Revista de Imprensa
03-12-2012
1. (PT) - TVI 24 Online, 01/12/2012, Inglêdo socorrido no mar a cerca de 140 km de Aveiro
1
2. (PT) - Público, 01/12/2012, Alemão que assinou novas contrapartidas esteve preso por corrupção
2
3. (PT) - Motor Clássico, 01/12/2012, Cavalo de Guerra
5
4. (PT) - Jornal de Notícias Online, 01/12/2012, Passageiro de paquete socorrido em alto mar
11
5. (PT) - Jornal da Madeira, 01/12/2012, CD Escola de Santana em tarefas militares
12
6. (PT) - i, 01/12/2012, Portugal quer reunião com os EUA sobre as Lajes
13
7. (PT) - i, 01/12/2012, "O euro é como os ataques que se fazem na guerra à custa de muitos milhões" Entrevista a Loureiro dos Santos
14
8. (PT) - Expresso - Revista, 01/12/2012, Mil milhões em submarinos
19
9. (PT) - Expresso, 01/12/2012, Governo não quer avançar já para a acordo com EUA
21
10. (PT) - Expresso, 01/12/2012, Concurso deixa de fora o candidato com a melhor nota
22
11. (PT) - Expresso, 01/12/2012, A sociedade ao Atlântico
23
12. (PT) - Diário Insular, 01/12/2012, Estado poderá exigir aos EUA indemnizações e investimentos
24
13. (PT) - Diário de Coimbra, 01/12/2012, Ministério da Defesa paga dívida de 30 milhões de euros à CP
27
14. (PT) - Diário de Aveiro, 01/12/2012, Ministério da Defesa paga dívida de 30 milhões de euros à CP
28
15. (PT) - Diário As Beiras, 01/12/2012, Ex-militares do CICA 2 realizam convívio
29
16. (PT) - Correio da Manhã Online, 01/12/2012, Passageiro socorrido no paquete ´Balmoral´ (COM VÍDEO)
30
17. (PT) - Correio da Manhã, 01/12/2012, Quer recuo nas Lajes
31
18. (PT) - Bola Online, 01/12/2012, Passageiro resgatado de embarcação
32
19. (PT) - Açoriano Oriental, 01/12/2012, Opções
33
20. (PT) - Visão Online, 02/12/2012, Dois aviões da Força Aérea intercetaram avião não identificado na zona
da Guarda
34
21. (PT) - TVI 24 Online, 02/12/2012, Força Aérea interceptou avião não identificado na Guarda
35
22. (PT) - Sol Online, 02/12/2012, Força Aérea intercepta avião não identificado perto da Guarda
36
23. (PT) - SIC Notícias Online, 02/12/2012, Dois aviões da Força Aérea intercetaram avião não identificado
na zona da Guarda
37
24. (PT) - RTP Online, 02/12/2012, F16 perseguiram avioneta suspeita de tráfico de droga
38
25. (PT) - RTP Online, 02/12/2012, F16 da Força Aérea perseguem aeronave suspeita de tráfico de droga
39
26. (PT) - Renascença Online, 02/12/2012, Força Aérea "perdeu" avioneta suspeita vinda de Espanha
40
27. (PT) - Público, 02/12/2012, As Lajes e a tentação do mar alto
41
28. (PT) - Notícias ao Minuto Online, 02/12/2012, Força Aérea Dois F16 interceptaram avião não identificado
na Guarda
42
29. (PT) - Notícias ao Minuto Online, 02/12/2012, Força Aérea Dois F16 interceptam aeronave não
identificada na Guarda
43
30. (PT) - Lusa.pt, 02/12/2012, Dois aviões da Força Aérea intercetaram avião não identificado na zona da
Guarda
44
31. (PT) - Jornal de Notícias Online, 02/12/2012, Dois aviões da Força Aérea intercetaram avião não
identificado na zona da Guarda
45
32. (PT) - Jornal de Notícias, 02/12/2012, Navio de guerra em Leixões até terça
46
33. (PT) - Jornal de Notícias, 02/12/2012, Marinha salvou 544 vidas no mar
47
34. (PT) - i Online, 02/12/2012, Dois aviões da Força Aérea interceptaram avião não identificado na zona da
Guarda
48
35. (PT) - Expresso Online, 02/12/2012, Força Aérea interceta avião não identificado na Guarda
49
36. (PT) - Diário dos Açores, 02/12/2012, Governo paga dívida de 30 milhões à CP até ao fim do ano
50
37. (PT) - Diário do Minho, 02/12/2012, Militares oferecem Missa na Sé por falecidos na Guerra do Ultramar
51
38. (PT) - Diário Digital Online, 02/12/2012, Dois aviões da Força Aérea intercetaram avião não identificado
na zona da Guarda | Sociedade
52
39. (PT) - Diário de Notícias Online, 02/12/2012, Dois F-16 intercetam e perdem aeronave não identificada
53
40. (PT) - Diário de Aveiro, 02/12/2012, Força Aérea salva passageiro de paquete
54
41. (PT) - Destak.pt, 02/12/2012, Dois aviões da Força Aérea intercetaram avião não identificado na zona da
Guarda
55
42. (PT) - Correio da Manhã Online, 02/12/2012, Força Aérea intercepta avião não identificado na Guarda
56
43. (PT) - Correio da Manhã, 02/12/2012, Força Aérea resgata doente de paquete
57
44. (PT) - Bola Online, 02/12/2012, Caças F-16 portugueses intercetaram aeronave suspeita
58
45. (PT) - Açoriano Oriental, 02/12/2012, Sem secretismos
59
46. (PT) - Açoriano Oriental, 02/12/2012, Portugal insatisfeito com redução militar na Base das Lajes
60
47. (PT) - Açoriano Oriental, 02/12/2012, Almirante profere conferência
61
48. (PT) - Público, 03/12/2012, Não temos informação suficiente na Comissão de Defesa sobre as Lajes Entrevista a Miranda Calha
62
49. (PT) - Jornal de Notícias, 03/12/2012, Aeronave não identificada perseguida pela Força Aérea
65
50. (PT) - Diário Económico, 03/12/2012, Ministério da Defesa paga dívida de 30 milhões à CP até ao final do
ano
66
51. (PT) - Diário de Notícias, 03/12/2012, Três caças perdem o rasto de avioneta suspeita de tráfico
67
52. (PT) - Diário de Coimbra, 03/12/2012, Veteranos de guerra juntaram-se para recordar tempos antigos
68
53. (PT) - Diário de Coimbra, 03/12/2012, Interceptado avião não identificado na Guarda
69
54. (PT) - Diário As Beiras, 03/12/2012, Convívio de antigos militares
70
55. (PT) - Correio da Manhã Online, 03/12/2012, Tropas julgados por morte no slide
71
56. (PT) - Correio da Manhã Online, 03/12/2012, Guarda: Avião não identificado
72
57. (PT) - Correio da Manhã, 03/12/2012, Militares julgados por morte no slide
73
58. (PT) - Correio da Manhã, 03/12/2012, Tribunal de Contas tem novos contratos
74
59. (PT) - Correio da Manhã, 03/12/2012, Guarda- Avião não identificado
75
60. (PT) - Açoriano Oriental, 03/12/2012, Casa roubada, trancas à porta
76
61. (PT) - Açoriano Oriental, 03/12/2012, Acordos com Cabo Verde ainda sem montantes definidos
77
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Inglêdo socorrido no mar a cerca de 140 km de Aveiro
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
01/12/2012
Meio:
TVI 24 Online
URL:
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/balmoral-forca-aerea-tvi24-salvamento-paquete-socorro/1397953-4071.html
/
Homem de 70 anos foi transportado para o Hospital de Santa Maria, onde se encontra em estado
estável
|
2012-12-01 16:38
O Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo (MRCC Lisboa) coordenou este sábado
uma operação de salvamento de um passageiro do paquete Balmoral, que navegava a cerca de 140
quilómetros a oeste de Aveiro.
O pedido de assistência médica foi recebido às 7:32 e foi desencadeada a ação de busca e
salvamento do passageiro, segundo informou a Marinha em comunicado citado pela Lusa.
A coordenação das operações foi assumida pelo MRCC Lisboa que mobilizou uma aeronave EH-101 da
Força Aérea Portuguesa para retirar o passageiro da embarcação, um cidadão de nacionalidade
inglesa, de 70 anos, com sintomas de uma úlcera gástrica.
A retirada do passageiro ocorreu com sucesso, pelas 10:35, tendo posteriormente aterrado no
aeroporto da portela - AT1 às 11:27. O tripulante foi transportado de seguida numa ambulância do
Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde se
encontra em situação estável.
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2 | DESTAQUE | PÚBLICO, SÁB 1 DEZ 2012
SUBMARINOS
Alemão que
assinou novas
contrapartidas
esteve preso
por corrupção
O químico alemão de 52 que há
dois meses assinou o novo contrato
que substitui as contrapartidas dos
submarinos esteve detido na Alemanha
Lurdes Ferreira
K
laus Lesker, o administrador
da MPC Ferrostaal que
assinou em 27 de Setembro
passado o memorando
de entendimento
que substituiu as
contrapartidas dos submarinos
pelo investimento num hotel de
luxo no Algarve, é um dos gestores
detidos em 2010 sob acusação de
corrupção na venda dos submarinos
a Portugal.
Químico de formação, 52 anos,
Lesker foi membro da comissão
executiva da então MAN Ferrostaal
entre 2006 e 2010. Saiu da empresa em Abril de 2010, na sequência
do caso de corrupção na venda de
submarinos a Portugal e à Grécia.
Lesker esteve alguns meses detido
na Alemanha tendo sido entretanto libertado. O mesmo acontecera
pouco tempo antes a Horst Weretecki, outro ex-gestor da Ferrostaal.
Lesker e Weretecki conhecem
bem o processo português das
contrapartidas dos submarinos.
Foi Lesker quem passou a negociar com o Estado português, em
2010, quando Weretecki foi acusado. Weretecki é um dos 10 gestores
acusados pelo Ministério Público
português de falsificação de documento e burla qualificada.
Por ocasião das detenções de
Lesker e Weretecki, um dos advogados portugueses que representam
os gestores da Ferrostaal, Godinho
de Matos, considerava que, em ambos os casos, o Ministério Público
alemão pretendia pressionar os
arguidos a denunciarem os esquemas de corrupção na Ferrostaal e a
terem estatuto de arrependidos. A
imprensa alemã tem escrito que os
ministérios públicos de Munique e
de Essen ainda têm procedimentos
de investigação em curso que ultrapassam as operações com Portugal
e Grécia e incluem também Turquemenistão, Indonésia, África do Sul
e Brasil, considerando o assunto
ainda em aberto.
Pouco tempo depois da demissão
da Ferrostaal, Lesker foi trabalhar
para a MPC, um grupo de Hamburgo, de base familiar, com ligações
à indústria naval, imobiliário e serviços financeiros. De acordo com
as biografias disponíveis na Internet, incluindo a página oficial da
empresa, Lesker saiu da Ferrostaal
em Abril de 2010 e integrou os quadros da MPC três meses depois, em
Julho, como membro da comissão
executiva da holding. Com a constituição da MPC Ferrostaal, em Março passado, passou a ser um dos
membros da nova comissão executiva com a pasta dos negócios para
a Ásia-Pacífico e África.
O regresso
Quando Lesker saiu da Ferrostaal
em 2010, o patrão era a IPIC, um
dos braços de investimento do emirado Abu Dhabi, que controlava a
empresa em 70%. Tinha comprado
a empresa alemã apenas um ano
antes, mas manifestava desconforto
pelos escândalos de corrupção que
herdara.
Em Novembro de 2011, desenhouse o regresso da Ferrostaal ao capital alemão. O acordo então feito
estabelecia que a MAN recomprava
os 70% da IPIC por 350 milhões de
euros e revendia 100% da Ferrostaal à MPC por um máximo de 160
milhões. O mercado olhou para esta operação como a confirmação de
um grupo, liderado pelo patriarca
Axel Schroeder, especialista em negócios de oportunidade e baratos,
mas não foi essa a leitura das autoridades que não esconderam as
suas dúvidas sobre uma tão grande
diferença de valores, segundo a imprensa alemã. Um mês depois deste
acordo, a Ferrostaal chegou a um
outro acordo com a justiça alemã e
pagou uma multa de 140 milhões de
euros para resolver as acusações de
corrupção de que era alvo.
Fundo MPC Capital
Lesker permaneceu na comissão
executiva da holding da MPC até à
compra da Ferrostaal, formalizada
em Março de 2012. A imprensa alemã relatou na altura o optimismo
entre os dirigentes da MPC relativamente aos processos de corrupção, sublinhando no entanto que
o mesmo não era partilhado pelo
Ministério Público de Essen e Munique.
O grupo MPC tem um braço financeiro que é o fundo de investimento MPC Capital, dedicado ao
imobiliário e indústria naval. É este
fundo que surge agora a financiar a
reconversão do hotel Alfamar, em
Albufeira, numa unidade de luxo da
cadeia Ritz Carlton. Trata-se de uma
operação ela própria reconvertida
em contrapartida pela venda dos
dois submarinos alemães e aceite pelo Governo português como
solução para ultrapassar o incumprimento de mais de 500 milhões
de euros de negócios prometidos à
indústria portuguesa.
Questionada pelo PÚBLICO, a
MPC Capital escusa-se a informar
sobre qualquer aspecto relacionado
com o negócio, incluindo a data e
a forma como ocorreu a mudança
de investidor para o projecto do
Alfamar.
O processo português de contrapartidas dos submarinos também
não é desconhecido da MPC. Parte da encomenda dos navios que a
Ferrostaal garantiu aos estaleiros
Navais de Viana do Castelo como
pré-contrapartidas dos submari-
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RUI GAUDÊNCIO
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Os dois
submarinos
custaram
1200 milhões
de euros a
Portugal
Hotel Alfamar
Projecto PIN desde
2009
O
nos destinava-se à MPC, a qual era
cliente antiga, de décadas, dos estaleiros portugueses.
No âmbito do contrato de contrapartidas assinado em 2004 entre
o Estado português e o consórcio
German Submarine Consortium
pela venda de dois submarinos à
Armada, a Ferrostaal ficou responsável pelo cumprimento do programa de 1200 milhões de euros de
contrapartidas em novos negócios
para a indústria portuguesa. Estes
negócios deviam permitir à indústria aceder a novos mercados, subir
na cadeia de valor e aumentar a intensidade tecnológica. O Governo
português aceitou na altura que
parte deste montante fosse liquidado com negócios anteriores à
assinatura do contrato (pré-contrapartidas), o que fez logo baixar
a garantia bancária de 10% a que
os alemães estavam obrigados. É
parte destas pré-contrapartidas que
está neste momento em julgamento
em tribunal português, acusando o
Ministério Público três gestores alemães e sete portugueses de terem
“vendido” ao Estado falsas contra-
partidas, através do pagamento de
facturas que provavam que os negócios tinham sido feitos sem causalidade, ou seja, sem a intervenção
da Ferrostaal.
A investigação à volta deste caso azedou as relações entre as duas partes numa altura em que os
alemães já acumulavam um atraso
significativo em relação aos outros
compromissos para a indústria portuguesa. Até Maio, as autoridades
portuguesas tinham validado 496
dos 758 milhões de euros de projectos de contrapartidas apresentados
pela Ferrostaal. O total contratado
era 1200 milhões, dos quais 145
milhões tinham sido considerados
logo saldados em pré-contrapartidas.
Poucos dias antes de expirar o
prazo do contrato, em Outubro, o
Governo e a (agora) MPC Ferrostaal acordaram na substituição de
19 projectos que totalizavam o incumprimento em causa pelo investimento na reconversão do Hotel
Alfamar, em Albufeira, que estava
na lista de Projectos de Interesse
Nacional (PIN) desde 2008.
projecto que o Governo
aceitou, em Setembro, em
substituição dos mais de
700 milhões de euros de
contrapartidas atrasadas dos
submarinos foi apresentado
como candidatura a Projecto
de Interesse Nacional (PIN)
em Novembro de 2008 pela
promotora LTI-Alfamar Hotel,
segundo a Agência para o
Investimento e Comércio
Externo de Portugal (AICEP).
O montante de investimento
previsto era de 240 milhões de
euros, com o financiamento
entregue ao RREEF, fundo de
investimento do Deutsche
Bank. O projecto previa
a requalificação total do
hotel Alfamar, considerado
degradado, para um conjunto
turístico de luxo com um
hotel de cinco estrelas e a
marca Ritz-Carlton, designado
Alfamar Beach Resort.
De acordo com a AICEP, o
projecto foi aceite como PIN
a Julho de 2009, depois de
“várias alterações” impostas
pelo lado ambiental. “O
facto de estar implantado
numa área sensível, pela
sua proximidade à costa,
tornou necessários vários
ajustamentos e alterações até
que se pudessem encontrar
soluções que respeitassem
os instrumentos de gestão
de território aplicáveis”,
diz a AICEP em resposta ao
PÚBLICO.
A AICEP diz tratar-se desde
o início de uma intenção de
investimento bem vinda, dada
a necessidade de requalificar
a zona degradada e que neste
processo longo os investidores
mudaram porque os primeiros
“se desinteressaram, tendo
abandonado a parceria com
o promotor, a sociedade
proprietária do Hotel Alfamar”.
Foi então que o projecto
transitou dos alemães do
RREEF para os alemães da MPC
Capital, fundo de investimento
da MPC Ferrostaal, grupo com
o qual o Governo contratou as
novas contrapartidas. L.F.
Juristas defendem legalidade
da renegociação dos contratos
Mariana Oliveira
legal o Estado português renegociar os contratos de contrapartidas assinados antes de
2011, apesar de actualmente
a lei limitar o recurso a este tipo de negócio. Essa é a
convicção de vários especialistas
ouvidos pelo PÚBLICO e abarca
o acordo assinado a 1 de Outubro
entre o Ministério da Economia e o
consórcio alemão que vendeu dois
submarinos a Portugal.
Os contratos de contrapartidas
são usualmente associados à compra
de material de defesa e pretendem
compensar a economia do Estado
comprador face ao avultado investimento feito no equipamento militar.
O vendedor fica, por isso, obrigado
a captar negócios ou a transferir tecnologia para o Estado comprador
num determinado montante. Contudo, uma directiva europeia de 2009,
transposta em Portugal em Outubro
de 2011, veio limitar este tipo de mecanismo de compensação. Isto porque se considera que determinadas
contrapartidas podem constituir um
entrave à livre concorrência, o que
viola o direito comunitário.
O professor da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra,
Licínio Martins, sublinha que não
conhece o negócio da compra dos
submarinos, mas analisa a questão
jurídica. “A nova lei salvaguarda a
execução dos contratos que foram
celebrados antes da sua entrada em
vigor. Esta é a regra”, sustenta o docente. O universitário realça que a
directiva europeia não proíbe totalmente as contrapartidas indirectas,
relativas a projectos que não estão
relacionados com o material militar
adquirido. “O que se proíbe são as
contrapartidas que inibam ou falseiem a concorrência”, acrescenta.
Esta avaliação, contudo, não é
necessária na renegociação das
contrapartidas como a dos submarinos, cujo contrato foi assinado em Abril de 2004. “A directiva,
como é posterior à assinatura dos
contratos, não abrange as renegociações”, defende também Pacheco Amorim, professor universitário com várias obras publicadas
É
na área do Direito Administrativo.
O advogado Pedro Melo, da PLMJ, tem assessorado o Ministério
da Economia em algumas das renegociações das contrapartidas e
defende igualmente este entendimento. “Os contratos que estão a
ser renegociados estão ao abrigo
da legislação de 1999 e de 2006. É
inequívoco que esses contratos podiam ser realizados na altura à luz
da lei nacional e da lei comunitária”,
sustenta. E completa: “O que seria
ilegal era realizar novos contratos
de contrapartidas. Não estamos a
celebrar novos contratos, mas apenas a renegociar contratos assinados
anteriormente.” O jurista, especializado em contratos públicos na área
da Defesa, alerta para os riscos de o
Estado não renegociar esses contratos, muitos dos quais tinham taxas
de execução baixas. “A alternativa
seria provavelmente um litígio que
seria discutido em sede arbitral e a
perda de um investimento significativo para a economia nacional.”
Diferente entendimento tem o
ex-universitário Paulo Pinto de Albuquerque, que defende num parecer apresentado pelas defesas do
processo-crime das contrapartidas
dos submarinos, que o contrato assinado em Abril de 2004 era nulo,
por violar regras comunitárias da
livre concorrência, previstas em tratados, já que “constitui um ‘subsídio
encapotado’ do Estado credor das
contrapartidas às entidades beneficiárias.
Horst Weretecki, exresponsável da Ferrostaal
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Alemão preso por
corrupção assinou
novas contrapartidas
Klaus Lesker, o administrador da Ferrostaal que há dois meses assinou
as novas contrapartidas dos submarinos, foi um dos gestores detidos em
2010 por corrupção na venda dos submarinos a Portugal Destaque, 2/3
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Passageiro de paquete socorrido em alto mar
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
Meio:
Jornal de Notícias Online
URL:
http://www.jn.pt/Common/print.aspx?content_id=2921571
01/12/2012
/
O Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo (MRCC Lisboa) coordenou hoje uma
operação de salvamento de um passageiro do paquete "Balmoral", que navegava a cerca de 140
quilómetros a oeste de Aveiro.
O pedido de assistência médica foi recebido às 07:32 e foi desencadeada, de imediato, a ação de
busca e salvamento do passageiro, informou entretanto a Marinha em comunicado.
A coordenação das operações foi assumida pelo MRCC Lisboa que mobilizou uma aeronave EH-101 da
Força Aérea Portuguesa para retirar o passageiro da embarcação, um cidadão de nacionalidade
inglesa, de 70 anos, com sintomas de uma úlcera gástrica.
A retirada do passageiro ocorreu "com sucesso", pelas 10:35, tendo posteriormente aterrado no
aeroporto da portela - AT1 às 11:27. O tripulante foi transportado de seguida numa ambulância do
Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde se
encontra em situação "estável".
publicado a 2012-12-01 às 16:31
Para mais detalhes consulte:
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2921571
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Alunos realizaram várias actividades.
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CD Escola de Santana em tarefas militares
O Clube Desportivo Escola
Santana (CDES) realizou, nos
passados dias 16 e 17, uma actividade ímpar e inesquecível.
Os atletas visitaram o Exército
Português, mais concretamente o Regimento de Guarnição N.º 3 (RG3). O objectivo
principal nesta visita era fomentar o espírito de grupo e a
camaradagem, através da realização de algumas tarefas e
exercícios militares. O CDES
propôs esta astividade ao comando do RG3, que se prontificou, de forma excepcional,
demonstrando de imediato a
intensão de desenvolver uma
acção dinâmica em todas as
tarefas associadas às demonstrações e actividades a efectuar, mencionando que a visita da colectividade seria uma
extraordinária oportunidade
de, uma vez mais, afirmar a capacidade organizativa, estrutural e operacional do Exército Português. O CDES
enaltece o profissionalismo
demonstrado na elaboração e
aplicação do guião, na preocupação com a segurança, durante todas as actividades e o
cumprimento dos objectivos
propostos. 1
[email protected]
Página 12
A13
ID: 45011577
01-12-2012
Tiragem: 27259
Pág: 10
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 4,64 x 7,43 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 1 de 1
Página 13
A14
ID: 45011510
01-12-2012
Tiragem: 27259
Pág: 24
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 24,12 x 32,16 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 1 de 5
Página 14
ID: 45011510
01-12-2012
Tiragem: 27259
Pág: 25
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 24,12 x 31,55 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 2 de 5
Página 15
ID: 45011510
01-12-2012
Tiragem: 27259
Pág: 26
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 24,01 x 33,01 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 3 de 5
Página 16
ID: 45011510
01-12-2012
Tiragem: 27259
Pág: 27
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 24,05 x 31,16 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 4 de 5
Página 17
ID: 45011510
01-12-2012
Tiragem: 27259
Pág: 1
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 6,68 x 6,55 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 5 de 5
Página 18
A19
ID: 45012023
01-12-2012 | Revista
Tiragem: 117400
Pág: 4
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Semanal
Área: 19,57 x 27,19 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 1 de 2
Página 19
ID: 45012023
01-12-2012 | Revista
Tiragem: 117400
Pág: 2(Principal)
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Semanal
Área: 5,20 x 2,93 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 2 de 2
Página 20
A21
ID: 45011294
01-12-2012
Tiragem: 117400
Pág: 14
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Semanal
Área: 24,47 x 18,81 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 1 de 1
Página 21
A22
ID: 45011287
01-12-2012
Tiragem: 117400
Pág: 14
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Semanal
Área: 24,37 x 28,44 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 1 de 1
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A23
ID: 45011225
01-12-2012
Tiragem: 117400
Pág: 43
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Semanal
Área: 5,63 x 46,70 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 1 de 1
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A24
ID: 45018721
01-12-2012
Tiragem: 3500
Pág: 10
País: Portugal
Cores: Preto e Branco
Period.: Diária
Área: 29,13 x 37,99 cm²
Âmbito: Regional
Corte: 1 de 3
dimensão da redução do efetivo norte-americano nas lajes já estará fechada, mas ainda se discutem contrapartidas
estado poderá exigir aos eUA
indemnizações e investimentos
FotogrAFiA Arquivo/di
base das lajes. Força Aérea portuguesa não está interessada nas casas dos norte-americanos, que deixarão de ter uso
Segundo o Sol, as negociações entre Portugal e os
EUA sobre a Base das Lajes resumem-se, neste momento, às contrapartidas pelos despedimentos e
pelo aumento de gastos da Força Aérea portuguesa.
Portugal já terá feito as contas aos
impactos da redução do efetivo militar norte-americano na Base das
Lajes e estará a tentar obter contrapartidas dos Estados Unidos, que
compensem de alguma forma os
custos acrescidos que o país terá
com esta decisão.
A notícia foi avançada ontem pelo
jornal Sol, que diz que a dimensão
da redução avançada recentemen-
te na comunicação social é “inevitável”, sendo já certo que os 800
militares e 600 familiares americanos passarão a 160 elementos
e que o número de trabalhadores
portugueses dispensados não será
inferior a 300.
“O Governo português está apenas
a tentar minimizar o impacto desta
decisão, lutando por algumas contrapartidas”, alega o jornal.
Segundo o Sol, estas contrapartidas
podem passar, ao abrigo do acordo
de cooperação entre os dois países,
por “investimentos na Região” por
parte dos Estados Unidos.
Portugal quer que os EUA compensem não apenas o impacto socioeconómico que a redução de efetivos
militares terá para a ilha Terceira,
mas também o aumento de gastos
do Estado com a Força Aérea portuguesa, estacionada nas Lajes.
“Com a saída dos norte-americanos, há serviços partilhados que
poderão ter que ser suportados
apenas pela Força Aérea Portuguesa, como o controlo do tráfego
aéreo e a segurança do perímetro
militar”, pode ler-se na edição de
ontem do jornal.
De acordo com o Sol, estes custos
“já foram avaliados”, bem como os
custos do “próprio abandono das
instalações”.
O jornal adianta ainda que “a fatura já seguiu para os EUA”.
Em causa está também o bairro de
casas, onde residem atualmente
militares e familiares americanos,
entre outras instalações, que deixam de ter utilização com a redução drástica do efetivo norte-americano nas Lajes.
A Força Aérea Portuguesa já disse
que não está interessada nestas infraestruturas.
“Não queremos ficar com um presente envenenado: instalações sem
uso, cuja manutenção aina teremos
que arcar”, salientouPágina
ao Sol24uma
ID: 45018721
fonte militar.
O jornal revela ainda que o Estado
vai exigir que os americanos “limpem” as zonas que ficarem sem uso
ou paguem indemnizações.
Quanto aos trabalhadores portugueses, o Estado deverá tentar
negociar as condições de despedimento, para que os Estados Unidos
aumentem o valor da indemnização ou os cálculos para a reforma,
divulga o Sol.
Desde fevereiro, altura em que
Aguiar-Branco terá sido informado
pelo secretário norte-americano da
Defesa, Leon Panetta, da intenção
dos EUA reduzirem a sua presença nas Lajes ao mínimo, terão decorrido vários contactos entre os
01-12-2012
AproveitAmento político
Entretanto, o presidente do grupo
parlamentar do PS/Açores, criticou
uma “tentativa de aproveitamento
político” do CDS-PP sobre a Base
Pág: 11
País: Portugal
Cores: Preto e Branco
Period.: Diária
Área: 28,23 x 37,76 cm²
Âmbito: Regional
Corte: 2 de 3
fotografia fernando alvarino
das Lajes, alegando que a defesa
dos direitos dos trabalhadores e
respetivas famílias merece total
responsabilidade e união política.
“Numa altura em que os EUA
anunciam a intenção de reduzir
fortemente a sua presença na Terceira, espera-se seriedade e responsabilidade e não tentativas de
aproveitamento político que só
prejudicam os interesses dos Açores”, salientou.
Em comunicado de imprensa, Berto
Messias acusou CDS-PP de preferir
a lógica da “guerrilha partidária”.
“O PS constata, com pena, que no
momento em que deve haver união
de todas as forças políticas para
defender os direitos dos trabalha-
Cavaco Silva
terá contactado
Barack Obama
responsáveis pela Defesa dos dois
países e entre o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Paulo
Portas, e a secretária de Estado
norte-americana, Hillary Clinton.
De acordo com o Sol, também o
presidente da República, Cavaco
Silva, terá conversado com o homólogo norte-americano Barack
Obama, sobre esta questão.
Já em declarações ao Diário de
Notícias, o conselheiro de Estado
Manuel Alegre mostrou-se “indignado” com a diminuição da presença norte-americana nas Lajes,
que entende como uma “despromoção política e geoestratégica de
Portugal”.
Na opinião do histórico socialista,
a redução do efetivo militar norteamericano na Base das Lajes “será
consequência política externa do
nosso país”.
“Contra toda a tradição, há um
enfeudamento em relação à Alemanha. Não temos uma voz na Europa e parece-me que se descuidaram
muito as relações transatlânticas”,
frisou em declarações ao jornal,
acrescentando que “os EUA não
tomaram decisão semelhante em
outras bases europeias”.
Tiragem: 3500
dores e das suas famílias, haja um
partido que opta pela guerrilha
partidária”, criticou.
O líder da bancada socialista salientou que, quando o ministro da
Defesa português foi informado da
intenção da administração norteamericana de reduzir o seu efetivo
militar na Base das Lajes, o executivo regional iniciou uma ronda de
contactos sobre esta matéria, na
ilha Terceira, tendo sido rejeitada
apenas pelo CDS-PP.
“Em março, e no seguimento de
uma reunião com o Primeiro-Ministro, o Governo Regional auscultou os partidos políticos, representantes parlamentares, sindicatos e
a Câmara de Comércio de Angra
do Heroísmo. O CDS/PP foi o único que optou por não reunir com o
Governo”, lembrou.
Também o PSD/Açores, que se reuniu ontem com a comissão representativa dos trabalhadores portugueses na Base das Lajes, apelou à
união de esforços “especialmente
por parte dos partidos políticos,
para travar, ou pelo menos minimizar, o programa de redução do
contingente de trabalhadores portugueses”.
António Ventura voltou a defender
que “a Assembleia Legislativa deve
acompanhar o problema e tomar
atitudes em defesa dos Açores”, esperando que os restantes partidos
tenham “a mesma vontade”.
defende investigador josé filipe pinto
Portugal não se soube impor
O investigador José Filipe Pinto, autor do livro “Lisboa, os Açores
e a América”, defende que Portugal deve exigir mais contrapartidas
pela redução do efetivo militar na Base das Lajes.
“Quando digo que devemos pedir mais contrapartidas parece que
estou em contraciclo – numa altura em que com as contrapartidas
atuais eles já estão a tirar pessoas das Lajes –, mas não estou. Se a
base tem importância estratégica para os Estados Unidos, Portugal
tem de uma vez por todas reassumir a posição inicial. Ou seja, os
norte-americanos terão de aceitar um conjunto de contrapartidas”,
frisou, numa entrevista ao jornal I, salientando que a partir do 25
de abril, “Portugal começou a ver a base como um ativo em termos
laborais e os Estados Unidos aperceberam-se da fragilidade portuguesa”.
Para o investigador da Universidade Lusófona, esta redução surge
“porque não nos soubemos impor e terá reflexos imediatos”, mas
não apanha Portugal “desprevenido”, porque houve “vários indícios”, tendo em conta “entre 1990 e 1996 foram despedidos 600
trabalhadores”.
“As administrações norte-americanas têm encontrado maneiras fáceis de não cumprir este acordo, alegando dificuldades com o Senado”, reforçou.
José Filipe Pinto entende que Portugal deve mostrar aos americanos
que “não podem pôr em causa a sobrevivência de quem está nas
Lajes” e deve “dizer que existem outras ideias de exploração, uma
delas no quadro da NATO”.
“O ideal era rentabilizar duas situações perfeitamente compatíveis:
a integração europeia e a condição lusófona”, defendeu.
Na opinião do investigador, Portugal contentou-se sempre com o que
nos foi dado pelos EUA. “Até entendo o lado deles: não se justifica
dar contrapartidas a quem não as pede, e é lógico que eles vão tentar
desvalorizar este ativo português”, salientou, considerando que “é
óbvio” que as relações entre os dois países vão ficar afetadas.
José Filipe Pinto está também a investigar o interesse da China na
Base das Lajes. Sem querer revelar muito sobre a investigação, disse
ao I que “na prática, a China precisa das Lajes para se expandir a
ocidente”.
“A China vai forçosamente condicionar o acesso da marinha norteamericana ao mar da China, nomeadamente no que refere ao estreito de Taiwan. Depois de acautelarem os seus interesses a oriente,
os chineses vão deslocar-se para o Ocidente e identificar os pontoschave que possam ser a sua base de apoio. E os Açores serão um
alvo. Pode não ser numa perspetiva belicista, mas expansionista”,
defendeu, acrescentando que “a relação privilegiada com a lusofonia
é do seu interesse estratégico”.
Página 25
ID: 45018721
01-12-2012
Tiragem: 3500
Pág: 1
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 10,58 x 6,26 cm²
Âmbito: Regional
Corte: 3 de 3
negociações com os eua sobre as lajes
Investimentos na Região
podem ser contrapartida
A redução da presença norte-americana nas Lajes
já é dada como certa, mas Portugal negoceia agora
contrapartidas, segundo o “Sol”, que vão desde indemnizações a investimentos na Região.
Página 26
A27
ID: 45018817
01-12-2012
Tiragem: 9951
Pág: 19
País: Portugal
Cores: Preto e Branco
Period.: Diária
Área: 12,81 x 13,49 cm²
Âmbito: Regional
Corte: 1 de 1
Ministério da Defesa paga dívida
de 30 milhões de euros à CP
ESTE MÊS O Ministério da
Defesa vai pagar até ao final
do ano à CP 30 milhões de euros de dívida acumulada pela
isenção de pagamento dos
militares nos transportes ferroviários, disse à agência Lusa
fonte do Governo. O acordo
entre o Ministério da Defesa,
a Secretaria de Estado dos
Transportes e a CP foi alcançado na terça-feira e a sua formalização deverá ocorrer nas
próximas semanas. «A dívida
fica saldada até ao final do
ano e assim é possível fechar
este processo definitivamente», afirmou a fonte do
executivo. A mesma fonte
adiantou que a dívida do Ministério da Defesa se vinha
acumulando desde 2001 pela
falta de pagamento das compensações à CP pela isenção
dos militares na compra de títulos de transporte.
O ministério e a empresa de
D.R.
Militares não pagavam bilhete quando andavam na CP
transportes irão posteriormente negociar um novo protocolo, não existindo ainda
qualquer prazo estabelecido. A
5 de Novembro, o ministro da
Defesa afirmou no Parlamento
que haverá «uma renovação de
protocolo que permita haver
situações de especial benefício», embora não especificando. «Há uma dívida acumu-
lada do ministério de cerca de
38 milhões de euros de há vários anos, é uma ilusão dizerse que há transporte gratuito,
não há transporte gratuito, o
ministério deve essa ordem de
grandeza pelos anos acumulados em que não foram respeitados os compromissos a esse
nível», afirmou José Pedro
Aguiar-Branco na altura. |
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A28
ID: 45010626
01-12-2012
Tiragem: 7014
Pág: 25
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 8,88 x 12,28 cm²
Âmbito: Regional
Corte: 1 de 1
ATÉ AO FINAL DESTE ANO
Ministério da Defesa paga dívida
de 30 milhões de euros à CP
O Ministério da Defesa vai pagar até ao final do ano à CP 30 milhões de euros de dívida acumulada pela isenção de pagamento
dos militares nos transportes ferroviários, disse à agência Lusa
fonte do Governo. O acordo entre
o Ministério da Defesa, a Secretaria de Estado dos Transportes
e a CP foi alcançado na terça-feira
e a sua formalização deverá ocorrer nas próximas semanas. “A
dívida fica saldada até ao final do
ano e assim é possível fechar este
processo definitivamente”, afirmou a fonte do executivo. A
mesma fonte adiantou que a dívida do Ministério da Defesa se
vinha acumulando desde 2001
pela falta de pagamento das compensações à CP pela isenção dos
militares na compra de títulos de
n
transporte. O ministério e a empresa de transportes irão posteriormente negociar um novo
protocolo, não existindo ainda
qualquer prazo estabelecido. A 5
de Novembro, o ministro da Defesa afirmou no Parlamento que
haverá “uma renovação de protocolo que permita haver situações de especial benefício”, embora não especificando. “Há uma
dívida acumulada do ministério
de cerca de 38 milhões de euros
de há vários anos, é uma ilusão
dizer-se que há transporte gratuito, não há transporte gratuito,
o ministério deve essa ordem de
grandeza pelos anos acumulados
em que não foram respeitados os
compromissos a esse nível”, afirmou José Pedro Aguiar-Branco
na altura.l
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A29
ID: 45014601
01-12-2012
Tiragem: 12000
Pág: 12
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 8,40 x 5,95 cm²
Âmbito: Regional
Corte: 1 de 1
Ex-militares do CICA 2
realizam convívio
111 Como já vem sendo
uma tradição, no dia 1 de
dezembro, os antigos militares do CICA 2 (Centro
de Instrução de Condução
Auto N.º2) reúnem-se e
confraternizam na Figueira da Foz, cidade que teve
o seu quartel. Assim, hoje
assinala-se o 28.º convívio
dos ex-militares do CICA 2.
O encontro está marcado
para as 10H00, junto ao
Centro de Formação da GNR
e inclui uma missa, o descerramento de uma lápide
comemorativa e um almoço
de confraternização.
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A30
Passageiro socorrido no paquete ´Balmoral´ (COM VÍDEO)
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
01/12/2012
Meio:
Correio da Manhã Online
URL:
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/passageiro-socorrido-no-paquete-balmoral-com-video
/
A oeste de Aveiro
O Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo (MRCC Lisboa) coordenou neste sábado
uma operação de salvamento de um passageiro do paquete 'Balmoral', que navegava a cerca de 140
quilómetros a oeste de Aveiro.
O pedido de assistência médica foi recebido às 07h32 e foi desencadeada, de imediato, a acção de
busca e salvamento do passageiro, informou entretanto a Marinha em comunicado.
A coordenação das operações foi assumida pelo MRCC Lisboa que mobilizou uma aeronave EH-101 da
Força Aérea Portuguesa para retirar o passageiro da embarcação, um cidadão de nacionalidade
inglesa, de 70 anos, com sintomas de uma úlcera gástrica.
A retirada do passageiro ocorreu "com sucesso", pelas 10h35, tendo posteriormente aterrado no
aeroporto da portela - AT1 às 11h27. O tripulante foi transportado de seguida numa ambulância do
Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde se
encontra em situação "estável".
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A31
ID: 45011873
01-12-2012
Tiragem: 159027
Pág: 48
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 4,13 x 7,67 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 1 de 1
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A32
Passageiro resgatado de embarcação
Tipo Meio:
Internet
Meio:
Bola Online
URL:
http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=367797
Data Publicação:
01/12/2012
/
Por Redação
O Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa organizou uma operação de
resgate de um passageiro que necessitou de assistência médica.
O inglês de 70 anos apresentava sintomas de uma úlcera gástrica, quando estava a bordo do paquete
Balmoral, que navegava a 140 quilómetros a oeste de Aveiro.
A operação foi executada com uma aeronave EH-101 da Força Aérea, que transportou o passageiro
até ao aeroporto da Portela, de onde seguiu de uma ambulância do INEM para o Hospital de Santa
Maria, onde continua internado.
01-12-2012
Página 32
A33
ID: 45013137
01-12-2012
Tiragem: 5007
Pág: 14
País: Portugal
Cores: Preto e Branco
Period.: Diária
Área: 18,86 x 14,97 cm²
Âmbito: Regional
Corte: 1 de 1
Página 33
A34
Dois aviões da Força Aérea intercetaram avião não identificado na zona da Guarda
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
02/12/2012
Meio:
Visão Online
URL:
http://visao.sapo.pt/dois-avioes-da-forca-aerea-intercetaram-aviao-nao-identificado-na-zona-da-guarda=f700044
/
Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
21:13Domingo, 2 de Dezembro de 2012
Lisboa, 03 dez (Lusa) - Dois aviões F-16 da Força Aérea Portuguesa (FAP) intercetaram hoje um avião
ligeiro não identificado na zona da Guarda, junto à fronteira, após um alerta das autoridades
espanholas, disse à agência Lusa uma fonte oficial.
De acordo com o porta-voz da FAP, tenente-coronel Rui Roque, o alerta das autoridades espanholas
foi dado às 04:50 da madrugada de hoje, após Espanha ter intercetado uma aeronave ligeira, de dois
lugares, não identificada.
No âmbito do sistema de defesa aérea, um avião militar espanhol tinha acompanhado a aeronave
ligeira a partir das imediações do Golfo de Cádiz, no extremo sul do país, até à zona de fronteira com
Portugal, mas teve de abandonar a missão, por falta de combustível.
Página 34
A35
Força Aérea interceptou avião não identificado na Guarda
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
02/12/2012
Meio:
TVI 24 Online
URL:
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/fap-forca-aerea-aeronave-guarda-sabugal/1398197-4071.html
/
Dois F-16 chegaram a ter contato visual com a aeronave, mas perderam-na pouco depois. GNR
também não encontrou nada no terreno
|
2012-12-02 21:29
Dois aviões F-16 da Força Aérea Portuguesa intercetaram este domingo um avião ligeiro não
identificado na zona da Guarda, junto à fronteira com Espanha. A intervenção da Força Aérea foi
provocada por um alerta das autoridades espanholas, que já vinham a acompanhar a aeronave ligeira
desde o Golfo de Cádiz, no extremo sul do país.
De acordo com o porta-voz da Força Aérea Portuguesa, tenente-coronel Rui Roque, o alerta das
autoridades espanholas foi dado às 4.50 horas da madrugada, numa altura em que a aeronave não
identificada entrava em território português e numa altura também em que o avião espanhol tinha de
abandonar a missão por falta de combustível.
A Força Aérea decidiu então enviar dois aviões F-16 da base área militar de Monte Real, em Leiria, no
encalço da aeronave não identificada, que seguia para norte. Os aviões portugueses chegaram a ter
contacto por radar e visual com a aeronave, contacto esse que foi subitamente perdido na zona do
Sabugal, distrito da Guarda.
A aeronave não voltou a ser localizada, tendo a Força Aérea depreendido que a mesma terá aterrado
no campo. A missão de defesa do espaço aéreo foi dada por terminada e foi notificada a GNR para
tentar averiguar a situação no terreno. O Comando-Geral da GNR, em Lisboa, indicou à Agência Lusa
que foi feito um patrulhamento na região, mas não foi encontrado qualquer avião.
De acordo com tenente-coronel Rui Roque havia suspeitas que a aeronave não identificada
transportava estupefacientes.
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A36
Força Aérea intercepta avião não identificado perto da Guarda
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
Meio:
Sol Online
URL:
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=64014
02/12/2012
/
Dois aviões F-16 da Força Aérea Portuguesa (FAP) interceptaram hoje um avião ligeiro não identificado
na zona da Guarda, junto à fronteira, após um alerta das autoridades espanholas, disse à agência
Lusa uma fonte oficial.
De acordo com o porta-voz da FAP, tenente-coronel Rui Roque, o alerta das autoridades espanholas
foi dado às 4h50 da madrugada de hoje, após Espanha ter interceptado uma aeronave ligeira, de dois
lugares, não identificada.
No âmbito do sistema de defesa aérea, um avião militar espanhol tinha acompanhado a aeronave
ligeira a partir das imediações do Golfo de Cádiz, no extremo sul do país, até à zona de fronteira com
Portugal, mas teve de abandonar a missão, por falta de combustível.
Cerca das 6h18, segundo o porta-voz, a FAP decidiu enviar dois aviões F-16 da base área militar de
Monte Real, em Leiria, no encalço da aeronave não identificada, que seguia para norte, sempre junto à
fronteira entre Espanha e Portugal.
O tenente-coronel Rui Roque indicou ainda à Lusa que os aviões portugueses chegaram a ter contacto
por radar e visual com a aeronave, mas foi subitamente perdido a 10 quilómetros da fronteira, na
zona do Sabugal, distrito da Guarda.
"Os dois F-16 fizeram várias passagens pelo local onde a aeronave deixou de ser avistada, não
voltando a localizá-la, e depreenderam que terá aterrado no campo", indicou o porta-voz da FAP.
A Força Aérea decidiu então dar por terminada a missão de defesa do espaço aéreo e notificar a GNR
para tentar averiguar a situação no terreno, "porque havia suspeita de transporte de estupefacientes".
"Tudo se passou entre as 4h50 e as 7h22 da manhã de hoje", indicou o tenente-coronel Rui Roque,
acrescentando que não foi possível confirmar se se tratava de um avião que transportava drogas.
Contactado pela Lusa, o Comando-Geral da GNR, em Lisboa, indicou que foi feito um patrulhamento
na região, mas não foi encontrado qualquer avião.
Lusa/SOL
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Dois aviões da Força Aérea intercetaram avião não identificado na zona da Guarda
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
02/12/2012
Meio:
SIC Notícias Online
URL:
http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2012/12/02/dois-avioes-da-forca-aerea-intercetaram-aviao-nao-identificado-na-zona-daguarda?service=print
/
Data de Publicação: Dec 2, 2012 8:25 PM
Última actualização: Dec 2, 2012 10:01 PM
Lisboa, 03 dez (Lusa) - Dois aviões F-16 da Força Aérea Portuguesa (FAP) intercetaram hoje um avião
ligeiro não identificado na zona da Guarda, junto à fronteira, após um alerta das autoridades
espanholas, disse à agência Lusa uma fonte oficial.
De acordo com o porta-voz da FAP, tenente-coronel Rui Roque, o alerta das autoridades espanholas
foi dado às 04:50 da madrugada de hoje, após Espanha ter intercetado uma aeronave ligeira, de dois
lugares, não identificada.
No âmbito do sistema de defesa aérea, um avião militar espanhol tinha acompanhado a aeronave
ligeira a partir das imediações do Golfo de Cádiz, no extremo sul do país, até à zona de fronteira com
Portugal, mas teve de abandonar a missão, por falta de combustível.
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A38
F16 perseguiram avioneta suspeita de tráfico de droga
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
Meio:
RTP Online
URL:
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=608307&tm=8&layout=122&visual=61
02/12/2012
/
i
m
g
src="http://img0.rtp.pt/icm/thumb/phpThumb.php?src=/noticias/images/d4/d4bfeb9af67e4f5c54a488
da489e891b_N.jpg&w=115&sx=0&sy=0&sw=620&sh=339"/
Dois F 16 perseguiram esta madrugada uma aeronave que entrou em espaço aéreo português. Uma
missão da Força aérea justificada pela suspeita de tráfico de droga.
Página 38
A39
F16 da Força Aérea perseguem aeronave suspeita de tráfico de droga
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
Meio:
RTP Online
URL:
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=608269&tm=8&layout=122&visual=61
02/12/2012
/
i
m
g
src="http://img0.rtp.pt/icm/thumb/phpThumb.php?src=/noticias/images/28/287417badd00b7a623c9
8a1dcadea1fe_N.jpg&w=115&sx=0&sy=0&sw=620&sh=339"/
Dois F16 perseguiram uma aeronave suspeita de tráfico de droga que entrou no espaço aéreo
português. Esta ação de defesa desenvolvida pela Força Aérea decorreu este domingo de manhã.
Página 39
A40
Força Aérea "perdeu" avioneta suspeita vinda de Espanha
Tipo Meio:
Internet
Meio:
Renascença Online
URL:
http://rr.sapo.pt/printArticle.aspx?did=87471
Data Publicação:
02/12/2012
/
02-12-2012 21:27
Aparelho já vinha a ser seguido por aviões espanhóis que ficaram sem gasolina. Os F-16 portugueses
chegaram a ver o avião mas depois perderam-lhe o rasto.
Um avião ligeiro não identificado, que já vinha de Espanha, escapou à vigilância de dois aviões F-16
da Força Aérea Portuguesa e não se sabe onde está.
No âmbito do sistema de defesa aérea, um avião militar espanhol tinha acompanhado a aeronave
ligeira a partir das imediações do Golfo de Cádiz, no extremo sul do país, até à zona de fronteira com
Portugal, mas teve de abandonar a missão, por falta de combustível.
Segundo o tenente-coronel Rui Roque, porta-voz da FAP, os aviões portugueses chegaram a ter
contacto por radar e visual com a aeronave, mas foi subitamente perdido a 10 quilómetros da
fronteira, na zona do Sabugal, distrito da Guarda.
"Os dois F-16 fizeram várias passagens pelo local onde a aeronave deixou de ser avistada, não
voltando a localizá-la, e depreenderam que terá aterrado no campo", indicou à Lusa o porta-voz da
FAP.
A Força Aérea decidiu então dar por terminada a missão de defesa do espaço aéreo e notificar a GNR
para tentar averiguar a situação no terreno, "porque havia suspeita de transporte de estupefacientes".
"Tudo se passou entre as 4h50 e as 7h22 da manhã de hoje", indicou o tenente-coronel Rui Roque,
acrescentando que não foi possível confirmar se se tratava de um avião que transportava drogas.
Contactado pela Lusa, o Comando-Geral da GNR, em Lisboa, indicou que foi feito um patrulhamento
na região, mas não foi encontrado qualquer avião.
Página 40
A41
ID: 45018921
02-12-2012
Tiragem: 43576
Pág: 54
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 26,85 x 30,32 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 1 de 1
As Lajes e a tentação
do “mar alto”
CARLOS LOPES
Teresa de Sousa
Sem fronteiras
Portugal não pode afastar-se
da matriz de país europeu
comprometido com a
relação transatlântica
1.
A imprensa americana e os principais think-tanks não falam de outra
coisa. Desde que, no início deste ano,
a Administração Obama divulgou a
sua nova “orientação estratégica”, o
debate é sobre o “pivô em direcção à
Asia”, com a consequente descida da
Europa na escala das prioridades de
segurança norte-americana. Olhando
para o mundo de hoje e para as suas
grandes tendências, esta mudança estratégica encontra muitas razões que a justifiquem.
O centro de gravidade da riqueza e, consequentemente, do poder está a deslocar-se do
Atlântico-Norte para a Ásia-Pacífico. A China
já não é só um BRIC mas, cada vez mais, a
“superpotência emergente”, muito embora
ainda esteja a uma enorme distância do poder americano — económico, diplomático e
militar. A Europa, mergulhada numa crise
existencial sem paralelo, debate-se entre um
destino que a remete para as margens do
mundo do futuro ou um derradeiro alento
que lhe devolva um lugar ao sol. Obama já
declarou várias vezes que este século será o
do Pacífico. É lá que se joga a liderança da
América no mundo. A sua primeira viagem
depois da reeleição foi à Ásia. O abraço público a Aung San Suu Kiy, na Birmânia, antes
de partir para a Tailândia e o Camboja, também quer dizer que o reforço do sistema de
alianças que os EUA estão a estabelecer no
Sudeste asiático inclui um prémio especial
pela democracia.
Esta mudança estratégica coincide com a
grande crise económica que se abateu sobre
os Estados Unidos e a Europa. A América,
como escreveu Michel Mandelbaum, tem
de se adaptar ao seu novo estatuto de
“superpotência frugal”. A nova doutrina
Obama também resulta da necessidade
de contenção das despesas militares e da
sua utilização mais racional. Abandona o
princípio, que prevaleceu nos últimos 60
anos, segundo o qual a América deve estar
em condições de travar duas guerras de
grandes dimensões em diferentes cenários.
Dá muito maior relevo às forças especiais
e de deslocação rápida e à capacidade
tecnológica para agir “cirurgicamente” nos
quatro cantos do globo. Traduz-se numa
redução do orçamento da defesa em 500
mil milhões de dólares ao longo da próxima
década. Mesmo que o número pareça
astronómico, estamos a falar de um país
que ainda gasta com a defesa quase 800 mil
milhões de dólares, quando a China atinge
hoje quase 90 mil milhões, o Reino Unido 62
mil milhões, a Rússia 52 mil milhões e a Índia
32 mil milhões.
A redução da presença militar americana
em território europeu está a ser feita
praticamente desde o fim da Guerra Fria.
Nessa altura, os Estados Undos mantinham
na Europa 280 mil homens. Hoje, esse
número estará reduzido a cerca de 40
mil. Este reequilíbrio entre o Atlântico
e o Pacífico fará também com que os
enormes recursos navais americanos, hoje
distribuídos irmãmente entre o Atlântico e o
Pacífico (50/50), atinjam uma proporção de
40/60 em 2020. O novo conceito estratégico
americano diz expressamente que “a
maioria dos países europeus” é hoje, ela
própria, “produtora de segurança e não
consumidora de segurança”.
2. Está a Europa preparada para
assumir maiores
responsabilidades
pela sua própria
segurança e pela
segurança regional?
Como vai reagir
a esta inflexão
estratégica? O debate
está a ser abafado
pela crise mas,
mais cedo ou mais
tarde, os europeus
terão de regressar
a ele. Porque é esta
a nova realidade.
Obama “está a
encerrar um longo
capítulo da história
americana no
Atlântico”, escreveu
recentemente Josef
Joffe, editor do
Obama “está
a encerrar um
longo capítulo
da história
americana no
Atlântico”
Die Zeit e professor em Stanford na revista
Commentary. “A Europa deixou de estar
no centro estratégico do mundo, como
esteve quando as tropas soviéticas estavam
estacionadas às portas de Hamburgo. Não há
ameaças estratégicas previsíveis. Os Estados
Unidos deixaram de estar obcecados pela
Rússia. O palco principal do século XXI será a
China e o Pacífico Ocidental”. O comentador
alemão acrescenta, no entanto, outra coisa
que continua a prender fortemente um ao
outro os dois lados do Atlântico. “Mais do
que o interesse estratégico, o que está em
causa é a relação económica e a âncora do
mundo para a defesa da democracia liberal.
“Numa altura em que os países estão a
medir a sua influência tanto pelo tamanho
da sua economia como o seu poder militar,
temos de constatar o gigantesco potencial
do mercado transatlântico”, disse Hillary
Clinton há meia dúzia de dias, quando foi
falar à Brookings Institution sobre a relação
transatlântica. E acrescentou: “E isto é
tanto um imperativo estratégico, como um
objectivo económico”. Como ela costuma
dizer, o Ocidente tem de ganhar de novo
a batalha das ideias que melhor servem o
mundo.
3. Vem isto tudo a propósito da Base
das Lajes e da política externa portuguesa.
O Governo foi avisado em Fevereiro pelo
secretário da Defesa de que a base veria
a sua importância reduzida, no contexto
da redução da presença militar americana
na Europa. Não se sabe o que andou a
o fazer desde essa altura e só há pouco
tempo a notícia veio a público, quando o
Governo foi oficialmente notificado por
Washington. A Base das Lajes tem vindo a
perder relevância, a partir do fim da Guerra
Fria. Mas é uma espécie de símbolo de uma
boa relação entre Portugal e os EUA, que
também faz parte da nossa identidade como
país europeu. É legítimo que o Governo
português negocie as melhores condições
para este downgrading com um grande
impacte na economia da Terceira. Mas daí
até uma vaga ameaça de represálias que o
ministro dos Negócios Estrangeiros deixou
pairar quando reagiu publicamente vai uma
enorme distância.
Paulo Portas era ministro da Defesa do
Governo português que serviu de anfitrião
à célebre cimeira das Lajes que decretou a
guerra no Iraque e dividiu profundamente
os aliados europeus. Recebeu Donald
Rumsfeld em Lisboa com grande aparato
e tratou de orientar a política de Defesa
para uma relação privilegiada com os EUA,
nomeadamente na compra de material
bélico e no desinvestimento em projectos
militares europeus. É difícil de perceber
o que leva agora o mesmo Paulo Portas a
querer demarcar-se dos EUA. Primeiro,
quando anunciou, antes de qualquer outro
parceiro europeu, a sua intenção de votar a
favor do estatuto de Estado observador para
a Autoridade Palestiniana. Depois, com a
declaração de que haveria “consequências”
para Washington do desinvestimento nas
Lajes. As duas atitudes podem ser legítimas
mas têm de ser muito bem explicadas.
Portugal não tem uma política para o
Médio Oriente, embora o anterior ocupante
das Necessidades, Luís Amado, tenha
querido prestar mais atenção a essa frente
partir da presidência portuguesa de 2007
e sempre com o objectivo de contribuir
para uma política europeia. Tem sido
essa a maior preocupação da diplomacia
portuguesa. O que levou Portas a precipitarse para uma tomada de posição contrária à
tradição portuguesa? Pode argumentar-se
que a Europa está tão dividida que já nem
não vale a pena esperar que se entenda.
É verdade. Mas também é verdade que a
diplomacia portuguesa tem de levar em
conta múltiplos factores para além daquele
que Portas enunciou para justificar o voto:
premiar os moderados. É fácil fazê-lo
sobretudo para quem não tem de arcar com
as consequências. Poucos dias depois, a
questão das Lajes vinha a público e Portas
deixava a referida velada ameaça aos aliados
americanos. Com que benefício?
Com as extremas dificuldades que o
país está a passar, convém estar atento à
tentação do “mar alto”, que pode levar a
diplomacia portuguesa, tão obcecada pelos
novos países emergentes do Atlântico Sul
e tão reconhecida e veneranda perante o
investimento chinês, a desviar-se da sua
matriz fundamental: de país europeu e
ocidental comprometido com o futuro da
Europa e com a relação transatlântica. Tudo
o resto é importante, mas é complementar
e não vale sequer os votos para entrar na
Comissão dos Direitos Humanos.
Jornalista. Escreve ao domingo
Página 41
A42
Força Aérea Dois F16 interceptaram avião não identificado na Guarda
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
02/12/2012
Meio:
Notícias ao Minuto Online
URL:
http://www.noticiasaominuto.com/pais/25272/dois-f16-interceptaram-avi%c3%a3o-n%c3%a3o-identificado-na-guarda
/
Dois aviões F-16 da Força Aérea Portuguesa (FAP) interceptaram este domingo um avião ligeiro não
identificado na zona da Guarda, junto à fronteira, após um alerta das autoridades espanholas, disse à
agência Lusa uma fonte oficial.
21:27 - 02 de Dezembro de 2012 | Por Lusa
De acordo com o porta-voz da FAP, tenente-coronel Rui Roque, o alerta das autoridades espanholas
foi dado às 04h50 da madrugada de hoje, após Espanha ter interceptado uma aeronave ligeira, de
dois lugares, não identificada.
No âmbito do sistema de defesa aérea, um avião militar espanhol tinha acompanhado a aeronave
ligeira a partir das imediações do Golfo de Cádiz, no extremo sul do país, até à zona de fronteira com
Portugal, mas teve de abandonar a missão, por falta de combustível.
Cerca das 06h18, segundo o porta-voz, a FAP decidiu enviar dois aviões F-16 da base área militar de
Monte Real, em Leiria, no encalço da aeronave não identificada, que seguia para norte, sempre junto à
fronteira entre Espanha e Portugal.
O tenente-coronel Rui Roque indicou ainda à Lusa que os aviões portugueses chegaram a ter contacto
por radar e visual com a aeronave, mas foi subitamente perdido a 10 quilómetros da fronteira, na
zona do Sabugal, distrito da Guarda.
"Os dois F-16 fizeram várias passagens pelo local onde a aeronave deixou de ser avistada, não
voltando a localizá-la, e depreenderam que terá aterrado no campo", indicou o porta-voz da FAP.
A Força Aérea decidiu então dar por terminada a missão de defesa do espaço aéreo e notificar a GNR
para tentar averiguar a situação no terreno, "porque havia suspeita de transporte de estupefacientes".
"Tudo se passou entre as 04h50 e as 07h22 da manhã de hoje", indicou o tenente-coronel Rui Roque,
acrescentando que não foi possível confirmar se se tratava de um avião que transportava drogas.
Contactado pela Lusa, o Comando-Geral da GNR, em Lisboa, indicou que foi feito um patrulhamento
na região, mas não foi encontrado qualquer avião.
Página 42
A43
Força Aérea Dois F16 interceptam aeronave não identificada na Guarda
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
02/12/2012
Meio:
Notícias ao Minuto Online
URL:
http://www.noticiasaominuto.com/pais/25272/dois-f16-interceptam-aeronave-n%c3%a3o-identificada-na-guarda
/
Dois aviões F-16 da Força Aérea Portuguesa (FAP) interceptaram este domingo um avião ligeiro não
identificado na zona da Guarda, junto à fronteira, após um alerta das autoridades espanholas, disse à
agência Lusa uma fonte oficial.
21:27 - 02 de Dezembro de 2012 | Por Lusa
De acordo com o porta-voz da FAP, tenente-coronel Rui Roque, o alerta das autoridades espanholas
foi dado às 04h50 da madrugada de hoje, após Espanha ter interceptado uma aeronave ligeira, de
dois lugares, não identificada.
No âmbito do sistema de defesa aérea, um avião militar espanhol tinha acompanhado a aeronave
ligeira a partir das imediações do Golfo de Cádiz, no extremo sul do país, até à zona de fronteira com
Portugal, mas teve de abandonar a missão, por falta de combustível.
Cerca das 06h18, segundo o porta-voz, a FAP decidiu enviar dois aviões F-16 da base área militar de
Monte Real, em Leiria, no encalço da aeronave não identificada, que seguia para norte, sempre junto à
fronteira entre Espanha e Portugal.
O tenente-coronel Rui Roque indicou ainda à Lusa que os aviões portugueses chegaram a ter contacto
por radar e visual com a aeronave, mas foi subitamente perdido a 10 quilómetros da fronteira, na
zona do Sabugal, distrito da Guarda.
"Os dois F-16 fizeram várias passagens pelo local onde a aeronave deixou de ser avistada, não
voltando a localizá-la, e depreenderam que terá aterrado no campo", indicou o porta-voz da FAP.
A Força Aérea decidiu então dar por terminada a missão de defesa do espaço aéreo e notificar a GNR
para tentar averiguar a situação no terreno, "porque havia suspeita de transporte de estupefacientes".
"Tudo se passou entre as 04h50 e as 07h22 da manhã de hoje", indicou o tenente-coronel Rui Roque,
acrescentando que não foi possível confirmar se se tratava de um avião que transportava drogas.
Contactado pela Lusa, o Comando-Geral da GNR, em Lisboa, indicou que foi feito um patrulhamento
na região, mas não foi encontrado qualquer avião.
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A44
Dois aviões da Força Aérea intercetaram avião não identificado na zona da Guarda
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
02/12/2012
Meio:
Lusa.pt
URL:
http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/dois-avioes-da-forca-aerea-intercetaram-aviao-nao-identificado-na-zona-daguarda_15404046.html
/
02 de Dezembro de 2012, 21:13
Dois aviões F-16 da Força Aérea Portuguesa (FAP) intercetaram hoje um avião ligeiro não identificado
na zona da Guarda, junto à fronteira, após um alerta das autoridades espanholas, disse à agência
Lusa uma fonte oficial.
De acordo com o porta-voz da FAP, tenente-coronel Rui Roque, o alerta das autoridades espanholas
foi dado às 04:50 da madrugada de hoje, após Espanha ter intercetado uma aeronave ligeira, de dois
lugares, não identificada.
No âmbito do sistema de defesa aérea, um avião militar espanhol tinha acompanhado a aeronave
ligeira a partir das imediações do Golfo de Cádiz, no extremo sul do país, até à zona de fronteira com
Portugal, mas teve de abandonar a missão, por falta de combustível.
Página 44
A45
Dois aviões da Força Aérea intercetaram avião não identificado na zona da Guarda
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
Meio:
Jornal de Notícias Online
URL:
http://www.jn.pt/Common/print.aspx?content_id=2923007
02/12/2012
/
Dois aviões F-16 da Força Aérea Portuguesa intercetaram, este domingo, um avião ligeiro não
identificado na zona da Guarda, junto à fronteira, após um alerta das autoridades espanholas.
De acordo com o porta-voz da FAP, tenente-coronel Rui Roque, o alerta das autoridades espanholas
foi dado às 4.50 horas da madrugada de domingo, após Espanha ter intercetado uma aeronave ligeira,
de dois lugares, não identificada.
No âmbito do sistema de defesa aérea, um avião militar espanhol tinha acompanhado a aeronave
ligeira a partir das imediações do Golfo de Cádiz, no extremo sul do país, até à zona de fronteira com
Portugal, mas teve de abandonar a missão, por falta de combustível.
Cerca das 6.18 horas, segundo o porta-voz, a FAP decidiu enviar dois aviões F-16 da base área militar
de Monte Real, em Leiria, no encalço da aeronave não identificada, que seguia para norte, sempre
junto à fronteira entre Espanha e Portugal.
O tenente-coronel Rui Roque indicou ainda à Lusa que os aviões portugueses chegaram a ter contacto
por radar e visual com a aeronave, mas foi subitamente perdido a 10 quilómetros da fronteira, na
zona do Sabugal, distrito da Guarda.
"Os dois F-16 fizeram várias passagens pelo local onde a aeronave deixou de ser avistada, não
voltando a localizá-la, e depreenderam que terá aterrado no campo", indicou o porta-voz da FAP.
A Força Aérea decidiu então dar por terminada a missão de defesa do espaço aéreo e notificar a GNR
para tentar averiguar a situação no terreno, "porque havia suspeita de transporte de estupefacientes".
"Tudo se passou entre as 4.50 e as 7.22 horas da manhã de hoje", indicou o tenente-coronel Rui
Roque, acrescentando que não foi possível confirmar se se tratava de um avião que transportava
drogas.
Contactado pela Lusa, o Comando-Geral da GNR, em Lisboa, indicou que foi feito um patrulhamento
na região, mas não foi encontrado qualquer avião.
publicado a 2012-12-02 às 21:31
Para mais detalhes consulte:
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2923007
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A46
ID: 45019098
02-12-2012
Tiragem: 94942
Pág: 19
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 9,17 x 15,82 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 1 de 1
Página 46
A47
ID: 45019109
02-12-2012
Tiragem: 94942
Pág: 22
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 26,89 x 33,35 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 1 de 1
Página 47
A48
Dois aviões da Força Aérea interceptaram avião não identificado na zona da Guarda
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
02/12/2012
Meio:
i Online
URL:
http://www.ionline.pt/portugal/dois-avioes-da-forca-aerea-interceptaram-aviao-nao-identificado-na-zona-da-guarda
/
Dois aviões F-16 da Força Aérea Portuguesa (FAP) intercetaram hoje um avião ligeiro não identificado
na zona da Guarda, junto à fronteira, após um alerta das autoridades espanholas, disse à agência
Lusa uma fonte oficial. De acordo com o porta-voz da FAP, tenente-coronel Rui Roque, o alerta das
autoridades espanholas foi dado às 04:50 da madrugada de hoje, após Espanha ter intercetado uma
aeronave ligeira, de dois lugares, não identificada. No âmbito do sistema de defesa aérea, um avião
militar espanhol tinha acompanhado a aeronave ligeira a partir das imediações do Golfo de Cádiz, no
extremo sul do país, até à zona de fronteira com Portugal, mas teve de abandonar a missão, por falta
de combustível. Cerca das 06:18, segundo o porta-voz, a FAP decidiu enviar dois aviões F-16 da base
área militar de Monte Real, em Leiria, no encalço da aeronave não identificada, que seguia para norte,
sempre junto à fronteira entre Espanha e Portugal. O tenente-coronel Rui Roque indicou ainda à Lusa
que os aviões portugueses chegaram a ter contacto por radar e visual com a aeronave, mas foi
subitamente perdido a 10 quilómetros da fronteira, na zona do Sabugal, distrito da Guarda. "Os dois
F-16 fizeram várias passagens pelo local onde a aeronave deixou de ser avistada, não voltando a
localizá-la, e depreenderam que terá aterrado no campo", indicou o porta-voz da FAP. A Força Aérea
decidiu então dar por terminada a missão de defesa do espaço aéreo e notificar a GNR para tentar
averiguar a situação no terreno, "porque havia suspeita de transporte de estupefacientes". "Tudo se
passou entre as 04:50 e as 07:22 da manhã de hoje", indicou o tenente-coronel Rui Roque,
acrescentando que não foi possível confirmar se se tratava de um avião que transportava drogas.
Contactado pela Lusa, o Comando-Geral da GNR, em Lisboa, indicou que foi feito um patrulhamento
na região, mas não foi encontrado qualquer avião. *Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo
ortográfico
Página 48
A49
Força Aérea interceta avião não identificado na Guarda
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
02/12/2012
Meio:
Expresso Online
URL:
http://expresso.sapo.pt/forca-aerea-interceta-aviao-nao-identificado-na-guarda=f771037
/
21:33Domingo, 2 de dezembro de 2012
Dois aviões F-16 da Força Aérea Portuguesa (FAP) intercetaram hoje um avião ligeiro não identificado
na zona da Guarda, junto à fronteira, após um alerta das autoridades espanholas, disse à agência
Lusa uma fonte oficial.
De acordo com o porta-voz da FAP, tenente-coronel Rui Roque, o alerta das autoridades espanholas
foi dado às 04:50 da madrugada de hoje, após Espanha ter intercetado uma aeronave ligeira, de dois
lugares, não identificada.
No âmbito do sistema de defesa aérea, um avião militar espanhol tinha acompanhado a aeronave
ligeira a partir das imediações do Golfo de Cádiz, no extremo sul do país, até à zona de fronteira com
Portugal, mas teve de abandonar a missão, por falta de combustível.
Cerca das 06:18, segundo o porta-voz, a FAP decidiu enviar dois aviões F-16 da base área militar de
Monte Real, em Leiria, no encalço da aeronave não identificada, que seguia para norte, sempre junto à
fronteira entre Espanha e Portugal.
O tenente-coronel Rui Roque indicou ainda à Lusa que os aviões portugueses chegaram a ter contacto
por radar e visual com a aeronave, mas foi subitamente perdido a 10 quilómetros da fronteira, na
zona do Sabugal, distrito da Guarda.
"Os dois F-16 fizeram várias passagens pelo local onde a aeronave deixou de ser avistada, não
voltando a localizá-la, e depreenderam que terá aterrado no campo", indicou o porta-voz da FAP.
A Força Aérea decidiu então dar por terminada a missão de defesa do espaço aéreo e notificar a GNR
para tentar averiguar a situação no terreno, "porque havia suspeita de transporte de estupefacientes".
"Tudo se passou entre as 04:50 e as 07:22 da manhã de hoje", indicou o tenente-coronel Rui Roque,
acrescentando que não foi possível confirmar se se tratava de um avião que transportava drogas.
Contactado pela Lusa, o Comando-Geral da GNR, em Lisboa, indicou que foi feito um patrulhamento
na região, mas não foi encontrado qualquer avião.
Página 49
A50
ID: 45020290
02-12-2012
Tiragem: 3630
Pág: 10
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 16,92 x 11,96 cm²
Âmbito: Regional
Corte: 1 de 1
Governo paga dívida de 30 milhões à CP deverá ocorrer nas próximas semanas.
“A dívida fica saldada até ao final do ano e
até ao fim do ano
assim é possível fechar este processo definitivaO Ministério da Defesa vai pagar até ao fi- mente”, afirmou a fonte do executivo.
A mesma fonte adiantou que a dívida do Minal do ano à CP 30 milhões de euros de dívida
nistério
da Defesa se vinha acumulando desde
acumulada pela isenção de pagamento dos mili2001
pela
falta de pagamento das compensações
tares nos transportes ferroviários, disse à agênà
CP
pela
isenção dos militares na compra de
cia Lusa fonte do Governo.
títulos
de
transporte.
O acordo entre o Ministério da Defesa, a SeO ministério e a empresa de transportes irão
cretaria de Estado dos Transportes e a CP foi
alcançado na terça-feira e a sua formalização posteriormente negociar um novo protocolo,
não existindo ainda qualquer prazo estabelecido.
A 5 de Novembro, o ministro da Defesa afirmou no Parlamento que haverá “uma renovação
de protocolo que permita haver situações de especial benefício”, embora não especificando.
“Há uma dívida acumulada do ministério de
cerca de 38 milhões de euros de há vários anos,
é uma ilusão dizer-se que há transporte gratuito, não há transporte gratuito, o ministério deve
essa ordem de grandeza pelos anos acumulados
em que não foram respeitados os compromissos
a esse nível”, afirmou José Pedro Aguiar-Branco na altura.
acordo ortográfico
Página 50
A51
ID: 45020509
02-12-2012
Tiragem: 8500
Pág: 18
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 32,87 x 11,43 cm²
Âmbito: Regional
Corte: 1 de 1
Militares oferecem Missa na Sé por falecidos na Guerra do Ultramar
Rui
de
dm
Lemos
Um grupo de militares
e ex-combatentes reuniu-se, ontem, na Sé de Braga, para lembrar e honrar
a memória dos que tombaram nos teatros de operações da guerra do ex-ultramar português. A celebração eucarística serviu para exaltar a memória dos que tombaram ao
serviço da pátria.
Algumas dezenas de excombatentes e militares
participaram, ontem, na
Eucaristia da Sé de Braga celebrada por todos os
Ex-militares lembraram memória dos que tombaram em combate
militares falecidos no ex-ultramar português, «bem
como por todos os que, do
outro lado da trincheira,
derramaram o sangue por
amor dos seus ideais». Os
ex-militares aproveitaram
o Dia da Restauração da
Independência para lembrar e honrar «os que foram levados a sacrificar a
sua própria vida no cumprimento de um dever patriótico», a quem, horas antes, na Póvoa de Lanhoso,
foi erigido um monumento.
Um monumento que tem
por finalidade «apelar à
memória dos seus concida-
dãos e prestar-lhes o merecido tributo», resumiu Domingos Marques.
Na Missa em memoria dos ex-combatentes,
o deão do Cabido da Sé
lembrou os «companheiros de viagem» no Ultramar que já partiram para
evidenciar que a «Eucaristia serve também para
celebrar a festa da comunhão» com Deus e entre
os homens. «A Eucaristia
é comunhão uns com os
outros e estabelece a comunhão com os que partiram, sendo por isso que
colocamos intenções por
aqueles que já se apressaram a ir para a Casa do
Pai», concretizou o cónego
José Paulo Abreu.
Numa celebração acompanhada pelos cânticos do
grupo folclórico “Os Sinos
da Sé”, o vigário geral da
Arquidiocese de Braga sublinhou a celebração da
festa da comunhão e o
Advento, lembrando que
os cristãos são chamados a «preparar a vinda
do Salvador». «O Advento coloca-nos neste tempo pré-Natal, onde é preciso preparar o coração»,
salientou.
Página 51
A52
Dois aviões da Força Aérea intercetaram avião não identificado na zona da Guarda |
Sociedade
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
Meio:
Diário Digital Online
URL:
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=604661
02/12/2012
/
Dois aviões F-16 da Força Aérea Portuguesa (FAP) intercetaram hoje um avião ligeiro não identificado
na zona da Guarda, junto à fronteira, após um alerta das autoridades espanholas, disse à agência
Lusa uma fonte oficial. De acordo com o porta-voz da FAP, tenente-coronel Rui Roque, o alerta das
autoridades espanholas foi dado às 04:50 da madrugada de hoje, após Espanha ter intercetado uma
aeronave ligeira, de dois lugares, não identificada. No âmbito do sistema de defesa aérea, um avião
militar espanhol tinha acompanhado a aeronave ligeira a partir das imediações do Golfo de Cádiz, no
extremo sul do país, até à zona de fronteira com Portugal, mas teve de abandonar a missão, por falta
de combustível. Diário Digital / Lusa
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A53
Dois F-16 intercetam e perdem aeronave não identificada
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
Meio:
Diário de Notícias Online
URL:
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2923006&page=-1
02/12/2012
/
Na zona da Guarda
por Lusa
Dois aviões F-16 da Força Aérea Portuguesa (FAP) intercetaram hoje um avião ligeiro não identificado
na zona da Guarda, junto à fronteira, após um alerta das autoridades espanholas, disse à agência
Lusa uma fonte oficial.
De acordo com o porta-voz da FAP, tenente-coronel Rui Roque, o alerta das autoridades espanholas
foi dado às 04:50 da madrugada de hoje, após Espanha ter intercetado uma aeronave ligeira, de dois
lugares, não identificada.
No âmbito do sistema de defesa aérea, um avião militar espanhol tinha acompanhado a aeronave
ligeira a partir das imediações do Golfo de Cádiz, no extremo sul do país, até à zona de fronteira com
Portugal, mas teve de abandonar a missão, por falta de combustível.
Cerca das 06:18, segundo o porta-voz, a FAP decidiu enviar dois aviões F-16 da base área militar de
Monte Real, em Leiria, no encalço da aeronave não identificada, que seguia para norte, sempre junto à
fronteira entre Espanha e Portugal.
O tenente-coronel Rui Roque indicou ainda à Lusa que os aviões portugueses chegaram a ter contacto
por radar e visual com a aeronave, mas foi subitamente perdido a 10 quilómetros da fronteira, na
zona do Sabugal, distrito da Guarda.
"Os dois F-16 fizeram várias passagens pelo local onde a aeronave deixou de ser avistada, não
voltando a localizá-la, e depreenderam que terá aterrado no campo", indicou o porta-voz da FAP.
A Força Aérea decidiu então dar por terminada a missão de defesa do espaço aéreo e notificar a GNR
para tentar averiguar a situação no terreno, "porque havia suspeita de transporte de estupefacientes".
"Tudo se passou entre as 04:50 e as 07:22 da manhã de hoje", indicou o tenente-coronel Rui Roque,
acrescentando que não foi possível confirmar se se tratava de um avião que transportava drogas.
Contactado pela Lusa, o Comando-Geral da GNR, em Lisboa, indicou que foi feito um patrulhamento
na região, mas não foi encontrado qualquer avião.
Página 53
A54
ID: 45021002
02-12-2012
Tiragem: 7014
Pág: 11
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 8,91 x 6,19 cm²
Âmbito: Regional
Corte: 1 de 1
AVEIRO
Força Aérea
salva
passageiro
de paquete
I Uma aeronave da Força Aérea
foi, na manhã de ontem, mobilizada para uma operação de bus-
ca e salvamento de um homem
de nacionalidade inglesa, de 70
anos, que viajava a bordo do paquete “Balmoral”, a, aproximadamente, 140 quilómetros a Oeste
de Aveiro.
A vítima evacuada apresentava
sintomas de úlcera gástrica.
A acção foi conduzida pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa.l
Página 54
A55
Dois aviões da Força Aérea intercetaram avião não identificado na zona da Guarda
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
02/12/2012
Meio:
Destak.pt
URL:
http://www.destak.pt/artigo/147517-dois-avioes-da-forca-aerea-intercetaram-aviao-nao-identificado-na-zona-da-guarda
/
Actualidade
02 | 12 | 2012
21.14H
Dois aviões F-16 da Força Aérea Portuguesa (FAP) intercetaram hoje um avião ligeiro não identificado
na zona da Guarda, junto à fronteira, após um alerta das autoridades espanholas, disse à agência
Lusa uma fonte oficial.
De acordo com o porta-voz da FAP, tenente-coronel Rui Roque, o alerta das autoridades espanholas
foi dado às 04:50 da madrugada de hoje, após Espanha ter intercetado uma aeronave ligeira, de dois
lugares, não identificada.
No âmbito do sistema de defesa aérea, um avião militar espanhol tinha acompanhado a aeronave
ligeira a partir das imediações do Golfo de Cádiz, no extremo sul do país, até à zona de fronteira com
Portugal, mas teve de abandonar a missão, por falta de combustível.
Página 55
A56
Força Aérea intercepta avião não identificado na Guarda
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
02/12/2012
Meio:
Correio da Manhã Online
URL:
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/forca-aerea-intercepta-aviao-nao-identificado-na-guarda
/
Dois aparelhos F16 na operação
Dois aviões F-16 da Força Aérea Portuguesa (FAP) interceptaram neste domingo um avião ligeiro não
identificado na zona da Guarda, junto à fronteira, após um alerta das autoridades espanholas, disse à
agência Lusa uma fonte oficial.
De acordo com o porta-voz da FAP, tenente-coronel Rui Roque, o alerta das autoridades espanholas
foi dado às 04h50 da madrugada deste domingo, após Espanha ter interceptado uma aeronave ligeira,
de dois lugares, não identificada.
No âmbito do sistema de defesa aérea, um avião militar espanhol tinha acompanhado a aeronave
ligeira a partir das imediações do Golfo de Cádiz, no extremo sul do país, até à zona de fronteira com
Portugal, mas teve de abandonar a missão, por falta de combustível.
Cerca das 06h18, segundo o porta-voz, a FAP decidiu enviar dois aviões F-16 da base área militar de
Monte Real, em Leiria, no encalço da aeronave não identificada, que seguia para norte, sempre junto à
fronteira entre Espanha e Portugal.
O tenente-coronel Rui Roque indicou ainda à Lusa que os aviões portugueses chegaram a ter contacto
por radar e visual com a aeronave, mas foi subitamente perdido a 10 quilómetros da fronteira, na
zona do Sabugal, distrito da Guarda.
javascript:;
Página 56
A57
ID: 45019236
02-12-2012
Tiragem: 159027
Pág: 15
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 10,00 x 10,66 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 1 de 1
Página 57
A58
Caças F-16 portugueses intercetaram aeronave suspeita
Tipo Meio:
Internet
Meio:
Bola Online
URL:
http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=368047
Data Publicação:
02/12/2012
/
Por Redação
Dois caças F-16 da Força Aérea Portuguesa intercetaram uma avioneta suspeita que circulava junto à
zona da Guarda.
O alerta foi dado na última madrugada pelas autoridades espanholas, que acompanharam o percurso
da avioneta desde o Golfo de Cádis, mas a falta de combustível forçou os militares a abandonar a
missão.
Os pilotos dos F-16 chegaram a ter contacto visual com a aeronave ligeira, que voava a baixa
altitude, mas acabaram por perder-lhe o rasto na região do Sabugal.
A missão de defesa do espaço aéreo foi dada por concluída e a GNR foi notificada. No terreno foi feita
uma ação de patrulhamento, sem que tenham sido encontrados vestígios da aeronave.
02-12-2012
Página 58
A59
ID: 45028494
02-12-2012
Tiragem: 5021
Pág: 15
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 5,73 x 29,78 cm²
Âmbito: Regional
Corte: 1 de 1
Página 59
A60
ID: 45028418
02-12-2012
Tiragem: 5021
Pág: 8
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 14,90 x 13,67 cm²
Âmbito: Regional
Corte: 1 de 1
Página 60
A61
ID: 45028825
02-12-2012
Tiragem: 5021
Pág: 29
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 19,78 x 14,29 cm²
Âmbito: Regional
Corte: 1 de 1
Página 61
A62
ID: 45026750
03-12-2012
Tiragem: 43576
Pág: 12
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 26,65 x 30,26 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 1 de 3
“Não temos informação suficiente
na Comissão de Defesa sobre as Lajes”
Miranda Calha, eleito há um ano
vice-presidente da Assembleia
Parlamentar da NATO, reflecte sobre
a redução dos EUA nos Açores
Entrevista
Nuno Sá Lourenço Texto
Miguel Manso Fotografia
De forma diplomática, Miranda
Calha, deputado socialista
membro da Comissão de Defesa,
critica a forma como o Governo
tem gerido o processo da Base
das Lajes. A sua experiência
garante-lhe a convicção de que
o Governo tem na mão as armas
necessárias para fazer valer
uma solução de compromisso
em relação à base açoriana.
Dá exemplos de processos
semelhantes no passado para o
demonstrar. Tem a expectativa
de obter explicações do ministro
da Defesa sobre a matéria. Mas
reconhece alguma surpresa pela
forma “casuística” como AguiarBranco tem liderado a pasta.
Falta “horizonte” às decisões do
ministro, alerta.
Como é que encara o tom
ameaçador da resposta
do ministro dos Negócios
Estrangeiros sobre a redução
na Base das Lajes?
É uma posição interessante. Mas
temos de analisar a substância
desse tom ameaçador tendo
em conta o que está a ser feito
com o objectivo de manter o
relacionamento de cooperação
e Defesa com os EUA e que tem
expressão precisamente na
utilização da Base das Lajes.
Existe uma questão que tem que
ver com o sentido estratégico
do Estado em relação a estas
matérias, a manutenção da
interligação atlântica. No fundo,
fazemos fronteira, directamente,
com os EUA. O que é preciso
saber é se é importante e
relevante ter essa estratégia e
uma política de colaboração e
cooperação com os EUA. Em
relação às Lajes, é relevante
tudo o que possa significar o
downgrade da situação, o impacto
económico nos Açores. Mas
também há um raciocínio sobre
as questões de Estado, sobre qual
deve ser a estratégia do Estado
em relação a este relacionamento
que já existe há mais de cinco,
seis décadas.
A forma como Paulo Portas
reagiu coaduna-se com a
importância que deve ter para
Portugal o relacionamento
com os EUA?
Certamente estarão em curso
negociações. E que vão ter uma
evolução. Nós não tivemos
informação na comissão
parlamentar de Defesa sobre
a evolução do processo. Mas
acredito que estarão em curso
negociações e que estas vão
preservar o essencial de uma
relação estratégica para o nosso
país. Portugal é um país com
vocação atlântica e nada mais
indicado para nós, que somos
membros da NATO, que se
mantenha uma relação cultivada
ao longo dos anos com os EUA.
O PS não foi informado pelo
Governo?
Eu tive a oportunidade de
levantar esta questão há meses
[Maio] sobre a evolução do
dossier. O que nos foi dito é que
estariam em curso negociações.
O que posso dizer é que, se
essas negociações estão em
curso, fomos surpreendidos
pelas notícias que saíram
recentemente. Da nossa parte,
a ideia é a de colaborar numa
questão que deve ser de consenso
nacional.
Acha que o Governo fez tudo
para assegurar esse consenso?
Direi que não nos foi transmitida
informação suficiente. Mas,
havendo negociação, pois
então que esta tenha êxito. Era
expectável esta retirada na Base
das Lajes… Ainda não sei se isto
é um resultado. Solicitámos a
presença do ministro da Defesa
e também ouviremos o ministro
dos Negócios Estrangeiros.
Vamos apurar qual o estado das
negociações entre Portugal e os
EUA.
Tendo em conta o anúncio
dos EUA sobre a retirada do
contingente estacionado na
Europa…
Uma questão é a retracção de
componentes importantes
de unidades militares norteamericanas da Europa.
“Não tivemos
informação sobre
a evolução do
processo [das
Lajes]”
Sabemos que as opções dos
EUA em estratégia de segurança
apontam para outras zonas.
Consequentemente, isso quer dizer
que tem de haver maior afirmação
da Europa nas áreas da segurança
e defesa. Mas nós estamos a
falar de um caso concreto de
cooperação bilateral. É aí que nós
temos que nos estribar.
O que está a dizer é que,
havendo um acordo bilateral
e uma relação histórica forte,
Portugal tem uma posição
privilegiada para fazer valer os
seus interesses?
Portugal tem argumentos
muito importantes. Não só
dados históricos mas também
estratégicos. Sobre qual é o
seu posicionamento e qual
é a sua participação, como
quase membro fundador da
NATO. Cabem aqui argumentos
muito relevantes para
Portugal sobre o que pode vir
a ser o desenvolvimento da
cooperação neste âmbito. E não
exclusivamente na Defesa.
Interessa aos EUA manter
uma relação privilegiada
com Portugal por sermos os
vizinhos atlânticos?
Absolutamente. Portugal é um
país com vocação atlântica. E
temos de pensar no AtlânticoSul. Há componentes muito
importantes na ligação com essa
parte do mundo. Não só nas
comunicações, mas também na
relação com os países de língua
oficial portuguesa.
Como acha que se devia
negociar?
Já tracei as linhas gerais. Basta
lembrar o dossier estruturas
da NATO em Portugal. A
strike maritime force está aqui
Página 62
ID: 45026750
03-12-2012
Tiragem: 43576
Pág: 13
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 27,07 x 30,61 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 2 de 3
“Temos de
encontrar forma
de racionalizar
e de diminuir
custos”
sedeada mercê de um processo
de negociação, de troca de
argumentos, mas que Portugal
conseguiu estabilizar de uma
forma positiva.
Como avalia o mandato do
ministro da Defesa?
Não me vou pronunciar ou dar
notas (risos). O que interessa é o
que é que está a ser desenvolvido
em política de Defesa. E, aí,
o que posso considerar é que
existe alguma casuística no
desenvolvimento de uma política
com horizonte. No princípio desta
legislatura, foi considerado que
era muito importante haver uma
revisão do conceito estratégico.
Pareceu-me positivo, uma vez
que passou uma década desde a
última revisão. Houve evoluções
no mundo que nos levam a
repensar a nossa estratégia. A
NATO tem um novo conceito, os
EUA também. O que me parece é
que há alguma incompatibilidade
entre o que é a revisão do conceito
e as actuações pontuais que estão
a existir.
Está falar de cancelamento de
programas?
Falo, por exemplo, dos Estaleiros
Navais de Viana do Castelo. Temos
de reconhecer que há alguma
relevância para uma estratégia
que tem a ver com a nossa
situação geoestratégica atlântica.
Cada vez se afirma mais que o
país tem de se voltar para o mar.
Seja pela extensão da plataforma
continental, ou pelo espaço
estratégico por onde passam
rotas marítimas internacionais.
E há recursos naturais, recursos
minerais. É um processo em
evolução. Assim, onde é que
se integra aí um processo de
análise sobre os estaleiros, que
aliás estavam a construir navios
para a Marinha? Qual é o papel
que podem ter os Estaleiros e o
seu produto na nossa estratégia
virada para o mar? Há o problema
imediato da empresa, é certo,
mas há o problema mais amplo da
definição de uma estratégia sobre
o mar. E onde se pode inserir esta
estrutura. E como isso se relaciona
com o conceito estratégico.
A solução era manter os
Estaleiros sob o controlo do
Estado?
Há um modelo que não posso
deixar de invocar, o das Oficinas
Gerais de Material Aeronáutico.
Era um departamento
essencialmente ligado à
manutenção da Força Aérea que
teve uma evolução interessante.
Agora é uma empresa privatizada
com prerrogativas no apoio à
manutenção da componente
militar, mas que originou que
viessem para Portugal outras
empresas do sector. E não é isto
que estou a visualizar para os
Estaleiros Navais. Não sei se há
uma ideia que compatibilize os
nossos interesses estratégicos
com a prestação de serviços da
empresa.
Mas concorda com a
racionalização na Defesa?
Não tenho dúvidas sobre essa
matéria, e não posso aliás deixar
de elogiar a atitude das chefias
militares e das Forças Armadas
(FA) no seu conjunto neste
momento de crise. E elogiar ainda
o desempenho das FA nos diversos
locais onde têm participado,
desde o Afeganistão ao Kosovo,
no Líbano e noutros pontos,
que se tem revelado altamente
prestigiante para Portugal.
Agora, é verdade que temos que
racionalizar em diversas áreas.
Ainda há pouco se fez um esforço
no exército britânico. Com uma
redução na estrutura superior.
Temos de encontrar uma fórmula
de racionalidade e de diminuição
de custos, no sentido de termos
condições para que as missões
das FA possam ser desenvolvidas,
mas certamente numa base de
racionalidade.
A questão está onde se aplicam
os cortes…
Aí compete ao ministro traçar
a bissectriz. Daí a relevância do
conceito estratégico. Por exemplo,
um dos pontos afirmados [pelo
ministro] dentro do princípio de
racionalidade foram as missões
de Segurança Interna. Mas
também aí tem que ser decidido
numa base de perspectiva não
casuística. O conceito tem que
clarificar muito bem como se
desenvolvem algumas missões em
termos internos e onde é que se
poderá concretizar esse binómio.
Gira tudo à volta da questão do
desenvolvimento de uma política
de defesa. Não tenho dúvidas de
que algumas das perturbações a
que temos assistido no seio das
FA advêm do facto de não haver
um horizonte amplo sobre o
desenvolvimento de uma política
de Defesa.
O ministro tem exemplos
externos de onde pode colher
soluções?
Estamos num momento em que
a NATO está a implementar a
chamada Smart Defense. Que
resulta da redução em diversos
países, na Europa sobremaneira,
dos seus orçamentos de Defesa.
Mas na Europa existe outra
componente que resulta do
conceito Pool & Sharing. Que, no
fundo, mais não é que racionalizar
meios, estabelecer cooperações
no sentido de continuar a haver
uma afirmação europeia neste
sector. Estamos a viver uma época
única em que por todo o lado
estão a dar-se racionalizações,
mas sempre procurando a melhor
forma. Tem que haver uma ideia
com horizonte…
Mas esses são planos de
cooperação entre Estados…
Exacto. Olhe para o programa dos
NH90. Era o único equipamento
que estava a ser desenvolvido em
sentido cooperativo…
Que Aguiar-Branco cancelou…
Compreendo a situação
financeira e algumas das
decisões tomadas na base dos
contratos feitos. Estando bem
feitos, houve possibilidade de
se poder tomar determinado
tipo de atitude em relação aos
contratos (sorriso). Mas o que
me preocupa é que não sei se
está feito o verdadeiro balanço
sobre quanto ganhámos e quanto
perdemos por cancelarmos um
projecto a meio. Cancelar é uma
coisa, negociar é outra… Sendo
um projecto cooperativo, era um
salto importante para o nosso
sector da Defesa. Temos de partir
para projectos cooperativos.
Por oposição ao processo das
contrapartidas.
Como avalia a forma como está
a ser preparada a revisão do
Conceito Estratégico?
O facto de estar a ser desenvolvido
há mais de ano e meio e de ainda
o não termos visto, e o facto de
se estarem a tomar decisões em
diversas áreas que deveriam ter
a ver com as ideias estratégicas
deste sector para Portugal, dá
ideia que estão a ser tomadas
decisões antes de termos o debate
sobre o conceito estratégico...
Não é o que se costumava fazer?
Sim. Lembro que, da última vez,
era ministro o dr. Paulo Portas,
desenvolveu-se um processo
interessante de participação e
debate com múltiplas reuniões. E
que depois culminou no debate na
Assembleia da República.
E o que é que isso mostra da
forma como o ministério está a
ser gerido?
Há uma reacção imediata.
Certamente que estamos numa
situação difícil, mas isso não inibe
a projecção de ideias e de um
horizonte em relação às grandes
questões do Estado.
Página 63
ID: 45026750
03-12-2012
Tiragem: 43576
Pág: 1
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 10,07 x 4,18 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 3 de 3
MIRANDA CALHA
“COMISSÃO PARLAMENTAR
TAR DE
DEFESA NÃO TEM INFORMAÇÃO
MAÇÃO
SUFICIENTE SOBRE AS LAJES”
AJES”
Portugal, 12/13
Página 64
A65
ID: 45027185
03-12-2012
Tiragem: 94942
Pág: 48
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 13,01 x 9,81 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 1 de 1
Página 65
A66
ID: 45026785
03-12-2012
Tiragem: 18100
Pág: 28
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 15,44 x 5,17 cm²
Âmbito: Economia, Negócios e.
Corte: 1 de 1
TRANSPORTES PÚBLICOS
Ministério da Defesa paga dívida
de 30 milhões à CP até ao final do ano
O Governo a CP terão agora
de negociar um novo protocolo.
O Ministério da Defesa vai pagar, até ao final do ano, 30 milhões
de euros à CP, que correspondem a dívida acumulada pela isenção
de pagamento dos militares nos transportes ferroviários. O acordo
entre o Ministério da Defesa, a Secretaria de Estado dos Transportes
e a empresa foi alcançado na passada terça-feira e a sua formalização
deverá ocorrer nas próximas semanas. O Governo a CP terão agora
de negociar um novo protocolo, mas não há ainda um prazo.
Página 66
A67
ID: 45027189
03-12-2012
Tiragem: 45851
Pág: 20
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 21,77 x 19,97 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 1 de 1
Página 67
A68
ID: 45028846
03-12-2012
Tiragem: 9951
Pág: 13
País: Portugal
Cores: Preto e Branco
Period.: Diária
Área: 25,48 x 18,28 cm²
Âmbito: Regional
Corte: 1 de 1
Veteranos de guerra juntaram-se
para recordar “tempos antigos”
Jornadas Cerca de 100 antigos militares encontraram-se em Cantanhede
para um dia de confraternização. “Estórias” antigas foram recordadas
JOSÉ CARLOS SILVA
José Carlos Silva
Veteranos de guerra e suas famílias viveram, sábado, um dia
de recordações. Boas e más.
Recordações da juventude que
os uniu nas décadas de 60 e
70, e as que viveram na “maldita” guerra do ultramar, onde
a maioria viu a morte por perto
e testemunhou a perda de
muitos “camaradas” de armas,
que não escaparam às balas
“do inimigo”.
Apesar de todas estas vivências negativas, foi em clima de
festa e de grande alegria que
cerca de uma centena de veteranos de guerra se juntou em
redor da mesa, no restaurante
A Pedreira, na Pena, freguesia
de Portunhos, para mais uma
jornada de confraternização.
Tratou-se de mais uma iniciativa (a 12.ª) daAssociação de Veteranos de Guerra do Centro,
sedeada em Cantanhede, que,
assim, quis homenagear, sobretudo, «os camaradas já falecidos», disse à reportagem do Diário de Coimbra Benedito Recacho, presidente da associação.
eram mitigadas pelos abraços,
fraternos, amigos…
Com boinas da “sua guerra”
na cabeça e medalhas ao peito,
antigos militares do Marinha,
Força Aérea e Exército perfilaram-se junto ao monumento
do combatente, onde içaram
as bandeiras (de Portugal, da
Associação de Veteranos e do
município) e depositaram uma
coroa de flores, em memória
dos cerca de 25 camaradas falecidos em combate.
Antigos combatentes que
têm o seu nome gravado na
base do monumento erigido
junto à capela de S. Mateus,
onde foi celebrada uma missa
solene, também em homenagem aos companheiros mortos nas antigas colónias portuguesas.
Veteranos de guerra homenagearam companheiros falecidos e confraternizaram com familiares
O encontro dos antigos combatentes deu-se junto ao Monumento do Combatente, em
Cantanhede, junto à capela de
S. Mateus. Pouco passava das
10h00 e já largas dezenas de
veteranos se juntavam, em
amena cavaqueira. Uns já não
se viam há anos e as saudades
Memórias do passado
«Estes encontros servem
para recordar os momentos
que passámos juntos no ultramar e não esquecer as tristezas
e alegrias que vivemos nos
tempos da guerra», explicou ao
nosso Jornal o dirigente “co-
mandante” destas “tropas” que
vivem estes momentos como
se estivessem, ainda, no activo.
Nestas ocasiões não faltam
as esposas dos antigos soldados veteranos de guerra – a
maioria delas ainda namoradas quando estes partiram
para as ex-colónias -, e sábado
passado ficou patente essa
cumplicidade, vivendo como
eles o momento, partilhando
as suas “estórias”, recordando
memórias do passado.
Mulheres que, naquele tempo, tiveram um papel «importante» na vida destes (e de todos) os militares que passaram
pela guerra colonial, transmitindo-lhes força, coragem, para
suportarem aquela vida que
lhes era imposta pelo Estado
Novo e da qual não tinham
saída possível, «a não ser fugir
do país, desertar», como disse
à nossa reportagem um dos
ex-combatentes. O almoço foi
partilhado num clima de
grande alegria e festa ao longo
de praticamente toda a tarde,
durante a qual a amizade esteve sempre presente. |
Página 68
A69
ID: 45029101
03-12-2012
Tiragem: 9951
Pág: 32
País: Portugal
Cores: Preto e Branco
Period.: Diária
Área: 8,32 x 10,78 cm²
Âmbito: Regional
Corte: 1 de 1
Interceptado avião não
identificado na Guarda
FORÇA AÉREA Dois aviões
F-16 interceptaram um avião
ligeiro não identificado na zona
da Guarda, junto à fronteira,
após um alerta das autoridades
espanholas. De acordo com o
porta-voz da Força Aérea Portuguesa (FAP), tenente-coronel
Rui Roque, o alerta das autoridades espanholas foi dado às
4h50 da madrugada de ontem,
após Espanha ter interceptado
uma aeronave ligeira, de dois
lugares, não identificada.
No âmbito do sistema de defesa aérea, um avião militar espanhol tinha acompanhado a
aeronave a partir das imediações do Golfo de Cádiz, no extremo sul do país, até à zona de
fronteira com Portugal, mas
teve de abandonar a missão, por
falta de combustível. Cerca das
6h18, segundo o porta-voz, a
FAP decidiu enviar dois aviões
F-16 da base área militar de
Monte Real, no encalço da aeronave não identificada, que seguia para norte, sempre junto à
fronteira entre Espanha e Portugal. O tenente-coronel Rui
Roque indicou ainda que os
aviões portugueses chegaram
a ter contacto por radar e visual
com a aeronave, mas foi subitamente perdido a 10 quilómetros da fronteira, na zona do
Sabugal, Guarda.
«Os dois F-16 fizeram várias
passagens pelo local onde a
aeronave deixou de ser avistada,
não voltando a localizá-la, e depreenderam que terá aterrado
no campo», indicou a FAP. |
Página 69
A70
ID: 45028517
03-12-2012
Tiragem: 12000
Pág: 10
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 13,01 x 8,27 cm²
Âmbito: Regional
Corte: 1 de 1
Convívio de antigos militares
111 Várias dezenas de
antigos militares do extinto
Centro de Instrução de Condução Auto 2 reuniram-se no
28.º convívio anual da Figueira da Foz, no dia 1 de dezembro. Este ano contou com menos participantes, “por causa
da crise”, justificou Carlos
Manuel Pimentel, da organização. O encontro começou
nas antigas instalações daquela unidade, atualmente
utilizadas pela PSP e pelo Sítio
das Artes. Seguiram-se uma
missa e o almoço.
DB-J.A.
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A71
Tropas julgados por morte no slide
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
03/12/2012
Meio:
Correio da Manhã Online
Jornalistas:
Ana Sofia Coelho
URL:
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/tropas-julgados-por-morte-no-slide
/
V.N. Gaia: Apenas um dos arguidos requereu instrução
Quatro militares do Regimento de Artilharia nº 5, em Vila Nova de Gaia, vão mesmo ser julgados pela
morte de Ana Rita Lucas, de 18 anos, que caiu a fazer slide no Dia da Defesa Nacional, a 20 de Maio
de 2011.
O juiz de instrução criminal decidiu , no final da semana, que os arguidos devem responder em
tribunal por homicídio por negligência e aceitou tudo o que estava na acusação do Ministério Público: a
equipa montou mal o slide e aplicou força a mais, fazendo com que o cabo de aço se partisse.
A abertura de instrução tinha sido requerida apenas por um dos arguidos. A defesa do 1º cabo Bruno
Roque, de 27 anos, entendia que havia contradições e irregularidades na acusação. O arguido estava
na torre, juntamente com o outro arguido - o soldado José Carvalho, de 25 anos - a equipar os
voluntários para as actividades. O soldado Luís Campos, também com 25 anos, travava o slide. Já o
1º sargento Luís Margalho, de 32 anos, ficou no cimo da torre multiusos.
Nesse dia, o 1º sargento apenas verificou de manhã o estado do cabo de aço. Bruno Roque, Luís
Campos e José Carvalho deram a tensão ao cabo que "acharam adequada para que fosse viável o
deslize", colocaram o sistema de travagem e montaram um outro sistema de segurança do cabo.
Ana Rita foi a 15ª pessoa a descer o slide. Quando deslizava, o cabo partiu e caiu de uma altura de 5
a 7 metros. Morreu no hospital. Bruno foi dos primeiros a ver a jovem no chão e ficou muito afectado
psicologicamente.
SLIDE MONTADO EM MARÇO POR OUTRA EQUIPA
"A montagem do equipamento foi feita a 1 de Março de 2011, na véspera do início do ciclo do Dia da
Defesa Nacional, ficando operativo até 27 de Maio", lê-se na acusação. A equipa chefiada por um
alferes - onde se incluía o arguido José Carvalho - montou o slide, verificou a tensão do cabo de aço
(oferecido ao Exército há 32 anos mas em "condições aceitáveis") e se havia anomalias.
No dia da queda, cabia aos arguidos "verificar visualmente e através do tacto o estado de segurança
daquele equipamento, procedendo à tensão do cabo que havia sido afrouxado no fim da sessão do dia
anterior".
Ana Sofia Coelho
Página 71
A72
Guarda: Avião não identificado
Tipo Meio:
Internet
Data Publicação:
03/12/2012
Meio:
Correio da Manhã Online
URL:
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/guarda-aviao-nao-identificado
/
Dois aviões F16 da Força Aérea interceptaram ontem um avião ligeiro não identificado na zona da
Guarda, após um alerta das autoridades de Espanha, que tinham avistado o avião no Golfo de Cádiz.
Os aviões portugueses perderam o contacto por radar e visual a dez quilómetros da fronteira, na zona
do Sabugal. Por suspeitas de o avião transportar droga, a Força Aérea contactou a GNR, que efectuou
patrulhamento na zona, mas não encontrou qualquer avião.
Página 72
A73
ID: 45027464
03-12-2012
Tiragem: 159027
Pág: 15
País: Portugal
Cores: Preto e Branco
Period.: Diária
Área: 16,14 x 8,32 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 1 de 1
Página 73
A74
ID: 45027734
03-12-2012
Tiragem: 159027
Pág: 28
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 26,65 x 30,95 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 1 de 1
Página 74
A75
ID: 45027685
03-12-2012
Tiragem: 159027
Pág: 52
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 8,15 x 5,46 cm²
Âmbito: Informação Geral
Corte: 1 de 1
Página 75
A76
ID: 45029175
03-12-2012
Tiragem: 5021
Pág: 13
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 6,34 x 32,08 cm²
Âmbito: Regional
Corte: 1 de 1
Página 76
A77
ID: 45029267
03-12-2012
Tiragem: 5021
Pág: 20
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Diária
Área: 10,46 x 11,45 cm²
Âmbito: Regional
Corte: 1 de 1
Página 77
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