Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação. PLANO DE CURSO 2012/2 DISCIPLINA: LINGUAGEM JURÍDICA PROFESSORA: Profa Dra VALDECILIANA ANDRADE TURMA: 1º EM/FN UNIDADE DE TRABALHO DETALHAMENTO DOS CONTEÚDOS DE ENSINO OBJETIVO (S) DE ENSINO • Apresentação dos conteúdos, metodologia, da bibliografia e avaliação da aprendizagem. • Conhecer os objetivos gerais I UNIDADE da disciplina; • Estar ciente da proposta de 1. ATIVIDADES PRÁTICAS ESTRATÉGIAS DE 2. INTERDISCIPLINARES / ENSINO OUTRAS da da REFERÊNCIAS BÁSICAS E COMPLEMENTARES .Plano de curso disponível na área do aluno • Informes quanto às avaliações. • APRESENTAÇÃO DA avaliação; DISCIPLINA • E • Identificar as distinções entre AS DIVERSAS FORMAS DA linguagem, língua e fala. • LINGUAGEM • Distinguir os diferentes níveis de linguagem. TOTAL DE AULAS 04 aulas Informações quanto às leituras. 02/8 Distinção em língua portuguesa e 03/8 linguagem jurídica. Exposição dialogada. Uso de slides. Utilização de pequenos vídeos. Distinção entre linguagem, língua, fala e norma. • Competência linguística • Níveis de linguagem Perceber a pluralidade de textos jurídicos que há no universo do direito. II UNIDADE • As diversas manifestações do discurso jurídico na realidade brasileira, por meio da coletânea de textos jurídicos – textos científicos, opinativos, processuais, decisórios, legais. • Preconceitos quanto à linguagem jurídica. Estudo dirigido, pesquisa e apresentação oral dos discentes : os alunos serão divididos em grupos de até 5 alunos e, a partir de leitura prévia de textos sorteados, discutirão o que eles percebem como discurso jurídico. A resposta deve ser fundamentados em argumentos próprios. Além disso, cada grupo deve entrevistar, no mínimo, 3 pessoas (com diferentes níveis de escolaridade) e verificar o que eles compreendem do texto e qual a concepção que eles possuem do mundo jurídico. • Gêneros textuais. Fechamento do professor • As pré-concepções acerca da linguagem jurídica, a partir de pesquisa Identificar que não existe somente realizada por alunos. uma forma de se concretizar a O DISCURSO JURÍDICO linguagem. E O PLURALISMO DE Verificar as peculiaridades dos MANIFESTAÇÕES DA diversos gêneros textuais. LINGUAGEM JURÍDICA Identificar os traços que existem em um texto jurídico. • O que é discurso e domínio discursivo, no sentido amplo. • Discurso jurídico peculiaridades. – traços • Ecletismo na manifestação discurso jurídico. e 06 aulas 09/8 10/8 16/8 ANDRADE, Valdeciliana da S. Ramos. A construção da causalidade na vertente dos gêneros dos gêneros textuais: uma análise da argumentação jurídica. 2007. 351p. Tese de Doutorado (Doutorado em Língua Portuguesa). Universidade do 1. ATIVIDADE PRÁTICA: Estado do Rio de Janeiro, Rio de estudo dirigido produzi- Janeiro, 2007. do pelos discentes; pesquisa de campo; apresentação oral; interação de alunos e professor. ANDRADE, Valdeciliana da S. Ramos. Linguagem Jurídica: um estudo do discurso forense. Vitória: [s.n.], 2012. ANDRADE, V. & GABRIEL, V. Os meandros discursivos do texto jurídico: da leitura à produção. Vitória: [s.e.], 2005. ANDRADE, V. S. R. Uma abordagem da Construção do a partir da discussão proposta – vídeo do you tube sobre Gêneros textuais – Português jurídico – Gêneros Discurso jurídico na perspectiva dos Gêneros discursivos. Depoimentos: Revista do Curso de Direito das Faculdades de Vitória, Vitória, n.5, v.3, p. 9-45, jul./dez. 2002. CHARAUDEAU, Patrick. Linguagem e Discurso: modos de organização. Trad. Ângela M. S. Côrrea et. al. São Paulo: Contexto, 2008. III III UNIDADE Perceber a importância de se existir acessibilidade no âmbito jurídico. JURIDIQUÊS: O DESVIO DA Distinguir o que é discurso técnico DA LINGUAGEM JURÍDICA e o que é juridiquês. • Discurso jurídico e os limites de acessibilidade. • Juridiquês: o desvio da linguagem jurídica • Juridiqûes nas palavras • Juridiquês na produção textual • Tramas do léxico jurídico • Tradução jurídica – dicionários 02 Aulas 17/8 elementares. Exposição dialogada, a partir da leitura dos textos da coletânea e 1. ATIVIDADE PRÁTICA – das pesquisas vídeo – Tribunal realizadas. simplifica linguagem jurídica (Tribunal da Assistir a vídeos do Paraíba) you tube que trazem vídeo: Via legal – críticas e inovações juridiquês quanto ao emprego do juridiquês. Conhecer estratégias para se fazer uma leitura mais eficiente. • Processo de leitura – o texto e o leitor. Definir, com suas próprias • Memória de curto termo e memória de palavras, o que é um texto. longo termo. não é. Enumerar os tipos de leitura. • Considerações sobre a noção de texto. • Tópico Frasal. NOÇÕES DE TEXTO, Identificar os tópicos frasais em • Diferença entre: LEITURA E ARQUIVOS parágrafos. esquema; TEXTUAIS resumo (textual, científico); Produzir fichamentos. Elaborar resumos textuais. fichamento. • Produção de resumos textuais. Produzir paráfrases em contextos • Ética científica – a paráfrase e o texto científicos. Distinguir esquema, resumo e fichamento. científico. 06 aulas Exposição dialogada. 23/8 24/8 30/8 ANDRADE, Valdeciliana da S. Ramos. O Juridiquês e a Linguagem Jurídica: o certo e o errado no discurso. Disponível em: < http://www.amatra17.org.br>. Acesso em 30 jul. 2009. M. GARCIA, Othon Comunicação em prosa moderna. 26. ed. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006. ANDRADE, Valdeciliana da S. Ramos. Linguagem Jurídica: um estudo do discurso forense. Vitória: [s.n.], 2012. ANDRADE, V. & GABRIEL, V. Os meandros discursivos do texto jurídico: da leitura à produção. Vitória: [s.e.], 2005. Distinguir o que é texto e o que • Tipos de leitura. IV UNIDADE ANDRADE, Valdeciliana da S. Ramos. Linguagem Jurídica: um estudo do discurso forense. Vitória: [s.n.], 2012. 1. ATIVIDADE PRÁTICA Produção de resumos Exercícios intera-tivos textuais, com correção com vídeos e slides grupal e em sala de aula. em sala de aula. FIORIN, José Luiz. Linguagem e Ideologia. São Paulo: Ática, 1988. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2000. PAULIUKONIS, Maria Aparecida Lino. A produção e a interpretação de textos argumentativos. Palestra no 1º CEling, UERJ, set 2001. BLOOM, Benjamin S. Taxionomia de objetivos educacionais: domínio cognitivo. 1. ATIVIDADE PRÁTICA Exposição oral e interativa do Porto Alegre: Globo, 1973. PROJETO – ROTEIRO DE LEITURA, ANÁLISE E RESUMO DE TEXTOS. (1ª parte) Elementos cognitivos do discurso. Critérios de textualidade. • Aceitabilidade; • Intencionalidade; Identificar os diversos elementos 04 aulas Exposição dialogada. cognitivos do texto. • Informatividade; Turmas: • Intertextualidade; V UNIDADE UNIDADE Utilizar adequadamente as formas Produção de um Paráfrase. Aula no sábado roteiro de leitura a de chamada Paródia. 25 de agosto partir de um texto – Citação literal ROTEIRO DE LEITURA Manusear e consultar o manual de leitura prévia • Situacionalidade. normas. Reposição das aulas de 01 de O que é texto científico. Distinguir o que é texto científico Como fazer citação direta, novembro dos demais. indireta. Formas de chamadas (autor-data e numérica) Ética cientifica no processo de pesquisa bibliográfica. Compreender cada etapa do roteiro de leitura. Projeto da FDV – ROTEIRO DE LEITURA, RESUMO E ANÁLISE DE TEXTOS. A partir da leitura de um pequeno texto, fazer com os alunos um pequeno roteiro. Desenvolver as etapas da 1ª. fase do roteiro de leitura: 1. Fonte 2. Resumo 3. Tese 4. Intenções do autor ANDRADE, V. & GABRIEL, V. Os meandros discursivos do texto jurídico: da leitura à produção. Vitória: [s.e.], 2005. FIORIN, José Luiz. Linguagem e Ideologia. São Paulo: Ática, 1988. FULGÊNCIO, Lúcia; LIBERATO, Yara. Como facilitar a leitura. 4.ed. São Paulo: Contexto, 2001. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de 2. INTERDISCIPLINAR 1º roteiro: é realizado ape-nas fichamentos, resumos, resenhas. na disciplina de língua-gem 4.ed. São Paulo: Atlas, 2000. jurídica, mas os demais roteiros são realizados com FACULDADE DE DIREITO DE VITÓRIA. Normas e diretrizes outras disciplinas: para a elaboração de trabalhos científicos: manual da FDV. 2º roteiro: disciplina de Florianópolis: Fundação Boiteux, HISTORIA, CULTURA E 2007. INSTITUIÇÕES DO DIREITO – profa. Dra. Gilsilene P. MARCONI, Marina de Andrade; Picorretti. LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de Pesquisa. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1999. • Normas técnicas da ABNT e do Manual de Normas da FDV: Capa; Folha de rosto; Sumário; Margem: Utilizar adequadamente o VI UNIDADE Letra; computador para produzir a 2 AULAS Espaçamento; parte formal um texto científico, EMPREGO DE NORMAS Parágrafo; de acordo com as normas • 13/9 TÉCNICAS EM TEXTOS previstas no Manual de Normas Itens de um trabalho; Espaços entre itens; CIENTÍFICOS da FDV Notas de rodapé; Tipos de Chamada; Citação com até 3 linhas; Citação com mais de 3 linhas; Referências; Anexo. COERÊNCIA Identificar os diferentes tipos de 06 aulas VII UNIDADE: UNIDADE: coerência e as formas de • Intratextual identifica-la dentro de um texto. 14/9 • Extratextual DA COERÊNCIA ÀS 20/9 1. ATIVIDADE PRÁTICA Aula no laboratório de informática. Aula prática no laboratório de Informática – atividade em conjunto com a equipe de Informática da FDV. Exposição dialogada. Fixação do conteúdo por meio de exercícios 2. INTERDISCIPLINAR Disciplina de linguagem, metodologia de pesquisa e noções elementares de informática. FACULDADE DE DIREITO DE VITÓRIA. Normas e diretrizes para a elaboração de trabalhos científicos: manual da FDV. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2007. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de Pesquisa. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1999. Aula em conjunto com os profissionais de informática da FDV – Sérgio Elias. ANDRADE, Valdeciliana da S. Ramos. Linguagem Jurídica: um estudo do discurso forense. Vitória: [s.n.], 2012. RELAÇÕES TEXTUAIS 21/9 Perceber as distinções Metarregras de coerência semânticas entre os diversos tipos • Não-contradição de articuladores. • Repetição • Progressão Utilizar as listas de articuladores, • Relação conforme melhor lhe convém. a serem corrigidos em sala de aula ANDRADE, V. & GABRIEL, V. Os meandros discursivos do texto jurídico: da leitura à produção. Vitória: [s.e.], 2005. CHARROLES, Michel. Introdução aos problemas da coerência dos textos: abordagem teórica e estudo das práticas pedagógicas. In: GALVES, Charlotte et. al. O texto: leitura & escrita. 3.ed. revisada. São Paulo: Pontes, 2002, p. 39-90. ARTICULADORES TEXTUAIS – coesão textual • Coesão referencial. • Coesão sequencial: • Articulares textuais Enunciativos; Meta-enunciativos. • Emprego de pronomes relativos. • Paralelismo sintático e semântico. Identificar o que seja dialogismo. Identificar as diversas manifestações dialógicas de textos jurídicos. VIII UNIDADE: UNIDADE: Empregar adequadamente o RELAÇÕES DIALÓGICAS dialogismo ao produzir se textos. DO TEXTO JURÍDICO Analisar criticamente o dialogismo em textos jurídicos. • Dialogismo e Intertextualidade 6 AULAS • Diversas formas de manifestação do dialogismo no • 27/9 texto jurídico. • 28/9 • Dialogismo marcado • 04/10 • Dialogismo não marcado Exposição dialogada Análise de textos 1. ATIVIDADE PRÁTICA Análise de textos. Análise de defesa oral no STF. Identificar o outro a quem se dirige o discurso. X UNIDADE Verificar a aprendizagem do discente por meio de prova escrita, sem consulta. AO PARATEXTO XI UNIDADE: UNIDADE: DO SIMBOLISMO Avaliação Escrita – valor 9,0 discursiva e objetiva 05/10 Prova discursiva, com questões objetivas. 1. ATIVIDADE PRÁTICA Análise de textos e análise documental – construção crítica em grupo. Conhecer os pressupostos da paratextualidade. Verificar formas adequadas da DA TRANSTEXTUALIDADE paratextualidade. ANDRADE, Valdeciliana da S. Ramos. Linguagem Jurídica: um estudo do discurso forense. Vitória: [s.n.], 2012. ANDRADE, V. & GABRIEL, V. Os meandros discursivos do texto jurídico: da leitura à produção. Vitória: [s.e.], 2005. Apontar estruturas dialógicas em textos jurídicos. AVALIAÇÃO ESCRITA ANDRADE, Valdeciliana da S. Ramos. A construção da causalidade na vertente dos gêneros dos gêneros textuais: uma análise da argumentação jurídica. 2007. 351p. Tese de Doutorado (Doutorado em Língua Portuguesa). Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2007. • Transtextualidade • PARATEXTUALIDADE elementos paratextuais. – 2 AULAS • 11/10 Exposição dialogada Análise de textos Analisar criticamente textos processuais. Distinguir os elementos presentes em um signo linguístico. • Simbolismo linguístico • Arbitrariedade do signo Identificar os elementos icônicos 4 AULAS Turmas ANDRADE, Valdeciliana da S. Ramos. Linguagem Jurídica: um estudo do discurso forense. Vitória: [s.n.], 2012. Em grupos de até 6 alunos, analisar 3 diferentes tipos de textos processuais e decisórios e produzir análise crítica, com apresentação de sugestões. Exposição dialogada. Vídeo de defesa do Barroso no STF. 1. ATIVIDADE PRÁTICA Análise crítica do vídeo. ANDRADE, Valdeciliana da S. Ramos. Linguagem Jurídica: um estudo do discurso forense. Vitória: [s.n.], 2012. LINGUÍSTICO À ICONICIDADE: caminhos para a interpretação • Signo e texto. • 25/10 • Ícone, ìndice e símbolo: noções • 26/10 elementares de semiótica • Iconicidade. • Níveis de iconicidade. presentes no texto. Análise de textos. ANDRADE, V. & GABRIEL, V. Os meandros discursivos do texto jurídico: da leitura à produção. Vitória: [s.e.], 2005. Empregar, com propriedade, elementos semióticos, que contribuem para a comunicação plena. Analisar a linguagem jurídica Análise de linguagem jurídica em diversos textos jurídicos. utilizada; ANDRADE, Valdeciliana da S. Ramos. A construção da causalidade na vertente dos gêneros dos gêneros textuais: uma análise da argumentação jurídica. 2007. 351p. Tese de Doutorado (Doutorado em Língua Portuguesa). Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2007. Contrastar a linguagem jurídica Processo de Comunicação • Cena discursiva empregada nos diversos textos; • Sujeitos processo de comunicação Identificar a cena discursiva de Requisitos Discursivos do direito à cada texto jurídico específico palavra • Legitimidade Perceber as distinções entre os • Credibilidade sujeitos do discurso. XII UNIDADE Identificar os requisitos legitimidade e credibilidade. Subjetividade de assumida). (assumida e ANDRADE, Valdeciliana da S. Ramos. Linguagem Jurídica: um estudo do discurso forense. Vitória: [s.n.], 2012. não- 6 AULAS Construção de Ethos – o papel do • 08/11 Identificar a subjetividade no texto; “EU” no discurso. ANÁLISE DO DISCURSO JURÍDICO: a crítica como pressuposto da construção Distinguir subjetividade assumida argumentativa e não-assumida; • 09/11 • 22/11 Exposição dialogada. Análise de textos decisórios ANDRADE, V. & GABRIEL, V. Os meandros discursivos do texto jurídico: da leitura à produção. Vitória: [s.e.], 2005. Verificar as formas de projeção e de amenização do EU; Identificar as diferentes manifestações do “ethos” no discurso. Verificar que o discurso jurídico manifesta-se de forma distinta de acordo com a intenção comunicativa. Identificar os elementos que O que é o direito do trabalho e sua importância no cenário nacional. compõem um rito processual. XIII XIII UNIDADE: UNIDADE: Ver, in loco, diversos atores do Noções elementares dos discurso jurídico em uma atuação procedimentos em uma audiência trabalhista. concreta. ambiente Os atores do discurso jurídico que se apresentam no cenário de uma audiência. Verificar o comportamento dos diversos operadores do direito ali As etapas da audiência trabalhista. presentes. O que se espera dos sujeitos em Registrar as impressões obtidas uma audiência. LINGUAGEM JURÍDICA Conhecer processual. REAL: a audiência trabalhista um Palestra com juiz do trabalho. AULAS NO SÁBADO 06/10 9h ás 11h 1. ATIVIDADE PRÁTICA ETAPAS i. Assistir à palestra com juiz do trabalho. ii. Conhecer o TRT da 17ª região. iii. Acessar site TRT 17ª Acessar página do site Região e marcar do TRT17. audiência. iv. Verificar os critérios que Participar das nortearão o trabalho. audiências em grupo v. Escolher os princípios que de 3 pessoas. serão analisados. vi. Produzir texto científico. Acessar os critérios para o desenvolvimento do trabalho. Produzir relatório. ao longo desta vivência. Quais os pressupostos de análise Construir um relatório que registre do discurso jurídico na realidade as impressões quanto à língua- empírica. gem e as relações estabelecidas Presenciar algumas audiências na que influenciam na linguagem justiça do trabalho. Conhecer, mesmo que de forma incipiente, a realidade da justiça do trabalho. Os trios assistir às audiências. vii. Revisar texto. deverão mesmas Produção de relatório, o qual deverá constar de 4 partes, quais sejam: I – Identificação; II – Breves notas das audiências; III – Linguagem Jurídica real: audiência trabalhista (análise de pressupostos teóricos de linguagem vistos em audiência) IV – Considerações Finais Analisar dois de linguagem jurídica num ambiente real – análise empírica. Produzir texto científico. Demonstrar capacidade crítica para desenvolver a análise textual. Emprego da polidez no processo discursivo jurídico. BROWN, P. & LEVINSON, S.. Politeness: Some universals in language usage. Cambridge: Cambridge University Press, 1987. Polidez positiva XIV XIV UNIDADE: UNIDADE: POLIDEZ: a prática discursiva oral em audiências Polidez Negativa Identificar a importância da polidez no discurso em geral, Polidez Off record especialmente no discurso jurídico. Distinguir diferentes formas de polidez. Exposição oral dialogada. 2 AULAS • 23/11 Análise de textos e apresentação de resultados. 1. ATIVIDADE PRÁTICA Análise crítica de textos decisórios – paralelo com as audiências e a construção do ethos. Vídeos de discussão de decisões no STF. KERBRAT-ORECCHIONI, Catherine. ¿Es universal la cortesía?. In: BRAVO, D. & BRIZ, A. (orgs.). Pragmática sociocultural: estudios sobre el discurso de cortesía en español. Barcelona, Ariel, 2004. http://www.algosobre.com.br Acessado em 27/03/2007 KERBRAT-ORECCHIONI, Análise da Catherine. conversação: principios e métodos. São Paulo: Parábola Editorial, 2006. Promover a interação aluno e sociedade. XV UNIDADE INTERVENÇÃO SOCIAL: o processo de socialização de Direitos Humanos como estratégia de afirmação da cidadania Culminância dos conteúdos 10 AULAS estudados em todas as disciplinas, visto que recorre aos conhecimentos PLANEJAMENTO E adquiridos para construir um projeto EXECUÇÃO de socialização do direito. Apresentação da pro- 1. ATIVIDADE PRÁTICA posta com as datas INTERVENÇÃO SOCIAL – A estabelecidas de en- SOCIALIZAÇÃO DO DIREITO contro e orientação. Socializar noções básicas de A sala será dividida em grupos direito, por meio de linguagem de até 6 pessoas, os quais acessível. Exposição de ques- escolherão um pressuposto • 13/9 Vivência da realidade social em que tionário que os leve a jurídico que deve ser tratado • 19/10 se está inserido. delimitar o assunto, o com um dado segmento da Promover a construção da cidadania com o rompimento dos grupo e as estraté-gias sociedade. Cenário de negação de direitos. a serem empre-gadas. Para tanto, os discentes limites territoriais da faculdade. APRESENTAÇÃO EM devem levar ao grupo o SALA DE AULA E Exposição do modelo pressuposto jurídico Verificar a pluralidade de RESULTADOS estratégias que existem para socializar o direito. e partes do relatório. • 29/11 • 30/11 selecionado numa linguagem apropriada ao público. Além disso, devem recorrer à produção de material dos mais diversos tipos (teatro, folder, planfleto, etc) O trabalho constará de 5 etapas. 1ª Planejamento – 2ª Conclusão planejamento 3ª Execução “in loco”. 4ª Apresentação dos resultados dos grupos. 5ª Produção de relatório e entrega no dia da apresentação. 2. INTERDISCIPLINAR Disciplina de linguagem e de História, Cultura e Instituições do Direito – profa. Dra. Gilsilene P. Picorretti. AVALIAÇÃO SEMESTRAL Verificar, por meio da avaliação CONTEÚDOS ESTUDADOS escrita, a a apreensão e a LONGO DO SEMESTRE. aprendizagem ao longo do semestre AO 06/12 BIBLIOGRAFIA BÁSICA OBRA 1 ANDRADE, Valdeciliana da Silva Ramos & GABRIEL, Valéria Cristina B. Os meandros discursivos do texto jurídico: da leitura à produção. Vitória: [s.n.], 2005. OBRA 2 BECHARA, Evanildo Moderna gramática da Língua Portuguesa. 37. ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002. OBRA 3 GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 26. ed. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006. OBRA 4 CHARAUDEAU, Patrick. Linguagem e Discurso: modos de organização. Trad. Ângela M. S. Côrrea et. al. São Paulo: Contexto, 2008. AVALIAÇÕES SOMATIVAS 1º BIMESTRE ATIVIDADE I – ANÁLISE ORAL DE TEXTOS JURÍDICOS: A APROXIMAÇÃO COM O DIREITO Semana de 09/8 a 10/8 Valor atividade 1,0 Atividade em grupo que será desenvolvida em sala de aula e fora (pesquisa de campo) ATIVIDADE II – PROJETO TEORIA E PRÁTICA I - ROTEIRO DE LEITURA, ANÁLISE E RESUMO TEXTUAL – Valor: 10,0 AULA SÁBADO – 25/8 PERÍODO ATENDIMENTO INDIVIDUAL – 10/9 a 22/9 ENTREGA – 24/9 CRITÉRIOS 1 NORMAS ABNT Fonte (Referência bibliográfica) Apresentação 2 RESUMO TEXTUAL Apreensão das idéias básicas do autor Habilidade de síntese Progressão e estruturação do conteúdo textual Utilização da própria linguagem (paráfrase) 3 TESE 4 INTENÇÕES DO AUTOR 5 COERÊNCIA E COESÃO ENTRE FRASES E PARÁGRAFOS 6 INSTRUMENTOS GRAMATICAIS TOTAL VALOR 0,5 1,0 3,0 0,5 0,5 0,5 0,8 1,0 0,5 1,2 10,0 OBSERVAÇÕES: 1. Os textos que se constituírem em CÓPIA, MESMO QUE PARCIAL, do texto original, de um colega ou da internet terá atribuída a nota zero. 2. Caso seja constatada cópia, nao será realizada a correção total do item copiado. 3. Os instrumentos gramaticais referem-se aos erros concernentes ao emprego da língua padrão, portanto a cada 2 erros será descontado 0,1 décimo. ATIVIDADE III – PROVA ESCRITA: valor 9,0 Data: 05/10 Constará de um texto a ser analisado, através de questões discursivas. No momento da correção, serão observados os seguintes critérios: a) a cada 02 erros gramaticais, será descontado 0,1; b) vale o que está escrito, não o que o aluno teve a intenção de dizer, mas não escreveu; c) as respostas devem atingir os objetivos propostos durante as aulas, devendo ser observado os enunciados. 2º BIMESTRE ATIVIDADE IV – INTERVENÇÃO SOCIAL – O PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS COMO ESTRATÉGIA DE AFIRMAÇÃO DA CIDADANIA. ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR: LÍNGUAGEM JURÍDICA E HISTÓRIA, CULTURA E INSTITUIÇÕES DO DIREITO – Profa. Gilsilene ENCONTROS PANEJAMENTO E EXECUÇÃO: ►13/9 ►19/10 APRESENTAÇÃO EM SALA DE AULA E RELATÓRIO – 20 minutos de apresentação para cada grupo. ►29/11 ►30/11 ENTREGA DE RELATÓRIO: 30 de novembro – secretaria da FDV VALOR: 4,0 em cada disciplina CRITÉRIOS VERSÃO ESCRITA 1. APRESENTAÇÃO Justificativa – o porquê; Relevância do assunto; 2. METODOLOGIA Etapas do trabalho; Processo de desenvolvimento do trabalho; Público alvo (por quê?). 3. RESULTADOS Público atingido Material entregue Resultados constatados 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS Avaliação do grupo VERSÃO ORAL 1. APRESENTAÇÃO DO TRABALHO DESENVOLVIDO Apresentação Metodologia Resultados Avaliação do grupo TOTAL VALOR 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 4,0 ATIVIDADE V – PROJETO TEORIA E PRÁTICA – VIVÊNCIA JURÍDICA NAS VARAS DO TRABALHO: LINGUAGEM JURÍDICA REAL – valor 3,0. PALESTRA COM JUIZ: 06/10 Resultado da vivência – produção de um relatório a estrutura do mesmo será apresentada no dia 06/10 pela profa. Valdeciliana VIVÊNCIA NAS VARAS DO TRABALHO DA GRANDE VITÓRIA: 08/10 a 18/11 ENTREGA RELATÓRIO: 19/11 VALOR: 3,0 Atividade a ser desenvolvida em trio – os discentes deverão ir assistir às audiências em uma Vara Federal do Trabalho, estabelecida previamente pela professora. Os acadêmicos deverão informar ao secretário de audiência os mesmos estarão ali com o propósito de fazer relatório de observação e devem solicitar que seus nomes constem nas atas daquele dia ou pedirem para que o juiz ou o secretário de audiências assine o termo de presença, a fim de comprovarem a presença. As atas, que poderão ser obtidas, depois, via internet, as quais deverão constar em anexo. Leitura livro Discurso e Poder de Boaventura de Souza Santos. O relatório terá os seguintes critérios de correção: DATA ENTREGA NO ATENDIMENTO GERAL (SECRETARIA) – 19/11/2012 – até às 21h na secretaria. CRITÉRIOS 1 NORMAS ABNT 2 IDENTIFICAÇÃO – comprovante de presença – ATA DE AUDIÊNCIA OU DECLARAÇÃO DE PRESENÇA 3 ALGUMAS IMPRESSÕES INICIAIS EM AUDIÊNCIAS TRABALHISTAS Fazer um breve relato dos fatos que ocorreram nas audiências assistidas VALOR 0,2 0,1 0,6 4 DISCURSO JURÍDICO EM AUDIÊNCIA TRABALHISTA Mediante a observação, os discentes poderão abordar, no mínimo, UM aspecto referente à linguagem empregada durante as audiências. A análise deve contemplar a linguagem dos sujeitos do processo de comunicação. Deste modo, pode contemplar a linguagem do magistrado, das testemunhas, dos advogados, enfim de quaisquer sujeitos. Quanto às questões teóricas, estas têm que estar fundamentadas cientificamente. Pode-se tratar de quaisquer aspectos - e.g. – situacionalidade, estruturação da Argumentação; uso de topos; uso do princípio de causalidade; demonstração de credibilidade ou de legitimidade; emprego de polidez; estratégias de manipulação do magistrado e dos advogados; construção da subjetividade; processo dialógico; contrato de comunicação, etc. Estabelecer um paralelo entre a linguagem e as relações que envolvem a linguagem nas audiências e os pressupostos do texto de Boaventura de Souza Santos – Discurso e Poder. Importante construir um texto que revele coerência e coesão, numa progressão textual contínua. 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS À luz do que foi exposto nos itens anteriores, fazer um fechamento em relação a cada item. Tecer comentários acerca da percepção que se teve em um rito processual do âmbito jurídico. Tecer críticas fundamentadas ao que foi presenciado, se necessário apresentar sugestões. Estabelecer links com outras disciplinas. TOTAL .................................................................................................................................................................................. 1,8 0,3 3,0 ATIVIDADE VI – 2º ROTEIRO DE LEITURA, ANÁLISE E RESUMO TEXTUAL – PROJETO TEORIA E PRÁTICA I - ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR – LÍNGUAGEM JURÍDICA E HISTÓRIA, CULTURA E INSTITUIÇÕES DO DIREITO – Profa. Gilsilene P.P. Francischetto ATENDIMENTO: 08/11 a 23/11 ENTREGA: 26/11 VALOR: 10,0 nas disciplinas de Linguagem Jurídica e de História, Cultura e Instituições do Direito CRITÉRIOS 1 NORMAS ABNT – MANUAL NORMAS FDV Fonte (Referência bibliográfica) Apresentação e referências Emprego de citação – estrutura científica 2 RESUMO TEXTUAL Apreensão das idéias básicas do autor Habilidade de síntese Estruturação, paragrafação e progressão textual 3 CONSIDERAÇÕES DO LEITOR 3.1 QUANTO À ESTRUTURA TEXTUAL 3.2 QUANTO AO CONTEÚDO 4 COERÊNCIA e COESÃO (entre frases e parágrafos) 5 INSTRUMENTOS GRAMATICAIS TOTAL ...................................................................... VALOR 0,1 0,4 0,4 2,0 0,4 0,6 2,0 2,5 0,8 0,8 10,0 ATIVIDADE VII – PROVA ESCRITA: valor 3,0 – PESO 2. 06/12 OBSERVAÇÃO: deve-se observar, atentamente, o emprego da língua portuguesa nos trabalhos produzidos, visto que o ERRO de qualquer natureza gramatical redundará em perda da nota obtida.