UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA – UNAMA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA – CCET CURSO DE ENGENHARIA CIVIL INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PROVISÓRIAS EM CANTEIROS DE OBRAS _ESTUDO DE CASOS_ Agenor Poça do Espírito Santo Jr Ronaldo Lins Azzolini Belém - PA 2009 UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA – UNAMA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA – CCET CURSO DE ENGENHARIA CIVIL INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PROVISÓRIAS EM CANTEIROS DE OBRAS _ESTUDO DE CASOS_ Agenor Poça do Espírito Santo Jr Ronaldo Lins Azzolini Trabalho de Conclusão de curso apresentado como exigência parcial para obtenção do titulo em Engenheiro Civil, submetido a banca examinadora do Centro Tecnológicas de Ciências da Exatas Universidade e da Amazônia. Belém - PA 2009 2 Trabalho de Conclusão de Curso submetido a congregação do Curso de Engenharia Civil do centro de Ciências Exatas e Tecnológicas da Universidade da Amazônia, como parte dos requisitos para obtenção do titulo de Engenheiro Civil, sendo considerado satisfatório e APROVADO em sua forma final pela banca examinadora existente. APROVADO POR: ________________________________________________ GRÁCIO PAULO PESSOA SERRA ________________________________________________ NOME DO PROFESSOR EXAMINADOR INTERNO ________________________________________________ NOME DO PROFESSOR EXAMINADOR EXTERNO OU INTERNO DATA: __/__/___ 3 AGRADECIMENTOS Primeiramente a Deus, presença constante e incondicional, sem ele não teríamos a possibilidade de realizar esse sonho e com ele temos a certeza da vitória A Universidade da Amazônia-UNAMA, que possibilitou discussões e resposta a uma mudança de cultura, coma evolução da consciência cientifica. As nossas famílias, que oportunizaram nosso desenvolvimento, no aspecto critico e na perseverança em busca de nossos sonhos. Ao Professor M.S.C. Gracio Paulo Pessoa Serra, pelo interesse em compartilhar conosco sua competência. A todos os colegas da turma, que contribuíram para o nosso crescimento pessoal e profissional, principalmente pela heterogeneidade de formação e de pensamento por todos esses anos. E a todos aqueles que direta e indiretamente contribuíram para este trabalho e nossa conquista. 4 Na natureza nada se cria nada se perde tudo se transforma. (Lavoisier) 5 RESUMO As condições desfavoráveis de trabalho na construção civil, somadas à velocidade com que uma obra se realiza e o pensamento equivocado do empregador com relação ao custo aplicado em segurança, dificultam a organização do canteiro de obras. As instalações elétricas, que são obrigadas a acompanhar o ritmo desenfreado para suprir as necessidades da obra, sofrem alterações de forma precária, comprometendo a segurança dos trabalhadores. Pensando nisso, os fabricantes de materiais elétricos têm desenvolvido sistemas de instalações temporárias portáteis. O objetivo deste trabalho é transmitir informações necessárias à realização de instalações elétricas provisórias em canteiros de obras visando a prevenção de acidentes de origem elétrica, através de medidas preventivas e de proteção contra contatos com eletricidade. Foi feito um estudo de caso, comparando e analisando registros fotográficos com situações previstas nas Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). As condições de segurança em geral dos canteiros de obras melhoraram após as revisões das NR-10 e NR-18 e da norma NBR 5410. Entretanto, ainda necessita de uma fiscalização efetiva dos órgãos responsáveis. Palavras chave: Instalações elétricas provisórias em canteiro de obra 6 ABSTRACT The organization of a construction site is considerably hindered due to the adverse working conditions in the construction industry, as well as the velocity at which a work is executed and the employer’s misjudgement regarding the cost involved in safety procedures. In order to meet the needs and demands of a bustling building work, electrical installations are carried out hurriedly, thus suffering precarious alterations that jeopardize the workers’ safety. Considering these points, electrical material makers have developed portable temporary installation systems. The objective of this research is to provide all the necessary information for the temporary electrical installations in construction sites, in order to avoid electrical accidents by using preventive and protective measures against contact with electricity. A case study has been carried out comparing and analyzing photographic registrations with situations foreseen in the Safety Policies of the Ministry of Labor and Employment (MTE) and of the Brazilian Association of Technical Regulations (ABNT). General safety conditions in construction sites have been improving after the revision of the NR-10, NR-18 and of NBR 5410 policies. However, an effective fiscalization of the organ in charge is still necessary. Keywords: Temporary electrical installations and construction sites 7 ÍNDICE CAPÍTULO 1 PÁGINA 1 – INTRODUÇÃO 11 1.1 – JUSTIFICATIVA 11 1.2– OBJETIVO 12 1.2.1 – GERAL 12 1.2.2 – ESPECÍFICO 12 CAPÍTULO 2 2– METODOLOGIA 13 2.1- ABORDAGENS DA PESQUISA 13 2.2- LOCAL/CONTEXTO 13 2.3- FONTES DE INFORMAÇÕES 13 CAPÍTULO 3 3– REFERÊNCIAL TEÓRICO 14 CAPÍTULO 4 4- INSTALAÇÕES ELÉTRICAS COM SEGURANÇA 15 CAPÍTULO 5 5 - LEVANTAMENTO DOS RISCOS ELÉTRICOS NAS OBRAS PESQUISADAS. 25 5.1 – DIAGNÓSTICOS DOS CANTEIROS DE OBRAS 25 5.2 - ANÁLISES DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 25 5.3 - ANÁLISE FOTOGRÁFICA. 26 CAPÍTULO 6 6 - COMPARATIVO DA PESQUISA COM A NR 18. 43 CAPÍTULO 7 7 – CONCLUSÃO 44 CAPÍTULO 8 8 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 46 LISTA DE FIGURA Figura 4.1 – Quadro principal de distribuição. Figura 4.2 – Quadro de distribuição fixo. Figura 4.3 – Quadro de distribuição móvel. Figura 4.4 - Chave blindada fechada; chave tipo faca; chave blindada aberta. Figura 4.5 - Redes em alturas elevadas Figura 4.6 - Suportes para fixação de rede elétrica. Figura 4.7 - Exemplo de proteção de condutores com calha de madeira. Figura 4.8 - Plugs e Tomadas Figura 4.9 - Proteção em lâmpada de iluminação de circulações. Figura 4.10 Proteção em lâmpada portátil. Figura 4.11 – Haste de cobre Figura 5.3.1 – Instalações elétricas provisórias Figura 5.3.2 – Instalações elétricas provisórias Figura 5.3.3 – Chave de comando para o acionamento da serra circular. Figura 5.3.4 - Chave de comando para o acionamento da serra circular. Figura 5.3.5 – Chave secundária para o acionamento da serra circular. Figura 5.3.6 - Serra circular/extintor de incêndio Figura 5.3.7 – Entrada de energia elétrica provisória. Figura 5.3.8 – Instalação provisória da betoneira. Figura 5.3.9 – cabos de energia. Figura 5.3.10 – cabos de energia. Figura 5.3.11 – Instalações provisórias (plugues e tomadas). Figura 5.3.12 – Instalações provisórias (plugues e tomadas). Figura 5.3.12 – Instalação provisória da betoneira. Figura 5.3.13 – Instalação provisória da betoneira. Figura 5.3.14 - Instalação provisória da betoneira. Figura 5.3.15 – Fiação provisória. Figura 5.3.16 – quadro de distribuição. Figura 5.3.17 – quadro de distribuição. Figura 5.3.18 – fiação provisória Figura 5.3.19 – fiação provisória da luminária. Fotografia 5.3.20 – ligação da serra circular. Figura 5.3.21 – ligação da serra circular. Figura 5.3.22 – Instalação provisória de plugs e tomadas. Figura 5.3.23 – Instalação provisória de plugs e tomadas. Figura 5.3.24 – Quadro de distribuição. Figura 5.3.25 – Quadro de distribuição. Figura 5.3.26 – Instalação da betoneira. Figura 5.3.27 – Instalação da betoneira 2 CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO 1.1 – JUSTIFICATIVA Na implantação de um canteiro de obra são montadas instalações elétricas provisórias que tem como finalidade ligar máquinas, equipamentos e iluminação do local da construção, sendo desfeita ao termino da obra. Na construção civil, o choque elétrico é uma das principais causas de acidentes graves e fatais. As instalações elétricas provisórias em canteiros de obras são executadas na maioria das vezes por profissionais não qualificados gerando com isso situações de extrema gravidade para segurança dos trabalhadores. Para evitar esses acidentes, as instalações elétricas provisórias precisam ser feitas e mantidas de forma segura por um profissional qualificado, sob a supervisão de um profissional legalmente habilitado que será responsável pela elaboração do projeto das tais instalações elétricas, com recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). Há necessidade em orientar a equipe sobre a utilização das instalações elétricas de modo que não haja sobrecarga de fonte de energia, como usar furadeira, lixadeira e britadeira na mesma tomada, e sempre usar materiais resistentes a água. Com a elaboração dessa pesquisa, pretende-se transmitir informações necessárias para que sejam feitas instalações elétricas provisórias visando à prevenção de acidentes de origem elétrica em canteiros de obras. Nessa pesquisa será apresentado um estudo de casos por meio de registro fotográfico de situações diversas, tendo como embasamento teórico as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), normas regulamentadoras (NR’s) e pesquisa bibliográfica. Compreender de maneira teórica como funcionam as instalações elétricas provisórias nos canteiros de obras não faz com que sua utilização na prática seja verdadeiramente eficaz, por esse motivo, nesta pesquisa procura-se expor através de um estudo fotográfico, situações diversas dentro deste assunto em obras reais que estão sendo desenvolvidas no momento. Este estudo fotográfico demonstra com maior clareza cada situação de risco e as formas corretas de implantação das instalações elétricas provisórias. 3 1.2– OBJETIVO 1.2 .1– OBJETIVO GERAL Comparar as instalações elétricas provisórias nos canteiros de obras com a (NR 18 / 2006), para que se tenha uma análise mais abrangente dos riscos existentes. 1.2.2– OBJETIVO ESPECÍFICO • Inspecionar as instalações elétricas provisórias em canteiros de obras verticais e horizontais. • Observar como são feitas as instalações provisórias em canteiros de obras verticais e horizontais. • Analisar as instalações provisórias em canteiros de obras verticais e horizontais. • Comparar as instalações elétricas provisórias feitas em canteiros de obras verticais e horizontais verificando as condições de funcionabilidade com segurança. 4 CAPÍTULO 2 – METODOLOGIA 2.1 – Abordagem da Pesquisa. Necessidade de analisar as instalações elétricas provisórias em obra vertical, horizontal e hospitalar verificando as condições de segurança. 2.2 – Local / Contexto. O estudo foi desenvolvido no município de Belém e Santa Izabel com inspeções em obras verticais, horizontais e hospitalar em fase de estrutura e acabamento, com coletas de imagens fotográficas. 2.3 – Fontes de Informações. O trabalho foi desenvolvido na sua maior parte através de pesquisas de campo, verificando as instalações elétricas provisórias em obra vertical, horizontal e hospitalar comparando com a norma NR–18 / 2006. 5 CAPÍTULO 3 – REFERÊNCIAL TEÓRICO - De acordo com POSSENTI (2000) Inúmeras literaturas existem em se tratando de instalações elétricas, mas nenhuma delas aborda de forma objetiva o processo de tomada de decisões e escolhas, a serem tomadas referentes ao projeto em conjunto com o proprietário. - De acordo com COTRIN (1978) Projetar um sistema elétrico para qualquer prédio ou área externa consiste, basicamente, em dispor os condutores e equipamentos de modo a proporcionar, segura e efetivamente, a transferência de energia elétrica desde uma fonte até lâmpadas, motores e outros equipamentos que funcionem a eletricidade. - Segundo (SAMPAIO, 1998, p. 341). As instalações elétricas provisórias, necessárias para a execução de obras de construção civil, não devem ser tratadas de forma negligente. Provisório não quer dizer precário. É preciso sempre levar em consideração a segurança dos trabalhadores que se utilizam dessas instalações - Segundo o engenheiro Paulo Barreto (apud NEGRÃO, 2004, p. 63), da Barreto Engenharia, também vice-presidente da Associação Brasileira de Engenharia de Sistemas Prediais (Abrasip), [...] outra preocupação são os canteiros de obras, para os quais já está sendo elaborada uma norma especial. Atualmente os canteiros são englobados pela NBR 5410, mas ainda há riscos de danos aos condutores elétricos e à segurança das pessoas. Nos canteiros de obras, freqüentemente as pessoas trabalham molhadas, e o nível de qualificação na área elétrica na maioria das vezes é baixo. 6 CAPÍTULO 4 – INSTALAÇÕES ELÉTRICAS COM SEGURANÇA As instalações elétricas temporárias são de extrema importância para segurança dos trabalhadores, no entanto precisam estar corretas e serem feitas por profissionais habilitados, conforme prevê a NR-18 / 2006. Sendo que o profissional tem que também supervisionar a execução e manutenção (ATLAS, 2005). A elaboração de um projeto de instalações elétricas provisórias precisa ser feito por pessoas qualificadas ou um planejamento das instalações elétricas junto com o estudo do layout do canteiro utilizando materiais adequados e reaproveitaveis. É bom que seja feito junto com o orçamento e planejamento de uma obra, isso é tão importante, quanto o desenvolvimento dela. Quando se usa um projeto para instalação elétrica provisória, se economiza em todos os outros quesitos, o ponto principal, é o de eliminar riscos de acidentes que provoquem o caos burocrático e pessoal da empresa, bem como físico e psicológico do funcionário envolvido em um acidente, além de esta mesma instalação, se bem utilizada, poder ser reaproveitada em outras obras. Hoje em dia, existem sistemas portáteis seguros desenvolvidos para a utilização em locais provisórios, podendo ser armazenados e reutilizados por inúmeras vezes, estes sistemas podem ser instalados pelo fabricante de acordo com as necessidades de cada obra. - QUADROS DE DISTRIBUIÇÃO A distribuição de energia elétrica nos canteiros de obras da indústria da construção deve ser feita através dos quadros elétricos de distribuição. Estes quadros devem ser construídos de forma a garantir a proteção dos componentes elétricos contra impactos mecânicos, umidade e agentes corrosivos, e ter no seu interior o diagrama unifilar do circuito elétrico. Serão instalados em locais visíveis, sinalizados e de fácil acesso, não devendo, todavia, localizarem-se em pontos de passagem de pessoas, materiais e equipamentos. 7 Conforme suas características as quadros de distribuição, podem ser: - Quadro principal de distribuição - Quadro intermediário de distribuição - Quadro terminal de distribuição fixo e/ou móvel. - QUADRO PRINCIPAL DE DISTRIBUIÇÃO Este quadro é destinado a receber energia elétrica alimentada pela rede pública da concessionária. A área destinada ao quadro principal deve ser isolada por anteparos rígidos, sinalizada corretamente para acesso restrito e livre do armazenamento de qualquer outro material em seu interior, conforme mostrado na figura 4.1. A identificação dos circuitos é fundamental para que o eletricista tenha facilidade de operação dos comandos e maior agilidade nos reparos e manutenções necessárias, sem interferir no funcionamento normal dos demais setores da obra. Figura 4.1 - QUADRO PRINCIPAL DE DISTRIBUIÇÃO Fonte: Fundacentro (2007) 8 - QUADRO INTERMEDIÁRIO DE DISTRIBUIÇÃO Este quadro está destinado a distribuir um ou mais circuitos aos quadros terminais. Mesmo com acesso ainda restrito, encontra-se localizado em local de fácil visibilidade para um perfeito controle de funcionamento. - QUADRO TERMINAL DE DISTRIBUIÇÃO FIXO E/ OU MÓVEL. Estes quadros são destinados a alimentar exclusivamente circuitos terminais, ou seja, máquinas e equipamentos. Os quadros de distribuição possuem suas ligações feitas por trás, dotando-os ainda de fundo falso, de modo que a fiação fique embutida. Figura 4.2 - QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO FIXO. Fonte: Fundacentro (2007) Figura 4.3 - QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO MÓVEL Fonte: Fundacentro (2007) 9 - CHAVES ELÉTRICAS Dentre alguns tipos de chaves elétricas previstas na NR 18.21.11, a mais utilizada nos canteiros de obras da indústria da construção civil são as chaves blindada, os disjuntores e as chaves magnéticas. A instalação e utilização de chaves blindadas devem ser convenientemente protegidas das intempéries e cumprem, entre outras, a função de permitir a interrupção de energia para executar manutenções de modo seguro, separar circuitos de diferentes locais ou de utilizações distintas e proteger os equipamentos e as fiações dos circuitos através dos fusíveis. Deve-se instalar a unidade na posição correta, isto é, de modo que a alavanca liga-desliga fique do lado direito da chave. Com isso a faca gira para cima para fechar o circuito e para baixo para abri-lo. Assim, quando o circuito está aberto (chave esta girada para baixo), um eventual deslocamento da faca sob seu próprio peso não resulta em qualquer conseqüência. Quando a instalação da chave não obedece à orientação correta, o deslocamento da faca quando o circuito está aberto, pode vir a fechá-lo (a chave vai estar girada para cima). Como mostra a figura 4.4 Figura 4.4 - Chave blindada fechada; chave tipo faca; chave blindada aberta. Fonte: Rousselet e Falcão (1999, p.137) 10 - INSTALAÇÕES ELÉTRICAS AÉREAS São instalações de energia existentes em postes a uma altura mínima de 5m (cinco metros) a partir do solo, precisam ser dispostas em locais onde não haja possibilidade de sofrerem choques mecânicos provenientes de materiais, máquinas ou contatos acidentais com trabalhadores. Conforme mostrado na figura 4.5. Neste tipo de instalação os condutores deverão estar corretamente fixados neste postes, exclusivamente através de elementos isolantes elétricos, tais como isoladores, em altura que não acarrete riscos de contato com pessoa, máquinas ou equipamentos. Quando não for possível guardar distância segura entre trabalhador ou máquina e a rede energizada, deverão ser instaladas barreiras de proteção com dimensões suficientes para garantir proteção eficaz, bem como haver sinalização informando a existência de riscos naquele local. Figura 4.5 - Redes em alturas elevadas (mínimo de 5 metros) de modo a permitir a passagem de veículos e máquinas. Fonte: Fundacentro (2001) 11 Para iluminação de lajes em execução (montagem de formas, armações, concretagem), podem-se utilizar refletores presos em postes, cavaletes, torres de gruas ou guinchos, eliminando-se os riscos decorrentes do excesso de fios e lâmpadas espalhadas pela laje. Podem-se utilizar as próprias caixas elétricas e conduítes para a distribuição e fixação dos condutores para a execução das redes de iluminação internas. Em locais em que não existam, pode-se prever a colocação de pontas de ferros durante a concretagem de lajes para servir de suporte após a desforma. Conforme mostrado na figura 4.6. Figura 4.6 - Suportes para fixação de rede elétrica. Fonte: Rousselet e Falcão (1999) 12 - INSTALAÇÕES ELÉTRICAS SUBTERRÂNEAS. São instalações de energia embutidas no solo protegidas por meio de calhas ou eletrodutos. As instalações elétricas subterrâneas devem ser devidamente sinalizadas, supervisionada por pessoal legalmente habilitado e garantir um espaçamento mínimo de 1,5m entre o local escavado e a rede elétrica. Conforme mostrado na figura 4.7. Figura 4.7 - Exemplo de proteção de condutores com calha de madeira. Fonte: Fundacentro (2001) - PLUGS E TOMADAS O uso do conjunto plug e tomada para a ligação dos equipamentos elétricos ao circuito de alimentação é obrigatório. Nestas ligações, a parte energizada deve ser sempre a tomada, a fim de evitar à exposição de trabalhadores as partes vivas. Ambos precisam se proteger contra penetração de umidade ou água. Máquinas ou equipamentos elétricos móveis só podem ligar por intermédio deste conjunto de plugue e tomada. (NR 18.21.20 / 2006) 13 Figura 4.8 - Plugs e Tomadas Fonte: Google imagem - ILUMINAÇÃO PROVISÓRIA Esta iluminação prevê suprir as necessidades do canteiro de obras durante o seu período de execução e devem ser ligados nos quadros terminais de distribuição onde a altura da fiação deve ser no mínimo 2,50 m a fim de evitar contatos quaisquer. Nos locais onde houver movimentação de materiais, tais como escadas, área de corte e dobra de ferragem, carpintaria etc., as lâmpadas devem estar protegidas contra impacto por luminárias adequadas. Conforme mostrado nas figuras 4.9 e 4.10. Figura 4.9 - Proteção em lâmpada de iluminação de circulações. Fonte: Fundacentro (2001) 14 Figura 4.10 Proteção em lâmpada portátil. Fonte: Fundacentro (2001) - ATERRAMENTO É um procedimento de grande importância para o perfeito funcionamento da instalação elétrica, principalmente, para a segurança dos trabalhadores. ANBR prevê a obrigatoriedade de estruturas e carcaças dos equipamentos elétricos serem aterradas (ATLAS, 2005). Pode se oferecer, por meio de instalação de sistemas de hastes de aterramento, fitas, condutores, barras ou chapas metálicas cravadas ou enterradas no solo, e por meio de aproveitamento de estruturas ou elementos metálicos enterrados, nas proximidades do quadro geral de distribuição. Segundo o Pereira (2006), “é recomendável que seja feita medição ôhmica e elaborado atestado das condições do aterramento das instalações provisórias do canteiro da obra a cada seis meses, bem como dos contaneirs, chuveiros, etc.”. Para que se possa ter certeza de que o sistema de aterramento é eficiente, deve-se medir a resistência elétrica do solo com equipamento apropriado, cujo resultado precisa ser o menor possível, ou até 2 ohms. Caso esta medição não tenha como ser feita, convém que o solo esteja preparado, a fim de diminuir sua resistência. Os equipamentos manuais também devem ser aterrados; para isso, é de necessário que o cabo alimentação tenha fio de proteção, o conhecido fio terra, e 15 que este equipamento seja corretamente ligado em tomada que também possua terra. Equipamentos manuais com dupla isolação não precisam ser aterrados. Exemplo: • haste: de aço cobreado; • comprimento: 2m ou 2,40m; • secção: cilíndrica com diâmetro de 15 mm; • condutor: cobre preferencialmente nu. Figura 4.11 – Haste de cobre Fonte: Fundacentro (2001) - Máquinas e equipamentos As máquinas e equipamentos devem ser dotados de dispositivo de acionamento, parada e bloqueio, segundo (NR _18 / 2006). Na operação de máquinas de grande porte, devem ser tomadas medidas adicionais de segurança, principalmente quanto ao contato com redes de distribuição de energia elétrica. Noções básicas de eletricidade devem constar no treinamento dos operadores de máquinas e equipamentos para a eliminação ou neutralização dos riscos elétricos. Todas as operações com veículos, equipamentos e máquinas devem ser planejadas, evitando o contato ou impacto com redes de distribuição de energia ou equipamentos elétricos energizados. 16 CAPÍTULO 5 – LEVANTAMENTO DOS RISCOS ELÉTRICOS NAS OBRAS PESQUISADAS. 5.1 – DIAGNÓSTICOS DOS CANTEIROS DE OBRAS. A pesquisa realizada em três canteiros de obras de diferentes padrões analisou obras do tipo (Horizontal residencial, vertical residencial e hospitalar) e pode observar que as instalações elétricas provisórias de todas elas ainda são muito precárias. A falta de uma implantação correta destas instalações pode ocasionar danos irreversíveis para toda a equipe envolvida nesta obra direta ou indiretamente. As obras pesquisadas possuem padrões e classes diferenciadas, porem, da mais singela a mais imponente empresa, os erros de implantação de instalações elétricas provisórias nos seus canteiros de obra e todas as negligencias quanto a isso são comuns. 5.2 - ANÁLISE DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS. Ao analisar diferentes itens de instalações elétricas nas obras pesquisadas podemos observar que a falta de fiscalização, faz com que todas elas se comportem de forma negligente diante de um assunto de extrema importância como a eletricidade, porém, como registros da atividade profissional foram autorizados pelas empresas envolvidas com a ressalva de que não fossem divulgadas suas identidades. A responsabilidade de perfeitas instalações nas obras deve partir de seus gestores e assim ser propagada aos funcionários e equipe em geral. 17 5.3 – ANÁLISE FOTOGRÁFICA. Obra A ( Obra vertical ) Na figura 5.3.1 apresenta uma típica instalação provisória elétrica utilizada pelos operários para melhorar a iluminação do local de trabalho, sendo que o correto seria não pendurar a luminária pela própria fiação que a energiza, bem como fixá-la corretamente e providenciar a proteção da lâmpada, podendo causar um acidente elétrico. A figura 5.3.2 apresenta outra instalação elétrica provisória para o mesmo objetivo da figura anterior e com os mesmos erros, sendo que a fiação não esta devidamente adequada, pois não está fixada e protegida corretamente de acordo como exige a norma. Figura 5.3.1 – Instalações elétricas provisórias no canteiro de obra. 18 Figura 5.3.2 – Instalações elétricas provisórias no canteiro de obra. A figura 5.3.3 mostra a chave de comando para o acionamento da serra circular devidamente protegida e instalada por um profissional qualificado. A irregularidade é uma ligação elétrica secundária de uma tomada que está pendurada pela própria fiação e não está devidamente fixada e com a proteção recomendada como a utilização de conduítes. A figura 5.3.4 mostra a mesma chave sendo mais visíveis as suas fiações que estão corretamente isoladas nas suas emendas, mas sem a proteção dos conduítes que deve ser utilizada como manda a norma como já falamos na figura anterior. A figura 5.3.5 apresenta uma ligação secundária para o acionamento da serra circular com sua fiação devidamente protegida e sua chave para ligar está como manda a norma protegida por uma caixa de madeira e com um cadeado para que não ocorra acidentes e que somente o profissional qualificado possa abrir em caso de manutenção ou utilização da máquina. A figura 5.3.6 apresenta uma visão completa de toda a instalação da serra circular para que possamos ressaltar o risco de incêndio, pois a madeira e um material inflamável em caso de algum curto circuito e como podemos ver apesar da 19 patologia encontrada nesse local de trabalho, podemos citar um ponto positivo que e a instalação do extintor de incêndio como manda a norma. Figura 5.3.3 – Chave de comando para o acionamento da serra circular. Figura 5.3.4 - Chave de comando para o acionamento da serra circular. 20 Figura 5.3.5 – Chave secundária para o acionamento da serra circular. Figura 5.3.6 - Serra circular/extintor de incêndio. 21 A figura 5.3.7 apresenta e execução da entrada no canteiro de obra de uma energia provisória que visa suprir as necessidades elétricas que o canteiro irá precisar com suas fiações devidamente protegidas por conduítes, mas ainda com uma organização precária. Figura 5.3.7 – Entrada de energia elétrica provisória. A figura 5.3.8 apresenta a instalação provisória de uma betoneira no canteiro de obra com os devidos cuidados para que não ocorra acidentes na chave que aciona a betoneira, colocada dentro de uma caixa metálica, com seus cabos devidamente protegidos e com um cadeado para que somente operário especializado e qualificado possa manusear o equipamento como manda a norma. 22 Figura 5.3.8 – Instalação provisória da betoneira. Obra B (Obra horizontal) A figura 5.3.9 mostra uma instalação provisória totalmente fora do padrão que a norma exige, com a fiação não fixada corretamente, os cabos que passam a energia completamente desprotegida e as emendas não apresentam isolantes para que não ocorra acidente como manda a norma, já a figura 5.3.10 os cabos de energia ficam espalhados pelo canteiro de obra. Figura 5.3.9 – cabos de energia. 23 Figura 5.3.10 – cabos de energia. A figura 5.3.11 apresenta um caso muito comum em canteiros de obra, uma instalação de uma tomada que não está devidamente fixada, pendurada na própria fiação que não está protegida com conduítes e o mais grave é a ligação direta sem o plugue onde o risco de curto circuito e acidentes é muito alto. A figura 5.3.12 mostra um caso parecido com o da figura anterior no mesmo canteiro de obra, onde a fiação da tomada se encontra pendurada com varias ligações sendo feitas em um só plug. A figura 5.3.13 apresenta a instalação da betoneira em um canteiro de obra residência horizontal com os cabos espalhados pelo local de trabalho. A figura 5.3.14 mostra a mesma instalação da fotografia anterior sendo que nesta podemos visualizar a chave de acionamento da betoneira totalmente fora do padrão, não estando protegida com uma caixa metálica ou de madeira com um cadeado para o manuseio do trabalhador qualificado e especializado no manuseio do equipamento. 24 Figura 5.3.11 – Instalações provisórias (plugues e tomadas). Figura 5.3.12 – Instalações provisórias (plugues e tomadas). 25 Figura 5.3.12 – Instalação provisória da betoneira. Figura 5.3.13 – Instalação provisória da betoneira. . A figura 5.3.14 apresenta outra instalação provisória de uma betoneira totalmente fora do padrão, com sua chave de acionamento “protegida” por um saco plástico. 26 Figura 5.3.14 - Instalação provisória da betoneira. A fotografia nº 15 trata-se de uma fiação que não esta fixada como pede a norma e suas emendas não estão isoladas com um grande risco de acidentes. Figura 5.3.15 – Fiação provisória. 27 As figuras 5.3.16 e 5.3.17 mostram uma chave de uns dos quadros de distribuição em caixa de ferro que é um condutor elétrico, com varias irregularidades como a caixa esta enferrujada e seus cabos em algumas partes estão expostos com risco de acidentes. Figura 5.3.16 – quadro de distribuição. Figura 5.3.17 – quadro de distribuição. 28 Obra C ( Obra Hospitalar ) A figura 5.3.18 apresenta uma instalação elétrica provisória como pede a norma, com seus a cabos devidamente protegidos e fixados, suas emendas corretamente isoladas e sua luminária fixada corretamente protegendo os cabos que a interligam. A figura 5.3.19 dar uma visibilidade mais ampla da instalação provisória de uma das luminárias colocadas nesse canteiro de obra, onde podemos perceber que nesse caso específico a instalação das luminárias estão de acordo com a norma. Figura 5.3.18 – fiação provisória. . 29 Figura 5.3.19 – fiação provisória da luminária. A figura 5.3.20 apresenta a instalação de uma serra circular onde a ligação de sua fiação foi a mais correta comparada com as outras betoneiras, com seus cabos protegidos por madeira fixada no solo. A figura 5.3.21 mostra a mesma situação da foto anterior serra e sua chave de acionamento protegida por uma caixa de madeira, que não é condutor elétrico, mas é combustível e por isso foi colocado um extintor de incêndio como pede a norma. Fotografia 5.3.20 – ligação da serra circular. 30 Figura 5.3.21 – ligação da serra circular. As figuras 5.3.22 e 5.3.23 mostram uma instalação provisória de plugs e tomadas onde se encontram devidamente fixados e protegidos de acordo com a norma. Figura 5.3.22 – Instalação provisória de plugs e tomadas. 31 Figura 5.3.23 – Instalação provisória de plugs e tomadas. As figuras 5.3.24 e 5.3.25 mostram um dos quadros de distribuição de energia desse canteiro de obra, devidamente protegido com uma estrutura metálica e sua fiação devidamente fixada e protegida como manda a norma. Figura 5.3.24 – Quadro de distribuição. 32 Figura 5.3.25 – Quadro de distribuição. As figuras 5.3.26 e 5.3.27 apresentam a instalação provisória de uma betoneira onde os cabos que acionam a mesma estão todos espalhados pelo piso do canteiro e sua chave de acionamento está totalmente desprotegida, onde também o local para manuseá-la este totalmente desorganizado e sujo com poças d águas correndo risco de acidente elétrico. Figura 5.3.26 – Instalação da betoneira. 33 Figura 5.3.27 – Instalação da betoneira 34 CAPÍTULO 6 – COMPARATIVO DA PESQUISA COM A NR-18 10% 20% OBRA A OBRA B OBRA C 80% 35 CAPÍTULO 7 – CONCLUSÃO A dificuldade de se aplicar as normas regulamentadora NR-18 referente às instalações provisórias nos canteiros de obras é uma questão cultural, porque quase sempre o engenheiro responsável só está preocupado na produção e no custo, sendo muitas vezes exigido pela alta administração para apresentar resultados. É muito comum a construtora possuir no quadro funcional somente um eletricista para executar alterações, ampliações de redes internas e manutenção de todo o canteiro. Felizmente, esse profissional é um dos mais habilitados entre todos os profissionais de setor da indústria da construção. Coincidentemente, as empresas fabricantes de materiais elétricos vêm desenvolvendo sistemas de instalações portáteis; facilitam o trabalho do eletricista além de contribuir para a organização e segurança do canteiro. Tem-se notado que as instalações irregulares são feitas na maioria das vezes por colaboradores desabilitados, porém instruídos a solicitar ajuda de eletricista ao invés de mexer nas instalações elétricas. No estudo de caso apresentado, verifica-se que, na prática, as normas NR-18 e ABNT não são aplicadas em sua totalidade, o que resulta em riscos para os trabalhadores e para as instalações. Apesar disso, as condições de segurança em geral dos canteiros de obras melhoram a partir da revisão da Norma Regulamentadora NR-18 e, especificamente com referência às instalações elétricas, após a revisão da NBR 5410, além da situação intensificada de Sindicatos e das Delegacias Regionais do Trabalho (SRTs). Mesmo existindo vários procedimentos das instalações elétricas provisórias com segurança, há situações em que nem sempre tais procedimentos podem ser aplicados. Para estes casos, recomenda-se que o responsável técnico consulte a SRT, para definir soluções seguras. Como exemplo, para execução de serviços em altura sugere-se a utilização do cinto de segurança tipo pára-quedista com dois talabartes. As NR-06 (Equipamento de Proteção Individual – EPI) e NR-18 não esclarecem sobre a quantidade de talabartes mínima exigida; na ocorrência do 36 trabalhador precisar reposicionar o talabarte para se deslocar, se houver dois, um deles deverá estar preso a um ponto fixo seguro. Além da elaboração de um plano de instalações elétricas temporárias, sugere-se incluir no Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria de Construção (PCMAT) a verificação periódica do aterramento das instalações, incluindo a sua medição. É imprescindível o treinamento dos eletricistas através da NR-10 envolvidos não somente na instalação, mas também nos serviços de manutenção e elevar a consciência dos engenheiros e supervisores do serviço. Constatamos durante a pesquisa realizada que as empresas analisadas não cumprem o que determina a NR-18 referente as instalações elétricas provisórias então, com isso caracteriza uma não conformidade . 37 CAPÍTULO 8 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5410: Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Rio de Janeiro, 2004. - Instalações elétricas temporárias em canteiros de obras / coordenador, Maurício José Viana; Artur Carlos Moreira da Silva; Orlando Cassiano Mantovani. São Paulo: Fundacentro, 2007. - NR-10: Segurança em instalações e serviços em eletricidade. Brasília, 2004. Disponível em: <http://www.mtb.gov.br/Empregador/segsau/Legislacao/Normas/conteudo/nr10/nr10. pdf>. - NR 18: Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção. Brasília, 1995. Disponível em: <http://www.mtb.gov.br/Empregador/segsau/ComissoesTri/ctpp/oquee/conteudo/nr1 8/>. - ROUSSELET, Edison da Silva; FALCÃO, Cesar. A segurança na obra: manual técnico de segurança do trabalho em edificações prediais. Rio de Janeiro - SAMPAIO, José Carlos de Arruda. Manual de aplicação da NR 18. São Paulo: Pini: SindusCon-SP, 1998. 38 ANEXO 39 Obra: “A” Data: 15/09/2009 A) INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PROVISÓRIAS A1) Quadro Principal de Distribuição A.2) Quadro Intermediário De Distribuição A.3) Quadro Terminal De Distribuição Fixo E/ Ou Móvel A.4) Chaves Elétricas A.5) Instalações Elétricas Aéreas A. 6) Instalações Elétricas Subterrâneas S N X X X NA X X X A. 7) Plugs e Tomadas X A. 8) Iluminação Provisória X A. 9) Aterramento X A. 10) Máquinas e Equipamentos X NOTA - SEGURANÇA NA OBRA PONTOS POSSÍVEIS (PP) 10 PONTOS OBTIDOS (PO) (PO/PP) X 100 1 10% 40 Obra: “B” Data: 15/09/2009 A) INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PROVISÓRIAS A1) Quadro Principal de Distribuição A.2) Quadro Intermediário De Distribuição A.3) Quadro Terminal De Distribuição Fixo E/ Ou Móvel A.4) Chaves Elétricas A.5) Instalações Elétricas Aéreas A. 6) Instalações Elétricas Subterrâneas S N X X X X X NA X A. 7) Plugs e Tomadas X A. 8) Iluminação Provisória X A. 9) Aterramento X A. 10) Máquinas e Equipamentos X NOTA - SEGURANÇA NA OBRA PONTOS POSSÍVEIS (PP) 10 PONTOS OBTIDOS (PO) (PO/PP) X 100 2 20% 41 Obra: “C” Data: 15/09/2009 A) INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PROVISÓRIAS A1) Quadro Principal de Distribuição A.2) Quadro Intermediário De Distribuição A.3) Quadro Terminal De Distribuição Fixo E/ Ou Móvel A.4) Chaves Elétricas A.5) Instalações Elétricas Aéreas A. 6) Instalações Elétricas Subterrâneas S X X X A. 7) Plugs e Tomadas X A. 8) Iluminação Provisória X A. 9) Aterramento X N NA X X X A. 10) Máquinas e Equipamentos X NOTA - SEGURANÇA NA OBRA PONTOS POSSÍVEIS (PP) 10 PONTOS OBTIDOS (PO) (PO/PP) X 100 8 80% 42