Tópicos Especiais de Marketing
CST Gestão de Marketing
Prof. António Albano B Moreira
Aula 9 – 18/10/2013
• Marketing cultural
Definição de marketing
“É A EXECUÇÃO DE UM CONJUNTO DE
ATIVIDADES COMERCIAIS,
TENDO COMO OBJETIVO FINAL A
TROCA DE PRODUTOS OU SERVIÇOS
ENTRE PRODUTORES E
CONSUMIDORES.”
O que envolve o marketing
1. PROPAGANDA
2. VENDAS
3. PROMOÇÃO,
4. PUBLICIDADE
5. PREÇO
6. DISTRIBUIÇÃO
7. SERVIÇOS
8. INOVAÇÃO
9. CONTROLE
10. POSICION./REPOSICIONAM.
11.ANÁLISE DE MERCADO
12.PLANEJAMENTO
Definição de cultura
• Cultura é o conjunto de manifestações artísticas, sociais,
lingüísticas e comportamentais de um povo ou civilização
Definição de marketing cultural
• É toda ação de marketing que usa a
cultura como veículo de comunicação
para se difundir o nome, produto ou fixar
imagem de uma empresa patrocinadora.
“Marketing Cultural é um dos mais
proveitosos e revolucionários
instrumentos de redução tributária de
que dispõe o empresariado. No
entanto, como incentivo fiscal e
instrumento de fomento da cultura
nacional, é algo ainda relativamente
novo em nosso país, e um ilustre
desconhecido para muitas empresas”.
Dr. Davi Alves
MARKETING CULTURAL
é
Toda ação de marketing que usa a
cultura como ferramenta de
comunicação para divulgação de um
produto/serviço, projetando a
imagem institucional da empresa
patrocinadora junto aos seus
diversos públicos (stakeholders).
OBS.: O consumidor nutre maior simpatia e confiança
pelas empresas que investem em cultura e cidadania!
Folha de SP online
• Das cerca de 190 mil empresas que
poderiam investir recursos em projetos
culturais por meio de leis de incentivo no
Brasil, apenas 2%, cerca de 4.000,
apóiam as iniciativas do setor.
Qual o peso da cultura na economia nacional?
Segundo estudo encomendado pelo Ministério da Cultura à
Fundação João Pinheiro, em 1997 a produção cultural
movimentou no Brasil aproximadamente R$ 6,5 bilhões, o que
correspondia na época a cerca de 0,8% do PIB brasileiro. Em
1994, quando foi feito o último levantamento, a cultura empregava
510 mil pessoas, considerando-se todos os seus setores e áreas.
Esse contigente era 90% maior do que o empregado pelas
atividades de fabricação de equipamentos e material elétrico e
eletrônico; 53% superior ao da indústria automobilística, de
autopeças e fabricação de outros veículos e 78% maior do que o
empregado em serviços industriais de utilidade pública (energia
elétrica, distribuição de água e esgoto). Ou seja, a cultura tem um
peso econômico importante no Brasil de hoje, destacando-se
inclusive como grande geradora de empregos. Mas esses
números estão muito defasados e não houve nenhuma outra
pesquisa aprofundada até agora.
COMPARATIVO
(fonte: Fundação João Pinheiro/MinC)
1997 – Produção Cultural no Br = R$ 6.5 bi (0.8% PIB)
2003 – 3o. Setor = 5% PIB (R$ 60 bi)
(1994) - Cultura empregava 510 mil pessoas:
• 90% mais numeroso do que o empregado pelas
atividades de fabricação de equipamentos e material
elétrico e eletrônico;
• 53% superior ao da indústria automobilística, de
autopeças e fabricação de outros veículos;
• 78% maior que o empregado em serviços industriais
públicos (energia elétrica, distribuição de água e
esgoto).
Como uma empresa pode fazer marketing cultural?
A partir do momento em que uma empresa empreende uma
ação de marketing usando como ferramenta a cultura, ela está
fazendo marketing cultural. Nem sempre o patrocínio vem em
forma de dinheiro vivo - pode ser uma permuta por passagens
áreas (companhias aéreas), estadia (hotéis e pousadas),
refeições (restaurantes). Importante é que a ação de
marketing deve se encaixar perfeitamente ao perfil da
empresa, ao público alvo e ao objetivo buscado. Sem
equalizar esses três quesitos (público alvo, identidade,
objetivos) fica difícil garantir a eficácia da ação. Também é
importante frisar que marketing cultural pode (e deve) vir
associado a outras ações de marketing.
Marketing Cultural
Por que fazer marketing cultural?
•
•
•
•
Diferenciação
Estratégia
Simpatia
Proporcionar empatia
Qual a diferença entre mecenato, doação e
MC?
Como uma empresa pode
realizar o MC?
• Publico Alvo
• Identidade
• Objetivos
Marketing Cultural
Formas de projeto
1. Patrocínio
2. Patrocínio/Mecenato
3. Patrocínio/Projetos através de leis e
isenção fiscal
Qual é a diferença entre marketing cultural (ou patrocínio
cultural) e mecenato?
Marketing cultural é uma ação que busca abrir um canal de
comunicação entre a empresa e o público. As empresas não
patrocinam projetos culturais por caridade e sim para obter
retorno. Já mecenato é quando uma empresa, em geral
representada por seu dono ou presidente, tem interesse em
determinada área e investe sem aguardar retorno. Portanto,
quem elabora uma proposta de patrocínio não deve somente
destacar as qualidades culturais do projeto, que também são
importantes, mas expressar, clara e diretamente, sua
adequação à marca da empresa e às vantagens que pode
oferecer a ela. Para ter sucesso, um projeto de patrocínio
cultural precisa ser percebido pela empresa como uma boa
solução para sua comunicação.
Marketing Cultural - patrocínios
1. Qual a diferença entre patrocínio e apoio
cultural?
2. Qual a diferença de exposição dos dois
colaboradores MC?
Qual a diferença entre patrocínio
cultural e apoio cultural?
Uma empresa que compra uma cota ou a
totalidade de seu projeto é uma
patrocinadora. Uma empresa aérea que
lhe forneça passagens ou um hotel que
hospede sua equipe, por exemplo, são
seus apoiadores.
Marketing Cultural - Leis de
incentivo
1. O que é uma lei de incentivo a Cultura?
2. Como funcionam as leis de incentivo a
cultura?
3. Como uma empresa patrocina um
projeto pela lei criando assim o
marketing cultural?
Leis de incentivo a cultura
•
•
LEI ROUANET (Lei Federal 8.313) - Esta lei federal, foi assinada em
1991 e permite às empresas patrocinadoras um abatimento de até 4%
no imposto de renda, desde que já disponha de 20% do total já
pleiteado.
•
LEI DO AUDIOVISUAL (Lei Federal 8685) - Esta lei federal modificada pela MP
1515 permite desconto fiscal para quem comprar cotas de filmes em produção.
O limite de desconto é de 3% para pessoas jurídicas e de 5% para pessoas
físicas, sobre o imposto de Renda.
LEI DE INCENTIVO À CULTURAL (Lei Estadual 13.133 de 2001) – Tabela sobre
ICMS.
LEI DE INCENTIVO À CULTURA (Lei Municipal) – 2% sobre IPTU e ISS.
PROJETOS SOCIAIS VIA LEIS DE INCENTIVO – Tabela de Tributos Dedutíveis (Renúncia Fiscal)
Lei Incentivo Esfera - Imposto Instituição/Cunho Benefício Médio
em relação ao valor investido
Limite até
Principal Requisito
Municipal - ISS
Comissão Mecenato
de Curitiba - FCC
100%
20% de cada incidência
limite: 71500 UFIR/proj
Ser contribuinte de
ISS em Curitiba
À
Municipal - IPTU
Comissão Mecenato
de Curitiba – Proj Cult
100%
20% de cada incidência
limite: 71500 UFIR/proj
Ser contribuinte de
IPTU em Curitiba
Cultura
Estadual – ICMS
Comissão Estadual
de Desenv. Cultural
100%
5% de cada incidência
máx: 100mil UFIR/proj
Ser contribuinte de
Federal – IR
MinC / ROUANET
Federal - IR
ONGs qualificadas
como OSCIP ou
de Utilidade Pública
Municipal - IPTU
Comissão de Incentivo
ao Esporte de Curitiba
/ Projeto Esportivo
67%
Federal - IR
Fundos da Criança
e do Adolescente /
Projeto Esportivo
100%
À Doação
Social
Aos
Esportes
À
Educação
Ao Meio
Ambiente
À
Tecnologia
À SAÚDE
64%-100% conforme 4% do Imposto devido
área específica do proj
34%
2% do
Lucro Operacional
100%
1% do
Imposto devido
ICMS no Paraná *
Recolhimento c/
base no Lucro real
Recolhimento c/
base no Lucro real
Ser entidade sem fins
lucrativos de natureza
desportiva
Recolhimento c/
base no Lucro real
Produtor cultural
• Produção
• Ponte
• Gestor / Responsabilidade
Produção de projetos de Marketing
Cultural - fases
• Formatação do projeto na lei de incentivo
• Formatar os bonecos de cada projeto
• Captação de recursos
• Contratação de equipes/stafs para produção
• Criação da infra estrutura de trabalho e produção
• Lançamento do projeto, divulgação do projeto e
assessoria de imprensa
Ex: Patrocínio de um Show (Mecenato)
Associar a marca aquele tipo de música e público
(branding):
•
• Oferecer amostras de produtos/brindes
(promoção);
• Distribuir ingressos para seus colaboradores/
famílias (endomkt);
• Programar sessão exclusiva para convidados
vips (mkt relacionamento);
• Enviar mala direta personalizada aos clientes /
consumidores informando calendário do show e
que é patrocinado pela empresa/reservas (mkt
direto);
Ex: Patrocínio de um Show (Mecenato)
Mostrar artistas consumindo o produto/serviço durante
o show (ação de merchadising);
•
• Levantar informações gerais s/ o consumidor por meio
de pesquisas feitas no local (database mkt)
• Lançar publicação sobre o evento (mkt editorial)
• Criar uma campanha específica destacando como a
marca valoriza a importância do patrocínio
(propaganda)
• Outras ações paralelas >
ESTABELECER/MANTER/FORTALECER VÍNCULOS DE
AFINIDADE que têm o poder de ampliar o alcance do
mkt cult.
CENÁRIO
• Showbiz > Entretenimento > Serviços (65% PIB > Br.
e até 80% > Can/USA)
• 6% (Br.)
• 1% (r. sul)
• 86% (2003)
• Ainda é pouco
Cerca de 80 mil empresas no Br poderiam
utilizar as Leis de Incentivo (patrocínios culturais, doação a
projetos sociais de ONGs e Fundos de RS). Se essas empresas
utilizassem os benefícios que as leis lhes permitem, em vez dos
R$ 548 milhões (1999), o valor poderia chegar a R$ 4 bilhões
(e a cultura teria diretamente 37% desse bolo = R$ 1,48 mi).
OBJETIVOS do PATROCINADOR:
• Demonstrar sua Responsabilidade Social;
• Relacionar-se com as partes interessadas;
• Mudar / reforçar sua imagem e atributos da
marca.
(O público associa o setor bancário ao patrocínio
cultural e fabricantes de automóveis ao patrocínio
esportivo).
MOTIVOS PARA A EMPRESA INVESTIR EM MKT CULTURAL
1) Necessidade de diferenciação das marcas;
2) Diversificação do mix de comunicação das empresas para
melhor atingir seu público;
3) Necessidade das empresas se posicionarem como
socialmente responsáveis.
4) Ao patrocinar um projeto cultural a empresa se diferencia das
demais a partir do momento em demarca seu território
mercadológico a partir de valores transmitidos (tradição,
modernidade, competência, criatividade, popularidade, etc.).
5) Também amplia a forma como se comunica com seu públicoalvo e mostra para a sociedade que não está encastelada em
torno da sua lucratividade e de seus negócios.
COMO FAZER MARKETING CULTURAL
• A partir do momento em que uma empresa empreende
uma ação de marketing usando a cultura como
ferramenta, ela está fazendo marketing cultural.
• Nem sempre o patrocínio vem em forma de dinheiro
vivo >
• pode ser uma permuta por passagens áreas (cias.
aéreas),
• estadia (hotéis e pousadas),
• refeições (restaurantes).
Importante! A ação de marketing deve se encaixar
perfeitamente ao “perfil da empresa x público-alvo x
objetivo buscado” (e associado a outras ações).
O QUE A EMPRESA GANHA COM O MKT CULTURAL
• Leis de Incentivo > Financeiramente = bom negócio!
• Compreenderam que estas ações solidificam a
imagem institucional da empresa e geram visibilidade
p/ marca (perpetuação $).
• Oportunidade para a empresas participara na
construção de referenciais culturais da nação
SÓ GRANDES EMPRESAS INVESTEM EM
MKT CULTURAL?
• São a maioria, por várias razões e a principal é o
desconhecimento das leis de incentivo e dos
benefícios que esse tipo de ação de marketing
pode trazer.
• O volume de dinheiro que empresas pequenas e
médias movimentam podem levar o empresário a
pensar que ele não poderia arcar com os custos
de um projeto cultural.
NO ENTANTO, EXISTEM PROJETOS PARA TODOS
OS BOLSOS!
VANTAGENS PARA A PEQUENA EMPRESA
INVESTIR EM CULTURA
• A empresa pode reaver 100% do valor
investido, o que seria um bom negócio.
• Imagem institucional > solidificação e
perenização da empresa.
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR...
Por que o número de pessoas físicas que investem
em cultura ainda é pequeno?
R:
Outro fator é que não existe uma mentalidade
nacional voltada para o patrocínio cultural. Em
países como os Estados Unidos, a maior parte
do dinheiro que financia a cultura vem de
pessoas físicas
•
• A maioria das declarantes desconhece os
benefícios das leis de incentivo.
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR...
(Cont.)
No caso das leis Rouanet e Audiovisual, existe
ainda um outro problema: quando alguém
patrocina um projeto cultural, precisa adiantar o
dinheiro para o produtor e só acerta as contas
com o fisco no ano seguinte, após declarar seu
Imposto de Renda.
• Diferentemente das empresas, a maioria das
pessoas não tem capital de giro e
disponibilidade para esperar tanto tempo até
terem seu dinheiro de volta.
O QUE TIRA MUITA GENTE DA BATALHA PELO
PATROCÍNIO É A FALTA DE PROFISSIONALISMO.
AS LEI DE INCENTIVO
• Leis que oferecem benefícios fiscais (à pessoa
física ou jurídica) como atrativo para investimentos
em cultura.
•Existem hoje leis de incentivo federais, estaduais e
municipais.
•Dependendo da lei utilizada, o abatimento em
impostos pode chegar até a 100% do investimento.
COMO FUNCIONAM AS LEIS DE INCENTIVO
-Cada lei tem um funcionamento específico.
- As leis federais oferecem abatimento no Imposto
de Renda das pessoas físicas ou jurídicas.
- Já as estaduais proporcionam abatimento de ICMS
e as municipais, de IPTU e ISS.
COMO FUNCIONAM AS LEIS DE INCENTIVO
• Algumas optam por financiar a fundo perdido ou
fazer empréstimos a projetos culturais regionais.
- Ao optar por uma ou outra lei, o produtor cultural
deve levar em consideração a região onde o projeto
cultural será realizado e as necessidades dos
possíveis patrocinadores.
- Se uma empresa não está dando lucro, por
exemplo, ela não tem como beneficiar-se da Lei
Rouanet, mas pode beneficiar-se das leis estaduais
ou municipais.
PASSO A PASSO
1.
Órgão responsável pela aplicação da lei precisa
aprovar o projeto apresentado
2. Proponente sai a mercado (captação)
3. A empresa incentivadora/patrocinadora
deposita o valor (ou parte dele)
4. Este valor voltará para a empresa em forma de
abatimento de imposto na hora do pagamento
do tributo
ENQUADRAMENTO
1o. passo - Ter o projeto cultural formatado com
orçamento, equipe, plano de mídia, tudo
previsto;
2º passo: contatar o órgão responsável pela
aplicação da lei de incentivo que o produtor deseja
utilizar;
3º passo: Reunir todos os documentos solicitados e
dar entrada no projeto.
CRITÉRIOS USADOS PELAS EMPRESAS P/
ESCOLHER UM PROJETO CULTURAL E
PATROCINÁ-LO?
Algumas preferem associar suas marcas à restauração
de patrimônios históricos
•
• Outras, patrocinar o Carnaval
• Critério comum: todas buscam retorno, seja
institucional ou de vendas.
DICA! Na escolha de um potencial patrocinador, o
produtor cultural deve estar atento ao perfil da
empresa para a qual ele está apresentando seu
projeto, assim como para todos os tipos de
retorno que o projeto pode proporcionar.
DIFERENÇA: PATROCÍNIO CULTURAL x APOIO
CULTURAL
• Uma empresa que compra uma cota ou a totalidade
de seu projeto é uma patrocinadora.
• Uma empresa aérea que lhe forneça passagens ou
um hotel que hospede sua equipe ou restaurante que
fornece a alimentação, por exemplo, são seus
apoiadores.
Lembre-se:
É muito difícil uma empresa
voltar a abrir as portas para um
projeto que chegou até ela com
deficiências e amadorismos.
Consultar profissionais da área,
pesquisar e ler a respeito
também são um bom começo.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS – I
Revista Marketing Cultural
Revista BRAVO!
www.google.com.br (diversos links relacionados)
IBRAC Instituto Brasil Ativo
MinC (Leis de Incentivo)
Contato: Prof. Cleuton Carrijo (41.9172-0352)
[email protected]
Exemplos de Marketing Cultural
no Brasil
Projeto de patrocínio a
cinema através de
Renúncia Fiscal Municipal
De que se tratam os Projetos
?
Curta-Metragem 35 mm
colorido com duração
aproximada de 15 min.
Qual o Custo para a Empresa
?
Nenhum.
Pela Lei Municipal 15/97 de Incentivo
à Cultura, as pessoas Físicas e
Jurídicas do Município de Curitiba
poderão destinar 20 % dos tributos
devidos à Prefeitura - ISS e IPTU,
para projetos culturais aprovados pela
Fundação Cultural de Curitiba.
Qual o risco para a Empresa
?
Também nenhum.
Não existe uma auditoria fiscal específica
por parte da secretaria de finanças
municipal nas empresas que optarem por
incentivo fiscal a projetos culturais. O
empreendedor cultural é que deverá prestar
contas de todos os gastos do projeto de
acordo com o orçamento previamente
aprovado. Só em caso necessário é que apenas o empreendedor - poderá vir a
sofrer auditoria.
Qual o Ganho para a Empresa
?
• Vários :
Propaganda Institucional gratuita.
Ter seu nome associado a um projeto de ordem
Artístico-Cultural.
Em função da característica do projeto, demonstrar
uma preocupação social – o descaso com a terceira
idade.
Divulgação nacional através dos Festivais de
Cinema que o filme participará.
Cópias do filme em VHS ou DVD, logotipo nos
créditos do filme e nos cartazes e banners.
Quais os valores do Projeto ?
Valor aprovado
Participação do
Empreendedor
Através de Renúncia
Fiscal das Empresas
R$ 89.000,00
R$ 13.000,00 - 15%
R$ 76.000,00 - 85%
Quais os valores do Patrocínio
?
Valor total a ser Incentivado
R$ 76.000,00
Divido em quotas de patrocínio de R$ 20.000,00,
R$ 10.000,00,
R$ 5.000,00
R$ 1.000,00 e
R$
500,00.
Tabela de valores incentivados
Pela Lei, a renúncia fiscal se limita a 20% do Imposto
devido, abaixo exemplos de valores de ISS+IPTU e
incentivo permitido :
Imposto
Incentivo
250.000,00
50.000,00
100.000,00
20.000,00
75.000,00
15.000,00
50.000,00
10.000,00
25.000,00
5.000,00
5.000,00
1.000,00
2.500,00
500,00
Como ocorre a captação ?
A captação ocorre mensalmente após apurado o imposto
devido no mês. De posse do carnê de imposto e do processo
de aprovação do projeto, a Secretaria de Finanças do
Município emite a autorização para a empresa depositar os
valores propostos de patrocínio na conta do projeto. Conta
essa aberta pelo empreendedor exclusivamente para esse
fim.
O passo seguinte é voltar a apresentar na Fundação Cultural
de Curitiba cópias dos comprovantes de depósitos tanto do
pagamento do imposto como do valor da renúncia destinado
ao projeto cultural.
A empresa ficará de posse do comprovante de depósito na
conta do projeto e com a autorização de renúncia fiscal para
comprovação futura, caso seja necessário.
Todo este tramite junto à Secretaria de Finanças e na
Fundação Cultural de Curitiba será de responsabilidade do
Administrador do projeto.
Qual a participação da UTP?
Patrocínio através da renúncia fiscal de
IPTU e ISS.
Utilização da divulgação nos curtas.
Participação de alunos dos curso de
graduação em comunicação ou pósgraduação em cinema como estagiários
na produção dos filmes, da seguinte
maneira: 3 na fase de roteiro, 3 na fase
de produção, 3 no set de filmagem e 3
na fase de finalização.
Quem são os produtores ?
Ademir Silva.
Oficina de Imagem. Empresa que produziu os
comerciais da Copacol nos últimos anos e os
Curtas ganhadores do melhor roteiro paranaense
do Festival de Cinema de Curitiba de 2000 e
2001.
António Moreira. Administrador, professor
universitário e ganhador do prêmio de melhor
roteiro paranaense do Festival de Cinema de
Curitiba de 2001.
57
PROJETO DE CURTA -METRAGEM
TÍTULO :
A POLTRONA
REALIZAÇÃO
ARAUCÁRIA PRODUÇÕES
António Moreira
PRODUÇÃO
OFICINA DA IMAGEM
DIREÇÃO
58
António Moreira
CRONOGRAMA DE REALIZAÇÃO 1 de 4
MESES / SEMANAS
JUNHO
TAREFAS
4
23
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
59
P
Escolher Produtor
R
P
Orçamento / Custos
R
P
Identidade visual
R
P
Pasta do projeto
R
P
Projeto para a Lei Rounet
R
P
Submissão do Projeto
R
P
Busca de patrocinador
R
P
Captação de Recursos
R
P
Revisar roteiro
R
P
Perfil dos personagens
R
P
Reunião com equipe principal
R
P
Decupagem
R
P
Desenho das locações
R
P
Discutir decupagem
R
1 1
24
J U LH O
A GOST O
1 8
25
2
9
1 6
23
25
26
27
28
29
30
30
31
SE T E M B R O
6
1 3
20
27
3
1 0
1 7
32
33
34
35
36
37
38
CRONOGRAMA DE REALIZAÇÃO 2 de 4
2001 - 2002 MESES / SEMANAS
J U LH O
TAREFAS
60
15
Cópias da decupagem/eqpe
16
Folhas de produção
17
Roteiros para equipe
18
Escolha da Equipe
19
Escolher tipo de Iluminação
20
Definição das lentes
21
Escolha do negativo
22
Definir equipamento
23
Escolha das locações
24
Plantas das filmagens
25
Definição do cenário
26
Escolha do figurino
27
Sonorização
28
Trilha sonora - Quem/Como
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
A GOST O
2
9
1 6
23
27
28
29
30
30
31
SE T E M B R O
OU T U B R O
6
1 3
20
27
3
1 0
1 7
24
1
32
33
34
35
36
37
38
39
40
8
41
N OV E M B R O
1 5
22
29
5
1 2
1 9
26
42
43
44
45
46
47
48
CRONOGRAMA DE REALIZAÇÃO 3 de 4
2001 - 2002 MESES / SEMANAS
J U LH O
TAREFAS
61
29
Teste dos atores
30
Escolha dos atores
31
Leitura do roteiro
32
Ensaios
33
Planos de filmagem
34
Lista material geral
35
Comprar negativos
36
Alugar Iluminação
37
Alugar equipamento
38
Captação do som
39
Making-off / Still
40
Compra do material geral
41
Filmagens
42
Devolver Figurino
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
A GOST O
2
9
1 6
23
27
28
29
30
30
31
SE T E M B R O
OU T U B R O
6
1 3
20
27
3
1 0
1 7
24
1
32
33
34
35
36
37
38
39
40
8
41
N OV E M B R O
1 5
22
29
5
1 2
1 9
26
42
43
44
45
46
47
48
CRONOGRAMA DE REALIZAÇÃO 4 de 4
2001 - 2002 MESES / SEMANAS
N OV E M B R O
TAREFAS
43 Devolver Iluminação
44 Devolver Locações
45 Devolver Equipamento
46 Devolver Cenário
47 Revelação
48 Telecinagem
49 Edição / Finalização
50 Marcação da luz
51 Cópia Mestre
52 Cópias em Vídeo
53 Preparação do lançamento
54 Material de divulgação
55 Divulgação do lançamento
56 Festival
62
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
P
R
D E ZE M B R O
JA NE I RO
5
12
19
26
3
10
17
24
31
7
14
45
46
47
48
49
50
51
52
1
2
3
FE V E R E I R O
21
4
28
4
5
6
11
7
M A RÇO
A B RI L
18
25
4
11
18
25
8
9
10
11
12
13
1
14
M AIO
8
15
22
29
6
13
15
16
17
18
19
20
20
21
27
22
ORÇAMENTO
1 de 2
ITEM
1 EQUIPE TÉCNICA
Roteirista
Produtor
Assistente de Produção
Diretor
Assistente Direção
Direção de Arte
Maquiador e Cabeleireiro
Diretor de Fotografia
Operador de Câmera
Eletrecista Chefe
Auxiliar de Eletricista
Assistente de Câmera
Técnico de Som e Microfonia
Elenco
TOTAL 1.
2 MATERIAL DE PRODUÇÃO
Aluguel de Câmera e Acessórios
Luz, Som e Maquinista
Filme Negativo
TOTAL 2.
3 CENOGRAFIA / FIGURINOS
Aluguel de Locação
Aluguel de Estúdio
Material de Consumo Cenográfico
Aluguel de Roupas
TOTAL 3.
4 ALIMENTAÇÃO E TRANSPORTE
Alimentação
Transporte
TOTAL 4.
63
Filme em 16 mm c/ Doações
Unidade
Qte.
Valor
Doação
Doação
Doação
Doação
Doação
Doação
Doação
Doação
Redução
Redução
Redução
Doação
Redução
Simbólico
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
9
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
300,00
300,00
500,00
0,00
1.000,00
900,00
3.000,00
Prêmio
Prêmio
Prêmio
5
1
6
0,00
0,00
0,00
0,00
Doação
Doação
Doação
Doação
1
1
1
1
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Serviço
Serviço
1
1
1.200,00
2.000,00
3.200,00
ORÇAMENTO
ITEM
5 PÓS-PRODUÇÃO
Revelação de Negativo
Copião (Ampliação 16 -> 35)
Telecinagem
Fitas Betacam e VHS
Print Master
Som Ótico
Separação de Negativo
Colagem Negativo
Copião com Luz Padrão
Cópia com Marcação de Luz
Edição Avid / Final Cut
Mixagem
Trucagem e Letreiros
Reserva Técnica
Royalties Dolby
TOTAL 5.
6 MÚSICA E TRILHA SONORA
Direitos Autorais
TOTAL 6.
7 DIVULGAÇÃO
Cartazes, folders e banner
TOTAL 7.
8 VIAGENS E DIÁRIAS
Passagens/hospedagem, etc.
TOTAL 8.
TOTAL FINAL
64
2 de 2
Unidade
16 mm c/ Doações
Valor
Qte.
Prêmio
1,50 / m
Prêmio
Prêmio
Prêmio
700
100
1,30 / m
700
Prêmio
Prêmio
15,00 m
1800
900
10 hrs
10
5 hrs
500 m
1
1
500
1
40
40
100
0,00
1.350,00
0,00
400,00
0,00
0,00
700,00
100,00
650,00
700,00
0,00
0,00
1.500,00
400,00
5.800,00
Serviço
1
1.000,00
1.000,00
Pacote
1
500,00
500,00
Estimativa
1
1.500,00
1.500,00
15.000,00
FLUXO DE DESEMBOLSO
DATA
29/out
05/nov
12/nov
19/nov
03/dez
65
ITEM
Transporte/ Materiais Gerais
TOTAL
Alimentação
Auxiliar de Eletricista
Elenco
Eletrecista Chefe
Operador de Câmera
Técnico de Som e Microfonia
TOTAL
Colagem Negativo
Cópia com Marcação de Luz
Copião (Ampliação 16 -> 35)
Copião com Luz Padrão
Fitas Betacam e VHS
Reserva Técnica
Separação de Negativo
Trucagem e Letreiros
TOTAL
Passagens, hospedagem
Direitos Autorais
TOTAL
Cartazes, folders e banner
TOTAL
TOTAL GERAL
VALOR
2.000,00
2.000,00
1.200,00
500,00
900,00
300,00
300,00
1.000,00
4.200,00
100,00
700,00
1.350,00
650,00
400,00
400,00
700,00
1.500,00
5.800,00
1.500,00
1.000,00
2.500,00
500,00
500,00
15.000,00
CURRICULUM VITAE
Oficina da Imagem e Diretor de Fotografia
ADEMIR SILVA
NASCIDO EM BELÉM DO PARÁ.
BACHAREL EM DIREITO PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ (1974).
INGLÊS PELA UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ, CALIFÓRNIA, USA (1984).
CINEMATOGRAFIA PELO AMERICAN FILM INSTUUTE OF LOS ANGELES, USA
(1984).
ATIVIDADES PROFISSIONAIS:
FOTOJORNALISTA PARA VÁRIAS PUBLICAÇÕES BRASILEIRAS: A Província do
Pará, Jornal do Brasil, Veja, Isto É, Exame, O Estado de São Paulo ( 1970 - 1977).
EM 1970, VENCE CONCURSO DE ROTEIROS PATROCINADO PELO EXTINTO INC
(Instituto Nacional do Cinema) E DIRIGE DOCUMÉNTARIO SOBRE O CÍRIO DE
NAZARÉ (Festa Religiosa do Pará) EM 35mm, COR.
CINEGRAFISTA NA TV LIBERAL, EM BELÉM DO PARÁ (1975 - 1978 )
TRABALHA COMO 2.o ASSISTENTE DE CÂMERA NO DOCUMENTÁRIO
"ANTONIO LANDI ", EM BELÉM,.DIRIGIDO POR MÁRIO CARNEIRO E
PRODUZIDO PELA EXTINTA EMBRAFILME ( 1975 ).
TRABALHA COMO ASSISTENTE DE DIREÇÃO NO CURTA METRAGEM
"WALDEMAR HENRIQUES", EM BELÉM, PRODUZIDO PELA EXTINTA
EMBRAFILME E DIRIGIDO POR MIGUEL FARIA JÚNIOR ( 1975 ).
MUDA PARA O RIO DE JANEIRO EM 1978. TRABALHA COMO 2. e 1.
ASSISTENTE DE CÂMERA EM CERCA DE 50 PROJETOS INCLUINDO
DOCUMENTÁRIOS, CURTA METRAGENS, FILMES DE PUBLICIDADE E LONGA
METRAGENS.
EM 1984, É ACEITO COMO BOLSISTA DA FULLBRIGHT FOUNDATION NO
AMERICAN FILM INSTITUTE OF LOS ANGELES ( AFI ) NA ÁREA DE
CINEMATOGRAFIA.
PARTICIPA DE "WORKSHOPS" COM ALGUNS DOS MELHORES DIRETORES DE
FOTOGRAFIA DO CINEMA INTERNACIONAL (Lazlo Kovaes, Caleb Deschanel,
Conrad Halí, Stephen Burun, Vitorio Storuo, Stephen Goldblatt, Jordan Cronenweth,
Vilmos Zsigmond).
66
CURRICULUM VITAE
(Continuação)
Oficina da Imagem e Diretor de Fotografia
PROJETOS EM QUE PARTICIPOU NO BRASIL E NO EXTERIOR
(Lista Parcial)
"BYE, BYE BRASIL" LONGA METRAGEM (Cacá Diegues, 1978) 2. o ASSISTENTE
DE CÂMERA E FOTOGRAFO DE STILL.
"ATO DE VIOLÊNCIA", LONGA METRAGEM 2. o ASSISTENTE DE CÂMERA
(Eduardo Escorei, 1979)
"RAPID HEART", LONGA METRAGEM ( Restless Films, Mendocino County, 1992).
DIRETOR DE FOTOGRAFIA.
"INTERCEPTOR", LONGA METRAGEM (Los Angeles, 1993). OPERADOR DE
CÂMERA.
'THE SECRET LIFE OF HOUSES", LONGA METRAGEM (Tainbraker Films, (L.A. ,
1993).
OPERADOR DE CÂMERA.
"POLONAISE" , LONGA NETRAGEM ( Banksyde Pietures, Los Angeles, 1994 ).
DIRETOR DE FOTOGRAFIA.
"FRENCH EXIT" , LONGA METRAGEM ( Cineville Prods. Los Angeles, 1995 )
DIRETOR DE FOTOGRAFIA 2.ª UNIDADE.
INSTRUTOR DE CURSOS DE CÂMERA E LUZ (Rio de Janeiro, 1997).
"RUA DO ANENDOIM" , LONGA METRAGEM ( Atelier de Cinema Prods., Belo
Horizonte, 1998 ). DIRETOR DE FOTOGRAFIA.
COORDENADOR DO CURSO DE CINEMA DA ARTCINE (Curitiba-PR, 1999)
INSTRUTOR DE CURSOS E OFICINAS DE CÂMERA E ILUMINAÇÃO (Curitiba-PR,
2000)
DOCUMENTÁRIOS PARA A UFPR, (Curitiba-PR, 2000) DIRETOR DE FOTOGRAFIA.
COMERCIAIS PARA SCENÁRIO Prods., (Curitiba-PR, 2000) DIRETOR DE
FOTOGRAFIA.
COMERCIAIS COPACOL, PLUS P&M Prods. (Curitiba-PR, 2000) DIRETOR DE
FOTOGRAFIA
PILOTO PARA SERIADO DE TV "DOM VITORIO" (AÇÃO CINEMATOGRÁFICA
Prods., Curitiba-PR, 2001) DIRETOR DE FOTOGRAFIA
67
MODELO DE CAMISETA PROMOCIONAL
Caso se consiga outros Patrocinadores
68
Coral HSBC
160 crianças
• Atração turística natalina
• Marketing de relacionamento com os clientes e
a população
• Marketing de relacionamento com os
fornecedores
• Ação social com a cidade, a Prefeitura
Municipal de Curitiba e o Governo Estadual e
Federal
Ações desenvolvidas pelo
HSBC com a obra
• Presente de final de ano para clientes vip
e premium
• Presente de final de ano para grandes
fornecedores e parceiros do banco
• Colocado em salas vips do banco pelo
Brasil
http://www.youtube.com/watch?v=NqpMun7RSRE
• A Trupe da Saúde é um projeto que leva teatro em
hospitais através de uma equipe de clowns-médicos
que fazem atendimentos a crianças e adultos como
médicos locologistas. Afinal de loucos e de médicos
todos temos um pouco. E assim eles aos poucos vão
transformando o ambiente hospitalar em um espaço
onde além da doença, da tristeza e da dor, também
cabe a alegria, a brincadeira e o riso.
Busca: Petrobras cultura
http://www2.petrobras.com.br/cultura/portugues/petrobrascultura/petrobraspatrocinadora/
index.asp
Petrobras
• Petrobras e o Cinema
• Desde 1994 a Petrobras é a grande parceira do cinema brasileiro. O
patrocínio da Empresa a este segmento está presente tanto na produção
de filmes de longa e de curta-metragem, quanto em sua circulação pelos
maiores e mais significativos festivais em todas as regiões do país
• A partir de sua Edição 2006/2007, o Programa Petrobras Cultural abriu
seleção pública para festivais de cinema, ampliando assim a distribuição
regional dos recursos de patrocínio a esse setor. O Programa inaugurou
também a seleção pública de projetos voltados à educação para as artes e
a apresentações culturais inclusivas, o que, naturalmente, abre espaço
para o patrocínio a filmes, vídeos, dvds, etc, oriundos de projetos sociais
em todo o país.
Filme e carro Speed Racer
Petrobras-Carro Green Energy
/Speed Racer
Ações desenvolvidas com o carro
• O Banco Itaú, que apresenta o Festival de Curitiba há oito anos, é
uma das empresas que têm como política apoiar eventos culturais e
socioambientais. "O Festival de Curitiba tem um significado
especial para o Itaú pela diversidade do público que atinge. Além
de promover a cultura, tem um lado social, já que oferece acesso a
qualquer pessoa e tem apresentações em comunidades, o que está
de acordo com a nossa política de incentivo", diz a diretora de
Comunicação e Marketing do Itaú, Cristiane Magalhães.
A Volvo é uma das empresas que investem na compra de ingressos
do Festival de Curitiba. Os ingressos são distribuídos aos
funcionários e outros públicos com que a empresa se relaciona. "A
empresa já tem uma tradição de investir em Cultura, e esta é uma
boa oportunidade de relacionamento com os nossos públicos",
afirma a coordenadora de projetos culturais da Volvo do Brasil,
Anaelse Oliveira.
Documentário pela Lei Rounet
• Marili Ribeiro - O Estado SP
• Os patrocinadores da Copa do Mundo de Futebol de 2014 só poderão dar início às
suas ações de marketing após o término da Copa de 2010, na África do Sul. Mesmo
assim, não faltam candidatos a desembolsar os altos custos da cotas para garantir
presença. “Fomos rápidos, pois não queríamos dar chances a nenhum concorrente
do nosso segmento se mexer”, afirma Fernando Chacon, diretor executivo de
marketing do Itaú-Unibanco, primeira empresa a assinar contrato de patrocinador
oficial da Copa de 2014. Ele conta que as negociações começaram em novembro do
ano passado. “Conseguimos blindar o acesso do concorrente e garantir nossa
presença nessa vitrine inigualável.”
• O banco é, até o momento, o único patrocinador oficial do mundial no Brasil - o
primeiro em quase 60 anos. Há seis cotas de patrocínio a serem comercializadas,
como informa a assessoria do evento, que é organizado pela Federação
Internacional de Futebol, a Fifa. Três delas já estão bem encaminhadas.
• No mercado do marketing esportivo, comenta-se que pelo menos duas operadoras
de telefonia estão no páreo: a Vivo e a Oi. Procuradas, as duas fogem do assunto.
Mas o executivo de uma delas admite, extraoficialmente, que os entendimentos
estão avançados e só falta os acionistas liberarem as assinaturas dos contratos.
• Os valores dos contratos para o Brasil são salgados. As cotas oscilam entre US$ 40
milhões e US$ 80 milhões, dependendo da extensão da participação.
• Os números do evento são grandiosos e, por si só, impulsionam os grandes
conglomerados a entrar na disputa por uma cota de patrocínio. Na Copa da
Alemanha, os jogos foram vistos por 2,6 bilhões de pessoas em 214 países. Só com
direitos de transmissão de imagem, a Fifa faturou 2,1 bilhões.
Obrigado
Boa
noite...
SUCE$$
!
[email protected]
Fones : 41 - 8407-1214
OBRIGADO
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