Informativo da Cooperativa de Economia e Crédito
Mútuo dos Servidores Militares, Polícia Civil e da
Secretaria da Educação do Estado de Minas Gerais
ANO III - Nº XIX
Informativo COOPEMG
Agosto/Setembro/Outubro 2007
Salários na COOPEMG
O servidor público estadual pode optar
por qualquer instituição financeira para
receber seus proventos. Baseando-se neste
direito, estabelecido na Lei Estadual número 13.722/2000, o presidente da COOPEMG entr ou com ação na Justiça
contestando o monopólio do Banco Itaú e
conseguiu assegurar o direito de transferir sua conta-salário para a COOPEMG. Todo
o processo aconteceu em pouco mais de quatro meses. Outros três militares conseguiram este ano, em ações judiciais, passar a
receber o salário pela cooperativa. A notícia sobre a sentença favorável ao presidente da COOPEMG foi matéria do jornal O
Estado de Minas e mereceu destaque também nos jornais Super Notícia e O Tempo.
PÁGINA 12
Cooperativa
investe em
Educação
Emissão de
Sicoobcard
cresce 310%
A COOPEMG vem realizando
encontros regionais, com o objetivo de difundir a cultura cooperativista ao seu público alvo,
alicerçada, principalmente no 5º
Princípio do Cooperativismo, que
se refere à Educação.
PÁGINA 09
COOPEMG
apresenta
resultados
PÁGINA 05
PÁGINAS 09 A 15
2
Informativo
EDITORIAL
A COOPEMG tem
o que você precisa
A
C O O PEMG,
vislumbrando novos
rumos para o cooperativismo de
crédito, tem buscado novas alternativas que possam beneficiar seus
cooperados em todas as suas
necessidades. Vem buscando
estruturar-se em recursos humanos e materiais para prestar um
atendimento personalizado e específico a cada associado que procura interagir com a cooperativa.
Com a migração para o sistema SISBR, a COOPEMG está ligada em mais de 750 pontos de
cooperativas de crédito em Minas
Gerais, de onde o cooperado pode
acessar os serviços da cooperativa, via BANCOOB, sem a necessidade de se deslocar até a sua
sede à Rua Diabase, nº 207, no
Prado. Tudo isso feito de forma
eletrônica, através de cartão de
débito, sem nenhum custo adicional ao cooperado.
Dos 750 pontos de atendimento levantados, em mais de
320 não existe atendimento bancário pelo Banco Oficial do Governo para os funcionários públicos
que ali trabalham. Exemplo: da
cidade de Jordânia, no Vale do
Jequitinhonha, os funcionários
públicos estaduais se deslocam
74 km em estrada de terra até
Almenara para receberem seus
vencimentos. Jordânia tem cooperativa de crédito. De São Roque de
Minas, que tem uma das melhores
cooperativas de crédito de Minas
Gerais, deslocam-se até a cidade
“
A COOPEMG vai
buscar, de todas as
formas, preencher esse
vazio do atendimento
bancário ao funcionário
público espalhados
por toda Minas
”
de Piumhi, cerca de 60 km para
receberem seus proventos. Nestes casos e em todos os outros,
conforme previsão legal, o servidor público pode optar para receber seus vencimentos pela
COOPEMG. A COOPEMG, pode e
vai atender a estas pessoas abandonadas à própria sorte. Basta
que elas queiram.
Certa vez, quando a COOPEMG
buscava espaço junto ao governo
para preencher essas lacunas no
atendimento bancário aos funcionários públicos em vários pontos
de Minas Gerais, ouviu-se de um
Secretário de Estado, o seguinte: "A
COOPEMG é apenas um mosquitinho querendo disputar espaço com
um ELEFANTE". Esqueceu-se o secretário que sempre que o elefante
abana as suas orelhas, ali tem, certamente, um mosquitinho perturbando.
A COOPEMG vai buscar, de
todas as formas, preencher esse
vazio do atendimento bancário
aos funcionários públicos espalhados por toda Minas Gerais.
Os lucros dos bancos são
astronômicos e são repassados
aos banqueiros. Cooperativas dão
sobras. Estas são repassadas aos
seus legítimos donos: os Cooperados. Isto é feito de modo direto, na forma de distribuição, ou
indireto, com produtos e serviços
mais atraentes e competitivos.
Venha para a COOPEMG. A sua
participação é de fundamental
importância para o crescimento e
o fortalecimento do cooperativismo de crédito em Minas Gerais.
SEJA UM COOPERADO!
Luiz Rodrigues Rosa
Diretor Presidente
Cooperativa assume papel dos bancos
(Referente a matéria publicada no Jornal Estado de Minas no dia 17/08/2007)
Cumprimento ao amigo e companheiro pela vitoriosa ação contra o governo, através da qual a
Justiça concedeu o direito de você
receber o seu salário, via contasalário, através de qualquer instituição financeira ou cooperativa, no
caso a COOPEMG.
A conta-salário é uma grande
fonte de recursos, resultante basicamente de nosso pagamento sala-
rial, que os governos usam para
aumentar a sua arrecadação, sem
que tenhamos qualquer benefício,
seja dos bancos ou do governo, pela
manutenção da conta bancária.
Esperamos que os membros
das forças de segurança e da área
da educação, base do desenvolvimento e da evolução de uma Nação,
conforme se insere na Bandeira
Nacional "Ordem e Progresso",
reconheçam e se conscientizem
de que "somente a união faz a
força", para que tenhamos muito
em breve mais uma forte instituição a nos proporcionar melhorias
na nossa qualidade de vida - o
nosso banco - a COOPEMG.
Saudações,
Valter Gregório de Oliveira
Coronel da Reserva/PMMG
EXPEDIENTE
Informativo da Cooperativa de
Economia e Crédito Mútuo dos
Servidores Militares, Polícia Civil
e da Secretaria da Educação do
Estado de Minas Gerais Ltda.
Rua Diábase, 207 - Prado
CEP: 30.410-440 - Belo Horizonte/MG
Tel.: (31) 2111-7600 (BH)
(31) 0800-7074-140 (interior)
E-mail: [email protected]
Site: www.coopemg.coop.br
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Everaldo Gouvêa dos Santos
Geraldo Magela Campos
João Ribeiro Rosa Netto
José Luiz Barbosa
Juventino Gomes de Paula
Luís Carlos Damasceno
Luiz Rodrigues Rosa
Tarcisio Aparecido Rosa
Zoe Ferreira dos Santos
Gervásio Lourenço da Silva
Ronaldo Silvestre da Silva
DIRETORIA EXECUTIVA
Diretor-presidente:
Luiz Rodrigues Rosa
Diretor Financeiro:
Luís Carlos Damasceno
Diretor Administrativo:
João Ribeiro Rosa Netto
CONSELHO FISCAL
Membros Efetivos:
Elias Gomes da Costa
Juarez de Jesus Silva
Marcelo Ribeiro Marques
Membros Suplentes:
Fábio Soares de Araújo
João Mendes de Campos
Luzmar Guimarães da Rocha
CONSELHO DE ÉTICA
Membros Efetivos:
Benjamim Nunes Marinho
Joel Barbosa Francisco
José Bonifácio Filho
Marco Antônio Bahia
Editora e Jornalista Responsável:
Goreti Araújo - DRT 3907/MG
Planejamento Gráfico e Arte:
Marcos Eduardo - 9672-2370
IMPRESSÃO:
Sempre Serviços gráficos
Formato
Tiragem: 5.000 exemplares
Circulação: Distribuição gratuita
As matérias assinadas são de inteira
responsabilidade de seus autores.
3
Informativo
EVOLUÇÃO
Resultados apresentados no 1º
semestre superam expectativas
A capacidade própria para acumular capital
através da adesão de cooperados ou da
reaplicação de sobras, é condição que
determina o potencial de negócios e
operações das cooperativas.
Zelar pelo patrimônio da Cooperativa e promover o desenvolvimento sócio-econômico e
financeiro de seus cooperados
são os focos principais das ações
dos gestores e colaboradores da
COOPEMG. Prova disso são os
resultados apresentados pela
instituição no primeiro semestre de 2007 quando os Ativos da
Cooperativa cresceram 15% (R$
905.014,39). (Veja o gráfico 2,
na página 4).
O Patrimônio de Referência
(PR), que representa o investimento do cooperado na Cooperativa por meio de integralização
do capital, evoluiu 23%
(735.330.42), o que demonstra sua confiança. (Gráfico 1). O
PR é composto também pelos
resultados gerados pela Cooperativa e o fundo de reserva. Seu
crescimento fortalece a COOPEMG e é a condição mais importante para oferecer produtos e
serviços mais competitivos, além
de viabilizar os objetivos sociais.
Já a reserva de liquidez, ou
seja, os recursos que a cooperativa tem disponíveis para honrar
seus compromissos de curto e
médio prazo e ainda manter sobra
no caixa, evoluiu 73%
(R$1.058.935,29). (Gráfico 4).
O volume de empréstimo apresentou no primeiro semestre de
2007 uma variação de -3,55% (R$
162.256,31) no período. (Gráfico
3). Mesmo com a concorrência de
diversas instituições financeiras que
oferecem crédito fácil, que nem
sempre representam taxas baixas,
a COOPEMG conseguiu manter sua
carteira e intensificou suas ações
melhorando seus produtos e serviços.
GESTÃO DE RESULTADOS - A gestão de custos, o forte controle
das despesas e a reestruturação
da cooperativa proporcionaram
uma redução significativa nas
despesas administrativas: 51%
(R$93.301,69). (Gráfico 6). Este
resultado demonstra o compromisso dos atuais administradores
com o patrimônio do cooperado.
Outro resultado que demonstra a confiança do cooperado em
investir na COOPEMG foi o aumento de 7,92% (R$151.372,27)
nos depósitos a vista e a prazo
(aplicações). (Gráfico 5).
Para dar segurança ao cooperado a cooperativa participa
do Fundo Garantidor do Sicoob
(FGS) que garante até R$20 mil
por CPF. Entre as ações para
melhorar a rentabilidade dos cooperados pode-se destacar o lançamento do produto RDC 361
Pós CDI que possui taxa super
atrativa.
Devido aos dados registrados acima, que demonstram que
o compromisso da COOPEMG é
com o patrimônio do cooperado,
o resultado acumulado no primeiro semestre de 2007 já é
superior 55,78% de todo o ano
de 2006. (Gráfico 7). Já a Provisão de Risco sofreu uma redução de 30% (R$164.902,29),
uma vez que a COOPEMG conseguiu manter sua carteira de
empréstimos e intensificou as
ações de cobrança, investindo
em informatização e funcionários. (Gráfico 8).
Os resultados apresentados
se devem a dois fatores em especial: o primeiro deles é a confiança que o cooperado deposita
na sua Cooperativa, seja utilizando seus serviços, seja incentivando outros servidores a se
associarem à instituição; o segundo fator de sucesso está na gestão administrativo-financeira.
Todas as operações são feitas
de forma segura e com total respeito às normas, visando proteger a saúde financeira e garantir
o crescimento da Cooperativa,
que pertence a cada um dos cooperados.
A COOPEMG não possui fins
lucrativos e procura sempre oferecer produtos e serviços mais
atrativos a seus cooperados,
como conta corrente sem taxa
de manutenção, cheque especial
com taxa de 3,9% ao mês,
empréstimo pessoal com taxas a
partir de 1,5% ao mês, aplicações com taxas mais atraentes,
cartão de débito com isenção da
taxa de emissão para o titular e
isenção da taxa de mensalidade
para o titular e adicional. É através dos produtos e serviços, com
melhores condições, que a cooperativa procura proporcionar
aos seus cooperados ganhos e
economias. Centralize suas operações e movimentações na COOPEMG.
Somente com o envolvimento e participação de todos é que será
possível promover o crescimento sustentável da COOPEMG.
4
Informativo
Resultados apresentados no 1º semestre de 2007
2 - EVOLUÇÃO DO ATIVO
3 - VOLUME DE EMPRÉSTIMO
4700000
3000000
6800000
4200000
2500000
6600000
3700000
6400000
6200000
1000000
6000000
500000
5800000
3200000
2700000
2200000
1700000
5600000
0
23%
1200000
15%
2006
2006
2007
4 - RESERVA DE LIQUIDEZ
4.571.521,66
7.119.792,14
1500000
5200000
6.214.777,75
2000000
3.919.440,90
7200000
7000000
3.184.110,48
4000000
3500000
4.409.265,35
1 - EVOLUÇÃO DO PR
- 3,55%
2006
2007
2007
6 - DESPESAS ADMINISTRATIVAS
5 - DEPÓSITOS
2100000
190000
2050000
2600000
2000000
170000
1950000
150000
1900000
130000
1800000
1750000
1400000
1200000
73%
2006
90000
70000
1700000
50000
1650000
30000
1600000
2007
110000
10000
11,59%
2006
2007
183.537,17
1600000
1850000
90.235,48
1800000
1.911.957,70
1.449.370,50
2000000
2.508.305,79
2200000
2.063.329,97
2400000
-51%
2006
2007
7 - RESULTADOS ACUMULADOS
COMPROMISSO
400000
350000
426.463,82
3200000
250000
200000
273.766,49
300000
150000
1º semestre
2006
2007
8 - PROVISÕES DE RISCOS
400000
300000
393.556,00
3200000
558.458,29
350000
250000
VENHA FAZER PARTE DA COOPEMG!
200000
150000
30%
2006
Só existe desenvolvimento e justiça social
onde há cooperativismo.
Uma cooperativa se fortalece com o comprometimento, participação e responsabilidade
de todos os cooperados.
Venha fazer parte deste forte sistema que
é seguro, reduz riscos e proporciona melhores condições aos seus membros.
2007
5
Informativo
Cartão de débito
supera cheque
Segurança, praticidade e
comodidade. Essas são alguns
fatores que contribuem para a
proliferação do cartão de crédito
e débito, o chamado "dinheiro de
plástico". Entre os usuários, sem
dúvida, os principais fatores que
favorecem a opção por esta forma
de pagamento são comodidade e
possibilidade de crédito fácil. Para
os comerciantes, é a queda na
inadimplência. De acordo com eles,
o cartão elimina o risco do calote.
Por isso, não é à toa que o uso
de cartões cresceu em média
500% na última década, colocando o Brasil no 7ª lugar do ranking
mundial dos países que mais usam
o "dinheiro de plástico" e apresenta a maior taxa de crescimento
entre eles. Na frente, apenas gigantes da economia mundial e países
desenvolvidos: EUA, Japão, Reino
Unido, Coréia do Sul, China e Canadá.
Segundo dados da Associação
Brasileira de Empresas de Cartões
de Crédito e Serviços (ABECS) o
número de cartões (de crédito,
débito, loja e rede) em circulação
no país totalizou 406 milhões ao
final do primeiro semestre de 2007.
O número representa alta de 13%
na comparação com o primeiro
semestre de 2006.
No caminho inverso, as tran-
sações com cheques vêm caindo. Segundo a ABECS, o uso de
cheque como meio de pagamento
no Brasil vem registrando uma
redução média de 6% ao ano,
desde outubro de 1999, ao passo
que os cartões vêm crescendo em
um ritmo anual de 21% no mesmo
período.
A razão disso é que o cartão
substitui o cheque e o dinheiro com
muito mais segurança e comodidade. Com uma única senha, você
pode fazer saques em caixas eletrônicos e compras em estabelecimentos comerciais. E o valor da
compra é debitado automaticamente na sua conta. Além disso,
você não perde tempo preenchendo cheques e cadastros, não precisa apresentar nenhum documento
e também não precisa ir até o seu
banco para sacar dinheiro. O cartão de débito reúne todos estes
benefícios para você.
O Banco Central divulgou
recentemente um estudo que mostra como é caro assinar um cheque. Cada folha do seu talão custa,
em média, R$ 3,11 para os bancos, incluindo a COOPEMG. É um
valor extremamente alto se comparado ao custo dos pagamentos
feitos por meios eletrônicos. Os
meios eletrônicos custam a metade: R$ 1,46. E a COOPEMG não
cobra nada de seu cooperado.
Vantagens do cartão
SEGURANÇA - O sistema eletrônico com autorizações online, aliado à utilização da senha
do portador do cartão, eliminando de forma quase completa a possibilidade de fraudes no
sistema. Isto reflete maior confiança do usuário e permite que
as taxas de administração sejam
menores e mais estáveis que as
cobradas em outros meios de
pagamento eletrônico. Outra
vantagem do uso do Cheque Eletrônico é a eliminação do manuseio, guarda e movimentação
de valores, diminuindo perdas
por assaltos, por custos de
movimentação de valores via
carro-forte e por custódia de
cheques pré-datados.
RAPIDEZ - As transações eletrônicas proporcionam maior
rapidez na efetivação do pagamento, na eliminação da necessidade de troco e no tempo
gasto com verificação de documentos, liberação de cheques
pelos fiscais de caixa e consultas a serviços de proteção. Uma
transação com o cartão leva em
média 76 segundos (do momento em que se finaliza o registro
da venda até a liberação do cliente), contra 240 segundos para
aceitação de um cheque-papel
com consulta a bancos de dados
e liberação pelo fiscal de caixa.
ABRANGÊNCIA - Clientes de
várias instituições financeiras
podem utilizar seus cartões de
débito para pagarem compras
em milhares de estabelecimentos. Esses cartões podem substituir com eficiência a utilização
de cheques, devido ao variado
leque de operações disponíveis
no serviço (à vista, pré-datada,
parcelada, etc.).
CONFORTO - O "dinheiro de
plástico" proporciona comodidade ao seu portador, pois com
o cartão o cliente não está sujeito a situações desconfortáveis,
como a necessidade de apresentar seus dados para a liberação de um cheque ou o
preenchimento manual de cheque-papel.
USE O CARTÃO COOPEMG!
Emissão de cartões SicoobCard Maestro cresce 310%
Que tal possuir um cartão que
além de substituir dinheiro e cheque, agiliza as operações bancárias, permite o acesso à conta
corrente em toda a Rede SICOOB
(cooperativas com SISBR) e permite realizar compras e saques em
qualquer lugar do mundo? O cartão de débito SicoobCard Maestro oferece estas e outras
vantagens e está acessível através da COOPEMG. As vantagens
são tantas que em apenas 60 dias
a emissão de cartões na Cooperativa aumentou 310 %.
Todas as transações realizadas com o SicoobCard Maestro
são debitadas diretamente na
conta corrente do cooperado e
podem ser controladas por meio
dos extratos ou pela internet,
no site do Sicoobcard
(www.sicoobcard.com.br). Nesse
site, estão disponíveis informações sobre data, horário, local e
valor de todas as compras e
saques realizados com o cartão
em determinado período. O
SicoobCard Maestro permite,
ainda, acesso ao SicoobNet, o
internet banking da COOPEMG
(www.coopemg.coop.br).
COMPRAS - Com o SicoobCard
Maestro, o cooperado pode
pagar todas as compras realizadas em milhões de estabelecimentos credenciados pelas
bandeiras MasterCard Maestro
e RedeShop, no Brasil e no
mundo. São supermercados, postos de gasolina, lojas, padarias,
farmácias, bancas de jornal e
demais locais identificados com
as marcas MasterCard Maes-
tro, Maestro, Rede Shop.
São mais de 9 milhões de
estabelecimentos, sendo mais
de 400 mil só no Brasil. Para
cada compra, é emitido um comprovante, que pode ser guardado para seu controle.
SAQUES - Além da Rede Sicoob
(cooperativas que operam com o
SISBR) o cooperado pode realizar saques (serviço sujeito à
cobrança de tarifas) nos terminais do Banco 24 Horas e na
Rede Cirrus.
6
Informativo
Troque empréstimos com juros
altos por taxas mais atrativas
COOPEMG caminha a
passos firmes em direção a
sua consolidação como a
primeira e melhor alternativa
de solução financeira para
seus cooperados.
Para se consolidar como a primeira e
melhor alternativa de solução financeira, a
COOPEMG lançou um pacote de produtos e
serviços competitivos com o mercado financeiro, permitindo aos seus cooperados centralizar suas operações e movimentações
na cooperativa, como forma de livrá-los do
domínio das instituições bancárias comuns.
Oferecendo juros mais competitivos que
os praticados pelo mercado, a COOPEMG possibilita ao cooperado realizar seus projetos
e trocar aquelas dívidas com juros maiores
pelo empréstimo pessoal que oferece. Para
realizar operações de crédito, o cooperado
deverá ter, no mínimo, 30 dias de admissão
e estará sujeito a avaliação cadastral e financeira.
CRÉDITO - O uso inteligente do crédito é
aquele feito com consciência. Portanto, o cooperado deve verificar se seu orçamento familiar é compatível com a necessidade de
crédito, e pesquisar qual modalidade será a
melhor opção para antecipar sua necessidade. A COOPEMG aconselha o cooperado a
apurar detalhadamente sua real situação,
todos os seus débitos e, só então, negociar
a dívida dentro da sua capacidade de pagamento, prolongando o prazo com a redução
das parcelas.
Destacamos que nas cooperativas de
crédito o atendimento é personalizado e as
necessidades dos cooperados são avaliadas,
caso a caso, tornando as negociações mais
flexíveis. Além disso, a administração é exercida por cooperados eleitos em assembléia,
o que facilita o acesso dos demais cooperados aos diretores.
Para centralizar suas operações de
empréstimo na COOPEMG, o cooperado precisa obter no banco o saldo devedor e o
boleto para quitação. No caso dos contratos de débito em conta, poderá levar à Cooperativa também o extrato de conta corrente.
Entre em contato pelo telefone 2111-7600
(capital) ou 0800-7074140 (interior).
Renegociação de
débitos na COOPEMG
Os motivos mais freqüentes que impedem o cooperado de honrar os
compromissos consignados
em folha são pensões alimentícias, tratamentos de
saúde e medicamentos. Nestes casos, os descontos
excedem a margem de 30%,
impedindo o desconto da
parcela. É necessário renegociar.
Uma boa renegociação
é aquela que se procura
negociar suas dívidas antes
do vencimento, evitando o
crescimento da dívida e o
adiamento dos pagamentos
com freqüência.
O cooperado que não
sofre o desconto em folha
para pagamento da parcela e
não procura a cooperativa
fica com a parcela em atraso, mesmo que o desconto
retorne no mês seguinte. O
atraso na parcela provoca a
cobrança de juros e multas
moratórios, elevando o débi-
to e tornando a renegociação
mais onerosa.
O que o Diretor Financeiro, Luis Carlos Damasceno
aconselha é que as pessoas
com parcelas em atraso apurem detalhadamente sua
real situação e capacidade de
pagamento e procurem a
COOPEMG para negociar a
dívida. Para agilizar o processo é necessário reforçar a
operação apresentando
garantias como um avalista
ou veículo.
Na COOPEMG o cooperado conta também com o
benefício do atendimento
personalizado. O atendimento é pessoal e as necessidades são avaliadas, caso a
caso, tornando as negociações mais práticas.
Consignação - A consignação é o desconto efetuado na folha de pagamento
do servidor público que pode
ser por empréstimos e finan-
ciamentos. A consignação
em folha é uma forma de
pagamento e no caso de
perda de margem, o cooperado deve procurar a COOPEMG para realizar o
pagamento, evitando o atraso da operação.
Renegociação - Quando
as partes envolvidas em um
acordo/contrato ajustam uma
condição pré-estabelecida,
resultando em um novo acordo/contrato está sendo realizada uma renegociação. A
renegociação de débitos
ocorre quando o devedor tem
sua capacidade de pagamento afetada, por qualquer motivo, e procura o credor para
ajustar os compromissos
financeiros assumidos, evitando a inadimplência do contrato.
Cooperado, caso tenha
parcelas em atraso, entre
em contato com a COOPEMG
pelo telefone 2111-7622.
7
Informativo
COOPEMG investe na capacitação
de seus
cooperados
A COOPEMG está criando um banco de
dados onde os cooperados interessados em
participar de treinamentos, cursos e
seminários de capacitação técnica poderão se inscrever. Os recursos provêm
da própria Cooperativa, através do
saldo do Fundo de Assistência
Técnica e Social (FATES).
O objetivo da iniciativa
que tem como base princípios cooperativistas
como interesse pelo
cooperado, responsabilidade social,
educação, formação e
informação do seu quadro
social, é estimular os cooperados
a obter mais informação sobre o cooperativismo preparando-se para exercer
cargo administrativo na COOPEMG, contribuindo
assim para o seu desenvolvimento.
A intenção da Diretoria Executiva
da COOPEMG é investir na capacitação dos cooperados
para propiciar o surgimento de novas lideranças cooperativistas. Eles têm se
empenhado cada vez mais para
que as pessoas ligadas à Cooperativa possam aperfeiçoar seus
conhecimentos.
A expectativa é que um grande número de associados faça parte do Banco de
Dados. Entretanto, caso o número de vagas
para os treinamentos, cursos e seminários
sejam inferiores ao número de candidatos, a
escolha dos participantes será feita através de
sorteio. Mais informação e inscrição pelo telefone 2111-7600 (capital) ou 0800-7074140 (interior).
Centro Universitário UNA abre
inscrições para o vestibular
INSCRIÇÕES DE
01 A 23 DE OUTUBRO
O Centro Universitário UNA
anuncia o seu processo seletivo para o 1º semestre de 2008.
Serão oferecidas vagas para
23 cursos de bacharelado/licenciatura da UNA, para 15 cursos tecnólogos da UNATEC, em
Belo Horizonte (MG) e para
mais 6 cursos tecnólogos e um
de bacharelado da Faculdade
UNA de Contagem.
O período de inscrições
vai de 01 a 23 de outubro e
a prova, unificada para a
UNA, UNA de Contagem e
UNATEC será realizada no dia
27 de outubro, das 14h às
18h, nos diversos campi da
Instituição.
As inscrições podem ser feitas pela internet, diretamente
no site do Centro Universitário
UNA www.una.br para os cursos da capital ou pelo site
www.unacontagem.edu.br, para
os cursos da Faculdade UNA de
Contagem onde os estudantes
preencherão ficha específica,
poderão imprimir o boleto bancário no valor de R$ 50 e, também, receber o comprovante
definitivo de inscrição, do qual
consta o local das provas, também por e-mail, após processamento do pagamento da taxa.
O acesso ao local no dia das
provas depende da apresentação desse certificado juntamen-
te com o documento de identidade.
O processo seletivo constará de uma prova de Conhecimentos Gerais composta de 50
questões de múltipla escolha,
sobre Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, Matemática,
História, Geografia e Ciências,
baseada em interpretação textual e raciocínio lógico, valendo
100 pontos, mais uma prova de
Redação, também valendo 100
pontos. O edital completo
encontra-se à disposição dos
interessados nas unidades da
UNA, e no site www.una.br.
A pró-reitora adjunta de
graduação e presidente da
Copeve, professora Maria Elisabeth Ferraz, explica que a adoção de um modelo único de
avaliação tem como objetivo
testar os candidatos de forma
multidisciplinar, sejam eles ins-
critos para os cursos de graduação bacharelado /licenciatura
ou para os de graduação tecnológica. "Embora o perfil desses estudantes seja bastante
diversificado, a prova que segue
os mesmos parâmetros do
Exame Nacional do Ensino Médio
(Enem), estará avaliando, em
cada questão, habilidades, competências, raciocínio lógico e
interpretação de texto. Antes,
o vestibular focava apenas no
conhecimento, nos conteúdos
das matérias", explica.
Com esse modelo, os candidatos poderão fazer as duas
opções de curso, considerando
todas as graduações oferecidas. O resultado será divulgado no dia 31 de outubro e o
início das aulas, para os calouros, está previsto para início de
fevereiro de 2008.
8
Informativo
RESPONSABILIDADE SOCIAL
Palestras divulgam
Cooperativismo e COOPEMG
A COOPEMG investe
em ação social para a
melhoria da qualidade de
vida de seus cooperados
e das comunidades em
que atua. Para os dirigentes da Cooperativa
esta é a razão de sua origem e de sua existência.
Neste sentido, ela vem
realizando encontros
regionais, com o objetivo
de difundir a cultura cooperativista ao seu público alvo, alicerçada,
principalmente no 5º Princípio do Cooperativismo,
que se refere à Educação.
Nestes encontros,
realizados com apoio e
participação dos delegados, são apresentadas
palestras ministradas pelo
Diretor Presidente da
Cooperativa, Luiz Rodrigues Rosa, abordando
temas como o surgimento do cooperativismo, o
recebimento do salário
pela cooperativa e o superendividamento do servidor militar, ou seja, a falta
de controle do orçamento familiar e o compro-
Palestra realizada em Vespasiano, quando o
Diretor Presidente, Luiz Rodrigues Rosa, e o
Diretor Financeiro, Luis Carlos
Damasceno,
divulgaram o
Cooperativismo e
a COOPEMG
metimento sem planejamento de sua renda.
Durante o último
encontro, o presidente
falou sobre as vantagens
de ser cooperado, do
SISBR e sobre o fato de
militares já possuírem
contratos de empréstimos assinados com base
no aumento de 10%, lançando o desafio de pouparem este valor e não se
comprometerem com
novos contratos. O
Gerente Geral Jamerson
César, fez uma apresentação da evolução econômico financeira da
COOPEMG.
Dando continuidade
ao trabalho de divulgação
do cooperativismo e da
COOPEMG, o Diretor
Financeiro, Luis Carlos
Damasceno, fez uma comparação entre a movimentação feita em bancos
comerciais e na COOPEMG, destacando que
as sobras das cooperativas retornam para o
associado, enquanto as
dos bancos ficam com os
banqueiros.
A proposta da Diretoria Executiva é munir os
delegados de condições
para promoverem encontros regionais com os
cooperados e cooperáveis residentes em suas
áreas de atuação para
difusão do Cooperativismo
e da COOPEMG. Os delegados têm uma função
social de extrema importância, uma vez que têm
a responsabilidade de discutir e votar os assuntos tratados nas
Assembléias Gerais,
representando todos os
cooperados.
Além dos delegados, a
COOPEMG conta com o
apoio de cooperados e
conselheiros defensores
da filosofia cooperativista para realizar as palestras. É o Caso da palestra
realizada em Vespasiano,
onde, com a intermediação do Conselheiro Ronaldo Silvestre junto ao
Comando do 36º BPM, e
com apoio do Ten Cel
Batista e Major Adailton
foi cedido à COOPEMG,
espaço para levar a mensagem cooperativista e
da COOPEMG no dia 23
de agosto.
Em Uberaba, a divulgação da COOPEMG é
realizada pela Delegada
Maria Neuza Rodrigues
Jarussi, destacando-se o
trabalho realizado durante o Congresso de Educadores que aconteceu dos
dias 01 a 03 de agosto,
com a presença de cerca
de 4 mil professores da
rede Municipal e Estadual
de ensino. Esta foi mais
uma oportunidade de tornar a COOPEMG conhecida.
A equipe da COOPEMG já realizou reuniões
e palestras em outras
cidades como Diamantina (25/04), Ponte Nova
(30/04), Caratinga
(30/06), Uberlândia
(23/07), Viçosa (30/07)
e Juiz de Fora (06/08); e
contou com o apoio
imprescindível dos delegados Jarbas José dos Reis,
de Uberlândia, e Geraldo
Francisco Zeferino, de
Viçosa.
Cooperado expõe no Centro Cultural da UFMG
Demonstrando mais uma
vez o seu compromisso com o
desenvolvimento de seus cooperados e atuando com responsabilidade social, a
COOPEMG contribuiu para que
o cooperado Leontino Bernar-
do dos Passos, o artesão Leon
Passos, realizasse uma exposição de seus trabalhos no Centro Cultural da UFMG, no último
dia 3 de setembro.
Leon Passos desenvolveu
uma técnica própria de papie-
tagem do papel reciclado com
cola, criando esculturas e pinturas inspiradas nas antigas
histórias de civilizações desaparecidas, na música e na natureza. O artista procura
misturar elementos da cultura
indígena e afro, através de um
forte contraste de cores que
expressam sua identidade.
Autodidata, Leon Passos
iniciou a atividade artística
fazendo bonecos, casinhas e
panelas de barro em casa.
9
Informativo
Assinado convênio com AFAS
A COOPEMG acaba de
assinar convênio de estágio remunerado com a
Associação Feminina de
Assistência Social (AFA),
em parceria com a Fundação Guimarães Rosa
(FGR), administradora do
projeto. O objetivo é contribuir para o ingresso de
jovens, filhos de militares,
no mercado de trabalho,
dando-lhes oportunidade
da primeira experiência
profissional.
O convênio foi realizado
através da Diretoria Executiva, tendo o Diretor Financeiro da Cooperativa, Luis
Carlos Damasceno, feito os
primeiros contatos com a
AFAS. "Este convênio é muito
importante, porque nos
aproxima mais de parceiros
relacionados com a Polícia
Militar, e também porque
possibilita a prática de ativi-
João Ribeiro Rosa Netto, Diretor Administrativo da COOPEMG,
Tenente Márcia Freitas, presidente da AFAS, e Luiz Rodrigues Rosa,
presidente da COOPEMG, Coronel Nicolau e Tenente Coronel Castro, da FGR, durante assinatura do convênio
dades voltadas ao aprimoramento dos jovens, no
ingresso no mercado de
trabalho, sendo de grande
importância social", afirma
Damasceno.
Neste sentido, ele
destaca que a COOPEMG,
através do estágio remu-
nerado, está possibilitando a primeira oportunidade
de trabalho para o filho do
militar, para que este estudante possa custear suas
despesas com material
escolar, além de ajudar na
renda familiar, contribuindo para a melhoria de vida
de seus familiares. Inicialmente foram contratados
dois estagiários.
Segundo a Tenente
Márcia Freitas, presidente
da AFAS, ao assinar o convênio, a COOPEMG está
apoiando um trabalho sério
que surgiu em virtude da
grande demanda de jovens
inscritos no Programa
Primeiro Emprego desenvolvido pela Associação
desde 2004, e que não
enquadravam nos critérios
de renda e idade estabelecidos pelo projeto. "A AFAS,
a Fundação e a COOPEMG
vão fazer diferença na vida
destes jovens. Oferecendo estágio a estes adolescentes, a Cooperativa
per mite que a AFAS
aumente o número de
atendimento à família do
policial e bombeiro militar
e à comunidade em geral.
Para ter direito ao estágio remunerado oferecido
pela AFAS, o jovem deve ter
mo mínimo 16 aos, ser aluno
freqüente do Ensino Médio,
ser dependente legal de militar com renda per capta
entre R$ 350,00 e R$
850,00. Atualmente a AFAS
já patrocina 140 jovens.
DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS REFERENTES AO SEMESTRE
ENCERRADO EM 30 DE JUNHO DE 2007
BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO DE 2007 - (R$ MIL)
ATIVO
2007
2006
ATIVO CIRCULANTE
DISPONIBILIDADES
TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS
Carteira Própria
RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS
Centralização Financeira - Cooperativas
OPERAÇÕES DE CRÉDITO
Operações de Crédito - Setor Privado
(Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa)
OUTROS CRÉDITOS
Rendas a Receber
Diversos
OUTROS VALORES E BENS
Despesas Antecipadas
4.103
23
2.484
2.484
1.535
1.687
(152)
54
26
28
7
7
5.620
78
8
8
1.092
1.092
4.013
4.571
(558)
420
22
398
9
9
REALIZÁVEL A LONGO PRAZO
OPERAÇÕES DE CRÉDITO
Operações de Crédito - Setor Privado
(Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa)
OUTROS CRÉDITOS
Diversos
2.512
2.468
2.709
(241)
44
44
-
PERMANENTE
INVESTIMENTOS
Participação em Coligadas e Controladas - No País
IMOBILIZADO DE USO
Outras Imobilizações de Uso
(Depreciações Acumuladas)
DIFERIDO
Gastos de Organização e Expansão
(Amortização Acumulada)
504
321
321
103
368
(265)
80
163
(83)
594
321
321
134
359
(225)
139
185
(46)
TOTAL DO ATIVO
7.119
6.214
Luiz Rodrigues Rosa
Diretor Presidente
João Ribeiro Rosa Netto
Diretor Administrativo
PASSIVO
2007
2006
3.291
2.063
210
1.853
1.228
1.003
26
199
3.030
1.912
199
1.713
8
8
1.110
237
61
812
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO
OUTRAS OBRIGAÇÕES
Fiscais e Previdenciárias
38
38
38
-
RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS
Resultado de Exercícios Futuros
16
16
-
3.774
3.433
212
129
3.184
4.102
(918)
7.119
6.214
PASSIVO CIRCULANTE
DEPÓSITOS
Depósitos à vista
Depósitos a prazo
OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS
Empréstimos no País - Outras Institituições
OUTRAS OBRIGAÇÕES
Sociais e Estatutárias
Fiscais e Previdenciárias
Diversas
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Capital de Domiciliados no País
Reservas de Lucros
Sobras ou Perdas Acumuladas
TOTAL DO PASSIVO
Luís Carlos Damasceno
Diretor Financeiro
Moacir Laurenço de Jesus
Contador - CRCMG 58.965
CPF 640.261.326-68
Continua na página 10
10
Informativo
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO REFERENTE AO SEMESTRE
ENCERRADO EM 30 DE JUNHO DE 2007 (R$ MIL)
DISCRIMINAÇÃO
RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA
2007
924
2006
1.055
924
-
1.002
53
DESPESAS DE INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA
(133)
(215)
Operações de Captação no Mercado
Operações de Empréstimos e Repasses
Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa
(113)
(2)
(18)
(175)
(214)
174
791
840
OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS
(381)
(739)
Receitas de Prestação de Serviços
Despesas de Pessoal
Outras Despesas Administrativas
Despesas Tributárias
Outras Receitas Operacionais
Outras Despesas Operacionais
30
(311)
(269)
(10)
190
(11)
31
(444)
(434)
(7)
120
(5)
410
20
430
(4)
426
101
(131)
(30)
(30)
Operações de Crédito
Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários
RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA
RESULTADO OPERACIONAL
RESULTADO NÃO OPERACIONAL
RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO E PARTICIPAÇÕES
IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
SOBRAS LÍQUIDAS (PERDAS)
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO NO 1° SEMESTRE
(Valores em R$ Mil)
EVENTOS
SALDOS EM 31.12.2005
INTEGRALIZ./RESG. DE CAPITAL
UTILIZAÇÃO DE RESERVAS
RECEBIMENTO DE PERDAS
SOBRAS (PERDAS) LÍQUIDAS .
SALDOS EM 30.06.2006
MUTAÇÕES 1o. SEMESTRE 2006
CAPITAL
REALIZADO
4.731
(629)
4.102
(629)
SALDOS EM 31.12.2006
INTEGRALIZ./RESG. DE CAPITAL
CONSTITUIÇÃO DE RESERVAS
RECEBIMENTO DE PERDAS
SOBRAS (PERDAS) LÍQUIDAS
SALDOS EM 30.06.2007
MUTAÇÕES 1º. SEMESTRE 2007
3.293
140
3.433
140
RESERVA
LEGAL
28
(28)
(28)
74
138
212
138
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
SOBRAS/PREJ
ACUMUL.
(1.230)
28
314
(30)
(918)
312
TOTAIS
(513)
(138)
354
426
129
642
2.854
140
354
426
3.774
920
3.529
(629)
314
(30)
3.184
(345)
11
Informativo
DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS NO 1° SEMESTRE
(Valores em R$ Mil)
DISCRIMINAÇÃO
A - ORIGENS DOS RECURSOS
2007
1.579
2006
2.833
Sobras (Perdas) Líquidas do Semestre
426
(30)
Recebimento de Perdas de 2005
Utilização de Reservas de Lucro
Recursos de Cotistas
Realizações /resgates de Capital Social
Aumento dos subgrupos do Passivo
Depósitos
Outras Obrigações
Resultado de Exercícios Futuros
Diminuição dos subgrupos do Ativo
Títulos e Valores Mobiliários
Relações Interfinanceiras e Interdependência
Operações de Créditos
Outros Créditos
Diferido
Alienação de Bens e Investimentos
Imobilizado de Uso
Investimentos
Diminuição dos subgrupos do Ativo Realizável a LP
Operações de Créditos
Outros Créditos
354
140
140
125
109
16
213
191
22
26
13
13
295
236
59
314
28
688
688
688
1.807
1.186
582
39
26
26
-
1.612
2.866
843
839
4
659
176
483
110
110
28
629
92
92
457
330
119
8
1.660
1.563
16
81
-
(33)
(33)
2007
56
23
(33)
2006
111
78
(33)
B- APLICAÇÕES DOS RECURSOS
Diminuição de Reservas
Integralizações/Resgates de Capital
Inversões em:
Investimentos
Aumento dos subgrupos do Ativo
Relações Interfinanceiras e Interdependência
Operações de Crédito
Outros Créditos
Outros Valores e Bens
Redução de subgrupos do Passivo
Depósitos
Relações Interfinanceiras e Interdependência
Obrigações por Empréstimos e Repasses
Outras Obrigações
Redução de subgrupos do Passivo Exigível a LP
Outras Obrigações
AUMENTO OU (REDUÇÃO) DAS DISPONIBILIDADES (A-B)
DISPONIBILIDADES
ITENS
Início do Período
Fim do Período
Aumento ou (Redução) das Disponibilidades
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
12
Informativo
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
EM 30 DE JUNHO DE 2007
(Em milhares de Reais)
1- CONTEXTO OPERACIONAL
A COOPEMG, com sede e administração na cidade de Belo Horizonte - MG, constituída em 19/01/1999, rege-se pelo dispositivo das Leis
4.595/64 e 5.764/71, dos Normativos baixados pelo Conselho Monetário Nacional, Banco Central do Brasil e pelo seu Estatuto Social.
Sua finalidade é:
I - proporcionar, através da mutualidade, assistência
financeira aos associados em suas atividades específicas, com a finalidade de fomentar a sua produção e a produtividade dos associados;
II - a formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua, da economia sistemática e do uso adequado do crédito, bem como da
difusão de informações técnicas que visem o aprimoramento da produção e qualidade de vida;
III - praticar, nos termos dos normativos vigentes, as
seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de serviços, formalização de convênios
com outras instituições financeiras, instituições públicas e ou privadas, bem como aplicações de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando
preservar o poder de compra da moeda e rentabilizar os recursos.
Em 30 de junho, estavam associados à COOPEMG 3.978 cooperados (30/06/06 - 4.398).
A COOPEMG é filiada ao SICOOB CENTRAL CECREMGE, Cooperativa Central de crédito que presta os serviços administrativos, financeiros, econômicos e creditórios, e conveniada ao BANCOOB para
operacionalização das atividades da compensação de cheques,
mediante contrato.
2-
APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
2.1. As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo
apresentadas de acordo com os Princípios Fundamentais de Contabilidade e do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional - COSIF e de acordo com as normas emanadas do
Banco Central do Brasil - aplicados com uniformidade em relação
ao mesmo período do exercício anterior.
2.2. As demonstrações financeiras encerradas em 30 de junho de
2007 e 2006, para comparabilidade, foram demonstradas em milhares de reais.
3-
PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS
a) Apuração do Resultado
O resultado é apurado pelo regime de competência mensal e
inclui os rendimentos e despesas de natureza financeira, incidentes sobre
os ativos e passivos.
b) Títulos e Valores Mobiliários
São registrados pelo custo da aquisição e acrescidos dos rendimentos auferidos até as datas dos balanços, constituindo-se, quando
aplicável, provisão para ajuste ao valor de mercado.
c) Operações de Crédito e Depósitos a Prazo
Referem-se a operações realizadas exclusivamente com cooperados envolvendo captação e aplicação de recursos. Nesta intermediação são praticadas taxas de juros compatíveis às atividades da
Cooperativa.
d) Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa
É constituída em montante considerado suficiente para cobrir
prováveis perdas na realização dos valores a receber, seguindo o que determina a Resolução n.º 2.682 de 21/12/1999 do Conselho Monetário
Nacional.
e) Permanente
É demonstrado ao custo de aquisição, combinado com os seguintes
aspectos:
· A depreciação do imobilizado é calculada pelo método linear, às
taxas descritas na nota específica sobre o Permanente, que
levam em consideração a vida útil estimada dos bens.
· A amortização do diferido, que é representado por gastos de organização e expansão, é calculada pelo método linear à taxa de 20%
a.a.
f) Ativo Circulante e Realizável a Longo Prazo:
são demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e variações monetárias. O ativo realizável a longo
prazo representa créditos a receber em datas posteriores a um ano da
data do balanço. Em 30/06/06, embora houvesse operações com vencimento de longo prazo, os aplicativos informatizados não apuravam valor
total a ser informado.
g) Passivo Circulante e Exigível a Longo Prazo:
são demonstrados pelos valores de exigibilidade, incluindo encargos
e variações monetárias, quando aplicáveis. O passivo exigível a longo prazo
representa dívidas e operações a pagar em datas posteriores a um ano
da data do balanço. Em 30/06/06, embora houvesse dívidas e operações
com vencimento de longo prazo, os aplicativos informatizados não apuravam valor total a ser informado.
h) Efeitos Inflacionários
Os valores que compõem o Ativo Permanente e o Patrimônio Líquido
não foram corrigidos monetariamente, em obediência ao Art. 4º da Lei
9.249/95, que revoga a correção monetária das demonstrações financeiras.
4-
DISPONIBILIDADES E CENTRALIZAÇÃO FINANCEIRA
As disponibilidades da Cooperativa estão representadas, em 30 de
junho, por saldos em caixa e bancos - R$23 mil (30/06/06 - R$ 78 mil)
13
Informativo
e por valores em conta corrente na CECREMGE - centralização financeira, que em 30 de junho estavam em R$ 2.484 mil (30/06/06 - R$ 1092
mil); o valores da centralização financeira são remunerados conforme
rendimentos globais das aplicações dos recursos no mercado financeiro.
5-
TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS
Em 30 de junho de 2007, não havia aplicações financeiras sendo que
o montante de R$8 mil, demonstrado em 30/06/06, em sua totalidade,
estavam direcionadas para CDB do Banco Mercantil do Brasil com vencimento em julho/2006.
6-
OPERAÇÕES DE CRÉDITO
As operações de crédito são suportadas por registros auxiliares
extracontábeis, que discriminam as informações analíticas sobre os
empréstimos concedidos e as receitas deles decorrentes.
As operações de crédito são realizadas com associados e de acordo
com as normas do BACEN, Resolução nº 2.682 de 21/12/1999 e encontram-se, em 30 de junho, classificadas da seguinte forma - R$ mil:
Nível Provisão Operação c/ Valor da Operação c/
(%)
Associados Provisão Associados
30/06/07 30/06/07 30/06/06
A
0,5
2915
15
3477
B
1,0
163
2
145
C
3,0
321
9
166
D
10,0
534
53
81
E
30,0
68
20
91
F
50,0
153
77
77
G
70,0
82
57
242
H
100,0
160
160
292
Totais
4396
393
4571
7-
Valor da
Provisão
30/06/07
17
1
5
8
27
39
169
292
558
OUTROS CRÉDITOS E OUTROS VALORES E BENS
7.1. COFINS E PIS
A Cooperativa provisionou contabilmente e depositou, em juízo, a COFINS
e o PIS sobre os atos cooperativos até o mês-base de novembro/2004,
tendo em vista o questionamento judicial à legalidade destas contribuições instituídas pela Lei 9.718/98.
Os depósitos judiciais totalizavam em 30 de junho R$38 mil (30/06/06
- R$38 mil) e o passivo constituído para fazer face à contingência desses tributos totalizavam os mesmos valores.
Através da Lei no. 11.051, de 30 de dezembro de 2.004, em seu
artigo 30, as cooperativas de crédito ficaram dispensadas do recolhimento do PIS e da Cofins sobre os atos cooperativos.
Desta forma, a Cooperativa, a partir da competência dezembro de
2004, deixou de depositar judicialmente o valor da contribuição do PIS e
da Cofins sobre o resultado do ato cooperativo, passando a recolher para
a Secretaria da Receita Federal as mesmas contribuições apenas sobre
as receitas de atos não cooperativos.
7.2. AÇÕES TRABALHISTAS
Para fazer face às prováveis despesas em perdas de ações trabalhistas, a Cooperativa tinha provisão de R$100 mil em 30 de junho de
2006, com o depósito judicial parcial, sendo que, em 30/06/2007, tal
provisão já havia sido totalmente utilizada devido a sentenças judiciais desfavoráveis ou revertida contabilmente nos casos de acordos judiciais ou
sentenças favoráveis à cooperativa.
7.3. DESPESAS ANTECIPADAS
O saldo representa as despesas de meses posteriores ao balanço e
que foram pagas antecipadamente, como assinaturas de períodicos, prêmios de seguros e outros. Em 30 de junho, somavam R$7 mil (30/06/06
- R$ 9 mil).
8-
PERMANENTE
8.1. INVESTIMENTOS
O saldo representa os aportes de capital efetuados na CECREMGE
para fins de participação no processo de centralização financeira, além
de investimentos em ações preferenciais do banco cooperativo Bancoob.
A composição do saldo em 30 de junho está demonstrada no
quadro abaixo - R$ mil:
Investimentos
Cotas da Cecremge
Ações Preferenciais do Bancoob
Totais
2007
242
79
321
2006
242
79
321
8.2. IMOBILIZADO DE USO
Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas
determinadas pelo prazo de vida útil estimado, conforme quadro abaixo,
na posição de 30 de junho - em R$ mil:
Item
Taxa de
Depreciação
2007
2006
Instalações
Móveis e Equipamentos
Sistema de Comunicação
Sistema de Processamento de Dados
Sistema de Segurança
10% ao ano
10% ao ano
10% ao ano
20% ao ano
10% ao ano
368
(265)
103
12
111
14
225
6
11
110
14
218
6
359
(225)
134
Depreciação acumulada
8.3. DIFERIDO
Demonstrado pelo custo de aquisição, menos amortização acumulada. As amortizações são calculadas pelo método linear, com base em taxas
determinadas pelo prazo de contratos ou estimativa usualmente aplicável aos gastos de organização e expansão e investimentos em aquisição
e desenvolvimento de programas informatizados, conforme quadro abaixo, na posição de 30 de junho - em R$ mil:
Item
Benfeitorias
Constituição e Reestruturação
da Sociedade
Gastos com Aquisição e
Desenvolvimento de Logiciais
Instalação e Adaptação
de Dependências
Amortização acumulada
Taxa de
Amortização
2007
2006
20% ao ano
101
120
20% ao ano
-
16
20% ao ano
52
49
20% ao ano
10
163
(83)
80
185
(46)
139
14
9-
Informativo
CONTAS DE COMPENSAÇÃO
As contas de compensação que registram responsabilidades diversas assumidas pela Cooperativa e outros controles estavam assim distribuídas em 30 de junho (R$ mil):
Conta
CUSTÓDIA DE VALORES
* Valores Garantidos por Instituições Financeiras
* Depositários de Valores em Custódia
* Valores em Garantia
CONTRATOS
* Contratos de Seguros - Seguro de Bens e valores
CONTROLE
* Avais, Fianças e Outras Garantias Recebidas
* CPMF - Movimentação Financeira
* Créditos Baixados Como Prejuízo
* Limites Operacionais - Ajustes
* Valores de Créditos Contratados a Liberar
* Valores Capit. Realiz. E PL Mínimo
* Patrim. Líq. Exigido para Cobertura do
Risco de Mercado
* OUTRAS CONTAS DE COMPENSAÇÃO
Limites de Contratos de Empréstimos
Outras Contas de Compensação
CLASSIFICAÇÃO DA CARTEIRA DE CRÉDITOS
TOTAL DAS CONTAS DE COMPENSAÇÃO
Valor
2007 2006
4378 4609
9
3
4375 4600
30
30
2201 1270
15
764
524
864
682
242
46
44
20
20
84
166
86
80
4409 4572
10988 10481
10- PATRIMÔNIO LÍQUIDO
a) CAPITAL SOCIAL integralizado - pertencente integralmente aos
cooperados associados, está representado, em 30 de junho por
3.433.499,79 cotas de R$ 1,00 cada uma (em 30/06/06 - 4.102.474,85
cotas de R$ 1,00).
b) RESERVA DE LUCROS - refere-se
à constituição do Fundo
de Reserva das cooperativas, determinado pela Lei 5.764/71 e destinase a cobrir prejuízos eventuais e imprevistos. É calculada na forma da Lei
e do estatuto, à razão de 10%, no mínimo, da sobra líquida de cada exercício.
O quadro abaixo demonstra o saldo remanescente em 30/06/2007
(R$ mil):
Mês/Ano
Dez/2006
Descrição
Incorporação do Fundo Habitacional
extinto em decisão assemblear
Dez/2006 Destinação estatutária de parte das
sobras líquidas de 2006
Mar/2007 Destinação Sobras Líquidas 2006
conforme Assembléia Geral
c)
Valor
Saldo
22
22
52
74
138
212
SOBRAS OU PERDAS ACUMULADAS
Destinação do Resultado - as sobras líquidas de cada exercício, após
a constituição do "Fundo de Reserva - Reserva Legal", são assim destinadas:
· Fundo de Assistência Técnica Educacional e Social - FATES - calculado, na forma da Lei 5.764/71 e do Estatuto, à razão de 5%, no míni-
mo, das sobras do período e tem por objetivo a prestação de assistência aos Cooperados associados e empregados da COOPEMG, conforme programas aprovados pela Assembléia Geral, sendo controlado
contabilmente no Passivo Circulante; Em 30/06/2007, o saldo contábil era de R$ 140 mil (30/06/06 - R$ 22 mil)
· O Saldo remanescente em sobras ou perdas acumuladas,. em cada
exercício, na forma do estatuto e da Lei, será submetido a deliberação da Assembléia Geral Ordinária.
O quadro abaixo representa a composição dos saldos de sobras e perdas acumuladas em 30 de junho - R$ mil:
Sobras ou Perdas
Sobras ou (Perdas) de exercícios anteriores
Sobras ou (Perdas) do 1º semestre
Sobras ou (Perdas) acumuladas
2007
(297)
426
126
2006
(888)
(30)
(918)
11 - DEMONSTRAÇÃO DO ENQUADRAMENTO AO PATRIMÔNIO
LÍQUIDO EXIGIDO
(PLE)
Em observação a Res. Bacen 3321/05, a Cooperativa apresentou,
em 30 de junho, o seguinte enquadramento quanto ao patrimônio líquido exigido (Res. 2099/94):
Demonstração do Enquadramento do Patrimônio Líquido Exigido
Item
2007 2006
1 Patrimônio Líquido
(R$ mil) 3.774 3.184
A Ativo Ponderado pelo Risco - Res.
Bacen 2099/94
(R$ mil) 4.791 5.273
B Fator de Ponderação Aplicável às
Cooperativas de Crédito Circular 3147/02 Bacen
x 0,11 0,11
C Parcela de Patrimônio Líquido Exigida
pelo Ativo Ponderado pelo Risco = A x B (R$ mil) 527 580
D Exigência de Patrimônio Liquido para
Cobertura de Risco de Mercado - Taxa de Juro
84
2 Patrimônio Líquido Exigido = Parcela de
Patrimônio Exigida para Cobertura dos
Riscos do Ativo Ponderado =
C+D (R$ mil) 611 580
3 Margem ou (Insuficiência) de
Patrimônio Líquido
= 1 menos 2
(R$ mil)
3.163 2.604
11- INSTRUMENTOS FINANCEIROS
Os instrumentos financeiros utilizados pela cooperativa, tais como disponibilidades, aplicações financeiras e financiamentos, encontram-se contabilizados por valor equivalente ao de mercado, por serem representados
principalmente por itens de curto prazo ou por estarem indexados a taxas
de mercado periodicamente revisadas.
Belo Horizonte, 30 de junho de 2007.
Luiz Rodrigues Rosa
Diretor Presidente
João Ribeiro Rosa Netto
Diretor Administrativo
Luís Carlos Damasceno
Diretor Financeiro
Moacir Laurenço de Jesus
Contador - CRCMG 58.965
CPF 640.261.326-68
15
Informativo
COOPERATIVA DE ECON. E CRED. MÚTUO DOS SERVIDORES MILITARES, POLICIA CIVIL
E DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE MINAS GERAIS LTDA - COOPEMG
CNPJ. 03.269.540/0001-63
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE JULHO DE 2007 - (R$ MIL)
ATIVO
31/07/2007
ATIVO CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO PRAZO
DISPONIBILIDADES
RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS
Centralização Financeira - Cooperativas
OPERAÇÕES DE CRÉDITO
Operações de Crédito - Setor Privado
(Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa)
OUTROS CRÉDITOS
Rendas a Receber
Diversos
OUTROS VALORES E BENS
Outros Valores e Bens
6.747
30
2.694
2.694
3.903
4.274
(371)
110
32
78
10
10
PERMANENTE
INVESTIMENTOS
Participações em Coligadas e Controladas - No País
IMOBILIZADO DE USO
Outras Imobilizações de Uso
(Depreciações Acumuladas)
DIFERIDO
Gastos de Organização e Expansão
(Amortização Acumulada)
500
321
321
100
368
(268)
79
164
(85)
TOTAL DO ATIVO
7.247
Luiz Rodrigues Rosa
Diretor Presidente
PASSIVO
31/07/2007
PASSIVO CIRCULANTE E EXIGÍVEL A L. PRAZO
DEPÓSITOS
Depósitos à vista
Depósitos a prazo
OUTRAS OBRIGAÇÕES
Sociais e Estatutárias
Fiscais e Previdenciárias
Diversas
3.385
2.141
229
1.912
1.244
910
54
280
RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS
Resultado de Exercícios Futuros
14
14
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Capital de Domiciliados no País
Reservas de Lucros
Sobras ou Perdas Acumuladas
Contas de Resultado
3.848
3.494
212
103
39
TOTAL DO PASSIVO
7.247
Luís Carlos Damasceno
Diretor Financeiro
Moacir Laurenço de Jesus
Contador - CRCMG 58965
COOPERATIVA DE ECON. E CRED. MÚTUO DOS SERVIDORES MILITARES, POLICIA CIVIL
E DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE MINAS GERAIS LTDA - COOPEMG
CNPJ. 03.269.540/0001-63
BALANCETE PATRIMONIAL EM 31 DE AGOSTO DE 2007 - (R$ MIL)
ATIVO
31/08/2007
ATIVO CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO PRAZO
DISPONIBILIDADES
RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS
Centralização Financeira - Cooperativas
OPERAÇÕES DE CRÉDITO
Operações de Crédito - Setor Privado
(Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa)
OUTROS CRÉDITOS
Rendas a Receber
Diversos
OUTROS VALORES E BENS
Despesas Antecipadas
6.689
40
2.646
2.646
3.887
4.272
(385)
107
32
75
9
9
PERMANENTE
INVESTIMENTOS
Participações em Coligadas e Controladas - No País
IMOBILIZADO DE USO
Outras Imobilizações de Uso
(Depreciações Acumuladas)
DIFERIDO
Gastos de Organização e Expansão
(Amortização Acumulada)
494
321
321
97
368
(271)
76
164
(88)
TOTAL DO ATIVO
7.183
Luiz Rodrigues Rosa
Diretor Presidente
PASSIVO
PASSIVO CIRCULANTE E EXIGÍVEL A L. PRAZO
DEPÓSITOS
Depósitos à vista
Depósitos a prazo
RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS
Recursos em Trânsito de Terceiros
OUTRAS OBRIGAÇÕES
Sociais e estatutárias
Fiscais e Previdenciárias
Diversas
RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS
Resultado de Exercícios Futuros
31/08/2007
3.383
2.076
224
1.852
4
4
1.303
973
53
277
12
12
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Capital de Domiciliados no País
Reservas de Lucros
Sobras ou Perdas Acumuladas
Contas de Resultado
3.788
3.406
212
123
47
TOTAL DO PASSIVO
7.183
Luís Carlos Damasceno
Diretor Financeiro
Marta Maria dos Santos
Contador - CRCMG 87.513/0
CPF 027.647.246-24
16
Informativo
O presidente da COOPEMG,
Capitão PM Luiz Rodrigues Rosa
e o cooperado Sargento Nilton
Carlos Miranda, asseguraram
na Justiça o direito de retirar
a sua conta-salário do Banco do
Brasil e transferi-la para outra
instituição financeira, no caso
a COOPEMG.
Este direito, no caso do presidente da Cooperativa, foi confirmado pela sentença da juíza
Sandra Alves de Santana Fonseca, da 3ª Vara da Fazenda
Pública Estadual. A ação se
baseou em direito do servidor
poder optar por qualquer instituição financeira para receber seus proventos.
Em abril, por intermédio da
assessoria jurídica da cooperativa, o presidente impetrou
mandado de segurança baseado no direito resguardado no
dispositivo estabelecido na Lei
Estadual 13.722/2000. Em seu
artigo 1º a Lei diz que "os militares e os servidores públicos,
ativos e inativos, e os pensionistas das administrações direta e indireta do estado poderão
optar pelo recebimento de seus
vencimentos integrais, remuneração, proventos e pensões
por intermédio de cooperativa
de crédito constituída de acord o c o m a L e i Fe d e r a l n º
5.764/71, à qual sejam filiados, ou de instituição bancária
que integre o sistema financeiro nacional."
O pedido de medida liminar,
feito logo após impetrado o
PERFIL DO NEGÓGIO
Cooperativas de crédito no país: . . . . . . . . . . . .1.452
Associados: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3,2 milhões
Pontos de atendimento: . . . . . . . . . . . . . . . . 3,79 mil
Total de depósitos: . . . . . . . . . . . . . . R$ 13,2 bilhões
Total em operações de crédito . . . . . . .R$ 12,1 bilhões
Taxas médias de juros mensais:
· 2,76% no crédito pessoal
· 4,91% no cheque especial
· 5,30% no cartão de crédito
Fonte: Gerência de mercados da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB).
mandado de segurança, foi concedido imediatamente, pois,
além de presentes os requisitos, a lei é bem clara e precisa
quando diz que é facultado ao
servidor escolher o banco pagador de sua remuneração.
Outros três militares conseguiram este ano, através de
ações judiciais, receberem o
salário pela cooperativa.
Julgado o mérito do processo movido pelo presidente
Luiz Rodrigues Rosa, a juíza
Sandra Santana confirmou a
decisão favorável ao servidor
com os argumentos de que,
"em se tratando de leis que
conferem direitos, prerrogativas, isenções e imunidades aos
jurisdicionados, a eficácia da
norma é plena, tendo em vista
que não se exige elaboração de
outras para que se complete
seu alcance e sentido, ou lhe
fixe o conteúdo, porquanto já
se encontram explícitos os
interesses nelas resguardados."
Remetente:
COOPEMG
Rua Diabase, 207 - Prado - Cep: 30.410-440
Belo Horizonte/MG
Tel: (31) 2111-7600
ETAPAS DO PROCESSO - Todo o
processo na Justiça aconteceu
em pouco mais de quatro meses.
No dia 19 de abril o presidente
entrou com o pedido de liminar
e cinco dias depois (dia 24) foi
publicada a liminar favorável e ele
passou a receber seu salário
através da COOPEMG. No dia
25 de julho a juíza Sandra Santana julgou o mérito do processo, garantindo-lhe o direito de
receber seu salário na Cooperativa. A COOPEMG promoverá
ações para cooperados que queiram receber seus vencimentos
pela cooperativa.
A notícia sobre a sentença
favorável ao presidente da COOPEMG foi matéria do jornal O
Estado de Minas, edição do dia
27 de agosto, Caderno de Economia, página 10. O assunto
mereceu destaque também nos
cadernos de Economia dos Jornais O Tempo edição do dia
11/09/2007, página B8 e Super
Notícia, edição do dia
12/09/2007.
Dentro do planejamento estratégico estabelecido, que permitirá
programar ações no médio e longo
prazo, a COOPEMG contratou um
Analista de Atendimento e Negócios
para trabalhar na divulgação e
comercialização dos produtos e serviços da Cooperativa, prospecção
de novos cooperados, captação de
recursos, realização de visitas e
palestras, dentre outras atividades.
Num primeiro momento, este
trabalho será realizado na Região
Metropolitana de Belo Horizonte e,
posteriormente, ampliado para as
demais regiões do Estado.
Com dez anos de experiência em
Cooperativismo, Sebastião Gonçalves de Oliveira (foto), promete ser
o diferencial na ampliação do quadro
social da COOPEMG. "Minha expectativa é que a COOPEMG se torne
uma das maiores cooperativas do
Estado em função dos segmentos a
serem atingidos. Pretendo usar toda
minha experiência para chamar os
policiais Civis e Militares e os servidores da Secretaria do Estado da
Educação para fortalecer a Cooperativa, e em conseqüência a categoria de que fazem parte", afirmou.
Sebastião Gonçalves de Oliveira, Analista de Atendimento e Negócios da COOPEMG
Impresso
Especial
7317340102/2004-DR/MG
COOPEMG
CORREIOS
DEVOLUÇÃO
GARANTIDA
CORREIOS
IMPRESSO
Servidor tem assegurada
opção por banco pagador
COOPEMG
contrata Analista
de Atendimento
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Salários na COOPEMG