EXERCÍCIOS RESOLVIDOS:
Verifique que as funções dadas formam um conjunto fundamental de soluções
da equação diferencial no intervalo indicado. Forme a solução geral:
1) π’šβ€²β€² βˆ’ π’šβ€² βˆ’ πŸπŸπ’š = 𝟎;
π’†βˆ’πŸ‘π’™ ; π’†πŸ’π’™ , (βˆ’βˆž, ∞)
Note que as funções satisfazem a equação diferencial e pelo Wronskiano mostramos
que as funções são Linearmente Independentes, pois:
βˆ’3π‘₯
π‘Š(𝑒 βˆ’3π‘₯ , 𝑒 4π‘₯ ) = | 𝑒 βˆ’3π‘₯
βˆ’3𝑒
𝑒 4π‘₯ | = 7𝑒 π‘₯ β‰  0 para βˆ’βˆž < π‘₯ < ∞
4𝑒 4π‘₯
Logo 𝑒 βˆ’3π‘₯ ; 𝑒 4π‘₯ formam um conjunto fundamental de soluções.
A solução geral é:
2) π’šβ€²β€² βˆ’ πŸ’π’š = 𝟎;
𝐜𝐨𝐬𝐑 πŸπ’™ ; 𝐬𝐒𝐧𝐑 πŸπ’™ ;
(βˆ’βˆž, ∞)
Note que as funções satisfazem a equação diferencial e pelo Wronskiano mostramos
que as funções são Linearmente Independentes, pois:
Logo cosh 2π‘₯ ; sinh 2π‘₯ formam um conjunto fundamental de soluções.
A solução geral é:
A função indicada π’šπŸ (𝒙) é uma solução da equação dada. Aplique a redução de
ordem para obter uma segunda solução π’šπŸ (𝒙):
1) π’šβ€²β€² + πŸπ’šβ€² + π’š = 𝟎;
Definimos:
Derivando a função acima:
π’šπŸ (𝒙) = π’™π’†βˆ’π’™
Substituindo na equação diferencial:
Para reduzir a ordem da equação diferencial façamos a seguinte troca:
Logo a E.D. se transforma em uma E.D. de primeira ordem:
Multiplicando a E.D. pelo F.I,:
Portanto:
Assim uma segunda solução da E.D. é:
2) π’šβ€²β€² + πŸπŸ”π’š = 𝟎;
π’šπŸ (𝒙) = 𝐜𝐨𝐬 πŸ’π’™
Definimos:
Derivando a função acima:
Substituindo na equação diferencial:
Para reduzir a ordem da equação diferencial façamos a seguinte troca:
Logo a E.D. se transforma em uma E.D. de primeira ordem:
Multiplicando a E.D. pelo F.I,:
Portanto:
Assim uma segunda solução da E.D. é:
Determine a solução geral das equações diferenciais de segunda ordem dada.
1) πŸπ’šβ€²β€² + πŸπ’šβ€² + π’š = 𝟎
Supondo que uma solução da E.D. seja da forma: 𝑦 = 𝑒 π‘šπ‘₯ substituindo na equação
diferencial obtemos a equação característica (ou eq. auxiliar):
Que tem como raízes:
Lembrando quando temos raízes complexas conjugadas π‘Ž ± 𝑏𝑖 a solução geral da
E.D. será:
𝑦 = 𝑒 π‘Žπ‘₯ (𝐢1 cos 𝑏π‘₯ + 𝐢2 sin 𝑏π‘₯)
Logo:
2) π’šβ€²β€² + πŸ–π’šβ€² + πŸπŸ”π’š = 𝟎
Supondo que uma solução da E.D. seja da forma: 𝑦 = 𝑒 π‘šπ‘₯ substituindo na equação
diferencial obtemos a equação característica (ou eq. auxiliar):
Que tem como raízes:
Lembrando quando temos raízes reais e iguais π‘š1 = π‘š2 = π‘Ÿπ‘Ží𝑧𝑒𝑠 a solução geral da
E.D. será:
𝑦 = 𝐢1 𝑒 π‘š1π‘₯ + 𝐢2 π‘₯𝑒 π‘š1π‘₯
Logo:
Determine a solução geral das equações diferenciais de ordem elevada dada.
1) π’šβ€²β€²β€² + πŸ‘π’šβ€²β€² βˆ’ πŸ’π’šβ€² βˆ’ πŸπŸπ’š = 𝟎
Supondo que uma solução da E.D. seja da forma: 𝑦 = 𝑒 π‘šπ‘₯ substituindo na equação
diferencial obtemos a equação característica (ou eq. auxiliar):
Para testar possíveis raízes de equações polinomiais começamos com os números
múltiplos do número em destaque: π‘Žπ‘š3 + π‘π‘š2 + π‘π‘š + 𝑑 = 0. Neste caso
testaremos se π‘š = ±1; ±2; ±3; ±4; ±6; ±12. Assim encontramos como raízes:
Como todas as raízes são distintas, segue que a solução geral é:
2) π’šβ€²β€²β€² βˆ’ πŸ“π’šβ€²β€² + πŸ‘π’šβ€² + πŸ—π’š = 𝟎
Supondo que uma solução da E.D. seja da forma: 𝑦 = 𝑒 π‘šπ‘₯ substituindo na equação
diferencial obtemos a equação característica (ou eq. auxiliar):
Para testar possíveis raízes de equações polinomiais começamos com os números
múltiplos do número em destaque: π‘Žπ‘š3 + π‘π‘š2 + π‘π‘š + 𝑑 = 0. Neste caso
testaremos se π‘š = ±1; ±3; ±9. Assim encontramos como raízes:
Como temos duas raízes reais e iguais e uma distinta, segue que a solução geral é:
3)
π’…πŸ’ π’š
π’…πŸ π’š
𝒅𝒙
π’…π’™πŸ
βˆ’πŸ•
πŸ’
βˆ’ πŸπŸ–π’š = 𝟎
Supondo que uma solução da E.D. seja da forma: 𝑦 = 𝑒 π‘šπ‘₯ substituindo na equação
diferencial obtemos a equação característica (ou eq. auxiliar):
Para testar possíveis raízes de equações polinomiais começamos com os números
múltiplos do número em destaque: π‘Žπ‘š4 + π‘π‘š3 + π‘π‘š2 + π‘‘π‘š + 𝑒 = 0. Neste caso
testaremos se π‘š = ±1; ±2; ±3; ±6; ±9; ±18. Assim encontramos como raízes:
Como temos duas raízes reais e iguais e uma distinta, segue que a solução geral é:
Resolva a equação
indeterminados:
diferencial
dada
pelo
método
dos
coeficientes
1) π’šβ€²β€² + πŸπ’šβ€² = πŸπ’™ + πŸ“ βˆ’ π’†βˆ’πŸπ’™
A equação homogênea associada é: 𝑦 β€²β€² + 2𝑦 β€² = 0, para obter a solução desta
equação assumimos que a solução seja da forma: 𝑦 = 𝑒 π‘šπ‘₯ substituindo na equação
diferencial obtemos a equação característica (ou eq. auxiliar):
Que tem como raízes:
Logo a solução da eq. Diferencial homogênea associada é:
Note que pela função de entrada πŸπ’™ + πŸ“ βˆ’ π’†βˆ’πŸπ’™ a solução particular deve ter a
seguinte forma:
Substituindo na E.D. obtemos o seguinte sistema:
E a solução geral é:
1) π’šβ€²β€² βˆ’ πŸπŸ”π’š = πŸπ’†πŸ’π’™
A equação homogênea associada é: 𝑦 β€²β€² βˆ’ 16𝑦 = 0, para obter a solução desta
equação assumimos que a solução seja da forma: 𝑦 = 𝑒 π‘šπ‘₯ substituindo na equação
diferencial obtemos a equação característica (ou eq. auxiliar):
Que tem como raízes:
Logo a solução da eq. Diferencial homogênea associada é:
Note que pela função de entrada 2π’†πŸ’π’™ e a solução da E.D, a solução particular seria
da seguinte forma: π’šπ’‘ = π‘¨π’†πŸ’π’™ , porém a E.D. Homogênea Associada tem termo em
comum: a função π’†πŸ’π’™ . Logo deve ser multiplicado por 𝒙 para não ter nenhum termo
em comum:
Substituindo na E.D. obtemos o seguinte sistema:
E a solução geral é:
Resolva o problema de valor inicial:
1) πŸ“π’šβ€²β€² + π’šβ€² = βˆ’πŸ”π’™
π’š(𝟎) = 𝟎;
π’šβ€² (𝟎) = βˆ’πŸπŸŽ
A equação homogênea associada é: 5𝑦 β€²β€² + 𝑦′ = 0, para obter a solução desta equação
assumimos que a solução seja da forma: 𝑦 = 𝑒 π‘šπ‘₯ substituindo na equação diferencial
obtemos a equação característica (ou eq. auxiliar):
5π‘š2 + π‘š = 0
Que tem como raízes:
π‘š1 = 0
π‘š2 = βˆ’
1
5
Logo a solução da eq. Diferencial homogênea associada é:
Note que pela função de entrada βˆ’πŸ”π’™, a solução particular seria da seguinte forma:
π’šπ’‘ = 𝑨𝒙 + 𝑩, porém a E.D. Homogênea Associada tem termo em comum:
π‘π‘œπ‘›π‘ π‘‘π‘Žπ‘›π‘‘π‘’. Logo deve ser multiplicado por 𝒙 para não ter nenhum termo em comum:
Substituindo na E.D. obtemos o seguinte sistema:
E a solução geral é:
Substituindo as condições iniciais: 𝑦(0) = 0;
𝑦 β€² (0) = βˆ’10.
Logo a solução do PVI:
Resolva cada equação diferencial pela variação de parâmetros:
1) π’šβ€²β€² βˆ’ πŸπ’šβ€² + π’š = 𝒆𝒕 π­πšπ§βˆ’πŸ 𝒕
1º Resolvendo a equação diferencial homogênea associada: 𝑦 β€²β€² βˆ’ 2𝑦 β€² + 𝑦 = 0.
Equação auxiliar:
Segue que:
Note que: 𝑦𝑐 = 𝑐1 𝑦1 + 𝑐2 𝑦2 onde 𝑦1 = 𝑒 𝑑 𝑦2 = 𝑑𝑒 𝑑
Uma solução particular da E.D. não homogênea: 𝑦𝑝 = 𝑒1 𝑦1 + 𝑒2 𝑦2 , onde 𝑒1 e 𝑒2
devem satisfazer o seguinte sistema:
𝑦1 𝑒1β€² + 𝑦2 𝑒2β€² = 0
{ β€² β€²
𝑦1 𝑒1 + 𝑦2β€² 𝑒2β€² = 𝑒 𝑑 tanβˆ’1 𝑑
Wronskiano:
π‘Š1 = |
𝑑𝑒 𝑑 | = βˆ’π‘‘π‘’ 𝑑 𝑒 𝑑 tanβˆ’1 𝑑
𝑑𝑒 𝑑 + 𝑒 𝑑
0
𝑑
𝑒 tanβˆ’1 𝑑
𝑑
π‘Š2 = |𝑒 𝑑
𝑒
𝑒1β€² =
0
𝑑 𝑑
βˆ’1
𝑑
βˆ’1 | = 𝑒 𝑒 tan
𝑒 tan 𝑑
𝑑
π‘Š1
π‘Š
𝑒2β€² =
π‘Š2
π‘Š
Integrando:
Assim:
𝑦𝑔 = 𝑦𝑐 + 𝑦𝑝 = 𝑐1 𝑦1 + 𝑐2 𝑦2 + 𝑒1 𝑦1 + 𝑒2 𝑦2
E, portanto:
2) πŸπ’šβ€²β€² + πŸπ’šβ€² + π’š = πŸβˆšπ’™
1º Resolvendo a equação diferencial homogênea associada: 2𝑦 β€²β€² + 2𝑦 β€² + 𝑦 = 0.
Equação auxiliar:
Segue que:
π‘₯
π‘₯
π‘₯
Note que: 𝑦𝑐 = 𝑐1 𝑦1 + 𝑐2 𝑦2 onde 𝑦1 = 𝑒 βˆ’2 cos 𝑦2 = 𝑒 βˆ’2 sin
2
π‘₯
2
Uma solução particular da E.D. não homogênea: 𝑦𝑝 = 𝑒1 𝑦1 + 𝑒2 𝑦2 , onde 𝑒1 e 𝑒2
devem satisfazer o seguinte sistema:
𝑦1 𝑒1β€² + 𝑦2 𝑒2β€² = 0
{ β€² β€²
𝑦1 𝑒1 + 𝑦2β€² 𝑒2β€² = 2√π‘₯
Wronskiano:
π‘₯
𝑒 βˆ’2 sin
0
π‘Š1 = |
2 √π‘₯
π‘₯
2
π‘₯
βˆ’
2 sin
|
=
βˆ’2
π‘₯𝑒
√
π‘₯
1 βˆ’π‘₯/2
π‘₯ 1
𝑒
cos βˆ’ 𝑒 βˆ’π‘₯/2 sin
2
2 2
2
𝑑
π‘Š2 = |𝑒 𝑑
𝑒
𝑒1β€² =
0
𝑑 𝑑
βˆ’1
𝑑
βˆ’1 | = 𝑒 𝑒 tan
𝑒 tan 𝑑
𝑑
π‘Š1
π‘Š
Integrando:
Assim:
𝑦𝑔 = 𝑦𝑐 + 𝑦𝑝 = 𝑐1 𝑦1 + 𝑐2 𝑦2 + 𝑒1 𝑦1 + 𝑒2 𝑦2
𝑒2β€² =
π‘Š2
π‘Š
π‘₯
2
E, portanto:
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