Informativo da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores Militares, Polícia Civil e da Secretaria da Educação do Estado de Minas Gerais ANO III - Nº XIX Informativo COOPEMG Agosto/Setembro/Outubro 2007 Salários na COOPEMG O servidor público estadual pode optar por qualquer instituição financeira para receber seus proventos. Baseando-se neste direito, estabelecido na Lei Estadual número 13.722/2000, o presidente da COOPEMG entr ou com ação na Justiça contestando o monopólio do Banco Itaú e conseguiu assegurar o direito de transferir sua conta-salário para a COOPEMG. Todo o processo aconteceu em pouco mais de quatro meses. Outros três militares conseguiram este ano, em ações judiciais, passar a receber o salário pela cooperativa. A notícia sobre a sentença favorável ao presidente da COOPEMG foi matéria do jornal O Estado de Minas e mereceu destaque também nos jornais Super Notícia e O Tempo. PÁGINA 12 Cooperativa investe em Educação Emissão de Sicoobcard cresce 310% A COOPEMG vem realizando encontros regionais, com o objetivo de difundir a cultura cooperativista ao seu público alvo, alicerçada, principalmente no 5º Princípio do Cooperativismo, que se refere à Educação. PÁGINA 09 COOPEMG apresenta resultados PÁGINA 05 PÁGINAS 09 A 15 2 Informativo EDITORIAL A COOPEMG tem o que você precisa A C O O PEMG, vislumbrando novos rumos para o cooperativismo de crédito, tem buscado novas alternativas que possam beneficiar seus cooperados em todas as suas necessidades. Vem buscando estruturar-se em recursos humanos e materiais para prestar um atendimento personalizado e específico a cada associado que procura interagir com a cooperativa. Com a migração para o sistema SISBR, a COOPEMG está ligada em mais de 750 pontos de cooperativas de crédito em Minas Gerais, de onde o cooperado pode acessar os serviços da cooperativa, via BANCOOB, sem a necessidade de se deslocar até a sua sede à Rua Diabase, nº 207, no Prado. Tudo isso feito de forma eletrônica, através de cartão de débito, sem nenhum custo adicional ao cooperado. Dos 750 pontos de atendimento levantados, em mais de 320 não existe atendimento bancário pelo Banco Oficial do Governo para os funcionários públicos que ali trabalham. Exemplo: da cidade de Jordânia, no Vale do Jequitinhonha, os funcionários públicos estaduais se deslocam 74 km em estrada de terra até Almenara para receberem seus vencimentos. Jordânia tem cooperativa de crédito. De São Roque de Minas, que tem uma das melhores cooperativas de crédito de Minas Gerais, deslocam-se até a cidade “ A COOPEMG vai buscar, de todas as formas, preencher esse vazio do atendimento bancário ao funcionário público espalhados por toda Minas ” de Piumhi, cerca de 60 km para receberem seus proventos. Nestes casos e em todos os outros, conforme previsão legal, o servidor público pode optar para receber seus vencimentos pela COOPEMG. A COOPEMG, pode e vai atender a estas pessoas abandonadas à própria sorte. Basta que elas queiram. Certa vez, quando a COOPEMG buscava espaço junto ao governo para preencher essas lacunas no atendimento bancário aos funcionários públicos em vários pontos de Minas Gerais, ouviu-se de um Secretário de Estado, o seguinte: "A COOPEMG é apenas um mosquitinho querendo disputar espaço com um ELEFANTE". Esqueceu-se o secretário que sempre que o elefante abana as suas orelhas, ali tem, certamente, um mosquitinho perturbando. A COOPEMG vai buscar, de todas as formas, preencher esse vazio do atendimento bancário aos funcionários públicos espalhados por toda Minas Gerais. Os lucros dos bancos são astronômicos e são repassados aos banqueiros. Cooperativas dão sobras. Estas são repassadas aos seus legítimos donos: os Cooperados. Isto é feito de modo direto, na forma de distribuição, ou indireto, com produtos e serviços mais atraentes e competitivos. Venha para a COOPEMG. A sua participação é de fundamental importância para o crescimento e o fortalecimento do cooperativismo de crédito em Minas Gerais. SEJA UM COOPERADO! Luiz Rodrigues Rosa Diretor Presidente Cooperativa assume papel dos bancos (Referente a matéria publicada no Jornal Estado de Minas no dia 17/08/2007) Cumprimento ao amigo e companheiro pela vitoriosa ação contra o governo, através da qual a Justiça concedeu o direito de você receber o seu salário, via contasalário, através de qualquer instituição financeira ou cooperativa, no caso a COOPEMG. A conta-salário é uma grande fonte de recursos, resultante basicamente de nosso pagamento sala- rial, que os governos usam para aumentar a sua arrecadação, sem que tenhamos qualquer benefício, seja dos bancos ou do governo, pela manutenção da conta bancária. Esperamos que os membros das forças de segurança e da área da educação, base do desenvolvimento e da evolução de uma Nação, conforme se insere na Bandeira Nacional "Ordem e Progresso", reconheçam e se conscientizem de que "somente a união faz a força", para que tenhamos muito em breve mais uma forte instituição a nos proporcionar melhorias na nossa qualidade de vida - o nosso banco - a COOPEMG. Saudações, Valter Gregório de Oliveira Coronel da Reserva/PMMG EXPEDIENTE Informativo da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores Militares, Polícia Civil e da Secretaria da Educação do Estado de Minas Gerais Ltda. Rua Diábase, 207 - Prado CEP: 30.410-440 - Belo Horizonte/MG Tel.: (31) 2111-7600 (BH) (31) 0800-7074-140 (interior) E-mail: [email protected] Site: www.coopemg.coop.br CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Everaldo Gouvêa dos Santos Geraldo Magela Campos João Ribeiro Rosa Netto José Luiz Barbosa Juventino Gomes de Paula Luís Carlos Damasceno Luiz Rodrigues Rosa Tarcisio Aparecido Rosa Zoe Ferreira dos Santos Gervásio Lourenço da Silva Ronaldo Silvestre da Silva DIRETORIA EXECUTIVA Diretor-presidente: Luiz Rodrigues Rosa Diretor Financeiro: Luís Carlos Damasceno Diretor Administrativo: João Ribeiro Rosa Netto CONSELHO FISCAL Membros Efetivos: Elias Gomes da Costa Juarez de Jesus Silva Marcelo Ribeiro Marques Membros Suplentes: Fábio Soares de Araújo João Mendes de Campos Luzmar Guimarães da Rocha CONSELHO DE ÉTICA Membros Efetivos: Benjamim Nunes Marinho Joel Barbosa Francisco José Bonifácio Filho Marco Antônio Bahia Editora e Jornalista Responsável: Goreti Araújo - DRT 3907/MG Planejamento Gráfico e Arte: Marcos Eduardo - 9672-2370 IMPRESSÃO: Sempre Serviços gráficos Formato Tiragem: 5.000 exemplares Circulação: Distribuição gratuita As matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores. 3 Informativo EVOLUÇÃO Resultados apresentados no 1º semestre superam expectativas A capacidade própria para acumular capital através da adesão de cooperados ou da reaplicação de sobras, é condição que determina o potencial de negócios e operações das cooperativas. Zelar pelo patrimônio da Cooperativa e promover o desenvolvimento sócio-econômico e financeiro de seus cooperados são os focos principais das ações dos gestores e colaboradores da COOPEMG. Prova disso são os resultados apresentados pela instituição no primeiro semestre de 2007 quando os Ativos da Cooperativa cresceram 15% (R$ 905.014,39). (Veja o gráfico 2, na página 4). O Patrimônio de Referência (PR), que representa o investimento do cooperado na Cooperativa por meio de integralização do capital, evoluiu 23% (735.330.42), o que demonstra sua confiança. (Gráfico 1). O PR é composto também pelos resultados gerados pela Cooperativa e o fundo de reserva. Seu crescimento fortalece a COOPEMG e é a condição mais importante para oferecer produtos e serviços mais competitivos, além de viabilizar os objetivos sociais. Já a reserva de liquidez, ou seja, os recursos que a cooperativa tem disponíveis para honrar seus compromissos de curto e médio prazo e ainda manter sobra no caixa, evoluiu 73% (R$1.058.935,29). (Gráfico 4). O volume de empréstimo apresentou no primeiro semestre de 2007 uma variação de -3,55% (R$ 162.256,31) no período. (Gráfico 3). Mesmo com a concorrência de diversas instituições financeiras que oferecem crédito fácil, que nem sempre representam taxas baixas, a COOPEMG conseguiu manter sua carteira e intensificou suas ações melhorando seus produtos e serviços. GESTÃO DE RESULTADOS - A gestão de custos, o forte controle das despesas e a reestruturação da cooperativa proporcionaram uma redução significativa nas despesas administrativas: 51% (R$93.301,69). (Gráfico 6). Este resultado demonstra o compromisso dos atuais administradores com o patrimônio do cooperado. Outro resultado que demonstra a confiança do cooperado em investir na COOPEMG foi o aumento de 7,92% (R$151.372,27) nos depósitos a vista e a prazo (aplicações). (Gráfico 5). Para dar segurança ao cooperado a cooperativa participa do Fundo Garantidor do Sicoob (FGS) que garante até R$20 mil por CPF. Entre as ações para melhorar a rentabilidade dos cooperados pode-se destacar o lançamento do produto RDC 361 Pós CDI que possui taxa super atrativa. Devido aos dados registrados acima, que demonstram que o compromisso da COOPEMG é com o patrimônio do cooperado, o resultado acumulado no primeiro semestre de 2007 já é superior 55,78% de todo o ano de 2006. (Gráfico 7). Já a Provisão de Risco sofreu uma redução de 30% (R$164.902,29), uma vez que a COOPEMG conseguiu manter sua carteira de empréstimos e intensificou as ações de cobrança, investindo em informatização e funcionários. (Gráfico 8). Os resultados apresentados se devem a dois fatores em especial: o primeiro deles é a confiança que o cooperado deposita na sua Cooperativa, seja utilizando seus serviços, seja incentivando outros servidores a se associarem à instituição; o segundo fator de sucesso está na gestão administrativo-financeira. Todas as operações são feitas de forma segura e com total respeito às normas, visando proteger a saúde financeira e garantir o crescimento da Cooperativa, que pertence a cada um dos cooperados. A COOPEMG não possui fins lucrativos e procura sempre oferecer produtos e serviços mais atrativos a seus cooperados, como conta corrente sem taxa de manutenção, cheque especial com taxa de 3,9% ao mês, empréstimo pessoal com taxas a partir de 1,5% ao mês, aplicações com taxas mais atraentes, cartão de débito com isenção da taxa de emissão para o titular e isenção da taxa de mensalidade para o titular e adicional. É através dos produtos e serviços, com melhores condições, que a cooperativa procura proporcionar aos seus cooperados ganhos e economias. Centralize suas operações e movimentações na COOPEMG. Somente com o envolvimento e participação de todos é que será possível promover o crescimento sustentável da COOPEMG. 4 Informativo Resultados apresentados no 1º semestre de 2007 2 - EVOLUÇÃO DO ATIVO 3 - VOLUME DE EMPRÉSTIMO 4700000 3000000 6800000 4200000 2500000 6600000 3700000 6400000 6200000 1000000 6000000 500000 5800000 3200000 2700000 2200000 1700000 5600000 0 23% 1200000 15% 2006 2006 2007 4 - RESERVA DE LIQUIDEZ 4.571.521,66 7.119.792,14 1500000 5200000 6.214.777,75 2000000 3.919.440,90 7200000 7000000 3.184.110,48 4000000 3500000 4.409.265,35 1 - EVOLUÇÃO DO PR - 3,55% 2006 2007 2007 6 - DESPESAS ADMINISTRATIVAS 5 - DEPÓSITOS 2100000 190000 2050000 2600000 2000000 170000 1950000 150000 1900000 130000 1800000 1750000 1400000 1200000 73% 2006 90000 70000 1700000 50000 1650000 30000 1600000 2007 110000 10000 11,59% 2006 2007 183.537,17 1600000 1850000 90.235,48 1800000 1.911.957,70 1.449.370,50 2000000 2.508.305,79 2200000 2.063.329,97 2400000 -51% 2006 2007 7 - RESULTADOS ACUMULADOS COMPROMISSO 400000 350000 426.463,82 3200000 250000 200000 273.766,49 300000 150000 1º semestre 2006 2007 8 - PROVISÕES DE RISCOS 400000 300000 393.556,00 3200000 558.458,29 350000 250000 VENHA FAZER PARTE DA COOPEMG! 200000 150000 30% 2006 Só existe desenvolvimento e justiça social onde há cooperativismo. Uma cooperativa se fortalece com o comprometimento, participação e responsabilidade de todos os cooperados. Venha fazer parte deste forte sistema que é seguro, reduz riscos e proporciona melhores condições aos seus membros. 2007 5 Informativo Cartão de débito supera cheque Segurança, praticidade e comodidade. Essas são alguns fatores que contribuem para a proliferação do cartão de crédito e débito, o chamado "dinheiro de plástico". Entre os usuários, sem dúvida, os principais fatores que favorecem a opção por esta forma de pagamento são comodidade e possibilidade de crédito fácil. Para os comerciantes, é a queda na inadimplência. De acordo com eles, o cartão elimina o risco do calote. Por isso, não é à toa que o uso de cartões cresceu em média 500% na última década, colocando o Brasil no 7ª lugar do ranking mundial dos países que mais usam o "dinheiro de plástico" e apresenta a maior taxa de crescimento entre eles. Na frente, apenas gigantes da economia mundial e países desenvolvidos: EUA, Japão, Reino Unido, Coréia do Sul, China e Canadá. Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS) o número de cartões (de crédito, débito, loja e rede) em circulação no país totalizou 406 milhões ao final do primeiro semestre de 2007. O número representa alta de 13% na comparação com o primeiro semestre de 2006. No caminho inverso, as tran- sações com cheques vêm caindo. Segundo a ABECS, o uso de cheque como meio de pagamento no Brasil vem registrando uma redução média de 6% ao ano, desde outubro de 1999, ao passo que os cartões vêm crescendo em um ritmo anual de 21% no mesmo período. A razão disso é que o cartão substitui o cheque e o dinheiro com muito mais segurança e comodidade. Com uma única senha, você pode fazer saques em caixas eletrônicos e compras em estabelecimentos comerciais. E o valor da compra é debitado automaticamente na sua conta. Além disso, você não perde tempo preenchendo cheques e cadastros, não precisa apresentar nenhum documento e também não precisa ir até o seu banco para sacar dinheiro. O cartão de débito reúne todos estes benefícios para você. O Banco Central divulgou recentemente um estudo que mostra como é caro assinar um cheque. Cada folha do seu talão custa, em média, R$ 3,11 para os bancos, incluindo a COOPEMG. É um valor extremamente alto se comparado ao custo dos pagamentos feitos por meios eletrônicos. Os meios eletrônicos custam a metade: R$ 1,46. E a COOPEMG não cobra nada de seu cooperado. Vantagens do cartão SEGURANÇA - O sistema eletrônico com autorizações online, aliado à utilização da senha do portador do cartão, eliminando de forma quase completa a possibilidade de fraudes no sistema. Isto reflete maior confiança do usuário e permite que as taxas de administração sejam menores e mais estáveis que as cobradas em outros meios de pagamento eletrônico. Outra vantagem do uso do Cheque Eletrônico é a eliminação do manuseio, guarda e movimentação de valores, diminuindo perdas por assaltos, por custos de movimentação de valores via carro-forte e por custódia de cheques pré-datados. RAPIDEZ - As transações eletrônicas proporcionam maior rapidez na efetivação do pagamento, na eliminação da necessidade de troco e no tempo gasto com verificação de documentos, liberação de cheques pelos fiscais de caixa e consultas a serviços de proteção. Uma transação com o cartão leva em média 76 segundos (do momento em que se finaliza o registro da venda até a liberação do cliente), contra 240 segundos para aceitação de um cheque-papel com consulta a bancos de dados e liberação pelo fiscal de caixa. ABRANGÊNCIA - Clientes de várias instituições financeiras podem utilizar seus cartões de débito para pagarem compras em milhares de estabelecimentos. Esses cartões podem substituir com eficiência a utilização de cheques, devido ao variado leque de operações disponíveis no serviço (à vista, pré-datada, parcelada, etc.). CONFORTO - O "dinheiro de plástico" proporciona comodidade ao seu portador, pois com o cartão o cliente não está sujeito a situações desconfortáveis, como a necessidade de apresentar seus dados para a liberação de um cheque ou o preenchimento manual de cheque-papel. USE O CARTÃO COOPEMG! Emissão de cartões SicoobCard Maestro cresce 310% Que tal possuir um cartão que além de substituir dinheiro e cheque, agiliza as operações bancárias, permite o acesso à conta corrente em toda a Rede SICOOB (cooperativas com SISBR) e permite realizar compras e saques em qualquer lugar do mundo? O cartão de débito SicoobCard Maestro oferece estas e outras vantagens e está acessível através da COOPEMG. As vantagens são tantas que em apenas 60 dias a emissão de cartões na Cooperativa aumentou 310 %. Todas as transações realizadas com o SicoobCard Maestro são debitadas diretamente na conta corrente do cooperado e podem ser controladas por meio dos extratos ou pela internet, no site do Sicoobcard (www.sicoobcard.com.br). Nesse site, estão disponíveis informações sobre data, horário, local e valor de todas as compras e saques realizados com o cartão em determinado período. O SicoobCard Maestro permite, ainda, acesso ao SicoobNet, o internet banking da COOPEMG (www.coopemg.coop.br). COMPRAS - Com o SicoobCard Maestro, o cooperado pode pagar todas as compras realizadas em milhões de estabelecimentos credenciados pelas bandeiras MasterCard Maestro e RedeShop, no Brasil e no mundo. São supermercados, postos de gasolina, lojas, padarias, farmácias, bancas de jornal e demais locais identificados com as marcas MasterCard Maes- tro, Maestro, Rede Shop. São mais de 9 milhões de estabelecimentos, sendo mais de 400 mil só no Brasil. Para cada compra, é emitido um comprovante, que pode ser guardado para seu controle. SAQUES - Além da Rede Sicoob (cooperativas que operam com o SISBR) o cooperado pode realizar saques (serviço sujeito à cobrança de tarifas) nos terminais do Banco 24 Horas e na Rede Cirrus. 6 Informativo Troque empréstimos com juros altos por taxas mais atrativas COOPEMG caminha a passos firmes em direção a sua consolidação como a primeira e melhor alternativa de solução financeira para seus cooperados. Para se consolidar como a primeira e melhor alternativa de solução financeira, a COOPEMG lançou um pacote de produtos e serviços competitivos com o mercado financeiro, permitindo aos seus cooperados centralizar suas operações e movimentações na cooperativa, como forma de livrá-los do domínio das instituições bancárias comuns. Oferecendo juros mais competitivos que os praticados pelo mercado, a COOPEMG possibilita ao cooperado realizar seus projetos e trocar aquelas dívidas com juros maiores pelo empréstimo pessoal que oferece. Para realizar operações de crédito, o cooperado deverá ter, no mínimo, 30 dias de admissão e estará sujeito a avaliação cadastral e financeira. CRÉDITO - O uso inteligente do crédito é aquele feito com consciência. Portanto, o cooperado deve verificar se seu orçamento familiar é compatível com a necessidade de crédito, e pesquisar qual modalidade será a melhor opção para antecipar sua necessidade. A COOPEMG aconselha o cooperado a apurar detalhadamente sua real situação, todos os seus débitos e, só então, negociar a dívida dentro da sua capacidade de pagamento, prolongando o prazo com a redução das parcelas. Destacamos que nas cooperativas de crédito o atendimento é personalizado e as necessidades dos cooperados são avaliadas, caso a caso, tornando as negociações mais flexíveis. Além disso, a administração é exercida por cooperados eleitos em assembléia, o que facilita o acesso dos demais cooperados aos diretores. Para centralizar suas operações de empréstimo na COOPEMG, o cooperado precisa obter no banco o saldo devedor e o boleto para quitação. No caso dos contratos de débito em conta, poderá levar à Cooperativa também o extrato de conta corrente. Entre em contato pelo telefone 2111-7600 (capital) ou 0800-7074140 (interior). Renegociação de débitos na COOPEMG Os motivos mais freqüentes que impedem o cooperado de honrar os compromissos consignados em folha são pensões alimentícias, tratamentos de saúde e medicamentos. Nestes casos, os descontos excedem a margem de 30%, impedindo o desconto da parcela. É necessário renegociar. Uma boa renegociação é aquela que se procura negociar suas dívidas antes do vencimento, evitando o crescimento da dívida e o adiamento dos pagamentos com freqüência. O cooperado que não sofre o desconto em folha para pagamento da parcela e não procura a cooperativa fica com a parcela em atraso, mesmo que o desconto retorne no mês seguinte. O atraso na parcela provoca a cobrança de juros e multas moratórios, elevando o débi- to e tornando a renegociação mais onerosa. O que o Diretor Financeiro, Luis Carlos Damasceno aconselha é que as pessoas com parcelas em atraso apurem detalhadamente sua real situação e capacidade de pagamento e procurem a COOPEMG para negociar a dívida. Para agilizar o processo é necessário reforçar a operação apresentando garantias como um avalista ou veículo. Na COOPEMG o cooperado conta também com o benefício do atendimento personalizado. O atendimento é pessoal e as necessidades são avaliadas, caso a caso, tornando as negociações mais práticas. Consignação - A consignação é o desconto efetuado na folha de pagamento do servidor público que pode ser por empréstimos e finan- ciamentos. A consignação em folha é uma forma de pagamento e no caso de perda de margem, o cooperado deve procurar a COOPEMG para realizar o pagamento, evitando o atraso da operação. Renegociação - Quando as partes envolvidas em um acordo/contrato ajustam uma condição pré-estabelecida, resultando em um novo acordo/contrato está sendo realizada uma renegociação. A renegociação de débitos ocorre quando o devedor tem sua capacidade de pagamento afetada, por qualquer motivo, e procura o credor para ajustar os compromissos financeiros assumidos, evitando a inadimplência do contrato. Cooperado, caso tenha parcelas em atraso, entre em contato com a COOPEMG pelo telefone 2111-7622. 7 Informativo COOPEMG investe na capacitação de seus cooperados A COOPEMG está criando um banco de dados onde os cooperados interessados em participar de treinamentos, cursos e seminários de capacitação técnica poderão se inscrever. Os recursos provêm da própria Cooperativa, através do saldo do Fundo de Assistência Técnica e Social (FATES). O objetivo da iniciativa que tem como base princípios cooperativistas como interesse pelo cooperado, responsabilidade social, educação, formação e informação do seu quadro social, é estimular os cooperados a obter mais informação sobre o cooperativismo preparando-se para exercer cargo administrativo na COOPEMG, contribuindo assim para o seu desenvolvimento. A intenção da Diretoria Executiva da COOPEMG é investir na capacitação dos cooperados para propiciar o surgimento de novas lideranças cooperativistas. Eles têm se empenhado cada vez mais para que as pessoas ligadas à Cooperativa possam aperfeiçoar seus conhecimentos. A expectativa é que um grande número de associados faça parte do Banco de Dados. Entretanto, caso o número de vagas para os treinamentos, cursos e seminários sejam inferiores ao número de candidatos, a escolha dos participantes será feita através de sorteio. Mais informação e inscrição pelo telefone 2111-7600 (capital) ou 0800-7074140 (interior). Centro Universitário UNA abre inscrições para o vestibular INSCRIÇÕES DE 01 A 23 DE OUTUBRO O Centro Universitário UNA anuncia o seu processo seletivo para o 1º semestre de 2008. Serão oferecidas vagas para 23 cursos de bacharelado/licenciatura da UNA, para 15 cursos tecnólogos da UNATEC, em Belo Horizonte (MG) e para mais 6 cursos tecnólogos e um de bacharelado da Faculdade UNA de Contagem. O período de inscrições vai de 01 a 23 de outubro e a prova, unificada para a UNA, UNA de Contagem e UNATEC será realizada no dia 27 de outubro, das 14h às 18h, nos diversos campi da Instituição. As inscrições podem ser feitas pela internet, diretamente no site do Centro Universitário UNA www.una.br para os cursos da capital ou pelo site www.unacontagem.edu.br, para os cursos da Faculdade UNA de Contagem onde os estudantes preencherão ficha específica, poderão imprimir o boleto bancário no valor de R$ 50 e, também, receber o comprovante definitivo de inscrição, do qual consta o local das provas, também por e-mail, após processamento do pagamento da taxa. O acesso ao local no dia das provas depende da apresentação desse certificado juntamen- te com o documento de identidade. O processo seletivo constará de uma prova de Conhecimentos Gerais composta de 50 questões de múltipla escolha, sobre Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, Matemática, História, Geografia e Ciências, baseada em interpretação textual e raciocínio lógico, valendo 100 pontos, mais uma prova de Redação, também valendo 100 pontos. O edital completo encontra-se à disposição dos interessados nas unidades da UNA, e no site www.una.br. A pró-reitora adjunta de graduação e presidente da Copeve, professora Maria Elisabeth Ferraz, explica que a adoção de um modelo único de avaliação tem como objetivo testar os candidatos de forma multidisciplinar, sejam eles ins- critos para os cursos de graduação bacharelado /licenciatura ou para os de graduação tecnológica. "Embora o perfil desses estudantes seja bastante diversificado, a prova que segue os mesmos parâmetros do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), estará avaliando, em cada questão, habilidades, competências, raciocínio lógico e interpretação de texto. Antes, o vestibular focava apenas no conhecimento, nos conteúdos das matérias", explica. Com esse modelo, os candidatos poderão fazer as duas opções de curso, considerando todas as graduações oferecidas. O resultado será divulgado no dia 31 de outubro e o início das aulas, para os calouros, está previsto para início de fevereiro de 2008. 8 Informativo RESPONSABILIDADE SOCIAL Palestras divulgam Cooperativismo e COOPEMG A COOPEMG investe em ação social para a melhoria da qualidade de vida de seus cooperados e das comunidades em que atua. Para os dirigentes da Cooperativa esta é a razão de sua origem e de sua existência. Neste sentido, ela vem realizando encontros regionais, com o objetivo de difundir a cultura cooperativista ao seu público alvo, alicerçada, principalmente no 5º Princípio do Cooperativismo, que se refere à Educação. Nestes encontros, realizados com apoio e participação dos delegados, são apresentadas palestras ministradas pelo Diretor Presidente da Cooperativa, Luiz Rodrigues Rosa, abordando temas como o surgimento do cooperativismo, o recebimento do salário pela cooperativa e o superendividamento do servidor militar, ou seja, a falta de controle do orçamento familiar e o compro- Palestra realizada em Vespasiano, quando o Diretor Presidente, Luiz Rodrigues Rosa, e o Diretor Financeiro, Luis Carlos Damasceno, divulgaram o Cooperativismo e a COOPEMG metimento sem planejamento de sua renda. Durante o último encontro, o presidente falou sobre as vantagens de ser cooperado, do SISBR e sobre o fato de militares já possuírem contratos de empréstimos assinados com base no aumento de 10%, lançando o desafio de pouparem este valor e não se comprometerem com novos contratos. O Gerente Geral Jamerson César, fez uma apresentação da evolução econômico financeira da COOPEMG. Dando continuidade ao trabalho de divulgação do cooperativismo e da COOPEMG, o Diretor Financeiro, Luis Carlos Damasceno, fez uma comparação entre a movimentação feita em bancos comerciais e na COOPEMG, destacando que as sobras das cooperativas retornam para o associado, enquanto as dos bancos ficam com os banqueiros. A proposta da Diretoria Executiva é munir os delegados de condições para promoverem encontros regionais com os cooperados e cooperáveis residentes em suas áreas de atuação para difusão do Cooperativismo e da COOPEMG. Os delegados têm uma função social de extrema importância, uma vez que têm a responsabilidade de discutir e votar os assuntos tratados nas Assembléias Gerais, representando todos os cooperados. Além dos delegados, a COOPEMG conta com o apoio de cooperados e conselheiros defensores da filosofia cooperativista para realizar as palestras. É o Caso da palestra realizada em Vespasiano, onde, com a intermediação do Conselheiro Ronaldo Silvestre junto ao Comando do 36º BPM, e com apoio do Ten Cel Batista e Major Adailton foi cedido à COOPEMG, espaço para levar a mensagem cooperativista e da COOPEMG no dia 23 de agosto. Em Uberaba, a divulgação da COOPEMG é realizada pela Delegada Maria Neuza Rodrigues Jarussi, destacando-se o trabalho realizado durante o Congresso de Educadores que aconteceu dos dias 01 a 03 de agosto, com a presença de cerca de 4 mil professores da rede Municipal e Estadual de ensino. Esta foi mais uma oportunidade de tornar a COOPEMG conhecida. A equipe da COOPEMG já realizou reuniões e palestras em outras cidades como Diamantina (25/04), Ponte Nova (30/04), Caratinga (30/06), Uberlândia (23/07), Viçosa (30/07) e Juiz de Fora (06/08); e contou com o apoio imprescindível dos delegados Jarbas José dos Reis, de Uberlândia, e Geraldo Francisco Zeferino, de Viçosa. Cooperado expõe no Centro Cultural da UFMG Demonstrando mais uma vez o seu compromisso com o desenvolvimento de seus cooperados e atuando com responsabilidade social, a COOPEMG contribuiu para que o cooperado Leontino Bernar- do dos Passos, o artesão Leon Passos, realizasse uma exposição de seus trabalhos no Centro Cultural da UFMG, no último dia 3 de setembro. Leon Passos desenvolveu uma técnica própria de papie- tagem do papel reciclado com cola, criando esculturas e pinturas inspiradas nas antigas histórias de civilizações desaparecidas, na música e na natureza. O artista procura misturar elementos da cultura indígena e afro, através de um forte contraste de cores que expressam sua identidade. Autodidata, Leon Passos iniciou a atividade artística fazendo bonecos, casinhas e panelas de barro em casa. 9 Informativo Assinado convênio com AFAS A COOPEMG acaba de assinar convênio de estágio remunerado com a Associação Feminina de Assistência Social (AFA), em parceria com a Fundação Guimarães Rosa (FGR), administradora do projeto. O objetivo é contribuir para o ingresso de jovens, filhos de militares, no mercado de trabalho, dando-lhes oportunidade da primeira experiência profissional. O convênio foi realizado através da Diretoria Executiva, tendo o Diretor Financeiro da Cooperativa, Luis Carlos Damasceno, feito os primeiros contatos com a AFAS. "Este convênio é muito importante, porque nos aproxima mais de parceiros relacionados com a Polícia Militar, e também porque possibilita a prática de ativi- João Ribeiro Rosa Netto, Diretor Administrativo da COOPEMG, Tenente Márcia Freitas, presidente da AFAS, e Luiz Rodrigues Rosa, presidente da COOPEMG, Coronel Nicolau e Tenente Coronel Castro, da FGR, durante assinatura do convênio dades voltadas ao aprimoramento dos jovens, no ingresso no mercado de trabalho, sendo de grande importância social", afirma Damasceno. Neste sentido, ele destaca que a COOPEMG, através do estágio remu- nerado, está possibilitando a primeira oportunidade de trabalho para o filho do militar, para que este estudante possa custear suas despesas com material escolar, além de ajudar na renda familiar, contribuindo para a melhoria de vida de seus familiares. Inicialmente foram contratados dois estagiários. Segundo a Tenente Márcia Freitas, presidente da AFAS, ao assinar o convênio, a COOPEMG está apoiando um trabalho sério que surgiu em virtude da grande demanda de jovens inscritos no Programa Primeiro Emprego desenvolvido pela Associação desde 2004, e que não enquadravam nos critérios de renda e idade estabelecidos pelo projeto. "A AFAS, a Fundação e a COOPEMG vão fazer diferença na vida destes jovens. Oferecendo estágio a estes adolescentes, a Cooperativa per mite que a AFAS aumente o número de atendimento à família do policial e bombeiro militar e à comunidade em geral. Para ter direito ao estágio remunerado oferecido pela AFAS, o jovem deve ter mo mínimo 16 aos, ser aluno freqüente do Ensino Médio, ser dependente legal de militar com renda per capta entre R$ 350,00 e R$ 850,00. Atualmente a AFAS já patrocina 140 jovens. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS REFERENTES AO SEMESTRE ENCERRADO EM 30 DE JUNHO DE 2007 BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO DE 2007 - (R$ MIL) ATIVO 2007 2006 ATIVO CIRCULANTE DISPONIBILIDADES TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Carteira Própria RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS Centralização Financeira - Cooperativas OPERAÇÕES DE CRÉDITO Operações de Crédito - Setor Privado (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) OUTROS CRÉDITOS Rendas a Receber Diversos OUTROS VALORES E BENS Despesas Antecipadas 4.103 23 2.484 2.484 1.535 1.687 (152) 54 26 28 7 7 5.620 78 8 8 1.092 1.092 4.013 4.571 (558) 420 22 398 9 9 REALIZÁVEL A LONGO PRAZO OPERAÇÕES DE CRÉDITO Operações de Crédito - Setor Privado (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) OUTROS CRÉDITOS Diversos 2.512 2.468 2.709 (241) 44 44 - PERMANENTE INVESTIMENTOS Participação em Coligadas e Controladas - No País IMOBILIZADO DE USO Outras Imobilizações de Uso (Depreciações Acumuladas) DIFERIDO Gastos de Organização e Expansão (Amortização Acumulada) 504 321 321 103 368 (265) 80 163 (83) 594 321 321 134 359 (225) 139 185 (46) TOTAL DO ATIVO 7.119 6.214 Luiz Rodrigues Rosa Diretor Presidente João Ribeiro Rosa Netto Diretor Administrativo PASSIVO 2007 2006 3.291 2.063 210 1.853 1.228 1.003 26 199 3.030 1.912 199 1.713 8 8 1.110 237 61 812 EXIGÍVEL A LONGO PRAZO OUTRAS OBRIGAÇÕES Fiscais e Previdenciárias 38 38 38 - RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS Resultado de Exercícios Futuros 16 16 - 3.774 3.433 212 129 3.184 4.102 (918) 7.119 6.214 PASSIVO CIRCULANTE DEPÓSITOS Depósitos à vista Depósitos a prazo OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS Empréstimos no País - Outras Institituições OUTRAS OBRIGAÇÕES Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Diversas PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital de Domiciliados no País Reservas de Lucros Sobras ou Perdas Acumuladas TOTAL DO PASSIVO Luís Carlos Damasceno Diretor Financeiro Moacir Laurenço de Jesus Contador - CRCMG 58.965 CPF 640.261.326-68 Continua na página 10 10 Informativo DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO REFERENTE AO SEMESTRE ENCERRADO EM 30 DE JUNHO DE 2007 (R$ MIL) DISCRIMINAÇÃO RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 2007 924 2006 1.055 924 - 1.002 53 DESPESAS DE INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA (133) (215) Operações de Captação no Mercado Operações de Empréstimos e Repasses Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (113) (2) (18) (175) (214) 174 791 840 OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS (381) (739) Receitas de Prestação de Serviços Despesas de Pessoal Outras Despesas Administrativas Despesas Tributárias Outras Receitas Operacionais Outras Despesas Operacionais 30 (311) (269) (10) 190 (11) 31 (444) (434) (7) 120 (5) 410 20 430 (4) 426 101 (131) (30) (30) Operações de Crédito Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA RESULTADO OPERACIONAL RESULTADO NÃO OPERACIONAL RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO E PARTICIPAÇÕES IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRAS LÍQUIDAS (PERDAS) As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO NO 1° SEMESTRE (Valores em R$ Mil) EVENTOS SALDOS EM 31.12.2005 INTEGRALIZ./RESG. DE CAPITAL UTILIZAÇÃO DE RESERVAS RECEBIMENTO DE PERDAS SOBRAS (PERDAS) LÍQUIDAS . SALDOS EM 30.06.2006 MUTAÇÕES 1o. SEMESTRE 2006 CAPITAL REALIZADO 4.731 (629) 4.102 (629) SALDOS EM 31.12.2006 INTEGRALIZ./RESG. DE CAPITAL CONSTITUIÇÃO DE RESERVAS RECEBIMENTO DE PERDAS SOBRAS (PERDAS) LÍQUIDAS SALDOS EM 30.06.2007 MUTAÇÕES 1º. SEMESTRE 2007 3.293 140 3.433 140 RESERVA LEGAL 28 (28) (28) 74 138 212 138 As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis. SOBRAS/PREJ ACUMUL. (1.230) 28 314 (30) (918) 312 TOTAIS (513) (138) 354 426 129 642 2.854 140 354 426 3.774 920 3.529 (629) 314 (30) 3.184 (345) 11 Informativo DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS NO 1° SEMESTRE (Valores em R$ Mil) DISCRIMINAÇÃO A - ORIGENS DOS RECURSOS 2007 1.579 2006 2.833 Sobras (Perdas) Líquidas do Semestre 426 (30) Recebimento de Perdas de 2005 Utilização de Reservas de Lucro Recursos de Cotistas Realizações /resgates de Capital Social Aumento dos subgrupos do Passivo Depósitos Outras Obrigações Resultado de Exercícios Futuros Diminuição dos subgrupos do Ativo Títulos e Valores Mobiliários Relações Interfinanceiras e Interdependência Operações de Créditos Outros Créditos Diferido Alienação de Bens e Investimentos Imobilizado de Uso Investimentos Diminuição dos subgrupos do Ativo Realizável a LP Operações de Créditos Outros Créditos 354 140 140 125 109 16 213 191 22 26 13 13 295 236 59 314 28 688 688 688 1.807 1.186 582 39 26 26 - 1.612 2.866 843 839 4 659 176 483 110 110 28 629 92 92 457 330 119 8 1.660 1.563 16 81 - (33) (33) 2007 56 23 (33) 2006 111 78 (33) B- APLICAÇÕES DOS RECURSOS Diminuição de Reservas Integralizações/Resgates de Capital Inversões em: Investimentos Aumento dos subgrupos do Ativo Relações Interfinanceiras e Interdependência Operações de Crédito Outros Créditos Outros Valores e Bens Redução de subgrupos do Passivo Depósitos Relações Interfinanceiras e Interdependência Obrigações por Empréstimos e Repasses Outras Obrigações Redução de subgrupos do Passivo Exigível a LP Outras Obrigações AUMENTO OU (REDUÇÃO) DAS DISPONIBILIDADES (A-B) DISPONIBILIDADES ITENS Início do Período Fim do Período Aumento ou (Redução) das Disponibilidades As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis. 12 Informativo NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 30 DE JUNHO DE 2007 (Em milhares de Reais) 1- CONTEXTO OPERACIONAL A COOPEMG, com sede e administração na cidade de Belo Horizonte - MG, constituída em 19/01/1999, rege-se pelo dispositivo das Leis 4.595/64 e 5.764/71, dos Normativos baixados pelo Conselho Monetário Nacional, Banco Central do Brasil e pelo seu Estatuto Social. Sua finalidade é: I - proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados em suas atividades específicas, com a finalidade de fomentar a sua produção e a produtividade dos associados; II - a formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua, da economia sistemática e do uso adequado do crédito, bem como da difusão de informações técnicas que visem o aprimoramento da produção e qualidade de vida; III - praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras, instituições públicas e ou privadas, bem como aplicações de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e rentabilizar os recursos. Em 30 de junho, estavam associados à COOPEMG 3.978 cooperados (30/06/06 - 4.398). A COOPEMG é filiada ao SICOOB CENTRAL CECREMGE, Cooperativa Central de crédito que presta os serviços administrativos, financeiros, econômicos e creditórios, e conveniada ao BANCOOB para operacionalização das atividades da compensação de cheques, mediante contrato. 2- APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 2.1. As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com os Princípios Fundamentais de Contabilidade e do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional - COSIF e de acordo com as normas emanadas do Banco Central do Brasil - aplicados com uniformidade em relação ao mesmo período do exercício anterior. 2.2. As demonstrações financeiras encerradas em 30 de junho de 2007 e 2006, para comparabilidade, foram demonstradas em milhares de reais. 3- PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Apuração do Resultado O resultado é apurado pelo regime de competência mensal e inclui os rendimentos e despesas de natureza financeira, incidentes sobre os ativos e passivos. b) Títulos e Valores Mobiliários São registrados pelo custo da aquisição e acrescidos dos rendimentos auferidos até as datas dos balanços, constituindo-se, quando aplicável, provisão para ajuste ao valor de mercado. c) Operações de Crédito e Depósitos a Prazo Referem-se a operações realizadas exclusivamente com cooperados envolvendo captação e aplicação de recursos. Nesta intermediação são praticadas taxas de juros compatíveis às atividades da Cooperativa. d) Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa É constituída em montante considerado suficiente para cobrir prováveis perdas na realização dos valores a receber, seguindo o que determina a Resolução n.º 2.682 de 21/12/1999 do Conselho Monetário Nacional. e) Permanente É demonstrado ao custo de aquisição, combinado com os seguintes aspectos: · A depreciação do imobilizado é calculada pelo método linear, às taxas descritas na nota específica sobre o Permanente, que levam em consideração a vida útil estimada dos bens. · A amortização do diferido, que é representado por gastos de organização e expansão, é calculada pelo método linear à taxa de 20% a.a. f) Ativo Circulante e Realizável a Longo Prazo: são demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e variações monetárias. O ativo realizável a longo prazo representa créditos a receber em datas posteriores a um ano da data do balanço. Em 30/06/06, embora houvesse operações com vencimento de longo prazo, os aplicativos informatizados não apuravam valor total a ser informado. g) Passivo Circulante e Exigível a Longo Prazo: são demonstrados pelos valores de exigibilidade, incluindo encargos e variações monetárias, quando aplicáveis. O passivo exigível a longo prazo representa dívidas e operações a pagar em datas posteriores a um ano da data do balanço. Em 30/06/06, embora houvesse dívidas e operações com vencimento de longo prazo, os aplicativos informatizados não apuravam valor total a ser informado. h) Efeitos Inflacionários Os valores que compõem o Ativo Permanente e o Patrimônio Líquido não foram corrigidos monetariamente, em obediência ao Art. 4º da Lei 9.249/95, que revoga a correção monetária das demonstrações financeiras. 4- DISPONIBILIDADES E CENTRALIZAÇÃO FINANCEIRA As disponibilidades da Cooperativa estão representadas, em 30 de junho, por saldos em caixa e bancos - R$23 mil (30/06/06 - R$ 78 mil) 13 Informativo e por valores em conta corrente na CECREMGE - centralização financeira, que em 30 de junho estavam em R$ 2.484 mil (30/06/06 - R$ 1092 mil); o valores da centralização financeira são remunerados conforme rendimentos globais das aplicações dos recursos no mercado financeiro. 5- TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Em 30 de junho de 2007, não havia aplicações financeiras sendo que o montante de R$8 mil, demonstrado em 30/06/06, em sua totalidade, estavam direcionadas para CDB do Banco Mercantil do Brasil com vencimento em julho/2006. 6- OPERAÇÕES DE CRÉDITO As operações de crédito são suportadas por registros auxiliares extracontábeis, que discriminam as informações analíticas sobre os empréstimos concedidos e as receitas deles decorrentes. As operações de crédito são realizadas com associados e de acordo com as normas do BACEN, Resolução nº 2.682 de 21/12/1999 e encontram-se, em 30 de junho, classificadas da seguinte forma - R$ mil: Nível Provisão Operação c/ Valor da Operação c/ (%) Associados Provisão Associados 30/06/07 30/06/07 30/06/06 A 0,5 2915 15 3477 B 1,0 163 2 145 C 3,0 321 9 166 D 10,0 534 53 81 E 30,0 68 20 91 F 50,0 153 77 77 G 70,0 82 57 242 H 100,0 160 160 292 Totais 4396 393 4571 7- Valor da Provisão 30/06/07 17 1 5 8 27 39 169 292 558 OUTROS CRÉDITOS E OUTROS VALORES E BENS 7.1. COFINS E PIS A Cooperativa provisionou contabilmente e depositou, em juízo, a COFINS e o PIS sobre os atos cooperativos até o mês-base de novembro/2004, tendo em vista o questionamento judicial à legalidade destas contribuições instituídas pela Lei 9.718/98. Os depósitos judiciais totalizavam em 30 de junho R$38 mil (30/06/06 - R$38 mil) e o passivo constituído para fazer face à contingência desses tributos totalizavam os mesmos valores. Através da Lei no. 11.051, de 30 de dezembro de 2.004, em seu artigo 30, as cooperativas de crédito ficaram dispensadas do recolhimento do PIS e da Cofins sobre os atos cooperativos. Desta forma, a Cooperativa, a partir da competência dezembro de 2004, deixou de depositar judicialmente o valor da contribuição do PIS e da Cofins sobre o resultado do ato cooperativo, passando a recolher para a Secretaria da Receita Federal as mesmas contribuições apenas sobre as receitas de atos não cooperativos. 7.2. AÇÕES TRABALHISTAS Para fazer face às prováveis despesas em perdas de ações trabalhistas, a Cooperativa tinha provisão de R$100 mil em 30 de junho de 2006, com o depósito judicial parcial, sendo que, em 30/06/2007, tal provisão já havia sido totalmente utilizada devido a sentenças judiciais desfavoráveis ou revertida contabilmente nos casos de acordos judiciais ou sentenças favoráveis à cooperativa. 7.3. DESPESAS ANTECIPADAS O saldo representa as despesas de meses posteriores ao balanço e que foram pagas antecipadamente, como assinaturas de períodicos, prêmios de seguros e outros. Em 30 de junho, somavam R$7 mil (30/06/06 - R$ 9 mil). 8- PERMANENTE 8.1. INVESTIMENTOS O saldo representa os aportes de capital efetuados na CECREMGE para fins de participação no processo de centralização financeira, além de investimentos em ações preferenciais do banco cooperativo Bancoob. A composição do saldo em 30 de junho está demonstrada no quadro abaixo - R$ mil: Investimentos Cotas da Cecremge Ações Preferenciais do Bancoob Totais 2007 242 79 321 2006 242 79 321 8.2. IMOBILIZADO DE USO Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado, conforme quadro abaixo, na posição de 30 de junho - em R$ mil: Item Taxa de Depreciação 2007 2006 Instalações Móveis e Equipamentos Sistema de Comunicação Sistema de Processamento de Dados Sistema de Segurança 10% ao ano 10% ao ano 10% ao ano 20% ao ano 10% ao ano 368 (265) 103 12 111 14 225 6 11 110 14 218 6 359 (225) 134 Depreciação acumulada 8.3. DIFERIDO Demonstrado pelo custo de aquisição, menos amortização acumulada. As amortizações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de contratos ou estimativa usualmente aplicável aos gastos de organização e expansão e investimentos em aquisição e desenvolvimento de programas informatizados, conforme quadro abaixo, na posição de 30 de junho - em R$ mil: Item Benfeitorias Constituição e Reestruturação da Sociedade Gastos com Aquisição e Desenvolvimento de Logiciais Instalação e Adaptação de Dependências Amortização acumulada Taxa de Amortização 2007 2006 20% ao ano 101 120 20% ao ano - 16 20% ao ano 52 49 20% ao ano 10 163 (83) 80 185 (46) 139 14 9- Informativo CONTAS DE COMPENSAÇÃO As contas de compensação que registram responsabilidades diversas assumidas pela Cooperativa e outros controles estavam assim distribuídas em 30 de junho (R$ mil): Conta CUSTÓDIA DE VALORES * Valores Garantidos por Instituições Financeiras * Depositários de Valores em Custódia * Valores em Garantia CONTRATOS * Contratos de Seguros - Seguro de Bens e valores CONTROLE * Avais, Fianças e Outras Garantias Recebidas * CPMF - Movimentação Financeira * Créditos Baixados Como Prejuízo * Limites Operacionais - Ajustes * Valores de Créditos Contratados a Liberar * Valores Capit. Realiz. E PL Mínimo * Patrim. Líq. Exigido para Cobertura do Risco de Mercado * OUTRAS CONTAS DE COMPENSAÇÃO Limites de Contratos de Empréstimos Outras Contas de Compensação CLASSIFICAÇÃO DA CARTEIRA DE CRÉDITOS TOTAL DAS CONTAS DE COMPENSAÇÃO Valor 2007 2006 4378 4609 9 3 4375 4600 30 30 2201 1270 15 764 524 864 682 242 46 44 20 20 84 166 86 80 4409 4572 10988 10481 10- PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) CAPITAL SOCIAL integralizado - pertencente integralmente aos cooperados associados, está representado, em 30 de junho por 3.433.499,79 cotas de R$ 1,00 cada uma (em 30/06/06 - 4.102.474,85 cotas de R$ 1,00). b) RESERVA DE LUCROS - refere-se à constituição do Fundo de Reserva das cooperativas, determinado pela Lei 5.764/71 e destinase a cobrir prejuízos eventuais e imprevistos. É calculada na forma da Lei e do estatuto, à razão de 10%, no mínimo, da sobra líquida de cada exercício. O quadro abaixo demonstra o saldo remanescente em 30/06/2007 (R$ mil): Mês/Ano Dez/2006 Descrição Incorporação do Fundo Habitacional extinto em decisão assemblear Dez/2006 Destinação estatutária de parte das sobras líquidas de 2006 Mar/2007 Destinação Sobras Líquidas 2006 conforme Assembléia Geral c) Valor Saldo 22 22 52 74 138 212 SOBRAS OU PERDAS ACUMULADAS Destinação do Resultado - as sobras líquidas de cada exercício, após a constituição do "Fundo de Reserva - Reserva Legal", são assim destinadas: · Fundo de Assistência Técnica Educacional e Social - FATES - calculado, na forma da Lei 5.764/71 e do Estatuto, à razão de 5%, no míni- mo, das sobras do período e tem por objetivo a prestação de assistência aos Cooperados associados e empregados da COOPEMG, conforme programas aprovados pela Assembléia Geral, sendo controlado contabilmente no Passivo Circulante; Em 30/06/2007, o saldo contábil era de R$ 140 mil (30/06/06 - R$ 22 mil) · O Saldo remanescente em sobras ou perdas acumuladas,. em cada exercício, na forma do estatuto e da Lei, será submetido a deliberação da Assembléia Geral Ordinária. O quadro abaixo representa a composição dos saldos de sobras e perdas acumuladas em 30 de junho - R$ mil: Sobras ou Perdas Sobras ou (Perdas) de exercícios anteriores Sobras ou (Perdas) do 1º semestre Sobras ou (Perdas) acumuladas 2007 (297) 426 126 2006 (888) (30) (918) 11 - DEMONSTRAÇÃO DO ENQUADRAMENTO AO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EXIGIDO (PLE) Em observação a Res. Bacen 3321/05, a Cooperativa apresentou, em 30 de junho, o seguinte enquadramento quanto ao patrimônio líquido exigido (Res. 2099/94): Demonstração do Enquadramento do Patrimônio Líquido Exigido Item 2007 2006 1 Patrimônio Líquido (R$ mil) 3.774 3.184 A Ativo Ponderado pelo Risco - Res. Bacen 2099/94 (R$ mil) 4.791 5.273 B Fator de Ponderação Aplicável às Cooperativas de Crédito Circular 3147/02 Bacen x 0,11 0,11 C Parcela de Patrimônio Líquido Exigida pelo Ativo Ponderado pelo Risco = A x B (R$ mil) 527 580 D Exigência de Patrimônio Liquido para Cobertura de Risco de Mercado - Taxa de Juro 84 2 Patrimônio Líquido Exigido = Parcela de Patrimônio Exigida para Cobertura dos Riscos do Ativo Ponderado = C+D (R$ mil) 611 580 3 Margem ou (Insuficiência) de Patrimônio Líquido = 1 menos 2 (R$ mil) 3.163 2.604 11- INSTRUMENTOS FINANCEIROS Os instrumentos financeiros utilizados pela cooperativa, tais como disponibilidades, aplicações financeiras e financiamentos, encontram-se contabilizados por valor equivalente ao de mercado, por serem representados principalmente por itens de curto prazo ou por estarem indexados a taxas de mercado periodicamente revisadas. Belo Horizonte, 30 de junho de 2007. Luiz Rodrigues Rosa Diretor Presidente João Ribeiro Rosa Netto Diretor Administrativo Luís Carlos Damasceno Diretor Financeiro Moacir Laurenço de Jesus Contador - CRCMG 58.965 CPF 640.261.326-68 15 Informativo COOPERATIVA DE ECON. E CRED. MÚTUO DOS SERVIDORES MILITARES, POLICIA CIVIL E DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE MINAS GERAIS LTDA - COOPEMG CNPJ. 03.269.540/0001-63 BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE JULHO DE 2007 - (R$ MIL) ATIVO 31/07/2007 ATIVO CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO PRAZO DISPONIBILIDADES RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS Centralização Financeira - Cooperativas OPERAÇÕES DE CRÉDITO Operações de Crédito - Setor Privado (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) OUTROS CRÉDITOS Rendas a Receber Diversos OUTROS VALORES E BENS Outros Valores e Bens 6.747 30 2.694 2.694 3.903 4.274 (371) 110 32 78 10 10 PERMANENTE INVESTIMENTOS Participações em Coligadas e Controladas - No País IMOBILIZADO DE USO Outras Imobilizações de Uso (Depreciações Acumuladas) DIFERIDO Gastos de Organização e Expansão (Amortização Acumulada) 500 321 321 100 368 (268) 79 164 (85) TOTAL DO ATIVO 7.247 Luiz Rodrigues Rosa Diretor Presidente PASSIVO 31/07/2007 PASSIVO CIRCULANTE E EXIGÍVEL A L. PRAZO DEPÓSITOS Depósitos à vista Depósitos a prazo OUTRAS OBRIGAÇÕES Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Diversas 3.385 2.141 229 1.912 1.244 910 54 280 RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS Resultado de Exercícios Futuros 14 14 PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital de Domiciliados no País Reservas de Lucros Sobras ou Perdas Acumuladas Contas de Resultado 3.848 3.494 212 103 39 TOTAL DO PASSIVO 7.247 Luís Carlos Damasceno Diretor Financeiro Moacir Laurenço de Jesus Contador - CRCMG 58965 COOPERATIVA DE ECON. E CRED. MÚTUO DOS SERVIDORES MILITARES, POLICIA CIVIL E DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE MINAS GERAIS LTDA - COOPEMG CNPJ. 03.269.540/0001-63 BALANCETE PATRIMONIAL EM 31 DE AGOSTO DE 2007 - (R$ MIL) ATIVO 31/08/2007 ATIVO CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO PRAZO DISPONIBILIDADES RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS Centralização Financeira - Cooperativas OPERAÇÕES DE CRÉDITO Operações de Crédito - Setor Privado (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) OUTROS CRÉDITOS Rendas a Receber Diversos OUTROS VALORES E BENS Despesas Antecipadas 6.689 40 2.646 2.646 3.887 4.272 (385) 107 32 75 9 9 PERMANENTE INVESTIMENTOS Participações em Coligadas e Controladas - No País IMOBILIZADO DE USO Outras Imobilizações de Uso (Depreciações Acumuladas) DIFERIDO Gastos de Organização e Expansão (Amortização Acumulada) 494 321 321 97 368 (271) 76 164 (88) TOTAL DO ATIVO 7.183 Luiz Rodrigues Rosa Diretor Presidente PASSIVO PASSIVO CIRCULANTE E EXIGÍVEL A L. PRAZO DEPÓSITOS Depósitos à vista Depósitos a prazo RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS Recursos em Trânsito de Terceiros OUTRAS OBRIGAÇÕES Sociais e estatutárias Fiscais e Previdenciárias Diversas RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS Resultado de Exercícios Futuros 31/08/2007 3.383 2.076 224 1.852 4 4 1.303 973 53 277 12 12 PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital de Domiciliados no País Reservas de Lucros Sobras ou Perdas Acumuladas Contas de Resultado 3.788 3.406 212 123 47 TOTAL DO PASSIVO 7.183 Luís Carlos Damasceno Diretor Financeiro Marta Maria dos Santos Contador - CRCMG 87.513/0 CPF 027.647.246-24 16 Informativo O presidente da COOPEMG, Capitão PM Luiz Rodrigues Rosa e o cooperado Sargento Nilton Carlos Miranda, asseguraram na Justiça o direito de retirar a sua conta-salário do Banco do Brasil e transferi-la para outra instituição financeira, no caso a COOPEMG. Este direito, no caso do presidente da Cooperativa, foi confirmado pela sentença da juíza Sandra Alves de Santana Fonseca, da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual. A ação se baseou em direito do servidor poder optar por qualquer instituição financeira para receber seus proventos. Em abril, por intermédio da assessoria jurídica da cooperativa, o presidente impetrou mandado de segurança baseado no direito resguardado no dispositivo estabelecido na Lei Estadual 13.722/2000. Em seu artigo 1º a Lei diz que "os militares e os servidores públicos, ativos e inativos, e os pensionistas das administrações direta e indireta do estado poderão optar pelo recebimento de seus vencimentos integrais, remuneração, proventos e pensões por intermédio de cooperativa de crédito constituída de acord o c o m a L e i Fe d e r a l n º 5.764/71, à qual sejam filiados, ou de instituição bancária que integre o sistema financeiro nacional." O pedido de medida liminar, feito logo após impetrado o PERFIL DO NEGÓGIO Cooperativas de crédito no país: . . . . . . . . . . . .1.452 Associados: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3,2 milhões Pontos de atendimento: . . . . . . . . . . . . . . . . 3,79 mil Total de depósitos: . . . . . . . . . . . . . . R$ 13,2 bilhões Total em operações de crédito . . . . . . .R$ 12,1 bilhões Taxas médias de juros mensais: · 2,76% no crédito pessoal · 4,91% no cheque especial · 5,30% no cartão de crédito Fonte: Gerência de mercados da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB). mandado de segurança, foi concedido imediatamente, pois, além de presentes os requisitos, a lei é bem clara e precisa quando diz que é facultado ao servidor escolher o banco pagador de sua remuneração. Outros três militares conseguiram este ano, através de ações judiciais, receberem o salário pela cooperativa. Julgado o mérito do processo movido pelo presidente Luiz Rodrigues Rosa, a juíza Sandra Santana confirmou a decisão favorável ao servidor com os argumentos de que, "em se tratando de leis que conferem direitos, prerrogativas, isenções e imunidades aos jurisdicionados, a eficácia da norma é plena, tendo em vista que não se exige elaboração de outras para que se complete seu alcance e sentido, ou lhe fixe o conteúdo, porquanto já se encontram explícitos os interesses nelas resguardados." Remetente: COOPEMG Rua Diabase, 207 - Prado - Cep: 30.410-440 Belo Horizonte/MG Tel: (31) 2111-7600 ETAPAS DO PROCESSO - Todo o processo na Justiça aconteceu em pouco mais de quatro meses. No dia 19 de abril o presidente entrou com o pedido de liminar e cinco dias depois (dia 24) foi publicada a liminar favorável e ele passou a receber seu salário através da COOPEMG. No dia 25 de julho a juíza Sandra Santana julgou o mérito do processo, garantindo-lhe o direito de receber seu salário na Cooperativa. A COOPEMG promoverá ações para cooperados que queiram receber seus vencimentos pela cooperativa. A notícia sobre a sentença favorável ao presidente da COOPEMG foi matéria do jornal O Estado de Minas, edição do dia 27 de agosto, Caderno de Economia, página 10. O assunto mereceu destaque também nos cadernos de Economia dos Jornais O Tempo edição do dia 11/09/2007, página B8 e Super Notícia, edição do dia 12/09/2007. Dentro do planejamento estratégico estabelecido, que permitirá programar ações no médio e longo prazo, a COOPEMG contratou um Analista de Atendimento e Negócios para trabalhar na divulgação e comercialização dos produtos e serviços da Cooperativa, prospecção de novos cooperados, captação de recursos, realização de visitas e palestras, dentre outras atividades. Num primeiro momento, este trabalho será realizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte e, posteriormente, ampliado para as demais regiões do Estado. Com dez anos de experiência em Cooperativismo, Sebastião Gonçalves de Oliveira (foto), promete ser o diferencial na ampliação do quadro social da COOPEMG. "Minha expectativa é que a COOPEMG se torne uma das maiores cooperativas do Estado em função dos segmentos a serem atingidos. Pretendo usar toda minha experiência para chamar os policiais Civis e Militares e os servidores da Secretaria do Estado da Educação para fortalecer a Cooperativa, e em conseqüência a categoria de que fazem parte", afirmou. Sebastião Gonçalves de Oliveira, Analista de Atendimento e Negócios da COOPEMG Impresso Especial 7317340102/2004-DR/MG COOPEMG CORREIOS DEVOLUÇÃO GARANTIDA CORREIOS IMPRESSO Servidor tem assegurada opção por banco pagador COOPEMG contrata Analista de Atendimento