CLIMA
Sites interessantes:
•http://www.mct.gov.br/clima/comunic_old/caracna2.htm
•http://www.cptec.inpe.br/products/climanalise/
•http://www.cptec.inpe.br/products/climanalise/cliesp10a/index1.shtml
•http://www.inmet.gov.br/climatologia/combo_climatologia_C.html
•http://geography.uoregon.edu/envchange/clim_animations/
•http://www3.cptec.inpe.br/~ensinop/aulas.htm
•http://www.physicalgeography.net/fundamentals/7v.html
•http://www.blueplanetbiomes.org/climate.htm
•http://www.fao.org/waicent/faoinfo/sustdev/EIdirect/CLIMATE/EIsp0002.htm
•http://www.cptec.inpe.br/enos/
•http://iri.ldeo.columbia.edu/climate/ENSO/index.html
INTRODUÇÃO
O clima afeta diversos aspectos da vida:
•
•
•
•
tipo de moradia e vestuário
paisagem
agricultura
sensações pessoais e cultura
O “Clima” representa, para uma dada região:
•
•
•
as condições médias do estado da atmosfera,
durante um longo período de tempo
(normalmente 30 anos)
extremos sazonais de temperatura e precipitação
freqüência e duração de extremos
O “tamanho” dessa região pode ser:
•
•
•
•
local (e próxima ao solo) – microclima
pequena região (um hectare a alguns km2),
ex.: floresta, vale, praia e cidade – mesoclima
grande área (um estado, uma região, um pais) – macroclima
toda a Terra – clima global
O CLIMA GLOBAL
Fatores (ou controles) climáticos :
• Distribuição de continentes e oceanos
• Cadeias montanhosas (altitude)
• Correntes oceânicas e temp. superfície mar (tsm)
• Intensidade da radiação solar
e sua variação com a latitude
• Tipo de superfície (ecossistemas)
• Sistemas predominantes de ventos e pressão
DISTRIBUIÇÃO DE CONTINENTES E OCEANOS
E TOPOGRAFIA
IMPLICAÇÕES :
Capacidade térmica água > Capacidade térmica do solo 
Variações de temperatura na água MENORES que no solo
Altitudes mais altas  Temperaturas mais frias
EFEITO COMBINADO DE MONTANHAS
E ESCOAMENTO
BARLAVENTO
SOTAVENTO
quente e seco
CORRENTES OCEANICAS
TEMPERATURA DA SUPERFÍCIE DO MAR
ANUAL
Jan
Jun
TEMPERATURA DA SUPERFÍCIE DO MAR
Jan
Jun
RADIAÇÃO (SOLAR e INFRAVERMELHA)
R α T4
maxα T-1
BALANÇO GLOBAL DE RADIAÇÃO SOLAR
BALANÇO DE RADIAÇÃO na superfície
Valores positivos representam energia
se movendo PARA a superfície; valores
negativos representa energia saindo da
SUPERFÍCIE
Net short-wave radiation =
short-wave down - short-wave up
Net long-wave radiation =
long-wave down - long-wave up.
Net radiation =
net short-wave radiation
+ net long-wave radiation.
BALANÇO GLOBAL DE ENERGIA
BALANÇO GLOBAL DE ENERGIA na superfície
INTERAÇÃO SOLO-VEGETAÇÃO-ATMOSFERA
A predominância de um determinado processo
depende do tipo e estado da superfície
DISTRIBUIÇÃO GLOBAL DA VEGETAÇÃO
UMIDADE DO SOLO
CIRCULAÇÃO GERAL DA ATMOSFERA
Janeiro
CIRCULAÇÃO GERAL DA ATMOSFERA
Julho
MODELO DE CÉLULAS DE CIRCULAÇÃO GERAL
CLIMA E CÉLULAS DE CIRCULAÇÃO GERAL
C. Polar
C. Ferrel
C. Hadley
CIRCULAÇÃO GERAL DA ATMOSFERA
MOVIMENTO VERTICAL NA MÉDIA TROPOSFERA
Valores positivos (negativos) : subsidência (ascensão)
TEMPERATURA
e
PRECIPITAÇÃO
GLOBAL
Temperaturas médias globais
Temperaturas médias globais
Janeiro
Julho
Temperaturas médias globais
Janeiro
Julho
Temperaturas médias globais
• Regiões mais frias sobre grandes cadeias montanhosas :
efeito da altitude
• Isotermas orientadas na direção leste-oeste:
localidades na mesma latitude recebem aproximadamente a
mesma quantidade de radiação solar.
• Temperatura decresce na direção dos pólos:
A quantidade anual de radiação solar que cada região recebe
diminui em direção aos pólos
• A inclinação das isotermas próximas às margens
costeiras dos continentes: Correntes oceânicas
• Sobre os continentes, as temperaturas variam mais entre o verão
e o inverno do que sobre os oceanos:
capacidade térmica maior da água (tipo de superfície)
• As maiores temperaturas não ocorrem nos trópico,
e sim nos subtrópicos (~30 graus) :
Ramo descendente da Célula de Hadley,
sobre o hemisfério de verão
• A região mais fria do planeta são os pólos
(principalmente a Antártica, pela altitude): alto albedo do gelo
e neve, e alguns meses do ano sem nenhuma radiação solar.
VAPOR D’ÁGUA NA ATMOSFERA
VAPOR D’ÁGUA NA SUPERFÍCIE
Janeiro
Julho
PRECIPITAÇÃO MENSAL GLOBAL
TAXA DE PRECIPITAÇÃO GLOBAL
ZCIT
ZCPS
ZCAS
Janeiro
Julho
TAXA DE PRECIPITAÇÃO GLOBAL
Janeiro
Julho
PRECIPITAÇÃO GLOBAL
• A distribuição global da precipitação está muito ligada à
Circulação Geral da Atmosfera, e com a distribuição das
cadeias de montanhas e altos platôs.
• A chuva na região equatorial está ligada à ZCIT
(convergência dos alísios e ramo ascendente da
Célula de Hadley)
• As regiões com pouca precipitação nas latitudes subtropicais
(inclusive os grandes desertos) estão localizadas no ramo
descendente da Célula de Hadley.
• Nas regiões de latitudes médias, a precipitação está associada
às frentes frias e ciclones ET, entre as massas de ar polar
e subtropical.
• Nos pólos está localizado o ramo descendente da célula Polar
e a baixa temperatura faz com que o
vapor d’água disponível seja pouco.
• Nas latitudes subtropicais encontram-se as
Zonas de Convergência Sub-Tropicais (ZCAS e ZCPS)
CLASSIFICAÇÃO
CLIMÁTICA
CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA
• Os diversos controles climáticos interagem
para produzir os mais diferentes climas.
• Não existem dois lugares que tenham exatamente o mesmo clima
• Porém, certas similaridades permite dividir a Terra em
“regiões climáticas”
CLASSIFICAÇÃO dos GREGOS ANTIGOS
(consideravam somente a temperatura e a distribuição de rad. solar)
Zona tórrida de baixas latitudes:
• Limitada ao norte e ao sul onde os raios solares atingem o zênite (23½N e 23½S)
• Onde o sol do meio dia é sempre alto, dia e noite tem duração aproximadamente igual;
• É quente o todo
Zona polar (ou frígida) de altas latitudes:
• Limitada pelos Círculos Ártico ou Antártico (66½N e 66½S)
• Frio durante todo o ano, devido a longos períodos de inverno
sem luz solar ou sol muito baixo durante o verão
Zona temperada:
• Região entre as duas outras
• Tem verão e inverno bem distinto
• Apresenta características de ambos extremos (frio no inverno, quente no verão)
SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA DE KÖPPEN
• Wladimir Köppen, cientista alemão, 1846-1940
• baseada nas medias anuais e mensais de temperatura e precipitação
• cinco grandes tipos climáticos, designados por letras
A – Climas tropicais úmidos:
Todos os meses têm temperatura media maior que 18 C
Quase todos os meses são quentes
Não existe estação de inverno “de verdade”
B – Climas secos:
Precipitação deficiente a maior parte do ano
Evaporação potencial e transpiração excedem a precipitação
C – Climas úmidos de lat. medias com invernos amenos:
Verões quente a muito quente, com invernos amenos
A temperatura media do mês mais frio é abaixo de 18 C e acima de -3 C
D – Climas úmidos de lat. medias com invernos severos:
Verões quentes, com invernos frios
A temperatura media do mês mais quente excede 10 C e
A media mensal do mês mais frio cai abaixo de -3 C
E – Climas polares:
Invernos e verões extremamente frios
A temperatura do mês mais quente é abaixo de 10 C
Não há verão “de verdade”
Descrição dos códigos da classificação
climática de Koppen/Trewartha
Zonas principais:
A. Tropical
B. Seco
C. Baixas latitudes medias
D. Altas latitudes medias
E. Polar
Modificadores adicionais:
S. Semi-árido
W. Árido
T. Tundra
F. Calota polar
H. Montanhosa
Modificadores em letras minúsculas
a. verões quentes e longos
b. verões quentes e curtos
c. verões frescos e curtos
d. verões e invernos frios
f. precipitação todos os meses
w. inverno seco
s. verão seco
m. precipitação de monção
h. quente e seco, temperatura media de todos os meses acima de 0 C
k. frio e seco, pelo menos um mês com temperatura media abaixo de 0 C
n. nevoeiro freqüente
n'. nevoeiro não freqüente, mas alta umidade
CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA
de Köppen/Trewartha
CLIMAS DA AMÉRICA DO SUL
A. Tropical
B. Seco
C. Baixas latitudes medias
S. Semi-árido
W. Árido
H. Montanhosa
a. verões quentes e longos
b. verões quentes e curtos
c. verões frescos e curtos
f. precipitação todos os meses
w. inverno seco
s. verão seco
m. precipitação de monção
h. quente e seco, temperatura media
de todos os meses acima de 0 C
CLIMATOLOGIA DINÂMICA
DO BRASIL
(principais sistemas meteorológicos
e efeitos no clima: distribuição de
precipitação e temperatura)
REGIÃO NORTE
MACAPÁ (AP)
Principais sistemas:
ZCIT
Convecção local
Linhas de Instabilidade
Temp.
Evap.
Prec.
MANAUS (AM)
BELEM (PA)
REGIÃO NORDESTE
SÃO LUIS (MA)
(norte)
Principais sistemas:
ZCIT
Convecção local
Brisas
Ondas de leste
FORTALEZA (CE)
NATAL (RN)
Variabilidade inter-anual
Variabilidade intra-sazonal
Vórtice ciclônico de altos níveis
“DIPOLO do Atlântico”
REGIÃO NORDESTE
JOÃO PESSOA (PB)
(leste e sul)
Principais sistemas:
Brisas
Ondas de leste
Frentes Frias
SALVADOR (BA)
RECIFE (PE)
Frentes Frias e indução de convecção tropical
REGIÃO CENTRAL
CUIABÁ (MT)
Principais sistemas:
Convecção local
Linhas de instabilidade
Frentes Frias
Célula de Hadley (desc.)
CAMPO GRANDE (MS)
BRASILIA (DF)
REGIÃO SUDESTE
RIO DE JANEIRO (RJ)
Principais sistemas:
Linhas de Instabilidade
Brisas
ZCAS
Frentes Frias
BELO HORIZONTE (MG)
SÃO PAULO (SP)
REGIÃO SUL
CURITIBA (PR)
Principais sistemas:
Linhas de Instabilidade
Brisas
Frentes Frias
FLORIANÓPOLIS (SC)
PORTO ALEGRE (RS)
VARIABILIDADE INTER-ANUAL:
“El Niño – La Niña”
Condições “NORMAIS”
“El Niño”
“La Niña”
El Niño
La Niña
EFEITOS GLOBAIS
(“TELECONEXÕES”)
El Niño
La Niña
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Temperatura global Precipitação global