Este Plano de Curso poderá
sofrer alterações a critério do
professor e/ou da Coordenação.
PLANO DE CURSO 2012/2
DISCIPLINA: LINGUAGEM JURÍDICA
PROFESSORA: Profa Dra VALDECILIANA ANDRADE
TURMA: 1º EM/FN
UNIDADE DE
TRABALHO
DETALHAMENTO DOS
CONTEÚDOS DE ENSINO
OBJETIVO (S) DE ENSINO
• Apresentação dos conteúdos,
metodologia, da bibliografia e
avaliação da aprendizagem.
• Conhecer os objetivos gerais
I UNIDADE
da disciplina;
• Estar ciente da proposta de
1. ATIVIDADES PRÁTICAS
ESTRATÉGIAS DE
2. INTERDISCIPLINARES /
ENSINO
OUTRAS
da
da
REFERÊNCIAS
BÁSICAS E
COMPLEMENTARES
.Plano de curso disponível na
área do aluno
• Informes quanto às avaliações.
•
APRESENTAÇÃO DA
avaliação;
DISCIPLINA
•
E
• Identificar as distinções entre
AS DIVERSAS FORMAS DA linguagem, língua e fala.
•
LINGUAGEM
• Distinguir os diferentes níveis
de linguagem.
TOTAL DE
AULAS
04 aulas
Informações quanto às leituras.
02/8
Distinção em língua portuguesa e
03/8
linguagem jurídica.
Exposição dialogada.
Uso de slides.
Utilização de
pequenos vídeos.
Distinção entre linguagem, língua, fala
e norma.
• Competência linguística
• Níveis de linguagem
Perceber a pluralidade de textos
jurídicos que há no universo do
direito.
II UNIDADE
• As diversas manifestações do discurso
jurídico na realidade brasileira, por
meio da coletânea de textos jurídicos
– textos científicos, opinativos,
processuais, decisórios, legais.
• Preconceitos quanto à linguagem
jurídica.
Estudo dirigido, pesquisa e apresentação
oral dos discentes : os
alunos serão divididos em
grupos de até 5 alunos e,
a partir de leitura prévia
de
textos
sorteados,
discutirão o que eles
percebem como discurso
jurídico. A resposta deve
ser fundamentados em
argumentos próprios.
Além disso, cada grupo
deve
entrevistar,
no
mínimo, 3 pessoas (com
diferentes
níveis
de
escolaridade) e verificar o
que eles compreendem
do texto e qual a
concepção
que
eles
possuem
do
mundo
jurídico.
• Gêneros textuais.
Fechamento do professor
• As pré-concepções acerca da
linguagem jurídica, a partir de pesquisa
Identificar que não existe somente realizada por alunos.
uma forma de se concretizar a
O DISCURSO JURÍDICO linguagem.
E O PLURALISMO DE Verificar as peculiaridades dos
MANIFESTAÇÕES DA diversos gêneros textuais.
LINGUAGEM JURÍDICA
Identificar os traços que existem
em um texto jurídico.
• O que é discurso e domínio discursivo,
no sentido amplo.
• Discurso
jurídico
peculiaridades.
–
traços
• Ecletismo na manifestação discurso
jurídico.
e
06 aulas
09/8
10/8
16/8
ANDRADE, Valdeciliana da S.
Ramos.
A
construção
da
causalidade na vertente dos
gêneros dos gêneros textuais:
uma análise da argumentação
jurídica. 2007. 351p. Tese de
Doutorado (Doutorado em Língua
Portuguesa). Universidade do
1. ATIVIDADE PRÁTICA: Estado do Rio de Janeiro, Rio de
estudo dirigido produzi- Janeiro, 2007.
do pelos discentes;
pesquisa de campo;
apresentação oral;
interação de alunos e
professor.
ANDRADE, Valdeciliana da S.
Ramos. Linguagem Jurídica: um
estudo do discurso
forense.
Vitória: [s.n.], 2012.
ANDRADE, V. & GABRIEL, V. Os
meandros discursivos do texto
jurídico: da leitura à produção.
Vitória: [s.e.], 2005.
ANDRADE, V. S. R. Uma
abordagem da Construção do
a partir da discussão
proposta – vídeo do you
tube
sobre
Gêneros
textuais
–
Português
jurídico – Gêneros
Discurso jurídico na perspectiva
dos Gêneros discursivos.
Depoimentos: Revista do Curso
de Direito das Faculdades de
Vitória, Vitória, n.5, v.3, p. 9-45,
jul./dez. 2002.
CHARAUDEAU,
Patrick.
Linguagem e Discurso: modos
de organização. Trad. Ângela M.
S. Côrrea et. al. São Paulo:
Contexto, 2008.
III
III UNIDADE
Perceber a importância de se
existir acessibilidade no âmbito
jurídico.
JURIDIQUÊS:
O DESVIO DA
Distinguir o que é discurso técnico
DA LINGUAGEM JURÍDICA e o que é juridiquês.
• Discurso jurídico e os limites de
acessibilidade.
• Juridiquês: o desvio da
linguagem jurídica
• Juridiqûes nas palavras
• Juridiquês na produção textual
• Tramas do léxico jurídico
• Tradução jurídica – dicionários
02
Aulas
17/8
elementares.
Exposição dialogada, a
partir da leitura dos
textos da coletânea e
1. ATIVIDADE PRÁTICA –
das pesquisas
vídeo – Tribunal
realizadas.
simplifica linguagem
jurídica (Tribunal da
Assistir a vídeos do
Paraíba)
you tube que trazem
vídeo: Via legal –
críticas e inovações
juridiquês
quanto ao emprego do
juridiquês.
Conhecer estratégias para se fazer
uma leitura mais eficiente.
• Processo de leitura – o texto e o leitor.
Definir,
com
suas
próprias • Memória de curto termo e memória de
palavras, o que é um texto.
longo termo.
não é.
Enumerar os tipos de leitura.
• Considerações sobre a noção de texto.
• Tópico Frasal.
NOÇÕES DE TEXTO, Identificar os tópicos frasais em
• Diferença entre:
LEITURA E ARQUIVOS parágrafos.
esquema;
TEXTUAIS
resumo (textual, científico);
Produzir fichamentos.
Elaborar resumos textuais.
fichamento.
• Produção de resumos textuais.
Produzir paráfrases em contextos
• Ética científica – a paráfrase e o texto
científicos.
Distinguir esquema, resumo e
fichamento.
científico.
06 aulas
Exposição dialogada.
23/8
24/8
30/8
ANDRADE, Valdeciliana da S.
Ramos. O Juridiquês e a
Linguagem Jurídica: o certo e o
errado no discurso. Disponível
em: <
http://www.amatra17.org.br>.
Acesso em 30 jul. 2009.
M.
GARCIA,
Othon
Comunicação
em
prosa
moderna. 26. ed. Rio de Janeiro:
Editora FGV, 2006.
ANDRADE, Valdeciliana da S.
Ramos. Linguagem Jurídica: um
estudo do discurso
forense.
Vitória: [s.n.], 2012.
ANDRADE, V. & GABRIEL, V. Os
meandros discursivos do texto
jurídico: da leitura à produção.
Vitória: [s.e.], 2005.
Distinguir o que é texto e o que • Tipos de leitura.
IV UNIDADE
ANDRADE, Valdeciliana da S.
Ramos. Linguagem Jurídica: um
estudo do discurso
forense.
Vitória: [s.n.], 2012.
1. ATIVIDADE PRÁTICA
Produção de resumos
Exercícios intera-tivos
textuais, com correção
com vídeos e slides
grupal e em sala de aula.
em sala de aula.
FIORIN, José Luiz. Linguagem e
Ideologia. São Paulo: Ática,
1988.
MEDEIROS,
João
Bosco.
Redação científica: a prática de
fichamentos, resumos, resenhas.
4.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
PAULIUKONIS, Maria Aparecida
Lino.
A
produção
e
a
interpretação
de
textos
argumentativos. Palestra no 1º
CEling, UERJ, set 2001.
BLOOM, Benjamin S.
Taxionomia de objetivos
educacionais: domínio cognitivo.
1. ATIVIDADE PRÁTICA
Exposição oral e interativa do Porto Alegre: Globo, 1973.
PROJETO – ROTEIRO DE
LEITURA, ANÁLISE E RESUMO
DE TEXTOS. (1ª parte)
Elementos cognitivos do discurso.
Critérios de textualidade.
• Aceitabilidade;
• Intencionalidade;
Identificar os diversos elementos
04 aulas
Exposição dialogada.
cognitivos do texto.
• Informatividade;
Turmas:
• Intertextualidade;
V UNIDADE
UNIDADE
Utilizar adequadamente as formas
Produção de um
Paráfrase.
Aula no sábado roteiro de leitura a
de chamada
Paródia.
25 de agosto partir de um texto –
Citação literal
ROTEIRO DE LEITURA
Manusear e consultar o manual de
leitura prévia
• Situacionalidade.
normas.
Reposição das
aulas de 01 de
O que é texto científico.
Distinguir o que é texto científico Como fazer citação direta,
novembro
dos demais.
indireta.
Formas de chamadas (autor-data
e numérica)
Ética cientifica no processo de
pesquisa bibliográfica.
Compreender cada etapa do
roteiro de leitura.
Projeto da FDV – ROTEIRO
DE LEITURA, RESUMO E
ANÁLISE DE TEXTOS.
A partir da leitura de um
pequeno texto, fazer com os
alunos um pequeno roteiro.
Desenvolver as etapas da 1ª.
fase do roteiro de leitura:
1. Fonte
2. Resumo
3. Tese
4. Intenções do autor
ANDRADE, V. & GABRIEL, V. Os
meandros discursivos do texto
jurídico: da leitura à produção.
Vitória: [s.e.], 2005.
FIORIN, José Luiz. Linguagem e
Ideologia. São Paulo: Ática,
1988.
FULGÊNCIO, Lúcia; LIBERATO,
Yara. Como facilitar a leitura.
4.ed. São Paulo: Contexto, 2001.
MEDEIROS,
João
Bosco.
Redação científica: a prática de
2. INTERDISCIPLINAR
1º roteiro: é realizado ape-nas fichamentos, resumos, resenhas.
na disciplina de língua-gem 4.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
jurídica, mas os demais
roteiros são realizados com FACULDADE DE DIREITO DE
VITÓRIA. Normas e diretrizes
outras disciplinas:
para a elaboração de trabalhos
científicos: manual da FDV.
2º
roteiro:
disciplina de Florianópolis: Fundação Boiteux,
HISTORIA,
CULTURA
E 2007.
INSTITUIÇÕES DO DIREITO
– profa. Dra. Gilsilene P. MARCONI, Marina de Andrade;
Picorretti.
LAKATOS, Eva Maria. Técnicas
de Pesquisa. 4.ed. São Paulo:
Atlas, 1999.
• Normas técnicas da ABNT e do
Manual de Normas da FDV:
Capa;
Folha de rosto;
Sumário;
Margem:
Utilizar
adequadamente
o
VI UNIDADE
Letra;
computador para produzir a
2 AULAS
Espaçamento;
parte formal um texto científico,
EMPREGO DE NORMAS
Parágrafo;
de acordo com as normas
• 13/9
TÉCNICAS EM TEXTOS previstas no Manual de Normas Itens de um trabalho;
Espaços entre itens;
CIENTÍFICOS
da FDV
Notas de rodapé;
Tipos de Chamada;
Citação com até 3 linhas;
Citação com mais de 3 linhas;
Referências;
Anexo.
COERÊNCIA
Identificar
os
diferentes
tipos
de
06 aulas
VII UNIDADE:
UNIDADE:
coerência e as formas de • Intratextual
identifica-la dentro de um texto.
14/9
• Extratextual
DA COERÊNCIA ÀS
20/9
1. ATIVIDADE PRÁTICA
Aula no laboratório de
informática.
Aula
prática
no
laboratório
de
Informática
–
atividade
em
conjunto
com
a
equipe
de
Informática da FDV.
Exposição dialogada.
Fixação do conteúdo
por meio de exercícios
2. INTERDISCIPLINAR
Disciplina de linguagem,
metodologia de pesquisa e
noções elementares de
informática.
FACULDADE DE DIREITO DE
VITÓRIA. Normas e diretrizes
para a elaboração de trabalhos
científicos: manual da FDV.
Florianópolis: Fundação Boiteux,
2007.
MARCONI, Marina de Andrade;
LAKATOS, Eva Maria. Técnicas
de Pesquisa. 4.ed. São Paulo:
Atlas, 1999.
Aula em conjunto com os
profissionais de informática da
FDV – Sérgio Elias.
ANDRADE, Valdeciliana da S.
Ramos. Linguagem Jurídica: um
estudo do discurso
forense.
Vitória: [s.n.], 2012.
RELAÇÕES TEXTUAIS
21/9
Perceber
as
distinções Metarregras de coerência
semânticas entre os diversos tipos • Não-contradição
de articuladores.
• Repetição
• Progressão
Utilizar as listas de articuladores, • Relação
conforme melhor lhe convém.
a serem corrigidos em
sala de aula
ANDRADE, V. & GABRIEL, V. Os
meandros discursivos do texto
jurídico: da leitura à produção.
Vitória: [s.e.], 2005.
CHARROLES, Michel. Introdução
aos problemas da coerência dos
textos: abordagem teórica e
estudo das práticas pedagógicas.
In: GALVES, Charlotte et. al. O
texto: leitura & escrita. 3.ed.
revisada. São Paulo: Pontes,
2002, p. 39-90.
ARTICULADORES TEXTUAIS –
coesão textual
• Coesão referencial.
• Coesão sequencial:
• Articulares textuais
Enunciativos;
Meta-enunciativos.
• Emprego de pronomes relativos.
• Paralelismo sintático e semântico.
Identificar o que seja dialogismo.
Identificar as diversas manifestações dialógicas de textos
jurídicos.
VIII UNIDADE:
UNIDADE:
Empregar adequadamente o
RELAÇÕES DIALÓGICAS dialogismo ao produzir se textos.
DO TEXTO JURÍDICO
Analisar criticamente o
dialogismo em textos jurídicos.
• Dialogismo e Intertextualidade
6 AULAS
• Diversas
formas
de
manifestação do dialogismo no • 27/9
texto jurídico.
• 28/9
• Dialogismo marcado
• 04/10
• Dialogismo não marcado
Exposição dialogada
Análise de textos
1. ATIVIDADE PRÁTICA
Análise de textos.
Análise de defesa oral
no STF.
Identificar o outro a quem se dirige
o discurso.
X UNIDADE
Verificar a aprendizagem do
discente por meio de prova
escrita, sem consulta.
AO PARATEXTO
XI UNIDADE:
UNIDADE:
DO SIMBOLISMO
Avaliação Escrita – valor 9,0
discursiva e objetiva
05/10
Prova discursiva, com
questões objetivas.
1. ATIVIDADE PRÁTICA
Análise de textos e análise
documental – construção
crítica em grupo.
Conhecer os pressupostos da
paratextualidade.
Verificar formas adequadas da
DA TRANSTEXTUALIDADE paratextualidade.
ANDRADE, Valdeciliana da S.
Ramos. Linguagem Jurídica: um
estudo do discurso
forense.
Vitória: [s.n.], 2012.
ANDRADE, V. & GABRIEL, V. Os
meandros discursivos do texto
jurídico: da leitura à produção.
Vitória: [s.e.], 2005.
Apontar estruturas dialógicas em
textos jurídicos.
AVALIAÇÃO
ESCRITA
ANDRADE, Valdeciliana da S.
Ramos.
A
construção
da
causalidade na vertente dos
gêneros dos gêneros textuais:
uma análise da argumentação
jurídica. 2007. 351p. Tese de
Doutorado (Doutorado em Língua
Portuguesa). Universidade do
Estado do Rio de Janeiro, Rio de
Janeiro, 2007.
• Transtextualidade
• PARATEXTUALIDADE
elementos paratextuais.
–
2 AULAS
• 11/10
Exposição dialogada
Análise de textos
Analisar criticamente textos
processuais.
Distinguir os elementos presentes
em um signo linguístico.
• Simbolismo linguístico
• Arbitrariedade do signo
Identificar os elementos icônicos
4 AULAS
Turmas
ANDRADE, Valdeciliana da S.
Ramos. Linguagem Jurídica: um
estudo do discurso
forense.
Vitória: [s.n.], 2012.
Em grupos de até 6 alunos,
analisar 3 diferentes tipos de
textos
processuais
e
decisórios e produzir análise
crítica, com apresentação de
sugestões.
Exposição dialogada.
Vídeo de defesa do
Barroso no STF.
1. ATIVIDADE PRÁTICA
Análise crítica do vídeo.
ANDRADE, Valdeciliana da S.
Ramos. Linguagem Jurídica: um
estudo do discurso
forense.
Vitória: [s.n.], 2012.
LINGUÍSTICO À
ICONICIDADE:
caminhos para a
interpretação
• Signo e texto.
• 25/10
• Ícone, ìndice e símbolo: noções • 26/10
elementares de semiótica
• Iconicidade.
• Níveis de iconicidade.
presentes no texto.
Análise de textos.
ANDRADE, V. & GABRIEL, V. Os
meandros discursivos do texto
jurídico: da leitura à produção.
Vitória: [s.e.], 2005.
Empregar, com propriedade,
elementos semióticos, que
contribuem para a comunicação
plena.
Analisar a linguagem jurídica Análise de linguagem jurídica em
diversos textos jurídicos.
utilizada;
ANDRADE, Valdeciliana da S.
Ramos.
A
construção
da
causalidade na vertente dos
gêneros dos gêneros textuais:
uma análise da argumentação
jurídica. 2007. 351p. Tese de
Doutorado (Doutorado em Língua
Portuguesa). Universidade do
Estado do Rio de Janeiro, Rio de
Janeiro, 2007.
Contrastar a linguagem jurídica Processo de Comunicação
• Cena discursiva
empregada nos diversos textos;
• Sujeitos processo de comunicação
Identificar a cena discursiva de Requisitos Discursivos do direito à
cada texto jurídico específico
palavra
• Legitimidade
Perceber as distinções entre os • Credibilidade
sujeitos do discurso.
XII UNIDADE
Identificar
os
requisitos
legitimidade e credibilidade.
Subjetividade
de assumida).
(assumida
e
ANDRADE, Valdeciliana da S.
Ramos. Linguagem Jurídica: um
estudo do discurso
forense.
Vitória: [s.n.], 2012.
não-
6 AULAS
Construção de Ethos – o papel do
• 08/11
Identificar a subjetividade no texto; “EU” no discurso.
ANÁLISE DO DISCURSO
JURÍDICO: a crítica como
pressuposto da construção Distinguir subjetividade assumida
argumentativa
e não-assumida;
• 09/11
• 22/11
Exposição dialogada.
Análise de textos
decisórios
ANDRADE, V. & GABRIEL, V. Os
meandros discursivos do texto
jurídico: da leitura à produção.
Vitória: [s.e.], 2005.
Verificar as formas de projeção e
de amenização do EU;
Identificar as diferentes
manifestações do “ethos” no
discurso.
Verificar que o discurso jurídico
manifesta-se de forma distinta de
acordo com a intenção
comunicativa.
Identificar os elementos que O que é o direito do trabalho e sua
importância no cenário nacional.
compõem um rito processual.
XIII
XIII UNIDADE:
UNIDADE:
Ver, in loco, diversos atores do Noções elementares dos
discurso jurídico em uma atuação procedimentos em uma audiência
trabalhista.
concreta.
ambiente Os atores do discurso jurídico que
se apresentam no cenário de uma
audiência.
Verificar o comportamento dos
diversos operadores do direito ali As etapas da audiência trabalhista.
presentes.
O que se espera dos sujeitos em
Registrar as impressões obtidas uma audiência.
LINGUAGEM JURÍDICA Conhecer
processual.
REAL: a audiência
trabalhista
um
Palestra com juiz do
trabalho.
AULAS NO
SÁBADO
06/10
9h ás 11h
1. ATIVIDADE PRÁTICA
ETAPAS
i. Assistir à palestra com juiz
do trabalho.
ii. Conhecer o TRT da 17ª
região.
iii. Acessar site TRT 17ª
Acessar página do site
Região e marcar
do TRT17.
audiência.
iv. Verificar os critérios que
Participar das
nortearão o trabalho.
audiências em grupo v. Escolher os princípios que
de 3 pessoas.
serão analisados.
vi. Produzir texto científico.
Acessar os critérios
para o
desenvolvimento do
trabalho.
Produzir relatório.
ao longo desta vivência.
Quais os pressupostos de análise
Construir um relatório que registre do discurso jurídico na realidade
as impressões quanto à língua- empírica.
gem e as relações estabelecidas
Presenciar algumas audiências na
que influenciam na linguagem
justiça do trabalho.
Conhecer, mesmo que de forma
incipiente, a realidade da justiça
do trabalho.
Os
trios
assistir às
audiências.
vii. Revisar texto.
deverão
mesmas
Produção de relatório,
o qual deverá constar
de 4 partes, quais
sejam:
I – Identificação;
II – Breves notas das
audiências;
III
–
Linguagem
Jurídica real: audiência
trabalhista (análise de
pressupostos teóricos
de linguagem vistos
em audiência)
IV – Considerações
Finais
Analisar dois de linguagem
jurídica num ambiente real –
análise empírica.
Produzir texto científico.
Demonstrar capacidade crítica
para desenvolver a análise
textual.
Emprego da polidez no processo
discursivo jurídico.
BROWN, P. & LEVINSON, S..
Politeness: Some universals in
language
usage.
Cambridge:
Cambridge
University
Press,
1987.
Polidez positiva
XIV
XIV UNIDADE:
UNIDADE:
POLIDEZ: a prática
discursiva oral em
audiências
Polidez Negativa
Identificar a importância da
polidez no discurso em geral, Polidez Off record
especialmente
no
discurso
jurídico.
Distinguir diferentes formas de
polidez.
Exposição oral
dialogada.
2 AULAS
• 23/11
Análise de textos e
apresentação de
resultados.
1. ATIVIDADE PRÁTICA
Análise crítica de textos
decisórios – paralelo com as
audiências e a construção do
ethos.
Vídeos de discussão
de decisões no STF.
KERBRAT-ORECCHIONI,
Catherine. ¿Es universal la
cortesía?. In: BRAVO, D. & BRIZ,
A.
(orgs.).
Pragmática
sociocultural: estudios sobre el
discurso de cortesía en español.
Barcelona,
Ariel,
2004.
http://www.algosobre.com.br
Acessado em 27/03/2007
KERBRAT-ORECCHIONI,
Análise
da
Catherine.
conversação:
principios
e
métodos. São Paulo: Parábola
Editorial, 2006.
Promover a interação aluno e
sociedade.
XV UNIDADE
INTERVENÇÃO SOCIAL: o
processo de socialização de
Direitos Humanos como
estratégia de afirmação da
cidadania
Culminância
dos
conteúdos
10 AULAS
estudados em todas as disciplinas,
visto que recorre aos conhecimentos PLANEJAMENTO E
adquiridos para construir um projeto
EXECUÇÃO
de socialização do direito.
Apresentação da pro- 1. ATIVIDADE PRÁTICA
posta com as datas INTERVENÇÃO SOCIAL – A
estabelecidas de en- SOCIALIZAÇÃO DO DIREITO
contro e orientação.
Socializar noções básicas de
A sala será dividida em grupos
direito, por meio de linguagem
de até 6 pessoas, os quais
acessível.
Exposição de ques- escolherão um pressuposto
• 13/9
Vivência da realidade social em que
tionário que os leve a jurídico que deve ser tratado
• 19/10
se está inserido.
delimitar o assunto, o com um dado segmento da
Promover a construção da
cidadania com o rompimento dos
grupo e as estraté-gias sociedade.
Cenário de negação de direitos.
a serem empre-gadas. Para tanto, os discentes
limites territoriais da faculdade.
APRESENTAÇÃO EM
devem levar ao grupo o
SALA DE AULA E Exposição do modelo pressuposto jurídico
Verificar a pluralidade de
RESULTADOS
estratégias que existem para
socializar o direito.
e partes do relatório.
• 29/11
• 30/11
selecionado numa linguagem
apropriada ao público. Além
disso, devem recorrer à
produção de material dos mais
diversos tipos (teatro, folder,
planfleto, etc)
O trabalho constará de 5
etapas.
1ª Planejamento –
2ª Conclusão planejamento
3ª Execução “in loco”.
4ª Apresentação dos
resultados dos grupos.
5ª Produção de relatório e
entrega no dia da
apresentação.
2. INTERDISCIPLINAR
Disciplina de linguagem e de
História, Cultura e Instituições
do Direito – profa. Dra.
Gilsilene P. Picorretti.
AVALIAÇÃO
SEMESTRAL
Verificar, por meio da avaliação CONTEÚDOS ESTUDADOS
escrita, a a apreensão e a LONGO DO SEMESTRE.
aprendizagem
ao
longo
do
semestre
AO
06/12
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OBRA 1
ANDRADE, Valdeciliana da Silva Ramos & GABRIEL, Valéria Cristina B. Os meandros discursivos do texto jurídico: da leitura à produção. Vitória: [s.n.], 2005.
OBRA 2
BECHARA, Evanildo Moderna gramática da Língua Portuguesa. 37. ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.
OBRA 3
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 26. ed. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006.
OBRA 4
CHARAUDEAU, Patrick. Linguagem e Discurso: modos de organização. Trad. Ângela M. S. Côrrea et. al. São Paulo: Contexto, 2008.
AVALIAÇÕES SOMATIVAS
1º BIMESTRE
ATIVIDADE I – ANÁLISE ORAL DE TEXTOS JURÍDICOS: A APROXIMAÇÃO COM O DIREITO
Semana de 09/8 a 10/8
Valor atividade 1,0
Atividade em grupo que será desenvolvida em sala de aula e fora (pesquisa de campo)
ATIVIDADE II – PROJETO TEORIA E PRÁTICA I - ROTEIRO DE LEITURA, ANÁLISE E RESUMO TEXTUAL – Valor: 10,0
AULA SÁBADO – 25/8
PERÍODO ATENDIMENTO INDIVIDUAL – 10/9 a 22/9
ENTREGA – 24/9
CRITÉRIOS
1 NORMAS ABNT
Fonte (Referência bibliográfica)
Apresentação
2 RESUMO TEXTUAL
Apreensão das idéias básicas do autor
Habilidade de síntese
Progressão e estruturação do conteúdo textual
Utilização da própria linguagem (paráfrase)
3 TESE
4 INTENÇÕES DO AUTOR
5 COERÊNCIA E COESÃO ENTRE FRASES E PARÁGRAFOS
6 INSTRUMENTOS GRAMATICAIS
TOTAL
VALOR
0,5
1,0
3,0
0,5
0,5
0,5
0,8
1,0
0,5
1,2
10,0
OBSERVAÇÕES:
1. Os textos que se constituírem em CÓPIA, MESMO QUE PARCIAL, do texto original, de um colega ou da internet terá atribuída a nota zero.
2. Caso seja constatada cópia, nao será realizada a correção total do item copiado.
3. Os instrumentos gramaticais referem-se aos erros concernentes ao emprego da língua padrão, portanto a cada 2 erros será descontado 0,1 décimo.
ATIVIDADE III – PROVA ESCRITA: valor 9,0
Data: 05/10
Constará de um texto a ser analisado, através de questões discursivas.
No momento da correção, serão observados os seguintes critérios:
a) a cada 02 erros gramaticais, será descontado 0,1;
b) vale o que está escrito, não o que o aluno teve a intenção de dizer, mas não escreveu;
c) as respostas devem atingir os objetivos propostos durante as aulas, devendo ser observado os enunciados.
2º BIMESTRE
ATIVIDADE IV – INTERVENÇÃO SOCIAL – O PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS COMO ESTRATÉGIA DE AFIRMAÇÃO DA CIDADANIA.
ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR: LÍNGUAGEM JURÍDICA E HISTÓRIA, CULTURA E INSTITUIÇÕES DO DIREITO – Profa. Gilsilene
ENCONTROS PANEJAMENTO E EXECUÇÃO:
►13/9
►19/10
APRESENTAÇÃO EM SALA DE AULA E RELATÓRIO – 20 minutos de apresentação para cada grupo.
►29/11
►30/11
ENTREGA DE RELATÓRIO: 30 de novembro – secretaria da FDV
VALOR: 4,0 em cada disciplina
CRITÉRIOS
VERSÃO ESCRITA
1. APRESENTAÇÃO
Justificativa – o porquê;
Relevância do assunto;
2. METODOLOGIA
Etapas do trabalho;
Processo de desenvolvimento do trabalho;
Público alvo (por quê?).
3. RESULTADOS
Público atingido
Material entregue
Resultados constatados
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Avaliação do grupo
VERSÃO ORAL
1. APRESENTAÇÃO DO TRABALHO DESENVOLVIDO
Apresentação
Metodologia
Resultados
Avaliação do grupo
TOTAL
VALOR
0,5
0,5
0,5
0,5
0,5
0,5
0,5
0,5
4,0
ATIVIDADE V – PROJETO TEORIA E PRÁTICA –
VIVÊNCIA JURÍDICA NAS VARAS DO TRABALHO: LINGUAGEM JURÍDICA REAL – valor 3,0.
PALESTRA COM JUIZ: 06/10
Resultado da vivência – produção de um relatório a estrutura do mesmo será apresentada no dia 06/10 pela profa. Valdeciliana
VIVÊNCIA NAS VARAS DO TRABALHO DA GRANDE VITÓRIA: 08/10 a 18/11
ENTREGA RELATÓRIO: 19/11
VALOR: 3,0
Atividade a ser desenvolvida em trio – os discentes deverão ir assistir às audiências em uma Vara Federal do Trabalho, estabelecida previamente pela professora.
Os acadêmicos deverão informar ao secretário de audiência os mesmos estarão ali com o propósito de fazer relatório de observação e devem solicitar que seus nomes constem nas atas
daquele dia ou pedirem para que o juiz ou o secretário de audiências assine o termo de presença, a fim de comprovarem a presença. As atas, que poderão ser obtidas, depois, via internet,
as quais deverão constar em anexo.
Leitura livro Discurso e Poder de Boaventura de Souza Santos.
O relatório terá os seguintes critérios de correção:
DATA ENTREGA NO ATENDIMENTO GERAL (SECRETARIA) – 19/11/2012 – até às 21h na secretaria.
CRITÉRIOS
1 NORMAS ABNT
2 IDENTIFICAÇÃO – comprovante de presença – ATA DE AUDIÊNCIA OU DECLARAÇÃO DE PRESENÇA
3 ALGUMAS IMPRESSÕES INICIAIS EM AUDIÊNCIAS TRABALHISTAS
Fazer um breve relato dos fatos que ocorreram nas audiências assistidas
VALOR
0,2
0,1
0,6
4 DISCURSO JURÍDICO EM AUDIÊNCIA TRABALHISTA
Mediante a observação, os discentes poderão abordar, no mínimo, UM aspecto referente à linguagem empregada durante as
audiências. A análise deve contemplar a linguagem dos sujeitos do processo de comunicação.
Deste modo, pode contemplar a linguagem do magistrado, das testemunhas, dos advogados, enfim de quaisquer sujeitos.
Quanto às questões teóricas, estas têm que estar fundamentadas cientificamente. Pode-se tratar de quaisquer aspectos - e.g. –
situacionalidade, estruturação da Argumentação; uso de topos; uso do princípio de causalidade; demonstração de credibilidade ou de
legitimidade; emprego de polidez; estratégias de manipulação do magistrado e dos advogados; construção da subjetividade; processo
dialógico; contrato de comunicação, etc.
Estabelecer um paralelo entre a linguagem e as relações que envolvem a linguagem nas audiências e os pressupostos do texto de
Boaventura de Souza Santos – Discurso e Poder.
Importante construir um texto que revele coerência e coesão, numa progressão textual contínua.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
À luz do que foi exposto nos itens anteriores, fazer um fechamento em relação a cada item.
Tecer comentários acerca da percepção que se teve em um rito processual do âmbito jurídico.
Tecer críticas fundamentadas ao que foi presenciado, se necessário apresentar sugestões.
Estabelecer links com outras disciplinas.
TOTAL ..................................................................................................................................................................................
1,8
0,3
3,0
ATIVIDADE VI – 2º ROTEIRO DE LEITURA, ANÁLISE E RESUMO TEXTUAL – PROJETO TEORIA E PRÁTICA I - ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR – LÍNGUAGEM JURÍDICA E
HISTÓRIA, CULTURA E INSTITUIÇÕES DO DIREITO – Profa. Gilsilene P.P. Francischetto
ATENDIMENTO: 08/11 a 23/11
ENTREGA: 26/11
VALOR: 10,0 nas disciplinas de Linguagem Jurídica e de História, Cultura e Instituições do Direito
CRITÉRIOS
1 NORMAS ABNT – MANUAL NORMAS FDV
Fonte (Referência bibliográfica)
Apresentação e referências
Emprego de citação – estrutura científica
2 RESUMO TEXTUAL
Apreensão das idéias básicas do autor
Habilidade de síntese
Estruturação, paragrafação e progressão textual
3 CONSIDERAÇÕES DO LEITOR
3.1 QUANTO À ESTRUTURA TEXTUAL
3.2 QUANTO AO CONTEÚDO
4 COERÊNCIA e COESÃO (entre frases e parágrafos)
5 INSTRUMENTOS GRAMATICAIS
TOTAL ......................................................................
VALOR
0,1
0,4
0,4
2,0
0,4
0,6
2,0
2,5
0,8
0,8
10,0
ATIVIDADE VII – PROVA ESCRITA: valor 3,0 – PESO 2.
06/12
OBSERVAÇÃO: deve-se observar, atentamente, o emprego da língua portuguesa nos trabalhos produzidos, visto que o ERRO de qualquer natureza gramatical redundará em perda da nota
obtida.
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Linguagem Jurídica - VALDECILIANA - OK