EMPREENDEDORISMO
Curso: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
Turma: 8° semestre
Como surgiu e Conceitos
Tema tão antigo quanto a invenção da roda. Essa comparação se deve ao fato de que, para que essa invenção pudesse
ser concretizada, foi necessária uma atitude inovadora.
Empreendedorismo no Brasil
Ganhou força na década de 1990, devido a abertura da economia nacional.
O povo brasileiro é um dos mais empreendedores do mundo, aproveitando a ousadia e a criatividade natas como
aliadas para superar crises e dificuldades, bem como para gerar receita quando há a falta de oportunidade de empregos
formais. Assim, torna-se uma necessidade empreender para sobreviver. Infelizmente, a grande maioria dos pequenos
empreendedores não possui capacitação técnica que lhes forneça a base necessária para identificar oportunidades,
estabelecer sua empresa e gerenciá-la de maneira eficiente.
Para Eduardo Bom Angelo (2003) - "empreendedorismo é a criação de valor por pessoas e organizações
trabalhando juntas para implementar uma ideia por meio da aplicação de criatividade, capacidade de
transformar e o desejo de tomar aquilo que comumente se chamaria de risco".
Para José Dornellas (2008) - "empreendedorismo é o envolvimento de pessoas e processos que, em conjunto,
levam a transformação de ideias em oportunidades".
Para Fernando Dolabela (1999) - “O empreendedor é alguém capaz de desenvolver uma visão, mas não só. Deve
saber persuadir terceiros, sócios, colaboradores, investidores, convencê-los de que sua visão poderá levar todos a
uma situação confortável no futuro. Além de energia e perseverança, uma grande dose de paixão é necessária
para construir algo a partir do nada e continuar em frente, apesar de obstáculos, armadilhas e da solidão. O
empreendedor é alguém que acredita que pode colocar a sorte a seu favor, por entender que ela é produto do
trabalho duro”.
Pertence a Robert Hirsch a melhor definição: “empreendedorismo é o processo de criar algo diferente e com valor,
dedicando tempo e o esforço necessários, assumindo os riscos financeiros, psicológicos e sociais correspondentes
e recebendo as consequentes recompensas da satisfação econômica e pessoal”.
Empreendedorismo quer dizer pelo menos três coisas:
 A capacidade individual de empreender;
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 O processo de iniciar e gerir empreendimentos;
 O movimento social de desenvolvimento do espírito empreendedor.
Conhecimentos desejáveis:
 Conhecimento básico de Administração;
 Custos – o que são e qual a sua natureza;
 O que é Marketing e como funciona;
 Como vender – técnicas e processos;
 Elementos de Administração da Produção.
Quem é o empreendedor?
Para Joseph Schumpeter , empreendedor “ é aquele que destrói a ordem econômica existente através da introdução
de novos produtos e serviços, pela criação de novas formas de organização, ou pela exploração de novos
recursos materiais.”
Nenhum autor conseguiu atribuir conceito tão direto quanto Bernard Shaw:
“ Algumas pessoas olham para mundo como ele é, e perguntam: Por que? Outras pessoas olham para o mundo e
imaginam como ele poderia ser, e perguntam: Por que não?
Características e Atitudes de um Empreendedor
1. Assumir riscos calculados – O empreendedor, por mais cauteloso que seja e por melhor que tenha sido seu
planejamento, ao criar seu negócio, arrisca, na maioria das vezes, seu próprio patrimônio e seu tempo para
atingir seus objetivos.
2. Sem temor do fracasso e da rejeição – O empreendedor jamais deseja fracassar e, da mesma forma, não é
atormentado pelo medo paralisante do fracasso. Pessoas que não conseguem pensar no fracasso como parte do
processo, preferem não correr nenhum tipo de risco e, desta forma, não são empreendedoras.
3. Flexibilidade – O empreendedor deve ter a capacidade de adaptar-se rapidamente a novas situações. Como
dono de um negócio, estará sujeito a novos desejos dos clientes, mudanças econômicas e transformações do
mercado.
4. Autoconfiança – Todo empreendedor deve acreditar na sua capacidade de superar as dificuldades e alcançar o
sucesso.
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5. Motivação – O empreendedor não pode esmorecer. Deve estar sempre disposto para trabalhar em busca da
realização de seus objetivos.
6. Otimismo – O empreendedor é um otimista de nascimento. Isto não significa dizer que ele seja um sonhador.
Acredita que há espaço para todos e que conseguirá se destacar.
7. Planejamento – Todo empreendimento precisa ser organizado e planejado, desde a sua idealização até o
acompanhamento sistemático dos custos, das vendas e demais informações que sejam necessárias para o
desenvolvimento dos negócios. Quem não conseguir se organizar e se planejar, certamente não será um bom
empresário.
8. Determinação – O empreendedor deve ser capaz de enfrentar e superar as dificuldades sem se deixar abater. No
caminho do empreendedorismo, é comum surgirem obstáculos, porém, vencê-los é condição para atingir os
objetivos.
9. Criatividade/inovação – O empreendedor deve ter a capacidade de buscar soluções novas e adequadas para
solução dos problemas que poderão surgir. Deve ter também a capacidade de buscar saídas para atender, da
melhor forma, com mais qualidade e menor custo, os desejos dos clientes.
10. Iniciativa – O empreendedor não deve esperar uma solução cair do céu. Ao perceber um problema ou detectar
uma oportunidade, deve agir rapidamente para solucioná-lo ou aproveitá-la em prol do seu negócio.
11. Liderança – O empreendedor deve ser capaz de reunir as forças de um grupo de pessoas na busca de um
objetivo comum. Deve transformar essas pessoas em parceiros, estimulando seu crescimento e dando exemplo
para manter a motivação elevada.
12. Integridade – A integridade é fundamental para que o empreendedor conquiste a confiança de seus clientes e
parceiros e gere neles uma credibilidade em relação a seu negócio.
13. Senso Administrativo – O empreendedor deve ter a capacidade de prevenir ou corrigir problemas decorrentes
das variações do mercado, reconhecendo e analisando, no dia a dia, as mudanças na economia e no
comportamento dos clientes.
Atividade em grupo
A partir das características apresentadas, reúna-se com seu grupo e eleja as três características que vocês considerem
mais significativas e importantes para um empresário ser bem sucedido.
Anote as escolhas de seu grupo:
123-
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Nossas características pessoais sempre marcam o estilo com que realizamos as coisas em nossa vida. O comportamento
empreendedor estará presente em todas as nossas ações, sejam elas pessoais, familiares e profissionais.
Cabe a cada um de nós descobrir quais destas características são pontos fortes nossos e utilizá-las em tudo o que
fizermos. Não menos importante é reconhecer e refletir a respeito de nossos pontos fracos e desenvolver características
que não temos. Como se pode ver, é longo o caminho do EMPREENDEDOR. Longo e gratificante.
Tipos de Empreendedor
Empreendedor por necessidade
Cria seu próprio negócio, devido a falta de oportunidade no mercado de trabalho. Não possui informações e técnicas
necessárias para manter o negócio, desenvolve apenas tarefas simples, seu retorno financeiro é baixo e na maioria das
vezes o negócio permanece na informalidade, apenas para a sobrevivência da família.
Empreendedor planejado
Sabe como fazer e como atingir seus objetivos. É a pessoa que, para iniciar um negócio, antes de tudo, prepara um bom
planejamento, pois sabe que este aumenta em muito as probabilidades de um negócio ser bem sucedido.
É o empreendedor que consegue minimizar os riscos, preocupando-se com os detalhes do negócio, obtendo uma visão
mais clara e trabalhando em função de metas pré-estabelecidas.
Diante das definições, este tipo pode ser considerado o mais completo, ou o que chega mais próximo de tal definição.
Infelizmente, ainda não representa a maioria entre os empreendedores, embora estejam entre os mais bem sucedidos.
Empreendedor Nato
São os empreendedores mais conhecidos e que costumam servir de exemplo para os mais novos. Possuem histórias de
vida brilhantes, que muitas vezes começam do zero, mas conseguem construir grandes impérios.
São pessoas diferenciadas, mais pelo seu caráter e comportamento do que pela sua qualificação profissional. Em geral
são visionários, otimistas, ambiciosos e costumam dedicar-se 100% na realização de seus sonhos.
Não buscam simplesmente criar um negócio novo e depois partir para outro empreendimento. Sua ambição é a de
construir algo sólido e sustentável que possa gerar frutos para eles e para as próximas gerações.
Pesquisa
Demais classificações:
Empreendedor Social, Herdeiro, Oportunista, Serial, por Ocasião, Corporativo, Serial.
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Fatores que inibem o Empreendedorismo
 Políticas governamentais;
 Apoio financeiro;
 Educação e treinamento.
Mitos sobre Empreendedorismo (variam de acordo com o autor, mas são, em média 12 mitos.)
 Mito 1: Empreendedores nascem feitos, não podem aprender.
Realidade: A capacidade para identificar e aproveitar uma oportunidade só se adquire com o tempo, depois de
anos de experiência. O empreendedor forma sua capacidade empreendedora por força do acúmulo de
habilidades, experiências e contatos.
 Mito 2: Qualquer pessoa está apta a iniciar um negócio.
Realidade: Realmente, qualquer pessoa consegue iniciar um negócio, o difícil, é sobreviver ao longo dos anos.
Apenas uma pequena parcela de empresas sobrevive aos primeiros anos de existência e dessas poucas, uma
parcela ainda menor consegue gerar receita para se sustentar sozinha. Os empreendedores que reconhecem a
diferença entre ideia e oportunidade e pensam grande o suficiente, têm maiores chances de sucesso.
Nichos de mercado
A expressão “nicho de mercado” está intimamente ligada a um segmento de mercado, porém com um significado mais
específico. Trata-se de um segmento de mercado com características especiais, constituído por um reduzido número de
consumidores com necessidades homogêneas a serem atendidas e facilmente identificáveis.
Para o empreendedor que procura seu espaço para crescer sem pressa, esta pode ser uma ótima oportunidade para
atender com excelência as necessidades de um público específico, consolidando-se como o seu principal fornecedor.
Como identificar uma oportunidade de negócios
NEM SEMPRE UMA BOA IDEIA É, NECESSARIAMENTE,
UMA BOA OPORTUNIDADE DE NEGÓCIOS.
As oportunidades podem ser identificadas através de algumas técnicas, dentre as quais destacamos:
 Brainstormings: tempestade de ideias;
 Estudos de áreas geográficas: análise precisa do ambiente onde se pretende instalar o negócio;
 Estudo de recursos: análise profunda sobre a matéria-prima que será utilizada;
 Estudos do ambiente tecnológico: análise profunda sobre a tecnologia que será utilizada;
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 Análise de transformações e tendências de mercado: estudo do comportamento do consumidor e de fatos que
possam ser importantes para a economia e para o mercado;
 Mercados emergentes: novos nichos de mercado (educação, lazer e saúde)
Como avaliar uma oportunidade de negócios
O primeiro passo para avaliar uma oportunidade de negócio é responder a algumas perguntas que podem fazer uma
grande diferença no momento de efetivamente empreender. Entre estas perguntas, podemos destacar:
1. Qual o grau de risco que está disposto a correr?
2. Qual a identificação com o tipo de negócio em que se deseja ingressar?
3. Quais são os seus objetivos pessoais e profissionais?
4. Que tipos de renúncias terão que ser feitas para a transformação dessa oportunidade em efetividade de
negócio?
5. Por quanto tempo essa oportunidade poderá existir?
6. Quais são as principais razões que conduzem essa oportunidade?
7. O que eu tenho de diferencial para investir nessa oportunidade?
Pesquisa: Empreendedores de sucesso
1. Marco Aurélio Garib – EverSystems
2. Aleksandar Mandic – Mandic
3. Laércio Cosentino – Microsiga
4. Rodrigo Diniz Mascarenhas – RM Sistemas
5. Fernando Soares Mitri – Positivo Informática
6. Paula Bellizia – presidente da Apple Brasil
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Mercado
É a relação entre a oferta – pessoas ou empresas que desejam vender bens e serviços, e a procura – pessoas ou
empresas que querem comprar bens ou serviços.
Mercado Consumidor: é o conjunto de pessoas ou organizações que, para satisfazer as suas necessidades, procuram
bens ou serviços que uma empresa ou pessoa vende.
Desta forma, para que uma empresa obtenha sucesso no seu negócio, a determinação do mercado-alvo é de extrema
importância no desenvolvimento do negócio. Esta determinação permitirá identificar segmentos de mercado
específicos que desejam ser conquistados e, também, mostrar· os caminhos para alcançá-los.
Para que possamos realizar a definição dos clientes (mercado-alvo), devemos levar em consideração os seguintes
pontos:
Descrição demográfica
Auxilia na definição do perfil estatístico do público - alvo:
a) Pessoa física: faixa etária, faixa de renda, sexo, profissão, estado civil, tamanho da família, grupo étnico, nível
de escolaridade, se tem casa própria etc.
b) Pessoa jurídica: setor, ramo de atividade, número de anos em operação, faturamento, número de empregados,
número de filiais, etc.
Descrição geográfica
A região que se pretende atender (área específica de uma cidade, a cidade inteira, uma região do Estado, toda uma
região do país, todo o País ou parte do mercado internacional).
Descrição psicológica
a) as atividades: o que os indivíduos fazem e como usufruem do tempo livre;
b) os interesses: o que é importante;
c) as opiniões: o que pensam.
A psicologia tem interesse direto e principalmente em consumidores. Não basta mais observar os comportamentos de
consumo, mas tenta-se compreender as razões que podem tê-los motivado e estas razões são encontradas não somente
nas características sócio-demográficas, mas levam em consideração as diferentes personalidades dos consumidores.
Descrição dos fatores decisivos para a compra
Quais fatores que levam o cliente a tomar decisão? Preço? Prazo de pagamento? Descontos? Qualidade? Marca?
Embalagem? Local da compra? Garantia?
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ANALISANDO O SEU MERCADO CONSUMIDOR
a) Qual é o principal produto que sua empresa vende?
b) Para conhecer melhor as características do consumidor deste produto, procure imaginar o seu comprador mais
comum e liste abaixo as seguintes informações sobre ele:
Item
Resposta
Sexo
Idade
Bairro onde mora
Ele tem família?
Quantas pessoas existem na família?
Qual é a posição dele na família?
(pai, mãe, filho etc.).
Ele trabalha?
Bairro onde trabalha
Renda média aproximada por mês
Ele estuda?
Bairro onde estuda
Nível médio de escolaridade
O que ele mais gosta de fazer?
Ele possui televisão?
Ele lê algum jornal? Qual?
Ele assina alguma revista? Qual?
O que ele faz nas horas vagas?
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Mercado Concorrente: é composto pelas pessoas ou empresas que oferecem mercadorias ou serviços iguais ou
semelhantes aos que serão colocados no Mercado Consumidor, pelo empresário.
Pode-se aprender muito analisando os acertos ou erros dos concorrentes. Avaliá-los em profundidade significa dizer
que estamos não somente sintonizados com a nossa realidade, mas também com a viabilidade futura de nosso negócio.
Ao fazer uma busca de informações sobre a concorrência, deve-se estabelecer prioridades, planejar como obter essas
informações e, finalmente, organizar essas informações de forma que possam ser analisados os seguintes pontos:
Quem são os concorrentes
Identifique quem são os seus concorrentes. Saber quem irá disputar os clientes com a sua empresa deve estar claro. Por
exemplo: no caso de uma farmácia, não quer dizer que todas as farmácias da cidade ou bairro sejam necessariamente
concorrentes.
Tamanho dos concorrentes
Determinar o volume de vendas estimado dos principais concorrentes. Quem é considerado o líder do mercado-alvo?
Posição Competitiva
Os concorrentes podem ser avaliados apenas pelo fato de que seu produto ou serviço é melhor. Contudo, outros fatores
interferem na sua competitividade frente à concorrência. Talvez eles tenham capacidade de conseguir melhores preços
junto aos fornecedores em função do volume de compras, ou a marca deles é mais antiga e / ou conhecida e os clientes
optem pela credibilidade em vez do preço.
Os seguintes aspectos devem ser considerados em uma análise competitiva da concorrência:
Fatores de percepção dos clientes
a) Qualidade: Atributos inerentes ao produto, tais como durabilidade, satisfação das necessidades, comodidade de
embalagem, imagem das empresas no mercado com relação a este quesito.
b) Preço: Qual a importância do preço para os clientes? Qual a posição de seus preços com relação a seus
concorrentes em média (em %)? São mais altos ou mais baixos? Como isso poderá afetar o desempenho das
vendas?
c) Conveniência: Facilidade de acesso aos produtos, horários de atendimento, serviços de assistência técnica etc.
Fatores estratégicos
a) Metas do concorrente: O concorrente está satisfeito com a sua posição atual? Possui metas bem definidas?
Nossas ações interferirão no alcance destas metas levando os concorrentes a tomar atitudes defensivas ou
retaliações?
b) Recursos financeiros: Capacidade dos concorrentes em conseguir recursos junto a instituições financeiras.
c) Poder de barganha: Qual a capacidade de nossos principais concorrentes de conseguir condições mais
favoráveis nas negociações junto a fornecedores e clientes?
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d) Parcerias estratégicas: As empresas instaladas atualmente no mercado alvo apresentam uma convivência
pacífica entre elas, regulamentada por acordos (formais e informais), ou, ao contrário, há uma disputa entre
elas visando melhorar o seu posicionamento estratégico? Como poder tirar proveito dessas disputas entre as
empresas líderes? Você representará uma ameaça (novo entrante) para as empresas instaladas? Existe
possibilidade de eles fazerem acordos estratégicos (parcerias) para barrar a sua entrada no mercado?
e) Posição no mercado: O principal concorrente é um líder consolidado que procura manter sua posição? É uma
empresa agressiva que deseja aumentar sua participação no mercado? Em que se baseia a liderança desse
concorrente?
ANALISANDO O SEU MERCADO CONCORRENTE
1. Quais são os três principais concorrentes da sua empresa?
a. __________________________________________________________
b. __________________________________________________________
c. __________________________________________________________
2. Liste, abaixo, os dois principais pontos fortes dos concorrentes em relação à sua empresa:
Concorrente “a”
Concorrente “b”
Concorrente “c”
3. Agora, liste os dois principais pontos fracos dos concorrentes em relação à sua empresa:
Concorrente “a”
Concorrente “b”
Concorrente “c”
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4. Agora, compare as seguintes características dos seus concorrentes atuais com a sua empresa. Use a escala
abaixo:
5
Muito Bom
Item
4
3
2
Bom
Regular
Ruim
Sua
Concorrente “a”
Concorrente “b”
1
Muito Ruim
Concorrente “c”
Empresa
Localização
Reputação
Atendimento
Qualidade dos
produtos
Preços
Tempo de mercado
Garantias
Atendimento
Se você conhece bem seus concorrentes, então fica mais fácil saber o que a sua empresa precisa melhorar para
conquistar ainda mais consumidores. Além disso, saber o que eles estão fazendo impede que você seja surpreendido
por novos produtos ou serviços que eles possam lançar.
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Mercado Fornecedor: consiste no conjunto de pessoas ou organizações que abastece a empresa de matéria-prima,
equipamentos, mercadorias e outros materiais necessários ao seu funcionamento.
É necessário determinar quais são os seus principais fornecedores, quais as características e de que maneira elas podem
afetar sua competitividade.
Podemos seguir os passos abaixo para organizar uma tabela com as informações dos nossos fornecedores:
Passo 1: Fazer uma lista dos produtos mais importantes que serão comprados pela empresa.
Passo 2: Definir de quem serão compradas mercadorias ou matérias-primas.
Passo 3: Saber quais são as condições básicas de negociações impostas por ele (quantidade mínima de compra, prazo
de entrega, prazo de pagamento, preço).
Passo 4: Encontrar formas de se tornar menos vulnerável em termos estratégicos (parcerias, busca de produtos
substitutos, acesso a novos fornecedores em outros mercados etc.).
ANALISANDO O SEU MERCADO FORNECEDOR
1. Quais são os três principais produtos / serviços que sua empresa consome no seu processo de produção /
comércio?
a. __________________________________________________________
b. __________________________________________________________
c. ___________________________________________________________
2. Liste, abaixo, os principais fornecedores de quem você compra cada um dos produtos / serviços listados
acima:
Produto “a”
Produto “b”
Produto “c”
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3. Além desses, que outros fornecedores você conhece para cada um desses produtos (e de quem você ainda
não compra)?
Produto “a”
Produto “b”
Produto “c”
4. Agora, compare as seguintes características do seu principal fornecedor atual com a principal empresa que
ainda não fornece para a sua. Use a escala abaixo:
5
Muito Bom
4
3
2
Bom
Regular
Ruim
Item
Seu Fornecedor atual
1
Muito Ruim
A outra empresa
Localização
Facilidade de acesso
Atendimento
Qualidade do produto
Pontualidade de entrega
Capacidade de entrega
Condições de garantia dos
produtos
Relacionamento
Para que serve, afinal, o plano de negócios
Um Plano de Negócios é basicamente um instrumento de planejamento, no qual as principais variáveis envolvidas em
um empreendimento são apresentadas de forma organizada. Obviamente, o processo de fazer planos para a criação de
um novo negócio, sempre existiu, mesmo que de forma empírica ou somente na mente do empreendedor.
Mas, a
montagem de um documento com a análise das principais variáveis envolvidas no futuro negócio, ordenadas segundo
um modelo, ou uma ordem lógica, que é o que caracteriza um plano de negócios, é relativamente recente e se
popularizou com o surgimento das chamadas empresas “ponto-com” ocorridas a partir da década de 90. Hoje, o
“Business Plan” ou Plano de Negócios, em bom português, faz parte de nosso cotidiano e quando se fala em um novo
empreendimento, quase que fatalmente se fala na elaboração de um Plano de Negócios como o primeiro passo a ser
dado.
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Objetivo do plano de negócios
Para a maioria dos empreendedores, a elaboração do plano de negócios tem como principal objetivo a apresentação do
empreendimento a possíveis futuros parceiros comerciais como sócios, incubadoras e investidores. Porém, embora
sirva muito bem para essa finalidade, consideramos que o principal benefício da montagem de um Plano de Negócio
está no conhecimento adquirido pelo próprio empreendedor durante esse processo.
Entre as outras razões para elaborar um plano de negócios, podemos destacar:
1. Transmitir credibilidade;
2. Testar a viabilidade de um novo produto ou serviço;
3. Orientar como o negócio deverá ser implantado;
4. Sensibilizar possíveis parceiros;
5. Minimizar o risco de falência prematura;
6. Capitalizar recursos junto a investidores;
7. Conseguir identificar melhor o mercado e seus clientes.
Questões para o empreendedor
Módulo
O QUE vai ser feito? POR QUEM vai ser feito?
1. O EMPREENDIMENTO
O QUE vai ser oferecido ao mercado?
2. O PRODUTO
A QUEM vai ser oferecido e QUEM vai competir
3. O MERCADO
conosco?
COMO o cliente vai ser atendido?
4. MARKETING
QUANTO gastaremos e QUANTO teremos de retorno?
5. FINANÇAS
QUANDO realizaremos as atividades e atingiremos as
6. CRONOGRAMA DE
metas?
ATIVIDADES E METAS
Note que, de uma forma sintética, praticamente todos os aspectos relevantes de um empreendimento foram
contemplados. Um empreendedor que seja capaz de planejar e responder satisfatoriamente a essas questões, com
certeza estará melhor preparado para enfrentar o mercado.
Evidentemente, a montagem de um bom Plano de Negócios não garante o sucesso do empreendimento, mas, sem
dúvida, representa um importante passo nessa direção.
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Estrutura de um plano de negócios
Os planos de negócios costumam ser divididos em 3 tipos:
 Mini plano de negócios: similar a um sumário executivo. Deve ser desenvolvido com precisão para atender
público específico;
 Plano de negócios resumido: neste modelo você deve dar propriedade a informações como objetivos principais
do negócio, investimentos necessários, comportamento do mercado e retorno do investimento;
 Plano de negócios completo: este é o plano de negócios com todas as suas seções, inclusive material
complementar. É utilizado quando o investidor se interessa pelo seu negócio e deseja obter informações mais
concretas. Também é direcionado para os demais públicos que podem fazer uso desse material, como vimos no
tópico anterior.
Capa
 Nome da empresa (Razão Social);
 Nome fantasia;
 Endereço completo da empresa;
 Telefone da empresa (incluindo DDD e identificação do país para chamadas internacionais);
 O logotipo da empresa;
 Nome e telefone dos proprietários da empresa ou das principais pessoas-chave do negócio;
 Mês e ano em que o plano foi realizado;
 Nome (s) de quem desenvolveu o plano.
Sumário Executivo
O Sumário Executivo é a parte mais importante do plano de negócios, pois é a partir dele que o leitor decidirá se
continua a ler ou não o plano. O objetivo é transmitir a ideia geral do projeto, através de uma linguagem interessante e
atraente.
Para atingir esta finalidade, o sumário executivo deve ser escrito com todo o cuidado e muita atenção, além de ser
revisado quantas vezes forem necessárias de forma a evitar que erros passem pela leitura e prejudique o seu conteúdo.
Para facilitar o seu desenvolvimento, você pode se fazer perguntas como:
 O que busco com este Plano de Negócios?
 Que negócio desejo montar?
 Quem são os membros da equipe?
 Quais são os produtos/serviços que deverei oferecer?
 Quais as características predominantes da empresa?
 Que tipo de público eu busco para o projeto?
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 Que mercado desejo atingir?
 Quais as ações de marketing deverão ser desenvolvidas para ter sucesso?
 Como serão desenvolvidas as atividades operacionais da empresa?
 Haverá necessidade de captar recursos de terceiros? Quanto? Por quê? Como serão devolvidos?
 Como estes recursos serão empregados?
 Qual o retorno econômico-financeiro do projeto?
 Existem planos para crescimento da empresa?
Planejamento Estratégico
Definição dos rumos a serem tomados pelo seu negócio. Definição de metas, objetivos, descrição da missão, visão e
valores e demais informações.
 O Negócio – De que forma a empresa deverá atuar no mercado?
 A Visão – O que o negócio busca para o seu futuro e a sua perpetuação no mercado?
 A Missão – Qual deve ser o propósito de seu negócio, qual a sua função tanto social quanto econômica?
 Os Valores – Quais os princípios morais e éticos devem nortear o desenvolvimento do negócio?
 Análise do ambiente externo – Como se comporta os aspectos macroambientais, ou seja, como tem se
comportado a economia, política, tecnologia, suas tendências e possíveis impactos no negócio. Isso vai
permitir identificar oportunidades e ameaças.
 Análise do ambiente interno – Assim como você deve analisar as possíveis oportunidades e ameaças para o seu
negócio, também deve fazer uma avaliação interna para identificar seus pontos fortes e pontos fracos que
podem ser melhorados, potencializando suas vantagens (pontos fortes) e minimizando suas desvantagens
(pontos fracos).
 Fatores críticos de sucesso – Importante levantar quais as habilidades e os recursos necessários para que uma
empresa alcance o sucesso necessário para se manter entre as melhores do mercado em que atue.
 Definição de objetivos e metas – Quais as estratégias serão adotadas para que os objetivos e metas sejam
atingidos?
Descrição do negócio
 Constituição jurídica, ou seja, qual a classificação do negócio (S.A., Ltda, etc), quem são os sócios, entre outras
informações relativas ao contrato social;
 Estrutura organizacional com destaque para o organograma;
 Quem faz parte da equipe executiva com os respectivos Curriculum Vitae anexados na seção “anexo”;
 Qual a política de Recursos Humanos;
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 Localização, apenas se representar um diferencial para o negócio (como exemplo, se for um distribuidor e
estiver localizado próximo a uma rodovia);
 Infraestrutura disponível e capacidade de expansão;
 Layout geral do negócio, se possível, desenvolvido em 3D;
 Parcerias estratégicas;
 Regime de impostos;
 Serviços terceirizados;
 Entre outros.
Plano de Marketing (Produtos e/ou Serviços)
 Descrição dos produtos ou serviços e sua capacidade de fornecimento;
 Ciclo de vida dos produtos;
 Fatores tecnológicos envolvidos;
 Pesquisa e desenvolvimento;
 Benefícios que podem trazer para a sociedade;
 Informações referentes a marcas, patentes ou propriedade intelectual;
 Custos envolvidos;
 Produtos ou serviços que poderão ser desenvolvidos ou oferecidos no futuro.
Destacamos também, algumas questões que poderão ajudá-lo no desenvolvimento desta seção:
1. Qual a necessidade de seu produto ou serviço, para o seu cliente?
2. A que se destina o seu produto ou serviço?
3. Quais as suas vantagens para os clientes?
4. Quais as suas desvantagens para o cliente em relação a seus concorrentes?
5. O que o levou a desenvolver este produto ou serviço?
6. Seu produto ou serviço pode ser usado em conjunto com outros produtos de outras empresas?
7. Quais as principais razões para adquirir seu produto ou serviço?
8. Quais as principais objeções em adquirir seu produto ou serviço?
9. Quando seu produto ou serviço estará disponível?
10. Você já preparou material informativo sobre o seu produto ou serviço?
Análise de Mercado
Deverá realizar pesquisas de mercado para comprovar a sua existência e dimensionar a sua capacidade.
Esta análise deve conter:
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 As características do público alvo do seu produto ou serviço;
 Como este mercado está segmentado;
 Qual a abrangência, ou seja, qual o espaço territorial que deseja alcançar com seu produto (regional, municipal,
estadual, nacional e internacional);
 Da mesma forma, realizar uma mensuração em mercado total, potencial e pretendido;
 Comprovação de que é possível atingir este mercado;
 Níveis de crescimento do negócio e tendências futuras;
 Possíveis barreiras de entrada e saída dos produtos e serviços;
 Análise da concorrência;
 Regulamentações do governo;
 Possíveis riscos para o negócio.
Análise dos Consumidores
 Taxa de compra por cliente;
 Perfil do tomador de decisões;
 Evidenciar se o comportamento do consumidor está alinhado com o descrito no plano.
Análise da Concorrência
 Quem são meus concorrentes?
 Quantos são os concorrentes mais significativos?
 Qual o perfil deles?
 Qual o posicionamento deles no mercado?
 Qual a participação dos maiores concorrentes no mercado consumidor?
 Quais suas prováveis ações futuras?
 Qual o seu nível de desenvolvimento tecnológico?
 Quais os níveis de rivalidade impostas a novas empresas entrantes no mercado?
 Quais os preços praticados, referentes a produtos ou serviços similares?
Análise de Fornecedores
 Quem são os possíveis fornecedores?
 Qual o número de fornecedores disponíveis no mercado?
 Quais as políticas de fornecimento referentes a volumes, descontos e exclusividades?
 E quanto a qualidade da matéria prima?
 Quais os níveis de preços praticados?
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EMPREENDEDORISMO
Curso: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
Turma: 8° semestre
 Quais as possibilidades de parcerias a serem desenvolvidas?
 Que planos de contingências podem ser preparados?
Anexos
Deve conter todas as informações que entender necessárias para que o leitor não fique com dúvidas durante a leitura.
Como se trata, em sua maioria de documentos, não precisa seguir um padrão determinado e nem um número de
páginas específico.
Como exemplo de informações adicionais, podemos destacar fotos de produtos, plantas de localização, resultados
completos de pesquisas de mercado, folders, catálogos, entre outros. O mais importante: não esqueça em hipótese
alguma a relação de Curriculum Vitae dos sócios e principais gestores do negócio.
Para quem apresentar o plano de negócios
É chegada a hora de oferecê-lo às pessoas certas.
 Bancos;
 Fundos Governamentais;
 Incubadoras.
Programas de incentivo do governo como:
 SEBRAE;
 Programa Brasil Empreendedor;
 Finep (Agência Brasileira da Inovação);
 BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento).
Os Dez mandamentos para um bom plano de negócios
Segundo o Consultor Regis de Carvalho, estes são os dez mandamentos para elaborar um plano de negócios de
qualidade:
1. Invista tempo e dedicação em sua elaboração;
2. Considere sua atualização como uma tarefa de rotina;
3. Crie um modelo adequado ao seu negócio;
4. Seja criterioso e detalhista na definição de premissas;
5. Simule várias situações (realista, pessimista, otimista);
6. Desconfie de resultados muito positivos;
7. Aplique o que foi definido no plano;
8. Desenvolva e implante um modelo de acompanhamento e atualização;
9. Considere-o como um organismo vivo, em constante mutação;
10. Acredite, por melhor que seja seu plano de negócios, não acontecerá como o planejado.
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Curso: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
Turma: 8° semestre
CONCEITOS CONSIDERADOS EM UM PLANO DE NEGÓCIOS
FINANCIAMENTO
Quantia de dinheiro obtida com o objetivo de suprir determinada necessidade, cuja liquidação dar-se-á ao longo do
prazo e com encargos financeiros pactuados entre credor e devedor. São três os tipos de financiamento: os destinados a
financiar a atividade operacional da empresa, conhecidos como capital de giro, os destinados à aquisição de ativo fixo,
conhecidos como investimento fixo, e o investimento misto.
CAPITAL DE GIRO
Recurso destinado à compra de mercadorias, reposição de estoques, despesas administrativas, etc.
INVESTIMENTO FIXO
Recurso destinado à aquisição de bens móveis e imóveis, destinados a gerar o resultado operacional da empresa.
Consideram-se ativo fixo máquinas e equipamentos e construção civil indispensáveis ao funcionamento ou ampliação
da empresa, aquisição de veículos utilitários, etc.
INVESTlMENTO MISTO
Associa financiamento para aquisição de ativo fixo com financiamento para capital de giro.
ENCARGOS FINANCEIROS
Toda fonte de financiamento possui dois componentes: um de atualização monetária e outro de remuneração do capital,
denominados encargos financeiros. Podem ser apresentadas sob a forma unitária, denominada apenas de taxa de juros
ou, separadamente, expressos mediante uma taxa de juros associada a um indexador econômico.
Na primeira forma, constituem juros prefixados, conhecidos desde o momento da tomada dos recursos, possibilitando o
conhecimento prévio do quanto se irá pagar a cada prestação.
Na segunda forma são conhecidos como encargos pós-fixados, já que o tomador do financiamento só conhecerá no
futuro a parcela referente aos juros atrelados a algum tipo de indexador econômico.
Existem hoje diversos tipos de indexadores. Os mais utilizados atualmente pelo mercado financeiro são a Taxa
Referencial (TR) para os financiamentos de curto prazo, com atualização diária, ou a Taxa de Juros de Longo Prazo
(TJLP) para os financiamentos de longo prazo, com atualização trimestral.
Os financiamentos oriundos do Programa Brasil Empreendedor, tanto para capital de giro como para investimento fixo,
serão pós-fixados e utilizarão os indexadores TR e TJLP.
PRINCIPAIS GARANTIAS NORMALMENTE EXIGIDAS PELOS BANCOS
AVAL
Garantia de pagamento de titulo de credito, de natureza pessoal, dada por um terceiro. O avalista torna-se co-devedor,
em obrigação solidária, e o pagamento da obrigação pode ser imputado diretamente a ele, sem que o seja,
anteriormente, contra o avalizado. Normalmente, o avalista é executado em conjunto com o devedor.
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Curso: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
Turma: 8° semestre
FIANÇA
Contrato acessório pelo qual o fiador garante o cumprimento da obrigação principal pelo afiançado, se este não vier a
cumpri-la. Normalmente, o fiador só e executado após a constatação de que o devedor não honrara seu compromisso.
ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA
Negocio jurídico pelo qual uma das partes, chamada fiduciário, adquire, em confiança, a propriedade de um bem
móvel, obrigando-se a devolvê-lo quando verificado o acontecimento a que se tenha subordinado tal obrigação.
Geralmente, é o tipo de garantia exigida no financiamento de veículos automotores.
GARANTIA REAL
Geralmente, o mercado financeiro exige como garantia a hipoteca.
Hipoteca é o direito real de garantia que incide sobre imóvel, permanecendo este na posse de seu proprietário.
PENHOR MERCANTIL
Contrato acessório pelo qual o devedor ou um terceiro entrega ao credor, ou a quem lhe represente, uma coisa móvel,
que é por ele retida com o fim de assegurar preferencialmente o cumprimento do contrato.
FINEP
Missão
Promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil por meio do fomento público à Ciência, Tecnologia e
Inovação em empresas, universidades, institutos tecnológicos e outras instituições públicas ou privadas.
Visão
Transformar o Brasil por meio da inovação.
BIBLIOGRAFIA
DOLABELA, Fernando - Oficina do Empreendedor: A Metodologia de Ensino que Ajuda a Transformar
Conhecimento em Riqueza - Cultura Editores Associados, 1997.
ERNST & YOUNG, Sotec - Guia para Desenvolvimento de Negócios - Ed. Record.
GOMES, Adriano - A Empresa Ágil - Ed. Nobel.
www.sebrae.com.br
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