UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA ESTUDO COMPARATIVO DAS PERDAS NO INVERSOR ANPC UTILIZANDO DIFERENTES ESTRATÉGIAS DE MODULAÇÃO José Muriedson da Silva Fortaleza Dezembro de 2010 ii JOSÉ MURIEDSON DA SILVA ESTUDO COMPARATIVO DAS PERDAS NO INVERSOR ANPC UTILIZANDO DIFERENTES ESTRATÉGIAS MODULAÇÃO Monografia submetida à Universidade Federal do Ceará como parte dos requisitos para obtenção do grau de Engenheiro Eletricista. Orientadora: Prof(a). MSc. Ranoyca Nayana Alencar Leão e Silva Fortaleza Dezembro de 2010 “O que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte” Friedrich Nietzsche (1844-1900) ii A Deus, A minha mãe, Lucilene, Aos meus avôs maternos, Raimunda e Antônio e o meu irmão, A minhas tias, Valquíria, Irismar, Maria, A todos os amigos. iii AGRADECIMENTOS Primeiramente a Deus, pelo dom da vida e pela chance que me foi concedida. A mim pela vontade imensa e inabalável de vencer. A professora MSc. Ranoyca Nayana Alencar Leão e Silva, pela sua orientação, quero expressar um agradecimento muito especial pelo apoio e disponibilidade durante todo este trabalho. Agradeço pela sua ajuda e conhecimentos transmitidos. Obrigada pela paciência. Aos professores do Departamento de Engenharia Elétrica da UFC, José Carlos, René Bascopé, Aílson Pereira de Moura e Ricardo Thé, pelo conhecimento que me transmitiram ao decorrer da graduação, responsáveis diretamente pela minha formação em engenheiro eletricista. Aos meus amigos e colegas de graduação: Carlos Jeferson, Marsol, Igor Othon, Felipe Nunes, Matheus Sales, Marcelo Gino, Abel, Raoni, Aderbal, Dalton, Dante Shimoda, Isabel, Janaína, Chico, Josemar “boi”, Germano, Bruno, Guilherme Hertz, Bruno “James”, Luís Henrique “Luíque”, Luís Fernando “Farelo”, Luís Paulo, Pedro “capote”, Roni, Anderson “Tio Chico”, Oliveira “Cara de Bolo”, Eduardo Façanha e Talita, que contribuíram com minha formação acadêmica e humana. À minha mãe, avôs maternos, minhas tias e tios, por todo suporte e pela ajuda em todos os momentos de minha vida, exemplo de vida e, principalmente, pelo maior bem que me legaram a educação. Aos meus amigos e amigas, Antônio Luiz, José Carlos, Francisco da Chagas “Neném”, Edmar, Antônio filho, Anderson, Alisson, Vallo, Gisele, Aryadna agradeço por todo o apoio nos momentos de difíceis ao decorrer da graduação. Ao meu Irmão Kaun, pela compreensão para com o abandono do nosso convívio em sua infância. Por seu carinho e companheirismo. À UFC- Universidade Federal do Ceará que me proporcionou uma educação superior de qualidade. A todas as pessoas que por motivo de esquecimento não foram citadas anteriormente, vou deixando neste espaço minhas sinceras desculpas. iv Silva, J. M. e “Estudo Comparativo das Perdas no Inversor ANPC Utilizando Diferentes Estratégias Modulação”, Universidade Federal do Ceará – UFC, 2010, 178p. Este trabalho apresenta uma análise do conversor ANPC (Active Neutral Point Clamped) trifásico de três níveis referente às perdas por comutação e condução utilizando diferentes estratégias de modulação por largura de pulso, que possibilita que a tensão aplicada em cada interruptor seja a metade da tensão de entrada. Os intervalos de condução dos interruptores e diodos são determinados através de simulação utilizando o software PSIM, a função que descrever cada intervalo de condução é obtida e validada através da comparação entre os valores dos esforços de corrente calculado e simulado. As perdas por condução e comutação são determinadas nas três estratégias PWM (Pulse Width Modulation) proposta neste trabalho, verificando uma melhor distribuição das perdas nas chaves. Palavras-Chave: Eletrônica de Potência, conversor multinível, conversores cc-ca. v Silvas, J. M. e “Comparative Study of Losses in Inverter ANPC Using Different Strategies Modulation”, Universidade Federal do Ceará – UFC, 2010, 178p. This paper presents an analysis of the converter ANPC (Active Neutral Point Clamp) three-phase three-level regarding the switching and conduction losses by using different modulation strategies for pulse width, which enables the voltage applied to each switch is half the input voltage. The conduction intervals of the switches and diodes are determined by simulation using PSIM software, the function that describe each driving range and obtained and validated by comparing the values of current efforts. The conduction losses and switching strategies are determined in three PWM (Pulse Width Modulation) proposed in this work which enabled a better distribution of losses in the switches. Keywords: Power Electronics, multilevel converter, dc-ac converters. ix SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS ...............................................................................................................xi LISTA DE TABELAS ............................................................................................................xiv SIMBOLOGIA .........................................................................................................................xv INTRODUÇÃO.......................................................................................................................... 1 CAPÍTULO 2 INVERSOR MULTINÍVEL COM GRAMPEAMENTO ATIVO DO NEUTRO .................... 8 2.1 INTRODUÇÃO.......................................................................................................... 8 2.2 INVERSOR MULTINÍVEL COM GRAPEAMENTO ATIVO DO NEUTRO (3L- ANPC) .................................................................................................................................... 8 2.3 ESTADOS DE CHAVEAMENTO .......................................................................... 10 2.4 COMUTAÇÕES....................................................................................................... 10 2.5 CAPACIDADE DE TOLERANCIA A FALHAS NO ANPC ................................ 13 2.5.1 FALHAS DO TIPO CIRCUITO ABERTO............................................13 2.5.2 FALHAS DO TIPO CURTO CIRCUITO ..............................................14 2.6 DISTRIBUIÇÃO DAS PERDAS NOS SEMICONDUTORES DE POTÊNCIA DOS INVERSORES ANPC E NPC .................................................................................... 16 CAPÍTULO 3 MODULAÇÃO DO CONVERSOR ANPC ............................................................................ 17 3.1 INTRODUÇÃO........................................................................................................ 17 3.2.1 FUNÇÕES DE MODULAÇÃO PARA ESTRATÉGIA PWM 1 ..........17 3.2.2 FUNÇÕES DE MODULAÇÃO PARA ESTRATÉGIA PWM 2 ..........18 3.2.3 FUNÇÕES DE MODULAÇÃO PARA ESTRATÉGIA PWM 3 ..........20 3.3 INTERVALOS DE CONDUÇÃO ........................................................................... 22 3.3.1 INTERVALOS DE CONDUÇÃO PWM 1 ............................................22 3.3.2 INTERVALOS DE CONDUÇÃO PWM 2 ............................................28 3.2.3 INTERVALOS DE CONDUÇÃO PWM 3 ............................................34 CAPÍTULO 4 ESFORÇOS DE CORRENTE E TENSÃO E CALCULO DE PERDAS DO INVERSOR 3LANPC ....................................................................................................................................... 41 4.1 INTRODUÇÃO........................................................................................................ 41 4.2 PROJETO FÍSICO DO INVERSOR 3L-ANPC ...................................................... 41 SUMÁRIO x 4.3 ESFORÇOS DE TENSÃO....................................................................................... 43 4.4 ESFORÇOS DE CORRENTE ................................................................................. 44 4.4.1 ESFORÇOS DE CORRENTE PARA A ESTRATÉGIA DE PWM1 ....45 4.4.1.1 ESFORÇOS DE CORRENTE PARA A CHAVE SA1 ................................. 45 4.4.1.2 ESFORÇOS DE CORRENTE PARA O DIODO DA1 ................................. 46 4.4.1.3 VALIDAÇÃO DAS EQUAÇÕES PARA ESTRATÉGIA PWM1 ............. 46 4.4.2 ESFORÇOS DE CORRENTE PARA A ESTRATÉGIA DE PWM2 ....48 4.4.2.1 ESFORÇOS DE CORRENTE PARA A CHAVE SA1 ................................. 48 4.4.2.2 ESFORÇOS DE CORRENTE PARA O DIODO DA1 ................................. 49 4.4.2.3 VALIDAÇÃO DAS EQUAÇÕES PARA ESTRATÉGIA PWM2 ............. 49 4.4.3 ESFORÇOS DE CORRENTE PARA A ESTRATÉGIA DE PWM3 ....51 4.4.3.1 ESFORÇOS DE CORRENTE PARA A CHAVE SA1 ................................. 51 4.4.3.2 ESFORÇOS DE CORRENTE PARA O DIODO DA1 ................................. 52 4.4.3.3 VALIDAÇÃO DAS EQUAÇÕES PARA ESTRATÉGIA PWM3 ............. 52 4.5 CÁLCULO DAS PERDAS NOS SEMICONDUTORES DO 3L- ANPC ............. 54 4.5.1 PERDAS EM CONDUÇÃO PARA CHAVE ........................................55 4.5.2 PERDAS EM CONDUÇÃO PARA O DIODO EM PARALELO COM A CHAVE ..............................................................................................................56 4.5.3 PERDAS POR COMUTAÇÃO PARA CHAVE ...................................57 4.5.4 PERDAS POR COMUTAÇÃO PARA O DIODO EM PARALELO COM A CHAVE ...................................................................................................58 CAPÍTULO 5 CONCLUSÃO.......................................................................................................................... 62 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..................................................................................... 63 APÊNDICE A – ESFORÇOS DE CORRENTE NOS INTERRUPTORES E CÁLCULO DAS PERDAS POR CONDUÇÃO E COMUTAÇÃO .................................................................... 67 SUMÁRIO xi LISTA DE FIGURAS Figura 1.1 – Célula básica ......................................................................................................... 3 Figura 1.2 – Conversores em ponte ligados em série de cinco níveis trifásico......................... 3 Figura 1.3 – Célula de comutação multinivel com capacitor flutuante ..................................... 5 Figura 1.4 – Célula multinível de tensão NPC ........................................................................... 6 Figura 2.1 – Conversor multinível com grapeamento ativo do neutro....................................... 9 Figura 2.2 – Comutação + → 0 no NPC ................................................................................. 11 Figura 2.3 – Comutação (+ → 0U1) e (+ → 0U2) no ANPC .................................................. 11 Figura 2.4 – Comutação (+ → 0L1) e (+ → 0L2) no ANPC ................................................... 12 Figura 3.1 – Estratégia de PWM 1 para o inversor ANPC....................................................... 18 Figura 3.2 – Estratégia de PWM 2 para o inversor ANPC....................................................... 19 Figura 3.3 – Estratégia de PWM 3 para o inversor ANPC....................................................... 20 Figura 3.4 – Modulação, corrente na carga na chave Sa1 e no Da1 ........................................... 23 Figura 3.5 – Modulação, corrente na carga na chave Sa2 e no Da2 ........................................... 24 Figura 3.6 – Modulação, corrente na carga na chave Sa3 e no Da3 ........................................... 25 Figura 3.7 – Modulação, corrente na carga na chave Sa4 e no Da4 ........................................... 26 Figura 3.8 – Modulação, corrente na carga na chave Sa5 e no Da5 ........................................... 27 Figura 3.9 – Modulação, corrente na carga na chave Sa6 e no Da6 ........................................... 28 Figura 3.10 – Modulação, corrente na carga na chave Sa1 e no Da1 ......................................... 29 Figura 3.11 – Modulação, corrente na carga na chave Sa2 e no Da2 ......................................... 30 Figura 3.12 – Modulação, corrente na carga na chave Sa3 e no Da3 ......................................... 31 Figura 3.13 – Modulação, corrente na carga na chave Sa4 e no Da4 ......................................... 32 Figura 3.14 – Modulação, corrente na carga na chave Sa5 e no Da5 ......................................... 33 Figura 3.15 – Modulação, corrente na carga na chave Sa6 e no Da6 ......................................... 34 Figura 3.16 – Modulação, corrente na carga na chave Sa1 e no Da1 ......................................... 35 Figura 3.17 – Modulação, corrente na carga na chave Sa2 e no Da2 ......................................... 36 Figura 3.18 – Modulação, corrente na carga na chave Sa3 e no Da3 ......................................... 37 Figura 3.19 – Modulação, corrente na carga na chave Sa4 e no Da4 ......................................... 38 Figura 3.20 – Modulação, corrente na carga na chave Sa5 e no Da5 ......................................... 39 Figura 3.21 – Modulação, corrente na carga na chave Sa6 e no Da6 ......................................... 40 Figura 4.1 – Tensão máxima sobre os interruptores do conversor ANPC ............................... 43 Figura 4.2 – Tensão máxima sobre os diodos do conversor ANPC ......................................... 44 Figura 4.3 – Tensão direta em função da corrente do emissor ................................................. 55 LISTA DE FIGURAS xii Figura 4.4 – Curva característica da tensão direta em função da corrente de condução .......... 56 Figura 4.5 – Forma típica de comutação para um IGBT .......................................................... 59 Figura 4.6 – Distribuição das perdas por célula do inversor 3L-ANPC para estratégia PWM1, PWM2 e PWM3 .............................................................................................................. 61 LISTA DE FIGURAS xiv LISTA DE TABELAS Tabela 2.1 – Possibilidades de chaveamento ............................................................................. 9 Tabela 2.2 – Distribuição das perdas por comutação ............................................................... 13 Tabela 2.3 – Estados de comutação modificados para o inversor ANPC devido a falhas do tipo circuito aberto............................................................................................................ 14 Tabela 2.4 – Estados de comutação modificados para o inversor ANPC devido a falhas do tipo curto circuito ............................................................................................................. 15 Tabela 3.1 – Estados de chaveamento do inversor ANPC para estratégia PWM1 .................. 18 Tabela 3.2 – Estados de chaveamento do inversor ANPC para estratégia PWM2 .................. 20 Tabela 3.3 – Estados de chaveamento do inversor ANPC para estratégia PWM3 .................. 21 Tabela 4.1 – Parâmetros de projeto do inversor 3L-ANPC...................................................... 42 Tabela 4.2 – Esforços de corrente nas chaves para Ф0 = 23,09º e Mi = 0,652 para estratégia de PWM 1.............................................................................................................................. 47 Tabela 4.3 – Esforços de corrente nos diodos para Ф0 = 23,09º e Mi = 0,652 para estratégia de PWM 1.............................................................................................................................. 47 Tabela 4.4 – Esforços de corrente nas chaves para Ф0 = 23,09º e Mi = 0,652 para estratégia de PWM 2.............................................................................................................................. 50 Tabela 4.5 – Esforços de corrente nos diodos para Ф0 = 23,09º e Mi = 0,652 para estratégia de PWM 2.............................................................................................................................. 50 Tabela 4.6 – Esforços de corrente nas chaves para Ф0 = 23,09º e Mi = 0,652 para estratégia de PWM 2.............................................................................................................................. 53 Tabela 4.7 – Esforços de corrente nos diodos para Ф0 = 23,09º e Mi = 0,652 para estratégia de PWM 2.............................................................................................................................. 53 Tabela 4.7 – Características do diodo intrínseco ao IGBT....................................................... 60 LISTA DE TABELAS xv SIMBOLOGIA Símbolo Significado δ San Intervalo de condução da chave de índice “n” δ Dan Intervalo de condução do Diodo de índice “n” Φ0 Ângulo de carga ω Velocidade angular η Rendimento do inversor C Capacitor do barramento cc Cosφ0 Fator de deslocamento da carga Dn Diodo de índice “n” Dan Diodo da fase A do inversor de índice “n” f0 Freqüência da tensão de saída fcr Freqüência de chaveamento do inversor para o PWM1 e PMW2 fcr2 Freqüência de chaveamento do inversor para o PMW3 fm Freqüência da moduladora fr Freqüência da rede FP Fator de potência H Número de fontes cc independentes Ia Corrente instantânea na chave ou diodo I San _ med Corrente média na chave de índice “n” I San _ ef Corrente eficaz na chave de índice “n” I Dan _ med Corrente média no diodo de índice “n” I Dan _ ef Corrente eficaz no diodo de índice “n” iS / Dj 0 Corrente instantânea que circula pela chave ou diodo I 0,ef Corrente na carga eficaz I 0, pk Corrente de pico na carga Io.ph.ef Valor eficaz da corrente de saída por fase Io.ph.pk Valor de pico da corrente de saída por fase Irrmáx Corrente de recuperação reversa do diodo máxima Ipico(Mi) Corrente de pico em função do índice modulação Ic Corrente do coletor do IGBT I rr Corrente recuperação reversa SIMBOLOGIA xvi Símbolo Significado iD Corrente direta Lo Indutância da carga m Níveis de tensão de saída para conversores em ponte completa Mi Índice de modulação Mmax Máximo índice de modulação n Número de células conectadas em série N Estado de comutação negativo para o inversor ANPC e NPC OL1 Estado de comutação zero para o inversor ANPC OL2 Estado de comutação zero para o inversor ANPC OU1 Estado de comutação zero para o inversor ANPC OU2 Estado de comutação zero para o inversor ANPC + O - Estado de comutação zero para o inversor NPC O Estado de comutação zero para o inversor NPC P Estado de comutação positivo para o inversor ANPC e NPC P0 Potência de saída por fase Po.φ Potência ativa de saída por fase Po.3φ Potência ativa de saída total PSan PCom _ S / Dan Perda por condução na chave de índice “n” Perda por comutação na chave ou diodo quando o mesmo é ligado ou desligado Perda total por comutação para chave ou diodo de índice “n” PD_rr_Total Perda total no diodo por recuperação reversa PS / Dj 0 _ on / off / rr Pcelula_1_Total Perda total na célula 1 do conversor Pcelula_2_Total Perda total na célula 2 do conversor Pcelula_3_Total Perda total na célula 3 do conversor PDan _ rr Perda por recuperação reversa no diodo de índice “n” Qrr Carga da recuperação reversa do diodo Rs Resistência determinada através da curva do IGBT Rd Resistência do diodo intrínseco Ro Resistência equivalente da carga Sn Chave de índice “n” San Chave da fase A do inversor de índice “n” Sr Tensão de referência SIMBOLOGIA xvii Símbolo Significado Sd1 Portadora positiva Sd2 Portadora negativa t tempo Ts Período de chaveamento tj Temperatura de junção trr Tempo de recuperação reversa V0 Tensão de saída da célula básica da ponte H Vcc Tensão do barramento cc V0, pk Tensão de pico na saída V0,ef Tensão eficaz na carga VSmax Tensão máxima sobre a chave VDmax Tensão máxima sobre o diodo Vs Tensão de inicio da reta que modela a curva IcxVce do IGBT Vo.ph.pk Valor de pico da tensão de saída por fase Vo.ph.ef Valor eficaz da tensão de saída por fase V0.ph.ef Tensão eficaz da fundamental de fase Vo1ef Tensão fundamental eficaz Vcen Tensão nominal do IGBT Vd Tensão de inicio da reta que modela a curva VFxIF do diodo do IGBT Zo Wrr (iD ) Impedância da carga Coeficiente de recuperação reversa da equação polinomial de segunda ordem de índice “n” Coeficiente “zero” do polinômio que descreve a energia dissipada por comutação na chave ou diodo Coeficiente “um” do polinômio que descreve a energia dissipada por comutação na chave ou diodo Energia de recuperação reversa do diodo em função da corrente direta W(iS / Dj 0 ) Energia em função da corrente que o atravessa o semicondutor kn _ rr K 0 _ on / off / rr K1_ on / off / rr SIMBOLOGIA xviii Acrônimos e Abreviaturas: Símbolo Significado CA Corrente Alternada CC Corrente Contínua MOSFET Metal-Oxide-Semiconductor Field-Effect Transistor IGBT Isulated Gate Bipolar Transistor GTO Gate Turn-Off PWM Pulse Width Modulation RMS Root Mean Square UFC Universidade Federal do Ceará SIMBOLOGIA 1 INTRODUÇÃO Devido o aumento do consumo de energia elétrica e as questões ambientais se torna imprescindível encontrar outras maneiras de gerar energia para manter as melhorias alcançadas no padrão vida dos seres humanos, neste contexto os conversores de energia elétrica CC – CA são amplamente utilizados devido à necessidade de se converter a tensão continua de uma fonte, que pode ser um banco de capacitores, células combustíveis ou um conjunto de painéis solares fotovoltaicos numa tensão alternada para uma carga, com o controle dos níveis da tensão eficaz e freqüência variável ou não, dependendo da aplicação. Portanto pode-sê definir os conversores CC – CA como circuito que tem a função de controlar o fluxo de energia elétrica entre uma fonte de tensão continua e uma carga com características de fonte alternada, monofásica ou trifásica [1]. As principais aplicações de um inversor de tensão são [2]: • Acionamento de máquinas elétricas de corrente alternada; • Sistema de alimentação ininterrupta (UPS´s), em tensão alternada, a partir de bateria; • Fontes de alimentação para aeronaves. O ideal para um conversor controlado quer seja retificador ou inversor, é que o mesmo solicite uma corrente próxima da senoidal com um fator de potência próximo de um. Tal conversor se tornou possível com o avanço da eletrônica de potência, devido o desenvolvimento de dispositivos semicondutores de potência capazes de conduzir elevadas correntes e que podem suportar grandes valores de tensão quando bloqueados e chaveamento rápido o que propicio a utilização de uma estratégia conhecida como modulação por largura de pulso (pulsewidth modulation). Quanto mais chaveamento for realizado dentro de cada ciclo, mais harmônicos de baixa ordem podem ser eliminados o que implica num menor filtro a ser empregado para converter a forma de onda em degraus em uma senóide. Os conversores de potência são basicamente formados por dois circuitos [3]. Um circuito de potência e um circuito eletrônico em que o último é responsável pelo controle. O circuito de controle é responsável por gerar o sinal de comando para condução e corte das chaves estáticas semicondutoras de potência que geralmente são: BJTs, MOSFETs, IGBTs e GTOs. O IGBTs e GTOs são capazes de bloquear milhares de volts ou conduzir dezenas de milhares de ampères, o que permitiu aos conversores uma maior capacidade de processamento de energia. Introdução 2 1.2 CONVERSORES ESTÁTICOS MULTINÍVEIS DE ENERGIA ELÉTRICA Os conversores estáticos multiníveis utilizam diversos módulos inversores conectados em série para efetuar a conversão de energia elétrica. Apresenta boa compatibilidade eletromagnética (EMC), boa qualidade da energia processada, baixas perdas por comutação e capacidade de operar com tensões elevadas quando comparados com os conversores convencionais [4]. Quanto maior o número de níveis do conversor, a tensão de saída se aproxima da forma de onda da senóide o que implica numa redução das harmônicas, mas aumentam o número de semicondutores de comando necessários. Para algumas aplicações e necessário reduzir a tensão ou corrente que os dispositivos semicondutores estão submetidos, então utiliza a associação de componentes. A associação de componentes se divide em duas: série, divide grandes tensões, pois funcionam como divisores de tensão ou paralela, divide a corrente, pois funcionam como divisores de corrente. Para aumentar a confiabilidade das técnicas de associação descritas utilizamse recursos conhecidos como associação de conversores ou associação de células de comutação. 1.3 ASSOCIAÇÃO SÉRIE DE INVERSORES EM PONTE COMPLETA Associação série de inversores em ponte completa (ou ponte-H) é uma estrutura capaz de impor à carga diferentes níveis de tensão. A partir da célula básica apresentada na figura 1.1 é possível a associação em série de conversores com a conexão de n células com m níveis na tensão de fase [5]. Como cada conversor em ponte completa pode gerar três níveis de tensão, os m níveis da tensão de saída são obtidos pela associação de (m-1)/2 conversores. Significa que o número de níveis do conversor é definido por m=2H+1, onde H é o número de fontes cc independentes [6]. Introdução 3 S1 S3 + C Vcc S4 V0 S2 Figura 1.1 Célula básica A célula básica dos inversores de tensão em ponte completa e constituída por dois pares de chaves, (S1, S4) e (S2, S3) que disparam de forma complementar, ou seja, se S1 conduz S4 está aberta, o mesmo ocorre para o par de chaves S2 e S3. Isto garante que as chaves estarão submetidas no máximo a uma tensão igual de Vcc/2, que é metade da tensão total do barramento cc. Esta técnica pode ser adaptada para estruturas trifásicas, permite a ligação em das três fases em estrela ou triângulo. Na figura 1.2 é apresentada a configuração em estrela de um conversor trifásico de cinco níveis, constituídos por dois conversores em ponte ligados em série. Figura 1.2 Conversores em ponte ligados em série de cinco níveis trifasico Introdução 4 Em conclusão, resume-se as principais vantagens e desvantagens do conversor multinível baseado em conversores paralelo em ponte ligados em cascata [7]. Vantagens: • Requer um menor número de componentes quando comparado com outras estruturas de conversores multinível, para um mesmo número de níveis; • Permite a utilização de técnicas de comutação suave evitando a necessidade de utilização de snubbers; • Tensão de saída possui baixa distorção harmônica em comparação com a freqüência de comutação dos interruptores. Desvantagem: • Necessidade de fontes de tensão contínua independentes para cada conversor da estrutura limitando sua estrutura em algumas aplicações; • Capacitores das células em quantidade e volumes elevados; • Projetos de transformadores diferentes são necessários para operação em diferentes tensões de linha. 1.4 CONVERSORES DE TENSÃO COM CAPACITORES FLUTUANTES A partir da célula de comutação genérica com capacitor flutuante apresentada na figura 1.3 é possível desenvolver conversores multiníveis. Esta técnica utiliza capacitores ligados entre pares de chaves dos braços do conversor, as chaves funcionam de forma completar, conforme conceito da célula de comutação, cada capacitor funciona como uma fonte de tensão cc, dividindo a tensão do barramento em partes iguais, assim ocorre à geração dos multiníveis de tensão [6]. Introdução 5 Figura 1.3 Célula de comutação multinivel com capacitor flutuante O projeto de conversores utilizando o conceito de capacitor flutuante enfrenta dificuldades no que diz respeito ao equilíbrio da tensão nos capacitores, outra desvantagem a quantidade excessiva de capacitores flutuantes para gerar um número elevado de níveis de tensão na carga. Em conclusão, resumem-se as principais vantagens e desvantagens do conversor capacitor flutuante [7]. Vantagens: • Elevando número de capacitores flutuantes proporcionam uma maior flexibilidade na síntese dos níveis de tensão de saída; • As combinações de comutação redundantes permitem o equilíbrio das tensões dos capacitores flutuantes; • Baixo conteúdo harmônico, para estruturas com um número de níveis suficientemente elevado, dispensando a utilização de filtros. Desvantagem: • Necessidade de um grande número de capacitores flutuantes quando o número de níveis é elevado; • Introdução Controle complexo e elevadas freqüências de comutação. 6 1.5 CONVERSORES TENSÃO COM DIODOS LIGADOS AO PONTO NEUTRO O inversor multinível com grampeamento do neutro utiliza o conceito de célula de comutação, a estrutura consiste na utilização de diodos ligados ao ponto neutro do barramento dc. Considerando n o número de níveis desejado na tensão de saída, a estrutura deste inversor vai ser formada por (n-1) capacitores no barramento cc, 2x(n-1) interruptores e (n-1)x(n-2) diodos de ligação por braço do inversor. Logo a tensão sobre os capacitores é Vcc/(n-1) e a tensão máxima sobre cada interruptor é grampeada em Vcc/(n-1). Na figura 1.4 é apresentado um braço do inversor NPC para n níveis. Figura 1.4 Célula multinível de tensão NPC A distorção harmônica na tensão de saída do inversor NPC pode ser reduzida com o aumento do número de níveis o que implica em aumentar a quantidade de diodos de ligação ao ponto neutro do barramento dc, devido essa problemática geralmente utiliza-se estrutura de 3 níveis. Em conclusão, resumem-se as principais vantagens e desvantagens do conversor de diodos ligados ao ponto neutro [7]. Vantagens: • O aumento do número de níveis permite a redução do conteúdo harmônico nas tensões alternadas, evitando-se a utilização de filtros quando o número de níveis é suficientemente elevado; • Introdução Permite o controle da potência reativa; 7 • Rendimento elevado porque os semicondutores são comutados a freqüências baixas relativamente baixas. Desvantagens: • Aumento excessivo do número de díodos de ligação ao ponto neutro com aumento do número de níveis; • Distribuição desigual das perdas comutação e condução. Assim com o objetivo de solucionar uma das desvantagens do NPC que é a distribuição desigual das perdas. No capítulo 2 é realizada uma análise qualitativa do conversor proposto, onde são apresentados os seus princípios de funcionamento, aspectos da estrutura e detalhes de comutação. No capítulo 3 são apresentadas as três estratégias PWM desenvolvidas para o controle do conversor proposto, são determinados os intervalos de condução e suas respectivas equações. No capítulo 4 são apresentados os esforços de corrente e tensão para as três estratégias PWM desenvolvidas, os esforços de corrente são calculados e comparados com os valores simulados, assim como o cálculo das perdas por comutação e condução, a fim de validar o equacionamento do conversor proposto. No capítulo 5 são apresentadas as conclusões mais relevantes de todo o trabalho realizado. Nos apêndices são apresentados os cálculos dos esforços de corrente, cálculos de perdas por comutação e condução para as três estratégias PWMs propostas. Introdução 8 CAPÍTULO 2 INVERSOR MULTINÍVEL COM GRAPEAMENTO ATIVO DO NEUTRO 2.1 INTRODUÇÃO Este capítulo apresenta uma análise ampla do inversor multinível com grampeamento ativo do neutro. Nesta análise é discutido aspectos como estrutura, etapas de funcionamento e detalhes de comutação. Apresenta uma comparação entre as estruturas ANPC e NPC referente à distribuição desigual das perdas nos semicondutores, principal desvantagem da estrutura NPC [8],[9] . 2.2 INVERSOR MULTINÍVEL COM GRAPEAMENTO ATIVO DO NEUTRO (3L – ANPC) O inversor multinível com grampeamento ativo do neutro é uma evolução topológica do inversor NPC de três níveis [5]. A principal desvantagem, que ainda não havia sido superada é a desigual distribuição das perdas nos dispositivos semicondutores do conversor NPC. Como em todos os conversores as perdas máximas limitam a freqüência de comutação e a potência de saída. Em situações especiais como alta potência dos transformadores, dispositivos semicondutores discretos, por exemplo, transistores bipolares (IGBTs) ou tiristores (IGCTs), geralmente são instalados em dissipadores separados, o que propicia uma boa dissociação térmica dos semicondutores. Assim, uma distribuição desigual das perdas como é o caso do conversor NPC também produz uma temperatura de junção desigual entre os semicondutores. Alguns dispositivos tornam-se quente, enquanto outros ficam com uma temperatura bem inferior, ao mesmo tempo. As perdas nos dispositivos mais estressados limitam a freqüência do conversor e a potência de saída. A estrutura do conversor 3L – ANPC é composta por seis interruptores bidirecionais dispostos, onde cada um desses interruptores suporta uma tensão de Vcc/2. Os interruptores bidirecionais são agrupados em três tipos de básicos de células de comutação: célula 1 (Sa1 e Sa5), célula 2 (Sa2 e Sa3) e célula 3 (Sa4 e Sa6). CAPÍTULO 2 – Inversor Multinível com Grampeamento do Ativo do Neutro (3L-ANPC). 9 A estrutura do inversor 3L – ANPC é apresentada na figura 2.1. Esta estrutura pode ser controlada por diferentes estratégias PWM de maneira que as grandezas elétricas sigam a tensão de referência, para que a tensão entregue a carga em relação ao nó de referência seja: Vcc/2, zero,-Vcc/2 [10]. Figura 2.1-Conversor Multinível com Grameamento Ativo do Neutro. Tabela 2.1- Possibilidades de Chaveamento Tensão Estado de de saída chaveamento Sa1 Sa2 Sa3 Sa4 Sa5 Sa6 -Vcc/2 N 0 0 1 1 1 0 UL1 1 0 1 0 0 1 UL2 0 0 1 0 0 1 UO1 0 1 0 1 1 0 UO2 0 1 0 0 1 0 P 1 1 0 0 0 1 0 Vcc/2 Seqüência de chaveamento Observando-se pela tabela 2.1, para um braço do inversor pôde-se afirmar que há uma possibilidade de impor o estado P, (Vcc/2), uma para o estado N, (-Vcc/2) e quatro para o estado zero. Considerando as outras fases do inversor podemos afirmar que existem 216 possibilidades de chaveamento do mesmo. CAPÍTULO 2 – Inversor Multinível com Grampeamento do Ativo do Neutro (3L-ANPC). 10 2.3 ESTADOS DE CHAVEAMENTO Observa-se pela figura 2.1 e tabela 2.1 que em comparação com o conversor NPC convencional, o inversor ANPC tem mais de uma comutação de estado para gerar o nível zero. Ao ligar as chaves Sa2 e Sa5 ou as chaves Sa3 e Sa6 obtém os quatros estados de chaveamento designados de “OU2”, “OU1”,“UL2” e “UL1”, conforme tabela 2.1. No estado positivo a chave Sa6 está ligada para garantir a divisão de tensão entre as chaves Sa3 e Sa4 diminuindo os esforços de tensão sobre as mesma. O mesmo ocorre com a chave Sa5, pois a mesma esta ligada no estado negativo para garantir a divisão de tensão entre Sa1 e Sa2. Desta forma o equilíbrio estático é garantido [11]. Ao aperfeiçoar a comutação de estados, ocorre uma melhor distribuição das perdas entre os dispositivos semicondutores e, portanto, maior utilização dos interruptores é alcançada. Assim, a potência de saída ou a freqüência de comutação pode ser aumentada. 2.4 COMUTAÇÕES As comutações para estado zero ou a partir do estado zero para os outros estados determinam as perdas por comutação. Todas as comutações ocorrem entre uma chave ativa e um diodo. Mesmo se mais de dois dispositivos liguam e desliguam. Apenas uma chave ativa e um diodo terão perdas por comutação [10]. A comutação convencional do estado positivo para o estado zero para o conversor NPC é descrita considerando uma corrente o funcionamento positiva de fase é uma tensão de saída positiva. Na comutação convencional do estado positivo para o estado zero, a chave Sa1 é desligada e Sa3 é ligada após um tempo morto. A corrente comuta de Sa1 para Da5. Os interruptores Sa2 e Sa4 permanecem desligados e ligados respectivamente. Essencialmente as perdas por desligamento ocorrem em Sa1. Durante a comutação inversa do estado zero para o estado negativo todas as mudanças de transições ocorrem na ordem inversa. O interruptor externo Sa1 e o diodo Da5 sofrem perdas por comutação e perdas por recuperação reversa respectivamente. Na figura 2.2 apresentada a comutação do estado positivo para o estado zero. CAPÍTULO 2 – Inversor Multinível com Grampeamento do Ativo do Neutro (3L-ANPC). 11 Vcc 2 −Vcc 2 Figura 2.2 – Comutação + → 0 no NPC. As comutações do estado positivo para o estado zero no conversor ANPC são descritas posteriormente. Durante a comutação do estado positivo para o estado UO2, a corrente de fase comuta para o caminho superior do tap central figura 2.3. Primeiro Sa6 tem que ser desligado, então Sa1 também é desligado e, finalmente Sa5 é ligado após um tempo morto. Para a condição escolhida Ifase > 0, esta comutação comporta-se como a comutação convencional no conversor NPC. Sa1 apresenta perdas no desligamento, e durante a comutação reversa do estado UO2 para o estado positivo Sa1 e Da1 apresentam perdas por recuperação. Sa1 Vcc 2 Sa5 Da5 Sa2 Da1 Da2 Ifase_A Sa6 −Vcc 2 Da6 Sa3 Sa4 Da3 Da4 Figura 2.3 – Comutação (+ → UO1) e (+ → UO2) no ANPC. CAPÍTULO 2 – Inversor Multinível com Grampeamento do Ativo do Neutro (3L-ANPC). 12 A comutação do estado positivo para estado UO1 difere da comutação do estado positivo para o estado UO2 somente pelo ligamento de Sa4 sem perdas no mesmo. Este chaveamento não apresenta nenhum efeito positivo. Portanto não é usado. Na comutação do estado positivo para o estado UL1 a corrente de fase é forçada para o caminho do tap central figura 2.4. Ao contrário do caso anterior, Sa1 permanece ligado. Sa2 está desligado e Sa3 é ligado depois de um tempo morto. Assim o transistor Sa2 apresenta perdas no desligamento. O ligamento e as perdas de recuperação durante a comutação reversa do estado UL1 para o estado positivo ocorrem no interior de Sa2 e do diodo Da3 [8],[9]. Vcc 2 −Vcc 2 Figura 2.4 – Comutação (+ → UL1) e (+ → UL2) no ANPC. Na comutação do estado positivo para o estado OL2 a corrente de fase comuta para o caminho inferior do tap central. Sa1 é desligado e Sa3 é ligado depois de um tempo morto. Desde que Sa6 está ligado à corrente comuta pelo caminho superior e inferior do tap central. Sa1 apresenta notáveis perdas no desligamento. Ao desligar Sa2 com um pequeno atrasado em relação Sa1 a corrente de fase é forçada para o caminho inferior do tap central, sem adicionar perdas significativas conforme figura 2.4. A tabela 2.2 apresenta a distribuição das perdas por comutação para todas as mudanças. CAPÍTULO 2 – Inversor Multinível com Grampeamento do Ativo do Neutro (3L-ANPC). 13 Tabela 2.2 – Distribuição das perdas por comutação Comutações Sa1 + ↔ OU2 + ↔ OU1 + ↔ OL1 + ↔ OL2 OU2 ↔ OU1 ↔ OL2 ↔ OL1 ↔ - Da1 Sa2 Da2 Sa3 Da3 Sa4 Corrente de fase positiva Da4 Sa5 X X Da5 Sa6 Da6 X X X X X X X X X X X X X X Corrente de fase negativa + ↔ OU2 + ↔ OU1 + ↔ OL1 + ↔ OL2 OU2 ↔ OU1 ↔ OL2 ↔ OL1 ↔ - X X X X X X X X X X X X X X X X 2.5 CAPACIDADE DE TOLERÂNCIA A FALHAS NO ANPC Quando ocorre uma falha do tipo circuito aberto ou curto – circuito, os esforços de tensão sobre outras chaves do inversor aumentam devido o desequilíbrio de tensão do ponto neutro. Estas falhas prejudicam o funcionamento normal do inversor e causam um desequilíbrio de tensão no ponto neutro e instabilidade de corrente na saída. As possíveis condições de falha para o dispositivo de chaveamento do inversor ANPC pode ocorrer em: 1) Sa1 ou Sa4; 2) Sa2 ou Sa3; 3) Sa5 ou Sa6. Em [12] é proposto uma estratégia de controle para o inversor ANPC, para que o mesmo possa suportar falhas do tipo circuito aberto ou curto – circuito. 2.5.1 FALHAS DO TIPO CIRCUITO ABERTO Se a falha do tipo circuito aberto ocorre no estado positivo com a corrente de fase positiva, então a corrente de fase sai do ponto neutro e atravessa os diodos Da4 e Da3, o que causa o desequilíbrio de tensão no tap central e, portanto, a saída atual é desbalanceada. Se corrente CAPÍTULO 2 – Inversor Multinível com Grampeamento do Ativo do Neutro (3L-ANPC). 14 de fase for negativa a fase atual torna-se descontinua, devido ao corte do caminho de condução. Para falha em Sa5 e Sa6 o inversor ANPC vai funcionar de forma semelhante ao inversor NPC, caso utilize um controle adequado. Se ocorrer qualquer falha em único dispositivo entre Sa1 ~ Sa4, o terminal de saída da fase A necessita estar conectado ao ponto neutro do barramento CC. A partir dos princípios acima comentados, a comutação de estados e a seqüência de comutação de operação tolerante a falhas de circuito aberto são listados na tabela 2.3. Tabela 2.3 – Estados de comutação modificados para o inversor ANPC devido a falhas do tipo circuito aberto. Falta nos Estados de dispositi- comutação vos + Sa5 0 + Sa6 0 Sa1 0 Sa2 0 Sa3 0 Sa4 0 Seqüência de comutação Sa1 On Off Off On Off Off Off Off Off Off Sa2 On Off Off On On Off Off Off On On Sa3 Off On On Off Off On On On Off Off Sa4 Off Off On Off Off On Off Off Off Off Sa5 Off Off Off Off On Off Off Off Off Off Tensão de saída Sa6 Off On Off Off Off Off On On On On +Vdc/2 0 -Vdc/2 +Vdc/2 0 -Vdc/2 0 0 0 0 Depois da falha de circuito aberto ser detectada, a operação do inversor ANPC transita imediatamente do modo sem falha para o modo falha de circuito aberto com base nas informações da posição do dispositivo que ocorreu a falha. O mesmo método também e válido para a fase B e C. 2.5.2 FALHAS DO TIPO CURTO CIRCUITO Além da falha de circuito aberto, os dispositivos de chaveamento também pode não suportar a falha de curto – circuito. No inversor ANPC, falha de curto – circuito pode causar problemas ainda mais graves do que o circuito aberto. A razão é que sob essa condição de falha, os capacitores que estão ligados ao barramento cc podem ser descarregados através de um caminho de condução da corrente e a tensão dos capacitores se torna zero num curto espaço CAPÍTULO 2 – Inversor Multinível com Grampeamento do Ativo do Neutro (3L-ANPC). 15 de tempo, e conseqüentemente, alguns têm de suportar completamente a tensão do barramento cc. Além disso, semelhante à falha de circuito aberto, a corrente de saída não será simetricamente senoidal. Para a falha de curto – circuito na chave Sa1, na mudança de estado de UO2 para o estado negativo, o capacitor superior do barramento CC forma o curto junto com as chaves Sa1 e Sa5. Se a falha ocorrer na chave Sa2 no estado negativo a corrente vai atravessar as chaves Sa2, Sa3, Sa4 e o capacitor inferior do barramento CC, se a falha ocorrer em Sa5 no estado “+” e similar na chave Sa1. Da mesma forma, os caminhos das correntes de curto dos capacitores do barramento CC também podem ser encontrados sob a condição de falha curto circuito causado por Sa3, Sa4 ou Sa6. Para que o inversor opere com tolerância a falhas de curto – circuito, é preciso evitar o aparecimento dos estados de comutação que podem construir o caminho da corrente de curto para os capacitores do barramento. Portanto os estados de comutação são modificados conforme tabela 2.4. Tabela 2.4 - Estados de comutação modificados para o inversor ANPC devido a falhas do tipo curto circuito Falta nos Estados de dispositi- comutação vos Sa5 0 Seqüência de comutação Tensão de saída Sa1 Off Sa2 On Sa3 Off Sa4 Off Sa5 Off Sa6 Off 0 Sa6 0 Off Off On Off Off Off 0 Sa1 0 Off Off On Off Off On 0 Sa2 0 Off Off Off Off On Off 0 Sa3 0 Off Off Off Off Off On 0 Sa4 0 Off On Off Off On Off 0 Neste controle proposto, o terminal da fase de saída é sempre ligado ao ponto neutro do barramento dc para todas as possíveis falhas de curto-circuito. CAPÍTULO 2 – Inversor Multinível com Grampeamento do Ativo do Neutro (3L-ANPC). 16 2.6 DISTRIBUIÇÃO DAS PERDAS NOS SEMICONDUTORES DE POTÊNCIA DOS INVERSORES ANPC E NPC A estrutura dos conversores estáticos tem de assegurar, que para todas as condições de funcionamento a temperatura de junção dos dispositivos de potência não exceda os limites admitidos. A temperatura de junção dos dispositivos é uma conseqüência direta das perdas por condução e comutação. A distribuição desigual das perdas entre os semicondutores representa uma importante desvantagem para o 3L - NPC quando comparado com o conversor 3L – ANPC em [13]. Ao utilizar a metodologia de cálculos para as perdas totais nas chaves apresentada em [14], e estendida em [15] para as estruturas dos conversores ANPC e NPC, observou-se que as perdas totais nos dispositivos de potência dependem do ponto de operação e da estratégia PWM adotada. Os pontos mais críticos de operação estão localizados nos limites da área operacional do conversor, sendo no máximo e mínimo índice de modulação (M=1 e M=0) respectivamente, com o fator de potência FP=1 e FP=-1. Como o conversor 3L-ANPC é derivado da topologia do conversor 3L-NPC. Pois são conectados dois interruptores em anti-paralelo com os diodos da estrutura NPC, o que propicia uma simetria ao conversor ANPC e desta forma as perdas nas células (Sa1-Sa4), (Sa5-Sa6) e (Sa2-Sa3) são iguais. Em [13] e [15] foram apresentadas três estratégias PWM, que diferem pelo tipo e pelo número de comutação do estado zero. As comutações de estado zero podem ser usadas para distribuir as perdas de forma mais equilibrada entre os semicondutores. A intenção não é diminuir as perdas no conversor, mais distribuí-las igualmente. As comutações para ou a partir do estado zero podem determinar a distribuição das perdas por comutação. Todas as comutações realizam entre uma chave ativa e um diodo. Caso ocorra de mais de dois dispositivos ligarem ou desligarem, apenas uma chave e um diodo sofrem perdas por comutação. A distribuição das perdas de condução durante os estados zero podem ser controladas pela seleção do caminho superior ou inferior do conversor ANPC. O trajeto superior inclui os interruptores bidirecionais Sa5 e Sa2, enquanto o trajeto inferior inclui os interruptores bidirecionais Sa3 e Sa6. As perdas por condução nos estados P e N não podem ser influenciados. CAPÍTULO 2 – Inversor Multinível com Grampeamento do Ativo do Neutro (3L-ANPC). 17 CAPÍTULO 3 ESTRATÉGIA DE MODULAÇÃO PARA O CONVERSOR ANPC 3.1 - INTRODUÇÃO Neste capitulo serão proposta três estratégias de modulação PWM para o controle dos interruptores do inversor 3L – ANPC. Determinar os intervalos de condução e suas respectivas equações para as chaves e diodos para cada uma das três estratégias modulação desenvolvidas a partir de simulações no software Psim. 3.2.1 – FUNÇÕES DE MODULAÇÃO PARA A ESTRATÉGIA PWM 1 Na figura (3.1) é apresentada a estratégia PWM1. As células 1 e 3 operam em alta freqüência, enquanto a célula 2 em baixa freqüência, igual à freqüência da tensão de referência. Em cada momento, apenas uma das células está conduzido. A estratégia PWM1 apresentada compara a tensão de referência (Sr), com duas portadoras (Sd1 e Sd2) em que Sd1 portadora positiva e Sd2 portadora negativa. Na seqüência do processo de comparação são obtidos quatro estados de comutação: P, N, O+ e O-, Tabela 3.1. As chaves Sa1 e Sa2 devem ser ligadas para obter o estado P, (Vcc/2), enquanto o estado N, (-Vcc/2) é obtido ao ligar as chaves Sa3 e Sa4. No caso da seqüência de comutação P e N os caminhos da corrente de carga são os mesmos da estrutura 3L – NPC. O nível zero de tensão é obtido em dois estados de comutação: O- e O+. Estado O- e obtido quando a tensão de referência é negativa. Neste caso as chaves Sa3 e Sa6 devem estar ligadas, enquanto as chaves Sa1, Sa2, Sa4 e Sa5 devem estar desligadas. O estado O+ e obtido quando a tensão de referência é positiva. As chaves Sa2 e Sa5 devem ser ligadas enquanto as chaves Sa1, Sa3, Sa4 e Sa6 devem ser desligadas. Para os estados O- e O+ a corrente de carga pode passar em ambas as direções através das chaves Sa2 e Sa5 ou somente através das chaves Sa3 e Sa6. Nesta estratégia, os transistores das chaves Sa5 e Sa6 apresentam maiores perdas no modo de funcionamento retificador, FP=-1 e baixo índice de modulação. Enquanto no modo de fun- CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 18 cionamento inversor, FP=1 e elevado índice de modulação, os transistores das chaves Sa1 e Sa4 apresentam as maiores perdas [10]. Como resultado, a estratégia PWM 1 Sa2 e Sa3 tem perdas por condução e as perdas por comutação igual a zero. Figura 3.1 – Estratégia de PWM 1 para o inversor ANPC. Tabela 3.1: Estados de chaveamento do inversor ANPC para estratégia PWM1. Tensão de saída -Vdc/2 0 Vdc/2 Estado de chaveamento N 00+ P Sa1 0 0 0 1 Sa2 0 0 1 1 Seqüência de chaveamento Sa3 Sa4 Sa5 1 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 Sa6 0 1 0 0 3.2.2 – FUNÇÕES DE MODULAÇÃO PARA A ESTRATÉGIA PWM 2 No caso da estratégia PMW 2, figura (3.2), o chaveamento dos interruptores da célula 2 é em alta freqüência, enquanto as outras células (célula 1 e 3) em baixa freqüência, igual à freqüência da tensão de referência. A estratégia PWM 2 apresentada compara a tensão de referência (Sr), com duas portadoras (Sd1 e Sd2) em que Sd1 portadora positiva e Sd2 portadora negativa. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 19 Na seqüência do processo de comparação são obtidos quatro estados de comutação: P, + N, O e O- Tabela 3.2. As chaves Sa1, Sa2 e Sa6 devem ser ligadas para obter o estado P, (Vcc/2), enquanto o estado N, (-Vcc/2) é obtido ao ligar as chaves Sa3, Sa4 e Sa5. No caso da seqüência de comutação P e N os caminhos da corrente de carga são os mesmos da estrutura 3L – ANPC estabelecidos no PWM 1. O nível zero de tensão é obtido com dois estados de comutação: O- e O+. O estado O- é obtido quando a tensão de referência e negativa. Neste caso Sa2, Sa4 e Sa5 devem ser ativados, enquanto Sa1, Sa3 e Sa6 devem ser desligados. O estado O+ é obtido quando a tensão de referência é positiva. As chaves Sa1, Sa3 e Sa6 devem ser ativadas, enquanto Sa2, Sa4 e Sa5 devem ser desligados. Para os estados O- e O+ a corrente de carga pode passar em ambas as direções através de Sa2 e Sa5 ou apenas através de Sa3 e Sa6. Nesta estratégia, os transistores das chaves Sa2 e Sa3, para ambos os modos de funcionamento são os dispositivos que apresentam maiores perdas totais. A distribuição desigual das perdas nos interruptores leva a uma distribuição desigual da temperatura de junção, que limita a corrente máxima na carga nessa estratégia PWM. É observado que os dispositivos incluídos na célula 2 permanecem todo o ciclo ligados, sendo os mais estressados. Para outras opções, somente as perdas por condução são levadas em consideração [10]. Figura 3.2 – Estratégia de PWM 2 para o inversor ANPC. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 20 Tabela 3.2: Estados de chaveamento do inversor ANPC para estratégia PWM2 Tensão de saída -Vdc/2 0 Vdc/2 Estado de chaveamento N 00+ P Sa1 0 0 1 1 Sa2 0 1 0 1 Seqüência de chaveamento Sa3 Sa4 Sa5 1 1 1 0 1 1 1 0 0 0 0 0 Sa6 0 0 1 1 3.2.3 – FUNÇÕES DE MODULAÇÃO PARA A ESTRATÉGIA PWM 3 A estratégia PWM (nomeada de PWM 3, figura 3.3), melhora a conversão estática, e foi obtida com uma combinação das estratégias de PWM 1 e 2 [10]. A fim de enfatizar esta vantagem, os estados de comutação são analisados na seqüência em um período de comutação Ts. A referência de tensão (Sr) é comparada com duas portadoras Sd1 e Sd2 que são deslocadas Ts/2 no eixo horizontal. Utilizado esta estratégia, o inversor ANPC possui seis estados de comutação: P,N,O1-, O2-, O1+ e O2+. Conforme apresentado na tabela 3.3. Os interruptores Sa1, Sa2 e Sa6 devem ser ativados a fim de se obter o estado P (Vdc/2). O estado N (-Vdc/2) é obtido ativando os interruptores Sa3, Sa4 e Sa5. No caso das seqüências P e N os caminhos da corrente de carga são os mesmos das outras estratégias de PWM [16]. Figura 3.3 – Estratégia de PWM 3 para o inversor ANPC. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 21 Tabela 3.3: Estados de chaveamento do inversor ANPC para estratégia PWM3. Tensão de saída -Vdc/2 0 Vdc/2 Estado de chaveamento N 01 02 01 + 02 + P Sa1 0 0 0 0 1 1 Sa2 0 0 1 1 0 1 Seqüência de chaveamento Sa3 Sa4 Sa5 1 1 1 1 0 0 0 1 1 0 0 1 1 0 0 0 0 0 Sa6 0 1 0 0 1 1 Durante os estados ativos P e N, duas chaves ou dois diodos estão conduzido dependendo do sentido da corrente de fase. Para o nível de tensão zero, temos quatro tipos de seqüências: O1-, O2-, O1+ e O2+. Os estados O1- e O2- são obtidos quando a tensão de referência é negativa, enquanto os estados O1+ e O2+ são obtidos quando a tensão de referência é positiva. O estado O1- é obtido quando os interruptores Sa3 e Sa6 estão ligados e Sa1, Sa2, Sa4 e Sa5 estão desligados. O estado O2- é obtido quando os interruptores Sa2, Sa4 e Sa5 são ativados e Sa1, Sa3 e Sa6 estão desligados. O estado O1+ é obtido quando os interruptores Sa2 e Sa5 estão ligados e Sa1, Sa3, Sa4 e Sa6 estão desligados. Os caminhos das correntes de carga são semelhantes aos caminhos do estado O2-. O estado O2+ é obtido quando Sa1, Sa3, e Sa6 são ligados e Sa2, Sa4 e Sa5 estão desligados. Os caminhos da corrente de carga são semelhantes aos caminhos do estado O1-. Essas seqüências de comutação levam a uma natural duplicação da freqüência de comutação semelhante ao conceito de capacitor flutuante (3L-FC), embora a estrutura do 3L-ANPC não tenha capacitores flutuantes. Cada chave comuta com uma freqüência fs o que resulta numa freqüência de comutação de 2fs na tensão de saída [10]. Outra vantagem da estratégia PWM 3 consiste na melhoria natural da conversão estática quando a tensão de referência é próximo do valor zero. Os tempos mortos não influenciam o funcionamento do conversor quando Sr é aproximadamente igual a zero, por que as comutações são feitas usando dois tipos de células básicas. Assim, perto de zero, quando o Sr > 0 as células 1 e 2 chaveiam e quando Sr <0 as células 2 e 3 chaveiam. O princípio de controle proposto pode ser utilizado em toda a freqüência de comutação (maior ou menor) sem a necessidade de mudanças estruturais no 3L – ANPC (por exemplo, modificação de alguns capacitores flutuantes, como no caso da célula de 3L – FC). No caso de operação no modo retificador, FP=-1 e índice de modulação pequeno (M=0,05) os transistores das chaves Sa2, Sa3, Sa5 e Sa6 são os dispositivos mais estressados. Observa-se, em comparação com as outras estruturas (3L –NPC, 3L – ANPC PWM 1 e 3L – CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 22 ANPC PWM 2) que a estratégia PWM 3 proposta permite uma redução em 50% do total de perdas nos interruptores com maiores perdas por comutação. Os transistores das chaves Sa2 e Sa3 são os dispositivos mais estressados no modo de funcionamento inversor, FP=1 e alto índice de modulação M = 0,95. Neste caso, as perdas totais nesses transistores são reduzidas 20% em comparação com as outras estruturas estudadas, sem qualquer despesa adicional de semicondutores. O 3L – ANPC tem mais graus de liberdade e pode ser controlado por diferentes estratégias PWM. Comparado com a topologia 3L-NPC, o conversor 3L-ANPC não tem perdas menores, mas é obtida uma melhor distribuição das perdas. A estratégia PWM 3 aumenta a potência de saída ou a freqüência de comutação e os desempenhos da conversão estática. Quando a tensão de referência tem o seu valor próximo à zero, os tempos mortos não influenciam o modo de funcionamento. 3.3 - INTERVALOS DE CONDUÇÃO Este tópico trata da determinação dos intervalos de condução das chaves e diodos do inversor ANPC e suas respectivas equações. 3.3.1 - INTERVALOS DE CONDUÇÃO PWM 1 As funções de modulação para a chave Sa1 e Da1 são apresentadas nas equações (3.1) e (3.2) respectivamente e determinadas através de observação da figura (3.4). 0, 0 ≤ ωt ≤ Φ0 δSa1 (ωt, Mi ) = Mi sen(ωt ), Φ0 ≤ωt ≤ π 0, π ≤ωt ≤ 2π (3.1) Mi sen(ωt), 0 ≤ ωt ≤ Φ0 δDa1(ωt, Mi ) = 0, Φ0 ≤ ωt ≤ π 0, π ≤ ωt ≤ 2π (3.2) Observa-se pela figura (3.4), que no intervalo de 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 , a corrente é negativa, portanto esta circula pelo diodo Da1 da chave Sa1. A corrente neste intervalo para esta chave é CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 23 zero, enquanto no intervalo de Φ 0 ≤ ωt ≤ π a corrente é positiva e circula pela chave Sa1, e no intervalo de π ≤ ωt ≤ 2π a corrente é nula para a chave e diodo. Figura 3.4 Modulação, corrente na carga na chave Sa1 e no diodo Da1. As funções de modulação para a chave Sa2 e o diodo Da2 são apresentadas nas equações (3.3) e (3.4) respectivamente e determinadas através de observação da figura (3.5). 0, 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 δ Sa 2 (ωt , M i ) = 1, Φ 0 ≤ ωt ≤ π 0, π ≤ ωt ≤ 2π (3.3) 1, 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 δ Da 2 (ωt , M i ) = 0, Φ 0 ≤ ωt ≤ π 0, π ≤ ωt ≤ 2π (3.4) Observa-se pela figura (3.5), que no intervalo de 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 , a corrente é negativa, portanto esta circula pelo diodo Da2 da chave Sa2. A corrente neste intervalo para esta chave é zero, enquanto no intervalo de Φ 0 ≤ ωt ≤ π a corrente é positiva e segue a forma da moduladora e circula pela chave Sa2. No intervalo de π ≤ ωt ≤ 2π a corrente é nula para a chave e diodo. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 24 Figura 3.5 Modulação, corrente na carga na chave Sa2 e no diodo Da2. As funções de modulação para a chave Sa3 e o diodo Da3 são apresentadas nas equações (3.5) e (3.6) respectivamente e determinadas através de observação da figura (3.6). 0, 0 ≤ ωt ≤ π δ Sa 3 (ωt , M i ) = 0, π ≤ ωt ≤ π + Φ 0 1, π + Φ ≤ ωt ≤ 2π 0 (3.5) 0, 0 ≤ ωt ≤ π δ Da 3 (ωt , M i ) = 1, π ≤ ωt ≤ π + Φ 0 0, π + Φ ≤ ωt ≤ 2π 0 (3.6) Observa-se pela figura (3.6), que no intervalo de 0 ≤ ωt ≤ π , a corrente é nula, e no intervalo de π ≤ ωt ≤ π + Φ0 , a corrente é negativa, portanto esta circula pelo diodo Da3 da chave Sa3. A corrente neste intervalo para esta chave é zero, enquanto no intervalo de π + Φ 0 ≤ ωt ≤ 2π a corrente é positiva, segue a forma da moduladora e circula pela a chave Sa3. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 25 Figura 3.6 – Modulação, corrente na carga na chave Sa3 e no diodo Da3. As funções de modulação para a chave Sa4 e o diodo Da4 são apresentadas nas equações (3.7) e (3.8) respectivamente e determinadas através de observação da figura (3.7). 0, 0 ≤ ωt ≤ π δ Sa 4 (ωt , M i ) = 0, π ≤ ωt ≤ π + Φ 0 M . sen(ωt ) , π + Φ ≤ ωt ≤ 2π 0 i (3.7) 0, 0 ≤ ωt ≤ π δ Da 4 (ωt , M i ) = M i sen(ωt ) , π ≤ ωt ≤ π + Φ 0 0, π + Φ ≤ ωt ≤ 2π 0 (3.8) Observa-se pela figura (3.7), que no intervalo de 0 ≤ ωt ≤ π , a corrente é nula, e no intervalo de π ≤ ωt ≤ π + Φ0 , a corrente é negativa, portanto esta circula pelo diodo Da4 da chave Sa4, A corrente neste intervalo para esta chave é zero, enquanto no intervalo de π + Φ 0 ≤ ωt ≤ 2π a corrente é positiva e circula pela a chave Sa4. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 26 Figura 3.7 – Modulação, corrente na carga na chave Sa4 e no diodo Da4. As funções de modulação para a chave Sa5 e Da5 são apresentadas nas equações (3.9) e (3.10) respectivamente e determinadas através de observação da figura (3.8). 1 − M i sen(ωt ), 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 δ Sa 5 (ωt , M i ) = 0, Φ 0 ≤ ωt ≤ π 0, π ≤ ωt ≤ 2π (3.9) 0, 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 δ Da 5 (ωt , M i ) = 1 − M i .sen(ωt ), Φ 0 ≤ ωt ≤ π 0, π ≤ ωt ≤ 2π (3.10) Observa-se pela figura (3.8), que no intervalo de 0 ≤ ωt ≤ Φ0 , a corrente é positiva e circula pela chave Sa5. No intervalo de Φ0 ≤ ωt ≤ π , a corrente é negativa, portanto esta circula pelo diodo Da5 da chave Sa5. A corrente neste intervalo para esta chave é zero, enquanto no intervalo de π ≤ ωt ≤ 2π a corrente é nula. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 27 Figura 3.8 – Modulação, corrente na carga na chave Sa5 e no diodo Da5. As funções de modulação para a chave Sa6 e o diodo Da6 são apresentadas nas equações (3.11) e (3.12) respectivamente e determinadas através de observação da figura (3.9). 0, 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 δ Sa 6 (ωt , M i ) = 1 − M i sen(ωt ) , π ≤ ωt ≤ π + Φ 0 0, π + Φ ≤ ωt ≤ 2π 0 (3.11) 0, 0 ≤ ωt ≤ π δ Da 6 (ωt , M i ) = 0, π ≤ ωt ≤ π + Φ 0 1 − M . sen(ωt ) , π + Φ ≤ ωt ≤ 2π i 0 (3.12) Observa-se pela figura (3.9), que no intervalo de 0 ≤ ωt ≤ π , a corrente é nula, e no intervalo de π ≤ ωt ≤ π + Φ0 , a corrente é positiva e circula pela chave Sa6. No intervalo de π + Φ0 ≤ ωt ≤ 2π , a corrente é negativa, portanto esta circula pelo diodo Da6 da chave Sa6. A corrente neste intervalo para a chave Sa6 é zero. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 28 Figura 3.9 – Modulação, corrente na carga na chave Sa6 e no diodo Da6. 3.3.2 - INTERVALOS DE CONDUÇÃO PWM 2 As funções de modulação para a chave Sa1 e Da1 são apresentadas nas equações (3.13) e (3.14) respectivamente e determinadas através de observação da figura (3.10). 0, 0 ≤ ωt ≤ Φ0 δSa1 (ωt, Mi ) = Mi .sen(ωt ), Φ0 ≤ ωt ≤ π 0, π ≤ ωt ≤ 2π Mi sen(ωt), 0 ≤ ωt ≤ Φ0 δDa1(ωt, Mi ) = 0, Φ0 ≤ ωt ≤ π 0, π ≤ ωt ≤ 2π (3.13) (3.14) Observa-se pela figura (3.10), que no intervalo de 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 , a corrente é negativa, portanto esta circula pelo diodo Da1 da chave Sa1, A corrente neste intervalo para esta chave é zero, enquanto no intervalo de Φ 0 ≤ ωt ≤ π a corrente é positiva e circula pela chave Sa1. No intervalo de π ≤ ωt ≤ 2π a corrente é nula para a chave e diodo. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 29 Figura 3.10 Modulação, corrente na carga na chave Sa1 e no diodo Da1. As funções de modulação para a chave Sa2 e o diodo Da2 são apresentadas nas equações (3.15) e (3.16) respectivamente e determinadas através de observação da figura (3.11). 0, 0 ≤ ωt ≤ Φ0 M .sen(ωt ), Φ ≤ ωt ≤ π i 0 δSa 2 (ωt , M i ) = 1 − M i . sen(ωt ) , π ≤ ωt ≤ π + Φ0 0, π + Φ ≤ ωt ≤ 2π 0 (3.15) M i .sen(ωt ), 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 δ Da 2 (ωt , M i ) = 0, Φ 0 ≤ ωt ≤ π + Φ 0 1 − M . sen(ωt ) , π + Φ ≤ ωt ≤ 2π i 0 (3.16) Observa-se pela figura (3.11), que no intervalo de 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 , a corrente é negativa, portanto esta circula pelo diodo Da2 da chave Sa2. A corrente neste intervalo para esta chave é zero, enquanto nos intervalo de Φ0 ≤ ωt ≤ π + Φ0 a corrente é positiva e circula pela chave, mas com equações diferentes dentro deste intervalo de condução. No intervalo de π + Φ0 ≤ ωt ≤ 2π a corrente é negativa, portanto circula pelo diodo desta chave. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 30 Figura 3.11 Modulação, corrente na carga na chave Sa2 e no diodo Da2. As funções de modulação para a chave Sa3 e o diodo Da3 são apresentadas nas equações (3.17) e (3.18) respectivamente e determinadas através de observação da figura (3.12). 1 − M i . sen(ωt ) , 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 δ Sa 3 (ωt , M i ) = 0, Φ 0 ≤ ωt ≤ π + Φ 0 M . sen(ωt ) , π + Φ ≤ ωt ≤ 2π 0 i 0, 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 1 − M .sen(ωt ), Φ ≤ ωt ≤ π i 0 δ Da 3 (ωt , M i ) = M i . sen(ωt ) , π ≤ ωt ≤ π + Φ 0 0, π + Φ ≤ ωt ≤ 2π 0 (3.17) (3.18) Observa-se pela figura (3.12), que no intervalo de 0 ≤ ωt ≤ Φ0 , a corrente é positiva, portanto a corrente circula pela chave Sa3. No intervalo de Φ 0 ≤ ωt ≤ π + Φ 0 , a corrente é negativa, portanto esta circula pelo diodo Da3 da chave Sa3, mas com equações diferentes dentro deste intervalo de condução. A corrente neste intervalo para esta chave é zero, enquanto no intervalo de π + Φ 0 ≤ ωt ≤ 2π a corrente é positiva e volta a circular pela chave Sa3. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 31 Figura 3.12 – Modulação, corrente na carga na chave Sa3 e no diodo Da3. As funções de modulação para a chave Sa4 e o diodo Da4 são apresentadas nas equações (3.19) e (3.20) respectivamente e determinadas através de observação da figura (3.13). 0, 0 ≤ ωt ≤ π δ Sa 4 (ωt , M i ) = 0, Φ 0 ≤ ωt ≤ π + Φ 0 M . sen(ωt ) , π + Φ ≤ ωt ≤ 2π 0 i (3.19) 0, 0 ≤ ωt ≤ π δ Da 4 (ωt , M i ) = M i sen(ωt ) , π ≤ ωt ≤ π + Φ 0 0, π + Φ ≤ ωt ≤ 2π 0 (3.20) Observa-se pela figura (3.13), que no intervalo de 0 ≤ ωt ≤ π , a corrente é nula, e no intervalo de π ≤ ωt ≤ π + Φ0 , a corrente é negativa, portanto esta circula pelo diodo Da4 da chave Sa4. A corrente neste intervalo para esta chave é zero, enquanto no intervalo de π + Φ 0 ≤ ωt ≤ 2π a corrente é positiva e circula pela a chave Sa4. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 32 Figura 3.13 – Modulação, corrente na carga na chave Sa4 e no diodo Da4. As funções de modulação para a chave Sa5 e Da5 são apresentadas nas equações (3.21) e (3.22) respectivamente e determinadas através de observação da figura (3.14). 0, 0 ≤ ωt ≤ π δ Sa 5 (ωt , M i ) = 0, π ≤ ωt ≤ π + Φ0 1 − M . sen(ωt ) , π + Φ ≤ ωt ≤ 2π i 0 (3.21) 0, 0 ≤ ωt ≤ π δ Da 5 (ωt , M i ) = 1 − M i . sen(ωt ) , π ≤ ωt ≤ π + Φ0 0, π + Φ ≤ ωt ≤ 2π 0 (3.22) Observa-se pela figura (3.14), que no intervalo de 0 ≤ ωt ≤ π , a corrente é nula, enquanto no intervalo de π ≤ ωt ≤ π + Φ0 a corrente é negativa e circula pelo diodo Da5. A corrente neste intervalo para esta chave é zero. No intervalo de π + Φ0 ≤ ωt ≤ 2π a corrente é positiva e circula pela chave Sa5. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 33 Figura 3.14 – Modulação, corrente na carga na chave Sa5 e no diodo Da5. As funções de modulação para a chave Sa6 e o diodo Da6 são apresentadas nas equações (3.23) e (3.24) respectivamente e determinadas através de observação da figura (3.15). 0, 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 δ Sa 6 (ωt , M i ) = 1 − M i .sen(ωt ), Φ 0 ≤ ωt ≤ π 0, π ≤ ωt ≤ 2π (3.23) 1 − M i .sen(ωt ), 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 δ Da 6 (ωt , M i ) = 0, Φ 0 ≤ ωt ≤ π 0, π ≤ ωt ≤ 2π (3.24) Observa-se pela figura (3.15), que no intervalo de 0 ≤ ωt ≤ Φ0 , a corrente é negativa, portanto esta circula pelo o diodo Da6 da chave Sa6. A corrente neste intervalo para esta chave é nula. No intervalo de Φ0 ≤ ωt ≤ π , a corrente é positiva e circula pela chave Sa6, em enquanto no intervalo de π ≤ ωt ≤ 2π , a corrente é nula para a chave e diodo. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 34 Figura 3.15 – Modulação, corrente na carga na chave Sa6 e no diodo Da6. 3.3.3 - INTERVALOS DE CONDUÇÃO PWM 3 As funções de modulação para a chave Sa1 e Da1 são apresentadas nas equações (3.25) e (3.26) respectivamente e determinadas através de observação da figura (3.16). 0, 0 ≤ ωt ≤ Φ0 δSa1(ωt, Mi ) = Mi sen(ωt), Φ0 ≤ ωt ≤ π 0, π ≤ ωt ≤ 2π (3.25) Mi sen(ωt), 0 ≤ ωt ≤ Φ0 δDa1(ωt, Mi ) = 0, Φ0 ≤ ωt ≤ π 0, π ≤ ωt ≤ 2π (3.26) Observa-se pela figura (3.16), que no intervalo de 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 , a corrente é negativa, portanto esta circula pelo diodo Da1 da chave Sa1. A corrente neste intervalo para esta chave é zero, enquanto no intervalo de Φ 0 ≤ ωt ≤ π a corrente é positiva e circula pela chave Sa1, e no intervalo de π ≤ ωt ≤ 2π a corrente é nula para a chave e diodo. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 35 Figura 3.16 Modulação, corrente na carga, na chave Sa1 e no diodo Da1. As funções de modulação para a chave Sa2 e o diodo Da2 são apresentadas nas equações (3.27) e (3.28) respectivamente e determinadas através de observação da figura (3.17). 0, 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 1 .[1 + M i sen(ωt )], Φ 0 ≤ ωt ≤ π 2 δ Sa 2 (ωt , M i ) = 1 .[1 + M sen(ωt )], π ≤ ωt ≤ π + Φ 0 i 2 0, π + Φ ≤ ωt ≤ 2π 0 (3.27) 1 2 .[1 + M i .sen(ωt )], 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 δ Da 2 (ωt , M i ) = 0, Φ 0 ≤ ωt ≤ π + Φ 0 1 .[1 + M i .sen(ωt )], π + Φ 0 ≤ ωt ≤ 2π 2 (3.28) Observa-se pela figura (3.17), que no intervalo de 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 , a corrente é negativa, portanto esta circula pelo diodo Da2 da chave Sa2. A corrente neste intervalo para esta chave é zero, enquanto nos intervalo de Φ 0 ≤ ωt ≤ π + Φ 0 a corrente é positiva e circula pela chave Sa2, no intervalo de π + Φ0 ≤ ωt ≤ 2π a corrente é negativa e volta a circular pelo diodo Da2. A corrente neste intervalo para esta chave. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 36 Figura 3.17 Modulação, corrente na carga na chave Sa2 e no diodo Da2. As funções de modulação para a chave Sa3 e o diodo Da3 são apresentadas nas equações (3.29) e (3.30) respectivamente e determinadas através de observação da figura (3.19). 1 2 .[1 − M i .sen(ωt )], 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 δ Sa 3 (ωt , M i ) = 0, Φ 0 ≤ ωt ≤ π + Φ 0 1 .[1 − M i .sen(ωt )], π + Φ 0 ≤ ωt ≤ 2π 2 (3.29) 0, 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 1 .[1 − M i sen(ωt )], Φ 0 ≤ ωt ≤ π δ Da 3 (ωt , M i ) = 2 1 .[1 − M sen(ωt )], π ≤ ωt ≤ π + Φ i 0 2 0, π + Φ ≤ ωt ≤ 2π 0 (3.30) Observa-se pela figura (3.18), que no intervalo de 0 ≤ ωt ≤ Φ0 , a corrente é positiva e circula pela chave Sa3. No intervalo de Φ0 ≤ ωt ≤ π + Φ0 , a corrente é negativa, portanto esta circula pelo diodo Da3 da chave Sa3. A corrente neste intervalo para esta chave é zero, enquanto no intervalo de π + Φ 0 ≤ ωt ≤ 2π a corrente é positiva e volta a circular pela chave Sa3. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 37 Figura 3.18 – Modulação, corrente na carga na chave Sa3 e no diodo Da3. As funções de modulação para a chave Sa4 e o diodo Da4 são apresentadas nas equações (3.31) e (3.32) respectivamente e determinadas através de observação da figura (3.19). 0, 0 ≤ ωt ≤ π δ Sa 4 (ωt , M i ) = 0, π ≤ ωt ≤ π + Φ 0 M . sen(ωt ) , π + Φ ≤ ωt ≤ 2π 0 i (3.31) 0, 0 ≤ ωt ≤ π δ Da 4 (ωt , M i ) = M i sen(ωt ) , π ≤ ωt ≤ π + Φ 0 0, π + Φ ≤ ωt ≤ 2π 0 (3.32) Observa-se pela figura (3.19), que no intervalo de 0 ≤ ωt ≤ π , a corrente é nula. No intervalo de π ≤ ωt ≤ π + Φ0 , a corrente é negativa, portanto esta circula pelo diodo Da4 da chave Sa4. A corrente neste intervalo para esta chave é zero, enquanto no intervalo de Φ 0 + π ≤ ωt ≤ 2π a corrente é positiva e circula pela a chave Sa4. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 38 Figura 3.19 – Modulação, corrente na carga, na chave Sa4 e no diodo Da4. As funções de modulação para a chave Sa5 e Da5 são apresentadas nas equações (3.33) e (3.34) respectivamente e determinadas através de observação da figura (3.20). 1 2 .[1 − M i .sen(ωt )], 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 δ Sa 5 (ωt , M i ) = 0, Φ 0 ≤ ωt ≤ π + Φ 0 1 .[1 − M i . sen(ωt ) ], π + Φ 0 ≤ ωt ≤ 2π 2 (3.33) 0, 0 < ωt < Φ 0 1 .[1 − M i .sen(ωt )], Φ 0 < ωt < π δ Da 5 (ωt , M i ) = 2 1 .[1 − M . sen(ωt ) ], π < ωt < π + Φ i 0 2 0, π + Φ < ωt < 2π 0 (3.34) Observa-se pela figura (3.20), que no intervalo de 0 ≤ ωt ≤ Φ0 , a corrente é positiva e circula pela chave Sa5. No intervalo de Φ0 ≤ ωt ≤ π + Φ0 , a corrente é negativa, portanto esta circula pelo diodo Da5 da chave Sa5. A corrente neste intervalo para esta chave é zero, enquanto no intervalo de π + Φ0 ≤ ωt ≤ 2π a corrente é positiva e tornar a circular pela chave Sa5. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 39 Figura 3.20 – Modulação, corrente na carga na chave Sa5 e no diodo Da5. As funções de modulação para a chave Sa6 e o diodo Da6 são apresentadas nas equações (3.35) e (3.36) respectivamente e determinadas através de observação da figura (3.21). 0, 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 1 .[1 − M i .sen(ωt )], Φ 0 ≤ ωt ≤ π δ Sa 6 (ωt , M i ) = 2 1 .[1 + M .sen(ωt )], π ≤ ωt ≤ π + Φ i 0 2 0, π + Φ ≤ ωt ≤ 2π 0 (3.35) 1 2 .[1 − M i .sen(ωt )], 0 ≤ ωt ≤ Φ 0 δ Da 6 (ωt , M i ) = 0, Φ 0 ≤ ωt ≤ π + Φ 0 1 .[1 + M i .sen(ωt )], π + Φ 0 ≤ ωt ≤ 2π 2 (3.36) Observa-se pela figura (3.21), que no intervalo de 0 ≤ ωt ≤ Φ0 , a corrente é negativa, portanto esta circula pelo diodo Da6 da chave Sa6. A corrente neste intervalo para esta chave é zero. No intervalo de Φ0 ≤ ωt ≤ π + Φ0 , a corrente é positiva e circula pela chave Sa6, no intervalo de π + Φ0 ≤ ωt ≤ 2π , a corrente é negativa, portanto volta a circular pelo diodo Da6 da chave Sa6, sendo zero a corrente neste intervalo para a chave Sa6. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 40 Figura 3.21 – Modulação, corrente na carga na chave Sa6 e no diodo Da6. CAPÍTULO 3 – Modulação do conversor ANPC 41 CAPÍTULO 4 ESFORÇOS DE CORRENTE E TENSÃO E CALCULO DE PERDAS DO INVERSOR 3L - ANPC 4.1 - INTRODUÇÃO Este capítulo apresenta os cálculos dos esforços de corrente e tensão nos interruptores do inversor 3L – ANPC assim como as perdas nos semicondutores. A determinação dos esforços de corrente e tensão, perdas nos componentes é fundamental para escolha adequada dos mesmos [17]. Em geral as chaves estáticas semicondutoras mais utilizadas em circuitos inversores são: BJTs, MOSFETs, IGBTs e GTOs. Todas essas chaves são controladas tanto na entrada em condução como no bloqueio, sendo que os IGBTs e GTOs os mais utilizados para potências elevadas [2]. Os componentes utilizados na simulação são todos ideais, a fim de facilitar a implementação do circuito. Por fim, é realizado o levantamento das curvas de corrente média e eficaz versus o ângulo de carga para os interruptores do inversor 3L – ANPC. 4.2 – PROJETO FÍSICO DO INVERSOR 3L - ANPC Na tabela 4.1 é apresentado os principais parâmetros de projeto do conversor ANPC que são utilizados para determinação dos esforços de tensão e corrente nos semicondutores do conversor. Os cálculos a seguir serão realizados somente para um braço do conversor, pois os outros dois funcionam de forma semelhante, apenas defasados +120º ou -120º em relação ao primeiro braço do conversor (fase A). Tabela 4.1 –Parâmetros de projeto do inversor 3L - ANPC Tensão de entrada Vcc 230V Potência ativa de saída por fase P0 2.5kW Tensão eficaz da fundamental de fase V0.ph.ef 53.019V Freqüência da tensão de Saída f0 60Hz Fator de deslocamento da carga Cosφ0 0,92 CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores 42 Rendimento do inversor η 0,95 Freqüência de chaveamento do inversor para o PWM1 e PMW2 fcr 20kHz Freqüência de chaveamento do inversor para o PMW3 fcr2 10kHz Máximo índice de modulação Mmax 0,652 O equacionamento abaixo demonstra o cálculo para determinação dos valores de pico e eficaz da tensão e da corrente de saída respectivamente. V0, pk = Vcc .M max 2 V0, pk = 74,98V V0,ef = V0, pk 2 V0,ef = 53, 02V I 0,ef = P0 V0,ef .FP.η (4.1) (4.2) (4.3) (4.4) (4.5) I 0,ef = 53,95 A (4.6) I 0, pk = I 0,ef . 2 (4.7) I 0, pk = 76,30 A (4.8) CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores 43 4.3 – ESFORÇOS DE TENSÃO A máxima tensão a qual estão submetidos os interruptores é função do número de níveis da estrutura e da tensão do barramento cc, como mostra equação (4.9). VS max = Vcc n −1 (4.9) Onde: VSmax Tensão máxima sobre o interruptor; Vcc Tensão do barramento CC; n Número de níveis da estrutura. Para o conversor ANPC de três níveis deste trabalho, a máxima tensão sobre os interruptores é: VS max = 115V (4.10) Figura 4.1 – Tensão máxima sobre os interruptores do conversor ANPC. A máxima tensão a qual está submetido o diodo em uma estrutura de “n” níveis pode ser determinada pela equação (4.11), onde “n” é o número de níveis da estrutura, k varia de 1 até n-1 e Vdc é a tensão total do barramento CC. CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores 44 VD max = n −1− k .Vcc n −1 (4.11) Para o inversor 3L-ANPC de três níveis deste trabalho, a máxima tensão sobre os diodos é: VD max = 115V (4.12) Figura 4.2– Tensão máxima sobre os diodos do conversor ANPC. 4.4 – ESFORÇOS DE CORRENTE Supondo que ao final de cada período de 120º um circuito de comutação desliga a chave apropriada, assim pode-se afirmar que o sistema é equilibrado e que a corrente nos outros braços do inversor possuem o mesmo valor, mas defasada +120º ou -120º. Como o tempo de comutação é consideravelmente inferior ao tempo de condução, desconsiderar o tempo de comutação para efeito de cálculo da corrente eficaz e média [5]. 4.4.1 - ESFORÇOS DE CORRENTE PARA A ESTRATÉGIA PWM 1 Neste tópico é apresentado os esforços de corrente média e eficaz para o inversor 3L – ANPC utilizando a estratégia PWM 1, com as funções de modulação determinadas no Capitulo 3. CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores 45 Para determinar a corrente média e eficaz nos interruptores do conversor proposto é necessário estabelecer a corrente que circula sobre os mesmos e sua função de modulação. 4.4.1.1 - ESFORÇOS DE CORRENTE PARA A CHAVE SA1 A corrente média instantânea que circula nos interruptores pode ser descrita através da equação (4.13). I S _ med = 2π 1 2π ∫I a (ωt ).δ S (ωt )d (ωt ) (4.13) 0 Para se obter a corrente eficaz nos interruptores, deve-se determinar a corrente eficaz instantânea nos mesmos, conforme a equação (4.14). 2π 1 2π I S _ ef = ∫ (I a (ωt )) 2 .δ S (ωt )d (ωt ) (4.14) 0 A partir da equação (4.13), a corrente média em Sa1 pode ser descrita, como função do índice de modulação e do ângulo da carga, determinada pela equação (4.15). I Sa1_ med ( M i ,Φ0 ) = 1 2π π ∫I a (ωt , M i ,Φ0 ).δ Sa1 (ωt , M i )d (ωt ) (4.15) Φ0 A partir da equação (4.14), chega-se a corrente eficaz na chave Sa1, portanto, pode ser determinada em função do índice de modulação e do ângulo da carga, sendo expressa na equação (4.16). I Sa1_ ef ( M i ,Φ0 ) = π 1 [ I a (ωt , M i ,Φ0 )]2 .δ Sa1 (ωt , M i )d (ωt ) ∫ 2π Φ (4.16) A análise apresentada para Sa1 é válida para todas as chaves do conversor proposto, substituindo apenas os respectivos intervalos de condução. 4.4.1.2 - ESFORÇOS DE CORRENTE PARA O DIODO DA1 Para obter a corrente média e eficaz nos diodos é necessário estabelecer a corrente instantânea que circula pelo mesmo e sua função de modulação. CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores 46 A corrente no diodo é descrita pela a equação (4.17). I D _ med 2π 1 = 2π ∫I (ωt ).δ D (ωt )d (ωt ) a (4.17) 0 A corrente eficaz instantânea no diodo é determinada pela equação (4.18). I D _ ef = 2π 1 2π ∫ (I a (ωt )) 2 .δ D (ωt )d (ωt ) (4.18) 0 A partir da equação (4.17), a corrente média em Da1 pode ser descrita, como função do índice de modulação e do ângulo de carga, é expressa na equação (4.19). 1 I Da1_ med ( M i ,Φ0 ) = 2π Φ ∫I a (ωt , M i ,Φ0 ).δ Da1 (ωt , M i )d (ωt ) (4.19) 0 A partir da equação (4.18), chega-se a corrente eficaz no diodo Da1, sendo função do índice de modulação e do ângulo de carga, conforme a expressão (4.20). 1 I Da1_ ef ( M i ,Φ0 ) = 2π Φ0 ∫ [I a (ωt , M i ,Φ0 )]2 .δ Da1 (ωt , M i )d (ωt ) (4.20) 0 A análise desenvolvida para diodo Da1 é valida para também para os outros diodos da estrutura do inversor 3L – ANPC, substituindo apenas os respectivos intervalos de condução. Os esforços de corrente para os semicondutores do inversor de multinível ANPC de 3 níveis utilizando estratégia de controle PWM 1 são apresentados no Apêndice A. 4.4.1.3 – VALIDAÇÃO DAS EQUAÇÕES PARA ESTRATÉGIA PWM 1 Nas tabelas 4.2 e 4.3 é apresentada uma comparação entre os valores calculados e simulados dos esforços de corrente nos semicondutores para a estratégia de controle PWM 1. Tabela 4.2 – Esforços de corrente nas chaves para Ф0 = 23,09º e Mi = 0,652 para estratégia PWM1 Φ 0 = 23, 09o Calculado(A) Simulado(A) Erro(%) I Sa1_ med 11,522213 11,3314 1,657 I Sa 2 _ med 23,307487 23,0591 1,066 CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores 47 I Sa 3_ med 23,307487 22,9978 1,329 I Sa 4 _ med 11,522213 11,3356 1,619 I Sa 5 _ med 0,887605 0,876406 1,262 I Sa 6 _ med 0,887605 0,875884 1,321 I Sa1_ ef 27,236328 26,8618 1,375 I Sa 2 _ ef 37,881745 37,465 1,100 I Sa 3_ ef 37,881745 37,4403 1,165 I Sa 4 _ ef 27,236328 26,8624 1,373 I Sa 5 _ ef 4,273765 4,21879 1,286 I Sa 6 _ ef 4,273765 4,21623 1,346 Tabela 4.3 – Esforços de corrente nos diodos para Ф0 = 23,09º e Mi = 0,652 para estratégia PWM1 Φ 0 = 23, 09o Calculado(A) Simulado(A) Erro(%) I Da1_ med 0,08495 0,083071 2,212 I Da 2 _ med 0,972554 0,960343 1,255 I Da 3 _ med 0,972554 0,959918 1,299 I Da 4 _ med 0,08495 0,0830722 2,210 I Da 5 _ med 11,785274 11,7302 0,467 I Da 6 _ med 11,785274 11,6689 0,987 I Da1_ ef 1,136493 1,11738 1,682 I Da 2 _ ef 4,422294 4,36687 3,408 I Da 3 _ ef 4,422294 4,3647 3,357 I Da 4 _ ef 1.136493 1,1174 1,679 I Da 5 _ ef 26,328863 26,1168 0,805 I Da 6 _ ef 26,328863 26,0813 0,940 CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores 48 Através da observação das tabelas anteriores e possível validar o equacionamento e a análise. 4.4.2 - ESFORÇOS DE CORRENTE PARA A ESTRATÉGIA PWM 2 A metodologia adotada para determinar as correntes média e eficaz nos interruptores e diodos do inversor ANPC para estratégia PWM 1, será adotada também para a estratégia PWM 2. Será apresentada a análise apenas para Sa1 e Da1, pois os outros esforços de corrente segue a mesma metodologia, mudando apenas o intervalo de condução. 4.4.2.1 - ESFORÇOS DE CORRENTE PARA A CHAVE SA1 A corrente média em Sa1 é expressa, como função do índice de modulação e do ângulo da carga, determinada pela equação (4.21). I Sa1_ med ( M i ,Φ0 ) = π 1 2π ∫Φ I a (ωt , M i ,Φ0 ).δ Sa1 (ωt , M i )d (ωt ) (4.21) 0 A corrente eficaz na chave Sa1, pode ser determinada em função do índice de modulação e do ângulo da carga. Sendo expressa na equação (4.22). I Sa1_ ef ( M i ,Φ0 ) = π 1 [ I a (ωt , M i ,Φ0 )]2 .δ Sa1 (ωt , M i )d (ωt ) ∫ 2π Φ (4.22) 4.4.2.2 - ESFORÇOS DE CORRENTE PARA O DIODO DA1 A corrente média em Da1 pode ser descrita, como função do índice de modulação e do ângulo de carga, é expressa na equação (4.23). I Da1_ med ( M i ,Φ0 ) = 1 2π Φ ∫I a (ωt , M i ,Φ0 ).δ Da1 (ωt , M i )d (ωt ) (4.23) 0 A corrente eficaz no diodo Da1, sendo função do índice de modulação e do ângulo de carga, conforme equação (4.24) apresentada abaixo. CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores 49 1 I Da1_ ef ( M i ,Φ0 ) = 2π Φ0 ∫ [I a (ωt , M i ,Φ0 )]2 .δ Da1 (ωt , M i )d (ωt ) (4.24) 0 A análise desenvolvida para diodo Da1 é valida para também para os outros diodos da estrutura do inversor 3L – ANPC. Os esforços de corrente para os semicondutores do inversor de multinível ANPC de 3 níveis utilizando estratégia de controle PWM 2 são apresentados no Apêndice A. 4.4.2.3 – VALIDAÇÃO DAS EQUAÇÕES PARA ESTRATÉGIA PWM 2 As tabelas 4.4 e 4.5 apresentam uma comparação entre os valores calculados e simulados dos esforços de corrente nos semicondutores para a estratégia de controle PWM 2. Tabela 4.4– Esforços de corrente nas chaves para Ф0 = 23,09º e Mi = 0,652 para estratégia PWM2 Φ 0 = 23, 09o Calculado(A) Simulado(A) Erro(%) I Sa1_ med 11,522213 11,5775 0,479 I Sa 2 _ med 12,409818 12,4776 0,546 I Sa 3_ med 12,409818 12,4461 0,292 I Sa 4 _ med 11,522213 11,5461 0,207 I Sa 5 _ med 11,785274 11,7324 0,449 I Sa 6 _ med 11,785274 11,7638 0,182 I Sa1_ ef 27,236328 27,2563 0,0733 I Sa 2 _ ef 27,569597 27,5961 0,096 I Sa 3_ ef 27,569597 27,5784 0,032 I Sa 4 _ ef 27,236328 27,2384 0,008 I Sa 5 _ ef 26,328863 26,3369 0,031 I Sa 6 _ ef 26,328863 26,3556 0,102 CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores 50 Tabela 4.5 – Esforços de corrente nos diodos para Ф0 = 23,09º e Mi = 0,652 para estratégia PWM2 Φ 0 = 23, 09o Calculado(A) Simulado(A) Erro(%) I Da1_ med 0,08495 0,0875638 3,077 I Da 2 _ med 11,870224 11,82 0,423 I Da 3 _ med 11,870224 11,8513 0,159 I Da 4 _ med 0,08495 0,0875716 3,086 I Da 5 _ med 0,887605 0,900083 1,406 I Da 6 _ med 0,887605 0,900031 1,399 I Da1_ ef 1,136493 1,1614 2,192 I Da 2 _ ef 26,353381 26,3625 0,034 I Da 3 _ ef 26,353381 26,3812 0,106 I Da 4 _ ef 1,136493 1,16147 2,198 I Da 5 _ ef 4,273765 4,31757 1,025 I Da 6 _ ef 4,273765 4,31738 1,021 Analisando as tabelas acima valida-se o equacionamento e a análise. 4.4.3 - ESFORÇOS DE CORRENTE PARA A ESTRATÉGIA PWM 3 A metodologia adotada para determinar as correntes média e eficaz nos interruptores e diodos do inversor 3L-ANPC para estratégia PWM 1 e PWM 2 será adotada também para a estratégia PWM 3. 4.4.3.1 - ESFORÇOS DE CORRENTE PARA A CHAVE SA1 Em Sa1 observa-se, que a corrente média é função do índice de modulação e do ângulo da carga, e expressa pela equação (4.25). CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores 51 π 1 I Sa1_ med ( M i ,Φ0 ) = 2π ∫I (ωt , M i ,Φ0 ).δ Sa1 (ωt , M i )d (ωt ) a (4.25) Φ A corrente eficaz na chave Sa1, portanto, pode ser determinada em função do índice de modulação e do ângulo da carga, sendo expressa na equação (4.26). I Sa1_ ef ( M i ,Φ0 ) = π 1 [ I a (ωt , M i ,Φ0 )]2 .δ Sa1 (ωt , M i )d (ωt ) ∫ 2π Φ (4.26) 4.4.3.2 - ESFORÇOS DE CORRENTE PARA O DIODO DA1 A corrente média e eficaz em Da1 pode ser descrita, como função do índice de modulação e do ângulo de carga, é expressa nas equações (4.27) e (4.28). 1 I Da1_ med ( M i ,Φ0 ) = 2π 1 I Da1_ ef ( M i ,Φ0 ) = 2π Φ0 ∫I (ωt , M i ,Φ0 ).δ Da1 (ωt , M i )d (ωt ) (4.27) (ωt , M i ,Φ0 )]2 .δ Da1 (ωt , M i )d (ωt ) (4.28) a 0 Φ0 ∫ [I a 0 Os esforços de corrente para os semicondutores do inversor de multinível ANPC de 3 níveis utilizando a estratégia de controle PWM 3 são apresentados no Apêndice A. 4.4.2.3 – VALIDAÇÃO DAS EQUAÇÕES PARA ESTRATÉGIA PWM 3 As tabelas 4.6 e 4.7 a seguir apresentam uma comparação entre os valores calculados e simulados dos esforços de corrente nos semicondutores para a estratégia de controle PWM 3. Tabela 4.6 – Esforços de corrente nas chaves para Ф0 = 23,09º e Mi = 0,652 para estratégia PWM3 Φ 0 = 23, 09o Calculado(A) Simulado(A) Erro(%) I Sa1_ med 11.522213 11.5169 0,046 I Sa 2 _ med 17.858653 17.8476 0,062 I Sa 3_ med 17.858653 17.8471 0,065 CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores 52 I Sa 4 _ med 11.522213 11.5168 0,047 I Sa 5 _ med 6.336439 6.33125 0,082 I Sa 6 _ med 6.336439 6.33221 0,067 I Sa1_ ef 27.236328 27.2218 0,053 I Sa 2 _ ef 33.129362 33.1074 0,066 I Sa 3_ ef 33.129362 33.1079 0,064 I Sa 4 _ ef 27.236328 27.2215 0,054 I Sa 5 _ ef 18.860993 18.8461 0,078 I Sa 6 _ ef 18.860993 18.8474 0,072 Tabela 4.7 – Esforços de corrente nos diodos para Ф0 = 23,09º e Mi = 0,652 para estratégia PWM3 Φ 0 = 23, 09o Calculado(A) Simulado(A) Erro(%) I Da1_ med 0.08495 0.0846274 0,379 I Da 2 _ med 6.421389 6.41586 0,086 I Da 3 _ med 6.421389 6.4159 0,085 I Da 4 _ med 0.08495 0.0846663 0,333 I Da 5 _ med 6.336439 6.33003 0,101 I Da 6 _ med 6.336439 6.33045 0,094 I Da1_ ef 1.136493 1.13385 0,232 I Da 2 _ ef 18.895202 18.8802 0,079 I Da 3 _ ef 18.895202 18.8816 0,072 I Da 4 _ ef 1.136493 1.13433 0,190 I Da 5 _ ef 18.860993 18.8439 0,091 I Da 6 _ ef 18.860993 18.845 0,085 CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores 53 Observando-se as tabelas (4.6) e (4.7) é possível validar as equações e análise realizada no conversor 3L-ANPC. 4.5 – CÁLCULO DAS PERDAS NOS SEMICONDUTORES DO 3L - ANPC As perdas em dispositivos semicondutores de potência podem ser: • Perdas durante a condução direta, que é função da queda de tensão direta e da corrente de condução. Essa é a principal fonte de perdas em operações de baixa freqüência. • Perdas associadas à corrente de fuga no estado de bloqueio. • Perdas ocorridas no circuito de gatilho como resultado da entrada de energia junto com o sinal de gatilho. Na prática, essas perdas são minimizadas com aplicação de pulsos. • Perdas na comutação, isto é, dissipação de energia no dispositivo o disparo e o desligamento, que pode ser significativo quando a comutação ocorre em alta freqüência [18]. As perdas de condução são dadas pelo o produto da queda de tensão no dispositivo pela corrente que ele estar conduzido. As perdas de comutação ocorrem como resultado da mudança simultânea, da corrente e da tensão durante o período da comutação. O somatório das perdas de condução e comutação fornece a potência total que o dispositivo tem que dissipar. 4.5.1 – PERDAS EM CONDUÇÃO PARA CHAVE Durante o tempo de condução, as perdas no IGBT são função da queda de tensão direta VCE e da corrente Ic que flui pelo dispositivo [19]. A perda por condução pode ser calculada através da expressão (4.29). Pcond , S / Dj 0 = VT 0 .I S / Dj 0,avg + rT .I S / Dj 0,rms 2 CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores (4.29) 54 O IGBT selecionado foi SKM75GB063D fabricado pela Semikron, devido ser o disponível no laboratório. A figura 4.3 mostra o comportamento da tensão direta em função da corrente para as temperaturas de junção, fornecido no data sheet [20]. Figura 4.3 - Tensão direta em função da corrente do emissor. O equacionamento abaixo determina a perda por condução para a chave Sa1 para a estratégia PWM1. Características do IGBT: Vs= 1,35 V; tensão de inicio da reta que modela a curva IcxVce do IGBT; Rs= 13,7.10-3; resistência determinada na curva. PSa1 ( M i ,Φ0 ) = Vs .I Sa1_ med ( M i ,Φ0 ) + Rs .I Sa1_ ef ( M i ,Φ0 ) 2 (4.30) Substituindo os valores da corrente média e eficaz na equação (4.30), é determinada a perda por condução. PSa1 (0, 652; 0, 403) = 25, 719W (4.31) Os cálculos das perdas em condução para as outras chaves do inversor 3L – ANPC para as três estratégias PWMs proposta são apresentadas no Apêndice A. CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores 55 4.5.2 – PERDAS EM CONDUÇÃO PARA O DIODO EM PARALELO COM A CHAVE Para determina a perda de condução no diodo, intrínseco ao IGBT, será modelado por uma resistência em série com uma fonte de tensão. A equação 4.29 deve ser utilizada para determinar as perdas nos diodos, porém com novos parâmetros obtidos na figura 4.4 [20]. Figura 4.4 - Curva característica da tensão direta em função da corrente de condução. A perda por condução para o diodo Da1 para estratégia PWM1 é apresentada abaixo: Características do IGBT: Vd= 0,967; tensão de inicio da reta que modela a curva VFxIF do diodo do IGBT; Rd= 6,933.10-3; resistência do diodo intrínseco. PDa1 ( M i ,Φ0 ) = Vd .I Da1_ med ( M i ,Φ0 ) + Rd .I Da1_ ef ( M i ,Φ0 ) 2 (4.32) Portanto a perda por condução é: PDa1 (0.652, 0.403) = 0, 0911W CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores (4.33) 56 Os cálculos das perdas em condução para os outros diodos em paralelo com a chave do inversor 3L – ANPC para as três estratégias de PWM proposta e apresentado no Apêndice A. 4.5.3– PERDAS POR COMUTAÇÃO PARA CHAVE A perda de potência média devido à comutação é dada pela somatória das energias no disparo e no desligamento multiplicado pela freqüência. Portanto para o cálculo dessa potência dissipada utiliza-se integração de equações polinomiais de segunda ordem que descreve a energia dissipada. Os coeficientes desses polinômios são determinados através de regressão polinomial. Este método foi proposto por Casanellas em [21], referente a perdas em inversores usando IGBTs. A expressão (4.34) da energia em função da corrente que atravessa o semicondutor é: W(iS / Dj 0 ) = K 0 _ on / off / rr + K1_ on / off / rr .iS / Dj 0 + K1_ on / off / rr .iS / Dj 0 2 (4.34) A perda por comutação é determinada através da equação (4.35): PS / Dj 0 _ on / off / rr 1 = 2π 2π ∫ f c .W(iS / Dj 0 ) .d (ωt ) (4.35) 0 A perda por comutação em Sa1 para estratégia PWM1 é determinada pelo equacionamento abaixo. A equação da corrente instantânea que circula em Sa1 é: iSa1 (ωt ) = I 0. pk ( M i ).sin(ωt − Φ0 ) (4.36) Utilizando as expressões (4.34), (4.35) e (4.36) é obtida a perda por comutação no momento em que a chave começa a conduzir. PSa1_ on 1 = 2π π ∫ f .W c Φ ( iSa 1/ωt ) .d (ωt ) PSa1_ on = 18,568W A perda por comutação no instante em que a chave deixa de conduzir. CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores (4.37) (4.38) 57 PSa1_ off = 1 2π π ∫Φ f .W c ( iSa1/ωt ) .d (ωt ) (4.39) 0 PSa1_ off = 16,142W (4.40) Então a perda total por comutação em Sa1 para estratégia de PWM1 é. PCom _ Sa1 = PSa1_ on + PSa1_ off (4.41) PCom _ Sa1 = 34, 71W (4.42) 4.5.4– PERDAS POR COMUTAÇÃO PARA O DIODO EM PARALELO COM A CHAVE O Cálculo das perdas nos diodos segue a mesma metodologia utilizada para determinar as perdas nos interruptores. Porém, o cálculo dos coeficientes do polinômio de segundo grau segue o conceito apresentado por Casanellas em [21]. A figura 4.5 apresenta a forma típica de comutação para o IGBT SKM75GB063D para temperatura de operação 25ºC [20]. Figura 4.5 – Forma típica de comutação para um IGBT CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores 58 A expressão (4.43) representa a energia de recuperação reversa do diodo em função da corrente direta. Wrr (iD ) = Vcc 0, 2.iD . 0,8 + 2 I0 I rr .trr 0,35.I rr + 0,15. .iD + iD I0 (4.43) Desenvolvendo a equação 4.43 e obtido a expressão da energia de recuperação do diodo em função dos coeficientes k0_rr, k1_rr e k2_rr. W_ rr (iD , ωt ) = k0 _ rr + k1_ rr .iD (ωt ) + k2 _ rr .iD (ωt ) 2 (4.44) As equações apresentadas a seguir são utilizadas para determinar os coeficientes do polinômio de segunda ordem. K 0 _ rr = 0,14.Vdc .trr .I rr K1_ rr = (4.44) 0, 2 Vdc I .trr 0,8. 0,15. rr + 1 + ( 0,35.I rr ) 2 I0 I0 K 2 _ rr = 0,1.Vcc .trr I .trr 0,15. rr I0 I0 (4.45) + 1 (4.46) A figura 4.3 apresenta a forma típica de comutação para o IGBT SKM75GB063D para temperatura de operação 25ºC. Segue equacionamento para obter a perda por comutação em Da1 para estratégia PWM1. trr = 2.Qrr I rr (4.47) A partir da tabela 4.8 são obtidos os parâmetros Qrr e Irr. Tabela 4.8 – Características do diodo intrínseco ao IGBT Características Símbolo VF=VEC VF0 rF IRRM Qrr Err Condições IFnom=75A;VGE=0V Tj=25ºC Tj=125ºC Tj=125ºC Tj=125ºC IF=75A Tj=125ºC di/dt=800A/µs VGE=-15V;Vcc=300V Min. CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores Típico 1,55 1,55 10 30 3,7 Max 1,9 0,9 13,3 Unid V V V mΩ A µC mJ 59 Rth(j-c)D Periodo diodo 0,72 k/W Então: trr = 246, 667.10 −6 (4.48) I o = 75 A (4.49) Vcc = 230V (4.50) Sabendo que: Com os valores obtidos em (4.48), (4.49) e (4.50) e determinado os valores dos coeficientes polinômio de segunda ordem descrito em (4.44), (4.45) e (4.46). K 0 _ rr = 238, 28.10−6 (4.51) K1_ rr = 24,849.10−6 (4.52) K 2 _ rr = 80,183.10−9 (4.53) iDa1 (ωt ) = I 0. pk ( M i ). sin(ωt − Φ0 ) (4.54) Corrente no diodo Da1. Substituindo a equação 4.54 em 4.44, e determinada a expressão da energia de recuperação do diodo Da1. W_ rr (iDa1 , ωt ) = k0 _ rr + k1_ rr .iDa1 (ωt ) + k2 _ rr .iDa1 (ωt )2 Portanto a perda em Da1 é descrita por: CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores (4.55) 60 PDa1_ rr = 1 2π ∫ Φ0 0 f c .W_ rr (iDa1,ωt )d (ωt ) PDa1_ rr = 0,8204W (4.56) (4.57) Na figura 4.6 é apresenta a distribuição das perdas por célula do conversor 3L – ANPC, para as três estratégias PWMs estudas nesse trabalho, para diferentes índices de modulação. Figura 4.6 – Distribuição das perdas por célula do inversor 3L-ANPC A partir da figura 4.6, podê-se concluir que a estratégia de modulação PWM3 e superior, pois as perdas por comutação nas células 1, 2 e 3, são melhor distribuídas quando comparada com as estratégias de modulação PWM 1 e 2, para diferentes índices de modulação. CAPÍTULO 4 – Esforços de corrente e tensão, perdas nos semicondutores 62 CAPÍTULO 5 CONCLUSÃO A partir do estudo de estruturas já conhecidas na literatura de conversores de tensão ccca e de células de comutação, optou-se, para o desenvolvimento deste trabalho, a topologia 3L-ANPC. A estrutura 3L-ANPC é uma evolução topológica da estrutura 3L-NPC desenvolvida para superar a desigual distribuição das perdas nos semicondutores, o que limita severamente a potência de saída do conversor NPC. A partir do estudo realizado para o conversor ANPC e da literatura do conversor NPC, é observado que o conversor 3L-ANPC tem mais graus de liberdade e pode ser controlado por diferentes estratégias PWM quando comparado com a estrutura 3L-NPC. A partir dos estudos realizados neste trabalho foi observado que o conversor ANPC não possui perdas totais menores, mas um melhor equilíbrio das perdas é obtido. Neste trabalho foram estudas três estratégias PWM para estrutura 3L-ANPC, com novos estados de comutação, o que permite uma melhoria substancial na distribuição desigual das perdas nos semicondutores. A estratégia PWM 3 permitem a duplicação natural da freqüência aparente de comutação, semelhante ao conceito 3L-FC. Isto representa uma vantagem importante, devido o conversor ANPC não possuir capacitores flutuantes. Resaltou-se a capacidade de tolerância a falha do inverso3L-ANPC e foi apresentado esquemas de controle para falhas do tipo circuito aberto e curto-circuito com o objetivo de manter o ponto neutro de tensão equilibrado e estável a fim de garantir uma geração contínua. As perdas por condução e comutação dos semicondutores foram determinadas. E os resultados de simulação e calculados comprovam o estudo desenvolvido. Diante do exposto, pode-se afirmar que o objetivo foi alcançado, ou seja, foi demonstrada a superioridade da estrutura 3L-ANPC quando comparado, a topologia 3L-NPC, referente à distribuição das perdas nos interruptores. Como trabalhos futuros, podem-se sugerir uma comparação entre as topologias 3LSNPC e 3L-ANPC referente à distribuição das perdas nos semicondutores. Pode-se incluir também o desenvolvimento de um inversor ANPC com células de comutação suave, a fim de obter perdas por comutação igual zero. CAPÍTULO 5 - Conclusão 63 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] Imhoff, J., Desenvolvimento de conversores Estáticos para Sistemas Fotovoltaicos Autônomos. Santa Maria, 2007. Dissertação de Mestrado, Universidade Federal de Santa Maria. [2] Cruz, M. D. , Barbi, I., Introdução ao Estudo dos Conversores CC-CA. 1º Ed. Santa Catarina: Sagra, 2005 [3] Padilha, F. J. C., Retificador PWM “Boost” Dobrador de Tensão com Redução da distorção Harmônica na Fonte. Rio de Janeiro, Fevereiro de 2004. Monografia de graduação, Universidade do Estado do Rio de Janeiro. [4] Giaretta, A. R., Análise de Proposta de Estratégias de Controle para algumas Topologias de Multiconversores Monofásicos. São Paulo, 2009. Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo. [5] Flores, G. C., Inversor de Tensão de Multinível com Diodos de Grampeamento em Conexão Piramidal. Florianópolis, Fevereiro de 2009. Dissertação de Mestrado, Universidade Federal de Santa Catarina. [6] Martins, I. M. V. M., Conversores Multinível na Optimização do Trânsito de Energia em Redes Elétricas. Lisboa, Junho de 2008. Dissertação de Mestrado, Universidade Técnica de Lisboa. [7] S. Jih Lai, P. Fang Zheng, “Multilevel Converters – A New Breed of Power Converters”. IEEE Transactions on Industry Applications, 1995. [8] T. Brückner, S. Bernet, “Loss balancing in three-level voltage source inverters applying active NPC switches”, in Proc. IEEE-PESC, Vancouver, Canada, 2001, pp. 1135–1140. [9] T. Brückner, S. Bernet, H. Güldner, "The active NPC converter and its loss-balancing control", IEEE Trans. Ind. Electron., vol. 52, pp. 855– 868, Jun. 2005. Referência Bibliograficas 64 [10] D. Floricau, E. Floricau, M. Dumitrescu, "Natural doubling of the apparent switching frequency using three-level ANPC converter", in International School on Nonsinusoidal Currents and Compensation, ISNCC 2008, pp. 1-6. Conf. Rec., Lágow, Poland, June 2008, pp. 1-6. [11] Thomas Bruckner; Steffen Bernet, “The active NPC converter for medium-voltage applications”, Industry Applications Conference, 2005. Fourtieth IAS Annual Meeting. Confere Record of the 2005 Volume: 1, 2005, pp. 84-91. [12] Jun Li; Huang, A.Q.; Bhattacharya, S.; Guojun Tan; “Three-Level Active Neutral-PointClamped (ANPC) Converter with Fault Tolerant Ability” in Applied Power Electronics Conference and Exposition, 2009. APEC 2009. Twenty-Fourth Annual IEEE, 2009, pp. 840 – 845. [13] D. Floricau, D.; Popescu, C.-L.; Popescu, M.-O.; Floricau, E.; Spataru, L.; “A comparison of efficiency for three-level NPC and NPC voltage source converters”, in Compatibility and Power Electronics, 2009. CPE ‘09. 2009, pp. 331 – 336. [14] D. Floricau, G. Gateau, M. Dumitrescu, R. Teodorescu, “A New Stacked NPC Converter: 3L – topology and control” , 12th European Conferece on Power Electronics and Applications – EPE 2007, Aalborg, Denamark, 2-5 Sept.2007, Proceedings on CD, ISBN: 9789075815108, pp.1 – 10. [15] D. Floricau, G. Gateau, I. Popa, M. Dumitrescu, “Calculus of total losses in three-levels voltage source converters”, International Workshop on Computational Problems of Electrical Engineering – CPEE 2007, Proceedings on CD, Wilkasy, Polonia, 2007, pp. 131-134. [16] Floricau, D; Gateau, G; Leredde, A., “New Active Stacked NPC Multilevel Converter: Operation and Features”, Industrial Electronics, IEEE Transactions on, Volume: PP, Issue: 99, 2009 , pp. 1-1. Referência Bibliograficas 65 [17] Péres, A., Uma Nova Familia de Inversores com Comutação Suave Empregando a Técnica de Grampeamento a Ativo. Florianópolis, 2000. Dissertação de Mestrado, Universidade Federal de Santa Catarina. [18] Lander, W. C., Eletrônica Industrial Teoria e Aplicações. 2º Ed. São Paulo: Makron Books, 1996. [19] Sartori, H. C., Uma Metodologia de Projeto para a Otimização do Volume do Conversor Boost PFC. Santa Maria, 2009. Dissertação de Mestrado, Universidade Federal de Santa Maria. [20] Datasheet SKM 75GB063D. Disponível em <HTTP://www.alldatasheet.com>. Acesso em 15 de Outubro de 2010. [21] Casanellas, F., Losses in PWM inverters using IGBTs, Eletric Power Aplications, IEE proceedings -, vol. 141, nº .5, pp. 235-239, 1994. Referência Bibliograficas APÊNDICE A (ESFORÇOS DE CORRENTE NOS INTERRUPTORES E CÁLCULO DAS PERDAS POR CONDUÇÃO E COMUTAÇÃO) 67 Monografia Conversor 3L- ANPC Graduado: José Muriedson da Silva Orientadora: Ranoyca Nayana Alencar Leão e Silva A.1 - ESPECIFICAÇÕES DO CONVERSOR ANPC Tensão do Barramento: Tensão em cada fonte: Vcc := 230V Vcc 2 = 115V 3 Potência ativa de saída total: Po.3ϕ := 7.5⋅ 10 W Potência ativa de saída por fase: Po.ϕ := Frequência da tensão de sáida: fo := 60Hz Frequência da rede: fr := 60Hz Frequência de chaveamento PWM 1 e 2 : fsw := 20⋅ 10 Hz Frequência de chaveamento PWM 3 : fsw3 := 10⋅ 10 Hz Fator de Potência da carga: FP := 0.92 Fator de deslocamento na carga: cos Φo := 0.92 Rendimento do inversor: η := 0.95 Potência aparente por fase: Po.ϕ So.ϕ := FP⋅ η Potência aparente trifásica: So.3ϕ := 3So.ϕ Amplitude da portadora: Vp := 1V Amplitude da moduladora: Vm := 0.652V Índice de modulação: Índice de modulação máximo: Po.3ϕ 3 3 Po.ϕ = 2.5 × 10 W 3 3 M i := Vm Vp M max := M i 3 So.ϕ = 2.86 × 10 W( VA) 3 So.3ϕ = 8.581 × 10 W( VA) M i = 0.652 M max = 0.652 68 fm := 60Hz Frequência da moduladora: Como: fsw fcr fm⋅ mf Então: 3 Frequência da portadora para o PWM 1 e 2: fcr := 20⋅ 10 Hz 3 fcr2 := 10⋅ 10 Hz Frequência da portadora para o PWM 3: fcr Índice de modulação de frequência para o PWM 1 e 2 : mf := Índice de modulação de frequência para o PWM 3: mf = 333.333333 fm fcr2 mf2 := fm mf2 = 166.666667 A.2 - CÁLCULOS DOS VALORES DE PICO E EFICAZ DA TENSÃO E CORRENTE DE SAÍDA Vcc Valor de pico da tensão de saída por fase: Vo.ph.pk := Valor eficaz da tensão de saída por fase: Vo.ph.ef := Valor eficaz da corrente de saída por fase: Po.ϕ Io.ph.ef := Vo.ph.ef ⋅ FP⋅ η 2 ⋅ M max Vo.ph.pk = 74.98V Vo.ph.pk Vo.ph.ef = 53.019V 2 Io.ph.ef = 53.951A Valor de pico da corrente de saída por fase: Io.ph.pk := Io.ph.ef ⋅ 2 Tensão fundamental eficaz em função de Mi:Vo1ef ( Mi) := Mi⋅ Io.ph.pk = 76.298A Vcc ( ) Vo1ef M i = 53.019V 2⋅ 2 A.3 - CÁLCULO DOS ESFORÇOS DO ÂNGULO DE CARGA Em radianos: Em graus: ( ) ( θr cos Φo := acos cos Φo ( ) ( θo cos Φo := θr cos Φo ) ) ( ) ( ) θr cos Φo = 0.402716rad ⋅ θo cos Φo = 23.073918deg ⋅ 69 A.3.1 - CÁLCULO DA IMPEDÂNCIA DA CARGA Impedância: Zo := So.ϕ Io.ph.ef Resistência equivalente da carga: Ro := 2 Zo = 0.983Ω 2 Ro = 0.904Ω Po.ϕ Io.ph.ef ⋅ η 2 Lo := Indutância da carga: Zo − Ro 2 −3 2⋅ π ⋅ fr Lo = 1.022 × 10 H A.3.2 - CORRENTE DE PICO NA CARGA ( ) Io.pico M i := ( ) 2⋅ Vo1ef M i Zo ( ) Vo1ef M i = 53.018866V ( ) Io.pico M i := 76.278 A.4 - CÁLCULOS DOS ESFORÇOS DE CORRENTE NOS COMPONENTES PARA A ESTRATÉGIA PWM 1 ( ) Io.pico M i := 76.278 Φ o := 0.403 M i := 0 , 0.1.. 1 A.4.1 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Sa1 Função de modulação: ( ) δSa1 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ Φo M i⋅ sin ( ωt ) if Φo ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ 2π 70 Corrente média : 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa1_med 2⋅ π δSa1⋅ Ia( ωt ) dωt 0 1 ⌠ ISa1_med M i, Φo := ⋅ 2⋅ π ⌡ ( ) π ( ) ( ( )) ( ) M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt Φo Corrente eficaz : 2⋅ π 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa1_ef 2 δSa1⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( π ) ISa1_ef M i, Φo := 14 12 10 ISa1_med 0.652 , Φo 8 6 4 2 ( 1 ⌠ 2 ⋅ M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt 2⋅ π ⌡Φ o ( ( ) ( )) ( ) 30 25 ) ( ) ISa1_ef 0.652 , Φo 20 15 0 0.5 1 10 1.5 Φo 0 0.5 ( 30 ( ) ) ISa1_med M i , 0.403 10 ISa1_ef M i , 0.403 20 5 10 0 1.5 Φo 40 15 1 0 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 0 0.2 0.4 Mi Calculado: ISa1_med( 0.652, 0.403) = 11.522213 ISa1_ef ( 0.652, 0.403) = 27.236328 0.6 Mi Simulado: A A ISa1_med( 0.652, 0.403) ISa1_ef ( 0.652, 0.403) 11.3314 26.8618 A A 0.8 1 71 A.4.2 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Sa2 Função de modulação: ( ) δSa2 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ Φo 1 if Φo ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa2_med 2⋅ π δSa2⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( ) 1 ISa2_med M i, Φo := 2⋅ π π ⌠ ⋅ 1⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt ⌡Φ o ( ( ) ( )) ( ) Corrente eficaz: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa2_ef 2⋅ π 2 δSa2⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( π 1 ⌠ 2 ⋅ 1⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt 2⋅ π ⌡ Φo ) ISa2_ef M i, Φo := ( ) ( ( )) ( ) 25 ( ) ISa2_med 0.652 , Φo 40 20 ( ) 35 ISa2_ef 0.652 , Φo 15 10 30 0 0.5 1 25 1.5 Φo 0 0.5 1.5 Φo 37.92 23.32 1 37.9 ( ) ISa2_med M i , 0.403 ( ) 23.31 ISa2_ef M i , 0.403 37.88 23.3 37.86 23.29 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi 1 37.84 0 0.2 0.4 0.6 Mi 0.8 1 72 Calculado : Medido : ISa2_med( 0.652, 0.403) = 23.307487 A ISa2_med( 0.652, 0.403) ISa2_ef ( 0.652, 0.403) ISa2_ef ( 0.652, 0.403) = 37.881745 A 23.0591 37.465 A.4.3 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Sa3 Função de modulação: ( ) δSa3 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ π + Φo if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π 1 Corrente média: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa3_med 2⋅ π δSa3⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( ) 1 ISa3_med M i, Φo := 2⋅ π 2π ⌠ ⋅ 1⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo ⌡ π+Φ o ( ( ) ( )) ( ) dωt Corrente eficaz: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa3_ef 2⋅ π 2 δSa3⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( ) ISa3_ef M i, Φo := 2π 1 ⌠ ⋅ 1⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo 2⋅ π ⌡ π+Φ o ( ) ( ( )) ( ) 2 dωt A A 73 25 ( ) ISa3_med 0.652 , Φo 40 20 ( ) ISa3_ef 0.652 , Φo 15 10 35 30 0 0.5 1 25 1.5 0 0.5 1 Φo 1.5 Φo 37.92 23.32 37.9 ( ) ISa3_med M i , 0.403 23.31 ( ) ISa3_ef M i , 0.403 37.88 23.3 37.86 23.29 0 0.2 0.4 0.6 0.8 37.84 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Calculado : Medido : ISa3_med( 0.652, 0.403) = 23.307487 A ISa3_med ( 0.652, 0.403) ISa3_ef ( 0.652, 0.403) = 37.881745 ISa3_ef ( 0.652, 0.403) A 22.9978 37.4403 A.4.4 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Sa4 Função de modulação: ( ) δSa4 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ π + Φo M i⋅ sin ( ωt ) if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: Corrente média: ISa4_med 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π 0 δSa4⋅ Ia( ωt ) dωt 1 ⌠ ISa4_med M i, Φo := ⋅ 2⋅ π ⌡ ( ) 2π ( π + Φo) 1 Mi ( ( )) ( M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo ) dωt A A 74 Corrente eficaz: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa4_ef 2⋅ π 2 δSa4⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( 2π 1 ⌠ ⋅ M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo 2⋅ π ⌡ π+Φ o ) ISa4_ef M i, Φo := ( 14 12 10 ISa4_med 0.652 , Φo 8 6 4 2 ( ( ) ( )) ( ) 2 dωt 30 25 ) ( ) ISa4_ef 0.652 , Φo 20 15 0 0.5 1 10 1.5 Φo 0 0.5 1 1.5 Φo 40 15 ( 30 ) ( ) ISa4_med M i , 0.403 10 ISa4_ef M i , 0.403 20 5 10 0 0 0.2 0.4 0.6 0.8 0 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Mi Calculado : Medido : ISa4_med( 0.652, 0.403) = 11.522213 A ISa4_med( 0.652, 0.403) ISa4_ef ( 0.652, 0.403) = 27.236328 A ISa4_ef ( 0.652, 0.403) 11.3356 26.8624 A.4.5 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Sa5 Função de modulação: ( ) δSa5 ωt , M i := 1 − M i⋅ sin ( ωt ) if 0 ≤ ωt ≤ Φo 0 if Φo ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ 2π 1 A A 75 Corrente média: ISa5_med 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π δSa5⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ⌠ Φo ISa5_med ( M i, Φo ) := ⋅ 1 − M ⋅ sin ( ωt ) ⋅ I M ⋅ sin ωt − Φ d ωt ( ) ( o.pico ( i) ( i o) ) 2π ⌡ 0 1 Corrente eficaz: 2⋅ π 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa5_ef 2 δSa5⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( Φo 1 ⌠ ⋅ 1 − M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ −Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo 2⋅ π ⌡ ) ( ISa5_ef M i, Φo := ) ( ( )) ( ) 2 dωt 0 30 8 ( ( ) ISa5_med 0.652 , Φo 6 4 ) 10 2 0 20 ISa5_ef 0.652 , Φo 0 0.5 1 0 1.5 Φo 0 0.5 1 1.5 Φo 4.5 ( 0.95 4.4 ) 0.9 ISa5_ef M i , 0.403 4.3 ( ISa5_med M i , 0.403 ) 4.2 4.1 0.85 0 0.2 0.4 0.6 0.8 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1 Mi Mi Calculado : ISa5_med( 0.652, 0.403) = 0.887605 ISa5_ef ( 0.652, 0.403) = 4.273765 Medido : A A ISa5_med( 0.652, 0.403) ISa5_ef ( 0.652, 0.403) 0.876406 4.21879 A A 76 A.4.6 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Sa6 Função de modulação: ( ) δSa6 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ π 1 − M i⋅ sin ( ωt ) if π ≤ ωt ≤ π + Φo 0 if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa6_med 2⋅ π δSa6⋅ Ia( ωt ) dωt 0 1 ⌠ ISa6_med M i, Φo := ⋅ 2⋅ π ⌡ ( ) π + Φo (1 − Mi⋅ π )( ( )) ( ) ) ( ( )) ( )2 sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt Corrente eficaz: 2⋅ π 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa6_ef 2 δSa6⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ) ISa6_ef M i, Φo := π + Φo π ( 1 − Mi⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt 30 8 ( ISa6_med 0.652 , Φo )6 ( ) ISa6_ef 0.652 , Φo 4 20 10 2 0 0 0.5 1 0 1.5 0 Φo 1 1.5 Φo 1 4.4 0.95 ( 0.5 ( ) ) ISa6_ef M i , 0.403 4.3 ISa6_med M i , 0.403 0.9 0.85 4.2 0.8 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi 1 77 Calculado : Medido : ISa6_med( 0.652, 0.403) = 0.887605 ISa6_ef ( 0.652, 0.403) = 4.273765 ISa6_med( 0.652, 0.403) A ISa6_ef ( 0.652, 0.403) A 0.875884 4.21623 A A A.4.7 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Da1 Função de modulação: ( ) δDa1 ωt , M i := M i⋅ sin ( ωt ) if 0 ≤ ωt ≤ Φo 0 if Φo ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: 2⋅ π 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa1_med δDa1⋅ Ia( ωt ) dωt 0 Φo 1 ⌠ IDa1_med M i, Φo := ⋅ M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo 2⋅ π ⌡ ( ) ( ( )) ( ) dωt 0 Corrente eficaz: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa1_ef 2⋅ π 2 δDa1⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( Φo 1 ⌠ ⋅ M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo 2⋅ π ⌡ ) ( IDa1_ef M i, Φo := ( )) ( ) 2 dωt 0 15 ( ) 3 ( IDa1_med 0.652 , Φo 2 10 5 1 0 ) IDa1_ef 0.652 , Φo 0 0.5 1 Φo 1.5 0 0 0.5 1 Φo 1.5 78 0.15 ( 1.5 0.1 ) IDa1_med M i , 0.403 ( ) IDa1_ef M i , 0.403 0.05 0 1 0.5 0 0.2 0.4 0.6 0.8 0 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Calculado : Medido : IDa1_med( 0.652, 0.403) = 0.08495 A IDa1_med( 0.652, 0.403) IDa1_ef ( 0.652, 0.403) = 1.136493 A IDa1_ef ( 0.652, 0.403) 0.083071 1.11738 A.4.8 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Da2 Função de modulação: ( ) δDa2 ωt , M i := 1 if 0 ≤ ωt ≤ Φo 0 if Φo ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa2_med 2⋅ π δDa2⋅ Ia( ωt ) dωt 0 Φo 1 ⌠ IDa2_med M i, Φo := ⋅ 1⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo 2⋅ π ⌡ ( ) ( ( )) ( ) dωt 0 Corrente eficaz: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa2_ef 2⋅ π 2 δDa2⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( 1 Mi ) IDa2_ef M i, Φo := Φo 1 ⌠ ⋅ 1⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo 2⋅ π ⌡ ( 0 ( )) ( ) 2 dωt A A 79 30 ( ) IDa2_med 0.652 , Φo 10 ( ) IDa2_ef 0.652 , Φo 5 0 20 10 0 0.5 1 0 1.5 0 Φo 4.428 4.426 4.424 IDa2_ef M i , 0.403 4.422 4.42 4.418 4.416 0.9735 ( ) 0.973 IDa2_med M i , 0.403 0.9725 0.972 0.9715 0 1 0.2 0.4 0.6 0.8 ) 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Mi Calculado: Simulado: IDa2_med( 0.652, 0.403) = 0.972554 IDa2_ef ( 0.652, 0.403) = 4.422294 A A IDa2_med( 0.652, 0.403) IDa2_ef ( 0.652, 0.403) 0.960343 4.36687 A A.4.9 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Da3 Função de modulação: ( ) δDa3 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ π if π ≤ ωt ≤ π + Φo 1 0 if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa3_med 2⋅ π δDa3⋅ Ia( ωt ) dωt 0 1 ⌠ IDa3_med M i, Φo := ⋅ 2⋅ π ⌡ ( 1.5 Φo 0.974 ( 0.5 ) π + Φo π ( ( )) ( ) 1⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt A 1 80 Corrente eficaz: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa3_ef 2⋅ π 2 δDa3⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ) IDa3_ef M i, Φo := π + Φo ( ( )) ( )2 1⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt π 30 10 ( ) IDa3_med 0.652 , Φo ( 5 0 ) IDa3_ef 0.652 , Φo 20 10 0 0 0.5 1 1.5 0 0.5 0.974 4.428 4.426 4.424 IDa3_ef M i , 0.403 4.422 4.42 4.418 4.416 0.9735 ( ) 0.973 IDa3_med M i , 0.403 0.9725 0.972 0.9715 0 0.2 0.4 0.6 0.8 ) 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Mi Calculado: IDa3_med( 0.652, 0.403) = 0.972554 IDa3_ef ( 0.652, 0.403) = 4.422294 Simulado: A A 1.5 Φo Φo ( 1 IDa3_med( 0.652, 0.403) IDa3_ef ( 0.652, 0.403) 0.959918 4.3647 A A 1 81 A.4.10 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Da4 Função de modulação: ( ) δSa4 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ π + Φo M i⋅ sin ( ωt ) if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa4_med 2⋅ π δDa4⋅ Ia( ωt ) dωt 0 1 ⌠ IDa4_med M i, Φo := ⋅ 2⋅ π ⌡ ( ) π + Φo ( ( )) ( ) ( ( )) ( ) 2 dωt M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo π dωt Corrente eficaz: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa4_ef 2⋅ π 2 δDa4⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ) IDa4_ef M i, Φo := π + Φo π M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo 15 3 ( ) ( IDa4_med 0.652 , Φo 2 5 1 0 ) 10 IDa4_ef 0.652 , Φo 0 0.5 1 Φo 1.5 0 0 0.5 1 Φo 1.5 82 0.15 ( 1.5 ( 0.1 ) ) IDa4_ef M i , 0.403 IDa4_med M i , 0.403 1 0.5 0.05 0 0 0 0.2 0.4 0.6 0.8 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 Mi Mi Calculado: Simulado: IDa4_med( 0.652, 0.403) = 0.08495 IDa4_ef ( 0.652, 0.403) = 1.136493 A IDa4_med( 0.652, 0.403) IDa4_ef ( 0.652, 0.403) A 0.0830722 1.1174 A A A.4.11 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Da5 Função de modulação: ( ) δDa5 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ Φo 1 − M i⋅ sin ( ωt ) if Φo ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa5_med 2⋅ π δDa5⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( ) 1 IDa5_med M i, Φo := 2⋅ π π ⌠ ⋅ ⌡Φ ( 1 − Mi⋅ sin (ωt ) )⋅ (Io.pico ( Mi) )⋅ sin (ωt − Φo) dωt o Corrente eficaz: IDa5_ef 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π 0 2 δDa5⋅ Ia( ωt ) dωt 1 83 ( π 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡Φ ) IDa5_ef M i, Φo := (1 − Mi⋅ sin (ωt )) ⋅ (Io.pico ( Mi) )⋅ sin (ωt − Φo) 2 dωt o 12 25 11 ( ( ) IDa5_ef 0.652 , Φo 24 )10 IDa5_med 0.652 , Φo 23 9 22 0 0.5 1 0 0.5 Φo 25 ) ( IDa5_med M i , 0.403 15 ) 30 IDa5_ef M i , 0.403 20 10 5 0 0.2 0.4 0.6 0.8 10 1 0 0.2 0.4 Mi Simulado: IDa5_med( 0.652, 0.403) = 11.785274 A IDa5_med( 0.652, 0.403) IDa5_ef ( 0.652, 0.403) IDa5_ef ( 0.652, 0.403) = 26.328863 A 11.7302 26.1168 A A A.4.12 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Da6 Função de modulação: ( ) 0 if 0 ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ π + Φo 1 − M i⋅ sin ( ωt ) 0.6 Mi Calculado: δDa6 ωt , M i := 1.5 40 20 ( 1 Φo 1.5 if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π 0.8 1 84 Corrente média: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa6_med 2⋅ π δDa6⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( ) 1 IDa6_med M i, Φo := 2⋅ π 2π ⌠ ⋅ ⌡π + Φ ( 1 − Mi⋅ )( ( )) ( ) ) ( ( )) ( ) 2 dωt sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt o Corrente eficaz: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa6_ef 2⋅ π 2 δDa6⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( 2π 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡π + Φ ) IDa6_ef M i, Φo := (1 − Mi⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo o 12 25 11 ( )10 ( IDa6_med 0.652 , Φo ) IDa6_ef 0.652 , Φo 24 9 23 0 0.5 1 1.5 22 Φo 1 1.5 40 20 ) ( IDa6_med M i , 0.403 15 ) 30 IDa6_ef M i , 0.403 20 10 5 0.5 Φo 25 ( 0 0 0.2 0.4 0.6 Mi 0.8 1 10 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi 1 85 Calculado: Simulado: IDa6_med( 0.652, 0.403) = 11.785274 IDa6_ef ( 0.652, 0.403) = 26.328863 A A IDa6_med( 0.652, 0.403) IDa6_ef ( 0.652, 0.403) 11, 6689 26, 0813 A A A.5 - ESTUDO DAS PERDAS - PWM 1 A partir dos esforços de corrente determinados em PWM 1,foi adotado o semicondutor SKM75GB063D. A.5.1 - PERDAS POR CONDUÇÃO - PWM 1 Para determinar as perdas por condução deve-se linearizar a curva da corrente (Ic) x tensão (Vce) fornecida pelo fabricante. A curva linearizada foi obtida para a condição de quinze volts de tensão de comando: Curva característica tensão versus corrente fornecida pelo o fabricante do IGBT e curva linearizada para temperatura de operação de 125ºC 86 CARACTERíSTICAS DO IGBT Vcen := 600 tensão nominal do IGBT Vs := 1.35 tensão de início da reta que modela a curva Ic x Vce do IGBT −3 Rs := 13.7⋅ 10 1.9 − 1.35 resistencia 40 = 0.0137 SEMICONDUTORES Sa1 a Sa6 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 PSa1 M i , Φo := Vs ⋅ ISa1_med M i , Φo + Rs ⋅ ISa1_ef M i , Φo PSa2 M i , Φo := Vs ⋅ ISa2_med M i , Φo + Rs ⋅ ISa2_ef M i , Φo PSa3 M i , Φo := Vs ⋅ ISa3_med M i , Φo + Rs ⋅ ISa3_ef M i , Φo PSa4 M i , Φo := Vs ⋅ ISa4_med M i , Φo + Rs ⋅ ISa4_ef M i , Φo PSa5 M i , Φo := Vs ⋅ ISa5_med M i , Φo + Rs ⋅ ISa5_ef M i , Φo PSa6 M i , Φo := Vs ⋅ ISa6_med M i , Φo + Rs ⋅ ISa6_ef M i , Φo ( ) ( ) PSa1 M i, 0.403 PSa2 M i, 0.403 0 51.125 ( ) PSa3 M i, 0.403 51.125 ( ) ( ) PSa4 M i, 0.403 PSa5 M i, 0.403 0 1.581 ( ) PSa6 M i, 0.403 1.581 3.944 51.125 51.125 3.944 1.561 1.561 7.889 51.125 51.125 7.889 1.54 1.54 11.833 51.125 51.125 11.833 1.52 1.52 15.778 51.125 51.125 15.778 1.5 1.5 19.722 51.125 51.125 19.722 1.479 1.479 23.667 51.125 51.125 23.667 1.459 1.459 27.611 51.125 51.125 27.611 1.439 1.439 31.556 51.125 51.125 31.556 1.418 1.418 35.5 51.125 51.125 35.5 1.398 1.398 39.445 51.125 51.125 39.445 1.378 1.378 ( ) ( ) ( ) ( ) Pcon_S_Total M i := PSa1 M i, 0.403 + PSa2 M i, 0.403 + PSa3 M i, 0.403 ... + PSa4 M i, 0.403 + PSa5 M i, 0.403 + PSa6 M i, 0.403 ( ) ( ) ( ) 87 ( ) Pcon_S_Total M i 105.411695 113.260012 121.108328 Pcon_S_Total ( 0.652) = 156.582719 128.956645 136.804961 144.653278 152.501594 160.349911 168.198227 176.046544 183.89486 DIODO EM PARALELO COM A CHAVE Curva característica tensão versus corrente fornecida pelo fabricante do diodo do IGBT e curva linearizada para uma temperatura de operação de 125ºC. CARACTERíSTICAS: Vd := 0.967 tensão de início da reta que modela a curva VF x IF do diodo do IGBT −3 Rd := 6.933⋅ 10 resistencia do diodo intrínseco 1.175 − 0.967 30 −3 = 6.933333× 10 88 DIODO Dsa1 a Dsa6 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 PDa1 M i, Φo := Vd ⋅ IDa1_med M i, Φo + Rd ⋅ IDa1_ef M i, Φo PDa2 M i, Φo := Vd ⋅ IDa2_med M i, Φo + Rd ⋅ IDa2_ef M i, Φo PDa3 M i, Φo := Vd ⋅ IDa3_med M i, Φo + Rd ⋅ IDa3_ef M i, Φo PDa4 M i, Φo := Vd ⋅ IDa4_med M i, Φo + Rd ⋅ IDa4_ef M i, Φo PDa5 M i, Φo := Vd ⋅ IDa5_med M i, Φo + Rd ⋅ IDa5_ef M i, Φo PDa6 M i, Φo := Vd ⋅ IDa6_med M i, Φo + Rd ⋅ IDa6_ef M i, Φo ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) PDa1 M i, 0.403 PDa2 M i, 0.403 PDa3 M i, 0.403 PDa4 M i, 0.403 PDa5 M i, 0.403 PDa6 M i, 0.403 0 1.076 1.076 0 32.487 32.487 0.014 1.076 1.076 0.014 29.99 29.99 0.028 1.076 1.076 0.028 27.492 27.492 0.042 1.076 1.076 0.042 24.994 24.994 0.056 1.076 1.076 0.056 22.497 22.497 0.07 1.076 1.076 0.07 19.999 19.999 0.084 1.076 1.076 0.084 17.501 17.501 0.098 1.076 1.076 0.098 15.003 15.003 0.112 1.076 1.076 0.112 12.506 12.506 0.126 1.076 1.076 0.126 10.008 10.008 0.14 1.076 1.076 0.14 7.51 7.51 ( ) ( ) ( ) ( ) Pcon_D_Total M i := PDa1 M i, 0.403 + PDa2 M i, 0.403 + PDa3 M i, 0.403 ... + PDa4 M i, 0.403 + PDa5 M i, 0.403 + PDa6 M i, 0.403 ( ) ( ) ( ) 89 ( ) Pcon_D_Total M i 67.127 62.159 57.192 52.224 Pcon_D_Total ( 0.652) = 34.739 47.257 42.29 37.322 32.355 27.387 22.42 17.452 A.5.2 – PERDAS POR COMUTAÇÃO PWM1 Utilizando o método proposto por Casanellas em [21], referente a perdas em inversores usando IGBTs. As equações foram adaptadas ao inversor 3L - ANPC. COEFICIENTES −4 k0_on := 6.839 × 10 −5 k1_on := 1.297 × 10 −7 k2_on := 2.286 × 10 −4 k0_off := 3.14 × 10 −5 k1_off := 2.934 × 10 −9 k2_off := −9.467 × 10 A expressão da energia em função da corrente que atravessa o semicondutor é: W(iS / Djo ) = K 0 _ on / off / rr + K1_ on / off / rr .iS / Djo + K 2 _ on / off / rr .iS / Djo 2 90 onde is/djo a corrente instantânea que circula pela chave ou diodo e é descrita por: ωt := 0 , 0.1.. 2π iSX( ωt ) ( W iSX, ωt ( ) ( Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ) ) k0_on + k1_on ⋅ iSX( ωt ) + k2_on ⋅ iSX( ωt ) 2 A Perda por comutação é expressa por: PS / Djo _ on / off / rr = 1 2π . f c .W(iS / Djo ) d ω t 2.π ∫0 Onde fc frequencia de comutação ωt := 0 , 0.1.. 2π Φo := 0.403 Io.pk M i := 76.278 ( ) 3 fsw := 20⋅ 10 fr := 60 CHAVE Sa1 ( ) ( iSa1( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_on iSa1 , ωt := k0_on + k1_on ⋅ iSa1( ωt ) + k2_on ⋅ iSa1( ωt ) π 1 ⌠ PSa1_on := ⋅ fsw ⋅ W_on iSa1 , ωt dωt 2π ⌡Φ o PSa1_on = 18.568605 ( ) 2 91 ( ) W_off iSa1 , ωt := k0_off + k1_off ⋅ iSa1( ωt ) + k2_off ⋅ iSa1( ωt ) 1 ⌠ PSa1_off := ⋅ 2π ⌡ π ( 2 ) fsw ⋅ W_off iSa1 , ωt dωt Φo PSa1_off = 16.14233 Pcom_Sa1 := PSa1_on + PSa1_off Pcom_Sa1 = 34.7109 CHAVE Sa2 ( ) ( iSa2( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_on iSa2 , ωt := k0_on + k1_on ⋅ iSa2( ωt ) + k2_on ⋅ iSa2( ωt ) 1 ⌠ PSa2_on := ⋅ 2π ⌡ π ( 2 ) fr ⋅ W_on iSa2 , ωt dωt Φo PSa2_on = 0.056 PSa2_on := 0 ( A chave Sa2 comuta em baixa frequência, desta forma somente tem perda por chaveamento durante dois instantes durante um periodo, no momento em que a chave fecha e o outro quando abre. Esta chave entra em condução no momento em que a corrente por ela é zero, e abre com um certo valor de corrente. Mas é irrelevante frente as outras perdas que são em alta frequencia. ) W_off iSa2 , ωt := k0_off + k1_off ⋅ iSa2( ωt ) + k2_off ⋅ iSa2( ωt ) 1 ⌠ PSa2_off := ⋅ 2π ⌡ π ( ) fr ⋅ W_off iSa2 , ωt dωt Φo PSa2_off = 0.048427 2 92 PSa2_off := 0 A chave Sa2 comuta em baixa frequência, desta forma somente tem perda por chaveamento durante dois instantes durante um periodo, no momento em que a chave fecha e o outro quando abre. Esta chave entra em condução no momento em que a corrente por ela é zero, e abre com um certo valor de corrente. Mas é irrelevante frente as outras perdas que são em alta frequencia. Pcom_Sa2 := PSa2_on + PSa2_off Pcom_Sa2 = 0 CHAVE Sa3 ( ) ( iSa3( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_on iSa3 , ωt := k0_on + k1_on ⋅ iSa3( ωt ) + k2_on ⋅ iSa3( ωt ) 1 ⌠ PSa3_on := ⋅ 2π ⌡ 2π ( 2 ) fr ⋅ W_on iSa3 , ωt dωt π + Φo PSa3_on = 0.056 PSa3_on := 0 A chave Sa3 comuta em baixa frequência, desta forma somente tem perda por chaveamento durante dois instantes durante um periodo, no momento em que a chave fecha e o outro quando abre. Esta chave entra em condução no momento em que a corrente por ela é zero, e abre com um certo valor de corrente. Mas é irrelevante frente as outras perdas que são em alta frequencia. ( ) W_off iSa3 , ωt := k0_off + k1_off ⋅ iSa3( ωt ) + k2_off ⋅ iSa3( ωt ) 2π 2 1 ⌠ PSa3_off := ⋅ fr ⋅ W_off iSa3 , ωt dωt 2π ⌡π + Φ o ( ) PSa3_off = 0.048427 PSa3_off := 0 A chave Sa3 comuta em baixa frequência, desta forma somente tem perda por chaveamento durante dois instantes durante um periodo, no momento em que a chave fecha e o outro quando abre. Esta chave entra em condução no momento em que a corrente por ela é zero, e abre com um certo valor de corrente. Mas é irrelevante frente as outras perdas que são em alta frequência. 93 Pcom_Sa3 := PSa3_on + PSa3_off Pcom_Sa3 = 0 CHAVE Sa4 ( ) ( iSa4( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_on iSa4 , ωt := k0_on + k1_on ⋅ iSa4( ωt ) + k2_on ⋅ iSa4( ωt ) 1 ⌠ PSa4_on := ⋅ 2π ⌡ 2π ( 2 ) fsw ⋅ W_on iSa4 , ωt dωt π + Φo PSa4_on = 18.568605 ( ) W_off iSa4 , ωt := k0_off + k1_off ⋅ iSa4( ωt ) + k2_off ⋅ iSa4( ωt ) 1 ⌠ PSa4_off := ⋅ 2π ⌡ 2π ( ) fsw ⋅ W_off iSa4 , ωt dωt π + Φo PSa4_off = 16.14233 Pcom_Sa4 := PSa4_on + PSa4_off Pcom_Sa4 = 34.7109 CHAVE Sa5 ( ) ( iSa5( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_on iSa5 , ωt := k0_on + k1_on ⋅ iSa5( ωt ) + k2_on ⋅ iSa5( ωt ) 2 2 94 Φo 1 ⌠ PSa5_on := ⋅ fsw ⋅ W_on iSa5 , ωt dωt 2π ⌡ ( ) 0 PSa5_on = 1.219 ( ) W_off iSa5 , ωt := k0_off + k1_off ⋅ iSa5( ωt ) + k2_off ⋅ iSa5( ωt ) 2 Φo 1 ⌠ PSa5_off := ⋅ fsw ⋅ W_off iSa5 , ωt dωt 2π ⌡ ( ) 0 PSa5_off = 0.969788 Pcom_Sa5 := PSa5_on + PSa5_off Pcom_Sa5 = 2.18878 CHAVE Sa6 ( ) ( iSa6( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_on iSa6 , ωt := k0_on + k1_on ⋅ iSa6( ωt ) + k2_on ⋅ iSa6( ωt ) 1 ⌠ PSa6_on := ⋅ 2π ⌡ π + Φo ( 2 ) fsw ⋅ W_on iSa6 , ωt dωt π PSa6_on = 1.219 ( ) W_off iSa6 , ωt := k0_off + k1_off ⋅ iSa6( ωt ) + k2_off ⋅ iSa6( ωt ) 1 ⌠ PSa6_off := ⋅ 2π ⌡ π + Φo π PSa6_off = 0.969788 ( ) fsw ⋅ W_off iSa6 , ωt dωt 2 95 Pcom_Sa6 := PSa6_on + PSa6_off Pcom_Sa6 = 2.188781 Pcom_S_Total := Pcom_Sa1 + Pcom_Sa2 + Pcom_Sa3 + Pcom_Sa4 + Pcom_Sa5 + Pcom_Sa6 Pcom_S_Total = 73.799431 O cálculo das perdas nos diodos segue a mesma metodologia utilizada para determinar as perdas nos interruptores.Porém, o cálculo dos coeficientes do polinômio de segundo grau segue o conceito apresentado por Casanellas em [21].Segundo Casanellas a expressão representa a energia de recuperação do diodo em função da correte direta. Demonstração das utilizadas para determinar os coeficientes do polinômio de segunda ordem. ( ) Vcc ( ) Vcc W rr iD W rr iD ( ) W rr iD ( ) W rr iD 2 2 ⋅ 0.8 + 0.2⋅ iD Irr ⋅ trr⋅ 0.35⋅ Irr + 0.15⋅ ⋅ iD + iD Io Io ⋅ trr⋅ 0.8 + 0.2⋅ iD Irr ⋅ 0.35⋅ Irr + 0.15⋅ ⋅ iD + iD Io Io Vcc 0.2⋅ iD Irr Vcc 2 ⋅ trr⋅ 0.8 + 2 ⋅ trr⋅ I ⋅ 0.35⋅ Irr + 0.15⋅ I ⋅ iD + iD o o Vcc ( ) ⋅ t ⋅ 0.8⋅ 0.35⋅ Irr + 2 rr + Vcc 2 ⋅ trr⋅ 0.2⋅ iD Io ( Vcc 2 ) Irr Io 0.2⋅ iD ⋅ trr ⋅ 0.8⋅ 0.15⋅ ⋅ 0.35⋅ Irr + Vcc 2 ⋅ trr⋅ Io Vcc 2 ⋅ iD + ⋅ 0.15⋅ Irr Io ⋅ trr ⋅ 0.8⋅ iD ... Vcc 2 ⋅ iD + ⋅ trr⋅ 0.2⋅ iD Io ⋅ iD 96 ( ) W rr iD + + ( ) W rr iD Vcc 0.14Vcc ⋅ trr⋅ Irr + Vcc 2 ⋅ trr⋅ 2 0.2⋅ iD Io 0.14⋅ Vcc ⋅ trr⋅ Irr + Irr Io Vcc ⋅ trr ⋅ 0.8⋅ 0.15⋅ ( ) ⋅ 0.35⋅ Irr + Vcc 2 ⋅ trr ⋅ 0.8⋅ 0.15⋅ Vcc 2 ⋅ iD + ⋅ trr⋅ Irr 0.2⋅ iD Io ⋅ trr ⋅ 0.8⋅ iD ... Irr Io ⋅ 0.15⋅ ⋅ i + 0.8⋅ iD + 2 Io D 0.2⋅ iD Irr Vcc 0.2⋅ iD Vcc + ⋅ trr ⋅ ⋅ 0.15⋅ ⋅ iD + ⋅ trr⋅ ⋅i 2 Io Io 2 Io D Vcc 2 ⋅ iD + 0.2⋅ iD Io ⋅ trr⋅ 0.2⋅ iD ( ) ⋅ 0.35⋅ Irr ... ( ) Irr Vcc 0.2 0.14⋅ Vcc ⋅ trr⋅ Irr + iD⋅ ⋅ trr⋅ 0.8⋅ 0.15⋅ + 0.8 + ⋅ 0.35⋅ Irr ... Io Io 2 0.2⋅ iD Irr Vcc 0.2⋅ iD Vcc + 2 ⋅ trr⋅ I ⋅ 0.15⋅ I ⋅ iD + 2 ⋅ trr⋅ I ⋅ iD o o o ( ) Irr 0.2 Vcc 0.14⋅ Vcc ⋅ trr⋅ Irr + iD⋅ ⋅ trr⋅ 0.8⋅ 0.15⋅ + 1 + ⋅ 0.35⋅ Irr ... Io 2 Io 0.2⋅ iD Irr Vcc 0.2⋅ iD Vcc + 2 ⋅ trr⋅ I ⋅ 0.15⋅ I ⋅ iD + 2 ⋅ trr⋅ I ⋅ iD o o o ( ) Irr Vcc 0.2 0.14⋅ Vcc ⋅ trr⋅ Irr + iD⋅ ⋅ trr⋅ 0.8⋅ 0.15⋅ + 1 + ⋅ 0.35⋅ Irr ... Io 2 Io Irr Vcc 2 Vcc 0.2 0.2 + iD ⋅ 2 ⋅ trr⋅ I ⋅ 0.15⋅ I + 2 ⋅ trr⋅ I o o o ( ) Irr Vcc 0.2 0.14⋅ Vcc ⋅ trr⋅ Irr + iD⋅ ⋅ trr⋅ 0.8⋅ 0.15⋅ + 1 + ⋅ 0.35⋅ Irr ... Io 2 Io Irr 0.1Vcc ⋅ trr 2 0.1Vcc ⋅ t rr ⋅ 0.15⋅ + + + iD ⋅ I Io Io o W rr iD W rr iD W rr iD W rr iD ( ( ( ( ) ) ) ) Io ⋅ iD 97 Irr 0.2 Vcc 0.14⋅ Vcc ⋅ trr⋅ Irr + iD⋅ ⋅ trr⋅ 0.8⋅ 0.15⋅ + 1 + ⋅ 0.35⋅ Irr ... Io 2 Io 0.1V ⋅ t I cc rr rr 2 ⋅ 0.15⋅ + 1 + + iD ⋅ I Io o ( ) ( W rr iD ) POR COMPARAÇÃO E DETERMINADO OS COEFICIENTES Sabendo que: ( ) Ko_rr + K1_rr + K2_rr W rr iD Então temos: k0_rr k1_rr k2_rr 0.14⋅ Vdc ⋅ trr⋅ Irr Vdc 2 Irr Io ⋅ trr⋅ 0.8⋅ 0.15⋅ 0.1Vdc ⋅ trr Io ⋅ 0.15⋅ + 1 + 0.2 ( ) ⋅ 0.35⋅ Irr Io Irr + 1 Io Dados fornecidos pelo fabricante do diodo do SKM75GB063D para temperatura de operação de 25°C: 98 Qrr Irrmax⋅ trr 2 −6 Qrr := 3.7⋅ 10 Irr := 30 trr := 2⋅ Qrr Irr −9 trr = 246.667× 10 Io := 75 Vdc := 230 COEFICIENTES k0_rr := 0.14⋅ Vdc ⋅ trr⋅ Irr k1_rr := k2_rr := Vdc 2 Irr Io ⋅ trr⋅ 0.8⋅ 0.15⋅ 0.1Vdc ⋅ trr Io ⋅ 0.15⋅ Irr + 1 + + 1 Io 0.2 ( ) ⋅ 0.35⋅ Irr Io 99 −6 k0_rr = 238.28× 10 −6 k1_rr = 24.849× 10 −9 k2_rr = 80.183× 10 DIODO DA CHAVE Sa1: Da1 ( ) ( iDa1( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_rr iDa1, ωt := k0_rr + k1_rr⋅ iDa1( ωt ) + k2_rr⋅ iDa1( ωt ) 2 Φo 1 ⌠ PDa1_rr := ⋅ fsw ⋅ W_rr iDa1, ωt dωt 2π ⌡ ( ) 0 PDa1_rr = 0.820369 DIODO DA CHAVE Sa2: Da2 ( ) ( iDa2( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_rr iDa2, ωt := k0_rr + k1_rr⋅ iDa2( ωt ) + k2_rr⋅ iDa2( ωt ) 2 Φo 1 ⌠ PDa2_rr := ⋅ fr ⋅ W_rr iDa2 , ωt dωt 2π ⌡ ( ) 0 PDa2_rr = 0.002461 PDa2_rr := 0 DIODO DA CHAVE Sa3: Da3 ( ) ( iDa3( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_rr iDa3, ωt := k0_rr + k1_rr⋅ iDa3( ωt ) + k2_rr⋅ iDa3( ωt ) 2 100 1 ⌠ PDa3_rr := ⋅ 2π ⌡ π + Φo ( ) fr ⋅ W_rr iDa3 , ωt dωt π PDa3_rr = 0.002461 PDa3_rr := 0 DIODO DA CHAVE Sa4: Da4 ( ) ( iDa4( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_rr iDa4, ωt := k0_rr + k1_rr⋅ iDa4( ωt ) + k2_rr⋅ iDa4( ωt ) 1 ⌠ PDa4_rr := ⋅ 2π ⌡ π + Φo ( 2 ) fsw ⋅ W_rr iDa4, ωt dωt π PDa4_rr = 0.820369 DIODO DA CHAVE Sa5: Da5 ( ) ( iDa5( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_rr iDa5, ωt := k0_rr + k1_rr⋅ iDa5( ωt ) + k2_rr⋅ iDa5( ωt ) π 1 ⌠ PDa5_rr := ⋅ fsw ⋅ W_rr iDa5 , ωt dωt 2π ⌡Φ ( ) o PDa5_rr = 15.961883 DIODO DA CHAVE Sa6: Da6 ( ) ( iDa6( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ) 2 101 ( ) W_rr iDa6, ωt := k0_rr + k1_rr⋅ iDa6( ωt ) + k2_rr⋅ iDa6( ωt ) 2π 2 1 ⌠ PDa6_rr := ⋅ fsw ⋅ W_rr iDa6 , ωt dωt 2π ⌡π + Φ o ( ) PDa6_rr = 15.961883 PD_rr_Total := PDa1_rr + PDa2_rr + PDa3_rr + PDa4_rr + PDa5_rr + PDa6_rr PD_rr_Total = 33.564505 A.5.3 - RESUMO DAS PERDAS PARA PWM1 Célula 1: Condução ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Pcon_Celula_1_S1_S5 M i := PSa1 M i, 0.403 + PDa1 M i, 0.403 + PSa5 M i, 0.403 + PDa5 M i, 0.403 ( ) Pcon_Celula_1_S1_S5 M i 34.068 35.509 36.949 38.39 39.83 41.27 42.711 44.151 45.592 47.032 48.473 Pcon_Celula_1_S1_S5( 0.652) = 43.46 102 Comutação ( ) Pcom_Celula_1_S1_S5 M i := Pcom_Sa1 + PDa1_rr + Pcom_Sa5 + PDa5_rr ( ) Pcom_Celula_1_S1_S5 M i 53.682 53.682 53.682 53.682 53.682 53.682 Pcom_Celula_1_S1_S5( 0.652) = 53.682 53.682 53.682 53.682 53.682 53.682 ( ) PCelula_1_total ( M i) ( ) ( ) PCelula_1_total M i := Pcon_Celula_1_S1_S5 M i + Pcom_Celula_1_S1_S5 M i 87.75 89.191 90.631 92.072 93.512 PCelula_1_total ( 0.652) = 97.142 94.952 96.393 97.833 99.274 100.714 102.155 Célula 2: Condução ( ) ( ) ( ) ( ) Pcon_Celula_2_S2_S3 M i := PSa2 M i, 0.403 + PDa2 M i, 0.403 + PSa3 M i, 0.403 ... + PDa3 M i, 0.403 ( ) 103 ( ) Pcon_Celula_2_S2_S3 M i 104.402 104.402 104.402 104.402 Pcon_Celula_2_S2_S3( 0.652) = 104.402 104.402 104.402 104.402 104.402 104.402 104.402 104.402 Comutação ( ) Pcom_Celula_2_S2_S3( M i) Pcom_Celula_2_S2_S3 M i := Pcom_Sa2 + PDa2_rr + Pcom_Sa3 + PDa3_rr 0 0 0 0 0 Pcom_Celula_2_S2_S3( 0.652) = 0 0 0 0 0 0 0 ( ) ( ) ( ) PCelula_2_total M i := Pcon_Celula_2_S2_S3 M i + Pcom_Celula_2_S2_S3 M i 104 ( ) PCelula_2_total M i 104.402 104.402 104.402 104.402 PCelula_2_total ( 0.652) = 104.402 104.402 104.402 104.402 104.402 104.402 104.402 104.402 Célula 3: Condução ( ) ( ) ( ) ( ) Pcon_Celula_3_S4_S6 M i := PSa4 M i, 0.403 + PDa4 M i, 0.403 + PSa6 M i, 0.403 ... + PDa6 M i, 0.403 ( ) ( ) Pcon_Celula_3_S4_S6 M i 34.068 35.509 36.949 38.39 39.83 41.27 42.711 44.151 45.592 47.032 48.473 Pcon_Celula_3_S4_S6( 0.652) = 43.46 105 Comutação ( ) Pcom_Celula_3_S4_S6 M i := Pcom_Sa4 + PDa4_rr + Pcom_Sa6 + PDa6_rr ( ) Pcom_Celula_3_S4_S6 M i 53.682 53.682 53.682 53.682 Pcom_Celula_3_S4_S6( 0.652) = 53.681968 53.682 53.682 53.682 53.682 53.682 53.682 53.682 ( ) ( ) ( ) PCelula_3_total M i := Pcon_Celula_3_S4_S6 M i + Pcom_Celula_3_S4_S6 M i ( ) PCelula_3_total M i 87.75 89.191 90.631 92.072 93.512 94.952 96.393 97.833 99.274 100.714 102.155 PCelula_3_total ( 0.652) = 97.141834 106 Perdas totais ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) + Pcon_Celula_3_S4_S6( M i) + Pcom_Celula_3_S4_S6( M i) Ptotal M i := Pcon_Celula_1_S1_S5 M i + Pcom_Celula_1_S1_S5 M i ... + Pcon_Celula_2_S2_S3 M i + Pcom_Celula_2_S2_S3 M i ... ( ) Ptotal M i = 279.902 282.783 285.664 288.545 Ptotal ( 0.652) = 298.685706 291.426 294.307 297.188 300.069 302.949 305.83 308.711 A.6 - CÁLCULOS DOS ESFORÇOS DE CORRENTE NOS COMPONENTES PARA A ESTRATÉGIA PWM 2 ( ) Io.pico M i := 76.278 Φo := 0.403 M i := 0 , 0.1.. 1 A.6.1 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Sa1 Função de modulação: ( ) δSa1 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ Φo M i⋅ sin ( ωt ) if Φo ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ 2π 107 Corrente média: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa1_med 2⋅ π δSa1⋅ Ia( ωt ) dωt 0 1 ⌠ ISa1_med M i, Φo := ⋅ 2⋅ π ⌡ ( ) π ( ) ( ( )) ( ) M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt Φo Corrente eficaz: ISa1_ef 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π 2 δSa1⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( π ) ISa1_ef M i, Φo := 1 ⌠ 2 ⋅ M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt 2⋅ π ⌡Φ o ( ( ) ( )) ( ) 30 12 ( 25 10 ( )8 ) ISa1_ef 0.652 , Φo 20 ISa1_med 0.652 , Φo 15 6 4 10 0 0.5 1 1.5 0 20 40 15 30 ( ) ISa1_ef M i , 0.403 20 5 10 0 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi 1 1.5 ) ISa1_med M i , 0.403 10 0 1 Φo Φo ( 0.5 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi 1 108 Calculado: Simulado: ISa1_med( 0.652, 0.403) = 11.522213 A ISa1_ef ( 0.652, 0.403) = 27.236328 A ISa1_med( 0.652, 0.403) ISa1_ef ( 0.652, 0.403) 11.5775 27.2563 A A A.6.2 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Sa2 Função de modulação: ( ) δSa2 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ Φo M i⋅ sin ( ωt ) if Φo ≤ ωt ≤ π 1 − M i⋅ sin ( ωt ) if π ≤ ωt ≤ π + Φo 0 if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa2_med 2⋅ π δSa2⋅ Ia( ωt ) dωt 0 1 ⌠ ISa2_med M i, Φo := ⋅ 2⋅ π ⌡ ( ) π ( ) ( ( Φo) ⌠ π + Φo + (1 − Mi⋅ sin (ωt ) ) ⋅ (Io.pico (Mi)⋅ sin ( ωt − Φo)) dωt ⌡ π Corrente eficaz: ISa2_ef ) M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt ... 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π 0 2 δSa2⋅ Ia( ωt ) dωt 109 ⌠ π 2 ISa2_ef ( M i, Φo ) := ⋅ M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ ( Io.pico ( M i) ⋅ sin ( ωt − Φo ) ) dωt ... 2⋅ π ⌡ ( Φo) π + Φo 2 + ⌠ 1 − M i⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( Io.pico ( M i) ⋅ sin ( ωt − Φo ) ) dωt ( ⌡ π 1 12.4 ( ) ( ISa2_med 0.652 , Φo 12.3 ) 28 ISa2_ef 0.652 , Φo 27.5 12.2 27 0 0.5 1 1.5 0 Φo 40 15 30 ISa2_med M i , 0.403 10 ISa2_ef M i , 0.403 20 5 10 ) 0 ( 0 1 0.2 0.4 0.6 0.8 ) 0 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Mi Calculado: Simulado: ISa2_med( 0.652, 0.403) = 12.409818 A ISa2_ef ( 0.652, 0.403) = 27.569597 A ISa2_med( 0.652, 0.403) ISa2_ef ( 0.652, 0.403) 12.4776 27.5961 A A.6.3 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Sa3 Função de modulação: ( ) δSa3 ωt , M i := 1 − M i⋅ sin ( ωt ) if 0 ≤ ωt ≤ Φo 0 if Φo ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ π + Φo M i⋅ sin ( ωt ) 1.5 Φo 20 ( 0.5 if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π A 1 110 Corrente média: ISa3_med 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π δSa3⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ⌠ Φo ISa3_med ( M i, Φo) := ⋅ (1 − Mi⋅ sin (ωt ) )⋅ ( Io.pico (Mi)⋅ sin (ωt − Φo) ) dωt ... 2⋅ π ⌡ 0 ⌠ 2π + M i⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( Io.pico ( M i) ⋅ sin ( ωt − Φo ) ) dωt ( ⌡ π + Φo 1 Corrente eficaz: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa3_ef 2⋅ π 2 δSa3⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ⌠ Φo 2 ISa3_ef ( M i, Φo ) := ⋅ 1 − M i⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( Io.pico ( M i) ⋅ sin ( ωt − Φo) ) dωt ... ( 2⋅ π ⌡ 0 ⌠ 2π 2 + M i⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( Io.pico ( M i) ⋅ sin ( ωt − Φo ) ) dωt ( ⌡ π + Φo 1 28.5 12.4 ( ) ( ISa3_med 0.652 , Φo 12.3 ) ISa3_ef 0.652 , Φo 28 27.5 12.2 27 0 0.5 1 1.5 0 0.5 Φo 40 15 30 ISa3_med M i , 0.403 10 ISa3_ef M i , 0.403 20 5 10 ) 0 ( 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi 1.5 Φo 20 ( 1 1 ) 0 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi 1 111 Calculado: Simulado: ISa3_med( 0.652, 0.403) ISa3_med( 0.652, 0.403) = 12.409818 A ISa3_ef ( 0.652, 0.403) = 27.569597 ISa3_ef ( 0.652, 0.403) A 12.4461 27.5784 A A A.6.4 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Sa4 Função de modulação: ( ) δSa4 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ π + Φo M i⋅ sin ( ωt ) if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: ISa4_med 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π δSa4⋅ Ia( ωt ) dωt 0 1 ⌠ ISa4_med M i, Φo := ⋅ 2⋅ π ⌡ ( ) 2π ( ) ( ( )) ( M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo π + Φo ) dωt Corrente eficaz: ISa4_ef 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π 2 δSa4⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( ) ISa4_ef M i, Φo := 2π 1 ⌠ ⋅ M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo 2⋅ π ⌡ π+Φ o ( ) ( ( )) ( ) 2 dωt 112 30 12 10 ( ( )8 ) 25 ISa4_ef 0.652 , Φo ISa4_med 0.652 , Φo 20 6 15 4 0 0.5 1 0 1.5 0.5 1 Φo Φo 20 40 15 30 ISa4_med M i , 0.403 10 ISa4_ef M i , 0.403 20 5 10 ( ) 0 ( 0 0.2 0.4 0.6 0.8 ) 0 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Mi Calculado: Simulado: ISa4_med( 0.652, 0.403) = 11.522213 A ISa4_ef ( 0.652, 0.403) = 27.236328 A ISa4_med( 0.652, 0.403) ISa4_ef ( 0.652, 0.403) 11.5461 26.2384 A.6.5 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Sa5 Função de modulação: ( ) δSa5 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ π + Φo 1 − M i⋅ sin ( ωt ) if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa5_med 2⋅ π δSa5⋅ Ia( ωt ) dωt 0 1 ⌠ ISa5_med M i, Φo := ⋅ 2⋅ π ⌡ ( ) 2π π + Φo (1 − Mi⋅ 1.5 )( ( )) ( sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo ) dωt A A 1 113 Corrente eficaz: 2⋅ π 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa5_ef 2 δSa5⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( 2π 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡π + Φ ) ISa5_ef M i, Φo := ( 1 − Mi⋅ ) ( ( )) ( sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo ) 2 dωt o 25 11 ( ) ( ISa5_med 0.652 , Φo 10 ) ISa5_ef 0.652 , Φo 24 9 23 0 0.5 1 1.5 0 0.5 Φo 1.5 Φo 25 40 20 ( 1 ( ) ) ISa5_ef M i , 0.403 ISa5_med M i , 0.403 15 30 20 10 5 10 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Mi Calculado: Simulado: ISa5_med( 0.652, 0.403) = 11.785274 A ISa5_ef ( 0.652, 0.403) = 26.328863 A ISa5_med( 0.652, 0.403) ISa5_ef ( 0.652, 0.403) 11.7324 26.3369 A A 1 114 A.6.6 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EMSa6 Função de modulação: ( ) δSa6 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ π 1 − M i⋅ sin ( ωt ) if Φo ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa6_med 2⋅ π δSa6⋅ Ia( ωt ) dωt 0 1 ⌠ ISa6_med M i, Φo := ⋅ 2⋅ π ⌡ ( ) π Φo (1 − Mi⋅ sin (ωt )) ⋅ (Io.pico (Mi)) ⋅ sin (ωt − Φo) dωt Corrente eficaz: 2⋅ π 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa6_ef 2 δSa6⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( π ) ISa6_ef M i, Φo := 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡Φ ( 1 − Mi⋅ sin (ωt ) )⋅ (Io.pico (Mi))⋅ sin (ωt − Φo) 2 dωt o 25 11 ( ) ( ISa6_med 0.652 , Φo 10 )24 ISa6_ef 0.652 , Φo 9 23 0 0.5 1 Φo 1.5 0 0.5 1 Φo 1.5 115 25 40 20 ( ) ( ISa6_med M i , 0.403 15 ) ISa6_ef M i , 0.403 20 10 5 30 0 0.2 0.4 0.6 0.8 10 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Mi Calculado: Simulado: ISa6_med( 0.652, 0.403) ISa6_med( 0.652, 0.403) = 11.785274 A ISa6_ef ( 0.652, 0.403) = 26.328863 ISa6_ef ( 0.652, 0.403) A 11.7638 26.3556 A A A.6.7 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Da1 Função de modulação: ( ) δDa1 ωt , M i := M i⋅ sin ( ωt ) if 0 ≤ ωt ≤ π 0 if Φo ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa1_med 2⋅ π δDa1⋅ Ia( ωt ) dωt 0 Φo 1 ⌠ IDa1_med M i, Φo := ⋅ M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo 2⋅ π ⌡ ( ) ( ( )) ( ) dωt 0 Corrente eficaz: IDa1_ef ( 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ) IDa1_ef M i, Φo := 2⋅ π 0 2 δDa1⋅ Ia( ωt ) dωt Φo 1 ⌠ ⋅ M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo 2⋅ π ⌡ ( 0 ( )) ( ) 2 dωt 1 116 3 ( ) ( IDa1_med 0.652 , Φo 2 ) 10 IDa1_ef 0.652 , Φo 5 1 0 0 0.5 1 0 1.5 0 0.5 Φo ( ) 1.5 0.1 ( 1 ) IDa1_ef M i , 0.403 0.05 0 0.5 0 0.2 0.4 0.6 0.8 0 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Mi Calculado: Simulado: IDa1_med( 0.652, 0.403) = 0.08495 IDa1_ef ( 0.652, 0.403) = 1.136493 A A IDa1_med( 0.652, 0.403) IDa1_ef ( 0.652, 0.403) 0.0875638 1.1614 A A.6.8 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Da2 Função de modulação: ( ) δDa2 ωt , M i := M i⋅ sin ( ωt ) if 0 ≤ ωt ≤ Φo 0 if Φo ≤ ωt ≤ π + Φo 1 − M i⋅ sin ( ωt ) if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: IDa2_med 1.5 Φo 0.15 IDa1_med M i , 0.403 1 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π 0 δDa2⋅ Ia( ωt ) dωt A 1 117 ⌠ Φo IDa2_med( Mi, Φo ) := ⋅ M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico ( M i) ⋅ sin ( ωt − Φo ) dωt ... 2⋅ π ⌡ 0 ⌠ 2π + ( 1 − Mi⋅ sin ( ωt ) )⋅ (Io.pico ( Mi) ⋅ sin (ωt − Φo) ) dωt ⌡π + Φ o 1 Corrente eficaz: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa2_ef 2⋅ π 2 δDa2⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ⌠ Φo 2 IDa2_ef ( M i, Φo ) := ⋅ M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ ( Io.pico ( M i) ⋅ sin ( ωt − Φo ) ) dωt ... 2⋅ π ⌡ 0 ⌠ 2π + (1 − Mi⋅ sin (ωt ) )⋅ ( Io.pico (Mi)⋅ sin (ωt − Φo) ⌡π + Φ o 1 ) 2 dωt 12.1 ( ) IDa2_med 0.652 , Φo ( ) IDa2_ef 0.652 , Φo 12 26.5 26 11.9 0 0.5 1 25.5 1.5 0 0.5 Φo 40 20 ) ( IDa2_med M i , 0.403 15 ) IDa2_ef M i , 0.403 30 20 10 5 1.5 Φo 25 ( 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 10 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Mi Calculado: IDa2_med( 0.652, 0.403) = 11.870224 IDa2_ef ( 0.652, 0.403) = 26.353381 A Simulado: A IDa2_med( 0.652, 0.403) IDa2_ef ( 0.652, 0.403) 11.82 A 26.3625 A 1 118 A.6.9 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Da3 Função de modulação: ( ) δDa3 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ Φo 1 − M i⋅ sin ( ωt ) if Φo ≤ ωt ≤ π M i⋅ sin ( ωt ) if π ≤ ωt ≤ π + Φo 0 if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: IDa3_med 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π δDa3⋅ Ia( ωt ) dωt 0 1 ⌠ IDa3_med M i, Φo := ⋅ 2⋅ π ⌡ ( ) π Φo ( ) ( ) ( ) 1 − M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt ... ⌠ π + Φo + (Mi⋅ sin (ωt ) ) ⋅ (Io.pico (Mi)⋅ sin ( ωt − Φo)) dωt ⌡ π Corrente eficaz: IDa3_ef 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π 2 δDa3⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ⌠ π 2 IDa3_ef ( M i, Φo) := ⋅ ( 1 − M i⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( Io.pico ( M i) ⋅ sin ( ωt − Φo ) ) dωt ... 2⋅ π ⌡ Φo π + Φo 2 + ⌠ (Mi⋅ sin (ωt ) )⋅ (Io.pico (Mi)⋅ sin (ωt − Φo)) dωt ⌡ π 1 119 12.1 ( ) IDa3_med 0.652 , Φo ( ) 26.5 IDa3_ef 0.652 , Φo 12 26 11.9 0 0.5 1 25.5 1.5 Φo 0.5 1 40 20 ) ( IDa3_med M i , 0.403 15 ) IDa3_ef M i , 0.403 30 20 10 5 0 0.2 0.4 0.6 0.8 10 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Mi Calculado: Simulado: IDa3_med( 0.652, 0.403) = 11.870224 A IDa3_med( 0.652, 0.403) IDa3_ef ( 0.652, 0.403) = 26.353381 A IDa3_ef ( 0.652, 0.403) 11.8513 26.3812 A A A.6.10 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Da4 Função de modulação: ( ) δDa4 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ π M i⋅ sin ( ωt ) if π ≤ ωt ≤ π + Φo 0 if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa4_med 2⋅ π δDa4⋅ Ia( ωt ) dωt 0 1 ⌠ IDa4_med M i, Φo := ⋅ 2⋅ π ⌡ ( 1.5 Φo 25 ( 0 ) π + Φo π ( ( )) ( ) M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt 1 120 Corrente eficaz: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa4_ef 2⋅ π 2 δDa4⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ) IDa4_ef M i, Φo := π + Φo ( ( )) ( )2 M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt π 3 ( ) ( IDa4_med 0.652 , Φo 2 ) 10 IDa4_ef 0.652 , Φo 5 1 0 0 0 0.5 1 1.5 0 0.5 1 Φo 0.15 ( ) IDa4_med M i , 0.403 1.5 Φo 1.5 0.1 ( ) 1 IDa4_ef M i , 0.403 0.05 0 0.5 0 0.2 0.4 0.6 0.8 0 1 0 0.2 0.4 Mi 0.6 0.8 Mi Calculado: Simulado: IDa4_med( 0.652, 0.403) = 0.08495 A IDa4_med( 0.652, 0.403) IDa4_ef ( 0.652, 0.403) = 1.136493 A IDa4_ef ( 0.652, 0.403) 0.0875716 1.16147 A A 1 121 A.6.11 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Da5: Função de modulação: ( ) δDa5 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ Φo M i⋅ sin ( ωt ) if Φo ≤ ωt ≤ π + Φo 0 if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: IDa5_med 2⋅ π 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ δDa5⋅ Ia( ωt ) dωt 0 1 ⌠ IDa5_med M i, Φo := ⋅ 2⋅ π ⌡ ( ) π + Φo π ( 1 − Mi⋅ )( ( )) ( ) ) ( ( )) ( )2 sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt Corrente eficaz: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa5_ef 2⋅ π 2 δDa5⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ) IDa5_ef M i, Φo := ( π + Φo π ) (1 − Mi⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt 3 ( IDa5_med 0.652 , Φo 2 10 5 1 0 ) IDa5_ef 0.652 , Φo 0 0.5 1 Φo 1.5 0 0 0.5 1 Φo 1.5 122 1 4.5 0.95 4.4 IDa5_med M i , 0.403 0.9 IDa5_ef M i , 0.403 4.3 0.85 4.2 ( ) 0.8 ( 0 0.2 0.4 0.6 0.8 ) 4.1 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Mi Calculado: Simulado: IDa5_med( 0.652, 0.403) = 0.887605 IDa5_ef ( 0.652, 0.403) = 4.273765 IDa5_med( 0.652, 0.403) A IDa5_ef ( 0.652, 0.403) A 0.900083 4.31757 A A.6.12 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Da6: Função de modulação: ( ) δDa6 ωt , M i := 1 − M i⋅ sin ( ωt ) if 0 ≤ ωt ≤ Φo 0 if Φo ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa6_med 2⋅ π δDa6⋅ Ia( ωt ) dωt 0 Φo 1 ⌠ IDa6_med M i, Φo := ⋅ 1 − M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo 2⋅ π ⌡ ( ) ( )( 0 Corrente eficaz: IDa6_ef 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π 0 2 δDa6⋅ Ia( ωt ) dωt ( )) ( ) dωt A 1 123 ( Φo 1 ⌠ ⋅ 1 − M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo 2⋅ π ⌡ ) ( IDa6_ef M i, Φo := ) ( ( )) ( ) 2 dωt 0 8 ( ) 20 6 ( )10 IDa6_ef 0.652 , Φo IDa6_med 0.652 , Φo 4 2 0 0 0 0.5 1 1.5 0 0.5 1 4.5 0.95 4.4 IDa6_med M i , 0.403 0.9 IDa6_ef M i , 0.403 4.3 ) ( 0.85 0.8 1.5 Φo Φo ( 1 ) 4.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 4.1 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Calculado: IDa6_med( 0.652, 0.403) = 0.887605 IDa6_ef ( 0.652, 0.403) = 4.273765 1 Mi Simulado: A A IDa6_med( 0.652, 0.403) IDa6_ef ( 0.652, 0.403) 0.900031 4.31738 A A A.7 - ESTUDO DAS PERDAS - PWM 2 A partir dos esforços de corrente determinados em PWM 2, foi escolhido o semicondutor SKM75GB063D. 124 A.7.1 - PERDAS POR CONDUÇÃO - PWM 2 Para determinar as perdas por condução deve-se linearizar a curva da corrente (Ic) x tensão (Vce) fornecida pelo fabricante. A curva linearizada foi obtida para a condição de quinze volts de tensão de comando: Curva característica tensão versus corrente fornecida pelo o fabricante do IGBT e curva linearizada para temperatura de operação de 125ºC CARACTERÍSTICA DO IGBT: Vcen := 600 tensão nominal do IGBT Vs := 1.35 tensão de início da reta que modela a curva Ic x Vce do IGBT −3 Rs := 13.7⋅ 10 resistência 1.9 − 1.35 40 = 0.0137 125 SEMICONDUTORES Sa1 a Sa6 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ) ( PSa1 M i, Φo := Vs ⋅ ISa1_med M i, Φo + Rs ⋅ ISa1_ef M i, Φo PSa2 M i, Φo := Vs ⋅ ISa2_med M i, Φo + Rs ⋅ ISa2_ef M i, Φo PSa3 M i, Φo := Vs ⋅ ISa3_med M i, Φo + Rs ⋅ ISa3_ef M i, Φo PSa4 M i, Φo := Vs ⋅ ISa4_med M i, Φo + Rs ⋅ ISa4_ef M i, Φo PSa5 M i, Φo := Vs ⋅ ISa5_med M i, Φo + Rs ⋅ ISa5_ef M i, Φo PSa6 M i, Φo := Vs ⋅ ISa6_med M i, Φo + Rs ⋅ ISa6_ef M i, Φo ( ) PSa1 M i, 0.403 0 ( ) PSa2 M i, 0.403 PSa3 M i, 0.403 1.581 1.581 ( ) PSa4 M i, 0.403 0 ( ) ( 3.944 5.505 5.505 3.944 47.181 47.181 7.889 9.429 9.429 7.889 43.236 43.236 11.833 13.353 13.353 11.833 39.292 39.292 15.778 17.278 17.278 15.778 35.347 35.347 19.722 21.202 21.202 19.722 31.403 31.403 23.667 25.126 25.126 23.667 27.458 27.458 27.611 29.05 29.05 27.611 23.514 23.514 31.556 32.974 32.974 31.556 19.569 19.569 35.5 36.898 36.898 35.5 15.625 15.625 39.445 40.822 40.822 39.445 11.68 11.68 ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Pcon_S_Total M i := PSa1 M i, 0.403 + PSa2 M i, 0.403 + PSa3 M i, 0.403 + PSa4 M i, 0.403 ... + PSa5 M i, 0.403 + PSa6 M i, 0.403 ( ) ( ) ) PSa5 M i, 0.403 PSa6 M i, 0.403 51.125 51.125 126 ( ) Pcon_S_Total M i 105.412 113.26 121.108 128.957 136.805 Pcon_S_Total ( 0.652) = 156.582719 144.653 152.502 160.35 168.198 176.047 183.895 DIODO EM PARALELO COM A CHAVE Curva característica tensão versus corrente fornecida pelo fabricante do diodo do IGBT e curva linearizada para uma temperatura de operação de 125ºC. 127 CARACTERÍSTICAS: Vd := 0.967 tensão de início da reta que modela a curva VF x IF do diodo do IGBT −3 Rd := 6.933⋅ 10 resistência do diodo intrínseco 1.175 − 0.967 30 −3 = 6.933333× 10 DIODO Dsa1 a Dsa6 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 PDa1 M i , Φo := Vd ⋅ IDa1_med M i , Φo + Rd ⋅ IDa1_ef M i , Φo PDa2 M i , Φo := Vd ⋅ IDa2_med M i , Φo + Rd ⋅ IDa2_ef M i , Φo PDa3 M i , Φo := Vd ⋅ IDa3_med M i , Φo + Rd ⋅ IDa3_ef M i , Φo PDa4 M i , Φo := Vd ⋅ IDa4_med M i , Φo + Rd ⋅ IDa4_ef M i , Φo PDa5 M i , Φo := Vd ⋅ IDa5_med M i , Φo + Rd ⋅ IDa5_ef M i , Φo PDa6 M i , Φo := Vd ⋅ IDa6_med M i , Φo + Rd ⋅ IDa6_ef M i , Φo ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) PDa1 M i, 0.403 PDa2 M i, 0.403 PDa3 M i, 0.403 PDa4 M i, 0.403 PDa5 M i, 0.403 PDa6 M i, 0.403 0 32.487 32.487 0 1.076 1.076 0.014 30.004 30.004 0.014 1.062 1.062 0.028 27.52 27.52 0.028 1.048 1.048 0.042 25.036 25.036 0.042 1.034 1.034 0.056 22.552 22.552 0.056 1.02 1.02 0.07 20.069 20.069 0.07 1.006 1.006 0.084 17.585 17.585 0.084 0.992 0.992 0.098 15.101 15.101 0.098 0.978 0.978 0.112 12.618 12.618 0.112 0.964 0.964 0.126 10.134 10.134 0.126 0.95 0.95 0.14 7.65 7.65 0.14 0.936 0.936 ( ) ( ) ( ) ( ) Pcon_D_Total M i := PDa1 M i, 0.403 + PDa2 M i, 0.403 + PDa3 M i, 0.403 ... + PDa4 M i, 0.403 + PDa5 M i, 0.403 + PDa6 M i, 0.403 ( ) ( ) ( ) 128 ( ) Pcon_D_Total M i 67.127 62.159 57.192 52.224 Pcon_D_Total ( 0.652) = 34.739 47.257 42.29 37.322 32.355 27.387 22.42 17.452 A.7.2 - PERDAS POR COMUTAÇÃO Seguindo a mesma metodologia apresentada para o cálculo das perdas por comutação PWM 1 COEFICIENTES −4 k0_on := 6.839 × 10 −5 k1_on := 1.297 × 10 −7 k2_on := 2.286 × 10 −4 k0_off := 3.14 × 10 −5 k1_off := 2.934 × 10 −9 k2_off := −9.467 × 10 PÂRAMETROS ωt := 0 , 0.1.. 2π Φo := 0.403 ( ) Io.pk M i := 76.278 3 fsw := 20⋅ 10 fr := 60 129 CHAVE Sa1 ( ) ( iSa1( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_on iSa1 , ωt := k0_on + k1_on ⋅ iSa1( ωt ) + k2_on ⋅ iSa1( ωt ) π 2 1 ⌠ PSa1_on := ⋅ fr ⋅ W_on iSa1 , ωt dωt 2π ⌡Φ ( ) o PSa1_on = 0.055706 PSa1_on := 0 ( A chave Sa1 comuta em baixa frequência, desta forma somente tem perda por chaveamento durante dois instantes durante um periodo, no momento em que a chave fecha e o outro quando abre. Esta chave entra em condução no momento em que a corrente por ela é zero, e abre com um certo valor de corrente. Mas é irrelevante frente as outras perdas que são em alta frequencia. ) W_off iSa1 , ωt := k0_off + k1_off ⋅ iSa1( ωt ) + k2_off ⋅ iSa1( ωt ) π 2 1 ⌠ PSa1_off := ⋅ fr ⋅ W_off iSa1 , ωt dωt 2π ⌡Φ ( ) o PSa1_off = 0.048427 PSa1_off := 0 A chave Sa1 comuta em baixa frequência, desta forma somente tem perda por chaveamento durante dois instantes durante um periodo, no momento em que a chave fecha e o outro quando abre. Esta chave entra em condução no momento em que a corrente por ela é zero, e abre com um certo valor de corrente. Mas é irrelevante frente as outras perdas que são em alta frequencia. Pcom_Sa1 := PSa1_on + PSa1_off Pcom_Sa1 = 0 CHAVE Sa2 ( ) ( iSa2( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ) 130 ( ) W_on iSa2 , ωt := k0_on + k1_on ⋅ iSa2( ωt ) + k2_on ⋅ iSa2( ωt ) 2 π ⌠ π + Φo ⌠ PSa2_on := ⋅ fsw ⋅ W_on ( iSa2 , ωt ) dωt + fsw ⋅ W_on ( iSa2 , ωt ) dωt 2⋅ π ⌡ ⌡Φo π 1 PSa2_on = 19.787598 ( ) W_off iSa2 , ωt := k0_off + k1_off ⋅ iSa2( ωt ) + k2_off ⋅ iSa2( ωt ) 2 π ⌠ π + Φo ⌠ PSa2_off := ⋅ fsw ⋅ W_off ( iSa2 , ωt ) dωt + fsw ⋅ W_off ( iSa2 , ωt ) dωt ⌡ 2⋅ π ⌡Φo π 1 PSa2_off = 17.112118 Pcom_Sa2 := PSa2_on + PSa2_off Pcom_Sa2 = 36.899715 CHAVE Sa3 ( ) ( iSa3( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_on iSa3 , ωt := k0_on + k1_on ⋅ iSa3( ωt ) + k2_on ⋅ iSa3( ωt ) 2 ⌠ Φo ⌠ 2π PSa3_on := ⋅ fsw ⋅ W_on ( iSa3 , ωt ) dωt + fsw ⋅ W_on ( iSa3 , ωt ) dωt 2⋅ π ⌡ ⌡ 0 π + Φo 1 PSa3_on = 19.787598 ( ) W_off iSa3 , ωt := k0_off + k1_off ⋅ iSa3( ωt ) + k2_off ⋅ iSa3( ωt ) 2 131 ⌠ Φo ⌠ 2π PSa3_off := ⋅ fsw ⋅ W_off ( iSa3 , ωt ) dωt + fsw ⋅ W_off ( iSa3 , ωt ) dωt 2⋅ π ⌡ ⌡ 0 π + Φo 1 PSa3_off = 17.112118 Pcom_Sa3 := PSa3_on + PSa3_off Pcom_Sa3 = 36.899715 CHAVE Sa4 ( ) ( iSa4( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_on iSa4 , ωt := k0_on + k1_on ⋅ iSa4( ωt ) + k2_on ⋅ iSa4( ωt ) 2π 2 1 ⌠ PSa4_on := ⋅ fr ⋅ W_on iSa4 , ωt dωt 2π ⌡π + Φ o ( ) PSa4_on = 0.055706 A chave Sa4 comuta em baixa frequência, desta forma somente tem perda por chaveamento durante dois instantes durante um periodo, no momento em que a chave fecha e o outro quando abre. Esta chave entra em condução no momento em que a corrente por ela é zero, e abre com um certo valor de corrente. Mas é irrelevante frente as outras perdas que são em alta frequencia. PSa4_on := 0 ( ) W_off iSa4 , ωt := k0_off + k1_off ⋅ iSa4( ωt ) + k2_off ⋅ iSa4( ωt ) 1 ⌠ PSa4_off := ⋅ 2π ⌡ 2π π + Φo ( ) fr ⋅ W_off iSa4 , ωt dωt 2 132 PSa4_off = 0.048427 PSa4_off := 0 A chave Sa5 comuta em baixa freqüência, desta forma somente tem perda por chaveamento durante dois instantes durante um período, no momento em que a chave fecha e o outro quando abre. Esta chave entra em condução no momento em que a corrente por ela é zero, e abre com um certo valor de corrente. Mas é irrelevante frente as outras perdas que são em alta freqüência. Pcom_Sa4 := PSa4_on + PSa4_off Pcom_Sa4 = 0 CHAVE Sa5 ( ) ( iSa5( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_on iSa5 , ωt := k0_on + k1_on ⋅ iSa5( ωt ) + k2_on ⋅ iSa5( ωt ) 1 ⌠ PSa5_on := ⋅ 2π ⌡ 2π ( 2 ) fr ⋅ W_on iSa5 , ωt dωt π + Φo PSa5_on = 0.056 PSa5_on := 0 ( ) A chave Sa5 comuta em baixa freqüência, desta forma somente tem perda por chaveamento durante dois instantes durante um período, no momento em que a chave fecha e o outro quando abre. Esta chave entra em condução no momento em que a corrente por ela é zero, e abre com um certo valor de corrente. Mas é irrelevante frente as outras perdas que são em alta freqüência. W_off iSa5 , ωt := k0_off + k1_off ⋅ iSa5( ωt ) + k2_off ⋅ iSa5( ωt ) 1 ⌠ PSa5_off := ⋅ 2π ⌡ 2π π + Φo ( 2 ) fr ⋅ W_off iSa5 , ωt dωt PSa5_off = 0.048427 PSa5_off := 0 A chave Sa5 comuta em baixa frequência, desta forma somente tem perda por chaveamento durante dois instantes durante um periodo, no momento em que a chave fecha e o outro quando abre. Esta chave entra em condução no momento em que a corrente por ela é zero, e abre com um certo valor de corrente. Mas é irrelevante frente as outras perdas que são em alta frequencia. 133 Pcom_Sa5 := PSa5_on + PSa5_off Pcom_Sa5 = 0 CHAVE Sa6 ( ) ( iSa6( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_on iSa6 , ωt := k0_on + k1_on ⋅ iSa6( ωt ) + k2_on ⋅ iSa6( ωt ) 1 ⌠ PSa6_on := ⋅ 2π ⌡ π ( 2 ) fr ⋅ W_on iSa6 , ωt dωt Φo PSa6_on = 0.056 PSa6_on := 0 ( A chave Sa6 comuta em baixa frequência, desta forma somente tem perda por chaveamento durante dois instantes durante um periodo, no momento em que a chave fecha e o outro quando abre. Esta chave entra em condução no momento em que a corrente por ela é zero, e abre com um certo valor de corrente. Mas é irrelevante frente as outras perdas que são em alta frequencia. ) W_off iSa6 , ωt := k0_off + k1_off ⋅ iSa6( ωt ) + k2_off ⋅ iSa6( ωt ) π 2 1 ⌠ PSa6_off := ⋅ fr ⋅ W_off iSa6 , ωt dωt 2π ⌡Φ ( ) o PSa6_off = 0.048427 PSa6_off := 0 A chave Sa6 comuta em baixa frequência, desta forma somente tem perda por chaveamento durante dois instantes durante um periodo, no momento em que a chave fecha e o outro quando abre. Esta chave entra em condução no momento em que a corrente por ela é zero, e abre com um certo valor de corrente. Mas é irrelevante frente as outras perdas que são em alta frequencia. Pcom_Sa6 := PSa6_on + PSa6_off Pcom_Sa6 = 0 134 Pcom_S_Total := Pcom_Sa1 + Pcom_Sa2 + Pcom_Sa3 + Pcom_Sa4 + Pcom_Sa5 + Pcom_Sa6 Pcom_S_Total = 73.799431 O cálculo da energia dissipada durante a recuperação reversa dos diodos para PWM2 segue a mesma metodologia apresentada para PWM1. Irr 0.2 Vcc 0.14⋅ Vcc ⋅ trr⋅ Irr + iD⋅ ⋅ trr⋅ 0.8⋅ 0.15⋅ + 1 + ⋅ 0.35⋅ Irr ... Io 2 Io I 0.1V ⋅ t 2 cc rr rr ⋅ 0.15⋅ + 1 + iD ⋅ I Io o ( ) ( W rr iD ) Utilizando os dados fornecidos pelo fabricante do diodo do SKM75GB063D para temperatura de operação de 125°C, conforme tabela apresentada em PWM1 : −6 Qrr := 3.7⋅ 10 Irr := 30 trr := 2⋅ Qrr Irr −9 trr = 246.667× 10 Io := 75 Vdc := 230 COEFICIENTES k0_rr := 0.14⋅ Vdc ⋅ trr⋅ Irr k1_rr := k2_rr := Vdc 2 Irr Io ⋅ trr⋅ 0.8⋅ 0.15⋅ 0.1Vdc ⋅ trr Io ⋅ 0.15⋅ Irr + 1 + + 1 Io 0.2 ( ) ⋅ 0.35⋅ Irr Io 135 −6 k0_rr = 238.28× 10 −6 k1_rr = 24.849× 10 −9 k2_rr = 80.183× 10 DIODO DA CHAVE Sa1: Da1 ( ) ( iDa1( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_rr iDa1, ωt := k0_rr + k1_rr⋅ iDa1( ωt ) + k2_rr⋅ iDa1( ωt ) 2 Φo 1 ⌠ PDa1_rr := ⋅ fr ⋅ W_rr iDa1 , ωt dωt 2π ⌡ ( ) 0 PDa1_rr = 0.002 PDa1_rr := 0 DIODO DA CHAVE Sa2: Da2 ( ) ( iDa2( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_rr iDa2, ωt := k0_rr + k1_rr⋅ iDa2( ωt ) + k2_rr⋅ iDa2( ωt ) 2 ⌠ Φo ⌠ 2π PDa2_rr := ⋅ fsw ⋅ W_rr ( iDa2 , ωt ) dωt + fsw ⋅ W_rr ( iDa2, ωt ) dωt 2⋅ π ⌡ ⌡ 0 π + Φo 1 PDa2_rr = 16.782 DIODO DA CHAVE Sa3: Da3 ( ) ( iDa3( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ) 136 ( ) W_rr iDa3, ωt := k0_rr + k1_rr⋅ iDa3( ωt ) + k2_rr⋅ iDa3( ωt ) 2 π ⌠ π + Φo ⌠ PDa3_rr := ⋅ fsw ⋅ W_rr ( iDa3 , ωt ) dωt + fsw ⋅ W_rr ( iDa3, ωt ) dωt 2⋅ π ⌡ ⌡ Φo π 1 PDa3_rr = 16.782 DIODO DA CHAVE Sa4: Da4 ( ) ( iDa4( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_rr iDa4, ωt := k0_rr + k1_rr⋅ iDa4( ωt ) + k2_rr⋅ iDa4( ωt ) 1 ⌠ PDa4_rr := ⋅ 2π ⌡ π + Φo ( 2 ) fr ⋅ W_rr iDa4 , ωt dωt π PDa4_rr = 0.002 PDa4_rr := 0 DIODO DA CHAVE Sa5: Da5 ( ) ( iDa5( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_rr iDa5, ωt := k0_rr + k1_rr⋅ iDa5( ωt ) + k2_rr⋅ iDa5( ωt ) 1 ⌠ PDa5_rr := ⋅ 2π ⌡ π + Φo π PDa5_rr = 0.002 PDa5_rr := 0 ( ) fr ⋅ W_rr iDa5 , ωt dωt 2 137 DIODO DA CHAVE Sa6: Da6 ( ) ( iDa6( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_rr iDa6, ωt := k0_rr + k1_rr⋅ iDa6( ωt ) + k2_rr⋅ iDa6( ωt ) 2 Φo 1 ⌠ PDa6_rr := ⋅ fr ⋅ W_rr iDa6 , ωt dωt 2π ⌡ ( ) 0 PDa6_rr = 0.002 PDa6_rr := 0 PD_rr_Total := PDa1_rr + PDa2_rr + PDa3_rr + PDa4_rr + PDa5_rr + PDa6_rr PD_rr_Total = 33.564505 A.7.3 - RESUMO DAS PERDAS PWM2 Condução Célula 1: ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Pcon_Celula_1_S1_S5 M i := PSa1 M i, 0.403 + PDa1 M i, 0.403 + PSa5 M i, 0.403 + PDa5 M i, 0.403 ( ) Pcon_Celula_1_S1_S5 M i 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 Pcon_Celula_1_S1_S5( 0.652) = 52.201 138 Comutação ( ) Pcom_Celula_1_S1_S5 M i := Pcom_Sa1 + PDa1_rr + Pcom_Sa5 + PDa5_rr ( ) Pcom_Celula_1_S1_S5 M i 0 0 0 0 0 0 Pcom_Celula_1_S1_S5( 0.652) = 0 0 0 0 0 0 ( ) ( ) ( ) PCelula_1_total M i := Pcon_Celula_1_S1_S5 M i + Pcom_Celula_1_S1_S5 M i ( ) PCelula_1_total M i 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 PCelula_1_total ( 0.652) = 52.201 139 Célula 2: Condução ( ) ( ) ( ) ( ) Pcon_Celula_2_S2_S3 M i := PSa2 M i, 0.403 + PDa2 M i, 0.403 + PSa3 M i, 0.403 ... + PDa3 M i, 0.403 ( ) ( ) Pcon_Celula_2_S2_S3 M i 68.137 71.017 73.898 76.779 79.66 Pcon_Celula_2_S2_S3( 0.652) = 86.92 82.541 85.422 88.303 91.183 94.064 96.945 Comutação ( ) Pcom_Celula_2_S2_S3( M i) Pcom_Celula_2_S2_S3 M i := Pcom_Sa2 + PDa2_rr + Pcom_Sa3 + PDa3_rr 107.364 107.364 107.364 107.364 107.364 107.364 107.364 107.364 107.364 107.364 107.364 Pcom_Celula_2_S2_S3( 0.652) = 107.364 140 ( ) PCelula_2_total ( M i) ( ) ( ) PCelula_2_total M i := Pcon_Celula_2_S2_S3 M i + Pcom_Celula_2_S2_S3 M i 175.5 178.381 181.262 184.143 PCelula_2_total ( 0.652) = 194.284 187.024 189.905 192.786 195.666 198.547 201.428 204.309 Célula 3: Condução ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Pcon_Celula_3_S4_S6 M i := PSa4 M i, 0.403 + PDa4 M i, 0.403 + PSa6 M i, 0.403 + PDa6 M i, 0.403 ( ) Pcon_Celula_3_S4_S6 M i 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 Pcon_Celula_3_S4_S6( 0.652) = 52.201 141 Comutação ( ) Pcom_Celula_3_S4_S6 M i := Pcom_Sa4 + PDa4_rr + Pcom_Sa6 + PDa6_rr ( ) Pcom_Celula_3_S4_S6 M i 0 0 0 0 Pcom_Celula_3_S4_S6( 0.652) = 0 0 0 0 0 0 0 0 ( ) PCelula_3_total ( M i) ( ) ( ) PCelula_3_total M i := Pcon_Celula_3_S4_S6 M i + Pcom_Celula_3_S4_S6 M i 52.201 52.201 52.201 PCelula_3_total ( 0.652) = 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 52.201 Perdas totais ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) + Pcon_Celula_3_S4_S6( M i) + Pcom_Celula_3_S4_S6( M i) Ptotal M i := Pcon_Celula_1_S1_S5 M i + Pcom_Celula_1_S1_S5 M i ... + Pcon_Celula_2_S2_S3 M i + Pcom_Celula_2_S2_S3 M i ... 142 ( ) Ptotal M i = 279.902 282.783 285.664 288.545 Ptotal ( 0.652) = 298.686 291.426 294.307 297.188 300.069 302.949 305.83 308.711 A.8 - CÁLCULOS DOS ESFORÇOS DE CORRENTE NOS COMPONENTES PARA A ESTRATÉGIA PWM 3 ( ) Io.pico M i := 76.278 Φo := 0.403 M i := 0 , 0.1.. 1 A.8.1 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Sa1 Função de modulação: ( ) δSa1 ωt , M i := Moduladora: + Corrente: + 0 if 0 ≤ ωt ≤ Φo M i⋅ sin ( ωt ) if Φo ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa1_med 2⋅ π δSa1⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( ) 1 ISa1_med M i, Φo := 2⋅ π π ⌠ ⋅ M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt ⌡Φ o ( ) ( ( )) ( ) 143 Corrente eficaz: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa1_ef 2⋅ π 2 δSa1⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( π ) ISa1_ef M i, Φo := 1 ⌠ 2 ⋅ M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt 2⋅ π ⌡ Φo ( ( ) ( )) ( ) 12 10 ( ( )8 25 )20 ISa1_ef 0.652 , Φo ISa1_med 0.652 , Φo 6 15 4 0 0.5 1 0 1.5 0.5 Φo 20 40 15 30 ISa1_med M i , 0.403 10 ISa1_ef M i , 0.403 20 5 10 ( ) 0 ( 0 0.2 0.4 0.6 0.8 0 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Calculado: Simulado: ISa1_med( 0.652, 0.403) = 11.522213 A A 1.5 ) Mi ISa1_ef ( 0.652, 0.403) = 27.236328 1 Φo ISa1_med( 0.652, 0.403) ISa1_ef ( 0.652, 0.403) 11.5169 27.2218 A A 1 144 A.8.2 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Sa2 Função de modulação: ( ) δSa2 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ Φo 1 2 1 2 ( 1 + Mi⋅ sin (ωt ) ) if Φo ≤ ωt ≤ π ( 1 − Mi⋅ ) sin ( ωt ) if π ≤ ωt ≤ π + Φo 0 if π + Φo ≤ ωt ≤ 2⋅ π Corrente média: ISa2_med 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π δSa2⋅ Ia( ωt ) dωt 0 1 ⌠ ISa2_med M i, Φo := ⋅ 2⋅ π ⌡ Φ o ( π ) ( ) 1 1 + M ⋅ sin ( ωt ) ⋅ I ) o.pico (Mi)⋅ sin (ωt − Φo) dωt ... ( i 2 π + Φo ⌠ 1 1 − M ⋅ sin ( ωt ) ⋅ I + M ⋅ sin ωt − Φ d ωt ) ( o.pico ( i) ( ( i o)) 2 ⌡ π Corrente eficaz: ISa2_ef 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π 2 δSa2⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ⌠ π 2 1 ( 1 + M ⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( I ISa2_ef ( M i, Φo ) := ⋅ M i) ⋅ sin ( ωt − Φo ) ) dωt ... ( i o.pico 2⋅ π 2 ⌡( Φo) π + Φo ⌠ 1 2 + 2 ( 1 − Mi⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( Io.pico ( Mi) ⋅ sin ( ωt − Φo ) ) dωt ⌡π 1 145 18 32 ( ) ISa2_med 0.652 , Φo ( 16 )30 ISa2_ef 0.652 , Φo 14 28 0 0.5 1 1.5 0 Φo ( 22 36 20 34 ( 14 30 28 0 0.2 0.4 0.6 0.8 26 1 0 Mi 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Calculado: Simulado: ISa2_med( 0.652, 0.403) = 17.858653 A ISa2_ef ( 0.652, 0.403) = 33.129362 A ISa2_med( 0.652, 0.403) ISa2_ef ( 0.652, 0.403) 17.8476 33.1074 A.8.3 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Sa3 Função de modulação: ( ) δSa3 ωt , M i := 1 − 1 ( 1 + M ⋅ sin ( ωt ) ) if 0 ≤ ωt ≤ Φ 2 i o 0 if Φo ≤ ωt ≤ π + Φo 1 − 1 ( 1 + M ⋅ sin ( ωt ) ) if π + Φ ≤ ωt ≤ 2π 2 i o Corrente média: ISa3_med 1.5 )32 ISa2_ef M i , 0.403 16 12 1 Φo )18 ISa2_med M i , 0.403 0.5 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π 0 δSa3⋅ Ia( ωt ) dωt A A 1 146 ⌠ Φo 1 − 1 1 + M ⋅ sin ( ωt ) ⋅ I ISa3_med ( M i, Φo ) := ⋅ ) ( o.pico (Mi)⋅ sin (ωt − Φo) ) dωt ... ( i 2 2⋅ π ⌡0 2π ⌠ 1 1 − ( 1 + Mi⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( Io.pico ( Mi) ⋅ sin ( ωt − Φo ) ) dωt + 2 ⌡π + Φ o 1 Corrente eficaz: 2⋅ π 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa3_ef 2 δSa3⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ⌠ Φo 2 1 − 1 ( 1 + M ⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( I ISa3_ef ( M i, Φo ) := ⋅ M i) ⋅ sin ( ωt − Φo ) ) dωt ... ( i o.pico 2⋅ π 2 ⌡0 2π ⌠ 2 1 − 1 ( 1 + M ⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( I + M ⋅ sin ωt − Φ d ωt ( 2 o.pico ( i) i o) ) ⌡π + Φo 1 18 32 ( ) ISa3_med 0.652 , Φo ( 16 )30 ISa3_ef 0.652 , Φo 14 28 0 0.5 1 1.5 0 0.5 Φo ( 22 36 20 34 )18 ISa3_med M i , 0.403 ( 1.5 )32 ISa3_ef M i , 0.403 16 14 12 1 Φo 30 28 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi 1 26 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi 1 147 Calculado: Simulado: ISa3_med( 0.652, 0.403) = 17.858653 A ISa3_med( 0.652, 0.403) ISa3_ef ( 0.652, 0.403) = 33.129362 A ISa3_ef ( 0.652, 0.403) 17.8471 33.1079 A.8.4 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Sa4 Função de modulação: ( ) δSa4 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ π + Φo M i⋅ sin ( ωt ) if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa4_med 2⋅ π δSa4⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( ) 1 ISa4_med M i, Φo := 2⋅ π 2π ⌠ ⋅ M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo ⌡ π+Φ o ( ( ) ( )) ( ) dωt Corrente eficaz: ISa4_ef 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π 2 δSa4⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( ) ISa4_ef M i, Φo := 2π 1 ⌠ ⋅ M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo 2⋅ π ⌡ π+Φ o ( ) ( ( )) ( ) 2 dωt A A 148 12 25 10 ( )8 ( ISa4_med 0.652 , Φo ) ISa4_ef 0.652 , Φo 20 6 4 15 0 0.5 1 1.5 0 Φo 40 15 30 ISa4_med M i , 0.403 10 ISa4_ef M i , 0.403 20 5 10 ) 0 ( 0 1 1.5 Φo 20 ( 0.5 0.2 0.4 0.6 0.8 ) 0 1 0 Mi 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Calculado: Simulado: ISa4_med( 0.652, 0.403) = 11.522213 A ISa4_med ( 0.652, 0.403) ISa4_ef ( 0.652, 0.403) = 27.236328 ISa4_ef ( 0.652, 0.403) A 11.5168 27.2215 A A A.8.5 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Sa5 Função de modulação: ( ) δSa5 ωt , M i := 1 2 (1 − Mi⋅ sin (ωt )) if 0 ≤ ωt ≤ Φo 0 if Φo ≤ ωt ≤ π + Φo 1 2 (1 − Mi⋅ sin ( ωt ) ) Corrente média: ISa5_med 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π 0 δSa5⋅ Ia( ωt ) dωt if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π 1 149 ⌠ Φo 1 1 − M ⋅ sin ( ωt ) ⋅ I ISa5_med ( M i, Φo ) := ⋅ ) ( o.pico (Mi)⋅ sin (ωt − Φo) ) dωt ... ( i 2 2⋅ π ⌡0 2π ⌠ 1 ( 1 − Mi⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( Io.pico ( Mi) ⋅ sin ( ωt − Φo ) ) dωt + 2 ⌡π + Φ o 1 Corrente eficaz: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ ISa5_ef 2⋅ π 2 δSa5⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ⌠ Φo 2 1 ( 1 − M ⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( I ISa5_ef ( M i, Φo ) := ⋅ M i) ⋅ sin ( ωt − Φo ) ) dωt ... ( i o.pico 2⋅ π 2 ⌡0 2π ⌠ 2 1 ( 1 − M ⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( I + M ⋅ sin ωt − Φ d ωt 2 o.pico ( i) ( i o)) ⌡π + Φo 1 8 ( ISa5_med 0.652 , Φo 22 ( )7 )21 ISa5_ef 0.652 , Φo 20 19 0 6 0 0.5 1 1.5 14 30 12 10 ISa5_med M i , 0.403 8 25 ( ) 6 4 2 1 1.5 Φo Φo ( 0.5 ) ISa5_ef M i , 0.403 20 15 10 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi 1 150 Calculado: Simulado: ISa5_med( 0.652, 0.403) = 6.336439 ISa5_ef ( 0.652, 0.403) = 18.860993 A A ISa5_med ( 0.652, 0.403) ISa5_ef ( 0.652, 0.403) 6.33125 18.8461 A A A.8.6 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Sa6 Função de modulação: ( ) δSa6 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ Φo 1 1 − M ⋅ sin ( ωt ) if Φ ≤ ωt ≤ π ) ( i o 2 1 1 + M ⋅ sin ( ωt ) if π ≤ ωt ≤ π + Φ ) ( i o 2 0 if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: ISa6_med 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π δSa6⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ⌠ π 1 1 − M ⋅ sin ( ωt ) ⋅ I ISa6_med ( M i, Φo ) := ⋅ ) ( o.pico (Mi)⋅ sin ( ωt − Φo)) dωt ... ( i 2⋅ π 2 ⌡( Φ ) o π + Φo ⌠ 1 + ( 1 + Mi⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( Io.pico ( Mi) ⋅ sin ( ωt − Φo ) ) dωt 2 ⌡ π 1 Corrente média: ISa6_ef 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π 0 2 δSa6⋅ Ia( ωt ) dωt 151 ⌠ π 2 1 ( 1 − M ⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( I ISa6_ef ( M i, Φo ) := ⋅ M i) ⋅ sin ( ωt − Φo ) ) dωt ... ( i o.pico 2⋅ π 2 ⌡( Φo) π + Φo ⌠ 1 2 + 2 ( 1 + Mi⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( Io.pico ( Mi) ⋅ sin ( ωt − Φo ) ) dωt ⌡π 1 8 22 ( ISa6_med 0.652 , Φo )7 ( )21 ISa6_ef 0.652 , Φo 20 19 6 0 0.5 1 1.5 0 0.5 Φo 30 12 10 ISa6_med M i , 0.403 8 25 ) 6 4 2 ( ) ISa6_ef M i , 0.403 20 15 0 0.2 0.4 0.6 0.8 10 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Mi Calculado: Simulado: ISa6_med( 0.652, 0.403) = 6.336439 ISa6_ef ( 0.652, 0.403) = 18.860993 A A ISa6_med ( 0.652, 0.403) ISa6_ef ( 0.652, 0.403) 6.33221 18.8474 A A A.8.7 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Da1 Função de modulação: ( ) δDa1 ωt , M i := M i⋅ sin ( ωt ) if 0 ≤ ωt ≤ Φo 0 if Φo ≤ ωt ≤ π 0 if π ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: 1.5 Φo 14 ( 1 1 152 2⋅ π 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa1_med δDa1⋅ Ia( ωt ) dωt 0 Φo 1 ⌠ IDa1_med M i, Φo := ⋅ M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo 2⋅ π ⌡ ( ) ( ( )) ( ) dωt 0 Corrente eficaz: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa1_ef 2⋅ π 2 δDa1⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( Φo 1 ⌠ ⋅ M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo 2⋅ π ⌡ ) ( IDa1_ef M i, Φo := ( )) ( ) 2 dωt 0 ( ) 3 ( IDa1_med 0.652 , Φo 2 ) 5 1 0 10 IDa1_ef 0.652 , Φo 0 0.5 1 0 1.5 0 Φo ( ) 1.5 1.5 ( 0.1 ) IDa1_ef M i , 0.403 1 0.5 0.05 0 1 Φo 0.15 IDa1_med M i , 0.403 0.5 0 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 0 Mi Mi Calculado: IDa1_med( 0.652, 0.403) = 0.08495 IDa1_ef ( 0.652, 0.403) = 1.136493 0.2 0.4 0.6 0.8 Simulado: A A IDa1_med( 0.652, 0.403) IDa1_ef ( 0.652, 0.403) 0.0846274 1.13385 A A 1 153 A.8.8 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Da2 Função de modulação: ( ) 1 δDa2 ωt , M i := 2 (1 + Mi⋅ sin ( ωt )) if 0 ≤ ωt ≤ Φo 0 if Φo ≤ ωt ≤ π + Φo 1 2 (1 − Mi⋅ sin ( ωt ) ) if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: IDa2_med 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π δDa2⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ⌠ Φo 1 1 + M ⋅ sin ( ωt ) ⋅ I IDa2_med( Mi, Φo ) := ⋅ M ⋅ sin ωt − Φ d ωt ... ( ) ( ) ( ) i o.pico i o 2⋅ π 2 ⌡0 2π 1 ⌠ 1 − M ⋅ sin ( ωt ) ⋅ I ) ( ( o.pico ( Mi) ⋅ sin ( ωt − Φo ) ) dωt i + 2 ⌡π + Φ o 1 Corrente eficaz: IDa2_ef 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π 2 δDa2⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ⌠ Φo 2 1 ( 1 + M ⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( I IDa2_ef ( M i, Φo ) := ⋅ M i) ⋅ sin ( ωt − Φo) ) dωt ... ( i o.pico 2⋅ π 2 ⌡0 2π ⌠ 2 1 ( 1 − M ⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( I + M ⋅ sin ωt − Φ d ωt ( 2 o.pico ( i) i o) ) ⌡π + Φo 1 154 12 ( ) IDa2_med 0.652 , Φo 26 10 ( 24 )22 IDa2_ef 0.652 , Φo 8 20 6 0 0.5 1 1.5 0 Φo ( 1 30 25 ) ( ) IDa2_ef M i , 0.403 20 15 0 0.2 0.4 0.6 0.8 10 1 0 Mi 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Calculado: Simulado: IDa2_med( 0.652, 0.403) = 6.421389 A IDa2_ef ( 0.652, 0.403) = 18.895202 A IDa2_med( 0.652, 0.403) IDa2_ef ( 0.652, 0.403) 6.41586 18.8802 A.8.9 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Da3 Função de modulação: ( ) δDa3 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ Φo 1 − 1 1 + M ⋅ sin ( ωt ) if Φ ≤ ωt ≤ π ) ( i o 2 1 − 1 1 − M ⋅ sin ( ωt ) if π ≤ ωt ≤ π + Φ ) ( i o 2 0 if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: IDa3_med 1.5 Φo 14 12 10 IDa2_med M i , 0.403 8 6 4 2 0.5 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π 0 δDa3⋅ Ia( ωt ) dωt A A 1 155 ⌠ π 1 IDa3_med( M i, Φo ) := ⋅ 1 − ( 1 + M i⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ Io.pico ( M i) ⋅ sin ( ωt − Φo ) dωt ... 2⋅ π 2 ⌡Φ o π + Φo ⌠ 1 + 1 − ( 1 − Mi⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( Io.pico ( Mi) ⋅ sin ( ωt − Φo) ) dωt 2 ⌡ π 1 2⋅ π 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa3_ef 2 δDa3⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ⌠ π 1 2 IDa3_ef ( M i, Φo) := ⋅ 1 − ( 1 + M i⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( Io.pico ( M i) ⋅ sin ( ωt − Φo) ) dωt ... 2⋅ π 2 ⌡Φo π + Φo ⌠ 1 2 + 1 − 2 ( 1 − Mi⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( Io.pico ( Mi) ⋅ sin ( ωt − Φo ) ) dωt ⌡π 1 12 ( ) IDa3_med 0.652 , Φo 26 10 ( 24 )22 IDa3_ef 0.652 , Φo 8 20 6 0 0.5 1 1.5 0 Φo ( 1 1.5 Φo 14 12 10 IDa3_med M i , 0.403 8 6 4 2 0.5 30 25 ) ( ) IDa3_ef M i , 0.403 20 15 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi 1 10 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi 1 156 Calculado: Simulado: IDa3_med( 0.652, 0.403) = 6.421389 IDa3_med( 0.652, 0.403) A IDa3_ef ( 0.652, 0.403) = 18.895202 A IDa3_ef ( 0.652, 0.403) 6.4159 18.8816 A A A.8.10 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Da4 Função de modulação: ( ) δDa4 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ π M i⋅ sin ( ωt ) if π ≤ ωt ≤ π + Φo 0 if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa4_med 2⋅ π δDa4⋅ Ia( ωt ) dωt 0 1 ⌠ IDa4_med M i, Φo := ⋅ 2⋅ π ⌡ ( ) π + Φo ( ( )) ( ) M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt π Corrente eficaz: IDa4_ef 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π 2 δDa4⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ( ) IDa4_ef M i, Φo := 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ π + Φo π ( ( )) ( )2 M i⋅ sin ( ωt ) ⋅ Io.pico M i ⋅ sin ωt − Φo dωt 157 3 ( ( ) ) 10 IDa4_ef 0.652 , Φo IDa4_med 0.652 , Φo 2 5 1 0 0 0 0.5 1 1.5 0 0.5 0.15 1.5 ( 0.1 ) 1 ) IDa4_ef M i , 0.403 IDa4_med M i , 0.403 0.5 0.05 0 0 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Mi Calculado: Simulado: IDa4_med( 0.652, 0.403) = 0.08495 A IDa4_ef ( 0.652, 0.403) = 1.136493 A IDa4_med( 0.652, 0.403) IDa4_ef ( 0.652, 0.403) 0.0846663 1.13433 A A.8.11 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Da5 Função de modulação: ( ) δDa5 ωt , M i := 0 if 0 ≤ ωt ≤ Φo 1 2 1 2 (1 − Mi⋅ sin (ωt )) if Φo ≤ ωt ≤ π (1 − Mi⋅ ) sin ( ωt ) if π ≤ ωt ≤ π + Φo 0 if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: IDa5_med 1.5 Φo Φo ( 1 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π 0 δDa5⋅ Ia( ωt ) dωt A 1 158 ⌠ π 1 IDa5_med( M i, Φo ) := ⋅ ( 1 − M i⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ Io.pico ( M i) ⋅ sin ( ωt − Φo ) dωt ... 2⋅ π 2 ⌡Φ o π + Φo ⌠ 1 + ( 1 − Mi⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( Io.pico ( Mi) ⋅ sin ( ωt − Φo) ) dωt 2 ⌡ π 1 Corrente eficaz: 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ IDa5_ef 2⋅ π 2 δDa5⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ⌠ π 1 2 IDa5_ef ( M i, Φo) := ⋅ ( 1 − M i⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( Io.pico ( M i) ⋅ sin ( ωt − Φo) ) dωt ... 2⋅ π 2 ⌡Φo π + Φo ⌠ 1 2 + 2 ( 1 − Mi⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( Io.pico ( Mi) ⋅ sin ( ωt − Φo ) ) dωt ⌡π 1 8 ( 22 ( )7 )21 IDa5_ef 0.652 , Φo IDa5_med 0.652 , Φo 20 19 6 0 0.5 1 0 1.5 14 ( 1 1.5 Φo Φo 12 10 IDa5_med M i , 0.403 8 6 4 2 0.5 30 25 ) ( ) IDa5_ef M i , 0.403 20 15 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi 1 10 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi 1 159 Calculado: Simulado: IDa5_med( 0.652, 0.403) = 6.336439 A IDa5_ef ( 0.652, 0.403) = 18.860993 A IDa5_med( 0.652, 0.403) IDa5_ef ( 0.652, 0.403) 6.33003 18.8439 A A A.8.12 - DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE CORRENTE EM Da6: Função de modulação: ( ) 1 δDa6 ωt , M i := 2 (1 − Mi⋅ sin ( ωt )) if 0 ≤ ωt ≤ Φo 0 if Φo ≤ ωt ≤ π + Φo 1 2 (1 + Mi⋅ sin ( ωt )) if π + Φo ≤ ωt ≤ 2π Corrente média: IDa6_med 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π δDa6⋅ Ia( ωt ) dωt 0 ⌠ Φo 1 1 − M ⋅ sin ( ωt ) ⋅ I IDa6_med( Mi, Φo ) := ⋅ ) o.pico (Mi)⋅ sin (ωt − Φo) dωt ... ( i 2 2⋅ π ⌡0 2π ⌠ 1 1 + M ⋅ sin ( ωt ) ⋅ I + M ⋅ sin ωt − Φ d ωt ( ) ( ( ) ( ) ) i o.pico i o 2 ⌡π + Φ o 1 Corrente eficaz: IDa6_ef 1 ⌠ ⋅ 2⋅ π ⌡ 2⋅ π 0 2 δDa6⋅ Ia( ωt ) dωt 160 ⌠ Φo 2 1 ( 1 − M ⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( I IDa6_ef ( M i, Φo ) := ⋅ M i) ⋅ sin ( ωt − Φo) ) dωt ... ( i o.pico 2⋅ π 2 ⌡0 2π ⌠ 2 1 ( 1 + M ⋅ sin ( ωt ) ) ⋅ ( I + M ⋅ sin ωt − Φ d ωt ( ) ( ) ) 2 o.pico i i o ⌡π + Φo 1 8 ( 22 ( )7 )21 IDa6_ef 0.652 , Φo IDa6_med 0.652 , Φo 20 19 6 0 0.5 1 0 1.5 0.5 14 30 12 10 IDa6_med M i , 0.403 8 6 4 2 25 ( ) 1.5 Φo Φo ( 1 ) IDa6_ef M i , 0.403 20 15 10 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 Mi Mi Simulado: Calculado: IDa6_med( 0.652, 0.403) = 6.336439 A IDa6_ef ( 0.652, 0.403) = 18.860993 A IDa6_med( 0.652, 0.403) IDa6_ef ( 0.652, 0.403) 6.33045 18.845 A.9 - ESTUDO DAS PERDAS - PWM 3 Semicondutor adotado: SK75GB063D A A 1 161 A.9.1 - PERDAS POR CONDUÇÃO PWM3 Para o calculo das perdas por condução, aproxima-se a curva da corrente (Ic) x tensão (Vce) por uma equação linear. Curva característica tensão versus corrente fornecida pelo o fabricante do IGBT e curva linearizada para temperatura de operação de 125ºC CARACTERÍSTICA DO IGBT: Vcen := 600 tensão nominal do IGBT Vs := 1.35 tensão de início da reta que modela a curva Ic x Vce do IGBT −3 Rs := 13.7⋅ 10 1.9 − 1.35 resistencia 40 = 0.0137 SEMICONDUTORES Sa1 a Sa6 ( ) ( ) ( PSa1 M i , Φo := Vs ⋅ ISa1_med M i , Φo + Rs ⋅ ISa1_ef M i , Φo )2 162 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 PSa2 M i, Φo := Vs ⋅ ISa2_med M i, Φo + Rs ⋅ ISa2_ef M i, Φo PSa3 M i, Φo := Vs ⋅ ISa3_med M i, Φo + Rs ⋅ ISa3_ef M i, Φo PSa4 M i, Φo := Vs ⋅ ISa4_med M i, Φo + Rs ⋅ ISa4_ef M i, Φo PSa5 M i, Φo := Vs ⋅ ISa5_med M i, Φo + Rs ⋅ ISa5_ef M i, Φo PSa6 M i, Φo := Vs ⋅ ISa6_med M i, Φo + Rs ⋅ ISa6_ef M i, Φo ( ) ( ) PSa1 M i, 0.403 PSa2 M i, 0.403 0 26.353 ( ) PSa3 M i, 0.403 26.353 ( ) ( ) PSa4 M i, 0.403 PSa5 M i, 0.403 0 26.353 ( 3.944 28.315 28.315 3.944 24.371 24.371 7.889 30.277 30.277 7.889 22.388 22.388 11.833 32.239 32.239 11.833 20.406 20.406 15.778 34.201 34.201 15.778 18.423 18.423 19.722 36.163 36.163 19.722 16.441 16.441 23.667 38.125 38.125 23.667 14.459 14.459 27.611 40.087 40.087 27.611 12.476 12.476 31.556 42.05 42.05 31.556 10.494 10.494 35.5 44.012 44.012 35.5 8.511 8.511 39.445 45.974 45.974 39.445 6.529 6.529 ( ) ( ) ( ) ( ) Pcon_S_Total M i := PSa1 M i, 0.403 + PSa2 M i, 0.403 + PSa3 M i, 0.403 ... + PSa4 M i, 0.403 + PSa5 M i, 0.403 + PSa6 M i, 0.403 ( ) ( ) ( ( ) Pcon_S_Total M i 105.412 113.26 121.108 128.957 136.805 144.653 152.502 160.35 168.198 176.047 183.895 Pcon_S_Total ( 0.652) = 156.583 ) ) PSa6 M i, 0.403 26.353 163 Diodo intrínseco ao IGBT O diodo, intrínseco ao IGBT, será modelado por uma resistência em série com uma fonte de tensão logo, a sua modelagem será feita da seguinte forma: Curva característica tensão versus corrente fornecida pelo fabricante do diodo do IGBT e curva linearizada para uma temperatura de operação de 125ºC. CARACTERÍSTICA: Vd := 0.967 tensão de início da reta que modela a curva VF x IF do diodo do IGBT −3 Rd := 6.933⋅ 10 1.175 − 0.967 resistência do diodo intrínseco 30 DIODO Dsa1 a Dsa6 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 PDa1 M i , Φo := Vd ⋅ IDa1_med M i , Φo + Rd ⋅ IDa1_ef M i , Φo PDa2 M i , Φo := Vd ⋅ IDa2_med M i , Φo + Rd ⋅ IDa2_ef M i , Φo PDa3 M i , Φo := Vd ⋅ IDa3_med M i , Φo + Rd ⋅ IDa3_ef M i , Φo −3 = 6.933333× 10 164 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 ( ) ( ) ( )2 PDa4 M i, Φo := Vd ⋅ IDa4_med M i, Φo + Rd ⋅ IDa4_ef M i, Φo PDa5 M i, Φo := Vd ⋅ IDa5_med M i, Φo + Rd ⋅ IDa5_ef M i, Φo PDa6 M i, Φo := Vd ⋅ IDa6_med M i, Φo + Rd ⋅ IDa6_ef M i, Φo ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) PDa1 M i, 0.403 PDa2 M i, 0.403 PDa3 M i, 0.403 PDa4 M i, 0.403 PDa5 M i, 0.403 PDa6 M i, 0.403 0 16.782 16.782 0 16.782 16.782 0.014 15.54 15.54 0.014 15.526 15.526 0.028 14.298 14.298 0.028 14.27 14.27 0.042 13.056 13.056 0.042 13.014 13.014 0.056 11.814 11.814 0.056 11.758 11.758 0.07 10.572 10.572 0.07 10.503 10.503 0.084 9.331 9.331 0.084 9.247 9.247 0.098 8.089 8.089 0.098 7.991 7.991 0.112 6.847 6.847 0.112 6.735 6.735 0.126 5.605 5.605 0.126 5.479 5.479 0.14 4.363 4.363 0.14 4.223 4.223 ( ) ( ) ( ) ( ) Pcon_D_Total M i := PDa1 M i, 0.403 + PDa2 M i, 0.403 + PDa3 M i, 0.403 ... + PDa4 M i, 0.403 + PDa5 M i, 0.403 + PDa6 M i, 0.403 ( ) ( ) ( ) ( ) Pcon_D_Total M i 67.127 62.159 57.192 52.224 47.257 42.29 37.322 32.355 27.387 22.42 17.452 Pcon_D_Total ( 0.652) = 34.739 165 A.9.2 - PERDAS POR COMUTAÇÃO - PWM3 Seguindo a metodologia apresenta em PWM 1 e apresenta na referência [21], para o cálculo das perdas por comutação. COEFICIENTES −4 k0_on := 6.839 × 10 −5 k1_on := 1.297 × 10 −7 k2_on := 2.286 × 10 −4 k0_off := 3.14 × 10 −5 k1_off := 2.934 × 10 −9 k2_off := −9.467 × 10 PÂRAMETROS ωt := 0 , 0.1.. 2π Φo := 0.403 Io.pk M i := 76.278 ( ) 3 fsw := 10⋅ 10 CHAVE Sa1 ( ) ( iSa1( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_on iSa1 , ωt := k0_on + k1_on ⋅ iSa1( ωt ) + k2_on ⋅ iSa1( ωt ) 1 ⌠ PSa1_on := ⋅ 2π ⌡ π Φo PSa1_on = 9.284302 ( ) fsw ⋅ W_on iSa1 , ωt dωt 2 166 ( ) W_off iSa1 , ωt := k0_off + k1_off ⋅ iSa1( ωt ) + k2_off ⋅ iSa1( ωt ) π 2 1 ⌠ PSa1_off := ⋅ fsw ⋅ W_off iSa1 , ωt dωt 2π ⌡Φ ( ) o PSa1_off = 8.071165 Pcom_Sa1 := PSa1_on + PSa1_off Pcom_Sa1 = 17.355467 CHAVE Sa2 ( ) ( iSa2( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_on iSa2 , ωt := k0_on + k1_on ⋅ iSa2( ωt ) + k2_on ⋅ iSa2( ωt ) 2 π ⌠ π + Φo ⌠ PSa2_on := ⋅ fsw ⋅ W_on ( iSa2 , ωt ) dωt + fsw ⋅ W_on ( iSa2 , ωt ) dωt ⌡ 2⋅ π ⌡ Φo π 1 PSa2_on = 9.893799 ( ) W_off iSa2 , ωt := k0_off + k1_off ⋅ iSa2( ωt ) + k2_off ⋅ iSa2( ωt ) 2 π ⌠ π + Φo ⌠ PSa2_off := ⋅ fsw ⋅ W_off ( iSa2 , ωt ) dωt + fsw ⋅ W_off ( iSa2 , ωt ) dωt 2⋅ π ⌡ ⌡Φo π 1 PSa2_off = 8.556059 Pcom_Sa2 := PSa2_on + PSa2_off Pcom_Sa2 = 18.449858 167 CHAVE Sa3 ( ) ( iSa3( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_on iSa3 , ωt := k0_on + k1_on ⋅ iSa3( ωt ) + k2_on ⋅ iSa3( ωt ) 2 ⌠ Φo ⌠ 2π PSa3_on := ⋅ fsw ⋅ W_on ( iSa3 , ωt ) dωt + fsw ⋅ W_on ( iSa3 , ωt ) dωt 2⋅ π ⌡ ⌡ 0 π + Φo 1 PSa3_on = 9.894 ( ) W_off iSa3 , ωt := k0_off + k1_off ⋅ iSa3( ωt ) + k2_off ⋅ iSa3( ωt ) 2 ⌠ Φo ⌠ 2π PSa3_off := ⋅ fsw ⋅ W_off ( iSa3 , ωt ) dωt + fsw ⋅ W_off ( iSa3 , ωt ) dωt 2⋅ π ⌡ ⌡ 0 π + Φo 1 PSa3_off = 8.556059 Pcom_Sa3 := PSa3_on + PSa3_off Pcom_Sa3 = 18.449858 CHAVE Sa4 ( ) ( iSa4( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_on iSa4 , ωt := k0_on + k1_on ⋅ iSa4( ωt ) + k2_on ⋅ iSa4( ωt ) 1 ⌠ PSa4_on := ⋅ 2π ⌡ 2π π + Φo PSa4_on = 9.284302 ( ) fsw ⋅ W_on iSa4 , ωt dωt 2 168 ( ) W_off iSa4 , ωt := k0_off + k1_off ⋅ iSa4( ωt ) + k2_off ⋅ iSa4( ωt ) 2π 2 1 ⌠ PSa4_off := ⋅ fsw ⋅ W_off iSa4 , ωt dωt 2π ⌡π + Φ o ( ) PSa4_off = 8.071165 Pcom_Sa4 := PSa4_on + PSa4_off Pcom_Sa4 = 17.355467 CHAVE Sa5 ( ) ( iSa5( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_on iSa5 , ωt := k0_on + k1_on ⋅ iSa5( ωt ) + k2_on ⋅ iSa5( ωt ) 2 Φo 1 ⌠ PSa5_on := ⋅ fsw ⋅ W_on iSa5 , ωt dωt 2⋅ π ⌡ ( ) 0 PSa5_on = 0.609 ( ) W_off iSa5 , ωt := k0_off + k1_off ⋅ iSa5( ωt ) + k2_off ⋅ iSa5( ωt ) Φo 1 ⌠ PSa5_off := ⋅ fsw ⋅ W_off iSa5 , ωt dωt 2⋅ π ⌡ ( 0 PSa5_off = 0.484894 Pcom_Sa5 := PSa5_on + PSa5_off Pcom_Sa5 = 1.09439 ) 2 169 CHAVE Sa6 ( ) ( iSa6( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_on iSa6 , ωt := k0_on + k1_on ⋅ iSa6( ωt ) + k2_on ⋅ iSa6( ωt ) 2 ⌠ π + Φo PSa6_on := ⋅ fsw ⋅ W_on ( iSa6 , ωt ) dωt 2⋅ π ⌡ π 1 PSa6_on = 0.609 ( ) W_off iSa6 , ωt := k0_off + k1_off ⋅ iSa6( ωt ) + k2_off ⋅ iSa6( ωt ) 2 ⌠ π + Φo PSa6_off := ⋅ fsw ⋅ W_off ( iSa6 , ωt ) dωt 2⋅ π ⌡ π 1 PSa6_off = 0.484894 Pcom_Sa6 := PSa6_on + PSa6_off Pcom_Sa6 = 1.09439 Pcom_S_Total := Pcom_Sa1 + Pcom_Sa2 + Pcom_Sa3 + Pcom_Sa4 + Pcom_Sa5 + Pcom_Sa6 Pcom_S_Total = 73.799431 CÁLCULO DA ENERGIA DISSIPADA DURANTE A RECUPERAÇÃO REVERSA DOS DIODOS ( ) W rr iD Vcc 2 ⋅ 0.8 + 0.2⋅ iD Irr ⋅ trr⋅ 0.35⋅ Irr + 0.15⋅ ⋅ iD + iD Io Io 170 Irr Vcc 0.2 0.14⋅ Vcc ⋅ trr⋅ Irr + iD⋅ ⋅ trr⋅ 0.8⋅ 0.15⋅ + 1 + ⋅ 0.35⋅ Irr ... Io 2 Io Irr 2 0.1Vcc⋅ trr ⋅ 0.15⋅ + 1 + iD ⋅ I Io o ( ) ( W rr iD ) COEFICIENTES 0.14⋅ Vdc ⋅ trr⋅ Irr k0_rr Vdc k1_rr 2 Irr Io ⋅ trr⋅ 0.8⋅ 0.15⋅ 0.1Vdc ⋅ trr k2_rr Io ⋅ 0.15⋅ + 1 + 0.2 ( ) ⋅ 0.35⋅ Irr Io Irr + 1 Io Dados fornecidos pelo fabricante do diodo do SKM75GB063D para temperatura de operação de 125°C: Irrmax⋅ trr Qrr 2 −6 Qrr := 3.7⋅ 10 Irr := 30 trr := 2⋅ Qrr Irr 171 −9 trr = 246.667× 10 Io := 75 Vdc := 230 Coeficientes −6 k0_rr = 238.28× 10 k0_rr := 0.14⋅ Vdc ⋅ trr⋅ Irr k1_rr := k2_rr := Vdc 2 Irr Io ⋅ trr⋅ 0.8⋅ 0.15⋅ 0.1Vdc ⋅ trr Io ⋅ 0.15⋅ + 1 + 0.2 ( −6 k1_rr = 24.849× 10 ) ⋅ 0.35⋅ Irr Io −9 k2_rr = 80.183× 10 Irr + 1 Io DIODO DA CHAVE Sa1: Da1 ( ) ( iDa1( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_rr iDa1, ωt := k0_rr + k1_rr⋅ iDa1( ωt ) + k2_rr⋅ iDa1( ωt ) 2 Φo 1 ⌠ PDa1_rr := ⋅ fsw ⋅ W_rr iDa1, ωt dωt 2π ⌡ ( ) 0 PDa1_rr = 0.41 DIODO DA CHAVE Sa2: Da2 ( ) ( iDa2( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_rr iDa2, ωt := k0_rr + k1_rr⋅ iDa2( ωt ) + k2_rr⋅ iDa2( ωt ) 2 ⌠ Φo ⌠ 2π PDa2_rr := ⋅ fsw ⋅ W_rr ( iDa2 , ωt ) dωt + fsw ⋅ W_rr ( iDa2, ωt ) dωt 2⋅ π ⌡ ⌡ 0 π + Φo 1 PDa2_rr = 8.391 172 DIODO DA CHAVE Sa3: Da3 ( ) ( iDa3( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_rr iDa3, ωt := k0_rr + k1_rr⋅ iDa3( ωt ) + k2_rr⋅ iDa3( ωt ) 2 π ⌠ π + Φo ⌠ PDa3_rr := ⋅ fsw ⋅ W_rr ( iDa3 , ωt ) dωt + fsw ⋅ W_rr ( iDa3, ωt ) dωt 2⋅ π ⌡ ⌡Φo π 1 PDa3_rr = 8.391 DIODO DA CHAVE Sa4: Da4 ( ) ( iDa4( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_rr iDa4, ωt := k0_rr + k1_rr⋅ iDa4( ωt ) + k2_rr⋅ iDa4( ωt ) 1 ⌠ PDa4_rr := ⋅ 2π ⌡ π + Φo ( 2 ) fsw ⋅ W_rr iDa4, ωt dωt π PDa4_rr = 0.41 DIODO DA CHAVE Sa5: Da5 ( ) ( iDa5( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_rr iDa5, ωt := k0_rr + k1_rr⋅ iDa5( ωt ) + k2_rr⋅ iDa5( ωt ) 2 π ⌠ π + Φo ⌠ PDa5_rr := ⋅ fsw ⋅ W_rr ( iDa5 , ωt ) dωt + fsw ⋅ W_rr ( iDa5, ωt ) dωt ⌡ 2⋅ π ⌡Φo π 1 PDa5_rr = 8.391 173 DIODO DA CHAVE Sa6: Da6 ( ) ( iDa6( ωt ) := Io.pk M i ⋅ sin ωt − Φo ( ) ) W_rr iDa6, ωt := k0_rr + k1_rr⋅ iDa6( ωt ) + k2_rr⋅ iDa6( ωt ) 2 ⌠ Φo ⌠ 2π PDa6_rr := ⋅ fsw ⋅ W_rr ( iDa6 , ωt ) dωt + fsw ⋅ W_rr ( iDa6, ωt ) dωt 2⋅ π ⌡ ⌡ 0 π + Φo 1 PDa6_rr = 8.391 PD_rr_Total := PDa1_rr + PDa2_rr + PDa3_rr + PDa4_rr + PDa5_rr + PDa6_rr PD_rr_Total = 34.385 A.9.3 - RESUMO DAS PERDAS - PMW3 Célula 1: Condução ( ) ( ) ( ) ( ) Pcon_Celula_1_S1_S5 M i := PSa1 M i, 0.403 + PDa1 M i, 0.403 + PSa5 M i, 0.403 ... + PDa5 M i, 0.403 ( ) ( ) Pcon_Celula_1_S1_S5 M i 43.135 43.855 44.575 45.295 46.015 46.736 47.456 48.176 48.896 49.617 50.337 Pcon_Celula_1_S1_S5( 0.652) = 47.83 174 Comutação ( ) Pcom_Celula_1_S1_S5 M i := Pcom_Sa1 + PDa1_rr + Pcom_Sa5 + PDa5_rr ( ) Pcom_Celula_1_S1_S5 M i 27.251 27.251 27.251 27.251 27.251 27.251 Pcom_Celula_1_S1_S5( 0.652) = 27.251 27.251 27.251 27.251 27.251 27.251 ( ) ( ) ( ) PCelula_1_total M i := Pcon_Celula_1_S1_S5 M i + Pcom_Celula_1_S1_S5 M i ( ) PCelula_1_total M i 70.386 71.106 71.826 72.546 73.267 73.987 74.707 75.427 76.148 76.868 77.588 PCelula_1_total ( 0.652) = 75.082 175 Célula 2: Condução ( ) ( ) ( ) ( ) Pcon_Celula_2_S2_S3 M i := PSa2 M i, 0.403 + PDa2 M i, 0.403 + PSa3 M i, 0.403 ... + PDa3 M i, 0.403 ( ) ( ) Pcon_Celula_2_S2_S3 M i 86.269 87.71 89.15 90.591 92.031 Pcon_Celula_2_S2_S3( 0.652) = 95.661 93.471 94.912 96.352 97.793 99.233 100.674 Comutação ( ) Pcom_Celula_2_S2_S3( M i) Pcom_Celula_2_S2_S3 M i := Pcom_Sa2 + PDa2_rr + Pcom_Sa3 + PDa3_rr 53.682 53.682 53.682 53.682 53.682 53.682 53.682 53.682 53.682 53.682 53.682 Pcom_Celula_2_S2_S3( 0.652) = 53.682 176 ( ) PCelula_2_total ( M i) ( ) ( ) PCelula_2_total M i := Pcon_Celula_2_S2_S3 M i + Pcom_Celula_2_S2_S3 M i 139.951 141.392 142.832 144.273 PCelula_2_total ( 0.652) = 149.343 145.713 147.153 148.594 150.034 151.475 152.915 154.356 Célula 3: Condução ( ) ( ) ( ) ( ) Pcon_Celula_3_S4_S6 M i := PSa4 M i, 0.403 + PDa4 M i, 0.403 + PSa6 M i, 0.403 ... + PDa6 M i, 0.403 ( ) ( ) Pcon_Celula_3_S4_S6 M i 43.135 43.855 44.575 45.295 46.015 46.736 47.456 48.176 48.896 49.617 50.337 Pcon_Celula_3_S4_S6( 0.652) = 47.83 177 Comutação ( ) Pcom_Celula_3_S4_S6 M i := Pcom_Sa4 + PDa4_rr + Pcom_Sa6 + PDa6_rr ( ) Pcom_Celula_3_S4_S6 M i 27.251 27.251 27.251 27.251 27.251 Pcom_Celula_3_S4_S6( 0.652) = 27.251 27.251 27.251 27.251 27.251 27.251 27.251 ( ) PCelula_3_total ( M i) ( ) ( ) PCelula_3_total M i := Pcon_Celula_3_S4_S6 M i + Pcom_Celula_3_S4_S6 M i 70.386 71.106 71.826 72.546 73.267 73.987 74.707 75.427 76.148 76.868 77.588 PCelula_3_total ( 0.652) = 75.082 178 Perdas totais ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) + Pcon_Celula_3_S4_S6( M i) + Pcom_Celula_3_S4_S6( M i) Ptotal M i := Pcon_Celula_1_S1_S5 M i + Pcom_Celula_1_S1_S5 M i ... + Pcon_Celula_2_S2_S3 M i + Pcom_Celula_2_S2_S3 M i ... ( ) Ptotal M i = 280.723 283.604 286.485 289.365 292.246 295.127 298.008 300.889 303.77 306.651 309.531 Ptotal ( 0.652) = 299.506