Instituto Nacional do Semiárido
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Relatório de Atividades 2007 - 2011
Viabilizando soluções para o
desenvolvimento sustentável
do Semiárido brasileiro
Ministro da Ciência e Tecnologia
Sergio Machado Rezende
Secretário Executivo
Luis Antonio Rodrigues Elias
Subsecretário de Coordenação das Unidades de Pesquisa
José Edil Bendito
Diretor do Instituto Nacional do Semiárido
Roberto Germano Costa
Coordenador-Geral de Administração
Alberício Pereira de Andrade
Coordenador-Geral de Pesquisa
Pedro Dantas Fernandes
Coordenador-Geral de Planejamento e Ações Estratégicas
Sérgio Vicentini
Edição
Sérgio Vicentini
Programação Visual
Wedscley Melo
Equipe responsável
Sérgio Vicentini
Aldrin Perez Marin
Fabiane Rabelo da Costa
Jucilene Silva Araújo
Relatório de Atividades
2007 – 2011
ARTICULAÇÃO
PESQUISA
FORMAÇÃO
DIFUSÃO
POLÍTICAS
Sumário
Apresentação
Histórico Institucional
Missão Institucional
Funções do INSA
Destaques 2007-2011
Articulação
Pesquisa
Difusão
Eventos Técnico-Científicos
Comunicação
Publicações
Cooperação Nacional
Cooperação Internacional
Insa em Números
Visão de Futuro
Equipe Técnico-Científica
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05
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45
Apresentação
O Relatório de Gestão do Instituto Nacional
do Semiárido - INSA apresenta neste
documento as informações básicas sobre
as principais atividades desenvolvidas
durante a primeira gestão do Instituto, de
maio de 2007 a junho de 2011. Seus
resultados refletem a quebra de paradigma
proposto em seu Plano Diretor 2008-2011
para o desenvolvimento da região,
privilegiando as potencialidades do
Semiárido brasileiro. Essa deve ser a
filosofia a partir da qual o INSA pretende se
tornar uma fonte de conhecimento,
inspiração e orientação para os atores
institucionais, econômicos, sociais e
políticos da região.
Roberto Germano Costa
Diretor
Histórico Institucional
05
O Instituto Nacional do Semiárido - INSA foi criado em abril de
2004, por meio da Lei N° 10.860, como Unidade de Pesquisa do Ministério
de Ciência e Tecnologia (MCT) e regulamentado em 2006, pela Portaria
Ministerial 896/2006 de 30/11/2006. A partir de então, foi instituído um
Comitê de Busca, prática adotada pelo MCT, para selecionar o primeiro
Diretor do Instituto. Imediatamente após sua posse, em maio de 2007, o
INSA iniciou seu processo de Planejamento Estratégico, com o apoio do
Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), visando ajustar suas
metas às do Plano de Ação do MCT e às do Plano Plurianual do Governo
Federal. Foi um longo processo de construção coletiva, o qual contou com
a participação de 65 Instituições e 1.652 técnicos, especialistas e
interessados na temática “Semiárido”, em atividades que envolveram a
elaboração de notas técnicas, consulta estruturada, oficinas de trabalho,
reuniões temáticas, fóruns e seminários. Concomitantemente, foram
feitas reuniões e visitas a instituições de todos os Estados da região, sob a
organização do INSA e com a participação das respectivas Secretarias
Estaduais de Ciência e Tecnologia. Os subsídios levantados deram corpo
ao primeiro Plano Diretor da Instituição, se tornando uma realidade e
sintetizando o pensamento e as aspirações daqueles que participaram
dessa construção.
Por ter sido gerado pela equipe do INSA, em interação com atores
de instituições parceiras, foi um referencial para a gestão da primeira
diretoria nomeada para administrar os destinos do Instituto, em um
momento em que já se conseguia configurar o “Desenvolvimento
Sustentável do Semiárido” como ação efetiva no Plano de Ação do MCT
para o quadriênio 2007 a 2010. Este Plano refletiu, também, uma quebra
de paradigma para o desenvolvimento da região, quando privilegiou as
potencialidades do Semiárido brasileiro, ao contrário do que prevalecia
historicamente. Essa foi e será a filosofia a partir da qual o INSA está se
tornando uma fonte de conhecimento, inspiração e orientação para os
atores institucionais, econômicos, sociais e políticos da região.
Missão Institucional
“Viabilizar soluções interinstitucionais para desafios de articulação,
pesquisa, formação, difusão e políticas para o desenvolvimento sustentável
do Semiárido brasileiro, a partir de uma filosofia que assume a semiaridez
como vantagem”.
06
A proposta de missão do INSA emergiu da compreensão de que o mais
estratégico para a construção do futuro da região seria o conjunto de suas
potencialidades. Esta proposta também considerou algumas premissas que
inspiraram outras formas de perceber a região, tais como:
•
O Semiárido brasileiro tem vantagens que outros Semiáridos não têm;
•
Como a região não é homogênea, não existe um, senão, múltiplos
Semiáridos;
•
A seca é um fenômeno natural com o qual a sociedade local pode
conviver bem;
•
O problema da chuva na região reside na extrema irregularidade de sua
distribuição temporal e espacial e não em sua falta;
•
Não se deve debitar a um fator isolado, como a água, ou a um fenômeno
individual, como a seca, o melhor ou pior desempenho da região;
•
A parceria interinstitucional é fundamental para a mobilização de
recursos e talentos em benefício do desenvolvimento sustentável do
Semiárido brasileiro;
•
As riquezas da região incluem sua gente, sua biodiversidade, seus
recursos minerais e sua diversidade cultural, além de seus produtos,
processos, saberes, experiências, inovações e histórias locais.
Funções do INSA – (Decreto Nº 5.886/2006)
•
Promover, executar e divulgar estudos, pesquisas científicas e de
desenvolvimento tecnológico;
•
Formar e proporcionar a fixação de capacidades humanas para o
Semiárido brasileiro;
07
•
Realizar, propor e fomentar projetos e programas de
pesquisa científica, estabelecendo os intercâmbios
necessários com instituições regionais, nacionais e
internacionais;
•
Subsidiar a formulação de políticas públicas visando ao
desenvolvimento econômico-social e acompanhar e
difundir o conhecimento relativo ao Semiárido
brasileiro.
08
Destaques 2007-2011
Para cumprir sua Missão
e ter como pressupostos a
articulação e a cooperação
interinstitucional entre os
diferentes atores da região,
bem como a transversalidade e
contextualização das ações daí
decorrentes, o INSA envidou
esforços em suas diversas áreas
de atuação. Foram vários
seguimentos beneficiados,
sendo destacados os seguintes:
Articulação
Ao mesmo tempo em que cresce o número de instituições de desenvolvimento,
incluindo as de CT&I, aumenta a crítica pela superposição de ações, dispersão de recursos e
ausência de intercâmbio de resultados entre elas. Dessa forma, no desempenho da função de
articulação interinstitucional, o INSA se dedicou ao preenchimento dessa lacuna institucional,
uma das mais antigas existentes no Semiárido brasileiro. Esse isolamento institucional foi
confirmado no processo de planejamento estratégico, uma vez que muitos dos temas de
interesse regional continuam sendo tratados de forma pontual, em esforços dispersos, quando
poderiam ser concentrados em núcleos de inovação, integrados por conjuntos de instituições
interessadas em compartilhar infra-estrutura e talentos para gerar impactos positivos,
inovadores e sustentáveis na região. Os resultados mais relevantes nessa área foram:
09
§
Publicação da Portaria Interministerial (MMA/MCTI) 92-A objetivando a criação da
Rede sobre Desertificação do Semiárido Brasileiro. Nesse contexto, o INSA, visando
tornar mais decisivo o papel da ciência, tecnologia e inovação sobre a temática de
desertificação SAB, promoveu a estruturação e dinamização da Rede de combate à
desertificação do Semiárido brasileiro. Assim, em parceria com a Embrapa Semiárido
(CPATSA) e outras instituições sediadas na região, com apoio financeiro do CNPq, MMA,
BNB, Embrapa e do próprio Instituto, promoveu dois simpósios regionais – o primeiro
deles em abril de 2008 (em Petrolina/PE) e o segundo, em maio de 2009 (em Campina
Grande), que juntos, envolveram cerca de 300 participantes, representando instituições
de naturezas diversas, de todos os estados da região e de outros estados do país. Em
Petrolina, apontou-se claramente para a necessidade da construção de caminhos que
conduzissem a uma efetiva articulação interinstitucional regional; em Campina Grande,
um Grupo de Trabalho foi criado, iniciando-se, já naquela oportunidade, reflexões sobre
a estruturação de bases sólidas, tanto conceituais como institucionais, abrangência,
objetivos e temáticas prioritárias da Rede, dentre outros pontos importantes para sua
caracterização. Ainda como resultado do II Simpósio, foi realizada uma Oficina de
Trabalho, na cidade de Natal/RN, em outubro de 2009, com a finalidade de avançar-se na
estruturação da Rede, culminando com sua institucionalização e cujo principal objetivo é
subsidiar a elaboração e definição de políticas públicas vigorosas voltadas para esta
temática na região. De acordo com a Convenção das Nações Unidas de Combate à
Desertificação (UNCCD), o processo é resultante de vários fatores, dentre eles as
variações climáticas e as atividades humanas. No Brasil, o fenômeno é verificado
principalmente na região Nordeste, onde a população é estimada em 32 milhões de
pessoas. Trata-se de um problema que envolve aspectos financeiro, produtivo e
ambiental, atingindo a sociedade civil como um todo.
Publicação da Portaria MCT nº 495 objetivando a criação da Rede AgroSAB para o
Desenvolvimento da Agroindústria do Semiárido Brasileiro. A Missão da Rede é
“Viabilizar soluções para contribuir com o desenvolvimento sustentável do Semiárido
brasileiro, mediante geração, difusão e apropriação de conhecimento e de tecnologias
em planejamento, implementação e gestão de arranjos produtivos locais,
desenvolvimento de projetos, processos e produtos de origem animal e vegetal típicos
da Caatinga ou a ela adaptados, assim como, contribuir para a formulação de políticas
públicas visando ao fortalecimento da agroindústria da região, à conservação da
natureza e à melhoria da qualidade de vida de sua população”. O processo de criação se
iniciou em 2009 e culminou em 2010 com a implantação da Portaria. Para sua
consolidação, o INSA convidou profissionais ligados à atividade de agroindústria, de
instituições de ensino, pesquisa, ONG´s e empresas privadas, para debate e elaboração
do projeto estruturante e do plano de trabalho da Rede (veja relação dos participantes
abaixo). Foram discutidas questões relativas às diretrizes de ciência, tecnologia e
inovação (CT&I) nas áreas de pós-colheita, transformação e comercialização de
produtos do Semiárido brasileiro. Hoje, a Rede é integrada por talentos humanos,
instituições e organizações que promovem atividades que consideram as
potencialidades dos recursos naturais da Caatinga – plantas, animais e fontes
alternativas de energia renovável. Essas instituições possuem experiências em projetos
e empreendimentos já realizados ou que estão em desenvolvimento na região.
Instituições da Rede AgroSab:
•
Agricultura Familiar e Agroecológica (AS-PTA).
•
Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA)
•
Biofábrica Moscamed Brasil
•
Instituto Eco Engenho
•
IFET/PE
•
IFET/RN
•
Instituto Nacional do Semiárido (INSA/MCT)
10
11
•
Instituto Tecnológico de Pernambuco (ITEP),
•
Embrapa Agroindústria Tropical
•
Embrapa Algodão
•
Embrapa Caprinos
•
Embrapa Mandioca e Fruticultura
•
Embrapa Meio Norte
•
Embrapa Tabuleiros Costeiros
•
Embrapa Sede
•
Embrapa Semiárido
•
Empresa Maratá Sucos
•
Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
•
Universidade Federal da Bahia (UFBA)
•
Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
•
Universidade Federal do Ceará (UFC)
•
Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
•
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
•
Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
•
Universidade Federal do Piauí (UFPI)
•
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
•
Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)
•
Universidade Federal de Sergipe (UFS)
•
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)
•
Participação na Rede Fito-Caatinga – As recentes diretrizes estabelecidas
pelo Governo para utilização da fitoterapia no SUS, preconizadas pelas
diretrizes da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares
(PNPIC) e do Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos
(PNPMF), assim como o atual emprego da fitoterapia no Estado do Ceará,
a partir da implantação do projeto Farmácia Viva, permitem vislumbrar
um cenário propício para o desenvolvimento de produtos oriundos da
biodiversidade brasileira. Diante disso, o INSA participou ativamente
como animador no Terceiro Seminário do Escritório de Gestão do Sistema
Nacional de Redes Fito – NGBS/Farmanguinhos/Fiocruz. Uma das pautas
de discussões no evento foi a elaboração do Sistema Nacional de Redes
Fito, com aprofundamento das discussões conceituais, metodológicas e
de gestão desta ferramenta da inovação em fitomedicamentos, a partir
dos Biomas brasileiros, bem como a formalização da Rede Fito Caatinga;
•
Participação na Rede de Manejo Florestal Sustentável - O INSA vem
trabalhando para a consolidação da Rede de Manejo Florestal da Caatinga
- RMFC, iniciativa inserida no âmbito do Sistema Nacional de Informações
Florestais, conduzida pelo Serviço Florestal Brasileiro. A Rede de Manejo
tem relevância como instrumento gerador de informações científicas que
possam subsidiar a formulação de políticas públicas e de normas técnicas
adequadas ao Bioma Caatinga. A dependência econômica e social que a
região Semiárida do Brasil tem pela energia produzida a partir da
biomassa florestal nativa é bem expressiva. Essa demanda por
energéticos florestais (lenha e carvão vegetal) pode ser atendida
sustentavelmente por meio do manejo florestal, sem conflitos com outros
usos do solo como agricultura, pecuária e unidades de conservação.
•
Implantação da Rede de fibra ótica - Rede Giga. Trata-se de um
cabeamento de fibras óticas nas principais instituições de pesquisa e
unidades públicas da cidade, seguindo modelo de implantação e gestão
proposto no projeto “Redes Comunitárias de Educação e Pesquisa –
Redecomep”, uma iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia,
coordenada pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e apoiada
pelo INSA. Em Campina Grande estão interligadas as seguintes
organizações:
12
• Instituto Nacional do Semiárido - INSA;
• Associação Comercial e Empresarial de Campina Grande - ACCG;
• Companhia de Água e Esgotos do Estado da Paraíba - Cagepa;
• Companhia Energética da Borborema - Celb;
• Centro Nacional de Pesquisa de Algodão - CNPA;
• Embrapa, Escola Técnica Redentorista - Éter;
• Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba - Fapesq;
• Federação das Indústrias do Estado da Paraíba - Fiep;
• Fundação Parque Tecnológico da Paraíba - PaqTcPB;
• Companhia Paraibana de Gás - PB-GÁS;
• Prefeitura Municipal de Campina Grande - PMCG;
• Sindicato das Indústrias de Base Tecnológica - SIBT;
• Universidade Estadual da Paraíba - UEPB;
• Universidade Federal de Campina Grande - UFCG.
15
A Rede Giga de alta velocidade possibilita a realização de importantes
serviços institucionais, como vídeo conferência, melhoria do sistema VoIP de
telefonia e transferência de arquivos, resultando em maior eficiência dos serviços.
•
Promoção de articulações, em âmbito regional, que resultaram na criação e
oferta, em maio de 2010, pela Universidade Federal de Campina Grande –
UFCG, do Curso de Especialização em Educação Contextualizada para a
Convivência com o Semiárido Brasileiro, destinado a professores e gestores
de escolas públicas da Educação Básica sediadas na região Semiárida
brasileira, com 80 vagas, 40 das quais no Campus de Sumé/PB e as demais
em Cajazeiras/PB;
•
Atuação como articulador com órgãos de fomento como BNB e FINEP,
submetendo projetos a Editais específicos lançados pelos referidos órgãos,
sendo estes projetos aprovados. Atuou também como articulador com
instituições como Universidade Federal de Campina Grande - UFCG,
Universidade Federal da Paraíba - UFPB, Fundações de Pesquisa, Secretárias
de Ciência e Tecnologias dos Estados do Semiárido, Centro de Tecnologia
Mineral – CETEM, Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba – AESA
e SEBRAE.
•
Promoção de articulações, em âmbitos estadual, regional e
nacional, durante a ICID 2010, resultando na proposta de
composição, gestão e governança do Observatório do
Semiárido brasileiro, além da geração de estratégias para
criação, gestão e governança do Fórum do Semiárido
brasileiro, ambas as entidades previstas no PDU 2008-2011
do INSA, bem como, da Conferência do Semiárido brasileiro;
Pesquisa
Nesta primeira gestão do Instituto, foram aprovados pela
FINEP quatro grandes projetos para criação da infra-estrutura do
Instituto Nacional do Semiárido, na ordem de R$ 20.955.000,00
(vinte milhões, novecentos e cinqüenta e cinco mil reais) em
convênio com a Associação Técnico Científica Ernesto Luiz de
Oliveira Júnior – ATECEL, sendo eles:
I - Projeto INFRAINSA – Criação da Infra-Estrutura de Pesquisa da
Estação Experimental do INSA – Fase I
Convênio 01.08.0608.00 - 2008
Valor: R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais)
Objetivo: construção dos laboratórios: a) Reprodução Animal e
Genética Aplicada e b) Ecofisiologia e Ecologia Vegetal. Seu objetivo
principal é viabilizar a estrutura física para pesquisa na Estação
Experimental do INSA, iniciando a construção do Complexo de
Laboratórios “Celso Furtado”, construção do Núcleo de CaprinoOvinocultura, com instalações e equipamentos não existentes no
interior do nordeste brasileiro, facilitando o acesso a programas de
pós-graduação (desenvolvimento de pesquisas para dissertações e
teses) e acesso a pesquisadores do país e do exterior, que desejarem
conduzir parte ou todo o seu trabalho na região Semiárida brasileira.
II – Projeto CIDSAB - Centro Integrado de Inovação e Difusão de
Tecnologias para o Semiárido brasileiro
16
Convênio 01.08.0496.00 -2008
Valor: R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais)
17
Objetivo: construção, na Estação Experimental do INSA, de um prédio denominado de
Complexo de Laboratórios, sendo este caracterizado pelas seguintes unidades: a)
Biotecnologia, b) Recursos Naturais e c) Agroindústria. Somado a construção deste
Complexo, o projeto, através de parcerias com instituições de CT&I, prevê a
implantação de unidades avançadas do CIDSAB a serem instaladas inicialmente em 5
Estados da região Semiárida brasileira. Também, está prevista a construção de um
Centro de Treinamento e Capacitação em Tecnologias e Inovações para o Semiárido
brasileiro, além da aquisição e instalação dos equipamentos imprescindíveis ao
funcionamento do CIDSAB e ainda a fixação de 20 Doutores e Mestres, como bolsistas,
para atuarem na articulação entre instituições de CT&I dos Estados e o INSA e na
execução de pesquisas.
III - Projeto Ações de CT&I para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido brasileiro
Convênio 01.10.0208.00 – 2010
Valor: R$ 7.900.000,00 (sete milhões e novecentos mil reais)
Objetivos: implantar no INSA o Programa Entidades Associadas, na forma de
Laboratórios Associados; Implantar o Fórum “Futuro do Semiárido brasileiro”;
ampliar a atuação do Centro Integrado de Inovação e Difusão de Tecnologias para o
Semiárido brasileiro (CIDSAB), com implantação de unidades em outros Estados da
Federação; possibilitar a consolidação da infra-estrutura do INSA, garantindo-lhe
instalações físicas e laboratoriais complementares; possibilitar condições para a
execução de pesquisas de médio e longo prazos.
IV - Projeto: Complementação da Infra-estrutura da Sede do INSA
Convênio 01.11.0119.00 – 2010
Valor: R$ 1.055.110,80 (hum milhão, cinqüenta e cinco mil, cento e dez reais e oitenta
centavos)
Objetivo: Complementação da infra-estrutura da Sede do INSA (CIENSA), por meio da
construção dos reservatórios superior e inferior, incluindo tubulações e casa de
bombas para abastecimento das edificações da Sede do INSA – Castelo d'água.
Estas propostas constituíram nas ações para construção da
infraestrutura de pesquisa da Estação Experimental do Instituto e do
Complexo Administrativo composto por 6 (seis) edificações,
objetivando a melhoria da qualidade cientifica e tecnológica das
pesquisas. Também irá envolver as instituições parceiras mediante o
acesso a estudantes que pretendem desenvolver suas atividades e a
pesquisadores da região e de todo o País, que desejarem conduzir parte
de seus trabalhos em pleno Semiárido. Isso certamente contribuirá
para melhorar a qualidade da pesquisa e o nível científico e tecnológico
de todas as suas atividades, bem como das instituições parceiras.
Ressalta-se ser uma das premissas de atuação do INSA agir sempre em
parceria, fortalecendo sua missão de agente viabilizador de soluções
interinstitucionais para o desenvolvimento sustentável do Semiárido
brasileiro. Além de trabalhar privilegiando as potencialidades da
região, outra grande quebra de paradigmas foi o esforço de articulação
de todos os atores interessados no Semiárido e com responsabilidades
em seu desenvolvimento, e a identificação de lacunas onde era
necessária a ação precisa dos organismos governamentais.
Lançamento do Edital 035/2010 do CNPq - Criação de oportunidades
para a geração e apresentação de propostas em 04 Linhas Temáticas
(totalizando aporte de R$ 12,5 milhões), voltadas a contribuir com o
desenvolvimento da Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação no SAB.
Das 385 propostas submetidas ao CNPq por pesquisadores de
instituições regionais, 271 foram pré-enquadradas, das quais 167
receberam recomendação de aprovação pelo Comitê Técnico daquela
agência como prioridade 1, sendo:
• 43 voltadas à recuperação de áreas degradadas;
• 85 para exploração econômica das potencialidades do
Semiárido;
• 15 para difusão de tecnologia para convivência com a seca;
• 24 para capacitação de educadores e agentes de extensão
vinculados a entidades sediadas na região Semiárida da quase
totalidade dos estados do Nordeste e do Norte de Minas Gerais;
18
19
Estação Experimental – Pesquisas realizadas:
Área vegetal:
•
Avaliação da produção da maniçoba (Manihot pseudoglaziovii) e pornunça
(Manihot spp), em resposta a diferentes formas de adubação;
•
Avaliação da vegetação e fauna edáfica em área sob pastejo caprino no
semiárido da Paraíba;
•
Avaliação de 53 variedades de palma frutífera no Semiárido paraibano;
•
Avaliação de 21 variedades de palma forrageira no Semiárido paraibano;
•
Avaliação do potencial de cultivo do Licuri (Siagrus coronata) como lavoura
xerófila regular no Semiárido nordestino;
•
Consórcio Umbuzeiro (Spondias tuberosa Arr. Câmara) e Licuri (Siagrus
coronata L.) na caatinga Paraibana;
•
Comportamento da palma forrageira (Opuntia fícus indica) variedade Clone 20,
submetida a diferentes espaçamentos e doses de fósforo;
•
Uso de suplementos á base de palma forrageira (Opuntia fícus indica
Mill) e uréia na terminação de ovinos à pasto no semiárido brasileiro;
•
Composição bromatológica de silagens de capim-mombaça (Panicum
maximum) colhido em diferentes idades de rebrotação;
•
Crescimento inicial de plântulas de flor de seda (Calotropis procera)
sob o efeito de diferentes substratos;
•
Cultivo de plantas xerófilas com potencial frutífero e forrageiro;
•
Degradabilidade in situ da fibra em detergente neutro de silagens de
capim-mombaça (Panicum maximum Jacq.) colhido em diferentes
idades de rebrotação;
20
•
Desenvolvimento de tecnologia para viabilizar o uso do mandacaru
com espinho, cujos objetivos foram os de identificar in loco as
variabilidades do mandacaru (Cereus jamacaru DC.) existentes no
Semiárido nordestino com prioridade para as de ocorrência na Bahia
e avaliar as atuais técnicas de utilização (processamento/
beneficiamento) do mandacaru pelos produtores. Como resultado
final, foi desenvolvido um equipamento capaz de retirar os espinhos
desta cactácea, reduzindo o tempo gasto neste processo e evitando a
perda das propriedades de palatabilidade;
•
Determinação da produção de matéria seca em consórcios lavouras
xerófilas versus forrageiras compatíveis: avaliação produtiva de
biomassa de 06 espécies de forrageiras sob irrigação;
•
Diagnóstico Agroambiental da Estação Experimental do Instituto
Nacional do Semiárido;
•
Dinâmica do estrato herbáceo-arbustivo da caatinga, no Cariri
Paraibano;
•
Efeito de diferentes temperaturas sobre a germinação de sementes
de orelha de onça (Macroptilium martii Benth.);
•
Enriquecimento da caatinga com espécies frutíferas nativas da região
Semiárida: uma alternativa de renda para o produtor rural;
21
•
Flora e dinâmica de vegetação em áreas de Caatinga no Semiárido brasileiro;
•
Germinação de sementes de flor de seda (Calotropis procera) sob efeito de
diferentes temperaturas;
•
Germinação de sementes de figo de pombo (Macroptilium lathyroides (L.) Urb.)
sob o efeito de diferentes temperaturas;
•
Levantamento florístico do estrato herbáceo em áreas de caatinga;
•
Levantamento, classificação e identificação de espécies nativas e/ou flora
secundária existentes na região do Semiárido brasileiro;
•
Morfologia e fenologia reprodutiva do Ariri (Siagrus vagans Bondar Hawkes) –
Arecacea, numa área de Caatinga do município de Senhor do Bomfim – BA;
•
Potencialidade da vegetação da Caatinga visando à implantação da Farmácia
Viva;
•
Sistema de produção de culturas alternativas para produção de biodiesel em
áreas do Semiárido paraibano;
•
Sistema de produção de pinhão manso (Jatropha curcas L.) em áreas do
Semiárido paraibano;
•
Superação de dormência em sementes de figo de pombo Macroptilium
lathyroides L. urb.
Área animal:
•
Biometria de animais da Raça Pé-Duro;
•
Biometria testicular dos tourinhos da Raça Pé-Duro;
•
Comportamento ingestivo de bovinos alimentados com rações à base de silagem
de capim-mombaça (Panicum maximum) com ou sem inoculante;
•
Crescimento de cabritos nativos no Semiárido;
•
Curvas de crescimento de ovinos Morada Nova em confinamento, alimentados
com dietas contendo níveis crescentes de concentrado;
•
Desenvolvimento ponderal de bezerros da Raça Pé-Duro no Semiárido;
•
Desempenho produtivo e reprodutivo de vacas da Raça Pé-Duro;
•
Difusão de tecnologias de manejo sanitário: parasitoses gastrintestinais,
linfadenite caseosa, pododermatite, ceratoconjuntivite, ectima contagioso e
mastite em caprinos e ovinos;
• Efeito de doses de uréia sobre a composição bromatológica do feno de capimbuffel (Cenchrus ciliares);
•
Estudo do crescimento de bovinos da Raça Pé-Duro do Semiárido;
•
Parâmetros fisiológicos de bezerros da Raça Pé-Duro na região Semiárida do
estado da Paraíba;
22
•
Perdas, perfil fermentativo e recuperação da matéria seca de silagem de
capim- elefante com feno de pornunça;
•
Produção de leite de vacas da Raça Pé-Duro;
•
Recuperação da Raça de bovino Pé-Duro do Núcleo de Conservação de
Recursos Genéticos da Fazenda Experimental Lagoa Bonita do INSA;
•
Respostas fisiológicas de bezerros da Raça Pé-Duro às condições climáticas
do Semiárido paraibano;
•
Sistemas de produção para a Apicultura e Meliponicultura e tipificação do
mel no Semiárido paraibano;
•
Substituição do milho pela palma forrageira (Opuntia fícus indica Mill) na
terminação de ovinos Morada Nova e Santa Inês em confinamento;
•
Utilização de digesta ruminal como adubo orgânico na produção em
pastagem de capim-buffel (Cenchrus ciliaris);
23
Difusão
•
Disponibilização da infraestrutura da Estação Experimental do INSA para o
desenvolvimento de dissertações e teses em temas de interesse da região,
particularmente, nas seguintes áreas: dinâmica da Caatinga, produção
animal (raças bovinas consideradas nativas), impacto ambiental e
sequestro de Carbono em solos característicos do SAB, assim como, para
produção de mudas de espécies nativas para recuperação de áreas
degradadas.
•
Promoção de visitas, cursos, palestras, dentre outras atividades, realizadas
na Estação Experimental do INSA, bem como, coordenação do programa
anual da Semana de Ciência e Tecnologia na Paraíba, visando à difusão e
popularização de CT&I na região;
•
Projeto Semiárido na Praça: uma iniciativa do Ministério da Ciência e
Tecnologia cujo objetivo é a promoção da popularização da ciência e da
tecnologia em escolas e comunidades em geral do Semiárido brasileiro,
proporcionando experiências educativas através da itinerância de atividades
científicas e interativas para alunos e professores do ensino fundamental e
médio da rede pública de ensino do Semiárido e o público em geral. Nesta
gestão, o INSA adquiriu o equipamento e atualmente está adaptando-o para
iniciar as atividades de disseminação do conhecimento científico na região
Semiárida.
Eventos Técnico-Científicos
Em conformidade com suas variadas funções, dentre elas a de “... Promover,
executar e divulgar estudos, pesquisas científicas e de desenvolvimento tecnológico;
Formar e proporcionar a fixação de capacidades humanas para o Semiárido
brasileiro; Realizar, propor e fomentar projetos e programas de pesquisa científica,
estabelecendo os intercâmbios necessários com instituições regionais, nacionais e
24
internacionais”..., o INSA envidou esforços nas seguintes atividades:
Palestras
•
Os desníveis regionais e a inovação no Brasil: Os desafios para as Instituições
de Pesquisa Tecnológica – Congresso ABIPTI 2008;
•
O Agronegócio da Palma, proferida no I Simpósio de Palma Forrageira e outras
Cactáceas (2009);
•
Jornalismo Científico, palestra proferida por ocasião da VII Semana Nacional
de Ciência e Tecnologia (2009);
•
Potencial da produção de caprinos e ovinos no Semiárido: I Encontro dos
Cursos Virtuais da UFPB (2009);
•
Licenciado em Ciências Agrárias: Da Pesquisa e Extensão ao Magistério da
Educação Profissional: Encontro Nacional dos Cursos de Licenciatura em
Ciências Agrárias (2009);
•
Ciência para o Desenvolvimento Sustentável durante a VII Semana Nacional
de Ciência e Tecnologia (2010);
•
Ciência Tecnologia e Biodiversidade durante a VII Semana Nacional de Ciência
e Tecnologia (2010);
•
Tecnologia Espacial na Observação da Desertificação, durante a VII Semana
Nacional de C&T (2010);
•
Coleta Seletiva - Uso e conservação da água – realidade e perspectiva para o
Semiárido (2010);
•
Aplicação de Modelagem Numérica para o Clima no Semiárido brasileiro Universidade Federal de Campina Grande (2010);
•
Coleta Seletiva – elemento integrador dos aspectos ambientais, sociais e
econômicos (2010);
•
Degradação e erosão dos recursos naturais no Semiárido brasileiro - evento
dando continuidade ao ciclo de palestras promovido pela Comissão para a
Coleta Seletiva Solidária do INSA (2010);
•
Produção Animal no Semiárido, ministrada durante o Simpósio Alagoano de
Produção Animal (2010);
•
Uso e conservação de água: Realidades e Perspectivas para o SAB. Auditório da
Associação Comercial, Campina Grande-PB. Ciclo de palestras promovido pelo
Grupo Gestor do INSA de Coleta Seletiva e A3P (2010).
25
Congressos
•
Participação no 18º Congresso Brasileiro de Zootecnia, em João Pessoa - PB
(2008);
•
Participação do Congresso ABIPT: os desníveis regionais e a inovação no Brasil:
Os desafios para as Instituições de Pesquisa Tecnológica, em Campina Grande –
PB (2008);
•
Organização e participação do 5º Congresso Nordestino de Produção Animal e
11º Simpósio Nordestino de Alimentação de Ruminantes – Aracaju – SE (2009);
•
Congresso Brasileiro de Palma e outras Cactáceas – o INSA coordenou a
realização do Congresso Brasileiro de Palma e outras Cactáceas, em Campina
Grande, criando com isso, um ambiente propício para a disseminação do
conhecimento sobre as cactáceas, chamando a atenção da sociedade para sua
importância socioeconômica da região (2009).
Conferências
•
Participação efetiva na Segunda Conferência Internacional: Clima,
Sustentabilidade e Desenvolvimento em regiões Semiáridas (ICID 2010,
Fortaleza/CE, agosto de 2010).
Workshops
•
Workshop sobre Segurança Alimentar - “Epidemiologia Molecular e Segurança
Alimentar”, promovido pelo INSA, em Campina Grande. Na oportunidade, foram
discutidos projetos em andamento e traçadas estratégias para ações em pesquisa e
desenvolvimento da segurança alimentar nos sistemas de produção de alimentos de
origem animal e vegetal do Semiárido brasileiro.
Cursos
•
Sistema para Análises Estatísticas (SAEG), em Campina Grande, PB (2009);
•
Ferramentas de controle para garantia da qualidade no processo de elaboração da
manta ovina/caprina, em Campina Grande, PB (2009);
•
Curso de capacitação sobre a utilização da Palma Forrageira na alimentação animal,
voltado para produtores de caprinos e ovinos da região de Valente, na Bahia (2009);
•
Curso Gestão e Editoração de Revistas Eletrônicas, em Campina Grande, PB (2009);
•
Água e Meio Ambiente: Desafios para o Semiárido brasileiro. IFPB, Campus Sousa,
Curso de curta duração (2010);
•
Planejamento participativo e boas práticas de produção para agregação de valor à
cadeia produtiva do arroz vermelho, em Itaporanga-PB (2010);
•
Fundamentos de Medidas Físicas de Solo e Plantas: apresentação teórica e prática,
na Estação Experimental do Instituto Nacional do Semiárido (INSA/MCT), em
Campina Grande, PB (2010);
26
•
Etnozootecnia e conservação de recursos genéticos animais do
Semiárido, Campina Grande-PB (2010);
•
Agronegócio e Mercado da Carne Ovina e Caprina: XVIII Encontro de
Médicos Veterinários e Zootecnistas do Agreste Meridional (2010);
•
I curso de capacitação em Conservação de Recursos Zoogenéticos
(2010).
Seminários
•
Seminário sobre Plantas Medicinais e Fitoterápicos, dias 26 e 27 de
novembro, em Campina Grande, PB (2009);
•
Participação na organização e realização do I Seminário de Indicações
Geográficas e Marcas Coletivas: Instrumentos para o
Desenvolvimento de Cadeias Produtivas da Paraíba, em Campina
Grande, PB (2009);
•
Participação na organização e realização do II Seminário Internacional
de Indicações Geográficas (IG), promovido e realizado pelo Fórum
Paraibano de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas, com apoio da
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior –
CAPES e Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com
o Brasil – COFECUB, em setembro de 2010, em João Pessoa/PB, onde se
refletiu sobre a importância das IG enquanto estratégia de
desenvolvimento do SAB, no contexto da globalização;
•
Seminário Nacional sobre Educação Contextualizada para Convivência
com o Semiárido brasileiro em Campina Grande, PB (2010).
27
Simpósios
•
Participação da 48ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de
Zootecnia SBZ em Lavras (MG) (2008);
•
Participação na organização do Simpósio sobre “Mudanças Climáticas
e Desertificação no Semiárido brasileiro”, em Campina Grande, Pb
(2009);
•
Promoção e realização, em parceria com a Sociedad Científica
Iberoamericana sobre Uso y Conservación de Recursos Zoogenéticos Locales –
Rede Conbiand e Universidade Federal da Paraíba – UFPB, do 11º Simpósio
Iberoamericano sobre Conservação e Utilização de Recursos Zoogenéticos,
em João Pessoa/PB, que contou com a participação de representantes de
aproximadamente vinte países Iberoamericanos (2010);
•
Participação do Encontro Regional Nordeste da Segunda Conferência
Internacional sobre Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento Sustentável
em regiões Semiáridas (ICID): Fortaleza - CE (2010);
•
Realização e participação do XI Simpósio Iberoamericano de Conservação e
Utilização de Recursos Zoogenéticos: UFPB - Campina Grande – PB (2010);
•
Participação no X Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, realizado em
Fortaleza - CE (2010).
28
Dias de Campo
•
Sanidade Animal, Produção e Conservação de Forrageiras. Local: Fazenda
Quinta dos Quirinos - Congo – PB. Instituições: INSA, UFCG, apoio Prefeitura
Municipal de Congo – PB (2009);
•
Importância da produção e conservação de forragens no Semiárido. Local:
Fazenda Quinta dos Quirinos - Congo – PB. Instituições: INSA, UFCG, apoio
Prefeitura Municipal de Congo – PB (2009);
•
Manejo Sanitário e Produção e Conservação de Forragens - Local: Fazenda
Quinta dos Quirinos - Congo – PB. Instituições: INSA, UFCG, apoio Prefeitura
Municipal de Congo – PB (2009).
Semana Nacional de Ciência e Tecnologia
•
Em parceria com a FAPESQ o INSA trouxe a Exposição “Maravilhas Mecânicas”
de Leonardo Da Vinci (2007);
•
Participação na FETEC Jovem, expondo e avaliando os demais projetos
expostos (2007);
•
Prêmio INSA de Iniciação Científica – Ensino Básico: Instituiu o prêmio INSA de Iniciação
Científica – Ensino Básico para estudantes e professores orientadores do Ensino Básico
de escolas públicas e privadas, que redigissem uma redação, versando sobre o tema:
“Convivência no Semiárido: cidadania e oportunidades” (2007);
•
Visitação à Fazenda Experimental: demonstração dos trabalhos desenvolvidos pelo
INSA com plantas e animais nativos e/ou adaptados, bem como cursos e palestras para
públicos alunos do ensino médio e pesquisadores, com os seguintes temas:
Biodiversidade da Caatinga, Desertificação no Semiárido brasileiro, Animais e Plantas
Adaptadas ao Semiárido, Convivência no Semiárido, Flora e Vegetação da Caatinga.
Comunicação
31
Em 2008, a Assessoria de Comunicação iniciou o suporte necessário para a
disseminação das ações do Instituto junto à sociedade, através do estabelecimento de relações
sólidas e confiáveis com os meios de comunicação de massa e seus agentes. A página do INSA na
Internet (www.insa.gov.br) recebeu atenção especial no que diz respeito à sua atualização.
Foram adicionados novos dados sobre o Plano Diretor, a Missão do Instituto e o reordenamento
de informações. Também foram elaboradas e divulgadas mais de 450 matérias.
Em 2010, O INSA realizou Seminário com a presença de jornalistas de órgãos de
comunicação locais, estaduais, regionais e nacionais, com o objetivo de lançar a Agência de
Notícias do Semiárido brasileiro – SAB Notícias, criada e gerenciada pelo INSA, e que
contribuirá para outro quadro de entendimento e conhecimento sobre o SAB, região estratégica
para o desenvolvimento do País; Na ocasião, foi lançada a primeira edição do Jornal Informativo
trimestral, cuja tiragem é de mil exemplares, enviados para diversas instituições do país.
Publicações
Apesar de ser uma Instituição recente e de ainda contar com um quadro de
pesquisadores aquém do ideal e desejável, o INSA demonstrou nesses primeiros anos sua
vocação científica, realizando pesquisas de interesse para a região Semiárida. Contou com a
participação de pesquisadores de outras instituições parceiras e de bolsistas do Programa de
Capacitação Institucional – PCI, iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia para com as
Unidades de Pesquisa que o compõe. As principais contribuições são listadas abaixo:
-
Almeida Neto, J.X.; Andrade, A.P.; Lacerda, A.V; Felix, L.P; Bruno, R.L.A. Composição
florística, estrutura e análise populacional do feijão-bravo (Capparis flexuosa l.) no
Semiárido paraibano, Brasil. Revista Caatinga (UFERSA. Impresso), v. 22, p. 187-194,
2009;
-
Andrade, M.V.M; Andrade, A.P.; Silva, D.S.; Bruno, R.L.A; Guedes, D.S. Levantamento
florístico e estrutura fitossociológica do estrato herbáceo e subarbustivo em áreas de
caatinga no Cariri Paraibano. Caatinga (Mossoró), v. 22, p. 229-237, 2009;
-
Araújo, K.D.; Andrade, A.P.; Raposo, R.W.C.; Rosa, P.R.O.; Pazera Jr., E. Emissões de CO2
sob área de Caatinga no Semiárido da Paraíba. Geoambiente on-line, v. 10, p. 204-213,
2008;
-
Araújo, K.D; Parente, H.N; Correia, K.G; Dantas, R.T; Andrade, A.P.; Pazera JR., E.
Liberação de dióxido de carbono (CO2) em área de caatinga no Semiárido da Paraíba.
Geoambiente on-line, v. 12, p. 42-53, 2009;
-
Araújo, K.D; Parente, H.N; Correia, K.G; Rodrigues, M.Q; Dantas, R.T; Andrade, A.P.;
Souto, J.S. Influência da precipitação pluvial sobre a mesofauna invertebrada do solo em
área de caatinga no Semiárido da Paraíba. Geoambiente on-line, v. 12, p. 1-12, 2009;
-
Araújo, K.D; Dantas, R.T; Viana, E.P.T; Parente, H.N; Andrade, A.P. Grupos taxonômicos da
macro e mesofauna edáfica em área de caatinga. Revista Verde de Agroecologia e
Desenvolvimento Sustentável, v. 4, p. 122-130, 2009;
32
-
Araújo, K.D; Dantas, R.T; Andrade, A.P.; Parente, H.N; Correia, K.G; Pazera Jr., E.
Levantamento da macrofauna invertebrada do solo em área de caatinga no
Semiárido da Paraíba. Geoambiente On-line, v. 13, p. 19-31, 2009;
-
Bakke, I.A; Bakke, O.A; Salcedo, I.H; Andrade, A.P. In: fodder production of Mimosa
tenuiflora under pruning in native caatinga tropical dry forest in Brazil. Tropical
Grasslands, v. 43, p. 178-187, 2009;
-
Camacho-Vallejo, M.E; Costa, R.G; Vallecillo-Hernández, A.F; Cabello-Robles, A;
Arguello, A; Delgado-Bermejo, J.V; Zurita, P. An experimental approach to the
standardized weight and daily gain of the blanca and luza kids. Tropical and
Subtropical Agroecosystems, v. 11, p. 101-104, 2009;
-
Costa, R; Batista, A; Madruga, M; Neto, S; Queiroga, R.C.R.E; Araújo-Filho, J;
Villarroel, A; Costa, R.G. Physical and chemical characterization of lamb meat from
different genotypes submitted to diet with different fibre contents. Small Ruminant
Research, v. 81, p. 29-34, 2009;
-
Costa, R.G; Filho, E.M.B.; Medeiros, A.N.; Givisiez, P.E.N.; Queiroga, R.C.R.E.; Melo,
A.A.S.. Effects of increasing levels of cactus pear (Opuntia ficus-indica L. Miller) in
the diet of dairy goats and its contribution as a source of water. Small Ruminant
Research, v. 82, p. 62-65, 2009;
-
Costa, R.G; Fernandes, P.D; Andrade, A. P; Lacerda, A.V; Araújo, J.S. Desafios
Institucionais em Ciência e Tecnologia: A visão do INSA. P. 249-258. IN: Mudanças
Climáticas e Desertificação no Semiárido brasileiro. Embrapa 2009. p 295;
-
Costa, R.G.; Cartaxo, F.Q.; Santos, N.M.; Queiroga, R.C.R.E. Carne caprina e ovina:
composição lipídica e características sensoriais. Revista Brasileira de Saúde e
Produção Animal, v. 9, p. 497-506, 2008;
-
Costa, R.G.; Beltrão Filho, E.M.; Medeiros, G.R; Villarroel, A.B.S.; Cruz, S.E.;
Santiago, B.S.; Santos, E.M. Substituição do leite de cabra por soro de queijo bovino
para cabritos alpinos. Revista Brasileira de Zootecnia / Brazilian Journal of Animal
Science, v. 39, p. 1234-1235, 2010;
-
Costa, R.G; Medeiros, A.N.; Alves, A.R; Medeiros, G.R. Perspectivas de Utilização da
Flor-de-Seda (Calotropis procera) na Produção Animal. Caatinga (Mossoró), v. 22, p.
01-09, 2009;
33
-
Costa, R.G; Batista, A.S.M.; Azevedo, P.S; Queiroga, R.C.R.E.; Madruga, M.S.; AraújoFilho, J.T.A. Lipid profile of lamb meat from different genotypes submitted to diets
with different energy levels. Revista Brasileira de Zootecnia / Brazilian Journal of
Animal Science, v. 38, p. 532-538, 2009;
-
Costa, R.G; Beltrão-Filho, E.M.; Medeiros, G.R; Villarroel, A; Cruz, S.B.S; Santos, E.M.
Replacement of goat milk by cheese whey in the feed of alpine kids. Tropical and
Subtropical Agroecosystems, v. 11, p. 87-90, 2009;
-
Cruz, G.R.B; Costa, R.G; Ribeiro, M.N. Curva de crescimento de caprinos mestiços no
estado da Paraíba. Agrária (Recife), v. 4, p. 204-210, 2009;
-
Edvan, R.L.; Santos, E.M.; Vasconcelos, W.A.; Souto Filho, L.T.; Borburema, J.B.;
Medeiros, G.R.; Andrade, A.P. Utilização de adubação orgânica em pastagem de
capim-buffel (Cenchrus ciliaris cv. Molopo). Archivos de Zootecnia, v. 59, p. 499-508,
2010;
-
Filho, E.C.P; Morais, S.A.N.; Costa, R.G.; Almeida, C.C.; Medeiros, G.R. Correlações
entre pluviosidade e características produtivas em caprinos no Semiárido
paraibano. Revista Brasileira de Zootecnia, v.38, n.9, p.1785-1789, 2009;
-
Lacerda, A.V. & Barbosa, F.M. Análise florística de uma Vegetação Ciliar em Área de
Caatinga no Semiárido paraibano. In: Paz, R.J. & Farias, T. (Orgs.). Gestão de Áreas
Protegidas: Processos e Casos Particulares. João Pessoa: Ed. Universitária/UFPB,
2008. 300 p. ISBN 978-85-7745-072-5;
-
Luna, S.R.F; Gonzaga-Neto, S; Pimenta-Filho, E.C.; Medeiros, A.N.; Torreao, J.N.C;
Mariz, T.M.A; Costa, R.G. Comportamento ingestivo de ovelhas Morada Nova no
terço final de gestação com níveis de energia metabolizável na dieta. Revista
Brasileira de Saúde e Produção Animal, v. 10, p. 73-84, 2009;
-
Maia, M.O.; Queiroga, R.C.R.E.; Medeiros, A.N.; Costa, R.G.; Bomfim, M.A.D.;
Fernandes, M.F. Consumo, digestibilidade de nutrientes e parâmetros sanguíneos
de cabras mestiças moxotó suplementadas com óleos de licuri ou mamona. Ciência
Rural (UFSM. Impresso), v. 40, p. 149-155, 2010;
34
37
-
Medeiros, G.R.; Carvalho, F.F.R.; Batista, M.V.; Júnior, W.M.D.J.; Santos, G.R.A.;
Andrade, D.K.B. Efeito dos níveis de concentrado sobre as características de
carcaça de ovinos Morada Nova em confinamento. Revista Brasileira de
Zootecnia, v.38, n.4, p.718-727, 2009;
-
Moreira-Filho, E.C; Silva, D.S.; Andrade, A.P.; Medeiros, A.N; Parente, H.N.
Composição química de maniçoba submetida a diferentes manejos de solo,
densidades de plantio e alturas de corte. Caatinga (Mossoró), v. 22, p. 187-194,
2009;
-
Nery, A.R.; Rodrigues, L.N.; Silva, M.B.R.; Fernandes, P.D; Chaves, L.H.G;
Dantas-Neto, J.; Gheyi, H.R. Crescimento do pinhão-manso irrigado com águas
salinas em ambiente protegido. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e
Ambiental, v. 13, p. 551-558, 2009;
-
Perez-Marim, A.M.; Fernandes, P.D.; Andrade, A.P.; Costa, M.R.S.
Desenvolvimento sustentável do Semiárido brasileiro. Parcerias Estratégicas
(Brasília), v. 15, p. 43-55, 2010;
-
Queiroga, R.C.R.E; Fernandes, M.F; Medeiros, A.N; Costa, R.G; Oliveira, C.J.B.;
Bomfim, M.A.D; Guerra, I.C.D. Physicochemical and sensory effects of cotton
seed and sunflower oil supplementation on Moxotó goat milk. Small Ruminant
Research, v. 82, p. 58-61, 2009;
-
Ramalho, C.I.; Andrade, A.P.; Felix, L.P; Lacerda, A.V; Maracajá, P.B. Flora
arbóreo-arbustiva em áreas de caatinga no Semiárido baiano, Brasil. Caatinga
(Mossoró), v. 22, p. 182-190, 2009;
-
Ramalho, C.I.; Andrade, A.P.; Lacerda, A.V. Flora arbustiva-arbórea de uma área
de caatinga no município do Senhor do Bonfim, Bahia, Brasil. In: Seabra, G.F.S.
(Org.). A Conferência da Terra: Fórum Internacional do Meio Ambiente.
Questões globais e soluções locais. Editora Universitária/UFPB, 2008. p.655662. ISBN 978-85-7745-209-3;
-
Ramalho, C.I.; Andrade, A.P.; Lacerda, A.V. Levantamento florístico em uma
área de caatinga no município de Jacobina, Bahia, Brasil. In: Seabra, G.F.S.
(Org.). A Conferência da Terra: Fórum Internacional do Meio Ambiente.
Questões globais e soluções locais. Editora Universitária/UFPB, 2008. p. 663-670.
ISBN 978-85-7745-209-3;
-
Rodrigues, L.N; Nery, A.R.; Fernandes, P.D; Beltrão, N.E.M.; Gheyi, H.R. Crescimento
e produção de bagas da mamoneira irrigada com água residuária doméstica.
Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, v. 13, p. 825-836, 2009;
-
Sales, A.T.; Andrade, A.P.; Leite, M.L.M.V; Silva, D.S.; Viana, B.L; Santos, G.E.
Mortality index of forage cactus in the semiarid of Paraiba state - Brazil. Acta
Horticulturae, v. 811, p. 401-406, 2009;
-
Sales, A.T.; Andrade, A.P.; Silva, D.S.; Leite, M.L.M.V; Viana, B.L; Leon, M.J.; Solis,
A.M. Adaptation potential of cactus pear to soil and climatic conditions of the
Semiarid in Paraiba State, Brazil. Acta Horticulturae, v. 811, p. 322-328, 2009;
-
Sousa, D.M.M; Bruno, R.L.A; Andrade, A.P.; Dornela, C.S.M; Primo, D.M.P.
Comportamento de sementes de palma (Opuntia ficus-indica l.) submetidas à
fermentação e secagem. Caatinga (Mossoró), v. 22, p. 29-34, 2009;
-
Vasconcelos, W.A.; Santos, E.M.; Edvan, R.L.; Silva, T.C.; Medeiros, G.R.; SoutoFilho, L.T. Morfometria, produção e Composição Bromatológica da Maniçoba e
Pornunça, em resposta a diferentes fontes de adubação. Revista Trópica – Ciências
Agrárias e Biológicas. V. 4, N. 2, p.36 – 2010;
-
Xenofonte, A.R.B.; Carvalho, F.FR.; Batista, A.M.V.; Medeiros, G.R. Características de
carcaça de ovinos em crescimento alimentados com rações contendo farelo de
babaçu. Revista Brasileira de Zootecnia, v.38, n.2, p.392-398, 2009;
38
Livros
-
Manta de Petrolina: Uma alternativa para agregar valor às carnes caprina e
ovina. Costa, R.G; Madruga, M.S.; Medeiros, G.R.; Voltolini, T.V.; Duarte, T.F. &
Pedrosa, N.A. Editora MCT/INSA 2010, 109 pp.
Capítulos de Livros:
39
-
Andrade, A.P.; Costa, R.G.; Silva, D.S.; Lacerda, A.V.; Araújo, J.S. A caatinga como
suporte forrageiro: desafios para exploração sustentável. In: Andrade, E.M.;
Pereira, O.J; Dantas, F.E.R. (Org.). Fortaleza: Imprensa Universitária, 2010, v. 1,
p. 81-105;
-
Costa, R.G.; Fernandes, P.D.; Andrade, A.P.; Lacerda, A.V.; Araújo, J.S. Desafios
Institucionais em Ciência e Tecnologia: A Visão do INSA. In: Angelotti, F.; Sá, I.B.;
Menezes, E.A.; Pellegrino, G.Q. (Org.). Petrolina-PE: Embrapa Semiárido, 2009,
v., p. 249-258;
-
Fernandes, P.D.; Medeiros, S.S.; Gheyi, H.R.; Andrade, A.P. Biossalinidade e
produção agrícola. In: Gheyi, H.R; Dias, N.S; Lacerda, C.F. (Org.). 1 ed. Fortaleza CE: INCTSal, UFC-CE, 2010, p. 182-203;
-
Medeiros, S.S.; Fernandes, P.D.; Santos Júnior, A.; Gheyi, H.R. Biodrenagem. In:
Gheyi, H.R.; Dias, N.S.; Lacerda. C.F. (Org.). UFC, 2010, v. 1, p. 410-424;
Cooperação Nacional
O INSA tem promovido articulação com instituições públicas, empresas
privadas e entidades da sociedade civil organizada, de âmbito regional ou mesmo
nacionalmente, objetivando desenvolver atividades de pesquisa e desenvolvimento
em suas diversas áreas de atuação no Semiárido brasileiro. Nestes quatro anos de
existência, o Instituto obteve resultados expressivos em termos de parcerias, algumas
ainda em início de negociações, a saber:
-
Acordo de cooperação técnica entre o INSA e Unidades da Embrapa visando,
principalmente, pesquisas de plantas e animais comuns do Semiárido:
Embrapa Algodão – Caprinos – Semiárido - Agroindústria Tropical Mandioca e Fruticultura;
-
Acordo de cooperação técnica entre o INSA e a Agência Nacional de
Águas - ANA visando à conjugação de esforços na implementação de
ações conjuntas de interesse na gestão de recursos hídricos na região;
-
Acordo de cooperação técnica entre o INSA e o Ministério do Meio
Ambiente - MMA, por intermédio do Serviço Florestal Brasileiro - SFB,
visando o apoio mútuo ao desenvolvimento de atividades florestais
sustentáveis na região Semiárida brasileira;
-
Acordo de cooperação técnica entre o INSA, BNB e Atecel visando
estudo de enriquecimento da caatinga com frutíferas xerófilas
previamente selecionadas quanto à qualidade de frutos. Parceiros:
UFPB, IPA, Cpatsa, Cetene;
40
-
Convênio entre o INSA, BNB e Atecel visando estudo de
enriquecimento da caatinga com umbuzeiros submetidos à seleção
para qualidade de frutos. Parceiros: Universidade Federal da Paraíba UFPB; Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico Semiárido - Cpatsa;
Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste - Cetene e Instituto
Agronômico de Pernambuco - IPA.
-
Convênio entre o INSA, CNPq e as Universidades Federal da Paraíba UFPB e a Federal de Campina Grande - UFCG visando avaliação da
vegetação e fauna edáfica em áreas sob pastejo caprino no Semiárido
paraibano;
-
Acordo de cooperação técnica entre o INSA e BNB para a execução do
Seminário Nacional sobre Educação Contextualizada para Convivência
com o Semiárido brasileiro, maio a junho - Campina Grande -PB;
-
Convênio entre o INSA, BNB e UFCG visando à difusão de tecnologias
de manejo sanitário: parasitoses gastrintestinais, linfadenite caseosa,
pododermatite, ceratoconjuntivite, ectima contagioso e mastite em
caprinos e ovinos;
-
Acordo de cooperação técnica entre o INSA, IDRSisal - BA e Laboremus
visando o desenvolvimento de tecnologia para viabilizar o uso do
mandacaru com espinho, na alimentação animal;
41
-
Convênio entre o INSA, BNB e UFPB visando o enriquecimento da caatinga com
espécies frutíferas nativas da região Semiárida: Uma alternativa de renda para o
produtor rural;
-
Convênio entre o INSA, BNB e Embrapa Cpatsa visando pesquisas em Manta
Caprina: Uma alternativa para agregar valor à carne caprina;
-
Acordo de cooperação técnica entre o INSA, FINEP, UFCG, Sebrae e Atecel visando
estudos sobre Tecnologias Avançadas para Mineração de Quartzitos;
-
Acordo de cooperação técnica entre o INSA, Codevasf, IFMG e Univasf visando
estudos sobre Planejamento, gerenciamento e uso racional de água em áreas
irrigadas;
-
Acordo de cooperação técnica entre o INSA, Embrapa, MAPA/SFA, Senar/Faepa,
UFPB e CNPq visando estudos de Planejamento participativo e boas práticas para
a agregação de valor à cadeia produtiva do arroz vermelho. INSA;
-
Acordo de cooperação técnica entre o INSA e o Centro de Tecnologia Estratégicas
do Nordeste - Cetene visando a produção em larga escala, por meio de cultura de
tecido, de genótipos de espécies raras presentes no nordeste, com destaques
para a faveleira sem espinho, mandacaru sem espinho e palma frutífera
(aguardando assinatura);
-
Convênio entre o UFPB, INSA e BNB visando estudos sobre sistemas de produção
para a Apicultura e Meliponicultura e tipificação do mel no Semiárido paraibano;
-
Acordo de cooperação técnica entre o INSA, BNB, UFCG, UFPB e CNPA visando
estudos sobre sistema de produção de Pinhão Manso (Jatropha curcas L.) em
áreas do Semiárido paraibano;
-
Acordo de cooperação técnica entre o INSA, BNB e UFPB visando estudos sobre
substituição do milho por palma forrageira (Opuntia fícus indica Mill) na
terminação de ovinos;
-
Acordo de cooperação técnica entre o INSA, IDRSisal-BA e UFBA visando o uso de
suplementos à base de palma forrageira (Opuntia ficus indica Mill) na terminação
de ovinos;
Cooperação Internacional
O INSA é o representante do Brasil junto à Cúpula América do Sul - Países Árabes
(ASPA). Trata-se de um mecanismo de cooperação bi-regional e um fórum de
coordenação política criado na I Cúpula de Chefes de Estado e de Governo em 2005. Sua
função é discutir formas de combater a desertificação em regiões Áridas e Semiáridas. A
definição do INSA como ponto focal regional dos países da América do Sul aconteceu
numa mesa de diálogo organizada pelo Palácio do Itamaraty, na Segunda Conferência
Internacional sobre Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento em regiões Semiáridas
(ICID 2010). Integram a ASPA 34 países, entre Estados sul-americanos e árabes, bem como
o Secretariado-Geral da Liga dos Estados Árabes (LEA) e a União das Nações sulamericanas (Unasul). Com isso, o INSA irá desenvolver e viabilizar a implementação de
projetos técnico-científicos e pesquisas sobre impactos de mudanças climáticas, redução
de vulnerabilidade, degradação ambiental e desertificação entre todos os 34 países
participantes.
O INSA também tem articulado acordos de cooperação com instituições públicas,
empresas privadas e outras entidades internacionais cujos territórios possuem regiões
Áridas e Semiáridas objetivando parcerias em atividades de pesquisa e desenvolvimento.
Assim, possíveis parcerias poderão resultar das conversações descritas abaixo:
-
INSA e a Universität Göttingen, da Alemanha visando estudos sobre estratégias e
tecnologias para mitigação da escassez de água no Nordeste do Brasil, com ênfase
nos seguintes temas: reuso de águas, manejo e recarga artificial e manejo
integrado dos recursos hídricos;
-
INSA e o Governo de Burkina Faso, quando foram enviados representantes da
Agência Brasileira de Cooperação (ABC), Instituto Agronômico de Pernambuco
(IPA), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Ministério das
Relações Exteriores e o Instituto Nacional do Semiárido (INSA/MCT) visando
estudos de cooperação nas áreas científica, cultural e educacional;
-
INSA e o Governo da Jordânia, visando possíveis estudos nas áreas de agricultura,
recursos hídricos e energias alternativas e renováveis;
-
INSA e países ibéroamericanos participantes da COP9 nas áreas de desertificação
e de recursos zoogenéticos, e outros que tratam do tema desertificação.
42
INSA em números (em 2010)
C om po si ção d a f orça d e trab al h o
Categoria
Pesquisador
Tecnologista
Analista
Técnico
Assistente
Auxiliar
Bolsista
Terceirizado
Total
Qtde
6
4
4
4
5
2
10
39
74
Doutor
6
3
1
0
0
0
3
0
13
Mestre
0
0
1
1
0
0
2
0
4
Graduado
0
1
2
2
3
1
4
10
23
Ensino
Médio
0
0
0
1
1
1
1
2
06
Ensino
Fundamental
0
0
0
0
1
0
0
27
28
P roj eto s d e P esq ui sa Bás i ca Des en vo lvi do s
Ano
2007
2008
2009
2010
Total
43
Total
23
23
29
75
P roj eto s d e C oo peração
Ano
2007
2008
2009
2010
Total
Nacional
30
30
30
30*
Tipo de Cooperação
Internacional
1
2
03
* os projetos de cooperação são os mesmos de 2008 e ainda estão em andamento
Evento s Técni co-C ien tíf ico s d es envo lvid os
Ano
2007
2008
2009
Total
8
6
2010
Total
42
56
P ub li cações d e artigos cien tíf ico s
Ano
2007
2008
2009
2010
Total
Total
5
27
5
37
In serçõ es de m atérias n a Míd i a
Ano
2007
2008
2009
2010
Total
Total
84
106
170
360
44
Visão de Futuro
45
Na análise do ambiente externo do processo de planejamento estratégico,
a proposta de Visão do INSA emergiu da compreensão de que é
imprescindível instituir um novo processo de repensar o Semiárido
brasileiro. Isso, para superar a idéia dominante desde o Brasil império,
segundo a qual a região é um problema devido ao excesso de
adversidades, para estabelecer outra 'idéia de semiárido' em que possa
ser expressa toda a viabilidade da região, a partir de suas potencialidades.
Foi recomendado ao INSA criar e liderar um processo para imaginar,
negociar e construir outra 'idéia de semiárido', na qual a região emerge
viável, realizando todo seu potencial natural, cultural e institucional,
surgindo, daí, nossa Visão de Futuro, a de “Ser, até 2017, reconhecido
regional, nacional e internacionalmente como o principal centro de
pensamento do Semiárido brasileiro”.
INSA – Equipe Técnico-Científica
O INSA foi criado em 2004, regulamentado em 2006 e iniciou suas
atividades em 2007 contando com um número reduzido de servidores,
parte deles transferida de outras Unidades de Pesquisa do MCT. Nesse ano
foi realizado o primeiro concurso público para provimento de alguns
cargos administrativo-financeiros e de pesquisa. Hoje, passados 4 anos
desta primeira gestão, o instituto ainda conta com um quadro de recursos
humanos abaixo do necessário, principalmente na área administrativa,
que na falta de novos concursos, os serviços têm sido executados por
pessoal terceirizado. Finalmente, a área-fim, a que trata da pesquisa, deve
ser vista com muita atenção uma vez que, para uma região compreendida
por nove estados, além de parte de Minas Gerais e Espírito Santo, o
número atual de pesquisadores é muito aquém do necessário.
A Equipe
Alberício Pereira de Andrade - Assessor - Técnico Doutor em Agronomia
Aldrin Martin Perez Marin - Tecnologista - Doutor em Tecnologias Energéticas e Nucleares
Arnóbio de Mendonça B. Cavalcante - Pesquisador - Doutor em Ciências
Carlos Ticiano Coutinho Ramos - Técnico - Graduado em Medicina Veterinária
Catarina de Oliviera Buriti - Técnico - Mestre em História
Claudia Mara Baldim Ribeiro - Assistente em C&T - Graduada em Ciências Econômicas
Everaldo Gomes da Silva - Analista em C&T - Mestre em Biologia
Fabiane Rabelo da Costa - Pesquisador - Doutora em Genética e Melhoramento de Plantas
Geovergue Rodrigues de Medeiros - Tecnologista - Doutor em Zootecnia
Gregoriev Aldano de F. Fernandes - Técnico - Graduando em Engenharia mecânica
Inesca Cristina Malaquias Pereira - Auxiliar em C&T - Nível Médio
Iuri Lima Ramos Reinaldo - Auxiliar em C&T - Graduando em Direito
João Bosco dos Santos - Assistente em C&T - Nível médio
José Amilton Santos Júnior - Técnico - Mestre em Engenharia Agrícola
Jucilene Silva Araújo - Tecnologista - Doutora em Agronomia
Luis Augusto Holanda Pires de Melo - Auxiliar em C&T - Graduado em Teologia
Maria Amazile Vieira Barbosa - Assistente em C&T - Licenciada em Física
Maria Dilma Belo - Assistente em C&T - Nível médio
Maristela de Fátima S. de Santana - Tecnologista - Doutor em Engenharia de Alimentos
Paulo Luciano da Silva Santos - Técnico - Mestre em Medicina Veterinária
Pedro Dantas Fernandes - Assessor Técnico - Doutor em Agronomia
Ricardo da Cunha Correia Lima - Tecnologista - Mestre em Ciência e Tecnologia Ambiental
Roberto Germano Costa - Diretor - Doutor
Rodeildo Clemente de Azevedo Lima - Técnico - Graduado em Direito
Rozilene Sousa - Assistente em C&T - Graduada em Direito e Administração de Empresas
Salomão de Sousa Medeiros - Pesquisador - Doutor em Engenharia Agrícola
Sérgio Vicentini - Analista em C&T - Doutor em Ecologia
Vinícius Sampaio Duarte - Analista em C&T - Graduado em Administração de Empresas
Wedscley Oliveira de Melo - Designer - Graduado em Design
46
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Relatório de Atividades 2007-2011