São Paulo, quinta-feira, 14 de março de 2013 Página 13 ALPHAVILLE URBANISMO S.A. CNPJ/MF nº 00.446.918/0001-69 Relatório da Administração 2012 preparação de novas equipes para atender o aumento no volume de obras planejado para 2013. O volume de unidades entregues aos nossos clientes, que chegou a 4 mil, em um trabalho coordenado das áreas de obra e implantação é um claro indicador da capacidade operacional da Companhia. Também tivemos um reforço na estrutura de capital através da realização de uma securitização, no valor aproximado de R$100 milhões (parte Alphaville). Esta captação inédita, sem direito de regresso, diminui o endividamento da Companhia para 4% do patrimônio líquido, melhor índice histórico da empresa. O lucro líquido também foi recorde histórico, atingindo R$196 milhões, 22% superior a 2011, permitindo entregar um retorno aos nossos acionistas de 58% sobre o Patrimônio Liquido de abertura. Finalmente, três importantes áreas estratégicas da Companhia, receberam especial atenção no ano: A Fundação Alphaville passou por um processo de planejamento estratégico e redefinição de estrutura, com o objetivo de acompanhar a expansão da marca Alphaville. Entre outras inovações estão a antecipação da interação com as comunidades para a fase inicial de aprovação dos projetos e a celebração de parcerias institucionais na área de mediação de conflitos ambientais e patrimônio histórico e cultural. O relacionamento com os parceiros, por sua vez, recebeu melhorias na qualidade e pontualidade da informação prestada, graças a uma maior profissionalização desta área. O resultado foi uma maior aproximação com os parceiros e sócios, fundamental não apenas nos processos de lançamento e vendas, mas também nas securitizações realizadas no ano. Por último, e mais importante, as pessoas que compõem a equipe Alphaville, consideradas pela Administração o maior ativo da empresa, receberam permanente atenção e investimentos, através de programas para formação de lideranças, treinamento técnico e educação continuada. Combinadas com os programas de remuneração variável e Stock Options, estas iniciativas foram responsáveis pela retenção de talentos e motivação de nossos colaboradores. A formação de novos quadros ganhou maior relevância com a ampliação dos programas de trainees e estágios. Ao alcançar tais resultados, em um ambiente marcado pela relativa insegurança para o setor imobiliário, Alphaville foi capaz de manter em 2012 seu rumo de expansão, preparando a base para o crescimento dos anos que virão. A Administração considera que estão lançadas bases sólidas para prosseguir na trajetória de crescimento, sem nunca perder a atenção para com a qualidade, as pessoas e o meio ambiente. São Paulo, 13 de março de 2013. Senhores Acionistas, A Alphaville Urbanismo S. A. Submete à apreciação de V. Sas. O relatório de Administração referente às atividades desenvolvidas em 2012. Mensagem da Administração: Durante o ano de 2012 o forte crescimento foi, mais uma vez, o maior desafio para Alphaville. Assim como nos anos anteriores, a Administração e o conjunto dos colaboradores dedicou especial atenção à manutenção da qualidade do produto e do retorno do capital empregado pelos acionistas, em simultâneo com o aumento no volume de lançamentos, vendas e execução de obras. Duas foram as diretrizes estratégicas seguidas para orientar o processo de expansão da Companhia neste período: a manutenção da posição de liderança no setor de desenvolvimento urbano e a geração de valor, de forma sustentável, para os acionistas A expansão da marca está diretamente ligada à formação de um banco de terrenos de curto e médio prazo de maturação, como base para o crescimento futuro. Os investimentos na consolidação da equipe de prospecção realizados nos anos anteriores, permitiram o aumento de 50% no volume do landbank, se comparado com o montante de dezembro de 2011. O landbank total atingiu no final de 2012 a marca de R$ 11,5 bilhões. O volume de lançamentos medido pelo Volume Geral de Vendas (VGV) também apresentou forte aceleração, alcançando a marca de R$ 1.34 bilhao, 38% superior quando comparado com o ano anterior. Lançamos 19 novos empreendimentos, um aumento de 50% sobre 2011. O desafio representado pela pouca previsibilidade nos prazos e processos de aprovação exigiu um esforço concentrado da equipe de Negócios e demonstrou, mais uma vez, a importância da maturação de uma reserva de empreendimentos aprovados para a substituição de lançamentos cujos licenciamentos sofreram eventuais entraves processuais. O crescimento dos lançamentos e o esforço na venda dos estoques remanescentes resultou em vendas da ordem de R$ 1.1 bilhão um aumento de 31,5% se comparado com 2011. 2012 foi também um ano de retomada nos investimentos para a sustentação do valor da marca Alphaville. Após cuidadoso trabalho de pesquisa e planejamento de posicionamento de marca, foi lançada a nova identidade visual, atendendo à uma nova estratégia global de posicionamento institucional e dos produtos da empresa. O investimento se completou com a veiculação nacional de campanha institucional e o investimento em merchandising em horário nobre da TV Globo. O aumento no volume de construção, de 25% no ano, combinado com a busca pela melhoria na qualidade do produto final e o controle rigoroso de custos, foram o foco da atenção na área de Operações. Em paralelo foi desenvolvido um amplo trabalho de Balanços patrimoniais 31 de dezembro de 2012 e 2011 Controladora Nota 2011 01/01/2011 2012 (Reapre- (Reapre- sentado) Ativo Consolidado 2012 sentado) 2011 01/01/2011 (Reapre- (Reapre- sentado) sentado) Nota Passivo Circulante Empréstimos e financiamentos 8 62.408 Fornecedores 14 (i) (d) 16.461 Salários, encargos sociais, impostos e participações 26.108 Obrigações por compra de imóveis e adiantamento de clientes 9 12.959 Aquisição de participações societárias Repasses a efetuar a sócios incorporadores 15.609 Dividendos a pagar 15.1 46.690 Obrigações com investidores 10 10.962 Passivo a descoberto das controladas 7 3.711 Partes relacionadas 15.1 200.306 Obrigações com cessões de direitos creditórios 5 20.823 Outras obrigações 22.617 Total do passivo circulante 438.654 Não circulante Empréstimos e financiamentos 8 180.673 Imposto de renda e contribuição social diferidos 12.b 7.939 Obrigações por compra de imóveis e adiantamento de clientes 9 Aquisição de participações societárias 18.790 Provisão para demandas judiciais e compromissos 11 15.620 Provisão para garantia 4.064 Obrigações com investidores 10 16.130 Obrigações tributárias 7.883 Partes relacionadas Obrigações com cessões de direitos creditórios 5 56.392 Outras obrigações 192 Total do passivo não circulante 307.683 Patrimônio líquido Capital social 13(i) 185.252 Aumento de capital proposto 13(ii) 96.462 Ações em tesouraria 13(i) (14.310) Reserva de capital e de outorga de opções de ações 13(ii) 15.062 Reservas de lucros 13(ii) 250.754 533.220 Participação de acionistas não controladores Total do patrimônio líquido 533.220 Total do passivo e patrimônio líquido 1.279.557 Circulante Caixa e equivalentes de caixa 4.1 89.364 7.865 4.038 155.755 26.146 11.265 Títulos e valores mobiliários 4.2 110.532 76.647 43.692 166.774 111.279 84.524 5 99.628 71.584 37.590 320.981 293.496 192.372 141.807 Contas a receber Lotes a comercializar 6 Instrumentos financeiros derivativos 2.778 233.834 179.270 14.b 4.136 1.361 - 4.136 1.361 15 153.913 195.139 209.617 - - - - 17.370 14.698 10.238 48.568 13.017 11.556 535.572 388.185 307.953 930.048 624.569 441.524 Partes relacionadas Demais contas a receber Total do ativo circulante 20.891 60.629 - Não circulante Contas a receber Lotes a comercializar Instrumentos financeiros derivativos 5 100.774 64.130 27.666 391.024 262.916 178.902 50.783 6 27.681 27.865 17.316 60.398 59.508 14.b 4.963 1.873 - 4.963 1.873 - - 2.768 2.184 2.016 6.469 3.308 5.481 136.186 96.052 46.998 462.854 327.605 235.166 597.399 397.315 258.648 5.515 4.309 3.529 Demais contas a receber Investimentos em controladas e controladas em conjunto 7 Imobilizado - Total do ativo não circulante Total do ativo 10.400 6.826 6.821 10.400 6.826 6.821 607.799 404.141 265.469 15.915 11.135 10.350 743.985 500.193 312.467 478.769 338.740 245.516 1.279.557 888.378 620.420 1.408.817 963.309 687.040 2012 Controladora 2011 01/01/2011 (Reapre(Reapresentado) sentado) 2012 (Em milhares de reais) Consolidado 2011 01/01/2011 (Reapre(Reapresentado) sentado) 69.459 9.761 23.761 11.074 75.687 67.369 87.717 23.174 36.440 33.227 26.546 14.684 77.116 44.489 24.128 16.847 8.716 58.870 6.943 33.557 154.341 19.761 404.801 8.538 7.746 3.207 20.598 64.802 158.668 1.328 314.406 72.503 25.853 46.690 44.487 6.069 28.700 35.220 479.694 41.439 15.978 58.870 40.579 18.115 35.424 365.785 44.773 7.746 8.915 20.598 11.196 9.638 23.636 220.297 72.791 12.595 69.378 5.024 182.327 8.988 74.124 14.450 92.672 7.806 16.845 14.734 3.127 24.348 9.304 3.561 157.305 570 9.710 13.798 1.178 3.056 38 1.505 104.257 7.738 18.790 15.620 17.616 42.797 8.683 72.057 2.523 377.139 13.145 16.845 14.734 14.748 77.681 25.964 7.368 259.059 18.566 9.710 13.798 10.419 80.000 14.911 827 10.697 259.406 84.000 (849) 6.322 236.799 326.272 326.272 888.378 84.000 (849) 4.682 113.924 201.757 201.757 620.420 84.000 (849) 185.252 96.462 (14.310) 84.000 (849) 6.322 236.799 326.272 12.193 338.465 963.309 15.062 250.754 533.220 18.764 551.984 1.408.817 4.682 113.924 201.757 5.580 207.337 687.040 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Demonstrações do resultado Demonstrações das mutações do patrimônio líquido 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 31 de dezembro de 2012 e 2011 Receita operacional líquida Custos operacionais Desenvolvimento e venda de lotes Lucro bruto Operacional (Despesas)/receitas Operacionais Despesas com vendas Despesas gerais e administrativas Programa de opções de ações Despesa com participação nos lucros Resultado de equivalência patrimonial sobre investimentos Depreciação e amortização Outras receitas/(despesas), líquidas Lucro antes das receitas e despesas financeiras e do imposto de renda e contribuição social Despesas financeiras Receitas financeiras Lucro antes do imposto de renda e contribuição social Despesa com imposto de renda e contribuição social corrente Despesa com imposto de renda e contribuição social diferido Total de imposto de renda e contribuição social Lucro líquido do exercício Controladora Consolidado Notas 2012 2011 2012 2011 16 204.852 215.927 809.512 672.599 Lucro líquido atribuível: aos acionistas não controladores aos acionistas controladores Média ponderada do número de ações (em milhares de ações) Lucro líquido básico por lote de mil ações - Em Reais (controladora): Ações ordinárias Ações preferenciais Lucro líquido diluído por lote de mil ações - Em Reais (controladora) Ações ordinárias Ações preferenciais 20 (95.981) (102.223) (390.604) (351.152) 108.871 113.704 418.908 321.447 20 20 18 (31.186) (22.944) (66.566) (68.841) (45.180) (69.172) (8.740) (1.640) (8.740) (45.201) (45.494) (1.640) 15.5 (15.684) (16.822) (16.302) (17.075) 7 242.405 166.850 (2.262) (1.773) (43) 24 (2.262) 2.043 (1.773) 3.019 224.520 192.219 257.909 21 (44.825) (34.646) (56.730) 21 12.235 11.146 17.735 213.283 (36.326) 15.418 191.930 168.719 218.914 18 13(ii) 13(ii) 13(ii) Aumento Capital de capital social proposto 84.000 - 13(ii) 84.000 - - (849) - 6.322 - 8.057 15.552 - 114.818 221.247 (39.228) 13(i) 13 (ii) 18 13(i) 98.273 2.979 - - (13.461) 8.740 - - (250) - - - 13(ii) 13(ii) 13(ii) 13(i) - 96.462 96.462 185.252 (14.310) - - 15.062 9.829 25.381 140.066 (96.462) 225.373 (8.057) (38.273) (38.273) (114.818) - 326.272 - (39.228) 196.585 - (38.273) 12.193 338.465 - (39.228) 98.023 2.979 8.740 (13.461) 196.585 (9.829) (46.690) (46.690) (140.066) - 533.220 - 98.023 2.979 8.740 (13.461) 1.201 1.201 7.545 204.130 (2.175) (48.865) 18.764 551.984 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Demonstrações dos fluxos de caixa 12.a - 12.a 4.655 - (20.246) (17.972) 5.462 (6.642) (7.571) 4.655 (7.571) (14.784) 196.585 161.148 204.130 196.585 161.148 7.545 196.585 (24.614) 167.761 6.613 161.148 19 115.347 115.498 19 19 1,7043 - 1,3952 - 19 19 1,6958 - 1,3883 - Demonstrações do resultado abrangente 31 de dezembro de 2012 e 2011 Atribuível a: Acionistas controladores Acionistas não controladores Notas Saldos em 31 de dezembro de 2010 Programa de opção de ações Lucro líquido do exercício Destinação: Reserva legal Dividendos mínimos obrigatório Reserva retenção de lucros Saldos em 31 de dezembro de 2011 Complemento de dividendos declarados Aumento de capital: Integralização dividendos Exercício de opções de ações Programa de opção de ações Aquisição de ações em tesouraria Venda de participação a acionistas não controladores Lucro líquido do exercício Destinação: Reserva legal Dividendos mínimos obrigatórios Reserva retenção de lucro Aumento de capital proposto Saldos em 31 de dezembro de 2012 192.375 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Lucro líquido do exercício Total de resultados abrangentes do exercício, líquidos de impostos (Em milhares de reais) Atribuídos aos acionistas controladores Ações Reserva Reserva de lucros em de capital Retenção Total Participação de Total tesou- e outorga Reserva de lucros e Lucros contro- acionistas não consoraria de ações legal Investimentos acumulados ladora controladores lidado (849) 4.682 7.495 106.429 - 201.757 5.580 207.337 1.640 1.640 1.640 161.148 161.148 6.613 167.761 (Em milhares de reais) Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 196.585 161.148 204.130 167.761 196.585 161.148 204.130 167.761 196.585 - 161.148 - 196.585 7.545 161.148 6.613 31 de dezembro de 2012 e 2011 Controladora 2012 2011 Atividades operacionais Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social Despesas/(receitas) que não afetam o caixa e equivalentes de caixa: Depreciação e amortização Despesas com plano de opções de ações (Nota 18) Juros e encargos financeiros não realizados, líquidos Provisão para garantia Provisão para demandas judiciais e compromissos (Nota 11) Provisão para participação nos lucros (Nota 15.5) Baixas de investimentos Resultado de equivalência patrimonial (Nota 7) Resultado de instrumentos financeiros (Nota 14(i)(b) e Nota 21) Provisão para realização de lotes concluídos (Nota 6) Redução/(aumento) em ativos operacionais Contas a receber Lotes a comercializar Demais contas a receber e outros Aumento/(redução) em passivos operacionais Obrigações por compra de imóveis e adiantamento de clientes Obrigação tributária Fornecedores Salários, encargos sociais, impostos e participações Outras obrigações Operações com partes relacionadas As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Consolidado 2012 2011 191.930 168.719 218.914 192.375 2.262 1.773 2.262 1.773 8.740 1.640 8.740 1.640 11.896 1.440 9.055 1.950 18.855 6.148 9.242 4.329 888 936 888 936 15.684 8.749 16.822 16.764 16.302 17.075 - (242.405) (166.850) (5.865) (60.397) (39.554) (14.772) (3.887) 920 6.700 (3.234) - (5.865) 373 (3.234) - (70.458) (151.376) (185.138) (28.662) (55.827) (46.187) (7.862) (39.921) 712 7.738 6.249 (1.313) 25.657 36.193 44.195 (8.755) 27.534 (10.054) (Em milhares de reais) Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Imposto de renda e contribuição social pagos (22.919) (16.481) Geração (utilização) de caixa e equivalentes de caixa nas atividades operacionais (75.246) (47.848) 71.581 7.953 Atividades de investimento Aquisição de ativo imobilizado e intangível (5.836) (1.778) (5.836) (1.778) Aplicação em títulos e valores mobiliários (957.575) (300.239)(1.831.825) (430.076) Resgate de títulos e valores mobiliários 923.691 267.284 1.776.330 403.320 Acréscimo de investimentos (Nota 7) (845) 1.199 Dividendos recebidos 45.934 14.263 Geração (utilização) de caixa nas atividades de investimento 5.369 (19.271) (61.331) (28.534) Atividades de financiamento Aumento de capital - exercício de opção de compra de ações (Nota 13(i)) 2.979 2.979 Captação de empréstimos e financiamentos (Nota 8) 130.000 78.279 136.826 81.826 Pagamento de empréstimos e financiamentos - principal (Nota 8) (29.425) (30.316) (46.085) (35.146) Pagamento de empréstimos e financiamentos - juros (Nota 8) (11.641) (7.907) (13.424) (23.193) Cessão de créditos imobiliários (Nota 5) 72.924 96.540 Obrigações com investidores (Nota 10) 30.890 30.890 Pagamento de principal e dividendos sobre obrig. com investidores (Nota 10) (44.016) (18.915) Recompra de ações em tesouraria (nota 13 (i)) (13.461) (13.461) Geração de caixa e equivalente de caixa nas atividades de financiamentos 151.376 70.946 119.359 35.462 Aumento líquido em caixa e equivalentes de caixa 81.499 3.827 129.609 14.881 Caixa e equivalentes de caixa No início do exercício (Nota 4.1) No final do exercício (Nota 4.1) (17.042) (4.960) (17.194) 3.286 Aumento líquido em caixa e (27.724) 17.101 (1.798) 18.900 equivalentes de caixa 87.191 (13.256) (12.046) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 7.865 89.364 4.038 7.865 26.146 155.755 11.265 26.146 81.499 3.827 129.609 14.881 Notas explicativas às demonstrações financeiras individuais e consolidadas 31 de dezembro de 2012 1. Contexto operacional: A Alphaville Urbanismo S.A. (“AUSA” ou “Companhia”) é uma sociedade anônima de capital fechado, com sede e foro na Av. das Nações Unidas, 8.501, 9º andar, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo e atua no desenvolvimento e urbanização de loteamentos residenciais. A Companhia tem como foco identificar, desenvolver e comercializar loteamentos residenciais voltados para famílias de classe alta e média alta nos arredores de regiões metropolitanas em todo o território Brasileiro. A AUSA é uma controlada da Gafisa S.A., a qual detém 80% das ações ordinárias da Companhia, sendo os demais 20% detidos pela Alphaville Participações S.A. Em 8 de junho de 2012, conforme o fato relevante divulgado, a terceira fase do Acordo de Investimento e Outros Convênios celebrado em 2 de outubro de 2006 (“Acordo de Investimento”), estabeleceu regras e condições para a Gafisa S.A. referente a aquisição de participações do capital social da Companhia. A Gafisa informa que o valor negociado para aquisição de 20% remanescente de participação no capital social da Companhia monta à R$359 milhões; o qual será liquidado por meio de emissão de ações da controladora Gafisa. O número de ações que será emitida para liquidar esta transação será decidido num processo de arbitragem iniciado pelos acionistas não controladores da Companhia, conforme fato relevante divulgado em 3 de julho de 2012. Até a emissão dessas demonstrações financeiras, não foi divulgado nenhuma decisão sobre o tema. A AUSA informa aos leitores de suas demonstrações financeiras que todo o ativo oriundo de seus empreendimentos e lotes estão inseridos em estruturas de segregação patrimonial da incorporação e aqueles ao qual a Companhia participa através de modelo de negócio configurado como consórcio é separado e segregado por centro de custo e código de empresa e divisão parametrizado dentro do sistema Enterprise Resource Planning - ERP. 2. Apresentação das demonstrações financeiras e resumo das principais práticas contábeis: 2.1 Base de apresentação e elaboração das demonstrações financeiras contábeis individuais e consolidadas: Em 13 de março de 2013, o Conselho de Administração da Companhia aprovou as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia e autorizou sua divulgação. O Conselho de Administração da Companhia tem o poder de alterar as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia, após a sua emissão. As demonstrações financeiras individuais, identificadas como “controladora”, e consolidadas para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil que compreendem os pronunciamentos, interpretações e orientações do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Especificamente, as demonstrações financeiras consolidadas estão em conformidade com as normas internacionais de relatório financeiro (International Financial Reporting Standards - IFRS) aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, incluindo a Orientação OCPC 04 - Aplicação da Interpretação Técnica ICPC 02 às entidades de incorporação imobiliária brasileiras, no que diz respeito ao tratamento do reconhecimento da receita (Valores expressos em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) desse setor e envolve assuntos relacionados ao significado e aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e de controle na venda de unidades imobiliárias. Determinados assuntos relacionados ao significado e aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e de controle na venda de unidades imobiliárias estavam sendo analisados pelo International Financial Reporting Interpretation Committee (IFRIC), em função de pedidos de alguns países, incluindo o Brasil. Entretanto, em função do projeto para edição de uma norma revisada para reconhecimento de receitas, o IFRIC está discutindo esse tópico em sua agenda, por entender que o conceito para reconhecimento de receita está contido na norma presentemente em discussão. Assim, espera-se que o assunto seja concluído somente após a edição da norma revisada para reconhecimento de receitas. As demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, foram elaboradas com base no custo histórico, exceto quando informado de outra forma, conforme descrito no resumo de práticas contábeis. O custo histórico geralmente é baseado no valor das contraprestações pagas em troca de ativos. As demonstrações financeiras foram elaboradas no curso normal dos negócios. A Administração efetua uma avaliação da capacidade da Companhia de dar continuidade as suas atividades durante a elaboração das demonstrações financeiras. A Administração não identificou nenhuma incerteza relevante sobre a capacidade da Companhia de dar continuidade as suas atividades nos próximos 12 meses. Todos os valores apresentados nestas demonstrações financeiras estão expressos em milhares de reais, excontinua... Página 14 São Paulo, quinta-feira, 14 de março de 2013 ALPHAVILLE URBANISMO S.A. CNPJ/MF nº 00.446.918/0001-69 ...continuação Notas explicativas às demonstrações financeiras individuais e consolidadas 31 de dezembro de 2012 ceto quando indicado de outra forma. As informações não contábeis incluídas nessas demonstrações financeiras, tais como volume de vendas, dados contratuais, receitas e custos não reconhecidos nas unidades vendidas, projeções econômicas, seguros e meio ambiente, não foram auditados. a) Demonstrações financeiras consolidadas: As demonstrações financeiras consolidadas da Companhia incluem as demonstrações financeiras da Alphaville, de suas controladas diretas e indiretas e de suas controladas em conjunto. O controle sobre essas entidades é obtido quando a Companhia tem o poder de controlar suas políticas financeiras e operacionais e tem a capacidade para auferir benefícios e estar exposta aos riscos de suas atividades. A controladora e controladas em conjunto são consolidadas integral e proporcionalmente, respectivamente, a partir da data que o controle integral ou controle compartilhado se inicia, até a data em que deixa de existir. Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, as demonstrações finan- ceiras consolidadas incluem a consolidação integral das seguintes empresas: Participação % 100 67 70 70 70 90 Alphaville Urbanismo e controladas (“AUSA”) (*) Alphaville Golf Empr. Imob. Ltda. Alphaville Caruaru Empr. Imob. Ltda. Alphaville Mossoró Empr. Imob. Ltda. Alphaville SPE 03 Empr. Imob. Ltda. Alphaville SPE 10 Empr. Imob. Ltda. (*) Não incluem as controladas com controle compartilhado, conforme detalhadas a seguir. As práticas contábeis foram aplicadas de maneira uniforme em todas as controladas e controladas em conjunto incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas e o exercício social dessas empresas coincide com o da Companhia. Vide maiores detalhes sobre essas controladas e controladas em conjunto na Nota 7. A Companhia efetuou a consolidação proporcional das demonstrações financeiras das controladas em seguintes: AUSA Total do Investidas % Participação Ativo 2012 2011 2012 2011 Alphaville Cajamar Empreendimentos Imobiliários Ltda. 55% 55% 1.528 50.359 Krahô Empreendimentos Imobiliários S.A. 48% 48% 29.481 36.266 SPE Leblon Incorporadora S.A. 40% 40% 42.050 43.600 Gafisa SPE -77 Empreendimentos Imobiliários Ltda. 35% 35% 98.275 126.341 Alphaville Reserva Santa Clara Empreend. Imobiliários Ltda. 25% 25% 16.815 16.881 Alphaville Teresina SPE 06 50% 50% 36.355 26.749 2.1. Moeda funcional e de apresentação: As demonstrações financeiras individuais (controladora) e consolidadas estão apresentadas em Reais (moeda de apresentação), que também é a moeda funcional da Companhia e de suas controladas. 2.2. Resumo das principais práticas contábeis: 2.2.1. Julgamentos, estimativas e premissas contábeis: (i) Julgamentos: A preparação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia requer que a Administração faça julgamentos e estimativas e adote premissas que afetam os valores apresentados de receitas, despesas, ativos e passivos, bem como a divulgação de passivos contingentes, na data-base das demonstrações financeiras. Ativos e passivos sujeitos a estimativas e premissas incluem vida útil do ativo imobilizado, provisão para créditos de liquidação duvidosa, provisão para redução ao valor recuperável de ativos, impostos diferidos ativos, provisão para garantia, provisão para riscos tributários, trabalhistas e cíveis e mensuração do custo orçado de empreendimentos e de instrumentos financeiros. (ii) Estimativas e premissas: As principais premissas relativas a fontes de incerteza nas estimativas futuras e outras importantes fontes de incerteza em estimativas na data do balanço, que podem resultar em valores diferentes quando da liquidação, são discutidas a seguir: a) Perda por redução ao valor recuperável de ativos não financeiros: Uma perda por redução ao valor recuperável existe quando o valor contábil de um ativo ou unidade geradora de caixa excede o seu valor recuperável, o qual é o maior entre o valor justo menos custos de venda e o valor em uso. O cálculo do valor justo menos custos de vendas é baseado em informações disponíveis de transações de vendas em ativos similares ou preços de mercado menos custos adicionais para descartar o ativo. A Administração revisa anualmente e/ou quando ocorre algum evento específico, o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstancias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Sendo tais evidências identificadas e o valor contábil líquido exceder o valor recuperável, é constituída provisão para desvalorização, ajustando o valor contábil ao valor recuperável, essas perdas são lançadas ao resultado do exercício quando identificadas. Em 31 de dezembro de 2012 e 2011 a Companhia não possui ativos intangíveis de vida útil indefinida, incluindo ágio. Veja maiores detalhes sobre a avaliação de perda por redução ao valor recuperável dos estoques na nota 2.2.7. b) Transações com pagamentos baseados em ações: A Companhia mensura o custo de transações a serem liquidadas com ações com funcionários baseado no valor justo dos instrumentos patrimoniais na data da sua outorga. A estimativa do valor justo dos pagamentos com base em ações requer a determinação do modelo de avaliação mais adequado para a concessão de instrumentos patrimoniais, o que depende dos termos e condições da concessão. Isso requer também a determinação dos dados mais adequados para o modelo de avaliação, incluindo a vida esperada da opção, volatilidade, rendimento de dividendos e correspondentes premissas, entre outros. As premissas e modelos utilizados para estimar o valor justo dos pagamentos baseados em ações são divulgados na Nota 18. c) Valor justo de instrumentos financeiros: Quando o valor justo de ativos e passivos financeiros apresentados no balanço patrimonial não puder ser obtido em mercado de ativos, o mesmo é determinado utilizando técnicas de avaliação, incluindo o método do fluxo de caixa descontado. Os dados para esses métodos se baseiam naqueles praticados no mercado, quando possível, contudo, quando isso não for viável, julgamento é requerido para estabelecer o valor justo. O julgamento inclui considerações sobre os dados utilizados como, por exemplo, taxa de juros, risco de liquidez, risco de crédito e volatilidade. Mudanças nas premissas sobre esses fatores poderiam afetar o valor justo apresentado dos instrumentos financeiros. d) Custos orçados dos empreendimentos: Os custos orçados totais, compostos pelos custos incorridos e custos previstos a incorrer para o encerramento das obras, são regularmente revisados, conforme a evolução das obras, e os ajustes com base nesta revisão são refletidos nos resultados da Companhia. O efeito de tais revisões nas estimativas afeta o resultado, de acordo com o pronunciamento técnico CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativas e Retificações de Erros. e) Impostos: Existem incertezas em relação à interpretação de regulamentos tributários complexos e ao valor e época de resultados tributáveis futuros. A Companhia e suas controladas estão sujeitas no curso normal dos nossos negócios a investigações, auditorias, processos judiciais e procedimentos administrativos em matérias tributária e trabalhista. Dependendo do objeto das investigações, processos judiciais ou procedimentos administrativos que seja movido contra a Companhia e controladas, poderemos ser adversamente afetados, independentemente do respectivo resultado final. f) Realização do imposto de renda diferido: O reconhecimento inicial e as posteriores análises da realização do imposto de renda diferido ocorre quando seja provável que o lucro tributável dos próximos anos esteja disponível para ser usado na compensação do ativo fiscal diferido, com base em projeções de resultados elaboradas e fundamentadas em premissas internas e em cenários econômicos futuros que possibilitam a sua utilização total, ou parcial se for constituído o crédito integral. 2.2.2. Reconhecimento de receitas e despesas: (i) Venda de lotes: Nas vendas a prazo, o resultado é apropriado no momento em que a venda é efetivada, independente do prazo de recebimento do valor contratual. Nas vendas de lotes não desenvolvidos e unidades residenciais em construção, foram observados os seguintes cluindo o terreno), em relação ao seu custo total orçado, sendo esse percentual aplicado sobre a receita dos lotes e unidades vendidas, ajustado segundo as condições dos contratos de venda, sendo assim determinado o montante das receitas a serem reconheci reconhecidos que sejam superiores aos valores efetivamente recebidos de clientes, são registrados em ativo circulante ou ativo não circulante. Os montantes recebidos com relação à venda de lotes que sejam superiores aos valores reconhecidos de receitas, são contabilizados na rubrica “Obrigações por compra de imóveis e adiantamento de clien presente do saldo de contas a receber, são apropriados ao resultado de incorporação e venda de lotes quando incorridos, obedecendo ao regime de competência dos exercícios de incorporação imobiliária e a receita acumulada submetida à tributação são calculados As demais despesas de propaganda e publicidade, representadas pela veiculação são apropriadas ao resultado quando incorridas. (ii) Operações de permuta: A permuta de terrenos tem por objeto o recebimento de terrenos de terceiros para liquidação através da entrega de lotes. O valor do terreno adquirido pela Companhia e por suas controladas é apurado com base no valor justo dos lotes a serem entregues. O valor justo do terreno é registrado como um componente do estoque de terrenos de lotes a comercializar, em contrapartida a adiantamento de clientes no passivo, no momento do início do reconhecimento de resultado do respectivo loteamento. As receitas e os custos decorrentes de operações de permutas são apropriados ao resultado ao longo do período de desenvolvimento dos lotes, conforme descrito no item (i) anteriormente. (iii) ICPC 02 - parágrafos 20 e 21: Em atendimento aos requerimentos do ICPC mencionado, os valores de receitas reconhecidas e dos custos incorridos estão apresentados na demonstração de resultados e os adiantamentos recebidos na rubrica “Obrigações por compra de imóveis e adiantamento de clientes”. 2.2.3. Instrumentos financeiros: Os instrumentos financeiros são reconhecidos a partir da data em que a Companhia se torna parte das disposições contratuais dos instrumentos financeiros e incluem, principalmente, caixa e equivalentes de caixa, títulos e valores mobiliários, contas a receber, empréstimos e financiamentos, fornecedores e outras dívidas. Os instrumentos financeiros que não sejam reconhecidos pelo valor justo por meio do resultado, são acrescidos dos custos de transação diretamente atribuíveis. Posteriormente ao reconhecimento inicial, os instrumentos financeiros são mensurados conforme descritos a seguir: (i) Instrumentos financeiros ao valor justo através do resultado: Um instrumento é classificado pelo valor justo através do resultado se for mantido para negociação, ou seja, designado como tal quando do reconhecimento inicial. Os instrumentos financeiros são designados pelo valor justo, através do resultado se, a Companhia gerencia esses investimentos e toma decisões de compra e venda com base em seu valor justo de acordo com a estratégia de investimento e gerenciamento de risco. Após reconhecimento inicial, custos de transação atribuíveis são reconhecidos nos resultados quando incorridos. Instrumentos financeiros ao valor justo através do resultado são medidos pelo valor justo, e suas flutuações são reconhecidas no resultado. Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, a Companhia manteve instrumentos derivativos com o objetivo de mitigar o risco de sua exposição à volatilidade de índices e juros, reconhecidos por seu valor justo diretamente no resultado do exercício. De acordo com suas políticas de tesouraria, a Companhia não possui ou emite instrumentos financeiros derivativos para fins outros que não os de proteção. Os instrumentos derivativos são reconhecidos inicialmente pelo seu valor justo e os custos de transação atribuíveis são reconhecidos no resultado quando incorridos. Posteriormente ao reconhecimento inicial, os instrumentos derivativos são mensurados pelo valor justo e as alterações são contabilizadas no resultado do exercício. Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia possui R$9.099 (R$3.234 em 2011) na controladora e no consolidado registrado no ativo sob a rubrica “Instrumentos financeiros derivativos” referentes à operação de swap de juros descrita na Nota 14. A Companhia não adota a prática contábil de Hedge Accounting. (ii) Ativos Financeiros: Ativos financeiros são classificados como ativos financeiros a valor justo por meio do resultado, empréstimos e recebíveis, investimentos mantidos até o vencimento e ativos financeiros disponíveis para venda. A Companhia determina a classificação dos seus ativos financeiros no momento do seu reconhecimento inicial, quando ele se torna parte das disposições contratuais do instrumento. Ativos financeiros são reconhecidos inicialmente ao valor justo, acrescidos, no caso de investimentos não designados a valor justo por meio do resultado, dos custos de transação que sejam diretamente atribuíveis à aquisição do ativo financeiro. Os ativos financeiros da Companhia incluem caixa e equivalentes de caixa, títulos e valores mobiliários, contas a receber de clientes e outras contas a receber, empréstimos e outros recebíveis e instrumentos financeiros derivativos. Desreconhecimento (Baixa): Um ativo financeiro (ou, quando for o caso, uma parte de um ativo financeiro ou parte de um grupo caixa do ativo ou assumir uma obrigação de pagar integralmente os fluxos de caixa recebidos, sem demora significativa, a um terceiro por força de um acordo de “repasse”; e conjunto listadas a seguir, cujas principais informações integrais são as 2012 401 1.276 1.498 70.228 2.249 31.388 Total do Passivo 2011 47.097 2.782 5.275 67.980 2.249 16.774 Dados das controladas Patrimônio Receita Lucro (prejuízo) líquido Líquida do exercício 2011 2012 2011 2012 2011 3.263 5.290 74.498 4.264 50.127 33.484 1.156 1.160 (3.296) 1.266 38.325 2.766 2.776 7.105 2.875 58.362 55.197 69.070 6.574 16.789 14.632 236 248 (66) (59) 9.975 24.252 22.985 2.565 - 2012 1.127 28.205 40.551 28.047 14.566 4.967 (a) A Companhia transferir substancialmente todos os riscos e benefícios do ativo, ou (b) A Companhia não transferir nem reter substancialmente todos os riscos e benefícios relativos ao ativo, mas transferir o controle sobre o ativo. Quando a Companhia tiver transferido seus direitos de receber fluxos de caixa de um ativo ou tiver executado um acordo de repasse, e não tiver transferido ou retido substancialmente todos os riscos e benefícios relativos ao ativo, um ativo é reconhecido na extensão do envolvimento contínuo da Companhia com o ativo. Nesse caso, a Companhia também reconhece um passivo associado. O ativo transferido e o passivo associado são mensurados com base nos direitos e obrigações que a Companhia manteve. O envolvimento contínuo na forma de uma garantia sobre o ativo transferido é mensurado pelo valor contábil original do ativo ou pela máxima contraprestação que puder ser exigida da Companhia, dos dois o menor. (iii) Passivos financeiros a valor justo por meio do resultado: Passivos financeiros a valor justo por meio do resultado incluem passivos financeiros para negociação e passivos financeiros designados no reconhecimento inicial a valor justo por meio do resultado. Passivos financeiros são classificados como mantidos para negociação quando forem adquiridos com o objetivo de venda no curto prazo. Empréstimos e financiamentos: Após reconhecimento inicial, empréstimos e financiamentos sujeitos a juros são mensurados subsequentemente pelo custo amortizado, utilizando o método da taxa de juros efetivos. Ganhos e perdas são reconhecidos na demonstração do resultado no momento da baixa dos passivos, bem como durante o processo de amortização pelo método da taxa de juros efetivos. Desreconhecimento (Baixa): Um passivo financeiro é baixado quando a obrigação for revogada, cancelada ou expirar. Quando um passivo financeiro existente for substituído por outro do mesmo mutuante com termos substancialmente diferentes, ou os termos de um passivo existente forem significativamente alterados, essa substituição ou alteração é tratada como baixa do passivo original e reconhecimento de um novo passivo, sendo a diferença nos correspondentes valores contábeis reconhecida na demonstração do resultado. Instrumentos financeiros - apresentação líquida: Ativos e passivos financeiros são apresentados líquidos no balanço patrimonial se, e somente se, houver um direito legal corrente e executável de compensar os montantes reconhecidos e se houver a intenção de compensação, ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. (iv) Instrumentos financeiros disponíveis para venda: Para instrumentos financeiros classificados como disponíveis para venda, a Companhia avalia se há alguma evidência objetiva de que o investimento é recuperável a cada data do balanço. Após mensuração inicial, os ativos financeiros disponíveis para venda são mensurados a valor justo, com ganhos e perdas não realizados reconhecidos diretamente dentro dos outros resultados abrangentes, quando aplicável, com exceção das perdas por redução ao valor recuperável dos juros calculados, utilizando o método de juros efetivos e dos ganhos ou perdas com variação cambial sobre ativos monetários, que são reconhecidos diretamente no resultado do exercício. Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, os valores dos ativos financeiros disponíveis para venda possuíam valor contábil muito próximo ao valor de mercado e por isso não houve ajuste reconhecido em outros resultados abrangentes no patrimônio líquido. 2.2.4. Caixa e equivalentes de caixa e títulos e valores mobiliários: Caixa e equivalentes de caixa incluem substancialmente depósitos à vista e certificados de depósitos bancários compromissados, denominados em reais, com alto índice de liquidez de mercado e vencimentos contratuais não superiores há 90 dias e para os quais inexistem multas ou quaisquer outras restrições para seu resgate imediato, junto ao emissor do instrumento. Os equivalentes de caixa são classificados como ativos financeiros a valor justo por meio do resultado e estão registrados pelo valor original acrescido dos rendimentos auferidos até as datas de encerramento das demonstrações financeiras, apurados pelo critério “pro-rata temporis”, que equivalem aos seus valores de mercado, não havendo impacto a ser contabilizado no patrimônio líquido da Companhia. Os títulos e valores mobiliários incluem os certificados de depósitos bancários e créditos restritos em virtude de montantes bloqueados temporariamente devido à participação de parceiros (vide Nota 4.2). 2.2.5. Contas a receber: As contas a receber decorrentes da venda de lotes são demonstradas ao custo, acrescidos de variação monetária, líquidos de ajuste a valor presente. As parcelas em aberto são atualizadas com base no Índice Geral de Preços de Mercado - “IGP-M”. A provisão para crédito de liquidação duvidosa é considerada suficiente para fazer face a estimativa com perdas futuras na realização do saldo de contas a receber, tendo em vista que esses créditos possuem garantia real dos lotes vendidos, na medida em que a concessão das correspondentes escrituras ocorre mediante a liquidação e/ou negociação dos recebíveis dos clientes. 2.2.6. Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Cédula de Crédito Imobiliário (“CCI”): A Companhia efetuou financeiramente cessão de créditos de recebíveis imobiliários para a securitização e emissão de CRIs. Essa cessão, quando não apresenta qualquer direito de regresso, é registrada como conta redutora do saldo de contas a receber. Quando da existência de direitos de regresso contra a Companhia, o contas a receber cedido é mantido no balanço patrimonial e em contrapartida é constituída uma conta no passivo. As garantias financeiras, quando a participação é adquirida (CRI subordinado) e mantida em garantia aos recebíveis alienados, são contabilizadas no balanço patrimonial no “Ativo não circulante”, sob a rubrica “Títulos e valores mobiliários” ao seu valor de realização, equivalente ao seu valor justo. A Companhia e suas controladas realizaram a cessão e/ou securitização de recebíveis, relativas aos créditos com alienação fiduciária de loteamentos concluídos e em construção. Essa securitização foi realizada mediante a emissão de Cédula de Crédito Imobiliário (CCI), que são cedidos às instituições financeiras. Os recursos obtidos pela cessão foram classificados na rubrica “Obrigações com cessões de direitos creditórios”, até a liquidação das cédulas pelos clientes. O custo da operação é registrado na rubrica “Despesas financeiras” do exercício em que a operação é realizada (Nota 21). 2.2.7. Lotes a comercializar: Os lotes a comercializar estão demonstrados ao custo de aquisição de terrenos e incluem os custos acumulados de infraestrutura e custos financeiros elegíveis aos loteamentos, que não excede ao seu valor líquido de realização. No caso de lotes em desenvolvimento, a parcela em estoque corresponde ao custo incorrido dos lotes ainda não comercializados. A Companhia capitaliza juros aos loteamentos durante a fase de preparação da infraestrutura, desde que existam empréstimos em aberto (limitado ao montante da respectiva despesa financeira), os quais são reconhecidos ao resultado na proporção das unidades vendidas, mesmo critério dos demais custos. Os lotes a comercializar são revisados anualmente, na data de encerramento do exercício, para avaliar a recuperação do valor contábil de cada loteamento, independente de terem ocorrido eventos ou mudanças nos cenários macroeconômicos que indiquem que o valor contábil não será recuperável. Quando o custo dos lotes a comercializar exceder o fluxo de conta esperado das suas vendas, concluídas ou em desenvolvimento, uma perda de redução ao valor recuperável é reconhecida no período em que foi determinado que o valor não será recuperável. 2.2.8. Gastos com intermediação das vendas - Comissões: Os gastos com corretagem são registrados no resultado na rubrica “Despesas com Vendas” observando-se o mesmo critério adotado para o reconhecimento das receitas das unidades vendidas, com base no custo incorrido em relação ao custo orçado. Encargos relacionados com a comissão de venda pertencente ao adquirente do imóvel, não constitui receita ou despesa da Companhia. 2.2.9. Provisão para garantia: A Companhia e suas controladas mantêm provisão para cobrir gastos com reparos em lotes cobertos no período de garantia, exceto para controladas que operam com empresas terceirizadas, que são as próprias garantidoras dos serviços prestados. O prazo de garantia oferecido é de cinco anos a partir da entrega do lote. 2.2.10. Investimentos: A Companhia obtém o controle sobre uma entidade quando possui o poder de controlar suas políticas financeiras e operacionais e tem a capacidade para auferir benefícios e estar exposta aos riscos de suas atividades. Em situações em que existam acordos que garantem à Companhia direito de veto em decisões que afetem significativamente os negócios da sociedade, caracterizando o controle compartilhado; estas são consideradas como controladas em conjunto. Os investimentos nas controladas e nas controladas em conjunto são registrados na controladora pelo método de equivalência patrimonial. Nas demonstrações financeiras consolidadas, as controladas em conjunto são consolidadas proporcionalmente pelo percentual de participação da controladora nestas empresas. Quando a participação da Companhia nas perdas das controladas ou controladas em conjunto ultrapassa o valor do investimento, a Companhia reconhece a parcela residual no passivo a descoberto, uma vez que a mesma assume obrigações, efetua pagamentos em nome dessas sociedades e/ ou efetua adiantamentos para futuro aumento de capital. Para isso, a Companhia constitui provisão no montante considerado adequado para suprir as obrigações da controlada (Nota 7). 2.2.11. Imobilizado: O imobilizado é registrado ao custo de aquisição, líquido de depreciação acumulada e/ou perdas acumuladas por redução ao valor recuperável, se aplicável. A depreciação é calculada com base no método linear, tomando-se por base a vida útil estimada dos bens, como segue: (i) Veículos - cinco anos; (ii) Móveis, utensílios e instalações - dez anos; (iii) Computadores e licenças para utilização de software - cinco anos. O valor residual, vida útil e métodos de depreciação são revisados quando há modificações, em relação às informações do exercício social anterior ou em relação à situação atual de ativos. Os gastos incorridos com a construção dos estandes de vendas e respectivas mobílias são utilizados no prazo máximo de 1 ano considerado como despesa no lançamento do empreendimento. Um item de imobilizado é baixado quando vendido ou quando nenhum benefício econômico-futuro for esperado do seu uso ou venda eventual. Eventual ganho ou perda resultante da baixa do ativo (calculado como sendo a diferença entre o valor líquido da venda e o valor contábil do ativo) são incluídos na demonstração do resultado, no exercício em que o ativo for baixado. Os ativos imobilizados estão sujeitos a análises periódicas sobre a deterioração de ativos (“impairment”). Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 não havia indicadores de “impairment” sobre o imobilizado. 2.2.12. Imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido: (i) Imposto de renda e contribuição social correntes: O imposto corrente é o imposto a pagar ou a receber/compensar esperado sobre o lucro ou prejuízo tributável do exercício. Para o cálculo do imposto de renda e contribuição social sobre o lucro corrente, a Companhia adota o Regime Tributário de Transição (RTT), que permite expurgar os efeitos decorrentes das mudanças promovidas pelas Leis nº 11.638/2007 e 11.941/2009, da base de cálculo desses tributos. O imposto de renda (25%) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL (9%) são calculados observando-se suas alíquotas nominais, que conjuntamente, totalizam 34%. O imposto de renda diferido é gerado por diferenças temporárias da data do balanço entre as bases fiscais de ativos e passivos e seus valores contábeis. Conforme facultado pela legislação tributária, certas (Valores expressos em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) controladas e controladas em conjunto optaram pelo regime de lucro presumido. Para essas empresas, a base de cálculo do imposto de renda e contribuição social é baseada no lucro estimado apurado à razão de 8% e 12% sobre as receitas brutas, respectivamente, sobre o qual se aplica as alíquotas nominais do respectivo imposto e contribuição. (ii) Imposto de renda e contribuição social diferidos: O imposto diferido é reconhecido com relação aos prejuízos fiscais e às diferenças temporárias entre os valores contábeis de ativos e passivos para fins contábeis e os correspondentes valores usados para fins de tributação. Seu reconhecimento ocorre na extensão em que seja provável que o lucro tributável dos próximos anos esteja disponível para ser usado na compensação do ativo fiscal diferido, com base em projeções de resultados elaboradas e fundamentadas em premissas internas e em cenários econômicos-futuros que possibilitam a sua utilização total, ou parcial mediante a constituição de uma reserva para a não realização do saldo. Periodicamente, os valores contabilizados são revisados e os efeitos, considerando os de realização ou liquidação, estão refletidos em consonância com o disposto na legislação tributária. O imposto de renda diferido sobre prejuízos fiscais acumulados não possui prazo de prescrição, porém a sua compensação é limitada a 30% do montante do lucro tributável de cada exercício. Sociedades que optam pelo regime de lucro presumido não podem compensar prejuízos fiscais de um período em anos subsequentes, e por esse motivo não são contabilizados tributos diferidos. Caso a realização do imposto diferido ativo não seja provável, o saldo não é reconhecido, após avaliação efetuada anualmente. Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, a Companhia não reconheceu integralmente tributos diferidos ativos calculados sobre saldo de prejuízo fiscal (Nota 12) face ao histórico e perspectiva de lucros tributáveis. A Companhia apresenta o saldo de imposto diferido líquido, apurado por entidade jurídica. As diferenças temporárias ativas em excesso às diferenças temporárias passivas não tiveram o respectivo direito fiscal reconhecido, bem como o saldo de prejuízos fiscais não utilizados para a compensação com 30% do saldo de tributos passivos (Nota 12). 2.2.13. Outros passivos circulantes e não circulantes: São demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis acrescidos, quando aplicável dos correspondentes encargos e variações monetárias até a data do balanço patrimonial, cuja contrapartida é lançada ao resultado do exercício. Quando aplicável os passivos circulantes e não circulantes são registrados ao valor presente com base em taxas de juros que refletem o prazo, a moeda e o risco de cada transação. 2.2.14. Plano de opção de compra de ações: A Companhia oferece aos empregados e administradores, devidamente aprovado pelo Conselho de Administração, o plano de remuneração com base em ações (“stock options”), segundo o qual recebe os serviços como contraprestações das opções de compra de ações outorgadas. O valor justo dos serviços recebidos dos empregados nos planos, em troca de opções, é determinado com referência no valor justo das ações, estabelecido na data da outorga. O valor justo dos serviços recebidos dos empregados e administradores em troca das opções é reconhecido como despesa em contrapartida ao patrimônio líquido, à medida que os serviços são prestados pelos empregados e administradores. Em uma transação liquidada, para os títulos patrimoniais em que o plano é modificado, uma despesa mínima é reconhecida e corresponde às despesas como se os termos não tivessem sido alterados. Uma despesa adicional é reconhecida para qualquer modificação que aumenta o valor justo total das opções outorgadas, ou que de outra forma beneficia o funcionário, mensurada na data da modificação. Em caso de cancelamento de um plano de opção de compra de ações, o mesmo é tratado como se tivesse sido outorgado na data do cancelamento, e qualquer despesa não reconhecida do plano, é reconhecida imediatamente. Porém, se um novo plano substitui o plano cancelado, e é designado um plano substituto na data de outorga, o plano cancelado e o novo plano são tratados como se fossem uma modificação ao plano original, conforme mencionado anteriormente. 2.2.15. Outros benefícios a empregados: Os benefícios concedidos a empregados e administradores da Companhia incluem, como a remuneração fixa (salários e contribuições para a seguridade social - INSS, FGTS, férias e 13º salário), remunerações variáveis como participações nos lucros, bônus e remuneração com base em ações. Esses benefícios são registrados no resultado do exercício, na rubrica “Despesas gerais e administrativas”, à medida que são incorridos. O sistema de bônus opera com metas corporativas individuais, estruturados na eficiência dos objetivos corporativos, seguidos por objetivos de negócios e finalmente por objetivos individuais. A Companhia e suas controladas não mantêm planos de previdência privada e plano de aposentadoria ou outros benefícios pós-emprego. 2.2.16. Ajuste a valor presente - de ativos e passivos: Os elementos integrantes do ativo e do passivo, decorrentes de operações de longo prazo ou de curto prazo quando houver efeito relevante, são ajustados a valor presente. Entidades de incorporação imobiliária, nas vendas a prazo de unidades não concluídas, apresentam recebíveis com atualização monetária, inclusive a parcela das chaves, sem juros, e devem ser descontados a valor presente, uma vez que os índices de atualização monetária contratados não incluem o componente de juros. A reversão do ajuste a valor presente, considerando-se que parte importante do contexto operacional da Companhia é a de financiar os seus clientes, foi realizada, tendo como contrapartida o próprio grupo de receitas de incorporação imobiliária, de forma consistente com os juros incorridos sobre a parcela do saldo de contas a receber referentes ao período “pós-chaves”. Desse modo, determinados elementos integrantes do ativo e do passivo são ajustados a valor presente, com base em taxas de desconto, as quais visam refletir as melhores estimativas, quanto ao valor do dinheiro no tempo. A taxa utilizada de desconto tem como fundamento e premissa a taxa média dos financiamentos e empréstimos obtidos pela Companhia, líquidas do efeito inflacionário (Nota 5). 2.2.17. Provisão para redução ao valor recuperável de ativos não financeiros: A Administração revisa no mínimo anualmente ou quando acontece algum evento relevante, o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas e operacionais, que possam indicar perda de seu valor recuperável. Quando tais evidências são identificadas, e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, é constituída provisão para deterioração ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. 2.2.18. Custos de empréstimos: Os custos de empréstimos diretamente relacionados aos empreendimentos durante a fase de construção e terrenos enquanto atividades no preparo do ativo para venda estão sendo realizadas, são capitalizados como parte do custo do ativo correspondente, desde que existam empréstimos em aberto, os quais são reconhecidos ao resultado na proporção das unidades vendidas, mesmo critério dos demais custos. Todos os demais custos de empréstimos são registrados como despesa no período em que são incorridos. Custos de empréstimos compreendem juros e outros custos incorridos relativos aos empréstimos, incluindo os de captação. Os encargos não apropriados ao resultado das controladas e controladas em conjunto devem ser apresentados nas demonstrações financeiras da controladora, em conta de investimentos no ativo não circulante (Nota 7). 2.2.19. Provisões: Provisões são reconhecidas quando a Companhia tem uma obrigação presente em consequência de um evento passado, e é provável que benefícios econômicos sejam requeridos para liquidar a obrigação de uma estimativa confiável do valor possa ser feita. (i) Provisão para demandas judiciais: A Companhia é parte de diversos processos judiciais e administrativos. Provisões são constituídas para todas as demandas referentes a processos judiciais para os quais, como resultado de acontecimento passado, é provável que uma saída de recursos seja feita para liquidar a demanda e uma estimativa razoável do montante possa ser feita. A avaliação da probabilidade de perda inclui a avaliação das evidências disponíveis, a hierarquia das leis, as jurisprudências disponíveis, as decisões mais recentes nos tribunais e sua relevância no ordenamento jurídico, bem como a avaliação dos advogados externos. As provisões são revisadas e ajustadas para levar em conta alterações nas circunstâncias, tais como prazo de prescrição aplicável, conclusões de inspeções fiscais ou exposições adicionais identificadas com base em novos assuntos ou decisões de tribunais. Os resultados reais podem divergir das estimativas da Administração. Os passivos contingentes avaliados como de perdas possíveis são divulgados em nota explicativa e os passivos contingentes significativos que forem avaliados como de perdas remotas não são provisionados e nem divulgados. Ativos contingentes são reconhecidos somente quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, transitadas em julgado. Os ativos contingentes com êxitos prováveis são apenas divulgados em nota explicativa. Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, não há causas envolvendo ativos contingentes. (ii) Provisão para crédito de liquidação duvidosa e distratos: A provisão para crédito de liquidação duvidosa e distratos é considerada suficiente, tendo em vista que esses créditos possuem garantia real dos lotes vendidos, na medida em que a concessão das correspondentes escrituras ocorre mediante a liquidação e/ou negociação dos recebíveis dos clientes. 2.2.20. Impostos sobre vendas: Receitas, des os impostos sobre vendas incorridos na compra de bens ou serviços não forem recuperáveis junto às autoridades fiscais, hipótese em que o imposto sobre vendas é reconhecido como parte do custo de aquisição do ativo ou do item de despesa, conforme o caso; ou a pagar, é incluído como componente dos valores a receber ou a pagar no balanço patrimonial. No regime de incidência não cumulativa, as alíquotas da contribuição para o PIS e da COFINS são, respectivamente, de 1,65% e de 7,6%, para as empresas no regime de tributação do lucro real, calculadas sobre a receita operacional bruta e com desconto de créditos apurados com base em custos e despesas. Para as empresas optantes do regime de tributação de lucro presumido, no regime de incidência cumulativa, as alíquotas da contribuição para o PIS e da COFINS são, respectivamente, de 0,65% e de 3% sobre a receita operacional bruta, sem deduções em relação a custos. 2.2.21. Demonstração do fluxo de caixa: As demonstrações dos fluxos de caixa são preparadas e apresentadas de acordo com o Pronunciamento Contábil CPC 03 (R2) - Demonstração dos fluxos de caixa, emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Certos acordos de dívida exigem que a Companhia mantenha títulos e valores mobiliários como garantia para os saldos em aberto. Tais aplicações são vinculadas enquanto mantidas em garantia. A Companhia contabiliza as compras e as vendas de tais aplicações como atividades de investimentos na demonstração de fluxos de caixa. 2.2.22. Ações em tesouraria: Instrumentos patrimoniais próprios que são readquiridos (ações em tesouraria) são reconhecidos ao custo e registrados em conta redutora do patrimônio líquido. Nenhum ganho ou perda é reconhecido na demonstração do resultado na compra, venda, emissão ou cancelamento dos instrumentos patrimoniais próprios da Companhia. Qualquer diferença entre o valor contábil e a contraprestação é reconhecida em outras reservas de capital. 2.2.23. Lucro por ação básico e diluído: O lucro básico por ação é calculado pela divisão do lucro líquido disponível (alocado) aos acionistas ordinários pelo número médio ponderado de ações ordinárias em aberto durante o período. O lucro por ação diluído é calculado de maneira similar ao lucro por ação básico, exceto pelo fato de que as quantidades de ações em circulação são aumentadas para incluir um número de ações adicionais, as quais teriam sido consideradas no cálculo dos lucros básicos, caso as ações com potencial de diluição, tivessem sido convertidas. 2.2.24. Obrigações por compra de imóveis e adiantamentos de clientes: As obrigações na aquisição de lotes são reconhecidas pelos valores correspondentes às obrigações contratuais assumidas. Em seguida, são apresentados pelo custo amortizado, isto é, acrescidos, quando aplicável, de encargos e juros proporcionais ao período incorrido (“pro-rata temporis”), líquido do ajuste a valor presente. 2.2.25. Demonstração do resultado abrangente: Para atender às disposições societárias (CPC 26 (R1)), a Companhia optou por apresentar a demonstração do resultado abrangente em suas demonstrações financeiras, mesmo o resultado abrangente refere-se ao resultado do exercício. A Companhia não possui outros resultados abrangentes além do resultado do exercício. continua... São Paulo, quinta-feira, 14 de março de 2013 Página 15 ALPHAVILLE URBANISMO S.A. CNPJ/MF nº 00.446.918/0001-69 ...continuação Notas explicativas às demonstrações financeiras individuais e consolidadas 31 de dezembro de 2012 2.3. Reclassificação nas demonstrações financeiras: Para fins de melhor apresentação e comparabilidade das demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012, foram efetuadas as seguintes reclassificações nas demonstrações financeiras comparativas referentes aos balanços patrimoniais levantados em 31 de dezembro de 2011 e 01 de janeiro de 2011: Controladora Consolidado 2011 2011 Saldo Saldo originalmente Saldo originalmente Saldo apresentado Reclassificações reapresentado apresentado Reclassificações reapresentado Ativo circulante Lotes a comercializar (iii) 34.221 (13.330) 20.891 179.270 179.270 Instrumentos financeiros derivativos (iv) 3.234 (1.873) 1.361 3.234 (1.873) 1.361 Partes relacionadas (i) 195.139 195.139 Outros 170.794 170.794 443.938 443.938 208.249 179.936 388.185 626.442 (1.873) 624.569 Ativo não circulante Instrumentos financeiros derivativos (iv) 1.873 1.873 1.873 1.873 Partes relacionadas (i) 40.798 (40.798) Outros 94.179 94.179 325.732 325.732 Investimentos em controladas e controladas em conjunto (iii) 383.985 13.330 397.315 4.309 4.309 Imobilizado 6.826 6.826 6.826 6.826 525.788 (25.595) 500.193 336.867 1.873 338.740 Ativo total 734.037 154.341 888.378 963.309 963.309 Passivo circulante Passivo à descoberto das controladas Partes relacionadas Outros Passivo não circulante Passivo à descoberto das controladas Outros (ii) (i) (i) 4.444 212.459 216.903 33.557 149.897 4.444 187.898 33.557 154.341 216.903 404.801 16.754 349.031 365.785 (ii) 33.557 157.305 190.862 326.272 734.037 (33.557) (33.557) 154.341 157.305 157.305 326.272 888.378 259.059 259.059 338.465 963.309 Patrimônio líquido Passivo e patrimônio líquido Ativo circulante Lotes a comercializar Partes relacionadas Outros Ativo não circulante Partes relacionadas Investimentos em controladas e controladas em conjunto Outros (iii) (i) (i) (iii) Ativo total Passivo circulante Passivo à descoberto das controladas Partes relacionadas Outros Passivo não circulante Passivo à descoberto das controladas Outros Saldo originalmente apresentado 16.108 95.558 111.666 59.157 245.318 53.819 358.294 469.960 - Reclassificações (13.330) 209.617 196.287 (59.157) 13.330 (45.827) 150.460 18.115 347.670 365.785 259.059 259.059 338.465 963.309 Controladora 01/01/2011 Saldo reapresentado 2.778 209.617 95.558 307.953 258.648 53.819 312.467 620.420 (ii) (i) 8.208 90.936 99.144 64.802 150.460 215.262 64.802 158.668 90.936 314.406 (ii) 64.802 104.257 169.059 201.757 469.960 (64.802) (64.802) 150.460 104.257 104.257 201.757 620.420 Patrimônio líquido Passivo e patrimônio líquido (i) Abertura e reclassificação para circulante de “Partes relacionadas” entre ativo e passivo na controladora e no consolidado. (ii) Saldo de Passivo a descoberto das controladas para o circulante. (iii) Reclassificação, na controladora, do ágio oriundo de aquisição de participação entre “Lotes a comercializar” no ativo não circulante e “Investimentos em controladas e controladas e conjunto”. (iv) Segregação entre circulante e não circulante do saldo de “Instrumentos financeiros derivativos”. As reclassificações acima referidas, não impactaram as demonstrações dos resultados, dos resultados abrangentes, do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010, tampouco o balanço patrimonial consolidado de 01 de janeiro de 2011. 3. Pronunciamentos (novos ou revisados) e interpretações adotadas a partir de 2012 ou aplicáveis a partir de 1º de janeiro de 2013: 3.1 Pronunciamentos (novos ou revisados) e interpretações adotadas a partir de 2012: A Companhia adotou todos os pronunciamentos (novos ou revisados) e interpretações emitidas pelo CPC que estavam em vigor em 31 de dezembro de 2012. Em relação a adoção dos pronunciamentos e interpretações listados abaixo, que passaram a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2012, os mesmos não impactaram as demonstrações financeiras individuais e consolidadas ções Separadas, Demonstrações Consolidadas e Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial. 3.2. Pronunciamentos (novos ou revisados) e interpretações aplicáveis para exercícios sociais iniciados a partir de 1º de janeiro de 2013: Os pronunciamentos (novos ou revisados) e as interpretações listados a seguir, que foram emitidos pelo CPC, possuem aplicação obrigatória para os exercícios sociais iniciados a partir de 1º valor justo. A Companhia não adotou de forma antecipada os referidos pronunciamentos (novos ou revisados) e interpretações em suas demonstrações financeiras individuais e consolidadas de 31 de dezembro de 2012. A Administração, com base em análises preliminares realizadas até o presente momento, estima que a adoção dos CPCs 19 (R2) e 36 (R3) impactarão de forma significativa as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia em 2013, uma vez que certos investimentos em controladas com controle em conjunto deixarão de ser consolidados proporcionalmente e passarão a ser contabilizados pelo método de equivalência patrimonial. Conforme requerido pelo CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudanças de Estimativas e Retificação de Erros, em suas demonstrações financeiras consolidadas de 2013, a Companhia adotará os CPCs 19 (R2) e 36 (R3) de forma retrospectiva (ajustando os saldos comparativos de 2012) e a Administração, com base em análises preliminares realizadas até o presente momento, identifica abaixo a melhor estimativa dos possíveis impactos nos saldos apresentados de 2012. Saldos Impacto da Saldos 2012, apresenadoção do após adoção tados CPC 19 (R2) do CPC 19 (R2) em 2012 e CPC 36 (R3) e CPC 36 (R3) Balanço patrimonial Ativo circulante 930.048 (56.685) 873.363 Ativo não circulante 462.854 (11.993) 450.861 Investimentos 15.915 42.691 58.606 Total do ativo 1.408.817 (25.987) 1.382.830 Passivo circulante 479.694 (11.455) 468.239 Passivo não circulante 377.139 (14.532) 362.607 Total do passivo 856.833 (25.987) 830.846 Patrimônio líquido 533.220 533.220 Acionistas não controladores 18.764 18.764 Total do patrimônio líquido 551.984 551.984 Total do passivo e patrimônio líquido 1.408.817 (25.987) 1.382.830 Demonstração do resultado Receita operacional líquida Custos operacionais (Despesas) / receitas operacionais Resultado de equivalência patrimonial Resultado financeiro Imposto de renda e contribuição social Acionistas não controladores Lucro líquido do exercício Fluxo de caixa Atividades operacionais Atividades de investimento Atividades de financiamento 1.361 (1.361) - 809.512 (390.604) (160.999) (38.995) (14.784) (7.545) 196.585 (23.944) 13.533 (1.095) 7.732 3.407 367 - 785.568 (377.071) (162.094) 7.732 (35.588) (14.417) (7.545) 196.585 71.581 (61.331) 119.359 32.206 (34.959) - 103.787 (96.290) 119.359 Exceto quanto aos potenciais impactos advindos da adoção do CPC 19 (R2) e CPC 36 (R3) identificados acima, a Administração estima que as adoções dos demais pronunciamentos (novos ou revisados) e interpretações, não deverão impactar de forma significativa as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia de 2013. 4. Caixa e equivalentes de caixa e títulos e valores mobiliários 4.1 Caixa e equivalentes de caixa Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Caixa e bancos 809 5.175 6.491 12.264 Operações compromissadas (Nota 14 (i) e) e (a) 88.555 2.690 149.264 13.882 89.364 7.865 155.755 26.146 Caixa e equivalentes de caixa (a) As operações compromissadas são títulos emitidos pelos bancos com o compromisso de recompra do título por parte do banco, e de revenda pelo cliente, com taxas definidas, e prazos pré-determinados, lastreados por títulos privados ou públicos dependendo da disponibilidade do banco e são registradas na CETIP. Em 31 de dezembro de 2012, as operações compromissadas incluem juros auferidos de 80% a 101,8% do Certificado de Depósito Interbancário - CDI (75% a 100% do CDI em 2011). Os investimentos são realizados junto a instituições financeiras avaliadas pela Administração como de primeira linha. 4.2 Títulos e valores mobiliários Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Certificados de depósitos bancários (a) 109.353 72.348 139.802 106.980 Créditos restritos (b) 1.179 4.299 26.972 4.299 Títulos e valores mobiliários (Nota 14 (i) e) 110.532 76.647 166.774 111.279 (a) Em 2012, os Certificados de Depósitos Bancários (CDB´s) incluem juros auferidos variando de 80% a 103% (de 80% a 100,5% em 2011) do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). Os CDB´s que a Companhia aplica tem rendimentos sempre superiores a 98% do CDI, porém operamos com operações de curto prazo (inferior a 20 dias úteis) por meio de operações compromissadas em que o rendimento é menor (a partir de 75% do CDI). Em contrapartida, esta modalidade de aplicação é isenta de IOF, o que não ocorre no caso dos CDB´s. (b) Valores referentes a créditos em contas corrente bloqueados temporariamente devido a participação do Parceiro, cuja expectativa de liberação da Companhia é de até 90 dias. Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, o valor contabilizado referente aos fundos de investimentos abertos e exclusivos estão avaliados como “held for trading” ao valor justo, contra o resultado do exercício. (Valores expressos em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 5.Contas a receber Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Promitentes compradores de lotes 215.919 156.092 791.523 634.479 (-) Ajuste a Valor Presente (AVP) (15.517) (20.378) (79.518) (78.067) 200.402 135.714 712.005 556.412 Circulante Não circulante 71.584 320.981 293.496 64.130 391.024 262.916 99.628 100.774 As parcelas do circulante e não circulante têm vencimento nos seguintes exercícios sociais: Controladora Consolidado Vencimento 2012 2011 2012 2011 2012 - 66.819 - 268.358 2013 107.342 27.368 356.827 112.136 2014 82.645 21.863 124.404 89.583 2015 25.932 40.042 98.872 52.385 2016 73.141 38.752 2017 em diante - 138.279 73.265 Total 215.919 156.092 791.523 634.479 (-) Ajuste a Valor Presente (AVP) (15.517) (20.378) (79.518) (78.067) Total Geral (Nota 14 (i) e) 200.402 135.714 712.005 556.412 O saldo de contas a receber dos lotes vendidos e ainda não concluídos não está totalmente refletido nas demonstrações financeiras. Seu registro é limitado à parcela da receita, reconhecida contabilmente, líquida das parcelas já recebidas. Os saldos de adiantamentos de clientes, superiores ao montante de receita reconhecida no período, montam na controladora em R$12.959 em 31 de dezembro de 2012 (R$16.847 em 2011), e no consolidado em R$63.421 em 31 de dezembro de 2012 (R$34.597 em 2011) (Nota 9). O saldo de contas a receber de unidades concluídas, financiado pela Companhia, de forma geral, é atualizado pela variação do IGP-M, sendo a receita apurada registrada no resultado na rubrica “Receita de vendas de lotes e permutas”. Os montantes reconhecidos nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 totalizam R$7.116 e R$4.104, respectivamente. O valor líquido do ajuste a valor presente reconhecido nas receitas de incorporação imobiliária do exercício findo em 31 de dezembro de 2012 foi uma despesa de R$4.861 (R$7.419 em 2011) na controladora, e no consolidado, uma despesa de R$1.451 (R$27.413 em 2011). As contas a receber de lotes não concluídos foram mensuradas a valor presente considerando a taxa de desconto apurada segundo critérios descritos na Nota 2.2.16. A taxa praticada pela Companhia e suas controladas foi de 4,83% para o exercício de 2012 (6,19% em 2011), líquida do IGP-M. A Companhia e suas controladas celebraram em 14 de novembro de 2012 contrato de Cessão de Créditos Imobiliários (CCI), o qual tem por objeto a cessão, pelo Cedente ao Cessionário, de uma carteira pré-selecionada de créditos imobiliários residenciais performados e a performar, originários da Companhia e suas controladas e controladas em conjunto. A carteira bruta cedida de recebíveis totaliza R$88.844 (controladora) e R$117.537 no consolidado (na participação AUSA) e em troca de caixa, na data da transferência, descontado ao seu valor presente, por R$72.924 (controladora) e R$96.540 no consolidado (na participação AUSA), classificado na rubrica “Obrigações com cessão de direitos creditórios”. A carteira continua sendo mantida no saldo de contas a receber até a liquidação por parte do cliente. Em 31 de dezembro de 2012, o saldo passivo dessa operação é de R$77.215 na controladora e R$100.757 no consolidado. 6. Lotes a comercializar Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 (Reapresentado) Terrenos 37.845 35.607 76.794 69.142 (-) Ajuste a valor presente (511) (1.058) (511) (1.057) Lotes em desenvolvimento (Nota 22.2) 39.881 14.207 129.590 147.906 Lotes concluídos 11.095 88.732 22.787 Provisão para realização de lotes concluídos (Nota 20) (373) 88.310 48.756 294.232 238.778 Circulante Não circulante 20.891 233.834 179.270 27.865 60.398 59.508 60.629 27.681 Conforme mencionado na Nota 8, o saldo de encargos financeiros consolidados capitalizados em 31 de dezembro de 2012 é de R$8.884 (R$8.593 em 2011). O ajuste a valor presente no saldo de lotes a comercializar refere-se à parcela da contrapartida do ajuste a valor presente das obrigações por compra de imóveis sem efeito no resultado (Nota 9). 7. Investimentos em controladas e controladas em conjunto: (i) Participações societárias: a) Informações de controladas e controladas em conjunto: As principais informações integrais das participações societárias mantidas estão resumidas a seguir: Total do passivo Patrimônio Lucro liquido Total do e acionistas não Líquido (prejuízo) Equivalência % - Participação ativo controladores e AFAC do exercício Investimento patrimonial Razão Social 2012 2011 2012 2012 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 (Reclassificado) Alphaville Campo Grande Empr. Imob. Ltda. 100% 100% 46.836 9.985 36.851 18.966 17.884 10.306 36.851 18.966 17.884 10.306 Alphaville Eusébio Empr. Imob. Ltda. 100% 100% 14.078 2.930 11.148 10.653 495 1.638 11.148 10.653 495 1.638 Terras Alpha 1 Empr. Imob. Ltda 100% 100% 24.719 4.511 20.207 11.787 8.421 7.148 20.207 11.787 8.421 7.148 Alphaville Gravatai Empr. Imob. Ltda 100% 100% 27.330 8.338 18.992 12.658 6.334 4.803 18.992 12.658 6.334 4.803 Alphaville João Pessoa Empr. Imob. Ltda. 100% 100% 10.276 148 10.127 9.639 488 653 10.127 9.639 488 653 Krahô Empr. Imob. S.A. 48% 48% 29.481 1.276 28.205 33.484 (3.296) 1.266 13.397 15.905 (1.566) 601 Alphaville Londrina Ltda. - Geral 100% 100% 10.750 1.283 9.467 8.692 776 (95) 9.467 8.692 776 (95) Alphaville Manaus Empr. Imob. Ltda 100% 100% 50.800 17.581 33.219 10.104 23.115 1.711 33.219 10.104 23.115 1.711 Alphaville Natal Empr. Imob. Ltda. 100% 100% 7.539 1.586 5.953 5.440 513 1.096 5.953 5.440 513 1.096 Alphaville Ribeirão Preto Empr. Imob. S.A. 100% 100% 101.928 48.297 53.631 41.219 21.012 38.305 53.631 41.219 21.012 38.305 Alphaville São José dos Campos Empr. Imob. Ltda. 100% 100% 74.018 13.718 60.300 10.271 50.029 10.625 60.300 10.271 50.029 10.625 Alphaville Caruaru Empr. Imob. Ltda 70% 70% 10.608 4.275 6.333 12.604 979 2.639 4.433 8.822 685 1.847 Alphaville Mossoro Empr. Imob. Ltda. 70% 70% 23.426 9.324 14.102 11.558 2.543 3.393 9.871 8.091 1.780 2.375 Alphaville Litoral Norte Empr. Imob. Ltda. 100% 100% 18.901 11.527 7.374 5.866 1.509 3.413 7.374 5.866 1.509 3.413 SPE Leblon S.A. 40% 40% 42.050 1.498 40.551 38.325 7.105 2.875 16.220 15.330 2.842 1.150 Gafisa SPE -77 Empr. Imob. Ltda. 35% 35% 98.275 70.228 28.047 58.362 6.574 16.789 9.817 20.427 2.301 5.876 Razão Social Alphaville SPE 03 Empr. Imob. Ltda. Alphaville SPE 08 Empr. Imob. Ltda Alphaville Belem Empr. Imob. Ltda SL Sociedade Loteadora Ltda. (i) Ajuste OCPC 01- capitalização de juros Diversas (*) Ágio na aquisição de participação (ii) Passivo à descoberto das controladas (**) Alphaville Sant´Anna Empr. Imob. Ltda. Alphaville SPE Conceito A Rio Costa do Sol Empr. Imob. Ltda. Alphaville Gramado Empr. Imob. Ltda. Alphaville Juiz de Fora Empr. Imob. Ltda. Alphaville Sergipe Empr. Imob. Ltda Alphaville Pinheiros Empreend. Imob. Ltda. Alphaville Recife Empr. Imob. Ltda Alphaville D. Pedro Ltda. Alphaville Maringá Ltda. Diversas (***) % - Participação 2012 2011 70% 70% 100% 100% 90% 90% 31% 31% - Total do passivo Total e acionistas não do ativo controladores 2012 2012 29.380 13.089 180.832 63.720 61.887 17.527 295.812 202.447 1.158.926 503.288 100% 100% - - 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% - 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% - 195 15.443 57.487 73.125 16.858 16.080 46.465 79.403 Lucro liquido Patrimônio (prejuízo) Equivalência Líquido do exercício Investimento patrimonial 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 16.291 9.975 6.316 9.083 11.404 6.983 4.421 6.358 117.113 119.012 6.851 22.199 117.113 119.012 6.851 22.199 44.360 19.694 24.666 20.788 43.890 17.725 22.199 18.709 5.445 - 4.510 4.309 1.688 2.943 - 6.281 8.147 (1.866) 2.204 93.367 30.539 74.393 57.630 79.864 13.939 74.475 29.020 - 13.330 13.330 655.638 478.848 262.152 216.265 597.399 397.315 244.386 172.885 (16.662) (637) 11.022 (6.277) (1.371) (2.559) (6.581) (2.934) (378) (21) (2.354) (16.431) (852) (95) (33.576) (231) 215 8.160 8.144 3.606 - (1.371) - 3.606 (1.521) - (2.559) - (1.521) - (2.696) (2.696) - (6.581) (2.912) - (2.934) - (2.912) (11) (378) (11) (33) (21) (33) (2.555) - (2.354) - (2.555) (317) (347) (16.431) (231) (317) 412 (637) (852) 215 412 (9) (2.727) (76) (1.965) (8) (6.036) (3.711) (33.557) (1.981) (6.035) 242.405 166.850 (*) Montante obtido da soma de investimentos abaixo de R$4mil. (**) Registrados no passivo circulante. (***) Montante obtido da soma de investimentos abaixo de (R$340). (i) Investimento avaliado pelo método de equivalência patrimonial (não consolidado integralmente ou proporcionalmente). (ii) Ágio na aquisição de 25% da participação da SPE Reserva Santa Clara. a) Movimentação dos investimentos 2012 2011 Saldo inicial em 31 de dezembro 397.315 258.648 Equivalência patrimonial 242.405 166.850 Adiantamento para futuro aumento de capital 32.925 1.213 Dividendos propostos (25.817) (14.263) Obrigações com investidores ((dividendos pagos) e juros) (Nota 10) (8.749) 16.764 Usufruto de ações (dividendos pagos) (Nota 10) (8.600) Reclassificação provisão para passivo a descoberto (29.846) (31.245) Outros Investimentos (2.234) (652) Saldo em 31 de dezembro 597.399 397.315 Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia encontra-se adimplente em relação às cláusulas descritas acima e outras cláusulas não restritivas. As parcelas circulantes e não circulantes têm o seguinte vencimento: Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Fluxo Fluxo Valor de caixa Valor Valor de caixa Valor contábil contratual contábil contábil contratual contábil 2012 69.459 87.717 2013 62.408 74.503 13.953 75.687 88.320 15.286 2014 59.708 65.510 17.574 61.362 67.181 17.574 2015 54.682 61.835 41.264 54.682 61.835 41.264 2016 52.629 54.527 52.629 54.527 2017 em diante 13.654 23.132 13.654 23.132 Total 243.081 279.507 142.250 258.014 294.995 161.841 8. Empréstimos e financiamentos As despesas financeiras de empréstimos são capitalizadas ao custo de empreendimentos em andamento e terrenos com prospecção de lançamento, de acordo com a utilização dos recursos, e apropriadas ao resultado de acordo com o critério adotado para o reconhecimento de receitas, conforme abaixo demonstrado. A taxa de capitalização utilizada na determinação do montante dos custos de empréstimos elegível à capitalização foi de 10,14% em 31 de dezembro de 2012 (11,49% em 31 de dezembro 2011). Consolidado 2012 2011 Despesas financeiras líquidas 17.694 18.644 Encargos financeiros capitalizados (5.097) (8.125) Encargos financeiros líquidos (Nota 21) 12.597 10.519 Encargos financeiros incluídos na rubrica lotes a comercializar Saldo inicial 8.593 5.943 Encargos financeiros capitalizados 5.097 8.125 Encargos apropriados ao resultado (4.806) (5.475) Saldo final (Nota 6) 8.884 8.593 Tipo de operação Capital de giro (a) Vencimentos Ago/13 a Mar/17 Sistema Financeiro de Habitação - SFH Parcela circulante Parcela não circulante Taxa de juros Controladora Consolidado ao ano 2012 2011 2012 2011 CDI + 0,82 até 3,04% 243.081 142.250 251.399 161.841 Abr/14 TR + 8,30% 6.615 243.081 142.250 258.014 161.841 62.408 69.459 75.687 87.717 180.673 72.791 182.327 74.124 (a) Corresponde às linhas de financiamento junto a instituições financeiras para a captação de recursos necessários ao desenvolvimento dos empreendimentos. Como garantia dos empréstimos foram dados cauções de direitos creditórios no valor de R$145.570. Em 31 de dezembro de 2012, houve emissão de Cédula de Crédito Bancário (CCB), no montante de R$130.000. A CCB é garantida pelo penhor de títulos creditórios no montante de 100% do saldo devedor da operação. A Companhia possui cláusulas restritivas em alguns empréstimos e financiamentos que restringem a habilidade na tomada de determinadas ações, como a emissão de novas dívidas e pode requerer o vencimento antecipado ou o refinanciamento de empréstimos se a Companhia não cumprir com essas cláusulas restritivas. A Companhia está sujeita a índices e limites de adimplência (“covenants”), sendo: (i) limitações ao nível de endividamento total, e (ii) a manutenção de índice de dívida líquida, conforme descritos a seguir: 2012 2011 Dívida líquida dividida pelo patrimônio líquido não deve exceder a 3 (0,12) 0,07 Total de contas a receber mais estoques de unidades concluídas deve ser maior que 1,3 vezes a dívida líquida mais obrigações por compra de imóveis mais custos e despesas a apropriar 4,09 vezes 3,55 vezes 9. Obrigações por compra de imóveis e adiantamentos de clientes Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 27.991 27.410 - (11.171) (7.423) Obrigações por compra de imóveis Ajuste a valor presente (AVP) Adiantamentos de clientes: - Incorporações (Notas 5 e 22.1) - AVP de incorporações (Notas 5 e 22.1) - Permutas físicas Circulante Não circulante - vencimento até 2015 14.943 19.973 (1.984) (3.126) 12.959 16.847 12.959 - 16.847 - 72.251 (8.830) 80.241 37.693 (3.126) 30 54.584 72.503 7.738 41.439 13.145 continua... Página 16 São Paulo, quinta-feira, 14 de março de 2013 ALPHAVILLE URBANISMO S.A. CNPJ/MF nº 00.446.918/0001-69 ...continuação Notas explicativas às demonstrações financeiras individuais e consolidadas 31 de dezembro de 2012 As obrigações são, substancialmente, atualizadas pela variação do Índice Nacional da Construção Civil - INCC ou pela variação do Índice Geral de Preços - Mercado - IGP-M e juros que variam entre 8,6% e 12,0% ao ano e representam os saldos a pagar com recursos financeiros relacionados aos contratos de aquisição de terrenos, objetivando o lançamento de futuros empreendimentos. O valor total do ajuste a valor presente, calculado com base na taxa mencionada na Nota 5, reconhecido nos custos de lotes a comercializar do exercício findo em 31 de dezembro de 2012 consolidado foi de R$5.704 (R$(2.476) em 2011). 10. Obrigações com investidores Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Obrigações com investidores 60.192 86.969 Usufruto de ações 27.092 31.291 27.092 31.291 27.092 31.291 87.284 118.260 Parcela circulante Parcela não circulante 10.962 16.130 6.943 24.348 44.487 42.797 40.579 77.681 As parcelas circulantes e não circulantes têm o seguinte vencimento: Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Fluxo Fluxo Valor de caixa Valor Valor de caixa Valor contábil contratual contábil contábil contratual contábil 2012 6.943 40.579 2013 10.962 10.800 8.218 44.487 46.381 34.884 2014 7.304 9.600 7.304 33.971 39.579 33.971 2015 5.098 6.700 5.098 5.098 6.700 5.098 2016 2.815 3.700 2.815 2.815 3.700 2.815 2017 em diante 913 1.200 913 913 1.200 913 Total 27.092 32.000 31.291 87.284 97.560 118.260 Em abril de 2010, a Companhia integralizou capital em uma sociedade com o objeto principal de participação em outras sociedades, que por sua vez, deverão ter como objeto social o desenvolvimento e a realização de empreendimentos imobiliários. Em 31 de dezembro de 2012, a sociedade possui capital subscrito e reserva de capital integralizado de R$135.053 (composto por 81.719.641 ações ordinárias detidas pela Companhia e 53.333.333 ações preferenciais detidas pelos demais acionistas). Em decorrência desta operação, por medida de prudência e considerando os direitos conferidos às ações preferenciais, como pagamento de dividendos fixos e resgate, em 31 de dezembro de 2012, encontra-se registrada uma “Obrigação com investidores” de valor principal R$53.333 (R$80.000 em 2011), com vencimento final em 31 de março de 2014. As ações preferenciais serão remuneradas por meio do pagamento de dividendos fixos cumulativos, substancialmente equivalentes à variação do Índice Geral de Preços de Mercado - IGP-M mais 7,25% ao ano, sendo que, em 31 de dezembro de 2012, o montante provisionado monta à R$6.859 (R$6.969 em 2011). O estatuto social da sociedade prevê submeter à aprovação de certas matérias ao voto dos acionistas detentores das ações preferenciais, como os direitos dessas ações, aumento ou redução do capital, destinação do lucro, criação e utilização de quaisquer reservas de lucro e alienação de ativos. Em 2 de abril de 2012, a Companhia efetuou um pagamento de principal no montante de R$26.667 e R$8.749 de dividendos aos sócios detentores das ações preferenciais. Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, a Companhia encontra-se adimplente em relação às cláusulas descritas acima. Como parte do processo da operação de captação por meio de emissão de Cédulas de Crédito Bancário - CCB, em 2011, a Companhia celebrou instrumento particular de constituição de usufruto oneroso sobre 100% das ações preferenciais da Alphaville Ribeirão Preto Empreendimentos Imobiliários S.A. pelo prazo de 6 (seis) anos, com vencimento em 2017, e captação de R$35.000, registrados com base no custo amortizado por meio da taxa efetiva da transação. Em 31 de dezembro de 2012, o montante total de dividendos pagos aos sócios detentores das ações preferenciais foi de R$8.600 (Nota 7(i)a)). 11. Provisões para demandas judiciais e compromissos: A Companhia e suas controladas são parte em ações judiciais e processos administrativos perante vários tribunais e órgãos governamentais, decorrentes do curso normal das operações, envolvendo questões tributárias, trabalhistas, aspectos cíveis e outros assuntos. A Administração, com base em informações de seus assessores jurídicos, análise das demandas judiciais pendentes e, quanto às ações trabalhistas, com base na experiência anterior referente às quantias reivindicadas, constituiu provisão em montante considerado suficiente para cobrir as perdas estimadas com as ações em curso. A Companhia não espera reembolsos em conexão com o resultado desses processos. Durante os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011, as movimentações na provisão estão sumarizadas a seguir: Total Processos Processos Processos consocíveis tributários (a) trabalhistas lidado Saldo em 31 de dezembro de 2010 846 12.762 190 13.798 Complemento de provisão 54 817 147 1.018 Valores não utilizados/revertidos (31) (51) (82) Saldo em 31 de dezembro de 2011 869 13.579 286 14.734 Complemento de provisão 304 584 888 Valores não utilizados/revertidos (2) (2) Saldo em 31 de dezembro de 2012 1.173 14.163 284 15.620 Parcela não circulante 1.173 14.163 284 15.620 a) Refere-se substancialmente a: Processos judiciais e administrativos relativos à incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre duas importações de aeronaves efetuadas, em 2001 e 2005, por meio de contratos de arrendamento mercantil sem opção de compra. (i) Processos cíveis, tributários e trabalhistas: A Companhia e suas controladas são partes em outros processos trabalhistas, tributários e cíveis decorrentes do curso normal dos seus negócios, os quais, na opinião da Administração e de seus assessores legais, possuem expectativa de perda classificada como possível, sendo que, nenhuma provisão foi constituída para fazer face de desfechos desfavoráveis dos mesmos. O montante desses processos, em 31 de dezembro de 2012, é de R$35.455 (R$25.736 em 2011), conforme descritos abaixo: 2012 2011 Processos cíveis 25.702 17.649 Processos tributários 5.583 5.264 Processos trabalhistas 4.170 2.823 35.455 25.736 O saldo de depósitos judiciais da Companhia e de suas controladas, em 31 de dezembro de 2012, correspondeu a R$2.286 (R$2.225 em 2011) registrados na rubrica de outros créditos no ativo não circulante. (ii) Risco ambiental: Há uma diversidade de legislação ambiental nas esferas federal, estadual e municipal. Estas leis ambientais podem resultar em atrasos para a Companhia na adequação da conformidade e outros custos, e impedir ou restringir empreendimentos. Antes do acordo de parceria de um loteamento, a Companhia efetua a análise de todos os assuntos ambientais necessários e aplicáveis, incluindo a possível existência de materiais perigosos ou tóxicos, substância residual, árvores, vegetação e a proximidade de um terreno para áreas de preservação permanente. Assim, antes do lançamento de um loteamento, a Companhia obtém todas as aprovações governamentais, incluindo licenças ambientais e autorização de construção. Adicionalmente, a legislação ambiental estabelece sanções criminais, cíveis e administrativas para indivíduos e entidades legais para atividades consideradas como infrações ou delitos ambientais. As penalidades incluem suspensão das atividades de desenvolvimento, perdas de benefícios fiscais, reclusão e multa. Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, não há penalidades de fiscalizações em aberto. (iii) Obrigações relacionadas com a conclusão dos loteamentos: A Companhia e suas controladas comprometem-se a entregar unidades imobiliárias por construir em troca de terrenos adquiridos e para garantia de liberação de financiamento, assim como garante parcelas de financiamento de clientes ao longo do desenvolvimento, urbanização e construção. A Companhia também assume o compromisso de concluir as unidades vendidas, assim como atender às leis que regem o setor da construção civil, incluindo a obtenção de licenças das autoridades competentes e prazos para início e entrega dos empreendimentos sujeita a penalidades legais e contratuais. A Companhia mantém compromissos com terceiros (parceiros) e mento com o proprietário do terreno, o qual será sócio ou contratante dos serviços de in sendo contratados, ou com terceiros quaisquer no pré-lançamento ou avaliação do negócio. A Companhia, em 31 de dezembro de 2012, por meio de suas controladas possui obrigações de longo prazo no montante de R$20 (R$6.007 em 2011), relacionados com o fornecimento de matéria-prima utilizada no desenvolvimento dos empreendimentos imobiliários. A Companhia possui contrato de aluguel para o imóvel onde se situa suas instalações, sendo o custo mensal de R$191 reajustado pela variação do IGPM-FGV. 12. Imposto de renda e contribuição social: a) Imposto de renda e contribuição social corrente: A reconciliação da taxa efetiva da alíquota nominal para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, é como segue: Consolidado 2012 2011 Lucro antes do imposto de renda e contribuição social e das participações estatutárias 218.914 192.375 Imposto de renda calculado à alíquota nominal - 34% (74.430) (65.407) Efeito líquido das controladas tributadas pelo lucro presumido 64.421 39.692 Plano de opções de ações (2.972) (558) Diferenças permanentes 2.524 1.659 Encargos sobre obrigações com investidores 1.347 Direitos fiscais não reconhecidos (5.674) (14.784) (24.614) Taxa efetiva de imposto de renda e contribuição social 6,8% 12,8% Despesas de imposto de renda e contribuição social corrente (20.246) (17.972) Despesas de imposto de renda e contribuição social diferido 5.462 (6.642) Os contratos de derivativos são como segue: Contratos de troca de taxas Valor “swap” (Pré para CDI) nominal Banco Votorantim S.A. Banco Votorantim S.A. Banco Votorantim S.A. Banco Votorantim S.A. Banco Votorantim S.A. Banco Votorantim S.A. Banco Votorantim S.A. Banco Votorantim S.A. Banco Votorantim S.A. Banco Votorantim S.A. Banco Votorantim S.A. 90.000 90.000 90.000 90.000 90.000 67.500 67.500 45.000 45.000 22.500 22.500 b) Imposto de renda e contribuição social diferido: O Imposto de Renda e a Contribuição Social diferidos são registrados para refletir os efeitos fiscais futuros atribuíveis às diferenças temporárias entre a base fiscal dos ativos e passivos e os seus respectivos valores contábeis. Os saldos registrados no balanço refletem essas diferenças temporais. Os créditos tributários sobre prejuízos fiscais e bases negativas da contribuição social, não possuem prazo prescricional e a compensação está limitada a 30% dos lucros anuais tributáveis, na extensão que é provável que o lucro tributável esteja disponível para uso na compensação das diferenças temporárias e dos prejuízos fiscais. A Companhia adota o critério de reconhecer ativos e impostos diferidos sobre prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social para as empresas tributadas pelo lucro real, quando sua realização é provável, com base em estudos internos e projeções. Quanto aos créditos referentes a diferenças temporárias relativas às provisões não dedutíveis, constituídos principalmente de contingências em discussão judicial, serão realizados à medida que os processos correspondentes sejam concluídos. A apuração fiscal da Companhia é efetuada com base no reconhecimento de resultados na proporção do recebimento de vendas contratadas, conforme disposições da Secretaria da Receita Federal através da Instrução nº 84/79, a qual difere da apuração da receita contábil com base nos custos incorridos versus custo orçado. A tributação ocorrerá no prazo médio de quatro anos, considerando-se o prazo de recebimento das vendas realizadas e a conclusão das obras correspondentes. Os valores diferidos referentes às empresas optantes pelo regime de tributação pelo lucro presumido no montante de R$588 e R$609, curto e longo prazo respectivamente; foram registrados na rubrica de impostos a pagar. O imposto de renda e a contribuição social diferidos tem a seguinte origem: Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Ativo Provisões para demandas judiciais 5.311 5.971 5.311 5.971 Ajustes CPC 6.921 8.846 6.921 8.846 Demais provisões 6.647 519 6.795 519 Prejuízos fiscais e bases negativas de imposto de renda e contribuição social 38.479 33.380 38.479 33.380 Direitos fiscais não reconhecidos (35.077) (29.403) (35.077) (29.403) 22.281 19.313 22.429 19.313 Passivo Tributação de receita entre regimes de caixa e competência (25.196) (26.884) (26.393) (28.739) Outros (5.024) (5.024) (5.024) (5.024) (30.220) (31.908) (31.417) (33.763) (7.939) (12.595) (8.988) (14.450) 13. Patrimônio líquido: (i) Capital social: O capital social subscrito e integralizado em 31 de dezembro de 2012 é de R$185.252 (R$84.000 em 2011) e está representado por 115.848.000 ações, sendo 115.347.000 ordinárias, nominativas escriturais e sem valor nominal e 501.000 ações preferenciais, mantidas em tesouraria, para exercício de opções de ações. O Conselho de Administração da Companhia está autorizado a deliberar a emissão de ações ordinárias ou preferenciais, dentro do limite do capital autorizado, independentemente de reforma estatutária. Em 14 de janeiro de 2012, conforme Ata de Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária foram deliberadas os seguintes itens: (i) Destinação do lucro líquido do exercício findo em 31 de dezembro de 2010, no valor de vestimento prevista no artigo 26 do Estatuto Social da Companhia. (ii) Aumento do capital 2012, a Companhia efetuou a recompra de 420.000 ações em tesouraria no montante de R$13.461, referente às opções exercidas dos programas de opção de compra de ações. Em 23 de novembro de 2012, foi aprovado pela Assembleia Geral Extraordinária, o aumento de capital social da Companhia em virtude do exercício de opção de compra de ações no montante de R$2.979, com a emissão de 350.000 novas ações preferenciais. Em 20 de dezembro de 2012, foi aprovado aumento de capital no montante de R$38.273, sem a emissão de novas ações, mediante a incorporação de parcela dos dividendos atribuídos aos detentores de ações ordinárias. Adicionalmente, foram aprovadas as demonstrações financeiras do ano de 2011. Conforme artigo 5º, parágrafo segundo do estatuto social da Companhia, os acionistas preferencialistas não são remunerados, apenas suas ações têm prioridade no reembolso de capital, sem prêmio. Em 31 de dezembro de 2012, a totalidade de ações preferenciais está mantida em tesouraria. A mutação do número de ações é conforme segue: Ações - em milhares Capital Preferenciais Em social Ordi- Nomi- tesouR$ mil nárias nativas raria Total 31 de dezembro de 2011 84.000 115.347 70 81 115.498 Aumento capital social sem emissão de ações 98.273 Exercício de opção de compra de ações 2.979 350 350 Recompra de ações (420) 420 31 de dezembro de 2012 185.252 115.347 501 115.848 (ii) Destinação dos Resultados: Reserva legal: A reserva legal é constituída anualmente como destinação de 5% do lucro líquido do exercício, e não poderá exceder a 20% do capital social. A reserva legal tem por fim assegurar a integridade do capital social e somente poderá ser utilizada para compensar prejuízo e aumentar o capital. Dividendos propostos: Os dividendos propostos são calculados nos termos do estatuto, assegurando o direito a dividendo obrigatório, não inferior a 25% do lucro líquido, calculado nos termos da legislação societária brasileira. O cálculo da reserva legal e dos dividendos propostos são como segue: 2012 2011 Lucro líquido do exercício 196.585 161.148 Reserva legal - 5% 9.829 8.057 186.756 153.091 Dividendos - 25% 46.690 38.273 Valor dos dividendos por ação - ordinárias 0,4048 0,3318 Reserva de lucros: Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, o saldo das reservas de lucros ultrapassou o capital social conforme limite definido no estatuto social. De acordo com o artigo 199 da Lei das S.A. (Lei nº 6.404 alterada pela Lei nº 11.638 de 2007) quando as reservas de lucros atingirem o limite do capital social, a assembleia deliberará sobre aplicação do excesso no aumento do capital social ou na distribuição de dividendos. Conforme estatuto social, a Companhia pode manter reserva para investimentos para a qual poderão ser destinados até 71,25% do lucro líquido ajustado de cada exercício, até o limite de 80% do capital social, com a finalidade de assegurar recursos para a expansão das atividades da Companhia. A destinação foi realizada em 25 de fevereiro de 2013, conforme Ata da Assembleia Geral Extraordinária, com a aprovação de aumento de capital no montante de R$96.462, sem a emissão de novas ações, mediante a capitalização parcial do saldo da reserva de retenção de lucros (Nota 23). A destinação para reserva de retenção de lucros do exercício de 2011 foi realizada em 14 de janeiro de 2012, conforme Ata de Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária. 14. Instrumentos financeiros: A Companhia e suas controladas mantêm operações com instrumentos financeiros. A administração desses instrumentos é efetuada por meio de estratégias operacionais e controles internos visando liquidez, rentabilidade e segurança. A contratação de instrumentos financeiros com o objetivo de proteção é feita por meio de uma análise periódica da exposição ao risco que a Administração pretende cobrir (câmbio, taxa de juros e etc.) o qual é aprovado pelo Conselho de Administração para aprovação e operacionalização da estratégia apresentada. A política de controle consiste em acompanhamento permanente das condições contratadas versus condições vigentes no mercado. A Companhia e suas controladas não efetuam aplicações de caráter especulativo ou quaisquer outros ativos de risco. Os resultados obtidos com estas operações estão condizentes com as políticas e estratégias definidas pela Administração da Companhia. As operações da Companhia e das suas controladas estão sujeitas aos fatores de riscos abaixo descritos: (i) Considerações sobre riscos: a) Risco de crédito: A Companhia e suas controladas restringem a exposição a riscos de crédito associados a caixa e equivalentes de caixa, efetuando seus investimentos em instituições financeiras avaliadas como de primeira linha e com remuneração em títulos de curto prazo. Com relação às contas a receber, a Companhia restringe a sua exposição a riscos de crédito por meio de vendas para uma base ampla de clientes e de análises de crédito contínua. Adicionalmente, inexistem históricos relevantes de perdas em face da existência de garantia real de recuperação de seus produtos nos casos de inadimplência durante o período de construção. Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, não havia concentração de risco de crédito relevante associado a clientes. b) Instrumentos financeiros derivativos: A Companhia mantém instrumentos derivativos com o objetivo de mitigar o risco de sua exposição à volatilidade índices e juros, reconhecidos por seu valor justo diretamente no resultado do exercício. De acordo com suas políticas de tesouraria, a Companhia não possui ou emite instrumentos financeiros derivativos para fins outros que não os de proteção. Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, a Companhia possuía contratos de instrumentos derivativos para proteção na oscilação de taxa de juros, com vencimento final em março de 2017. Indexador Original “Swap” Início Fim 2012 Pré 13,0074% Pré 12,3600% Pré 12,7901% Pré 12,0559% Pré 14,2511% Pré 12,6190% Pré 15,0964% Pré 11,3249% Pré 14,7577% Pré 10,7711% Pré 17,2387% CDI 0,31% CDI 0,31% CDI 0,31% CDI 0,31% CDI 2,41% CDI 0,31% CDI 2,41% CDI 0,31% CDI 2,41% CDI 0,31% CDI 2,41% 19/12/2011 30/03/2012 28/09/2012 28/03/2013 30/09/2013 28/03/2014 30/09/2014 30/03/2015 30/09/2015 31/03/2016 30/09/2016 30/03/2012 28/09/2012 28/03/2013 30/09/2013 28/03/2014 30/09/2014 30/03/2015 30/09/2015 31/03/2016 30/09/2016 30/03/2017 2.198 1.938 1.641 1.123 923 332 414 94 436 9.099 Circulante Não circulante 4.136 4.963 2011 (Reapresentado) 505 856 815 238 117 251 297 (54) 97 (55) 167 3.234 1.361 1.873 Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, o montante de R$5.865 (R$3.234 em 2011) (Nota 21), referente ao resultado líquido da operação de “swap” de juros foi reconhecido na linha de “resultado financeiro”, permitindo a correlação do efeito dessas operações com a flutuação da taxa de juros no balanço da Companhia. c) Risco de taxa de juros: Decorre da possibilidade de a Companhia e as suas controladas sofrerem ganhos ou perdas decorrentes de oscilações de taxas de juros incidentes sobre seus ativos e passivos financeiros. Visando à mitigação desse tipo de risco, a Companhia e suas controladas buscam diversificar a captação de recursos em termos de taxas prefixadas ou pós- (Valores expressos em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) -fixadas. As taxas de juros sobre empréstimo estão mencionadas na Nota 8. As taxas de juros contratadas sobre aplicações financeiras estão mencionadas na Nota 4. d) Risco de liquidez: O risco de liquidez consiste na eventualidade da Companhia e suas controladas não dispor de recursos suficientes para cumprir com seus compromissos em função dos prazos de liquidação de seus direitos e obrigações. Para mitigar os riscos de liquidez e a otimização do custo médio ponderado do capital, a Companhia monitora permanentemente seu nível de endividamento de acordo com os padrões de mercado e o cumprimento de índices (covenants) previstos em contratos de empréstimos de modo a garantir que a geração operacional de caixa e a captação prévia de recursos, quando necessária, sejam suficientes para a manutenção do seu cronograma de compromissos. Os vencimentos dos instrumentos financeiros empréstimos e financiamentos, fornecedores e obrigações com investidores são como segue: Controladora: Menos 1 a 3 4 a 5 Mais que Em 31 de dezembro de 2012 de 1 ano anos anos 5 anos Total Empréstimos e financiamentos (Nota 8) 62.408 114.390 66.283 - 243.081 Fornecedores 16.461 - 16.461 Obrigações com investidores (Nota 10) 10.962 12.402 3.728 - 27.092 Menos 1 a 3 4 a 5 Mais que Em 31 de dezembro de 2011 de 1 ano anos anos 5 anos Total Empréstimos e financiamentos (Nota 8) 69.459 31.527 41.264 - 142.250 Fornecedores 9.761 9.761 Obrigações com investidores (Nota 10) 6.943 15.522 7.913 913 31.291 Consolidado: Menos 1 a 3 4 a 5 Mais que Em 31 de dezembro de 2012 de 1 ano anos anos 5 anos Total Empréstimos e financiamentos (Nota 8) 75.687 116.044 66.283 - 258.014 Fornecedores 67.369 - 67.369 Obrigações com investidores (Nota 10) 44.487 39.069 3.728 - 87.284 Menos 1 a 3 4 a 5 Mais que Em 31 de dezembro de 2011 de 1 ano anos anos 5 anos Total Empréstimos e financiamentos (Nota 8) 87.717 32.860 41.264 - 161.841 Fornecedores 23.174 - 23.174 Obrigações com investidores (Nota 10) 40.579 68.855 7.913 913 118.260 e) Hierarquia de valor justo: A Companhia utiliza a seguinte hierarquia para determinar e divulgar o valor justo de instrumentos financeiros pela técnica de avaliação: Nível 1: preços negociados (sem ajustes) em mercados ativos para ativos idênticos ou passivos; Nível 2: outras técnicas para as quais todos os dados que tenham efeito significativo sobre o valor justo registrado sejam observáveis, direta ou indiretamente; Nível 3: técnicas que usam dados que tenham efeito significativo no valor justo registrado que não sejam baseados em dados observáveis no mercado. Segue abaixo o nível de hierarquia do valor justo para os instrumentos financeiros ativos mensurados a valor justo através do resultado da Companhia apresentados nas demonstrações financeiras para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e de 2011. Controladora Consolidado Hierarquia de valor justo - 2012 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Ativos financeiros Equivalentes de caixa (Nota 4.1) - 88.555 - 149.264 Títulos e valores mobiliários (Nota 4.2) - 110.532 - 166.774 Instrumentos financeiros derivativos (Nota 14.b) - 9.099 9.099 Contas a receber (Nota 5) - 200.402 - 712.005 - Ativos financeiros Equivalentes de caixa (Nota 4.1) Títulos e valores mobiliários (Nota 4.2) Instrumentos financeiros derivativos (Nota 14.b) Contas a receber (Nota 5) Controladora Consolidado Hierarquia de valor justo - 2011 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 1 Nível 2 Nível 3 - 2.690 - - 13.882 - - 76.647 - - 111.279 - - 3.234 - 135.714 - 3.234 - 556.412 - Adicionalmente apresentamos a hierarquia de valor justo para os instrumentos financeiros passivos: Controladora Consolidado Hierarquia de valor justo - 2012 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Empréstimos e financiamentos (Nota 14 (ii)) - 258.316 - 273.272 Fornecedores - 16.461 - 67.369 Obrigações com investidores (Nota 10) - 27.092 - 90.578 - Empréstimos e financiamentos (Nota 14 (ii)) Fornecedores Obrigações com investidores (Nota 10) Controladora Consolidado Hierarquia de valor justo - 2011 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 1 Nível 2 Nível 3 - 143.402 - 9.761 - - 162.993 - 23.174 - - 31.291 - - 118.260 - No decorrer dos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011, não houve transferências entre avaliações de valor justo nível 1 e nível 2 nem transferências entre avaliações de valor justo nível 3 e nível 2. (ii) Valor justo dos instrumentos financeiros: a) Cálculo do valor justo: Os seguintes valores justos estimados foram determinados usando as informações de mercado disponíveis e metodologias apropriadas de avaliação. Entretanto, um julgamento considerável é necessário para interpretar informações de mercado e estimar o valor justo. Assim, as estimativas aqui apresentadas não são necessariamente indicativas dos montantes que a Companhia poderia realizar no mercado atual. O uso de diferentes premissas de mercado e/ou metodologias de estimativas podem tem um efeito significativo nos valores justos estimados. Os seguintes métodos e premissas seguintes foram usados para estimar o valor justo para cada classe dos instrumentos financeiros para os quais a estimativa de valores é praticável: (i) Os valores caixa e equivalentes de caixa, títulos e valores mobiliários, contas a receber e demais recebíveis e fornecedores e demais passivo circulante se aproximam de seu valor justo registrado nas demonstrações financeiras, tendo em vista suas naturezas de curto prazo. (ii) O valor justo dos empréstimos bancários e outras dívidas financeiras, é estimado através dos fluxos de caixa futuro descontado utilizando taxas anualmente disponíveis para dívidas ou prazos semelhantes e remanescentes. Segue abaixo os valores contábeis e justos dos principais ativos e passivos e financeiros em 31 de dezembro de 2012 e de 2011: Controladora 2012 2011 Valor Valor Valor Valor contábil justo contábil justo Ativos financeiros Caixa e equivalentes de caixa (Nota 4.1) 89.364 89.364 7.865 7.865 Títulos e valores mobiliários (Nota 4.2) 110.532 110.532 76.647 76.647 Instrumentos financeiros derivativos (Nota 14 (i)(b)) 9.099 9.099 3.234 3.234 Contas a receber (Nota 5) 200.402 200.402 135.714 135.714 Passivo financeiro Empréstimos e financiamentos (Nota 8) 243.081 258.316 142.250 143.402 Fornecedores 16.461 16.461 9.761 9.761 Obrigações com investidores (Nota 10) 27.092 27.092 31.291 31.291 Ativos financeiros Caixa e equivalentes de caixa (Nota 4.1) Títulos e valores mobiliários (Nota 4.2) Instrumentos financeiros derivativos (Nota 14 (i)(b)) Contas a receber (Nota 5) Passivo financeiro Empréstimos e financiamentos (Nota 8) Fornecedores Obrigações com investidores (Nota 10) Valor contábil Consolidado 2012 2011 Valor Valor Valor justo contábil justo 155.755 155.755 26.146 26.146 166.774 166.774 111.279 111.279 9.099 9.099 3.234 3.234 712.005 712.005 556.412 556.412 258.014 273.272 161.841 162.993 67.369 67.369 23.174 23.174 87.284 90.578 118.260 118.260 b) Risco de aceleração de dívida: Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, a Companhia possuía contratos de empréstimos e financiamentos em vigor, com cláusulas restritivas (“covenants”), relacionadas à geração de caixa, índices de endividamento e outros. Essas cláusulas restritivas estão sendo observadas pela Companhia e não restringem a sua capacidade de condução normal de seus negócios. c) Risco de mercado: A Companhia dedica-se à incorporação, construção e venda de loteamentos. Além dos riscos que afetam de modo geral o mercado imobiliário, tais como interrupções de suprimentos e volatilidade do preço dos materiais e equipamentos de construção, mudanças na oferta e procura de empreendimentos em certas regiões, greves e regulamentos ambientais e de zoneamento, as atividades da Companhia são especificamente afetadas pelos seguintes imobiliário como um todo, através da desaceleração da economia, aumento dos juros, futuro, em decorrência de nova regulamentação ou condições de mercado, de corrigir monetariamente os recebíveis, de acordo com certas taxas de inflação, conforme atualmente permitido, o que poderia tornar um projeto inviável financeira ou economicamente. por unidade, necessário para vender todas as unidades pode ficar abaixo do esperado, de falência ou dificuldades financeiras significativas de uma grande companhia do setor imobiliário, o setor como um todo pode ser prejudicado, o que poderia causar uma redu mercado imobiliário local e regional, tais como excesso de oferta, escassez de terrenos de compradores terem uma percepção negativa quanto à segurança, conveniência e de lucro da Companhia podem ser afetadas em virtude de aumento dos custos operacio dos empreendimentos podem não ser concluídas dentro do cronograma, acarretando o mento de pagamento após a entrega das unidades adquiridas a prazo. A Companhia tem o direito de promover ação de cobrança, tendo por objetivo os valores devidos e/ou a retomada da unidade do comprador inadimplente, não podendo assegurar que será capaz de reaver o valor total do saldo devedor ou, uma vez retomado o imóvel, a sua venda em continua... São Paulo, quinta-feira, 14 de março de 2013 Página 17 ALPHAVILLE URBANISMO S.A. CNPJ/MF nº 00.446.918/0001-69 ...continuação Notas explicativas às demonstrações financeiras individuais e consolidadas 31 de dezembro de 2012 nal - CMN sobre a aplicação dos recursos destinados ao Sistema Financeiro da Habi mercado dos terrenos mantidos em estoque, antes da incorporação do empreendimento ao qual se destina, e a incapacidade de preservar as margens anteriormente projetadas para as respectivas incorporações. (iii) Gestão do capital social: O objetivo da gestão de capital da Companhia é assegurar que se mantenha uma classificação de crédito forte perante as instituições e uma relação de capital ótima, a fim de suportar os negócios da Companhia e maximizar o valor aos acionistas. A Companhia controla sua estrutura de capital fazendo ajustes e adequando às condições econômicas atuais. Para manter ajustada esta estrutura, a Companhia pode efetuar pagamento de dividendos, retorno de capital aos acionistas, captação de novos empréstimos. Não houve alterações quanto aos objetivos, políticas ou processos durante os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011. A Companhia inclui dentro da estrutura de dívida líquida: empréstimos e obrigações com investidores menos disponibilidades (caixa e equivalentes de caixa e títulos e valores mobiliários): Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Empréstimos e financiamentos (Nota 8) 243.081 142.250 258.014 161.841 Obrigações com investidores (Nota 10) 27.092 31.291 87.284 118.260 (-) Caixa e equivalentes de caixa e títulos e valores mobiliários (Nota 4.1 e 4.2) (199.896) (84.512) (322.529) (137.425) Dívida líquida 70.277 89.029 22.769 142.676 Patrimônio líquido 533.220 326.272 551.984 338.465 Patrimônio líquido e dívida líquida 603.497 415.301 574.753 481.141 (iv) Análise de sensibilidade: Segue abaixo quadro demonstrativo de análise de sensibilidade dos instrumentos financeiros para um período de um ano, exceto pelos contratos de swap que são analisados até a data de seu vencimento, que descreve os riscos que podem gerar variações materiais no resultado da Companhia, nos termos determinados pela CVM por meio da Instrução 475//08, a fim de apresentar 25% e 50% de apreciação/ depreciação na variável de risco considerada. Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia possui os seguintes instrumentos financeiros: a) Títulos e valores mobiliários, empréstimos e financiamentos e instrumentos financeiros derivativos indexados ao CDI; b) Contas a receber e obrigações com investidores indexados ao IGP-M; c) Lotes a comercializar, indexados ao Índice Nacional de Construção Civil - INCC. Os cenários considerados foram: Cenário I: apreciação 50% das variáveis de risco utilizadas para precificação; Cenário II: apreciação de 25% das variáveis de risco utilizadas para precificação; Cenário III: depreciação de 25% das variáveis de risco utilizadas para precificação; Cenário IV: depreciação de 50% das variáveis de risco utilizadas para precificação. Em 31 de dezembro de 2012: Cenário I II III IV Aumento Aumento Redução Redução Operação Risco 50% 25% 25% 50% Títulos e valores Aumento/ mobiliários Redução do CDI 9.385 4.692 (4.692) (9.385) Empréstimos e Aumento/ financiamentos Redução do CDI (6.000) (3.000) 3.000 6.000 Instrumentos Aumento/ derivativos Redução do CDI (8.256) (4.284) 4.615 9.610 Efeito líquido da variação do CDI (4.871) (2.592) 2.923 6.225 Obrigações com Aumento/ investidores Redução do IGP-M (2.181) (1.090) 1.090 2.181 Contas a receber Aumento/ Redução do IGP-M 66.359 33.180 (33.180) (66.359) Efeito líquido da variação do IGP-M 64.178 32.090 (32.090) (64.178) Lotes a comercializar Aumento/ Redução do INCC 7.771 3.885 (3.885) (7.771) Efeito líquido da variação do INCC 7.771 3.885 (3.885) (7.771) Em 31 de dezembro de 2011: Operação Títulos e valores mobiliários Empréstimos e financiamentos Instrumentos derivativos Efeito líquido da variação do CDI Obrigações com investidores Contas a receber Efeito líquido da variação do IGP-M Lotes a comercializar Efeito líquido da variação do INCC Risco Aumento/ Redução do CDI Aumento/ Redução do CDI Aumento/ Redução do CDI Aumento/ Redução do IGP-M Aumento/ Redução do IGP-M Aumento/ Redução do INCC Cenário I II III IV Aumento Aumento Redução Redução 50% 25% 25% 50% 5.803 2.902 (2.902) (7.735) (3.867) 3.867 (5.803) 7.735 (12.614) (6.661) 7.476 15.904 (14.546) (7.626) 8.441 17.836 (2.071) (1.035) 1.035 2.071 13.251 6.625 (6.625) (13.251) 11.180 5.590 (5.590) (11.180) 6.245 3.123 (3.123) (6.245) 6.245 3.123 (3.123) (6.245) 15. Partes relacionadas: 15.1 Saldos com partes relacionadas: As transações entre a controladora e as empresas relacionadas são realizadas em condições e preços estabelecidos entre as partes. As operações com partes relacionadas referem-se substancialmente a aportes financeiros em SPEs para desenvolvimento dos empreendimentos imobiliários, cujo saldo é como segue: Controladora Consolidado Descrição 2012 2011 2012 2011 Ativo (Reapre(Reapresentado) sentado) Partes relacionadas Conta corrente (a) Alphaville Sant´Anna Empr. Imob. 26.238 31.207 Alpha Conceito A Rio das Ostras 12.639 18.296 Alphaville Gravataí Empr. Imob. 5.500 13.600 Alphaville Juiz de Fora 9.049 3.861 Alphaville Manaus Empr. Imob. Ltda 9.871 6.477 Porto Alegre 22.317 3.543 Alphaville Dom Pedro 40 15.303 Alphaville Maringá 11.762 12.540 Outros (*) 55.195 68.241 152.611 173.068 Dividendos a receber Krahô Empr. Imob.S.A. 611 392 SPE Leblon Incorporadora S.A. 516 696 Alphaville Cajamar Empr. Imob. Ltda - 20.900 Outros(**) 175 83 1.302 22.071 153.913 195.139 (*) Representado por valores pulverizados inferiores a R$7.300. (**) Representado por valores inferiores a R$250. Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, não houve capitalização utilizando saldo de dividendos a receber. Controladora Consolidado Descrição 2012 2011 2012 2011 Passivo (Reapre(Reapresentado) sentado) Partes relacionadas Conta corrente (a) Rio das Ostras 36.544 23.703 Alphaville Sergipe 18.681 São José dos Campos 31.744 24.234 Alphaville SPE 08 Empr. Imob. 30.183 65.600 Outros (*) 83.154 40.804 6.069 18.115 200.306 154.341 6.069 18.115 Dividendos a pagar Gafisa S.A. 37.352 47.096 37.352 47.096 Acionistas não controladores 9.338 11.774 9.338 11.774 46.690 58.870 46.690 58.870 (*) Representado por valores pulverizados, inferiores a R$7.000. (a) A Companhia participa do desenvolvimento de empreendimentos de incorporação imobiliária com outros parceiros de forma direta ou por meio de partes relacionadas, baseados na formação de empreendimentos em conjunto. A estrutura de administração desses empreendimentos e a gerência de caixa são centralizadas na empresa líder do empreendimento, que gerencia o desenvolvimento das obras e os orçamentos. Assim, o líder do empreendimento assegura que as aplicações de recursos necessários sejam efetuadas e alocadas de acordo com o planejado. As origens e aplicações de recursos dos empreendimentos estão refletidas nesses saldos, com observação do respectivo percentual de participação, os quais não estão sujeitos à atualização ou encargos financeiros e não possuem vencimento pré-determinado. O prazo médio de desenvolvimento e finalização dos empreendimentos, nos quais se encontram aplicados os recursos, é de 12 a 18 meses. 15.2 Avais, garantias e fianças: As operações financeiras das subsidiárias integrais ou empreendimentos Conselho de Administração Renato de Albuquerque Nuno Luís de Carvalho Lopes Alves Alceu Duilio Calciolari Odair Garcia Senra Andre Bergstein em conjunto da Companhia são avalizadas ou afiançadas na proporção da participação da Companhia no capital social de tais sociedades, a exceção de caso específico em que a Companhia concede garantia em favor de instituições financeiras, cujo montante é de R$145.570, em 31 de dezembro de 2012. 15.3 Transações com a Administração: Nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, os montantes registrados na rubrica “Despesas gerais e administrativas” referentes à remuneração dos membros da Administração da Companhia estão demonstrados a seguir: Em 31 de dezembro de 2012 Remuneração da Administração Conselho de Diretoria Conselho Administração Estatutária Total Fiscal Número de membros 5 4 9 3 Remuneração fixa anual (em R$) 1.988 1.988 59 Salário/pró-labore 1.836 1.836 59 Benefícios diretos e indiretos 153 153 Valor mensal da remuneração (em R$) 153 153 10 Total da remuneração 1.988 1.988 59 Em 31 de dezembro de 2011 Remuneração da Administração Conselho de Diretoria Conselho Administração Estatutária Total Fiscal Número de membros 5 4 9 Remuneração fixa anual (em R$) 1.933 1.933 Salário/pró-labore 1.801 1.801 Benefícios diretos e indiretos 132 132 Valor mensal da remuneração (em R$) 161 161 Total da remuneração 1.933 1.933 O montante global anual a ser distribuído entre os administradores da Companhia para o exercício de 2012, a título de remuneração fixa e variável é de até R$5.600. O Conselho de Administração da Companhia não é remunerado. A remuneração baseada em ações está descrita na Nota 18. 15.4 Operações comerciais: Em 31 de dezembro de 2012, não existiu vendas contratadas por lotes à Administração (R$361 em 2011) e o saldo total a receber é R$212 (R$1.018 em 2011). 15.5 Participação nos lucros e resultado: A Companhia mantém um programa de remuneração variável que proporciona aos seus empregados e administradores, e aos de suas subsidiárias, o direito de participar nos lucros e resultados da Companhia. Este programa está vinculado ao alcance de objetivos específicos, os quais são estabelecidos, acordados e aprovados pelo Conselho de Administração no início de cada ano. A constituição da provisão para bônus da Companhia no exercício de 2012 leva em consideração um conjunto de metas, dentre elas uma métrica mandatória: geração de caixa total. Deste modo, em 31 de dezembro de 2012, a Companhia registrou uma provisão para participação nos lucros e resultados no montante de R$15.684 na controladora (R$16.822 em 2011) e R$16.302 no consolidado (R$17.075 em 2011) na rubrica “Participação dos funcionários e administradores”. Deste montante, R$3.700 refere-se à despesa para participação nos lucros e resultados para a diretoria estatutária da Companhia. 16. Receita operacional líquida Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Receita operacional bruta Venda de lotes e permuta 225.279 237.346 851.341 710.824 Construção e Prestação de Serviços 523 1.539 670 1.823 Deduções da receita bruta (20.950) (22.958) (42.499) (40.048) Receita operacional líquida 204.852 215.927 809.512 672.599 17. Seguros: A Companhia e suas controladas possuem cobertura de seguro de responsabilidade para danos pessoais a terceiros e danos materiais a ativos tangíveis, bem como para riscos de incêndio, relâmpagos, danos elétricos, fenômenos naturais e explosões de gás. A cobertura contratada é considerada suficiente pela Administração para cobrir os riscos possíveis para seus ativos e/ou suas responsabilidades. As premissas de riscos adotados, dada a natureza e sua peculiaridade não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações financeiras, consequentemente não foram auditadas pelos nossos auditores independentes. 18. Plano de opção de compra de ações: A Companhia possui, no total, quatro planos de opção de compra de ações preferenciais, em modelos de Phantom Stocks que foram lançados em 2007, 2008, 2010 e 2011. As opções outorgadas conferem aos seus titulares (funcionários) o direito de subscrever ações preferenciais no capital social da Companhia, após períodos que variam entre um e cinco anos de permanência no quadro de funcionários da Companhia (condição essencial para o exercício da opção), e expiram após o período dez anos da data da outorga. As movimentações das opções em circulação nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011, as quais incluem seus respectivos preços médios ponderados de exercício, estão apresentados a seguir: 2012 2011 Média Média ponderada ponderada Número do preço do Número do preço do de opções exercício (R$) de opções exercício (R$) Opções em circulação no início do exercício 1.629.000 10,48 1.932.000 8,01 Opções outorgadas 364.000 10,48 Opções exercidas (210.000) 7,61 (133.000) 7,81 Opções expiradas (23.000) 7,61 (534.000) 7,61 Opções em circulação no final do exercício 1.396.000 7,31 1.629.000 10,48 O percentual de diluição em 31 de dezembro de 2012 é de (0,50%), correspondendo a um lucro por ação após diluição de R$1,6958 (R$1,7043 antes da diluição). As opções em circulação e as opções exercíveis em 31 de dezembro de 2012, são como segue: Opções em circulação Opções exercíveis Média Média Média ponderada da ponderada ponderada Número vida contratual do preço do Número do preço do de opções remanescente (anos) exercício (R$) de opções exercício (R$) 1.396.000 7,2 7,31 854.000 9,62 Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, a Companhia não outorgou opções em conexão com seus planos de opção de compra de ações ordinárias (364.000 opções outorgadas em 2011). Os valores justos das opções outorgadas durante o exercício de 2011 totalizaram R$1.654 e os mesmos foram determinados com base nas seguintes premissas: 2011 Modelo de precificação Binomial Preço de exercício das opções (R$) 10,48 Média ponderada do preço das opções (R$) 10,48 Volatilidade esperada (%) - (*) 40% Prazo de vida esperado das opções (anos) 7,2 Rendimento de dividendos (%) 1,90% Taxa de juros livre de risco (%) 10,64% (*) A volatilidade foi determinada com base em análises de regressão da relação da volatilidade das ações da controladora, Gafisa S.A., com o índice do Ibovespa. A Companhia registrou despesas com o plano de opção de compra de ações no montante de R$8.740 no exercício findo em 31 de dezembro de 2012 (R$1.640 em 2011). 19. Lucro por ação: Quando o preço no exercício de compra de opções de ações for superior ao preço de mercado das ações, os resultados diluídos por ações não são afetados pela opção de compra de ações. Conforme o CPC 41, ações com potencial de diluição não são consideradas quando há uma perda, pois o impacto seria de anti-diluição. A tabela abaixo apresenta o cálculo do lucro por ação básico e diluído. 2012 2011 Numerador básico Dividendos propostos 46.690 38.273 Lucros não distribuídos 149.895 122.875 Lucros não distribuídos, disponíveis para os titulares de ações ordinárias 196.585 161.148 Denominador básico (em milhares de ações) Ações ordinárias 115.347 115.347 Ações preferenciais em tesouraria 501 151 Média ponderada do número de ações 115.347 115.498 Lucros básicos por ação - R$ 1,7043 1,3952 Ações ordinárias 1,7043 1,3952 Numerador diluído Dividendos propostos 46.690 38.273 Lucros não distribuídos 149.895 122.875 Lucros não distribuídos, disponíveis para os titulares de ações ordinárias 196.585 161.148 Denominador diluído (em milhares de ações) Média ponderada do número de ações 115.347 115.498 Opção de ações 579 579 Média ponderada diluída do número de ações 115.926 116.077 Lucros diluídos por ação - R$ 1,6958 1,3883 Ações ordinárias 1,6958 1,3883 Diretoria (Valores expressos em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 20. Custos e despesas por natureza Estão representadas por: Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Custo de incorporação e venda de lotes: Custo de construção (94.541) (91.848) (367.223) (300.681) Custo de terrenos (9.016) (20.759) Custo de incorporação - (8.412) (3.785) (15.427) Encargos financeiros capitalizados (4.806) (7.930) Manutenção/garantia (1.440) (1.963) (6.147) (6.355) Provisão para realização de lotes concluídos (Nota 6) 373 (95.981)(102.223) (390.604) (351.152) Despesas comerciais: Despesas com marketing Despesas com corretagem e comissão de vendas (27.691) (21.395) (61.501) (42.148) (3.495) (1.549) (5.065) (3.053) (31.186) (22.944) (66.566) (45.201) Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Despesas gerais e administrativas: Despesas com salários e encargos (38.496) (22.936) (38.496) (22.936) Despesas com benefícios a empregados (3.644) (1.910) (3.644) (1.910) Despesas com viagens e utilidades (4.233) (4.367) (4.233) (4.367) Despesas com serviços prestados (10.427) (3.247) (10.427) (3.247) Despesas com aluguéis e condomínios (2.589) (2.528) (2.589) (2.528) Despesas com informática (4.016) (1.760) (4.016) (1.760) Despesas com desenvolvimento organizacional (2.697) (2.162) (2.697) (2.162) Outras (2.739) (6.270) (3.070) (6.584) (68.841) (45.180) (69.172) (45.494) 21. Resultado financeiro Controladora 2012 2011 Instrumentos financeiros derivativos (Nota 14 (i)(b)) Rendimento de aplicações financeiras Outras receitas Total receitas financeiras 5.865 5.438 932 12.235 3.234 6.544 1.368 11.146 Consolidado 2012 2011 5.865 9.827 2.043 17.735 3.234 9.770 2.414 15.418 Juros sobre captações, liquido de capitalização (Nota 8) Despesas bancárias Descontos concedidos e outras despesas financeiras Obrigações com investidores Securitização de recebíveis (Nota 5) Total despesas financeiras (11.798) (3.646) (15.506) (11.317) (11.264) (13.813) (11.264) (13.813) (8.715) - (11.875) (44.825) (34.646) (56.730) (36.326) Resultado financeiro líquido (32.590) (23.500) (38.995) (20.908) (9.715) (16.864) (12.597) (10.519) (3.333) (323) (5.488) (677) 22. Loteamentos em construção - informações e compromissos: Com o intuito de aprimorar as suas notas explicativas e em linha com os parágrafos 20 e 21 do ICPC 02 - Contrato de Construção no Setor Imobiliário, a Companhia divulga abaixo algumas informações acerca dos empreendimentos em construção, em 31 de dezembro de 2012: 22.1 A receita contratada de vendas deduzida da receita de vendas apropriada totaliza a receita de vendas a apropriar (parcela residual da receita calculada pelo método de transferência continua conforme Orientação OCPC 04 - Aplicação da Interpretação Técnica (CPC 02 as Entidades de Incorporação Imobiliária Brasileira)). A receita de vendas a apropriar dos lotes em desenvolvimentos somada ao saldo a receber de lotes concluídos, do saldo de adiantamento de clientes e deduzida dos recebimentos acumulados, compõem o saldo de contas a receber de incorporação, conforme apresentado a seguir: Lotes em desenvolvimento: Receita contratada de vendas (*) 1.956.706 Receita de vendas apropriada (A) (**) (845.556) Receita de vendas a apropriar (B) (*) 1.111.150 Lotes concluídos (C) 577.196 Recebimentos acumulados (D) (**) (694.649) Adiantamentos de clientes Parcela excedente à receita apropriada (Nota 9) (E) 63.421 Total de contas a receber de incorporação (Nota 5) (-A+C+D+E) 791.523 (*) Informações não contábeis consideradas no escopo de auditoria independente apenas para suportar a conclusão sobre o valor de receita de vendas apropriada, registrada pelo método de percentagem completada (PoC). (**) Valores demonstrados de forma cumulativa. Dessa forma, os mesmos não refletem os impactos na demonstração de resultados do exercício. A receita dos lotes vendidos e em desenvolvimento é apropriada ao resultado ao longo do período de construção dos empreendimentos, em observação a todos os requerimentos do item 14 do CPC 30 - Receitas. Os procedimentos adotados na apropriação do resultado ao longo do período de construção estão descritos na Nota 2. 22.2 O total de custo incorrido e a incorrer, para os lotes vendidos e em estoque, previsto até a conclusão dos lotes em desenvolvimentos, em 31 de dezembro de 2012, está demonstrado como segue: Lotes em desenvolvimento: Custo incorrido das unidades em estoque (Nota 6) 129.590 Custo orçado a incorrer de unidades em estoque (*) 186.307 Custo total orçado incorrido e a incorrer de unidades em estoque (F) (*) 315.897 Custo orçado dos lotes vendidos (*) (G) 928.908 Custo incorrido dos lotes vendidos (H) (**) (414.928) Custo orçado a apropriar dos lotes vendidos (*) (I) 513.980 Total de custo incorrido e a incorrer (F+G) 1.244.805 (*) Informações não contábeis consideradas no escopo da auditoria independente apenas para suportar a conclusão sobre o valor de receita de vendas apropriada, registrada pelo método de percentagem completada (PoC). (**) Valores demonstrados de forma cumulativa. Dessa forma, os mesmos não refletem os impactos na demonstração de resultados do exercício. 22.3 O resultado estimado a incorrer até a conclusão dos lotes em desenvolvimento para os lotes vendidos, em 31 de dezembro de 2012, está demonstrado como segue: Receita de vendas a apropriar (B) 1.111.150 Custo a apropriar das unidades vendidas (I) (513.980) Resultado estimado 597.170 Informações não contábeis consideradas no escopo de revisão dos auditores independentes apenas para suportar a conclusão sobre o valor de receita de vendas apropriada, registrada pelo método de percentagem completada (PoC). O resultado estimado apresentado não considera os efeitos dos impostos incidentes e do ajuste a valor presente (AVP), que ocorrerão conforme sua realização. 22.4 O resultado acumulado apurado dos lotes em desenvolvimento para os lotes vendidos, em 31 de dezembro de 2012, está demonstrado como segue: Receita de vendas apropriada (A) (**) 845.556 Permuta por terrenos apropriada (**) 12.736 858.292 Custo incorrido de unidades vendidas (H) (**) (414.928) Resultado apurado (**) 443.364 (**) Valores demonstrados de forma cumulativa. Dessa forma, os mesmos não refletem os impactos na demonstração de resultados do exercício. Os resultados apurados acima estão brutos de impostos e ajuste a valor presente (AVP). 23. Eventos subsequentes: Em 25 de fevereiro de 2013, conforme Ata da Assembleia Geral Extraordinária, foi aprovado aumento de capital no montante de R$96.462, sem a emissão de novas ações, mediante a capitalização parcial do saldo da reserva de retenção de lucros (Nota 13). Contador Marcelo Renaux Willer Diretor Superintendente Fábio Bianchini Valle Diretor Comercial e Novos Negócios Claudia Maria Ayres Yassuda Diretora de Negócios Ricardo Cavalari D’Alkmin Telles Diretor de Operações Camillo Thiago de Campos Baggiani Diretor Administrativo e Diretor Financeiro Kátia Cristina Caldeira de Oliveira Diretora de Produto Claudemir José Corvalan - CT- CRC 1SP116707/O-7 Parecer do Conselho Fiscal Os membros do Conselho Fiscal da Alphaville Urbanismo S.A. (“Companhia”) abaixo assinados, em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinaram o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2.012, e a proposta de destinação do resultado do exercício. Com base nos exames efetuados, nas indagações à Administração e aos Auditores Independentes e considerando ainda os termos do Relatório dos Auditores In- dependentes da Ernest & Young Terco sem ressalvas sobre as Demonstrações Financeiras datado de 13 de março 2.013, é de opinião que o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras, a proposta de destinação do resultado do Exercício findo em 31 de dezembro de 2.012, estão em condições de ser aprovados pelos Acionistas em Assembleia Geral Ordinária. São Paulo, 13 de março de 2013. Adriano Rudek de Moura José Antonio Ramos Conselheiro Fiscal Titular Conselheiro Fiscal Titular Olavo Fortes Campos Rodrigues Conselheiro Fiscal Titular continua... Página 18 São Paulo, quinta-feira, 14 de março de 2013 ALPHAVILLE URBANISMO S.A. CNPJ/MF nº 00.446.918/0001-69 ...continuação Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Aos Administradores e Conselheiros da Alphaville Urbanismo S.A. São Paulo - SP. Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Alphaville Urbanismo S.A. (“Companhia”), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras: A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), assim como pelos controles internos que a Administração determinou como necessários para permitir a elaboração das demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses con- troles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil: Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais (controladora) e consolidadas, acima referidas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Alphaville Urbanismo S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas, acima referidas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Alphaville Urbanismo S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Ênfase: Conforme mencionado na Nota 2.1, as demonstrações financeiras individuais (controladora) e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as IFRS aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária consideram adicionalmente a Orientação OCPC 04 - Aplicação da Interpretação Técnica ICPC 02 às Entidades de incorporação Imobiliária brasileiras, editada pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Essa orientação trata do reconhecimento da receita desse setor e envolve assuntos relacionados ao significado e aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e de controle na venda de unidades imobiliárias, conforme descrito em maiores detalhes na Nota 2.2.2. Nossa opinião não está ressalvada em função do assunto acima mencionado. Outros assuntos: Reapresentação das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2011: Em 16 de agosto de 2012, emitimos originalmente nosso relatório de auditoria com opinião sem modificação sobre as demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011. Conforme descrito na Nota 2.3, o balanços patrimoniais, individual e consolidado, de 31 de dezembro de 2011, foram reclassificados em certas rubricas, com o objetivo de alocar entre contas de ativos e passivos e segregação entre curto e longo prazos, determinadas transações, principalmente saldos com partes relacionadas, que foram por nós auditados e com os quais concordamos. Em função da relevância das reclassificações acima mencionadas, estamos reemitindo nesta data a nossa opinião sem modificação sobre as referidas demonstrações financeiras, que compreendem o balanço patrimonial de 31 de dezembro de 2011, bem como as demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, preparados de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil (controladora e consolidado), e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), para o consolidado. ALPHAVILLE URBANISMO S.A. EDITAL DE NOTIFICAÇÃO BANCO SAFRA S/A, por seus procuradores que esta subscrevem com endereço à Rua Pedro Bellegarde, nº 345, TatuapéSão Paulo/SP, vem NOTIFICAR ALEXSANDRO BARBOSA RIBEIRO, inscrito no CPF/CNPJ sob nº 93689870500, atualmente em lugar incerto e não sabido, para pagar em 24 (vinte e quatro) horas, a contar da data desta publicação, no endereço acima indicado, o valor de R$ 43.889,48 (Quarenta e três mil e oitocentos e oitenta e nove reais e quarenta e oito centavos), relativo as parcelas do contrato nº 051011703 vencidas e não pagas 002/060 à 020/060, acrescidas dos encargos moratórios devidos até 01/03/2013, conforme previsto no contrato acima mencionado. Decorrido in albis o prazo assinado para pagamento da importância acima referida no parágrafo anterior, os signatários reservam-se o direito de propor a medida judicial cabível, objetivando a defesa de seus interesses. São Paulo, 01 de março de 2013. p.p. BANCO SAFRA S/A. MONACO E ERKERT ADVOGADOS ASSOCIADOS. Trânsito provocou 1.231 mortes na cidade em 2012 C.N.P.J./M.F. Nº 00.446.918/0001-69 - NIRE 35.300.141.270 ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA - EDITAL DE CONVOCAÇÃO Ficam convocados os acionistas da ALPHAVILLE URBANISMO S.A. (“Companhia”) para se reunirem, no dia 15 de abril de 2013, às 15h, em primeira convocação, na sede social da Companhia, localizada na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, 8.501, 9° andar, em Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária, a serem realizadas, cumulativamente, para deliberar sobre a seguinte ORDEM DO DIA: ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA: (i), examinar, discutir e votar o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras, acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes, relativos ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012; (ii), examinar, discutir e votar os Relatórios da Administração relativos aos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2011 e 31 de dezembro de 2010; (iii), deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012 e sobre a distribuição de dividendos no valor de R$46.688.860,17; (iv), reeleger os membros do Conselho de Administração, tendo em vista o encerramento do mandato; e (v), fixar o valor da remuneração global a ser paga aos administradores da Companhia no exercício de 2013. ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA: (i), aumentar o capital social da Companhia; e (ii), consolidar o estatuto social da Companhia. Informações Gerais: -, Os seguintes documentos foram publicados em 14 de março de 2013 no “Diário Oficial do Estado de São Paulo” e no jornal “Empresas e Negócios”: (a) relatório anual da administração referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2012, 2011 e 2010; (b) demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012; e (c) parecer dos auditores independentes e disponibilizados aos Senhores Acionistas na sede social da Companhia. -, O Acionista ou seu representante legal deverá comparecer à Assembleia munido de documento que comprove sua identidade. São Paulo, 13 de março de 2013. Renato de Albuquerque - Presidente do Conselho de Administração ALPHAVILLE URBANISMO S.A. C.N.P.J./M.F. Nº 00.446.918/0001-69 - NIRE 35.300.141.270 AVISO AOS ACIONISTAS Comunicamos os Srs. Acionistas da Alphaville Urbanismo S.A. (“Companhia”) que se encontram disponíveis na sede social da Companhia, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, 8.501, 9° andar, cópia dos documentos a que se refere o Art. 133 da Lei 6.404/76, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, a serem apreciados na Assembleia Geral Ordinária da Companhia, a ser realizada em 15 de abril de 2013. Comunicamos ainda que, em consonância com a legislação aplicável, os documentos serão oportunamente publicados nos jornais “Diário Oficial do Estado de São Paulo” e “Empresas e Negócios”. São Paulo, 13 de março de 2013. Marcelo Renaux Willer Diretor Superintendente; Camillo Thiago de Campos Baggiani - Diretor Financeiro COOPERATIVA UNIÃO DE SERVIÇOS DOS TAXISTAS AUTÔNOMOS DE SÃO PAULO - USETAXI CNPJ nº 59.558.411/0001-40 - NIRE - 35400017856 CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA Nos termos do artigo 35 do Estatuto Social e dos artigos 38 e 44 da Lei n. 5764 de 16 de dezembro de 1971, convoca os seus sócios-cooperados em condições de votar, para comparecerem à ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA que será realizada no dia 30 de março de 2013, para melhor acomodação de seus cooperados, na rua Pirapitingui, n. 75, Liberdade, CEP:01508-020, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo. Em primeira convocação, às 07 horas, com 2/3 (dois terços) dos seus associados; em segunda convocação, às 08 horas, com metade mais um dos seus associados e, em terceira convocação, às 09 horas, com o mínimo de 10 (dez) associados, para tratar da seguinte Ordem do Dia: 01) Prestação de contas dos órgãos de Administração, acompanhada do parecer do Conselho Fiscal, Relatório de Gestão, Balanço Geral e Demonstração de sobras ou perdas apuradas e sua destinação. 02) Apresentação do parecer e resultado da empresa de auditoria. 03) Eleição dos membros do Conselho de Fiscal para o próximo mandato 2013/2014. 04) Eleição dos membros do Conselho de Ética para o próximo mandato 2013/2014. 05) Eleição dos membros do Conselho de Coordenadores para o próximo mandato 2013/2014. 06) Apresentação e deliberação sobre o plano de atividades para o exercício de 2013. 07) Criação do fundo especial para o custeio de dispêndios extraordinários com veículos dos cooperados. 08) Criação de fundo de apoio às atividades de cultura e esporte dos cooperados da Usetaxi (USESPORTS). 09) Definição de datas de repasse e modelo de deposito de boletos dos cooperados. 10) Deliberação sobre regras de gestão conforme solicitação da atual gestão do conselho fiscal. 11) Deliberar sobre a situação das repetidoras e das novas condições impostas pela ANATEL. O prazo e a forma do registro das chapas e das inscrições dos candidatos seguirão o disposto no artigo 69 e seguintes do Estatuto Social.O número de sócioscooperados para efeito de quorum é de 585 (quinhentos e oitenta e cinco) cooperados. São Paulo, 14 de março de 2013. Eder Wilson Sousa Da Luz - Presidente. SANDVIK MGS S/A. CNPJ/MF: 00.463.220/0001-51 - NIRE: 35.300.140.176 Ata da Assembleia Geral Extraordinária Data e Hora: 01/02/2013 às 09h30min. Local: Na sede do Escritório Administrativo da empresa, na Av. Paulista, 1000 - 1º ao 4º Andar, Bairro Bela Vista, CEP 01310-100, São Paulo/SP. Mesa Diretora: Presidente: Carlos Gilberto Norio Hirata, Secretário: Luiz Fernando Manetti. Convocação: Dispensada. Presença de Acionistas: Totalidade. Deliberações: Reeleição dos membros da Diretoria da Sociedade. Após o debate, foram reeleitos, por unanimidade de votos, o Sr. Carlos Gilberto Norio Hirata, RG 4.418.747-6 (SSP/SP), CPF/MF 648.187.058-53, para o cargo de Diretor Presidente; o Sr. Francisco José Laval Wanner, RG M-743.824 (SSP/MG), CPF/MF 077.348.406-04, para o cargo de Diretor Comercial; e, o Sr. Gerhard Kriegler, RNE V423002-Q (CIMCRE/CGPMAF), CPF/MF 231.748.538-77, para o cargo de Diretor Financeiro. Todos com mandato de 01 ano, iniciando-se nesta data e encerrando em 31/01/2014. Ato contínuo, os membros recém reeleitos da Diretoria tomaram posse dos seus respectivos cargos. Encerramento: Nada mais havendo a presente ata foi lida, achada conforme, aprovada e devidamente assinada. São Paulo, 01/02/2013. Acionistas: Sandvik Aktiebolag - Por: Luiz Fernando Manetti, Sandvik do Brasil S/A Indústria e Comércio Por: Luiz Fernando Manetti e Claudio Jose Camacho. Carlos Gilberto Norio Hirata - Presidente da Mesa, Luiz Fernando Manetti Secretário da Mesa. JUCESP nº 102.257/13-9 em 04.03.13. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral. EDITAL DE NOTIFICAÇÃO BANCO SAFRA S/A, por seus procuradores que esta subscrevem com endereço à Rua Pedro Bellegarde, nº 345, TatuapéSão Paulo/SP, vem NOTIFICAR EDWIN AARON LAROCA MILLEO PIVA, inscrito no CPF/CNPJ sob nº 40527314846, atualmente em lugar incerto e não sabido, para pagar em 24 (vinte e quatro) horas, a contar da data desta publicação, no endereço acima indicado, o valor de R$ 13.398,29 (Treze mil e trezentos e noventa e oito reais e vinte e nove centavos), relativo as parcelas do contrato nº 146007547 vencidas e não pagas 009/060 à 020/060, acrescidas dos encargos moratórios devidos até 01/03/2013, conforme previsto no contrato acima mencionado. Decorrido in albis o prazo assinado para pagamento da importância acima referida no parágrafo anterior, os signatários reservam-se o direito de propor a medida judicial cabível, objetivando a defesa de seus interesses. São Paulo, 01 de março de 2013. p.p. BANCO SAFRA S/A. MONACO E ERKERT ADVOGADOS ASSOCIADOS. EDITAL DE NOTIFICAÇÃO BANCO SAFRA S/A, por seus procuradores que esta subscrevem com endereço à Rua Pedro Bellegarde, nº 345, TatuapéSão Paulo/SP, vem NOTIFICAR JOSE WALDIR PETIT, inscrito no CPF/CNPJ sob nº 06782683806, atualmente em lugar incerto e não sabido, para pagar em 24 (vinte e quatro) horas, a contar da data desta publicação, no endereço acima indicado, o valor de R$ 51.468,74 (Cinquenta e um mil e quatrocentos e sessenta e oito reais e setenta e quatro centavos), relativo as parcelas do contrato nº 146007798 vencidas e não pagas 001/060 à 018/060, acrescidas dos encargos moratórios devidos até 01/03/2013, conforme previsto no contrato acima mencionado. Decorrido in albis o prazo assinado para pagamento da importância acima referida no parágrafo anterior, os signatários reservam-se o direito de propor a medida judicial cabível, objetivando a defesa de seus interesses. São Paulo, 01 de março de 2013. p.p. BANCO SAFRA S/A. MONACO E ERKERT ADVOGADOS ASSOCIADOS. EDITAL DE NOTIFICAÇÃO BANCO SAFRA S/A, por seus procuradores que esta subscrevem com endereço à Rua Pedro Bellegarde, nº 345, TatuapéSão Paulo/SP, vem NOTIFICAR MARIA HELENA DOS SANTOS SANTANA, inscrito no CPF/CNPJ sob nº 41430624884, atualmente em lugar incerto e não sabido, para pagar em 24 (vinte e quatro) horas, a contar da data desta publicação, no endereço acima indicado, o valor de R$ 8.712,33 (Oito mil e setecentos e doze reais e trinta e três centavos), relativo as parcelas do contrato nº 146007156 vencidas e não pagas 015/060 à 022/060, acrescidas dos encargos moratórios devidos até 01/03/2013, conforme previsto no contrato acima mencionado. Decorrido in albis o prazo assinado para pagamento da importância acima referida no parágrafo anterior, os signatários reservam-se o direito de propor a medida judicial cabível, objetivando a defesa de seus interesses. São Paulo, 01 de março de 2013. p.p. BANCO SAFRA S/A. MONACO E ERKERT ADVOGADOS ASSOCIADOS. EDITAL DE NOTIFICAÇÃO BANCO SAFRA S/A, por seus procuradores que esta subscrevem com endereço à Rua Pedro Bellegarde, nº 345, TatuapéSão Paulo/SP, vem NOTIFICAR OSMAR LOPES OLIVEIRA, inscrito no CPF/CNPJ sob nº 41430624884, atualmente em lugar incerto e não sabido, para pagar em 24 (vinte e quatro) horas, a contar da data desta publicação, no endereço acima indicado, o valor de R$ 46.953,25 (Quarenta e seis mil e novecentos e cinquenta e três reais e vinte e cinco centavos), relativo as parcelas do contrato nº 146006932 vencidas e não pagas 001/060 à 023/060, acrescidas dos encargos moratórios devidos até 01/03/2013, conforme previsto no contrato acima mencionado. Decorrido in albis o prazo assinado para pagamento da importância acima referida no parágrafo anterior, os signatários reservam-se o direito de propor a medida judicial cabível, objetivando a defesa de seus interesses. São Paulo, 01 de março de 2013. p.p. BANCO SAFRA S/A. MONACO E ERKERT ADVOGADOS ASSOCIADOS. EDITAL DE NOTIFICAÇÃO BANCO SAFRA S/A, por seus procuradores que esta subscrevem com endereço à Rua Pedro Bellegarde, nº 345, TatuapéSão Paulo/SP, vem NOTIFICAR SANDRO LUIS DEFENDE, inscrito no CPF/CNPJ sob nº 14815040885, atualmente em lugar incerto e não sabido, para pagar em 24 (vinte e quatro) horas, a contar da data desta publicação, no endereço acima indicado, o valor de R$ 64.568,27 (Sessenta e quatro mil e quinhentos e sessenta e oito reais e vinte e sete centavos), relativo as parcelas do contrato nº 713069228 vencidas e não pagas 041/060 à 060/060, acrescidas dos encargos moratórios devidos até 01/03/2013, conforme previsto no contrato acima mencionado. Decorrido in albis o prazo assinado para pagamento da importância acima referida no parágrafo anterior, os signatários reservam-se o direito de propor a medida judicial cabível, objetivando a defesa de seus interesses. São Paulo, 01 de março de 2013. p.p. BANCO SAFRA S/A. MONACO E ERKERT ADVOGADOS ASSOCIADOS. EDITAL DE NOTIFICAÇÃO BANCO SAFRA S/A, por seus procuradores que esta subscrevem com endereço à Rua Pedro Bellegarde, nº 345, TatuapéSão Paulo/SP, vem NOTIFICAR AFONSO HENRIQUE DE ALMEIDA, inscrito no CPF/CNPJ sob nº 37726267852, atualmente em lugar incerto e não sabido, para pagar em 24 (vinte e quatro) horas, a contar da data desta publicação, no endereço acima indicado, o valor de R$ 11.971,43 (Onze mil novecentos e setenta e um reais e quarenta e três centavos), relativo as parcelas do contrato nº 051012017 vencidas e não pagas 009/060 à 018/060, acrescidas dos encargos moratórios devidos até 01/03/2013, conforme previsto no contrato acima mencionado. Decorrido in albis o prazo assinado para pagamento da importância acima referida no parágrafo anterior, os signatários reservam-se o direito de propor a medida judicial cabível, objetivando a defesa de seus interesses. São Paulo, 01 de março de 2013. p.p. BANCO SAFRA S/A. MONACO E ERKERT ADVOGADOS ASSOCIADOS. São Paulo (SP), 13 de março de 2013. ERNST & YOUNG TERCO Auditores Independentes S.S. CRC-2SP-015199/O-6 Daniel Gomes Maranhão Júnior Contador CRC-1SP-215856/O-5 Marcos Alexandre S. Pupo Contador CRC-1SP-221749/O-0 Divulgação EDITAL DE NOTIFICAÇÃO BANCO SAFRA S/A, por seus procuradores que esta subscrevem com endereço à Rua Pedro Bellegarde, nº 345, TatuapéSão Paulo/SP, vem NOTIFICAR ANDREIA APARECIDA BERNARDO, inscrito no CPF/CNPJ sob nº 25157071817, atualmente em lugar incerto e não sabido, para pagar em 24 (vinte e quatro) horas, a contar da data desta publicação, no endereço acima indicado, o valor de R$ 18.538,27 (Dezoito mil e quinhentos e trinta e oito reais e vinte e sete centavos), relativo as parcelas do contrato nº 146007328 vencidas e não pagas 008/060 à 021/060, acrescidas dos encargos moratórios devidos até 01/03/2013, conforme previsto no contrato acima mencionado. Decorrido in albis o prazo assinado para pagamento da importância acima referida no parágrafo anterior, os signatários reservam-se o direito de propor a medida judicial cabível, objetivando a defesa de seus interesses. São Paulo, 01 de março de 2013. p.p. BANCO SAFRA S/A. MONACO E ERKERT ADVOGADOS ASSOCIADOS. EDITAL DE NOTIFICAÇÃO BANCO SAFRA S/A, por seus procuradores que esta subscrevem com endereço à Rua Pedro Bellegarde, nº 345, TatuapéSão Paulo/SP, vem NOTIFICAR APARECIDA PINHEIRO DE ALENCAR, inscrito no CPF/CNPJ sob nº 18079812829, atualmente em lugar incerto e não sabido, para pagar em 24 (vinte e quatro) horas, a contar da data desta publicação, no endereço acima indicado, o valor de R$ 19.888,13 (Dezenove mil e oitocentos e oitenta e oito reais e treze centavos), relativo as parcelas do contrato nº 121009038 vencidas e não pagas 005/060 à 017/060, acrescidas dos encargos moratórios devidos até 01/03/2013, conforme previsto no contrato acima mencionado. Decorrido in albis o prazo assinado para pagamento da importância acima referida no parágrafo anterior, os signatários reservam-se o direito de propor a medida judicial cabível, objetivando a defesa de seus interesses. São Paulo, 01 de março de 2013. p.p. BANCO SAFRA S/A. MONACO E ERKERT ADVOGADOS ASSOCIADOS. EDITAL DE NOTIFICAÇÃO BANCO SAFRA S/A, por seus procuradores que esta subscrevem com endereço à Rua Pedro Bellegarde, nº 345, TatuapéSão Paulo/SP, vem NOTIFICAR DIEGO GONCALVES BALDUCI, inscrito no CPF/CNPJ sob nº 08709269932, atualmente em lugar incerto e não sabido, para pagar em 24 (vinte e quatro) horas, a contar da data desta publicação, no endereço acima indicado, o valor de R$ 42.915,71 (Quarenta e dois mil e novecentos e quinze reais e setenta e um centavos), relativo as parcelas do contrato nº 146006254 vencidas e não pagas 004/060 à 027/060, acrescidas dos encargos moratórios devidos até 01/03/2013, conforme previsto no contrato acima mencionado. Decorrido in albis o prazo assinado para pagamento da importância acima referida no parágrafo anterior, os signatários reservam-se o direito de propor a medida judicial cabível, objetivando a defesa de seus interesses. São Paulo, 01 de março de 2013. p.p. BANCO SAFRA S/A. MONACO E ERKERT ADVOGADOS ASSOCIADOS. EDITAL DE NOTIFICAÇÃO BANCO SAFRA S/A, por seus procuradores que esta subscrevem com endereço à Rua Pedro Bellegarde, nº 345, TatuapéSão Paulo/SP, vem NOTIFICAR LAURENTINO RAMOS DE SOUZA, inscrito no CPF/CNPJ sob nº 82466513820, atualmente em lugar incerto e não sabido, para pagar em 24 (vinte e quatro) horas, a contar da data desta publicação, no endereço acima indicado, o valor de R$ 10.481,10 (Dez mil e quatrocentos e oitenta e um reais e dez centavos), relativo as parcelas do contrato nº 146007168 vencidas e não pagas 014/060 à 022/060, acrescidas dos encargos moratórios devidos até 01/03/ 2013, conforme previsto no contrato acima mencionado. Decorrido in albis o prazo assinado para pagamento da importância acima referida no parágrafo anterior, os signatários reservam-se o direito de propor a medida judicial cabível, objetivando a defesa de seus interesses. São Paulo, 01 de março de 2013. p.p. BANCO SAFRA S/A. MONACO E ERKERT ADVOGADOS ASSOCIADOS. EDITAL DE NOTIFICAÇÃO BANCO SAFRA S/A, por seus procuradores que esta subscrevem com endereço à Rua Pedro Bellegarde, nº 345, TatuapéSão Paulo/SP, vem NOTIFICAR LUIZ FERNANDO PAULINO, inscrito no CPF/CNPJ sob nº 36744478869, atualmente em lugar incerto e não sabido, para pagar em 24 (vinte e quatro) horas, a contar da data desta publicação, no endereço acima indicado, o valor de R$ 42.640,03 (Quarenta e dois mil e seiscentos e quarenta reais e três centavos), relativo as parcelas do contrato nº 713260483 vencidas e não pagas 036/048 à 048/048, acrescidas dos encargos moratórios devidos até 01/03/ 2013, conforme previsto no contrato acima mencionado. Decorrido in albis o prazo assinado para pagamento da importância acima referida no parágrafo anterior, os signatários reservam-se o direito de propor a medida judicial cabível, objetivando a defesa de seus interesses. São Paulo, 01 de março de 2013. p.p. BANCO SAFRA S/A. MONACO E ERKERT ADVOGADOS ASSOCIADOS. EDITAL DE NOTIFICAÇÃO BANCO SAFRA S/A, por seus procuradores que esta subscrevem com endereço à Rua Pedro Bellegarde, nº 345, TatuapéSão Paulo/SP, vem NOTIFICAR MARCOS ANTONIO FONTES, inscrito no CPF/CNPJ sob nº 04743961858, atualmente em lugar incerto e não sabido, para pagar em 24 (vinte e quatro) horas, a contar da data desta publicação, no endereço acima indicado, o valor de R$ 20.257,88 (Vinte mil e duzentos e cinquenta e sete reais e oitenta e oito centavos), relativo as parcelas do contrato nº 146007400 vencidas e não pagas 008/060 à 021/060, acrescidas dos encargos moratórios devidos até 01/03/2013, conforme previsto no contrato acima mencionado. Decorrido in albis o prazo assinado para pagamento da importância acima referida no parágrafo anterior, os signatários reservam-se o direito de propor a medida judicial cabível, objetivando a defesa de seus interesses. São Paulo, 01 de março de 2013. p.p. BANCO SAFRA S/A. MONACO E ERKERT ADVOGADOS ASSOCIADOS. EDITAL DE NOTIFICAÇÃO BANCO SAFRA S/A, por seus procuradores que esta subscrevem com endereço à Rua Pedro Bellegarde, nº 345, TatuapéSão Paulo/SP, vem NOTIFICAR ANA CLAUDIA FERREIRA DA SILVA, inscrito no CPF/CNPJ sob nº 37263867850, atualmente em lugar incerto e não sabido, para pagar em 24 (vinte e quatro) horas, a contar da data desta publicação, no endereço acima indicado, o valor de R$ 21.393,75 (Vinte e um mil e trezentos e noventa e três reais e setenta e cinco centavos), relativo as parcelas do contrato nº 146007243 vencidas e não pagas 009/060 à 022/060, acrescidas dos encargos moratórios devidos até 01/03/2013, conforme previsto no contrato acima mencionado. Decorrido in albis o prazo assinado para pagamento da importância acima referida no parágrafo anterior, os signatários reservam-se o direito de propor a medida judicial cabível, objetivando a defesa de seus interesses. São Paulo, 01 de março de 2013. p.p. BANCO SAFRA S/A. MONACO E ERKERT ADVOGADOS ASSOCIADOS. EDITAL DE NOTIFICAÇÃO BANCO SAFRA S/A, por seus procuradores que esta subscrevem com endereço à Rua Pedro Bellegarde, nº 345, TatuapéSão Paulo/SP, vem NOTIFICAR ANDRE ALVES ROSA, inscrito no CPF/CNPJ sob nº 25784146882, atualmente em lugar incerto e não sabido, para pagar em 24 (vinte e quatro) horas, a contar da data desta publicação, no endereço acima indicado, o valor de R$ 7.358,56 (Sete mil e trezentos e cinquenta e oito reais e cinquenta e seis centavos), relativo as parcelas do contrato nº 010048871 vencidas e não pagas 009/060 à 015/060, acrescidas dos encargos moratórios devidos até 01/03/2013, conforme previsto no contrato acima mencionado. Decorrido in albis o prazo assinado para pagamento da importância acima referida no parágrafo anterior, os signatários reservam-se o direito de propor a medida judicial cabível, objetivando a defesa de seus interesses. São Paulo, 01 de março de 2013. p.p. BANCO SAFRA S/A. MONACO E ERKERT ADVOGADOS ASSOCIADOS. EDITAL DE NOTIFICAÇÃO BANCO SAFRA S/A, por seus procuradores que esta subscrevem com endereço à Rua Pedro Bellegarde, nº 345, TatuapéSão Paulo/SP, vem NOTIFICAR EDINALDO SERAFIM DA SILVA, inscrito no CPF/CNPJ sob nº 90762053534, atualmente em lugar incerto e não sabido, para pagar em 24 (vinte e quatro) horas, a contar da data desta publicação, no endereço acima indicado, o valor de R$ 13.121,37 (Treze mil e cento e vinte e um reais e trinta e sete centavos), relativo as parcelas do contrato nº 042036641 vencidas e não pagas 007/048 à 016/048, acrescidas dos encargos moratórios devidos até 01/03/ 2013, conforme previsto no contrato acima mencionado. Decorrido in albis o prazo assinado para pagamento da importância acima referida no parágrafo anterior, os signatários reservam-se o direito de propor a medida judicial cabível, objetivando a defesa de seus interesses. São Paulo, 01 de março de 2013. p.p. BANCO SAFRA S/A. MONACO E ERKERT ADVOGADOS ASSOCIADOS. [email protected] www.netjen.com.br Para veiculação de seus Balanços, Atas, Editais e Leilões neste jornal, consulte sua agência de confiança, ou ligue para 3106-4171 No ano passado, 540 pedestres morreram no trânsito paulistano. São Paulo – Os acidentes de trânsito e atropelamentos provocaram a morte de 1.231 pessoas na capital paulista em 2012, segundo levantamento divulgado pela CET. Houve uma redução de 9,8% em relação a 2011, quando foram registradas 1.365 mortes. A queda do índice geral de mortes no trânsito é reflexo da diminuição das mortes de pedestres e motociclistas. As mortes por atropelamentos caíram 12,5%. No ano passado, 540 pedestres morreram no trânsito paulistano. Em 2011, o total chegou a 617. Em relação aos motociclistas, foram 74 mortes a menos em 2012 em relação ao ano anterior, que teve 512 mortes. Os números mostram uma redução de 14,4%. Já ciclistas e motoristas/passageiros tiveram leve acréscimo nas taxas. Foram três mortes a mais de ciclistas no ano passado, passando de 49 para 52 vítimas do trânsito. O total de motoristas e passageiros mortos em acidentes, por sua vez, chegou a 201 ante 187 no ano anterior, uma elevação de 7,5%. Os homens (79,3%) são maioria entre os mortos em acidentes de trânsito em São Paulo. A prevalência do sexo masculino ocorre em todos os tipos de usuários. Entre os ciclistas, eles representam 98,1% dos mortos. O percentual também é alto entre motociclistas, com 92,9%. Entre motoristas e passageiros, a taxa de homens mortos é 80,6%. No caso das mortes por atropelamento, as mulheres representam 34,1% das vítimas, com um total de 184 registros, e os homens, 65,9% (356 óbitos). A idade média das mortes no trânsito é 39 anos. Entre os motociclistas, a média é mais baixa, 29 anos, e entre pedestres, sobe para 50 anos (ABr). Comissão do Senado aprova PEC das domésticas Brasília - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que garante direitos trabalhistas dos empregados domésticos idênticos aos dos demais trabalhadores. Em uma votação simbólica, os senadores confirmaram o texto que foi enviado pela Câmara e que prevê, entre outros direitos, FGTS, seguro desemprego, adicional noturno, salário família e jornada de 44 horas semanais. A votação ocorreu de maneira simbólica e a maior discussão, na comissão, se deu em relação à garantia da licença maternidade. Alguns senadores argumentaram que o texto encaminhado pela Câmara dos Deputados não deixava claro que as empregadas domésticas teriam direito ao período da licença maternidade. Após um intenso debate entre os parlamentares, eles deci- diram acatar uma emenda apresentada pelo senador Paulo Bauer (PSDB-SC), que evidenciava essa garantia à licença maternidade. Por se tratar de uma emenda de redação, regimentalmente a proposta não precisará para a apreciação da Câmara dos Deputados e seguirá, agora, direto para votação no plenário do Senado. Há expectativa de que o assunto seja votado no plenário na semana que vem. O senador Agripino Maia (DEM-RN), que votou pela aprovação da matéria, disse que a proposta vai gerar uma série de demandas na Justiça. “Ninguém se iluda que a quantidade de pessoas que vai poder contratar domésticas vai diminuir”, disse. O senador Aécio Neves (PSDB-MG), pré-candidato tucano ao Planalto, fez coro contrário à pressa da base aliada em aprovar o texto (AE).