“Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, não há sucesso no que não se gerencia” William Edwards Deming Organograma do Ministério da Fazenda Ministro da Fazenda GMF Órgãos Específicos Singulares SE Órgão Colegiados Entidades Vinculadas Problemas Diagnosticados Pilares da Gestão Pessoas •Escassez de recursos humanos •Disputa por recursos humanos entre órgãos •Evasão •Previsão de um número elevado de aposentadorias nos próximos 4 anos •Risco de perda do conhecimento técnico a respeito dos negócios fazendários Processos •Ineficiência operacional •Risco operacional associado a certos processos de negócio •Riscos de inexecução e de ineficiência na prestação do serviço público •Falhas na coordenação de ações entre OES’s •Dificuldades no estabelecimento de prioridades na alocação de recursos Sistemas •Conflitos potenciais com o SERPRO •Fracasso na execução de alguns projetos •Atrasos em cronogramas •Falta de padrões para desenvolvimento de sistemas entre OES’s •Risco de elevação contínua do custo de manutenção de sistemas Infraestrutura •Prédios fechados por falta de manutenção •Prédios em estado grave de deterioração •Unidades funcionando de maneira precária •Unidades funcionando em prédios alugados que não são adequados •Riscos à saúde do servidor e do cidadão •Riscos de perda e subtração de patrimônio público Breve Histórico O Programa foi concebido no primeiro semestre do ano de 2011 como forma de dar organicidade à discussão sobre governança e sobre gestão no contexto do Ministério da Fazenda. Toda a lógica de concepção do Programa está fundamentada no estabelecimento de um processo de construção coletiva e participativa. Cada um dos órgãos alcançados pelo Programa contribui ativamente para o planejamento das suas ações e para sua consecução. Dentre os objetivos da Administração com a criação daquele Programa poderíamos destacar: fortalecer as estruturas de gestão nos órgãos; aproximar os órgãos e melhorar sua comunicação por meio da criação de redes (RH, TI, Projetos e Processos); reduzir as diferenças entre os órgãos; elaborar políticas voltadas para o fortalecimento e modernização institucional; disseminar melhores práticas de gestão. O trabalho foi organizado originalmente em 4 (quatro) frentes paralelas e simultâneas de trabalho, quais sejam: planejamento estratégico; rede de inovação (processos e projetos); pessoas; e tecnologia da informação. Posteriormente, no ano de 2013, 2 (dois) anos após a criação do Programa, foram criadas mais 3 (três) frentes de trabalho, quais sejam: infraestrutura; riscos; e custos. O Entendimento do Título do Programa Programa: conjunto complexo de ações de gestão organizadas ano a ano com vistas ao alcance dos objetivos estratégicos do Ministério da Fazenda e geração de resultados para a sociedade e o cidadão; Modernização: processo pelo qual o Ministério da Fazenda, através da realização de investimentos continuados em pessoas; na racionalização e otimização continuada de processos de negócio; na adequação sistemática de estrutura organizacional e infraestrutura física; e em inovação torna-se uma instituição moderna em aparência ou comportamento, transformando completamente a vida dos indivíduos que a constituem e forma como é percebido pela sociedade e pelo cidadão; Integrada: o Ministério da Fazenda deve ser entendido como um sistema complexo composto por um conjunto de órgãos específicos singulares, órgãos colegiados, entidades vinculadas e as relações entre esses órgãos e entidades; Ministério da Fazenda: órgão da administração federal direta cujas competências estão definidas no Decreto Nº 7.482/2011 (DECRETO DO EXECUTIVO), de 16/05/2011, e que tem por missão “Formular políticas econômicas para o desenvolvimento sustentável, com justiça fiscal e equilíbrio das contas públicas”. A Manutenção das Premissas do Programa Modelo de gestão descentralizado Criação de comitês e estruturação de redes Processo de construção coletivo Transparência das ações e feedback Padronização de conceitos para facilitar a comunicação Disseminação de melhores práticas de gestão Respeito à cultura dos diversos órgãos integrantes da estrutura do MF Promoção de diretrizes para alinhamento estratégico das políticas de gestão do MF Fortalecimento da estrutura central do MF no exercício das funções de planejamento, supervisão, coordenação e controle Foco em resultados Órgãos Colegiados Órgãos Específicos Singulares e SE (Spoa) Gabinete A Abrangência do Programa O PMIMF Como uma Ideia Expresso Ministério da Fazenda Ent. Vinculadas OES’s Órgãos Colegiados Gestão de Infraestrutura Gestão de Custos Gestão de Riscos Gestão de Pessoas Gestão de Projetos e Processos Gestão de TI Planejamento Estratégico (Missão, Diretrizes, Projetos Estratégicos Corporativos) Trilho Pilares Visão GMF Componentes Destino: desenvolvimento sustentável, com justiça fiscal e equilíbrio das contas públicas O Escopo do Programa 1ª Frente de Trabalho: Planejamento Estratégico 2ª Frente de Trabalho: Inovação (Processos e Projetos) 3ª Frente de Trabalho: Pessoas 4ª Frente de Trabalho: TI PMIMF 5ª Frente de Trabalho: Infraestrutura 6ª Frente de Trabalho: Gestão de Riscos 7ª Frente de Trabalho: Custos Objetivo de Cada Frente de Trabalho 1) Frente de Planejamento Estratégico: Nesta frente de trabalho são organizadas as discussões a respeito da pertinência e da eficácia das ações empreendidas pelo Ministério da Fazenda. 2) Frente de Inovação (Escritórios de Processos e de Projetos): Nesta frente de trabalho são organizadas as discussões a respeito da eficiência das ações empreendidas pelo Ministério da Fazenda. 3) Frente de Pessoas: Nesta frente de trabalho são organizadas as discussões a respeito de pessoas Ministério da Fazenda. Dentre as ações em curso, poderíamos destacar: estudos para definição do efetivo de servidores; estudos para definição de competências; etc. O principal produto esperado com a execução desta frente de trabalho é um “Plano Diretor de Gestão de Pessoas”. 4) Frente de Tecnologia da Informação: Nesta frente de trabalho são organizadas as discussões a respeito da governança de TI no contexto do Ministério da Fazenda. A principal ação realizada nesta frente de trabalho foi a proposição de um novo modelo de relacionamento entre os órgãos da administração direta e o principal fornecedor de soluções de tecnologia para o ministério, o Serviço Federal de Processamento de Dados – SERPRO, empresa pública vinculada ao ministério. Como um produto esperado com a elaboração desta frente de trabalho está a elaboração de um “Plano Estratégico de Tecnologia da Informação para o MF”. Objetivo de Cada Frente de Trabalho (Cont.) 5) Frente de Infraestrutura: A ideia é que nesta frente de trabalho sejam organizadas as discussões sobre gestão predial e ocupação do espaço físico no contexto dos órgãos alcançados pelo Programa. Algumas ações foram realizadas no sentido de proposição de soluções de encaminhamento para construção de novos prédios e de reforma de alguns outros. O principal produto esperado com a execução desta frente de trabalho é um “Plano Diretor de Ocupação do Espaço Físico do MF”. 6) Frente de Gestão de Riscos: As ações desta frente de trabalho foram reestruturadas em no 1° semestre de 2014. Tratou-se de uma ampliação do escopo original do PMIMF. A ideia é que nesta frente de trabalho sejam organizadas as discussões sobre gestão integrada de riscos no contexto dos órgãos alcançados pelo Programa. 7) Frente de Custos: O que se pretende com as ações desta frente de trabalho é que seja possível utilizar-se as informações da cadeia de valor integrada do MF como um direcionador para custos no ministério. Espera-se que seja possível construir uma visão de custos associados a estruturas e programas no MF e, sendo assim, estabelecer um debate efetivo a respeito de governança, ou seja, quais os valores gerados pelo ministério para sociedade e os custos associados a aquele resultado. Novo Organograma do Ministério da Fazenda Ministro da Fazenda GMF SE CTIC CEG CTGP CGIRC Órgãos Específicos Singulares Glossário: - CEG: Comitê Estratégico de Gestão; - CTIC: Comitê de Tecnologia da Informação e Comunicação; e - CTGP: Comitê Técnico de Gestão de Pessoas - CGIRC: Comitê de Gestão Integrada de Riscos Corporativos Órgão Colegiados Entidades Vinculadas O Novo Modelo de Governança - Atribuições Regimentais do CEG I - definir e institucionalizar o processo de planejamento estratégico do MF; II - definir os direcionadores estratégicos do MF; III - garantir o alinhamento e a convergência do planejamento estratégico das diversas áreas do MF com a estratégia ministerial; IV - garantir, no que couber, a integração do planejamento estratégico das diversas áreas do MF; V - garantir, no contexto do MF, o alinhamento das ações relacionadas à gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação - TIC, gestão de processos, gestão de projetos, e gestão de pessoas com a estratégia ministerial; VI - monitorar a implementação e revisar periodicamente a estratégia ministerial; ... VIII - avaliar os resultados das ações realizadas na implementação da estratégia ministerial; ... XII - estabelecer, no contexto do MF, políticas relativas à gestão de TI, gestão de processos, gestão de projetos, gestão de pessoas, gestão de riscos e gestão de custos; O Novo Modelo de Governança - Atribuições Regimentais do CEG Art. 3º O CEG obedecerá às seguintes diretrizes: I - buscar a coordenação de ações de gestão entre as áreas do MF; II - compatibilizar, no contexto do MF, as visões políticas e técnicas a respeito de prioridades relativas à gestão corporativa; III - priorizar, no contexto do MF, o investimento de recursos naquilo que for considerado estratégico; IV - buscar a eficiência e eficácia organizacional; e V - disseminar melhores práticas de gestão. ... A Secretaria Executiva SE – Secretaria Paulo Caffarelli/Dyogo Oliveira Assessoria Especial Chefia de Gabinete Manoel/Esteves Maria D’arc SPAE – Subsecretaria de Assuntos Econômicos Fábio Fernandes SGE - Subsecretaria de Gestão Estratégica Julieta Verleun SPOA – Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração Manuel Augusto A. Filho A Secretaria Executiva A Secretaria-Executiva é o órgão de assistência direta e imediata ao ministro da Fazenda, à qual compete a supervisão e coordenação das atividades desenvolvidas pelas Secretarias integrantes da estrutura do Ministério e das entidades a ele vinculadas. Cabe ao Secretário-Executivo a coordenação e consolidação do Plano de Ação Global do Ministério; a supervisão, avaliação e execução dos projetos e atividades do Ministério; a articulação dos órgãos do Ministério com os órgãos centrais dos sistemas afetos à área de competência da Secretaria-Executiva; entre outras atividades que lhe forem cometidas pelo Ministro de Estado. A Subsecretaria de Gestão Estratégica SGE Juliêta Verleun Assessoria para Assuntos Relativos a Empresas Vinculadas Assessoria Técnica de Orçamento e Estrutura Organizacional Patrícia Cunha Nina Arcela C. G. de Programas e Projetos de Cooperação Luiz Palmeira C.G. de Gestão de Carreiras Paulo Godoy C.G. Desenvolvimento Institucional e Programas de Gestão Fernando Barbosa A Subsecretaria de Gestão Estratégica Art. 7o À Subsecretaria de Gestão Estratégica compete: I - promover e apoiar a elaboração de políticas e diretrizes de gestão estratégica ministerial; II - formular e implementar estratégias e mecanismos de integração e fortalecimento institucional do Ministério e de suas entidades vinculadas; ... V - coordenar, no âmbito do Ministério, a elaboração de planos estratégicos e de planos diretores de tecnologia da informação; e VI - coordenar, no âmbito do Ministério, a elaboração de diretrizes estratégicas de estrutura e desenvolvimento de cargos e carreiras; ... A Rede de Inovação da Gestão do MF CEG Equipe de Projeto Patrocinador Líder Comitê Representante da Secretaria Executiva (SGE) Facilitador Grupo de Interface Grupo Técnico •Planejamento, Projetos, Processos, Riscos, Custos, etc. Atores na Rede de Inovação da Gestão do MF Rede de Inovação da Gestão: conjunto de atores e estruturas organizacionais que mantém as iniciativas relativas à inovação no contexto ampliado do MF, que não se subordinam hierarquicamente, mas sim às políticas ministeriais emanadas pelo CEG. Comitê Estratégico de Gestão – CEG: órgão colegiado composto por representantes de diversos órgãos do MF, conforme disposto em Portaria, responsáveis pela aprovação final e monitoramento das iniciativas de modernização da gestão. Patrocinador do Projeto Estratégico Corporativo - PEC: responsável por garantir recursos, resolver conflitos e viabilizar o PEC para que ele cumpra seus objetivos, responde pelos resultados do projeto junto ao CEG. Responsável por orientar o Grupo de Interface na indicação dos Facilitadores do seu órgão. Atores na Rede de Inovação da Gestão do MF Comitê: Comitê Gestor de Mudança: escolhido pelo Patrocinador do PEC tendo como responsabilidade analisar e aprovar as mudanças solicitadas nos projetos estratégicos em andamento. Não é obrigatório para todos os PECs; Comitê Gestor de Cadeia de Valor Corporativa do MF: escolhido pelos Patrocinadores dos órgãos que atuam em determinada Cadeia de Valor pertencente à Cadeia de Valor Integrada do MF. Tem como competências: garantir sinergia, articulação e coordenação das ações empreendidas no contexto dos macroprocessos corporativos com vistas ao alcance da estratégia ministerial e ainda, a geração de valor para a sociedade; e a análise e aprovação de mudanças nos macroprocessos corporativos que afetam a relação dos órgãos que participam daquela Cadeia de Valor Corporativa do MF. Atores na Rede de Inovação da Gestão do MF Facilitador(es): indicado pelo representante do Grupo de Interface dentro do órgão, a partir da orientação do Patrocinador, para fazer a interface entre o Líder de Projeto e o responsável pelos recursos (humanos, financeiros, materiais, etc.) necessários para a execução do projeto. Grupo de Interface - é composto pelos responsáveis dos Escritórios de Apoio e/ou representantes (para o caso dos órgãos que o possuem) indicados pelos órgãos que não o possuem. São responsáveis por acordar as diretrizes operacionais e estratégicas que orientam as iniciativas de modernização da gestão, e disseminar o uso das metodologias que compõem o Modelo de Governança no âmbito dos seus órgãos. Responsável por indicar os Facilitadores dentro de cada órgão, conforme orientação do(s) Patrocinador(es). O Grupo de Interface pode se configurar de diferentes maneiras de acordo com a especialização das frentes de trabalho do PMIMF (Planejamento, Projetos, Processos, Riscos, Custos etc.). Atores na Rede de Inovação da Gestão do MF Grupo Técnico: é composto por especialistas em metodologias e ferramentas com potencial para serem utilizadas pelos escritórios, sendo os mesmos do próprio ministério ou convidados ad hoc. São indicados pelos participantes do Grupo de Interface. Este grupo se reunirá sob demanda para discutir temas específicos. O Grupo Técnico pode se configurar de diferentes maneiras de acordo com a especialização das frentes de trabalho do PMIMF (Planejamento Estratégico, Projetos, Processos, Riscos, Custos etc.). Representante da Secretaria Executiva (SGE): é o representante da SE (SGE) nas reuniões da Rede de Inovação da Gestão, sendo também o responsável pela convocação da reunião da rede, a partir de parâmetros por ele mesmo estabelecido. É também o responsável pelo monitoramento/acompanhamento do portfólio dos PECs. No caso da gestão de projetos, o representante da SE (SGE), em situações em que o Líder não tenha obtido êxito, é responsável por participar do processo de mediação de possíveis problemas e conflitos entre órgão diferentes no contexto da execução de PECs. No caso de gestão de processos, o representante da SE (SGE) atua como Secretário Executivo dos comitês gestores de cadeias de valor corporativas do MF. Atores na Rede de Inovação da Gestão do MF Líder: Líder de Projeto: é indicado pelo Patrocinador como responsável pela gestão da execução do PEC, referenciado pela metodologia de gestão de projetos acordada pelo CEG. É de responsabilidade do Líder de Projeto a apresentação de dados/informação (por meio eletrônico) conforme previsto no Modelo de Governança; Líder ou Gestor do Processo Corporativo do MF: é indicado pela autoridade superior do órgão que atua no processo corporativo e possui as seguintes competências: Ser responsável ou corresponsável pelo desenho e desempenho final do processo e pela prestação de contas sobre sua execução; Suportar e zelar pelo processo, monitorar os indicadores de desempenho e incorporar melhorias ao processo; Ser responsável pelo alinhamento do processo às diretrizes estratégicas da organização; Gerir os riscos associados ao processo; e Ser responsável pela implementação e melhoria contínua do processo. Atores na Rede de Inovação da Gestão do MF Equipe de Projeto: indicados pelo(s) Facilitador(es) de cada órgão que participa do projeto para compor um grupo que será corresponsável pelo desenvolvimento do projeto. Os Dois Contextos de Planejamento Estratégico no MF Ambiente Externo Plano de Governo Ambiente Interno 1º Nível: Planejamento do MF (Integrado) PPA LDO LOA 2º Nível: Planejamento dos Órgãos alcançados pelo PMIMF (Setorial) Relação Entre Plan. Estratégico, Processos de Negócio O Processo de Planejamento Estratégico: O Mapa de Processos: Missão Processo 1.1 Macroprocesso 1 Visão Processo 1.2 Processo 2.1 Diretrizes Estratégicas Cadeia de Valor do MF Macroprocesso 2 Processo 2.2 Processo N.1 Intervenção PEC’s Macroprocesso N Processo N.2 Processo N.3 A Relação entre Planejamento, Processos e Projetos Desempenho Organizacional: Patamar de Atuação do MF • Projetos podem ser vistos como ações de intervenção em processos de negócio para fins de melhoria visando a realização da estratégica organizacional. Resultado Incrementado do Processo Intervenção (Inovação/Otimização) Valor Agregado Pelo Projeto PEC Resultado Original do Processo Início do PEC Resolução CEG (Declaração da Estratégia do MF) Conclusão do PEC Tempo A Missão e a Visão de Futuro do MF Missão: “Formular políticas econômicas para o desenvolvimento sustentável, com justiça fiscal e equilíbrio das contas públicas.” Visão de Futuro: “O Ministério da Fazenda apresenta-se fortalecido na sua capacidade de formulação e implementação de políticas econômicas, orientado pela modernização e simplificação do modelo tributário nacional, pela transparência e qualidade do gasto público, pela maior inserção do país no cenário internacional e pela promoção do desenvolvimento socioeconômico, a partir de uma atuação integrada” Principais Stakeholders Identificados Cidadão-sociedade Contribuintes Presidência da República (Imprensa, Casa Civil) Ministério do Planejamento e demais Ministérios Entes Subnacionais (Estados e Municípios) Congresso Nacional e Poder Judiciário Organismos Internacionais Multilaterais, Acordos e Outros Governos Órgãos de Controle e Prevenção (CGU, TCU, AGU e MPU e polícias) Mercado - Sistema Financeiro Nacional (demais Inst. Financeiras) Setores Produtivos (primário, secundário e terciário) Bancos Públicos Mídia (Nacional e Internacional, Escrita e Televisada) Universidades nacionais A Cadeia de Valor do MF Processos Finalísticos Processos de Suporte A Cadeia de Valor Integrada do MF Cadeia Órgão 1 Cadeia Órgão 3 Cadeia Integrada MF Cadeia Órgão 2 Cadeia Órgão N A Cadeia de Valor do MF Participação de entidades vinculadas na geração do valor para os stakeholders A Gestão Pública com Foco em Resultados P Planejar a operação do Ministério para geração do valor pretendido A Avaliar sistematicamente os resultados Ciclo de Planejamento Estratégico Integrado do MF Controlar e medir sistematicamente os resultados C Executar os macroprocessos e ações de inovação D O Modelo de Gestão Integrada com Foco em Resultados 1º e 2º Ciclo Execução dos dois ciclos de planejamento integrado Validação do CEG Ativação do Monitoramento Monitoramento Validação do 3º ciclo de planejamento integrado pelo Comitê Estrtégico de Gestão Realização das atividades com o intuito de ativar o monitoramento da estratégia Execução dos dois ciclos de planejamento integrado 3º Ciclo Revisão do planejamento integrado do Ministério da Fazenda Modelo de Gestão Construção do modelo de gestão integrada com o foco em resultados do Ministério da Fazenda Soluções Tecnológicas Instalação e adptação das soluções tecnológicas Próximos passos O Modelo de Gestão Integrada com Foco em Resultados DEFINIÇÃO DA ESTRATÉGIA MINISTERIAL Analisar DEMANDAS e CAPACIDADES de Entrega de Resultados DESDOBRAMENTO da Estratégia FORMULAÇÃO da Estratégia Ministerial REFLEXÃO Estratégica Definir MISSÃO e VISÃO Formular DIRETRIZES ESTRATÉGICAS Estabelecer o ORÇAMENTO ALOCAÇÃO DOS RECURSOS DE ACORDO COM AS PRIORIDADES ESTRATÉGICAS GOVERNANÇA MONITORAMENTO DOS RESULTADOS ANALISAR Resultados e Propor Plano de Ação Elaborar ESTRATÉGIA DE TI Definir PRIORIDADES de Infraestrutura e Logística Elaborar Portfólio de PROJETOS ESTRATÉGICOS RESULTADOS ALCANÇADOS e DEMANDAS DE REVISÃO DA ESTRATÉGIA CONSOLIDAR Informações e Resultados Elaborar ESTRATÉGIA DE PESSOAS Elaborar Portfólio de PROCESSOS CRÍTICOS Pactuar INDICADORES e METAS Atualizar CADEIA DE VALOR Desenvolvimento do ALINHAMENTO ORGANIZACIONAL EXECUÇÃO DOS PROJETOS DE MODERNIZAÇÃO ORGANIZACIONAL Realizar a TOMADA DE DECISÃO EXECUTAR Ações Preventivas e Corretivas Monitorar a execução dos PROCESSOS CRÍTICOS INICIAR e PLANEJAR Projetos Priorizados MONITORAR e CONTROLAR Projetos ENCERRAR projetos e COMUNICAR Resultados Definir o Processo Construir a VISÃO DE FUTURO do processo ENTENDER e ANALISAR Processo Propor MELHORIAS e REDESENHAR Processo Adequar a Tecnologia PROSPECTAR Soluções de TI DESENVOLVER e ADQUIRIR Soluções de TI IMPLANTAR Soluções de TI Desenvolver Pessoas e Organização Repensar ESTRUTURA IDENTIFICAR e PROVER Pessoal DESENVOLVER e CAPACITAR Pessoas Monitorar execução do PORTFÓLIO DE PROJETOS Mensurar CUSTOS Monitorar RISCOS ATIVAR Processo e Realizar OPERAÇÃO ASSISTIDA O Modelo de Gestão Integrada com Foco em Resultados DEFINIÇÃO DA ESTRATÉGIA MINISTERIAL Analisar DEMANDAS e CAPACIDADES de Entrega de Resultados Definir MISSÃO e VISÃO Com base na missão, visão, cadeia de valor e gaps deElaborar entrega de valor são Elaborar definidas as diretrizes estratégicas. Elas representam os objetivos que a ESTRATÉGIA ESTRATÉGIA Elaborar Portfólio DE PESSOAS DE TI deve sempre organização possui no curto e médio prazo. Um organização de PROCESSOS definir poucas e boas diretrizes, com o intuito de garantir o foco. CRÍTICOS Formular DIRETRIZES ESTRATÉGICAS Pactuar INDICADORES e METAS Atualizar CADEIA DE VALOR Elaborar Portfólio de PROJETOSdas Tradução ESTRATÉGICOS MONITORAMENTO DOS RESULTADOS ANALISAR Resultados e Propor Plano de Ação Definir PRIORIDADES de Infraestrutura e Logística diretrizes estratégicas Estabelecer o ORÇAMENTO Os indicadores e metas permitem avaliar o alcance das diretrizes estratégicas. São essenciais para monitorar e controlar os principais desempenhos. Além disso, também viabilizam o aprendizado organizacional. RESULTADOS ALCANÇADOS e DEMANDAS DE REVISÃO DA ESTRATÉGIA CONSOLIDAR Informações e Resultados DESDOBRAMENTO da Desenvolvimento do ALINHAMENTO ORGANIZACIONAL Estratégia “Bandeiras” da organização FORMULAÇÃO da Estratégia Ministerial REFLEXÃO Estratégica Norteadores organizacionais ALOCAÇÃO DOS RECURSOS DE ACORDO COM AS PRIORIDADES ESTRATÉGICAS EXECUÇÃO DOS PROJETOS DE MODERNIZAÇÃO As organizações possuem como principais norteadores a missão e a ORGANIZACIONAL visão. A missão explicita a razão de existência, enquanto a visão define qual é a situação almejada EXECUTAR Realizar a MONITORARno e pela organização. A missão não sofrem grandes alterações Ações e a visão geralmenteINICIAR e PLANEJAR TOMADA DE CONTROLAR Preventivas e Projetos Priorizados curto prazo. DECISÃO Projetos Corretivas Definição dos processos ponta a ponta Monitorar a execução dos PROCESSOS CRÍTICOS Propor MELHORIAS e REDESENHAR Processo Definir o Processo Fazenda teve Construir a VISÃO ENTENDER e DE FUTURO do ANALISAR Processo como principal processo ferramenta para a Adequar a Tecnologia DESENVOLVER e ADQUIRIR Soluções de TI IMPLANTAR Soluções de TI IDENTIFICAR e PROVER Pessoal DESENVOLVER e CAPACITAR Pessoas O 3º ciclo de planejamento Integrado do Ministério da condução dos debates e levantamento de diretrizes e projetos a cadeia de valor. Por tal motivo, para que execução as discussões estratégicas sejam otimizadas, deve mantê-la sempre atualizada. Monitorar do PORTFÓLIO DE PROJETOS Mensurar CUSTOS Análise dos GAPs de entrega de valor ENCERRAR projetos e COMUNICAR Resultados PROSPECTAR Soluções de TI As principais reflexões estratégicas se dão no momento em que há a comparação da entrega de Desenvolver valor esperada pelas partes interessadas pelo órgão. Esta Repensar Monitorar RISCOS com o que é efetivamente entregue Pessoas e análise pode ser feita de maneira qualitativa – percepção dos gestores e/ou dos stakeholders – ESTRUTURA Organização ou quantitativa – distância do resultado, indicador da meta. ATIVAR Processo e Realizar OPERAÇÃ O ASSISTIDA O Modelo de Gestão Integrada com Foco em Resultados DEFINIÇÃO DA ESTRATÉGIA MINISTERIAL Processos Estratégicos FORMULAÇÃO da Estratégia Ministerial REFLEXÃO Estratégica DESDOBRAMENTO da Estratégia Definir com base nas necessiddades das partes interessadas e nas percepções dos gestores do Ministério da Fazenda os processos que Analisar DEMANDAS necessitam de um acompanhamento em nível estratégico. Formular e CAPACIDADES de Entrega de Resultados Definir MISSÃO e VISÃO Elaborar Portfólio de PROCESSOS CRÍTICOS DIRETRIZES ESTRATÉGICAS Projetos Estratégicos Elaboração com base nos resultados esperados pelas partes Pactuar Atualizar CADEIA INDICADORES e interessadas e nas diretrizes estratégicas os projetos que irão DE VALOR METAS saltos estratégicos. propiciar Elaborar Portfólio de PROJETOS ESTRATÉGICOS Desenvolvimento do ALINHAMENTO ORGANIZACIONAL Elaborar ESTRATÉGIA DE PESSOAS Elaborar ESTRATÉGIA DE TI Definir PRIORIDADES de Infraestrutura e Logística Estabelecer o ORÇAMENTO Tradução da Estratégia para Gestão de Pessoas Garantir o alinhamento da estratégia organizacional com a RESULTADOS ALCANÇADOS e DEMANDAS DE REVISÃO ESTRATÉGIA estratégia daDAfrente de pessoas, devido ao fato de haver a ALOCAÇÃO DOS RECURSOS DE ACORDO COM AS PRIORIDADES ESTRATÉGICAS necessidade de recursos humanos para a implantação da MONITORAMENTO DOS RESULTADOS estratégia. CONSOLIDAR Informações e Resultados ANALISAR Resultados e Propor Plano de Ação Realizar a TOMADA DE DECISÃO EXECUÇÃO DOS PROJETOS DE MODERNIZAÇÃO ORGANIZACIONAL EXECUTAR Ações Preventivas e Corretivas INICIAR e PLANEJAR Projetos Priorizados Tradução da Estratégia para Infraestrutura e Logística Garantir o alinhamento da estratégia organizacional com a estratégia de infraestrutura e logística, devido ao fato de haver a necessidade recursos para a implantação Monitorar a desses execução dos PROCESSOS CRÍTICOS da estratégia. Definir o Processo Construir a VISÃO DE FUTURO do processo ENCERRAR projetos e COMUNICAR Resultados MONITORAR e CONTROLAR Projetos ENTENDER e ANALISAR Processo Propor MELHORIAS e REDESENHAR Processo Tradução da Estratégia para Orçamento Garantir o alinhamento da estratégia organizacional com a estratégia orçamentária, devido ao fato de haver a necessidade DESENVOLVER e Adequar PROSPECTAR dessesarecursos para a implantação da estratégia. IMPLANTAR ADQUIRIR Tecnologia Mensurar CUSTOS Soluções de TI Soluções de TI Soluções de TI Tradução da Estratérgia para Tecnologia da Informação Monitorar RISCOS DESENVOLVER e com DesenvolverGarantir o alinhamento da estratégia organizacional IDENTIFICAR e Repensar Pessoas e CAPACITAR estratégia de ESTRUTURA tecnologia da informação, devido ao fato de haver PROVER Pessoal Organização Pessoas a a necessidade desses recursos para a implantação da esratégia. ATIVAR Processo e Realizar OPERAÇÃO ASSISTIDA O Modelo de Gestão Integrada com Foco em Resultados DEFINIÇÃO DA ESTRATÉGIA MINISTERIAL FORMULAÇÃO da Estratégia Ministerial REFLEXÃO Estratégica Analisar DEMANDAS e CAPACIDADES de Entrega de Resultados Atualizar CADEIA DE VALOR Definir MISSÃO e VISÃO Formular DIRETRIZES ESTRATÉGICAS Pactuar INDICADORES e Planejamento METAS de Projetos Encerramento dos projetos Realizar as atividades de encerramento dos projetos, de acordo com a DESDOBRAMENTO da Estratégia Desenvolvimento do ALINHAMENTO ORGANIZACIONAL metodologia de gestão de projetos do MF. O encerramento visa relatar os principais resultados e lições aprendidas do projeto estratégico. Elaborar ESTRATÉGIA DE PESSOAS Gerenciamento dos projetos Elaborar ESTRATÉGIA DE TI Garantir a execução dos projetos estratégicos no tempo Definir PRIORIDADES de adequado, e com os recursos estipulados, sempreInfraestrutura que e Logística necessário recorrendo ao patrocinador do projeto. Estabelecer o ORÇAMENTO Elaborar o Plano de Gerenciamento das propostas de projetos que foram aprovados pelo CEG de acordo com a metodologia de gestão de projetos do MF. RESULTADOS ALCANÇADOS e DEMANDAS DE REVISÃO DA ESTRATÉGIA ALOCAÇÃO DOS RECURSOS DE ACORDO COM AS PRIORIDADES ESTRATÉGICAS MONITORAMENTO DOS RESULTADOS Modelagem de Processos Redesenhar os processos de trabalho, por meio de ideias de melhoria, a ANALISAR fim de garantir queRealizar os resultados esperados com o CONSOLIDAR EXECUTAR a Resultados e projeto sejam efetivamente alcançados. Informações e Ações Preventivas TOMADA DE Resultados Propor Plano de Ação DECISÃO EXECUÇÃO DOS PROJETOS DE MODERNIZAÇÃO ORGANIZACIONAL INICIAR e PLANEJAR Projetos Priorizados e Corretivas MONITORAR e CONTROLAR Projetos ENCERRAR projetos e COMUNICAR Resultados Adequação da Tecnologia Prospectar e/ou desenvolver soluções tecnológicas que garantirão os a execução PROCESSOS CRÍTICOS resultados esperadosMonitorar dos projetos. Alémdos disso, gerenciar a implantação dessa solução a fim de possibilitar a ativação do novo processo de trabalho. Definir o Processo Propor MELHORIAS e REDESENHAR Processo Construir a VISÃO DE FUTURO do processo ENTENDER e ANALISAR Processo Adequar a Tecnologia PROSPECTAR Soluções de TI DESENVOLVER e ADQUIRIR Soluções de TI IMPLANTAR Soluções de TI Desenvolver Pessoas e Organização Repensar ESTRUTURA IDENTIFICAR e PROVER Pessoal DESENVOLVER e CAPACITAR Pessoas Monitorar execução do PORTFÓLIO DE PROJETOS Desenvolvimento de Pessoas e Organização Por meio dos projetos garantir que os novos processos de trabalho Mensurar CUSTOS possuam recursos humanos capacitados suficientes para a sua execução. Além disso, reorganizar a estrutura funcional da organização. Monitorar RISCOS ATIVAR Processo e Realizar OPERAÇÃO ASSISTIDA DEFINIÇÃO DA ESTRATÉGIA MINISTERIAL O Modelo de Gestão Integrada com Foco em Resultados Consolidação das informações Consolidar as informações, com o apoio da SGE, nadasolução de gestão daDESDOBRAMENTO estratégia. da Estratégia FORMULAÇÃO Estratégiatecnológica Ministerial REFLEXÃO Estratégica Analisar DEMANDAS e CAPACIDADES de Entrega de Resultados Elaborar ESTRATÉGIA DE PESSOAS Elaborar ESTRATÉGIA DE TI Desenvolvimento do ALINHAMENTO ORGANIZACIONAL Análise Preliminar das informações Realizar a análise preliminar das Formular informações consolidadas de acordo com a percepção Definir DIRETRIZES MISSÃO e VISÃO dos donos dos processos criticos e doESTRATÉGICAS relatores das diretrizes estratégicas. Atualizar CADEIA DE VALOR Definir PRIORIDADES de Infraestrutura e Logística Comitê Gestor da Cadeia de Valor Corportiva do MF Pactuar Com base nas einformações consolidadas realizar a reunião do Comitê Gestor da Cadeia de Valor Corporativa INDICADORES Estabelecer o ORÇAMENTO do MFMETAS a fim de garantir que sejam dados os direcionamentos adequados para a respectiva cadeia. Executar Ações RESULTADOS ALCANÇADOS e DEMANDAS DE REVISÃO DA ESTRATÉGIA Executar as ações definidas na etapa anterior o objetivo de viabilizar ALOCAÇÃO DOScom RECURSOS DE ACORDO COM AS ESTRATÉGICAS o alcance dos resultados estratégicos. AsPRIORIDADES ações de maneira geral são divididas em dois tipos: ações ações corretivas. ORGANIZACIONAL EXECUÇÃO DOSpreventivas PROJETOSeDE MODERNIZAÇÃO MONITORAMENTO DOS RESULTADOS CONSOLIDAR Informações e Resultados ANALISAR Resultados e Propor Plano de Ação Realizar a TOMADA DE DECISÃO Monitorar a execução dos PROCESSOS CRÍTICOS EXECUTAR Ações Preventivas e Corretivas ENCERRAR projetos e COMUNICAR resultados dosResultados procesos MONITORAR e INICIAR e PLANEJAR Monitoramento dos Processos Críticos CONTROLAR Projetos Priorizados Projetosos Monitorar com apoio dos órgãos fazendários considerados estratégicos para o Ministério da Fazenda. Propor MELHORIAS Definir o Construir a VISÃO DE ENTENDER e Monitoramento da Execução do Portfólio de Projetos e REDESENHAR Processo FUTURO do processo ANALISAR Processo Processo Monitorar os principais problemas referentes ao portfólio de projetos estratégicos do Ministério da Fazenda. Monitorar execução do PORTFÓLIO DE PROJETOS Mensuração dos Custos Adequar a PROSPECTAR Mensurar CUSTOS Monitorar RISCOS DESENVOLVER e IMPLANTAR ADQUIRIR Tecnologia TI Soluções de TI Os custos dos Soluções processosderepresentam uma importante informação Soluções de TI para a tomada de decisão estratégica. De tal forma que esta informação deve ser mensurada periodicamente. Repensar Monitoramento dos RiscosIDENTIFICAR e Desenvolver Pessoas e Organização Monitorar ATIVAR Processo e Realizar OPERAÇÃO ASSISTIDA DESENVOLVER e PROVER Pessoal CAPACITAR Pessoas os principais problemas referentes aos riscos do Ministério da Fazenda com o intuito de garantir melhores tomadas de decisão. ESTRUTURA A Construção do Mapa Estratégico do MF Perspectiva de Planejamento Diretrizes Estratégicas Indicadores de conjuntura Cadeia 1 (Valor 1) Diretriz 1 Diretriz 2 Indicadores de desempenho de processo Indicadores de projeto Indicadores de risco Direcionadores de custo Indicadores de conjuntura Cadeia 2 (Valor 2) Diretriz 3 Diretriz N Indicadores de conjuntura Cadeia N (Valor N) Diretriz 4 Diretriz 5 Relações de causa e efeito A Construção do Mapa Estratégico do MF Missão: Visão: Formular políticas econômicas para o desenvolvimento sustentável, com justiça fiscal e equilíbrio das contas públicas Valores: O Ministério da Fazenda apresenta-se fortalecido na sua capacidade de formulação e implementação de políticas econômicas, orientado pela modernização e simplificação do modelo tributário nacional, pela transparência e qualidade do gasto público, pela maior inserção do país no cenário internacional e pela promoção do desenvolvimento socioeconômico, a partir de uma atuação integrada Ação Estratégica: Desenvolvimento Econômico Sustentável Valores: Eficiência e Defesa da Ordem Econômica Diretrizes Estratégicas Controle da Legalidade Garantir a Segurança do Sistema Financeiro e do Ambiente de Negócios Arrecadação Federal Redução da Litigiosidade Solidez Fiscal Projetos Estratégicos Corporativos Inserção do Estado Brasileiro no Cenário Internacional, Fortalecimento do Comércio Exterior e Proteção à Sociedade Fortalecimento da Imagem Institucional e Aperfeiçoamento das Interações O Mapa Estratégico do MF O Ambiente de Suporte ao Planejamento Estratégico do MF (Stratec) Indicador mensal Indicador acumulado Processo Crítico O Ambiente de Suporte à Gestão de Projetos A Carteira de Projetos Estratégicos Corporativos O Ambiente do BI de Projetos O Ambiente de Suporte ao Mapeamento de Processos A publicação dos processos modelados se dá na ferramenta ARIS BUSINESS PUBLISHER O Site do Programa http://www.pmimf.fazenda.gov.br/ Ambiente Externo Monitoramento, Avaliação e Revisão da Estratégia Indicadores Econômicos Indicador Impacto Indicadores Sociais Indicador Impacto Entidades Vinculadas Indicador Impacto Ambiente Interno SALA DE SITUAÇÃO • Indicador Projeto • Indicador Risco • Direcionador Custo EPM (Projetos) • Execução Orçamentária • Execução Financeira • Limites Indicadores Financeiros • Indicador Processo • Indicador Risco • Direcionador Custo BPM (Processos) Monitoramento Monitoramento Objetivo do monitoramento GESTÃO FUNCIONAL 2. TOMADA DE DECISÃO Planejamento Indicadores Melhorias Planejamento Indicadores Melhorias 3. AÇÃO Plano de Ação Fluxos GESTÃO DE PROCESSOS PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO GESTÃO DE PROJETOS E PORTFÓLIO 1. COLETA INFORMAÇÕES Planejamento Indicadores Melhorias Indicadores Melhorias O Monitoramento como Apoio ao Processo Decisório O Cronograma de Ativação da Monitoração Atividade Agosto S3 S4 Setembro S1 S2 S3 Outubro S4 S1 S2 S3 S4 Novembro S5 S1 S2 S3 S4 Execução do monitoramento Validação do modelo de ativação do monitoramento Execução da ativação do monitoramento Preparação reunião individual Reunião individual com os órgãos Preparação para a reunião com o Comitê Reunião do Comitê da Cadeia de Valor Consolidação da reunião do CEG Cadeia de Valor CADEIA 1: Gestão Integrada das Políticas Econômicas e suporte a Formulação das Políticas Setoriais CADEIA 4: - Desenvolvimento Econômico e Fiscalização e Controle do Comercio Exterior CADEIA 7: Monitoramento e Controle das Atividades Financeiras CADEIA 2: Gestão dos Créditos da Fazenda Pública CADEIA 5: Regulação, Monitoramento e Controle das Atividades Econômicas CADEIA 8: Prevenção e Solução de Litígio Fiscal CADEIA 3: Controle Fiscal e Gestão dos Recursos Públicos CADEIA 6: Consultoria Jurídica e Representação Extrajudicial CADEIA 9: Relacionamento com Sociedade e Governos Entidades Vinculadas Órgãos Colegiados Órgãos Específicos Singulares e SE (Spoa) Gabinete Ampliação da Abrangência do Programa Participação da CVM e da SUSEP no 4º ciclo de planejamento estratégico integrado do Ministério da Fazenda a ser realizado no início do 1º semestre de 2015 A Contratação de Serviços de Consultoria 1) Contratação de serviços de consultoria especializada para: Apoio ao desenho, implantação e sustentação de modelos de gestão com foco em resultados; Execução de projetos de transformação organizacional considerando, dentre outras coisas, o diagnóstico estratégico, o mapeamento de processos, o diagnóstico de processos, a proposição de melhorias em processos, o apoio à implantação de melhorias em processos e a definição de indicadores. 2) Um única licitação poderia resultar em um ou diversos contratos de prestação de serviços; 3) A Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda elaboraria o projeto básico para a contratação dos serviços e submeteria esse projeto à consulta aos órgãos do ministério interessados em aderir à contratação; 4) A Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda executaria a licitação para contratação dos serviços pretendidos; 5) Os serviços contratados seriam geridos pela Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda em benefício dos órgãos interessados ou pelos próprios órgãos interessados. Ministério da Fazenda – MF Secretaria Executiva - SE Subsecretaria de Gestão Estratégica – SGE Fim Qual é a sua Mensagem?