Tópicos Especiais de Marketing CST Gestão de Marketing Prof. António Albano B Moreira Aula 9 – 18/10/2013 • Marketing cultural Definição de marketing “É A EXECUÇÃO DE UM CONJUNTO DE ATIVIDADES COMERCIAIS, TENDO COMO OBJETIVO FINAL A TROCA DE PRODUTOS OU SERVIÇOS ENTRE PRODUTORES E CONSUMIDORES.” O que envolve o marketing 1. PROPAGANDA 2. VENDAS 3. PROMOÇÃO, 4. PUBLICIDADE 5. PREÇO 6. DISTRIBUIÇÃO 7. SERVIÇOS 8. INOVAÇÃO 9. CONTROLE 10. POSICION./REPOSICIONAM. 11.ANÁLISE DE MERCADO 12.PLANEJAMENTO Definição de cultura • Cultura é o conjunto de manifestações artísticas, sociais, lingüísticas e comportamentais de um povo ou civilização Definição de marketing cultural • É toda ação de marketing que usa a cultura como veículo de comunicação para se difundir o nome, produto ou fixar imagem de uma empresa patrocinadora. “Marketing Cultural é um dos mais proveitosos e revolucionários instrumentos de redução tributária de que dispõe o empresariado. No entanto, como incentivo fiscal e instrumento de fomento da cultura nacional, é algo ainda relativamente novo em nosso país, e um ilustre desconhecido para muitas empresas”. Dr. Davi Alves MARKETING CULTURAL é Toda ação de marketing que usa a cultura como ferramenta de comunicação para divulgação de um produto/serviço, projetando a imagem institucional da empresa patrocinadora junto aos seus diversos públicos (stakeholders). OBS.: O consumidor nutre maior simpatia e confiança pelas empresas que investem em cultura e cidadania! Folha de SP online • Das cerca de 190 mil empresas que poderiam investir recursos em projetos culturais por meio de leis de incentivo no Brasil, apenas 2%, cerca de 4.000, apóiam as iniciativas do setor. Qual o peso da cultura na economia nacional? Segundo estudo encomendado pelo Ministério da Cultura à Fundação João Pinheiro, em 1997 a produção cultural movimentou no Brasil aproximadamente R$ 6,5 bilhões, o que correspondia na época a cerca de 0,8% do PIB brasileiro. Em 1994, quando foi feito o último levantamento, a cultura empregava 510 mil pessoas, considerando-se todos os seus setores e áreas. Esse contigente era 90% maior do que o empregado pelas atividades de fabricação de equipamentos e material elétrico e eletrônico; 53% superior ao da indústria automobilística, de autopeças e fabricação de outros veículos e 78% maior do que o empregado em serviços industriais de utilidade pública (energia elétrica, distribuição de água e esgoto). Ou seja, a cultura tem um peso econômico importante no Brasil de hoje, destacando-se inclusive como grande geradora de empregos. Mas esses números estão muito defasados e não houve nenhuma outra pesquisa aprofundada até agora. COMPARATIVO (fonte: Fundação João Pinheiro/MinC) 1997 – Produção Cultural no Br = R$ 6.5 bi (0.8% PIB) 2003 – 3o. Setor = 5% PIB (R$ 60 bi) (1994) - Cultura empregava 510 mil pessoas: • 90% mais numeroso do que o empregado pelas atividades de fabricação de equipamentos e material elétrico e eletrônico; • 53% superior ao da indústria automobilística, de autopeças e fabricação de outros veículos; • 78% maior que o empregado em serviços industriais públicos (energia elétrica, distribuição de água e esgoto). Como uma empresa pode fazer marketing cultural? A partir do momento em que uma empresa empreende uma ação de marketing usando como ferramenta a cultura, ela está fazendo marketing cultural. Nem sempre o patrocínio vem em forma de dinheiro vivo - pode ser uma permuta por passagens áreas (companhias aéreas), estadia (hotéis e pousadas), refeições (restaurantes). Importante é que a ação de marketing deve se encaixar perfeitamente ao perfil da empresa, ao público alvo e ao objetivo buscado. Sem equalizar esses três quesitos (público alvo, identidade, objetivos) fica difícil garantir a eficácia da ação. Também é importante frisar que marketing cultural pode (e deve) vir associado a outras ações de marketing. Marketing Cultural Por que fazer marketing cultural? • • • • Diferenciação Estratégia Simpatia Proporcionar empatia Qual a diferença entre mecenato, doação e MC? Como uma empresa pode realizar o MC? • Publico Alvo • Identidade • Objetivos Marketing Cultural Formas de projeto 1. Patrocínio 2. Patrocínio/Mecenato 3. Patrocínio/Projetos através de leis e isenção fiscal Qual é a diferença entre marketing cultural (ou patrocínio cultural) e mecenato? Marketing cultural é uma ação que busca abrir um canal de comunicação entre a empresa e o público. As empresas não patrocinam projetos culturais por caridade e sim para obter retorno. Já mecenato é quando uma empresa, em geral representada por seu dono ou presidente, tem interesse em determinada área e investe sem aguardar retorno. Portanto, quem elabora uma proposta de patrocínio não deve somente destacar as qualidades culturais do projeto, que também são importantes, mas expressar, clara e diretamente, sua adequação à marca da empresa e às vantagens que pode oferecer a ela. Para ter sucesso, um projeto de patrocínio cultural precisa ser percebido pela empresa como uma boa solução para sua comunicação. Marketing Cultural - patrocínios 1. Qual a diferença entre patrocínio e apoio cultural? 2. Qual a diferença de exposição dos dois colaboradores MC? Qual a diferença entre patrocínio cultural e apoio cultural? Uma empresa que compra uma cota ou a totalidade de seu projeto é uma patrocinadora. Uma empresa aérea que lhe forneça passagens ou um hotel que hospede sua equipe, por exemplo, são seus apoiadores. Marketing Cultural - Leis de incentivo 1. O que é uma lei de incentivo a Cultura? 2. Como funcionam as leis de incentivo a cultura? 3. Como uma empresa patrocina um projeto pela lei criando assim o marketing cultural? Leis de incentivo a cultura • • LEI ROUANET (Lei Federal 8.313) - Esta lei federal, foi assinada em 1991 e permite às empresas patrocinadoras um abatimento de até 4% no imposto de renda, desde que já disponha de 20% do total já pleiteado. • LEI DO AUDIOVISUAL (Lei Federal 8685) - Esta lei federal modificada pela MP 1515 permite desconto fiscal para quem comprar cotas de filmes em produção. O limite de desconto é de 3% para pessoas jurídicas e de 5% para pessoas físicas, sobre o imposto de Renda. LEI DE INCENTIVO À CULTURAL (Lei Estadual 13.133 de 2001) – Tabela sobre ICMS. LEI DE INCENTIVO À CULTURA (Lei Municipal) – 2% sobre IPTU e ISS. PROJETOS SOCIAIS VIA LEIS DE INCENTIVO – Tabela de Tributos Dedutíveis (Renúncia Fiscal) Lei Incentivo Esfera - Imposto Instituição/Cunho Benefício Médio em relação ao valor investido Limite até Principal Requisito Municipal - ISS Comissão Mecenato de Curitiba - FCC 100% 20% de cada incidência limite: 71500 UFIR/proj Ser contribuinte de ISS em Curitiba À Municipal - IPTU Comissão Mecenato de Curitiba – Proj Cult 100% 20% de cada incidência limite: 71500 UFIR/proj Ser contribuinte de IPTU em Curitiba Cultura Estadual – ICMS Comissão Estadual de Desenv. Cultural 100% 5% de cada incidência máx: 100mil UFIR/proj Ser contribuinte de Federal – IR MinC / ROUANET Federal - IR ONGs qualificadas como OSCIP ou de Utilidade Pública Municipal - IPTU Comissão de Incentivo ao Esporte de Curitiba / Projeto Esportivo 67% Federal - IR Fundos da Criança e do Adolescente / Projeto Esportivo 100% À Doação Social Aos Esportes À Educação Ao Meio Ambiente À Tecnologia À SAÚDE 64%-100% conforme 4% do Imposto devido área específica do proj 34% 2% do Lucro Operacional 100% 1% do Imposto devido ICMS no Paraná * Recolhimento c/ base no Lucro real Recolhimento c/ base no Lucro real Ser entidade sem fins lucrativos de natureza desportiva Recolhimento c/ base no Lucro real Produtor cultural • Produção • Ponte • Gestor / Responsabilidade Produção de projetos de Marketing Cultural - fases • Formatação do projeto na lei de incentivo • Formatar os bonecos de cada projeto • Captação de recursos • Contratação de equipes/stafs para produção • Criação da infra estrutura de trabalho e produção • Lançamento do projeto, divulgação do projeto e assessoria de imprensa Ex: Patrocínio de um Show (Mecenato) Associar a marca aquele tipo de música e público (branding): • • Oferecer amostras de produtos/brindes (promoção); • Distribuir ingressos para seus colaboradores/ famílias (endomkt); • Programar sessão exclusiva para convidados vips (mkt relacionamento); • Enviar mala direta personalizada aos clientes / consumidores informando calendário do show e que é patrocinado pela empresa/reservas (mkt direto); Ex: Patrocínio de um Show (Mecenato) Mostrar artistas consumindo o produto/serviço durante o show (ação de merchadising); • • Levantar informações gerais s/ o consumidor por meio de pesquisas feitas no local (database mkt) • Lançar publicação sobre o evento (mkt editorial) • Criar uma campanha específica destacando como a marca valoriza a importância do patrocínio (propaganda) • Outras ações paralelas > ESTABELECER/MANTER/FORTALECER VÍNCULOS DE AFINIDADE que têm o poder de ampliar o alcance do mkt cult. CENÁRIO • Showbiz > Entretenimento > Serviços (65% PIB > Br. e até 80% > Can/USA) • 6% (Br.) • 1% (r. sul) • 86% (2003) • Ainda é pouco Cerca de 80 mil empresas no Br poderiam utilizar as Leis de Incentivo (patrocínios culturais, doação a projetos sociais de ONGs e Fundos de RS). Se essas empresas utilizassem os benefícios que as leis lhes permitem, em vez dos R$ 548 milhões (1999), o valor poderia chegar a R$ 4 bilhões (e a cultura teria diretamente 37% desse bolo = R$ 1,48 mi). OBJETIVOS do PATROCINADOR: • Demonstrar sua Responsabilidade Social; • Relacionar-se com as partes interessadas; • Mudar / reforçar sua imagem e atributos da marca. (O público associa o setor bancário ao patrocínio cultural e fabricantes de automóveis ao patrocínio esportivo). MOTIVOS PARA A EMPRESA INVESTIR EM MKT CULTURAL 1) Necessidade de diferenciação das marcas; 2) Diversificação do mix de comunicação das empresas para melhor atingir seu público; 3) Necessidade das empresas se posicionarem como socialmente responsáveis. 4) Ao patrocinar um projeto cultural a empresa se diferencia das demais a partir do momento em demarca seu território mercadológico a partir de valores transmitidos (tradição, modernidade, competência, criatividade, popularidade, etc.). 5) Também amplia a forma como se comunica com seu públicoalvo e mostra para a sociedade que não está encastelada em torno da sua lucratividade e de seus negócios. COMO FAZER MARKETING CULTURAL • A partir do momento em que uma empresa empreende uma ação de marketing usando a cultura como ferramenta, ela está fazendo marketing cultural. • Nem sempre o patrocínio vem em forma de dinheiro vivo > • pode ser uma permuta por passagens áreas (cias. aéreas), • estadia (hotéis e pousadas), • refeições (restaurantes). Importante! A ação de marketing deve se encaixar perfeitamente ao “perfil da empresa x público-alvo x objetivo buscado” (e associado a outras ações). O QUE A EMPRESA GANHA COM O MKT CULTURAL • Leis de Incentivo > Financeiramente = bom negócio! • Compreenderam que estas ações solidificam a imagem institucional da empresa e geram visibilidade p/ marca (perpetuação $). • Oportunidade para a empresas participara na construção de referenciais culturais da nação SÓ GRANDES EMPRESAS INVESTEM EM MKT CULTURAL? • São a maioria, por várias razões e a principal é o desconhecimento das leis de incentivo e dos benefícios que esse tipo de ação de marketing pode trazer. • O volume de dinheiro que empresas pequenas e médias movimentam podem levar o empresário a pensar que ele não poderia arcar com os custos de um projeto cultural. NO ENTANTO, EXISTEM PROJETOS PARA TODOS OS BOLSOS! VANTAGENS PARA A PEQUENA EMPRESA INVESTIR EM CULTURA • A empresa pode reaver 100% do valor investido, o que seria um bom negócio. • Imagem institucional > solidificação e perenização da empresa. A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR... Por que o número de pessoas físicas que investem em cultura ainda é pequeno? R: Outro fator é que não existe uma mentalidade nacional voltada para o patrocínio cultural. Em países como os Estados Unidos, a maior parte do dinheiro que financia a cultura vem de pessoas físicas • • A maioria das declarantes desconhece os benefícios das leis de incentivo. A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR... (Cont.) No caso das leis Rouanet e Audiovisual, existe ainda um outro problema: quando alguém patrocina um projeto cultural, precisa adiantar o dinheiro para o produtor e só acerta as contas com o fisco no ano seguinte, após declarar seu Imposto de Renda. • Diferentemente das empresas, a maioria das pessoas não tem capital de giro e disponibilidade para esperar tanto tempo até terem seu dinheiro de volta. O QUE TIRA MUITA GENTE DA BATALHA PELO PATROCÍNIO É A FALTA DE PROFISSIONALISMO. AS LEI DE INCENTIVO • Leis que oferecem benefícios fiscais (à pessoa física ou jurídica) como atrativo para investimentos em cultura. •Existem hoje leis de incentivo federais, estaduais e municipais. •Dependendo da lei utilizada, o abatimento em impostos pode chegar até a 100% do investimento. COMO FUNCIONAM AS LEIS DE INCENTIVO -Cada lei tem um funcionamento específico. - As leis federais oferecem abatimento no Imposto de Renda das pessoas físicas ou jurídicas. - Já as estaduais proporcionam abatimento de ICMS e as municipais, de IPTU e ISS. COMO FUNCIONAM AS LEIS DE INCENTIVO • Algumas optam por financiar a fundo perdido ou fazer empréstimos a projetos culturais regionais. - Ao optar por uma ou outra lei, o produtor cultural deve levar em consideração a região onde o projeto cultural será realizado e as necessidades dos possíveis patrocinadores. - Se uma empresa não está dando lucro, por exemplo, ela não tem como beneficiar-se da Lei Rouanet, mas pode beneficiar-se das leis estaduais ou municipais. PASSO A PASSO 1. Órgão responsável pela aplicação da lei precisa aprovar o projeto apresentado 2. Proponente sai a mercado (captação) 3. A empresa incentivadora/patrocinadora deposita o valor (ou parte dele) 4. Este valor voltará para a empresa em forma de abatimento de imposto na hora do pagamento do tributo ENQUADRAMENTO 1o. passo - Ter o projeto cultural formatado com orçamento, equipe, plano de mídia, tudo previsto; 2º passo: contatar o órgão responsável pela aplicação da lei de incentivo que o produtor deseja utilizar; 3º passo: Reunir todos os documentos solicitados e dar entrada no projeto. CRITÉRIOS USADOS PELAS EMPRESAS P/ ESCOLHER UM PROJETO CULTURAL E PATROCINÁ-LO? Algumas preferem associar suas marcas à restauração de patrimônios históricos • • Outras, patrocinar o Carnaval • Critério comum: todas buscam retorno, seja institucional ou de vendas. DICA! Na escolha de um potencial patrocinador, o produtor cultural deve estar atento ao perfil da empresa para a qual ele está apresentando seu projeto, assim como para todos os tipos de retorno que o projeto pode proporcionar. DIFERENÇA: PATROCÍNIO CULTURAL x APOIO CULTURAL • Uma empresa que compra uma cota ou a totalidade de seu projeto é uma patrocinadora. • Uma empresa aérea que lhe forneça passagens ou um hotel que hospede sua equipe ou restaurante que fornece a alimentação, por exemplo, são seus apoiadores. Lembre-se: É muito difícil uma empresa voltar a abrir as portas para um projeto que chegou até ela com deficiências e amadorismos. Consultar profissionais da área, pesquisar e ler a respeito também são um bom começo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS – I Revista Marketing Cultural Revista BRAVO! www.google.com.br (diversos links relacionados) IBRAC Instituto Brasil Ativo MinC (Leis de Incentivo) Contato: Prof. Cleuton Carrijo (41.9172-0352) [email protected] Exemplos de Marketing Cultural no Brasil Projeto de patrocínio a cinema através de Renúncia Fiscal Municipal De que se tratam os Projetos ? Curta-Metragem 35 mm colorido com duração aproximada de 15 min. Qual o Custo para a Empresa ? Nenhum. Pela Lei Municipal 15/97 de Incentivo à Cultura, as pessoas Físicas e Jurídicas do Município de Curitiba poderão destinar 20 % dos tributos devidos à Prefeitura - ISS e IPTU, para projetos culturais aprovados pela Fundação Cultural de Curitiba. Qual o risco para a Empresa ? Também nenhum. Não existe uma auditoria fiscal específica por parte da secretaria de finanças municipal nas empresas que optarem por incentivo fiscal a projetos culturais. O empreendedor cultural é que deverá prestar contas de todos os gastos do projeto de acordo com o orçamento previamente aprovado. Só em caso necessário é que apenas o empreendedor - poderá vir a sofrer auditoria. Qual o Ganho para a Empresa ? • Vários : Propaganda Institucional gratuita. Ter seu nome associado a um projeto de ordem Artístico-Cultural. Em função da característica do projeto, demonstrar uma preocupação social – o descaso com a terceira idade. Divulgação nacional através dos Festivais de Cinema que o filme participará. Cópias do filme em VHS ou DVD, logotipo nos créditos do filme e nos cartazes e banners. Quais os valores do Projeto ? Valor aprovado Participação do Empreendedor Através de Renúncia Fiscal das Empresas R$ 89.000,00 R$ 13.000,00 - 15% R$ 76.000,00 - 85% Quais os valores do Patrocínio ? Valor total a ser Incentivado R$ 76.000,00 Divido em quotas de patrocínio de R$ 20.000,00, R$ 10.000,00, R$ 5.000,00 R$ 1.000,00 e R$ 500,00. Tabela de valores incentivados Pela Lei, a renúncia fiscal se limita a 20% do Imposto devido, abaixo exemplos de valores de ISS+IPTU e incentivo permitido : Imposto Incentivo 250.000,00 50.000,00 100.000,00 20.000,00 75.000,00 15.000,00 50.000,00 10.000,00 25.000,00 5.000,00 5.000,00 1.000,00 2.500,00 500,00 Como ocorre a captação ? A captação ocorre mensalmente após apurado o imposto devido no mês. De posse do carnê de imposto e do processo de aprovação do projeto, a Secretaria de Finanças do Município emite a autorização para a empresa depositar os valores propostos de patrocínio na conta do projeto. Conta essa aberta pelo empreendedor exclusivamente para esse fim. O passo seguinte é voltar a apresentar na Fundação Cultural de Curitiba cópias dos comprovantes de depósitos tanto do pagamento do imposto como do valor da renúncia destinado ao projeto cultural. A empresa ficará de posse do comprovante de depósito na conta do projeto e com a autorização de renúncia fiscal para comprovação futura, caso seja necessário. Todo este tramite junto à Secretaria de Finanças e na Fundação Cultural de Curitiba será de responsabilidade do Administrador do projeto. Qual a participação da UTP? Patrocínio através da renúncia fiscal de IPTU e ISS. Utilização da divulgação nos curtas. Participação de alunos dos curso de graduação em comunicação ou pósgraduação em cinema como estagiários na produção dos filmes, da seguinte maneira: 3 na fase de roteiro, 3 na fase de produção, 3 no set de filmagem e 3 na fase de finalização. Quem são os produtores ? Ademir Silva. Oficina de Imagem. Empresa que produziu os comerciais da Copacol nos últimos anos e os Curtas ganhadores do melhor roteiro paranaense do Festival de Cinema de Curitiba de 2000 e 2001. António Moreira. Administrador, professor universitário e ganhador do prêmio de melhor roteiro paranaense do Festival de Cinema de Curitiba de 2001. 57 PROJETO DE CURTA -METRAGEM TÍTULO : A POLTRONA REALIZAÇÃO ARAUCÁRIA PRODUÇÕES António Moreira PRODUÇÃO OFICINA DA IMAGEM DIREÇÃO 58 António Moreira CRONOGRAMA DE REALIZAÇÃO 1 de 4 MESES / SEMANAS JUNHO TAREFAS 4 23 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 59 P Escolher Produtor R P Orçamento / Custos R P Identidade visual R P Pasta do projeto R P Projeto para a Lei Rounet R P Submissão do Projeto R P Busca de patrocinador R P Captação de Recursos R P Revisar roteiro R P Perfil dos personagens R P Reunião com equipe principal R P Decupagem R P Desenho das locações R P Discutir decupagem R 1 1 24 J U LH O A GOST O 1 8 25 2 9 1 6 23 25 26 27 28 29 30 30 31 SE T E M B R O 6 1 3 20 27 3 1 0 1 7 32 33 34 35 36 37 38 CRONOGRAMA DE REALIZAÇÃO 2 de 4 2001 - 2002 MESES / SEMANAS J U LH O TAREFAS 60 15 Cópias da decupagem/eqpe 16 Folhas de produção 17 Roteiros para equipe 18 Escolha da Equipe 19 Escolher tipo de Iluminação 20 Definição das lentes 21 Escolha do negativo 22 Definir equipamento 23 Escolha das locações 24 Plantas das filmagens 25 Definição do cenário 26 Escolha do figurino 27 Sonorização 28 Trilha sonora - Quem/Como P R P R P R P R P R P R P R P R P R P R P R P R P R P R A GOST O 2 9 1 6 23 27 28 29 30 30 31 SE T E M B R O OU T U B R O 6 1 3 20 27 3 1 0 1 7 24 1 32 33 34 35 36 37 38 39 40 8 41 N OV E M B R O 1 5 22 29 5 1 2 1 9 26 42 43 44 45 46 47 48 CRONOGRAMA DE REALIZAÇÃO 3 de 4 2001 - 2002 MESES / SEMANAS J U LH O TAREFAS 61 29 Teste dos atores 30 Escolha dos atores 31 Leitura do roteiro 32 Ensaios 33 Planos de filmagem 34 Lista material geral 35 Comprar negativos 36 Alugar Iluminação 37 Alugar equipamento 38 Captação do som 39 Making-off / Still 40 Compra do material geral 41 Filmagens 42 Devolver Figurino P R P R P R P R P R P R P R P R P R P R P R P R P R P R A GOST O 2 9 1 6 23 27 28 29 30 30 31 SE T E M B R O OU T U B R O 6 1 3 20 27 3 1 0 1 7 24 1 32 33 34 35 36 37 38 39 40 8 41 N OV E M B R O 1 5 22 29 5 1 2 1 9 26 42 43 44 45 46 47 48 CRONOGRAMA DE REALIZAÇÃO 4 de 4 2001 - 2002 MESES / SEMANAS N OV E M B R O TAREFAS 43 Devolver Iluminação 44 Devolver Locações 45 Devolver Equipamento 46 Devolver Cenário 47 Revelação 48 Telecinagem 49 Edição / Finalização 50 Marcação da luz 51 Cópia Mestre 52 Cópias em Vídeo 53 Preparação do lançamento 54 Material de divulgação 55 Divulgação do lançamento 56 Festival 62 P R P R P R P R P R P R P R P R P R P R P R P R P R P R D E ZE M B R O JA NE I RO 5 12 19 26 3 10 17 24 31 7 14 45 46 47 48 49 50 51 52 1 2 3 FE V E R E I R O 21 4 28 4 5 6 11 7 M A RÇO A B RI L 18 25 4 11 18 25 8 9 10 11 12 13 1 14 M AIO 8 15 22 29 6 13 15 16 17 18 19 20 20 21 27 22 ORÇAMENTO 1 de 2 ITEM 1 EQUIPE TÉCNICA Roteirista Produtor Assistente de Produção Diretor Assistente Direção Direção de Arte Maquiador e Cabeleireiro Diretor de Fotografia Operador de Câmera Eletrecista Chefe Auxiliar de Eletricista Assistente de Câmera Técnico de Som e Microfonia Elenco TOTAL 1. 2 MATERIAL DE PRODUÇÃO Aluguel de Câmera e Acessórios Luz, Som e Maquinista Filme Negativo TOTAL 2. 3 CENOGRAFIA / FIGURINOS Aluguel de Locação Aluguel de Estúdio Material de Consumo Cenográfico Aluguel de Roupas TOTAL 3. 4 ALIMENTAÇÃO E TRANSPORTE Alimentação Transporte TOTAL 4. 63 Filme em 16 mm c/ Doações Unidade Qte. Valor Doação Doação Doação Doação Doação Doação Doação Doação Redução Redução Redução Doação Redução Simbólico 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 9 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 300,00 300,00 500,00 0,00 1.000,00 900,00 3.000,00 Prêmio Prêmio Prêmio 5 1 6 0,00 0,00 0,00 0,00 Doação Doação Doação Doação 1 1 1 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Serviço Serviço 1 1 1.200,00 2.000,00 3.200,00 ORÇAMENTO ITEM 5 PÓS-PRODUÇÃO Revelação de Negativo Copião (Ampliação 16 -> 35) Telecinagem Fitas Betacam e VHS Print Master Som Ótico Separação de Negativo Colagem Negativo Copião com Luz Padrão Cópia com Marcação de Luz Edição Avid / Final Cut Mixagem Trucagem e Letreiros Reserva Técnica Royalties Dolby TOTAL 5. 6 MÚSICA E TRILHA SONORA Direitos Autorais TOTAL 6. 7 DIVULGAÇÃO Cartazes, folders e banner TOTAL 7. 8 VIAGENS E DIÁRIAS Passagens/hospedagem, etc. TOTAL 8. TOTAL FINAL 64 2 de 2 Unidade 16 mm c/ Doações Valor Qte. Prêmio 1,50 / m Prêmio Prêmio Prêmio 700 100 1,30 / m 700 Prêmio Prêmio 15,00 m 1800 900 10 hrs 10 5 hrs 500 m 1 1 500 1 40 40 100 0,00 1.350,00 0,00 400,00 0,00 0,00 700,00 100,00 650,00 700,00 0,00 0,00 1.500,00 400,00 5.800,00 Serviço 1 1.000,00 1.000,00 Pacote 1 500,00 500,00 Estimativa 1 1.500,00 1.500,00 15.000,00 FLUXO DE DESEMBOLSO DATA 29/out 05/nov 12/nov 19/nov 03/dez 65 ITEM Transporte/ Materiais Gerais TOTAL Alimentação Auxiliar de Eletricista Elenco Eletrecista Chefe Operador de Câmera Técnico de Som e Microfonia TOTAL Colagem Negativo Cópia com Marcação de Luz Copião (Ampliação 16 -> 35) Copião com Luz Padrão Fitas Betacam e VHS Reserva Técnica Separação de Negativo Trucagem e Letreiros TOTAL Passagens, hospedagem Direitos Autorais TOTAL Cartazes, folders e banner TOTAL TOTAL GERAL VALOR 2.000,00 2.000,00 1.200,00 500,00 900,00 300,00 300,00 1.000,00 4.200,00 100,00 700,00 1.350,00 650,00 400,00 400,00 700,00 1.500,00 5.800,00 1.500,00 1.000,00 2.500,00 500,00 500,00 15.000,00 CURRICULUM VITAE Oficina da Imagem e Diretor de Fotografia ADEMIR SILVA NASCIDO EM BELÉM DO PARÁ. BACHAREL EM DIREITO PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ (1974). INGLÊS PELA UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ, CALIFÓRNIA, USA (1984). CINEMATOGRAFIA PELO AMERICAN FILM INSTUUTE OF LOS ANGELES, USA (1984). ATIVIDADES PROFISSIONAIS: FOTOJORNALISTA PARA VÁRIAS PUBLICAÇÕES BRASILEIRAS: A Província do Pará, Jornal do Brasil, Veja, Isto É, Exame, O Estado de São Paulo ( 1970 - 1977). EM 1970, VENCE CONCURSO DE ROTEIROS PATROCINADO PELO EXTINTO INC (Instituto Nacional do Cinema) E DIRIGE DOCUMÉNTARIO SOBRE O CÍRIO DE NAZARÉ (Festa Religiosa do Pará) EM 35mm, COR. CINEGRAFISTA NA TV LIBERAL, EM BELÉM DO PARÁ (1975 - 1978 ) TRABALHA COMO 2.o ASSISTENTE DE CÂMERA NO DOCUMENTÁRIO "ANTONIO LANDI ", EM BELÉM,.DIRIGIDO POR MÁRIO CARNEIRO E PRODUZIDO PELA EXTINTA EMBRAFILME ( 1975 ). TRABALHA COMO ASSISTENTE DE DIREÇÃO NO CURTA METRAGEM "WALDEMAR HENRIQUES", EM BELÉM, PRODUZIDO PELA EXTINTA EMBRAFILME E DIRIGIDO POR MIGUEL FARIA JÚNIOR ( 1975 ). MUDA PARA O RIO DE JANEIRO EM 1978. TRABALHA COMO 2. e 1. ASSISTENTE DE CÂMERA EM CERCA DE 50 PROJETOS INCLUINDO DOCUMENTÁRIOS, CURTA METRAGENS, FILMES DE PUBLICIDADE E LONGA METRAGENS. EM 1984, É ACEITO COMO BOLSISTA DA FULLBRIGHT FOUNDATION NO AMERICAN FILM INSTITUTE OF LOS ANGELES ( AFI ) NA ÁREA DE CINEMATOGRAFIA. PARTICIPA DE "WORKSHOPS" COM ALGUNS DOS MELHORES DIRETORES DE FOTOGRAFIA DO CINEMA INTERNACIONAL (Lazlo Kovaes, Caleb Deschanel, Conrad Halí, Stephen Burun, Vitorio Storuo, Stephen Goldblatt, Jordan Cronenweth, Vilmos Zsigmond). 66 CURRICULUM VITAE (Continuação) Oficina da Imagem e Diretor de Fotografia PROJETOS EM QUE PARTICIPOU NO BRASIL E NO EXTERIOR (Lista Parcial) "BYE, BYE BRASIL" LONGA METRAGEM (Cacá Diegues, 1978) 2. o ASSISTENTE DE CÂMERA E FOTOGRAFO DE STILL. "ATO DE VIOLÊNCIA", LONGA METRAGEM 2. o ASSISTENTE DE CÂMERA (Eduardo Escorei, 1979) "RAPID HEART", LONGA METRAGEM ( Restless Films, Mendocino County, 1992). DIRETOR DE FOTOGRAFIA. "INTERCEPTOR", LONGA METRAGEM (Los Angeles, 1993). OPERADOR DE CÂMERA. 'THE SECRET LIFE OF HOUSES", LONGA METRAGEM (Tainbraker Films, (L.A. , 1993). OPERADOR DE CÂMERA. "POLONAISE" , LONGA NETRAGEM ( Banksyde Pietures, Los Angeles, 1994 ). DIRETOR DE FOTOGRAFIA. "FRENCH EXIT" , LONGA METRAGEM ( Cineville Prods. Los Angeles, 1995 ) DIRETOR DE FOTOGRAFIA 2.ª UNIDADE. INSTRUTOR DE CURSOS DE CÂMERA E LUZ (Rio de Janeiro, 1997). "RUA DO ANENDOIM" , LONGA METRAGEM ( Atelier de Cinema Prods., Belo Horizonte, 1998 ). DIRETOR DE FOTOGRAFIA. COORDENADOR DO CURSO DE CINEMA DA ARTCINE (Curitiba-PR, 1999) INSTRUTOR DE CURSOS E OFICINAS DE CÂMERA E ILUMINAÇÃO (Curitiba-PR, 2000) DOCUMENTÁRIOS PARA A UFPR, (Curitiba-PR, 2000) DIRETOR DE FOTOGRAFIA. COMERCIAIS PARA SCENÁRIO Prods., (Curitiba-PR, 2000) DIRETOR DE FOTOGRAFIA. COMERCIAIS COPACOL, PLUS P&M Prods. (Curitiba-PR, 2000) DIRETOR DE FOTOGRAFIA PILOTO PARA SERIADO DE TV "DOM VITORIO" (AÇÃO CINEMATOGRÁFICA Prods., Curitiba-PR, 2001) DIRETOR DE FOTOGRAFIA 67 MODELO DE CAMISETA PROMOCIONAL Caso se consiga outros Patrocinadores 68 Coral HSBC 160 crianças • Atração turística natalina • Marketing de relacionamento com os clientes e a população • Marketing de relacionamento com os fornecedores • Ação social com a cidade, a Prefeitura Municipal de Curitiba e o Governo Estadual e Federal Ações desenvolvidas pelo HSBC com a obra • Presente de final de ano para clientes vip e premium • Presente de final de ano para grandes fornecedores e parceiros do banco • Colocado em salas vips do banco pelo Brasil http://www.youtube.com/watch?v=NqpMun7RSRE • A Trupe da Saúde é um projeto que leva teatro em hospitais através de uma equipe de clowns-médicos que fazem atendimentos a crianças e adultos como médicos locologistas. Afinal de loucos e de médicos todos temos um pouco. E assim eles aos poucos vão transformando o ambiente hospitalar em um espaço onde além da doença, da tristeza e da dor, também cabe a alegria, a brincadeira e o riso. Busca: Petrobras cultura http://www2.petrobras.com.br/cultura/portugues/petrobrascultura/petrobraspatrocinadora/ index.asp Petrobras • Petrobras e o Cinema • Desde 1994 a Petrobras é a grande parceira do cinema brasileiro. O patrocínio da Empresa a este segmento está presente tanto na produção de filmes de longa e de curta-metragem, quanto em sua circulação pelos maiores e mais significativos festivais em todas as regiões do país • A partir de sua Edição 2006/2007, o Programa Petrobras Cultural abriu seleção pública para festivais de cinema, ampliando assim a distribuição regional dos recursos de patrocínio a esse setor. O Programa inaugurou também a seleção pública de projetos voltados à educação para as artes e a apresentações culturais inclusivas, o que, naturalmente, abre espaço para o patrocínio a filmes, vídeos, dvds, etc, oriundos de projetos sociais em todo o país. Filme e carro Speed Racer Petrobras-Carro Green Energy /Speed Racer Ações desenvolvidas com o carro • O Banco Itaú, que apresenta o Festival de Curitiba há oito anos, é uma das empresas que têm como política apoiar eventos culturais e socioambientais. "O Festival de Curitiba tem um significado especial para o Itaú pela diversidade do público que atinge. Além de promover a cultura, tem um lado social, já que oferece acesso a qualquer pessoa e tem apresentações em comunidades, o que está de acordo com a nossa política de incentivo", diz a diretora de Comunicação e Marketing do Itaú, Cristiane Magalhães. A Volvo é uma das empresas que investem na compra de ingressos do Festival de Curitiba. Os ingressos são distribuídos aos funcionários e outros públicos com que a empresa se relaciona. "A empresa já tem uma tradição de investir em Cultura, e esta é uma boa oportunidade de relacionamento com os nossos públicos", afirma a coordenadora de projetos culturais da Volvo do Brasil, Anaelse Oliveira. Documentário pela Lei Rounet • Marili Ribeiro - O Estado SP • Os patrocinadores da Copa do Mundo de Futebol de 2014 só poderão dar início às suas ações de marketing após o término da Copa de 2010, na África do Sul. Mesmo assim, não faltam candidatos a desembolsar os altos custos da cotas para garantir presença. “Fomos rápidos, pois não queríamos dar chances a nenhum concorrente do nosso segmento se mexer”, afirma Fernando Chacon, diretor executivo de marketing do Itaú-Unibanco, primeira empresa a assinar contrato de patrocinador oficial da Copa de 2014. Ele conta que as negociações começaram em novembro do ano passado. “Conseguimos blindar o acesso do concorrente e garantir nossa presença nessa vitrine inigualável.” • O banco é, até o momento, o único patrocinador oficial do mundial no Brasil - o primeiro em quase 60 anos. Há seis cotas de patrocínio a serem comercializadas, como informa a assessoria do evento, que é organizado pela Federação Internacional de Futebol, a Fifa. Três delas já estão bem encaminhadas. • No mercado do marketing esportivo, comenta-se que pelo menos duas operadoras de telefonia estão no páreo: a Vivo e a Oi. Procuradas, as duas fogem do assunto. Mas o executivo de uma delas admite, extraoficialmente, que os entendimentos estão avançados e só falta os acionistas liberarem as assinaturas dos contratos. • Os valores dos contratos para o Brasil são salgados. As cotas oscilam entre US$ 40 milhões e US$ 80 milhões, dependendo da extensão da participação. • Os números do evento são grandiosos e, por si só, impulsionam os grandes conglomerados a entrar na disputa por uma cota de patrocínio. Na Copa da Alemanha, os jogos foram vistos por 2,6 bilhões de pessoas em 214 países. Só com direitos de transmissão de imagem, a Fifa faturou 2,1 bilhões. Obrigado Boa noite... SUCE$$ ! [email protected] Fones : 41 - 8407-1214 OBRIGADO