Ano letivo 2014/2015 Projeto Curricular de Agrupamento Índice 1. INTRODUÇÃO ....................................................................................... 6 2. ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO AGRUPAMENTO ...................................... 7 2.1. ORGANIZAÇÃO DO TEMPO ESCOLAR ............................................................... 7 2.2. CRITÉRIOS PARA A CONSTITUIÇÃO DE TURMAS ...................................................... 8 2.2.1. .................................... Constituição de Turmas na Educação Pré-Escolar .................................................................................................... 8 2.2.2. .............................. Constituição de Turmas no 1.º Ciclo do Ensino Básico .................................................................................................... 8 2.2.3. .............Constituição de Turmas no 2.º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário ....................................................................................... 9 3. PLANOS CURRICULARES.......................................................................... 10 3.1. PLANO CURRICULAR DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR ................................................. 11 3.2. PLANO CURRICULAR DO 1º CICLO ................................................................ 12 3.3. PLANO CURRICULAR DO 2º CICLO ................................................................ 13 3.4. PLANO CURRICULAR DO 3º CICLO ................................................................ 14 3.4.1 Ensino Articulado - Plano curricular do Curso Básico de Música e Dança ..... 15 3.4.2. ........ Curso Vocacional de Artes Manuais e Gráficas – Informática – Comércio ................................................................................................... 17 3.5. PLANOS CURRICULARES DO ENSINO SECUNDÁRIO .................................................. 18 3.6. CURSOS PROFISSIONAIS .......................................................................... 22 3.6.1. ..... Técnico de Multimédia 2011 – 2014 e 2012 – 2015 (ao abrigo das portarias n.º1279 e 1280/2006 de 21 de Novembro) ................................................. 24 3.6.2. Técnico de Multimédia 2013 – 2016 (ao abrigo do Decreto Lei nº91/2013 de 10 de julho) ........................................................................................ 25 4. METAS CURRICULARES ........................................................................... 26 5. PLANO DE TRABALHO DE TURMA ............................................................... 27 6. NORMAS GERAIS DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS PROFISSIONAIS E DOS CURSOS VOCACIONAIS......................................................................................... 28 7. ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO E COMPLEMENTO CURRICULAR ........................ 32 7.1. COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA – PRÉ-ESCOLAR ............................................... 32 7.2. ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR (AEC) – 1º CICLO ................................. 32 7.3. PROJETOS DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ..................................................... 32 7.3.1. ....................................................................... Clube do Ambiente ................................................................................................... 33 7.3.2. .......................................................................... Clube da Ciência ................................................................................................... 33 7.3.3. ............................................................................. Clube Europeu ................................................................................................... 33 7.3.4. ................................................................ Projeto Desporto Escolar ................................................................................................... 33 Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 2 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 7.3.5. ......................................................... Projeto Educação para a Saúde ................................................................................................... 35 7.3.6. .................................................................................... Educarte ................................................................................................... 36 7.3.7. ....................................................................Projeto de Entreajuda ................................................................................................... 37 7.3.8. .................................................................... Gabinete de Mediação ................................................................................................... 37 7.3.9. .................................................................Jornal “Letras & Tretas” ................................................................................................... 38 7.3.10. ....................................................................... Máquina do Tempo ................................................................................................... 38 7.3.11. ........................................................... Meninos daqui, dali e dacolá ................................................................................................... 38 7.3.12. ................................................................. Projeto “Os Padrinhos” ................................................................................................... 38 7.3.13. .................................................. Secção Europeia de Língua Francesa ................................................................................................... 39 8. ALUNOS ............................................................................................ 40 8.1. ORGANIZAÇÃO DE PROCESSOS .................................................................... 40 8.2. ATUAÇÃO DISCIPLINAR/COMPORTAMENTO ........................................................ 40 8.3. AVALIAÇÃO NOS 2º, 3º CICLO E ENSINO SECUNDÁRIO ............................................. 41 8.3.1. ............................................................................ Na sala de aula ................................................................................................... 41 8.3.2. ........................................... Fora da sala de aula (na Escola e em Casa) ................................................................................................... 42 8.3.3. .............................................................. Novamente na sala de aula ................................................................................................... 42 8.3.4. ............................................................. Normas gerais de Avaliação ................................................................................................... 42 8.3.5. ...........................Avaliação do Curso Vocacional do Ensino Básico (9º ano) ................................................................................................... 46 8.3.6. ..................................................... Avaliação dos Cursos Profissionais ................................................................................................... 47 8.4. AVALIAÇÃO NO 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO ...................................................... 49 8.4.1 Modalidades ............................................................................. 49 8.4.2 Critérios de Avaliação ................................................................. 51 8.5. AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR ......................................................... 51 8.5.1 Critérios e Instrumentos de Avaliação .............................................. 52 8.5.2 Normativos Processuais ................................................................ 54 8.6. EDUCAÇÃO ESPECIAL ............................................................................ 54 8.6.1. Enquadramento da Educação Especial .............................................. 54 8.6.2. Unidades de Ensino Estruturado a Alunos com PEA .............................. 55 8.6.3. Avaliação ................................................................................ 55 8.6.4. Intervenção Precoce na Infância..................................................... 55 8.6.5. Projetos Parceiros ..................................................................... 56 8.7. APOIOS ......................................................................................... 57 8.7.1. Princípios de organização ............................................................ 57 8.7.2. Responsabilidade ...................................................................... 57 Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 3 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 8.7.3. Modalidades ............................................................................ 57 8.8. APOIOS E COMPLEMENTOS EDUCATIVOS .......................................................... 58 8.9. APOIOS EDUCATIVOS – 1º CICLO ............................................................ 59 8.9.1. ........................................... Alunos com Dificuldades de Aprendizagem ................................................................................................... 59 8.9.2. ....................................... Alunos com Necessidades Educativas Especiais ................................................................................................... 59 9. PESSOAL DOCENTE ............................................................................... 59 9.1. CRITÉRIOS PARA A DISTRIBUIÇÃO DE SERVIÇO...................................................... 60 9.2. COMPONENTE NÃO LETIVA (CNL) ............................................................... 63 9.3. CRITÉRIOS PARA A DISTRIBUIÇÃO DO SERVIÇO DOCENTE: ........................................... 65 9.4. CARGOS E FUNÇÕES PEDAGÓGICAS ............................................................... 66 9.4.1. .......................................................................... Direção de turma ................................................................................................... 68 9.4.2. ....................................... Atribuição de tempos aos Diretores de Turma ................................................................................................... 69 9.5. CRITÉRIOS PARA A ELABORAÇÃO DE HORÁRIOS .................................................... 69 9.6. PLANO DE OCUPAÇÃO PLENA DOS TEMPOS ESCOLARES NO 2º E 3º CICLOS E NO ENSINO SECUNDÁRIO . 70 Normas .......................................................................................... 71 9.6.2. ................................................................... Ausências do professor ................................................................................................... 71 9.6.3. Ausência do docente a aulas para participar em reuniões, sessões de trabalho e visitas de estudo ............................................................................. 71 9.7. REUNIÕES DE DOCENTES ......................................................................... 72 9.7.1. ..................................................................... Conselho Pedagógico ................................................................................................... 72 9.7.2. ............................................. Reuniões de Departamentos curriculares ................................................................................................... 72 9.7.4. ....................................................... Reuniões de Conselhos de Turma ................................................................................................... 72 9.7.5. ................................................... Reuniões de articulação entre ciclos ................................................................................................... 72 9.8. AVALIAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DE SERVIÇO ........................................................ 73 9.9. PLANO DE FORMAÇÃO DO PESSOAL DOCENTE E NÃO DOCENTE ...................................... 73 10. UNIFORMIZAÇÃO DE MATERIAIS, INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS PARA TODOS OS DEPARTAMENTOS CURRICULARES ............................................................. 74 11. ANEXOS ......................................................................................... 106 11.1. APOIOS EDUCATIVOS ......................................................................... 11.2. AVALIAÇÃO .................................................................................. 11.3. DOCUMENTOS A FORNECER AOS PAIS/ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO .......................... 11.4. PROJETOS DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ................................................. 11.4.1.1. Clube do Ambiente .............................................................. 11.4.1.2. Clube Europeu ................................................................... 11.4.1.3. Desporto Escolar ................................................................. 11.4.1.4. Educação para a Saúde .......................................................... 11.4.1.5. Entreajuda ........................................................................ 11.4.1.6. Jornal “Letras & Tretas” ....................................................... Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria 107 108 122 126 128 131 137 139 153 159 Página 4 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 11.4.1.7. 11.4.1.8. 11.4.1.9. 11.4.2.1. Máquina do Tempo .............................................................. Meninos daqui, dali e dacolá .................................................. Secção Europeia de Língua Francesa .......................................... Educação Musical ................................................................ 161 164 170 172 11.5. DOCUMENTO ORIENTADOR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL ........................................... 179 11.6. LANÇAMENTO DO ANO LETIVO…………………………………………………………………………….198 Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 5 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 1. Introdução «Escola de Qualidade é Sucesso para a Vida» é o lema do Projeto Educativo do Agrupamento que está subjacente às opções estruturantes apresentadas neste Projeto Curricular. O Projeto Educativo explicita os princípios, valores e metas preconizadas pelo Agrupamento e dá corpo à ambição da comunidade escolar no cumprimento da sua função de educar, e este Projeto Curricular é o instrumento que visa operacionalizar esses intentos, definindo as competências essenciais e transversais, a construção interdisciplinar e integrada de saberes/conteúdos de cada ciclo e área curricular, tendo por referência os programas nacionais, as metas curriculares e as linhas temáticas que estarão na génese de todas as ações/ projetos do Agrupamento. Este Projeto Curricular é um documento aberto e flexível, permitindo a adequação à diversidade e à melhoria da qualidade das aprendizagens, ao materializar os princípios definidos no Projeto Educativo do Agrupamento, que pressupõem uma ação educativa centrada na competência, no rigor e na formação para a cidadania participativa. Este Projeto Curricular afirma-se ainda pela capacidade de inovação, eficiência e dinamismo, decorrendo as suas decisões da análise da situação e dos problemas concretos, das prioridades que a escola estabelece para a sua ação e da apreciação dos recursos humanos e materiais de que pode dispor, formalizando as orientações do Conselho Pedagógico. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 6 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 2. Organização e funcionamento do agrupamento 2.1. Organização do Tempo Escolar No primeiro ciclo as aulas têm a duração de 60 minutos. No 2º e 3º ciclos, a organização da matriz curricular é feita em unidades de 45 minutos. Pré-escolar e 1ºciclo O pré-escolar funciona em regime normal, preferencialmente, no seguinte horário: 9h -12h30 e 14h-15h30. O horário de funcionamento do 1º ciclo é das 9h às 12h30 (com intervalo das 10h30 às 11h) e das 14h às 16h. As atividades de enriquecimento curricular serão desenvolvidas, normalmente, das 16h30 às 17h30. Nos 2º e 3ºciclos e ensino secundário, a organização da matriz curricular funciona numa grelha com toques de entrada e sem toques de saída. O horário de saída de uma aula de 45 ou de 90 minutos é da responsabilidade de cada professor, de acordo com a seguinte tabela: Hora de entrada Horas de saída se a aula for de … 45’ 90’ 8:30 9:15 10:00 9:20 10:05 10:50 10:20 11:05 11:50 11:10 11:55 12:40 12:00 12:45 13:30 13:00 13:45 14:30 13:50 14:35 15:20 14:40 15:25 16:10 15:30 16:15 17:00 16:20 17:05 17:50 17:10 17:55 Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 7 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Organizam-se os horários dos alunos de forma equilibrada de modo a evitar o cansaço e a dispersão. O trabalho é dividido entre o período da manhã e da tarde de forma a, por um lado, haver espaços físicos para atividades extra-curriculares e, por outro lado haver maior equilíbrio no tempo de trabalho. A grande maioria dos alunos termina as aulas às 17 horas. Os alunos sujeitos a Provas Finais de Ciclo ou Exames Nacionais têm períodos livres para poderem organizar o seu tempo de estudo. 2.2. Critérios para a constituição de turmas 2.2.1. Constituição de Turmas na Educação Pré-Escolar Na educação pré-escolar as turmas são constituídas por um número mínimo de 20 e um máximo de 25 crianças. Quando se trate de um grupo homogéneo de crianças de 3 anos de idade, o número de crianças por turma não poderá ser superior a 15. As turmas da educação pré-escolar que integrem crianças com necessidades educativas especiais de carácter permanente, cujo programa educativo individual o preveja e o respetivo grau de funcionalidade o justifique, são constituídas por 20 crianças, não podendo incluir mais de 2 crianças nestas condições. Sempre que for possível as turmas serão constituídas por idades aproximadas. 2.2.2. Constituição de Turmas no 1.º Ciclo do Ensino Básico As turmas do 1.º ciclo do ensino básico são constituídas por 26 alunos. As turmas do 1.º ciclo do ensino básico, nos estabelecimentos de ensino de lugar único, que incluam alunos de mais de 2 anos de escolaridade, são constituídas por 18 alunos. As turmas do 1.º ciclo do ensino básico, nos estabelecimentos de ensino com mais de 1 lugar, que incluam alunos de mais de 2 anos de escolaridade, são constituídas por 22 alunos. As turmas que integrem alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente, cujo programa educativo individual o preveja e o respetivo grau de funcionalidade o justifique, são constituídas por 20 alunos, não podendo incluir mais de 2 alunos nestas condições. No primeiro ano, juntar grupos de alunos de diferentes estabelecimentos de ensino, mantendo pequenos grupos da turma/escola de origem. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 8 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 2.2.3. Constituição de Turmas no 2.º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário Manter, sempre que possível, o núcleo turma. Dentro do possível, será estabelecido um equilíbrio entre o número de indivíduos do sexo masculino e feminino. No quinto e sétimo anos, juntar grupos de alunos de diferentes estabelecimentos de ensino, mantendo pequenos grupos da turma/escola de origem. Distribuir os alunos retidos uniformemente pelas turmas. No 3º ciclo, o número mínimo para a abertura de uma disciplina de opção é de 20 alunos. No 10º ano, formar turmas, dentro do mesmo curso, homogéneas no que se refere às línguas estrangeiras e às disciplinas de opção, de forma a evitar ao máximo os desdobramentos e as junções. No Ensino Secundário, as turmas devem ser formadas de modo a que o número de opções diferentes seja a menor possível. A abertura de disciplinas de opção está condicionada à existência de um número mínimo de 20 alunos, a menos que se trate de disciplinas de continuação. Os alunos provenientes de países estrangeiros devem, quando tal for possível, ser integrados na mesma turma. Os alunos que frequentam o ensino articulado, devem ser integrados na mesma turma. A admissão dos alunos nos Cursos Profissionais está sujeita a uma entrevista com a Psicóloga Escolar e aos seguintes critérios: - existência de vaga; - apresentação de pré-requisitos no âmbito da formação específica/técnica do curso pretendido; - interesses profissionais na área pretendida. As indicações dos Conselhos de Turma e do Diretor de Turma são contempladas quando devidamente fundamentadas nas atas e nos relatórios. As listas com a constituição de turmas são afixadas de acordo com as indicações do Despacho sobre Matrículas. No décimo primeiro e décimo segundo anos, sendo os resultados dos exames nacionais afixados no final de julho, as listas das turmas só são definitivas no final de agosto. O Encarregado de Educação pode, no prazo máximo de cinco dias úteis contando a partir da afixação das listas das turmas, requerer, fundamentadamente, por escrito, a mudança de turma do seu educando. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 9 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 3. Planos Curriculares De acordo com o Decreto Lei nº139/2012 de 5 de junho de 2012 e o Decreto Lei nº91/2013 de 10 de julho de 2013 foram definidas as matrizes curriculares para todos os níveis de ensino. Desde o ano letivo 2011-2012 que funciona na Escola Santa Maria do Olival o projeto “ Secção europeia de língua francesa“, (projeto em anexo) em articulação com a disciplina de Ciências Naturais (Disciplina Não Linguística); o currículo da turma tem mais um segmento de 45 minutos, ao longo do terceiro ciclo, na disciplina de Francês , para permitir o desenvolvimento de conteúdos socioculturais, históricos e literários dos países francófonos. Por outro lado, os alunos aprendem conteúdos na disciplina de Ciências Naturais em língua francesa . Esta aprendizagem é feita gradualmente, ao longo do terceiro ciclo. A “oferta de escola”, para o 3º ciclo, nos 7º e 8º anos, é Educação Musical, Expressão Dramática, Atelier de Artes e Educação Tecnológica. A oferta complementar é designada por “Projeto Turma” e tem a duração de 60 minutos para o 1º ciclo e de 45 minutos para os 2º e 3º ciclos. Oferecemos no 3º ciclo o Curso Vocacional de Artes Manuais e Gráficas – Informática e Comércio que visa assegurar a inclusão de todos os alunos no percurso escolar, promovendo a participação nas atividades escolares, a assimilação de regras de trabalho em equipa, espírito de iniciativa e sentido de responsabilidade. Promove também o desenvolvimento de capacidades práticas que facilitem, no futuro, a integração dos alunos no mundo do trabalho. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 10 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 3.1. Plano Curricular da Educação Pré-escolar EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Áreas de Conteúdo Identidade/Autoestima Autonomia Socialização Cooperação Formação Pessoal e Social Respeito pelos outros Aquisição de regras Partilha de saberes Valorização Respeito pela diferença Expressão Plástica Expressão Dramática Expressão Musical Dança Expressão e Comunicação Expressão Motora Domínio da Linguagem Oral Abordagem à Escrita Domínio da Matemática Abordagem às TIC Localização no Espaço e no Tempo Conhecimento do Mundo Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Conhecimento do Ambiente Natural e Social Dinamismo das Inter-Relações Natural e Social Página 11 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 3.2. Plano Curricular do 1º Ciclo 1º CICLO DECRETO – LEI N.º 91/2013 ALTERAÇÃO AO DECRETO-LEI N.º 139/2012, DE 5 DE JULHO Componentes do Currículo Carga Horária Semanal Português 8 Horas Matemática 8 Horas Estudo do Meio 3 Horas Expressões: Artísticas Físico-Motoras 3 Horas Apoio ao estudo (a) 2 Horas Oferta Complementar (a) 1 Hora Total – tempo a cumprir 25 Horas Atividades de Enriquecimento Curricular (b) 5 Horas Educação Moral e Religiosa (c) 1 Hora (a) Atividades a desenvolver em articulação, integrando ações que promovam, de forma transversal, a educação para a cidadania e componentes de trabalho com as tecnologias de informação e comunicação. (b) Atividades de carácter facultativo, nos termos do artigo 14.º e do n.º 1 do artigo 9.º No caso de estas atividades serem oferecidas por entidade exterior à escola, o que carece sempre de contratualização, é necessária confirmação explícita do Ministério da Educação e Ciência para que a sua duração exceda 5 horas. Despacho normativo n.º 9265-B/2013, de 15 de julho, art.º10 Capítulo I. (c) Disciplina de frequência facultativa, nos termos do artigo 19º. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 12 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 3.3. Plano Curricular do 2º Ciclo 2º Ciclo Carga Horária Semanal Carga Horária Semanal (x 45 minutos) 5º ANO Carga Horária Semanal (x 45 minutos) 6º ANO 6 6 3 3 História e Geografia de Portugal HGP 3 3 Matemática MAT 6 6 Ciências Naturais CNT 3 3 2 2 2 2 2 2 3 3 Educação Moral e Religiosa (a) EMR 1 1 Total 31 31 Educação Artística e Matemática e Línguas e Estudos Tecnológica Ciências Sociais Áreas Disciplinares Componentes do Currículo Português PORT Inglês ING Educação Visual EDV Educação Tecnológica ET Educação Musical EDM Educação Física EDF Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 13 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 3.4. Plano Curricular do 3º Ciclo Matriz Curricular 3º Ciclo Componentes de Formação Disciplinas 7º 8º 9º 5 5 5 3 3 2 3 (*) 3 2 História Geografia 2 3 3 2 3 3 Matemática 5 5 5 3 3 3 3 3 3 Educação Visual 2 2 3 Educação Física 3 3 3 TIC/ Oferta de Escola (Atelier de Artes, Expressão Dramática, Educação Tecnológica, Música) 2 2 2 1* 1* 1* 34 (35) 1 33 (34) 1 32 (33) 1 Português Língua Estrangeira I – Cont. (Inglês) Língua Estrangeira II – Inic. (Francês/Espanhol) Áreas Curriculares Disciplinares Carga Horária Semanal (x 45 minutos) Ciências Naturais Físico-Química Expressões e Tecnologias Educação Moral e Religiosa Total Oferta complementar (*)Ano letivo 2013/2014 - no 9º ano de escolaridade DNAP ESSMO Língua Estrangeira I – Cont. (Inglês) Língua Estrangeira II – Inic. (Francês/Espanhol) Língua Estrangeira I – Cont. (Inglês) Língua Estrangeira II – Inic. (Francês/Espanhol) 3 2 2 3 *Facultativo Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 14 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 3.4.1 Ensino Articulado - Plano curricular do Curso Básico de Música e Dança Curso Básico de Música – 3º Ciclo Carga Horária Semanal (a) (b) Componentes do Currículo 7º ano 8º ano 9º ano Total Ciclo 5 5 5 15 5 5 5 15 Ciências Humanas e Sociais História Geografia 5 5 5 15 Matemática 5 5 5 15 Ciências Físicas e Naturais Ciências Naturais Físico-Química 5 5 5 15 Expressões Educação Visual (c) Educação Física (2) 3 (2) 3 (2) 3 (6) 9 7 2 (3) 2 2 (3) 7 2 (3) 2 2 (3) 7 2 (3) 2 2 (3) 21 6 (9) 6 6 (9) (1) (1) (1) (3) (1) (1) (1) (3) 35/38 (36/39) 35/38 (36/39) 35/38 (36/39) 35/38 (36/39) (1) (1) (1) (3) ÁREAS DISCIPLINARES: Português Língua Estrangeiras Inglês Língua Estrangeira II Formação Vocacional (d) Formação Musical Instrumento Classes de Conjunto (e) Educação Moral e Religiosa (f) (g) Total Oferta Complementar (h) A carga horária semanal refere-se ao tempo útil de aula e está organizada em períodos de 45 minutos, ficando ao critério de cada escola o estabelecimento de outra unidade com a consequente adaptação aos limites estabelecidos. b) Quando as disciplinas forem lecionadas em turma não exclusivamente constituída por alunos do ensino artístico especializado, os alunos frequentam as disciplinas comuns das áreas disciplinares não vocacionais com a carga letiva adotada pela escola de ensino geral na turma que frequentam. c) Disciplina de frequência opcional, mediante decisão do encarregado de educação - e de acordo com as concretas possibilidades da escola - a tomar no momento de ingresso no Curso Básico de Música do 3º ciclo regulado pelo presente diploma. A opção tomada deve manter-se até ao final do ciclo. d) A componente inclui, para além dos tempos mínimos constantes em cada disciplina, 45 minutos a ser integrados, em função do projeto de escola, na disciplina de Formação Musical ou na disciplina de Classes de Conjunto ou a ser destinados à criação de uma disciplina de Oferta Complementar. e) Sob a designação de Classes de Conjunto incluem-se as seguintes práticas de música em conjunto: Coro, Música de Câmara e Orquestra. f) Disciplina de frequência facultativa, com carga fixa de 45 minutos. g) Contempla mais um tempo letivo semanal letivo de oferta facultativa, a ser utilizada na componente de formação vocacional, em atividades de conjunto ou no reforço de disciplinas coletivas, podendo a sua carga horária global ser gerida por período letivo. h) Caso as escolas não pretendam oferecer a disciplina de Oferta Complementar a carga horária da mesma é obrigatoriamente transferida para a disciplina de Formação Musical ou de Classes de Conjunto. Esta oferta é gerida em função dos recursos da escola. a) Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 15 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Curso Básico de Dança – 3º Ciclo Carga Horária Semanal (a) (b) Componentes do Currículo 7º ano 8º ano 9º ano Total Ciclo 5 5 5 15 5 5 5 15 Ciências Humanas e Sociais História Geografia 5 5 5 15 Matemática 5 5 5 15 Ciências Físicas e Naturais Ciências Naturais Físico-Química 5 5 5 15 Expressões Educação Visual (c) (2) (2) (2) (6) Formação Vocacional Técnicas de Dança (d) (e) Música Práticas Complementares de Dança (e) (f) 16 12 2 2 18 14 2 2 22 20 2 - 56 46 6 4 Educação Moral e Religiosa (f) (1) (1) (1) (3) (1) (1) (1) (3) 41/44 (42/45) 43/46 (44/47) 47/50 (48/51) 131/140 (134/143) (2) (2) (2) (6) ÁREAS DISCIPLINARES: Português Língua Estrangeiras Inglês Língua Estrangeira II (g) Total Oferta Complementar (h) a) A carga horária semanal refere-se ao tempo útil de aula e está organizada em períodos de 45 minutos, ficando ao critério de cada escola o estabelecimento de outra unidade com a consequente adaptação aos limites estabelecidos. b) Quando as disciplinas forem lecionadas em turma não exclusivamente constituída por alunos do ensino artístico especializado, os alunos frequentam as disciplinas comuns das áreas disciplinares não vocacionais com a carga letiva adotada pela escola de ensino geral na turma que frequentam. c) Disciplina de frequência opcional, mediante decisão do encarregado de educação - e de acordo com as concretas possibilidades da escola - a tomar no momento de ingresso no Curso Básico de Dança do 3º ciclo regulado pelo presente diploma. A opção tomada deve manter-se até ao final do ciclo. d) Sob a designação de Técnicas de Dança incluem-se as seguintes técnicas: Técnica de Dança Clássica e Técnica de Dança Contemporânea. De acordo com o seu projeto pedagógico, os estabelecimentos de ensino artístico especializado podem desenvolver mais aprofundadamente uma das técnicas de dança; contudo devem assegurar o desenvolvimento das competências de base específicas das várias técnicas. e) Atendendo à sua natureza, a disciplina pode ser lecionada por mais de um professor, desde que tal não implique, no somatório dos horários dos professores da disciplina, mais do que a carga letiva prevista para a lecionação da mesma. f) A carga horária semanal da disciplina de Práticas Complementares de Dança pode ser reduzida para 45 minutos, sendo o tempo letivo remanescente gerido de forma flexível pela escola, dentro do mesmo período letivo. Esta alteração deve constar do horário dos alunos e ser dada a conhecer aos encarregados de educação. g) Disciplina de frequência facultativa, com carga fixa de 45 minutos. h) Contempla mais um tempo letivo semanal de oferta facultativa, a ser utilizada na componente de formação vocacional em atividades de conjunto ou no reforço de disciplinas coletivas, podendo a sua carga horária global ser gerida por período letivo. i) A carga horária indicada corresponde à carga horária máxima da disciplina da componente de formação vocacional, podendo ser também lecionada em 45 minutos, ou a carga máxima indicada ser aplicada na lecionação de duas disciplinas de Oferta Complementar. Esta oferta é gerida em função dos recursos da escola. Caso as escolas não pretendam oferecer a disciplina de Oferta Complementar a carga horária correspondente não é transferível para outras disciplinas. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 16 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 3.4.2. Curso Vocacional de Artes Manuais e Gráficas – Informática – Comércio Componente de Formação Disciplinas Horas Anuais Aulas de 45' Anuais Aulas de 45' Semanais Semanas Português 110 147 5 29 Inglês 65 87 3 29 Matemática 110 147 5 29 Educação Física 65 87 3 29 350 467 16 História 45 60 2 30 Geografia 45 60 2 30 Ciências da Natureza 45 60 2 30 Físico-Química 45 60 2 30 180 240 8 Artes manuais e gráficas 120 160 6 27 Informática 120 160 6 27 Comércio 120 160 6 27 360 480 18 Geral Sub-Total Complementar Sub-Total Vocacional Sub-Total Artes manuais e gráficas 70 Informática 70 Comércio 70 Prática Simulada Sub-Total 210 0 0 TOTAL 1100 1187 42 Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 17 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 3.5. Planos Curriculares do Ensino Secundário No Ensino Secundário, 10º, 11º e 12º anos funcionam nesta escola os Cursos Científico – Humanísticos: Ciências e Tecnologias, Ciências Socioeconómicas, Artes Visuais e Línguas e Humanidades e os Cursos Profissionais, de acordo com a oferta da Escola. Cursos Científico-Humanísticos Científico-Humanísticos Matriz Curricular Ciências e Tecnologias Componente de Formação Carga Horária Semanal (x 45 minutos) (a) Disciplinas 10º 11º 12º Português 4 4 5 Língua Estrangeira I, II ou III (b) 4 4 - Filosofia 4 4 - Educação Física 4 4 4 16 16 9 6 6 6 7 7 6 7 7 6 - - - 4 - - 4 20 a 21 20 a 21 14 (2) (2) (2) 36 a 38 36 a 38 23 a 25 Geral Sub-total Matemática A Opções (c) Específica Física e Química A Biologia e Geologia Geometria Descritiva A Opções (d) Biologia Física Química Geologia Opções (e) Economia C (f) Psicologia B (f) Aplicações Informáticas B (f) Sub-total Educação Moral e Religiosa (g) TOTAL Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 18 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Científico-Humanísticos Matriz Curricular Artes Visuais Componente de Formação Carga Horária Semanal (x 45 minutos) (a) Disciplinas 10º 11º 12º Português 4 4 5 Língua Estrangeira I, II ou III (b) 4 4 - Filosofia 4 4 - Educação Física 4 4 4 16 16 9 6 6 6 Geometria Descritiva A Matemática B História da Cultura e das Artes 6 6 6 6 6 6 Oficina de Artes Oficina Multimédia B - - 4 - - 4 18 18 14 (2) (2) (2) 34 a 36 34 a 36 23 a 25 Geral Sub-total Desenho A Opções (c) Específica Opções (d) Opções (e) Aplicações Informáticas B (f) Psicologia B (f) Língua Estrangeira I, II ou III (f) Sub-total Educação Moral e Religiosa (g) TOTAL Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 19 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Científico-Humanísticos Matriz Curricular Línguas e Humanidades Componente de Formação Carga Horária Semanal (x 45 minutos) (a) Disciplinas 10º 11º 12º Português 4 4 5 Língua Estrangeira I, II ou III (b) 4 4 - Filosofia 4 4 - Educação Física 4 4 4 16 16 9 6 6 6 6 6 7 6 6 6 7 6 - - - 4 - - 4 18 a 19 18 a 19 14 (2) (2) (2) 34 a 36 (36 a 38) 34 a 36 (36 a 38) 23 (25) Geral Sub-total História A Opções (c) Específica Opções (d) Opções (e) Matemática Aplicada às Ciências Sociais Geografia A Língua Estrangeira I, II ou III Literatura Portuguesa Geografia C Língua Estrangeira I, II ou III (*) Literaturas de Língua Portuguesa Psicologia B Sociologia Aplicações Informáticas B (f) Direito (f) Economia C (f) Sub-total Educação Moral e Religiosa (g) TOTAL Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 20 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Científico-Humanísticos Matriz Curricular Ciências Socioeconómicas Componente de Formação Carga Horária Semanal (x 45 minutos) (a) Disciplinas 10º 11º 12º Português 4 4 5 Língua Estrangeira I, II ou III (b) 4 4 - Filosofia 4 4 - Educação Física 4 4 4 16 16 9 6 6 6 6 6 6 6 6 6 - - - 4 - - 4 Sub-total 20 a 21 20 a 21 14 (g) (2) 34 a 36 (36 a 38) (2) 34 a 36 (36 a 38) (2) 23 (25) Geral Sub-total Matemática A Opções (c) Específica Economia A Geografia A História B Opções (d) Economia C Geografia C Sociologia Opções (e) Aplicações Informáticas (f) Psicologia B (f) Direito (f) Educação Moral e Religiosa TOTAL Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 21 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 3.6. Cursos Profissionais De acordo com as decisões tomadas em reunião de Rede Escolar, na bolsa de cursos profissionais afetos a este Agrupamento estão os seguintes: Animador Sociocultural Técnico Auxiliar de Saúde Técnico de Análise Laboratorial Técnico de Banca e Seguros Técnico de Comércio Técnico de Design Técnico de Energias Renováveis Técnico de Gestão do Ambiente Técnico de Multimédia Técnico de Museografia e Gestão de Património Técnico de Ótica Ocular Técnico de Organização e Gestão de Eventos Técnico de Turismo Técnico de Vitrinismo Anualmente, a escola propõe a abertura de três ou quatro cursos, diversificando as áreas e indo ao encontro dos interesses dos alunos. Matriz Geral dos Cursos Profissionais de Nível Secundário (ao abrigo das portarias n.º1279 e 1280/2006 de 21 de Novembro) Componente de Formação Horas Sociocultural - Português - Língua Estrangeira - Área de Integração - Tecnologias da Informação e Comunicação - Educação Física 320 220 220 100 140 427 293 293 133 187 1000 1333 500 667 500 667 1180 420 1573 560 Subtotal 1600 2133 TOTAL 3100 4133 Subtotal - Científica 2 a 3 disciplinas Subtotal - Técnica 4 a 5 disciplinas Formação em Contexto de Trabalho Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Tempos de 45 min Página 22 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Matriz Geral dos Cursos Profissionais de Nível Secundário (ao abrigo Decreto Lei nº91/2013 de 10 de julho) (Para os alunos que iniciam o 10ºano no ano letivo de 2013/2014) Componente de Formação Horas Sociocultural - Português - Língua Estrangeira - Área de Integração - Tecnologias da Informação e Comunicação - Educação Física 320 220 220 100 140 426 294 294 133 187 1000 1334 500 667 500 667 1100 602 1467 803 Subtotal 1702 2270 TOTAL 3202 4271 Subtotal - Científica 2 a 3 disciplinas Subtotal - Técnica 4 a 5 disciplinas Formação em Contexto de Trabalho Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Tempos de 45 min Página 23 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Matrizes dos Cursos Profissionais de Nível Secundário 3.6.1. Técnico de Multimédia 2011 – 2014 e 2012 – 2015 (ao abrigo das portarias n.º1279 e 1280/2006 de 21 de Novembro) Formação Técnica Formação Científica Formação Sociocultural 1º ano 2º Ano Aulas de 45' Semanais 3º ano Disciplinas Horas Aulas Horas Anuais Aulas de 45' Anuais Horas Anuais Aulas de 45' Anuais Aulas de 45' Semanais Horas anuais Aulas de 45' Anuais Aulas de 45' Semanais Português 320 426 148 197 6 90 120 4 82 109 4 Língua Estrangeira I, II ou III 220 294 50 67 2 90 120 4 80 107 4 Área de Integração 220 293 99 132 4 90 120 4 31 42 2 Tecnologias da Informação e Comunicação 100 133 100 133 4 0 0 0 0 0 0 Educação Física 140 187 50 67 2 46 61 2 44 59 2 Subtotal 1000 1333 447 596 18 316 421 14 237 317 12 História da Cultura e das Artes 200 267 74 99 3 45 60 2 81 108 4 Matemática 200 267 50 67 2 90 120 4 60 80 3 Física 100 133 0 0 0 45 60 2 55 73 3 Subtotal 500 667 124 166 5 180 240 8 196 261 10 Sistemas de Informação 210 281 98 131 4 68 91 3 44 59 2 Design, Comunicação e Audiovisuais 350 467 99 132 4 135 180 6 116 155 6 Técnicas de Multimédia 480 640 223 297 9 135 180 6 122 163 6 Projeto e Produção Multimédia 140 187 0 0 0 68 91 3 72 96 4 Subtotal 1180 1575 420 560 17 406 542 18 354 473 18 Formação em Contexto de Trabalho 420 0 140 Total 3100 40 1042 1050 40 Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria 0 3576 991 1322 280 1203 Página 24 de 206 40 1067 Projeto Curricular de Agrupamento 3.6.2. Técnico de Multimédia 2013 – 2016 (ao abrigo do Decreto Lei nº91/2013 de 10 de julho) Formação Técnica Formação Científica Formação Sociocultural 1º ano 2º Ano 3º ano Disciplinas Horas Aulas Horas Anuais Aulas de 45' Anuais Aulas de 45' Semanais Horas Anuais Aulas de 45' Anuais Aulas de 45' Semanais Horas anuais Aulas de 45' Anuais Aulas de 45' Semanais Português 320 426 148 197 6 90 120 4 82 109 4 Língua Estrangeira I, II ou III 220 294 50 67 2 90 120 4 80 107 4 Área de Integração 220 294 99 132 4 90 120 4 31 42 2 Tecnologias da Informação e Comunicação 100 133 100 133 4 0 0 0 0 0 0 Educação Física 140 187 50 67 2 46 61 2 44 59 2 Subtotal 1000 1334 447 596 18 316 421 14 237 316 12 História da Cultura e das Artes 200 267 74 99 3 45 60 2 81 108 4 Matemática 200 267 50 67 2 90 120 4 60 80 3 Física 100 133 0 0 0 45 60 2 55 73 3 Subtotal 500 667 124 166 5 180 240 8 196 261 10 Sistemas de Informação 210 280 98 131 4 68 91 3 44 58 2 Design, Comunicação e Audiovisuais 320 427 100 133 4 120 161 6 100 133 6 Técnicas de Multimédia 430 573 213 284 9 115 153 6 102 136 6 Projeto e Produção Multimédia 140 187 0 0 0 68 91 3 72 96 4 Subtotal 1100 1467 411 548 17 371 496 18 318 423 18 Formação em Contexto de Trabalho 602 0 266 Total 3202 40 1133 1001 40 Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria 0 3468 982 1310 336 1203 40 1087 Página 25 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 4. Metas Curriculares De acordo com Despacho n.º 15971/2012, de 14 de dezembro, as Metas Curriculares identificam a aprendizagem essencial a realizar pelos alunos em cada disciplina, por ano de escolaridade ou, quando isso se justifique, por ciclo, realçando o que dos programas deve ser objeto primordial de ensino. São o referencial primordial da respetiva avaliação externa dos alunos a partir do ano escolar em que se tornem obrigatórias. A aplicação das Metas Curriculares concretiza –se segundo o calendário que a seguir se apresenta: . B — Biologia BG — Biologia e Geologia CN — Ciências Naturais EV — Educação Visual ET — Educação Tecnológica FQ — Físico -Química FQ A — Físico e Química A G — Geografia, no ensino básico, e Geologia, no ensino secundário Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria HGP — História e Geografia de Portugal H — História ING — Inglês M — Matemática MAT A — Matemática A P — Português Q — Química TIC — Tecnologias de Informação e Comunicação Página 26 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 5. Plano de Trabalho de Turma O Plano de Trabalho de Turma (PTT), tendo como referência o Projeto Curricular de Agrupamento, pretende responder às especificidades da turma, facultando a articulação entre áreas disciplinares e conteúdos. É a nível do PTT que é possível articular a ação dos professores da turma, possibilitando aos alunos o desenvolvimento de competências para enfrentar os desafios da sociedade. O PTT terá de ser encarado como um projeto aberto, suscetível de reformulação ao longo do ano letivo, em função da avaliação que vai sendo feita pelo conselho de turma, o que exige um permanente trabalho colaborativo dos professores que o integram. Terá, por isso, que haver reuniões/encontros em sessões informais de trabalho, envolvendo, eventualmente, apenas parte dos professores, conforme as necessidades existentes em cada momento do desenvolvimento do projeto. Respeitando as características específicas de cada turma, o Plano de Trabalho de Turma deverá contemplar, os seguintes itens: Caracterização da Turma Diagnóstico da turma: - Ficha de caracterização da turma; - Potencialidades e problemas detetados. Ações/estratégias a implementar a. Na sala de aula. b. Fora da sala de aula. c. Contrato de turma. d. Atividades de enriquecimento curricular. e. Educação especial (artigo 10º do Decreto lei nº 3/2008). Orientação do trabalho a desenvolver nas áreas curriculares Considerando as competências gerais e os conteúdos específicos bem como os critérios de avaliação é elaborado o Plano de Atividades da Turma onde é feita a articulação interdisciplinar. Avaliação (Ver PTT em anexo) Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 27 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 6. Normas Gerais de Funcionamento dos Cursos profissionais e dos Cursos Vocacionais A. Matrícula/Renovação de matrícula a. Antes da matrícula no primeiro ano, o aluno fará uma pré-inscrição à qual se seguirá uma entrevista com o Diretor de Curso ou com os Serviços de Psicologia e Orientação. b. Aos elementos referidos no ponto anterior compete: Esclarecer os candidatos sobre o regime de funcionamento do Curso, o plano curricular, o regime de assiduidade, o regime de avaliação bem como outros aspetos pedagógicos considerados relevantes; Proceder à seriação dos candidatos de acordo com as normas em vigor. c. Os alunos com módulo(s) não concluído(s), podem avançar no ciclo de formação devendo, no ato da matrícula, indicar nos documentos os respetivos módulos em atraso. d. Os alunos com módulo(s) em atraso devem, aquando da renovação de matrícula para o ano de formação seguinte, indicar a pretensão de realizarem em setembro a recuperação do(s) módulo(s) não concluído(s), num requerimento dirigido ao Diretor, solicitando a respetiva autorização. e. Na situação indicada no ponto anterior, a inscrição para a realização da(s)prova(s) de avaliação extraordinária é condicionada ao pagamento de uma quantia, por módulo, a estabelecer pelos Serviços Administrativos. Esta quantia poderá ser devolvida se o aluno realizar o(s) módulo(s). f. A anulação da matrícula só pode ser efetuada por curso. B. Manuais Escolares e Materiais de Apoio a. Com a estrutura modular dos Cursos Profissionais, não é possível, frequentemente, recomendar um único manual para uma disciplina ou um conjunto de módulos de uma disciplina. Face a esta situação, poder-se-á superar os vários obstáculos e permitir o cumprimento integral das planificações das várias disciplinas através de: textos de apoio, fichas de trabalho ou de pesquisa de informação elaborados pelo professor da disciplina; fotocópias de excertos de livros, fornecidos aos alunos e organização do caderno diário. b. No caso da recomendação de manual, a escola pode optar pela compra de um determinado número de manuais que ficarão na biblioteca da escola. C. Controlo de Faltas a. Compete ao Diretor de Turma certificar-se dos motivos que levam à falta de assiduidade dos alunos, dando conhecimento dos mesmos aos professores da turma em reunião de Conselho de Turma. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 28 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento b. Nas reuniões periódicas do Conselho de Turma, os professores devem tomar conhecimento da assiduidade dos alunos, ponderarem as situações colocadas e encontrarem estratégias que lhes pareçam as mais adequadas para melhorar o nível de assiduidade. c. Sempre que surjam situações de faltas justificadas que devam ser objeto de recuperação, o Diretor de Turma dará conhecimento ao professor da disciplina em questão. d. Aquando da tomada de conhecimento das situações referidas no ponto anterior, o professor deve, com o acordo do aluno, definir e aplicar os mecanismos de recuperação que se justifiquem necessários para o cumprimento dos objetivos de aprendizagem. e. Após essa recuperação ser efetuada com sucesso, o professor da disciplina dá conhecimento ao Diretor de Turma, por escrito, que relevará as respetivas faltas, dando, por sua vez, conhecimento ao Diretor de Curso. f. Na reunião de Conselho de Turma, seguinte à data acordada para a adoção dos mecanismos de recuperação, o professor da disciplina informa sobre os procedimentos adotados. Na ata, será feita referência às disciplinas e respetivas faltas, que foram objeto de atividades de recuperação. g. De acordo com o previsto na lei, deve o Diretor de Turma informar o Encarregado de Educação ou o aluno, quando maior de idade, pelo meio considerado mais expedito, sobre o processo de assiduidade e alertar para as consequências da situação, de forma a encontrar um compromisso/solução que permita garantir o cumprimento efetivo do dever de frequência. h. No final de cada período, o Diretor de Turma entregará ao Encarregado de Educação ou ao aluno, quando maior de idade, o documento relativo a todas as faltas dadas pelo mesmo, em cada disciplina, no ano de formação, diferenciando as faltas justificadas e as injustificadas. Dá também conhecimento das faltas que foram objeto de recuperação e informa sobre os mecanismos adotados. No documento, constam, cumulativamente, as faltas dos anos anteriores de formação. D. Reposição de aulas a. Face à exigência de lecionação da totalidade das horas previstas para cada disciplina, de forma a assegurar a certificação, torna-se necessária a reposição das aulas não lecionadas. b. Estas aulas podem ser dadas através das medidas definidas para toda a escola (substituição e permuta). c. Esgotadas as possibilidades referidas no ponto anterior, as aulas previstas e não lecionadas são recuperadas através do prolongamento da atividade letiva diária, desde que não ultrapasse os 9 tempos letivos e tenha a concordância do alunos. d. Este processo de reposição de aulas será verificado pelo Diretor de Turma. e. Face ao apuramento das aulas dadas, feito pelo Diretor de Curso, no final do primeiro e segundo períodos, na reunião de Conselho de Turma, cada professor dará conhecimento da data prevista para a conclusão das atividades letivas, com a maior precisão possível. O Diretor de Turma comunicará estes dados ao Diretor de Curso e ao Coordenador dos Cursos Profissionais. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 29 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento E. Recuperação de módulos a. No contexto do processo de avaliação e atendendo à lógica modular, caso o aluno não consiga realizar o módulo no primeiro momento de avaliação do mesmo, deve o professor, em conjunto com o aluno, acordar novos processos e tempos para a avaliação do módulo, tendo sempre em conta o ritmo de aprendizagem e/ou de aproveitamento evidenciados pelo aluno. b. A oportunidade para a conclusão do(s) módulo(s) não realizado(s) será concedida ao longo do desenvolvimento dos módulos seguintes, de acordo com a avaliação feita pelo professor da disciplina e com empenhamento revelado pelo aluno. c. A recuperação dos módulos deve respeitar os seguintes procedimentos: A primeira recuperação do(s) módulo(s) deve, sempre que possível, ser realizada até cerca de um mês após a publicitação da pauta referente ao módulo; Caso o aluno tenha necessidade de realizar uma segunda recuperação, deverá requerê-la nos Serviços Administrativos, mediante o pagamento de uma quantia, a definir por estes Serviços, por módulo a recuperar, montante que será devolvido caso o aluno recupere o(s) módulo(s); Todas as recuperações seguintes são igualmente requeridas, pelo aluno, nos Serviços Administrativos, mediante o pagamento de uma quantia, a definir por estes Serviços, por módulo a recuperar, não havendo lugar a devolução deste valor; No ato da matrícula no ano letivo seguinte, se o aluno ainda não tiver realizado o(s) módulo(s), deverá proceder de acordo com o previsto na alínea d), do ponto 3.2.2.1., deste documento, Matrícula/Renovação de matrícula. d. Sempre que as disciplinas não sejam lecionadas no ano letivo seguinte ou que os conteúdos sejam lecionados por professores de outro Área Disciplinar, caberá ao professor que lecionou a disciplina ou, na sua ausência, ao seu grupo disciplinar, assegurar a avaliação dos alunos com módulos em atraso. F. Recuperação da Formação em Contexto de Trabalho a. No caso de reprovação, os Alunos, devem, no prazo máximo de 5 dias úteis após a afixação das pautas, manifestar a pretensão de realizarem nova FCT, num requerimento dirigido ao Diretor. b. Caberá à Escola celebrar novo protocolo entre a Escola, a entidade de estágio e o Aluno, a fim de possibilitar a obtenção de aproveitamento na FCT. c. O período de realização da nova FCT será definido, de acordo com a disponibilidade da entidade de estágio, sendo comunicado ao aluno com a antecedência de mínima 72 horas. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 30 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento G. Recuperação da Prova de Aptidão Profissional a. Os alunos que, por razões excecionais devidamente comprovadas, faltarem à defesa da PAP, devem apresentar a respetiva justificação na Direção da Escola, após o que a Coordenadora dos Cursos Profissionais define uma nova data, no prazo de 72 horas. b. Os Alunos que não concluam a PAP até ao final de julho, devem, no prazo máximo de 5 dias úteis após a afixação das pautas, manifestar a pretensão de realizarem em setembro a defesa da PAP, num requerimento dirigido ao Diretor. c. A nova defesa da PAP terá lugar nos primeiros 15 dias de setembro, do ano letivo seguinte, em calendário a fixar pela Escola, com uma antecedência mínima de 72 horas. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 31 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 7. Atividades de Enriquecimento e Complemento Curricular O Agrupamento oferece atividades que permitem a ocupação dos tempos não letivos dos alunos, favorecendo um maior envolvimento na vida da escola e contribuindo para a promoção integral em áreas de cidadania, artística, cultural, científica ou outra. Estas atividades são de caráter facultativo e visam a concretização das finalidades do Projeto Educativo. 7.1. Componente de Apoio à Família – Pré-Escolar Este apoio é da responsabilidade da Câmara Municipal e das Associações de Pais, com a supervisão dos educadores. 7.2. Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) – 1º Ciclo De acordo com o Despacho nº 9265-B/2013, de 15 de julho, que regulamenta as normas de funcionamento das atividades da Componente de Apoio à Família, no 1º ciclo do Ensino Básico, o artº 9 refere que a oferta das AEC deve ser adaptada ao contexto da escola com o objetivo de atingir o equilíbrio entre os interesses dos alunos e a formação e perfil dos profissionais que as asseguram. O Agrupamento assumiu-se como entidade promotora, em julho de 2013, e aprovou para o ano letivo de 2013-2014 as atividades: Expressão Física e Motora, Inglês e Educação Musical. 7.3. Projetos de Enriquecimento Curricular Procurando criar condições de promoção do sucesso escolar e educativo a todos os alunos, proporcionando-lhes, a par da aquisição dos saberes, experiências que favoreçam a sua maturidade cívica e sócio afetiva, a Escola ao estabelecer as linhas mestras deste Projeto Curricular, teve em linha de conta quais os saberes que, por um lado, podem ser passíveis de serem assimilados e adquiridos por todos, e por outro, que sejam mais conformes com o mundo de hoje, mas, sobretudo, com a incerteza e a imprevisibilidade de um mundo em devir. Estes saberes acrescidos são de natureza complementar e facultativa, esforçando-se o Agrupamento no sentido de estimular e propiciar apoio ao maior número possível de alunos nestas condições. Esta formação supletiva integra o segmento de oferta que hoje é, redutoramente designado por “Apoios e Complementos Educativos”, porque mal aplicado à sua correta formulação, que mais adequadamente deve ser entendida no seu sentido de complementaridade do essencial, assim indo ao encontro do Conceito de APA, definido (no Despacho 178-A/ME/93) como “conjunto das estratégias e atividades concebidas e realizadas na escola no âmbito curricular e extracurricular, incluindo aquelas que são desenvolvidas no seu exterior, que contribuem para que os alunos adquiram os conhecimentos e as competências e desenvolvam as capacidades, atitudes e valores consagrados nos currículos em vigor”. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 32 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Deste modo, porquanto todas elas concorrem para a mesma finalidade, afigura-se com sentido lógico incluir, num único quadro de referência, as atividades de enriquecimento curricular e as modalidades de apoio pedagógico constantes dos quadros seguintes, ou outras que entretanto venham a surgir na Escola. Tendo como objetivo complementar as atividades curriculares, proporcionar novas experiências pedagógicas, ocupar os tempos livres dos alunos, promover a ligação Escola/Meio e abordar com mais profundidade temáticas atuais adequadas aos seus interesses, é facultada aos alunos a participação em atividades de caráter Lúdico-Cultural, Artístico, Tecnológico, Científico, Social e Físicas e Desportivas. 7.3.1. Clube do Ambiente O Clube do Ambiente pretende sensibilizar os alunos para o conhecimento da diversidade geológica e biológica local e a partir destas, para as Ciências da Terra, reconhecimento da Biodiversidade, proteção do Ambiente e promoção do conhecimento destas Ciências na globalidade. É dada prioridade ao estudo da geologia. 7.3.2. Clube da Ciência Este clube tem como objetivo principal a realização de diversas atividades experimentais que sejam do agrado dos participantes. Com estas atividades procura-se que os alunos desenvolvam um gosto pela Ciências e também que dominem cada vez melhor técnicas experimentais e uso de material de laboratório. Ao longo do ano prevê-se a apresentação de atividades para a comunidade escolar. 7.3.3. Clube Europeu O Clube Europeu do Agrupamento Nuno de Santa Maria visa o desenvolvimento, numa perspetiva multidimensional e intercultural, de uma consciência europeia dinâmica e criativa, com a promoção de valores universais com outros povos e outras culturas, com base no respeito pelas diferenças linguísticas, sociais, culturais e religiosas. Destina-se a todos os níveis de ensino: pré-escolar, básico e secundário, de acordo com as suas capacidades e competências. 7.3.4. Projeto Desporto Escolar A prática desportiva nas escolas, para além de um dever decorrente do quadro normativo vigente no sistema de ensino, constitui um instrumento de grande relevo e utilidade no combate Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 33 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento ao insucesso escolar e de melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem. Complementarmente, o Desporto Escolar promove estilos de vida saudáveis que contribuem para a formação equilibrada dos alunos e permite o desenvolvimento da prática desportiva. O Programa do Desporto Escolar para o presente ano letivo reforça os mecanismos que contribuem para a aplicação do princípio da autonomia dos Agrupamentos de Escolas e das Escolas Não Integradas em Agrupamento (seguidamente designadas por escolas ou estabelecimentos de ensino) que tem vindo a nortear a ação do Ministério da Educação em todos os diversos domínios da política educativa. Assim, o nosso Projeto de Desporto Escolar integra-se, de forma articulada e continuada, no conjunto dos objetivos gerais e específicos do Plano de Atividades da Escola. No mesmo sentido de integração nas estruturas correntes do Ministério da Educação, as presentes Orientações promovem uma melhor articulação entre os profissionais do Desporto Escolar que trabalham junto das Coordenações Educativas, das Direções Regionais e da Direção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular e os órgãos dirigentes dessas estruturas, os quais assumem a responsabilidade pelo desenvolvimento do desporto escolar no âmbito das suas competências. O Projeto do Desporto Escolar é parte integrante do Projeto Educativo e do Plano de Atividades deste estabelecimento de ensino. Tal situação prevê que o Projeto seja transversal (interdisciplinar) e operacionalizado em total complementaridade com o trabalho efetuado na disciplina curricular de Educação Física e em articulação com os respetivos docentes. Enquanto elementos integrantes do Projeto Educativo da Escola, o Desporto Escolar está perspetivado como um instrumento de inclusão e de promoção do sucesso escolar, privilegiando alunos/as que apresentem maiores riscos de insucesso ou abandono. O Projeto de Desporto Escolar é plurianual, de modo a consolidar a sua afirmação e continuidade, contribuindo para a criação de uma cultura desportiva na nossa escola. Nas atividades do Desporto Escolar realizadas no nosso estabelecimento de ensino, está consagrado o respeito pelas normas do espírito desportivo, fomentando o estabelecimento, entre todos os participantes, de um clima de boas relações interpessoais e de uma competição leal e fraterna. Todos os aspetos referentes à saúde e bem estar, bem como uma boa condição física dos participantes, são ponderados na organização e desenvolvimento das atividades e, sempre que possível, existe uma articulação entre a Escola e o Centro de Saúde, nomeadamente com vista ao rastreio das condições de saúde de cada aluno para a prática desportiva como irá decorrer este ano letivo através do PES (Projeto de Educação para a Saúde), com um estudo realizado pelo grupo de Educação Física para o IMC (Índice de Massa Corporal). As regras gerais de higiene e segurança nas atividades físicas são sempre observadas e rigorosamente cumpridas. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 34 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento É oferecido aos nossos alunos um leque de atividades que, na medida do possível, reflita e dê resposta às suas motivações e interesses, proporcionando-lhes atividades individuais e coletivas que sejam adequadas aos diferentes níveis de prestação motora e de estrutura corporal. Os alunos e encarregados de educação deverão, ao longo do seu processo de formação, conhecer as implicações e benefícios da participação regular nas atividades físicas e desportivas escolares, valorizá-las do ponto de vista cultural e compreender a sua contribuição para um estilo de vida ativa e saudável, bem como para a melhoria do desempenho escolar e aprendizagem em geral. Os grupos equipa que o nosso Agrupamento oferece são os seguintes: ESSMO Grupos/Equipas Prof. Responsável BASQUETEBOL (Juvenis masculinos) FUTSAL (Juniores Masculino) VOLEIBOL (Iniciadas/Juvenis Feminino) Jorge Evaristo Futsal Feminino Samuel Neto Futsal Masculino Carlos Laranjeira BADMINTON (Todas as idades, Misto)) Paula Barrela Desportos Gímnicos (Todas as idades, Misto) EDNAP Grupos/Equipas Prof. Responsável Paulo Lopes (Iniciadas Femininas) (Iniciados Masculino) ORIENTAÇÃO (Todas as idades, Misto)) BADMINTON (Todas as idades, Misto)) Desportos Gímnicos Alberto Maria Clara Esteves Luís Vicente Cláudia Sá Diogo Soares (Todas as idades, Misto) TÉNIS (Todas as idades, Misto) TÉNIS DE MESA (Todas as idades, Misto) XADREZ (Todas as idades, Misto) Paulo Lopes TIRO COM ARCO Marta Lopes TÉNIS DE MESA Eduardo Vaz BOCCIA (Todas as idades, Misto) (Todas as idades, Misto) (Todas as idades, Misto) CANOAGEM (Todas as idades, Misto) Joaquim Ferreira Sílvio Ramadas Cláudia Sá Sílvio Ramadas 7.3.5. Projeto Educação para a Saúde A Primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa, Canadá, em novembro de 1986, apresentou um documento, a Carta de Ottawa, compilando um rol de Intenções que permitisse alcançar a Saúde para Todos, no ano 2000 e anos subsequentes. A saúde deve ser vista como um recurso para a vida, e não como objetivo de viver. A modificação dos estilos de vida, no qual se incluem os comportamentos de saúde, exige a compreensão da sua etiologia. Sabe-se que os comportamentos estão relacionados com fatores Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 35 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento biológicos, psicológicos, micro e macrossociais e ambientais. A etiologia dos comportamentos em geral e de saúde em particular é complexa, o que faz com que a promoção de condutas saudáveis e a modificação de comportamentos perniciosos seja também um processo difícil, não obstante, concretizável. Uma das vias mais promissoras para promover a adoção de comportamentos saudáveis e a modificação de condutas prejudiciais à saúde, de forma sustentada, é a Educação para a Saúde. A escola é o laboratório privilegiado para fazer Educação para a Saúde. Por esse motivo, a OMS e outras instituições, como a UNESCO, recomendam que a saúde se deve aprender nos estabelecimentos de ensino da mesma forma que todas as outras áreas da ciência. Tal como o aluno aprende na escola os conhecimentos científicos e os hábitos sociais que lhe permitirão enfrentar os problemas da vida na comunidade, também deve aprender e adquirir os conhecimentos e os hábitos de saúde, que lhe permitirão alcançar o bem-estar físico, mental e social (Sanmarti, 1988). Portugal aderiu à Rede Europeia de Escolas Promotoras de Saúde, em 1994 (Ministério da Educação,1998), o que significou um avanço na Promoção da Saúde de toda a comunidade educativa. Porque bons níveis de educação geram sociedades competentes e tendencialmente prósperas, a Promoção e Educação para a Saúde é um dos fatores determinantes para a aquisição de um bom nível de educação. De acordo com as orientações da Direção Geral de Desenvolvimento e Inovação Educacional existem cinco áreas prioritárias a trabalhar no campo de Educação para a Saúde: Nutrição e Atividade Física; Prevenção do consumo de substâncias psicotrópicas; Prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis; Prevenção da Violência em contexto escolar (bullying); Educação Sexual; Outras. O Agrupamento, consciente da sua missão, tracejada no Projeto Educativo e no Projeto Curricular de Escola, reconhece a Educação para a Saúde como um dos seus projetos estruturantes, numa perspetiva holística e convergente de sinergias educacionais. 7.3.6. Educarte Uma vez que a Arte desempenha um papel de maior relevo na constituição das estruturas superiores da personalidade, o projeto “EDUCARTE” pretende educar os jovens da nossa escola através da arte. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 36 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Criar no aluno o prazer de elaborar trabalhos através do fomento da expressão plástica e dos valores artísticos, contribuindo para decorar a escola onde estão inseridos, valorizando o espaço que os rodeia diariamente. 7.3.7. Projeto de Entreajuda Passar a vida a fazer coisas importantes é o maior de todos os empreendimentos. Ensinar e Aprender é importante. Dirigimos a seguinte mensagem aos alunos: “Se queres transmitir aos outros o teu entusiasmo por aprender, levando-os a empenhar-se no estudo e na vida, a aprender bem, a superar-se, então inscreve-te como APOIANTE no Clube de ENTREAJUDA”. (formulários em anexo). 7.3.8. Gabinete de Mediação A atuação rápida perante casos de comportamento inadequado será uma das formas de, gradualmente, reduzir a incidência destas ocorrências. Uma das alternativas será através da ação de equipas de mediação de conflitos. A prática da mediação de conflitos deve ser generalizada. Assim: 1. Pressupõe que o mediador: Recebe o aluno / professor / funcionário que recorra à equipa, solicitando aos mesmos a caracterização da situação que vem reportar. Ajuda os intervenientes, de forma livre e informada, a refletir sobre o seu comportamento / atuação, orientando-os na tomada de nova atitude e na assunção do compromisso em relação ao modo de estar e de agir daí em diante. Apoia os Diretores de Turma na despistagem de situações que, eventualmente, poderão estar na origem de casos de indisciplina. Monitoriza o fenómeno da indisciplina. Contribui para a melhoria do clima de aprendizagem na sala de aula. O Gabinete de Mediação foi organizado em torno do diagnóstico de alguns problemas: A existência de conflitos entre aluno-aluno, aluno-professor e aluno-funcionário, muitas vezes latentes, outras conduzindo a cenários processuais; A existência, mesmo que pontual, de cenários pouco serenos e improdutivos; A “crispação”, perturbadora do ambiente que se quer sereno e produtivo, leva ao desgaste da imagem de professores, funcionários e alunos, e impede o cumprimento das diferentes funções e papeis. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 37 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento A partir deste diagnóstico traçaram-se alguns objetivos: Promover meios de divulgação do Gabinete. Criar na escola um ambiente mais sereno e produtivo. Contribuir para o desenvolvimento de atitudes de respeito e interesse pelo outro. 7.3.9. Jornal “Letras & Tretas” Este projeto materializa-se num jornal/revista que é o resultado do trabalho de uma equipa, constituída por alunos e professores, coordenada pelas professoras Isabel Conceição e Isabel Gamelas, equipa essa que redige textos, faz o arranjo gráfico e a respetiva revisão. Em cada uma das edições, conta ainda com todos os elementos da comunidade educativa que espontaneamente participam com textos, poemas, fotos, sugestões, apresentação de projetos. 7.3.10. Máquina do Tempo Este projeto surge no âmbito da disciplina de História leva a cabo atividades como o Festival/Concurso de Estátuas Vivas, as Histórias aos Quadradinhos, as recriações históricas, as produções artísticas e a animação de espaços que, de uma forma lúdica, visam o ensino da disciplina. Estas atividades tornaram-se já numa referência turística e cultural da região. 7.3.11. Meninos daqui, dali e dacolá Este projeto visa o conhecimento da diversidade de características e hábitos de outras pessoas e grupos, que permitirá a formação de cidadãos que aceitem as diferenças físicas, de capacidades, de género, etnia, cultura, religião ou outras, não sendo estas mais que uma outra forma de construção de um Mundo Global e Pacífico. 7.3.12. Projeto “Os Padrinhos” No início de cada ano letivo, um grupo de alunos do 3º, 8º e 11º anos apadrinham os discentes do 1º, 5º e 7º anos, que começam um novo ciclo no Agrupamento. Assim, no dia da receção, os padrinhos de cada turma são apresentados pela Diretora aos alunos e respetivos Encarregados de Educação. De seguida iniciam as suas funções dando a conhecer a nova escola ao mesmo tempo que falam das regras. Ao longo do ciclo, estão sempre disponíveis para ouvir, ajudar e orientar os seus afilhados. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 38 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Desta forma, pretendemos que os mais novos iniciem a sua nova vida escolar num ambiente calmo, propício à obtenção dos melhores resultados académicos. 7.3.13. Secção Europeia de Língua Francesa A Secção Europeia de Língua Francesa é um projeto conjunto do Ministério da Educação e dos Serviços de Cooperação de Ação Cultural da Embaixada de França, em Portugal, baseado na promoção do bilinguismo e tem como vantagens a diversificação linguística e cultural, a formação dos jovens cidadãos europeus e a mobilidade profissional. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 39 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 8. Alunos 8.1. Organização de Processos Do processo individual do aluno devem constar todos os elementos que assinalem o seu percurso e a sua evolução, designadamente: a) Os elementos fundamentais de identificação do aluno; b) As fichas de registo de avaliação; c) Relatórios médicos e ou de avaliação psicológica, quando existam; d) Programas de acompanhamento pedagógico, quando existam; e) Os programas educativos individuais e os relatórios circunstanciados, no caso de o aluno ser abrangido pelo Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, incluindo, quando aplicável, o currículo específico individual definido no artigo 21.º daquele Decreto-Lei; f) Outros elementos considerados relevantes para a evolução e formação do aluno 8.2. Atuação Disciplinar/Comportamento A legislação clarifica a responsabilidade dos intervenientes da comunidade educativa, professores, pais e encarregados de educação, alunos, pessoal não docente, outras entidades; define direitos e deveres do aluno e as medidas disciplinares a aplicar, bem como a competência para aplicação das mesmas. No entanto acreditamos que o sucesso no ensino requer muito mais do que manter os alunos sob controlo. Mas, sem um controlo razoável sobre o comportamento dos estudantes na sala de aula, o professor não pode ter sucesso no ensino É preciso repreender, penalizar e corrigir aqueles que manifestem comportamentos inadequados dentro e fora da sala de aula. Por isso, o professor deve comunicar de imediato, por escrito, ao Diretor de Turma a ocorrência disciplinar, para que este tome as medidas adequadas. Assim, o Conselho de Turma deve tipificar os casos de indisciplina considerados graves, isto é, aqueles que tendem a degradar, irreversivelmente, o ambiente na sala de aula e na escola. Como medida preventiva foi aprovada em Conselho Pedagógico a aplicação da ficha “ Declaração” onde o aluno assume de forma inequívoca o seu comportamento. O professor ou membro do pessoal não docente que presencie ou tome conhecimento de comportamentos suscetíveis de constituir infração disciplinar, deve participá-los imediatamente ao Diretor da escola, utilizando a ficha de Participação de ocorrência. A referida participação deve relatar de forma objetiva os factos ocorridos conforme exemplos em anexo. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 40 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 8.3. Avaliação nos 2º, 3º Ciclo e Ensino Secundário No contexto da avaliação, o agrupamento decidiu começar por definir o que realmente pretende no sentido de dar cumprimento à missão do seu Projeto Educativo. Assim, elaborou-se o seguinte texto que foi dado a conhecer aos Encarregados de Educação no início do ano letivo. Queremos formar bons alunos Queremos formar bons alunos, entendendo como bom aluno não aquele que tem apenas sucesso académico mas que tem também sucesso na relação com os outros e com o mundo (é capaz de Respeitar). É importante que os alunos interiorizem que o seu desenvolvimento só pode ser feito por eles próprios e que isso implica prazer, mas implica também ser capaz de lidar com conflitos e com dificuldades cuja superação exige disciplina e esforço. 8.3.1. Na sala de aula O professor propõe a realização de tarefas tendo por base os currículos estabelecidos para cada disciplina/ano, adequadas às idades e desenvolvimento dos alunos. A eficácia na realização destas tarefas exige o envolvimento de todos (alunos e professores) mas em particular pressupõe a disponibilidade do aluno para as executar, aceitando os desafios e as dificuldades que delas possam decorrer. Exemplos de tarefas a propor: Testes, discussão de temas (científicos, políticos, ético morais, históricos, etc…); realização de atividades laboratoriais; produção de textos; resolução de problemas; trabalhos de grupo; exercícios de leitura; trabalhos de produção artística; construção de artefactos; atividades físicas e desportivas; relatórios; atas; interpretação de textos; interpretação de conceitos; tomadas de decisão; escutar os outros (professores/educadores e colegas); correção de trabalhos; etc… Este é o momento fundamental, pois é na sala de aula que a aprendizagem se inicia; é o momento do desafio; é o momento do conflito ao qual o aluno tem que se entregar sem reservas, sendo: - Esforçado e Persistente - Empenhado e Interessado - Tolerante e Respeitador - Responsável e Corajoso - Autónomo Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 41 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Este é o momento da aprendizagem, que tem subjacente a avaliação formativa por excelência, no qual o professor/educador é essencialmente observador e orientador, estimulando continuamente o aluno para o trabalho. Se a responsabilidade de educar é um ato coletivo, a Escola espera que o Encarregado de Educação acredite e confie na importância do trabalho que se desenvolve na sala de aula e transmita ao seu educando a necessidade de este realizar, com empenho, todas as tarefas que na aula são propostas. 8.3.2. Fora da sala de aula (na Escola e em Casa) O aluno deve fazer uma gestão pessoal do tempo em que não tem aulas, rentabilizando-o de modo a aprofundar as suas aprendizagens. Este é um momento importante da autoavaliação do aluno em que ele reflete sobre o seu desempenho. Este é o momento da consolidação das aprendizagens, que exige treino e a criação de rotinas/hábitos de trabalho, sem o qual todo o trabalho em sala de aula ficará irremediavelmente incompleto. Este é o momento em que os encarregados de educação são os observadores, orientadores, estimulando continuamente os seus educandos para o trabalho, ajudando-os a construir uma postura autónoma muito importante na escola e fundamental para a vida. Sendo os Encarregados de Educação os educadores por excelência, a Escola espera deles o compromisso de: - Acreditarem no efeito positivo que esse trabalho individual irá produzir. - Incentivarem o trabalho individual dos seus educandos. - Controlarem esse trabalho individual. 8.3.3. Novamente na sala de aula Todo o trabalho que o aluno desenvolve (na sala de aula e fora dela) vai conduzi-lo a aprendizagens que têm de ser certificadas. Esta tarefa cabe ao professor que, através de instrumentos de verificação adequados (grelhas de correção de testes, trabalhos, etc…) verificará e apreciará que aprendizagens ocorreram, situando-as numa escala adaptada ao nível de ensino que o aluno frequenta, de forma quantitativa ou qualitativa. 8.3.4. Normas gerais de Avaliação Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 42 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Foram definidas por cada Departamento as estratégias de ensino, as atividades de avaliação que deverão ser propostas aos alunos e definidos os seus critérios de sucesso bem como os critérios de realização de testes e outros trabalhos escritos. Sendo a avaliação essencialmente formativa e formadora, contínua e interativa e reguladora das aprendizagens, compete a cada docente: Estruturar criteriosamente atividades e estratégias de ensino/aprendizagem de acordo com competências específicas. Utilizar modos e instrumentos de avaliação diversificados. Esclarecer sempre a natureza da avaliação das situações de aprendizagem (avaliação diagnóstica, formativa, sumativa). Avaliar sempre em diálogo com os alunos (auto e heteroavaliação). Registar de forma precisa e sistemática todos os dados da avaliação efetuada, incluindo a autoavaliação dos alunos. Utilizar as normas relativas à “uniformização de materiais, instrumentos, e procedimentos para todos os departamentos curriculares” , em anexo. I. Classificação Tendo em atenção que a classificação é uma das dimensões mais visíveis da avaliação, compete ao professor: a. Corrigir, recorrendo a simbologia previamente acordada pelos professores de cada Departamento, de forma a tornar clara, para todos os intervenientes do processo (professores, alunos e EE), a apreciação feita. b. Apresentar, de forma comum a todos os professores, a classificação global, utilizando terminologia de acordo com a seguinte tabela: De forma quantitativa De forma qualitativa Ensino Básico Ensino Secundário Registo percentual Registo por níveis 0 – 19% 1 20 – 49 % 2 Suficiente 50% - 69% 3 95 - 134 Bom 70 – 89 % 4 135 – 174 Muito Bom 90 – 100 % 5 175-200 Insuficiente Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Registo por pontos 0 – 94 Página 43 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento c. Apresentar a classificação, sempre que necessário, com informação descritiva. d. A classificação global de qualquer trabalho não poderá ser registada de forma diferente para o professor e para o aluno. e. Os critérios de correção/classificação dos trabalhos de avaliação sumativa devem ser tendencialmente conforme os critérios estabelecidos para as provas de exame, principalmente nos anos de exame. f. Deverá ser clara para os alunos a valorização relativa atribuída às várias atividades de avaliação. II. Testes Sumativos O professor deve ter ainda em atenção os seguintes procedimentos, em relação aos testes sumativos: a. Marcar as datas da sua realização em conjunto com os alunos e, sempre que possível dar conhecimento dessas em Conselho de Turma, para evitar, não só a marcação de mais do que um teste no mesmo dia, como também semanas sobrecarregadas de testes. Cabe ao professor determinar o tempo suficiente para os alunos prepararem os conteúdos a serem avaliados. b. As datas dos testes também devem ser lançadas no programa de sumários. c. Cabe ao professor determinar o tempo suficiente para os alunos prepararem os conteúdos a serem avaliados. d. Elaborá-los tendo em conta o tempo efetivo para a sua resolução. e. Proceder à sua entrega e correção no prazo máximo de 10 dias. f. A sua entrega nunca poderá transitar para o período letivo seguinte. g. Para os alunos do ensino básico, a sua correção integral deve ser feita sempre por escrito, no caderno diário. h. Para o ensino secundário, devem ser registados, por escrito, no caderno diário, pelo menos os tópicos de correção ou será adotada outra metodologia de correção entendida como adequada pelo professor (moodle …) i. Devem apresentar a classificação registada qualitativamente no 1º ciclo; percentualmente, acompanhada de avaliação qualitativa no 2º e 3º ciclos do ensino básico e em valores até às décimas, no ensino secundário. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 44 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento III. Disciplinas de Caráter Prático Na Disciplina de Educação Física e noutras disciplinas com carácter mais prático, nomeadamente do domínio das Artes, devem ser facultadas aos alunos, por escrito, informações sobre a sua avaliação, pelo menos duas vezes por período. IV. Informações ao Diretor de Turma Os professores devem entregar, periodicamente, ao Diretor de Turma, pelo menos uma vez por período, e em datas a definir no início de cada ano letivo, as informações sobre os resultados das avaliações, na ficha em anexo. V. Domínios de Avaliação Na avaliação dos alunos devemos considerar o trabalho desenvolvido no âmbito do desenvolvimento de conhecimentos, capacidades e aptidões, atitudes e valores. No domínio das atitudes, devemos considerar: Comportamento: respeitar as normas de funcionamento da aula; acatar prontamente as ordens do professor. Empenhamento: pontualidade; participação e realização dos trabalhos na aula; realização dos trabalhos de casa e a sua correção na aula; ter um caderno diário completo e organizado; cumprimento de prazos. a. No Ensino Básico a avaliação das atitudes tem o peso de 20%. Os restantes 80% devem ser distribuídos pelos conhecimentos adquiridos e pelas capacidades e aptidões, de acordo com as especificidades de cada disciplina. b. No Ensino Secundário, as atitudes têm um peso de 5% (à exceção da disciplina de Educação Física em que a ponderação é de 20%) e os restantes 95%, (exceto Educação Física em que a ponderação é de 80%), devem ser distribuídos pelos conhecimentos adquiridos e pelas capacidades e aptidões, de acordo com as especificidades de cada disciplina. c. Os instrumentos de avaliação devem ser diversificados nestas duas componentes, sendo de aplicar, no mínimo 4 instrumentos diferentes de avaliação, por período. d. No final do 1º período, o professor apreciará, com os alunos: os dados de avaliação quantitativos de que dispõe (testes, trabalhos, etc), Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 45 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento os registos relativos à avaliação das atitudes dos alunos (com base nos itens definidos em Conselho Pedagógico) a autoavaliação/reflexão formal efetuada pelos alunos em ficha adequada para o efeito. Esta auto e heteroavaliação conduzirá à apreciação final do desempenho do aluno nos vários domínios de conhecimento, raciocínio/interpretação, processual e atitudinal, e será formalizada através da classificação que o professor deverá propor no Conselho de Turma de avaliação. Ao longo do 2º período, a recolha de informação sobre o desempenho do aluno deverá servir para monitorizar o seu desempenho, evitando insucessos por falta de empenho, por um lado e incentivando a melhoria de qualidade no seu trabalho. Assim, no final do 2º período, o professor deverá proceder de forma idêntica ao final do 1º período, procedendo à auto e heteroavaliação do trabalho realizado desde a última reflexão formal, tendo como ponto de partida o nível atingido pelo aluno nesse momento (final do 1º período) e considerando a evolução do aluno. No final do 3º período o professor apreciará todos os elementos de que dispõe sobre a evolução do aluno durante este último período de tempo, tendo novamente como base o nível atingido e já formalizado no 2º período. Cumulativamente, o professor terá em consideração, globalmente, a situação do aluno, valorizando as atitudes positivas face ao trabalho escolar e à participação nas atividades de âmbito desportivo, cultural e cívico (atitudes que contribuíram para uma formação integral harmoniosa) e penalizando as atitudes negativas de falta de empenho e persistência, bem como de falta de respeito e de solidariedade, verificadas ao longo do ano. Esta apreciação global deverá ajustar a sua classificação final que será proposta ao Conselho de turma de avaliação do 3º período. 8.3.5. Avaliação do Curso Vocacional do Ensino Básico (9º ano) Este curso visa criar uma via que corresponda às necessidades dos alunos tendo como finalidade a inclusão de todos na escolaridade obrigatória, criar uma alternativa mais adaptada aos jovens que procuram um ensino mais prático, mais técnico e mais ligado ao mundo das empresas e dotar esses jovens de ferramentas que lhes permitam enfrentar os desafios do mercado de trabalho. Os alunos com aprovação nos exames nacionais do 9.º ano podem transitar quer para o ensino regular quer para o ensino profissional. Os alunos com aproveitamento em todos os módulos das três componentes podem transitar para o ensino secundário profissional. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 46 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Os alunos podem transitar para o ensino secundário vocacional desde que tenham obtido aproveitamento em todos os módulos da formação vocacional e em pelo menos 70% dos módulos das componentes geral e complementar. Assiduidade: pelo menos 90% dos tempos letivos de cada módulo e participar integralmente nas práticas simuladas. Critérios Gerais de Avaliação Curso Vocacional DOMÍNIOS Conhecimento de regras e conceitos dos programas das diferentes disciplinas; CONHECIMENTOS, CAPACIDADES E APTIDÕES Aplicação dos conhecimentos na resolução dos problemas específicos das diferentes disciplinas; Participação oral: intervenção, apresentação e comunicação verbal. ATITUDES INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO PARÂMETROS Comportamento: respeitar as normas de funcionamento da aula; acatar prontamente as ordens do professor. Empenhamento: pontualidade; participação na aula e realização dos trabalhos na aula; realização dos trabalhos de casa e a sua correção na aula; ter um caderno diário completo e organizado; cumprimento de prazos. % Testes Escritos Trabalhos: - Individuais - Grupo Relatórios Portfólio Grelhas de Observação Listas de Verificação 70 % Grelhas de Observação Registo Diário Listas de Verificação 30 % 8.3.6. Avaliação dos Cursos Profissionais Os cursos profissionais de nível secundário entendidos como uma oportunidade de formação de quadros intermédios jovens a inserir no mercado de trabalho, visam favorecer o desenvolvimento de competências mobilizáveis que proporcionem a aquisição de saberes, saberes-fazer técnicos, saberes-fazer sociais e relacionais. Considerando as competências gerais e específicas definidas no Currículo Nacional, bem como, a organização, gestão e avaliação das aprendizagens por módulos, nos cursos profissionais, foram definidos critérios específicos de avaliação nas diferentes disciplinas. A avaliação formativa determina a adoção de métodos de diferenciação pedagógica adequadas às características dos alunos e às aprendizagens a desenvolver. Dada a organização das aprendizagens por módulos, a avaliação sumativa ocorre no final de cada um destes, com a intervenção do professor e do aluno, e, após conclusão do conjunto de módulos de cada disciplina, em reunião do conselho de turma. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 47 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Assim, atendendo à especificidade dos cursos profissionais abrangidos pela portaria nº 74-a/2013 de 15 de fevereiro, a avaliação sumativa tem como principais funções a classificação e certificação, traduzindo-se na formulação de um juízo globalizante sobre as aprendizagens realizadas e as competências adquiridas pelos alunos nas componentes de formação sociocultural, científica e tecnológica. Deve considerar a realização de atividades de remediação e enriquecimento das aprendizagens, individualizadas ou em grupo. Tendo em conta o carácter abrangente e contextualizado que a avaliação neste curso deve contemplar, sugere-se que na avaliação sejam considerados estes critérios, ainda que adaptados às especificidades próprias de cada disciplina. No que concerne à assiduidade, assim que os alunos ultrapassem um terço das faltas justificadas estimadas para o ano/disciplina, deve iniciar-se o mecanismo de compensação de aulas para os alunos, em período não letivo após as aulas ou nos períodos de interrupção letiva. Critérios Gerais de Avaliação Cursos Profissionais DOMÍNIOS PARÂMETROS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO % Testes Escritos CONHECIMENTOS, CAPACIDADES E APTIDÕES Conhecimento de regras e conceitos dos programas das diferentes disciplinas; - Individuais Aplicação dos conhecimentos na resolução dos - Grupo problemas específicos das diferentes disciplinas; Trabalhos: Participação oral: intervenção, apresentação e comunicação verbal. 70 % Relatórios Portfólio Grelhas de Observação Listas de Verificação Comportamento: respeitar as normas de funcionamento da aula; acatar prontamente as ordens do professor. Empenhamento: ATITUDES pontualidade; participação na aula e realização dos trabalhos na aula; realização dos trabalhos de casa e a sua correção na aula; ter um caderno diário completo e organizado; cumprimento de prazos. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Grelhas de Observação 30 % Registo Diário Listas de Verificação Página 48 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 8.4. Avaliação no 1º Ciclo do Ensino Básico A avaliação é fundamental na prática pedagógica, permitindo regular o processo de ensino/aprendizagem. As orientações gerais relativas à avaliação dos alunos, devem assentar nos seguintes aspetos: Ênfase nas práticas de avaliação formativa Valorização de processos e produtos das aprendizagens Atenção constante aos progressos realizados pelos alunos Aplicação de critérios de avaliação e classificação claros e objectivos Registos em instrumentos de avaliação estruturados Adequação das estratégias de avaliação aos contextos de aprendizagem Avaliação da destreza linguística no âmbito da transversalidade da língua portuguesa. Intervêm no processo de avaliação: a) O professor; b) O aluno; c) O conselho de ano, no 1.º ciclo d) Os órgãos de gestão da escola; e) O encarregado de educação; f) O docente de educação especial e outros profissionais que acompanhem o desenvolvimento do processo educativo do aluno; g) A administração educativa. 8.4.1 Modalidades Avaliação Diagnóstica a) A avaliação diagnóstica conduz à adoção de estratégias de diferenciação pedagógica e contribui para elaborar, adequar e reformular o Projeto Curricular de Turma, facilitando a integração escolar do aluno. Pode ocorrer em qualquer momento do ano letivo quando articulada com a avaliação formativa. b) Terá como suportes: 1. Teste escrito e/ou prático; 2. Registos de observação; Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 49 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Operacionalização da avaliação diagnóstica Nas áreas curriculares de Língua Portuguesa e Matemática segundo a matriz previamente elaborada e terá um carácter de prova escrita e/ou oral, de acordo com a especificidade de cada ano de escolaridade, a definir em Departamento. Avaliação Formativa A avaliação formativa é a principal modalidade de avaliação, assume carácter contínuo e sistemático e visa a regulação do ensino e da aprendizagem, recorrendo a uma variedade de instrumentos de recolha de informação, de acordo com a natureza das aprendizagens e dos contextos em que ocorrem. Fornece ao professor, ao aluno, ao encarregado de educação e aos restantes intervenientes informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens e competências, de modo a permitir rever e melhorar os processos de trabalho. Terá como suportes: 1) Testes escritos; 2) Fichas de trabalho; 3) Trabalhos de pesquisa/de projecto; 4) Registos de observação sistemática (participação oral, competências, atitudes e valores); 5) Outros materiais produzidos; 6) Fichas de auto – avaliação (3º e 4º anos) Avaliação Sumativa A avaliação sumativa consiste na formulação de um juízo globalizante sobre o desenvolvimento das aprendizagens do aluno e das competências definidas para cada disciplina e área curricular. A avaliação sumativa inclui: 1. A avaliação sumativa interna; 2. A avaliação sumativa externa nos anos de exame. A avaliação sumativa interna ocorre no final de cada período letivo, de cada ano letivo e de cada ciclo. A informação resultante da avaliação sumativa expressa-se no 1º Ciclo de forma descritiva em todas as Áreas Curriculares à exceção do 4º ano em que a avaliação de Português e de Matemática se expressa quantitativamente. A avaliação sumativa traduz-se em Transitou / Não Transitou, no final de cada ano, e de Aprovado / Não Aprovado, no final de cada ciclo. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 50 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 8.4.2 Critérios de Avaliação a) Gerais Conhecimentos/Procedimentos – 80% Testes Trabalhos escritos (individuais, grupo, relatórios, … ) Registos de observação direta (leitura, tabuada...) Oralidade (intervenções pertinentes e ajustadas, respostas corretas… Atitudes – 20% Respeitar as normas de funcionamento da sala de aula: acatar as ordens do professor ser assíduo ser pontual participar nos trabalhos da aula cooperar nos trabalhos da aula realizar os trabalhos de casa ser autónomo estabelecer uma relação de respeito com os outros apresentar os materiais apresentar os trabalhos de forma organizada 8.5. Avaliação na Educação Pré-escolar De acordo com as Orientações Curriculares para a Educação Pré-escolar, “avaliar o processo e os efeitos implica tomar consciência da ação para adequar o processo educativo às necessidades das crianças e do grupo e à sua evolução. A avaliação realizada com as crianças é uma atividade educativa, constituindo também uma base de avaliação para o educador. A sua reflexão, a partir dos efeitos que vai observando, possibilita-lhe estabelecer a progressão das aprendizagens a desenvolver com cada criança. Neste sentido, a avaliação é suporte do planeamento.” Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 51 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Avaliar é um ato pedagógico que requer uma atitude e um saber específico que permitam desenvolver estratégias adequadas, tendo em conta os contextos de cada criança e do grupo no respeito pelos valores de uma pedagogia diferenciada. A avaliação na Educação Pré-Escolar (circular nº4/DGIDC/DSDC/2011) assume uma dimensão marcadamente formativa, pois trata-se, essencialmente, de um processo contínuo e interpretativo que se interessa mais pelos processos do que pelos resultados e procura tornar a criança protagonista da sua aprendizagem, de modo a que vá tomando consciência do que já conseguiu e das dificuldades que vai tendo e como as vai ultrapassando. A Educação Pré-Escolar é perspetivada no sentido da educação ao longo da vida, assegurando de uma forma global, as condições favoráveis para que as crianças possam iniciar o 1º ciclo com possibilidade de sucesso. No entanto, importa definir um conjunto de competências mais especificas, por área de conteúdo e por níveis etários, que orientem o/a educador/a na avaliação do desenvolvimento e das aprendizagens das crianças. O Departamento Curricular definiu as Competências Essenciais por idade (3, 4 e 5 anos), que constituem um referencial para a planificação, observação e avaliação das aprendizagens. Para avaliar o progresso das aprendizagens das crianças consideram-se como dimensões fundamentais: 1. As Áreas de Conteúdo (OCEPE); 2. Os domínios previstos nas Metas de Aprendizagem; 3. E outras específicas estabelecidas no projeto educativo (PE) e/ou plano de trabalho da turma (PTT) e no PEI 8.5.1 Critérios e Instrumentos de Avaliação De acordo com a circular nº 4/DSDC/DSDC/20011, a avaliação na educação pré-escolar assenta nos seguintes princípios: Caráter holístico e contextualizado do processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança; Coerência entre os processos de avaliação e os princípios subjacentes à organização e gestão do currículo definidas nas OCEDP; Utilização de técnicas e instrumentos de observação e registo diversificados; Caráter formativo da avaliação; Valorização dos progressos das crianças; Promoção da igualdade de oportunidades e equidade A avaliação, enquanto processo contínuo de registo dos progressos realizados pela criança, ao longo do tempo, utiliza procedimentos de natureza descritiva e narrativa, centrados sobre o modo como a criança aprende, como processa a informação, como constrói conhecimento e resolve problemas. Os procedimentos de avaliação devem ter em consideração a idade e as Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 52 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento características do desenvolvimento das crianças, assim como a articulação entre as diferentes áreas de conteúdo, no pressuposto de que a criança é sujeito da sua própria aprendizagem. Áreas de conteúdo Formação Pessoal e Social o Plástica o Dramática/ Expressão Teatro Artística o Musical o Dança o Motora Linguagem Oral e Abordagem à Escrita Matemática Conhecimento do Mundo Tecnologias de Informação e Comunicação Itens de avaliação Instrumentos de avaliação Identidade/Auto estima Autonomia Cooperação Convivência Democrática/Cidadania Solidariedade/Respeito pela diferença Assiduidade/Pontualidade Desenvolvimento da capacidade de Expressão e Comunicação Desenvolvimento da Criatividade Apropriação da linguagem elementar de cada expressão Compreensão das artes Deslocamentos Perícia e manipulações Consciência Fonológica Reconhecimento e escrita de palavras Conhecimento das convenções gráficas Compreensão de discursos orais e interação verbal Números e operações Geometria e medida Organização e tratamento de dados Observação direta Registo da autoavaliação Trabalho individual/grupo Registo de avaliação no final de cada período Registo de observação/ avaliação de acordo com as metas de aprendizagem, no final de cada período Localização no espaço e no tempo Conhecimento do ambiente natural e social Dinamismo das inter-relações natural-social Informação Comunicação Produção Segurança Procedimentos de avaliação: No final de cada período letivo será entregue um Registo de avaliação descritivo aos pais/encarregados de educação sobre as aprendizagens mais significativas, realçando o seu percurso, evolução e os progressos de cada criança. No final de cada período letivo será realizado em Excel um Registo de observação/avaliação de acordo com as metas de aprendizagem o qual servirá de observatório do departamento pré-escolar do agrupamento, com a seguinte terminologia: A- adquirido, EA - em aquisição e NA – não adquirido. Durante o percurso da criança no Jardim de Infância, os Registos de avaliação e outos documentos relevantes são arquivados no seu processo individual. De acordo com a legislação em vigor será feita uma reunião de articulação com o 1º ciclo do Ensino Básico relativa às crianças que dão entrada neste nível de ensino. As crianças com NEE serão avaliadas de acordo com o seu Programa Educativo Individual em conjunto com a Professora/Educadora do ensino especial. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 53 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 8.5.2 Normativos Processuais As principais orientações normativas relativas à avaliação na educação pré-escolar estão consagradas no Despacho nº 5220/97 de 4 de agosto (Orientações Curriculares para a Educação Pré-escolar) e no Ofício Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007, de 17 de outubro da DGIDC (Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar). As orientações nelas contidas articulam-se com o Decreto-Lei nº 241/2001 de 30 de agosto (Perfil específico de Desempenho Profissional do Educador de Infância) devendo também ter em consideração as Metas de Aprendizagem definidas para o final da educação pré-escolar, bem como a Circular nº4/DGIDC/DSDC/2011. 8.6. Educação Especial Educação Especial é um conjunto de recursos específicos (método de ensino, currículos adaptados, apoio de materiais ou de serviços de pessoal especializado), que pretende dar resposta adequada aos alunos com Necessidades Educativas Especiais de Carater Permanente. Os apoios especializados visam responder às necessidades educativas especiais dos alunos que apresentem: Limitações significativas ao nível da atividade e participação, num dos vários domínios da vida, decorrentes de alterações funcionais e estruturais de carácter permanente. O Documento Orientador da Educação Especial encontra-se em anexo. 8.6.1. Enquadramento da Educação Especial A Educação Especial encontra-se regulamentada pelo Decreto-Lei nº. 3/2008 de 7 de Janeiro. Define como objetivos da educação especial: a inclusão educativa e social; o acesso e o sucesso educativos; a autonomia pessoal; a estabilidade emocional; a promoção da igualdade de oportunidades; o prosseguimento de estudos; uma adequada preparação e inserção na vida pós-escolar e/ou profissional. Prevê um conjunto de medidas educativas constantes do ponto dois do artigo 16º, nomeadamente: a) Apoio Pedagógico Personalizado Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 54 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento b) Adequações Curriculares Individuais c) Adequações no Processo de Matrícula d) Adequações no Processo de Avaliação e) Currículo Específico Individual f) Tecnologias de Apoio 8.6.2. Unidades de Ensino Estruturado a Alunos com PEA O Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria constitui-se como um Agrupamento de referência para a Perturbação do Espetro do Autismo e possui 2 unidades: UEEAPEA- 1º Ciclo UEEAPEA- 2º e 3º Ciclos As Unidades de Ensino Estruturado constituem uma resposta educativa específica para alunos com Perturbações do Espectro do Autismo e abrangem todos os níveis de ensino da escolaridade obrigatório; 8.6.3. Avaliação Relativamente à avaliação de alunos com NEE, esta é efetuada de acordo com as medidas educativas aplicadas ao aluno, definidas no seu PEI. Os alunos que beneficiam de Adequações Curriculares Individuais, e adequações no processo de avaliação, poderão usufruir de alteração no tipo de provas, nos instrumentos de avaliação e certificação, bem como das condições de avaliação, no que respeita, entre outros aspetos, às formas e meios de comunicação e à periodicidade, duração e local da mesma. A avaliação trimestral é formalizada quantitativamente e de forma semelhante aos restantes alunos. Os alunos com Currículos Específicos Individuais não estão sujeitos ao regime de transição de ano escolar nem ao processo de avaliação característico do regime educativo comum. Conforme consta no despacho normativo n.º 24-A /2012, de 6 de dezembro (ponto 10 do artigo 8º), a avaliação assume uma forma qualitativa (Insuficiente, Suficiente, Bom e Muito Bom) acompanhada de uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno. 8.6.4. Intervenção Precoce na Infância O agrupamento funciona como “agrupamento de referência” no âmbito da Intervenção Precoce na Infância (IPI) e abrange a área geográfica dos concelhos de Tomar e Ferreira do Zêzere. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 55 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento O Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância – SNIPI (Decreto-Lei n.º281/2009), consiste num conjunto organizado de entidades institucionais e de natureza familiar, com vista a garantir condições de desenvolvimento das crianças com funções ou estruturas do corpo que limitam o crescimento pessoal, social e a sua participação nas atividades típicas para a idade, bem como das crianças com risco grave de atraso de desenvolvimento. 8.6.5. Projetos Parceiros I. Centro de Recursos para a Inclusão de Tomar (CRI Tomar) O Centro de Recursos para a Inclusão de Tomar (CRI Tomar), uma das valências do CIRE, tem como parceiros o Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria e Agrupamento de Escolas Templários. O CRI Tomar é uma estrutura de apoio que assenta numa perspetiva de prestação de serviços complementares oferecidos pelas escolas de ensino público, que atuam de forma integrada com a comunidade no âmbito da resposta educativa e social aos alunos com Necessidades Educativas Especiais de Caráter Permanente, conforme previsto no art.º. 30 do Dec. Lei. nº 3/2008, de 7 de janeiro. É um recurso transdisciplinar que visa a avaliação, diagnóstico e intervenção aos alunos com Necessidades Educativas de Caráter Permanente e suas Escolas. II. Programa Escolhas – Tomar Rumo Certo Este projeto apresenta uma perspetiva sistémica intervindo em cinco áreas estratégicas: Inclusão Escolar e Educação não formal, Formação Profissional e Empregabilidade, Dinamização Comunitária e Cidadania, Inclusão Digital, Empreendorismo e Capacitação dos Jovens. Pretende-se promover a inclusão social através da integração na escola e/ou mercado de trabalho, integração em redes sociais (pares, família e comunidade), bem como desempenho de atividades de responsabilidade social, que possuem carácter lúdico, desportivo, cultural e artístico. III. PSICOTERAPIA NAS ESCOLAS – Instituto Quintino Aires O projeto Psicoterapia nas Escolas (PE) visa avaliação neuropsicológica trimestral e consulta de psicoterapia e habilitação neurocognitiva semanal de crianças e adolescentes com problemáticas que comprometem a sua adaptação e sucesso escolar. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 56 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 8.7. APOIOS Uma das linhas prioritárias de ação educativa do Projeto Educativo é melhorar os resultados escolares, tendo sido definidos objetivos e estratégias. Para que essas estratégias não apareçam isoladas, é necessário definir uma política de implementação e desenvolvimento de apoios. O direito ao sucesso no ensino não será conseguido se os alunos forem tratados todos da mesma maneira. Assim, se optássemos por este procedimento, apenas se aumentariam as desigualdades que eventualmente se verificam. Torna-se, pois, necessária uma atitude que dê uma resposta diferenciada às diversas necessidades dos alunos. Trata-se de discriminação positiva e uma das formas práticas de a realizar consiste nos apoios e complementos educativos. 8.7.1. Princípios de organização Entende-se por apoio pedagógico o conjunto de estratégias e atividades concebidas na Escola no âmbito curricular e extracurricular, incluindo aquelas que são desenvolvidas no seu exterior, que contribuem para que os alunos adquiram os conhecimentos e desenvolvam as capacidades, atitudes e valores consagrados no currículo em vigor. O apoio pedagógico aplica-se, em termos prioritários, aos alunos que revelem dificuldades ou carências de aprendizagem em qualquer área curricular. 8.7.2. Responsabilidade Compete à Diretora a distribuição das horas da componente letiva para a prestação de apoio aos alunos, no âmbito dos 100 minutos (2 tempos de 45 minutos) para o 2º e 3º ciclos e ensino secundário e dos 150 minutos para o 1º ciclo, da componente letiva prevista no nº 2 do artº 8º do Despacho Normativo nº 7/2013. As diversas modalidades de apoio pedagógico aos alunos são organizadas, realizadas e avaliadas pelos diferentes órgãos e intervenientes no processo, segundo critérios de adequação aos problemas diagnosticados. O apoio pedagógico deve ser objeto de uma avaliação contínua, participada e formativa e de uma avaliação global no final do ano letivo. Esta avaliação deve fornecer elementos que permitam ajuizar da qualidade dos processos de apoio e dos resultados obtidos. 8.7.3. Modalidades Estão previstas as seguintes medidas/modalidades de apoio aos alunos: Apoio a alunos com necessidades educativas especiais de carater permanente; Apoio a alunos de Português Língua Não Materna; Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 57 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Sala de estudo; Apoio pedagógico acrescido; Projeto com atividades de expressão plástica e musical. 8.8. Apoios e Complementos Educativos Apoio Educativo As situações de apoio educativo podem ser transitórias no sentido em que há um diagnóstico de dificuldades, um plano de trabalho e a colmatação dessas necessidades, com a recuperação do aluno. O apoio educativo deve ser preferencialmente atribuído ao professor titular de turma ou de disciplina que elaborará o respetivo plano de acompanhamento pedagógico individual. Pode assumir as seguintes modalidades: Apoio pedagógico acrescido, de natureza eminentemente disciplinar, em ambiente de sala de aula. Grupo de alunos com apoio educativo de caráter temporário. Programas de compensação e atualização no início do ano escolar, nomeadamente no começo de um novo ciclo. Programas de entreajuda de alunos do mesmo e/ou de diferentes níveis de ensino. Programa de tutoria para apoio a estratégias de estudo, orientação e aconselhamento do aluno. Estas atividades, destinam-se prioritariamente a: Alunos com necessidades educativas especiais (ao abrigo do Decreto-Lei nº 3/2008, alterado pelo Decreto-Lei 21 Alunos com Português Língua não Materna (Despacho Normativo nº7/2007 de 6 de Fevereiro). Alunos imigrantes e/ou filhos de (ex) -emigrantes. Alunos com dificuldades diagnosticadas pelo professor que elabora, aplica e avalia um plano de trabalho, que permita aos alunos a sua recuperação. Alunos com dificuldades diagnosticadas pelo professor que elabora e diligencia em sede de Área Disciplinar a aplicação, acompanhamento e avaliação de um plano de trabalho, conducente à recuperação dos alunos. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 58 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Avaliação: A avaliação destas atividades é de caráter descritivo, contemplando os seguintes itens: assiduidade, empenhamento e aproveitamento. 8.9. APOIOS EDUCATIVOS – 1º CICLO 8.9.1. Alunos com Dificuldades de Aprendizagem Os Docentes do apoio socioeducativo dão apoio a alunos com problemáticas específicas no âmbito das dificuldades de aprendizagem não abrangidas pela Educação Especial. Os alunos com dificuldades de aprendizagem beneficiarão de apoio educativo dado pelo professor de apoio na sala de aula ou fora de acordo com as suas necessidades. 8.9.2. Alunos com Necessidades Educativas Especiais Os Docentes da Educação Especial dão apoio aos alunos com Necessidades Educativas Especiais, cuja problemática se enquadra no Decreto-lei 3/2008 de 7 Janeiro através de: - Realização de diferenciação pedagógica para os alunos com NEE; - Acompanhamento dos progressos do aluno, revendo os conteúdos curriculares; - Elaboração de material pedagógico - didático específico; - Promoção da participação dos alunos com NEE nas atividades do grande grupo; - Intervenção individual e direta/indireta aos alunos com NEE; - Gestão dos recursos necessários ao apoio educativo; - Colaboração com os docentes das turmas na planificação e desenvolvimento das estratégias a aplicar; - Articulação de todos os serviços e entidades que intervêm no processo educativo/formativo dos alunos com necessidades educativas especiais. 9. Pessoal Docente A distribuição do serviço letivo dos docentes deve ter como princípio orientador a qualidade do ensino e os legítimos interesses dos alunos. Dever-se-á, sempre que possível, constituir equipas educativas, isto é, grupos de professores das diversas áreas e disciplinas a quem são atribuídas, aproximadamente, as mesmas turmas. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 59 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 9.1. Critérios para a distribuição de serviço Normas gerais sobre a distribuição de serviço docente 1. A distribuição de serviço docente é realizada pela Diretora com a colaboração do respetivo Coordenador de Departamento/Coordenador de Área Disciplinar e tendo em conta as normas legais, as orientações do Conselho Pedagógico e as informações da Comissão de Horários. 2. Compete à Diretora zelar para que se proceda a uma equilibrada distribuição de serviço docente. 3. O serviço docente distribuído é de aceitação obrigatória. 4. A atribuição das Direções de Turma é da competência da Diretora, consultados os Coordenadores dos Diretores de Turma. Por norma, não deve ser atribuída mais do que uma Direção de Turma por professor. 5. Devem ser constituídas equipas pedagógicas que integrem docentes das diferentes disciplinas do ano de escolaridade que assegurem o acompanhamento das turmas ao longo do ciclo de ensino. 6. A duração do trabalho semanal dos docentes é de 40 horas e integra uma componente letiva e outra não letiva. 6.1 Nos termos do nº 1 do art.º 8º do Despacho normativo nº 7/2013, a componente letiva, a constar no horário semanal de cada docente, encontra-se fixada no artigo 77.º do ECD, considerando-se que está completa quando totalizar: HORÁRIO COMPLETO (com tempos de aulas de 45 m) NÍVEIS DE ENSINO COMPONENTE LETIVA (CL) Educação Pré-Escolar 25 Horas (25 × 60min) ------------ 25 Horas (25 x 60min) ------------ 2º e 3º ciclos e Secundário 22 Horas (22x50 mn=1100 minutos) 24 tempos Educação Especial 22 Horas (22x50 mn=1100 minutos ) 24 tempos 1º Ciclo 6.1.1 Nos termos do nº 2 do art.º 8º do Despacho normativo nº 7/2013, “o serviço letivo resultante dos grupos e turmas existentes em cada escola ou agrupamento tem prioridade Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 60 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento sobre qualquer outro para efeitos do preenchimento da componente letiva a que cada docente está obrigado pelo disposto nos artigos 77.º e 79.º do ECD”. 6.1.2 Sem prejuízo do disposto no nº 2 do art.º 8º, aos docentes do 1º ciclo do ensino básico podem ser utilizadas até 3 horas (150 minutos) da componente letiva, podendo, inclusive, substituir a lecionação do Apoio ao Estudo ou da Oferta Complementar desde que estas componentes do currículo sejam lecionadas por outros docentes disponíveis na escola, do mesmo ou de outro ciclo ou nível de ensino para assegurarem a: a) Implementação de medidas de promoção do sucesso escolar; b) Dinamização de Atividades de Enriquecimento Curricular do 1º ciclo do ensino básico; c) Coadjuvação, quando necessária, em disciplinas estruturantes no 1º ciclo do ensino básico; 6.1.3 Sem prejuízo do disposto no nº 2 do art.º 8º, aos docentes do 2º e 3ºciclos do ensino básico e do ensino secundário podem ser utilizadas até 2 tempos (100 minutos) da componente letiva para: a) Implementação de medidas de promoção do sucesso escolar, nomeadamente no Apoio ao Estudo dos 1º e 2ºciclos do ensino básico; b) Dinamização de Atividades de Enriquecimento Curricular do 1º ciclo do ensino básico; c) Coadjuvação das Expressões Artísticas ou Físico-Motoras no 1º ciclo do ensino básico; 6.1.4 No 2º e 3º ciclos e ensino secundário a componente letiva dos professores é de 22 horas (22 x 50min) que são traduzidas em 24 tempos de 45 min. De acordo com o ponto 2.1.3 podem ser utilizados dois tempos de 45 minutos para a prestação de apoio aos alunos ou para o cargo de direção de turma. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 61 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 6.1.5 Considerando a redução prevista no art.º 79 do ECD e o referido no ponto 2.1.3, o horário do docente é definido da seguinte forma: Redução 0 2 4 6 8 Apoio Horário – 24 tempos de 45 minutos 0 24 + 0 HR + 0 (APOIO) 1 23 + 0 HR + 1 (APOIO) 2 22 + 0 HR + 2 (APOIO) 0 22 + 2 HR + 0 (APOIO) 1 21 + 2 HR + 1 (APOIO) 2 20 + 2 HR + 2 (APOIO) 0 20 + 4 HR + 0 (APOIO) 1 19 + 4 HR + 1 (APOIO) 2 18 + 4 HR + 2 (APOIO) 0 18 + 6 HR + 0 (APOIO) 1 17 + 6 HR + 1 (APOIO) 2 16 + 6 HR + 2 (APOIO) 0 16 + 8 HR + 0 (APOIO) 1 15 + 8 HR + 1 (APOIO) 2 14 + 8 HR + 2 (APOIO) 6.1.6 O número 5 do art.º 4 do Despacho normativo n.º 7/2013 determina que a componente letiva a constar no horário do professor seja de 1100 minutos. Assim, na organização de tempos letivos de 45 minutos, cada docente vai compensar mensalmente, num bloco de 90 minutos, os 20 minutos semanais. 6.1.7 As atividades a desenvolver com os alunos serão propostas por cada Área Disciplinar e aprovadas pelo Conselho Pedagógico. A escola pode definir como se organiza a componente letiva de cada docente e não é necessário que se aplique a todos os docentes a mesma forma. Os docentes aos quais forem atribuídos até 100 minutos para o apoio educativo, podem contar com o acréscimo Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 62 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento de tempo (20 minutos de diferença) para essa atividade, da forma mais conveniente ao longo do ano. Existe também a possibilidade de distribuir, a alguns docentes, atividades de coadjuvação, no 1º ciclo ou noutros ciclos, tendo em conta as necessidades da turma e o perfil dos docentes. Sublinha-se ainda que, ao longo do ano, podem fazer-se ajustes pontuais, conforme as necessidades detetadas. Tendo em conta as necessidades dos alunos, pode, também ser considerada, na distribuição do serviço docente, a criação de pequenos grupos de alunos, tendo em conta a suas características, quer para promover a melhoria na sua aprendizagem quer para potenciar as suas capacidades. 9.2. Componente Não Letiva (CNL) 9.2.1. O nº 1 do art.º 9 do Despacho normativo nº 7/2013, refere que “a componente não letiva do serviço docente encontra-se definida no artigo 82.º do ECD e abrange a realização de trabalho individual e a prestação de trabalho no estabelecimento de educação ou ensino”. 9.2.2. Nos termos do disposto no nº 2 do art.º 9º do mesmo Despacho, “o diretor estabelece o tempo mínimo a incluir na componente não letiva de estabelecimento de cada docente, de todos os níveis e ciclos de educação e ensino, desde que não ultrapasse 150 minutos semanais, para que, nos termos do n.º 4 do artigo 82.º do ECD: a) fiquem asseguradas as necessidades de acompanhamento pedagógico e disciplinar dos alunos; b) sejam realizadas as atividades educativas que se mostrem necessárias à plena ocupação dos alunos durante o período de permanência no estabelecimento escolar.” 9.2.3. Na determinação do número de horas destinado ao trabalho individual e à participação em reuniões deve ser tido em conta o número de alunos atribuídos ao docente; 10 horas para os docentes com menos de 100 alunos e 11 horas para os docentes com 100 ou mais alunos. Consequentemente, a componente não letiva de trabalho a nível de estabelecimento (HE - Horas de Escola) é de 3 ou 2 tempos respetivamente. Aos professores de português e aos que têm máxima redução ao abrigo do art. 79º reduz 1 tempo ao referido. No ensino pré-escolar e no 1º ciclo, todos os docentes têm três tempos de estabelecimento, de acordo com o estabelecido no n.º4 art.º 9 do Despacho normativo nº 7/2013. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 63 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 9.2.4. O diretor atribui as atividades a incluir na componente não letiva de estabelecimento de cada docente, escolhidas de entre as previstas no n.º 3 do artigo 82.º do ECD ou outras aprovadas pelo Conselho Pedagógico, designadamente ações de formação de docentes da escola, de acordo com o seu plano de formação em articulação com o Centro de Formação Templários. (nº 3 do artº 9º do Despacho normativo nº 7/2013, de 11 de junho). As horas de componente não letiva de estabelecimento, onde se incluem as horas de estabelecimento (HE) e as horas de redução da componente letiva (art.º 79.º do ECD) serão utilizadas prioritariamente no exercício das seguintes funções/atividades: a) colaboração em atividades de complemento curricular que visem promover o enriquecimento cultural e a inserção dos educandos na comunidade, incluindo as organizadas no âmbito da ocupação plena dos tempos escolares; b) informação e orientação educacional dos alunos em colaboração com as famílias e com as estruturas escolares locais e regionais; c) participação em reuniões de natureza pedagógica legalmente convocadas; d) participação em ações de formação de acordo com o plano de formação do agrupamento em articulação com o Centro de Formação Templários. e) substituição de outros docentes do mesmo agrupamento de escolas ou escola não agrupada na situação de ausência de curta duração, nos termos do n.º 5 do artigo 82.º do ECD; f) desempenho de cargos de coordenação dos departamentos curriculares e outros cargos de coordenação pedagógica. g) assessoria técnico-pedagógica à diretora. h) orientação e o acompanhamento dos alunos nos diferentes espaços escolares, nomeadamente atividades de acompanhamento e de vigilância dos alunos do 1ºciclo durante os intervalos entre as atividades letivas e atendimento aos encarregados de educação i) apoio individual a alunos com dificuldades de aprendizagem; j) produção de materiais pedagógicos. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 64 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 9.3. Critérios para a distribuição do serviço docente: 1. Assegurar, sempre que possível, a “continuidade”, dentro do mesmo ciclo e interciclos, aos professores que a desejem. O princípio da continuidade deve ser prioritário na distribuição de serviço. Entende-se por continuidade, o trabalho desenvolvido durante todo o percurso escolar do aluno. Não se aplica este princípio quando o professor não o desejar ou se não houver uma boa relação pedagógica com a turma. Nas turmas resultantes de junções, a “continuidade” cabe, caso o deseje, ao professor que nela tenha maior número de alunos. 2. Se, nalguns grupos de recrutamento o número de horas letivas disponíveis for insuficiente para completar todos os horários dos docentes do quadro deve proceder-se do seguinte modo: a. Os docentes podem lecionar toda e qualquer disciplina, mesmo noutro ciclo ou nível de ensino, para a qual tenham habilitação adequada (ponto 3 do artigo 4º do Despacho nº 7/2013), independentemente do grupo para o qual foram recrutados. b. Deve-se iniciar a distribuição de serviço, considerando as preferências de cada docente, respeitando a graduação profissional e construindo horários completos. c. Não devem ser atribuídas horas extraordinárias a nenhum docente. d. Havendo horários zero, estes devem ser identificados para efeito de destacamento por ausência da componente letiva. e. O docente que for identificado como não tendo componente letiva (inferior a 6 tempos), deve candidatar-se ao destacamento por ausência de componente letiva (DACL). f. A contratação de docentes só pode acontecer quando todos os docentes do quadro tiverem horário completo. 3. Na composição dos horários dos professores, excecionalmente e depois de esgotadas todas as possibilidades, admite-se um número de turmas e/ou disciplinas que envolvam mais do que três níveis diferentes. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 65 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 9.4. Cargos e Funções Pedagógicas No âmbito da autonomia pedagógica, as escolas ou agrupamentos definem o tempo de redução da componente letiva para o desempenho de cargos de natureza pedagógica, mencionado no n.º 3 do artigo 80.º do ECD, dentro dos limites estabelecidos nos números seguintes (nº 1 do artº 7º do Despacho normativo nº 7/2013, de 11 de junho). O desempenho das funções de coordenação das estruturas de natureza pedagógica, designadamente de orientação educativa e de supervisão pedagógica, a que se refere o n.º 1 do artigo 80.º do ECD, implica o recurso ao tempo letivo resultante das horas: a) de redução da componente letiva que os docentes usufruem em função da idade e do tempo de serviço, por via do disposto no artigo 79.º do ECD; b) da componente não letiva de estabelecimento, conforme previsto no n.º 6 do artigo 79.º e no n.º 3 do artigo 82.º do ECD; c) da parcela K × CapG do crédito horário a que se refere o n.º 1 do artigo 11.º do Despacho normativo nº 7/ 2013, de 11 de junho. Nos termos do nº 3 do art.º 7º, “entende-se por funções de natureza pedagógica as de coordenação educativa e supervisão pedagógica, previstas nos artigos 42.º a 44.º do Decreto — Lei 137/2012 de 2 de julho. Conforme estipula o nº 4 do art.º 7º do Despacho normativo nº 7/2013, de 11 de junho, “o exercício de funções nas outras estruturas de coordenação a que se refere o artigo 45.º do Decreto— Lei nº 137/2012 de 2 de julho, é assegurado, exclusivamente, no tempo da componente não letiva de estabelecimento, nos termos do previsto na alínea i) do n.º 3 do artigo 82.º do ECD.” Para o desempenho das funções de coordenação das estruturas de natureza pedagógica, designadamente de orientação educativa e de supervisão pedagógica, a que se refere o n.º 1 do artigo 80.º do ECD, bem como para o exercício de funções nas outras estruturas de coordenação a que se refere o artigo 45.º do Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de abril, atualizado pelo Decreto – Lei nº137/2012 são definidos os seguintes critérios de atribuição de horas/tempos e número de horas/tempos para exercício dos seguintes cargos/funções: Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 66 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Cargos Critério de atribuição de horas/tempos Coordenadores dos Diretor(a) de turma Do 2º e 3º ciclos e secundário Número de tempos para exercício do cargo 3 Departamento que integra até 15 docentes 3 Departamento que integra de 16 até 25 docentes 5 Departamento que integra de 26 até 35 docentes 6 Departamento que integra mais de 35 docentes 7 Coordenador de departamento Coordenador de conselho Educação pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico de ano Coordenador de área disciplinar Área disciplinar que integra entre 2 e 8 docentes. 2 Área disciplinar que integra mais de 8 docentes. 3 Docente diretor de curso de CEF ou de Cursos Profissionais 2 Coordenador de cursos profissionalmente Docente com 1 turma qualificantes Diretor de curso Docente com duas ou mais turmas Crédito específico atribuído de acordo com o previsto Professor bibliotecário na Portaria n.º 756/2009, de 14 de julho, com as Coordenador das alterações que lhe foram introduzidas pelas Portarias bibliotecas escolares Professor bibliotecário nos 558/2010, de 22 de julho, e 76/2011, de 15 de fevereiro. Equipa de autoavaliação Nº de tempos por docente interna Coordenador de autoavaliação do agrupamento 2 2 4 2 2 Professor do grupo do quadro do agrupamento 3 Coordenador de Projetos Professor do grupo do quadro do agrupamento e Comunicação 3 Coordenador de Estabelecimento Nº de alunos por estabelecimento Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria De acordo com legislação em vigor Página 67 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Cargos Critério de atribuição de horas/tempos Número de horas/tempos para exercício do cargo Coordenador do Projeto Promoção e Educação para a Professor do grupo do quadro do agrupamento Saúde 3 Delegado de Segurança Professor do grupo do quadro da escola 2 (exceto se pertencer à direção ou se for assessor) Coordenador(a) do Plano Nacional de Leitura (PNL) Professor do grupo do quadro da escola 2 Coordenador do Desporto Escolar Professor do grupo 260 ou 620 do quadro do agrupamento 2 Dinamização de clubes ou projetos Clubes e projetos aprovados pelo Conselho Pedagógico e/ou que integram o Plano Anual de Atividades. 2 Direção de instalações específicas 2 Hora de substituição Professores do 2º, 3º ciclo, ensino secundário e educação especial 1 Trabalho colaborativo Professores do 2º, 3º ciclo e ensino secundário 1 Direção de instalações 9.4.1. Direção de turma a. O Diretor de Turma deve lecionar à mesma turma: i. as disciplinas ou áreas disciplinares atinentes ao seu Área Disciplinar; ii. Oferta Complementar – desenvolvimento da disciplina Projeto Turma; b. O Diretor de Turma é um elemento chave no relacionamento entre alunos, docentes e encarregados de educação. Por ele passa toda a vida escolar do aluno. c. Os critérios de escolha dos Diretores de Turma obedecem ao seguinte: i. Dar continuidade ao cargo; ii. Revelar capacidades para lidar com sensibilidades diferentes, sendo capaz de promover o diálogo e estabelecer uma boa relação interpessoal entre docentes, assistentes operacionais e encarregados de educação; iii. Ter experiência no cargo; Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 68 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento iv. Ter conhecimento dos alunos e da escola; v. Ser metódico e organizado; vi. Ser um bom moderador de conflitos; vii. Ser capaz de disciplinar as turmas; viii. Mostrar interesse e disponibilidade para o desempenho do cargo. d. As direções de turma devem ser atribuídas preferencialmente a professores do quadro da escola. e. As turmas com um comportamento mais complicado devem ser atribuídas a docentes com experiência a quem se reconhece uma capacidade para disciplinar, motivar e negociar. f. A um docente não deve, em princípio, ser atribuída mais do que uma direção de turma. g. Os diretores de turma devem: elencar conteúdos disciplinares programáticos e objetivos de aprendizagem que possam ser articulados entre si, por ano de escolaridade, entre os diferentes departamentos curriculares; sugerir atividades comuns para a concretização da articulação de conteúdos disciplinares programáticos e objetivos de aprendizagem, por ano de escolaridade; promover, dinamizar e coordenar a realização de projetos interdisciplinares nas turmas; planificar atividades e projetos a desenvolver, anualmente, pelo Conselho dos Diretores de Turma. 9.4.2. Atribuição de tempos aos Diretores de Turma Nos termos do nº 2 do art.º 2º do Despacho Normativo nº7-A/2013, de 10 de julho, serão atribuídos 2 tempos letivos a cada diretor de turma (o tempo atribuído para esta função não pode exceder os 100 minutos do horário do docente, segundo a alínea b) do nº3 do artigo 8º do Despacho Normativo nº 7/2013) 9.5. Critérios para a elaboração de Horários 1- Iniciar as atividades letivas do pré-escolar e do 1ºciclo entre as 9h e as 9.30h, bem como as dos 2º/3º ciclos e secundário às 8.30h. 2- Manter, na medida do possível, as turmas na mesma sala de aula, dando especial cumprimento a este princípio no 5ºano de escolaridade, no curso vocacional e todas as turmas que integrem alunos com mobilidade reduzida. 3- Os horários devem ter uma distribuição equilibrada pelos cinco dias da semana. Devem integrar, no mesmo dia, disciplinas de caráter teórico e prático, de modo a que não existam dias muito sobrecarregados. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 69 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 4- Nenhuma disciplina deve ser lecionada em dias consecutivos. 5- As línguas estrangeiras e Educação Física serão distribuídas em dias intercalados. 6- As aulas de Educação Física só podem iniciar-se uma hora depois de findo o período definido para o almoço do grupo turma. O referido período de almoço é de uma hora nas escolas dotadas de refeitório. 7- Atribuir um desfasamento da hora de almoço nas diferentes turmas da escola EB1 Raul Lopes e na EB 2,3 D. Nuno Álvares Pereira. 8- As disciplinas de cariz prático/experimental são, sempre que possível, lecionadas em salas específicas. 9- Compete ao Coordenador de Departamento Curricular/Coordenador de Área Disciplinar facultar a ordem de prioridades de utilização de salas, nas diversas disciplinas/níveis de ensino/anos de escolaridade. 10-No caso dos cursos profissionais e nos cursos vocacionais, a carga horária não poderá ultrapassar as sete horas por dia, ou seja, nove tempos de 45 minutos. 11-Por regra, o número de blocos de noventa minutos diários, em cada turma, não pode ultrapassar os quatro. 12- Oferecer a tarde livre de quarta-feira para todas as turmas do 2º e 3ºciclos e do ensino secundário. 13- Colocar as aulas de apoio pedagógico/enriquecimento curricular/desporto escolar/ tutoria junto às horas de almoço ou ao fim do dia. 14- Considerar, preferencialmente, a mancha horária de 90 minutos: 8h30 – 10H00; 10h20 – 11h50; 12h00 – 13h30; 14h40 – 16h10; 16h20 – 17h50. 9.6. Plano de ocupação plena dos tempos escolares no 2º e 3º ciclos e no Ensino Secundário A Escola deve proporcionar aos alunos atividades educativas durante todo o período de tempo em que estes permaneçam no espaço escolar, de modo a: Garantir o cumprimento do currículo e dos programas de cada disciplina/área; Assegurar a ocupação plena dos alunos do ensino básico e secundário, durante o seu horário letivo, na situação de ausência temporária/imprevista do docente. 1. Cada docente tem 1 hora de componente não letiva, marcada no horário, para substituição (Sub) no respetivo Área Disciplinar/ disciplina; essa hora é usada de forma flexível mediante as necessidades que vão surgindo. 2. Paralelamente, cada docente deve providenciar a permuta da atividade letiva entre os docentes da mesma turma. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 70 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 3. Na impossibilidade do n.º 1 e 2 poderá ser lecionada uma aula de “compensação”, no prazo máximo de 5 dias úteis, se todos os alunos estiverem de acordo. 4. Em situações imprevistas, os alunos serão ocupados pelos docentes que constituem a bolsa de entreajuda /sala de estudo. 9.6.1. Normas Se os mecanismos de permuta, substituição e compensação não puderem ser garantidos, o professor que constitui a bolsa de “Entreajuda” fará uma “ocupação” organizando atividades de enriquecimento e complemento curricular, em contexto de sala de aula ou noutros espaços escolares, tais como: Atividades em Sala de Estudo; Leitura Orientada; Atividades desportivas orientadas; Atividades oficinais, musicais e teatrais; Outras. 9.6.2. Ausências do professor O docente que pretenda ausentar-se ao serviço deve, sempre que possível, entregar na Direção, o plano de aula da turma a que irá faltar. A não comunicação da intenção de faltar e a não apresentação do plano de aula, constituem fundamento bastante para a injustificação da falta dada, sempre que a mesma dependa de autorização ou possa ser recusada por conveniência ou necessidade de funcionamento do serviço. O docente que assegura a permuta, a substituição ou a compensação, numera a aula (na ocupação a aula não é numerada) e regista no sumário as atividades realizadas e as faltas dos alunos. O sumário deve sintetizar, com objetividade, as atividades realizadas e o aluno deve registá-lo no caderno diário. 9.6.3. Ausência do docente a aulas para participar em reuniões, sessões de trabalho e visitas de estudo Considera-se que o horário do professor foi, naquele dia/hora, alterado, pelo que não lhe deve ser marcada falta ao serviço, nos registos administrativos. Deve, no entanto, deixar plano de aula. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 71 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 9.7. Reuniões de docentes 9.7.1. Conselho Pedagógico As reuniões de Conselho Pedagógico terão lugar, sempre que possível, na segunda 3ª feira de cada mês, a partir das 9 horas. 9.7.2. Reuniões de Departamentos curriculares Os Departamentos Curriculares reúnem no início do mês de setembro e, pelo menos, uma vez por período. Os Departamentos de Educação Pré-Escolar, 1º Ciclo e Educação Especial reúnem uma vez por mês, preferencialmente, na terceira quarta-feira. Os Coordenadores de Departamento reúnem com os Coordenadores das Áreas Disciplinares/Conselhos de Ano, uma vez por mês, na terceira quarta-feira. As Áreas Disciplinares reúnem uma vez por mês, na primeira quarta-feira. 9.7.3. Reuniões de Conselhos de Diretores de Turma As reuniões ordinárias dos Conselhos de Diretores de Turma têm lugar no início de setembro e, pelo menos, uma vez por período. 9.7.4. Reuniões de Conselhos de Turma Os Conselhos de Turma , para efeitos de articulação e coordenação pedagógica e avaliação do aproveitamento, comportamento individual e global de turma, reúnem no início do ano letivo e, pelo menos, uma vez em cada período letivo. Extraordinariamente, poderão ser realizadas reuniões sempre que o Diretor de Turma/Conselho de Turma assim o entende. 9.7.5. Reuniões de articulação entre ciclos As reuniões de articulação entre ciclos realizam-se, pelo menos, no final de cada ano letivo. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 72 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 9.8. Avaliação da Distribuição de Serviço No final do ano, procede-se a uma análise da distribuição do serviço docente efetuada, avaliando os resultados obtidos com o planeamento realizado, tendo em conta, entre outros, os seguintes indicadores: a. resultados escolares dos alunos; b. ambiente de trabalho criado; c. cumprimento dos programas curriculares das diferentes disciplinas; d. condições de segurança da escola. 9.9. Plano de formação do pessoal docente e não docente A escola é hoje entendida como uma organização social complexa, onde os seus atores (Pessoal Docente, Não Docente e Discente) desenvolvem modos próprios de relacionamento e de aprendizagem. Num momento em que as escolas são alvo de uma crescente visibilidade relativamente ao seu desempenho, é natural que as mesmas pretendam melhorar a sua ação de forma a optimizar o desempenho dos seus alunos. Por outro lado, a bibliografia específica nesta área tem dado conta de alguma falta de “eficácia” das ações de formação realizadas de forma “avulsa”, desenquadradas das necessidades reais da escola a que pertencem os professores “alvo” dessa formação. Procura-se, portanto que este plano, constitua um todo coerente onde a formação dos seus agentes tenha uma ligação direta com a escola e os seus alunos, e com as suas necessidades específicas tendo em vista o cumprimento do Projeto Educativo, no sentido da melhoria contínua dos métodos e procedimentos e consequentemente, dos resultados globais. Tendo por base estes princípios a operacionalização do plano de formação da escola traduz-se no seguinte: 1- Áreas estratégicas de formação Docentes: Científico – didática; Didático – pedagógica; Gestão de conflitos na sala de aula; A inteligência emocional; O stress e o bem-estar dos docentes; O professor líder na sala de aula; Educação sexual; Autoavaliação da escola; A mediação escolar; O novo acordo ortográfico; Tecnologias da Informação e Comunicação; implementação e monotorização das práticas de qualidade da escola. Não Docentes: Bibliotecas Escolares; Tecnologias da Informação e Comunicação; Higiene e Segurança no Trabalho; Gestão de Processos; O novo acordo ortográfico; Relações Interpessoais. 2- Constituição de equipas de formadores na escola. 3- Estabelecimento de parcerias com outras escolas ou instituições de ensino superior; Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 73 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 4- 10. Uniformização de Materiais, Instrumentos e Procedimentos para todos os Departamentos Curriculares Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 74 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Modelos incluídos: Planificações Listagem de Conteúdos / Aulas Previstas Listagem de Módulos / Aulas Previstas Testes Sumativos Declaração de Comportamento Inadequado Ficha de Participação Disciplinar Exemplos de Participações Disciplinares Relatório do Diretor de Turma – Participação Disciplinar Ficha de Informação ao Diretor de Turma Plano de Trabalho de Turma Plano de Trabalho da Turma (Educação Pré – Escolar) 1- DOSSIERS DE DEPARTAMENTO E DOSSIERS DE ÁREA DISCIPLINAR Tendo em conta as suas finalidades, manter-se-á a divisão entre o arquivo de materiais destinados a todo o Departamento e o arquivo de materiais produzidos ao nível de cada Área Disciplinar. A organização do dossier de departamento é da responsabilidade do respetivo Coordenador, enquanto a responsabilidade do arquivo e da organização do dossier do Área Disciplinar é da responsabilidade dos coordenadores de área disciplinar e professores. 2- FORMATO DIGITAL DOS DOSSIERS (DOSSIER VIRTUAL) Os arquivos dos materiais de todos os Grupos de Recrutamento serão em formato digital com a sua colocação na Plataforma Moodle. ESTRUTURA /ORGANIZAÇÃO DOS MATERIAIS NA PÁGINA DO DEPARTAMENTO a) Informações; b) Convocatórias; c) Guiões das reuniões; d) Atas de Departamento; e) Atividades de Departamento – PAA; f) Critérios de Avaliação do Departamento. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 75 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento ESTRUTURA DAS ÁREAS DISCIPLINARES 1. a) Informações b) Atas de Grupo a) Programas b) Planificações c) Listagem de conteúdos a) Matrizes b) Testes c) Materiais 2. 3. Outros assuntos/documentação que sejam do interesse específico de cada Departamento/Área Disciplinar constarão de um dossier em suporte papel. 3- PLANIFICAÇÕES / LISTAGEM DE CONTEÚDOS / MÓDULOS PLANIFICAÇÕES N.º Aulas Previstas CONTEÚDOS (45 min) Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria OBJETIVOS ESTRATÉGIAS /SITUAÇÕES DE AVALIAÇÃO APRENDIZAGEM Página 76 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento LISTAGEM DE CONTEÚDOS Listagem de Conteúdos / Aulas Previstas Disciplina:____________________________________ Ano: ________ Turma: ________ Professor: ___________________________________________ N.º de aulas previstas Conteúdos a Lecionar Período Letivo 1º 2º 3º N.º de Aulas Previstas Ministradas Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Observações Página 77 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento LISTAGEM DE MÓDULOS PLANIFICAÇÃO ANUAL Listagem de Módulos / Aulas Previstas Curso: ________________________________ Disciplina: _____________________ Ano: ________ Turma:_____Professor:___________________________ N.º de aulas previstas (45 minutos) Módulos a Lecionar Nº Designação Total de aulas previstas Período Letivo N.º de Aulas Previstas Ministradas Observações 1º 2º 3º Data ______/___/___ Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria O(A) Professor(a) ____________________________________ Página 78 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 4- TESTES SUMATIVOS ● Adoptar-se-á a designação de “Teste sumativo” para a grande diversidade de designações para o mesmo fim (ficha de avaliação; teste de avaliação escrito; teste de avaliação de conhecimentos; exercício escrito; …). ● No caso de se tratar de um teste sumativo oral ou prático, esta particularidade deverá ser realçada no cabeçalho do teste. ● Será também adotado um cabeçalho uniforme que será disponibilizado a todos os professores por email e colocado num dos computadores da sala de professores, que integra os elementos que se consideram essenciais em testes desta natureza: logotipo do agrupamento, disciplina; ano e turma; data e duração do teste. – TOMAR ESCOLA Ano Letivo 2013/2014 Disciplina Ano/Turma __º TESTE SUMATIVO __ / __ / ____ Duração do teste: __ minutos Observações: – TOMAR ESCOLA Ano Letivo 2013/2014 Disciplina Ano/Turma __º TESTE SUMATIVO __ / __ / ____ Duração do teste: __ minutos Observações: Nome ________________________________________ Nº _____ Rubrica do Enc. de Educação ________________________ Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Classificação_______________________________ Rúbrica do Professor _____________________________ Página 79 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento ● Cada teste deverá dispor de uma matriz simples de conteúdos e competências que justifique a aplicação desse instrumento de avaliação. Dada a natureza cooperativa da planificação das unidades, a elaboração desta matriz deverá ser efetuada pelos professores que lecionam o mesmo nível de escolaridade. ● Cada Área Disciplinar deverá fazer um esforço para adotar a construção dos seus testes segundo um padrão comum que contemple um determinado número de questões e a natureza das respetivas questões. Deste modo, a estrutura deve contemplar o número de itens de resposta fechada (ex: escolha múltipla, ordenamento, correspondência; verdadeiro/falso) e itens de resposta aberta (ex: itens de composição curta e itens de composição extensa orientada) ou outras questões de acordo com a natureza específica da disciplina. ● Nas disciplinas que aplicam testes intermédios, esta construção está naturalmente facilitada, bastando consultar os testes aplicados nos últimos anos para se verificar a extensão da prova (número de questões) e a tipologia tradicionalmente adotada. ● Cada teste sumativo deverá conter as cotações de cada questão, recomendando-se que surjam na forma de tabela no final do teste. ● No final do teste deverá constar a identificação do professor da turma. ● Após a aplicação de cada teste sumativo, cada professor deverá elaborar uma síntese estatística simples dos resultados dos seus alunos (ex: Insuficiente: 4 alunos; Suficiente (ou de 9 a 13 valores)- 6 alunos; etc. A síntese dos resultados é uma forma expedita de comparar resultados de turmas diferentes e detetar anomalias no processo de ensino-aprendizagem. ● O arquivamento dos testes sumativos poderá ser acompanhada facultativamente das respetivas soluções/critérios de correção. ● Será disponibilizado a todos os professores um glossário com os conceitos tradicionalmente utilizados na elaboração das questões: define; fundamenta; justifica; clarifica; explica; explicita; indica; legenda; interpreta…, que deverá ser trabalhado com os alunos nas primeiras aulas, especificando em cada disciplina a sua utilização. 5- FICHA FORMATIVA E FICHA DE TRABALHO Valorizando a informação sistemática ao aluno sobre o seu desempenho, são aplicados outros instrumentos de avaliação formativa que assumem as designações de “Ficha Formativa” / “Ficha de Trabalho”…. Estas devem conter o tema que justifica a aplicação do material, a turma e a data da sua aplicação. ● O arquivo destes materiais poderá ser acompanhado pelas respetivas soluções. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 80 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 6- DECLARAÇÃO DE COMPORTAMENTO INADEQUADO Escola ___________________________________________ DECLARAÇÃO Eu ______________________________________________, aluno da turma________ do ______º ano e da EB1 _____________________________ declaro que, no dia ______ de __________ de 20____ não tive um comportamento correto na(o) ____________________: _____estive a conversar, perturbando o funcionamento da aula, os meus colegas e o(a) professor(a), mesmo depois de ter sido avisado para não o fazer. _____não fiz as tarefas que o(a) professor(a) me solicitou, porque não me apeteceu trabalhar. _____tive atitudes de falta de educação, pois disse palavras/frases inapropriadas e/ou agi de forma incorreta e ofensiva. _____(outras situações):__________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ Por ser verdade, vou assinar esta declaração, na presença da turma e do(a) professor(a). O(A) aluno(a)___________________________________________________________ O(A) professor(a)________________________________________________________ Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 81 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 7- PARTICIPAÇÃO DE OCORRÊNCIA Recebi ___ / ___ / ____ Escola ______________________________________________ A Subdiretora, (Competência delegada) _________________ PARTICIPAÇÃO DE OCORRÊNCIA Identificação do aluno: Nome: ________________________________________ N.º: ____ Turma: ___ Ano: _____ Data da ocorrência: ___ /___ /_____ Hora: ________ Local:______________ Descrição dos factos: Provas A – Documental Qual(is)?__________________________________________ B – Testemunhal Quem? __________________________________________ Data: ___ /___ / _____ Autor da Participação: _______________________ Função: ___________________ DESPACHO ___ / ___ / ____, A Diretora, Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 82 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 8- EXEMPLOS DE PARTICIPAÇÕES DISCIPLINARES Ex. 1 incorreto _ A Maria tem a mania de olhar para trás e agredir violentamente o colega Manuel, que é muito correto nas minhas aulas e mal lhe dirige a palavra. Já não tenho paciência para a Maria, pois até a mim ela faltou ao respeito, usando vocabulário impróprio; desculpei mais do que uma vez mas decidi fazer participação porque o coitadinho do Manuel não pode voltar a ser agredido e injuriado. A Maria já assim era o ano transacto, segundo ouvi dizer. Desta vez, deve pagar o arranjo dos óculos do Manuel. Ex. 1 correto _ A Maria virou-se para trás e atirou o estojo em direção à cabeça do Manuel, a qual começou a sangrar. Esta conduta provocou ainda a queda dos óculos do Manel no chão, cujas lentes partiram. No ano transato, a Diretora de Turma entregou a queixa de um colega de turma da Maria, o Carlos, à Diretora da Escola, pois empurrou-o à entrada da sala de aula, torceu-lhe o braço direito e partiu-o. Foi alvo de um procedimento disciplinar com seis dias de suspensão. Ex. 2 incorreto – A Maria foi mal educada para com a Professora e indisciplinada. É teimosa, perturbadora e irritante; nunca copia para o caderno o que eu mando. Chamei várias vezes a atenção da Maria durante a aula mas esta não modificou o seu comportamento. O Prof X já me disse que ela faz o mesmo nas suas aulas mas que já não lhe dá relevo e nunca fez participação para ver se ela modifica o seu comportamento. Como comigo isto já aconteceu várias vezes e falei com a Diretora de Turma, sem grandes resultados, deve ser instaurado procedimento disciplinar. Ex. 2 correto _ A Maria disse-me que chegou atrasada mas não tinha culpa, pois o pai é que se atrasara. Insisti em saber porquê; respondeu que eu nada tinha a ver com isso e que não a chateasse, pois já tivera uma discussão nessa manhã com o pai. De seguida, começou a conversar com o colega do lado e não aceitou ser repreendida; soprou e resmungou entre dentes “Ai, o caraças! Porra!”. Atirou todo o material para o chão. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 83 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento ESCOLA SECUNDÁRIA SANTA MARIA DO OLIVAL Ano letivo _______ /_______ RELATÓRIO DO DIRETOR DE TURMA ACERCA DA PARTICIPAÇÃO DISCIPLINAR DO ALUNO __________________________________ Nº ___ ANO ___ TURMA ___IDADE ____ PERFIL (respeitante ao ano letivo em curso) Nº de participações disciplinares: Nº de proc. disciplinares (inclusive em anos transatos): Aproveitamento: Comportamento (cumprimento de regras, integração na turma, escola, família, ...): Assiduidade: Observações complementares do Diretor de Turma quanto ao que possa ser considerado como: Atenuante(s) Agravante(s) O Diretor de Turma _________________________________ Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Data __________ Página 84 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 9- FICHA DE INFORMAÇÕES AO DIRETOR DE TURMA FICHA DE INFORMAÇÕES AO DIRETOR DE TURMA Disciplina:____________________________ (1) Data: ____/ ____/ 2013 Empenhamento b) Avaliação das atitudes (1) Comportamento a) Avaliação da oralidade (1) NOME Avaliação em composições, trabalhos de grupo, trabalhos de pesquisa, etc. (1) N.º Turma: Classificação dos testes sumativos (%) Ano: Professor: __________________________ Observações/ Sugestões MB (Muito Bom); B (Bom); S (Suficiente); I (Insuficiente) a) Comportamento: ATITUDES ● Respeitar as normas de funcionamento da aula ● Acatar prontamente as ordens do professor Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria b) Empenhamento: Pontualidade Participação na aula e realização dos trabalhos na aula Realização dos trabalhos de casa Caderno diário completo e organizado Cumprimento de prazos Página 85 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Ano Letivo 2013 / 2014 Ficha de Informações ao Diretor de Turma - Avaliação Intercalar Alunos com Currículo Específico Individual Disciplina __________________ Ano: Turma: Professor: a) Comportamento: Respeitar as normas de funcionamento da aula Acatar prontamente as ordens do professor Empenhamento b) Nome Comportamento a) Nº Aquisição de conhecimentos/ competências Avaliação das Atitudes (1) Observações/Sugestões b) Empenhamento: Pontualidade Participação na aula e realização dos trabalhos na aula Dossiê completo e organizado (1) MB (Muito Bom); B (Bom); S (Suficiente); I (Insuficiente) Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 86 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 9- PLANO DE TRABALHO DA TURMA Escola _______________________________ ANO LETIVO 2013/14 PLANO DE TRABALHO DE TURMA Diretor de Turma - ______________________________ Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 87 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 1 – Caraterização da Turma PEI Medidas do DL 3/2008 Ano Letivo 13/14 Desempenho Insuficiente 1ºP 2ºP 3ºP Disciplinas com nível inferior a 3 Quadro de Mérito 3ºP Idade Turma/ano anterior NOME Retenções Nº Apoios Pedag. (Disciplinas) ou tutorias Falta Assiduidade Ano Letivo 13/14 ALUNOS PAPI (medidas) OBS 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 88 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Observações: Outras informações sobre a turma: Alunos – Casos específicos encontrados ( Planos de Apoio, Programas Educativos Individuais) Nº Nome Razões que justificaram a aplicação do Plano/Programa Plano/Programa Medidas Intervenientes e responsáveis Ações a desenvolver Potencialidades/Problemas detetados Diagnose da Turma Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 89 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 2 – Plano de acção Estratégias a desenvolver Atividades a aplicar Plano de Atividades da Turma Atividade Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Descrição Calendarização Página 90 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Competências específicas Atividades 1ºP 2ºP Refletir sobre a vida da escola e os princípios democráticos que regem o seu funcionamento. Assuntos inerentes à direção de turma Leitura e análise dos direitos e deveres dos alunos Eleição do Delegado e Subdelegado Competências do Delegado e Subdelegado Elaboração de actas de Assembleias de turma Definição das regras para o bom funcionamento da turma Cidadania e segurança Promover valores de tolerância, solidariedade e respeito pelos outros. Respeitar regras de convivência entre cidadãos tolerantes, autónomos, participativos e civicamente responsáveis. Diálogo orientado sobre os temas e atividades a tratar Projeto Turma Viver com os outros Participar ativamente na escola e na sociedade. As situações de conflito e a violência Comportamentos específicos de segurança Projeto de Educação Sexual da Turma Alimentação e atividade física Consumo de substâncias psicoactivas Violência em meio escolar Educação ambiental; Educação para o consumo Educação para a sustentabilidade Conhecimento do mundo do trabalho e das profissões e educação para o empreendedorismo Educação para os direitos humanos Educação para a igualdade de oportunidades Educação para a solidariedade Educação rodoviária Educação para os media Auto e heteroavaliação Projeto de Educação Sexual da Turma Temas a desenvolver Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Atividades Intervenientes Calendarização Página 91 de 206 3ºP Projeto Curricular de Agrupamento 3 – Avaliação/Reformulação Avaliação – 1º Período Aproveitamento global (Resultados escolares/ desenvolvimento de competências) M.BOM BOM SUF Cumprimento das atividades planificadas Cumprimento dos Planos / Programas de Apoio Totalmente Totalmente INS Parcialmente Parcialmente Comportamento global M.Sat. Sat. P.Sat. Per t. Oportunidades de melhoria / Alterações ao Plano de Ação Pontos fracos / Constrangimentos Menção Alterações ao Plano de Ação /Alunos – Aplicação de novos Planos / Programas (1º Período) Nº Nome Plano/Programa Razões que justificam a aplicação do Plano/Programa Medidas Intervenientes e responsáveis Ações a desenvolver Tomar, ____ de dezembro de 20__ O(A) Diretor(a) de Turma Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 92 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Alterações ao Plano de Ação /Alunos – Aplicação de novos Planos / Programas (Intercalar 2º Período) Nº Nome Plano/Programa Razões que justificam a aplicação do Plano/Programa Medidas Intervenientes e responsáveis Ações a desenvolver Tomar, ____ de __________ de 20__ O(A) Diretor(a) de Turma Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 93 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Avaliação – 2º Período Aproveitamento global (Resultados escolares/ desenvolvimento de competências) BOM SUF INS Totalmente Parcialmente Cumprimento dos Planos / Programas de Apoio Totalmente Parcialmente Comportamento global M . S a t . S a t . P . S a t . P e r t . Oportunidades de melhoria / Alterações ao Plano de Ação Pontos fracos / Constrangimentos Menção M.BO M Cumprimento das atividades planificadas Alterações ao Plano de Ação/Alunos – Aplicação de novos Planos / Programas (2º Período) Nº Nome Plano/Programa Razões que justificam a aplicação do Plano/Programa Medidas Intervenientes e responsáveis Ações a desenvolver Tomar, ____ de __________ de 20__ O(A) Diretor(a) de Turma Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 94 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Avaliação final do Projeto – 3º Período Aproveitamento global Cumprimento das atividades planificadas (Resultados escolares/ desenvolvimento de competências) M.BOM BOM SUF INS Totalmente Parcialmente Cumprimento dos Planos / Programas de Apoio Totalmente Parcialmente Comportamento global M.Sat. Sat. P.Sat. Pert. Oportunidades de melhoria / Alterações ao Plano de Ação Pontos fracos / Constrangimentos Menção Alunos – Aplicação de Planos / Programas (Próximo ano letivo) Nº Nome Plano/Programa Razões que justificam a aplicação do Plano/Programa Medidas Intervenientes e responsáveis Ações a desenvolver Tomar, ____ de junho de 20__ O(A) Diretor(a) de Turma Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 95 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Plano de Trabalho da Turma Jardim de Infância____________________ A Educadora _________________________ Departamento de Educação Pré-Escolar Ano Letivo 20…. / 20…. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 96 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Índice 1. Caraterização da Turma 1.1. Pedagógica 1.2. Social 2. Avaliação diagnóstica 3. Identificação de Interesses e Necessidade 4. Metodologia 5. Organização do Ambiente Educativo 6. Fundamentação de Opções Educativas 7. Prioridades de Intervenção Educativa 8. Planificação 9. Avaliação do Projeto de Trabalho da Turma Anexos Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 97 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 1. Caraterização da Turma – Pedagógica Ensino Especial/SPO/ Terapias/Consulta Desenvolvimento/ CPCJ/Intervenção precoce/Outros PEI Medidas do DL 3/2008 Ano Letivo 13/14 Relatório circunstanciado Ano de Frequência Data nascimento Processo Nº NOME Quem acompanhou? Foi referenciado? Ano Letivo 12/13 ALUNOS PEI Medidas a aplicar Quem vai acompanhar Ensino Especial/SPO/ Terapias/Consulta Desenvolvimento/ CPCJ/Outros Observações Língua Portuguesa não materna/ Outros 0000 Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 98 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento CAF Nome Refeições Prolongamento Informática Computador Internet Escolaridade Mãe Pai Observações Total Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 99 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 2. Avaliação diagnóstica 3. Identificação de interesses e necessidades Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria 206 Página 100 de Projeto Curricular de Agrupamento 4. Metodologia 5. Organização do Ambiente Educativo Do Grupo Do Espaço Do Tempo ( Agenda Semanal) Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 101 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 9.00 10.30 12.30 12.30-14.00 Almoço 14.00 15.30 15.30 16.15 16.30 17.15 (Distribuição das diferentes áreas e domínios pelos tempos semanais e AAAF) Da Equipa Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 102 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 6. Fundamentação das Opções Educativas 7. Prioridades de Intervenção Educativa (De acordo com as observações efetuadas em contexto de sala) Quadro síntese de levantamento de necessidades Áreas Fortes Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Melhorar Corrigir Página 103 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Planificação Conteúdos Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Objetivos Atividades/estratégias Avaliação Página 104 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Avaliação do Plano de Trabalho da Turma _____ Educadora _____________________________ Itens a Observar Nunca ____ Período Poucas vezes Algumas vezes Muitas vezes Sempre As estratégias definidas revelaram-se adequadas As atividades realizadas têm operacionalizado as diferentes áreas e domínios curriculares Recorreu-se a algum tipo de apoio Verificou-se a transversalidade curricular entre as diferentes áreas. Os instrumentos de avaliação têm sido diversificados e adequados. As crianças estão motivados para as atividades desenvolvidas. Os problemas identificados estão a ser superados. Sugestões e reformulação a implementar: Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 105 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 11. Anexos Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 106 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 11.1. Apoios Educativos Plano de Acompanhamento Pedagógico do 1º Ciclo ESCOLA________________________ ENSINO BÁSICO – 1º CICLO PLANO DE ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO (de acordo com o disposto no artigo 20º do Despacho Normativo nº 24-A/2012 de 6 de dezembro de 2012) Ano letivo 20__/__ Identificação do Aluno Nome: Componentes do Currículo Nº: Português Matemática Ano/Turma: Estudo do Meio Idade: Expressões Expressões Artísticas Físico Motoras NÍVEL /MENÇÃO Final do 1º Período Final do 2º Período Final do 3º Período Outra data __ / __ / _____ __ / __ / _____ __ / __ / _____ __ / __ / _____ Medidas a implementar pela escola 1. Apoio ao Estudo 2.Acompanhamento extraordinário para os alunos do 1º ciclo 3. Outro Intervenção dos Serviços de Psicologia e Orientação, ou de outros técnicos de educação: Observações: Data: ____ / ____ / ______ Data: ____ / ____ / ______ O(A) Professor Titular de Turma, O(A)Encarregado(a) de Educação, ________________________________ ________________________________ Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 107 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 108 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 11.2. Avaliação Educação Pré-Escolar Registo de Observação/Avaliação Grupo 3 Anos Área da Formação Pessoal e Social 2º P 3º P Domínios Sabe o seu nome e a idade Nomeia a família próxima Expressas as suas necessidades Demonstra confiança em experimentar novas atividades Identidade / Realiza tarefas da vida diária Auto Estima Conhece as rotinas Pede ajuda para realizar uma tarefa Observa o que a rodeia Conhece as normas básicas de segurança Manifesta as suas preferências Partilha materiais com colegas Sabe esperar pela sua vez Demonstra comportamento de apoio Cooperação Colabora nas atividades planificadas Colabora em atividades de pequeno grupo Reconhece comportamentos ações e trabalhos Convivência Reconhece a necessidade das regras de vida em grupo Democrática/ Aceita algumas frustrações e insucessos Cidadania Revela atitudes de respeito pelo meio ambiente Solidariedade/ Reconhece as diferentes caraterísticas de outras pessoas e grupos Respeito pela Reconhece os géneros (diferenças e semelhanças) diferença Identifica no seu contexto social algumas formas de injustiça Área do Conhecimento do Mundo Utiliza noções espaciais a partir da sua perspetiva como Localização no observador (em cima/em baixo; dentro/fora) Nomeia diferentes momentos de rotina diária Espaço e Tempo Distingue unidades de tempo básicas (dia/noite; manhã/tarde) Descreve o que observa no percurso diário casa/escola Identifica elementos do ambiente natural Conhecimento Reconhece alguns graus de do ambiente parentesco:pais/filhos/irmãos/avós/netos Natural e Identifica a mudança nos processos de crescimento do ser humano, Social animais e plantas Compreende pequenas experiências realizadas Dinamismo Identifica comportamentos de preocupação com a conservação da natureza e respeito pelo ambiente das Interelações Reconhece a necessidade da prática de higiene corporal, alimentar natural e social e saúde 1º P A EA NA A EA NA A EA NA Domínios A EA NA A EA NA A EA NA Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 109 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 1º P Expressão Dança- Domínios Expressão Musical - Domínios Expressão Dramática - Domínios Expressão Plástica - Domínios ÁREA DE EXPRESSÃO ARTÍSTICA Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação A EA NA 2º P A EA NA 3º P A Representa vivências individuais Descreve o que vê em diferentes formas visuais ( obra de arte, objetos, natureza,…) Produz composições plásticas a partir de temas reais ou Apropriação da imaginários linguagem elementar das artes Produz plasticamente de um modo livre ou mediado a representação da figura humana Compreensão das artes no contexto Desenvolvimento da criatividade Imite juízos sobre os seus trabalhos Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação Interage espontaneamente com outras crianças em atividades de faz de conta Compreensão das artes no contexto Comenta os espetáculos a que assiste Apropriação da linguagem elementar da expressão dramática Experimenta objetos como adereços Desenvolvimento da criatividade Inventa e experimenta personagens e situações de faz de conta ou representação a partir de diferentes estímulos Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação Produz motivos melódicos sem texto associados a canções Compreensão das artes no contexto Reconhece auditivamente um reportório diversificado de canções Apropriação da linguagem elementar da música Reconhece auditivamente sons vocais, corporais, do meio ambiente próximo e da natureza Desenvolvimento da criatividade Improvisa ambientes sonoros para rimas e canções Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação Movimenta-se e expressa-se de forma coordenada Compreensão das artes no contexto Participa em danças de grupo com os colegas em experiência artístíca Apropriação da linguagem elementar da dança Executa movimentos básicos locomotores (saltitar, rodopiar,…) e não locomotores (alongar, encolher) Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 110 de 206 EA NA Projeto Curricular de Agrupamento Expressão Motora - Domínios Desenvolvimento da criatividade Utiliza de diferentes modos os vários segmentos do corpo em resposta aos estímulos fornecidos por um adulto (mexer a cabeça, pés,mãos) Deslocamentos e Corre com segurança, salta obstáculos, sobe e desce escadas equilíbrios corretamente sem ajuda Perícia e manipulações Jogos Atira e recebe a bola Executa movimentos finos adequados à sua idade (usa corretamente o lápis e o pincel) Realiza jogos de encaixe Faz enfiamentos Inicia o controlo do gesto gráfico Participa em jogos de movimento Cumpre algumas regras de jogos simples ÁREA DA LINGUAGEM ORAL E ABORDAGEM À ESCRITA Consciência fonológica Domínios Reconhecimento e escrita de palavras Conhecimento das convenções gráficas Compreensão dos discursos verbais e interação verbal 1º P 2º P 3º P A EA NA A EA NA A EA NA Reproduz rimas Reproduz canções Reconhece o seu nome e o de alguns colegas Usa diversos instrumentos de escrita (lápis, caneta) Escreve a primeira letra do seu nome Sabe como pegar corretamente num livro Sabe que os desenhos transmitem informação Relata acontecimentos e vivências de forma clara Questiona para obter informação sobre algo que lhe interessa Mantém diálogo com o adulto e com os seus pares ÁREA DA MATEMÁTICA A EA NA A EA NA A EA NA Agrupa objetos tendo em conta um atributo Domínios Números e operações Geometria e medida Identifica as cores primárias Faz correspondência termo a termo Reconhece algumas das principais figuras geométricas Tem noção de altura/comprimento Organização e tratamento de dados NÃO SE APLICA ÁREA DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria A EA NA A EA NA A EA NA Página 111 de 206 Domínios Projeto Curricular de Agrupamento Informação/comunicação/produção/segurança Identifica e nomeia hardware (rato, monitor, teclado, computador) Notas: - Documento elaborado de acordo com o novo AO - Documento elaborado de acordo com as metas de aprendizagem definidas para o ensino pré-escolar Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 112 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Educação Pré-Escolar Registo de Observação/Avaliação Grupo 4 Anos Domínios Domínios Área da Formação Pessoal e Social Identifica as suas características individuais Reconhece laços de pertença como elemento do grupo/escola Expressa as suas emoções de forma adequada Demonstra confiança em falar num grupo que lhe é familiar Realiza sem ajuda tarefas básicas da vida diária Identidade / Auto Estima Identifica rotinas Cumpre as tarefas que se comprometeu realizar Manifesta curiosidade pelo mundo que a rodeia Pratica normas básicas de segurança Manifesta a sua opinião Partilha materiais com colegas Dá oportunidade aos outros de intervir Demonstra comportamentos de entreajuda quando solicitado Cooperação Colabora e faz propostas nas atividades planificadas Colabora em atividades de grande grupo Avalia apreciando criticamente Contribui para a elaboração das regras de vida em grupo Convivência Democrática/ Aceita algumas frustrações e insucessos Cidadania Revela atitudes de respeito pelo meio ambiente Respeita diferenças físicas, de capacidade, étnicas e culturais Solidariedade/ Respeito pela Reconhece a igualdade de géneros diferença Identifica formas de injustiça e descriminação Área do Conhecimento do Mundo Utiliza noções espaciais relativas a partir da sua perspetiva como observador (em cima/em baixo; dentro/fora; …) Localização no Ordena diferentes momentos de rotina diária Espaço e Distingue unidades de tempo básicas (dia/noite; manhã/tarde; semana; Tempo estações do ano Descreve itinerários diários (casa/escola; escola/casa de familiares) Identifica elementos do ambiente natural e social Identifica-se (nome completo, idade, nome de familiares mais Conhecimento próximos do ambiente Natural e Identifica permanência e mudança nos processos de crescimento do Social ser humano, animais e plantas Compreende e regista as experiências realizadas Manifesta comportamentos de preocupação com a conservação da Dinamismo natureza e respeito pelo ambiente das Usa e conhece algumas razões de prática de higiene corporal, Interelações alimentar e saúde natural e social Recohece características e hábitos de pessoas e grupos Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria 1º P 2º P 3º P A EA NA A EA NA A EA NA A EA NA A EA NA A EA NA Página 113 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Expressão Plástica - Domínios ÁREA DE EXPRESSÃO ARTÍSTICA Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação Representa vivências individuais temas, histórias, paisagens através de vários meios de expressão (pintura, desenho, colagem, modelagem) Compreensão das artes no contexto Descreve o que vê em diferentes formas visuais através do contexto com diferentes modalidades expressivas (pintura escultura, fotografia, …) Apropriação da linguagem elementar das artes Produz composições plásticas a partir de temas reais ou imaginados utilizando os elementos da comunicação visual em conjunto ou de per si Produz plasticamente de um modo livre ou mediado a representação da figura humana integrada em cenas do quotidiano, histórias inventadas ou sugeridas, utilizando diferentes modos de expressão 1º P A EA NA 2º P A EA NA 3º P A Imite juízos sobre os seus trabalhos e sobre as formas visuais, indicando alguns critérios da sua avaliação Expressão Musical - Domínios Expressão Dramática - Domínios Desenvolvimento da criatividade Utiliza de forma autónoma diferentes materiais e meios de expressão (pintura, colagem , desenho entre outros )para recriar vivências individuais, temas, histórias entre outros. Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação Interage espontaneamente com outras crianças em atividades de faz de conta sugeridas Compreensão das artes no contexto Comenta os espetáculos a que assiste utilizando vocabulário adequado e específico Apropriação da linguagem elementar da expressão dramática Reconhece a utilização do espaço com finalidade cénica Desenvolvimento da criatividade Inventa e experimenta personagens e situações de faz de conta ou representação por iniciativa própria Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação Sicroniza o movimento do corpo com a intensidade de uma canção (dinâmica forte e fraca) Compreensão das artes no contexto Utiliza e reconhece auditivamente um reportório diversificado de canções e de música gravada de diferentes géneros, estilos e culturas Apropriação da linguagem elementar da música Reconhece auditivamente sons vocais, corporais, do meio ambiente próximo, da natureza e sons instrumentais Desenvolvimento da criatividade Realiza atividades motoras de acordo com o ritmo e intensidade Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 114 de 206 EA NA Expressão Motora - Domínios Expressão Dança- Domínios Projeto Curricular de Agrupamento Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação Expressa-se de forma coordenada, utilizando o corpo no espaço, no tempo e com diferentes dinâmicas Compreensão das artes no contexto Participa em danças de grupo com os colegas em experiência artística Apropriação da linguagem elementar da dança Interpreta trajetórias com o corpo Desenvolvimento da criatividade Responde com uma série de movimentos a estímulos que correspondem a ações (rastejar, rebolar) Deslocamentos e equilíbrios Corre, trepa, baloiça e salta a pés juntos e ao pé coxinho. Controla voluntariamente os seus movimentos (iniciar, parar, seguir ritmos e direções) Lança e agarra um objeto Perícia e manipulações Anda enquanto manipula um objeto Executa movimentos finos adequados à sua idade (usa corretamente o lápis, tesoura e pincel) Participa em jogos de movimento Jogos Revela gosto pelo jogo e pela competição Cumpre as regras do jogo ÁREA DA LINGUAGEM ORAL E ABORDAGEM À ESCRITA 1º P A EA 2º P NA A EA 3º P NA A Produz rimas Domínios Consciência fonológica Segmenta silabicamente palavras Identifica palavras que começam ou acabam com a mesma sílaba Reconhece e escreve o seu nome Reconhecimento Sabe onde começa e acaba uma palavra e escrita de Conhece algumas letras palavras Faz tentativas de escrita Identifica a capa e contracapa de álbuns narrativos Sabe que o desenho e a escrita transmitem informação Conhecimento das convenções Sabe que as letras correspondem a sons gráficas Distingue letras de números Identifica e produz algumas letras maiúsculas Faz perguntas e responde demonstrando compreender a Compreensão informação transmitida oralmente dos Discursos Questiona para obter informação sobre algo que lhe Orais e interessa Interação Verbal Usa nos diálogos palavras que aprendeu Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 115 de 206 EA NA Projeto Curricular de Agrupamento Descreve pessoas, objetos e ações Reconta narrativas ouvidas ler Descreve acontecimentos com sequência aproximada ÁREA DA MATEMÁTICA A EA NA A EA NA A EA NA A EA NA A EA NA A EA NA Agrupa objetos tendo em conta semelhanças e diferenças, com dois atributos (cor, tamanho, forma, posição, textura) Reconhece algarismos até 5 Domínios Números e operações Tem noção de quantidade Reconhece o elemento intruso num conjunto Faz sequências simples Geometria e medida Identifica algumas das principais figuras geométricas Organização e tratamento de dados Colabora na organização de dados apresentados em tabelas, mapas, e pictogramas simples do seu quotidiano Expressa-se sobre diferentes medidas e faz comparações ÁREA DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Utiliza as funcionalidades básicas de algumas ferramentas digitais para procurar informação Identifica as tecnologias como meios que favorecem a Comunicação comunicação Utiliza as funcionalidades básicas de algumas ferramentas Produção digitais para produzir trabalhos Participa na definição de regras, comportamentos e atitudes Segurança a adotar relativamente ao uso dos equipamentos Domínios Informação Notas: - Documento elaborado de acordo com o novo AO - Documento elaborado de acordo com as metas de aprendizagem definidas para o ensino pré-escolar Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 116 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Educação Pré-Escolar Registo de Observação/Avaliação Grupo 5 Anos Domínios Área da Formação Pessoal e Social 1º P 2º P 3º P A EA NA A EA NA A EA NA Identifica e tem consciência de algumas das suas capacidades e dificuldades Reconhece a sua identidade pessoal, social e cultural Manifesta autoconfiança Identifica rotinas Identidade / Auto Revela autonomia nas tarefas Estima Faz apreciações criticas Aplica normas básicas de segurança Demonstra confiança em propor ideias num grupo que lhe é familiar Conclui tarefas Formula questões sobre o que observa Partilha brinquedos e outros materiais com colegas Espera pela sua vez para intervir Cooperação Por iniciativa própria promove a entreajuda Planifica e propõe projectos Avalia apreciando criticamente ações e trabalhos Procura cumprir as regras de vida em grupo Convivência Democrática/ Gere as frustrações e insucessos Cidadania Revela e aplica atitudes de respeito pelo meio ambiente Respeita diferenças físicas, de capacidade, étnicas e Solidariedade/ culturais Respeito pela Promove a igualdade de géneros diferença Identifica diferentes formas de discriminação A EA NA A EA NA A EA NA Domínios Área do Conhecimento do Mundo Utiliza noções espaciais relativas a partir da sua perspetiva como observador (em cima /em baixo; dentro/fora; à esqda./à dta. Ordena diferentes momentos de rotina diária Localização no Espaço e Tempo Distingue unidades de tempo básicas (dia/noite; manhã/tarde; semana; estações do ano Descreve itinerários diários (casa/escola; escola/casa de familiares) e não diários (passeios, visitas de estudo Identifica elementos do ambiente natural e social Conhecimento do ambiente Natural e Identifica -se (nome completo, idade, nome de familiares mais próximos, localidade onde vive e nacionalidade) Social reconhecendo as suas características individuais Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 117 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Identifica permanência e mudança nos processos de crescimento, associando-a a diferentes fases nos seres vivos, incluindo o ser humano, animais e plantas Compreende e regista as suas expetativas sobre experiências realizadas Manifesta comportamentos de preocupação com a conservação da natureza e respeito pelo ambiente indicando algumas práticas adequadas Dinamismo das Interelações natural Usa , justifica e conhece algumas razões de práticas de e social higiene corporal, alimentar, saúde e segurança Reconhece a diversidade de características e hábitos de pessoas e grupos identificando alguns Expressão Plástica - Domínios ÁREA DE EXPRESSÃO ARTÍSTICA 2º P Apropriação da linguagem elementar das artes Produz composições plásticas a partir de temas reais ou imaginados utilizando os elementos da comunicação visual em conjunto ou de per si Produz plasticamente de um modo livre ou mediado a representação da figura humana integrada em cenas do quotidiano, histórias inventadas ou sugeridas, utilizando diferentes modos de expressão Imite juízos sobre os seus trabalhos e sobre as formas visuais, indicando alguns critérios da sua avaliação Utiliza de forma autónoma diferentes materiais e meios de expressão (pintura, colagem, desenho entre outros) para recriar vivências individuais, temas, histórias entre outros. Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação Interage espontaneamente com outras crianças em atividades de faz de conta sugeridas recorrendo a formas animadas (marionetas, sombras) Compreensão das artes no contexto Expressa uma interpretação pessoal dos espetáculos a que assiste Apropriação da linguagem elementar da expressão dramática Desenvolvimento da criatividade Explora os recursos técnicos diversificados, específicos e/ou improvisados com finalidade cénica Inventa e experimenta personagens e situações de faz de conta ou representação diversificando as formas de concretização Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria 3º P A EA NA A EA NA A EA NA Representa vivências individuais temas, histórias, paisagens Desenvolvimento através de vários meios de expressão (pintura, desenho, colagem, da capacidade de modelagem) expressão e Experimenta criar objetos, cenas reais ou imaginadas em diferentes comunicação formatos. Interpreta o que vê em diferentes formas visuais através do contexto com diferentes modalidades expressivas (pintura, Compreensão das escultura, fotografia, …) e em diferentes contextos físicos artes no contexto (museus, catálogos, monumentos…) e digital (CD- ROM, internet…) Desenvolvimento da criatividade Expressão Dramática - Domínios 1º P Página 118 de 206 Expressão Motora - Domínios Expressão Dança- Domínios Expressão Musical - Domínios Projeto Curricular de Agrupamento Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação Compreensão das artes no contexto Utiliza a voz diversificando a altura (agudo,grave), intensidade (forte,fraco) e o ritmo (texto ritmado) Utiliza e reconhece auditivamente um reportório diversificado de canções e de música gravada de diferentes géneros, estilos e culturas Apropriação da linguagem elementar da música Reconhece auditivamente sons vocais e corporais, sons do meio ambiente próximo, sons da natureza e sons instrumentais Desenvolvimento da criatividade Explora as potencialidades de timbre, intensidade e altura (agudo,grave) e duração(longo,curto) Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação Comunica através do movimento expressivo ideias e histórias Compreensão das artes no contexto Participa em danças de grupo com os colegas em experiência artística Apropriação da linguagem elementar da dança Desenvolvimento da criatividade Produz composições rítmicas a partir de temas reais ou imaginados utilizando os elementos de comunicação expressiva individualmente ou em conjunto Imita autónomamente e de forma variada objetos, animais e situações comuns da vida real Corre, trepa, baloiça e salta a pés juntos e ao pé coxinho. Controla Deslocamentos voluntariamente os seus movimentos (iniciar, parar, seguir ritmos e direções) e equilíbrios Apresenta boa coordenação global do movimento Lança com precisão uma bola para um alvo fixo Anda enquanto manipula um objecto Perícia e Executa movimentos finos adequados à sua idade (usa manipulações corretamente o lápis, tesoura e pincel Tem noção de lateralidade Explora no espaço várias noções topológicas Participa em jogos de movimento Jogos Revela gosto pelo jogo e pela competição Cumpre as regras do jogo ÁREA DA LINGUAGEM ORAL E ABORDAGEM À ESCRITA Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria 1º P 2º P 3º P A EA NA A EA NA A EA NA Página 119 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Produz rimas e aliterações Consciência fonológica Isola e cinta palavras em frases Identifica palavras que começam e acabam com a mesma sílaba Segmenta silabicamente palavras Domínios Reconhece a função da escrita e das palavras escritas do seu quotidiano Reconhecimento Sabe onde começa e acaba uma palavra e escrita de palavras Conhece e isola algumas letras Copia palavras/frases Identifica a capa, a contracapa e a guarda de um livro Tem a noção que os desenhos e a escrita transmitem informação Conhecimento das convenções gráficas Conhece o sentido direcional da escrita Distingue letras de números Atribui significado e função à escrita Sabe que as letras correspondem a sons Identifica e produz algumas letras maiúsculas e minúsculas Faz perguntas e responde demonstrando que compreendeu a informação transmitida oralmente Questiona para obter informação sobre algo que lhe interessa Compreensão Alarga o capital lexical explorando o som e o significado de novas dos Discursos Orais e Interação palavras Verbal Descreve pessoas, objetos e acções Reconta narrativas ouvidas ler Descreve acontecimentos com sequência apropriada ÁREA DA MATEMÁTICA A EA NA A EA NA A EA NA Agrupa objetos tendo em conta semelhanças e diferenças com mais de dois atributos (cor, tamanho, forma, posição, textura) Resolve problemas simples Números e operações Reconhece e reproduz algarismos e conta até 10 Estabelece a correspondência entre quantidade e número Domínios Interioriza a noção de pertença e não pertença a um conjunto Faz sequências Identifica e reproduz as principais figuras geométricas Geometria e medida Compreende que os objetos têm atributos medíveis (comprimento, volume ou massa) Realiza medições utilizando diferentes elementos Pesa e compara pesos Organização e tratamento de dados Interpreta e organiza dados apresentados em tabelas, mapas e pictogramas simples, em situações do seu quotidiano Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 120 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento ÁREA DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Domínios Informação Comunicação A EA NA A EA NA A EA NA Utiliza as funcionalidades básicas de algumas ferramentas digitais para procurar a informação Identifica as tecnologias como meios que favorecem a comunicação Produção Utiliza as funcionalidades básicas de algumas ferramentas digitais para produzir trabalhos Segurança Tem a noção da responsabilidade na utilização dos equipamentos digitais (ligar/desligar, cuidado com as tomadas) Notas: - Documento elaborado de acordo com o novo AO - Documento elaborado de acordo com as metas de aprendizagem definidas para o ensino pré-escolar Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 121 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 122 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 11.3. Documentos a fornecer aos Pais/Encarregados de Educação AOS ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO Educação Pré-Escolar Metas de aprendizagem ÁREAS DE CONTEÚDO Área de Formação Pessoal e Social (Área Transversal) Área de Expressão Artística (Plástica, Dramática/Teatro, Musical, Dança e Motora) Área da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita CONTEÚDOS A DESENVOLVER Identidade/Auto estima Autonomia Socialização Cooperação Respeito pelos outros Aquisição de regras Partilha de saberes Valorização e partilha de saberes Respeito pela diferença Desenvolvimento da capacidade de Expressão e Comunicação Desenvolvimento da Criatividade Apropriação da linguagem elementar de cada expressão Compreensão das artes Deslocamentos Perícia e manipulações Consciência Fonológica (rimas e segmentação silábica) Reconhecimento e escrita de palavras Conhecimento das convenções gráficas (distingue letras de números e conhece o sentido direcional da escrita) Compreensão de discursos orais e interação verbal Área da Matemática Números e operações Geometria e medida Organização e tratamento de dados Localização no espaço e no tempo Conhecimento do ambiente natural e Área de Conhecimento do Mundo social Dinamismo das inter-relações naturalsocial Área das Tecnologias de Informação e Comunicação Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Informação Comunicação Produção Segurança Página 123 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Critérios de Avaliação dos alunos do Ensino Básico Avaliar é ensinar o aluno a regular os seus próprios processos de aprender, a ser autónomo, a ser crítico, a aprender a autoavaliar-se. Avaliar é também certificar as aprendizagens. O professor propõe a realização de tarefas (testes, discussão de temas, realização de atividades laboratoriais, resolução de problemas, trabalhos de grupo, exercícios de leitura, produção e interpretação de textos, trabalhos de produção artística, construção de artefactos, atividades físicas e desportivas, relatórios, etc.), tendo por base os currículos estabelecidos para cada disciplina/ano, adequadas às idades e desenvolvimento dos alunos. A eficácia na realização destas tarefas exige o envolvimento de todos (alunos e professores) mas em particular pressupõe a disponibilidade do aluno para as executar, aceitando os desafios e as dificuldades que delas possam decorrer, entregando-se com empenho às atividades que vai desenvolvendo em permanente autoavaliação. Todo o trabalho que o aluno desenvolve (na sala de aula e fora dela) vai conduzi-lo a aprendizagens que têm de ser certificadas. Esta tarefa cabe ao professor que, através de instrumentos de verificação adequados (grelhas de correção de testes e de trabalhos, grelhas de observação de aulas, etc.) verificará e apreciará que aprendizagens ocorreram, situando-as numa escala adaptada ao ensino básico, de forma quantitativa ou qualitativa. As competências atitudinais (Comportamento - respeitar as normas de funcionamento da aula; acatar prontamente as ordens do professor. Empenhamento - pontualidade; participação e realização dos trabalhos na aula; realização dos trabalhos de casa e a sua correção na aula; ter caderno diário; cumprimento de prazos.) têm o peso de 20%. Os restantes 80% devem ser distribuídos pelos conhecimentos, capacidades e aptidões. Os critérios específicos de avaliação são dados a conhecer aos alunos pelos professores de cada disciplina e constam da plataforma moodle do Agrupamento. Eu, ________________________________________________________Encarregado de Educação do(a) aluno(a) ____________________________________________________________,nº_____ da turma ______ do ____º ano, declaro que tomei conhecimento dos critérios gerais e específicos de avaliação. Tomar, ______de ____ de 201__ Assinatura do Enc. Ed:________________________________________ Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 124 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Critérios de Avaliação dos alunos do Ensino Secundário Cursos Científico-Humanísticos Avaliar é ensinar o aluno a regular os seus próprios processos de aprender, a ser autónomo, a ser crítico, a aprender a autoavaliar-se. Avaliar é também certificar as aprendizagens. O professor propõe a realização de tarefas (testes, discussão de temas, realização de atividades laboratoriais, resolução de problemas, trabalhos de grupo, exercícios de leitura, produção e interpretação de textos, trabalhos de produção artística, construção de artefactos, atividades físicas e desportivas, relatórios, etc.) tendo por base os currículos estabelecidos para cada disciplina/ano, adequadas às idades e desenvolvimento dos alunos. A eficácia na realização destas tarefas exige o envolvimento de todos (alunos e professores) mas em particular pressupõe a disponibilidade do aluno para as executar, aceitando os desafios e as dificuldades que delas possam decorrer, entregando-se com empenho. Todo o trabalho que o aluno desenvolve (na sala de aula e fora dela) vai conduzi-lo a aprendizagens que têm de ser certificadas. Esta tarefa cabe ao professor que, através de instrumentos de verificação adequados (grelhas de correção de testes e de trabalhos, etc.) verificará e apreciará que aprendizagens ocorreram, situando-as numa escala adaptada ao ensino secundário, de forma quantitativa ou qualitativa. No Ensino Secundário, as competências atitudinais (Comportamento - respeitar as normas de funcionamento da aula; acatar prontamente as ordens do professor. Empenhamento - pontualidade; participação e realização dos trabalhos na aula; realização dos trabalhos de casa e a sua correção na aula; ter caderno diário; cumprimento de prazos.) têm um peso de 5%, e os restantes 95% devem ser distribuídos pelos conhecimentos, capacidades e aptidões, de acordo com as especificidades de cada disciplina. Na disciplina de Educação Física as competências atitudinais têm um peso de 20% e os restantes parâmetros - atividades físicas, aptidão física e conhecimentos - têm um peso de 80%. Os critérios específicos de avaliação são dados a conhecer aos alunos pelos professores de cada disciplina e constam da plataforma moodle do Agrupamento. Eu, ________________________________________________________Encarregado de Educação do(a) aluno(a) ____________________________________________________________,nº_____ da turma ______ do ____º ano, declaro que tomei conhecimento dos critérios gerais e específicos de avaliação. Tomar, ______de ____ de 201__ Assinatura do Enc. Ed:________________________________________ Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 125 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Critérios de Avaliação dos alunos dos Cursos Vocacionais (3º Ciclo) e dos Cursos Profissionais de Nível Secundário Os cursos profissionais de nível secundário e os Cursos Vocacionais (3º ciclo), entendidos como uma oportunidade de formação de quadros intermédios jovens a inserir no mercado de trabalho, visam favorecer o desenvolvimento de competências que proporcionem a aquisição de saberes, saberes-fazer técnicos, saberes-fazer sociais e relacionais. O professor propõe a realização de tarefas (testes, discussão de temas, realização de problemas, trabalhos de grupo, exercícios de leitura, produção e interpretação de textos, trabalhos de produção artística, relatórios, construção de artefactos, atividades físicas e desportivas, etc.) tendo por base os currículos estabelecidos para cada disciplina / módulo / ano, adequadas ao desenvolvimento dos alunos. Dada a organização das aprendizagens por módulos, a avaliação sumativa ocorre no final de cada um destes, com a intervenção do professor e do aluno, e, após a conclusão do conjunto de módulos de cada disciplina, em reunião do conselho de turma. Nos Cursos Profissionais e Vocacionais, as competências atitudinais (Comportamento - respeitar as normas de funcionamento da aula; acatar prontamente as ordens do professor. Empenhamento pontualidade; participação e realização dos trabalhos na aula; realização dos trabalhos de casa e a sua correção na aula; ter caderno diário; cumprimento de prazos.) têm um peso de 30% e os restantes 70% devem ser distribuídos pelos conhecimentos, capacidades e aptidões de acordo com as especificidades de cada disciplina. Os critérios específicos de avaliação são dados a conhecer aos alunos pelos professores de cada disciplina e constam da plataforma moodle do Agrupamento. Eu, ________________________________________________________Encarregado de Educação do(a) aluno(a) ____________________________________________________________,nº_____ da turma ______ do ____º ano, declaro que tomei conhecimento dos critérios gerais e específicos de avaliação. Tomar, ______de ____ de 201__ Assinatura do Enc. Ed:________________________________________ 11.4. Projetos de Enriquecimento Curricular Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 126 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 127 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 11.4.1. Clube do Ambiente Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 128 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Pretende-se sensibilizar os alunos para o conhecimento da diversidade geológica e biológica local e a partir destas, para as Ciências da Terra, reconhecimento da Biodiversidade, proteção do Ambiente e promoção do conhecimento destas Ciências na globalidade. É dada prioridade ao estudo da geologia. Em todas as sessões os alunos conhecem novos materiais, que constituem a nossa Crosta, o que possibilita aos mesmos a organização de coleções particulares de rochas, minerais e fósseis. O conhecimento e a facilidade de identificação de rochas e minerais, por parte dos alunos, proporcionam uma melhoria no seu aproveitamento, já que estas competências fazem parte dos conteúdos programáticos das disciplinas de Ciências Naturais. Criam-se condições para uma melhor compreensão e conhecimento da importância do equilíbrio dos ecossistemas para a manutenção da vida. Como exemplo são os processos de reprodução, diversidade genética e fenómenos de consanguinidade observados nos aquários. Desenvolver hábitos de vida saudáveis, preservar o património e o equilíbrio entre a Natureza e a Sociedade, garantindo um futuro sustentável. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 129 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Principais atividades: As principais atividades são a organização de coleções de Rochas, Minerais, Fósseis, montagem/manutenção de aquários, a reprodução de peixes, a simulação de erupções vulcânicas, construção de moldes de fósseis, projeção de filmes sobre o Ambiente, Terra e Biodiversidade e a comemoração do Dia do Ambiente, com a organização da saída de campo “Geologia dos Arredores de Tomar”. Esta Saída permite consolidar os conhecimentos adquiridos na sala de aula/clube do ambiente, criar situações de aprendizagem exteriores à escola, fomentar o interesse pela Geologia e Biologia, promover a interdisciplinaridade e desenvolver o espírito de entreajuda e observação. Horário: A definir anualmente, prevista uma hora semanal, junto ao período do almoço, para que a maioria dos alunos tenha a possibilidade de o frequentar. Local: Laboratório de Ciências Naturais 1 da Escola EB 2,3 D. Nuno Álvares Pereira Apoios: Câmara Municipal, através da disponibilização do comboio turístico e empresas de materiais geológicos que colaborem cedendo amostras. Custos: Sem custos quer para os alunos, quer para a Escola. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 130 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 11.4.2. Clube Europeu Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 131 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento EQUIPA RESPONSÁVEL Isabel Conceição Silvina Matos COLABORADORES Alice Branco Carlos Mendes Fernanda Curado Hugo Vaz Lucília Lopes Maria João Ribeiro Paula Vaz Rosa Lopes Teresa Rodrigues OBJETIVOS Objetivos Gerais (comuns a todos os ciclos) Contribuir para a criação do sentido de responsabilidade dos alunos enquanto jovens cidadãos europeus, no que respeita à paz, aos direitos do homem e à defesa e conservação do ambiente e do património cultural; Desenvolver competências no domínio do exercício da cidadania Europeia e Global. Articular as diferentes áreas curriculares e não curriculares; Promover o intercâmbio de experiências, saberes e tradições Pré escolar e 1º Ciclo Saber distinguir a diferença entre continentes e países. Localizar no mapa o continente europeu e alguns dos seus países. Conhecer os países europeus e respetivas culturas Respeitar as diferenças culturais e sociais. 2º, 3º Ciclo e Secundário Criar um espírito europeu entre os seus membros, transmitindo-o aos outros membros da comunidade escolar; Promover, com o apoio das entidades competentes, ações de dinamização tendentes a Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 132 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento uma melhor informação sobre: A Europa (aspetos geográficos, históricos, culturais, económicos); As instituições da União Europeia e os órgãos do Conselho da Europa (estrutura, funcionamento, objetivos); Os Estados-membros da União Europeia e os países do Conselho da Europa (aspetos da vida política, social, cultural); O património cultural e natural da Europa; Os problemas contemporâneos que a Europa enfrenta; O papel da Europa no Mundo; O processo do alargamento da União Europeia e as suas implicações. Contribuir para a compreensão do pluralismo europeu; Contribuir para a compreensão e a tolerância recíprocas; Contribuir para uma tomada de consciência relativamente à interdependência europeia e mundial e à necessidade de cooperação; Contribuir para a criação do sentido de responsabilidade dos alunos enquanto jovens cidadãos europeus, no que respeita à paz, aos direitos do homem e à defesa e conservação do ambiente e do património cultural; Desenvolver competências no domínio do exercício da cidadania Europeia e Global; Promover a coresponsabilização dos jovens na dinamização, organização e coordenação de iniciativas; Articular saberes de várias disciplinas; Promover o intercâmbio de experiências, saberes e tradições. TEMÁTICAS Os artistas plásticos As canções e danças tradicionais da Europa As lendas e histórias tradicionais A literatura infanto-juvenil Europeia A banda desenhada Os brinquedos na Europa O desporto / jogos tradicionais A gastronomia Os prémios Nobel na Europa As tradições e trajes europeus Os grandes músicos europeus A Educação Ambiental / Desenvolvimento sustentável Educação para o Voluntariado Os Direitos Humanos A Cidadania A Economia Portuguesa versus Europeia Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 133 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento O Ano Europeu A Educação Financeira ATIVIDADES Atividades Transversais Informação e divulgação do Clube Europeu: Elaboração de materiais sobre o Clube a serem divulgados junto da comunidade escolar; Divulgação do Clube na página do Agrupamento. Divulgação do Clube no Jornal «Letras & Tretas» Divulgação e projeção do clube no sentido de partilha com outros clubes europeus (nacionais e/ou de países europeus). Dinamização do blogue do Clube Europeu Divulgação do Clube, de informações relativas aos Clubes Europeus e à Europa e das atividades que se vão desenvolvendo Elaboração de Dossiês Temáticos: Recolha de informação sobre a Europa e União Europeia e organização em Dossiês Temáticos a disponibilizar à comunidade escolar nas Bibliotecas do Agrupamento. Criação de espaços para o Clube: Providenciar espaços para o Clube, eventualmente, em articulação com as Bibliotecas do Agrupamento. Estabelecimento de parcerias locais: Obtenção de materiais informativos, recursos e apoios para desenvolvimento/dinamização das atividades. Educação Pré-escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico Participação em plataforma de divulgação e projetos europeus: Plataforma etwinning; Projeto Comenius; Exploração de lendas nacionais e internacionais. Associar as personagens das histórias infantis aos países de origem (Pinóquio, Pequena Sereia…) Atividades culturais de música e dramatização de lendas europeias Comemoração de efemérides: 10 de dezembro – Dia Internacional dos Direitos Humanos; 9 de maio – Dia da Europa. Exposição de trabalhos Espetáculo cultural música e dramatização Divulgação de informações e atividades do Clube Europeu: Blogue Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 134 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Imprensa regional: Jornal Cidade de Tomar Plataforma Moodle do Agrupamento Programa etwinning Jornal «Letras & Tretas» Pesquisa dos trajes regionais na Europa Exposição de trabalhos sobre os trajes tradicionais 2º Ciclo do Ensino Básico Exploração dos conteúdos programáticos relacionados com as temáticas europeias. Comemoração de efemérides: 10 de dezembro – Dia Nacional dos Direitos Humanos; 9 de maio – Dia da Europa. Exposição de trabalhos e projeção de filmes relacionados com as temáticas europeias. Recolha cultural - música, literatura, mitos e lendas. Realização de um 5 o’clock Tea; Quiz temático multilingue; Divulgação de informações e atividades do Clube Europeu: Jornal «Letras & Tretas» Jornal Escolar «Contra a Parede» Plataforma Moodle do Agrupamento 3º Ciclo do Ensino Básico Exploração de temas propostos por organismos nacionais e internacionais. Exploração aprofundada dos conteúdos programáticos relacionados com as temáticas europeias. Comemoração de efemérides: 10 de dezembro – Dia Nacional dos Direitos Humanos; 9 de maio – Dia da Europa. Exposição de trabalhos e projeção de filmes relacionados com as temáticas europeias. Divulgação de informações e atividades do Clube Europeu: Imprensa regional: Jornal Cidade de Tomar Plataforma Moodle do Agrupamento Ensino Secundário Exploração de temas propostos por organismos nacionais e internacionais: 2014 -Ano Europeu da Família. Exploração aprofundada dos conteúdos programáticos relacionados com as temáticas europeias. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 135 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Comemoração de efemérides: 10 de dezembro – Dia Nacional dos Direitos Humanos; 15 de março – Dia do Consumidor; 9 de maio – Dia da Europa. Debates sobre temas atuais Visita de Estudo: Instituições Europeias em Bruxelas Divulgação de informações e atividades do Clube Europeu: Jornal Escolar «Letras & Tretas» Imprensa regional: Jornal Cidade de Tomar e Jornal O Templário Plataforma Moodle do Agrupamento RECURSOS MATERIAIS Cartolinas e papel; cola; material de escrita e pintura; Fotocópias; Dossiers; Placards e vitrinas; prateleiras e armários; Computador e impressora; acesso à internet; Comunicações telefónicas, skype ou outras; Máquina fotográfica e de filmar; Mapas e globo; Livros infantis e juvenis; Vídeoprojetor e tela de projeção; Disponibilidade de auditórios; Meios de transporte; Outros materiais específicos de cada atividade. AVALIAÇÃO A avaliação das atividades será feita através do feed-back obtido do público-alvo e dos relatórios de cada atividade desenvolvida. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 136 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 11.4.3. Desporto Escolar Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 137 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Responsáveis pelo Desporto Escolar na ESSMO e da EBDNAP Presidente do Desporto Escolar- Dr.ª Celeste Sousa (Diretora do Agrupamento Nuno de Santa Maria) Coordenador do Desporto Escolar- Professor Paulo Lopes Responsáveis pelos diversos Grupos / Equipa na ESSMO e da EBDNAP ESSMO EDNAP Grupos/Equipas Prof. Responsável Grupos/Equipas Prof. Responsável BASQUETEBOL- (Juvenis masculinos) Jorge Evaristo Futsal Feminino- (Iniciadas Femininas) Alberto Maria FUTSAL- (Juniores Masculino) Samuel Neto Futsal Masculino- (Iniciados Masculino) Clara Esteves VOLEIBOL- (Iniciadas/Juvenis Feminino) Carlos Laranjeira ORIENTAÇÃO- (Todas as idades, Misto) Luís Vicente BADMINTON- (Todas as idades, Misto) Paula Barrela BADMINTON- (Todas as idades, Misto) Cláudia Sá Desportos Gímnicos- (Todas as idades, Misto) Paulo Lopes Desportos Gímnicos- (Todas as idades, Misto) Diogo Soares TÉNIS- (Todas as idades, Misto) Paulo Lopes TIRO COM ARCO- (Todas as idades, Misto) Joaquim Ferreira TÉNIS DE MESA- (Todas as idades, Misto) Marta Lopes TÉNIS DE MESA- (Todas as idades, Misto) Sílvio Ramadas XADREZ- (Todas as idades, Misto) Eduardo Vaz BOCCIA- (Todas as idades, Misto) Cláudia Sá CANOAGEM- (Todas as idades, Misto) Sílvio Ramadas Os clubes do Desporto Escolar na ESSMO e EBDNAP A promoção e desenvolvimento do Desporto Escolar são desígnios do Projeto Educativo do Agrupamento que reconhece a sua importância formativa e educativa, como instrumento essencial na promoção da saúde, na inclusão e integração social, na promoção do desporto e no “combate” ao insucesso e abandono escolar. A ESSMO e a EBDNAP no seu Projeto de Desporto Escolar apresenta oito e nove Grupos/Equipas respetivamente, com sessões de treinos semanais, onde se inclui a participação no respetivo quadro competitivo (4ª feira à tarde). ESSMO Grupos/Equipas BASQUETEBOL- (Juvenis masculinos) EDNAP Horários Grupos/Equipas Horários 3ªf- 17:10-17:55 4ªf- 15:30-17:00 Futsal Feminino- (Iniciadas Femininas) 2ªf- 13:00-13:45 4ªf- 14:40-16:10 4ªf- 14:40-16:10 6ªf- 16:20-17:05 Futsal Masculino(Iniciados Masculino) 2ªf- 15:30-16:15 4ªf- 14:40-16:10 VOLEIBOL(Iniciadas/Juvenis Feminino) 3ªf- 13:50-14:35 5ªf- 13:50-15:20 ORIENTAÇÃO- (Todas as idades, Misto) 4ªf- 14:40-16:10 3ªf- 13:00-13:45 BADMINTON- (Todas as idades, Misto) 4ªf- 14:40-16:10 6ºf- 12:45-13:30 BADMINTON- (Todas as idades, Misto) 4ªf 12:50-13:35 14:40-15:25 5ºf- 12:50-13:35 Desportos Gímnicos(Todas as idades, Misto) 4ªf- 15:30-17:00 5ªf- 14:40-15:25 Desportos Gímnicos(Todas as idades, Misto) 4ªf- 14:40-16:10 5ªf- 13:00-13:45 FUTSAL (Juniores Masculino) TÉNIS- (Todas as idades, Misto) 4ªf- 13:50-15:20 TÉNIS DE MESA- (Todas as idades, Misto) 3ªf- 12:00-12:45 XADREZ- (Todas as idades, Misto) 4ªf- 14:40-16:55 TIRO COM ARCO- (Todas as idades, Misto) 4ªf- 13:50-15:20 TÉNIS DE MESA- (Todas as idades, Misto) BOCCIA- (Todas as idades, Misto) CANOAGEM- (Todas as idades, Misto) Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria 3ªf 12:00-12:45 4º f 15:30-16:15 2ªf 13:00-13:45 3º f 13:00-13:45 4ªf 12:00-12:45 5ªF 12:00-12:45 5ªf- 9:20-10:05 4ªf- 14:40-16:10 6ªf- 12:50-13:35 4ª- 14:40-17:05 Página 138 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 11.4.4. Educação para a Saúde Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 139 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento “(…) a Sexualidade é uma parte integrante da vida de cada indivíduo que contribui para a sua identidade ao longo da toda a vida e para o seu equilíbrio físico e psicológico(…) A Educação para a Sexualidade é uma parte da Educação Cívica, que permite contribuir para uma vivência mais informada, mais gratificante, logo, mais responsável da sexualidade (…)” Professor Doutor Machado Caetano Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 140 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 1. Justificação do Projeto O conceito atual de saúde preconiza a integração de intervenções preventivas globais, através da promoção de competências pessoais e sociais para a saúde. O Despacho nº 25 995/2005 e o edital da DGIDC de 2 de fevereiro de 2006, enquadram o desenvolvimento de um processo de implementação de programas e projetos sobre “Educação para a Saúde” nas escolas, nos quais se inclui uma componente de Educação Sexual. O Despacho nº 15 987/2006 de 27 de Setembro, assim como os relatórios produzidos pelo Grupo de Trabalho para a Educação Sexual, vêm reforçar que a Educação Sexual faz parte da componente da Educação para a Saúde. O Relatório Final do GTES veio enquadrar a educação sexual como uma das quatro componentes prioritárias do Projeto de Educação para a Saúde (PES), que integra para além da área da “Sexualidade e Infeções Sexualmente Transmissíveis”, as questões da “Alimentação e Atividade Física”, dos “Consumos de Substâncias Psicoativas” e da “Violência em Meio Escolar”. (GTES, Relatório Final, 2007: 28-29). Sendo assim, a Educação Sexual deve ser considerada obrigatória em todos os estabelecimentos de ensino e integrar o Projeto Educativo de Escola, sempre tendo em conta a especificidade da comunidade escolar (GTES, Relatório Final, 2007: 4). É essencial que as escolas ajudem os seus alunos a desenvolverem um conjunto da competências que lhes permitam encontrar uma conduta sexual que contribua para a sua realização pessoal, ao longo da vida. Recentemente, a Lei n.º 60/2009 de 6 de Agosto e a Portaria nº 196-A/2010 de 9 de Abril vieram estabelecer o regime de aplicação da Educação Sexual em meio escolar e tornar obrigatória a abordagem da mesma em contexto de sala de aula, pela necessidade de uma abordagem do tema de uma forma explícita, intencional e pedagogicamente estruturada. Sendo assim, é nosso propósito trabalhar para que a Educação Sexual seja implementada de forma gradual e equilibrada na nossa Escola, no respeito pelas orientações legais e tendo em conta as questões e os anseios dos alunos e as preocupações dos pais e encarregados de educação. Cabenos, ainda, clarificar que a Educação Sexual que preconizamos, parte da perspetiva de desenvolvimento da pessoa, na sua globalidade, no sentido em que a sexualidade é considerada uma força estruturante no processo de evolução individual. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 141 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 2. Conceito de Sexualidade “(…) A sexualidade, quando inserida nas circunstâncias de vida de uma pessoa, participa do seu processo de desenvolvimento e, é um instrumento que propicia experiências indispensáveis ao crescimento pessoal, à autonomia e ao desenvolvimento da individualidade. Percebemos que há um vínculo estabelecido entre a sexualidade e a cidadania, acreditando que, pela vivência saudável da sexualidade, cada um aprende a relacionar-se melhor consigo mesmo e com o outro, percorrendo um caminho mais seguro na construção da sua identidade e, em consequência da sua cidadania” (Moraes, 2006: 20). Muitos dos receios em torno da Educação Sexual, devem-se à ideia redutora do conceito de Sexualidade. Efetivamente, a Sexualidade para a maior parte das pessoas, resume-se ao sexo e ao sistema reprodutor. É verdade que a reprodução é uma componente indispensável nos programas de Educação Sexual, mas a Sexualidade é muito mais abrangente. Estamos hoje, mais conscientes de que a sexualidade não se esgota no ato sexual, uma vez que ela é prazer e descoberta, é palavra e gesto, é amizade e afeto, satisfação e sofrimento, enfim, é expressão da nossa existência. A sexualidade expressa-se não só no que sabemos, mas sobretudo nos nossos sentimentos, atitudes e comportamentos. A sexualidade aparece mais como uma experiência pessoal, fundamental na construção do sujeito. Ela é, segundo a Organização Mundial de Saúde, “(...) uma energia que nos motiva para encontrar amor, contacto, ternura e intimidade; ela integra-se no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados; é ser-se sensual e, ao mesmo tempo, sexual. A sexualidade influencia pensamentos, sentimentos, ações e interações e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental” (Pereira, 2006: 15). Em suma, a Sexualidade engloba: • Identidade de género (masculino/feminino); • Os afetos e a autoestima, isto é, os nossos sentimentos em relação a nós próprios e em relação aos outros, em relação a todas as mudanças do nosso corpo; • Todas as alterações físicas e psicológicas ao longo da nossa vida; • Conhecimento da anatomia - fisiologia do sexo feminino e masculino; • Higiene na puberdade; • A gravidez, o parto, a maternidade e a paternidade; • Os métodos contracetivos; • As doenças sexualmente transmissíveis. A sexualidade deve ser entendida numa abordagem mais ampla, como atributo de todo o ser humano e que, por esta razão é parte integrante das relações que este estabelece consigo mesmo e com os outros. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 142 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 3. A Educação Sexual em Contexto Escolar “(…) poderíamos apontar como grande objetivo da Educação Sexual escolar o de contribuir (ainda que parcialmente) para uma vivência mais informada, mais gratificante e mais autónoma, logo, mais responsável da sexualidade” (Frade et al, 2001: 19). A abordagem de temas sexuais na escola, pode contribuir para o desenvolvimento de determinadas competências sociais, pois a frequência de programas de educação sexual aumenta os comportamentos preventivos, nomeadamente o uso de contracetivos nos jovens envolvidos em relações sexuais. Outras competências que podem ser exercitadas são, também, os mecanismos da tomada de decisão, a utilização dos recursos disponíveis e as capacidades de comunicar. A Educação Sexual na escola é um dos fatores que contribui para o conhecimento e valorização dos direitos sexuais e reprodutivos que dizem respeito à tomada de decisões sobre a fertilidade, saúde reprodutiva e maternidade/paternidade responsáveis. O trabalho de Educação Sexual também contribui para a prevenção de problemas graves, como o abuso sexual e a gravidez indesejada. Relativamente a esta, o debate sobre a contraceção, o conhecimento sobre os métodos anticoncecionais e a reflexão sobre a própria sexualidade, ampliam a perceção sobre os cuidados necessários quando se quer evitá-la. A sexualidade em contexto escolar contribui, ainda, para a prevenção do abuso sexual de crianças e jovens, pois ao favorecer a apropriação do corpo e o desenvolvimento da autoestima, promove a consciência de que o corpo só ao mesmo pertence, e deve unicamente ser tocado por outro com o seu consentimento, ou por razões de saúde e higiene. Mas, é sobretudo no domínio dos conhecimentos que a escola poderá ter um papel importante, quando comparada aos outros agentes de socialização que referimos. Ao contrário do que acontece habitualmente com os media, a escola tende a promover uma aprendizagem de forma articulada e com um sentido lógico. Por outro lado, a escola, por ser um espaço de ensino formal e de saberes interdisciplinares, é capaz de transmitir conhecimentos técnicos e científicos que, muitas vezes, as famílias não podem promover devido à sua natureza informal e pela deficiente preparação e dificuldades de comunicação de muitos progenitores. Em síntese, a Educação Sexual é um processo pelo qual se obtém informação, se formam atitudes e crenças acerca da sexualidade e do comportamento sexual. Tem como objetivos: Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 143 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento • Desenvolver competências nos jovens que permitam escolhas informadas e seguras no campo da sexualidade; • Melhorar os relacionamentos afetivos – sexuais; • Reduzir possíveis consequências negativas dos comportamentos sexuais, tais como a gravidez não planeada e as infeções sexualmente transmissíveis (IST); • Desenvolver a capacidade de proteção face a todas as formas de exploração e de abuso sexuais (GTES, Relatório Preliminar, 2005). Os valores básicos e princípios éticos que norteiam a educação sexual são os seguintes: • O reconhecimento de que a sexualidade, como fonte de prazer e de comunicação, é uma componente positiva e de realização do desenvolvimento pessoal e das relações interpessoais; • Valorização das diferentes expressões da sexualidade, nas várias fases de desenvolvimento ao longo da vida; • Respeito pela pessoa do outro, quaisquer que sejam as suas características físicas e a sua orientação sexual; • Promoção da igualdade de direitos e de oportunidades entre os sexos; • Respeito pelo direito à diferença; • Reconhecimento da importância da comunicação e do envolvimento afetivo e amoroso na vivência da sexualidade; • Reconhecimento do direito a uma maternidade/ paternidade livres e responsáveis; • Reconhecimento que a autonomia, a liberdade de escolha e uma informação adequada são aspetos essenciais para a estruturação de atitudes responsáveis no relacionamento sexual; • Recusa de formas de expressão da sexualidade que envolvam manifestações de violência e promovam relações de dominação e de exploração; 4. Gabinete de Informação e Apoio ao Aluno O Agrupamento disponibiliza a todos os alunos um gabinete de informação e apoio no âmbito da educação para a saúde e educação sexual, que se localiza no Átrio da Escola D. Nuno Álvares Pereira. É um espaço condigno, em que o atendimento e funcionamento são assegurados por profissionais com formação nas áreas da educação para a saúde e educação sexual (art. 10.º Lei n.º 60/2009 de 6 de Agosto). Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 144 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento O gabinete de informação e apoio articula a sua atividade com as respetivas unidades de saúde da comunidade local ou outros organismos. Este gabinete deve garantir informação que assegure, prontamente, resposta às questões colocadas pelos alunos. O horário do gabinete será definido anualmente. 5. Relação Escola – Família O trabalho de Educação Sexual compreende a ação da escola como complemento à educação dada pela família. Sendo assim, cabe à escola informar os familiares dos alunos sobre os objetivos e conteúdos da Educação Sexual, incluída na proposta curricular, e explicitar os princípios norteadores do trabalho (artigo 11º da Lei n.º 60/2009 de 6 de Agosto; GTES, Relatório Final, 2007). A implementação, com êxito, da Educação Sexual na escola, depende, em grande parte, do apoio dos pais/ encarregados de educação. Não compete à escola, em nenhuma situação, julgar como certa ou errada a educação que cada família oferece. O papel da escola é abrir espaço para que a pluralidade de conceções, valores e crenças sobre sexualidade, se possam expressar. 6. Desenvolvimento do Projeto Segundo o artigo 7.º Lei n.º 60/2009 de 6 de Agosto, é o Diretor de turma, o professor responsável pela educação para a saúde e educação sexual, bem como todos os demais professores da turma envolvidos na educação sexual no âmbito da transversalidade, que devem elaborar, no início do ano escolar, o projeto de educação sexual da turma. Neste projeto, devem constar os conteúdos e temas que, em concreto, serão abordados, as iniciativas a realizar, as entidades, técnicos e especialistas que colaborem. Poderão contar com a ajuda e colaboração da Equipa do PES, assim como do Gabinete de Informação e Apoio ao Aluno. É importante que prevaleçam as situações de abordagem dos conteúdos em contexto de sala de aula. Os conteúdos a serem abordados por cada turma devem ser previamente selecionados, respeitando as orientações do Ministério da Educação para cada ciclo, e o ano de escolaridade em que se encontram relativamente ao início do projeto. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 145 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Serão disponibilizados pela Equipa do PES alguns materiais pedagógicos para apoio às aulas, contudo, cada professor pode e deve dentro da sua planificação, procurar reunir outro tipo de informação/material. A equipa do PES estará disponível para, dentro das suas competências e disponibilidade, colaborar com todos os intervenientes no desenvolvimento deste projeto de Educação Sexual. A equipa do PES preparou bancos de atividades diversificadas e ajustadas aos diferentes conteúdos e anos de escolaridade, cujos guiões podem ser consultados e usados pelos professores, de acordo com as suas necessidades. No contexto atual de uma sociedade fortemente marcada pela emergência de novos paradigmas de socialização sexual, onde as próprias famílias deixaram de poder “não falar” de temas de natureza sexual, onde o Estado integra nas suas políticas de saúde e de educação o tema da sexualidade, é inevitável que o exercício de uma docência exigente, virada para uma educação plena, exija um aperfeiçoamento científico e metodológico constante, ao longo da vida. Os Professores responsáveis pelo PES têm uma reconhecida Formação no âmbito da Educação para a Saúde e Educação Sexual, alguma promovida e certificada pelo Ministério da Educação e Ciência. 6.1 Conteúdos/Temas De acordo com as orientações curriculares definidas no nº1 do art.º 3º da Portaria n.º 196A/2010, de 9 de Abril, os objetivos mínimos da área de educação sexual devem contemplar os seguintes conteúdos/temas que podem ser abordados nas áreas disciplinares ou nas áreas curriculares não disciplinares. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 146 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Ciclo Ano 1º 5º 2º 6º TEMAS GERAIS Noção de corpo; O corpo em harmonia com a Natureza e o seu ambiente social e cultural; Noção de família; Diferenças entre rapazes e raparigas; Proteção do corpo e noção dos limites, dizendo não às aproximações abusivas. O corpo em transformação; Diversidade e Respeito; Sexualidade e género; Reprodução humana e crescimento; Prevenção dos maus tratos e das aproximações abusivas; Carateres sexuais secundários; Puberdade — aspetos biológicos e emocionais; Compreensão do ciclo menstrual e ovulatório; Normalidade, importância e frequência das suas variantes biopsicológicas; Dimensão ética da sexualidade humana; Contraceção e planeamento familiar; Compreensão da sexualidade como uma das componentes mais sensíveis da pessoa, no contexto de um projeto de vida que integre valores (por exemplo: afetos, ternura, crescimento e maturidade emocional, capacidade de lidar com frustrações, compromissos, abstinência voluntária) e uma dimensão ética; Saber como se protege o seu próprio corpo, prevenindo a violência e o abuso físico e sexual e comportamentos sexuais de risco, dizendo não a pressões emocionais e sexuais; Prevenção dos maus tratos e das aproximações abusivas; 7º 3º 8º 9º SECUNDÁRIO * Dimensão ética da sexualidade humana; Conhecimento das taxas e tendências de maternidade e da paternidade na adolescência e compreensão do respetivo significado; Compreensão da fisiologia geral da reprodução humana; Compreensão do uso e acessibilidade dos métodos contracetivos e, sumariamente, dos seus mecanismos de ação e tolerância (efeitos secundários); Compreensão da noção de parentalidade no quadro de uma saúde sexual e reprodutiva saudável e responsável; Compreensão do ciclo menstrual e ovulatório; Compreensão da epidemiologia das principais IST em Portugal e no mundo (incluindo infeção por VIH/vírus da imunodeficiência humana — HPV2/Vírus do Papiloma Humano — e suas consequências) bem como os métodos de prevenção; Conhecimento das taxas e tendências das interrupções voluntárias de gravidez, suas sequelas e respetivo significado; Compreensão ética da sexualidade humana; Compreensão e determinação do ciclo menstrual em geral, com particular atenção à identificação, quando possível, do período ovulatório, em função das características dos ciclos menstruais; Métodos contracetivos disponíveis e utilizados; segurança proporcionada por diferentes métodos; motivos que impedem o uso de métodos adequados; Consequências físicas, psicológicas e sociais da maternidade e da paternidade de gravidez na adolescência e do aborto; Doenças e infeções sexualmente transmissíveis (como infeção por VIH e HPV) e suas consequências; Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis; Prevenção dos maus tratos e das aproximações abusivas. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 147 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento * Sem prejuízo dos conteúdos já enunciados no 3.º ciclo, sempre que se entenda necessário, devem retomar-se temas previamente abordados, pois a experiência demonstra vantagens de se voltar a abordá-los com alunos que, nesta fase de estudos, poderão eventualmente já ter iniciado a vida sexual ativa. A abordagem deve ser acompanhada por uma reflexão sobre atitudes e comportamentos dos adolescentes na atualidade. 6.2 Metodologia/ Estratégias Um qualquer programa de Educação Sexual deve estar centrado nas necessidades da população, isto é, ter em atenção as características e vivências da faixa etária da população a que se destinam. Centrado em metas como são a aquisição de conhecimentos e o desenvolvimento de atitudes e competências pessoais e sociais, é muito importante que se escolham e usem as estratégias e metodologias mais ajustadas e adequadas. Na verdade, o modo como a Educação Sexual é posta em prática pode significar toda a diferença. Os autores são unânimes em afirmar que são as metodologias participativas que possibilitam o desenvolvimento de saberes e competências tão complexas, uma vez que são essas que promovem o aluno como principal agente da sua própria aprendizagem. As metodologias participativas expressam-se na utilização de um conjunto muito vasto de técnicas. Não sendo o nosso objetivo descrevê-las exaustivamente, parece-nos importante abordar algumas das mais frequentemente utilizadas: a) Trabalho de pesquisa O trabalho de pesquisa ajuda o aluno a clarificar ideias, levando-o a interrogar-se sobre os diferentes aspetos do tema em estudo. A pesquisa de informação pode ser feita com base em inúmeras e diversificadas fontes: livros, revistas, jornais, Internet, etc., podendo recorrer-se também a entrevistas, trabalho de campo, arquivos e visitas de estudo. Deve ter-se em conta dois aspetos principais: 1- Fazer um plano de trabalho e definir que informações são necessárias; 2- Reorganizar as informações e apresentação finais, sob a forma de um texto escrito ou uma apresentação oral. b) Brainstorming ou «Tempestade de ideias» Consiste em listar, sem a preocupação de discutir num primeiro momento, todas as sugestões que o grupo ou a turma fazem sobre determinada questão ou problema. A lista deve ser constituída por palavras ou frases simples. Após as sugestões dos alunos deve-se aprofundar a discussão e esclarecer as dúvidas e as ideias erradas. c) Resolução de problemas Mediante a utilização de histórias, casos reais ou dilemas morais, incentiva-se a discussão para a resolução de problemas comuns com os quais os alunos podem vir a Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 148 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento ser confrontados. Os jornais, as revistas ou as histórias populares podem ser utilizados de formas diferentes: • pode ser utilizada uma história sem final e, nesse caso, pedir-se-á aos grupos ou à turma que criem um ou vários finais possíveis; • pode ser utilizada uma história pedindo aos participantes para atribuírem diferentes valores às várias personagens; • pode-se pedir ao(s) grupo(s) que identifique(m) uma ou várias soluções para cada caso. d) Jogos de clarificação de valores – Barómetro de atitudes Consiste em promover o debate entre posições diferentes (podendo ou não chegar-se a consenso), através da utilização de pequenas frases que sejam opinativas e polémicas. Pode-se pedir a um dos participantes para assumir a defesa da opinião expressa na frase, a um segundo para a atacar (ainda que essas não sejam as suas posições na realidade) e a um terceiro ainda que observe o debate, para depois o descrever ao grande grupo. Podem utilizar-se escalas do tipo «concordo totalmente», «concordo em parte» «é-me indiferente» «discordo em parte» e «discordo totalmente», fazendo mover as pessoas na sala para cada uma das posições (que são afixadas nas paredes), ou utilizando as opiniões individuais para o debate em pequenos grupos e, numa fase posterior, em grande grupo. e) Utilização de questionários Em geral, os questionários são utilizados para recolher conhecimentos e opiniões existentes. No entanto, também podem ser utilizados para transmitir (e não apenas para avaliar) conhecimentos. f) Role play ou dramatização Consiste na simulação de pequenos casos ou histórias em que intervêm o número de personagens desejadas. Funciona bem quando são os próprios alunos, em grupo, a elaborarem o texto dramático. As dramatizações não devem ser longas (cerca de 10 minutos) e devem ser complementadas com debate em pequeno ou em grande grupo. É uma forma particularmente dinâmica de analisar uma situação ou provocar um debate. O role play pode ser eficazmente aproveitado no treino de determinadas competências, tais como saber escutar o outro, desenvolver o relacionamento interpessoal ou saber expressar sentimentos. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 149 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento g) Visita externa Pode aproveitar-se de forma bastante mais eficaz, a visita de alguém especialista num determinado assunto, se houver uma apresentação anterior à visita e uma preparação das perguntas e questões que a turma desejaria colocar. A visita pode, também, ser complementada com um trabalho em grupo, em que são pedidas opiniões, sínteses ou dúvidas que tenham ficado após a visita. h) Visitas de estudo/exposições Determinadas organizações/instituições organizam exposições temporárias sobre temas diversos que integram a área e que podem ser utilizadas como uma mais-valia para a abordagem desta temática. Deve ser cuidadosamente preparada para que os alunos tirem o máximo “partido” e realizem aprendizagens significativas. i) Produção de cartazes É uma forma de organizar a informação recolhida (textos, fotografia, gráficos, esquemas, etc.). Pode ser apresentada ao grande grupo, ou pode ser uma forma de fomentar a discussão à volta de um tema. Nesse caso, pede-se com antecedência aos participantes que tragam revistas, jornais, textos retirados da internet ou de livros, relacionados com um dado tema que se vai debater. j) Caixa de questões Consiste na recolha prévia e anónima de perguntas sobre temas de interesse da turma ou de levantamento de necessidades. Pede-se a cada sujeito que formule duas ou três perguntas por escrito, numa folha de papel que posteriormente é dobrada em quatro e colocada numa caixa (tipo urna de voto). É muito importante que o professor responda a todas as perguntas de forma clara e com correção científica. k) Fichas de trabalho Facilitam o desenvolvimento dos trabalhos, e devem ser construídas de acordo com os objetivos a alcançar: • recolha de informação; • exploração de informação; • síntese de informação; • avaliação; Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 150 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Têm ainda a vantagem de serem um ótimo recurso, quando o tempo para a atividade é curto. l) Exploração de vídeos e outros meios audiovisuais Estes materiais podem ser um auxiliar muito importante para o desenvolvimento das atividades. Aconselha-se que sejam diferenciados os momentos «antes da projeção» e «após projeção». • Antes da projeção - Deve haver recolha de perguntas e assuntos que a turma ou grupo deseja ver tratados de forma a ajustar às necessidades do grupo. • Após a projeção - É importante identificar as partes do vídeo que apresentem mais interesse, os conhecimentos que ficaram e as dúvidas que surgiram. A construção de guiões de exploração permite uma síntese dos conhecimentos adquiridos e a reflexão crítica sobre o material visionado. m) Formação entre pares Resultante das pesquisas e das concretizações dos vários projetos por parte de alunos/turmas, serão valorizados os mais significativos, promovendo-se a sua partilha em contexto escolar. Valorizar-se-á assim uma formação em que os alunos são simultaneamente formandos e formadores. 6.3. Planificação De acordo com os limites definidos no artigo 5.º da Portaria n.º 196-A/2010, de 9 de Abril, a carga horária não pode ser inferior a seis horas para os 1.º e 2.ºciclos do ensino básico, nem inferior a doze horas para o 3.º ciclo do ensino básico e secundário, distribuídas de forma equilibrada pelos diversos períodos do ano letivo. São ainda imputados à educação sexual tempos letivos de disciplinas e de iniciativas e ações extracurriculares que se relacionem com esta área. As atividades constantes no PAA poderão, sempre que seja oportuno, ser integradas nesta carga horária. A Psicóloga Escolar, no âmbito das suas atribuições e competências, colaborará com os Professores do 1º ciclo e Diretores de Turma no desenvolvimento destas atividades. 6.4. Calendarização Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 151 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento A planificação, depois de devidamente elaborada, tem de ser entregue à Coordenadora do Projeto de Educação para a Saúde e Educação Sexual, até ao final do 1º Período. Contudo, convém alertar para a importância de se dividir equilibradamente o número de horas previstas para a abordagem da Educação Sexual (6 ou 12 tempos letivos), de acordo com o ano de escolaridade, pelos três períodos letivos (1º, 2.º e 3.º períodos) (artigo 5.º da Lei n.º 60/2009 de 6 de Agosto). 6.5. Avaliação Com o objetivo de se obter uma reflexão sobre o trabalho desenvolvido, no final do ano letivo, a equipa do PES disponibilizará documento de Avaliação do Projeto, a ser preenchido pelo Diretor de Turma, ouvidos todos os intervenientes no processo, baseado nos seguintes parâmetros: - Número de horas estabelecidas para cada ciclo; - Conteúdos previstos para cada ano de escolaridade; - Impacto das atividades na aprendizagem dos alunos; - “Feedback” da Comunidade Educativa. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 152 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 11.4.5. Entreajuda Sala de Estudo / Projeto de Entreajuda Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 153 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Mediante Regulamento, aprovado em Conselho Pedagógico, a vinte de Outubro de dois mil e nove, a Sala de Estudo funciona, em sala própria, obedecendo, resumida e genericamente, às seguintes normas: Cobrindo parte significativa do período de funcionamento das atividades letivas (das oito horas e trinta minutos às dezoito horas, permite o acesso a todos os alunos, nos seguintes regimes de frequência: Regime aberto: qualquer aluno pode, por iniciativa própria, procurar ajuda neste espaço, em função das suas necessidades/interesses, tendo em vista esclarecer dúvidas, melhorar/otimizar as suas aprendizagens; Regime fechado: 1. Alunos propostos pelo(s) professore(s) ou pelo Conselho de Turma para serem acompanhados no estudo das disciplinas em que têm mais dificuldades ou aproveitamento aquém das suas potencialidades; 2. Alunos cujos Encarregados de Educação solicitem que os seus educandos frequentem este espaço para atividades de estudo e/ou realização de trabalhos em determinado número de horas, podendo ou não usufruir de acompanhamento especializado; 3. Alunos expulsos da sala de aula com indicação de tarefa para realizar. As presenças são registadas no livro de ponto existente. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 154 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento No presente ano letivo, conforme horário disponibilizado aos Diretores de Turma para publicitação junto de alunos e encarregados de educação, encontram-se na Sala de Estudo, em diferentes horários, professores de diferentes grupos disciplinares para: fomentar/apoiar atividades de entreajuda entre alunos esclarecer dúvidas sobre conteúdos programáticos apoiar na realização de trabalhos individuais ou de grupo auxiliar na realização de tarefas em diferentes áreas disciplinares, apoiar na realização de pesquisa, seleção e tratamento de informação/dados incutir/desenvolver métodos de estudo/trabalho autónomos ajudar os alunos a otimizar resultados, rendibilizando as suas capacidades Projeto de Entreajuda “Passar a vida a fazer coisas importantes é o maior de todos os empreendimentos”. “Ensinar e aprender é importante.” Tendo como lema as afirmações precedentes, existe na ESSMO o Projeto de Entreajuda, com os seguintes Objetivos Gerais: Fomentar entre os alunos o espírito de partilha e solidariedade. Facultar aos alunos com mais dificuldades e/ou falta de adequados hábitos e métodos de estudo bons exemplos de trabalho. Agilizar aprendizagens, mediante o trabalho entre pares. Propiciar aos alunos com bom desempenho escolar aprofundar conhecimentos e melhorar competências, ensinando. Assim, procurar-se-á sensibilizar os bons alunos a dedicarem algum do seu tempo a apoiar colegas do mesmo ano ou de anos anteriores. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 155 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Para tal, são criados dois impressos: um para “Apoiante” outro para “Apoiado”, os quais são levados ao conhecimento dos alunos e encarregados de educação através dos Diretores de Turma. Paralelamente, a divulgação do Projeto consta também da Página da Escola/ Plaforma Moodle. Seguidamente, consoante as disponibilidades manifestadas pelos alunos, proceder-se-á à organização dos diferentes grupos de trabalho que, juntamente com o horário dos mesmos, serão dados a conhecer aos Diretores de turma que, por sua vez, informarão os alunos e os respetivos encarregados de educação. Todas as atividades serão registadas em “livro de ponto”, criado para o efeito. Os alunos Apoiantes podem contar com o auxílio de retaguarda dos professores das disciplinas em que prestam ajuda. Para este efeito, procedeu-se à constituição de uma equipa responsável pelo apoio a prestar em cada uma das disciplinas onde, normalmente, os alunos manifestam mais dificuldades: Português, Francês, Inglês, Filosofia, História, Geografia, Ciências/Biologia, Física e Química, Matemática. No final do ano letivo, a colaboração dos “apoiantes” deve ficar registada na ata do conselho de turma a que pertencem e na respetiva ficha de avaliação e, no dia da receção aos alunos e encarregados de educação (em Setembro do ano letivo seguinte), ser-lhes-á entregue um Diploma comprovativo. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 156 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Escola______________________________________________ Ano letivo 201_/201_ PROJETO DE ENTREAJUDA INSCRIÇÃO PARA APOIADO Tens dúvidas que não consegues tirar nas aulas? Tens dificuldade em fazer sozinho os trabalhos de casa? Gostarias que colegas com mais conhecimentos te ajudassem a estudar para os testes? Então, inscreve-te como APOIADO, no PROJETO DE ENTREAJUDA NOME: _________________________________________ Ano: ____ Turma: _____ DISCIPLINAS: ____________________________________________ Horário disponível: Dia/Semana Hora Tens algum colega por quem gostarias de ser ajudado? Sim Não Quem? Ano:___ _ Turma:_____ Autorizo(a) o meu/minha educando(a) a receber apoio, no PROJETO de ENTREAJUDA, no horário indicado. Data: ___/___/______ O(A) Encarregado(a) de Educação ___________________________ Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 157 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Escola ___________________________________________ Ano letivo 201_/201_ PROJETO DE ENTREAJUDA INSCRIÇÃO PARA APOIANTE Gostarias de ajudar colegas com algumas dificuldades na aprendizagem? Então, inscreve-te como APOIANTE. NOME: _________________________________________ Ano: ____ Turma: _____ DISCIPLINAS: ____________________________________________ Horário disponível: Dia/Semana Hora Tens algum colega que gostarias de ajudar? Sim Não Quem? Ano:___ _ Turma:_____ Autorizo o meu educando a ser APOIANTE, no PROJETO DE ENTREAJUDA, no horário indicado. Data: ___/___/______ O(A) Encarregado(a) de Educação _________________________________ Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 158 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 11.4.6. Jornal “Letras & Tretas” Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 159 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Jornal “Letras & Tretas” Descrição do projeto: Este projeto é o resultado do trabalho de uma equipa, constituída por alunos e professores, coordenada pelas professoras Isabel Conceição e Isabel Gamelas, equipa essa que redige textos, faz o arranjo gráfico e a respetiva revisão. Em cada uma das edições, conta ainda com todos os elementos da comunidade educativa que espontaneamente participam com textos, poemas, fotos, sugestões, apresentação de projetos. Apesar da Equipa ter como princípio a publicação de todos os materiais recolhidos, não são admitidos os que, pelo seu conteúdo, possam ser ofensivos ou, de algum modo, representem um atentado à dignidade humana. Outros colaboradores: Revisora dos textos - professora Natália Nogueira; Entrevista «À conversa com…» - Manuel Faria, aluno do curso de Línguas e Humanidades; «A Escola e a Arte» - Área Disciplinar e alunos das Artes; «Desporto Escolar» - professor Paulo Lopes; «Matematiquices» e «Matemática na Escola» - Área Disciplinar de Matemática; Todos as outras Áreas Disciplinares; Equipa da Biblioteca Escolar; Associação de Estudantes; Associação de Pais e Encarregados de Educação; Associação dos Antigos Alunos do Liceu. Objetivos: Divulgar atividades; Aproximar os elementos da comunidade educativa; Promover o gosto pela escrita e pela leitura; Consciencializar para a importância de um jornal. Periodicidade: Trimestral (um por período letivo) Tipo de edição: Jornal de edição dupla (impresso e digital). Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 160 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 11.4.7. Máquina do Tempo Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 161 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Proposta de Atividades 2013-14 Projeto: Máquina do Tempo – Parceria: AENSM / CMT / CC / IPT V Festival Estátuas Vivas de Tomar Após 4 edições co-financiadas pelo QREN, no âmbito da Rota dos Mosteiros Portugueses Património da Humanidade, o evento inicia nova fase, com a realização do 1º Festival com ingresso pago. Além de manter a qualidade das anteriores edições, que tornaram o evento numa referência turística e cultural da região, o objetivo principal é garantir a auto-suficiência financeira, assegurando a sua continuidade. Tema: Lendas e tradições de Portugal Data: 12, 13, 14 setembro 2014 Atividades: Festival/Concurso de Estátuas Vivas Histórias aos Quadradinhos Recriações históricas Produções artísticas Animação de espaços Atividades para crianças OBJETIVOS - Reforçar o ensino lúdico da História local e de Portugal. - Fortalecer o sentido de cidadania e ligação à comunidade. - Desenvolver o intercâmbio geracional de aprendizagens. - Promover a dinamização turística e económica do concelho. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 162 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento COORDENAÇÂO GERAL DO PROJETO / PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS: Eduardo Mendes (Festival Estátuas Vivas) COORDENAÇÂO / PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS: - Ana de Carvalho (Histórias aos Quadradinhos); COLABORADORES: - Isabel Rodrigues (Festival Estátuas Vivas, traduções); - Luís Vicente (Festival Estátuas Vivas); - Mª João Rito (Festival Estátuas Vivas, traduções); DESTINATÁRIOS: Toda a comunidade (âmbito nacional) Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 163 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 11.4.8. Meninos daqui, dali e dacolá Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 164 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento “Meninos daqui, dali e dacolá” “Quem nos quiser conhecer Tem de ver mais do que olhar” in Hino ao arco íris António Torrado, Maria Alberta Menéres INTRODUÇÃO A escola, como instituição em que os alunos participam, é o lugar privilegiado para a vivência e aprendizagem do modo de viver em sociedade. Os alunos iniciar-se-ão no modo de funcionamento e nas regras dos grupos sociais, ao mesmo tempo que deverão desenvolver atitudes e valores relacionados com a responsabilidade, tolerância, solidariedade, cooperação, respeito pelas diferenças. Uma das finalidades da educação é criar indivíduos abertos à mudança, numa sociedade em que as pessoas desenvolvam atitudes de reflexão, intervenção e aprendizagens significativas e construtivas, dando espaço à investigação e construção do próprio saber. Assim, ao “saber” e ao “saber fazer” há que acrescentar o “saber ser” e o “saber criar”. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 165 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Linguística Autonomia empreendedora Matemática Aprender a Aprender Competências Básicas Para o Homem do sec. XXI Educação Artística(realização superior do ser humano) Cultura da Paz e da Cidadania Interação Ambiental Competência Digital Com este projeto e com o conhecimento da diversidade de características e hábitos de outras pessoas e grupos, pretendemos que se formem cidadãos que aceitem as diferenças físicas, de capacidades, de género, etnia, cultura, religião ou outras, não sendo estas mais que uma outra forma de construção de um Mundo Global e Pacífico. O projeto desenvolver-se-á durante três anos para que, desta forma, se possa em cada ano aprofundar cada uma das áreas que se pretende abordar, sabendo no entanto que estas se não esgotarão findo este tempo. 1º ano – “Quem Somos” alimentação) (aspeto físico, geografia, vestuário, habitação e 2º ano – “Como Vivemos” (tradição oral, música e dança, jogos e brinquedos) 3º ano – “ O que Festejamos” (festas, trajes) Nota - A língua é transversal aos 3 anos. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 166 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento O terceiro ano 2014/2015 será coincidente com a Festa dos Tabuleiros, festa que envolve toda a comunidade escolar. É nosso objetivo trabalhar as várias festas valorizando desta forma um saber e tornando-o abrangente. OBJETIVO GERAL Conhecer “os outros” para aprender a respeitar a diversidade e desenvolver o respeito por outros povos e culturas, rejeitando qualquer tipo de discriminação. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Estimular a curiosidade pelo mundo que o rodeia. Identificar diferentes hábitos de vida, para que se respeitem e valorizem as diferenças e, ao mesmo tempo, compreendam as desigualdades. Reconhecer laços de pertença a diferentes grupos, família, escola, comunidade,…. Respeitar gostos, necessidades, sentimentos, opiniões, culturas e valores dos outros. Aprender a utilizar o diálogo como principal forma de resolução de conflitos. Aprender atitudes e comportamentos de conservação da natureza e preservação do ambiente. Conhecer costumes e tradições de outros povos; Conhecer aspetos físicos e seres vivos de outras regiões ou países; Identificar construções de outras regiões ou países e relacionar as suas características com aspetos de clima ou geográficos; Localizar no Planisfério e no Globo continentes e oceanos; Identificar alguns desequilíbrios ambientais provocados pela atividade humana: — extinção de recursos; — extinção de espécies animais e vegetais; Descobrir, conhecer e aplicar valores éticos – compreensão, tolerância, partilha, justiça, solidariedade, entreajuda, responsabilidade, amizade… Conhecer alguns artigos da Carta dos Direitos Humanos (1º, 2º,18º,24º,25º,26º,29º); Conhecer O.N.G.s de apoio a população em risco – ONU, AMI, Cruz Vermelha… Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 167 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Utilizar e aprofundar técnicas de pesquisa, registo, resumo, identificação de ideias-chave; Conhecer várias formas de expressão; ATIVIDADES Elaboração de jogos e brinquedos Gastronomia típica Espetáculos de dança e música Passagem de modelos/trajes Exposições Elaboração de cartazes/murais/ mobiles Elaboração de um livro com saudações de vários países Celebração de festas e feriados de outros países INTERVENIENTES Educadores e Professores do 1º Ciclo Direção do Agrupamento Alunos dos dois Departamentos Assistentes Operacionais Encarregados de Educação Comunidade Educativa IPT (Instituto Politécnico de Tomar) Autarquia Local Outras Entidades Locais Embaixadas AVALIAÇÃO Este projeto será avaliado (em grelha própria que segue em anexo 1) no final de cada ano letivo, em reunião de Departamento, dando conhecimento ao Conselho Pedagógico. O grupo de trabalho do Projeto compilará toda a informação e elaborará um relatório síntese no final do projeto. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 168 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Anexo I – Grelha de Avaliação de Final de ano Letivo Escola/Turma Atividades Desenvolvidas Grau de concretização Dificuldades sentidas sugestões Data - __________-____________-________ _________________________________________________ Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 169 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 11.4.9. Secção Europeia de Língua Francesa Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 170 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento SECÇÃO EUROPEIA DE LÍNGUA FRANCESA “ A consciência de pertencer a uma comunidade não se decreta, mas pode ensinar-se. “ In Emilangues O que é a Secção Europeia de Língua Francesa? É um projeto conjunto do Ministério da Educação e dos Serviços de Cooperação de Ação Cultural da Embaixada de França, em Portugal, baseado na promoção do multilinguismo e na valorização da aprendizagem do francês. Tem por objetivos: ● a diversificação linguística e cultural; ● a formação dos jovens cidadãos europeus; ● a intensificação dos intercâmbios escolares; ● a mobilidade profissional. Envolve milhares de alunos em toda a Europa e várias escolas em Portugal. Na nossa escola, inicia-se este ano e será desenvolvido na turma B do 7º ano, com 28 alunos, em articulação com a disciplina de Ciências Naturais. Os professores Ana Célia Costa e Cláudio Saragoça, em articulação com os professores da turma, dinamizarão as atividades a desenvolver. A turma distingue-se por: ter o seu horário semanal acrescido de 45 minutos de Francês, ao longo de todo o terceiro ciclo, para permitir o desenvolvimento de conteúdos socioculturais, históricos e literários dos países francófonos. Por outro lado, os alunos aprendem conteúdos da disciplina de Ciências Naturais em língua francesa (a Disciplina Não Linguística). Esta aprendizagem é feita gradualmente, ao longo do terceiro ciclo. Tanto na disciplina de Francês como na DNL (disciplina não linguística) deve haver uma avaliação qualitativa do trabalho desenvolvido, de acordo com os parâmetros Muito Bom/Bom/Suficiente. Os alunos obtêm um certificado específico no final do ciclo, anexado ao diploma do 3º ciclo do ensino básico. As secções europeias em Portugal são objeto de um processo de monitorização e avaliação envolvendo os serviços centrais e regionais do Ministério da Educação – a DGIDC, o Departamento de Relações Internacionais do GEPE e as DRE. As Secções Europeias de Língua Francesa existem em todos os países da Europa, com um sítio Internet que lhes é dedicado: “Le fil du bilingue” - o sítio das secções bilingues francófonas no mundo. http://lefildubilingue.org/ Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 171 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 11.4.2.1 Educação Musical Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 172 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento ESCOLA D. Nuno Álvares Pereira – TOMAR Ano Letivo 2014/2015 Disciplina Educação Musical Ano /Turma 7º Ano PLANIFICAÇÃO ANUAL N.º de Aulas Previstas ( 45 min) OBJETIVOS O ALUNO: Compreende como é que os compositores estruturam diferentes tipos de melodias e como criam diferentes tipos de canções e de arranjos. Cria e interpreta as suas canções. Compreende como as tecnologias MIDI podem contribuir para criar diferentes tipos de efeitos e de mudanças na perceção musical. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria CONTEÚDOS/CONCEITOS MÓDULOS Melodias e Arranjos Motivo musical, repetição, e baladas. Música e tecnologias. "Canções pop e rock", lied e arranjos. Processos de interpretação, composição, improvisação e arranjos de canções. Utilização das tecnologias digitais e analógicas na criação e apresentação das canções nas diferentes culturas musicais contemporâneas. OPERACIONALIZAÇÃO (EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM / ATIVIDADES) Utilização de diferentes tipos de sons acústicos, eletrónicos e eletroacústicos para a criação musical. Desenvolvimento da acuidade auditiva e identificação e análise de diferentes peças vocais e instrumentais de culturas diferenciadas. Investigação e comparação dos modos como os compositores constroem e apresentam as suas canções. Página 173 de 206 AVALIAÇÃO Observação direta Trabalhos escritos Avaliação prática Projeto Curricular de Agrupamento O ALUNO: Desenvolve a compreensão dos diferentes processos de criação musical através da improvisação, composição e da interpretação. Explora e apropria como é que as características dos sons se organizam para a elaboração de uma peça musical de acordo com estéticas e pressupostos comunicacionais diferenciados, tendo como base pontos de partida musicais e não musicais. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Sons e Sentidos Alturas (grave e agudo); durações (curto e longo); intensidades (forte e piano); timbres; espacialização sonora; tempo; pulsação; frase musical; motivos; texturas. Interpretação, composição, improvisação e representações gráficas dos sons. Modelos diferenciados de organização dos sons e intencionalidades comunicativas e estéticas. Utilização de diferentes pontos de partida para a criação musical como por exemplo poesias, peças de teatro, filmes, pinturas e jogos vídeo. Exploração e manipulação de diferentes instrumentos e fontes sonoras (convencionais, não convencionais e eletrónicas) com objetivos comunicacionais diferenciados Organização de um portfolio de ideias e de materiais sonoros para futuras composições. Observação direta Trabalhos escritos Avaliação prática Página 174 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento ESCOLA D. Nuno Álvares Pereira – TOMAR Ano Letivo 2014/2015 Disciplina Educação Musical Ano /Turma 8º Ano PLANIFICAÇÃO ANUAL N.º de Aulas Previstas ( 45 min) OBJETIVOS O ALUNO: Interpreta e cria diferentes tipos de músicas em torno do movimento, das danças e das coreografias. Compreende os processos e a utilização de códigos e convenções musicais. Utiliza simbologias diferenciadas para a notação do movimento na sua relação com os mundos sonoros e musicais. Explora e desenvolve o domínio rítmico e físicomotor, bem como a prática instrumental e vocal em grupo. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria CONTEÚDOS/CONCEITOS MÓDULOS Música e Movimento Padrões rítmico-melódicos Tempos fortes Tempos fracos Suite Hip-hop Formas de expressão e comunicação Esquemas rítmicos e movimentos corporais Coreografia OPERACIONALIZAÇÃO (EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM / ATIVIDADES) Utilização de diferentes sons acústicos, eletrónicos e eletroacústicos para a criação de peças musicais para dançar e coreografar. Desenvolvimento da acuidade auditiva identificando e analisando diferentes peças musicais utilizadas na dança. Investigação e comparação dos modos como os compositores de diferentes épocas e culturas manipulam os sons para escreverem música para dançar. AVALIAÇÃO Observação direta Trabalhos escritos Avaliação prática Página 175 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento O ALUNO: Identifica e manipula as características de um determinado estilo musical. Reconhece e compreende as transformações na música Pop e Rock nacional e internacional. Justifica os seus gostos musicais com vocabulário apropriado. Canta, toca e compõe música dentro de um determinado estilo. Compreende as tecnologias dos sintetizadores, dos samplers e dos MIDI na criação de diferentes tipos de efeitos e mudanças na realização e na perceção sonoro-musical. Conhece as modernas formas de composição e os efeitos sonoros recentes, assim como as diferentes técnicas de gravação. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Pop e Rock Música eletrónica e digital Música Acústica e analógica Efeito de Envelope Simples e Sintetizador Tecnologia MIDI Minidisc Estéreo Gravação Multipistas Reverberação e Delay Distorção Microfones e amplificadores Géneros e instrumentos do Pop-Rock Transformação e evolução do Pop-Rock Alturas, durações, intensidades, espacialização sonora, timbres, texturas, formas e estruturas Entoação, execução e composição de temas relacionados com as diferentes décadas e marcos do Pop-Rock. Interpretação, composição e improvisação de sons acústicos e eletrónicos num determinado estilo. Pesquisa acerca do estilo de música Pop e Rock de diferentes intérpretes. Estudo do modo como os compositores e intérpretes exploram os estilos musicais, bem como as tecnologias digitais e analógicas. Observação direta Trabalhos escritos Avaliação prática Página 176 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 11.4.2.2 Expressão Dramática Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 177 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento PROGRAMA DE EXPRESSÃO DRAMÁTICA APRESENTAÇÃO Esta disciplina pretende que os alunos adquiram e/ou desenvolvam competências de expressão e comunicação fundamentais. A metodologia a utilizar pretende valorizar o aluno centrando-se no seu processo de aprendizagem. Assim, privilegiar-se-ão as metodologias demonstrativas e ativas em contexto de sala de aula e fora dela, nomeadamente em apresentações públicas. O programa será lecionado e desenvolvido de acordo com as características da turma, número de aulas e projeto de atividades definido. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM: Desenvolvimento da capacidade de expressão Sensibilização para a atividade artística Autodisciplina/Concentração Trabalho com o coletivo Apresentação de produto onde os saberes adquiridos sejam aplicados ÂMBITO DOS CONTEÚDOS: Corpo e espaço Tensão/relaxamento Movimento/pausa Equilíbrio/desequilíbrio Exercícios dramáticos Oralidade, corporalidade e interioridade Jogo dramático e dramatização O texto dramático As diversas formas de representação Interpretação A expressão dramática e as outras expressões artísticas AVALIAÇÃO A avaliação terá como objetivo central verificar a aquisição e domínio das competências e capacidades previstas. A avaliação refere-se sempre a objetivos e critérios de desempenho definidos, envolvendo diversas formas e enquadrados nas seguintes vertentes: Aquisição de competências e domínio das aprendizagens Educação de capacidades, atitudes e comportamentos Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 178 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 11.5. Documento Orientador da Educação Especial Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 179 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento AGRUPAMENTO DE ESCOLAS NUNO DE SANTA MARIA Departamento de Educação Especial Documento Orientador Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 180 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Índice Abreviaturas ----------------------------------------------------------------------------------------------------- 174 ------------------------------------------------------------------------------------------------ 175 Âmbito do Manual Objetivo ---------------------------------------------------------------------------------------------------------- Definição de Educação Especial -------------------------------------------------------------------------------- Enquadramento da Educação Especial Referenciação 175 175 -------------------------------------------------------------------------- 175 --------------------------------------------------------------------------------------------------- 178 Critérios de elegibilidade para Educação Especial O que é a referenciação ---------------------------------------------------------- 179 --------------------------------------------------------------------------------------- 180 Quem pode efetuar a referenciação -------------------------------------------------------------------------- 180 A quem é pedida a referenciação -------------------------------------------------------------------------- 180 Como é formalizada a referenciação -------------------------------------------------------------------------- 180 Processo de Avaliação recorrente da referenciação ---------------------------------------------------------- 181 Outros documentos utilizados durante o processo ---------------------------------------------------------- 181 --------------------------------------------------------------------------------------------------- 182 Esquema-resumo Programa Educativo Individual O que é o PEI ---------------------------------------------------------------------------------- 183 --------------------------------------------------------------------------------------------------- 184 Queinformação deve obrigatoriamente incluir o PEI --------------------------------------------------------- 184 -------------------------------------------------------------------------- 185 Como se avalia o PEI --------------------------------------------------------------------------------------------- 185 Quem coordena o PEI --------------------------------------------------------------------------------------------- 185 Quem elabora o PEI --------------------------------------------------------------------------------------------- 185 Plano de Intervenção --------------------------------------------------------------------------------------------- 186 Como proceder à elaboração do PEI Plano Individual de Transição O que é o PIT ------------------------------------------------------------------------------------ 187 --------------------------------------------------------------------------------------------------- 187 Quando é que o PIT deve ser elaborado ------------------------------------------------------------------------ Que informação deve obrigatoriamente incluir o PIT --------------------------------------------------------- 187 --------------------------------------------------------------------------------------------- 187 --------------------------------------------------------------------------------------------------------- 188 ----------------------------------------------------------------------------------------------------- 189 Quem elabora o PIT Avaliação Documentos 187 Lista de documentos de Educação Especial Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria ------------------------------------------------------------------ 189 Página 181 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Abreviaturas NEE – Necessidades Educativas Especiais EE – Educação Especial CIF – CJ – Classificação Internacional de Funcionalidade para Crianças e Jovens PEI – Programa Educativo Individual PIT – Programa Individual de Transição CEI – Currículo Específico Individual ACI – Adequações Curriculares Individuais PI – Plano de Intervenção CT – Conselho de Turma DT- Diretor de Turma Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 182 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Âmbito do Manual Na sequência das dificuldades sentidas pelos professores do ensino regular, que se deparam com a aplicação da Educação Especial, elaborou-se um manual para auxiliar os professores que têm de desenvolver a Educação Especial com os seus alunos. O presente manual apresenta as várias etapas que têm de ser seguidas, bem como os documentos necessários à elaboração do respetivo processo educativo do aluno, que são utilizados no Agrupamento. Objetivo Este manual tem por objetivo facilitar a leitura, compreensão e aplicação do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro e visa ajudar a uniformização de procedimentos entre todos os elementos da comunidade do Agrupamento. O Decreto-Lei n.º 3/2008 constitui o enquadramento legal para o desenvolvimento da Educação Especial, define os apoios especializados a prestar na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário, tendo em vista a criação de condições para a adequação do processo educativo destes alunos. Definição de Educação Especial Educação Especial é um conjunto de recursos específicos (método de ensino, currículos adaptados, apoio de materiais ou de serviços de pessoal especializado), que pretende dar resposta adequada às necessidades educativas especiais de todos os alunos. Enquadramento da Educação Especial O Decreto-Lei nº. 3/2008 de 7 de Janeiro, prevê: um conjunto de medidas educativas; a criação de condições para a adequação do processo educativo às NEE dos alunos com limitações significativas ao nível da atividade e participação decorrentes de alterações funcionais e estruturais, de carácter permanente. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 183 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Medidas Educativas Especiais previstas no DL n.º 3/2008 de07/Janeiro Artº 17º Apoio Pedagógico Personalizado Consiste: a) reforço das estratégias utilizadas no grupo/turma, ao nível da organização, do espaço e das atividades; b) estímulo e reforço das competências /aptidões da aprendizagem; c) antecipação e reforço da aprendizagem de conteúdos lecionados no seio do grupo/turma; d) reforço e desenvolvimento de competências específicas. Art.º 18 º Adequações Curriculares individuais Conselho de Turma/ Professor Titular de Turma/ Diretor de Turma Art.º 17º Apoio Pedagógico Personalizado Profissionais intervenientes - O apoio definido nas alíneas a), b) e c) é prestado pelo educador de infância, professor da turma ou de disciplina e professor de Educação Especial (direto ou indireto) - O apoio definido na alínea d) é prestado consoante a gravidade da situação dos alunos e da especificidade das competências a desenvolver pelo professor de educação especial e/ou pelo educador de infância, professor da turma ou de disciplina. Art.º 18º Tem como padrão o currículo comum: - na educação pré-escolar as adequações que respeitem as orientações curriculares; - no ensino básico as que não põem em causa a aquisição de competências terminais de ciclo; - no Ensino Secundário as que não põem em causa as competências essenciais das disciplinas. Consiste: Tendo sempre em conta a aquisição das competências terminais de final de ciclo (ensino básico) ou das competências essenciais das disciplinas (ensino secundário): - selecionar diversificadas; - Selecionar adequado; estratégias/atividades material pedagógico - introdução de áreas curriculares específicas, (leitura e escrita em Braille, orientação e mobilidade, treino de visão e atividade motora adaptada, etc.); - adequação do currículo dos alunos surdos; introdução de objetivos/conteúdos intermédios, em função das competências terminais de ciclo ou de curso, das caraterísticas de aprendizagem e dificuldades específicas dos alunos; - dispensa das atividades de difícil execução em função da incapacidade do aluno (só se aplicam quando o recurso a tecnologias de apoio não é suficiente). - diferenciar tempos de aprendizagem; Medidas Educativas Especiais Conselho de Turma/ Professor Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria -elencar os conteúdos e competências. Educação Especial - Colaborar com os DT’s, Professores, Psicólogo da Escola, Pais/Enc. de Educação e outros elementos da comunidade. -Participar no processo de avaliação dos alunos. -Participar na elaboração do relatório técnico- pedagógico. -Determinar dos apoios especializados, das adequações do processo de ensino/aprendizagem e tecnologias de apoio de que o aluno deve beneficiar. -Sugerir e inplementar métodos e estratégias de intervenção diferenciadas -Identificar, juntamente com os restants internenientes no proeasso, as terapias necessárias e adequadas -selecionar e elaborar pedagógico adequado; material -Participar na elaboração do PEI e do PIT. - Em articulação com o DT/Titular de Turma, orientar e assegurar o desenvolvimento do currículo específico individual. - Colaborar, sempre que se justifique, com o CT na implementação das medidas educativas - Intervir directamente junto do aluno, na realização de actividades que se destinem ao reforço e desenvolvimento de competências específicas. Educação Página 184 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento previstas no DL n.º 3/2008 de07/Janeiro Art.º 19º Adequações no processo de matrícula - Podem beneficiar (em situações excecionais e devidamente fundamentadas) do adiamento de matrícula no 1º ano (por um ano, não renovável); - podem efetuar a matrícula por disciplina, nos 2º e 3º ciclos do ensino básico e no ensino secundário, desde que se assegure a sequencialidade do regime educativo comum; - podem matricular-se e frequentar escolas com unidades especializadas à sua problemática. Titular de Turma/ Diretor de Turma Art.º 19º Adequações no processo de matrícula - Participar na identificação e inplementação das medidas e adequaçõs necessárias no processo de matricula Art.º 20º Adequações no processo de Avaliação - As adequações curriculares individuais podem consistir na alteração do tipo de provas, instrumentos de avaliação e certificação, bem como das condições de avaliação. Art.º 21º Currículo Específico Individual Substitui: - competências definidas para cada nível de educação e ensino. Pressupõe: - alterações significativas no currículo comum (introdução, substituição e/ou eliminação de objetivos e conteúdos) de acordo com a funcionalidade do aluno. Inclui: - atividades de cariz funcional centradas nos contextos de vida, comunicação e organização do processo de transição para a vida pós-escolar (prioritário); - conteúdos conducentes à autonomia pessoal e social do aluno. Especial Art.º 20º Adequações no processo de Avaliação -Consiste na alteração: do tipo de provas e instrumentos de avaliação diversificados; - Adequação da(s) modalidade(s) de avaliação a valorizar; dos momentos e período de tempo necessários para a respetiva realização Art.º 21º Currículo Específico Individual - Participação na elaboração do PEI,. - Participação na elaboração do PIT, no caso dos alunos que estejam a três anos de atingir o limite da escolaridade obrigatória. -Participar na identificação e inplementação das medidas e adequaçõs necessárias no processo de matricula - As adequações no processo de avaliação deverão ser delinesada em comjunto poar todos os intervenientes no processo - Participar na elaboração do relatório circunstanciado das medidas educativas implementadas -Participação na elaboração do PEI,. - Participação na elaboração do PIT, no caso dos alunos que estejam a três anos de atingir o limite da escolaridade obrigatória. Art.º 22ºTecnologias de apoio Consideram-se os dispositivos facilitadores que se destinam a melhorar a funcionalidade e a reduzir incapacidade do aluno (ex. cadeira rodas, equipamento informático adaptado, adaptações materiais, mobiliário, …). Art.º 22ºTecnologias de apoio - Decididas e aplicadas pelo educador de infância, professor da turma ou de disciplina, professor de Educação Especial e restantes elementos intervenientes no processo - Decididas e aplicadas pelo educador de infância, professor da turma ou de disciplina, professor de Educação Especial e restantes elementos intervenientes no processo Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 185 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Referenciação Fases inerentes ao processo de referenciação e avaliação Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 186 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Critérios de elegibilidade para Educação Especial São elegíveis para Educação Especial os alunos que: apresentem limitações significativas ao nível da atividade e participação num ou vários domínios da vida, decorrentes de alterações funcionais e estruturais, de carácter permanente, resultando em dificuldades continuadas ao nível da comunicação, aprendizagem, mobilidade, autonomia, relacionamento interpessoal e participação social; apresentem um problema de carácter permanente ao nível das funções do corpo em que a atividade e participação se apresentem gravemente comprometidas; apresentem um distanciamento acentuado em termos de desempenho entre a sua idade cronológica e a sua prestação efetiva, quando comparado com os seus pares; tenham uma condição (deficiência ao nível da função do corpo) que afete de modo adverso o seu desempenho educacional pondo em causa o seu potencial biopsicossocial; apresentem um problema que limita/restrinja as tarefas académicas, afetando de forma significativa o desempenho educacional, com extensão tal que necessite de intervenção especializada; tenham beneficiado de outras medidas educativas, que não da educação especial, e estas não se tenham revelado eficazes; numa grande parte ou na totalidade do seu percurso educativo apresentam limitações acentuadas num ou mais domínios da vida, nomeadamente ao nível da aprendizagem e da participação social nos diferentes contextos. O que é a referenciação Decreto-lei n.º 3/2008 - Artigo 5º Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 187 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento A referenciação consiste na comunicação/formalização de situações que possam indiciar a existência de necessidades educativas especiais de carácter permanente. Neste primeiro momento, devem ser indicados quais os problemas detetados. Em termos gerais, a referenciação deve espelhar o conjunto de preocupações relativas à criança ou jovem referenciado. Quem pode efetuar a referenciação Decreto-lei n.º 3/2008 - Artigo 5º A referenciação pode ser efetuada sempre que existe suspeita que uma criança ou jovem necessita de uma resposta educativa no âmbito da educação especial. De um modo geral, a iniciativa pode vir de: Pais ou encarregados de educação; Serviços de intervenção precoce; Docentes; Serviços da comunidade, tais como: Serviços de Saúde; Serviços da Segurança Social; Serviços da Educação; Outros. Há que ter presente que, embora qualquer destes serviços possa fazer a referenciação, a família deverá ser contactada para autorizar o início do processo de avaliação. A quem é pedida a referenciação Decreto-lei n.º3 /2008 - Artigo 5º A referenciação é feita aos órgãos de gestão das escolas ou agrupamentos de escolas da área da residência. Como é formalizada a referenciação Decreto-lei n.º 3/2008 - Artigo 5º A formalização da referenciação é feita através do preenchimento de um formulário, no qual se regista: O motivo da referenciação; Informações sumárias sobre a criança ou jovem; Anexa-se toda a documentação que se considere importante para o processo de avaliação (relatório médico/psicológico, relatório pedagógico, fichas de avaliação, plano de recuperação /acompanhamento (no caso de terem sido elaborados) e outros; Após a referenciação compete à Direção desencadear os procedimentos necessários que levarão à tomada de decisão no âmbito do processo de avaliação. A Direção encaminha a referida referenciação para os Serviços de Psicologia e Orientação da Escola, e para Departamento de Educação Especial que articularão com o trabalho a desenvolver. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 188 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Processo de Avaliação recorrente da Referenciação Analisar toda a informação disponível; Designar a Equipa Pluridisciplinar que será constituída por: docentes de EE responsáveis pela avaliação, o docente a quem está atribuído o estabelecimento de ensino a que o aluno e outro a nomear pelo coordenador do Departamento de EE; um psicólogo do SPO do Agrupamento, docente titular de turma/diretor de turma do aluno e outros técnicos considerados adequados. Realizar a avaliação através da Equipa Pluridisciplinar Análise da Informação recolhida e tomada de decisão sobre a necessidade de avaliação com referência à CIF Se o aluno não necessita de respostas educativas no âmbito da Educação Especial, deverá proceder- se à realização do RTP e ao encaminhamento para outros apoios disponibilizados pela escola que mais se adequem à situação. Se necessita de respostas educativas no âmbito da Educação Especial: Elaborar Elaborar Elaborar O processo de o Relatório Técnico-Pedagógico; o Programa Educativo Individual; o Plano de Intervenção; avaliação deve ficar concluído 60 dias após a referenciação, com a aprovação do PEI pelo Concelho Pedagógico e homologado pelo Diretor do agrupamento. Outros documentos utilizados durante o processo Recolha de informação Registo e Planificação do Processo de Avaliação Checklist Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 189 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Esquema – Resumo Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 190 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Programa Educativo Individual (P.E.I.) O que é o PEI Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 191 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Decreto-lei n.º 3/2008 - Artigo 8º O Programa Educativo Individual (PEI) constitui um documento que assume a maior importância para os alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente, bem como para todos os intervenientes no seu processo educativo. Desenhado para responder à especificidade das necessidades de cada aluno, o PEI é um instrumento fundamental no que se refere à operacionalização e eficácia da adequação do processo de ensino e de aprendizagem. Este procedimento facilita a progressão ao longo da escolaridade, permitindo aos alunos completar o ensino secundário com maiores níveis de sucesso. Um PEI é: um documento formal que garante o direito à equidade educativa dos alunos com necessidades educativas de carácter permanente; um instrumento de trabalho que descreve o perfil de funcionalidade por referência à CIFCJ do aluno e estabelece as respostas educativas específicas requeridas por cada aluno em particular; um documento que responsabiliza a escola e os encarregados de educação pela implementação de medidas educativas que promovam a aprendizagem e a participação dos alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente; um instrumento dinâmico que deve ser regularmente revisto e reformulado, uma vez que se fundamenta numa avaliação compreensiva e integrada do funcionamento do aluno, passível de sofrer alterações; um documento que cujo a sua implementação, caso o aluno seja abrangido pelas alíneas a); b); d), pressupõe sempre uma atualização da avaliação do perfil de funcionalidade do aluno. Que informação deve obrigatoriamente incluir o PEI Decreto-lei n.º 3/2008 - Artigo 8º Identificação do aluno. Resumo da história escolar e outros antecedentes relevantes. Indicadores de funcionalidade e fatores ambientais que funcionam como facilitadores ou como barreiras à participação e à aprendizagem. Definição das medidas educativas a implementar. Discriminação dos conteúdos, dos objetivos gerais e específicos a atingir e das estratégias e recursos humanos e materiais a utilizar. Nível de participação do aluno nas atividades educativas da escola. Distribuição horária das diferentes atividades previstas. Identificação dos profissionais responsáveis. Definição do processo de avaliação da implementação do PEI. Data e assinatura dos participantes na sua elaboração e dos responsáveis pelas respostas educativas a aplicar. Como proceder à elaboração do PEI Decreto-lei n.º 3/2008 - Artigo 10.º Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 192 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento A elaboração do PEI, deverá sempre ser no âmbito de um trabalho em equipa multidisciplinar, de que fazem parte todos os intervenientes no processo e permite: a partilha de informação relativa ao funcionamento do aluno em vários contextos; uma compreensão comum, por parte de todos os intervenientes, dos facilitadores e barreiras ao desempenho do aluno; uma implicação mais ativa e responsável, por parte de todos, incluindo os pais ou encarregados de educação; uma intervenção contextualizada e concertada. Como se avalia o PEI A avaliação do PEI realiza-se nos momentos de avaliação sumativa interna da escola e consubstanciada num relatório no final do ano letivo – Relatório circunstanciado. O relatório circunstanciado deve: ser elaborado pelo educador de infância, professor de 1.º ciclo ou diretor de turma, docente de educação especial e outros profissionais que acompanhem o aluno; explicitar a necessidade de o aluno continuar a beneficiar de adequações no processo de ensino/aprendizagem; propor as alterações do PEI; ser aprovado pelo conselho pedagógico e encarregado de educação; Quem coordena o PEI Decreto-lei 3/2008 - Artigo 11º O coordenador do programa educativo individual é o educador de infância, o professor titular de turma ou o diretor de turma a quem esteja atribuído o grupo ou a turma que o aluno integra. Quem elabora o PEI O PEI é elaborado por quem melhor conhece o aluno e por quem trabalha diretamente com ele, ou seja, conjunta e obrigatoriamente por: Educador de Infância, Professor Titular de Turma ou o Diretor de Turma; Docentes de Educação Especial; Técnicos que avaliaram o aluno Encarregado de Educação. Sempre que se considere necessário, poderá ser solicitada a participação de outros elementos do departamento de educação especial, dos serviços técnico-pedagógicos de apoio aos alunos ou de outros serviços. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 193 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento No final do ano letivo, o Conselho de Turma, o docente de EE e outros técnicos deverão elaborar o relatório circunstanciado, onde descrevem o nível de eficácia das medidas de apoio desenvolvidas com o aluno (definidas no PEI), assim como elabora propostas das medidas educativas a aplicar no ano letivo seguinte. PI- Plano de Intervenção O Plano de Intervenção é uma ferramenta específica do Professor de Educação Especial. Tem como base o Perfil de Funcionalidade do aluno e descreve as áreas, as estratégias e intervenção especializada a implementar com vista a promover o desenvolvimento e a aprendizagem. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 194 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Plano individual de Transição (P.I.T.) O que é o PIT Decreto-lei n.º 3/2008 – Artigo 14.º O Plano Individual de Transição, é um documento que complementa o PEI e se destina a promover a transição para a vida pós–escolar e, sempre que possível, para o exercício de uma atividade profissional com uma adequada inserção social, familiar ou numa instituição de carácter ocupacional. O PIT deve corresponder às expectativas dos pais e aos desejos, interesses, aspirações e competências do jovem. Quando é que o PIT deve ser elaborado O PIT inicia-se três anos antes da idade limite da escolaridade obrigatória. Após o levantamento das necessidades e das oportunidades de formação, deve estabelecer-se protocolos com os serviços ou instituições onde o jovem vai realizar formação. Que informação deve obrigatoriamente incluir o PIT Identificação do aluno Identificação da modalidade Identificação do local e/ou instituição onde o PIT será desenvolvido Definição das etapas desde o presente até à conclusão do percurso educativo Discriminação das competências a desenvolver Distribuição horária das actividades previstas Identificação dos profissionais responsáveis Quem elabora o PIT É elaborado pela equipa responsável pelo PIT em conjunto com o jovem, a família e outros profissionais, nomeadamente das áreas da segurança social e serviço de emprego e formação profissional. Deve ser datado e assinado por todos os profissionais que participam na sua elaboração, bem como pelos pais e, sempre que possível, pelo próprio aluno. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 195 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Avaliação Decreto-lei n.º 3/ 2008 - Artigo 20.º, ponto 1 e 2 Despacho normativo n.º 24-A /2012, de 6 de dezembro Avaliação A Avaliação constitui uma parte integrante do processo de aprendizagem de todos os alunos, devendo ser efetuada de forma contínua e formalizada no final de cada período escolar. Relativamente à avaliação de alunos com NEE, esta é efetuada de acordo com as medidas educativas aplicadas ao aluno, definidas no seu PEI. Os alunos que beneficiam de Adequações Curriculares Individuais, e adequações no processo de avaliação, poderão usufruir de alteração no tipo de provas, nos instrumentos de avaliação e certificação, bem como das condições de avaliação, no que respeita, entre outros aspetos, às formas e meios de comunicação e à periodicidade, duração e local da mesma. A avaliação trimestral é formalizada quantitativamente e de forma semelhante aos restantes alunos. Os alunos com Currículos Específicos Individuais não estão sujeitos ao regime de transição de ano escolar nem ao processo de avaliação característico do regime educativo comum. Conforme consta no despacho normativo n.º 6 /2010 (ponto 79), a avaliação é idêntica à utilizada para os seus pares: no 1º ciclo do ensino básico assume uma forma descritiva em todas as áreas curriculares; nos 2º e 3º ciclos assume uma forma quantitativa (classificação de 1 a 5) ou qualitativa (Insuficiente, Suficiente, Bom e Muito Bom) acompanhada de uma apreciação descritiva. A avaliação será quantitativa às disciplinas frequentadas na turma, em que o aluno é capaz de cumprir as competências definidas no currículo comum. A avaliação será qualitativa nas áreas curriculares não disciplinares e áreas curriculares que não façam parte da estrutura curricular comum (cujas competências são diferentes das do currículo comum, tendo sido individualmente definidas pelo professor, de acordo com as capacidades do aluno). Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 196 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Documentos Lista de documentos de Educação Especial: Formulário de Referenciação Relatório Pedagógico Relatório Técnico Pedagógico - RTP Programa Educativo Individual Adequações Curriculares Individuais Currículo Especifico individual Horário do aluno Reformulação do Pei Plano Individual de Transição Pedido de Encaminhamento SPO Plano de Intervenção -PI Relatório Circunstanciado Recolha de Informação Referenciação - Registo e Planificação das Sessões de Trabalho Checklist - NOTA: O preenchimento dos documentos deve manter a formatação em letra: Calibri (corpo), tamanho 12. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 197 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Lançamento do Ano Letivo 2014/2015 Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Aplicação Prática do Despacho Normativo n.º6/2014 de 26 de maio e Despacho n.º 9265-B/2013 de 15 de julho Página 198 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 1. DURAÇÃO DE TEMPO DAS AULAS 1.1. O artigo 3.º - Princípios de autonomia pedagógica e organizativa, consagra que dentro dos limites estabelecidos no presente despacho e demais legislação em vigor, compete às escolas, entre outras, decidir a duração de tempo dos tempos letivos. O Conselho Pedagógico aprovou a organização da matriz curricular em tempos de 45 minutos. Razões determinantes: Permite a atribuição de todo o tempo letivo às várias disciplinas e áreas disciplinares, sem minutos sobrantes e com uma divisão mais equilibrada da carga horária. Assegura a concentração máxima de atividades letivas no período da manhã, uma vez que torna possível incluir 6 tempos letivos neste período. 2. SERVIÇO DOCENTE 2.1. COMPONENTE LETIVA (CL) 2.1.1. Nos termos do nº 1 do art.º 6º do Despacho normativo nº 6/2014, a componente letiva, a constar no horário semanal de cada docente, encontra-se fixada no artigo 77.º do ECD, considerando-se que está completa quando totalizar: HORÁRIO COMPLETO NÍVEIS DE ENSINO COMPONENTE LETIVA (CL) Educação Pré-Escolar 25 Horas (25 × 60min) ------------ 25 Horas (25 x 60min) ------------ 2º e 3º ciclos e Secundário 22 Horas (22 x 50min = 1100 minutos) 24 tempos Educação Especial 22 Horas (22 x 50min = 1100 minutos) 24 tempos 1º Ciclo (com tempos de aulas de 45 m) 2.1.2. Nos termos do nº 2 do artº 6º do Despacho normativo nº 6/2014, “o serviço letivo resultante dos grupos e turmas existentes em cada escola ou agrupamento tem prioridade sobre qualquer outro para efeitos do preenchimento da componente letiva a que cada docente está obrigado pelo disposto nos artigos 77.º e 79.º do ECD”. 2.1.3. No 2º e 3º ciclos e ensino secundário a componente letiva dos professores é de 22 horas (22 x 50min) que são traduzidas em 24 tempos de 45 min. Considerando a redução prevista no art.º 79 do ECD, o horário do docente é definido da seguinte forma: Redução artigo 79º(HR) Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Horário – 24 tempos (t) de 45 minutos Página 199 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 0 24 t 2 22 t + 2 HR 4 20 t+ 4 HR 6 18 t+ 6 HR 8 16 t + 8 HR 2.1.4. O número 1 do art.º 6 do Despacho normativo n.º 6/2014 determina que a componente letiva a constar no horário do professor seja de 1100 minutos. Assim, na organização de tempos letivos de 45 minutos, cada docente é atribuído, mensalmente, num bloco de 90 minutos, os 20 minutos semanais, a designar no horário H20. As atividades a desenvolver com os alunos serão propostas por cada Área Disciplinar e aprovadas pelo Conselho Pedagógico. A escola pode definir como se organiza a componente letiva de cada docente e não é necessário que se aplique a todos os docentes a mesma forma. Existe também a possibilidade de distribuir, a alguns docentes, atividades de coadjuvação, no 1º ciclo ou noutros ciclos, tendo em conta as necessidades da turma e o perfil dos docentes. Sublinha-se ainda que, ao longo do ano, podem fazer-se ajustes pontuais, conforme as necessidades detetadas. Tendo em conta as necessidades dos alunos, pode, também ser considerada, na distribuição do serviço docente, a criação de pequenos grupos de alunos, tendo em conta a suas características, quer para promover a melhoria na sua aprendizagem quer para potenciar as suas capacidades. 2.2. COMPONENTE NÃO LETIVA (CNL) 2.2.1. O nº 1 do artº 7 do Despacho normativo nº 6/2014, refere que “a componente não letiva do serviço docente encontra-se definida no artigo 82.º do ECD e abrange a realização de trabalho individual e a prestação de trabalho na escola”. 2.2.2. Nos termos do disposto no nº 2 do art.º 7º do mesmo Despacho, “o diretor estabelece o tempo mínimo a incluir na componente não letiva de estabelecimento de cada docente, de todos os níveis e ciclos de educação e ensino, desde que não ultrapasse 150 minutos semanais, para que, nos termos do n.º 4 do artigo 82.º do ECD: a) fiquem asseguradas as necessidades de acompanhamento pedagógico e disciplinar dos alunos; b) sejam realizadas as atividades educativas que se mostrem necessárias à plena ocupação dos alunos durante o período de permanência no estabelecimento escolar.” 2.2.3. A componente não letiva de trabalho a nível de escola –(HE) é 3 tempos, para todos os docentes. 2.2.4. O diretor atribui as atividades a incluir na componente não letiva de estabelecimento de cada docente, escolhidas de entre as previstas no n.º 3 do artigo 82.º do ECD ou outras aprovadas pelo Conselho Pedagógico, designadamente ações de formação de docentes da escola, de acordo com o seu plano de formação em articulação com o Centro de Formação Templários. (nº 3 do artº 7º do Despacho normativo nº 6/2014, de 26 de maio). As horas de componente não letiva de estabelecimento, onde se incluem as horas de escola (HE) e as horas de redução da componente letiva (art.º 79.º do ECD) serão utilizadas prioritariamente no exercício das seguintes funções/atividades: Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 200 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento a) colaboração em atividades de complemento curricular que visem promover o enriquecimento cultural e a inserção dos educandos na comunidade, incluindo as organizadas no âmbito da ocupação plena dos tempos escolares; b) informação e orientação educacional dos alunos em colaboração com as famílias e com as estruturas escolares locais e regionais; c) participação em reuniões de natureza pedagógica legalmente convocadas; d) participação em ações de formação de acordo com o plano de formação do agrupamento em articulação com o Centro de Formação Templários. e) substituição de outros docentes do mesmo agrupamento de escolas ou escola não agrupada na situação de ausência de curta duração, nos termos do n.º 5 do artigo 82.º do ECD; f) desempenho de cargos de coordenação dos departamentos curriculares e outros cargos de coordenação pedagógica. g) assessoria técnico-pedagógica à diretora. h) orientação e o acompanhamento dos alunos nos diferentes espaços escolares, nomeadamente atividades de acompanhamento e de vigilância dos alunos do 1ºciclo durante os intervalos entre as actividades letivas e atendimento aos encarregados de educação i) apoio individual a alunos com dificuldades de aprendizagem; j) produção de materiais pedagógicos. 3. Medidas de promoção do sucesso escolar e combate ao abandono Uma das linhas prioritárias de ação educativa do Projeto Educativo é melhorar os resultados escolares, tendo sido definidos objetivos e estratégias. Para que essas estratégias não apareçam isoladas é necessário definir uma política de implementação e desenvolvimento de apoios. O direito ao sucesso no ensino não será conseguido se os alunos forem tratados todos da mesma maneira. Assim, se optássemos por este procedimento, apenas se aumentariam as desigualdades que eventualmente se verificam. Torna-se, pois, necessária uma atitude que dê uma resposta diferenciada às diversas necessidades dos alunos. 3.1. Princípios de organização Entende-se por reforço curricular o conjunto de estratégias e atividades concebidas na Escola no âmbito curricular e extracurricular, incluindo aquelas que são desenvolvidas no seu exterior, que contribuem para que os alunos adquiram os conhecimentos e desenvolvam as capacidades, atitudes e valores consagrados no currículo em vigor. 3.2. Responsabilidade Compete à Diretora a distribuição das horas da componente letiva para as atividades pedagógicas do crédito horário, previstas no artigo 11º do despacho normativo n.º6/2014 de 26 de maio. 3.3. Modalidades Proveniente do crédito CAP, serão lecionadas aulas de reforço curricular nas disciplinas matemática, português do 5º ao 12º anos; físico –química no 10º e 11º anos; filosofia no 11º ano; biologia e geologia nos 10º e 11º anos; geometria descritiva nos 10º 11º anos. No 6º ano na disciplina de Inglês será desenvolvido projeto “English Is Gr8” com os tempos provenientes dos vinte minutos (H20) e os de 79º. 4. Cargos e Funções Pedagógicas 4.1 No âmbito da autonomia pedagógica, as escolas ou agrupamentos definem o tempo de redução da componente letiva para o desempenho de cargos de natureza pedagógica, mencionado no n.º 3 do artigo 80.º do ECD, dentro dos limites estabelecidos nos números seguintes (nº 1 do artº 10º do Despacho normativo nº 6/2014, de 26 de maio). Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 201 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento 4.2 O desempenho das funções de coordenação das estruturas de natureza pedagógica, designadamente de orientação educativa e de supervisão pedagógica, a que se refere o n.º 1 do artigo 80.º do ECD, implica o recurso ao tempo letivo resultante das horas: a) de redução da componente letiva que os docentes usufruem em função da idade e do tempo de serviço, por via do disposto no artigo 79.º do ECD; b) da componente não letiva de estabelecimento, conforme previsto no n.º 6 do artigo 79.º e no n.º 3 do artigo 82.º do ECD; c) da parcela K × CapG do crédito horário a que se refere o n.º 2 do artigo 1.º do Despacho normativo nº 6/2014, de 26 de maio. 4.3 Tendo em conta que o valor de K × CapG é zero horas o exercício de funções nas outras estruturas de coordenação a que se refere o artigo 45.º do Decreto - Lei nº 137/2012 de 2 de julho, é assegurado, exclusivamente, no tempo da componente não letiva de estabelecimento, nos termos do previsto na alínea i) do n.º 3 do artigo 82.º do ECD. Para o desempenho das funções de coordenação das estruturas de natureza pedagógica, designadamente de orientação educativa e de supervisão pedagógica, a que se refere o n.º 1 do artigo 80.º do ECD, bem como para o exercício de funções nas outras estruturas de coordenação a que se refere o artigo 45.º do Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de abril, atualizado pelo Decreto – Lei nº137/2012 são definidos os seguintes critérios de atribuição de horas/tempos e número de horas/tempos para exercício dos seguintes cargos/funções: Cargos/ Funções Critério de atribuição de horas/tempos Número de tempos para exercício do cargo Coordenadores dos diretores de turma Do 2º e 3º ciclos e secundário 3 Departamento que integra até 15 docentes 3 Coordenador de departamento Departamento que integra de 16 até 25 docentes Departamento que integra de 26 até 35 docentes 5 6 Departamento que integra mais de 35 docentes 7 Coordenador do conselho de Educação pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico ano 2 Os coordenadores de área disciplinar com mais de 2 docentes terão o mesmo n.º de horas/tempos para coordenação, independentemente do n.º de docentes que integram. Integra até 8 docentes 2 Integra mais de 8 docentes 3 Docente diretor de curso de CP 2 Docente com 1 turma 2 Docente com duas ou mais turmas 4 Coordenador de área disciplinar Coordenador dos cursos profissionalmente qualificantes Diretor(a) de curso Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 202 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Professor bibliotecário Crédito específico atribuído de acordo com o previsto na Portaria n.º 756/2009, de 14 de julho, com as alterações que lhe foram introduzidas pelas Portarias nos 558/2010, de 22 de julho, e 76/2011, de 15 de fevereiro. Coordenador das bibliotecas Professor bibliotecário escolares Equipa de autoavaliação interna 2 N.º de tempos por docente 2 Coordenador da autoavaliação do agrupamento Professor do grupo do quadro do agrupamento Coordenador de projetos e Professor do grupo do quadro do agrupamento Comunicação Coordenador(a) do Projeto Professor(a) Promoção e Educação para agrupamento Saúde 3 do grupo do quadro do Professor(a) agrupamento do grupo do quadro do Coordenador(a) do Plano Professor(a) Nacional de Leitura (PNL) agrupamento do Delegado de segurança (RI) 3 2 (exceto se pertencer à direção ou se for acessor(a)) (RI) grupo do quadro do Coordenador do Desporto Professor(a) do grupo 260 ou 620 do quadro do Escolar agrupamento Clubes e projetos aprovados pelo Conselho Dinamização de clubes ou Pedagógico e/ou que integram o Plano Anual de projetos Atividades. Direção de instalações 3 2 2 2 Direção de instalações específicas 2 Hora de substituição Professores do 2º, 3º ciclo e ensino secundário Ensino especial 1 Trabalho colaborativo Professores do 2º, 3º ciclo e ensino secundário 1 5. Atribuição de tempos aos Diretores de Turma 5.1 Nos termos do nº 2 do artº 10º do Despacho Normativo nº6/2014, de 26 de maio, serão atribuídos 2 tempos letivos a cada diretor de turma e ainda 1 tempo da componente não letiva (artº 79º ou tempo de estabelecimento) nos casos devidamente fundamentados. 6. TIC e Oferta de Escola 6.1 De acordo com a matriz curricular para o 3º Ciclo, a disciplina de TIC inicia-se no 7º ano, funcionando sequencialmente nos 7º e 8º anos, semestral ou anualmente, em articulação com uma disciplina de oferta de escola. 6.2 No 7º e 8º anos a oferta de escola é Oficina de Expressão Dramática ou Educação Musical a Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 203 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento funcionar em regime anual em articulação com TIC. 7. Oferta Complementar 7.1 É de frequência obrigatória para os alunos, desde que criada pela escola, em função da gestão do crédito letivo disponível, um tempo/turma. 1º Ciclo: 1º e 2º anos oficina de leitura e escrita 3º e 4º anos - Inglês 2º Ciclo: 5º ano – Projeto turma 6º ano - Projeto turma 3º ciclo: 7º ano - Projeto turma 8º ano: English4U 9º ano: English4U 8. Apoio ao Estudo (1º ciclo) Serão atribuídas 2 horas para o apoio ao estudo- em grupos de homogeneidade relativa. 9. Apoio ao Estudo (2º ciclo) É uma oferta obrigatória para a escola, de frequência facultativa para os alunos, sendo obrigatória por indicação do Conselho de Turma e obtido o acordo dos Encarregados de Educação. Cada turma poderá ter até 5 tempos semanais. Para todas as turmas do 2º ciclo, o apoio ao estudo será realizado às terças e quintas-feiras no último bloco de 90 minutos da tarde, pelo que todos os alunos e professores estarão disponíveis para este horário. O quinto tempo será marcado de forma flexível de acordo com o horário da turma. Serão criados grupos destinados a superar dificuldades temporárias dos alunos, bem como implementação de técnicas e organização de estudo. Os docentes de Inglês irão dinamizar o projeto “English Is Gr8” com os tempos provenientes dos vinte minutos (H20) e os de 79º. 10. Atividades de Enriquecimento Curricular - AEC Inglês, judo, música, expressão plástica e artística, educação física, ciências para todos. 11. Atividade de Animação e de Apoio à Família (AAAF) -pré-escolar Atividades a desenvolver antes e/ou depois do período diário das atividades educativas e durante os períodos de interrupção dessas atividades. A autarquia propõe-se dinamizar atividades de expressão musical e de educação física. O agrupamento propõe a realização de atividades lúdicas e de enriquecimento educativo. Componente de Apoio à Família (CAF)- 1º ciclo Atividades a desenvolver antes e/ou depois da componente curricular e de enriquecimento curricular bem como durante os períodos de interrupção letiva O agrupamento propõe a realização de atividades lúdicas, jogos organizados, oficina de leitura, apoio à realização de trabalhos de casa, yoga, judo, expressão dramática, atividade física e motora. As AAAF e CAF são planificadas pelos órgãos competentes dos Agrupamentos tendo em conta as necessidades dos alunos e das famílias, articulando com a autarquia. É da responsabilidade das Educadoras e Professor Titular assegurar a supervisão pedagógica e o Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 204 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento acompanhamento das atividades nos seguintes termos: a) Programação das atividades; b) Acompanhamento das atividades através de reuniões com os respetivos dinamizadores; c) Avaliação da sua realização; d) Reuniões com Encarregados de Educação. 12. Desdobramento de Turmas É autorizado o desdobramento das turmas ou o funcionamento de forma alternada das disciplinas do ensino básico e secundário de acordo com o anexo H do Despacho Normativo n.º 6/2014. 12.1 O desdobramento de turmas nas disciplinas de Ciências Naturais e Físico-Química do 3º ciclo do ensino básico, exclusivamente para a realização de trabalho prático ou experimental: a) Quando o número de alunos da turma for igual ou superior a 20; b) No tempo correspondente a um máximo de 90 minutos. Ambas as disciplinas desdobram 1 tempo semanal. Os alunos terão 3 tempos semanais de Ciências Naturais e Físico-Química do 3.º ciclo e, os docentes, 4 tempos. 12.2 O desdobramento de turmas no ensino secundário para a realização de trabalho prático experimental é autorizado: a) Nos cursos científico-humanísticos, no tempo semanal correspondente a 3 tempos, quando número de alunos for superior a 20, nas seguintes disciplinas: Biologia e Geologia; Física Química A; Língua estrangeira (da componente de formação específica do curso de Línguas Humanidades) e o e e b) Nos cursos científico-humanísticos, no tempo semanal de lecionação correspondente a 2 tempos, quando o número de alunos for superior a 20, nas seguintes disciplinas anuais: Biologia; Física; Química; Geologia e Materiais e Tecnologias. c) Na componente de formação específica dos cursos científico-humanísticos, no tempo semanal de lecionação correspondente a 3 tempos, quando o número de alunos for superior a 20, nas seguintes disciplinas: Desenho A; Oficina de Artes e Oficina de Multimédia B. d) Na disciplina de Geometria Descritiva A da componente de formação específica dos cursos científico-humanísticos, no tempo semanal correspondente a 3 tempos quando o número de alunos for superior a 24. e) Nas disciplinas de caráter laboratorial da componente de formação científica dos cursos profissionais, até um tempo letivo, sempre que o número de alunos for superior a 20. f) Sem prejuízo do disposto na alínea seguinte, nas disciplinas de caráter laboratorial, oficinal, informático ou artístico da componente de formação técnica dos cursos profissionais, na totalidade da carga horária semanal, quando o número de alunos for superior a 15. Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 205 de 206 Projeto Curricular de Agrupamento Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria Página 206 de 206