c.1) Evolução da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Prov. Créditos - Saldo em 31.12.2.011 Variação líquida Prov. Créditos - Saldo em 31.12.2.012 45.379,84 34.431,07 79.810,91 c.2) Constituição da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa por Níveis de Risco NOTA 08 – INTANGÍVEL Está demonstrado pelo custo de aquisição ou desenvolvimento, deduzido das amortizações, pelo método linear, com base na estimativa da vida útil e econômica. INTANGÍVEL Taxa % 31.12.12 31.12.11 Licença de Dir. de Uso 20 417,25 417,25 Sub-total417,25 417,25 Amort.s Acumuladas (417,25) (417,25) Total-- NÍVEL DE RISCO AA SALDO DA CARTEIRA A 2.633.361,05 B 1.090,92 C 25.054,04 D 26.726,31 E 23.319,46 F 4.962,77 G 14.333,51 H 43.698,31 TOTAL2.772.546,37 PROVISÃO EXISTENTE 13.166,81 10,91 751,62 2.672,63 6.995,84 2.481,39 10.033,44 43.698,27 79.810,91 NOTA 06 - OUTROS CRÉDITOS O saldo da conta está representado por: Descrição 31.12.2012 Adiant. a funcionários 505,06 PIS a compensar 0,15 Crédito a receber – com característica de concessão de crédito 233.908,17 Sub-total 234.413,38 ( - ) Prov. p/ outros créd. (1.169,55) TOTAL 233.243,83 31.12.2011 209.881,40 209.881,40 (1.049,41) 208.831,99 NOTA 07 IMOBILIZAÇÕES EM USO O imobilizado de arrendamento está assim distribuído: IMOB. EM USO Móv/ e Equip. em Uso Equip. (Hardware) Sub-total Dep.s Acumuladas Total Taxa % 31.12.12 31.12.11 10 981,00 981,00 20 8.586,03 2.589,03 9.567,03 3.570,03 (2.913,62) (2.255,65) 6.653,411.314,38 Outros bens patrimoniais utilizados são cedidos pela empresa mantenedora – Expresso Princesa dos Campos S/A. Movimentação do imobilizado está demonstrada a seguir: Descrição2.012 Saldo no início do período 1.314,38 Adições5.997,00 Equipamentos (Hardware) 5.997,00 Depreciações (657,97) Total imobilizado líquido 6.653,41 NOTA 09 PASSIVO CIRCULANTE Demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicável, os encargos e as variações monetárias incorridas. As operações que transitarem entre cooperativa e cooperado não se caracteriza como operação, não incidindo a tributação, conforme Lei n.º 5.764/71. NOTA 10 CONTINGÊNCIAS Os registros contábeis e as operações da Cooperativa, quando com associados, estão sujeitas ao exame pelas autoridades fiscais e a eventuais notificações para recolhimentos adicionais de impostos, taxas e contribuições, consoante a legislação específica aplicável a cada espécie de tributo, durante os prazos prescricionais a eles inerentes, em decorrência da Lei n.º 5.764/71. NOTA 11 PATRIMÔNIO LÍQUIDO CAPITAL É representado pelas integralizações de cooperados em 31 de dezembro de 2012 e de cooperados em 31 de dezembro de 2011. De acordo com o Estatuto Social, cada cooperado tem direito a um voto, independente do número de suas cotas partes. DATA Nº de Ass. 31.12.2011 923 31.12.2012 883 Capital Cota Parte 2.500.739,38 2.723.113,75 1,00 1,00 RESERVAS O fundo de reserva constituído conforme artigo 28, inciso I, da Lei 5.764/71 é destinado a compensar perdas e atender ao desenvolvimento das atividades das cooperativas de crédito, ora registrado nos demonstrativos contábeis como Reserva Legal. NOTA 12 APURAÇÃO DE RESULTADOS Todas as receitas e despesas foram registradas pelo regime de competência. A composição das sobras do exercício de 2012 foi a seguinte: Sobras do 1º Semestre (-) Perdas do 2º Semestre (=) Sobras do exercício (-) Reserva Legal (10%) (-) FATES (5%) (-) FATES (Atos não cooperativos) (=) Sobras a distribuir ano 161.718,08 (12.192,40) 149.525,68 (13.054,00) (6.527,00) (18.985,71) 110.958,97 DO EXPRESSO PRINCESA DOS CAMPOS C.E.C.M.F. DO EXPRESSO PRINCESAC.E.C.M.F. DOS CAMPOS - COOPRINCESA - CNPJ/MF: 01.551.820/0001-34 COOPRINCESA CNPJ/MF: 01.551.820/0001-34 Balanço Patrimonial Balanço Patrimonial em reais Em reais ATIVO N.E Circulante NOTA 13 SOBRAS ACUMULADAS As sobras são distribuídas e apropriadas conforme o Estatuto Social, normas do BACEN e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (FATES) é registrado como exigibilidade e utilizado em despesas para as quais se destina conforme a Lei nº 5.764/71 (Lei do Cooperativismo). DIRETORIA Emilio Raimundo Zierpermann DIRETOR PRESIDENTE Disponibilidades (nota nº 3) Realizável a Curto Prazo Aplicações Financeiras (nota nº 5) Empréstimos (nota nº 6) ( - ) Provisão p/ crédito liq. Duvidosa Adiantamentos Outros créditos ( - ) Provisão p/ crédito liq. Duvidosa 4A 4B 05 05 C 06 06 06 Não Circulante Permanente Investimentos Imobilizado (nota nº 7) (-) Depreciação Acumulada Intangível (-) Amortização Acumulada TOTAL DO ATIVO EMILIO RAIMUNDO ZIEPERMANN Diretor Presidente 07 07 08 08 12/31/12 3,077,431.19 91,410.08 144,635.74 3,185,639.22 259,659.93 2,772,546.37 (79,810.91) 234,413.38 (1,169.55) CONSELHO FISCAL (EFETIVOS) Jeane Ribeiro de Mello Marcos Gonchoreki Hamilton Bonfim CONSELHO FISCAL (SUPLENTES) Vanderlei Nobres da Costa Anderson Claudinei Bojko Rodrigo da Rosa Ferreira Dayana Hass de Almeida Contadora CRC/PR n.º 56.393/O-7 CPF nº 054.536.119-28 2,932,795.45 510,674.22 2,258,668.93 (45,379.84) 0.15 209,881.40 (1,049.41) 6,653.41 1,314.38 6,653.41 9,567.03 (2,913.62) 417.25 (417.25) 1,314.38 3,570.03 (2,255.65) 417.25 (417.25) 3,283,702.71 12/31/12 12/31/11 255,556.02 309,660.29 Exigível a Curto Prazo Depósitos à vista Fundo assist. téc. educ. social Imposto de renda a recolher Encargos trabalhistas Dividendos e bonificações Credores diversos Impostos e contribuições a recolher 255,556.02 34,410.87 27,049.11 10,698.59 158,555.09 2,347.03 354.87 4,116.78 18,023.68 309,660.29 122.19 38,860.18 32,111.69 7,612.42 188,792.04 582.24 794.25 22,566.16 18,219.12 3,028,146.69 2,769,085.13 3,028,146.69 2,723,113.75 153,505.43 40,568.54 110,958.97 2,769,085.13 2,500,739.38 140,451.43 40,547.43 87,346.89 3,283,702.71 3,078,745.42 Não Circulante Patrimônio social Capital Social Reserva Legal Sobras acumuladas Sobras do exercício 11 12 TOTAL DO PASSIVO MARIA LÚCIA MISIAK WALCHAKI Diretora Operacional SUELI SARTORI Diretor Administrativo DAYANA HASS DE ALMEIDA CRC.PR-056.393/O-7 CPF: 054.536.119-28 C.E.C.M.F. DO EXPRESSO PRINCESA DOScontábeis CAMPOS As notas explicativas são parte integrante destas demonstrações COOPRINCESA DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO Em reais 3 12/31/12 TOTAL 12/31/11 TOTAL RECEITAS OPERACIONAIS BRUTAS Operações de Crédito (nota nº 14 a) Rendas de Aplicações Financeiras Outras Rendas 560,619.21 484,605.54 18,985.71 57,027.96 527,634.63 431,002.46 30,674.22 65,957.95 DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA Provisão para crédito de Liquidação Duvidosa (97,010.63) (97,010.63) (59,405.06) (59,405.06) RESULTADO BRUTA DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 463,608.58 468,229.57 (308,649.10) (325,033.54) (74,511.60) (51,464.08) (1,109.30) (579.95) (657.97) (180,326.20) (67,622.42) (41,137.29) (1,890.98) (306.12) (214,076.73) 154,959.48 143,196.03 OUTRAS DESPESAS E RECEITAS OPERACIONAIS Despesas de pessoal Outras despesas administrativas Despesas tributárias Outras despesas operacionais Aprovisionamento e ajustes patrimoniais Juros ao capital RESULTADO OPERACIONAL RESULTADO NÃO OPERACIONAL RESULTADO ANTES DA TRIB. S/ LUCRO E PARTICIP. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Av. Anita Garibaldi, 861 - Caixa Postal 271 84001-970 Ponta Grossa, PR [email protected] www. princesadoscampos.com.br N.E Circulante Sobras liquidas a distribuir Impostos e contribuições s/ lucro 3,078,745.57 Sueli Sartori DIRETOR ADMINISTRATIVO Maria Lúcia Misiak Wlachaki DIRETORA OPERACIONAL PASSIVO 12/31/11 3,277,049.30 (2.92) (2.43) 154,956.56 143,193.60 (5,430.88) (9,758.34) RESULTADO APÓS IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 149,525.68 133,435.26 PARTICIPAÇÕES ESTATUTÁRIAS NO LUCRO FATES FATES - Atos não cooperados Reserva Legal (38,566.71) (6,527.00) (18,985.71) (13,054.00) (46,088.37) (5,138.05) (30,674.22) (10,276.10) SOBRAS E PERDAS LÍQUIDAS 110,958.97 87,346.89 As notas explicativas são parte integrante destas demonstrações contábeis NOTAS EXPLICATIVAS: C.E.C.M.F. DO EXPRESSO PRINCESA DOS CAMPOS COOPRINCESA Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (em reais) C.E.C.M.F. DO EXPRESSO PRINCESA DOS CAMPOS COOPRINCESA DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA PELO MÉTODO DIRETO Em reais DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO NO EXERCÍCIO Em reais Capital Social Integralizado Eventos Saldo em 31.12.2010 Integralização de capital Devolução/Distribuição de: - sobras - capital Reservas (+) Acréscimos (-) Decréscimos Destinações: - Reserva Legal (-) Depreciações deduzidas - FATES - Participação nos lucros Reserva Legal Saldo em 31.12.2011 130,175.33 108,131.78 2,582,699.60 847,591.92 - - 847,591.92 - (67,584.35) (67,584.35) (691,245.03) - - - - 10,276.10 - (10,276.10) (5,138.05) (30,674.22) (5,138.05) (30,674.22) - - 133,435.26 133,435.26 (691,245.03) 2,500,739.38 Sobras / Perdas do exercício Saldo em 31.12.2012 12/31/12 TOTAL 2,344,392.49 Sobras / Perdas do exercício Integralização de capital Devolução/Distribuição de: - sobras - capital Reservas (+) Acréscimos (-) Decréscimos Destinações: - Reserva legal (-) Depreciações deduzidas - FATES - FATES - atos não cooperados - Participação nos lucros Sobras Acumuladas 878,525.78 (656,151.41) - 140,451.43 13,054.00 - - - - - 2,723,113.75 153,505.43 127,894.32 (87,325.78) - - FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Juros e comissões recebidas Juros pagos Pagamentos a empregados e fornecedores (Aumento) diminuição em ativos operacionais Recursos de empréstimos Outras operações de créditos Aumento (diminuição) em passivos operacionais F.A.T.E.S. Caixa líquido antes do imposto de renda e contribuição social Imposto de renda e contribuição social pagos Caixa Líquido proveniente das atividades operacionais 462,499.28 (229,012.53) (121,707.59) 111,779.16 468,229.57 (197,655.37) (110,438.77) 160,135.43 (479,446.37) (24,534.03) (235,316.46) (14,649.22) (29,962.02) (41,696.16) (422,163.26) (131,526.41) (11,128.28) (46,915.10) (433,291.54) (178,441.51) FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Compra de ativo imobilizado (5,997.00) 878,525.78 Caixa Líquido proveniente das atividades de investimentos (5,997.00) (87,325.78) (656,151.41) FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS Aumento de capital social pelo valor líquido Distribuição das sobras 222,374.37 (87,325.78) 2,769,085.13 13,054.00 - 12/31/11 156,346.89 (67,584.35) Caixa líquido usado nas atividades de financiamento 135,048.59 88,762.54 AUMENTO LÍQUIDO DE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA (304,239.95) (89,678.97) (13,054.00) (6,527.00) (18,985.71) (13,054.00) (6,527.00) (18,985.71) - Caixa e equivalentes de caixa no início do período Caixa e equivalentes de caixa ao fim do período 655,309.96 351,070.01 744,988.93 655,309.96 149,525.68 149,525.68 AUMENTO LÍQUIDO DE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA (304,239.95) (89,678.97) 151,527.51 3,028,146.69 12/31/12 12/31/11 As notas explicativas são parte integrante destas demonstrações contábeis As notas explicativas são parte integrante destas demonstrações contábeis RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE5 AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários do Expresso Princesa dos Campos - COOPRINCESA Ponta Grossa - PR Examinamos as demonstrações contábeis Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários do Expresso Princesa dos Campos - COOPRINCESA, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Entidade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. 6 Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários do Expresso Princesa dos Campos - COOPRINCESA, em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. São Paulo, 25 de fevereiro de 2.013 COKINOS & ASSOCIADOS Auditores Independentes S/S CRC-2SP 15.753/O-0 EDSON JOSÉ DA SILVA Contador CRC-1SP251.112/O-9 CNAI nª 2211 NOTA 01 CONTEXTO OPERACIONAL A Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários do Expresso Princesa dos Campos - COOPRINCESA sediada em Ponta Grossa – Paraná, é uma sociedade cooperativista que visa a cooperação recíproca e solidária, para o proveito comum, visando assegurar assistência, operações, serviços e informações, de natureza financeira e crédito, a associados, para o exercício de suas atividades laboral. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentado pela Resolução n.º 3.442/07 do Conselho Monetário Nacional. É conveniada à Cooperativa Central (SICOOB CENTRAL-CECRESP). NOTA 02 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis são de responsabilidade da Administração da Cooperativa e foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, considerando as alterações exigidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e às normas e instruções do Bacen, bem como apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (Cosif). Consideram ainda, no que for julgado pertinente e relevante, os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). A emissão das presentes demonstrações contábeis foi aprovada pela diretoria em 19 de fevereiro de 2013. NOTA 03 RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas seguindo critérios de acordo com o COSIF e as seguintes diretrizes contábeis: a) Apuração do Resultado O resultado foi apurado pelo regime de competência. b) Ativo Circulante e Não Circulante Apresentados pelos valores de realização, em moeda corrente do País deduzida das correspondentes Rendas a Apropriar e incluídos, quando aplicável, os rendimentos e as atualizações (em base pró rata dia). c) Operações de crédito As operações pré-fixadas são registradas pelo valor futuro, retificadas pela conta de rendas a apropriar, e as operações pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço, observados os índices contratados. d) Ativo Permanente Imobilizações em Uso Demonstrado pelo custo de aquisição, menos a depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear, com base na estimativa de vida útil e econômica de cada bem. e) Passivo Circulante e Não Circulante Os valores demonstrados incluem, quando aplicáveis, os encargos e as variações monetárias. b) Aplicações Financeiras São registrados pelo custo de aquisição e acrescidos dos rendimentos auferidos, e quando aplicável são ajustados por provisões para ajuste ao valor de mercado. Descrição Dep. Poupança - CEF Dep. Poupança - BB TOTAL 31.12.2012 148.852,47 110.807,46 259.659,9 31.12.2011 258.397,43 252.276,79 510.674,22 NOTA 05 OPERAÇÕES DE CRÉDITO Empréstimos aos funcionários cooperados, ora representado como segue: Descrição Empréstimos TOTAL 31.12.2012 31.12.2011 2.772.546,37 2.258.668,93 2.772.546,37 2.258.668,93 f ) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa a) Composição Do Total Em Carteira E Prazos A provisão de crédito de liquidação duvidosa é constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização de valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, das garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador de crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. Composição Vencidos Operações de Crédito 69.114,30 g) Fates Registrado conforme determinação legal e estatutária, sendo utilizado mediante os benefícios aos associados e funcionários, conforme políticas internas. NOTA 04 CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08, incluem caixa, depósitos bancários, investimentos de curto prazo de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valor e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias, e compreendem: a) Disponível INSTITUIÇÃO Banco do Brasil CEF Banco do Brasil TOTAL 31.12.2012 335,27 90.388,76 686,05 91.410,08 31.12.2011 437,27 131.362,32 12.836,15 144.635,74 Vincendos 2.703.432,07 b) Concentração de Crédito em Carteira CONCENTRAÇÃO Maior Devedor 10 Maiores Devedores 20 Maiores Devedores RISCO 112.320,93 294.427,82 438.127,34 (%) TOTAL 4,04 10,52 15,76 c) Provisão Para Crédito de Liquidação Duvidosa O CMN, através da Resolução No 2.682, de 21.12.1999, introduziu novos critérios para a classificação de ativos oriundos de operações de crédito, definindo regras, vigentes a partir de março de 2000, para a constituição de provisão para os créditos de liquidação duvidosa e para a divulgação de dados referentes à carteira, através de notas explicativas às demonstrações contábeis. Dentre esses novos critérios destacam-se: • A obrigatoriedade de classificação pelas Instituições Financeiras das operações de crédito, em níveis de risco, com base em critérios consistentes e verificáveis; • A constituição de provisões, a partir da concessão do crédito, em função da análise periódica da qualidade do cliente/crédito e não apenas quando da ocorrência da inadimplência, conforme as regras que vigoraram até 29.02.2000;