1. Quantum, efeito fotoelétrico e fóton 2. Espectro de linha e o modelo de Bohr 3. Comportamento ondulatório da matéria 4. Princípio da incerteza e diagramas de nuvens eletrônicas 5. Os orbitais atômicos 6. Configuração eletrônica 7. Tabela periódica 1. Quantum, efeito fotoelétrico e fóton 2. Espectro de linha e o modelo de Bohr 3. Comportamento ondulatório da matéria 4. Princípio da incerteza e diagramas de nuvens eletrônicas 5. Os orbitais atômicos 6. Configuração eletrônica 7. Tabela periódica Propriedades químicas; Teoria quântica: Energia eletrônica; Energia quantizada: Estado fundamental; Estado eletrônico excitado; 1. Quantum, efeito fotoelétrico e fóton 2. Espectro de linha e o modelo de Bohr 3. Comportamento ondulatório da matéria 4. Princípio da incerteza e diagramas de nuvens eletrônicas 5. Os orbitais atômicos 6. Configuração eletrônica 7. Tabela periódica Objetos quentes e quantização de energia (quantum): Para explicar a relação entre temperatura, a intensidade luminosa e os comprimentos de onda da radiação emitida por um corpo negro, em 1900 um físico alemão chamado Max Planck propôs que a energia absorvida ou liberada só poderia ocorrer em “pacotes” definidos de tamanhos mínimos, que receberam o nome de QUANTUM. A energia quantizada é dada pela fórmula: 1. Quantum, efeito fotoelétrico e fóton 2. Espectro de linha e o modelo de Bohr 3. Comportamento ondulatório da matéria 4. Princípio da incerteza e diagramas de nuvens eletrônicas 5. Os orbitais atômicos 6. Configuração eletrônica 7. Tabela periódica E = n.h.f onde n é o nº quântico e h a constante de Planck. ΔE = Esup – Einf = hc/λ= h.f h – 6,626 . 10-34 J.s / partícula c – 2,998 . 108 m/s (velocidade da luz no vácuo) λ – comprimento de onda em metros f – freqüência em Hz Dessa mesma equação vem: ΔE = 1.196,105/λ ( kJ . Nm/mol) 1. Quantum, efeito fotoelétrico e fóton 2. Espectro de linha e o modelo de Bohr 3. Comportamento ondulatório da matéria A luz emitida sobre uma superfície metálica limpa leva a emitir elétrons: o chamado efeito fotoelétrico. 4. Princípio da incerteza e diagramas de nuvens eletrônicas 5. Os orbitais atômicos 6. Configuração eletrônica 7. Tabela periódica O fóton é um pacote minúsculo de energia que se comporta como uma partícula. Espectro de linhas: 1. Quantum, efeito fotoelétrico e fóton radiação monocromática; 2. Espectro de linha e o modelo de Bohr espectro contínuo; 3. Comportamento ondulatório da matéria 4. Princípio da incerteza e diagramas de nuvens eletrônicas 5. Os orbitais atômicos 6. Configuração eletrônica 7. Tabela periódica espectro de linhas; O modelo de Bohr para o hidrogênio: 1. Quantum, efeito fotoelétrico e fóton 2. Espectro de linha e o modelo de Bohr 3. Comportamento ondulatório da matéria 4. Princípio da incerteza e diagramas de nuvens eletrônicas 5. Os orbitais atômicos 6. Configuração eletrônica 7. Tabela periódica Bohr postulou que o átomo de hidrogênio consistia em um próton central em torno do qual o elétron se movia numa órbita circular. Baseando-se na lei de Coulomb de atração eletrostática e nas leis de movimento de Newton, ele impôs uma condição sobre uma propriedade do elétron, denominada momento angular. m.v.r = n.h/ 2π onde: m é a massa do elétron, v é a sua velocidade e r é o raio da órbita em torno do núcleo. A energia em cada órbita era dada por: E = -2,18 . 10-18 . n -2 J / partícula 1. Quantum, efeito fotoelétrico e fóton 2. Espectro de linha e o modelo de Bohr 3. Comportamento ondulatório da matéria 4. Princípio da incerteza e diagramas de nuvens eletrônicas 5. Os orbitais atômicos 6. Configuração eletrônica 7. Tabela periódica Limitações do modelo de Bohr: O modelo de Bohr não pôde explicar o espectro de outros átomos. No cálculo dos comprimentos de onda e das energias do hidrogênio, tinha um erro de apenas 0,1%, enquanto para o mais próximo elemento (He) os erros já pulavam para 5%. 1. Quantum, efeito fotoelétrico e fóton 2. Espectro de linha e o modelo de Bohr 3. Comportamento ondulatório da matéria 4. Princípio da incerteza e diagramas de nuvens eletrônicas 5. Os orbitais atômicos 6. Configuração eletrônica 7. Tabela periódica Louis de Broglie sugeriu que o elétron, em seu movimento ao redor do núcleo tinha associado a ele um comprimento de onda particular, dado pela equação: λ = h/m.v ( m = massa ) ( v = velocidade ) Comprovada experimentalmente, para que a onda seja estável, ela deve traçar o mesmo caminho em voltas sucessivas pela órbita. 1. Quantum, efeito fotoelétrico e fóton 2. Espectro de linha e o modelo de Bohr 3. Comportamento ondulatório da matéria 4. Princípio da incerteza e diagramas de nuvens eletrônicas 5. Os orbitais atômicos 6. Configuração eletrônica 7. Tabela periódica Werner Heisenberg relacionou matematicamente a incerteza da posição Δx e o momento exato Δmv para uma quantidade envolvendo a constante de Planck: Δx . Δmv > h/4π Um cálculo rápido ilustra as implicações dramáticas do princípio da incerteza. O elétron tem massa aproximada de 9,11 . 10-31 g e se move numa velocidade de aproximadamente 5 . 106 m/s em um átomo de hidrogênio... 1. Quantum, efeito fotoelétrico e fóton 2. Espectro de linha e o modelo de Bohr 3. Comportamento ondulatório da matéria 4. Princípio da incerteza e diagramas de nuvens eletrônicas 5. Os orbitais atômicos 6. Configuração eletrônica 7. Tabela periódica Vamos supor que conhecemos a velocidade com uma incerteza de 1% (isto é, uma incerteza de (0,01)(5 . 106) = 5 . 104 m/s ) e que essa é a única fonte importante de incerteza no momento para que Δx = Δmv. Calculando a incerteza da posição temos: Δx > h/4πmΔv => 6,63 . 10-34 / 4π . 9,11 . 10-31 . 5 . 104 Δx > 1 . 10-9 m Uma vez que o diâmetro de um átomo de hidrogênio é apenas 2 . 10-10 m, a incerteza é muito maior do que o tamanho do átomo. Portanto, essencialmente, não temos idéia de onde o elétron está localizado no átomo. 1. Quantum, efeito fotoelétrico e fóton 2. Espectro de linha e o modelo de Bohr 3. Comportamento ondulatório da matéria 4. Princípio da incerteza e diagramas de nuvens eletrônicas 5. Os orbitais atômicos 6. Configuração eletrônica 7. Tabela periódica Erwin Schrödinger desenvolveu uma complexa equação para calcular a amplitude da onda em vários pontos do espaço. O quadrado da amplitude é proporcional à probabilidade de encontrar uma partícula nesse ponto. Por essa razão, ψ2 é chamada de densidade de probabilidade. Para os elétrons, é chamada de densidade eletrônica, a partir da qual são criados os diagramas de nuvens eletrônicas. 1. Quantum, efeito fotoelétrico e fóton 2. Espectro de linha e o modelo de Bohr 3. Comportamento ondulatório da matéria 4. Princípio da incerteza e diagramas de nuvens eletrônicas 5. Os orbitais atômicos 6. Configuração eletrônica 7. Tabela periódica Orbital; Mecânica quântica usa quatro números para descrever um orbital: n – número quântico principal (nível): 1, 2, 3.... l – número quântico azimutal (subnível): 0 (s), 1 (p), 2 (d), 3 (f)... ml – número quântico magnético (orbital): ...-2, -1, 0, 1, 2... ms – número quântico magnético de spin: 1/ 2 ou - 1/2 1. Quantum, efeito fotoelétrico e fóton 2. Espectro de linha e o modelo de Bohr 3. Comportamento ondulatório da matéria 4. Princípio da incerteza e diagramas de nuvens eletrônicas Princípio da exclusão de Pauli: Afirma que elétrons de um mesmo átomo não podem ter o conjunto dos quatro números quânticos iguais (n, l, ml, ms). Num dado orbital onde n, l e ml são fixos, a diferença está no ms, já que só podem ter dois elétrons em cada orbital, cada um girando em um sentido. 5. Os orbitais atômicos 6. Configuração eletrônica 7. Tabela periódica Elétron desemparelhado; Elétrons emparelhados; (um girando em cada sentido) 1. Quantum, efeito fotoelétrico e fóton 2. Espectro de linha e o modelo de Bohr 3. Comportamento ondulatório da matéria 4. Princípio da incerteza e diagramas de nuvens eletrônicas A distribuição dos elétrons pelo átomo é denominada configuração eletrônica. Os elétron tendem a ficar na mais estável configuração eletrônica, ou seja, no orbital de menor energia, só que como isso não é possível para todos os elétrons, uma vez que não se pode ter mais de 2 elétrons por orbital, dizemos então que os orbitais são preenchido em ordem crescente de energia. 5. Os orbitais atômicos 6. Configuração eletrônica 7. Tabela periódica Ex: o Li tem três elétrons, como no orbital 1s só cabem dois elétrons, o terceiro vai para o próximo orbital de mais baixa energia, o 2s. Regra de Hund: 1. Quantum, efeito fotoelétrico e fóton 2. Espectro de linha e o modelo de Bohr 3. Comportamento ondulatório da matéria 4. Princípio da incerteza e diagramas de nuvens eletrônicas 5. Os orbitais atômicos a energia mais baixa é obtida quando os elétrons estão em spins paralelos, ou seja: Configuração 1 ( 1s2 2s2 2p3 ) Configuração 2 ( 1s2 2s2 2p3 ) o N tem 7 elétrons e segundo o princípio de Hund a sua configuração eletrônica correta é a configuração 2. 6. Configuração eletrônica 7. Tabela periódica Configuração do F ( 1s2 2s2 2p5 ) 1. Quantum, efeito fotoelétrico e fóton 2. Espectro de linha e o modelo de Bohr 3. Comportamento ondulatório da matéria 4. Princípio da incerteza e diagramas de nuvens eletrônicas 5. Os orbitais atômicos 6. Configuração eletrônica 7. Tabela periódica Configurações condensadas: aquela em que se coloca o símbolo do gás nobre de menor número atômico mais próximo, que por formar um octeto tem uma configuração mais estável, e em seguida se coloca a parte final da configuração; essa parte final são os elétrons de valência; e o último elétron preenchido é o elétron diferenciador. Ex: Li – [He] 2s1 ( [1s2] 2s1 ) K – [Ar] 4s1 ( [1s2 2s2 2p6 3s2 3p6] 4s1 ) 1. Quantum, efeito fotoelétrico e fóton 2. Espectro de linha e o modelo de Bohr 3. Comportamento ondulatório da matéria A tabela periódica está estruturada de forma que os elementos com o mesmo padrão de configuração eletrônica de níveis mais externos (de valência) estejam distribuídos em colunas: 1A – ns1 5A – ns2 np3 4. Princípio da incerteza e diagramas de nuvens eletrônicas 2A – ns2 6A – ns2 np4 3A – ns2 np1 7A – ns2 np5 5. Os orbitais atômicos 4A – ns2 np2 8A – ns2 np6 6. Configuração eletrônica 7. Tabela periódica onde n é o número do nível do orbital, que corresponde ao número da linha em que o elemento se localiza; os elementos de transição terminam em d e f. Brown, LeMay e Bursten. “Química: a ciência central” – 9ª edição.