133 anos A festa
Pulsaram mais
Fotos Felipe Nascimento e Wilson de Camargo Rocha
Mackenzistas e a Banda de Fuzileiros
Navais dão show de ritmos e beleza
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Mackenzie
os corações
Mackenzie
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Custódio Pereira fala na abertura
(à direita). Acima, hasteamento
das bandeiras por Waddell, Jr.,
representantes do Mackenzie e da IPB
Q
uem assistiu ou participou
das comemorações pelos
133 anos do Mackenzie tão
cedo não esquecerá da festa realizada no conjunto de quadras externas
do campus São Paulo, em 17 de outubro de 2003, como fecho de ouro
da semana de comemorações de
aniversário. O evento, baseado no
tema "O coração da terra também
pulsa aqui", foi prestigiado pela presença de grande público, que
preencheu todos os lugares disponíveis nas arquibancadas especialmente montadas. Ao bom desempenho dos alunos da Educação
Infantil, do Ensino Fundamental I e
II, do Ensino Médio, do Colégio
Presbiteriano Mackenzie e dos estudantes de vários cursos da Uni-
Foto José Augusto Brito
133 anos A festa
versidade Presbiteriana Mackenzie
(UPM), ponto alto das festividades,
juntou-se a extraordinária apresentação da Banda Marcial do Corpo de
Fuzileiros Navais da Marinha do
Brasil, que se movimentou durante
apreciável tempo e ao som de ritmos marciais e com os homens em
movimento saudou a instituição
aniversariante formando as palavras
Inst Presb Mackenzie, 133 Anos,
Paz, além da âncora-símbolo da
Escola Naval.
No cenário de fundo destacou-se
a reprodução da Arca de Noé, sobre
a qual falou Isabel Orestes da
Silveira, professora de Artes Plásticas
da 1ª à 4ª séries da Educação
Infantil, que integrou a equipe de
trabalho da programação festiva: “A
Arca remete à idéia do juízo de
Deus e da esperança”. Explica: “A
esperança não é humana, então
nosso olhar está remetendo a Deus,
Dança dos lenços (acima)
Embaixo, Guerra, exibição do corpo
de ginástica, das 7ªs séries
do Ensino Fundamental II
O ritmo da Banda de Fuzileiros Navais contagiou
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Mackenzie
assim como no passado a Arca significava a salvação de pessoas. A
gente quis mostrar que a nossa
esperança é Cristo e a escola confessional que somos deve promover tal tipo de discussão, de esperança de desafio para a humanidade”. A proposta orientou os demais
trabalhos, com quatro módulos e 15
apresentações.
A seqüência
■ Abertura – Feita pela Banda
Infantil Alegretto, formada por
alunos do Jardim II – Unidade
Tamboré do Colégio Presbiteriano
Mackenzie (CPM). A apresentação
anunciou o momento cívico a seguir, em que alunos da 5ª e 6ª
séries do CPM de São Paulo homenageariam o Brasil, formando
metade da bandeira brasileira. Em
seguida à execução do Hino Nacional Brasileiro, o doutor Custódio
Pereira, diretor-presidente da
Administração Geral do IPM, saudou os visitantes.
■ Destaque da festa – A apresentação da Banda Marcial do Corpo de
Fuzileiros Navais da Marinha do
Acima, milhares de balões
coloridos vão ao ar
Animais (no alto) e flores (acima) foram encenados pelos alunos do Ensino
Fundamental, abrindo a primeira parte das comemorações
Mackenzie
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133 anos A festa
Organizadores – O professor
Marcel Mendes e, a partir da
esquerda, Ana Maria Tambellini,
Alice Mafra, Patrícia Bertachini,
Isabel Silveira, Maria Cecília Dip,
diretora do CPM, e Maria Ignez.
Na apoteose, o globo em mãos
Foto José Augusto Brito
festivas. E fogos! Muitos fogos!
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Mackenzie
Trabalho que vale quanto pesa
Professores que trabalharam
durante meses para garantir o
sucesso da grande festa
ais uma vez, os mackenzistas
fizeram o espetáculo dentro e
fora da arena montada para a comemoração de aniversário do
Mackenzie. Na abertura da festa, o
doutor Custódio Pereira, diretor-presidente do IPM, agradeceu a Deus
por ter derramado copiosas bênçãos
sobre a vida do Mackenzie ao longo
de 133 anos. Saudou aos presentes –
alunos, antigos alunos, autoridades
acadêmicas, eclesiásticas, civis, militares, além de professores e funcionários, dizendo: “A celebração
reúne a família mackenzista e amigos
do Mackenzie. A todos que vieram
prestigiar a festa de aniversário dos
133 anos, nossos agradecimentos”.
O diretor-presidente ressaltou o
empenho dos campi São Paulo e
Tamboré: “Os alunos ensaiaram
longamente e se esforçaram sobremaneira para fazer desta festa celebração inesquecível”. Referiu-se aos
professores de Educação Física do
M
CPM: “Eles organizaram a parte principal do programa”.
O professor Nilson de Oliveira,
diretor Educacional do Instituto Presbiteriano Mackenzie, declarou: “É
tradição do Mackenzie realizar festa
comemorativa no seu aniversário, que
em 2003 aconteceu na noite de 17 de
outubro. Mostrou para a geração atual
que o espírito mackenzista é o mesmo
em 133 anos: não faz qualquer discriminação. Dedicada aos mackenzistas
e seus familiares, a festa mostra que
nossa geração tem a responsabilidade de dar continuidade ao Mackenzie, como escola não do presente,
mas do futuro”.
Feliz com o que viu, a professora
Maria Cecília Dip, diretora do Colégio
Presbiteriano Mackenzie, disse: “Muitas reuniões foram feitas para acertar
os detalhes de tudo. Os méritos são
da comissão que organizou e coordenou o evento – especialmente os
docentes de Educação Física.
Agradeceu o apoio que recebeu da
Administração Geral do IPM: “A
direção do Mackenzie deu total
cobertura, como poucas vezes tivemos. A atual administração merece
nota 1.000!” A diretora não poupou
elogios: “Os alunos corresponderam
inteiramente. Estou orgulhosa deles!”
Ana Maria Tambellini, professora
de Educação Física do Ensino
Médio, uma das organizadoras, afirmou: “Importante para mim e para os
professores que organizaram é o
entusiasmo dos alunos. Eles fazem a
minha emoção”. Maria Ignez Giandália, coordenadora de Educação Física e da Educação Básica, declarou
que, apesar da colaboração dos
alunos, o trabalho é árduo. “A equipe
de Educação Física é coesa, então
fica fácil trabalhar.” Ela dá outra justificativa para a disposição geral:
“Prevalece o espírito mackenzista, e
tudo dá certo”.
Brasil – vinda especialmente do Rio
de Janeiro –, sob o comando do tenente Marco Rabello, assistido pelo
suboficial-mor Marialvo dos Santos
e pelo suboficial Fernando Correia
da Silva. A banda, que ostenta em
suas apresentações balizas e o
grande schelembaum (árvore de
sinos), tocou diferentes ritmos e
marchas coreografadas, com seus
126 componentes evoluindo pelo
conjunto de quadras, formando os
nomes abreviados Inst Presb e o da
instituição, Mackenzie. Parabéns a
você, a banda tocou ao mesmo
tempo que seus homens formavam
133 anos. Por último, os fuzileiros
escreveram a palavra Paz e, antes de
deixar a quadra, aplaudida de pé
pelos presentes, formaram a âncora,
símbolo da Marinha do Brasil.
■ Na segunda parte do programa
geral, chamada de Vida e Paz, o
desempenho deu-se em cenas distintas – Dança dos Lenços, Água,
Terra, Mata, Flores, Animais – com
coreografias feitas respectivamente
por alunos das 7ªs séries do Ensino
Fundamental II ao Ensino Médio,
das 2ªs, 4ªs, 1ªs, 3ªs séries, e alunos da
Educação Infantil.
■ O módulo seguinte – Guerra e
Destruição – foi mostrado em três
capítulos: Vida Urbana, com dança
de rua, Guerra, exibição do corpo
de ginástica, ambos com alunos das
7ªs séries do Ensino Fundamental II
ao Ensino Médio, e Protesto, por
universitários da UPM.
■ Dança da Vida – Foi apresentado
por alunos das 7ªs séries do Ensino
Fundamental II ao Ensino Médio,
precedendo a Apoteose, com alunas
do mesmo período escolar.
■ O final – Coração com o M formado por alunos foi saudado por
ruidosa queima de fogos, enquanto o globo terrestre era lançado ao público, confirmando: O
coração da terra pulsa aqui há
133 anos!
Mackenzie
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