69,6 bilhões. Considerando o período de 2003-2007, a evolução acumulada do VAF foi de 57%. VAF (R$) Gráfico 21 - Valor adicionado fiscal (VAF) de Santa Catarina no período 2003-2007 53.721.428.762 60.870.064.578 61.909.302.718 69.608.669.185 44.327.956.103 2003 2004 2005 2006 2007 Fonte: Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria de Estado da Fazenda, Valor Adicionado Fiscal, Índice de participação dos municípios no produto da arrecadação do ICMS. De acordo com o recorte regional adotado pelo SEBRAE, a participação das coordenadorias na composição do VAF catarinense de 2007 está disposta conforme o Gráfico 22. Gráfico 22 – Participação relativa das coordenadorias regionais na composição do VAF 2007 25,4% 13,5% 12,4% 10,9% 10,8% 10,0% 7,7% 6,1% 3,2% Norte Vale do Itajaí Foz do Itajaí Oeste Sul Grande Florianópolis Meio Oeste Serra Catarinense Extremo Oeste Fonte: Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria de Estado da Fazenda, Valor Adicionado Fiscal, Índice de participação dos municípios no produto da arrecadação do ICMS. 5.3.1 VAF das Principais Atividades Econômicas A tabela a seguir detalha o Valor Adicionado Fiscal gerado pelos 20 grupos de atividades econômicas de maior expressão no período 2005-2007. 44 Relatório Estadual Tabela 31 - Valor adicionado fiscal de Santa Catarina, organizado segundo os 20 grupos de atividades econômicas mais representativas - 2007 Grupos de atividades econômicas - versão CNAE 2.0 2005 2006 2007 Partic. Evolução VAF 2005/2007 2007 GRUPO 101 - Abate e fabricação de 5.558.833.737 4.753.610.913 5.718.698.104 8,2% 2,9% produtos de carne GRUPO 351 - Geração, transmissão 1.617.064.555 3.605.943.669 4.563.514.705 6,6% 182,2% e distribuição de energia elétrica GRUPO 468 - Comércio atacadista 4.405.828.547 3.665.031.171 4.391.967.485 6,3% -0,3% especializado em outros produtos GRUPO 141 - Confecção de artigos 1.881.151.044 2.248.770.184 2.291.482.168 3,3% 21,8% do vestuário e acessórios GRUPO 611 - Telecomunicações por 1.922.007.202 1.950.290.188 2.217.831.543 3,2% 15,4% fio GRUPO 463 - Comércio atacadista especializado em produtos 1.705.898.736 1.668.126.699 2.077.373.102 3,0% 21,8% alimentícios, bebidas e fumo GRUPO 493 - Transporte rodoviário 1.821.905.028 1.734.861.984 2.067.577.467 3,0% 13,5% de carga GRUPO 462 - Comércio atacadista de matérias primas agrícolas e 1.573.568.955 1.687.586.562 1.902.808.927 2,7% 20,9% animais vivos GRUPO 471 - Comércio varejista não 1.440.775.537 1.604.875.892 1.881.077.458 2,7% 30,6% especializado GRUPO 222 - Fabricação de 1.605.361.812 1.623.828.466 1.704.229.959 2,4% 6,2% produtos de material plástico GRUPO 473 - Comércio varejista de combustíveis para veículos 1.289.346.852 1.373.216.350 1.501.716.246 2,2% 16,5% automotores GRUPO 478 - Comércio varejista de produtos novos não especificados 1.215.350.327 1.382.514.649 1.454.680.335 2,1% 19,7% anteriormente e de produtos usados GRUPO 106 - Moagem, fabricação de produtos amiláceos e de alimentos 1.062.808.709 1.167.271.917 1.348.351.854 1,9% 26,9% para animais GRUPO 612 - Telecomunicações 854.037.759 976.780.808 1.290.864.389 1,9% 51,1% sem fio GRUPO 245 - Fundição 941.902.119 1.088.485.968 1.132.145.492 1,6% 20,2% GRUPO 135 - Fabricação de 977.704.277 969.322.561 1.083.339.859 1,6% 10,8% artefatos têxteis, exceto vestuário GRUPO 275 - Fabricação de 689.940.194 899.715.272 1.009.735.175 1,5% 46,4% eletrodomésticos GRUPO 332 - Instalação de 3.927.959 1.091.747.521 999.878.045 1,4% 25355,4% máquinas e equipamentos GRUPO 475 - Comércio varejista de equipamentos de informática e 873.039.095 966.900.303 971.436.091 1,4% 11,3% comunicação; equipamentos e artigos GRUPO 172 - Fabricação de papel, 795.284.959 934.057.773 946.327.607 1,4% 19,0% cartolina e papel cartão Demais atividades 28.634.327.177 26.516.363.869 29.053.633.174 41,7% 1,5% Fonte: Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria de Estado da Fazenda, Valor Adicionado Fiscal, Índice de participação dos municípios no produto da arrecadação do ICMS. Nota: 1 Grupos de atividades econômicas (CNAE 2.0) organizados em ordem decrescente do VAF com base em 2007. 2 Resultados apresentados em ordem decrescente de participação do VAF de 2007. 45 Relatório Estadual 5.4 EMPRESAS E EMPREGOS Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, no ano de 2008 Santa Catarina possuía um total de 374.629 empresas formalmente estabelecidas. Estas empresas, tomando como referência o mês de dezembro de 2008, foram responsáveis por 1.777.604 empregos com carteira assinada. A caracterização do porte empresarial utilizou como critério a classificação por número de funcionários, utilizada pelo Sistema SEBRAE. Segundo este critério, as microempresas e pequenas empresas representam, respectivamente, 94% e 5,1% dos estabelecimentos do estado. As microempresas e pequenas empresas juntas geraram 892.208 empregos, o equivalente a 50,2% dos postos de trabalho. 5.4.1 Evolução do Estoque de Empresas e Empregos O Gráfico 23 apresenta, em números absolutos, a evolução do volume de empresas e empregos em Santa Catarina no período de 2004 a 2008. Gráfico 23 - Número de empresas e empregos formais em Santa Catarina no período de 2004-2008 325.018 2004 339.814 Empresas 348.932 361.221 2005 Empregos 374.629 1.406.247 1.486.969 2006 2007 2004 2008 1.777.604 1.598.454 1.697.800 2005 2006 2007 2008 Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego, Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). De acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego, o Gráfico 24 apresenta a participação relativa das coordenadorias regionais no número de empresas e empregos de Santa Catarina no ano de 2008. Gráfico 24 – Participação relativa das coordenadorias no número de empresas e empregos de Santa Catarina - 2008 Empresas 19,5% 20,4% 14,7% 17,5% Norte Empregos 14,9% Grande Florianópolis 14,0% Vale do Itajaí 11,8% 11,8% 13,1% 13,0% Sul Foz do Itajaí 9,3% 11,3% Oeste 5,6% 6,4% Meio Oeste 4,4% 5,7% Serra Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego, Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente da participação relativa empresarial. 46 2,4% 4,2% Extremo Oeste Relatório Estadual 5.4.2 Taxa de Criação de Empresas e Empregos No período de 2004 a 2008, a taxa média de criação de empresas no estado foi 3,6% e a de empregos, 6,0% ao ano. O comparativo da taxa acumulada de criação de empresas e empregos no período de 2004 a 2008 é apresentado no Gráfico 25. Gráfico 25 - Taxa acumulada de criação de empresas e empregos, segundo Brasil e Santa Catarina no período 2004/2008 Empresas Empregos 26,4% 15,3% 25,6% 12,6% Santa Catarina Santa Catarina Brasil Brasil Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de Informações Sociais. No mesmo período, a maior taxa média de criação de empresas foi registrada na Regional Foz do Itajaí, 5,2% ao ano. A Coordenadoria Regional Oeste, com 8,1% ao ano foi a coordenadoria que apresentou a maior taxa média de geração de empregos. As menores taxas médias de criação de empresas e empregos foram registradas na Coordenadoria Regional Serra Catarinense, 2,5% e 2,1% ao ano, respectivamente. 5.4.3 Caracterização do Porte Empresarial De acordo com o critério de classificação do porte empresarial já exposto, as 374.629 empresas formais e os 1.777.604 empregos existentes no estado em 2008, são detalhados em números absolutos e participação relativa nos gráficos a seguir. Gráfico 26 - Número de empresas e empregos formais em Santa Catarina, segundo o porte - 2008 352.145 Empregos Empresas 643.116 ME 19.279 2.002 1.203 PE MDE GE 441.190 450.201 243.097 ME PE MDE GE Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de Informações Sociais. Nota: Portes - microempresa (ME), pequena empresa (PE), média empresa (MDE), e grande empresa (GE). 47 Relatório Estadual Gráfico 27 - Participação relativa das empresas e empregos formais em Santa Catarina, segundo o porte - 2008 Empresas Empregos 5,1% 24,8% 36,2% 0,5% 0,3% ME PE MDE GE 25,3% ME PE MDE GE 94,0% 13,7% Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de Informações Sociais. De acordo com dados da RAIS, torna-se oportuno mencionar que 219.730 das 352.145 microempresas (62,4%) declararam não ter gerado empregos em 2008. As Tabelas 32 e 33 apresentam, respectivamente, o número de empresas e empregos das coordenadorias regionais, segundo o porte empresarial. Tabela 32 - Número de empresas nas coordenadorias, segundo o porte e participação relativa - 2008 Coordenadoria Regional Norte Grande Florianópolis Vale do Itajaí Regional Sul Foz do Itajaí Oeste Meio Oeste Serra Catarinense Extremo Oeste Total 65.428 55.836 52.356 49.139 48.559 42.258 23.945 21.246 15.862 Micro 61.237 51.853 49.057 46.279 45.473 40.169 22.693 20.040 15.344 Empresas 2008 Pequenas Médias 3.585 395 3.386 327 2.803 339 2.476 251 2.707 238 1.802 174 1.048 128 1.033 103 439 47 Grandes 211 270 157 133 141 113 76 70 32 Ranking das (%) empresas Estadual 1º 17,5% 2º 14,9% 3º 14,0% 4º 13,1% 5º 13,0% 6º 11,3% 7º 6,4% 8º 5,7% 9º 4,2% Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de Informações Sociais. Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente do número de empresas. Tabela 33 - Número de empregos nas coordenadorias, segundo o porte e participação relativa - 2008 Empregos 2008 Ranking dos (%) empregos Estadual Total Micro Pequenas Médias Grandes 363.126 Grande Florianópolis 64.908 70.133 28.866 199.219 1º 20,4% 347.019 Norte 74.548 87.442 51.868 133.161 2º 19,5% 261.790 Vale do Itajaí 69.746 71.678 48.102 72.264 3º 14,7% 210.371 Sul 63.741 60.850 33.818 51.962 4º 11,8% 209.428 Foz do Itajaí 61.729 62.124 27.672 57.903 5º 11,8% 165.599 Regional Oeste 43.527 41.784 18.715 61.573 6º 9,3% 98.802 Meio Oeste 24.183 23.304 16.184 35.131 7º 5,6% 78.638 Serra Catarinense 23.276 22.420 12.038 20.904 8º 4,4% 42.831 Extremo Oeste 15.532 10.466 5.834 10.999 9º 2,4% Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de Informações Sociais. Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente do número de empregos. Coordenadoria 48 Relatório Estadual 5.4.4 Perfil setorial das Empresas e Empregos No que se refere ao recorte setorial, o segmento de prestação de serviços é o mais representativo em número de empresas e empregos. A representação da configuração setorial estadual é detalhada no Gráfico 28. Gráfico 28 - Número de empresas e empregos formais de Santa Catarina, segundo o setor - 2008 Empregos Empresas 149.032 670.848 152.574 715.031 346.259 62.885 45.466 10.138 Primário Secundário Terciário Comércio Primário Terciário Serviços Secundário Terciário Comércio Terciário Serviços Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de Informações Sociais. Os gráficos 28 e 29 apresentam de forma comparativa a configuração setorial das coordenadorias regionais. Gráfico 29 – Configuração setorial das empresas, segundo as coordenadorias regionais - 2008 37,4% 48,1% 47,6% 42,7% 40,1% 45,1% 39,7% 35,5% 37,2% 40,6% 37,6% 11,6% 0,6% 14,1% 2,9% 12,7% 7,4% 16,9% 2,4% 13,6% 3,7% Grande Florianópolis Extremo Oeste Meio Oeste Norte Oeste 42,3% 18,9% 1,4% Foz do Itajaí Primário Secundário 36,8% 34,7% 37,5% 39,4% 43,8% 37,1% 20,2% 1,3% 24,1% Sul Vale do Itajaí 12,6% 11,3% Serra Terciário/Comércio 1,4% Terciário/Serviços Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de Informações Sociais. Gráfico 30 – Configuração setorial dos empregos, segundo as coordenadorias regionais - 2008 38,5% 68,2% 23,6% 30,8% 36,0% 32,5% 30,3% 22,7% 16,9% 17,3% 19,8% 35,3% 48,7% 45,8% 1,5% 4,1% Norte Oeste 36,4% 18,2% 43,1% 1,5% 13,0% 0,6% 3,4% Grande Florianópolis Extremo Oeste Foz do Itajaí Primário 11,7% Meio Oeste Secundário Terciário/Comércio 36,0% 32,8% 21,7% 23,3% 28,3% 14,0% Serra 42,8% 29,6% 17,4% 52,4% 1,1% 0,6% Sul Vale do Itajaí Terciário/Serviços Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de Informações Sociais. 49 Relatório Estadual 5.4.5 Representatividade das Atividades Econômicas O estoque de empresas e empregos estadual, bem como sua representatividade e porte, está apoiado nas 21 seções da (CNAE) versão 2.0. Cabe ressaltar que nos APÊNDICES B e C estas informações estão disponíveis em um nível maior de detalhamento, possibilitado pela utilização dos Grupos da CNAE (versão 2.0). As tabelas a seguir apresentam o número de empresas e empregos de Santa Catarina em 2008, organizadas segundo seções da CNAE – 2.0. Tabela 34 - Número de empresas estabelecidas em Santa Catarina classificadas por porte e participação relativa - 2008 Seção de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE versão 2.0 Seção A - Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aqüicultura Seção B - Indústrias extrativas Seção C - Indústrias de transformação Seção D - Eletricidade e gás Seção E - Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação Seção F - Construção Seção G - Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas Seção H - Transporte, armazenagem e correio Seção I - Alojamento e alimentação Seção J - Informação e comunicação Seção K - Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados Seção L - Atividades imobiliárias Seção M - Atividades profissionais, científicas e técnicas Seção N - Atividades administrativas e serviços complementares Seção O - Administração pública, defesa e seguridade social Seção P - Educação Seção Q - Saúde humana e serviços sociais Seção R - Artes, cultura, esporte e recreação 2008 Evol. Partic. 2006/08 (%) Total ME PE MDE GE 10.138 9.306 717 71 44 2,7% 5,3% 782 719 55 5 3 0,2% -1,8% 46.888 42.580 3.489 696 123 12,5% 5,6% 307 260 26 19 2 0,1% 70,6% 1.043 911 112 19 1 0,3% 11,1% 13.865 13.018 764 77 6 3,7% 24,6% 149.032 141.392 7.020 407 213 39,8% 5,6% 18.319 16.884 1.193 142 100 4,9% 7,3% 26.486 7.349 24.859 6.776 1.532 491 74 49 21 33 7,1% 2,0% 6,6% -2,9% 5.220 4.538 625 38 19 1,4% 22,7% 3.536 3.464 70 2 - 0,9% 25,3% 13.144 12.572 518 33 21 3,5% 16,4% 22.099 21.120 755 95 129 5,9% 11,1% 1.066 575 122 66 303 0,3% -10,8% 4.290 3.499 620 88 83 1,1% 8,5% 9.974 9.481 389 44 60 2,7% 8,2% 6.819 6.680 124 12 3 1,8% 11,0% 65 39 8,9% 5,3% - - 0,3% 22,8% - - 0,0% 23,5% 2.002 1.203 100,0% 7,4% Seção S - Outras atividades de 33.310 32.550 656 serviços Seção T - Serviços domésticos 941 940 1 Seção U - Organismos internacionais 21 21 e outras instituições extraterritoriais Total 374.629 352.145 19.279 Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de Informações Sociais. Nota: Sinal convencional utilizado: - Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento. 50 Relatório Estadual Tabela 35 - Número de empregos formais em Santa Catarina, segundo o porte e participação relativa - 2008 Seção de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE versão 2.0 Seção A - Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aqüicultura Seção B - Indústrias extrativas Seção C - Indústrias de transformação Seção D - Eletricidade e gás Seção E - Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação Seção F - Construção Seção G - Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas Seção H - Transporte, armazenagem e correio Seção I - Alojamento e alimentação Seção J - Informação e comunicação Seção K - Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados Seção L - Atividades imobiliárias Seção M - Atividades profissionais, científicas e técnicas Seção N - Atividades administrativas e serviços complementares Seção O - Administração pública, defesa e seguridade social Seção P - Educação Seção Q - Saúde humana e serviços sociais Seção R - Artes, cultura, esporte e recreação Seção S - Outras atividades de serviços Seção T - Serviços domésticos Seção U - Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais Total 2008 Evol. Partic. 2006/08 (%) Total ME PE MDE GE 45.466 15.758 13.393 5.121 11.194 2,6% -3,1% 7.711 1.805 2.319 1.149 2.438 0,4% 22,4% 563.768 114.844 140.712 140.233 167.979 31,7% 9,1% 7.268 345 1.310 3.786 1.827 0,4% 127,8% 13.130 2.595 4.879 4.464 1.192 0,7% 13,6% 78.971 27.652 28.680 12.517 10.122 4,4% 40,8% 346.259 153.553 123.438 27.301 41.967 19,5% 15,9% 79.973 17.969 23.655 9.727 28.622 4,5% 16,1% 61.745 24.657 27.328 4.816 4.944 3,5% 13,8% 29.050 5.539 9.571 3.217 10.723 1,6% 11,0% 23.933 5.692 11.745 2.471 4.025 1,3% -22,2% 3.173 1.765 1.285 123 - 0,2% 29,0% 26.955 9.779 9.591 2.188 5.397 1,5% 37,1% 112.594 21.684 14.356 6.668 69.886 6,3% 13,5% 227.135 1.109 2.971 4.867 218.188 12,8% 1,4% 56.899 5.035 12.596 5.992 33.276 3,2% 24,1% 40.122 10.320 7.614 3.135 19.053 2,3% 4,3% 6.613 2.526 2.251 834 1.002 0,4% 6,3% 46.004 17.739 12.496 4.488 11.281 2,6% 9,5% 826 815 11 - - 0,0% 15,2% 9 9 - - - 0,0% 28,6% 1.777.604 441.190 450.201 243.097 643.116 100,0% 11,2% Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de Informações Sociais. Nota: Sinal convencional utilizado: - Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento. 51 Relatório Estadual 5.4.6 Número de Empregos Ligados ao Transporte Tabela 36 - Empregos ligados ao setor de transportes em Santa Catarina - 2008 Grupos de Atividades Econômicas, segundo classificação CNAE - versão 2.0 Empregos Remuneração Média (R$) (%) no total de empregos do estado Evolução (empregos) 2006/08 Grupo 491 - Transporte ferroviário e metroferroviário 296 1.565,61 0,02% 36,4% Grupo 492 - Transporte rodoviário de passageiros 19.052 1.082,26 1,07% 6,2% Grupo 493 - Transporte rodoviário de carga 38.537 998,90 2,17% 12,1% Grupo 494 - Transporte dutoviário 27 6.841,37 0,00% 8,0% Grupo 495 - Trens turísticos, teleféricos e similares 111 1.015,96 0,01% 13,3% Grupo 501 - Transporte marítimo de cabotagem e longo curso 42 3.773,06 0,00% -51,7% Grupo 502 - Transporte por navegação interior 255 1.107,65 0,01% 12,8% Grupo 503 - Navegação de apoio 115 2.966,83 0,01% -2,5% Grupo 509 - Outros transportes aquaviários 114 1.089,14 0,01% 86,9% Grupo 511 - Transporte aéreo de passageiros 691 1.625,34 0,04% 160,8% Grupo 512 - Transporte aéreo de carga 61 2.331,78 0,00% 117,9% - - 0,00% 0% Grupo 521 - Armazenamento, carga e descarga 8.078 1.319,49 0,45% 61,3% Grupo 522 - Atividades auxiliares dos transportes terrestres 2.206 856,24 0,12% 31,7% Grupo 523 - Atividades auxiliares dos transportes aquaviários 2.339 2.398,43 0,13% 26,6% Grupo 524 - Atividades auxiliares dos transportes aéreos 534 2.109,99 0,03% -23,5% Grupo 525 - Atividades relacionadas à organização do transporte de carga 1.780 1.115,42 0,10% 48,1% Total 74.238 1.122,29 4,18% 16,2% Grupo 513 - Transporte espacial Fonte: MTE, Relação Anual de Informações Sociais. Nota: Sinal convencional utilizado: - Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento. 52 Relatório Estadual 5.4.7 Número de Empregos Ligados ao Serviço de Informação, Atividades de Tecnologia da Informação (TI) e Atividades de Telecomunicações Tabela 37 - Empregos ligados aos serviços de informação, atividades de TI e atividades de telecomunicações em Santa Catarina - 2008 Grupos de Atividades Econômicas, segundo classificação CNAE - versão 2.0 Empregos Remuneração Média (R$) (%) no total de empregos do estado Evolução (empregos) 2006/08 GRUPO 611 - Telecomunicações por fio 907 3.790,34 0,05% 323,8% GRUPO 612 - Telecomunicações sem fio 413 2.967,91 0,02% 39,1% GRUPO 613 - Telecomunicações por satélite 6 837,36 0,00% 100,0% GRUPO 614 - Operadoras de televisão por assinatura 499 1.342,84 0,03% 134,3% GRUPO 619 - Outras atividades de telecomunicações 450 1.188,57 0,03% -17,9% 8.317 2.148,33 0,47% 51,6% 7.178 842,47 0,40% -8,2% 2.436 883,12 0,14% -34,6% 20.206 1.580,71 38,68% 4852,5% GRUPO 620 - Atividades dos serviços de tecnologia da informação GRUPO 631 - Tratamento de dados, hospedagem na internet e outras atividades relacionadas GRUPO 639 - Outras atividades de prestação de serviços de informação Total Fonte: MTE, Relação Anual de Informações Sociais. 5.4.8 Relação Habitante por Emprego Em 2008, no estado de Santa Catarina a concorrência por uma colocação no mercado de trabalho formal determinava uma relação de 3,4 habitantes por emprego. No Brasil, esta relação era de 4,8. De acordo com o recorte territorial adotado pelo SEBRAE/SC, a melhor relação habitante por emprego de 2008 foi verificada na Grande Florianópolis, e a pior no Extremo Oeste (Gráfico 31). Gráfico 31 - Relação habitante por emprego, segundo coordenadorias regionais 2008 5,3 2,4 3,0 3,4 Grande Vale do Itajaí Foz do Itajaí Florianópolis 3,4 Regional Norte 3,5 Meio Oeste 3,7 Regional Oeste 5,8 4,2 Regional Sul Serra Catarinense Extremo Oeste Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de Informações Sociais e nas estimativas populacionais do IBGE de 2008. Nota: Resultados apresentados em ordem crescente da relação habitante/emprego. 53 Relatório Estadual 5.4.9 Indicativo de Empresas para o Setor Informal A indisponibilidade de informações sobre o mercado informal inibe o estabelecimento de estimativas precisas. Frente a esta condição foram coletadas informações sobre o mercado informal de alguns setores do estado e país (Tabela 38). Tabela 38 - Estimativas de empresas para o setor informal estadual e nacional- 2003 Empresas do setor informal - 2003 Setores de atividade Indústria - exceto serviços industriais de utilidade pública Construção civil Comércio Serviços - exceto administração pública Total Empresas do setor formal MTE - RAIS/CAGED 2003 Empresas informais em relação ao nº de empresas formais SC Brasil SC Brasil SC Brasil 46.289 1.630.580 43.037 551.581 1,1 3,0 56.978 75.344 1.808.840 3.403.804 9.371 126.220 180.777 2.736.760 6,1 0,6 10,0 1,2 77.307 3.370.881 122.521 2.291.863 0,6 1,5 255.918 10.214.105 301.149 5.760.981 0,85 1,77 Fonte: IBGE, Economia Informal Urbana (Ecinf) 2003. 5.4.10 Saldo de Admissões e Demissões Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego extraídos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, em 2008, o saldo de admissões e demissões do estado apresentou um resultado positivo de 73.906 empregos (Gráfico 32). Gráfico 32 - Saldo de admissões e demissões de Santa Catarina – 2004-2008 100.000 90.000 80.000 70.000 60.000 50.000 40.000 30.000 20.000 10.000 0 90.751 83.630 73.906 2004 63.630 61.322 2005 2006 2007 2008 Fonte: MTE, Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). A Tabela 39 apresenta o saldo de admissões e demissões em 2008, segundo as seções da CNAE versão 2.0. 54 Relatório Estadual Tabela 39 - Saldo de admissões e demissões no Brasil, Santa Catarina e Santa Catarina em 2008, segundo seções da CNAE versão 2.0 Seção de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0 Santa Catarina Brasil 97 1.020 13.826 6 17.443 11.101 155.155 1.223 503 8.293 10.033 20.568 6.133 958 1.468 1.349 440 2.215 8.221 1.924 2.578 2.586 56 -102 28 -1 73.906 211.519 399.995 102.156 63.666 41.882 30.850 6.139 63.761 180.981 9.829 37.828 76.970 5.335 28.216 -152 11 1.452.201 Seção A - Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aqüicultura Seção B - Indústrias extrativas Seção C - Indústrias de transformação Seção D - Eletricidade e gás Seção E - Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação Seção F - Construção Seção G - Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas Seção H - Transporte, armazenagem e correio Seção I - Alojamento e alimentação Seção J - Informação e comunicação Seção K - Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados Seção L - Atividades imobiliárias Seção M - Atividades profissionais, científicas e técnicas Seção N - Atividades administrativas e serviços complementares Seção O - Administração pública, defesa e seguridade social Seção P - Educação Seção Q - Saúde humana e serviços sociais Seção R - Artes, cultura, esporte e recreação Seção S - Outras atividades de serviços Seção T - Serviços domésticos Seção U - Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais Total Fonte: MTE, Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). 5.5 RENDA MÉDIA DA POPULAÇÃO A caracterização da renda da população foi avaliada por dois aspectos. O primeiro, ligado à renda per capita; e o segundo, aos valores médios dos salários pagos em 2008 na região. 5.5.1 Renda Per Capita Tabela 40 - Renda Per Capita de Santa Catarina 1991-2000 Ano 1991 Ano 2000 Evolução 1991/2000 Renda per Capita (R$) 232,27 348,72 50,1% Percentual da renda proveniente de rendimentos do trabalho 85,0% 73,0% -14,1% Percentual da renda proveniente de transferências governamentais, 1991 9,7% 14,6% 50,3% Percentual de pessoas com mais de 50% da sua renda proveniente de transferências governamentais 6,9% 11,9% 73,1% Indicador Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil. 55 Relatório Estadual 5.5.2 Salários Médios Segundo as Atividades Econômicas Tabela 41 - Salário de ocupação médio, segundo Brasil e Santa Catarina em 2008, organizado pelas seções da CNAE versão 2.0 2008 SEC CNAE 20 - Seção de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.1 Seção A - Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aqüicultura Santa Catarina Brasil (R$) (R$) 796,21 766,52 Seção B - Indústrias extrativas 1.717,87 4.194,26 Seção C - Indústrias de transformação 1.154,34 1.467,01 Seção D - Eletricidade e gás 5.633,23 4.511,42 Seção E - Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação 1.426,50 1.693,23 Seção F - Construção 931,18 1.140,29 Seção G - Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas 914,70 935,04 1.157,64 1.311,52 682,37 680,66 Seção J - Informação e comunicação 1.470,28 2.316,51 Seção K - Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados 2.803,45 3.550,60 919,76 1.127,16 1.377,80 1.861,82 870,98 879,91 Seção O - Administração pública, defesa e seguridade social 2.137,42 2.011,41 Seção P - Educação 2.036,05 1.895,88 Seção Q - Saúde humana e serviços sociais 1.109,22 1.265,81 Seção R - Artes, cultura, esporte e recreação 871,13 1.028,43 Seção S - Outras atividades de serviços 952,08 1.037,37 Seção T - Serviços domésticos 509,91 528,99 Seção U - Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais 2.190,22 2.361,92 Média Salarial 1.253,73 1.436,70 Seção H - Transporte, armazenagem e correio Seção I - Alojamento e alimentação Seção L - Atividades imobiliárias Seção M - Atividades profissionais, científicas e técnicas Seção N - Atividades complementares administrativas e Fonte: MTE, Relação Anual de Informações Sociais. 56 serviços Relatório Estadual 5.6 FINANÇAS PÚBLICAS 5.6.1 Receitas por Fontes Tabela 42 - Fontes de receitas de Santa Catarina – 2007-2008 Categorias/ Subcategorias Econômicas Receitas correntes Receita realizada 2007 (R$) Receita realizada 2008 (R$) Participação Variação 2008 07/08 8.771.914.061,31 10.729.874.941,65 93,0% 22,3% 8.070.509.401,98 9.202.414.879,31 79,8% 14,0% De Contribuições* 704.471.952,38 784.857.487,88 6,8% 11,4% Patrimonial* 207.513.284,54 554.339.217,37 4,8% 167,1% Agropecuária* 2.037.238,74 2.338.490,68 0,0% 14,8% Industrial* 5.543.200,26 6.372.482,43 0,1% 15,0% 126.677.939,06 136.647.581,13 1,2% 7,9% 2.564.955.765,28 3.427.200.690,20 29,7% 33,6% 233.238.127,70 376.421.020,77 3,3% 61,4% -3.143.032.848,63 -3.760.716.908,12 -32,6% 19,7% Rec. Intra-orçamentária corrente 299.515.079,25 552.922.757,05 4,8% 84,6% Receitas de capital 227.056.651,75 253.424.246,79 2,2% 11,6% Operações de Crédito 70.150.446,52 195.037.003,64 1,7% 178,0% Alienação de Bens 70.710.938,06 11.818.362,59 0,1% -83,3% Amortização de Empréstimos 29.859.455,18 34.019.065,69 0,3% 13,9% Transferências de Capital 13.441.671,97 12.549.814,87 0,1% -6,6% Outras Receitas de Capital 42.894.140,02 0,00 0,0% -100,0% 2.469.719,58 2.325.260,35 0,0% -5,8% 100,0% 24,1% Tributária* De Serviços* Transferências Correntes* Outras Receitas Correntes* Deduções da Renda Rec. Intra-orçamentária de capital TOTAL 9.300.955.511,89 11.538.547.205,84 Fonte: Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina - Indicadores Financeiros e Sociais dos Municípios de SC 2007. Nota: Com exceção da Arrecadação federal gerada no município e Arrecadação de ICMS gerada no município, todos os valores monetários registrados nesta planilha estão atualizados para 01 de janeiro de 2009, pela variação do IGP-DI. 57 Relatório Estadual 5.6.2 Receita Orçamentária Per Capita No período de 2003 a 2007, a média estadual da receita orçamentária per capita evoluiu 40,7% (Tabela 43). Tabela 43 - Receita orçamentária per capita de Santa Catarina - 2003/2007 Ano Média Estadual Receita "per Capita" (R$) 2003 2004 2005 2006 2007 Evolução 2003/2007 1.258,43 1.354,45 1.523,35 1.681,63 1.770,27 40,7% Fonte: Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina - Indicadores Financeiros e Sociais dos Municípios de SC 2007. Nota: Com exceção da Arrecadação federal gerada no município e Arrecadação de ICMS gerada no município, todos os valores monetários registrados nesta planilha estão atualizados para 01 de janeiro de 2009, pela variação do IGP-DI. 5.6.3 Receita Própria Per Capita No período de 2003 a 2007, a média estadual da receita própria per capita aumentou 37%. Tabela 44 - Receita própria per capita de Santa Catarina - 2003/2007 Ano Média Estadual Receita Própria "Per Capita" (R$) 2003 2004 2005 2006 2007 Evolução 2003/2007 194,24 195,18 187,46 234,27 266,12 37,0% Fonte: Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina - Indicadores Financeiros e Sociais dos Municípios de SC 2007. Nota: Com exceção da Arrecadação federal gerada no município e Arrecadação de ICMS gerada no município, todos os valores monetários registrados nesta planilha estão atualizados para 01 de janeiro de 2009, pela variação do IGP-DI. 5.7 SETOR PRIMÁRIO A análise do setor primário está baseada em dados do Censo Agropecuário do IBGE referentes ao período de 2003 a 2007. Neste tópico são apresentados resultados das lavouras temporárias, lavouras permanentes, o efetivo do rebanho e os produtos de origem animal. 5.7.1 Lavoura Temporária Baseado nos dados do IBGE sobre a produção agrícola de 2007, no que se refere à produção de lavouras temporárias, Santa Catarina é o maior produtor nacional de cebola, o segundo maior no cultivo de arroz e fumo e o terceiro de alho. O desempenho das lavouras temporárias existentes no estado é detalhado na Tabela 45. 58 Relatório Estadual Tabela 45 - Quantidade produzida, área plantada e valor da produção das lavouras temporárias de Santa Catarina - 2003/2007 Principais Produtos Abacaxi Alho Arroz (em casca) Aveia (em grão) Batata - doce Batata - inglesa Cana-de-açúcar Cebola Feijão (em grão) Fumo (em folha) Mandioca Melancia Melão Milho (em grão) Soja (em grão) Tomate Trigo (em grão) Total Quantidade produzida (Toneladas) 2003 877 15.656 1.034.558 19.806 42.325 128.207 648.989 409.553 188.626 213.339 538.930 22.349 808 4.310.934 712.175 129.096 171.969 8.588.197 2007 605 16.474 1.038.438 18.393 48.981 102.507 734.562 431.002 214.924 249.015 633.216 63.801 3.793.364 1.111.456 136.764 203.334 8.796.836 Área plantada (Hectare) 2003 67 2.145 143.670 20.694 2.388 10.083 16.728 25.905 146.942 120.899 28.417 900 58 856.427 257.086 2.507 77.541 1.712.457 2007 54 1.796 154.812 24.160 3.056 7.384 17.740 20.795 130.528 121.969 32.451 2.577 694.993 385.696 2.308 81.675 1.681.994 Evolução no período 2,4% -1,8% 2003/2007 Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal. Nota: Sinal convencional utilizado: - Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento. Valor da produção (Em mil reais) 2003 378,00 31.832,00 606.044,00 4.952,00 13.306,00 60.669,00 45.106,00 161.029,00 223.479,00 812.755,00 84.139,00 5.883,00 644,00 1.188.930,00 403.675,00 82.936,00 52.244,00 3.778.001 2007 562,00 45.273,00 428.106,00 14.145,00 25.216,00 37.253,00 70.162,00 206.493,00 124.096,00 1.045.179,00 91.274,00 16.514,00 1.046.087,00 516.015,00 71.363,00 98.852,00 3.836.590 1,6% O gráfico a seguir apresenta comparativos da evolução da lavoura temporária. Gráfico 33 - Comparativo da evolução da lavoura temporária segundo Brasil e Santa Catarina no período 2003/2007 Lavoura Temporária Quantidade produzida Área plantada Valor da produção Santa Catarina 2,4% -1,8% 1,5% Brasil 30,4% 6,5% 9,7% Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal. 59 Relatório Estadual 5.7.2 Lavoura Permanente Baseado nos dados do IBGE sobre a produção agrícola de 2007, no que se refere à produção de lavouras permanentes, Santa Catarina destaca-se como o maior produtor nacional de maçã e o terceiro maior de banana. O desempenho das lavouras temporárias existentes no estado é detalhado na Tabela 46. Tabela 46 - Quantidade produzida, área plantada e valor da produção das lavouras permanentes de Santa Catarina - 2003/2007 Quantidade produzida (Toneladas) Principais Produtos Banana Erva-mate - folha verde Figo Goiaba Laranja Maçã Mamão Maracujá Palmito Pera Pêssego Tangerina Uva Total 2003 618.403 52.474 384 63 143.071 475.095 40 8.229 1.569 1.757 29.788 6.877 41.709 1.379.459 2007 655.973 37.909 52 28 125.118 598.680 40 5.904 1.786 2.217 8.943 6.016 54.603 1.497.269 Área plantada (Hectare) 2003 29.714 13.025 39 7 9.649 16.348 4 624 552 146 3.544 786 3.671 78.109 Evolução no período 8,5% 2003/2007 Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal. 2007 31.090 11.349 10 4 8.020 19.259 4 398 1.334 206 2.733 728 4.915 80.050 2,5% Valor da produção (Em mil reais) 2003 128.130,00 7.666,00 274,00 11,00 27.199,00 296.855,00 44,00 3.458,00 4.662,00 1.324,00 13.148,00 2.396,00 23.813,00 508.980 2007 230.754,00 8.094,00 52,00 28,00 23.198,00 385.591,00 50,00 2.544,00 3.002,00 2.336,00 12.926,00 3.200,00 56.114,00 727.889 43,0% Considerando a safra 2007 de produtos da lavoura permanente, maçã e banana foram os produtos de maior representatividade econômica para o estado. O gráfico a seguir apresenta comparativos da evolução da lavoura permanente. Gráfico 34 - Comparativo da evolução da lavoura permanente segundo Brasil e Santa Catarina no período 2003/2007 Lavoura Permanente Quantidade produzida Área plantada Valor da produção Santa Catarina 8,5% 2,5% 43,0% Brasil 9,0% -0,4% 32,1% Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal. 60 Relatório Estadual 5.7.3 Rebanho Santa Catarina detém o maior rebanho nacional de suínos e o segundo de frangos. O rebanho estadual tem seu detalhamento na tabela que segue. Tabela 47 - Efetivo do rebanho em Santa Catarina - 2003/2007 Ano 2003 2007 Evolução 2003/2007 Asininos (cabeças) 507 594 17,2% Bovinos (cabeças) Tipo de rebanho (em cabeças) 3.189.825 3.488.992 9,4% Bubalinos (cabeças) 18.649 22.845 22,5% Caprino (cabeças) 35.394 49.812 40,7% Codornas (cabeças) 299.238 208.585 -30,3% Coelhos (cabeças) 42.867 34.678 -19,1% Equinos (cabeças) 130.275 98.716 -24,2% Galinhas (cabeças) 12.626.669 17.713.562 40,3% Galos, frangas, frangos e pintos (cabeças) 133.025.935 157.392.562 18,3% Muar (cabeças) 2.646 2.238 -15,4% Ovino (cabeças) 202.412 241.089 19,1% Suínos (cabeças) 5.432.143 7.156.013 31,7% 155.006.560 186.409.686 20,3% Total Fonte: IBGE - Pesquisa Pecuária Municipal. 5.7.4 Produtos de Origem Animal O estado catarinense, segundo dados de 2007, é o quarto maior produtor de mel e quinto na produção de leite. Os produtos de origem animal têm sua produção e evolução relacionada na tabela 48. Tabela 48 - Produção de origem animal em Santa Catarina - 2003/2007 Tipo de rebanho (em cabeças) Lã (kg) Leite (mil litros) Mel de abelha (kg) Ovos de Codorna (mil dúzias) Ovos de Galinha (mil dúzias) Total Ano 2003 193.416 1.332.286 4.511.043 4.895 172.036 6.213.676 2007 245.862 1.865.570 3.470.963 3.374 203.677 5.789.446 Evolução 2003/2007 27,1% 40,0% -23,1% -31,1% 18,4% -6,8% Fonte: IBGE, Pesquisa Pecuária Municipal. 5.7.5 Pesca e Aquicultura Segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, no Brasil, a produção pesqueira industrial de 2007, alcançou um volume estimado de 1.072.226 toneladas, o que correspondeu a um crescimento de 2% quando comparado com o ano anterior. Segundo o mesmo ministério, esta produção correspondeu a R$ 3,6 bilhões. A pesca desempenha importante papel na economia catarinense, o estado é o maior produtor de pescado e crustáceos do país. Os cerca de 500 quilômetros de litoral contribuem para que a atividade pesqueira de Santa Catarina seja bastante diversificada, tendo sua produção baseada em diversas espécies de peixes, 61 Relatório Estadual crustáceos e moluscos, capturados por diferentes tipos de embarcações e métodos de pesca. Em 2007 Santa Catarina alcançou o primeiro lugar na produção de pescado nacional com um volume de 184.493,5 toneladas (um incremento de 11,9% em relação a 2006), seguido pelo Paraná com uma produção de 129.981,5 toneladas. No mesmo ano, Santa Catarina respondeu pelo segundo maior valor da produção pesqueira com R$ 412,2 milhões, superado somente pelo Paraná com um valor de produção pesqueira da ordem de R$ 439,4 milhões. É oportuno mencionar que segundo dados do boletim estatístico da pesca industrial de Santa Catarina, em 2008, o município de Itajaí foi responsável pelo desembarque de 74.454.344 kg de pescado, o equivalente a 55,4% da produção pesqueira industrial. Seguido por Navegantes com 29,2% e Porto Belo com 6,6% produção pesqueira industrial. A aquicultura nacional respondeu por 27% da produção pesqueira brasileira representando em 2007 uma produção de 289.049,5 toneladas. A produção aquícola catarinense, somando a maricultura e a água doce, alcançaram neste ano, um total de 34.795 toneladas, o que equivale a 23,2% do que produz a pesca extrativa do Estado. Em 2007 a maricultura representou 34% da produção aquícola catarinense. De modo especial, a maricultura com foco no cultivo de moluscos vem se desenvolvendo ano após ano no estado. A maricultura realizada em Santa Catarina surgiu como uma alternativa para substituir a pesca artesanal decadente, em decorrência do aumento da pesca industrial e do não respeito do período do defeso de algumas espécies. Estimativas indicam que no período de 1984 a 1990, a pesca artesanal foi responsável por 16% da captura de pescado no estado, vindo a alcançar em 1998, uma participação de 7%. A princípio, a maricultura foi vislumbrada como uma alternativa de complementação de renda para os pescadores artesanais, mas, com o decorrer dos anos, passou a representar a principal fonte de renda (ICEPA, 2004). A Universidade Federal de Santa Catarina e a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) são as precursoras da atividade de maricultura, fornecendo tecnologia e assistência técnica aos produtores. A atuação destas entidades foi decisiva para o amadurecimento da aquicultura estadual. Dois projetos estruturantes estão contribuindo fortemente para solucionar os gargalos da cadeia produtiva de moluscos. São eles: Arranjo Produtivo Local da Malacocultura (APL) e o Projeto de Indicação Geográfica da Ostra de Florianópolis. Estes projetos reúnem produtores, pesquisadores e extensionistas em comitês gestores na busca de soluções e alternativas para o setor, promovendo a integração interpessoal e interinstitucional, fortalecendo as ações e otimizando resultados e recursos. Registra-se neste sentido, a atuação do SEBRAE junto a estas instituições. Santa Catarina, segundo dados da Epagri produziu em 2008, 2.213 toneladas de ostras. Neste ano, Florianópolis respondeu por 53,2% da produção estadual, Palhoça 38% e São José 4,5%. Com relação ao cultivo de mexilhões, em 2008, o excesso de chuvas verificado em Santa Catarina determinou alta mortalidade deste molusco em função da queda da salinidade da água do mar que atingiu índices mínimos, além de ter comprometido a safra de 2009, com a mortalidade massiva das sementes oriundas dos coletores artificiais. Considerando o volume da produção estadual de 10.891 62 Relatório Estadual toneladas, os destaques em 2008 ficaram por conta dos municípios de Palhoça, com 5.299 toneladas, representando 47,8% da produção catarinense, Penha, com 1.596 toneladas, representando 14,7% e São Francisco do Sul com 9,2% da produção catarinense (Epagri/Cedap 2008). 5.8 SETORES TRADICIONAIS, EMERGENTES E COM TENDÊNCIAS DE EXPANSÃO 5.8.1 Aspectos Metodológicos Utilizados para a Identificação de Setores de Atividades Econômicas Prioritárias Nesta etapa do estudo, os setores de atividades econômicas foram separados em três categorias: tradicionais, emergentes e com tendências de expansão. A composição de cada categoria seguiu a presente orientação metodológica: Tradicionais: Atividades econômicas predominantes no estado com base no VAF, número de empresas e empregos; Emergentes: Atividades que demonstram evolução expressiva quanto ao VAF, número de empresas e empregos e tem assumido maior participação na economia do estado; Tendências de expansão: Setores de pouca representatividade na economia do estado, que demonstram potencial de crescimento expressivo. Visando destacar tais atividades econômicas, com método único e estruturado, foi desenvolvida uma matriz de pontuação, aplicada para o nível de Grupos (3 dígitos) da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE). Premissas 1. Os Grupos de Atividade Econômica (GAEs) caracterizados pela atuação do poder público foram excluídos da seleção de setores, assim como GAEs que compreendem atividades de grandes empresas (provedores de serviço de utilidade pública, como distribuição e geração de energia) e atividades com características peculiares que dificultam o planejamento de ações setoriais (Atividades de organizações sindicais). A seguir são destacados os Grupos de Atividade Econômica (51 do total de 285) que foram excluídos da análise: o GRUPO 351 - Geração, transmissão e distribuição de energia elétrica o GRUPO 352 - Produção e distribuição de combustíveis gasosos por redes urbanas o GRUPO 353 - Produção e distribuição de vapor, água quente e ar condicionado o GRUPO 360 - Captação, tratamento e distribuição de água o GRUPO 370 - Esgoto e atividades relacionadas o GRUPO 381 - Coleta de resíduos o GRUPO 382 - Tratamento e disposição de resíduos o GRUPO 390 - Descontaminação e outros serviços de gestão de resíduos o GRUPO 531 - Atividades de Correio o GRUPO 532 - Atividades de malote e de entrega 63 Relatório Estadual o GRUPO 641 - Banco Central o GRUPO 642 - Intermediação monetária depósitos à vista o GRUPO 643 - Intermediação não monetária outros instrumentos de captação o GRUPO 644 - Arrendamento mercantil o GRUPO 645 - Sociedades de capitalização o GRUPO 646 - Atividades de sociedades de participação o GRUPO 647 - Fundos de investimento o GRUPO 649 - Atividades de serviços financeiros não especificados anteriormente o GRUPO 652 - Seguros saúde o GRUPO 653 - Resseguros o GRUPO 654 - Previdência complementar o GRUPO 655 - Planos de saúde o GRUPO 661 - Atividades auxiliares dos serviços financeiros o GRUPO 662 - Atividades auxiliares dos seguros, da previdência complementar e dos planos de saúde o GRUPO 663 - Atividades de administração de fundos por contrato ou comissão o GRUPO 841 - Administração do estado e da política econômica e social o GRUPO 842 - Serviços coletivos prestados pela administração pública o GRUPO 843 - Seguridade social obrigatória o GRUPO 851 - Educação infantil e ensino fundamental o GRUPO 852 - Ensino médio o GRUPO 853 - Educação superior o GRUPO 854 - Educação profissional de nível técnico e tecnológico o GRUPO 855 - Atividades de apoio à educação o GRUPO 859 - Outras atividades de ensino o GRUPO 861 - Atividades de atendimento hospitalar o GRUPO 862 - Serviços móveis de atendimento a urgências e de remoção de pacientes o GRUPO 863 - Atividades de atenção ambulatorial executadas por médicos e odontólogos o GRUPO 864 - Atividades de serviços de complementação diagnóstica e terapêutica o GRUPO 865 - Atividades de profissionais da área de saúde, exceto médicos e odontólogos o GRUPO 866 - Atividades de apoio à gestão de saúde o GRUPO 869 - Atividades de atenção à saúde humana não especificadas anteriormente o GRUPO 871 - Atividades de assistência a idosos, deficientes físicos, imunodeprimidos e convalescentes o GRUPO 872 - Atividades de assistência psicossocial e à saúde a portadores de distúrbios psíquicos o GRUPO 873 - Atividades de assistência social prestadas em residências coletivas e particulares o GRUPO 880 - Serviços de assistência social sem alojamento 64 Relatório Estadual o GRUPO 941 - Atividades de organizações associativas patronais, empresariais e profissionais o GRUPO 942 - Atividades de organizações sindicais o GRUPO 943 - Atividades de associações de defesa de direitos sociais o GRUPO 949 - Atividades de organizações associativas não especificadas anteriormente o GRUPO 970 - Serviços domésticos o GRUPO 990 - Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais 2. Foram excluídos GAEs que possuem representatividade inferior a 0,05% em relação ao volume total de empresas do estado. 3. Também não compreendem a análise, os GAEs que apresentaram Valor Adicionado Fiscal igual a zero em 2007 e Quociente Locacional zerado em 2008. A metodologia de análise seguiu critério de pontuação para cada variável seguindo a régua de ponderação exposta no quadro a seguir: Quadro 2: Régua de pontuação para priorização de setores de atividades econômicas prioritárias Pontuação Variável Quociente Locacional Representatividade do VAF (ano 2007) do GAE em relação ao estado Representatividade do número de empresas (ano 2008) do GAE em relação ao estado Representatividade do número de empregos (ano 2008) do GAE em relação ao estado Evolução do VAF do GAE entre os anos de 2005 e 2007 Evolução do número de empresas do GAE entre os anos de 2006 e 2008 Evolução do número de empregos do GAE entre os anos de 2006 e 2008 0 1 2 3 4 5 6 x=0 x<1 1≤x< 1,5 1,5 ≤ x < 2 2≤x< 2,5 2,5 ≤ x < 3 3≤x x = 0,0% x ≤ 0,3% 0,3% < x ≤ 0,5% 0,5% < x ≤ 1,0% 1,0% < x ≤ 2,0% 2,0% < x ≤ 3,0% 3,0% < x x = 0,0% x ≤ 0,3% 0,3% < x ≤ 0,5% 0,5% < x ≤ 1,0% 1,0% < x ≤ 2,0% 2,0% < x ≤ 3,0% 3,0% < x x = 0,0% x ≤ 0,3% 0,3% < x ≤ 0,5% 0,5% < x ≤ 1,0% 1,0% < x ≤ 2,0% 2,0% < x ≤ 3,0% 3,0% < x x ≤ 0,0% 0<x≤ 10,0% 10,0% < x ≤ 25,0% 25,0% < x ≤ 50,0% 50,0% < x ≤ 75,0% 75,0% < x ≤ 100,0% 100,0% < x x ≤ 0,0% 0<x≤ 10,0% 10,0% < x ≤ 25,0% 25,0% < x ≤ 50,0% 50,0% < x ≤ 75,0% 75,0% < x ≤ 100,0% 100,0% < x x ≤ 0,0% 0<x≤ 10,0% 10,0% < x ≤ 25,0% 25,0% < x ≤ 50,0% 50,0% < x ≤ 75,0% 75,0% < x ≤ 100,0% 100,0% < x Setores Tradicionais Para seleção de dez setores classificados como tradicionais utilizou-se a seguinte metodologia de cálculo: As pontuações auferidas para cada variável elencada para definição dos setores tradicionais foram multiplicadas por um respectivo peso (peso total igual a 100%) e somadas, quais sejam: a) Quociente Locacional * 10%; b) Representatividade do VAF (ano 2007) do GAE em relação ao estado * 50%; 65 Relatório Estadual c) Representatividade do número de empresas (ano 2008) do GAE em relação ao estado * 20%; d) Representatividade do número de empregos (ano 2008) do GAE em relação ao estado * 20%. A classificação dos setores tradicionais partiu da ordenação dos setores com maior valor resultante das somas da pontuação das variáveis elencadas acima, multiplicadas pelo respectivo peso. Para os casos de empate entre dois ou mais grupos de atividade econômica, o fator seguinte para seleção foi o maior valor adicionado fiscal de cada GAE. Setores Emergentes A composição dos cinco setores qualificados como emergentes não contou com os dez setores anteriormente elencados como tradicionais. A pontuação acumulada pelos GAEs restantes também foi utilizada como critério para seleção dos emergentes, visto que tais setores devem apresentar considerável participação no VAF, volume de empresas e empregos. Para seleção destes setores foi utilizada como premissa a necessidade que a evolução do VAF no período 2005-2007, e de empresas e empregos no período 2006-2008, seja positiva. Os GAEs selecionados também deveriam como premissa, para análise, ter participação mínima de 0,2% em relação ao VAF do estado. As variáveis selecionadas foram somadas relacionadas aos seguintes pesos: a) Pontuação acumulada na seleção de setores tradicionais * 20%; b) Evolução do VAF do GAE entre os anos de 2005 e 2007 * 40%; c) Evolução do número de empresas do GAE entre os anos de 2006 e 2008 * 20%; d) Evolução do número de empregos do GAE entre os anos de 2006 e 2008 * 20%; A classificação dos setores emergentes partiu da ordenação dos setores com maior valor resultante das somas da pontuação das variáveis elencadas acima, multiplicadas pelo respectivo peso. Semelhante à análise anterior, os casos de empate entre dois ou mais grupos de atividade econômica teve como fator seguinte para seleção o maior valor adicionado fiscal de cada GAE. Tendências Expansão Os cinco setores definidos como tendências regionais também devem possuir evolução positiva do VAF no período 2005-2007, e de empresas e empregos no período 2006-2008. Foram atribuídos pesos para a soma das seguintes variáveis: a) Quociente Locacional * 40%; b) Evolução do VAF do GAE entre os anos de 2005 e 2007 * 20%; c) Evolução do número de empresas do GAE entre os anos de 2006 e 2008 * 20%; d) Evolução do número de empregos do GAE entre os anos de 2006 e 2008 * 20%. A classificação dos setores definidos como tendências partiu da ordenação dos setores com maior valor resultante das somas da pontuação das variáveis elencadas acima, multiplicadas pelo respectivo peso. Caso haja empate entre dois ou mais grupos de atividade econômica, o fator seguinte para seleção foi o maior quociente locacional de cada GAE. 66 Relatório Estadual 5.8.2 Setores Tradicionais Seguindo a metodologia exposta, a tabela a seguir apresenta os grupos de atividades econômicas classificadas como setores tradicionais. Tabela 49 – Grupos de atividades econômicas classificados como setores tradicionais, organizados em ordem crescente da CNAE QL de Grupos de Atividades SC em Econômicas - versão CNAE relação 2.0 ao BR GRUPO 101 - Abate e fabricação de produtos de carne GRUPO 141 - Confecção de artigos do vestuário e acessórios GRUPO 162 - Fabricação de produtos de madeira, cortiça e material trançado, exceto móveis GRUPO 222 - Fabricação de produtos de material plástico GRUPO 463 - Comércio atacadista especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo GRUPO 468 - Comércio atacadista especializado em outros produtos GRUPO 471 - Comércio varejista não especializado GRUPO 475 - Comércio varejista de equipamentos de informática e comunicação; equipamentos e artigos de uso doméstico GRUPO 478 - Comércio varejista de produtos novos não especificados anteriormente e de produtos usados GRUPO 493 - Transporte rodoviário de carga VAF 2007 (R$) Número Número Evolução VAF Evolução de de de (Evolução Empresas Empresas Empregos Empregos 2005/2007) 2006/2008 2008 2008 2006/2008 1,98 5.790.749.497 720 56.773 3% 14% 9% 2,17 2.352.585.276 11.040 89.060 21% 6% 10% 3,10 754.577.873 2.724 26.458 -9% -1% -9% 1,46 1.672.586.545 1.408 31.250 5% 3% 1% 1,27 2.123.125.434 4.397 18.090 24% 6% 20% 1,27 4.443.889.139 2.782 10.336 1% 8% 25% 0,74 1.964.371.385 14.886 61.611 30% -2% 18% 0,86 1.012.335.294 15.859 31.967 12% 11% 18% 0,96 1.489.313.186 36.946 58.872 25% 3% 10% 1,70 2.116.123.907 12.788 38.537 13% 5% 12% Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de Informações Sociais. 67 Relatório Estadual 5.8.3 Setores Emergentes Seguindo a metodologia exposta, a tabela a seguir apresenta os grupos de atividades econômicas classificadas como setores emergentes. Tabela 50 – Grupos de atividades econômicas classificados como setores emergentes, organizados em ordem crescente da CNAE QL de Grupos de Atividades SC em Econômicas - versão CNAE relação 2.0 ao BR GRUPO 105 - Laticínios Número Número Evolução VAF Evolução de de de (Evolução Empresas Empresas Empregos Empregos 2005/2007) 2006/2008 2008 2008 2006/2008 VAF 2007 (R$) 0,95 698.559.573 608 4.693 62% 11% 23% 2,00 252.400.156 194 6.045 54% 15% 26% 1,07 232.537.695 1.120 3.116 608% 3% 18% GRUPO 332 - Instalação de máquinas e equipamentos 1,38 1.000.863.857 365 1.258 25381% 14% 7% GRUPO 469 - Comércio atacadista não especializado 1,13 712.824.320 731 3.692 106% 7% 37% GRUPO 293 - Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para veículos automotores GRUPO 331 - Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de Informações Sociais. 5.8.4 Setores com Tendência de Expansão Tabela 51 – Grupos de atividades econômicas classificados como setores com tendência de expansão, organizados em ordem crescente da CNAE Grupos de Atividades Econômicas - versão CNAE 2.0 GRUPO 132 - Tecelagem, exceto malha GRUPO 134 Acabamentos em fios, tecidos e artefatos têxteis GRUPO 283 - Fabricação de tratores e de máquinas e equipamentos para a agricultura e pecuária GRUPO 422 - Obras de infra estrutura para energia elétrica, telecomunicações, água, esgoto e transporte por dutos GRUPO 951 - Reparação e manutenção de equipamentos de informática e comunicação QL de SC em relação ao BR VAF 2007 (R$) Número Número Evolução VAF Evolução de de de (Evolução Empresas Empresas Empregos Empregos 2005/2007) 2006/2008 2008 2008 2006/2008 3,39 375.118.428 262 9.580 13% 30% 19% 4,60 264.334.681 881 10.781 29% 21% 15% 2,29 170.965.214 272 5.006 20% 17% 97% 0,90 9.544.810 266 11.061 112% 31% 120% 0,60 12.799.016 753 931 74% 81% 110% Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de Informações Sociais. 68 Relatório Estadual 69 Relatório Estadual 6 INFRAESTRUTURA Nesta seção apresenta-se uma visão geral de Santa Catarina sob o ponto de vista de sua infraestrutura. Neste tópico são apresentados dados sobre a infraestrutura energética, abastecimento de água e saneamento básico, infraestrutura de transporte, meios de comunicação, dados sobre a frota de veículos, sistema financeiro, estrutura de telecomunicações e de entidades empresariais presentes na região. 6.1 ENERGIA ELÉTRICA A matriz energética catarinense é composta por quatro combustíveis principais: combustíveis fósseis e derivados de cana-de-açúcar; gás natural, carvão mineral e energia elétrica gerada por usinas hidrelétricas, termelétricas e três parques eólicos (dois no município de Água Doce e um em Bom Jardim da Serra). Segundo informações do Governo do Estado de Santa Catarina, o estado possui 83 empreendimentos de geração de energia elétrica em operação e há outras 19 obras previstas no Plano Decenal do Ministério de Minas e Energia, das quais nove já estão autorizadas ou licitadas. Essas obras assegurarão a auto-suficiência da oferta em Santa Catarina pelo menos até 2015. O estado foi contemplado pela rede de distribuição de gás natural. Esta rede beneficia 29 municípios, atravessando o estado no sentido norte/sul, mostrando-se com uma alternativa energética para a frota catarinense e à indústria, sobretudo, para os setores metalmecânico e têxtil no norte e o cerâmico ao sul. O fornecimento de energia elétrica atinge todos os municípios catarinenses, com distribuição, em sua maior parte, feita pela Centrais Elétricas de Santa Catarina (CELESC), empresa administrada pelo Governo Estadual. Santa Catarina possui o maior índice de eletrificação rural do Brasil, aproximadamente 100%. Em Santa Catarina, o número de unidades consumidoras de energia elétrica apresentou um aumento de 13,1% no período de 2004 a 2008. A evolução do consumo de energia no mesmo período foi de 25,9%. Tabela 52 – Consumidores e consumo de energia elétrica em Santa Catarina no período de 2004-2008 Ano 2004 2005 2006 2007 2008 Evolução no período 2004/2008 Nº de unidades consumidoras Consumo Total (kW/h) Média de Consumo Anual Per Capita (kW/h) 1.942.592 2.006.287 2.070.825 2.171.742 2.197.866 13.756.579.550 13.649.124.205 13.069.753.526 16.697.778.515 17.324.645.812 7.081,6 6.803,2 6.311,4 7.688,7 7.882,5 13,1% 25,9% 11,3% Fonte: Centrais Elétricas de Santa Catarina (CELESC) No estado, a classe de consumidores residenciais representa 21,9% do consumo de energia elétrica, a industrial 47,6%, a comercial 14,5% e a rural 10,1% (Tabela 53). 70 Relatório Estadual Tabela 53 – Número de consumidores e demanda de energia elétrica, segundo tipologia das unidades consumidoras - Santa Catarina – 2008 Tipo de consumidor Residencial Industrial Comercial Rural Poderes Públicos Iluminação Pública Serviço Público Consumo Próprio Total Nº de unidades consumidoras 1.710.254 69.957 175.056 222.026 17.793 386 2.016 378 2.197.866 Consumo total (kW/h) 3.787.730.018 8.217.904.999 2.507.417.899 1.736.970.446 308.621.272 444.823.653 250.908.532 15.131.642 17.269.508.461 Representatividade no consumo 21,9% 47,6% 14,5% 10,1% 1,8% 2,6% 1,5% 0,1% 100,0% Fonte: Centrais Elétricas de Santa Catarina (CELESC) 6.2 ÁGUA E SANEAMENTO 6.2.1 Abastecimento de Água Em Santa Catarina a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN), sociedade de economia mista é a principal concessionária de água e esgoto do estado. No território catarinense, assinala-se também, a presença de municípios que possuem seus próprios sistemas municipais de tratamento e distribuição de água; coleta e tratamento de esgoto e o recolhimento de resíduos sólidos. Segundo dados do IBGE relativos a 2000, Santa Catarina possuía 1.117.430 domicílios ligados a rede geral de abastecimento de água, representando 74,6% do total de domicílios existentes no estado. Outros 21,7% dos domicílios recebiam água através da canalização de poços e nascentes (Tabela 54). Tabela 54 – Indicadores de abastecimento de água em Santa Catarina - 2000 Indicadores de abastecimento de água - 2000 Ligados a rede geral Canalizados poço ou nascente Não canalizados poços ou nascentes Outros canalizados Outros não canalizados Total de domicílios Domicílios % relativo 1.117.430 325.355 19.255 32.733 3.969 1.498.742 74,6% 21,7% 1,3% 2,2% 0,3% 100,0% Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000. Segundo o PNUD, em 1991, Santa Catarina tinha 90,3% de sua população abastecida com água, enquanto que a média nacional no mesmo ano era de 71,5% da população. Em 2000, Santa Catarina elevou o atendimento para 96,4% da população, e a média nacional passou para 80,8%. Tomando por base os dados de 2000, o Gráfico 35, apresenta comparativos do abastecimento de água frente ao panorama nacional. 71 Relatório Estadual Gráfico 35 - População abastecida com água, segundo Brasil e Santa Catarina no período 1991/2000 90,3% 96,4% 71,5% Santa Catarina 80,8% Brasil 1991 2000 Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil. 6.2.2 Saneamento Básico O sistema de coleta e tratamento de esgoto catarinense tem sua caracterização conforme descreve a Tabela 55. Tabela 55 – Indicadores de saneamento básico em Santa Catarina - 2000 Santa Catarina Domicílios % relativo Indicadores de saneamento básico - 2000 Ligados a rede de esgoto ou pluvial Fossa séptica Fossa rudimentar Vala Rio, lago ou mar Outro escoadouro Sem banheiro ou sanitário Total de domicílios 292.268 809.764 267.908 62.571 32.494 10.118 23.619 1.498.742 19,5% 54,0% 17,9% 4,2% 2,2% 0,7% 1,6% 100,0% Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000. 6.3 INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTE 6.3.1 Portos e Aeroportos São cinco os portos de Santa Catarina: São Francisco do Sul, Navegantes, Itajaí, Imbituba e Laguna. Sendo que apenas os quatro primeiros têm destaque na exportação de produtos catarinenses. A distância rodoviária da capital Florianópolis em relação aos principais portos do estado é detalhada no quadro 3. Quadro 3 – Distância rodoviária de Florianópolis em relação aos portos catarinenses Porto/Cidade Porto de Imbituba Porto de Itajaí Porto de Laguna Porto de Navegantes Porto de São Francisco do Sul Distância em km 91 91 113 91 175 Fonte: Editora Abril Guia Quatro Rodas Rodoviário 2007. Nota: Distância rodoviária calculada com base na rota mais curta. 72 Relatório Estadual O sistema aeroviário de Santa Catarina conta com uma rede de 18 aeroportos públicos distribuídos por todas as regiões do estado. Quatro são de responsabilidade da Infraero e estão localizados nos municípios de Florianópolis, Forquilhinha, Joinville e Navegantes. Os demais aeroportos são administrados pelos municípios por meio de convênio com o Governo do Estado. Estão em construção dois aeroportos, o Regional Sul, no município de Jaguaruna, e o Regional do Planalto Serrano, em Correia Pinto. Eles irão proporcionar um significativo acréscimo de qualidade na infraestrutura aeroportuária do estado. Estão projetados ainda mais dois aeroportos: um em São Joaquim e outro na região do Contestado, entre Joaçaba e Catanduvas. O quadro 4 destaca a relação dos aeroportos de Santa Catarina. Quadro 4 – Rede de aeroportos públicos de Santa Catarina Municípios Coordenadoria Regional Tipo Vôo regular Operação visual diurna e noturna (VFR) Curitibanos Serra Catarinense Aeroporto Local D Joaçaba Meio Oeste Aeroporto Local C São Miguel do Oeste Extremo Oeste Aeroporto Local D Operação visual e por instrumentos diurna e noturna (VFR/IFR) Chapecó Oeste Aeroporto Regional A Florianópolis Grande Florianópolis Aeroporto Infraero A Forquilhinha Sul Aeroporto Infraero C Joinville Norte Aeroporto Infraero A Navegantes Foz do Itajaí Aeroporto Infraero A Operação somente vôo diurno (VFR diurno) Blumenau Vale do Itajaí Aeroporto Local D Caçador Meio Oeste Aeroporto Local C Concórdia Oeste Aeroporto Local D Dionísio Cerqueira Extremo Oeste Aeroporto Local D Lages Serra Catarinense Aeroporto Local D Laguna * Sul Aeroporto Local D Lontras Vale do Itajaí Aeroporto Local D São Joaquim * Serra Catarinense Aeroporto Local D Três Barras Norte Aeroporto Local D Videira Meio Oeste Aeroporto Local D Fonte: Secretaria de Estado de Infraestrutura de Santa Catarina; Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) Nota: (*) Interditado por falta de segurança operacional, na época da coleta das informações; (A) Operação de aeronaves com mais de 61 assentos; (B) Operação de aeronaves entre 31 e 60 assentos; (C) Operação de aeronaves de até 30 assentos; (D) Sem operação de vôo regular. O quadro 5 apresenta a distância da capital – Florianópolis, em relação aos principais aeroportos catarinenses. 73 Relatório Estadual Quadro 4 – Distância rodoviária de Florianópolis em relação aos principais aeroportos catarinenses Aeroporto/Cidade Aeroporto Hercílio Luz - Florianópolis Aeroporto Diomício Freitas - Forquilhinha Aeroporto Lauro Carneiro de Loyola - Joinville Aeroporto Ministro Victor Konder - Navegantes Aeroporto Serafin Enoss Bertaso - Chapecó Distância em km 202 169 91 522 Fonte: Editora Abril, Guia Quatro Rodas Rodoviário 2007. Nota: Distância rodoviária calculada com base na rota mais curta. 6.3.2 Rodovias que cortam Santa Catarina Quadro 5 – Rodovias que cortam o estado, segundo dependência administrativa 2009 Discriminação Sentido norte/sul BR 101 trecho norte BR 101 trecho sul BR 116 BR 153 BR 158 BR 163 Sentido leste/oeste BR 280 BR 282 BR 283 BR 285 Diagonal BR 386 De ligação BR 470 BR 475 BR 477 BR 480 BR 486 Administração Federal (sob concessão) Federal Federal (sob concessão) Federal Federal Federal Federal Federal Estadual Estadual Estadual Federal Estadual Estadual Estadual Estadual Fonte: Governo do estado de Santa Catarina, Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina (CIASC), Mapa Interativo de SC. 6.4 ESTRUTURA DE TELECOMUNICAÇÕES O setor de telecomunicações atende toda Santa Catarina. Segundo dados da Teleco, em 2009, haviam no estado 1.624.212 linhas fixas instaladas, destas, 1.347.195 estavam em serviço. A empresa OI, antiga Brasil Telecom é a responsável pela maior parte destes clientes. Assinala-se ainda a presença da empresa Global Village Teleccom (GVT) presente em 12 cidades: Balneário Camboriú, Blumenau, Brusque, Criciúma, Florianópolis, Içara, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joinville, Palhoça, São José e Tubarão. A telefonia móvel, segundo dados da Teleco referentes a fevereiro de 2010, opera 5.866.000 linhas. São quatro as operadoras neste setor: a TIM, a Vivo, a Oi e a Claro. Segundo levantamentos realizados em setembro de 2009, junto a 74 Relatório Estadual estas operadoras, o serviço de telefonia móvel estava indisponível para 53 dos municípios catarinenses. 6.5 PRINCIPAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO No estado foram identificados canais abertos de TV (Globo, Rede Vida, Cultura, Record, Record News, Bandeirantes e SBT), 87 emissoras de rádio FM, 95 emissoras de rádio AM, 117 rádios comunitárias e185 jornais de circulação estadual, regional e local. Santa Catarina possui em seu território, um total de 525 agências e postos dos Correios. 6.6 SISTEMA FINANCEIRO O sistema financeiro de Santa Catarina é constituído por 2.896 postos e agências bancárias, 72 cooperativas de crédito e 16 agências de microcrédito. A Tabela 56 detalha a tipologia das instituições que integram o sistema financeiro catarinense. Tabela 56 – Número de agências e postos bancários segundo o tipo de dependência - Santa Catarina (out/2009) Tipo de dependência Quantidade Agências bancárias 923 Posto Avançado de Atendimento - PAA 20 Posto Bancário de Arrecadação e Pagamento - PAP 1 Posto de Atendimento Bancário - PAB 368 Posto de Atendimento Bancário Eletrônico - PAE 1.583 Posto de Atendimento Transitório - PAT 1 Total de Agências e postos bancários 2.896 Cooperativas de crédito 72 Agências de Microcrédito 16 Fontes: Banco Central do Brasil (BACEN), Departamento de Monitoramento do Sistema Financeiro de Gestão da Informação - Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina - Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina S.A (BADESC). 6.7 ENTIDADES EMPRESARIAIS E DE CLASSE Em Santa Catarina foram identificadas 811 entidades empresariais e de classe, assim dispostas: 123 entidades integrantes do sistema da Federação das Associações Comerciais e Industriais de Santa Catarina – FACISC; 169 entidades ligadas à Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina – FCDL/SC; 23 instituições ligadas à Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina; e 496 sindicatos (patronais e de trabalhadores). 75 Relatório Estadual 6.8 FROTA DE VEÍCULOS Segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN), no ano de 2008 Santa Catarina possuía 2.904.009 veículos, sendo 1.689.780 automóveis. A evolução acumulada da frota de veículos catarinense nos últimos cinco anos foi de 41,3%, contra uma evolução de 38,9% da frota nacional. Tabela 57 – Frota de veículos de Santa Catarina no período 2004-2008 Ano Tipologia 2004 2005 2006 2007 2008 1.267.614 1.360.042 1.450.976 1.566.190 1.689.780 - - 2 3 2 Caminhão 94.929 99.933 103.580 107.525 111.770 Caminhão Trator 23.890 25.614 27.045 28.727 30.923 Automóvel Bonde Caminhonete 59.627 82.270 101.983 126.556 174.867 Camioneta 114.801 107.345 102.234 94.994 66.985 408 420 413 426 358 Ciclomotor 1.401 1.418 1.418 1.426 1.432 Microônibus 6.046 6.525 6.891 7.216 7.555 Motocicleta 354.914 405.229 460.254 520.589 573.113 Motoneta 56.238 71.807 95.514 121.343 141.899 Ônibus 11.890 12.420 12.982 13.444 14.040 Chassi Plataforma Quadriciclo 9 10 9 10 10 Reboque 25.570 27.149 28.849 31.141 33.958 Semi-Reboque 32.978 35.849 38.118 41.071 44.031 419 486 555 635 670 Trator Esteira 8 8 8 8 8 Trator Rodas 1.289 1.333 1.393 1.596 1.759 Triciclo 46 69 95 115 141 Utilitário 2.486 3.508 4.901 7.003 10.216 365 334 315 266 492 2.054.928 2.241.769 2.437.535 2.670.284 2.904.009 Side-Car Outros Total de veículos Fonte: DENATRAN - Departamento Nacional de Trânsito Nota: Sinal convencional utilizado: - Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento. Gráfico 36 – Participação relativa da frota total de veículos, segundo as coordenadorias regionais - 2008 18,4% 15,3% 15,3% 14,6% 12,7% 9,7% Norte Sul Grande Florianópolis Vale do Itajaí Foz do Itajaí Oeste 5,3% 5,2% Meio Oeste Serra Catarinense 3,6% Extremo Oeste Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do DENATRAN - apoiados na Relação Anual de Informações Sociais. Nota: Resultados apresentados em ordem decrescente de participação da frota estadual. 76 Relatório Estadual No ano de 2008, Santa Catarina atingiu a marca de 2,1 habitantes para cada veículo, segundo dados do DENATRAN, a média nacional é de 3,5 habitantes por veículos (Gráfico 30). Gráfico 37 - Comparativo do número de habitantes por veículo, segundo Brasil e Santa Catarina - 2004/2008 habitantes por veículos 4,6 3,5 2,8 2,1 Santa Catarina Brasil 2004 2008 Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do DENATRAN - e nas estimativas populacionais do IBGE de 2008. O gráfico a seguir apresenta o comparativo da relação habitante por veículo nas coordenadorias regionais. habitantes por veículos Gráfico 38 - Comparativo do número de habitantes por veículo, segundo coordenadorias regionais - 2008 2,8 1,8 Vale do Itajaí 1,9 Foz do Itajaí 2,0 Grande Florianópolis 2,0 Sul 2,2 Oeste 2,2 2,3 Norte Extremo Oeste 2,3 Meio Oeste Serra Catarinense Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do DENATRAN - e nas estimativas populacionais do IBGE de 2008. 77 Relatório Estadual 78 Relatório Estadual REFERÊNCIAS AGÊNCIA DE FOMENTO DO ESTADO DE SANTA CATARINA - BADESC. Agências de Microcrédito. Disponível em <http://www.badesc.gov.br>. Acesso em: 03 ago. 2009. ASSOCIAÇÃO DOS JORNAIS DO INTERIOR DE SANTA CATARINA – ADJORI. Disponível em: < http://www.adjorisc.com.br/>. Acesso em 12 set. 2009. BRASIL. Ministério da Educação. Índice de desenvolvimento da educação básica IDEB. Disponível em <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=180&Itemi d=286>. Acesso em: 14 set. 2009. BRASIL. Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP. EDUDATABRASIL - Sistema de Estatísticas Educacionais. Disponível em <http://www.edudatabrasil.inep.gov.br/>. Acesso em: 10 set. 2009. ______ Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP. Sistema nacional de informações da educação profissional e tecnológica. Disponível em <http://sistec.mec.gov.br/consultapublicaunidadeensino>. Acesso em: 06 out. 2009. BRASIL. Ministério da Fazenda. Banco Central do Brasil. Departamento de monitoramento do sistema financeiro e de gestão – DESIG. Agências de instituições bancárias sob a supervisão do BACEN, em funcionamento no país. Disponível em < http://www.bcb.gov.br/?RELINST >. Acesso em: 03 ago. 2009. BRASIL. Ministério da Saúde. Cadernos de informações da saúde. Disponível em <http://tabnet.datasus.gov.br/tabdata/cadernos/cadernosmap.htm>. Acesso em: 10 ago. 2009. ______ Ministério da Saúde. SIM - Sistema de Informações sobre Mortalidade. Disponível em <http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=1515>. Acesso em: 10 ago. 2009. ______ Ministério da Saúde. SINASC - Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos. Disponível em <http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=1515>. Acesso em: 10 ago. 2009. BRASIL. Ministério das Cidades. Departamento Nacional de Trânsito - DENATRAN. Estatísticas: frota. Disponível em <http://www.denatran.gov.br/frota.htm>. Acesso em: 28 ago. 2009. BRASIL. Ministério das Comunicações. Agência Nacional de Telecomunicações – ANATEL. Disponível em <http://www.anatel.gov.br>. Acesso em: 21 set. 2009. ______ Ministério das Comunicações. Correios. <http://www.correios.net.br>. Acesso em: 12 set. 2009. 79 Disponível em Relatório Estadual BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Sistema único de assistência social SUAS. Disponível em: <http://aplicacoes.mds.gov.br/cadsuas/visualizarConsultaExterna.html;jsessionid=17 5582F84E91F9D66413A1DE7486D762>. Acesso em 5 out. 2009. BRASIL. Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Secretaria de Comércio Exterior. Balança comercial brasileira - municípios. Disponível em <http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/index.php?area=5>. Acesso em: 21 set. 2009. BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Censos. Disponível em <http://www.ibge.gov.br/servidor_arquivos_est/>. Acesso em: 02 set. 2009. ______ Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Estimativas e projeções da população. Disponível em < http://www.ibge.gov.br/servidor_arquivos_est/>. Acesso em: 02 set. 2009. ______ Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Contagem da população. Disponível em <http://www.ibge.gov.br/servidor_arquivos_est/>. Acesso em: 02 set. 2009. ______ Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. PIB dos Municípios. Disponível em <http://www.ibge.gov.br/servidor_arquivos_est/>. Acesso em: 02 set. 2009. ______ Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Cidades. Disponível em <http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1>. Acesso em: 12 out. 2009. BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Programa de disseminação das estatísticas do trabalho. Bases estatísticas RAIS/CAGED. Disponível em <http://sgt.caged.gov.br/index.asp>. Acesso em: 08 set. 2009. EDITORA ABRIL. Guia Quatro Rodas: Rodoviário 2007. São Paulo, 2007.CDROM. FEDERAÇÃO CATARINENSE DE MUNICÍPIOS. Associações municipais. Disponível em: <http://www.fecam.org.br/home/index.php>. Acesso em: 04 set. 2009. FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO RIO DE JANEIRO. IFDM – Índice FIRJAN de desenvolvimento municipal. Disponível em: <http://www.firjan.org.br/data/pages/2C908CE9229431C90122A3B25FA534A2.htm> . Acesso em : 09 set. 2009. PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO – BRASIL. Atlas do desenvolvimento Humano no Brasil. Disponível em: <http://www.pnud.org.br/atlas/>. Acesso em: 12 jul. 2009. 80 Relatório Estadual SANTA CATARINA TURISMO S/A – SANTUR. Disponível em: <http://www.santur.sc.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=78&Item id=118>. Acesso em: 06 nov. 2009. SANTA CATARINA. Centro de automação e informática do estado de Santa Catarina - CIASC. Mapa interativo de Santa Catarina. Disponível em <http://www.mapainterativo.ciasc.gov.br>. Acesso em: 15 out. 2009. SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da Educação. <http://www.sed.sc.gov.br>. Acesso em: 15 out. 2009. Disponível em SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da <http://www.sef.sc.gov.br/>. Acesso em: 06 set. 2009. Disponível em Fazenda. SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da Infraestrutura. Disponível em <http://www.sie.sc.gov.br>. Acesso em: 15 set. 2009. SANTA CATARINA. Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte. Disponível em <http://www.sol.sc.gov.br>. Acesso em: 15 out. 2009. SANTA CATARINA. Secretaria de Estado do Planejamento. Dados estatísticos municipais. Disponível em < http://www.spg.sc.gov.br/dados_munic.php>. Acesso em: 28 ago. 2009. ______ Secretaria de Estado do Planejamento. Dados estatísticos municipais: Agropecuária. Disponível em <http://www.spg.sc.gov.br/dados_munic.php>. Acesso em: 28 ago. 2009. ______ Secretaria de Estado do Planejamento. Dados estatísticos municipais: Energia elétrica. Disponível em <http://www.spg.sc.gov.br/dados_munic.php>. Acesso em: 28 ago. 2009. SINDICATO E ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA - OCESC. Cooperativas: relação e endereço das cooperativas do estado de Santa Catarina. Disponível em <http://www.ocesc.org.br/cooperativas/enderecos.php>. Acesso em: 03 ago. 2009. TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA. Contas Públicas: contas anuais dos municípios. Disponível em <http://www.tce.sc.gov.br/web/contas/estatistica-municipal/indicadores-municipio>. Acesso em: 27 ago. 2009. 81 Relatório Estadual 82 Relatório Estadual CONCEITOS, NOTAS EXPLICATIVAS E LISTA DE SIGLAS CONCEITOS E NOTAS EXPLICATIVAS ASPECTOS POPULACIONAIS População Total Número total de pessoas residentes e sua estrutura relativa em determinado espaço geográfico no ano considerado. Os aspectos populacionais basearam-se nos dados divulgados pelo IBGE, através dos Censos Demográficos de 1980, 1991 e 2000; na Contagem da População, em 1996 e 2007; e nas projeções demográficas (Estimativas Populacionais) para 2005 e 2009. Censo Populacional O Censo Demográfico, previsto para ser realizado a cada 10 anos. Os mais recentes foram realizados em 1980, 1991 e 2000. Contagem da População O ano de 2007 apresenta resultados da população residente em 1° de abril de 2007, encaminhados pelo IBGE ao Tribunal de Contas da União em 14 de novembro de 2007. Para os municípios com mais de 170.000 habitantes (Blumenau, Criciúma, Florianópolis, Joinville e São José) não houve contagem da população e, nesses casos, foi considerada a estimativa do IBGE para a mesma data. Taxa Média Anual de Crescimento da População Percentual de incremento médio anual da população residente em determinado espaço geográfico, no período considerado. As estimativas de crescimento da população são realizadas pelo método geométrico. Em termos técnicos, para a obtenção da taxa de crescimento (r) subtrai-se 1 da raiz enésima do quociente entre a população final (Pt) e a população no começo do período considerado (P0), multiplicando-se o resultado por 100, sendo “n” igual ao número de anos no período. Densidade Demográfica Indica a razão entre a população de um determinado espaço geográfico e sua área territorial. Este indicador demonstra a concentração média de habitantes por quilômetro quadrado. A densidade demográfica regional referente ao ano de 2009 foi calculada pelo SEBRAE/SC estabelecendo comparativos no âmbito estadual nacional. Distribuição Populacional segundo gênero e localização Identifica o número de habitantes em termos percentuais quanto ao sexo (masculino e feminino) e localidade em que vive no município/região/estado (área urbana e rural) no período 1980/2000. Faixa Etária da População Representa a faixa etária populacional de um determinado espaço geográfico. Estimativa Populacional em 2009 Representa o número de habitantes que um determinado espaço geográfico deverá possuir no referido ano. Estas estimativas foram obtidas através das Projeções demográficas (Estimativas Populacionais) a partir de bases censitárias, elaboradas anualmente pelo IBGE para o Tribunal de Contas da União e adotadas oficialmente pelo país. 83 Relatório Estadual ASPECTOS SOCIAIS Indicadores de Desenvolvimento Humano Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) Mede o nível de desenvolvimento humano utilizando como critérios indicadores de educação (alfabetização e taxa de matrícula), longevidade (esperança de vida ao nascer) e renda (PIB per capita). O IDH foi criado na década de 90, mas a sua metodologia permitiu retornar ao tempo e, baseado nos censos populacionais de 1970 e 1980, calcular o IDH dos municípios brasileiros com datas retroativas. O IDH combina três componentes básicos do desenvolvimento humano: a longevidade, que reflete, entre outras coisas, as condições de saúde da população; medida pela esperança de vida ao nascer; a educação; medida por uma combinação da taxa de alfabetização de adultos e a taxa combinada de matrícula nos níveis de ensino fundamental, médio e superior; a renda; medida pelo poder de compra da população, baseado no PIB per capita ajustado ao custo de vida local para torná-lo comparável entre países e regiões, através da metodologia conhecida como paridade do poder de compra (PPC). O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) a um (desenvolvimento humano total). O PNUD estabeleceu três faixas para classificar o país ou localidade: 0,000 < 0,500 baixo desenvolvimento humano 0,500 < 0,800 médio desenvolvimento humano 0,800 < 1,000 alto desenvolvimento humano O índice tem como fonte o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil. Índice de Desenvolvimento Humano no Municipal (IDH-M) Embora meçam as mesmas dimensões, os indicadores levados em conta no IDH municipal (IDH-M) são mais adequados para avaliar as condições de núcleos sociais menores. O IDH-M é uma síntese de três dimensões do desenvolvimento humano: longevidade, educação e renda. Cada uma dessas dimensões é avaliada por um sub-índice específico, e o IDH-M é calculado a partir da média aritmética desses três sub-índices. A dimensão educação é a única avaliada por dois indicadores: taxa bruta de frequência à escola e taxa de alfabetização. A dimensão longevidade é medida pela esperança de vida ao nascer, e a dimensão renda pela renda domiciliar per capita. O índice varia entre o mínimo de 0 e o máximo de 1. Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM) Foi construído para atender a uma das ações propostas no Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro. O IFDM propõe-se a suprir a inexistência de um parâmetro para medir o desenvolvimento socioeconômico dos municípios e distingue-se por ter periodicidade anual, recorte municipal e abrangência nacional. Os dados oficiais mais recentes que estão disponíveis, específicos para os municípios e utilizados para medir as três áreas (emprego e renda, educação e saúde) que compõem o índice, são de 2006. As fontes de dados do IFDM são oficiais e sua metodologia permite a comparação quantitativa serial e temporal dos municípios analisados, possibilitando a agregação por estados. A comparação entre municípios ao longo do tempo mostra, com precisão, se uma melhor posição no ranking se deveu a fatores exclusivos de um determinado município ou à piora dos demais. O IFDM varia numa escala de 0 (pior) a 1 (melhor) para classificar o desenvolvimento humano do país, dos estados e dos municípios. Os critérios de análise 84 Relatório Estadual estabelecem quatro categorias: baixo (de 0 a 0,4), regular (0,4001 a 0,6), moderado (de 0,6001 a 0,8) e alto (0,8001 a 1) desenvolvimento municipal. Incidência de Pobreza Segundo dados do IBGE relacionados ao Mapa de Pobreza e Desigualdade dos Municípios Brasileiros em 2003, a pobreza absoluta é medida a partir de critérios definidos por especialistas que analisam a capacidade de consumo das pessoas, sendo considerada pobre aquela pessoa que não consegue ter acesso a uma cesta alimentar e de bens mínimos necessários a sua sobrevivência. Saúde Taxa Bruta de Natalidade Número de nascidos vivos, por mil habitantes, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado. Taxa Mortalidade Infantil Número de óbitos de menores de um ano de idade, por mil nascidos vivos, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado. Esperança de Vida ao Nascer Número médio de anos de vida esperados para um recém-nascido, mantido o padrão de mortalidade existente na população residente, em determinado espaço geográfico, no ano considerado. Unidades de Saúde na Região Indica o número de unidades de saúde em um determinado espaço geográfico segundo a sua tipologia em dez/2007. Tipologia dos Estabelecimentos de Saúde Centro de Parto Normal - Unidade intra-hospitalar ou isolada, especializada no atendimento da mulher no período gravídico e puerperal, conforme especificações da PT/MS/985/99. Centro de Saúde/Unidade Básica de Saúde - Unidade para realização de atendimentos de atenção básica integral a uma população, de forma programada ou não, nas especialidades básicas, podendo oferecer assistência odontológica e de outros profissionais de nível superior. A assistência deve ser permanente e prestada por médico generalista ou especialista nestas áreas. Podendo ou não oferecer: SADT e Pronto atendimento 24 Horas. Clínica Especializada/Ambulatório de Especialidade - Clínica Especializada destinada à assistência ambulatorial em apenas uma especialidade/área da assistência. (Centro Psicossocial/Reabilitação etc.) Consultório Isolado - Sala isolada destinada à prestação de assistência médica ou odontológica ou de outros profissionais de saúde de nível superior. Cooperativa - Instituição civil de direito privado, constituída por membros de determinado grupo social que objetiva desenvolver ações ou serviços de assistência à saúde. Farmácia - Unidade pública isolada para dispensação de medicamentos excepcionais/alto custo. Hospital Especializado - Hospital destinado à prestação de assistência à saúde em uma única especialidade/área. Podendo dispor de serviço de 85 Relatório Estadual Urgência/Emergência e SADT e/ou habilitações especiais. Geralmente de referência regional, macrorregional ou estadual. Hospital Geral - Hospital destinado à prestação de atendimento nas especialidades básicas, por especialistas e/ou outras especialidades médicas. Deve dispor também de SADT de média complexidade. Podendo dispor de serviço de Urgência/Emergência e/ ou habilitações especiais. Hospital Dia - Unidades especializadas no atendimento de curta duração com caráter intermediário entre a assistência ambulatorial e a internação. Policlínica - Unidade de saúde para prestação de atendimento ambulatorial em várias especialidades, incluindo ou não as especialidades básicas, podendo ainda ofertar outras especialidades não médicas. Podendo ou não oferecer: SADT e Pronto Atendimento 24 Horas. Posto de Saúde - Unidade destinada à prestação de assistência a uma determinada população, de forma programada ou não, por profissional de nível médio, com a presença intermitente ou não do profissional médico. Pronto Socorro Especializado - Unidade destinada à prestação de assistência em uma ou mais especialidades, a pacientes com ou sem risco de vida, cujos agravos necessitam de atendimento imediato. Pronto Socorro Geral - Unidade destinada à prestação de assistência a pacientes com ou sem risco de vida, cujos agravos necessitam de atendimento imediato. Podendo ter ou não internação. Unidade Autorizadora de Tratamento Fora de Domicílio (TFD) Isolada Unidade autorizadora de Tratamento Fora de Domicilio, isolada de um estabelecimento de saúde. Unidade de Serviço de Apoio de Diagnose e Terapia - Unidades isoladas onde são realizadas atividades que auxiliam a determinação de diagnóstico e/ou complementam o tratamento e a reabilitação do paciente. Unidade de Saúde da Família - Unidade pública específica para prestação de assistência em atenção contínua programada nas especialidades básicas e com equipe multidisciplinar para desenvolver as atividades que atendam as diretrizes do Programa de Saúde da Família do Ministério da Saúde. Quando a equipe funcionar em unidade não específica deverá ser informado o Serviço/Classificação. Unidade de Vigilância Sanitária - Unidade Operacional estruturada em espaço físico próprio ou não, para desenvolvimento de ações relacionadas à Vigilância Sanitária. Unidade Mista - Unidade de saúde básica destinada à prestação de atendimento em atenção básica e integral à saúde, de forma programada ou não, nas especialidades básicas, podendo oferecer assistência odontológica e de outros profissionais, com unidade de internação, sob administração única. A assistência médica deve ser permanente e prestada por médico especialista ou generalista. Pode dispor de urgência/emergência e SADT básico ou de rotina. Geralmente de nível hierárquico 5. Unidade Móvel para Atendimento de Nível Pré-Hospitalar - Veículo terrestre, aéreo ou aquático destinado a prestar atendimento de urgência e emergência pré-hospitalar a paciente vítima de agravos a sua saúde (Portaria GM/MS nº 2.048, de 05/11/2002). Unidade Móvel Fluvial - Barco/navio equipado, como unidade de saúde, contendo, no mínimo, um consultório médico e uma sala de curativos, podendo ter consultório odontológico. Unidade Móvel Terrestre - Veículo automotor equipado, especificamente, para prestação de atendimento ao paciente. 86 Relatório Estadual Leitos de internação Indica o número de leitos hospitalares por especialidade existentes em determinado espaço geográfico em dezembro de 2007. Número de leitos hospitalares por 1.000 habitantes Representa o número de leitos disponíveis em determinado espaço geográfico para um grupo de 1.000 habitantes em dezembro de 2007. O cálculo é realizado através do número de leitos disponíveis no espaço geográfico selecionado, dividido pelo total de sua população e multiplicado por 1.000. Não existem recomendações da OMS em relação ao número ideal de leitos para cada 1.000 habitantes. Para efeito comparativo, esse indicador acompanha a disponibilidade de leitos para cada grupo de 1.000 habitantes no Estado de Santa Catarina e do Brasil. Leitos Hospitalares Número de leitos hospitalares conveniados ou contratados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por mil habitantes residentes, em determinado espaço geográfico, em dez/2007. Número de Profissionais na Área da Saúde Número de profissionais de saúde em atividade, por mil habitantes, segundo categorias, em determinado espaço geográfico, no ano considerado. Educação Alunos Matriculados por Dependência Administrativa Identifica o número de alunos cuja gestão educacional está sob a responsabilidade do governo municipal, estadual, federal ou da iniciativa privada. Esse indicador ainda demonstra a evolução do número de alunos entre os anos de 2003 e 2007 e sua respectiva evolução em percentual. Neste indicador não estão computados os alunos do ensino superior. Distribuição do Número de Alunos por Modalidade de Ensino Indica o número de alunos por modalidade de ensino, independentemente do caráter de subordinação de um estabelecimento de ensino (municipal, estadual, federal ou privado) no ano de 2007. Número de Estabelecimentos de Ensino na Região Indica o número de estabelecimentos de ensino existentes em determinado espaço geográfico, por modalidade ensino independente da subordinação administrativa no período 2002/2006. Número de Docentes na Região Indica o número de professores que lecionam em determinado espaço geográfico por modalidade de ensino, independente da subordinação administrativa no período 2002/2006. Modalidades de Ensino Creche - Instituição de assistência social que presta atendimento a crianças de até três anos de idade, no âmbito da Educação Infantil. Pré-escola - Modalidade da Educação Infantil que presta atendimento a crianças de quatro a seis anos de idade. Educação Infantil - Trata-se da primeira etapa da educação básica e tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade. A educação infantil 87 Relatório Estadual é oferecida em creches ou entidades equivalentes e pré-escolas. Educação Básica - Compreende a educação infantil (creche e pré-escola), ensino fundamental e ensino médio. Ensino Fundamental - Nível de ensino obrigatório (e gratuito na escola pública), com duração mínima de 8 (oito) anos, podendo ser organizado em séries, ciclos ou disciplinas. Tem por objetivo a formação básica do cidadão, mediante o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita, e do cálculo; a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade; o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores; o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social. O ensino fundamental é presencial, sendo o ensino a distância utilizado como complementação da aprendizagem ou em situações emergenciais. Fundamental Total: Ensino Fundamental de 1ª a 8ª série. Fundamental 1ª a 4ª: Ensino Fundamental de 1ª a 4ª série. Fundamental 5ª a 8ª: Ensino Fundamental de 5ª a 8ª série. Ensino Médio - Nível de ensino com duração mínima de três anos. Tratase da etapa final da educação básica. Tem por finalidades a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento de estudos; a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de adaptar-se com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores; o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico; a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina. Educação Especial - É uma modalidade de educação escolar oferecida na rede regular de ensino ou em escolas especializadas, para educandos portadores de necessidades especiais. A oferta de educação especial dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de zero a seis anos, durante a educação infantil, e o atendimento educacional é feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular. Educação de Jovens e Adultos (EJA) - Destina-se àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria. É organizada em cursos e exames supletivos, habilitando o aluno/candidato ao prosseguimento de seus estudos em caráter regular. Educação Especial (Integração, sem Sala de Recursos) - Destina-se ao atendimento escolar de alunos portadores de necessidades educativas especiais, que frequentam salas de aula comuns da rede regular de ensino sem a necessidade de complementação e/ou suplementação de seus estudos por acompanhamento de professores especializados em ambiente adequado, com equipamentos e recursos pedagógicos próprios às necessidades educacionais desses alunos. Essa forma de atendimento é dirigida a alunos que se encontram totalmente integrados às classes comuns, podendo ou não contar com a colaboração de outros 88 Relatório Estadual profissionais para auxiliá-los no processo de aprendizagem, tais como psicólogos escolares. Educação Especial (Integração, com Sala de Recursos) - Destina-se ao atendimento escolar de alunos portadores de necessidades educativas especiais, que frequentam salas de aula comuns da rede regular de ensino, com complementação e/ou suplementação de seus estudos, feito por acompanhamento de professores especializados em ambiente adequado, com equipamentos e recursos pedagógicos próprios às necessidades educacionais desses alunos. Educação Especial (Classes Especiais) - Destina-se ao atendimento escolar de alunos portadores de necessidades educativas especiais, com dificuldades acentuadas de aprendizagem ou condições de comunicação e sinalização diferentes dos demais alunos, e que requerem o acompanhamento intenso e contínuo. As classes especiais têm caráter transitório e são regidas por professores especializados, com o propósito de preparar o aluno para a integração em salas comuns. Educação Especial (Exclusivamente Educação Especial) - Destina-se à educação escolar dirigida aos portadores de necessidades educativas especiais, na impossibilidade de integração do educando às classes comuns de Educação Básica regular, e é realizada em escolas especializadas no adequado atendimento àqueles que apresentam necessidades e condições pessoais muito diferenciadas dos demais alunos, em função da gravidade de suas condições motoras, neurológicas e de comunicação oral. Apresentam uma proposta pedagógica integralmente especializada, com infraestrutura adequada e recursos humanos (docentes, administradores escolares, coordenadores pedagógicos, psicólogos, fonoaudiólogos, orientadores educacionais) com formação específica. Educação Superior - Abrange os seguintes cursos e programas: cursos sequenciais por campo de saber, de diferentes níveis de abrangência, abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos pelas instituições de ensino; graduação, aberto a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo; pós-graduação, compreendendo programas de mestrado e doutorado, cursos de especialização, aperfeiçoamento e outros, aberto a candidatos diplomados em cursos de graduação e que atendam às exigências das instituições de ensino; extensão, aberto a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos em cada caso pelas instituições de ensino. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) Foi criado pelo INEP em 2007 e representa a iniciativa pioneira de reunir num só indicador dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: fluxo escolar e média de desempenho nas avaliações. Ele agrega ao enfoque pedagógico dos resultados das avaliações em larga escala do INEP a possibilidade de resultados sintéticos, facilmente assimiláveis, e que permitem traçar metas de qualidade educacional para os sistemas. O IDEB é calculado a partir de dois componentes: taxa de rendimento escolar (aprovação) e médias de desempenho nos exames padronizados aplicados pelo INEP. Os índices de aprovação são obtidos a partir do Censo Escolar, realizado anualmente pelo INEP. As médias de desempenho utilizadas são as da Prova Brasil (para IDEBS de escolas e municípios) e do SAEB (no caso dos IDEBs dos estados e nacional). 89 Relatório Estadual Domicílios Condição de Ocupação dos Domicílios Informa o número de habitantes que possuem casa própria, alugada, cedida ou ainda outra forma de ocupação em 2000, em determinado espaço geográfico. Segurança Número de óbitos por causas violentas Demonstra as causas de óbitos decorrentes de causas violentas em determinado espaço geográfico. Rede Socioassistencial Informa a relação de instituições ligadas à assistência social presentes em determinado espaço geográfico. 90 Relatório Estadual ASPECTOS ECONÔMICOS Produto Interno Bruto - PIB Produto Interno Bruto - PIB É o principal medidor do crescimento econômico de uma região, seja ela uma cidade, um estado, um país ou mesmo um grupo de nações. Sua medida é feita a partir da soma do valor de todos os serviços e bens produzidos na região escolhida em um período determinado. São medidas a produção na indústria, na agropecuária, no setor de serviços, o consumo das famílias, o gasto do governo, o investimento das empresas e a balança comercial. Produto Interno Bruto Per Capita Os indicadores econômicos agregados (produto, renda, despesa) indicam os mesmos valores para a economia de forma absoluta. Dividindo-se esse valor pela população de um determinado espaço geográfico, obtém-se um valor médio per capita: O valor per capita foi o primeiro indicador utilizado para analisar a qualidade de vida em um país. Países podem ter um PIB elevado por serem grandes e terem muitos habitantes, mas seu PIB per capita pode ser baixo, já que a renda total é dividida por muitas pessoas, como é o caso da Índia ou da China. Valor Adicionado Bruto a Preços Básicos – Total Saídas de mercadorias mais prestação de serviços de transporte (frete) e de comunicações deduzidas às entradas de mercadorias e insumos utilizados. É o Valor Adicionado Bruto a Preços Básicos que compõem o cálculo do Produto Interno Bruto (PIB). Balança Comercial Balança Comercial Registra o resultado das transações de bens (exportações e importações) entre um país e o resto do mundo. Caso o valor das exportações supere o das importações, a balança comercial apresenta um superávit. Caso o contrário ocorra, tem-se um déficit da balança comercial. O saldo da balança comercial é utilizado no cálculo do Balanço de Pagamentos. Exportações Vendas de bens e serviços de um país em outro. Importações Bens e serviços produzidos no exterior e vendidos internamente. Critérios de Mensuração Segundo definição da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), para a Unidade da Federação, o critério para o cômputo das exportações leva em conta o estado produtor da mercadoria, independentemente de onde está localizada a empresa exportadora. Já no critério para as exportações por municípios leva-se em conta o domicílio fiscal da empresa exportadora, ou seja, os produtos contabilizados são de empresas com sede no município independente de onde a mercadoria foi produzida. 91 Relatório Estadual Empresas e Empregos Empresas/Estabelecimentos Apresenta, segundo dados da RAIS, valores absolutos do contingente de empresas/estabelecimentos formais em determinado espaço geográfico no ano considerado. Os números apresentados ao longo do documento consideram todos os estabelecimentos, sejam eles empregadores em 31/12 ou não. O estudo apresentado também avaliou a representatividade chamada RAIS Negativa, composta dos estabelecimentos que não tiveram vínculos ao longo do ano. Número de Empregos O número de empregos (postos de trabalho) corresponde ao total de vínculos empregatícios ativos, é diferente do número de pessoas empregadas, pois um mesmo indivíduo pode estar ocupando mais de um posto de trabalho na data de referência – 31/12. Como vínculo empregatício entende-se a relação de emprego mantida com o empregador durante o ano-base e que se estabelece sempre que ocorrer trabalho remunerado com submissão hierárquica ao empregador e horário pré-estabelecido por este. Esta relação pode ser regida pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) ou pelo Regime Jurídico Único, no caso de empregado estatutário. Taxa de criação de empresas e empregos Representa o percentual de incremento médio anual de empresas e empregos em determinado espaço geográfico, no período considerado. As taxas médias de criação de empresas e empregos são realizadas pelo método geométrico. Em termos técnicos, para a obtenção da taxa de crescimento (r) subtrai-se 1 da raiz enésima do quociente entre a número de empresas ou empregos final (Et) e o número de empresas ou empregos no começo do período considerado (E0), multiplicando-se o resultado por 100, sendo “n” igual ao número de anos no período. A taxa acumulada de criação de empresas e empregos considera o percentual de incremento acumulado entre o período final e inicial analisado. Porte empresarial A caracterização do porte empresarial utilizou como critério a classificação por número de funcionários, utilizada pelo Sistema SEBRAE. Optou-se pela utilização do critério de classificação por número de funcionários em razão das informações sobre o enquadramento do porte não estarem disponíveis pelo critério de faturamento. O presente critério não possui fundamentação legal. Para fins legais, vale o previsto na legislação do Simples (Lei 123 de 15 de dezembro de 2006). Os critérios para o enquadramento do porte estão dispostos conforme a tabela a seguir. Porte empresarial, segundo o número de funcionários Agropecuária, Comércio e Porte Indústria Serviços Microempresa (ME) Até 19 Até 9 Pequena empresa (PE) De 20 a 99 De 10 a 49 Média empresa (MDE) De 100 a 499 De 50 a 99 Grande empresa (GE) Acima de 499 Acima de 99 Setores produtivos Primário – Compreende a Agricultura, pecuária, produção floresta, pesca e aquicultura. Secundário – Compreende ao setor industrial, Terciário – Abrange as atividades relacionadas ao comércio e prestação de serviços. Visando uma melhor estratificação o comércio foi separado do setor de serviços. 92 Relatório Estadual Quociente Locacional - QL O Quociente Locacional é um indicador largamente adotado, tanto na literatura de economia regional como em estudos destinados a ações governamentais, principalmente em âmbito estadual. É adequado para regiões de porte médio, nas quais os resultados obtidos são coerentes, pois para regiões menores ou maiores, os resultados são distorcidos, dado que: Em uma região de pequeno porte, a presença de uma única empresa de porte considerável produz um indicador alto para o setor em que atua, sem que haja uma concentração de empresas conforme a conceituação de cluster; Em uma região de grande porte, dada a grande capacidade produtiva instalada, mesmo que haja uma concentração industrial importante em determinado setor, o QL resultante pode ser baixo. O objetivo do Quociente Locacional é comparar duas estruturas setoriasespaciais. Assim, o quociente é dado pela razão entre a atividade produtiva em estudo e a atividade produtiva de referência. A atividade produtiva pode ser medida, entre outros, por índices de emprego, valor da produção e valor adicionado. O QL foi calculado conforme é apresentado a seguir. E E Q L ij= E ij i• •j = Q u o c ie n te lo c a c io n a l d o s e to r i n a r e g iã o j; E •• onde: E ij E i• = e m p r e s a s n o s e to r i d a r e g iã o j; = Σ i E ij = e m p r e s a s e m to d o s o s s e to r e s d a r e g iã o j; E •j = Σ j E ij = e m p r e s a s n o s e to r i e m to d a s a s r e g iõ e s ; E ••= Σ Σ i j E ij = e m p r e s a s e m to d o s o s s e to r e s d e to d a s a s r e g iõ e s Se o valor do quociente for menor do que um, a atividade econômica é menos concentrada na região do que em nível estadual. Se for maior do que um, a atividade econômica é mais concentrada na região do que em nível estadual. Valor Adicionado Fiscal (VAF) Valor Adicionado Fiscal (VAF) Na contabilidade pública e de acordo com o Art. 3°, parágrafo 1°, da Lei Complementar Federal n° 63/90, para efeito do cálculo do Fundo de Participação dos Municípios o valor adicionado corresponderá, para cada município, ao valor das mercadorias saídas, acrescido do valor das prestações de serviços, no seu território, deduzido o valor das mercadorias entradas, em cada ano civil. Neste estudo foram realizados comparativos da evolução deste indicador ao longo do período de 2003 a 2007. Paralelamente foram detalhados os 20 grupos de atividades econômicas (CNAE versão 2.0) mais representativas frente ao indicador no ano de 2007. 93 Relatório Estadual Renda da População Renda per capita É a razão da somatória das rendas das pessoas ocupadas ou beneficiárias de transferências governamentais, ou beneficiários de outras rendas, independentemente de sua origem e fonte pagadora pelo número de habitantes de determinado espaço geográfico. Geralmente a renda per capita é inferior à renda média. Salários Médios Representa a média dos salários pagos aos empregados, segundo as seções da CNAE versão 2.0. Os valores apresentados têm como referência o ano de 2008. Setor Primário Informa os principais produtos agrícolas, criações e produtos de origem animal do em determinado espaço geográfico. Lavoura Temporária Informa a produção, a área plantada e o valor da produção dos principais produtos das lavouras temporárias em determinado espaço geográfico nos anos de 2003 e 2007, assim como sua respectiva evolução. Lavoura Permanente Informa a produção, a área plantada e o valor da produção dos principais produtos das lavouras permanentes em determinado espaço geográfico nos anos de 2003 e 2007, assim como sua respectiva evolução. Efetivo do Rebanho Informa o rebanho de um determinado espaço geográfico segundo a sua tipologia e em número de cabeças nos anos de 2003 e 2007, assim como sua respectiva evolução. Produtos de origem animal Informa os principais produtos de origem animal produzidos em determinado espaço geográfico nos anos de 2003 e 2007, assim como sua respectiva evolução. Finanças Públicas Receita Registra o montante das receitas em determinado espaço geográfico segundo suas fontes de origem. Os valores monetários registrados nesta tabela estão atualizados para 01 de janeiro de 2009, pela variação do IGP-DI. Para a atualização foram utilizados os índices 1,422110734310; 1,305403370103; 1,223769470739; 1,204339409793 e 1,146724278000 para atualização dos valores dos anos de 2003, 2004, 2005, 2006 e 2007, respectivamente. Receita Corrente - Registra o valor total da arrecadação das receitas tributária, de contribuições, patrimoniais, agropecuárias, industriais, de serviços, as transferências correntes e outras receitas correntes. IPTU - Valor total da arrecadação de imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana, de competência municipal. Tem como fato gerador a propriedade, o domínio útil ou a posse de bem imóvel por natureza ou por acessão física, como definido na lei civil, localizado na zona urbana do município. (Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional Portaria Nº 180, de 21 de maio de 2001, alterações contempladas na Portaria Nº 326, de 27/08/2001); IRRF - Imposto de Renda Retido nas Fontes sobre os Rendimentos do 94 Relatório Estadual Trabalho: Registra o valor da arrecadação de receita do Imposto de Renda sobre pagamento de salários, inclusive adiantamentos de salários a qualquer título, indenizações sujeitas à tributação, ordenados, vencimentos, proventos de aposentadoria, reserva ou reforma, pensões civis ou militares, soldos, pró labore, remuneração indireta, retirada, vantagens, subsídios, comissões, corretagens, benefícios da previdência social e privada (renda mensal), honorários, direitos autorais e remunerações por quaisquer outros serviços prestados, inclusive as relativas a empreitadas de obras exclusivamente de trabalho e as decorrentes de fretes e carretos em geral; ISS - Registra o valor total da arrecadação de imposto sobre serviços de qualquer natureza de competência dos municípios. Tem como fato gerador a prestação, por empresa ou profissional autônomo, com ou sem estabelecimento fixo, de serviços constantes em lista própria; ITBI - Valor total da arrecadação de imposto sobre transmissão "intervivos" de bens imóveis e de direitos reais sobre imóveis de competência municipal, incide sobre o valor venal dos bens ou direitos transmitidos ou cedidos. Tem o fato gerador no momento da lavradura do instrumento ou ato que servir de título às transmissões ou às cessões; Taxas - Valor total das receitas de taxas cobradas pelos municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições. Tem como fato gerador o exercício regular do poder de polícia, ou a utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição; Contribuição de Melhoria - Valor total das receitas de taxas cobradas pelos municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições. Tem como fato gerador o exercício regular do poder de polícia, ou a utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição. Receita de Contribuições - Valor total da arrecadação da receita de contribuições sociais. Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de intervenção nas respectivas áreas. Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir contribuição, cobrada de seus servidores, para o custeio, em benefício destes, de sistemas de previdência e assistência social. Receita Patrimonial - Valor total da arrecadação da receita patrimonial referente ao resultado financeiro da fruição do patrimônio, seja decorrente de bens imobiliários ou mobiliários, seja de participação societária. Receita Agropecuária - Valor total da arrecadação da receita de produção vegetal, animal, derivados e outros. Receitas decorrentes das seguintes atividades ou explorações agropecuárias: a) agricultura (cultivo do solo), inclusive hortaliças e flores; b) pecuária (criação, recriação ou engorda de gado e de animais de pequeno porte); c) atividades de beneficiamento ou transformação de produtos agropecuários em instalações existentes nos próprios estabelecimentos (excetuam-se as usinas de açúcar, fábricas de polpa, de madeira, serrarias e unidades industriais com produção licenciada, que são classificadas como industriais). Receita Industrial - Valor total da arrecadação da receita da indústria de extração mineral, de transformação, de construção e outros, proveniente das atividades industriais definidas como tais pela Fundação Instituto 95 Relatório Estadual Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Receita de Serviços - Valor total da arrecadação da receita originária da prestação de serviços, tais como atividades comerciais, financeiras, de transporte, de comunicação, de saúde, de armazenagem, de serviços científicos e tecnológicos, de metrologia, agropecuários etc. Transferências Correntes - Valor dos recursos recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, independente de contraprestação direta de bens e serviços. ICMS - Valor da arrecadação de receita de transferência da participação de municípios na arrecadação do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços - ICMS, pelo estado. FPM - Valor total das receitas recebidas através de cota-parte do fundo de participação dos municípios. Outras Transferências e Deduções Fundef/Fundeb - Representa o total dos recursos orçamentários arrecadados com as transferências correntes das Cotas do ITR, IPI/Exportação, IPVA, Desoneração do ICMS e Outras Transferências Correntes, menos o valor repassado pelo município ao FUNDEF, e mais as Transferências Multigovernamentais do FUNDEF. Outras Receitas Correntes - Valor total da arrecadação de outras receitas correntes, tais como multas, juros, restituições, indenizações, receita da dívida ativa, aplicações financeiras e outras. Receita de Capital - Registra o valor total da categoria econômica que compreende as operações de crédito, alienação de bens, amortização de empréstimos, transferências de capital e outras receitas de capital. Operações de Crédito - Valor total da receita decorrente da colocação de títulos públicos ou de empréstimos obtidos junto a entidades estatais ou particulares internas ou externas. Alienação de Bens - Valor total da receita decorrente da alienação de bens móveis e imóveis. Amortização de Empréstimos - Valor total da receita relativa à amortização de empréstimos concedidos em títulos. Transferências de Capital - Valor total das transferências de capital (transferências inter e intragovernamentais, instituições privadas, ao exterior e a pessoas), tendo por finalidade concorrer para a formação de um bem de capital, estando vinculadas à constituição ou aquisição do mesmo. Outras Receitas de Capital - Valor total arrecadado com outras receitas vinculadas ao acréscimo patrimonial da unidade. Encontram-se no desdobramento desse título a integralização do capital social, os saldos de exercícios anteriores e as outras receitas. Receita Orçamentária Per Capita Receita orçamentária dividida pela população de determinado espaço geográfico. Média Estadual da Receita Per Capita Somatório da Receita Total "Per Capita" de todos os municípios, dividido por 293 (número de municípios do Estado). Receita Própria Per Capita Receita própria dividida pela de determinado espaço geográfico. Média Estadual da Receita Própria Per Capita Somatório da Receita Própria "Per Capita" de todos os municípios dividido por 293 (número de municípios do Estado). 96 Relatório Estadual INFRAESTRUTURA Energia Elétrica Número de Consumidores e Consumo de Energia Elétrica Indica o consumo em kW/h e o número de consumidores no período de 2004 a 2008, em determinado espaço geográfico e no estado de Santa Catarina, assim como o consumo per capita de energia elétrica e as respectivas evoluções no período em percentual. É identificado também o perfil das unidades consumidoras de determinado espaço geográfico em 2008. Os dados estão restritos às unidades consumidoras atendidas pelas Centrais Elétricas de Santa Catarina SA – CELESC. Abastecimento de Água e Saneamento Indicadores de Abastecimento de Água e Saneamento Informa os principais indicadores de abastecimento de água tratada para a população, assim como sua existência ou não, de sistema de saneamento e suas características básicas. Meios de Comunicação Principais Meios de Comunicação Informa os principais meios de comunicação a que a população de determinado espaço geográfico possui acesso. Rádios (AM e FM), Jornais, TVs e Agências de Correios. Frota Frota de Veículos Através de dados do Departamento Nacional de Trânsito, este indicador procura demonstrar a evolução da frota de veículos em determinado espaço geográfico entre os anos de 2004 e 2008, segundo a tipologia do veículo. Automóvel - veículo automotor destinado ao transporte de passageiros, com capacidade para até oito pessoas, exclusive o condutor. Bonde - veículo de propulsão elétrica que se move sobre trilhos. Caminhão - veículo automotor destinado ao transporte de carga, com carroçaria e peso bruto total superior a 3500 Kg. Caminhão Trator - veículo automotor destinado a tracionar ou arrastar outro. Caminhonete - veículo automotor destinado ao transporte de carga, com peso bruto total de até 3.500 Kg. Camioneta - veículo automotor, misto, com quatro rodas, com carroçaria, destinado ao transporte simultâneo ou alternativo de pessoas e carga no mesmo compartimento. Chassi Plataforma - veículo inacabado, com equipamento que permita seu deslocamento em vias de rolamento, preparado para receber carroçaria de ônibus. Ciclomotor - veículo de duas ou três rodas, provido de um motor de combustão interna cuja cilindrada não exceda a 50 cm3 (3,05 polegadas cúbicas) e cujo micro-ônibus - velocidade máxima de fabricação não exceda a 50 Km/h. Micro-ônibus - veículo automotor de transporte coletivo com capacidade para até 20 passageiros. 97 Relatório Estadual Motocicleta - veículo automotor de duas rodas, com ou sem side-car, dirigido em posição montada. Motoneta - veículo automotor de duas rodas, dirigido por condutor em posição sentada. Ônibus - veículo automotor de transporte coletivo com capacidade para mais de 20 passageiros, ainda que, em virtude de adaptações com vista a maior comodidade destes, transporte número menor. Quadriciclo - veículo de estrutura mecânica igual às motocicletas, possuindo eixos dianteiro e traseiro, dotados de quatro rodas. Reboque - veículo destinado a ser engatado atrás de um veículo automotor. Semirreboque - veículo de um ou mais eixos que se apoia na sua unidade tratora ou é a ela ligado por meio de articulação. Side-car - carro ou caçamba provido de uma roda acoplada na lateral da motocicleta. Outros - argumento que não se enquadra em nenhuma definição estabelecida. Trator esteira - trator que se movimenta por meio de esteira. Trator rodas - trator que se movimenta sobre rodas, podendo ter chassi rígido ou articulado. Triciclo - veículo rodoviário automotor de estrutura mecânica igual à motocicleta, dotado de três rodas. Utilitário - veículo misto caracterizado pela versatilidade do seu uso, inclusive fora da estrada. 98 Relatório Estadual LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ADJORI – Associação dos Jornais do Interior de Santa Catarina AMPE – Associação das Micro e Pequenas Empresas ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações ASSPLAN – Assessoria de Planejamento do SEBRAE/SC BACEN – Banco Central do Brasil BADESC – Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina S/A CadÚnico – Cadastro Único para Programas Sociais CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados CDL – Câmara de Dirigentes Lojistas CELESC – Centrais Elétricas de Santa Catarina CIASC – Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina CNAE – Classificação Nacional de Atividades Econômicas CNES – Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito DEPLA – Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior ECINF – Economia Informal Urbana EDUDATA – Sistema de Estatísticas Educacionais FECAM – Federação Catarinense de Municípios FIESC – Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina FIRJAN – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro FOB – Free On Board FPM – Fundo de Participação dos Municípios FUNDEB – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação FUNDEF – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental GAE – Grupo de Atividade Econômica GE – Grande Empresa IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica IDF – Índice de Desenvolvimento Familiar IDH – Índice de Desenvolvimento Humano IFDM – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano IRRF – Imposto de Renda Retido na Fonte ISS – Imposto Sobre Serviços ITBI – Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis MDE – Média Empresa MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MDS – Ministério do Desenvolvimento Social ME – Microempresa MTE – Ministério do Trabalho e Emprego 99 Relatório Estadual PAA – Posto Avançado de Atendimento PAB – Posto de Atendimento Bancário PAE – Posto de Atendimento Bancário Eletrônico PAP – Posto Bancário de Arrecadação e Pagamento PAT – Posto de Atendimento Transitório PE – Pequena Empresa PEA – População Economicamente Ativa PIB – Produto Interno Bruto PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento QL – Quociente Locacional RAIS – Relação Anual de Informações Sociais SANTUR – Santa Catarina Turismo S/A SC – Santa Catarina (o estado de) SDR – Secretaria de Desenvolvimento Regional SEBRAE – Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SECEX – Secretaria de Comércio Exterior SIM – Sistema de Informações sobre Mortalidade SINASC – Sistema de Informações de Nascidos Vivos SISTEC – Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica SUAS – Sistema Único de Assistência Social SUS – Sistema Único de Saúde TI – Tecnologia da Informação VAB – Valor Adicionado Bruto VAF – Valor Adicionado Fiscal CONVENÇÕES ESTATÍSTICAS ... Dado numérico não disponível – Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento 100 Relatório Estadual 101 Relatório Estadual APÊNDICE A Relação das Coordenadorias Regionais e municípios integrantes 102 Relatório Estadual Coordenadoria Regional Extremo Oeste Anchieta; Bandeirante; Barra Bonita; Belmonte; Caibi; Cunha Porã; Descanso; Dionísio Cerqueira; Flor do Sertão; Guaraciaba; Guarujá do Sul; Iporã do Oeste; Iraceminha; Itapiranga; Maravilha; Mondaí; Palma Sola; Palmitos; Paraíso; Princesa; Riqueza; Romelândia; Santa Helena; Santa Terezinha do Progresso; São João do Oeste; São José do Cedro; São Miguel da Boa Vista; São Miguel do Oeste; Tigrinhos; Tunápolis. Coordenadoria Regional Foz do Itajaí Balneário Camboriú; Balneário Piçarras; Bombinhas; Botuverá; Brusque; Camboriú; Canelinha; Guabiruba; Ilhota; Itajaí; Itapema; Leoberto Leal; Luiz Alves; Major Gercino; Navegantes; Nova Trento; Penha; Porto Belo; São João Batista; Tijucas. Coordenadoria Regional Grande Florianópolis Águas Mornas; Alfredo Wagner; Angelina; Anitápolis; Antônio Carlos; Biguaçu; Florianópolis; Garopaba; Governador Celso Ramos; Palhoça; Paulo Lopes; Rancho Queimado; Santo Amaro da Imperatriz; São Bonifácio; São José; São Pedro de Alcântara. Coordenadoria Regional Meio Oeste Água Doce; Arroio Trinta; Caçador; Calmon; Capinzal; Catanduvas; Erval Velho; Fraiburgo; Herval d'Oeste; Ibiam; Ibicaré; Iomerê; Ipira; Jaborá; Joaçaba; Lacerdópolis; Lebon Régis; Luzerna; Macieira; Matos Costa; Ouro; Peritiba; Pinheiro Preto; Piratuba; Rio das Antas; Salto Veloso; Tangará; Timbó Grande; Treze Tílias; Vargem Bonita; Videira; Zortéa. Coordenadoria Regional Norte Araquari; Balneário Barra do Sul; Barra Velha; Bela Vista do Toldo; Campo Alegre; Canoinhas; Corupá; Garuva; Guaramirim; Irineópolis; Itaiópolis; Itapoá; Jaraguá do Sul; Joinville; Mafra; Major Vieira; Massaranduba; Monte Castelo; Papanduva; Porto União; Rio Negrinho; São Bento do Sul; São Francisco do Sul; São João do Itaperiú; Schroeder; Três Barras. Coordenadoria Regional Oeste Abelardo Luz; Águas de Chapecó; Águas Frias; Alto Bela Vista; Arabutã; Arvoredo; Bom Jesus; Bom Jesus do Oeste; Campo Erê; Caxambu do Sul; Chapecó; Concórdia; Cordilheira Alta; Coronel Freitas; Coronel Martins; Cunhataí; Entre Rios; Faxinal dos Guedes; Formosa do Sul; Galvão; Guatambu; Ipuaçu; Ipumirim; Irani; Irati; Itá; Jardinópolis; Jupiá; Lajeado Grande; Lindóia do Sul; Marema; Modelo; Nova Erechim; Nova Itaberaba; Novo Horizonte; Ouro Verde; Paial; Passos Maia; Pinhalzinho; Planalto Alegre; Ponte Serrada; Presidente Castelo Branco; Quilombo; Saltinho; Santiago do Sul; São Bernardino; São Carlos; São Domingos; São Lourenço d'Oeste; Saudades; Seara; Serra Alta; Sul Brasil; União do Oeste; Vargeão; Xanxerê; Xavantina; Xaxim. 103 Relatório Estadual Coordenadoria Regional Serra Catarinense Abdon Batista; Anita Garibaldi; Bocaina do Sul; Bom Jardim da Serra; Bom Retiro; Brunópolis; Campo Belo do Sul; Campos Novos; Capão Alto; Celso Ramos; Cerro Negro; Correia Pinto; Curitibanos; Frei Rogério; Lages; Monte Carlo; Otacílio Costa; Painel; Palmeira; Ponte Alta; Ponte Alta do Norte; Rio Rufino; Santa Cecília; São Cristóvão do Sul; São Joaquim; São José do Cerrito; Urubici; Urupema; Vargem. Coordenadoria Regional Sul Araranguá; Armazém; Balneário Arroio do Silva; Balneário Gaivota; Braço do Norte; Capivari de Baixo; Cocal do Sul; Criciúma; Ermo; Forquilhinha; Grão Pará; Gravatal; Içara; Imaruí; Imbituba; Jacinto Machado; Jaguaruna; Laguna; Lauro Muller; Maracajá; Meleiro; Morro da Fumaça; Morro Grande; Nova Veneza; Orleans; Passo de Torres; Pedras Grandes; Praia Grande; Rio Fortuna; Sangão; Santa Rosa de Lima; Santa Rosa do Sul; São João do Sul; São Ludgero; São Martinho; Siderópolis; Sombrio; Timbé do Sul; Treviso; Treze de Maio; Tubarão; Turvo; Urussanga. Coordenadoria Regional Vale do Itajaí Agrolândia; Agronômica; Apiúna; Ascurra; Atalanta; Aurora; Benedito Novo; Blumenau; Braço do Trombudo; Chapadão do Lageado; Dona Emma; Doutor Pedrinho; Gaspar; Ibirama; Imbuia; Indaial; Ituporanga; José Boiteux; Laurentino; Lontras; Mirim Doce; Petrolândia; Pomerode; Pouso Redondo; Presidente Getúlio; Presidente Nereu; Rio do Campo; Rio do Oeste; Rio do Sul; Rio dos Cedros; Rodeio; Salete; Santa Terezinha; Taió; Timbó; Trombudo Central; Vidal Ramos; Vítor Meireles; Witmarsum. 104 Relatório Estadual APÊNDICE B Relação de empresas do estado, segundo o porte e representatividade 105 Relatório Estadual Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0 Grupo 011 - Produção de lavouras temporárias Grupo 012 - Horticultura e floricultura Grupo 013 - Produção de lavouras permanentes Grupo 014 - Produção de sementes e mudas certificadas Grupo 015 - Pecuária Grupo 016 - Atividades de apoio à agricultura e à pecuária; atividades de pós colheita Grupo 017 - Caça e serviços relacionados Grupo 021 - Produção florestal - florestas plantadas Grupo 022 - Produção florestal - florestas nativas Grupo 023 - Atividades de apoio à produção florestal Grupo 031 - Pesca Grupo 032 - Aqüicultura Grupo 050 - Extração de carvão mineral Grupo 060 - Extração de petróleo e gás natural Grupo 071 - Extração de minério de ferro Grupo 072 - Extração de minerais metálicos não ferrosos Grupo 081 - Extração de pedra, areia e argila Grupo 089 - Extração de outros minerais não metálicos Grupo 091 - Atividades de apoio à extração de petróleo e gás natural Grupo 099 - Atividades de apoio à extração de minerais, exceto petróleo e gás natural Grupo 101 - Abate e fabricação de produtos de carne Grupo 102 - Preservação do pescado e fabricação de produtos do pescado Grupo 103 - Fabricação de conservas de frutas, legumes e outros vegetais Grupo 104 - Fabricação de óleos e gorduras vegetais e animais Grupo 105 - Laticínios Grupo 106 - Moagem, fabricação de produtos amiláceos e de alimentos para animais Grupo 107 - Fabricação e refino de açúcar Grupo 108 - Torrefação e moagem de café Grupo 109 - Fabricação de outros produtos alimentícios Grupo 111 - Fabricação de bebidas alcoólicas Grupo 112 - Fabricação de bebidas não alcoólicas Grupo 121 - Processamento industrial do fumo Grupo 122 - Fabricação de produtos do fumo Grupo 131 - Preparação e fiação de fibras têxteis Grupo 132 - Tecelagem, exceto malha Grupo 133 - Fabricação de tecidos de malha Grupo 134 - Acabamentos em fios, tecidos e artefatos têxteis Grupo 135 - Fabricação de artefatos têxteis, exceto vestuário ME 1.809 276 1.067 47 2.185 1.797 1 1.126 82 470 311 135 75 4 3 18 492 99 8 20 614 95 332 13 558 568 23 27 2.181 197 74 16 46 94 215 328 778 867 106 PE 91 43 97 1 190 74 102 5 47 65 2 9 1 1 28 11 2 3 59 15 14 2 42 96 2 123 15 15 2 3 24 33 36 83 89 Empresas - 2008 MDE 6 1 14 19 5 13 5 7 1 5 25 1 2 2 8 12 12 1 2 2 1 19 8 18 19 22 GE 2 18 7 4 4 6 3 3 22 4 2 2 2 6 2 1 9 Total 1.908 320 1.196 48 2.401 1.880 1 1.245 87 528 386 138 92 5 3 19 520 110 10 23 720 115 348 19 608 676 23 29 2.318 213 91 20 50 139 262 384 881 987 Representatividade Estadual Nacional 0,51% 2,41% 0,09% 4,02% 0,32% 2,53% 0,01% 3,61% 0,64% 1,34% 0,50% 4,35% 0,00% 4,00% 0,33% 12,55% 0,02% 4,88% 0,14% 14,29% 0,10% 18,53% 0,04% 4,33% 0,02% 15,31% 0,00% 1,26% 0,00% 0,51% 0,01% 1,40% 0,14% 4,27% 0,03% 3,54% 0,00% 2,11% 0,01% 3,01% 0,19% 10,36% 0,03% 18,49% 0,09% 9,68% 0,01% 2,43% 0,16% 4,98% 0,18% 6,74% 0,01% 3,29% 0,01% 1,17% 0,62% 7,13% 0,06% 5,09% 0,02% 4,47% 0,01% 21,74% 0,01% 9,71% 0,04% 7,93% 0,07% 17,79% 0,10% 22,12% 0,24% 24,15% 0,26% 10,25% QL 0,46 0,77 0,48 0,69 0,26 0,83 0,76 2,39 0,93 2,73 3,53 0,83 2,92 0,24 0,10 0,27 0,81 0,68 0,40 0,57 1,98 3,53 1,85 0,46 0,95 1,29 0,63 0,22 1,36 0,97 0,85 4,15 1,85 1,51 3,39 4,22 4,60 1,95 Relatório Estadual Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0 Grupo 141 - Confecção de artigos do vestuário e acessórios Grupo 142 - Fabricação de artigos de malharia e tricotagem Grupo 151 - Curtimento e outras preparações de couro Grupo 152 - Fabricação de artigos para viagem e de artefatos diversos de couro Grupo 153 - Fabricação de calçados Grupo 154 - Fabricação de partes para calçados, de qualquer material Grupo 161 - Desdobramento de madeira Grupo 162 - Fabricação de produtos de madeira, cortiça e material trançado, exceto móveis Grupo 171 - Fabricação de celulose e outras pastas para a fabricação de papel Grupo 172 - Fabricação de papel, cartolina e papel cartão Grupo 173 - Fabricação de embalagens de papel, cartolina, papel cartão e papelão ondulado Grupo 174 - Fabricação de produtos diversos de papel, cartolina, papel cartão e papelão ondulado Grupo 181 - Atividade de impressão Grupo 182 - Serviços de pré-impressão e acabamentos gráficos Grupo 183 - Reprodução de materiais gravados em qualquer suporte Grupo 191 - Coquerias Grupo 192 - Fabricação de produtos derivados do petróleo Grupo 193 - Fabricação de biocombustíveis Grupo 201 - Fabricação de produtos químicos inorgânicos Grupo 202 - Fabricação de produtos químicos orgânicos Grupo 203 - Fabricação de resinas e elastômeros Grupo 204 - Fabricação de fibras artificiais e sintéticas Grupo 205 - Fabricação de defensivos agrícolas e desinfestantes domissanitários Grupo 206 - Fabricação de sabões, detergentes, produtos de limpeza, cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal Grupo 207 - Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes, lacas e produtos afins Grupo 209 - Fabricação de produtos e preparados químicos diversos Grupo 211 - Fabricação de produtos farmoquímicos Grupo 212 - Fabricação de produtos farmacêuticos Grupo 221 - Fabricação de produtos de borracha Grupo 222 - Fabricação de produtos de material plástico Grupo 231 - Fabricação de vidro e de produtos do vidro Grupo 232 - Fabricação de cimento Grupo 233 - Fabricação de artefatos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso e materiais semelhantes Grupo 234 - Fabricação de produtos cerâmicos Grupo 239 - Aparelhamento de pedras e fabricação de outros produtos de minerais não metálicos Grupo 241 - Produção de ferro gusa e de ferroligas Grupo 242 - Siderurgia Grupo 243 - Produção de tubos de aço, exceto tubos sem costura ME 10.137 285 44 236 588 57 2.157 2.472 19 48 194 243 837 391 21 12 19 14 70 42 20 7 12 PE 791 27 2 10 60 1 90 208 6 15 37 27 34 18 3 2 4 2 5 1 - Empresas - 2008 MDE 98 8 1 2 13 18 38 17 10 7 2 1 3 1 1 GE 14 3 1 1 6 3 3 - Total 11.040 323 48 248 662 58 2.265 2.724 25 83 244 277 873 410 21 15 21 14 77 44 25 9 13 Representatividade Estadual Nacional 2,95% 11,36% 0,09% 7,43% 0,01% 3,11% 0,07% 4,36% 0,18% 3,68% 0,02% 3,67% 0,60% 15,05% 0,73% 16,26% 0,01% 10,96% 0,02% 15,26% 0,07% 9,68% 0,07% 7,33% 0,23% 6,41% 0,11% 2,98% 0,01% 3,23% 0,00% 51,72% 0,01% 5,37% 0,00% 1,78% 0,02% 4,23% 0,01% 4,23% 0,01% 5,79% 0,00% 6,29% 0,00% 3,76% 276 15 2 - 293 0,08% 4,47% 0,85 137 201 8 58 234 1.139 58 4 11 15 1 5 28 200 14 2 5 7 3 9 62 4 1 7 - 153 223 9 66 271 1.408 76 7 0,04% 0,06% 0,00% 0,02% 0,07% 0,38% 0,02% 0,00% 8,72% 5,64% 2,69% 4,20% 6,41% 7,66% 6,91% 2,17% 1,66 1,08 0,51 0,80 1,22 1,46 1,32 0,41 QL 2,17 1,42 0,59 0,83 0,70 0,70 2,87 3,10 2,09 2,91 1,85 1,40 1,22 0,57 0,62 9,86 1,02 0,34 0,81 0,81 1,10 1,20 0,72 1.248 83 7 - 1.338 0,36% 8,99% 1,71 981 549 12 33 12 110 15 1 2 4 22 1 2 - 4 2 1.117 565 13 37 18 0,30% 0,15% 0,00% 0,01% 0,00% 9,36% 5,77% 2,25% 3,79% 4,08% 1,78 1,10 0,43 0,72 0,78 107 Relatório Estadual Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0 Grupo 244 - Metalurgia dos metais não ferrosos Grupo 245 - Fundição Grupo 251 - Fabricação de estruturas metálicas e obras de caldeiraria pesada Grupo 252 - Fabricação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras Grupo 253 - Forjaria, estamparia, metalurgia do pó e serviços de tratamento de metais Grupo 254 - Fabricação de artigos de cutelaria, de serralheria e ferramentas Grupo 255 - Fabricação de equipamento bélico pesado, armas de fogo e munições Grupo 259 - Fabricação de produtos de metal não especificados anteriormente Grupo 261 - Fabricação de componentes eletrônicos Grupo 262 - Fabricação de equipamentos de informática e periféricos Grupo 263 - Fabricação de equipamentos de comunicação Grupo 264 - Fabricação de aparelhos de recepção, reprodução, gravação e amplificação de áudio e vídeo Grupo 265 - Fabricação de aparelhos e instrumentos de medida, teste e controle; cronômetros e relógios Grupo 266 - Fabricação de aparelhos eletromédicos e eletroterapêuticos e equipamentos de irradiação Grupo 267 - Fabricação de equipamentos e instrumentos ópticos, fotográficos e cinematográficos Grupo 268 - Fabricação de mídias virgens, magnéticas e ópticas Grupo 271 - Fabricação de geradores, transformadores e motores elétricos Grupo 272 - Fabricação de pilhas, baterias e acumuladores elétricos Grupo 273 - Fabricação de equipamentos para distribuição e controle de energia elétrica Grupo 274 - Fabricação de lâmpadas e outros equipamentos de iluminação Grupo 275 - Fabricação de eletrodomésticos Grupo 279 - Fabricação de equipamentos e aparelhos elétricos não especificados anteriormente Grupo 281 - Fabricação de motores, bombas, compressores e equipamentos de transmissão Grupo 282 - Fabricação de máquinas e equipamentos de uso geral Grupo 283 - Fabricação de tratores e de máquinas e equipamentos para a agricultura e pecuária Grupo 284 - Fabricação de máquinas ferramenta Grupo 285 - Fabricação de máquinas e equipamentos de uso na extração mineral e na construção Grupo 286 - Fabricação de máquinas e equipamentos de uso industrial específico Grupo 291 - Fabricação de automóveis, camionetas e utilitários Grupo 292 - Fabricação de caminhões e ônibus Grupo 293 - Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para veículos automotores Grupo 294 - Fabricação de peças e acessórios para veículos automotores Grupo 295 - Recondicionamento e recuperação de motores para veículos automotores Grupo 301 - Construção de embarcações Grupo 303 - Fabricação de veículos ferroviários Grupo 304 - Fabricação de aeronaves Grupo 305 - Fabricação de veículos militares de combate ME 124 247 1.446 40 781 703 1.102 56 54 13 PE 9 50 58 9 75 20 103 6 10 2 Empresas - 2008 MDE 2 14 7 2 11 3 9 3 1 1 GE 4 2 1 Total 135 315 1.511 51 867 726 1.216 65 65 17 22 1 1 - 24 0,01% 4,78% 0,91 75 9 - 1 85 0,02% 7,59% 1,45 9 1 - - 10 0,00% 2,33% 0,44 7 2 58 51 79 80 42 113 73 544 239 135 22 572 3 6 173 185 88 62 2 1 - 8 9 14 7 5 12 8 76 24 12 2 106 14 28 6 12 - 1 5 7 2 5 3 7 15 7 2 15 6 9 1 5 - 4 2 3 1 2 1 1 4 1 - 8 2 75 60 100 89 54 128 91 636 272 147 26 694 3 6 194 226 95 80 2 1 - 0,00% 0,00% 0,02% 0,02% 0,03% 0,02% 0,01% 0,03% 0,02% 0,17% 0,07% 0,04% 0,01% 0,19% 0,00% 0,00% 0,05% 0,06% 0,03% 0,02% 0,00% 0,00% 0,00% 3,29% 5,26% 9,49% 14,42% 6,15% 9,04% 7,09% 5,99% 6,00% 8,84% 12,01% 10,12% 6,74% 12,67% 1,36% 9,09% 10,51% 5,55% 5,43% 11,75% 2,30% 0,86% 0,00% 0,63 1,00 1,81 2,75 1,17 1,72 1,35 1,14 1,14 1,68 2,29 1,93 1,28 2,42 0,26 1,73 2,00 1,06 1,04 2,24 0,44 0,16 - 108 Representatividade Estadual Nacional 0,04% 5,05% 0,08% 9,47% 0,40% 8,35% 0,01% 6,20% 0,23% 8,76% 0,19% 6,46% 0,00% 0,00% 0,32% 8,39% 0,02% 4,20% 0,02% 5,62% 0,00% 2,64% QL 0,96 1,80 1,59 1,18 1,67 1,23 1,60 0,80 1,07 0,50 Relatório Estadual Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0 Grupo 309 - Fabricação de equipamentos de transporte não especificados anteriormente Grupo 310 - Fabricação de móveis Grupo 321 - Fabricação de artigos de joalheria, bijuteria e semelhantes Grupo 322 - Fabricação de instrumentos musicais Grupo 323 - Fabricação de artefatos para pesca e esporte Grupo 324 - Fabricação de brinquedos e jogos recreativos Grupo 325 - Fabricação de instrumentos e materiais para uso médico e odontológico e de artigos ópticos Grupo 329 - Fabricação de produtos diversos Grupo 331 - Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos Grupo 332 - Instalação de máquinas e equipamentos Grupo 351 - Geração, transmissão e distribuição de energia elétrica Grupo 352 - Produção e distribuição de combustíveis gasosos por redes urbanas Grupo 353 - Produção e distribuição de vapor, água quente e ar condicionado Grupo 360 - Captação, tratamento e distribuição de água Grupo 370 - Esgoto e atividades relacionadas Grupo 381 - Coleta de resíduos Grupo 382 - Tratamento e disposição de resíduos Grupo 383 - Recuperação de materiais Grupo 390 - Descontaminação e outros serviços de gestão de resíduos Grupo 411 - Incorporação de empreendimentos imobiliários Grupo 412 - Construção de edifícios Grupo 421 - Construção de rodovias, ferrovias, obras urbanas e obras de arte especiais Grupo 422 - Obras de infraestrutura para energia elétrica, telecomunicações, água, esgoto e transporte por dutos Grupo 429 - Construção de outras obras de infraestrutura Grupo 431 - Demolição e preparação do terreno Grupo 432 - Instalações elétricas, hidráulicas e outras instalações em construções Grupo 433 - Obras de acabamento Grupo 439 - Outros serviços especializados para construção Grupo 451 - Comércio de veículos automotores Grupo 452 - Manutenção e reparação de veículos automotores Grupo 453 - Comércio de peças e acessórios para veículos automotores Grupo 454 - Comércio, manutenção e reparação de motocicletas, peças e acessórios Grupo 461 - Representantes comerciais e agentes do comércio, exceto de veículos automotores e motocicletas Grupo 462 - Comércio atacadista de matérias-primas agrícolas e animais vivos Grupo 463 - Comércio atacadista especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo Grupo 464 - Comércio atacadista de produtos de consumo não alimentar Grupo 465 - Comércio atacadista de equipamentos e produtos de tecnologias de informação e Empresas - 2008 MDE GE 2 41 1 1 - QL PE 6 209 2 2 2 5 156 7 1 - 164 0,04% 4,71% 0,90 450 1.091 350 253 6 1 226 109 158 27 377 14 1.413 6.022 474 19 26 13 25 1 34 9 22 5 40 2 33 411 73 3 3 2 19 8 2 6 1 2 1 37 13 1 2 1 2 473 1.120 365 299 7 1 268 120 187 33 419 16 1.447 6.470 562 0,13% 0,30% 0,10% 0,08% 0,00% 0,00% 0,07% 0,03% 0,05% 0,01% 0,11% 0,00% 0,39% 1,73% 0,15% 6,08% 5,59% 7,24% 5,06% 3,24% 2,33% 7,71% 6,17% 6,13% 11,70% 9,95% 5,80% 4,90% 6,08% 5,49% 1,16 1,07 1,38 1,90 0,93 1,16 1,05 221 35 7 3 266 0,07% 4,70% 0,90 805 657 1.209 1.234 983 3.314 6.868 7.213 1.605 42 32 44 42 52 227 219 457 83 7 4 3 5 60 1 6 2 1 8 - 854 693 1.257 1.276 1.040 3.609 7.088 7.676 1.690 0,23% 0,18% 0,34% 0,34% 0,28% 0,96% 1,89% 2,05% 0,45% 3,81% 7,31% 5,33% 5,65% 4,56% 7,24% 8,20% 5,07% 5,73% 0,73 1,39 1,02 1,08 0,87 1,38 1,56 0,97 1,09 7.978 64 8 3 8.053 2,15% 6,16% 1,17 749 4.029 4.029 256 71 294 220 14 5 44 14 2 3 30 6 1 828 4.397 4.269 273 0,22% 1,17% 1,14% 0,07% 6,02% 6,68% 7,33% 6,10% 1,15 1,27 1,40 1,16 109 Total 42 3.383 99 13 76 81 Representatividade Estadual Nacional 0,01% 4,62% 0,90% 10,79% 0,03% 3,62% 0,00% 5,02% 0,02% 13,36% 0,02% 7,04% ME 34 3.132 97 11 74 75 0,88 2,06 0,69 0,96 2,55 1,34 Relatório Estadual Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0 comunicação Grupo 466 - Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos, exceto de tecnologias de informação e comunicação Grupo 467 - Comércio atacadista de madeira, ferragens, ferramentas, materiais elétricos e materiais de construção Grupo 468 - Comércio atacadista especializado em outros produtos Grupo 469 - Comércio atacadista não especializado Grupo 471 - Comércio varejista não especializado Grupo 472 - Comércio varejista de produtos alimentícios, bebidas e fumo Grupo 473 - Comércio varejista de combustíveis para veículos automotores Grupo 474 - Comércio varejista de material de construção Grupo 475 - Comércio varejista de equipamentos de informática e comunicação; equipamentos e artigos de uso doméstico Grupo 476 - Comércio varejista de artigos culturais, recreativos e esportivos Grupo 477 - Comércio varejista de produtos farmacêuticos, perfumaria e cosméticos e artigos médicos, ópticos e ortopédicos Grupo 478 - Comércio varejista de produtos novos não especificados anteriormente e de produtos usados Grupo 479 - Comércio ambulante e outros tipos de comércio varejista Grupo 491 - Transporte ferroviário e metroferroviário Grupo 492 - Transporte rodoviário de passageiros Grupo 493 - Transporte rodoviário de carga Grupo 494 - Transporte dutoviário Grupo 495 - Trens turísticos, teleféricos e similares Grupo 501 - Transporte marítimo de cabotagem e longo curso Grupo 502 - Transporte por navegação interior Grupo 503 - Navegação de apoio Grupo 509 - Outros transportes aquaviários Grupo 511 - Transporte aéreo de passageiros Grupo 512 - Transporte aéreo de carga Grupo 513 - Transporte espacial Grupo 521 - Armazenamento, carga e descarga Grupo 522 - Atividades auxiliares dos transportes terrestres Grupo 523 - Atividades auxiliares dos transportes aquaviários Grupo 524 - Atividades auxiliares dos transportes aéreos Grupo 525 - Atividades relacionadas à organização do transporte de carga Grupo 531 - Atividades de Correio Grupo 532 - Atividades de malote e de entrega Grupo 551 - Hotéis e similares Grupo 559 - Outros tipos de alojamento não especificados anteriormente Grupo 561 - Restaurantes e outros serviços de alimentação e bebidas Empresas - 2008 MDE GE QL PE 1.090 115 7 2 1.214 0,32% 7,06% 1,35 1.436 127 12 2 1.577 0,42% 8,86% 1,69 2.494 663 13.895 10.946 1.859 9.436 268 53 747 428 674 711 16 6 124 10 14 21 4 9 120 4 7 2.782 731 14.886 11.388 2.547 10.175 0,74% 0,20% 3,97% 3,04% 0,68% 2,72% 6,67% 5,90% 3,88% 3,64% 5,31% 4,24% 1,27 1,13 0,74 0,69 1,01 0,81 15.086 754 16 3 15.859 4,23% 4,49% 0,86 5.590 113 4 - 5.707 1,52% 4,58% 0,87 7.099 235 2 1 7.337 1,96% 3,86% 0,74 35.757 1.146 33 10 36.946 9,86% 5,03% 0,96 47 2.426 11.916 8 2 7 18 13 41 40 12 383 708 155 64 339 259 446 1.534 429 22.003 120 776 1 1 3 4 5 6 2 55 38 27 9 39 73 34 373 32 1.023 27 65 3 14 2 8 5 3 12 3 26 39 2 40 31 1 1 2 13 3 4 1 2 8 5 49 2.613 12.788 9 3 8 22 17 46 51 14 465 751 194 78 382 346 483 1.941 461 23.070 0,00% 0,01% 0,70% 3,41% 0,00% 0,00% 0,00% 0,01% 0,00% 0,01% 0,01% 0,00% 0,00% 0,12% 0,20% 0,05% 0,02% 0,10% 0,09% 0,13% 0,52% 0,12% 6,16% 0,00% 4,55% 4,31% 8,90% 4,21% 4,69% 2,19% 1,90% 5,92% 6,79% 3,04% 5,51% 0,00% 4,66% 3,12% 7,26% 5,56% 6,69% 3,89% 4,89% 6,04% 6,03% 6,73% 0,87 0,82 1,70 0,80 0,89 0,42 0,36 1,13 1,30 0,58 1,05 0,89 0,59 1,38 1,06 1,28 1,15 1,15 1,28 110 Total Representatividade Estadual Nacional ME Relatório Estadual Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0 Grupo 562 - Serviços de catering, bufê e outros serviços de comida preparada Grupo 581 - Edição de livros, jornais, revistas e outras atividades de edição Grupo 582 - Edição integrada à impressão de livros, jornais, revistas e outras publicações Grupo 591 - Atividades cinematográficas, produção de vídeos e de programas de televisão Grupo 592 - Atividades de gravação de som e de edição de música Grupo 601 - Atividades de rádio Grupo 602 - Atividades de televisão Grupo 611 - Telecomunicações por fio Grupo 612 - Telecomunicações sem fio Grupo 613 - Telecomunicações por satélite Grupo 614 - Operadoras de televisão por assinatura Grupo 619 - Outras atividades de telecomunicações Grupo 620 - Atividades dos serviços de tecnologia da informação Grupo 631 - Tratamento de dados, hospedagem na internet e outras atividades relacionadas Grupo 639 - Outras atividades de prestação de serviços de informação Grupo 641 - Banco Central Grupo 642 - Intermediação monetária depósitos à vista Grupo 643 - Intermediação não monetária outros instrumentos de captação Grupo 644 - Arrendamento mercantil Grupo 645 - Sociedades de capitalização Grupo 646 - Atividades de sociedades de participação Grupo 647 - Fundos de investimento Grupo 649 - Atividades de serviços financeiros não especificadas anteriormente Grupo 651 - Seguros de vida e não vida Grupo 652 - Seguros saúde Grupo 653 - Resseguros Grupo 654 - Previdência complementar Grupo 655 - Planos de saúde Grupo 661 - Atividades auxiliares dos serviços financeiros Grupo 662 - Atividades auxiliares dos seguros, da previdência complementar e dos planos de saúde Grupo 663 - Atividades de administração de fundos por contrato ou comissão Grupo 681 - Atividades imobiliárias de imóveis próprios Grupo 682 - Atividades imobiliárias por contrato ou comissão Grupo 691 - Atividades jurídicas Grupo 692 - Atividades de contabilidade, consultoria e auditoria contábil e tributária Grupo 701 - Sedes de empresas e unidades administrativas locais Grupo 702 - Atividades de consultoria em gestão empresarial Grupo 711 - Serviços de arquitetura e engenharia e atividades técnicas relacionadas Grupo 712 - Testes e análises técnicas ME 893 329 617 343 96 279 66 103 73 5 22 225 2.514 1.036 1.068 930 39 3 6 1.049 3 608 291 28 4 38 55 422 1.051 11 2.026 1.438 1.909 2.446 2.138 2.268 64 111 PE 104 21 64 16 11 101 12 9 10 6 14 116 62 49 485 16 12 26 18 2 8 13 16 29 22 48 101 177 20 99 6 Empresas - 2008 MDE 9 2 10 1 6 1 1 3 1 18 1 5 28 1 2 6 1 2 3 6 2 8 - GE 8 3 4 1 1 1 18 3 2 11 2 1 5 2 5 6 1 Total 1.014 352 694 359 108 380 88 114 85 5 32 240 2.666 1.102 1.124 1.454 58 3 6 1.062 3 634 309 30 4 48 79 438 1.081 11 2.048 1.488 2.015 2.629 2.165 2.381 71 Representatividade Estadual Nacional 0,27% 3,98% 0,09% 4,56% 0,19% 5,04% 0,10% 2,78% 0,03% 3,60% 0,10% 5,95% 0,02% 4,54% 0,03% 4,05% 0,02% 4,16% 0,00% 1,63% 0,01% 6,17% 0,06% 4,21% 0,71% 2,94% 0,29% 3,97% 0,30% 5,68% 0,00% 0,00% 0,39% 5,35% 0,02% 4,70% 0,00% 2,86% 0,00% 5,36% 0,28% 4,78% 0,00% 0,04% 0,17% 4,81% 0,08% 5,62% 0,01% 4,92% 0,00% 4,40% 0,01% 4,52% 0,02% 3,03% 0,12% 3,71% 0,29% 3,97% 0,00% 0,48% 0,55% 8,51% 0,40% 5,72% 0,54% 4,92% 0,70% 5,79% 0,00% 0,00% 0,58% 4,03% 0,64% 4,13% 0,02% 3,58% QL 0,76 0,87 0,96 0,53 0,69 1,13 0,86 0,77 0,79 0,31 1,18 0,80 0,56 0,76 1,08 1,07 1,62 1,09 0,94 1,10 0,77 0,79 0,68 Relatório Estadual Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0 Grupo 721 - Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais Grupo 722 - Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências sociais e humanas Grupo 731 - Publicidade Grupo 732 - Pesquisas de mercado e de opinião pública Grupo 741 - Design e decoração de interiores Grupo 742 - Atividades fotográficas e similares Grupo 749 - Atividades profissionais, científicas e técnicas não especificadas anteriormente Grupo 750 - Atividades veterinárias Grupo 771 - Locação de meios de transporte sem condutor Grupo 772 - Aluguel de objetos pessoais e domésticos Grupo 773 - Aluguel de máquinas e equipamentos sem operador Grupo 774 - Gestão de ativos intangíveis não financeiros Grupo 781 - Seleção e agenciamento de mão de obra Grupo 782 - Locação de mão de obra temporária Grupo 783 - Fornecimento e gestão de recursos humanos para terceiros Grupo 791 - Agências de viagens e operadores turísticos Grupo 799 - Serviços de reservas e outros serviços de turismo não especificados anteriormente Grupo 801 - Atividades de vigilância, segurança privada e transporte de valores Grupo 802 - Atividades de monitoramento de sistemas de segurança Grupo 803 - Atividades de investigação particular Grupo 811 - Serviços combinados para apoio a edifícios Grupo 812 - Atividades de limpeza Grupo 813 - Atividades paisagísticas Grupo 821 - Serviços de escritório e apoio administrativo Grupo 822 - Atividades de tele atendimento Grupo 823 - Atividades de organização de eventos, exceto culturais e esportivos Grupo 829 - Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas Grupo 841 - Administração do estado e da política econômica e social Grupo 842 - Serviços coletivos prestados pela administração pública Grupo 843 - Seguridade social obrigatória Grupo 851 - Educação infantil e ensino fundamental Grupo 852 - Ensino médio Grupo 853 - Educação superior Grupo 854 - Educação profissional de nível técnico e tecnológico Grupo 855 - Atividades de apoio à educação Grupo 859 - Outras atividades de ensino Grupo 861 - Atividades de atendimento hospitalar Grupo 862 - Serviços móveis de atendimento a urgências e de remoção de pacientes Grupo 863 - Atividades de atenção ambulatorial executadas por médicos e odontólogos ME 49 35 1.288 63 88 527 1.485 212 443 1.616 488 32 278 552 32 1.162 39 165 64 20 7.569 477 337 1.241 91 498 6.016 455 83 37 1.154 126 127 127 108 1.857 220 14 5.021 112 PE 30 41 2 18 23 1 19 12 48 5 61 2 42 29 5 142 56 9 73 10 8 234 115 5 2 307 56 26 15 1 215 119 72 Empresas - 2008 MDE 9 1 2 2 1 18 2 1 24 1 7 13 5 2 21 65 1 33 8 16 2 29 25 2 GE 5 1 1 4 14 1 40 2 7 23 8 6 1 23 290 10 3 10 12 37 4 1 19 52 2 Total 93 36 1.332 65 88 547 1.509 213 462 1.628 536 32 288 645 36 1.206 39 258 72 20 7.725 569 346 1.327 109 507 6.294 925 98 43 1.504 202 206 148 110 2.120 416 14 5.097 Representatividade Estadual Nacional 0,02% 5,77% 0,01% 3,55% 0,36% 4,15% 0,02% 3,29% 0,02% 3,64% 0,15% 5,51% 0,40% 4,02% 0,06% 4,97% 0,12% 3,45% 0,43% 7,49% 0,14% 3,34% 0,01% 4,69% 0,08% 4,73% 0,17% 8,94% 0,01% 2,80% 0,32% 5,20% 0,01% 2,93% 0,07% 4,11% 0,02% 3,98% 0,01% 3,70% 2,06% 4,92% 0,15% 4,38% 0,09% 4,99% 0,35% 3,50% 0,03% 3,99% 0,14% 3,80% 1,68% 4,65% 0,25% 5,04% 0,03% 3,43% 0,01% 5,76% 0,40% 2,51% 0,05% 2,92% 0,05% 3,63% 0,04% 4,24% 0,03% 1,38% 0,57% 4,22% 0,11% 3,09% 0,00% 3,38% 1,36% 4,25% QL 1,10 0,68 0,79 0,63 0,69 1,05 0,77 0,95 0,66 1,43 0,64 0,89 0,90 1,70 0,53 0,99 0,56 0,78 0,76 0,70 0,94 0,83 0,95 0,67 0,76 0,73 0,89 - Relatório Estadual Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0 Grupo 864 - Atividades de serviços de complementação diagnóstica e terapêutica Grupo 865 - Atividades de profissionais da área de saúde, exceto médicos e odontólogos Grupo 866 - Atividades de apoio à gestão de saúde Grupo 869 - Atividades de atenção à saúde humana não especificadas anteriormente Grupo 871 - Atividades de assistência a idosos, deficientes físicos, imunodeprimidos e convalescentes, e de infraestrutura e apoio a pacientes prestadas em residências coletivas e particulares Grupo 872 - Atividades de assistência psicossocial e à saúde a portadores de distúrbios psíquicos, deficiência mental e dependência química Grupo 873 - Atividades de assistência social prestadas em residências coletivas e particulares Grupo 880 - Serviços de assistência social sem alojamento Grupo 900 - Atividades artísticas, criativas e de espetáculos Grupo 910 - Atividades ligadas ao patrimônio cultural e ambiental Grupo 920 - Atividades de exploração de jogos de azar e apostas Grupo 931 - Atividades esportivas Grupo 932 - Atividades de recreação e lazer Grupo 941 - Atividades de organizações associativas patronais, empresariais e profissionais Grupo 942 - Atividades de organizações sindicais Grupo 943 - Atividades de associações de defesa de direitos sociais Grupo 949 - Atividades de organizações associativas não especificadas anteriormente Grupo 951 - Reparação e manutenção de equipamentos de informática e comunicação Grupo 952 - Reparação e manutenção de objetos e equipamentos pessoais e domésticos Grupo 960 - Outras atividades de serviços pessoais Grupo 970 - Serviços domésticos Grupo 990 - Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais Total Empresas - 2008 MDE GE 6 3 1 3 2 QL PE 92 16 2 25 272 27 - - 299 0,08% 5,36% - 72 6 1 - 79 0,02% 6,63% - 99 261 764 89 128 3.692 2.007 848 1.210 10.412 12.841 736 2.455 4.048 940 21 352.145 14 16 5 1 69 49 37 44 248 166 16 38 107 1 19.279 1 5 3 6 3 2 5 28 18 1 2 9 2.002 1 1 2 4 6 18 5 6 1.203 115 282 772 90 128 3.768 2.061 891 1.265 10.706 13.030 753 2.495 4.170 941 21 374.629 0,03% 0,08% 0,21% 0,02% 0,03% 1,01% 0,55% 0,24% 0,34% 2,86% 3,48% 0,20% 0,67% 1,11% 0,25% 0,01% 100,00% 3,26% 3,89% 3,65% 4,87% 6,43% 9,62% 9,19% 5,62% 6,30% 7,22% 5,85% 3,14% 6,58% 4,49% 7,97% 2,67% 5,24% 0,70 0,93 1,23 1,83 1,75 0,60 1,25 0,86 - Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de Informações Sociais. Nota: Sinal convencional utilizado: - Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento. 113 Total 1.160 1.630 95 787 Representatividade Estadual Nacional 0,31% 4,41% 0,44% 4,06% 0,03% 5,72% 0,21% 4,08% ME 1.059 1.613 93 757 - Relatório Estadual APÊNDICE C Relação de empregos do estado, segundo o porte e representatividade 114 Relatório Estadual Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0 Grupo 011 - Produção de lavouras temporárias Grupo 012 - Horticultura e floricultura Grupo 013 - Produção de lavouras permanentes Grupo 014 - Produção de sementes e mudas certificadas Grupo 015 - Pecuária Grupo 016 - Atividades de apoio à agricultura e à pecuária; atividades de pós colheita Grupo 017 - Caça e serviços relacionados Grupo 021 - Produção florestal - florestas plantadas Grupo 022 - Produção florestal - florestas nativas Grupo 023 - Atividades de apoio à produção florestal Grupo 031 - Pesca Grupo 032 - Aqüicultura Grupo 050 - Extração de carvão mineral Grupo 060 - Extração de petróleo e gás natural Grupo 071 - Extração de minério de ferro Grupo 072 - Extração de minerais metálicos não ferrosos Grupo 081 - Extração de pedra, areia e argila Grupo 089 - Extração de outros minerais não metálicos Grupo 091 - Atividades de apoio à extração de petróleo e gás natural Grupo 099 - Atividades de apoio à extração de minerais, exceto petróleo e gás natural Grupo 101 - Abate e fabricação de produtos de carne Grupo 102 - Preservação do pescado e fabricação de produtos do pescado Grupo 103 - Fabricação de conservas de frutas, legumes e outros vegetais Grupo 104 - Fabricação de óleos e gorduras vegetais e animais Grupo 105 - Laticínios Grupo 106 - Moagem, fabricação de produtos amiláceos e de alimentos para animais Grupo 107 - Fabricação e refino de açúcar Grupo 108 - Torrefação e moagem de café Grupo 109 - Fabricação de outros produtos alimentícios Grupo 111 - Fabricação de bebidas alcoólicas Grupo 112 - Fabricação de bebidas não alcoólicas Grupo 121 - Processamento industrial do fumo Grupo 122 - Fabricação de produtos do fumo Grupo 131 - Preparação e fiação de fibras têxteis Grupo 132 - Tecelagem, exceto malha Grupo 133 - Fabricação de tecidos de malha Grupo 134 - Acabamentos em fios, tecidos e artefatos têxteis Grupo 135 - Fabricação de artefatos têxteis, exceto vestuário Grupo 141 - Confecção de artigos do vestuário e acessórios ME 3.221 547 2.116 95 4.017 2.644 1.608 112 406 848 144 104 6 31 1.319 251 23 71 1.604 292 630 12 1.135 1.342 13 72 5.680 351 143 30 47 292 694 950 2.690 2.098 26.506 115 PE 1.567 857 1.723 11 3.635 1.345 2.045 73 953 1.154 30 413 55 42 974 554 181 100 2.365 524 524 166 1.895 4.203 83 4.264 565 683 119 66 1.318 1.339 1.706 3.595 3.576 30.730 Empregos - 2008 MDE GE 407 418 54 932 5.574 1.463 2.501 360 493 954 584 355 1.278 533 346 63 1.149 2.438 5.988 46.816 335 3.044 323 477 1.255 1.663 1.705 2.568 3.929 474 568 281 287 4.366 1.683 1.502 6.045 4.184 1.317 3.849 647 4.020 12.377 17.762 14.062 Total 5.613 1.458 10.345 106 11.616 4.842 5.191 185 2.992 2.881 237 4.104 55 6 73 2.293 805 204 171 56.773 4.195 1.477 1.910 4.693 7.250 13 155 16.441 1.390 1.394 430 400 7.659 9.580 8.157 10.781 22.071 89.060 Representatividade Estadual Nacional 0,32% 1,39% 0,08% 3,94% 0,58% 3,79% 0,01% 1,00% 0,65% 2,51% 0,27% 3,66% 0,00% 0,00% 0,29% 7,93% 0,01% 2,87% 0,17% 5,71% 0,16% 30,99% 0,01% 2,62% 0,23% 71,45% 0,00% 0,21% 0,00% 0,02% 0,00% 0,32% 0,13% 4,30% 0,05% 3,29% 0,01% 0,57% 0,01% 4,93% 3,19% 14,37% 0,24% 31,17% 0,08% 3,46% 0,11% 5,95% 0,26% 4,84% 0,41% 6,78% 0,00% 0,00% 0,01% 0,78% 0,92% 5,76% 0,08% 2,95% 0,08% 2,16% 0,02% 13,77% 0,02% 3,10% 0,43% 12,25% 0,54% 17,01% 0,46% 33,44% 0,61% 29,42% 1,24% 17,85% 5,01% 14,67% QL 0,31 0,87 0,84 0,22 0,56 0,81 1,76 0,64 1,27 6,88 0,58 15,85 0,05 0,00 0,07 0,95 0,73 0,13 1,09 3,19 6,92 0,77 1,32 1,07 1,51 0,00 0,17 1,28 0,65 0,48 3,06 0,69 2,72 3,78 7,42 6,53 3,96 3,26 Relatório Estadual Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0 Grupo 142 - Fabricação de artigos de malharia e tricotagem Grupo 151 - Curtimento e outras preparações de couro Grupo 152 - Fabricação de artigos para viagem e de artefatos diversos de couro Grupo 153 - Fabricação de calçados Grupo 154 - Fabricação de partes para calçados, de qualquer material Grupo 161 - Desdobramento de madeira Grupo 162 - Fabricação de produtos de madeira, cortiça e material trançado, exceto móveis Grupo 171 - Fabricação de celulose e outras pastas para a fabricação de papel Grupo 172 - Fabricação de papel, cartolina e papel cartão Grupo 173 - Fabricação de embalagens de papel, cartolina, papel cartão e papelão ondulado Grupo 174 - Fabricação de produtos diversos de papel, cartolina, papel cartão e papelão ondulado Grupo 181 - Atividade de impressão Grupo 182 - Serviços de pré-impressão e acabamentos gráficos Grupo 183 - Reprodução de materiais gravados em qualquer suporte Grupo 191 - Coquerias Grupo 192 - Fabricação de produtos derivados do petróleo Grupo 193 - Fabricação de biocombustíveis Grupo 201 - Fabricação de produtos químicos inorgânicos Grupo 202 - Fabricação de produtos químicos orgânicos Grupo 203 - Fabricação de resinas e elastômeros Grupo 204 - Fabricação de fibras artificiais e sintéticas Grupo 205 - Fabricação de defensivos agrícolas e desinfestantes domissanitários Grupo 206 - Fabricação de sabões, detergentes, produtos de limpeza, cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal Grupo 207 - Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes, lacas e produtos afins Grupo 209 - Fabricação de produtos e preparados químicos diversos Grupo 211 - Fabricação de produtos farmoquímicos Grupo 212 - Fabricação de produtos farmacêuticos Grupo 221 - Fabricação de produtos de borracha Grupo 222 - Fabricação de produtos de material plástico Grupo 231 - Fabricação de vidro e de produtos do vidro Grupo 232 - Fabricação de cimento Grupo 233 - Fabricação de artefatos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso e materiais semelhantes Grupo 234 - Fabricação de produtos cerâmicos Grupo 239 - Aparelhamento de pedras e fabricação de outros produtos de minerais não metálicos Grupo 241 - Produção de ferro gusa e de ferroligas Grupo 242 - Siderurgia Grupo 243 - Produção de tubos de aço, exceto tubos sem costura Grupo 244 - Metalurgia dos metais não ferrosos Empregos - 2008 MDE GE 2.033 3.450 119 769 265 2.664 504 2.957 7.527 4.295 4.190 2.051 2.364 2.303 1.266 296 102 332 129 138 - QL PE 942 75 311 2.673 30 3.584 8.255 241 830 1.392 1.415 1.133 570 155 103 222 41 191 26 - 591 650 217 - 1.458 0,08% 1,97% 0,44 401 621 11 176 955 3.755 174 4 407 782 25 234 1.065 8.255 522 87 1.067 1.531 499 1.864 14.014 814 103 5.226 - 1.875 2.934 36 909 3.884 31.250 1.510 194 0,11% 0,17% 0,00% 0,05% 0,22% 1,76% 0,08% 0,01% 6,38% 4,37% 0,61% 1,07% 4,09% 9,82% 4,64% 1,42% 1,41 0,97 0,14 0,24 0,91 2,18 1,03 0,31 4.044 2.868 1.444 - 8.356 0,47% 8,93% 1,98 4.029 1.735 21 88 28 327 4.363 514 37 130 158 318 5.060 157 629 594 4.478 1.097 - 17.930 2.406 58 847 1.283 1.239 1,01% 0,14% 0,00% 0,05% 0,07% 0,07% 11,56% 3,57% 0,23% 1,00% 8,45% 2,46% 2,57 0,79 0,05 0,22 1,88 0,55 116 Total 7.099 1.014 1.097 7.143 173 12.565 26.458 319 7.217 6.698 3.371 3.301 1.575 20 216 220 12 736 126 253 157 154 Representatividade Estadual Nacional 0,40% 23,58% 0,06% 2,64% 0,06% 3,54% 0,40% 2,44% 0,01% 1,30% 0,71% 14,29% 1,49% 22,35% 0,02% 2,45% 0,41% 18,82% 0,38% 12,03% 0,19% 6,20% 0,19% 4,69% 0,09% 4,17% 0,00% 0,43% 0,01% 90,38% 0,01% 1,14% 0,00% 0,01% 0,04% 2,18% 0,01% 0,63% 0,01% 2,13% 0,01% 3,76% 0,01% 2,05% ME 674 51 521 1.302 143 6.024 6.381 78 146 639 690 1.872 903 20 61 117 12 182 85 62 2 16 5,23 0,59 0,79 0,54 0,29 3,17 4,96 0,54 4,18 2,67 1,38 1,04 0,93 0,10 20,05 0,25 0,00 0,48 0,14 0,47 0,83 0,46 Relatório Estadual Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0 Grupo 245 - Fundição Grupo 251 - Fabricação de estruturas metálicas e obras de caldeiraria pesada Grupo 252 - Fabricação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras Grupo 253 - Forjaria, estamparia, metalurgia do pó e serviços de tratamento de metais Grupo 254 - Fabricação de artigos de cutelaria, de serralheria e ferramentas Grupo 255 - Fabricação de equipamento bélico pesado, armas de fogo e munições Grupo 259 - Fabricação de produtos de metal não especificados anteriormente Grupo 261 - Fabricação de componentes eletrônicos Grupo 262 - Fabricação de equipamentos de informática e periféricos Grupo 263 - Fabricação de equipamentos de comunicação Grupo 264 - Fabricação de aparelhos de recepção, reprodução, gravação e amplificação de áudio e vídeo Grupo 265 - Fabricação de aparelhos e instrumentos de medida, teste e controle; cronômetros e relógios Grupo 266 - Fabricação de aparelhos eletromédicos e eletroterapêuticos e equipamentos de irradiação Grupo 267 - Fabricação de equipamentos e instrumentos ópticos, fotográficos e cinematográficos Grupo 268 - Fabricação de mídias virgens, magnéticas e ópticas Grupo 271 - Fabricação de geradores, transformadores e motores elétricos Grupo 272 - Fabricação de pilhas, baterias e acumuladores elétricos Grupo 273 - Fabricação de equipamentos para distribuição e controle de energia elétrica Grupo 274 - Fabricação de lâmpadas e outros equipamentos de iluminação Grupo 275 - Fabricação de eletrodomésticos Grupo 279 - Fabricação de equipamentos e aparelhos elétricos não especificados anteriormente Grupo 281 - Fabricação de motores, bombas, compressores e equipamentos de transmissão Grupo 282 - Fabricação de máquinas e equipamentos de uso geral Grupo 283 - Fabricação de tratores e de máquinas e equipamentos para a agricultura e pecuária Grupo 284 - Fabricação de máquinas ferramenta Grupo 285 - Fabricação de máquinas e equipamentos de uso na extração mineral e na construção Grupo 286 - Fabricação de máquinas e equipamentos de uso industrial específico Grupo 291 - Fabricação de automóveis, camionetas e utilitários Grupo 292 - Fabricação de caminhões e ônibus Grupo 293 - Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para veículos automotores Grupo 294 - Fabricação de peças e acessórios para veículos automotores Grupo 295 - Recondicionamento e recuperação de motores para veículos automotores Grupo 301 - Construção de embarcações Grupo 303 - Fabricação de veículos ferroviários Grupo 304 - Fabricação de aeronaves Grupo 305 - Fabricação de veículos militares de combate Grupo 309 - Fabricação de equipamentos de transporte não especificados anteriormente Empregos - 2008 MDE GE 2.859 9.203 1.516 401 2.609 469 1.686 1.930 528 156 400 1.121 QL PE 2.111 2.036 383 3.079 625 4.166 309 253 78 46 20 377 - 443 0,02% 2,32% 0,51 236 409 - 2.058 2.703 0,15% 11,40% 2,53 14 20 - - 34 0,00% 0,72% 0,16 19 136 98 238 286 90 374 195 1.927 926 460 54 2.170 5 19 616 631 224 193 75 401 443 684 273 339 540 306 2.863 1.127 449 76 5.016 585 1.356 213 513 350 101 1.359 1.441 234 1.106 661 1.492 2.197 1.168 419 2.100 828 1.592 115 1.137 371 10.025 7.065 7.585 550 1.785 506 4.016 3.815 837 - 120 11.921 541 2.363 793 8.600 1.575 9.578 7.537 5.006 909 549 9.792 5 19 6.045 7.394 552 2.680 796 0,01% 0,00% 0,67% 0,03% 0,13% 0,04% 0,48% 0,09% 0,54% 0,42% 0,28% 0,05% 0,03% 0,55% 0,00% 0,00% 0,34% 0,42% 0,03% 0,15% 0,00% 0,00% 0,00% 0,04% 3,49% 0,00% 30,69% 5,84% 4,18% 5,69% 19,25% 5,01% 16,97% 6,43% 8,78% 4,57% 2,57% 11,44% 0,01% 0,09% 11,69% 2,58% 6,46% 9,11% 0,00% 0,00% 0,00% 2,64% 0,77 6,81 1,30 0,93 1,26 4,27 1,11 3,77 1,43 1,95 1,01 0,57 2,54 0,00 0,02 2,59 0,57 1,43 2,02 0,59 117 Total 14.907 7.063 915 7.962 2.758 11.630 982 584 1.637 Representatividade Estadual Nacional 0,84% 18,83% 0,40% 6,05% 0,05% 6,05% 0,45% 6,92% 0,16% 4,90% 0,00% 0,00% 0,65% 6,69% 0,06% 2,51% 0,03% 1,44% 0,09% 6,75% ME 734 3.511 131 2.274 1.664 3.848 145 175 38 4,18 1,34 1,34 1,54 1,09 1,48 0,56 0,32 1,50 Relatório Estadual Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0 Grupo 310 - Fabricação de móveis Grupo 321 - Fabricação de artigos de joalheria, bijuteria e semelhantes Grupo 322 - Fabricação de instrumentos musicais Grupo 323 - Fabricação de artefatos para pesca e esporte Grupo 324 - Fabricação de brinquedos e jogos recreativos Grupo 325 - Fabricação de instrumentos e materiais para uso médico e odontológico e de artigos ópticos Grupo 329 - Fabricação de produtos diversos Grupo 331 - Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos Grupo 332 - Instalação de máquinas e equipamentos Grupo 351 - Geração, transmissão e distribuição de energia elétrica Grupo 352 - Produção e distribuição de combustíveis gasosos por redes urbanas Grupo 353 - Produção e distribuição de vapor, água quente e ar condicionado Grupo 360 - Captação, tratamento e distribuição de água Grupo 370 - Esgoto e atividades relacionadas Grupo 381 - Coleta de resíduos Grupo 382 - Tratamento e disposição de resíduos Grupo 383 - Recuperação de materiais Grupo 390 - Descontaminação e outros serviços de gestão de resíduos Grupo 411 - Incorporação de empreendimentos imobiliários Grupo 412 - Construção de edifícios Grupo 421 - Construção de rodovias, ferrovias, obras urbanas e obras de arte especiais Grupo 422 - Obras de infraestrutura para energia elétrica, telecomunicações, água, esgoto e transporte por dutos Grupo 429 - Construção de outras obras de infraestrutura Grupo 431 - Demolição e preparação do terreno Grupo 432 - Instalações elétricas, hidráulicas e outras instalações em construções Grupo 433 - Obras de acabamento Grupo 439 - Outros serviços especializados para construção Grupo 451 - Comércio de veículos automotores Grupo 452 - Manutenção e reparação de veículos automotores Grupo 453 - Comércio de peças e acessórios para veículos automotores Grupo 454 - Comércio, manutenção e reparação de motocicletas, peças e acessórios Grupo 461 - Representantes comerciais e agentes do comércio, exceto de veículos automotores e motocicletas Grupo 462 - Comércio atacadista de matérias-primas agrícolas e animais vivos Grupo 463 - Comércio atacadista especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo Grupo 464 - Comércio atacadista de produtos de consumo não alimentar Grupo 465 - Comércio atacadista de equipamentos e produtos de tecnologias de informação e comunicação Empregos - 2008 MDE GE 8.335 983 129 - QL PE 8.754 80 56 69 160 309 291 394 - 994 0,06% 2,41% 0,53 857 1.640 537 344 1 841 178 293 83 1.185 15 1.567 15.133 1.324 654 783 517 1.211 99 1.496 579 1.010 209 1.516 69 1.305 15.119 2.928 429 693 204 3.786 1.741 610 1.649 215 249 198 5.812 2.395 1.152 1.827 1.192 1.768 3.092 3.116 1.258 7.168 100 4.078 1.367 4.144 507 2.950 84 3.070 36.064 8.415 0,17% 0,18% 0,07% 0,40% 0,01% 0,00% 0,23% 0,08% 0,23% 0,03% 0,17% 0,00% 0,17% 2,03% 0,47% 6,98% 3,52% 7,51% 6,11% 3,85% 0,00% 3,43% 3,78% 5,50% 2,14% 10,53% 7,27% 4,23% 4,63% 3,22% 1,55 0,78 1,67 1,36 0,85 0,76 0,84 1,22 0,48 2,34 1,61 0,94 1,03 0,71 532 1.588 1.092 7.849 11.061 0,62% 6,68% 1,48 1.389 1.352 2.261 2.159 1.935 2.584 7.861 10.425 1.767 1.613 1.069 1.685 1.472 1.901 5.599 3.541 7.567 1.525 1.171 559 429 861 3.961 71 402 154 505 1.027 - 4.173 2.980 4.880 3.631 4.697 13.171 11.473 18.394 3.446 0,23% 0,17% 0,27% 0,20% 0,26% 0,74% 0,65% 1,03% 0,19% 1,42% 4,65% 3,19% 4,07% 4,32% 5,87% 7,33% 5,15% 4,70% 0,32 1,03 0,71 0,90 0,96 1,30 1,63 1,14 1,04 1.507 1.245 550 513 3.815 0,21% 6,68% 1,48 1.004 4.117 4.146 1.311 6.008 3.772 298 2.924 980 423 5.041 1.323 3.036 18.090 10.221 0,17% 1,02% 0,57% 5,96% 4,98% 4,01% 1,32 1,11 0,89 276 276 148 150 850 0,05% 3,29% 0,73 118 Total 26.077 236 70 210 400 Representatividade Estadual Nacional 1,47% 11,39% 0,01% 1,43% 0,00% 3,39% 0,01% 6,10% 0,02% 3,56% ME 8.005 156 14 141 111 2,53 0,32 0,75 1,35 0,79 Relatório Estadual Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0 Grupo 466 - Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos, exceto de tecnologias de informação e comunicação Grupo 467 - Comércio atacadista de madeira, ferragens, ferramentas, materiais elétricos e materiais de construção Grupo 468 - Comércio atacadista especializado em outros produtos Grupo 469 - Comércio atacadista não especializado Grupo 471 - Comércio varejista não especializado Grupo 472 - Comércio varejista de produtos alimentícios, bebidas e fumo Grupo 473 - Comércio varejista de combustíveis para veículos automotores Grupo 474 - Comércio varejista de material de construção Grupo 475 - Comércio varejista de equipamentos de informática e comunicação; equipamentos e artigos de uso doméstico Grupo 476 - Comércio varejista de artigos culturais, recreativos e esportivos Grupo 477 - Comércio varejista de produtos farmacêuticos, perfumaria e cosméticos e artigos médicos, ópticos e ortopédicos Grupo 478 - Comércio varejista de produtos novos não especificados anteriormente e de produtos usados Grupo 479 - Comércio ambulante e outros tipos de comércio varejista Grupo 491 - Transporte ferroviário e metroferroviário Grupo 492 - Transporte rodoviário de passageiros Grupo 493 - Transporte rodoviário de carga Grupo 494 - Transporte dutoviário Grupo 495 - Trens turísticos, teleféricos e similares Grupo 501 - Transporte marítimo de cabotagem e longo curso Grupo 502 - Transporte por navegação interior Grupo 503 - Navegação de apoio Grupo 509 - Outros transportes aquaviários Grupo 511 - Transporte aéreo de passageiros Grupo 512 - Transporte aéreo de carga Grupo 513 - Transporte espacial Grupo 521 - Armazenamento, carga e descarga Grupo 522 - Atividades auxiliares dos transportes terrestres Grupo 523 - Atividades auxiliares dos transportes aquaviários Grupo 524 - Atividades auxiliares dos transportes aéreos Grupo 525 - Atividades relacionadas à organização do transporte de carga Grupo 531 - Atividades de Correio Grupo 532 - Atividades de malote e de entrega Grupo 551 - Hotéis e similares Grupo 559 - Outros tipos de alojamento não especificados anteriormente Grupo 561 - Restaurantes e outros serviços de alimentação e bebidas Grupo 562 - Serviços de catering, bufê e outros serviços de comida preparada ME PE 1.536 2.228 2.170 3.706 682 12.571 10.447 4.854 14.573 Empregos - 2008 MDE GE 382 466 2.241 763 4.946 930 14.821 6.992 11.472 12.589 1.072 493 8.606 667 874 1.452 18.472 11.891 1.041 4.975 1.797 252 9.836 3.686 134 36.044 19.001 2.077 33 1.725 12.846 3 19 16 30 28 31 276 871 191 44 438 919 499 3.047 520 19.815 1.275 2.529 14.955 27 39 56 99 84 122 30 1.273 776 466 150 779 1.698 572 7.505 561 17.326 1.936 2.028 4.470 155 902 146 522 340 154 793 217 1.697 2.458 661 119 Total Representatividade Estadual Nacional QL 4.612 0,26% 5,14% 1,14 301 5.475 0,31% 6,55% 1,45 612 1.587 25.613 616 1.804 10.336 3.692 61.611 18.722 17.200 30.418 0,58% 0,21% 3,47% 1,05% 0,97% 1,71% 5,43% 3,67% 4,68% 3,80% 6,16% 5,07% 1,21 0,82 1,04 0,84 1,37 1,12 563 31.967 1,80% 4,42% 0,98 - 7.024 0,40% 3,78% 0,84 178 13.834 0,78% 3,02% 0,67 1.750 58.872 3,31% 4,68% 1,04 263 12.770 6.266 111 180 386 5.627 413 1.160 409 1.037 1.350 593 3.001 296 19.052 38.537 27 111 42 255 115 114 691 61 8.078 2.206 2.339 534 1.780 4.447 1.288 13.599 1.081 40.192 6.873 0,00% 0,02% 1,07% 2,17% 0,00% 0,01% 0,00% 0,01% 0,01% 0,01% 0,04% 0,00% 0,00% 0,45% 0,12% 0,13% 0,03% 0,10% 0,25% 0,07% 0,77% 0,06% 2,26% 0,39% 0,00% 0,62% 2,97% 6,40% 3,08% 48,05% 0,42% 2,49% 2,08% 3,99% 1,29% 2,22% 0,00% 8,69% 2,54% 7,21% 1,72% 3,49% 3,52% 3,37% 5,46% 5,77% 4,69% 3,35% 0,14 0,66 1,42 0,68 10,66 0,09 0,55 0,46 0,88 0,29 0,49 1,93 0,56 1,60 0,38 0,77 0,78 0,75 1,21 1,28 1,04 0,74 Relatório Estadual Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0 Grupo 581 - Edição de livros, jornais, revistas e outras atividades de edição Grupo 582 - Edição integrada à impressão de livros, jornais, revistas e outras publicações Grupo 591 - Atividades cinematográficas, produção de vídeos e de programas de televisão Grupo 592 - Atividades de gravação de som e de edição de música Grupo 601 - Atividades de rádio Grupo 602 - Atividades de televisão Grupo 611 - Telecomunicações por fio Grupo 612 - Telecomunicações sem fio Grupo 613 - Telecomunicações por satélite Grupo 614 - Operadoras de televisão por assinatura Grupo 619 - Outras atividades de telecomunicações Grupo 620 - Atividades dos serviços de tecnologia da informação Grupo 631 - Tratamento de dados, hospedagem na internet e outras atividades relacionadas Grupo 639 - Outras atividades de prestação de serviços de informação Grupo 641 - Banco Central Grupo 642 - Intermediação monetária depósitos à vista Grupo 643 - Intermediação não monetária outros instrumentos de captação Grupo 644 - Arrendamento mercantil Grupo 645 - Sociedades de capitalização Grupo 646 - Atividades de sociedades de participação Grupo 647 - Fundos de investimento Grupo 649 - Atividades de serviços financeiros não especificadas anteriormente Grupo 651 - Seguros de vida e não vida Grupo 652 - Seguros saúde Grupo 653 - Resseguros Grupo 654 - Previdência complementar Grupo 655 - Planos de saúde Grupo 661 - Atividades auxiliares dos serviços financeiros Grupo 662 - Atividades auxiliares dos seguros, da previdência complementar e dos planos de saúde Grupo 663 - Atividades de administração de fundos por contrato ou comissão Grupo 681 - Atividades imobiliárias de imóveis próprios Grupo 682 - Atividades imobiliárias por contrato ou comissão Grupo 691 - Atividades jurídicas Grupo 692 - Atividades de contabilidade, consultoria e auditoria contábil e tributária Grupo 701 - Sedes de empresas e unidades administrativas locais Grupo 702 - Atividades de consultoria em gestão empresarial Grupo 711 - Serviços de arquitetura e engenharia e atividades técnicas relacionadas Grupo 712 - Testes e análises técnicas Empregos - 2008 MDE GE 142 601 854 75 314 593 56 627 72 112 213 153 54 1.247 3.199 87 4.931 356 254 1.838 2.246 50 262 108 119 409 1.409 - QL PE 432 1.285 332 138 1.774 370 148 173 110 259 2.393 1.164 993 9.179 405 139 464 292 36 181 300 260 766 489 55 - 1.310 0,07% 3,81% 0,85 7 775 990 2.234 3.582 542 1.410 69 421 864 1.836 2.981 383 2.003 99 123 164 366 125 649 - 313 1.513 2.042 110 7 1.196 1.977 4.547 6.929 2.563 6.104 278 0,00% 0,07% 0,11% 0,26% 0,39% 0,00% 0,14% 0,34% 0,02% 0,16% 4,98% 3,67% 4,25% 6,56% 0,00% 2,70% 3,10% 2,02% 0,03 1,10 0,82 0,94 1,46 0,60 0,69 0,45 120 Total 870 3.541 589 268 2.201 1.375 907 413 6 499 450 8.317 7.178 2.436 16.670 761 5 468 981 595 53 5 338 2.198 542 Representatividade Estadual Nacional 0,05% 3,15% 0,20% 4,00% 0,03% 3,55% 0,02% 7,05% 0,12% 6,74% 0,08% 2,89% 0,05% 2,53% 0,02% 1,10% 0,00% 0,23% 0,03% 3,85% 0,03% 1,15% 0,47% 4,24% 0,40% 10,39% 0,14% 4,78% 0,00% 0,00% 0,94% 3,44% 0,04% 4,05% 0,00% 0,00% 0,00% 0,35% 0,03% 1,77% 0,00% 0,00% 0,06% 3,88% 0,03% 1,77% 0,00% 0,98% 0,00% 0,80% 0,02% 2,55% 0,12% 3,34% 0,03% 1,44% ME 296 801 257 55 427 98 76 56 6 23 137 1.478 996 833 3.407 44 5 221 517 303 17 5 38 80 282 0,70 0,89 0,79 1,56 1,50 0,64 0,56 0,24 0,05 0,85 0,26 0,94 2,30 1,06 0,76 0,90 0,08 0,39 0,86 0,39 0,22 0,18 0,57 0,74 0,32 Relatório Estadual Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0 Grupo 721 - Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais Grupo 722 - Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências sociais e humanas Grupo 731 - Publicidade Grupo 732 - Pesquisas de mercado e de opinião pública Grupo 741 - Design e decoração de interiores Grupo 742 - Atividades fotográficas e similares Grupo 749 - Atividades profissionais, científicas e técnicas não especificadas anteriormente Grupo 750 - Atividades veterinárias Grupo 771 - Locação de meios de transporte sem condutor Grupo 772 - Aluguel de objetos pessoais e domésticos Grupo 773 - Aluguel de máquinas e equipamentos sem operador Grupo 774 - Gestão de ativos intangíveis não financeiros Grupo 781 - Seleção e agenciamento de mão de obra Grupo 782 - Locação de mão de obra temporária Grupo 783 - Fornecimento e gestão de recursos humanos para terceiros Grupo 791 - Agências de viagens e operadores turísticos Grupo 799 - Serviços de reservas e outros serviços de turismo não especificados anteriormente Grupo 801 - Atividades de vigilância, segurança privada e transporte de valores Grupo 802 - Atividades de monitoramento de sistemas de segurança Grupo 803 - Atividades de investigação particular Grupo 811 - Serviços combinados para apoio a edifícios Grupo 812 - Atividades de limpeza Grupo 813 - Atividades paisagísticas Grupo 821 - Serviços de escritório e apoio administrativo Grupo 822 - Atividades de tele atendimento Grupo 823 - Atividades de organização de eventos, exceto culturais e esportivos Grupo 829 - Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas Grupo 841 - Administração do estado e da política econômica e social Grupo 842 - Serviços coletivos prestados pela administração pública Grupo 843 - Seguridade social obrigatória Grupo 851 - Educação infantil e ensino fundamental Grupo 852 - Ensino médio Grupo 853 - Educação superior Grupo 854 - Educação profissional de nível técnico e tecnológico Grupo 855 - Atividades de apoio à educação Grupo 859 - Outras atividades de ensino Grupo 861 - Atividades de atendimento hospitalar Grupo 862 - Serviços móveis de atendimento a urgências e de remoção de pacientes Grupo 863 - Atividades de atenção ambulatorial executadas por médicos e odontólogos ME 21 4 686 22 38 578 460 133 471 1.149 660 15 92 505 13 1.250 38 111 95 6 10.130 442 201 1.694 107 250 4.455 1.050 39 20 1.745 171 105 172 34 2.808 281 17 5.691 121 PE 796 680 28 274 501 10 311 159 818 99 1.418 60 666 834 153 2.403 1.333 127 1.220 223 180 4.352 2.810 134 27 6.562 1.415 611 358 19 3.631 2.706 1.160 Empregos - 2008 MDE GE 574 1.174 59 132 145 119 100 97 1.606 1.179 3.461 131 53 571 1.768 16.879 53 1.262 534 1.224 891 23.550 317 5.761 139 6.225 160 1.506 9.187 4.780 187.192 29.762 87 1.234 2.060 1.355 549 2.169 1.185 24.435 144 919 576 2.054 3.822 1.788 17.419 155 384 Total 2.565 63 1.643 50 38 971 1.061 143 782 1.308 1.478 15 1.894 6.563 204 2.540 38 19.592 1.563 6 14.291 26.216 328 8.992 6.694 590 19.500 195.832 29.935 1.368 11.722 4.304 26.336 1.593 629 12.315 22.194 17 7.390 Representatividade Estadual Nacional 0,14% 6,45% 0,00% 0,69% 0,09% 2,73% 0,00% 0,81% 0,00% 2,39% 0,05% 6,07% 0,06% 2,65% 0,01% 3,28% 0,04% 2,14% 0,07% 5,40% 0,08% 2,05% 0,00% 1,12% 0,11% 1,27% 0,37% 2,12% 0,01% 0,40% 0,14% 4,76% 0,00% 1,36% 1,10% 4,17% 0,09% 6,98% 0,00% 0,56% 0,80% 2,71% 1,47% 4,52% 0,02% 3,55% 0,51% 7,19% 0,38% 2,13% 0,03% 3,08% 1,10% 3,73% 11,02% 2,64% 1,68% 3,30% 0,08% 4,22% 0,66% 2,98% 0,24% 3,27% 1,48% 4,58% 0,09% 3,67% 0,04% 4,34% 0,69% 5,75% 1,25% 2,77% 0,00% 0,54% 0,42% 4,04% QL 1,43 0,15 0,61 0,18 0,53 1,35 0,59 0,73 0,47 1,20 0,45 0,25 0,28 0,47 0,09 1,06 0,30 0,93 1,55 0,12 0,60 1,00 0,79 1,60 0,47 0,68 0,83 0,59 0,73 0,94 0,66 0,73 1,02 0,81 0,96 1,28 0,61 0,12 0,90 Relatório Estadual Grupo de Atividade Econômica, segundo classificação CNAE - versão 2.0 Grupo 864 - Atividades de serviços de complementação diagnóstica e terapêutica Grupo 865 - Atividades de profissionais da área de saúde, exceto médicos e odontólogos Grupo 866 - Atividades de apoio à gestão de saúde Grupo 869 - Atividades de atenção à saúde humana não especificadas anteriormente Grupo 871 - Atividades de assistência a idosos, deficientes físicos, imunodeprimidos e convalescentes, e de infraestrutura e apoio a pacientes prestadas em residências coletivas e particulares Grupo 872 - Atividades de assistência psicossocial e à saúde a portadores de distúrbios psíquicos, deficiência mental e dependência química Grupo 873 - Atividades de assistência social prestadas em residências coletivas e particulares Grupo 880 - Serviços de assistência social sem alojamento Grupo 900 - Atividades artísticas, criativas e de espetáculos Grupo 910 - Atividades ligadas ao patrimônio cultural e ambiental Grupo 920 - Atividades de exploração de jogos de azar e apostas Grupo 931 - Atividades esportivas Grupo 932 - Atividades de recreação e lazer Grupo 941 - Atividades de organizações associativas patronais, empresariais e profissionais Grupo 942 - Atividades de organizações sindicais Grupo 943 - Atividades de associações de defesa de direitos sociais Grupo 949 - Atividades de organizações associativas não especificadas anteriormente Grupo 951 - Reparação e manutenção de equipamentos de informática e comunicação Grupo 952 - Reparação e manutenção de objetos e equipamentos pessoais e domésticos Grupo 960 - Outras atividades de serviços pessoais Grupo 970 - Serviços domésticos Grupo 990 - Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais Total Empregos - 2008 MDE GE 370 596 60 231 468 QL PE 1.677 266 38 501 212 489 - - 701 0,04% 2,27% 0,50 70 139 71 - 280 0,02% 3,56% 0,79 90 208 252 27 28 1.339 880 743 1.575 5.387 4.639 571 2.059 2.765 815 9 441.190 271 367 96 22 1.239 894 765 807 4.851 3.167 280 641 1.985 11 450.201 94 366 180 421 233 132 378 1.960 1.178 80 106 654 243.097 186 171 831 1.771 3.014 4.548 849 1.099 643.116 641 941 528 49 28 3.170 2.838 3.411 5.774 16.746 9.833 931 2.806 6.503 826 9 1.777.604 0,04% 0,05% 0,03% 0,00% 0,00% 0,18% 0,16% 0,19% 0,32% 0,94% 0,55% 0,05% 0,16% 0,37% 0,05% 0,00% 100,00% 1,28% 1,01% 3,95% 0,66% 1,02% 2,71% 7,23% 5,15% 4,20% 4,69% 3,36% 2,36% 5,49% 3,76% 6,89% 0,17% 4,51% 0,28 0,22 0,88 0,15 0,23 0,60 1,60 1,14 0,93 1,04 0,75 0,52 1,22 0,83 1,53 0,04 1,00 Fonte: Resultados elaborados pelo SEBRAE/SC com base em dados do MTE - apoiados na Relação Anual de Informações Sociais. Nota: Sinal convencional utilizado: - Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento. 122 Total 4.375 1.439 134 2.010 Representatividade Estadual Nacional 0,25% 3,60% 0,08% 2,16% 0,01% 0,75% 0,11% 2,35% ME 1.732 1.113 96 810 0,80 0,48 0,17 0,52 Relatório Estadual 123 Relatório Estadual LISTA DE GRÁFICOS E TABELAS LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 – População total de Santa Catarina no período 1980/2009 ................ 14 Gráfico 2 – População relativa das coordenadorias, segundo estimativa populacional - 2009 ....................................................................................... 14 Gráfico 3 – Taxa de crescimento médio anual da população catarinense e brasileira no período 2000/2009 .................................................................... 15 Gráfico 4 – Densidade demográfica, das coordenadorias regionais – 2009 ........ 15 Gráfico 5 – Participação relativa da população residente por sexo e situação do domicílio, em Santa Catarina - 2000 ............................................................. 16 Gráfico 6 – Distribuição relativa por faixa etária da população de Santa Catarina 2007 .............................................................................................................. 16 Gráfico 7 – Taxa bruta de natalidade por 1.000 habitantes, segundo as coordenadorias regionais - 2006 ................................................................... 23 Gráfico 8 – Taxa de mortalidade infantil por 1.000 nascidos vivos , segundo as coordenadorias regionais - 2006 ................................................................... 24 Gráfico 9 – Esperança de vida ao nascer (em anos), segundo as coordenadorias regionais - 2000 ............................................................................................ 24 Gráfico 10 – Comparativo da representatividade do total de estabelecimentos de saúde, segundo as coordenadorias regionais – dez./2007 ........................... 26 Gráfico 11 – Comparativo do número de leitos de internação por 1.000 habitantes, segundo as coordenadorias regionais – nov./2007 ....................................... 27 Gráfico 12 – Número de alunos matriculados em Santa Catarina no período 20032007 .............................................................................................................. 28 Gráfico 13 – Participação relativa das coordenadorias no número de alunos matriculados em Santa Catarina - 2007 ........................................................ 29 Gráfico 14 – Distribuição dos alunos por modalidade ensino em Santa Catarina 2007 .............................................................................................................. 30 Gráfico 15 – Participação relativa das coordenadorias no número de estabelecimentos de ensino e docentes de Santa Catarina - 2006 .............. 31 Gráfico 16 – Condição de ocupação dos domicílios, segundo Brasil e Santa Catarina - 2000 ............................................................................................. 33 Gráfico 17 – Participação relativa das coordenadorias no número total de domicílios de Santa Catarina - 2000 ............................................................. 34 Gráfico 18 - Composição do valor adicionado bruto (VAB) de Santa Catarina – 2006 .............................................................................................................. 38 Gráfico 19 – Balança comercial de Santa Catarina no período 2004-2008 .......... 40 Gráfico 20 – Participação relativa das coordenadorias nas exportações e importações catarinenses - 2008 .................................................................. 41 124 Relatório Estadual Gráfico 21 - Valor adicionado fiscal (VAF) de Santa Catarina no período 20032007 .............................................................................................................. 44 Gráfico 22 – Participação relativa das coordenadorias regionais na composição do VAF 2007 ...................................................................................................... 44 Gráfico 23 - Número de empresas e empregos formais em Santa Catarina no período de 2004-2008 ................................................................................... 46 Gráfico 24 – Participação relativa das coordenadorias no número de empresas e empregos de Santa Catarina - 2008 ............................................................. 46 Gráfico 25 - Taxa acumulada de criação de empresas e empregos, segundo Brasil e Santa Catarina no período 2004/2008 ....................................................... 47 Gráfico 26 - Número de empresas e empregos formais em Santa Catarina, segundo o porte - 2008 ................................................................................. 47 Gráfico 27 - Participação relativa das empresas e empregos formais em Santa Catarina, segundo o porte - 2008.................................................................. 48 Gráfico 28 - Número de empresas e empregos formais de Santa Catarina, segundo o setor - 2008 ................................................................................. 49 Gráfico 29 – Configuração setorial das empresas, segundo as coordenadorias regionais - 2008 ............................................................................................ 49 Gráfico 30 – Configuração setorial dos empregos, segundo as coordenadorias regionais - 2008 ............................................................................................ 49 Gráfico 31 - Relação habitante por emprego, segundo coordenadorias regionais 2008 .............................................................................................................. 53 Gráfico 32 - Saldo de admissões e demissões de Santa Catarina – 2004-2008.. 54 Gráfico 33 - Comparativo da evolução da lavoura temporária segundo Brasil e Santa Catarina no período 2003/2007 .......................................................... 59 Gráfico 34 - Comparativo da evolução da lavoura permanente segundo Brasil e Santa Catarina no período 2003/2007 .......................................................... 60 Gráfico 35 - População abastecida com água, segundo Brasil e Santa Catarina no período 1991/2000 ........................................................................................ 72 Gráfico 29 – Participação relativa da frota total de veículos, segundo as coordenadorias regionais - 2008 ................................................................... 76 Gráfico 37 - Comparativo do número de habitantes por veículo, segundo Brasil e Santa Catarina - 2004/2008 .......................................................................... 77 Gráfico 38 - Comparativo do número de habitantes por veículo, segundo coordenadorias regionais - 2008 ................................................................... 77 125 Relatório Estadual LISTA DE TABELAS Tabela 1 – População residente por situação do domicílio e sexo, em Santa Catarina, no período 1980/2000 .................................................................... 16 Tabela 2 – Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M), segundo Unidades da Federação - 2000 ..................................................................... 19 Tabela 3 – Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Santa Catarina - 1991/2000 .................................................................................... 20 Tabela 4 – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM), segundo Unidades da Federação - 2006 ..................................................................... 21 Tabela 5 – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM) de Santa Catarina - 2000/2006 .................................................................................... 21 Tabela 6 – Taxa bruta de natalidade por 1.000 habitantes, segundo Brasil e Santa Catarina no período 2002-2006 .................................................................... 23 Tabela 7 – Mortalidade infantil por 1.000 nascidos vivos, segundo Brasil e Santa Catarina no período 2002-2006 .................................................................... 23 Tabela 8 – Número de unidades de saúde por tipo de estabelecimento, segundo Brasil e Santa Catarina – dez./2007 .............................................................. 25 Tabela 9 – Número de leitos de internação existentes por tipo de especialidade, segundo Brasil e Santa Catarina – dez./2007 ............................................... 26 Tabela 10 – Número de leitos de internação por 1.000 habitantes, segundo Brasil e Santa Catarina – nov./2007........................................................................ 26 Tabela 11 – Número de profissionais vinculados por tipo de categoria, segundo Brasil e Santa Catarina – dez./2007 .............................................................. 27 Tabela 12 – Número de alunos matriculados por dependência administrativa em Santa Catarina no período 2003-2007 .......................................................... 28 Tabela 13 – Distribuição dos alunos por modalidade de ensino em Santa Catarina - 2007 ............................................................................................................ 29 Tabela 14 – Número de estabelecimentos de ensino segundo a modalidade Santa Catarina 2002/2006 ............................................................................ 30 Tabela 15 – Número de docentes segundo a modalidade de ensino - Santa Catarina 2002/2006 ....................................................................................... 31 Tabela 16 – Indicadores de atendimento educacional a criança – Santa Catarina 1991/2000 ..................................................................................................... 32 Tabela 17 – Nível educacional da população adulta (25 anos ou mais) – Santa Catarina - 1991/2000 .................................................................................... 32 Tabela 18 – Índice da Educação Básica (IDEB) de Santa Catarina - 2005/2007 . 32 Tabela 19 – Condição de ocupação dos domicílios de Santa Catarina – 2000.... 33 Tabela 20 – Número de óbitos por causas violentas - Santa Catarina 2003-200734 Tabela 21 – Produto interno bruto a preços correntes, segundo Unidades de Federação - 2006 .......................................................................................... 36 126 Relatório Estadual Tabela 22 – Produto interno bruto a preços correntes, segundo Brasil e Santa no período de 2002-2006 ................................................................................... 37 Tabela 23 – Composição do Produto interno bruto 2006, segundo as coordenadorias regionais .............................................................................. 37 Tabela 24 – Composição do valor adicionado bruto 2006, segundo as coordenadorias regionais .............................................................................. 38 Tabela 25 – Produto Interno Bruto per capita (preços correntes), segundo Unidades da Federação - 2006 ..................................................................... 39 Tabela 26 – Produto Interno Bruto per capita (preços correntes), segundo Coordenadorias Regionais - 2006................................................................. 39 Tabela 27 – Balança Comercial catarinense no período 2004-2008 .................... 40 Tabela 28 - Número de empresas exportadoras da Santa Catarina, segundo as faixas de valores exportados (US$ FOB) em 2008 ....................................... 41 Tabela 29 - Principais países de destino das exportações de Santa Catarina no período de 2007-2008 ................................................................................... 42 Tabela 30 - Principais países de origem das importações de Santa Catarina no período de 2007-2008 ................................................................................... 43 Tabela 31 - Valor adicionado fiscal de Santa Catarina, organizado segundo os 20 grupos de atividades econômicas mais representativas - 2007 .................... 45 Tabela 32 - Número de empresas nas coordenadorias, segundo o porte e participação relativa - 2008 ........................................................................... 48 Tabela 33 - Número de empregos nas coordenadorias, segundo o porte e participação relativa - 2008 ........................................................................... 48 Tabela 34 - Número de empresas estabelecidas em Santa Catarina classificadas por porte e participação relativa - 2008 ......................................................... 50 Tabela 35 - Número de empregos formais em Santa Catarina, segundo o porte e participação relativa - 2008 ........................................................................... 51 Tabela 36 - Empregos ligados ao setor de transportes em Santa Catarina 2008 .............................................................................................................. 52 Tabela 37 - Empregos ligados aos serviços de informação, atividades de TI e atividades de telecomunicações em Santa Catarina - 2008.......................... 53 Tabela 38 - Estimativas de empresas para o setor informal estadual e nacional2003 .............................................................................................................. 54 Tabela 39 - Saldo de admissões e demissões no Brasil, Santa Catarina e Santa Catarina em 2008, segundo seções da CNAE versão 2.0 ............................ 55 Tabela 40 - Renda Per Capita de Santa Catarina 1991-2000 .............................. 55 Tabela 41 - Salário de ocupação médio, segundo Brasil e Santa Catarina em 2008, organizado pelas seções da CNAE versão 2.0 ................................... 56 Tabela 42 - Fontes de receitas de Santa Catarina – 2007-2008 .......................... 57 Tabela 43 - Receita orçamentária per capita de Santa Catarina - 2003/2007 ...... 58 Tabela 44 - Receita própria per capita de Santa Catarina - 2003/2007 ............... 58 127 Relatório Estadual Tabela 45 - Quantidade produzida, área plantada e valor da produção das lavouras temporárias de Santa Catarina - 2003/2007 ................................... 59 Tabela 46 - Quantidade produzida, área plantada e valor da produção das lavouras permanentes de Santa Catarina - 2003/2007 ................................. 60 Tabela 47 - Efetivo do rebanho em Santa Catarina - 2003/2007 ......................... 61 Tabela 48 - Produção de origem animal em Santa Catarina - 2003/2007............ 61 Tabela 49 – Grupos de atividades econômicas classificados como setores tradicionais, organizados em ordem crescente da CNAE ............................. 67 Tabela 50 – Grupos de atividades econômicas classificados como setores emergentes, organizados em ordem crescente da CNAE ............................ 68 Tabela 51 – Grupos de atividades econômicas classificados como setores com tendência de expansão, organizados em ordem crescente da CNAE .......... 68 Tabela 52 – Consumidores e consumo de energia elétrica em Santa Catarina no período de 2004-2008 ................................................................................... 70 Tabela 53 – Número de consumidores e demanda de energia elétrica, segundo tipologia das unidades consumidoras - Santa Catarina – 2008 .................... 71 Tabela 54 – Indicadores de abastecimento de água em Santa Catarina - 2000 .. 71 Tabela 55 – Indicadores de saneamento básico em Santa Catarina - 2000 ........ 72 Tabela 56 – Número de agências e postos bancários segundo o tipo de dependência - Santa Catarina (out/2009) ..................................................... 75 Tabela 57 – Frota de veículos de Santa Catarina no período 2004-2008 ............ 76 128